Arquivos Meme - Arquivos do Woo https://www.arquivosdowoo.com.br/tag/meme/ Um pouco de tudo na medida certa Mon, 03 Mar 2025 21:33:12 +0000 pt-BR hourly 1 https://wordpress.org/?v=6.9.4 https://www.arquivosdowoo.com.br/wp-content/uploads/2020/12/cropped-logo-150x150.png Arquivos Meme - Arquivos do Woo https://www.arquivosdowoo.com.br/tag/meme/ 32 32 O que joguei em 2024? | Geovane Sancini https://www.arquivosdowoo.com.br/2025/03/03/o-que-joguei-em-2024-geovane-sancini/ https://www.arquivosdowoo.com.br/2025/03/03/o-que-joguei-em-2024-geovane-sancini/#respond Mon, 03 Mar 2025 21:33:12 +0000 https://www.arquivosdowoo.com.br/?p=19641 Sim, o meme dos jogos do ano passado. Eu tenho duas listas basicamente, que podem ser resumir a: O que zerei por mim mesmo, e o que joguei o suficiente pra fazer Review. 2024 foi um ano… Diverso, onde me aventurei por gêneros que não era familiar. Sem mais delongas, vamos aos títulos, iniciando com […]

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Sim, o meme dos jogos do ano passado. Eu tenho duas listas basicamente, que podem ser resumir a: O que zerei por mim mesmo, e o que joguei o suficiente pra fazer Review. 2024 foi um ano… Diverso, onde me aventurei por gêneros que não era familiar.

Sem mais delongas, vamos aos títulos, iniciando com os que tiveram análise no Arquivos do Woo.

Reprodução: What Pumpkin Games, Fellow Traveler

Pestersim (Playstation 4)

Pestersim é um bundle com duas visual novels (Hiveswap Friendsim e Pesterquest), que se você não conhece a série Homestuck, o jogo não vai conectar. E os dois jogos são divididos em várias minirotas que são terminadas em questão de minutos. Eu fiz análise das duas novels.

Reprodução: Mages, PQube

KONOSUBA – God’s Blessing on this Wonderful World! Love For These Clothes Of Desire! (Playstation 4)

Uma visual novel baseada em Konosuba, com o humor típico da série, e com rotas para as garotas da série e um sistema de criação de roupas que é ligado ao plot principal do jogo. É divertida.

Reprodução: IdunaSoft, QUByte

Mustache in Hell (Playstation 4)

É um jogo top-down BR que é… OK. Não faz nada demais, mas também não ofende.

Reprodução: 7Raven Studios

Teppo and the Secret Ancient City (Playstation 4)

É um coletathon genérico 2D. Pensei que esse tipo de Coletathon tinha morrido na época do Amiga. Podia ser mais, mas…

Lords of Exile (Playstation 4)

Jogo inspirado pelos Classicvanias e um dos meus jogos favoritos de 2024. ALTAMENTE recomendado, essencial. Ainda que o caça-níquel incluso no jogo seja descartável. Dois personagens, roteiro bacana. Vale a pena.

Reprodução: Berserk Boy Games

Berserk Boy (PC)

Um jogo inspirado em Mega Man Zero, igualmente um dos meus jogos favoritos de 2024. Ação frenética, com várias opções de acessibilidade e uma história decente. Pena que o desenvolvedor CANCELOU A VERSÃO DE PLAYSTATION 4. CANALHA.

Reprodução: Oedipe Games

Action Fubuki (PC)

É um jogo desenvolvido por uma pessoa só, e parece inspirado em Action Taimanin, pena que o jogo use a Unreal e seja pesadinho. E tem algumas decisões que não gostei. Podia ser mais.

Reprodução: Ops Game Studio, QUByte Interactive

Lunar Axe (Playstation 4)

É um adventure de objetos ocultos, e como fã do gênero, eu sou exigente demais. Eu gostei da ambientação e gráficos, mas em narrativa e controles, deixou um pouco a desejar. O sistema de dicas é confuso, por outro lado, é bom ver brasileiros se arriscando num gênero de Nicho.

Ginger – The Tooth Fairy (Playstation 4)

Um platformer básico. Não ofende, mas não é sensacional. Tem gráficos bonitos ao menos.

Wily’s Wonderland (Playstation 4)

Um beat’em up baseado no filme que pega carona no sucesso de Five Nighs at Freddy’s, chamado Wily’s Wonderland e estrelado por Nicolas Cage. Feito pelos mesmos devs de Wardogs: Red’s Return (Mito Games). Só que o jogo não passa de uma reskin do mesmo, mas sem as cutscenes do mesmo. Ou o sistema de upgrades. Ou o modo survival. Ou algo interessante. Sim, Wily’s Wonderland é magro e sem graça.

Veritus (PC)

Jogo inspirado nos Zeldas de GBC, Veritus é um excelente jogo de ação/puzzle top-down, continuação de um outro jogo similar da mesma produtora… Que agora me falha o nome. Mas recomendo bastante.

Mists of Noyah (Playstation 4)

Mistura de platformer, survival e tower defense, é um jogo bonito que eu recomendaria… Se não fossem os bugs do jogo.

Mars 2120 (Playstation 4)

Metroidvania da QUByte, que é competente, apesar de algumas falhas no design. Passou alguns anos no acesso antecipado antes de chegar aos consoles. O preço mesmo no PS4 é convidativo, ou ao menos era no lançamento.

Supermoves (PC)

Jogo de Parkour com elementos de corrida. Tem potencial, pelo menos a época em que analisei esse jogo.

Cosmic Paradox: Noire (Playstation 4)

Simplesmente não. Shooter boçal e repetitivo.

The House of Da Vinci III (Playstation 4)

Um adventure/puzzler tridimensional, terceira parte de uma trilogia. É um bom jogo do gênero.

Metroland (Playstation 4)

Um runner infinito, porte de um jogo dos criadores de Subway Surfers, mas sem a patifaria de microtransações.

SINce Memories: Off the Starry Sky (Playstation 4)

Uma visual novel bacana, uma boa porta de entrada para série Memories Off, já que é o único título disponível em inglês.

Unknown 9: Awakening (Playstation 4)

Como eu queria que esse jogo fosse bom, mas o combate parece ser feito por quem nunca jogou um jogo de ação, a história tem potencial, mas o roteiro é previsível. E embarangaram a Yennifer do live action de Witcher pro jogo.

Land of Mushrooms (Playstation 4)

Um clone de Suika Game. Nada mais, nada menos.

Guess the Flag! (Playstation 4)

Identifique bandeiras de países. Jogo educativo.

Ascending Inferno (PC)

Um Get Over It com tema de futebol e inferno. É de dar furia.

Two Falls – Nishu Takuatshima (PC)

Um índio canadense e uma francesa em um Walking Simulator… É decente, mas é um jogo com foco em narrativa.

Monarchy (PC)

É um clone da série Kingdom. Pura e simplesmente.

Void Sols (PC)

Excelente souls-like top-down minimalista. Até mesmo um jornalista de jogos pode jogar. Outro dos meus favoritos de 2024.

INK (PC)

Tem potencial, mas no momento do lançamento, esse roguelike tinha pouco conteúdo.

Lost Eidolons: Veil of the Witch (PC)

Um RPG roguelike, que tem potencial. Tem bastante conteúdo pro lançamento em acesso antecipado. É um bom jogo.

3D Don’t Die Mr. Robot (PC)

Continuação/reimaginação do clássico do PS Vita, é um arcadezão bem divertido.

Micegard (Playstation 4)

Um RPG com elementos de tower defense. É decente e divertido, mas difícil em uns pontos.

Songs of Silence (PC)

É um bom jogo de estratégia.

Neon Blood (Playstation 4)

Eu estava empolgado no anuncio desse jogo, mas quando ele foi lançado, eu fiquei desapontado. Tem um bom tema, mas o jogo é insosso.

Vivat Slovakia (PC)

É um jogo falho? Sim, mas esse GTA eslovaco tem seu charme que lembra jogos AA, mas como ainda está em acesso antecipado, ainda há conteúdo a ser acrescentado. Fique de olho.

Thumb Tanks (PC)

Um jogo multiplayer only. Pode ser divertido, mas eu preferiria um jogo com um single player pra jogar.

Death Elevator (Playstation 4)

Um loop gostoso de jogar, FPS com toque roguelike, mortes em um tiro que tem certo charme.

Rage of the Dragons NEO (Playstation 4)

Porte bacana do clássico de Neo Geo, feito pela QUByte, recomendo muito, em especial se você gosta de jogos do Neo Geo.

Sensei! I Like you so much! (PC)

Um híbrido de construção de fanfics e visual novel. É bem interessante, está em acesso antecipado.

Magenta Horizon (PC)

Feito por uma pessoa só, um jogo de ação misturando o frenesi de Ninja Gaiden, Devil May Cry e um toque de… Boomer shooters? Magenta Horizon também está entre os meus favoritos de 2024.

Stars in the Trash (PC)

A análise foi ao ar no começo de 2025, mas o joguei no fim do ano passado. É um belissimo platformer narrativo. Recomendo.

Sakura Succubus VIII (PC)

Esse eu não escrevi análise, mas é basicamente, até o momento, a conclusão da saga Sakura Succubus, onde o harém de nosso herói aumenta ainda mais. É o esperado de um jogo da série Sakura.

Top Racer Crossroads (Playstation 4)

Romhack oficial de Top Gear com os carros de Horizon Chase, na coletanea da QUByte.

Lotus Turbo Challenge 2 (Amiga)

No meu especial de Top Gear/Top Racer, eu também terminei o segundo jogo da série Lotus, no Amiga. É um jogo similar a Top Gear 2, mas muito superior na minha opinião, exceto os obstáculos.

Steel Assault (PC)

Se você curtia Gunstar Heroes, Steel Assault tem uma vibe similar, é um run and gun MUITO DIVERTIDO, e hoje em dia está em outras plataformas, quando eu ganhei ele de presente, ele estava apenas no PC.

Gryzor (Commodore 64)

Porte do Contra original pro C64. Não é a pior coisa do mundo, mas inferior a lendária versão de NES.

Galaxy Force 2 (Amiga)

Como um jogo num PC de 16-bits consegue ser inferior a versões de 8-bits? (As versões de Amstrad e ZX Spectrum são superiores)

Chase H.Q. (Master System)

É um porte competente do Chase H.Q., mas pra chegar ao final, são necessários 3 Loops.

Special Criminal Investigation (Master System)

Esse porte da Natsume é sensacional.

New York Mysteries: Secrets of the Mafia (Android)

Adventure de objetos ocultos, porte do PC. Decente.

Holovide id 2nd Gen (PC)

Novel cheia de piadas internas da segunda geração do Hololive Indonésia. Joguei em live stream.

New York Mysteries: High Voltage (Android)

Continuação da série New York Mysteries.

Sonic 1 SMS Remake (Android)

Remake do Sonic 1 de Master com fases extras e conteudo a mais, disponível pra PC e Android

New York Mysteries: Lantern of Souls (Android)

Uma das coisas desses portes de Android da série New York Mysteries é que você tem dicas limitadas (pague por moedas de dicas ou veja ads para moedas extras), então se você tiver um walkthrough, não vai precisar nem de dicas do jogo.

Sonic 2 SMS Remake (Android)

Remake do Sonic 2 de Master com fases e conteúdo extra. Disponível para PC e Android.

Vera Blanc: Full Moon (PC)

Primeiro jogo da série Vera Blanc, visual novel com alguns puzzles. Terminado em Stream.

New York Mysteries: The Outbreak (Android)

O penúltimo jogo da série New York Mysteries no Android. Objetos ocultos e puzzles.

Vera Blanc: Ghost in the Castle (PC)

Eu analisei esse jogo aqui na versão de PS4 anos atrás, continuação de Full Moon. Mas o final da possível trilogia ficou em aberto, já que o criador, Celso Riva decidiu não fazer um terceiro jogo devido as baixas vendas dos anteriores.

New York Mysteries: Power of Art (Android)

Fim da série New York Mysteries.

Dragon Quest V: Hand of the Heavenly Bride (Super NES)

Terminei em Stream, ainda é o meu segundo favorito da série, atrás do XI. Excelente RPG.

Dragon Quest III: Seeds of Salvation (Super NES)

O mais popular da série Dragon Quest, mas honestamente em termos de história, ele é mais raso que o V. A versão de SNES tem os gráficos melhores, já que após o V, a Enix mudou a desenvolvedora, com a Chunsoft partindo, e esse remake usa gráficos mais parecidos com os do DQ VI. A análise linkada é a do outro nerd de Dragon Quest aqui do site, o Tony.

Motorsport Manager Mobile 3 (Android)

Por alguma razão, Motorsport Manager Mobile 4 não rodou no celular do meu pai, então fui pro 3. Basicamente, criei uma equipe e melhorei meus pilotos rumo ao estrelato (ganhamos a principal categoria do automobilismo). É um bom manager de corrida, apesar de não ter a licença oficial da F1.

Bishoujo Senshi Sailor Moon: Another Story (Super NES)

RPG de Sailor Moon do SNES, é um jogo decente, mas a navegação não é das melhores, mesmo o jogo sendo linear. É uma história paralela. Terminei em Stream.

New Star Soccer (Android)

Eu não sei bem como me sentir em relação a essa versão mobile de New Star Soccer, enquanto que ela tem os elementos que fizeram New Star Soccer, não tem uma jogabilidade de futebol.

Harry Potter and the Order of the Phoenix (PC)

Eu jogava bastante a versão de PS2, que tinha idioma em português de portugal, a versão de PC foi a última dublada em português do Brasil e eu a tinha há anos no HD. O jogo quando jogado somente no teclado, é surpreendente melhor do que com teclado/mouse ou controle. Mas ainda é um jogo medíocre que pega carona no “mundo aberto” de GTA. Ao menos tivemos Fábio Lucindo como Harry e Rodrigo Andreatto como Rony.

E eu talvez tenha esquecido e/ou ignorado outros jogos tanto no PC quanto Mobile, mas é uma lista relativamente completa do que joguei.

Texto do Diogo

Texto do Tony

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O que eu joguei em 2024 | Tony Horo https://www.arquivosdowoo.com.br/2025/02/22/o-que-eu-joguei-em-2024-tony-horo/ https://www.arquivosdowoo.com.br/2025/02/22/o-que-eu-joguei-em-2024-tony-horo/#respond Sat, 22 Feb 2025 20:27:36 +0000 https://www.arquivosdowoo.com.br/?p=19242 Um ano totalmente aleatório Olá, amigos. Mais um ano, mais uma lista. Dessa vez, joguei um jogo a menos que o ano passado, totalizando 31 jogos zerados. Aqui você já sabe o esquema: postamos a lista dos jogos que jogamos com um breve review. Assim, você pode ver o que te interessa na lista e […]

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Um ano totalmente aleatório

Olá, amigos. Mais um ano, mais uma lista. Dessa vez, joguei um jogo a menos que o ano passado, totalizando 31 jogos zerados.

Aqui você já sabe o esquema: postamos a lista dos jogos que jogamos com um breve review. Assim, você pode ver o que te interessa na lista e comentar depois se vai jogar ou jogou cada um dos citados.

LEIAM – Moons of Darsalon – Uma viagem de escolta ao mundo das luas

A temática desse ano pra mim foi de “jogar qualquer coisa“; pois jogos foram segundo plano em um ano que tive que me dedicar aos estudos. E de modo geral, joguei algumas coisas mais para esvaziar a cabeça, como horas de EA FC 24 e alguns jogos de corrida, como Forza Horizon 4.

Estatísticas

Como sempre, eu fiz uma planilha arrumadinha com tudo que eu ia jogando.

Assim, dos 31 jogos que zerei esse ano, as plataformas que joguei cada um foram:

  • PC: 12 jogos
  • PlayStation 5: 9 jogos
  • Switch: NADA (rapaz…)
  • PlayStation 3: 1 jogo (com platina!)
  • Super Nintendo: 3 jogos
  • NES, 3DS, Dreamcast e Mega Drive: 1 jogo cada.

Sobre o gênero dos jogos, surpresa principalmente para o gênero Survivor Horror, que eu sempre fui meio cagão a minha vida toda, e esse ano fiz uma maratona de Resident Evil pra tirar toda vergonha do meu corpo.

  • RPG: 4 jogos
  • Corrida: 4 jogos
  • Plataforma (2D e 3D): 7 jogos
  • Ação: 7 jogos
  • Beat n’ up: 2 jogos
  • Metroidvania: 1 jogo
  • Survivor Horror: 4 jogos
  • Simulator, FPS e Shooter: 1 jogo cada

    Vamos à lista:

1) Sonic CD (PC, 1993*)

Reprodução: Internet

Sonic CD estava na minha lista de espera à anos e finalmente terminei. Ele tem a estética perfeita: um jogo de 16-bits bombado. As animações e trilhas sonoras (japonesa e americana) são ótimas, mas o level design deixa muito a desejar.

Recomendo pra quem deseja zerar todos os Sonics 2D, mas se for só pela estética mesmo, melhor só jogar o Sonic Mania.

*zerado no PC

2) Max Payne (PC, 2001)

Reprodução: Internet

Talvez meu jogo favorito de PC de todos os tempo. Fazia anos que não zerava ele e mais uma vez voltei pra matar saudade do Max. A dublagem em português faz desse jogo ir de 9/10 pra 15/10, de tão boa que é. Recomendo jogar esse sempre no PC e com mouse e teclado.

3) Alan Wake II (PC, 2023)

Reprodução: Internet

Por coincidência, mais um jogo da Remedy em sequência. Alan Wake 2 se tornou um game muito mais explorativo do que aquela aventura quase de plataforma do primeiro jogo. É muito bonito e tem uma história interessante, mas algumas mecânicas realmente deixam o game mais enrolado, ao ponto que se você só está lá pela história e pelo gameplay, mas não está a fim de resolver puzzles para progredir, talvez se frustre um pouco.

Outra tristeza é que a história não fecha nesse, deixando mais pontas soltas que sabe Deus lá quando vão fechar.

4) Prince of Persia: The Lost Crown (PC, 2024)

Reprodução: Internet

Meu jogo favorito de 2024, por incrível que pareça. Lost Crown é um metroidvania moderno que traz um frescor ao gênero, com mecânicas de combate divertidas que vão além de só apertar o botão de ataque ad infinitum e subir de level.

Foi muito mal marketeado pela Ubisoft, onde venderam o primeiro trailer através de uma música de Rap moderna, tirando um pouco da simpatia dos possíveis consumidores com o protagonista, que dessa vez não é o príncipe, mas sim um soldado que deve salvá-lo.

Vendeu pouco, infelizmente, mas a Ubisoft não mandou ninguém que trabalhou nele embora, então vamos ver sobre o futuro.

5) Persona 3 Reload (PC, 2024)

Reprodução: Internet

Eu joguei Persona 3 FES no PS2 numa fase muito conturbada da minha vida. Tinha pouco tempo livre devido ao colégio e provavelmente sofria depressão que nunca foi diagnosticada. Devido a isso, talvez eu tivesse gostado muito mais do jogo na época que ele lançou, já que ele trata temas bem similares na sua história.

O que ocorre é que eu TAMBÉM tava um pouco sem saco pra JRPG na época e dropei e só agora em 2024 que passei pela sua história, nesse remake que a ATLUS fez.

Os gráficos estão muito bonitos e a jogabilidade melhorou bastante, com diversas adições de qualidade de vida. Infelizmente, a saga da Aigis que era um modo separado no original, virou um DLC pago (que não joguei).

Um ótimo JRPG que me fez pagar um mêszinho de GamePass só pra jogar.

6) Mega Man 2 (NES, 1989*)

Reprodução: Internet

Clássico do NES, não tem muito o que falar. Dos Mega Man clássico, esse é o mais redondinho nas mecânicas, level design e trilha sonora. Então, caso você queira conhecer a série original do puro aço, vai nesse.

O Legacy Collection está disponível em todas as plataformas e tem ferramentas como save state e até rewind, então é bom para quem quer treinar antes de levar o jogo mais a sério, ou só se divertir mesmo sem muitas frustrações. Recomendadão.

*jogado no PC via emulador dessa vez

7) Granblue Fantasy: Relink (PS5, 2024)

Reprodução: Internet

Um JRPG de um time diferente, cujo investimento foi grande devido ao grande lucro que o Granblue gacha dá para a empresa.

Ele lembra muito Tales of Arise, tanto na estética quanto no gameplay. A história talvez exija que você conheça a lore do gacha minimamente, mas eu sequer joguei 1 min dele e consegui me divertir, só que não me importei muito com os personagens.

Ele é um action JRPG muito bom, bonito e com trilha sonora voltado para o épico. Se você puder jogar em qualquer lugar que não seja um PS4, vai se divertir bastante.

Ao final do jogo, ele abre meio que um modo de missões online de caça a monstros meio parecido com Monster Hunter, e me parece que esse é o verdadeiro “grosso” do jogo. Mas como eu joguei no PS5 e não assino Plus, eu fiquei de fora dessa brincadeira.

Também fiz esse review em vídeo aqui! LINK

8) Gran Turismo 7 (PS5, 2022)

Reprodução: Internet

Um dos melhores jogos de corrida “sérios” atualmente, sendo o mais acessível também entre os de simulação.

A Polyphony segue adicionando carros e pistas até hoje e isso faz com que eu sempre volte nele.

Diferente de outros jogos anteriores onde era necessário jogar simplesmente TUDO pra poder zerar, nesse aqui eles colocaram um sistema de “cardápios” onde o esquisito do Lucca te dá 3 corridas temáticas para chegar no mínimo em 3º lugar. Ao final delas, você termina o cardápio e ele conta uma história sobre os carros envolvidos, te dando eles de presente.

É uma progressão simplística que tira aquela sensação de ser um piloto galgando espaço entre outros corredores que tinha até o GT4, mas ao mesmo tempo é melhor que a aproximação direta de jogos anteriores, como GT6 e o horrível Sport.

9) Star Fox 64 3D (3DS, 2011)

Reprodução: Internet

Volta e meia eu ligo o 3DS pra bateria dele não morrer e sempre caio pro Star Fox 64 3D, já que ele é mais fácil de zerar rapidamente e a emulação no PC não é muito boa ainda.

A versão não perde nada para o original de 64, a menos se você comparar com o port nativo pra PC que uma galera têm feito recentemente. O jogo foi redublado pela maioria dos atores originais, trazendo um som mais limpo para todas as falas.

Recomendo muito esse, principalmente de se tentar pegar medalha em todas as fases. Eu nunca consegui.

10) Top Gear (SNES, 1992*)

Reprodução: Internet

Outro clássico de SNES que dispensa apresentações. Dessa vez joguei no collection feito pela brasileira QByte, que como você pode ver no review linkado acima, teve seus altos e baixos nessa versão.

À época que joguei e escrevi, ainda não tinham saído updates, como a remoção do filtro CRT com tremilique e também os troféus marcando quais pistas você chegou em primeiro, o que é essencial para ir atrás da platina.

Atualmente (em fevereiro de 2025 quando estou escrevendo essa parte) estou tentando terminar o TG2 na mesma coleção, então no texto desse ano talvez falaremos mais sobre esse port.

*zerado no PS5 dentro da Collection, como falei.

11) Streets of Rage 2 (Mega Drive, 1992)

Reprodução: Internet

Clássico do Mega Drive, dessa vez zerei a rom original, pois lembro que uns anos atrás eu tinha jogado um romhack que você jogava com o Luffy (??) e aquilo meio que deixou uma mancha pra mim.

Dos 3 do Mega, é meu preferido, mas o 1 também é muito bom. Caso jogue o 3, pegue a versão japonesa sem censura.

12) Final Fantasy VII: Rebirth (PS5, 2024)

Reprodução: Internet

Finalmente a Square-Enix lançou a continuação do maravilhoso FF7 Remake, e dessa vez eles tentaram aplicar o mundo aberto do jogo original e conseguiram fazer isso muito bem.

O problema pra mim é que os gráficos apanharam um pouco, devido ao escopo do jogo, onde tiveram que dar uma diminuída na resolução no PS5 para que ele rodasse de forma fluida ainda. Nada que seus olhos não acostumem com o tempo também.

Fora isso, o final deixa um gosto meio amargo, já que o diretor resolveu privar os jogadores do momento mais marcante da história dos videogames só pra contá-lo de forma esquisita e fragmentada.

Assim, o jogador termina o jogo sem entender realmente o que houve. Logicamente eles vão entregar isso no início da parte 3, mas não vai ter o mesmo peso de um clímax de final de jogo.

Eu quase platinei esse aqui, mas ainda tenho que zerá-lo de novo e não vou fazer isso tão cedo. Bom jogo apesar de tudo, mas não é melhor que a parte 1.

13) Mighty Morphin Power Rangers: The Movie (SNES, 1995)

Reprodução: Internet

Talvez para aqueles que não tiveram SNES na infância, esse jogo possa parecer estranho, mas pra quem teve, ele é provavelmente um dos mais conhecidos. MMPRTM era incluso em diversas coletâneas piratas, daquelas “5 em 1”, devido ao tamanho minúsculo de sua rom e também por ser de uma franquia popular.

Ele é um beat n’ up meio diferente, pois você não anda livremente no cenário (diferentemente da versão de Mega). Aqui você tem duas “lanes”, e você pode trocar entre elas apertando R.  É diferente porém funciona muito bem.

A trilha desse jogo é LOUCA, um dos melhores trabalhos no SNES, até com alguns remixes por aí como esse da primeira fase, que mixa a versão do jogo com o tema da série.

Muito divertido, principalmente se você estiver introduzindo uma criança menor ao mundo dos jogos.

14) Mega Man X (SNES, 1993*)

Reprodução: Internet

Outro jogo que eu sempre revisito uma vez ao ano, já apareceu nas minhas listas algumas vezes, acho.
Melhor Mega Man de todos os tempos. Caso queira jogar em console moderno, tem no Legacy Collection do X, mas o ideal é jogá-lo num controle fininho do SNES mesmo.

*jogado no PS5 no Mega Man X Legacy Collection.

15) Sand Land (PS5, 2024)

Reprodução: Internet

Um jogo de ação com toques de RPG, feito em cima do anime baseado no mangá one-shot do finado Akira Toriyama.
É bem divertido andar pelo deserto e construir tanques novos é legal, mas a customização poderia ser mais direta.

A navegação pelo cenário fica muito complicada quando se atinge a área do país da Floresta, pois os caminhos não ficam muito claros.

Tentei de tudo pra platinar, mas chegou uma hora que ficou inviável e fui vencido pelo cansaço, a ponto que não consigo voltar pra ele tão cedo.

16) Game Dev Story (PC, 1997)

Reprodução: Internet

Jogo de simulação feito pela Kairosoft, onde você gerencia uma empresa de criação de jogos. Os gráficos são muito bonitinhos e a trilha sonora meio 8-bits deixam o pacote todo mais divertido.

Posteriormente, foi copiado na cara dura no jogo Game Dev Tycoon, onde roubaram todas as mecânicas desse jogo. Mas na dúvida, jogue original mesmo.

Tem como jogar ele no Android e iPhone, visto que ele é um port de um jogo antigo feito para flip phones japoneses. Eu zerei no PC dessa vez, onde finalmente colocaram uma tradução em português muito bem feitinha.

17) Gears of War 4 (PC, 2016)

Reprodução: Internet

Eu nunca fui fã da série Gears. Eu não tive nenhum Xbox até recentemente (e já revendi o 360 que eu tinha, coisa essa que me arrependo) e por isso nunca tive contato com a série. Ela também se popularizou num momento em que eu estava desacreditado com jogos. Sabe, aquela época onde tudo era cinza e marrom no PS3 e tal? Então.

Apesar disso, meu amigo veio aqui em casa e jogamos Gears 4 do começo ao fim em co-op local e foi muito divertido. O jogo também é um soft reboot, já que jogamos com o filho do Markus Phoenix, protagonista dos jogos anteriores.

É um jogo onde você não pensa muito e só se diverte mesmo. A dublagem em português é bem legal também.

18) Hi-Fi Rush (PC, 2023)

Reprodução: Internet

Um jogo japonês financiado pela Bethesda, como que pode, né?
Aqui temos um beat-n-up 3D estilo meio anime mas com traços tendendo mais para animações ocidentais, onde o protagonista faz tudo de forma ritmada. Acertar os combos, pular, dar dash… TUDO é no ritmo da batida que fica constantemente pulsando na tela.

Leva uns minutos para acostumar, mas eu consegui zerar o jogo no Hard, que me parece o desafio ideal para que o game não fique enfadonho. As músicas são muito boas, contendo até algumas canções licenciadas, por algum motivo.

É um pouco longo, talvez. Mas vale a pena. Uma continuação será feita no futuro.

19) Mega Man: Battle & Chase (PS1, 1997)

Reprodução: Internet

Um jogo de corrida de Mega Man com gráficos 3D, muito bonito pela época que foi feito.
Inicialmente não foi lançado nos EUA, mas a versão europeia em inglês existe desde a época, sem falar que no PS2 teve um port que era desbloqueado ao zerar todos os Mega Man X no Collection lançado naquele console.

Não é um Mario Kart, mas é legal pela customização dos carros. Se você gosta desse tipo de jogo de corrida, pode tentar esse pois é mediano pra bom.

20) Crazy Taxi (PC, 1999) [100%]

Reprodução: Internet

Bom jogo arcade para Dreamcast e PC (onde joguei dessa vez). A graça dele está em dominar o Crazy Dash e o Crazy Drift, que são essenciais para tirar ranking A e ver os créditos.

“Zerar” o jogo aqui consiste em fazer todas as missões do modo Crazy Box. É BEM DIFÍCIL, mas depois que você domina essas mecânicas, vai perceber que o jogo não é só sobre ir pra lá e pra cá pegando passageiros. Tem que dominar como sair com o carro, fazer drift, parar rápido e reconhecer os melhores caminhos para chegar nos destinos. Um clássico que pouca gente sabe jogar realmente.

21) GTA: Vice City The Definitive Edition (PS5, 2021)

Reprodução: Internet

Finalmente zerei Vice City e minha experiência foi mista. Sempre se falou muito desse jogo como se ele tivesse uma história excelente, mas o que eu vi aqui é só uma cópia de Scarface que se perde lá pra metade do jogo e o resto das missões se resume a fazer entregas e matanças que não se encaixam com nada na história.

Porém, GTA também pode ser visto como um grande sandbox, então é justo apreciá-lo por isso. Eu só esperava mais da história, e ela é curta e não entrega nada.

22) Doom (PC, 1995*)

A Bethesda relançou Doom I e II com mods e t

Reprodução: Internet

udo em todas as plataformas e quem tinha os ports antigos nos consoles modernos e Steam, ganhou essas versões novas também. É um clássico e recomendo baixar o mod de jogar com a trilha sonora do 3DO, que é diferentona.

23) GTA: San Andreas The Definitive Edition (PS5, 2021)

Reprodução: Internet

Agora sim o melhor GTA já feito. A história finalmente é boa e o jogo é umas 4x maior que o Vice City. Eu nunca joguei San Andreas quando era pequeno, porque eu gostava mais de jogos japoneses.

Infelizmente, eu zerei esse remaster uns poucos meses antes de atualizar a versão de consoles com a iluminação antiga, então eu joguei com a imagem bem zoada. Um ótimo jogo mesmo.

24) Yakuza: Like a Dragon (PS5, 2020) [Platina]

Reprodução: Internet

Fiz uma análise bem detalhada desse jogo no texto linkado acima, mas quero dizer aqui que esse é um dos melhores JRPGs no PS4/PS5, ficando bem equivalente ao Final Fantasy VII Remake, tanto em jogabilidade, como em qualidade técnica.

Aqui temos o primeiro jogo da série em formato de JRPG, que também é uma espécie de soft-reboot. Então, caso não tenha jogado nenhum anterior a esse, pode ir atrás que é maravilhoso, principalmente se você gosta de histórias com setting moderno e também de jrpgs clássicos de turno, como Dragon Quest.

25) O Escudeiro Valente (PS5, 2024) [Platina] 

Reprodução: Internet

Também com texto meu no site (linkado acima), The Plucky Squire é um jogo bem simples de aventura estilo Zelda antigo, mas que em partes se torna um jogo 3D parecido com o remake de Link’s Awakening que saiu pra Switch há alguns anos.

É simpático e eu platinei ele num dia só. Muito doido (não façam isso porque cansa).

26) Resident Evil 3: Nemesis (Dreamcast, 1999)

Reprodução: Internet

Um jogo que eu passei anos devendo, mas que finalmente resolvi parar de ser frouxo e joguei. É muito mais voltado pra ação que o segundo jogo. Ainda que seja uma experiência mais curta, ele é bem divertido. O sistema de esquiva é meio estranho mas com sorte você consegue fugir do Nemesis pra não morrer fácil.

Zerei no próprio Dreamcast, e é legal pois o VMU mostra a vida da Jill o tempo todo na telinha. É a melhor versão do game.

27) Deadpool (PS3, 2013) [Platina]

Reprodução: Internet

Após assistir o excelente Deadpool & Wolverine, resolvi ir atrás desse jogo. Infelizmente, a versão de PC não vende mais e as de console tão custando os zóio da cara. Mas graças a DEUS, meu PS3 é desbloqueado então consegui aproveitar esse jogo muito bem feitinho.

A graça dele é jogá-lo no modo mais difícil, pois ele oferece um desafio onde o medo de morrer faz você andar em cada parte do cenário com cautela, diferentemente do modo normal, onde todos os inimigos parecem feitos de papel.

Obviamente você vai morrer muito, mas as pessoas têm que aprender que perder faz parte do que torna uma experiência boa.

28) Shadow Generations (PC, 2024)

Reprodução: Internet

Uma espécie de DLC do Sonic Generations láaaa de 2010, mas feito numa engine nova e onde você joga apenas com o Shadow.

É uma das melhores experiências de Sonic já feitas, assim como Sonic Frontiers. Leia o texto sobre o game linkado acima, assim como meu texto sobre o jogo original de 2010 que também saiu junto com Shadow Generations e também a análise do Geovane sobre a versão original dele de PS3.

29) Resident Evil 3: Remake (PS5, 2020)

O que eu joguei em 2024
Reprodução; Internet

Comprei esse jogo no ano que saiu, mas nunca tinha sequer aberto porque sou medroso, mesmo tendo zerado um monte de RE antes desse.
Acabou que ao terminar o original, bateu uma sanha de terminar o Remake pra ver as diferenças e sim, realmente as pessoas têm motivo pra reclamar. Só não tanto.

Parece realmente que foi uma experiência corrida, principalmente lá pro final do jogo onde cortaram a torre do relógio, tirando muito do clímax dessa parte. Tirando isso, a Jill e o Carlos estão excelentes e eu gosto mais deles do que do Leon e da Claire do remake do 2.

São ótimos personagens e eu gostaria de ver mais deles no futuro. O jogo em si é igual ao RE2R com umas coisinhas a mais no gameplay, mas é mais linear devido a estrutura da história. Num geral, um jogo 7,5/10, mas muito gostoso de zerar.

30) Resident Evil Director’s Cut (PS1, 1997)

O que eu joguei em 2024
Reprodução; Internet

Ao terminar o RE3R, percebi que eu não tinha jogado o primeiro jogo da trilogia original. Bem, vi que no antigo CDRomance existia uma iso modificada do Director’s Cut com a OST original do primeiro game.

Caso não entenda porque isso exista, bem… a OST dessa versão é famosa por ser horrível, então qualquer melhoria que o game possa oferecer vai por água a baixo devido às músicas ruins.

É um bom jogo, que andou para que os jogos seguintes pudessem correr. O final é um pouco confuso e eu não gostei de ter perdido o melhor final porque eu não esperei o Barry jogar a cordinha pra me puxar lá na metade do jogo.
Num geral, valeu ter ido atrás do clássico. Joguei ele no Switch porque eu podia trocar pro modo portátil e pra TV dependendo da minha vontade. Ter console desbloqueado é ótimo mesmo.

31) Indiana Jones and the Great Circle (PC, 2024)

O que eu joguei em 2024
Reprodução: Internet

Último jogo de 2024, e também meu maior texto no site (link acima).

A Bethesda fez um baita jogão baseado na franquia de filmes, que supera os dois filmes recentes com certa distância até.
Se vocês têm gamepass, recomendo dar uma chance pois ele é um jogo bem diferente; não se trata de um FPS, mas também não é um jogo cheio de ação como Uncharted.

O Grande Círculo é um jogo onde você explora os ambientes, resolve missões paralelas e entra em combate furtivo com muita frequência, lembrando até alguns jogos da antiga LucasArts. Realmente foi uma ótima forma de terminar o ano.

O que eu joguei em 2024
Reprodução: Internet

Conclusão

2024 foi um ano onde joguei o que me foi aparecendo na frente, muita coisa boa que eu estava para jogar há anos e tinha deixado pra trás, ao lado de games que me fizeram relaxar por horas sem que eu precisasse me preocupar demais.

É como dizem: não leve sua vida a sério o tempo todo, nem mesmo seus hobbies. Espero que tenha sido um ano bom para vocês, não só nos jogos mas na vida real também! Um abraço e caso você tenha caído nessa página por acaso, deixe seu relato!

Veja abaixo também as minhas listas dos anos anteriores:

O que joguei em 2023
O que joguei em 2022
O que joguei em 2021
O que joguei em 2020

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O post O que eu joguei em 2023 | Tony Horo apareceu primeiro em Arquivos do Woo.

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Um ano de esvaziar o backlog

Como vocês estão, amigos? Em um ano que escrevi muito menos para o site, ainda assim consegui jogar bastante coisa, fechando a lista com 32 jogos zerados.

Aqui você já sabe o esquema: postamos a lista dos jogos que jogamos com um breve review. Assim, você pode ver o que te interessa na lista e comentar depois se vai jogar ou jogou cada um dos citados.

A temática desse ano pra mim foi de “esvaziar o backlog“; muita coisa que eu havia planejado jogar há anos finalmente saiu da geladeira e eu fui até o final, priorizando coisas antigas na frente de jogos mais modernos, que também tiveram seu espaço.

Estatísticas

Desde que montei meu PC em 2021, minha mentalidade sobre jogar na frente de um monitor mudou bastante.

Antes era algo que eu abominava, já que trabalho de home office. Hoje em dia, eu jogo muito mais no PC do que nos próprios consoles e isso se dá devido a facilidade de configurar um controle ou um emulador, e até mesmo modificar jogos de PC para que rodem ao meu agrado.

Isso claro, sem falar no preço muito mais convidativo para a maioria das coisas.

Assim, dos 32 jogos que zerei esse ano, as plataformas que joguei cada um foram:

  • PC: 15 jogos
  • PlayStation 5: 5 jogos
  • Switch: 4 jogos
  • Super Nintendo: 3 jogos
  • NES, GBA, PSP e Saturn: 1 jogo cada.

Sobre o gênero dos jogos, quem me conhece já sabe que não tem muita surpresa:

  • RPG: 6 jogos
  • Corrida: 5 jogos
  • Plataforma 2D, Plataforma 3D e Action Adventure: 4 jogos cada
  • Ação e FPS: 3 jogos cada
  • Beat n’ up: 2 jogos
  • Metroidvania: 1 jogo.

Existem alguns jogos que vão aparecer como menções honrosas no final, pois foram jogos sem fim ou que joguei bastante mas não zerei, e eles não entraram na estatística.

Assim que eu anoto tudo

Agora, vamos à lista:

1) Bright Memory: Infinite

Um FPS chinês curtinho e bem competente. Foi o meu primeiro jogo do ano, que zerei exatamente no dia 1º de janeiro. Foi o game que me fez clickar finalmente com a ideia de botar um headset e jogar um fps no PC, no silêncio do meu quarto.

Graficamente é bem bonito, a menos que você esteja jogando no Switch, que tem um port bem feio. A história se passa numa China futurística e você joga com uma garota de anime gostosa que mata todo mundo usando espada e muito tiro. Pela sua duração, eu recomendo pra quem quer botar um pezinho no gênero FPS.

Plataforma: PC
Gênero: FPS
Data que zerei: 01/01/2023
Nota: 7/10

 

2) Donkey Kong Country 3: Dixie Kong’s Double Trouble!

Clássico que não precisa de apresentações. Ultimamente tem se falado bastante em como o DKC3 é “mau visto” e isso é algo que tá sendo absorvido de gringos, pois no Brasil todo mundo gostava do Donkey Kong 3 tanto quanto dos outros dois.

Obviamente ele não é tão bom quanto o segundo game, mas isso é questão de gosto. É difícil bater de frente com o visual e temática pirata do DKC2, principalmente com a escolha de fazer o jogo se passar numa espécie de Canadá de macacos. O Kiddy Kong com certeza foi uma ideia muito doida que só poderia ter saído da mente de ingleses nos anos 90.

Apesar desse macaco gordo ser chato, o gameplay dele é igual ao do Donkey Kong, que por sinal nem aparece no jogo se você não fizer 103% e conseguir o final verdadeiro.

Inclusive esse jogo foi minha primeira “platina” da vida (antes mesmo desse conceito existir), pois eu fiz essa porcentagem láaaa em 2001, com meus 10 anos de idade. Dessa vez em 2023, eu só zerei sem pegar tudo, durante as lives em twitch.tv/horojoga.

Plataforma: SNES
Gênero: Plataforma 2D
Data que zerei: 02/01/2023
Nota: 9/10

3) Crisis Core: Final Fantasy VII Reunion

Um clássico do PSP, remasterizado e melhorado para a geração atual. Melhoraram o combate bastante, e agora ele está mais parecido com, digamos, Kingdom Hearts 2 em termos de agilidade e jogabilidade. A versão que joguei, no PS5, roda em 60 FPS travados, o que melhora muito a fluidez de tudo.

A história é muito legal de acompanhar, porém as missões são curtas e até repetitivas devido a sua origem portátil. A coisa era tão repetitiva nas side-missions que eu desisti da platina, mesmo sendo totalmente “fazível”, devido a chatice de repetir várias missões parecidas. É um bom jogo para acompanhar o remake do game principal.

Plataforma: PS5
Gênero: RPG
Data que zerei: 02/01/2023
Nota: 7,5/10

4) Need for Speed Underground

Um que estava no meu backlog desde os tempos de lan house. Dessa vez finalmente consegui ir até o final, e acredito que foi o primeiro jogo de corrida, tirando Mario Kart, que realmente vi os créditos no final (spoiler: não foi o único esse ano).

É um game que marcou bastante no seu tempo, e eu pessoalmente prefiro ele que o segundo Underground, visto que aqui não temos o chatíssimo mundo aberto, que pra mim não tem lugar em jogos de corrida.

Uma pena que, lá pro final, o jogo começa a abusar do rubber-banding. Pra quem não sabe, isso é algo que fazem em jogos de corrida, onde os carros do computador simplesmente andam em velocidades acima do normal, para sempre estarem próximos de você – ou muito a frente.

Mesmo com tanto ROUBO, eu consegui fazer as cento e tantas corridas nele e me diverti muito.

Plataforma: PC
Gênero: Corrida
Data que zerei: 11/01/2023
Nota: 8/10

5) Fight n’ Rage

Um joguinho de briga de rua bem competente, com gráficos estilizados e que dá uma sensação bem gostosa durante o combate. Joguei com um amigo aqui e a gente zerou em um dia. Caso você queira algo diferente no gênero, pode tentar esse.

Plataforma: Switch
Gênero: Bean n’ up
Data que zerei: 17/01/2023
Nota: 7/10

6) Duck Tales Remastered

Outro que estava perdido no meu backlog desde os tempos de PS3. Ele ainda está a venda na Steam, e isso me fez adquiri-lo logo antes que a Disney suma com o jogo da loja.

Eu nunca joguei o original, visto que quando comecei a jogar videogame, eu peguei tudo do SNES para frente e nunca fui muito atrás de coisas do NES, tirando os mais óbvios tipo Mario e Mega Man.

Aqui temos um remake muito bem feitinho, com melhorias em diversas partes, mas em nenhum momento facilitaram o gameplay: temos um jogo difícil PRA CACETE, e apesar de ter poucas fases, acredito que um jogador normal vai querer passar de uma ou duas fases por dia e deixar o Tio Patinhas descansar por umas horas, pois é BEM difícil e estressante.

Quando zerei, senti uma sensação de conclusão muito boa. Caso queira dificuldade em um jogo de plataforma, pode ir nesse.

Plataforma: PC
Gênero: Plataforma 2D
Data que zerei: 20/01/2023
Nota: 7,5/10

7) Portal with RTX

E já que estamos falando de backlog, vamos falar de Portal.
Na verdade, na verdade. Eu já havia zerado Portal no meu notebook da CCE láaaa em 2011, mas a performance era horrível e eu não lembrava de nada.

Dessa vez, com uma RTX 3060, eu consegui até botar um mod que adiciona raytracing ao jogo, que deixou tudo muito bonito e moderno.

Os puzzles são muito bem feitos e a Glados tem uma personalidade divertida que faz o ambiente — bem repetitivo — não parecer monótono. A Valve quando fazia jogo acertava demais.

Plataforma: PC
Gênero: FPS (naquelas)
Data que zerei: 15/02/2023
Nota: 8,5/10

8) Ys VIII: Lacrimosa of Dana

Nos últimos anos, eu virei um grande apreciador dos jogos feitos pela Nihon Falcom. É uma empresa japonesa meio desconhecida por nós, mas que produz diversos jogos com investimento até baixo para os padrões atuais, mas que sempre entrega um gameplay gostoso e narrativas memoráveis.

Ys VIII saiu primeiro no Vita anos atrás, e mesmo eu tendo um portátil desse, preferi adquirir a versão de PS5, na época que o suposto pai dos pobres ainda não tinha fodido com as importações (obrigado, Lula!).

É um RPG de ação muito legal que se passa em uma ilha gigantesca, e você deve explorá-la aos poucos para ir desvendando os mistérios ao redor do lugar e de seu passado.

O combate gira em torno da sua party que tem 3 personagens, e cada um tem um tipo diferente de ataque que é efetivo contra alguns tipos de inimigos.

É super intuitivo e divertido. Sem falar na história que, mesmo longa, é muito marcante e lembra bastante os RPGS da Square dos anos 90.

Plataforma: PS5
Gênero: RPG
Data que zerei: 22/03/2023
Nota: 9/10

9) Sonic Adventure

Um clássico do Dreamcast que zerei novamente esse ano. Ainda não tive coragem de fazer a campanha dos outros personagens, mas pretendo voltar a ele eventualmente, talvez esse ano.

Para um primeiro jogo 3D da série, até que o jogo é bem competente. Alguns momentos de exploração são bem esquisitos, mas há de se dar uma trégua, afinal é um jogo que começou a ser feito lá pra 1997.

Dá pra zerar em uns 3 dias sem jogar por muitas horas, e por isso eu sempre recomendarei ele como um dos melhores do Dreamcast. A versão do PC está bem melhor que em anos atrás, e agora suporta até controles, vejam só.

Plataforma: PC
Gênero: Plataforma 3D
Data que zerei: 25/03/2023
Nota: 7,5/10

10, 11 e 12) Toree 3D, Toree 2 e Toree Genesis

Três joguinhos similares que poderiam ser apenas um jogo só com capítulos diferentes.
São indies muito bem feitinhos onde você deve saltitar por plataformas até o final das fases.

O que mais me impressiona é que o visual dele é bem bonito, pegando como inspiração jogos do início do PS1, mas do nada tem uns jump scares e coisas meio macabras que aparecem no meio das fases.

Inclusive, até tinha um pai reclamando disso na página do jogo na Steam. Coitado.

Plataforma: PC
Gênero: Plataforma 3D
Data que zerei: 07/04, 11/04 e 12/04/23
Nota: 7/10

13) Grandia

Um absoluto clássico, que finalmente tirei do meu backlog. Anos atrás, eu havia adquirido uma versão repro do game para o Sega Saturn, mas só tive paciência e disposição de jogar no PC mesmo, com todas as facilidades que a versão proporciona, como: áudio em japonês nativo, 16:9, resolução maior dos cenários e framerate menos bunda.

A história é muito divertida e lembra os animes de aventura dos anos 90. O combate da série é maravilhoso e dá muita vontade de ir atrás de batalhas, diferentemente de muitos JRPGS que tem por aí até hoje.

Já havia zerado o Grandia 2 no Dreamcast uns anos antes, mas o primeiro jogo da série também é muito legal. Sinceramente uma das melhores experiências que tive esse ano.

Plataforma: PC
Gênero: RPG
Data que zerei: 10/04/2023
Nota: 9/10

14) Yakuza 6

Olha, o tanto que falaram mal do jogo e da engine dele na época que eu ainda estava jogando o Kiwami 2 — que por sinal foi feito depois do 6 — me fizeram entrar nesse aqui com muito pé atrás.

Não bastasse isso, mas também foi uma luta superar a trilogia do PS3 (3, 4 e 5), já que eram jogos enormes, onde a história ficou tão inchada que confesso que só terminei porque gosto muito da série.

Aí imagina minha surpresa quando vi que o 6 é um jogo muito mais contido. Apenas um protagonista, duas cidades, conteúdo bem mais limitado em relação ao monstro que é Yakuza 5 e adivinha: isso foi bom!

Temos um jogo bem focado na história de Kiryu e na Haruka, sua filha adotiva, que agora é adulta e arrumou um problema muito sério que infelizmente contradiz todo seu arco do último jogo.

Mas nada disso importa, pois a graça é meter a porrada em todo mundo. A Dragon Engine, usada nesse jogo e em mais alguns da série após esse, fez um belo trabalho, modernizando o visual e a física do game em relação ao jogo anterior.

Está sempre barato em várias plataformas, e apesar de ser o fechamento (até então, na época) da saga do Kiryu, acredito que é uma boa porta de entrada para a série original, antes dela virar JRPG no jogo numerado seguinte.

Plataforma: PS4 
Gênero: Action Adventure
Data que zerei: 23/04/2023
Nota: 8/10

15) Legend of Zelda: Tears of the Kingdom

Fiz um review em vídeo desse jogo que você pode assistir aqui:

A continuação do melhor jogo de Switch até hoje, chegou com ambições gigantes de melhorar e expandir tudo que foi feito no jogo anterior.

Nessa continuação direta, todos os poderes que Link usou no game anterior foram descartados, dando espaço para novas habilidades. A maioria delas agora gira em torno de interagir e construir objetos, como planadores, carrinhos, barcos e qualquer outra parafernália que venha na sua cabeça e o jogo permita que seja feito.

Não é uma mecânica muito legal para todos, obviamente. Tem gente que gosta apenas de usar as ferramentas que o jogo proporciona, ao invés de construir suas próprias soluções. Assim, o game já deixa alguns objetos meio que prontos para serem usados na hora certa, de forma que a aventura nunca fica travada.

Agora Hyrule não é o único ambiente explorável: temos o céu e suas ilhas e, infelizmente, o subsolo.

Essa parte do subsolo é muito chata ao meu ver, pois a visualização é baixa e várias vezes me vi batendo cabeça em paredes, que impedem a progressão do jogador. Isso ocorre porque o mapa do subsolo foi feito para ser explorado em pedaços, onde Link deve mergulhar de Hyrule pra baixo em pontos diferentes. Ou seja, não dá pra descer e andar livremente por lá até liberar o mapa todo.

Fora isso, é um jogo bem competente, mas acredito que deixou um gostinho de que tentaram enfeitar demais o pavão que já era bem bonito. Jogue Breath of the Wild antes desse.

Plataforma: Switch
Gênero: Action Adventure
Data que zerei: 18/05/23
Nota: 8/10

16) The Legend of Zelda

É isso mesmo. Não tem subtítulo porque eu realmente zerei o primeiro Zelda. E vou contar pra vocês, viu. É um jogo DIFÍCIL.

Não só porque os jogos da época não te carregam nas costas, mas porque a exploração é cheia de coisas ocultas que provavelmente foram pensadas para jogadores ficarem meses discutindo e descobrindo coisas novas, como a caverna secreta que só aparece se você queimar um arbusto bem específico numa área do mapa onde não há nenhum indicador para tal.

Não só isso, mas a última dungeon é um labirinto digno de sessões de tortura, e seguir por ela sem um guia é simplesmente perder tempo.

Consegui fazer uns 75% do jogo sem detonado, mas o final simplesmente exigiu que eu fosse atrás de alguma forma de terminar sem desistir. É muito divertido, não se engane, mas é algo que eu não faria de novo.

Apesar que, logo após terminar, eu fui atrás dos BS Zelda no SNES, que usam um mapa parecido com o deste jogo mas com algumas mudanças. Esse sim eu larguei, lol.

Pelo menos tirei isso do meu backlog.

Plataforma: NES
Gênero: Action Adventure
Data que zerei: 26/05/2023
Nota: 8/10

17) Ravenlok

Uma espécie de metroidvania bem bonitinho e estiloso cujo review você pode ler aqui.
No texto que escrevi sobre ele, chamei “zeldavania”, pois ele tem características de combate mais parecidas com o jogo do Link do que com o jogo da Samus.

A historinha é bem simpática e a progressão faz você sempre querer continuar a exploração para tentar zerar logo. Eu peguei “platina” nele, mas como o jogo é da Epic Store, isso não serve nem pra tirar onda com ninguém.

Competente. Se achar em promoção ou simplesmente gostar do visual. Dê uma chance.

Plataforma: PC
Gênero: RPG
Data que zerei: 04/06/23
Nota: 7,5/10

18) Final Fantasy IV

Final Fantasy IV foi um jogo que eu adquiri pela primeira vez no PS1, numa versão mal gravada que rodava pior que o disco original. Nunca fui muito longe quando criança nessa versão original.

No começo da minha vida adulta, comprei um Nintendo DS Lite e joguei a versão com gráficos 3D, que também bati na trave; joguei até 3/4 do jogo, mas por sei lá que cargas d’água eu dropei. Era uma síndrome que eu tinha até meus 25 anos, de nunca terminar um JRPG.

Hoje em dia, além de ter terminado vários daquela época, também tirei esse do backlog. Dessa vez com a bonita versão Pixel Remaster.

Essa versão trouxe melhorias que vão muito além do básico; dá pra duplicar a experiência ganha por luta, aumentar o dinheiro (nunca usei) e também tirar os inimigos do mapa para facilitar a exploração.

Não tenha vergonha de usar essas coisas, afinal de contas, somos todos pessoas ocupadas e, sinceramente, o jogo não fica mais fácil por causa de nada disso. Cortar o tempo do grinding é deixar o jogo mais prazeroso, e isso ajuda a apreciar melhor a história.

Confesso que 1/4 final do jogo — que não havia terminado no DS lembra — não é tão agradável, e a última dungeon é tão chata quanto a maioria das dungeons finais de JRPGs dessa época.

Não foi um jogo tão memorável assim, mas eu me diverti com ele o suficiente pra ir até o fim. Recomendo ir atrás do Pixel Remaster do V e do VI. São jogos com gráficos e histórias mais legais.

Plataforma: Switch
Gênero: RPG
Data que zerei: 04/06/23
Nota: 7,5/10

19) Mega Man: Maverick Hunter X

Um clássico absoluto. Esse remake do Mega Man X original, não levou nem o nome Rockman/Mega Man no Japão, sabiam? Lá, o jogo se chama apenas Irregular Hunter X, que virou o subtítulo no ocidente (onde Irregular é o nome japonês pra Maverick).

Ouso dizer que é o melhor jogo do PSP de longe. Sendo um remake praticamente 1:1 do game original, trocando a posição de alguns itens chave e adicionando elementos de história e gameplay no pós-game.

Uma coisa que me irritou muito foi saber que por causa do merda do Keiji Inafune, não tivemos o Zero jogável nessa versão. “Seria muito óbvio”, ele disse na época. Ele realmente é o pior produtor que já trabalhou na Capcom.

Ao invés do Zero, podemos jogar a campanha com o Vile, o robozinho que serve como primeiro chefe do jogo original.

Sinceramente nunca animei de jogar com ele. A progressão é mais lenta, e o Vile parece um tanque. Sem variações e armas nem tão legais. Seria melhor ter o Zero mesmo.

Plataforma: PSP
Gênero: Plataforma
Data que zerei: 14/06/23
Nota: 9,5/10

20) Final Fantasy XVI

Por incrível que pareça, Final Fantasy 16 foi a ovelha negra do meu ano. Estive muito empolgado com ele antes do lançamento. Fiz compra antecipada. Procurei jogar a demo antes do jogo. Fiz tudo.

E sabe o que aconteceu? Achei o jogo horroroso. O combate até que é legal, porém uma série de RPG como FF merecia um jogo que abraçasse mais suas origens, ao invés de tentar agradar um público ocidental, com muitas influências de Game of Thrones, que estava sendo exibido enquanto eles ainda estavam desenvolvendo o game.

A narrativa também é cansada; Clive é um protagonista modorrento, e seu irmão é até ligeiramente mais interessante, porém não jogamos com ele em momento algum, assim como Cid. Esse, é o melhor personagem do jogo, e ele deixa a história muito mais cedo do que esperávamos.

O vilão final também aparece do nada nos últimos capítulos, e a narrativa, que de início contava uma trama de impérios e reinos se enfrentando, dá lugar a algo totalmente mais fantástico do que o que fora apresentado até então. Tudo isso apenas para escalar a reta final do jogo para um nível mais “final fantasyzesco”, mas que não se encaixa com o restante da história.

A ausência de dungeons bem elaboradas e um mapa com exploração mínima, fez com que Final Fantasy XVI fosse pra mim não só a maior decepção do ano, mas também o pior Final Fantasy que já joguei.

Plataforma: PS5
Gênero: Ação
Data que zerei: 17/07/23
Nota: 6/10

21) Sonic Frontiers

Para limpar o palato do meu já vendido Final Fantasy 16, resolvi me aventurar no mais novo jogo do Ouriço.

Dessa vez a tentativa foi renovar a série transformando o jogo do raio azul em Zelda Breath of the Wild, basicamente.

Porém, estruturalmente o game não oferece os mesmos nuances que BotW tem, onde o jogador encontra naturalmente pontos de interesse no mundo aberto, optando por marcações no mapa que surgem no raio de outros objetivos que você encontra.

Obviamente que é um jogo bem mais ágil que o Zelda de Switch, e por essa razão não daria para fazer um jogo realmente idêntico. E nem deveriam, pra ser sincero.

Tem algo muito legal nesse Sonic Frontiers, que é quando você apenas vai perambulando no mapa, pulando em molas e corrimãos, sem pensar direito para onde deve ir, e sempre se acha alguma coisa nova.

Além disso, os ataques do Sonic são muito variados e podem ser melhorados com uma árvore de progressão que sinceramente, não tem lugar nesse jogo e só botaram porque outros jogos fazem. É sério; na METADE do jogo, você já tá com pontos infinitos sobrando pra distribuir e não tem como gastar porque não tem mais o que upar.

Uma crítica adicional é o cenário bem morto e com um filtro azulado que lembra os filmes da série Crepúsculo, sem falar em algumas lutas com chefes que — no padrão Sonic — são totalmente bugadas. Zerei esse no Hard e foi bem mais divertido do que se eu tivesse jogado no modo Normal.

Não é um jogo perfeito, nem de longe, mas a Sega está no caminho certo para fazer uma continuação muito mais colorida e com as arestas aparadas.

Plataforma: PS5
Gênero: Action Adventure
Data que zerei: 13/08/2023
Nota: 7,5/10

22 e 23) Horizon Chase 2

 

Fiz um review em vídeo desse game no Youtube, confere lá

A continuação de um dos jogos que MAIS ESCREVI TEXTO AQUI NESSE SITE. Sério, benzadeus, acho que fiz review de 90% de tudo que saiu de Horizon Chase 1 aqui no arquivos do woo lol.
Mas dessa vez, estamos falando de sua continuação que chegou para todos os consoles esse ano.

A galera brasileira da Aquiris foi adquirida pela Epic e antes que virassem um estúdio pra fazer asset de Fortnite (não pensem que isso não vai acontecer), eles entregaram o que pode ser talvez seu último jogo pessoal.

O design retro com polígonos sem textura deu lugar a um jogo de corrida 3D normal. A jogabilidade arcade, similar a Top Gear se manteve, mas graficamente o jogo está muito moderno, lembrando algo que poderia ter saído no PSP, por exemplo.

Senti falta de mais personalidade nos carros; são bem menos que no jogo anterior, e eles são apenas carros genéricos bonitos. Não temos mais o Uno da firma e nem outros carros que remetem a outras franquias famosas.

A trilha sonora conta novamente com Barry Leitch, compositor da série Lotus/Top Gear, mas ouso dizer que são mais do mesmo ouvido no primeiro Horizon Chase, porém menos memoráveis.

É um jogo que apesar de mais bonito, perdeu a personalidade no caminho.

Ah, você deve estar se perguntando porque eu joguei no Switch E no PC depois. Bem,  é porque a performance no Switch é horrorosa. Diferentemente do primeiro jogo que roda a 60 FPS cravadinho no console da Nintendo, esse aqui não consegue se manter a 30 FPS sem dar umas quedas. É bem triste, visto que muita gente comprou o primeiro game no Switch e a sua versão do segundo jogo merecia mais carinho.

Plataforma: Switch e PC
Gênero: Corrida
Data que zerei: 20/08/23 (Switch) e 25/08/23 (PC)
Nota: 7,0/10

24) Grand Theft Auto IV (GTA 4)

Quando GTA 4 saiu, eu estava totalmente fora de consoles. Não lembro direito o que estava fazendo na época além de estudar, mas provavelmente eu jogava apenas coisas japonesas que gravava em casa pro meu velhinho PS2, e nem acompanhava as novidades da indústria na época.

Assim, quase toda aquela geração PS3/Xbox 360 passou batida por mim até 2012, quando adquiri meu PS3 tardiamente e pude aproveitar bastante coisa, mas não GTA 4.

Inclusive, dos jogos numerados, eu zerei o 5, depois o 3 e agora finalmente o 4. Totalmente fora de ordem, né? Imagina se eu te contar que nunca terminei Vice City e sequer JOGUEI o San Andreas, lol.

Aqui, Niko veio de um país balcã atrás do sonho americano, mas tomou na tarraqueta ao descobrir que seu primo Roman, que dizia estar vivendo bem, na verdade era um fodido que trabalhava com táxis em Liberty City.

Niko, que era velho de guerra (literalmente), começa a se envolver com a máfia local e fazendo um crime aqui, e outro acolá, acaba subindo nos rankings e a trabalhar pra gente mais braba e influente.

Pra época até que foi um jogo legal. Tem muito menos conteúdo que os jogos de PS2, pois focaram em trazer o universo da série para algo mais realista, e conseguiram.

Porém, a cidade é um cu pra navegar; ruas apertadas, direção do carro muito realista pro seu próprio bem e combate (tanto em mãos quanto de tiro) bem ruins para um jogo com tamanho investimento.

A versão de PC que joguei já vem cheia de guerigueri pra rodar a 60 FPS cravados e gráficos bonitos, mas sei que na época ninguem jogou assim. Foi uma experiência até que divertida, mas nada que me faça querer jogar de novo um dia.

Plataforma: PC
Gênero: Ação
Data que zerei: 09/09/23
Nota: 7,5/10

25) Half-Life

E continuamos com a sequência de esvaziar o backlog do Tony!
Dessa vez, eu fui atrás do tão falado FPS mais perfeito de todos os tempos. Direto de 1998 para meu PC moderno em 2023, Half-Life foi o jogo que fez você poder comprar jogos no PC numa única loja hoje em dia.

Confesso que esse jogo eu comecei em JANEIRO, mas fui degustando ele em doses homeopáticas ao longo do ano, pois eu acho que é uma experiência muito longa e que eu não tenho foco suficiente pra jogar um jogo de tiro por tanto tempo sem enjoar.

Assim, eu passava uma fase ou outra e voltava à ele depois de semanas. Funcionou, pois eu fui até o fim e me diverti bastante.

Ao contrário do que eu achava antes de jogar, HL não é um jogo de tiro puro, como Unreal ou Quake, que são contemporâneos dele, e sim algo que tem elementos de narrativa ambiental — sem cutscenes em vídeo, tudo na engine do jogo enquanto você controla –, além momentos de puzzle bem-feitos e partes de plataforma.

Essa última característica infelizmente é muito ruim, e seu último capítulo, XEN, é odiado por todos até hoje.

Eu joguei com um mod bem legal de raytracing que é leve suficiente para rodar em placas como a RTX 3060, que não aguentam o tranco de jogos com traçados de raio mais pesados.

Existe também o remake chamado Black Mesa, que moderniza o jogo para algo como se tivesse sido feito lá pra 2010, e reformula totalmente o capítulo final para que ele seja mais aceitável. É legal jogar essa versão remake somente depois de apreciar o game original, porém.

Plataforma: PC
Gênero: FPS
Data que zerei: 10/09/23
Nota: 8/10

26) Chrono Trigger

Chrono Trigger é um marco na vida de muitas pessoas. Eu infelizmente não joguei na época, muito menos joguei na sua primeira renascença, quando as pessoas começaram a conhecer o game aqui no Brasil via emulação.

Em sua segunda renascença, no DS, com nova tradução — tanto para português por fãs quanto para inglês — muita gente também zerou o jogo, que dessa vez vinha com mais conteúdo extra.

Porém, eu também na minha sina de não zerar RPGS que já falei mais acima, também não cheguei no final. Aliás, eu CHEGUEI no final, mas não matei o chefe.

Dessa vez foi diferente. Comprei o jogo pela segunda vez — a primeira foi um cartucho repro pra SNES que também não zerei lol –, na Steam. PAGAR pelo jogo era talvez a motivação que me faltava.

Fui do começo ao fim, fazendo live às vezes mostrando meu progresso. Li a história com calma, absorvi cada diálogo de cada NPC das cidades, sem passar direto por eles. Entendi os nuances da narrativa, treinei minha party até a exaustão e fui atrás de cada um dos TREZE finais do game.

Sim, eu fiz tudo. E com isso, tive a melhor experiência com um JRPG na minha vida. Cada momento que fiquei jogando aqui no meu PC, usando fone e com as pernas cruzadas na cadeira, foi maravilhoso e divertido.

Fechei essa lembrança tatuando o C de seu logotipo no meu antebraço. Uma lembrança que quero ter para sempre no meu braço. E no meu coração.

Plataforma: SNES (versão para PC)
Gênero: RPG
Data que zerei: 26/09/23
Nota: 11/10

27) Spider-Man 2

Continuação do aclamado jogo de PS4, Spider-Man 2 melhora muito em termos de gameplay o que foi apresentado no primeiro jogo e em Miles Morales.

Com a vantagem do PS5, temos um jogo que usa Raytracing em seus gráficos obrigatoriamente, mesmo no modo performance, que pode atingir 60 FPS sem perda de quadros com o uso da tecnologia.

O combate está tão ágil quanto nos jogos anteriores, e foi melhorada muita coisa na exploração, como o teleporte. Agora podemos ir para qualquer área do mapa, desde que sejam feitos alguns objetivos na área para qual se queira ir.

A história porém está muito fraca. Peter foi reduzido a um fracassado, e literalmente todo mundo sabe mais do que ele. No fim, ele larga o manto de Aranha e deixa tudo nas mãos do Miles. É meus amigos, eles vão forçar isso até você aceitar.

O jogo é muito bom se você ignorar a narrativa ignóbil. Por sorte, ele vendeu pouco. Talvez o hack que fizeram na Insomniac foi merecido, sei lá. Eu não gosto desse jogo, mesmo sendo bom de jogar.

Plataforma: PS5
Gênero: Ação
Data que zerei: 09/11/23
Nota: 7/10

28) Super Mario RPG

Outro jogo cujo cartucho eu tenho desde muitos anos, porém nunca tentei me aventurar nele realmente. Dessa vez, com o lançamento iminente do seu remake, eu tive que de uma vez por todas terminar o original.

É um jogo que sempre teve um status de lendário entre os jogadores, mas sinceramente duvido que a maioria das pessoas realmente tenham jogado ele em sua totalidade.

É sim um RPG bem bonitinho e diferente para o SNES, com seus gráficos pré-renderizados a lá Donkey Kong Country, mas as cores são muito saturadas e o contraste é muito alto, tirando um pouco do brilho colorido dos outros jogos do Mario.

Além disso, o combate é bem feijão com arroz, mesmo para a época. Temos sim uma interação de timing que o jogador deve apertar o botão de ação na hora que o golpe encaixa, e isso tira bastante a monotonia do combate, mas não é suficiente para carregar as suas 16~20 horas de gameplay sem tanta exploração e variedade.

Os puzzles não são tão convidativos também, sem falar que os segredos do jogo são absurdamente “secretos” mesmo lol

Não estou reclamando disso, mas é bizarro como muitas das coisas escondidas no jogo estão em blocos transparentes sem indicação no mapa, e cabe ao jogador ficar pulando que nem um LOUCO por todos os lugares caso ele queira achar essas coisas.

Eu zerei sem nada disso e me dei por satisfeito. Não foi tão ruim mas pelo tanto que falaram a vida toda sobre esse jogo, eu achei que seria MUITO mais.

Plataforma: SNES (emulado no Switch)
Gênero: RPG
Data que zerei: 26/11/23
Nota: 7,0/10

29) Mega Man Zero

Um dos jogos — senão o mais — difícil do Gameboy Advance. Mesmo que seu gameplay seja bem similar a série X, parece que o pessoal da IntiCreates queria comer o cu de quem tá lendo, afinal, é um jogo que tortura o jogador.

Duvido que qualquer ser humano zerou esse jogo sem save state, pois é algo totalmente fora da realidade de um ser humano normal. Ainda mais se o cara tentou jogar isso num GBA normal sem iluminação traseira e à pilha.

Eu mesmo tentei jogar várias vezes no DS e no GBA SP e é intragável devido a falta de ergonomia e/ou de botões mesmo, no caso do GBA.

Aqui na versão do remaster, eles facilitaram bastante coisa, colocando checkpoints durante as fases, o que já tira um pouco da PUTARIA que esse jogo é, sem facilitar demais, como seria se simplesmente tivessem liberado save states em qualquer lugar.

Foi um desafio e tanto mesmo assim, e eu fiquei feliz de finalmente ter terminado pelo menos o primeiro dos quatro jogos da série Zero. Tão cedo não quero jogar o segundo pra não passar raiva.

Plataforma: GBA (versão Zero/ZX Collection no Switch)
Gênero: Plataforma 2D
Data que zerei: 10/12/23
Nota: 7,5/10

30) Split/Second

Daqui pro final do ano eu fui só na marolinha. Depois de tanto jogo longo e difícil, resolvi fechar o ano na molezinha e na maciota, como já dizia o grande Toguro mais novo.

Split/Second é um jogo de corrida na pegada de Burnout, mas o diferencial é que você não consegue destruir seus inimigos na porrada; o lance aqui é apertar um botão que ativa uma armadilha na frente do corredor adversário, no melhor estilo Dick Vigarista.

A proposta até que funciona bem, mas em vários momentos você simplesmente não tem o que fazer para alcançar um carro adversário, já que nem sempre tem uma armadilha na pista para ser usada. Fora o timing pra ativá-la na hora exata que o carro do adversário passa.

Ainda assim, não é tão frustrante quanto poderia ser, se você parar pra pensar. A IA é ajustada de forma que o jogo sempre te dê uma facilitada para acertar os outros corredores, mas nunca é certo.

A sensação de velocidade é boa, ainda mais se você conseguir fazer funcionar um mod que deixa o jogo rodar a 60 FPS, visto que o port de PC é tão porco que não tem como fazer isso nativamente.

Comprei baratinho na Nuuvem e até que valeu à pena, mas eu sou um cracudo por jogos de corrida desse estilo, e já já vocês vão ler que não foi minha pior escolha do gênero.

Plataforma: PC
Gênero: Corrida
Data que zerei: 02/01/2023
Nota: 7,0/10

31) Nekketsu Oyako

Um belo dia de dezembro eu SURTEI e resolvi ligar o Sega Saturn, já que recentemente adquiri um controle sem fio da 8bitdo no formato do Mega Drive, mas que serve perfeitamente pra jogar o console de 32 Bits da Sega.

Não tava a fim de jogar nada muito complexo, então fui nesse beat n’ up MALUCO chamado Nekketsu Oyako, onde tu controlas uma família de SEQUELADOS que bate nos outros na rua e até mesmo dentro de uma baleia (?). Sim, não tô exagerando.

A versão de Saturn roda um pouco mais lenta, mas parece que foi melhorada em relação a de PS1. É um jogo bem fácil e jogando pela primeira vez, eu consegui chegar no último chefe sem perder todos os continues.

Se quiser algo diferentinho, pode tentar esse. No Saturn não tem muitos beat n’ ups mesmo e foi uma tarde divertida.

Plataforma: Saturn
Gênero: Beat n’ up
Data que zerei: 26/12/2023
Nota: 7,0/10

32) Ridge Racer Unbounded

Lembra quando falava de Split/Second há 1 minuto de leitura atrás e que aquela não seria a pior escolha do gênero nesse ano? Então, rapaz.

Eu como disse, sou um cracudo por jogos de corrida arcade, e fui atrás de algo que já sabia que poderia me decepcionar. Feito pela Bugbear Studio, esse Ridge Racer só leva o nome da franquia da Namco, numa tentativa patética de renovar a marca com o público ocidental.

Isso era uma característica muito comum na época; empresas japonesas achando que precisavam fazer um jogo cinza e realista para vender mais no ocidente.

Olha, sinceramente, esse jogo parece que foi mijado. Tudo é laranja e escuro, como se a pessoa mijando tivesse pego cólera e gota no mesmo dia.

Não obstante, a dirigibilidade é bem dura, e volta e meia seu carro trava e não consegue sair depois de rodar, fazendo você reiniciar a corrida trocentas vezes até conseguir terminar sem perder tudo ou arrancar os cabelos.

A progressão também é travada por pontuação, e isso faz com que mesmo que você ganhe corridas, talvez faltem pontos para abrir todas as pistas de uma área. Uma verdadeira aberração de game design.

Aqui temos uma mecânica de destruição mais similar à Burnout, com nitro que pode ser usado para bater nos oponentes e mandá-los para o beleléu. Isso é divertido mesmo, mas as cores mortas do jogo fazem com que só os mais aficionados pelo gênero queiram se dedicar à ele antes de desistirem depois de algumas horas.

Apesar do port pra PC ser mais bem feito que do Split/Second, esse jogo é com certeza pior e não deve ser consumido por ninguém. Que jeito de fechar o ano, hein?

Plataforma: PC
Gênero: 20/12/23
Data que zerei: 30/12/23
Nota: 5/10

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Menções Honrosas

A) EA Sports FC 24

Depois que a EA gentilmente cedeu a key do jogo para que eu pudesse escrever o review que vocês podem ler aqui, eu continuei minha primeira aventura num FIFINHA online, visto que todas as vezes eu só abria esse tipo de jogo pra jogar uma temporada da carreira ou versus com amigos.

Até que tenho me divertido bastante com o modo Ultimate Team. Construir seu time com cartinhas e ir sempre melhorando sua equipe é bem legal, porém não me julgo bom o suficiente para jogar contra os outros no modo online por muito tempo sem me frustrar. Tem muito viciado!

A versão de PC é muito bugada e acho que a EA não melhora muito porque sabe que a vida útil desses jogos é de um ano e nada mais, então pra que fazer o jogo abrir direitinho se nego nem vai jogar mais ele ano que vem?

Infelizmente a Konami ficou totalmente para trás e não tem mais como voltar pro eFootball depois que você aprende a jogar Fifa, digo, EA FC.

Plataforma: PC
Gênero: Futebol
Nota: 7,5/10

B) Vampire Survivors

Um divertido jogo com inspirações visuais de Castlevania, mas que tem uma pegada mais twin-stick shooter, onde você só anda pelo mapa atirando automaticamente em ordas de inimigos, pegando upgrades aleatórios que vão surgindo no mapa.

É muito viciante e eu só parei de jogar porque minha vida tava parada graças à ele. Até reunião de trabalho eu tava fazendo enquanto jogava. Não tenho muito o que falar além de “joguem”. O gráfico podem afastar de cara mas você certamente estará lá pelas mecânicas e não pela qualidade visual. Vai por mim, é divertido demais.

Plataforma: PC
Gênero: Roguelite
Nota: 8/10

E chegamos ao fim de mais um ano

Depois desse texto gigante e muito maior que dos outros anos, mesmo com menos jogos — nada supera os 50 e tantos de 2020 –, eu fico feliz que pude me divertir tanto com meu hobby favorito.

Na vida a gente se julga tanto por passar tempo com algo que gostamos, mas temos que aproveitar tudo da melhor maneira possível e mais importante: sermos felizes.

Então, queria agradecer à todos que leram até aqui, ao Diogo que tá sempre sendo um bom amigo, mesmo que não tenhamos nos falado tanto ultimamente, a Deus por ter me dado energia pra estar aqui mais um aninho e é isso. Até o ano que vem!

Minhas listas dos anos anteriores:

O post O que eu joguei em 2023 | Tony Horo apareceu primeiro em Arquivos do Woo.

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O que eu joguei em 2022 | Tony Horo https://www.arquivosdowoo.com.br/2023/01/28/o-que-eu-joguei-em-2022-tony-horo/ https://www.arquivosdowoo.com.br/2023/01/28/o-que-eu-joguei-em-2022-tony-horo/#comments Sat, 28 Jan 2023 21:36:35 +0000 https://www.arquivosdowoo.com.br/?p=12980 Um 2022 de mais mudanças Ao longo dos últimos dois anos venho fazendo listas sobre o que eu joguei (e zerei) ao longo desse período. Esse ano que passou tive a felicidade de poder adquirir um PS5 e um PC bom para jogos, e com isso pude apreciar coisas novas que não eram só jogos […]

O post O que eu joguei em 2022 | Tony Horo apareceu primeiro em Arquivos do Woo.

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Um 2022 de mais mudanças

Ao longo dos últimos dois anos venho fazendo listas sobre o que eu joguei (e zerei) ao longo desse período.

Esse ano que passou tive a felicidade de poder adquirir um PS5 e um PC bom para jogos, e com isso pude apreciar coisas novas que não eram só jogos antigos. Esses por sua vez, ainda possuem um espaço no meu coração, mas sinto que é bom curtir coisas modernas com mais frequência.

Ainda assim, vendo a lista, vocês vão perceber que eu só falo e não cumpro nada lol.

Vamos lá:

1) Kena: Bridge of Spirits (PlayStation 4)

Um jogo de ação/plataforma 3D muito bonito e competente, que é tão bem animado que parece um filme da Disney ou da DreamWorks.
Os chefes são um absurdo de difícil, e agora sinceramente não lembro se joguei com uma dificuldade maior ou não.

Recomendo muito pois ele dá a impressão de que vai ser uma “hidden gem” (ou pérola) que será muito valorizada por youtubers espertinhos daqui a uns anos.

2) Fullblast (PS Vita)

Um joguinho de navinha bem competente e simples. Ele é curto mas entrega uma diversão satisfatória para uns dois dias no máximo.

3) Clockwork Aquario (PlayStation 4 / Arcade)

Jogo de plataforma para arcades feito nos anos 90 mas que nunca chegou a ser lançado na época. Ele é bem colorido e a falta de conteúdo — por ser um jogo de arcade papa-ficha — é compensada pelos troféus/conquistas, que te fazem querer zerar com todos os personagens disponíveis.

Não é nenhum Super Mario World, mas entrega bem. Tem um texto dele feito pelo Alexis aqui.

4) Gynoug (Wings of Wor) (PlayStation 4 / Mega Drive)

Um jogo de “navinha” onde você controla um anjo voador que mata demônios.

É MUITO difícil, e com certeza foi feito para você passar um ano jogando e tentando melhorar. Mas como hoje em dia ninguém tem tempo pra isso, eles colocaram uma função de rebobinar o jogo, o que deixa tudo ridículo de fácil.

Ainda assim, é bem gostoso de jogar. Tem texto do Alexis aqui.

5) Tales of Arise (PlayStation 5) | Destaque

Esse, meus amigos, foi meu primeiro jogo de PS5. Eu estava tão empolgado que comprei o disco antes do console chegar lol.

Eu nunca havia jogado nada da série Tales of, e fiquei empolgado com esse desde que saíram os primeiros trailers uns anos atrás.

Posso dizer que foi o melhor jogo que joguei no console até agora. Ele possui versões pra geração passada, mas jogá-lo com 60 FPS cravadinhos o tempo todo, com o controle novo do PS5 foi uma experiência daquelas que a gente nunca esquece.

A história é muito boa, mostrando um conflito entre castas diferentes, onde você controla um ex-escravo sem memória de nada que aconteceu antes.

O combate é excelente, sendo um dos RPG’s de ação mais bem feitos da atualidade, talvez até melhor que Final Fantasy VII Remake.

Graficamente ele é lindo, com um efeito visual que faz que tudo pareça uma pintura, com um level cel-shading aplicado a tudo.

Os personagens são carismáticos, com muitas ceninhas de conversa que não ficam chatas mesmo com mais de 60 horas de jogo.

A tradução em português foi um ponto positivo que não esperava, pois a Bandai Namco Brasil sempre faz traduções ruins, mesmo de franquias conhecidas (como em Dragon Ball Kakarot). Aqui eles acertaram demais e, para um JRPG, eu não encontrei NENHUM erro, seja de português ou de consistência com os termos. Realmente foi um dos melhores trabalhos deles.

Na época não fiz nenhum review, mas fica aqui a minha mini análise do que foi pra mim, o meu jogo do ano.

6) Edge of Eternity (PlayStation 5)

Se Tales of Arise foi o melhor jogo do ano pra mim, Edge of Eternity foi o pior jogo que já joguei na MINHA VIDA.

E sem exagero, foi uma das minhas piores experiências com videogame em mais de 20 anos.

Um time francês resolveu fazer um jogo super ambicioso com pegada de Final Fantasy XV, porém eles não tinham a experiência para isso e entregaram um jogo porco, com várias coisas irritantes, como um combate mal feito e itens que não servem de nada durante a narrativa.

Eu considero que zerei o game, porém o chefe final é bugado e não morria por mais que eu o atacasse. Isso se deu devido a um update, que quebrou o equilíbrio de alguns inimigos, fazendo com que meu progresso até ali me tornasse mais fraco do que eu estava antes da atualização.

Não joguem isso.

Inclusive, confesso que recebi key para escrever sobre ele para outro site, porém não fui tão sincero na hora de escrever por exigência do dono do site e isso me fez querer ficar somente aqui no Arquivos, onde o Diogo me dá liberdade para ser sincero com o que eu sinto sobre os jogos.

7) Yakuza 5 (PlayStation 4)

Depois de um ano enrolando, achei que era hora de voltar para a série Yakuza. O quarto jogo foi muito extenso, e voltar para a série foi algo que eu precisava estar em um feliz e disposto.

Bem, eu não estava tanto assim, mas encarei.

Yakuza 5 é um dos jogos mais longos do PS4, e sua história infelizmente é muito enrolada e talvez até desinteressante, principalmente se comparada com Yakuza 0, por exemplo.

Por sorte, a série voltou a ser mais continua no jogo seguinte, mas ainda não cheguei nele para saber.

Y5 é bom de jogar, não entenda mal, mas não tente fazer tudo de uma vez senão vai enjoar antes do fim. Bem antes.

8) Sonic & All-Stars Racing Transformed (Xbox 360)

Depois de ANOS jogando esse jogo em todas as plataformas possíveis (PC, PS3, Vita, 3DS e até Mobile) eu finalmente consegui terminar a campanha enorme.

Foi com meu amigo Alexis, em uma visita dele ao Rio. É o melhor Mario Kart já feito, e uma pena que sua continuação não presta. Recomendo demais até hoje. A versão de PC está sempre em promoção.

9) The Simpson’s Arcade Game (Xbox 360 / Arcade)

Foi uma jogatina casual na casa da minha ex-namorada, com meu ex-sogro assistindo e se divertindo. Com fichas infinitas fica fácil, mas não é um dos melhores beat’em up’s da Konami, com certeza.

Bater não tem muito impacto, parecendo que você só está varrendo inimigos ao invés de espancá-los.

10) InFamous (PlayStation 3)

Totalmente fora da curva, resolvi terminar o primeiro InFamous no meu velho de guerra PS3 Fat (que já vendi pra pegar um modelo Super Slim).

Por incrível que pareça, apesar de ser um jogo velho e feio, ele tem uma jogabilidade muito gostosa, com uma cidade aberta que te permite fazer várias estripulias como herói ou vilão.

A história é qualquer coisa, mas você está lá apenas pra destruir os inimigos. A dificuldade sobe muito lá pelo final do game, mas você não vai morrer tanto assim a ponto de se frustrar. As continuações são ainda melhores, mas ainda não senti vontade de começar o segundo.

11) Ys: The Ancient Ys Vanished (PSP)

Minha primeira empreitada nos jogos da Nihon Falcom. Ys 1 saiu juntamente com o segundo game numa coletânea para o PSP, com gráficos melhores.

O combate não é para todos, pois você empurra os inimigos, sem apertar botões para atacar.

É um bom jogo e até curto, e vale a pena demais. A versão de PC é melhor pois possui gráficos em HD.

12) Ys II: Ancient Ys Vanished – The Final Chapter (PSP)

Continuação do game acima, na mesma ISO. Agora o protagonista Adol possui magias que ajudam durante a jornada, diversificando o gameplay, apesar dos gráficos serem os mesmos.

O único problema é a ausência de mapas, principalmente na última dungeon. Mas com um guia aberto no PC ou no celular dá pra se virar. Os jogos seguintes (principalmente os remakes) melhoram muito.

13) Ys: The Oath in Felghana (PSP) | Destaque

Dando sequência à minha maratona da série Ys, fui ao terceiro game. Porém, a versão de PSP é uma reimaginação do original.

Ys 3 era um jogo em side-scrolling, como uma espécie de RPG beat n’ up, mas aqui ele foi refeito como um Ys moderno, com câmera panorâmica.

Os combates são deliciosos e os chefes vão dar muita dor de cabeça, mas nada é injusto.

A trilha sonora mais uma vez é maravilhosa e esse é um dos games que mais recomendo na lista. Tem versão para PC assim como os outros 2 anteriores.

14) Ys: Memories of Celceta (PlayStation 4)

Mais um remake, dessa vez do Ys 4. Na verdade essa é a 3ª versão da história, sendo somente a primeira feita diretamente pela Falcom.

Não vou me aprofundar no motivo disso, mas entenda que é um ótimo game, melhorando muito graficamente em relação ao Oath in Felghana.

Aqui o game funciona mais ou menos como um metroidvania, onde Adol explora uma floresta ao longo de todo jogo, com diversos caminhos e habilidades a adquirir.

O port de PS4 também está em outras plataformas, como Vita e PC.

15) Wonder Boy (PlayStation 5 / Arcade)

O primeiro game da série Wonder Boy, também conhecido como Adventure Island 1.

É um joguinho de plataforma para arcade bem mixuruca e eu só joguei pra fazer review que você pode ler aqui.

16) DIRT 5 (PlayStation 5)

Os mais atentos sabem que ano passado eu já havia zerado e até platinado o game no PS4. Porém, recentemente foi lançado um upgrade gratuito para a versão de PS5 e eu tive que baixar assim que comprei o console, para ver como ficava o game na nova geração.

Não tinha nada de Ray-tracing ou algo assim, mas é tão gostoso de jogar e ainda mais em 60 FPS que eu tive que zerar tudo de novo, inclusive pegando a platina novamente.

Recomendo para os fãs de jogos de corrida que estão carentes desde o fim da geração passada e não podem jogar Forza por não terem um PC ou um Xbox.

Meu texto sobre ele pode ser lido aqui.

17) Strangers of Paradise: Final Fantasy Origin (PlayStation 5) | Destaque

Uma das surpresas de 2022, Strangers of Paradise é uma espécie de Soulslike feito pelo time de Nioh, com personagens derivados do primeiro Final Fantasy, mas com muitas liberdades interpretativas e visuais.

Isso afastou muita gente, pois a estética lembrava muito o estilo hardcore do início dos anos 2000, mas isso é bobeira.

O que temos na verdade é um jogo muito complexo e bem feito, que pode servir como uma porta de entrada para jogos como Dark Souls, pois ele é difícil mas ao mesmo tempo pega leve em outros aspectos, como te deixar ter uma party com 2 personagens que podem atacar enquanto você se recupera.

Nunca joguei um Souls antes até o fim, mas esse eu tive que terminar e zerar na dificuldade mais difícil (CHAOS), até pegar a platina. Valeu a pena demais.

18) Habroxia 2 (PS Vita)

Após a dificuldade gigantesca de Strangers of Paradise, tive que ir para algo mais relaxante, então fui para outro joguinho de navinha para o Vita, dessa vez um em pixel art.

Foi um dos últimos lançados para o console, e foi só por isso que fui atrás dele para zerar.

Foi uma ÓTIMA experiência e me parece uma pérola do console que merece ser apreciada. Existem versões para Switch, PS4/5 e Steam.

Fiz uma análise sobre ele, que você pode ler aqui.

19) Sonic the Hedgehog (Switch)

Sim, simplesmente zerei Sonic 1. Foi na coletânea Sonic Origins, e foi uma experiência boa enquanto eu estava dentro do jogo em si, mas a embalagem é muito capenga.

Eles cobraram caro por um pacote com 4 jogos da série, mas a física deles está esquisita em alguns pontos e mesmo galerias de artes e cutscenes animadas, eu já vi esses mesmos jogos sendo lançados em pacotes mais baratos e melhores em gerações anteriores.

Por sorte eu tenho alguns desses jogos na Steam quando ainda era possível comprá-los individualmente.

20) Duel Princess (Switch)

O tal “jogo banido” da loja do Switch, por ser muito ‘lewd’ (pesquise). No fim, as meninas semi-peladas escondem um gameplay MUITO COMPETENTE, lembrando Clash Royale.

Zerei com todas as personagens e mesmo que eu não ligasse para a historinha ou até mesmo para as cenas onde elas aparecem quase nuas, foi bom para divertir por várias horas em um momento da minha vida em que eu realmente precisava.

21) Spider-Man: Miles Morales (PlayStation 5)

Semi-continuação do jogo do Aranha feito pela Insomniac (mesma do InFamous!), eu achei esse jogo uma bela porcaria.

A história é muito sem sal e não tem o mesmo peso da história do Peter. Infelizmente existe essa força puxando o Miles Morales pro mainstream e acho que isso é um desserviço à história do Peter Parker em todas as mídias.

Mas por sorte, sei que sou adulto e isso não influencia em nada a minha vida, diferentemente de outras pessoas que brigam por isso na internet todos os dias.

Recomendo que joguem o Spider-Man 1, porém. Esse aqui pode deixar pra lá.

22) Resident Evil 4 (Switch)

Vocês não vão acreditar, mas: essa foi a primeira vez que joguei Resident Evil 4. Sim!

Eu nunca tinha jogado na época do PS2, e esse ano eu resolvi me arriscar em ir até o final.

Eu sou muito CAGÃO, e sempre que achei que RE4 era um jogo muito tenso, principalmente pelo começo na vila, mas depois o jogo engrena e lá pro final eu tava rolando ao lado dos monstros maiores só pra chutar a cara deles com os quick time events.

A versão de Switch não faz feio e mantém os 60 FPS, além de ter os controles modernos (atirar com o R2, por exemplo).

É uma das MELHORES experiências com jogos já feita.

23) Stray (PlayStation 5)

O famigerado “jogo do gato” que fez tanto sucesso no meio do ano passado. Temos aqui uma espécie de adventure num mundo pós-apocalíptico onde não existem mais humanos. Somente robôs e alguns animais, incluindo você, um gato de rua que vai pegando amizade com os robôs de uma cidade isolada e tenta ajudá-los antes de procurar sua família fora dali.

É MUITO bem feito e atmosférico, e vale a pena jogar, mesmo que não seja seu gênero favorito.

24) Unmetal (Switch)

Um indie clone de Metal Gear Solid, cheio de piadinhas sobre o gênero. De início achei que ia ser uma versão resumida do jogo da Konami, mas em forma de piada. Porém, o game é MUITO MAIOR que o primeiro MGS e a jogabilidade é bastante competente.

O estilo de arte da capa faz ele parecer um jogo vagabundo e barato, o que pode ter afastado as vendas e não ter feito as pessoas encararem ele como um jogo sério.

Por sorte, eu descobri essa pérola e não me arrependi de jogá-lo até o fim. Tem em outras plataformas também.

25) Ace Combat 7: Skies Unknown (PlayStation 4)

Meu primeiro Ace Combat. Eu achava que era um simulador realista demais para os meus gostos. Então imagina minha surpresa quando vejo que é um game com uma pegada bem japonesa (afinal, foi feito pela Namco) e com uma história que lembra clássicos como Top Gun.

Ele é bem pautado na realidade, diferentemente de Ace Combat 3 Electrosphere, por exemplo, mas isso não faz ser menos divertido.

Você pode usar um tipo de controle que lembra jogos como Star Fox 64, então não tem desculpa para não se divertir.

Não jogaria de novo porque lá pelo final ficou um pouco cansativo, mas espero ansioso pelo próximo game da série.

26) Final Fantasy VII: Remake Intermission (PlayStation 5)

Dessa vez joguei apenas o DLC da Yuffie, que conta uma visita dela à Midgar durante os eventos do FFVIIR.

O gameplay é meio diferente do jogo original, mas como tem muito tempo que já zerei ele, eu já não ia lembrar de qualquer forma.

A história do DLC é curtinha mas vale a pena como uma forma de conhecer mais sobre a Yuffie. Ele é um DLC exclusivo do PS5, pois a versão de PS4 não recebeu esse conteúdo.

27) Teenage Mutant Ninja Turtles: Shredder’s Revente (Switch)

Um dos melhores jogos 2D do ano, TMNT é uma continuação espiritual dos games da Konami da época, mas com muita coisa moderna adicionada.

As tartarugas possuem vários golpes novos e as fases são bem variadas e coloridas.

Joguei pra 2 com um amigo e foi muito divertido zerar o modo arcade com ele. Melhor que Streets of Rage 4 no quesito diversão, e olha que aquele foi um ótimo jogo já.

28) Blue Dragon (Xbox 360)

Fazem pelo menos 15 ANOS que eu quero jogar Blue Dragon e finalmente eu tomei coragem de começar, já que ganhei o jogo de presente de um amigo.

A estética e o traço de Akira Toriyama me brilharam os olhos na época, e até hoje existia uma mística ao redor desse game na minha mente, como se ele fosse uma espécie de cutscene em CGI jogável.

O foda é que eu fui jogar ele em 2022. Assim, toda beleza visual dele não me surpreendeu tanto, ainda que achasse ele um game bem bonito por si só.

Porém, as mecânicas parecem bem datadas, com sistema de evolução dos personagens que fazem você sustentar skills ruins por várias horas só para poder melhorar outras no final do game, que você vai usar bem menos.

A história também dá um 360 no final (sem trocadilho) a ponto que deixa o que já era meio sem graça ficar mais ridículo ainda.

Recomendo jogar na retro do Xbox One/Series, pois o framerate machuca muito no 360. É bem cansativo mas até que valeu a experiência, vai.

29) Ratchet & Clank: Rift Apart (PlayStation 5)

Eu sou DOIDO pela série Ratchet, sendo que platinei o primeiro game no PS3 e o remake do mesmo no PS4.

Aqui, a Insomniac claramente usou a série para aprender como funciona o hardware do PS5, usando o SSD de forma inteligente para fazer vários cenários diferentes carregarem rapidamente entre os portais do jogo.

Ele é um jogo bonito mas a história é pouca inspirada e até mesmo bem curta, levando umas 15 horas para zerar, sem necessidade de zerar de novo para platinar, como em jogos anteriores.

São poucas partes de plataforma também, sendo um jogo bem mais de contemplação e combate do que algo similar a um Banjo & Kazooie, por exemplo.

Vale como um primeiro jogo da geração atual ou um presente para crianças, mas espero que a série evolua mais no futuro.

30) Sakura Wars (PlayStation 4)

Nos anos 2000 eu lembro de ter assistido o anime baseado no game original de Sega Saturn, no Cartoon Network pelas madrugadas.

A estética era interessante, juntando algo do final do século 19 com robôs à vapor. Tudo isso funcionava muito bem no anime eu me perguntava se o game — que era tactics — era bom também.

Eu até hoje não joguei os jogos antigos, mas houve esse soft reboot da série em 2019, chamado no Japão de “Novo Sakura Wars”, com personagens novos e traço do autor do mangá Bleach.

O combate em turnos foi deixado de lado em troca de um hack n’ slash bem porco e sem graça, a ponto de que eu preferia que só houvessem as interações entre os personagens, que realmente são interessantes.

Os personagens são bonitos e bem animados e as conversas são bem legais entre eles, mas com certeza MESMO não é um game para todo mundo.

31) Mega Man X (Super Nintendo)

 

Desnecessário falar qualquer coisa sobre esse clássico. Fiz uma live casual no meu canal na Twitch, e esse é um jogo bem legal de zerar do início ao fim.

Todo ano eu zero ele pelo menos uma vez pra relaxar, é incrível demais.

32) Sonic Generations (PC)

Fazia anos que não zerava esse game e bateu saudade, principalmente agora que possuo um computador melhorzinho.

É o melhor Sonic 3D moderno, talvez pior apenas que o novo Sonic Frontiers, mas esse segundo tem uma pegada bem diferente.

Generation tem uma pegada de homenagem à série toda, então recomendo para os nostálgicos.

O jogo tem uma barriguinha lá pro final, pedindo que você refaça algumas fases à troco de NADA só para continuar até os chefes. Fora isso é um ótimo jogo.

33) Mighty Morphin Power Rangers: The Movie (Super Nintendo)

ÓTIMO beat n’ up da Bandai feito para o SNES. Aqui os personagens andam em apenas duas “faixas” no cenário, diferentemente de outros jogos que permitem que você circule por toda tela.

Isso pode parecer travado de início, mas logo o jogador se acostuma e é até uma forma de manter o gameplay para duas pessoas mais organizado.

_______

Menções honrosas

Os dois games abaixo eu não cheguei a terminar, mas joguei por tempo suficiente para merecerem um espaço dedicado na lista:

34) Nier Automata (PC)

Ótimo jogo produzido pelo Yoko Taro. Já havia zerado o Nier: RepliCant no PS4 ano passado e dessa vez resolvi jogar o game anterior a ele.

Infelizmente não tive saco de fazer todos finais, largando o game após zerar com o personagem 9S.

Sim, eu sei que a história engata DEPOIS disso, mas tô com uma preguiça enorme e resolvi deixar on hold para jogar novamente no futuro.

35) Forza Horizon 4 (PC)

Depois de uma experiência meio negativa com o Forza Horizon 5, resolvi voltar ao jogo anterior e desligar meu cérebro por alguns dias jogando esse game.

Infelizmente por estar jogando uma versão piratinha, eu não tive acesso à toda experiência do game, como comprar carros de outros jogadores e até mesmo jogar com eles.

Vale a pena comprar, porém. É o melhor jogo de corrida que já joguei

Foi um ano onde eu achei que jogaria menos, devido à muitas coisas paralelas que eu estava fazendo na minha vida pessoal. Porém, ao olhar pra trás, vejo o quanto eu tive tempo livre pra me dedicar à tanta besteira lol.

E aí, quais desses jogos da lista vocês gostaram? Algum chamou a atenção de vocês para começar? Comentem aí!
E não esqueçam de me ver (quase) todos os dias de semana à noite (por volta das 22h) na Twitch.tv/horojoga. Aguardo vocês!

LISTA DOS PARTICIPANTES DO MEME

Esta lista será atualizada constantemente. Os links marcados com ✅ indicam os posts que já foram publicados.

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O post O que você jogou em 2022? | Geovane Sancini apareceu primeiro em Arquivos do Woo.

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Mais um ano se acabou, mais um ano que começa, e aqui novamente temos o meme da comunidade de blogs, sobre o que jogamos no ano anterior. E é claro, nós aqui do Arquivos do Woo estamos participando. Infelizmente no meu caso, não bati o número pornográfico de 271 jogos do ano passado (dessa vez não cheguei aos 200 jogos terminados), mas talvez com uma ou outra exceção, a lista abaixo tem todos os jogos que terminei com comentários ácidos.

E aqui, é claro, deixo meu agradecimento as publisher que cederam alguns dos jogos que analisei esse ano.

#1 Lizard Lady vs the Cats PLATINUM EDITION – 01/01 – Qual a diferença entre a versão regular e a Platinum Edition desse jogo horrendo? Agora você pode platinar o jogo. Não, eu não platinei. Ainda não desci a esse ponto. E a versão Platinum era gratuita pra quem já tinha a edição regular, porque imagina cobrar duas vezes pelo mesmo exato jogo.

#2 Holiday Bonus GOLD – 01/01 – Um match-3 natalino, que demora demais. Foi de graça no Indie Gala, mas caramba. O jogo não terminava nunca (e são só 55 fases)

#3 Yasai Ninja – 02/01 – Meu Deus, eu tinha esquecido que os controles desse jogo eram um absoluto cocô. É parte platformer e parte hack’n slash e falha em ambas as instâncias. Eu disse antes na minha análise lá em 2019, evite essa bomba. São 10 reais que não voltam mais.

#4 Double Dragon IV – 02/01 – Treinando pra maratona de speedruns. Jogar com o Mysterious Warrior é quebrar o jogo, mas foi bem mediano meu tempo. De qualquer jeito, é um jogo esquizofrênico, não sabe se quer ser Double Dragon I ou II.

#5 Adam’s Venture: Origins – 03/01 – Adventure com puzzles e tal. Ele é competente, divertido, apesar de um pouco datado (é um remaster), mas o pior problema dele são as seções de stealth. Talvez porque eu ache stealth um saco, mas enfim. Platinado.

#6 Cosmic Star Heroine – 04/01 – RPG inspirado por Phantasy Star, Chrono Trigger e até mesmo Shadowrun. Dos mesmos criadores de Chthulu Saves the World e Breath of Death VII. É divertido e tal, mas nunca tivemos uma continuação. Eu tinha terminado ele no PC, anos atrás e agora terminei no PS4.

#7 Mighty Gunvolt – 04/01 – Jogo da Inti Creates que faço speedrun há uns 3 anos e pouco. Então eu fiz uma speedrun esse ano em uma maratona. É um megaman-like bem fácil até.

#8 Sparkle 2 – Um dos jogos que eu tinha adicionado a minha conta por causa da PS Plus. Agora que voltei a usar o serviço fora do período gratuito, terminei de novo. É um clone de Zuma e é só isso que tenho a dizer.

#9 Timespinner – 08/01 – Enquanto prosseguimos em Persona 5 Strikers, terminei Timespinner de novo. É um bom metroidvania. A continuação foi informalmente anunciada.

#10 Persona 5 Strikers – 09/01 – A continuação oficial de Persona 5, um RPG de ação na pegada de Dragon Quest Heroes, apesar de ter mais ou menos 1/3 da duração do Persona 5 original (eu terminei em mais ou menos 30 horas), faz algumas coisas de maneira melhor que o jogo original (como introduzir um personagem que vai ser jogável no fim da aventura) e tem um clima mais ameno, já que é basicamente Road Trip + Persona, com os heróis viajando pelo Japão. O Ômega Force adaptou bem os elementos de Persona 5 (em específico) e Persona em geral ao gameplay de Dynasty Warriors, e tiro o chapéu pra isso.

#11 DIRT 5 – 15/11 – O quinto episódio da série DIRT (que não é exatamente o quinto) traz um modo carreira esquisito, a participação do pessoal do canal Donut Media e muita repetição de pistas. Tenho quase certeza de que esse jogo usa o infame Rubberband pra dar a sensação de disputa, pois mesmo na dificuldade mais baixa, eu não conseguia abrir mais que três segundos dos meus oponentes. Se eu for honesto, o estilo espalhafatoso e a trilha sonora não são a minha praia.

#12 Panorama Cotton – 16/01 – Decidi aprender um speedgame novo, e nisso, terminei novamente Panorama Cotton. É um on-rail shooter que a princípio parece difícil, mas depois que você aprende como o jogo funciona, ele não é tão difícil assim. Talvez eu tente o 1CC um dia… Nah. Spoiler: Eu consegui o 1CC.

#13 LEGO DC Super Villains – 22/01 – Honestamente, é um jogo LEGO licenciado e é tudo o que você precisa saber sobre, pode considerar ele como um “Lego Batman 4” e tal. Só valeu a pena jogar por causa da dublagem, apesar do Wendel Bezerra ter feito jornada tripla no jogo.

#14 NHL 94 Rewind – 25/01 – Ganhei a Stanley Cup com o Anaheim Ducks. Enfim, é um porte do NHL 94 de Mega Drive, disponível no EA Pass. É clássico, mas não tem muito além disso.

#15 Cotton 100% – 25/01 – Peguei pra fazer speedrun. Yep, consegui um tempo decente.

#16 Star Wars Jedi: Fallen Order – 26/01 – Uma mistura de Souls-like com Uncharted. É um jogo bem divertido, com uma boa história, e me lembra que Star Wars consegue ser legal quando não tem um bando de incompetentes fazendo. Só o sistema de mapas que é horrível. Pelo menos posso dizer que terminei um souls like na vida.

#17 GRID (2019) – 30/01 – Imagina se Project Cars tivesse menos pistas, mas a jogabilidade não parecesse que você pilota uma barra de sabão. Ele tem o mesmo defeito de DiRT 5, a questão de poucas pistas reaproveitadas ad infinitum. Por outro lado, o modo carreira é bem estruturado. Peguei no EA Pass (assim como Star Wars: Jedi Fallen Order).

#18 Starlight Shores – 31/01 – Uma visual novel sobre um cara que viaja para passar o fim de semana com amigos, se reconectando com uma amiga de infância que não vê desde que os dois foram pra faculdades diferentes. Eu ri genuinamente de algumas das coisas lá, é um romance com um pé na realidade. Ou talvez eu só esteja tentando parecer legal, mas recomendo.

#19 Tiny Tina’s Assault on Dragon Keep: A Wonderlands One-shot – 01/02 – O que era um DLC de Borderlands 2, virou um jogo Standalone pra promover o vindoro Wonderlands. É um looter shooter, curtíssimo, durou menos de cinco horas. Só joguei porque estava na PS Plus.

#20 Wolfenstein II: The New Colossus – 03/02 – Esse jogo eu comprei lá em 2018, numa das minhas andanças em Caxias. Ficou um tempão parado logo no começo porque eu sou distraído a beça, mas peguei pra tirar do backlog. É um FPS bem sólido, se quer saber minha opinião. A história é: Num universo alternativo, a Alemanha ganhou a segunda guerra mundial, e os Nazistas dominam boa parte do mundo. E é nosso dever matar os nazistas que dizem Atum!

#21 Angel, Demon, Elf & Me – 03/02 – Quase parece o início de uma piada ruim, mas enfim, num dia sem internet, resolvi terminar essa visual novel erótica sobre um garoto que é visitado por uma anjo, uma demônia e uma elfa, todas querendo a essência dele por alguma razão. E por essência, entenda suco de saco, a popular porra. E enquanto que no início, as 3 “brigam” pra ver quem vai conseguir a essência, o protagonista diz que vai comer todas e ponto final. É uma típica novel da Norn/Miel, pro bem ou pro mal.

#22 Darksiders III – 05/02 – Eu comprei esse jogo assim que ele saiu no final de 2018. Joguei um pouco, mas parei devido a um glitch que deixou o jogo mudo. Voltei porque tava no meu backlog. É o primeiro Darksiders que termino (e sim, tenho o 1 e o 2 tanto no PC quanto no PS4), e é um jogo divertido na maior parte do tempo. Exceto na luta contra o Gula. Essa luta pode ir se foder com toda força e ir tomar no cu sem piedade. É uma das lutas de chefe mais chatas que já fiz na vida. E isso inclui bosses de jogos souls-like que nunca terminei.

#23 Uncharted 2: Among Thieves – 06/02 – Sim, eu terminei o primeiro Uncharted lá em 2020, mas o segundo foi só nesse ano. Teve um motivo muito bom pra isso… Eu não vou contar, eu só disse que é um bom motivo. Enfim, eu entendo quem prefere o segundo jogo ao primeiro, mas eu gostei mais do clima do primeiro. Esse é um jogo de quando a Naughty Dog ainda era legal e não tinha lançado a moda do Sad Dad Simulator.

#24 Sleeping Dogs – 12/02 – Eu termino Sleeping Dogs uma vez por ano, e terminei novamente esse ano. É certamente um dos meus jogos de Open World favoritos ever, junto com Bully e Saints Row: The Third. O misto de combate a la Arkham, com a temática das tríades de Hong Kong, pena que nunca veremos Sleeping Dogs 2.

#25 Pretty Girls Speed – 13/02 – O conceito básico do gameplay é o mesmo do “Jewel Match Atlantis Solitaire”, que tivemos no ano passado. Acabar com as cartas, usando uma de número maior ou menor, mas adicione a isso, o frenesi de um jogo de luta, porque há uma CPU fazendo o mesmo e as partidas são decididas numa melhor de 3. As coisas podem ficar bem caóticas. Como jogo da série Pretty Girls, ficou faltando um modo diorama como no Pretty Girls Rivers.

#26 Grapple Dog – 15/02 – Eu não sou um especialista em grapling hooks, dito isso, Grappling Dog é um platformer divertido e desafiante. Jogar no teclado foi difícil, e é uma pena que o jogo esteja no PC e Switch apenas. (na época en que escrevo isso). O jogo começa tranquilo, mas conforme se avança, as fases e até mesmo os bônus, vão ficando difíceis de verdade.

#27 Mega Man – 17/02 – Oh boy, lá vamos nós, não? Ano passado eu disse que só voltaria a jogar o Mega Man 7 e o 9 se pegasse a Legacy Collection 1. Pintou uma promoção na PSN. E honestamente, os aspectos da Legacy Collection 1 deixam a 2 no Chinelo. Um sistema de save state de verdade, função de rebobinação. Enfim, Mega Man 1 tem algumas falhas de design, mas dá pra perdoar porque era o primeiro.

#28 Mega Man II – 17/02 – Mega Man 2 melhora muita coisa do primeiro? MELHORA. Mas, possui as mesmas falhas de design do primeiro, pra ser mais específico, o boss do Purple Hell, e o Alien.

#29 Mega Man III – 19/02 – Mega Man 3, assim como seu antecessor, melhora coisas do jogo anterior. E o Slide foi uma adição bem vinda a franquia, mas assim c0mo MM 2 e 1, ele possui falhas. No caso, o jogo acaba se estendendo demais, com 8 outros chefes a serem enfrentados antes do Wily Castle. Tá certo que o Wily Castle não é comprido como o do 2, mas o fato de antes do Wily Castle termos que enfrentar 16 chefes faz o jogo parecer maior do que é.

#30 Super Kids Racing – 19/02 – Um jogo medíocre de corrida. Me custou 5 reais e é 5 reais a mais do que ele vale. Foi pra uma maratona de speedruns, então foi de boa.

#31 Dragon Spirit: A New Legend – 19/02 – Um shooter, adaptação do arcade da Namco, mas sendo uma pseudo continuação. É honesto, mas na dificuldade normal é bem difícil. Bem, a versão de NES tem o modo Gold Dragon, que é o Easy Mode.

#32 Mega Man IV – 20/02 – Mais uma nova adição ao arsenal do Mega Man, o Charge Shot, embora não como conhecemos atualmente. Alguns bosses são cretinos, mas o que mais dá raiva é a Wily Machine 2 com seus tiros intermináveis e a obrigatoriedade de ter que ficar trocando toda hora do Rush Coil pro Drill pra acertar ele. A sorte foi que acumulei 480 E-Tanks pra tankar danos assim. Curiosidade: Yusuke Murata (o artista responsável por Eyeshield 21 e One Punch Man) foi o designer do Dust Man.

#33 Fluffy Cubed 21/02 – É um clone de Sokoban BR, publicado pela QUByte. É relativamente fácil, sáo 120 fases, mas em uma hora você consegue terminar todos eles.

#34 Mega Man V – 22/02 – Finalmente, após 4 jogos com coisinhas aqui e ali, devido a falhas de design, temos um Mega Man que é bem balanceado. O Charged Shot é o que conhecemos, e o jogo no geral é divertido.

 

#35 Mega Man VI – 22/02 – AGORA POSSO VOLTAR PRA UNCHARTED 3! Digo, o fim da série no NES. É um jogo quase no nível do 5. Tem umas falhas aqui e ali, mas menos gritantes do que a jornada de Mega Man 1 a 4.

#36 Uncharted 3: Drake’s Deception – 23/02 – Eu entendo todo mundo que critica Uncharted 3. Literalmente depois do capítulo 11, acho, o jogo não tem mais puzzle nenhum. Partes da aventura são basicamente andar pra frente sem fazer nada. Por outro lado, ao menos a cópia da sequência final de fuga não é desgraçada que nem no Uncharted 2. E em contrapartida, muitos momentos mais cinematografia do que jogo. É um jogo sólido, e tal. Agora terminei a trilogia inicial do PS3 (no PS4)

#37 Mass Effect – 27/02 – Eu não gostei do Mass Effect original na primeira vez que joguei. Na época, eu não era tão versado em inglês, nem sabia jogar shooters feito um ser humano normal (não que eu seja bom neles hoje). E na segunda vez, bem, os controles do jogo não me agradaram, tanto no PC com teclado e mouse, quanto com meu (finado) joypad de X360, os controles eram ruins. Talvez eu tenha me acostumado com os controles do 2 e 3? Talvez. Agora, pude aproveitar esse épico espacial na versão remasterizada da Legendary Edition, e antes de falar os positivos, os negativos: O controle do Mako (o veículo) não foi melhorado, continua uma bosta. E o criador de personagens é bem limitado, mas isso foi costume de jogos mais modernos e até mesmo o Mass Effect Andromeda. Dito isso, o universo de Mass Effect é fantástico, a narrativa, fascinante, e a jogabilidade foi melhorada, deixando como a do 2 e 3. E a escolha de Virmire? Salvei a Ashley.

#38 A New Dawn – 01/03 – Uma visual novel, onde você é um zé qualquer, que tá num navio e acaba encontrando a Dawn (sim, a Dawn do pokémon), aí conversa vai, conversa vem e vocês acabam fazendo coisas não cristãs. Pena que a arte dos sprites é all over the place e não tem imagens específicas das coisas não cristãs.

#39 Art of Fighting BOR Remix III – 01/03 – Contexto: Eu estava sem internet desde o dia anterior, então peguei alguns Open BOR que estavam salvos no HD externo. Esse aqui é um remake de Art of Fighting, reimaginando o jogo como um beat’em up. É decente, apesar de alguns clashes de sprites e possíveis softlocks que o jogo possui.

#40 Tomb Raider (2013) – 02/03 – Estou num cooldown após Mass Effect 1. Meu plano original era fazer os 3 jogos da Legendary Edition um após o outro, mas mudei de ideia por temer um burnout antes mesmo de chegar ao Andrômeda, então baixei Tomb Raider e o rejoguei.

Vou ser honesto, a mudança de controles pra uma pegada mais “Uncharted” foi uma boa decisão da Crystal Dynamics, porque se eu for 100% honesto, eu não era um grande fã dos controles da série original (por mais que eles tivessem evoluído, do primeiro jogo até o Underworld).

Dito isso, ainda é meu jogo favorito de 2013, mas tem algumas coisinhas que me parecem artificiais, no caso, as seções onde se você erra, morre.

#41 What Lies in the Multiverse – 03/03 – Um puzzle/platformer baseado na idéia de multiplos universos, na qual você, no papel de um garoto, segue um véi esquisitão com um chapéu ridículo. Cada uma das sete etapas principais do jogo possui um gimmick relativo ao universo alternativo da área, e você deve alternar dentre os dois para avançar no jogo.

Honestamente, não é um jogo difícil, e é divertido. O único defeito por assim dizer, é que ele tem umas mudanças bruscas de narrativa que te pegam desprevenido, do tipo, você tá num momento cômico e do nada BAM! Momento pesadíssimo.

#42 Motoroader MC – 05/03 – Porte moderno do jogo de PC Engine, parte da parceria da Ratalaika com a Extreme e a Shinyuden (detentoras dos jogos da Masaya), é um jogo simplista e caótico, que certamente é melhor em grupo do que individual. É o terceiro jogo de uma série. Dá pra divertir, mas os controles confundem a princípio.

#43 Special Squadron Cyberman – 06/03 – Um jogo de Super Sentai feito no Open BOR por um Brasileiro. Influenciado por Jetman, é uma boa diversão pra uma tarde, desde que você use vidas ou continues infinitos, porque os chefes são parada dura. Caso contrário, git gud.

#44 Broken Pipe – 07/03 – Broken Pipe é um puzzle simples e criativo, com uns minigames arcade like “escondidos”. É a prova de idiotas, tanto que platinei o jogo e tudo. Pra um jogo de 4 dólares, why not?

#45 Megadimension Neptunia V-II – 08/03 – É o quarto jogo da série Neptunia (e o último canonico lançado, descontando o remake V-IIR). Ele tem tudo o que você espera de um jogo da série Neptunia, meta-piadas, fanservice, condições absurdas pra fazer o true ending e uma jogabilidade bacana. O jogo é um tributo ao dreamcast.

#46 Abyss: The Wraiths of Eden – 10/03 – Meu primeiro jogo de objetos ocultos terminado no PS4 (até então, haviam sido todos no PC). Conta a história de uma mulher que vai atrás do marido desaparecido e acaba se deparando com um demônio antigo que deseja voltar ao mundo possuindo o marido dela.

#47 The Last Cube – 10/03 – Mais um puzzle pra lista dos terminados. The Last Cube é bem desafiante, basicamente você precisa ir do ponto A ao B das fases, colando adesivos no seu cubo e recolando eles em pontos específicos pra resolver os quebra-cabeças e avançar na fase, assim, reconstruindo seu mundo.

#48 Pretty Girls Four Kings Solitaire – 13/03 – O mais novo jogo da série Pretty Girls traz uma variante interessante e complicada de Solitaire, que é muito dependente do RNG das cartas.

#49 Dungeon Color – 15/03 – Eu estou ficando cansado de jogar tantos puzzles. Enfim, é um puzzle criativo, onde você precisa pegar cores para abrir portas. A princípio é simples, mas conforme avança-se no jogo, mais gimmicks vão sendo adicionados pra deixar as coisas mais complicadas.

#50 Koihime Enbu RyoRaiRai – 24/03 – Foi pra speedruns pra submissão pra um evento de caridade. É um bom jogo de luta.

#51 F1 2021 – 25/03 – Dá pra considerar que eu terminei, já que o jogo tem um modo história não tão Netflixiano quanto o do Grid Legends. Enfim, o jogo traz novas coisas que não testei no momento desse parágrafo (Aka simulação do treino livre, sistema de danos reformulado e outras coisas do modo carreira). Mas é F1 na Ego Engine, então é um jogo bacana.

#52 Golf Club Wasteland – 26/03 – É um jogo de golf num ambiente de plataforma. Deu merda na Terra e parte da humanidade (aquela lá com dinheiro) foi viver em Marte. Os endinheirados entediados usualmente voltam a Terra pra jogar Golfe nas ruínas do planeta. Nisso, você volta a Terra igualmente para jogar Golfe… mas será que é isso mesmo? É metade jogo e metade crise existencial. É divertido na parte de golfe.

#53 Dr. Sue: Love Teacher – 03/04 – Uma visual novel erótica sobre um rapaz que precisa trabalhar na auto confiança pra se dar bem com as mulheres. É Ok, até o final virar WHAT THE FUCK?

#54 Mokoko X – 04/04 – É um clone de QIX, bem parecido com Pretty Girls Panic!, mas ele até que tem uma histórinha envolvendo cada uma das garotas. No fim das contas é a mesma coisa.

#55 The Pizza Delivery Boy who Saved the World – 06/04 – Uma visual novel de comédia, sobre um entregador de pizzas que sempre se fode e todo mundo é cuzeiro com ele no trabalho. Nisso, um sujeito que alega ser ele, mas vindo do futuro, só piora as coisas.

#56 Cotton: Fantastic Night Dreams – 18/04 – O primeiro jogo da série Cotton. É um shooter bastante competente, apesar de que em comparação com os jogos posteriores ter a falha de usar o mesmo botão de tiro pra magia (O jogo da série pra SNES tem botão próprio pra magia e tem muitos elementos do primeiro jogo). É interessante, quero ver como o remake/remaster ficou.

#57 Bleach: Brave Souls – 18/04 – Terminei a campanha principal do jogo, que cobre até a saga dos Fullbringers. É um misto de light beat’em up com elementos de RPG e é claro, gacha. Tem bastante conteúdo pra um gacha, mas isso são os benefícios de estar há mais de 6 anos nos celulares.

#58 Life Changes for Keeley – 21/04 – A continuação da cena pós créditos de Coming to Grips with Christine, onde Keeley descobre que seu marido havia a traído. É uma visual novel bacana, competente, como as coisas que a Tlaero produz. Yep, tem sexo e dois protagonistas pra se escolher, cada um com duas rotas.

#59 Metal Tales: Overkill – 26/04 – É um remaster de Metal Tales: Fury of the Guitar Gods, um rogue-like lançado para PC em 2016. A nova versão tem alguns upgrades novos, mas fora isso, é o mesmo jogo. Ele funciona como um twin-sticker shooter, ande com um analógico, mire com o outro. Tive sorte com uma run porque consegui no começo o upgrade de músculo, que deixou meus tiros super fortes e a guitarra que dá uma saraivada de tiros uma fase depois. Aí basicamente os bosses das fases 3 a 5 foram minhas bitches porque alguns tiros matavam o boss.

#60 Dandy & Randy DX – 29/04 – Jogo de ação/puzzle a la Goof Troop, feito pelo mesmo criador de Dreaming Sarah. É um jogo bem feitinho, divertido, mas tem um bug na quinta fase, se você morrer pro boss, não pode pegar o atalho pra área do boss, ou vai ser impedido de voltar após a luta.

#61 Cannon Spike – 01/05 – É um shooter da Capcom desenvolvido pela Psikyo, com alguns personagens da Capcom, mais personagens originais. Tem elementos de beat’em up, mas a visão é de cima. É um porte de arcade pro Dreamcast, e curtíssimo, mas muito divertido.

#62 Karous – 03/05 – Karous tem a honra de ser o último jogo oficialmente lançado para o Dreamcast, em 2007, é um Bullet Hell, como basicamente a maior parte dos últimos lançamentos do DC, era um porte da Naomi. O modo easy tem 3 fases, e a história tem mistura de Non-sense com vingança. E agora que entendi que Karous é basicamente Crows.

#63 Twinkle Star Sprites – 04/05 – Jogo de Arcade que recebeu versões pra Saturn, Dreamcast e PS2 (essa sendo desbloqueável na continuação Twinkle Star Sprites Petite Princesse), é uma mistura de shooter e puzzle, com as tretas sendo resolvidas em duelos entre dois oponentes, que destroem inimigos pra jogar “lixo” no lado adversário, lixo esse que causa dano na barra de vida. E claro, nas versões de Saturn/Dreamcast/PS2, você pode tirar o Slowdown da versão original de Neo-Geo, o que deixa o jogo MAIS DIFÍCIL. Foi o que eu fiz. E que dor de cabeça que me deu pra terminar.

#64 Fighting Vipers 2 – 05/05 – Eu tenho uma frustração enorme de nunca ter conseguido terminar o primeiro Fighting Vipers no PS3, mas agora, no Dreamcast, consegui terminar o outro jogo da série. É um jogo de luta na mesma pegada de Virtua Fighter, mas bem mais veloz (quem conhece VF sabe que é cadenciado).

#65 The Last Show of Mr. Chardish – 10/05 – Um Walking Simulator/Puzzle onde a gente navega pelas memórias de um teatro e revive as peças de um falecido diretor e amigo da protagonista. É uma experiência diferente, criativa e relativamente curta.

#66 Cotton Fantasy – 10/05 – O mais recente shooter da série Cotton, e o primeiro Cotton original em 20 anos. É um excelente jogo com uma boa trilha sonora, mas infelizmente as seções por trás não são rail shooter regular, apenas uma etapa de bônus. O jogo faz callbacks pra outros jogos da série, como Cotton 2 e Cotton 100%.

#67 Alice: Behind the Mirror – 16/05 – É um adventure de objetos ocultos, baseado obviamente nas aventuras de Alice no País das Maravilhas, Alice é chamada de volta pro País das Maravilhas e tem que resolver uma treta com um dragão e tal.

Basicamente, as cenas de objetos ocultos são a parte difícil e os puzzles são fáceis. A melhor parte do jogo são as curiosidades sobre a obra e o autor Lewis Carroll.

#68 Sakura Succubus – 17/05 – Eu ganhei um sorteio de crédito no Steam (na época em que escrevo isso), e comprei alguns jogos em promoção, logo resolvi completar os Sakura Succubus que possuo.

É a típica história erótica com comédia do Winged Cloud, e eu queria ter resistido a baixar o patch com as cenas adultas, mas porra, a Marina é uma waifu chocolate, então falhei nessa missão e vi as cenas de sexo. Não me arrependi.

#69 Sakura Succubus 3 – 17/05 – Dos quatro jogos da série que joguei, é talvez o mais tenso, porque ele lida com o fato de Hiroki ser prisioneiro de Yue (que é a verdadeira identidade de sua ex-namorada Yukie), princesa regente do Reino das Succubus e ela pretende manter o Hiroki lá pra sempre. A série é talvez a mais bem escrita dentre a franquia Sakura. Joguei a versão SFW pra não parar pra… Enfim.

#70 Mountain Crime Requital – 18/05 – Um adventure de objetos ocultos, que na melhor das possibilidades, medíocre. Não recomendo. Ah, o roteiro? Você é um médico, chamado a atender um cara no hotel, só que as pessoas que estão no hotel começam a morrer, e no final o culpado é seu irmão gêmeo que você não lembrava e você acaba preso no final.

#71 Sakura Succubus 5 – 19/05 – A Essa altura você deve estar se perguntando por quê terminei apenas os episódios ímpares de Sakura Succubus, a razão é porque eu tinha terminado o 2 e o 4 no Playstation 4 ano passado. Novamente, ressaltando, a sub-série Succubus é a mais bem escrita da franquia Sakura. Dessa vez, Hiroki tem a chance de passar duas semanas de férias na Europa, graças ao convite feito por Hifumi, uma de suas companheiras succubi. Nisso, ele vai pra lá com Hazel (que tem um torneio a disputar na nação de Astoria) e Marina (que está a negócios). Nisso, ele passa o tempo no castelo da princesa de Astoria e coisas acontecem, com a possibilidade de mais duas succubi a serem adicionadas no harém. Termina num cliffhanger.

#72 The Emerald Maiden: Symphony of Dreams – 20/05 – Um adventure de objetos ocultos da Artifex Mundi, o que significa, qualidade. Estamos no papel de uma jovem que cresceu sem os pais, e é levada a um local submarino pois lá haveriam pistas sobre sua família. Ele lembra um pouco (e tem musicas em comum) Abyss: The Wraiths of Eden, e me parece que pode existir uma conexão entre os dois, mas posso estar tirando as coisas do cu aqui.

#73 Skyland: Heart of the Mountain – 21/05 – Outro adventure de objetos ocultos da Artifex. O que posso fazer, se é um gênero que gosto e tem muitos jogos em promoção no Steam? Aqui, temos que deter um maníaco que por alguma razão está usando drones mágicos pra cristalizar as pessoas.

#74 Romance with Chocolate – Hidden Objects – 22/05 – Mais um jogo de objetos ocultos. E esse aqui é hilário pelos motivos errados.Ele é basicamente um punhado de puzzles de objetos ocultos e quebra-cabeças, unidos por um roteiro que até daria pra fazer algo, se a execução do dito roteiro não fosse risível, porque pros personagens principais, são atores de verdade e as poses deles não condizem muitas vezes com os diálogos, e é mais hilário do que é ruim. Foi uns 2 reais, não vou reclamar, porque eu não conseguia parar de rir das poucas cenas.

#75 Cummy Bender – 23/05 – Esse jogo apareceu na lista do ano passado, mas na época, só havia a versão 0.3 disponível ao público, recentemente (da data deste parágrafo, 23/05, e não tão recente assim, já que foi em março), saiu a versão 0.6 que adicionou a rota Harém ao jogo, que adiciona três outras personagens com cenas eróticas, além de Korra e Asami, e é basicamente um jogo de gato e rato com administração de tempo e buscas. Foi divertido.

#76 Kosmonavtes: Escape Reality – 23/05 – É um adventure de objetos ocultos (mais ou menos) bem simplista. Não chega a ser um jogo ruim, exceto pela tradução que é MUITO google translate. Foi uns trocados no Steam, e tipo, só mostra a inexperiência do time.

O roteiro? Dois irmãos que desejam ser astronautas precisam chegar ao acampamento de treinos ou algo do tipo.

#77 Mythic Wonders: The Philosopher’s Stone – 23/05 – 3 jogos em um dia? O que é isso? Sancini pirou? Pois é. Mais um adventure de objetos ocultos, da Artifex (promoção boa do Steam que tava), e esse aqui é bastante sólido, e eu até mesmo usei de lógica pra resolver alguns dos puzzles, quem diria.

Dessa vez, temos a história de uma mulher que vai atrás de seu tio desaparecido que tava numa pesquisa que levaria a outras dimensões. O plot twist é manjado, mas o jogo é bom.

#78 My Cute Succubus – 24/05 – Se você quer um match-3 com hentão, vá jogar Hunie Pop, se quer Match-3 com historinha, jogue Kotodama. Perda de tempo.

#79 Sex Adventures – Mile High Club – 25/05 – Visual novel genérica curta, de duas aeromoças, que devido ao atraso de um voo, decidem brincar no avião. Faltou revisão do texto antes de lançar, mas pelo menos não é como os milhões de jogos boçais clones um do outro engana trouxa que tem no steam.

#80 Tibetan Quest: Beyond the World’s End – 25/05 – Outro jogo adventure de objetos ocultos laiá, laiá, laiá. Dessa vez, um que eu não tinha terminado na versão pipipitchu ano passado por conta de um bug. Mas enfim, basicamente, resolva puzzles pra salvar sua sobrinha das garras de um filho da puta que quer imortalidade.

#81 Les Misérables: Cosette’s Fate – 26/05 – Adaptação de “Os Miseráveis”, de Victor Hugo, no formato de Adventure de Objetos Ocultos. Esse é bem mediano, como o de Alice que citei mais acima. Tava em promoção, peguei. E assim como o de Alice, você encontra algumas curiosidades sobre a obra e o autor.

#82 Night Mysteries: The Amphora Prisoner – 26/05 – Blá blá blá, adventure objetos ocultos, mediano. Pipipi popopó. A história? Uma mulher em Portugal perde o navio pras Americas, a gota d’água no azar. Pra completar, ela até consegue uma carona, mas o navio é atacado por fantasmas de uma ânfora, que aprisiona os tripulantes, e temos que resolver a treta.

#83 Hentai Girls – Neko Pastry – 25/05 – Visual novel genérica curta, de duas meninas gato, que foram adotadas por um confeiteiro e trabalham numa confeitaria. Rolam coisas, e é basicamente a versão de 1,99 de Nekopara. Dos mesmos criadores de “Sex Adventures – Mile High Club”, igualmente feito na Tyrano Builder.

#84 Princess Isabela: Rise of an Heir – 27/05 – Mais um adventure de objetos ocultos, a lista do ano passado tinha bastante, e eu esperava que esse ano tivesse menos, já que eu não tenho tanta vontade de voltar pra maioria daqueles jogos que terminei, mas como eu ganhei aqueles 50 dólares em créditos do Steam, acabei comprando bastante coisa. Enfim, aqui jogamos com uma garota, que com a ajuda de suas fadas madrinhas, deve derrotar uma bruxa que mantém sua mãe prisioneira. Bem básico da Artifex, não possui puzzles difíceis.

#85 Arcade Spirits: The New Challengers – 28/05 – Visual novel para a longa lista de séries que o Sancini começa pelo número 2. Apesar disso, conhecimento sobre o jogo prévio é desnecessário (ainda que ter jogado Arcade Spirits ajude a entender partes da lore), podendo ser aproveitado sozinho.

Basicamente temos uma história passada no ano de 20XX, num universo alternativo onde os arcades nunca foram embora, e convivem com consoles, portáteis e PC de boas. E em meio a essa cultura, estamos no papel de uma pessoa que quer entrar pra uma equipe de Fist of Disconfort 2, um popular jogo de luta. Tenho muita coisa pra elogiar, primeiro, você pode customizar o seu personagem e a maneira com a qual você lida com as escolhas durante o mesmo, seja com indicadores óbvios ou sem eles.

A apresentação audiovisual ajuda, com a parte da interface de usuário, trilha e dublagem. Trabalho bom que merece ser recompensado.

#86 Deadly Association – 30/05 – Adventure de objetos ocultos bem básico no qual temos que investigar um assassinato que se transforma em outros dois, que levam a uma história que aconteceu no passado. Descartável, não ruim, só esquecível.

#87 Sakura Succubus 5 (PS4) – 30/05 – Copi-cola da entrada de PC, porque agora joguei a versão de consoles: a sub-série Succubus é a mais bem escrita da franquia Sakura. Dessa vez, Hiroki tem a chance de passar duas semanas de férias na Europa, graças ao convite feito por Hifumi, uma de suas companheiras succubi.

Nisso, ele vai pra lá com Hazel (que tem um torneio a disputar na nação de Astoria) e Marina (que está a negócios). Nisso, ele passa o tempo no castelo da princesa de Astoria e coisas acontecem, com a possibilidade de mais duas succubi a serem adicionadas no harém. Termina num cliffhanger.

#88 The Skylia Prophecy – 01/06 – Imagine se misturassem os Wonder Boys de exploração com o VOCÊ MORREU de Dark Souls. O resultado seria The Skylia Prophecy, o jogo tinha potencial pra ser excelente, mas tropeça em muitas falhas, tanto que se você olhar na versão de PC, as análises do Steam não são tão favoráveis. E dá pra entender, tem erros gráficos, o sistema de checkpoints de save (que eu não tenho nada contra o conceito) não é bem distribuído, seus status não significam muito, você só pode carregar um ítem de cura e um de MP, e caralho, TU NÃO PODE ATACAR ABAIXADO. Sem contar que não adianta nada você ser gente boa e fazer 100% das missões, o final vai ser o mesmo.

#89 Vampire Legends: The True Story of Kisilova – 02/06 – Misteriosos acontecimentos assolam uma cidadezinha pequena da Austria, moradores dela tem morrido por conta de ataques misteriosos que podem ser de um vampiro. (E são). É um adventure de objetos ocultos da Artifex, é basicamente batata falar sobre eles, mas a maioria dos puzzles é simples, alguns precisam de melhor explicação.

#90 Lonely Catgirl is the Purrfect Pussy – 03/06 – Você encontra uma menina gato e muitas coisas acontecem. É um eroge que tava no meu PC a um tempão e tal, da Norn/Miel. Então, sabe como é, roteiro raso feito pires e mesmos fetiches de sempre.

#91 Queen’s Quest: Tower of Darkness – 03/06 – Você é uma princesa, que teve sua filha sequestrada por um feiticeiro que ajudara seu marido a se tornar um príncipe. É um adventure de objetos ocultos da Artifex, e o primeiro da série Queen’s Quest.

#92 Onechanbara Z2 Chaos – 03/06 – Resolvi voltar a fazer speedruns do jogo, então precisei derustar o jogo, o que significa, a primeira vez em mais de um ano que toco no mesmo. É um bom hack’n slash, com uma história idiota… Esperado da série.

#93 Dark Heritage: Guardians of Hope – 04/06 – Seu mentor desapareceu em meio a pesquisas sobre a Pedra Filosofal. Essas pesquisas levam você a uma ilha, que se tornou desabitada devido a um homem maligno que causou mal pra caralho a população, matando o mestre anterior da ilha e tocando o terror. É mais um adventure de objetos ocultos, não vou explicar pela milésima vez como o gênero funciona.

#94 G-Darius HD – 06/06 – Clássico de navinhas dos tempos de PS1, remasterizado em alta definição. A franquia Darius foi um dos pilares da era de ouro dos shooters, junto com Gradius, da Konami e R-Type da Irem. Gradius tinha o seu sistema de Options, e power-ups, R-Type tinha o tiro carregado, e Darius… Darius tinha a cabine do original que usa TRÊS MONITORES (Recomendo jogar a versão de Arcade numa SmarTV de mais de 40º, se jogar a versão emulada. Compensa a redução do emulador.)

Além de ser multi-monitor, o Darius original tinha chefes gigantescos e você podia capturar os inimigos com uma pokébola. Talvez não seja uma Pokébola, enfim. E G-Darius eleva isso, com chefes gigantenormes (É, o G de G-Darius não é de Geovane), e caramba, como a versão de PS1 facilitou as coisas, porque apesar de eu ter conseguido terminar a primeira fase do G-Darius sem perder vida, o resto do jogo é casca grossa.

Obrigado pelos continues infinitos. Enfim, o pacote de G-Darius contem a versão original do fliperama, a revisão, intitulada G-Darius ver. 2, que rebalanceia algumas boss fights e adiciona o modo Beginner (que permite começar duas fases adiante e com power-ups), além das versões remasterizadas dos dois jogos, com os gráficos em alta definição, e além delas, o jogo contém a versão de PS1 do jogo.

#95 Demon Hunter: Chronicles from Beyond – 07/06 – Ano passado eu terminei Demon Hunter 2: A New Chapter que tava de graça nos jogos do Prime, dessa vez, esse aqui eu peguei por 1,99 no Steam. Pra surpresa de ninguém, as histórias dos jogos não são tão conectadas quanto as da série Mystery Trackers. Anyway, você está no papel de uma jovem que não sabe sobre sua origem, e deve investigar a morte de seu pai adotivo. É um jogo de Objetos Ocultos relativamente fácil, exceto o último puzzle, que odeio o tipo.

#96 Nickelodeon All-Star Brawl – 07/06 – Lembra no anuncio desse jogo, quando as pessoas levaram Nick ASB a sério? Pois é. Esse aqui é a definição de genérico corporativo, porque o jogo parece sem alma, sem muitos modos e totalmente sem graça. Dos clones de smash que joguei na vida (foram poucos, eu sei), figura entre os mais medíocres. Patético.

#97 Time Mysteries: Inheritance – Remastered – 08/06 – Você tem que procurar seu pai que foi sequestrado por um homem misterioso, e nisso, viaja pelo tempo resolvendo puzzles. Eu honestamente fiquei perdido na trama porque parece uma colcha de retalhos mal conectada.

#98 Street Fighter II: The World Warrior – 09/06 – Acho que é a primeira vez que termino o Street Fighter II ORIGINAL de Arcade, porque todas as vezes que terminei SF II foram outras revisões, como a Champion Edition, Turbo, Super, Super Turbo, Hyper, mas não a original. Não lembro se terminei o World Warrior no SNES, talvez.

#99 Time Mysteries 2: The Ancient Spectres – 10/06 – Única conexão com o jogo anterior é basicamente a família Ambrose, e o Merlim, mas mesmo o Merlim não é o mesmo do jogo anterior. Dessa vez, temos que… Cara, a verdade é que somos atraídos pra uma armadilha, por uma vilã que possui o nome bem parecido com a protagonista do primeiro jogo, mas não se parece com ela nem nada. Yada yada objetos ocultos.

#100 Queen’s Quest 3: The End of Dawn – 11/06 – Centésimo jogo terminado em 2021, yay! Curiosamente, terminado no mesmo dia em que terminei o 100º jogo em 2021. Isso foi coincidência.

A essa altura, já estou conformado que as “continuações” dos jogos da Artifex não tem conexão alguma a não ser o nome. Uma pena. Você joga no papel de uma jovem que precisa salvar a academia de alquimia da ameaça de um dragão ancestral. O que posso dizer é que o plot twist do jogo é previsível.

#101 Queen’s Quest 4: Sacred Truce – 12/06 – Precisamos evitar a guerra entre humanos e elfos, e pra isso, investigações precisam ser feitas. Esse aqui tem menos a ver com os Queen Quests anteriores. Já to acostumado.

#102 Queen’s Quest 5: Symphony of Death – 13/06 – Por parível que incresça, esse é a continuação direta de Queen’s Quest 2, que eu terminei no ano passado. Se passa um tempo depois dos eventos daquele jogo. Crianças tem sido sequestradas e uma estranha criatura é tida como culpada.

Podemos dizer que o plot twist do jogo é previsível (spoilers, é basicamente a ex-Rainha vilã de Queen’s Quest 2 disfarçada de médica que tá usando a Flauta pra controlar um jovem que sofre da maldição de Lobisomem). O jogo tem um bom pacing, mas o mais curioso é que o duelo final é um minigame rítmico e fazer isso no touchpad do notebook é horrível.

#103 Chronicles of Magic: Divided Kingdoms – 13/06 – Depois de tretas reais entre dois reinos governados por irmãos, o filho de uma mulher aparentemente c0mum é sequestrado por um membro do Black Kingdom. E agora, temos que ir resgatar e resolver essa treta. Mais um jogo de objetos ocultos e tal.

#104 – Shing! – 14/06 – É um beat’em up razoavelmente decente, aparentemente inspirado por Sengoku 3. O quão inspirado? O jogo parece durar pra sempre com fases de dezesseis horas de duração. Questão de cutscenes/lore do jogo é o ponto fraco, mesmo pra um beat’em up.

#105 Enigmatis: The Ghosts of Maple Creek – 15/06 – Temos que resgatar uma garota desaparecida em uma cidade. Só que a cidade tem uma espécie de culto estranho, ligada a Igreja. É o único jogo da Artifex que está na PS Plus Extra, então hey ho. Jogo de Objetos ocultos e tal. Termina num cliffhanger.

#106 Put in – 17/06 – Não, não tem nada a ver com o presidente da Russia. É basicamente um clone de pipe mania, com a insinuação de sexo oral representada por bananas, pepinos e candy canes… Que são substituídas por pintos quando você remove a censura. Bem boçal, mas foi 1 real no steam.

 

#107 Yuletide Legends: Who framed Santa Claus? – 17/06 – Mais um Adventure de objetos ocultos da Artifex Mundi, aqui, estamos no papel de uma detetive especializada em casos natalinos (WAT?), e temos que inocentar o papai noel de um crime, para salvar o Natal (duplo WAT?), e no fim das contas, o primeiro plot twist é previsível, que o dono do shopping que acusou o Papai Noel foi justamente o responsável pelo crime, só que quando achamos que tudo foi resolvido, descobrimos que tudo era parte de um plot de uma vilã que não havia sido apresentada em NENHUM MOMENTO (triplo WAT?).

#108 Portal of Evil: Stolen Runes – 18/06 – Um adventure de objetos ocultos decente que não é da Artifex, dessa vez, temos que encontrar selos para impedir que uma horda de demônios invada o mundo e pans. Termina que o vilão acaba escapando.

#109 Sea Legends: Phantasmal Light – 19/06 – Um adventure de objetos ocultos ruim. É tudo o que você precisa saber. O sistema de dicas é meio falho, detecção de colisão nos puzzles de objetos ocultos meio ruim. Resgatar marido, resolvir maldição etc etc.

#110 Mysteries of the Undead: The Cursed Island – 20/06 – Ganhei esse jogo de aniversário. E ele não chega a ser ruim, ruim como Sea Legends, mas não é bom como o Portal of Evil. E sim, é um adventure de objetos ocultos, eu to praticamente zerando meu backlog do gênero no steam.

O problema desse jogo? As hitboxes são duvidosas, não há tantos puzzles, e um deles não dá pra completar, por causa de um bug.

#111 9 Clues 2: The Ward – 20/06 – Outro jogo da Artifex Mundi, dessa vez, estamos investigando um hospício, onde um incêndio ocorrera 2 anos atrás e alguém está fazendo coisas com pessoas que supostamente estavam envolvidas. É possivelmente um dos mais fáceis da Artifex, puzzles fáceis e tals.

#112 Lost Grimoires 2: Shard of Mystery – 21/06 – Ano passado eu havia terminado Lost Grimoires 3: The Forgotten Well, e por algum motivo, achei que tinha terminado o segundo, mas não terminei. Bem, basicamente temos que salvar o filho do falecido rei, yada yada coroação, bruxa yada yada.

#113 Questerium: Sinister Trinity HD – 21/06 – Mais um jogo de Adventure com Objetos Ocultos. Não é da Artifex, e é um cadinho falho aqui e ali, mas o sistema de dicas funciona bem, mas uns puzzles não são tão intuitivos. Não consigo odiar o jogo, por conta das cutscenes bregas com atores de verdade.

Basicamente, temos que deter um cientista maluco que fez merda na cidade em pesquisas de um meteorito que causa radiação. Coisa a lembrar: O conteúdo extra (uma história após o jogo) é bugado e não vale a pena.

#114 Beauty and the Beast – 22/06 – Certamente um dos piores adventures de objetos ocultos. Apresentação péssima, HOP’s péssimos, nada se salva nessa batida de trem. Baseado no conto da Bela e a Fera, mas não tem nada de adventure. São só sequências de objetos ocultos.

#115 Black Viper: Sophia’s Fate – 23/06 – Uma ideia que em teoria seria excelente (um adventure de objetos ocultos com uma agente de dia e ladra a noite), mas é um dos jogos mais contra intuitivos do gênero, metade do tempo as dicas não funcionam. Evite.

#116 Hotshot Racing – 23/06 – Jogo de corrida feito pela Sumo Digital, provavelmente na mesma engine do Outrun 2/2006 e os jogos de corrida do Sonic. É decente, apesar do péssimo drift e poucas pistas.

#117 Enigmatis 2: The Mists of Ravenwood – 24/06 – Esse jogo se passa depois do original, a detetive continua na busca do Pregador Demoníaco, o assassino de Maple Creek, e a pista que pode o levar até ele está em misteriosos desaparecimentos em Ravenwood.

#118 Mexicana: Deadly Holiday – 24/06 – Uma boa ideia, um adventure de objetos ocultos com a temática do Dia dos Mortos, mas uma execução falha. Aqui somos uma jovem que viajou com seu namorado pra conhecer o feriado de Dia dos Mortos no México, mas ele desapareceu e temos que investigar.

#119 Kronville: Stolen Dreams – 25/06 – Ele tava no mesmo bundle da Alawar que continha o Mexicana: Deadly Holiday. Dessa vez, fazemos o papel de uma psicóloga que precisa salvar as crianças desaparecidas. O duplo twist é até decente, mas inconclusivo. Não sei se é meu PC merda, mas do nada, no meio do jogo, a dublagem dele sumiu.

#120 Panopticon: Path of Reflections – 26/06 – Começo a perceber um padrão nos jogos da Alawar, basicamente, trocas rápidas de cenário nos jogos. Você não fica tanto tempo da trama em um ponto, e vai para outro totalmente não relacionado. Um mágico e sua assistente, uma antiga namorada sua desapareceram após um show.

#121 Pocky & Rocky Reshrined – 26/06 – Remake que não é tão remake assim de Pocky & Rocky. É um shooter multi-direcional bem bonito e difícil.

Assim como os outros jogos da Tango Project, traz novo conteúdo a um clássico do SNES, dessa vez com 3 novos personagens, cada um funcionando de maneira diferente, pena que o modo história só permite jogar com dois desses personagens novos, um desses personagens, só no Free Mode.

#122 Cruel Games: Red Riding Hood – 27/06 – Você está no papel de uma versão moderna da Chapeuzinho Vermelho. Seu namorado aparentemente foi sequestrado por um louco homicida chamado Storyteller e você precisa resgatá-lo antes que seja tarde demais. É passável, nada demais. Não tem falhas como outros jogos do bundle que adquiri.

#123 A Pinch of Magic – 27/06 – Uma visual novel curta, de uma menina que volta após anos fora da cidade e tem que reviver o café da avó que está a beira da falência. Ah sim, a menina sabe fazer mágica. Aliás, não é uma menina, porque você pode escolher o personagem. Enfim.

#124 Aladin and the Enchanted Lamp: The 1001 Nights – 28/06 – Um adventure de Objetos ocultos inspirado na história de Aladin, mas não tão copiado na cara do filme da Disney. Não é ruim, mas não é prioridade pra quem curte o gênero. Eu to só limpando backlog do steam.

#125 Blake and Mortimer: The Curse of the Thirty Denarii – 28/06 – Aqui, a história é bastante confusa e eu não entendi direito a narrativa, mas o destaque desse adventure de objetos ocultos mediano, na mesma pegada (e da mesma empresa) que o do Alladin acima, é que algumas cutscenes são no estilo quadrinhos. Novamente, limpando backlog do steam.

#126 Around the World in 80 Days – 28/06 – Adaptação do livro de Julio Verne em formato de Adventure de objetos ocultos. Mesma coisa dos outros dois jogos acima.

#127 The Lake House: Children of Silence – 28/06 – O último jogo do 6-in-1 Bundle que adquiri nessa summer sale do Steam, que vale jogar a pena, porque Elementar, my dear majesty é bem sem graça. Enfim, dessa vez, temos que resolver uma treta numa cidade fantasma, que está ligada ao passado de seu personagem, sua noiva e o irmão dela, que teria falecido quinze anos atrás.

#128 Alice in Wonderland: The Incredible Adventure – 29/06 – Aventura não tão incrível assim, é um jogo da mesma linha de Around the World in 80 Days, Blake and Mortimer e Alladin and the Enchanted Lamp, bem mediano. Baseado no Alice no Pais das Maravilhas.

#129 Celeste – 30/06 – De tanto que o pessoal falou de Celeste, o jogo deveria ser a segunda vinda de Jesus. Depois de terminar, chego a conclusão que prefiro ver speedruns de Celeste do que jogar ele de verdade. É bem feitinho, mas não me capturou. Terminei com o cheat de invencibilidade, e não me envergonho disso.

#130 Mind Snares: Alice’s Journey – 01/07 – Acho que o único dos jogos que possuo da Artifex Mundi que não tinha terminado. É competente, mas o final é bem bosta. Basicamente, no papel da dona de uma livraria bem sucedida, ela relembra os fatos que fizeram com que ela de fato decidisse ir atrás dos sonhos.

#131 Les Misérables: Jean Valjean – 01/07 – Da mesma equipe do “Les Misérables: Cosette’s Fate”, só que do ponto de vista do Jean Valjean. É ok, nada demais.

#132 Lost Words: Beyond the Page – 01/07 – É um platformer/puzzle sobre uma menina que precisa lidar com a morte e a depressão, e é contada em duas partes, uma, com a narrativa/platforming da vida da menina, e a outra, quase como um reflexo, é o core platforming/puzzle da história que ela está escrevendo. Decente, mas eu não jogaria se não estivesse na Plus.

#133 Enigmatis 3: The Shadow of Karkhala – 02/07 – A conclusão da trilogia Enigmatis, e na minha opinião, o mais fraquinho dos três. Talvez porque o final seja bosta. A perseguição ao pregador leva a nossa detetive e ao detetive Hamilton a um local distante nas montanhas, onde o Pregador, um dos doze ceifeiros de Asmodeus, pretende trazer de volta o mesmo e se inicia uma corrida contra o tempo.

#134 20.000 Leagues Under The Sea – Captain Nemo – 05/07 – Baseado no 20000 Léguas Submarinas, dos mesmos criadores de Alladin and the Enchanted Lamp, Around the World in 80 days. Bem basico, mediano.

#135 Theatre Of The Absurd – 05/07 – Um adventure de objetos ocultos dos mesmos criadores da trilogia Empress of the Deep, mas não tão bom quanto esses. A história (uma mulher que precisa salvar uma garotinha de ser possuída por um demônio) é confusa e o final não faz sentido, sem contar que a história bonus dá gancho pra uma continuação. Além de tudo, o jogo tem um bug que pode dar softlock e a única maneira de prosseguir, é reiniciando a partida inteira (criando um save novo).

#136 Ms. Holmes: The Adventure of the McKirk Ritual – 06/07 – No momento em que escrevo isso, meu PS4 está meio morto, com super aquecimento, então to jogando coisas no PC. E como meu backlog de HOP Games do steam está vazio e não acho um local pra baixar o Empress of the Deep 3, resolvi baixar alguns outros HOP’s aleatórios. Esse aqui é estrelado por uma descendente de Sherlock Holmes e precisa solucionar o crime de um fantasma. A reviravolta do jogo não faz tanto sentido e algumas coisas são deixadas pra lá cedo demais.

#137 Paranormal Files: Ghost Chapter – 08/07 – Outro HOP, e uma coisa que me espanta nas séries que a Big Fish publica, é que os jogos se relacionam uns com os outros não somente em nome como os jogos da Artifex, mas em questão de personagens e até mesmo eventos. Aqui, temos que investigar uma mansão onde tretas misteriosas aconteceram muitos anos atrás e que podem estar relacionadas com o sumiço de um colega nosso. É bem sólido apesar de não ter tantos puzzles de caça objetos, é muito bom. Termina num gancho e tal.

#138 Soul Falchion – 11/07 – Jogo de luta do Game Boy Color da Vast Fame, produtora taiwanesa responsável pela série Zook Hero (um clone de Mega Man), e pelo infame pirata de Game Boy, KOF 97 (que é basicamente o KOF 96 + personagens do KOF 97), usa a mesma engine do KOF, mas lembra mais Last Blade e Samurai Spirits. É um bom jogo, e funciona como os KOF de Game Boy.

#139 Princess Isabela: A Witch’s Curse – 13/07 – Um adventure de objetos ocultos que não é muito intuitivo na minha opinião. A história? Estamos no papel de uma princesa e devemos derrotar uma bruxa que amaldiçoou o castelo onde vivemos. O problema é que nem sempre a dica do jogo vai levar ao próximo ponto.

#140 Sakura Succubus VI – 14/07 – O mais recente jogo da série Sakura Succubus, continuando de onde Sakura Succubus V parou. Dessa vez, lidamos com o final da viagem de Hiroki e suas succubi a distante Astoria, suas novas adições ao Harém (Stephania e Elizabeth) e seu retorno ao lar, além é claro de lidar com a relação dele com Hifumi, Marina, Hazel E Stephania se tornar algo público. Ainda que Sakura Succubus 2 continue sendo o melhor, pelo menos é consistente e não termina num gancho como o 1 ou o 5.

#141 Arcade Spirits – 15/07 – Meses depois de ter zerado a continuação, resolvi jogar o Arcade Spirits original, e enquanto que a continuação mostra que a equipe de desenvolvimento melhorou em questão de conhecimento da Ren’py (a continuação é melhor programada), o Arcade Spirits original oferece personagens melhores a se romancear, ao menos no lado feminino.

Mas enfim, aqui nós nos tornamos meio que o gerente de um fliperama, num universo alternativo onde o Crash do mercado americano não aconteceu em 1983, e os Fliperamas coexistem com PC e consoles. E estamos no papel de um jovem (ou uma jovem se você jogar com personagem feminina) que não possui muita esperança no futuro, vivia de um emprego merda ao outro, até que com a ajuda de uma IA, você consegue o emprego no fliperama.

#142 Arcade Spirits: The New Challengers (PC) – 17/07 – Só o listo aqui porque o joguei logo em seguida no PC, com meu save do primeiro jogo importado, então foi bem bacana ver as minhas decisões daquele jogo aparecendo aqui, como o fato de que o protagonista do jogo anterior é o companheiro da QueenBee e tal.

Talvez eu faça um playthrough com o mesmo sobrenome do protagonista do jogo anterior pra ver se algo diferente acontece. Spoilers pós 17/07: Sim, acontece. Se usar o sobrenome do protagonista, o protagonista do jogo anterior é nosso primo.

#143 Otoko Cross: Pretty Boys Klondlike Solitaire – 20/07 – É paciência, então é simples de se entender, e menos longo que o Mahjong Solitaire. Mas o RNG das partidas no Hard é uma puta paga, e custa caro (a puta, não o jogo).

#144 Secret Summer – 21/07 – O seu pai é um filho da puta escroto do caralho e lhe forçou um acordo de continuar pagando as finanças de sua ex-mulher e filhas (também conhecidas como sua mãe e irmãs) caso você trabalhe na empresa dele. Uma oportunidade de negócios surge então, que o deixaria perto da sua família, e tomando isso como desculpa para se reconectar com elas, você decide arriscar.

No geral, apesar do final apressado (tanto é que um epílogo foi lançado separadamente) é uma boa visual novel, com personagens carismáticas. E é sempre bom ter possibilidade de Harem Ending.

#145 Fukou na Kaa-san to Shiawase Love Love Seikatsu – 22/07 – É uma visual novel erótica. Seu pai, um filho da puta escroto do caralho que provavelmente agredia a sua mãe e a traumatizava psicologicamente, enquanto você estava na universidade, a enganou para ficar com a antiga casa dela, e assinar os papéis de divórcio, antes de fugir com uma possivel amante. Ele deixou ela com o psicológico abalado e um trauma profundo, e agora você tem que cuidar dela. E obviamente como estamos falando de Japão, sua mãe é uma milf e a parada evolui para uma relação entre vocês dois. É decente.

#146 Pretty Girls Breakout! PLUS – 23/07 – Uma versão revisada e melhorada de Pretty Girls Breakout! Agora você tem um modo endless como fator replay, escolha da velocidade inicial da bola e novos power-up’s. No geral, uma experiência melhor que o Pretty Girls Breakout! original. E sim, é um clone de breakout, mas é um bom clone.

#147 Melody – 25/07 – Uma visual novel sobre você, um músico experiente, que após um término de relacionamento, aceita o papel de tutoriar musicalmente uma jovem que passou por alguns problemas, nisso, a conhecendo, você a guia rumo a carreira musical e a um relacionamento. É bem longa e muito bem feita.

#148 Bounce Paradise – 26/07 – É um remake de Beach Bounce, uma visual novel do Dharker Studio, que conta a história de um rapaz que tem que trabalhar no resort de sua avó, que tirou um tempo para cuidar da saúde. Aí você pode, no meio do caminho, acabar arrumando um ou mais romances.

Apesar dele ter pacing melhor que o Beach Bounce “Remastered”, e até mesmo referenciar pequenas coisas de Beauty Bounce e Bunny Bounce (as continuações do Beach Bounce original), não tem o pacing igual ao da versão original de Beach Bounce (antes de mudarem o roteirista e refazerem parte do jogo do zero).

A arte lembra Hunie Pop porque o mesmo artista trabalhou no design inicial de personagens, mas a arte das CG’s varia de qualidade, como se vários artistas diferentes tivessem feito as coisas. Ele possui uma versão “Yuri” chamada Beauty Paradise, no qual é uma protagonista.

#149 A Housewife’s Healing Touch ~Pure Love Route~ – 27/07 – Visual novel da Alicesoft sobre um rapaz que vai treinar com um sujeito de 3 metros de altura para poder despertar sua magia. E nesse mundo, a magia é restaurada por contato íntimo entre pessoas de sexos opostos (seja saliva ou outra coisa), o que significa que acabei comendo a esposa do filho desse cara que me treina. Claro que não to dando muitos spoilers, é uma novel bonitinha nessa rota.

#150 ReConnect – 27/07 – Visual novel curta sobre dois primos que não se viam há tempos e meio que renovam os votos de amor e tal. Tem um pouco de death metal também.

#151 Date Ariane Remastered – 27/07 – É o remake de um date sim considerado clássico de uma era remota da internet, mas refeito na Ren Py e tal. É curto e tal, tendo seu destaque no fator replay de suas escolhas.

#152 Would you like to run an Idol Café? 2 – 27/07 – Continuando de onde o jogo anterior terminou, agora Naoya e as meninas do café onde eles trabalham precisam mostrar que podem ser idols, só que uma dupla de idols de um outro café pretende atrapalhar as coisas. Como continua de onde o antecessor parou, você escolhe que tipo de relacionamento você tem, e no caso, como eu sempre prefiro a escolha harém, ela é a que tem menos cenas + 18

#153 Would you like to run an Idol Café? 3 – 27/07 – A conclusão da trilogia das Idols. Agora, o grupo de idols das nossas protagonistas foi convidado para uma competição de grupos amadores de idols que irá acontecer em Tóquio. Nisso, o grupo rival tenta (um pouco) atrapalhar as coisas, mas é bem menos babaca que no jogo anterior. Assim como no anterior, você tem a escolha do relacionamento no começo da jornada. Claro que o jogo tem outros finais, mas não me interessa, nesse tipo de jogo, ou é harém ou não vale a pena.

#154 Hard Times at Sequoia State Park – 28/07 – Uma visual novel sobre uma menina com DLC que vai trabalhar em um parque, e as coisas divertidas que podem acontecer lá. É curtinha, mas as decisões dão cenas diferentes e tal. Só não entendi porque tem 3GB, não precisa disso tudo.

#155 Nasty Sex Friend with Plump Girl Friend – 28/07 – 90% dos jogos eróticos feitos no RPG Maker são basicamente NTR/Chantagem BS, então encontrar um que não se enquadrasse nisso é tipo encontrar um politico genuinamente honesto. Mas ei, aqui estamos. E se o título não deixou a impressão, sim, o título utiliza a infame Machine Translation. Mas enfim, depois de levar um fora da garota que estava afim, o protagonista é consolado pela amiga de infância que é gordinha, e por consolado, quero dizer, os dois transam. E é basicamente isso.

#156 Life with Mary – 29/07 – Um amigo seu do tempo de escola/faculdade pede que você cuide da filha dele por um tempo devido ao fato do novo colégio dela ficar mais próximo de sua casa e ele estar tendo problemas com a esposa. Nisso, a convivência com ela leva a outras coisas. É decente o suficiente, apesar do final ser meio súbito.

#157 Landlord & the Tennants – 30/07 – Visual novel extremamente mediana sobre um rapaz que passa a cuidar da casa do tio e aluga os quartos para moças. Podia ter sido considerado boa, mas o pacing e a escrita deixam a desejar.

#158 Summoner’s Cafe – 01/08 – Seu avô, um conceituado alquimista, deixou uma gorda herança com uma condição, você criasse um maid café e contratasse as criaturas que ele especificou para invocar. E assim começa uma semana de teste e coisas divertidas acontecem. Curtinha, mas decente.

#159 Friendship with Benefits – 02/08 – Você vai parar em um outro mundo e basicamente vc transa com poneis antropomórficos até terminar.

#160 Redemption for Jessika – 06/08 – Dos mesmos criadores de Coming to Grips with Christine e Life Changes for Keeley, uma visual novel curta sobre um cara que trabalha num juri e acaba ajudando uma artista a superar um trauma de algo ruim. To fazendo um péssimo trabalho explicando, eu sei.

#161 Sisterly Lust – 08/08 – Tempos atrás (na história da Novel), seu pai se separou da sua mãe e te levou pra morar com ele. Porém, quando o véi morre, sua mãe o convida para morar com ela e com suas 3 irmãs. E nessa, começa sua nova vida… E pelo título do jogo, você sabe onde isso vai chegar.

#162 A New Life Vol. 1 – 08/08 – Um dia, quando você (o personagem principal) tem dezesseis anos, sua mãe sugere que você saia de casa para que você não seja agredido por um pai abusivo. Cinco anos depois, você volta após a morte do véi, mas agora você é bem sucedido e tem empresas pra caralho por conta do seu antigo trabalho. E agora é hora de reconectar-se com sua família. Exatamente isso. Sua mãe, suas irmãs, sua tia, suas primas gêmeas, etc.

#163 A New Life Vol. 2 – 08/08 – Continuação direta do jogo anterior, e claro, você vai comer mais gente que faz parte da sua família. Sei que to parecendo um sujeito do Alabama por estar jogando tantos eroges de incesto, mas ei. Culpe o PS4 com super aquecimento.

#164 Now & Then – 11/08 – Uma visual novel pós apocaliptica (mais ou menos) ambientada numa sociedade que enfrenta uma pandemia quase parecida com o Covid, mas que transforma os infectados em criaturas que só pensam em atacar qualquer coisa. Daí você tem que lidar com cuidar de sua filha adotiva e depois de outras pessoas que vão entrando no seu grupo. É uma novel ENORME.

#165 Stepmother love – 13/08 – A ideia geral da novel dá pra entender, mas a execução deixa muito a desejar. Não somente isso, mas o jogo possui modelos extraídos de diversos jogos, como Dead or Alive, Uncharted, Mass Effect e Mortal Kombat. O fato de que o protagonista usa o modelo do Nathan Drake me fazia rir a cada 3 minutos.

#166 Shoujo Dominance: My Precious Reina – 16/08 – Você é um homem viúvo com uma filha gostosa. SWEET HOME, ALABAMA! É curtinha.

#167 Picture Perfect – 17/08 – Do mesmo criador de Secret Summer, e se passa no mesmo universo. De fato, na mesma cidade. A temática é parecida, só que dessa vez, você tá no papel de um pai divorciado com 3 filhas e que está prestes a perder a casa. SWEET HOME ALABAMA acontece com as 3, e com a melhor amiga da sua caçula de 18 anos, que é praticamente família.

Daqui em diante, eu parei de contar a data de quando terminei, então é só pra deixar claro, e não vou colocar nada detalhado porque alguns jogos fazem meses, e não lembro.

#168 A Petal Among Thorns – Visual Novel.

#169 Avalon – Visual Novel, mesmo criador e universo de Petal Among Thorns

#170 Once in a Lifetime – Visual Novel – Extremamente recomendada. Coloquei no meu texto sobre jogos adultos gratuitos.

#171 Infinity Crisis – Visual Novel – Crossover hentão de marvel e DC. Curtinha.

#172 Parental Love – Visual Novel

#173 Silver Nights Crusaders – Platformer, jogo inspirado por Castlevania. MUITO BOM.

#174 Grand Prix Story – Manager SIM, versão simplificada de um jogo de manager de corridas. Divertidasso.

#175 Game Dev Story – Game Studio SIM. Lembra do Game Dev Tycoon? Aquele jogo foi inspirado nesse. Viciante.

#176 Fatal Fury ONE – Luta, remake de Fatal Fury 1, pra Mega Drive. Jogabilidade divina. Perde alguns detalhes, mas ganha em conteúdo (TODOS os personagens são jogáveis)

#177 Kunio no Nekketsu: School Fighters (demo) – Luta, fangame do universo de River City, com personagens de Kunio-kun, River City Girls e Double Dragon. Potencial.

#178 Real Bout: Fatal Fury Special (demo) – Luta. Olha a screenshot acima. Essa porra tá rodando num Mega Drive, maluco! Jogabilidade afinada, jogue.

#179 – Green Beret – Ação. Um cara resolveu fazer um remake/porte do clássico Green Beret (ou Rush’n Attack) pro Master System. O jogo ficou bom. É difícil feito o original, mas dá pra jogar com vida infinita.

#180 Pretty Girls 2048 Strike Puzzle. Uma versão hardcore de 2048. Divertida.

#181 Pretty Girls Tile Match Puzzle. Jogo bem amigável.

#182 Sakura Succubus: Cosmos Christmas – Visual Novel, se passa antes dos eventos de Sakura Succubus 5, com um Natal entre o protagonista e a Cosmos. Curta.

#183 ASAP PLS – Microgames, são 4 minigames que são completados em questão de segundos, mas nos 2 loops seguintes, o tempo de reação é menor.

#184 Where in the World is Carmen Sandiego? – Educativo. Clássico, eu havia terminado a versão de Mega Drive uns 20 anos atrás, rejoguei. Estranhamente as roupas da Carmen são marrons na versão de Mega. As versões de Mega e Master possuem tradução pro português.

#185 Ultimate Beach Soccer – Futebol, jogo simples de futebol de praia do GBA.

#186 Street Fighter II Z – Luta. Versão MUGEN de SSF.

#187 Good Girl Giselle – Visual Novel. Eu tinha esquecido desse aqui.

E foram esses os jogos que terminei em 2022, jogo pra caramba, né?

LISTA DOS PARTICIPANTES DO MEME

Esta lista será atualizada constantemente. Os links marcados com ✅ indicam os posts que já foram publicados.

[Alvanista] João Carlos => UsoppBR
[Blog] A TV Vai Estragar! => Edu Farnezi
✅ [Blog] Gamer Caduco => Cadu 
✅ [Instagram] MarvoxBrasil => Marvox
[Blog] Vão Jogar! => Tchulanguero
[Blog] Vão Jogar! => sucodelarAngela
[Blog] Vão Jogar! => Somari
✅ [Blog] Videogames com Cerveja => Felipe B. Barbosa

O post O que você jogou em 2022? | Geovane Sancini apareceu primeiro em Arquivos do Woo.

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O que eu joguei em 2021 | Diogo https://www.arquivosdowoo.com.br/2022/01/19/o-que-eu-joguei-em-2021-diogo/ https://www.arquivosdowoo.com.br/2022/01/19/o-que-eu-joguei-em-2021-diogo/#comments Wed, 19 Jan 2022 02:57:54 +0000 https://www.arquivosdowoo.com.br/?p=9978 Os últimos meses foram bem tensos, mas cá estamos para mais um ano do MEME gamer criado pelo meu amigo, Marvox Brasil. E sendo sincero com vocês, eu joguei tão pouco que cogitei até não participar este ano, mas mudei de ideia. LEIAM –  O que jogamos em 20xx? Participo desse meme desde 2013, então […]

O post O que eu joguei em 2021 | Diogo apareceu primeiro em Arquivos do Woo.

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Os últimos meses foram bem tensos, mas cá estamos para mais um ano do MEME gamer criado pelo meu amigo, Marvox Brasil. E sendo sincero com vocês, eu joguei tão pouco que cogitei até não participar este ano, mas mudei de ideia.

LEIAM –  O que jogamos em 20xx?

Participo desse meme desde 2013, então será agora que deixarei de participar, então sem mais delongas, vamos ao que interessa.

Reprodução/ Internet

Cyberpunk 2077

É o game que teve um hype gigantesco e que durante o seu lançamento não fez bonito, causando aquela reação exagerada que a internet muito sabe proporcionar. Claro, cabe sim contestar empresa, afinal muitos compraram o game em pré-venda.

ASSISTAM – Cyberpunk 2077 | Uma visão pós controvérsias de lançamento

De qualquer forma, o jogo me agradou bastante e pude terminar ele, inclusive fiz vídeo dele em meu canal. Não é o pedaço de lixo que muito saíram pregando por ai, podem ter certeza.

Pra muitos foi o pior game em decorrência dos problemas, mas pra mim é fácil um dos mais legais que joguei ano passado.

Imagem capturada em um Xbox One Fat/ Capcom

Resident Evil Village

Minha mãe usa muito a expressão “cagão” quando quer apontar alguém muito medroso, então é meio recorrente o uso dessa expressão entre meus familiares. Logo, eu sou um baita cagão desde moleque.

LEIAM – Resident Evil Village | A Jornada de um Pai

Por outro lado, mesmo esperando passar altos cagaço com Resident Evil Village, achei ele bem mais tranquilo do que o seu antecessor. Essa aura de RE4 amenizou bastante o terror que eu esperava, logo não tomei quase susto algum.

É um ótimo jogo, de fato. Talvez um dia retorne para tentar fechá-lo mais uma vez.

Reprodução/ THQ Nordic

Skydrift Infinity

Skydrift Infinity é baita jogo divertido para se jogar com amigos, mas que infelizmente não conta com uma variedade muito grande de pistas.

LEIAM – SKYDRIFT INFINITY | Quase um Mario Kart nas Alturas?

Me diverti muito jogando com um amigo, e acredito que foi um dos títulos que realmente me divertiu ao ponto de combinar jogatinas com meu amigo. Infelizmente ele não conta com muitas pistas, mas certamente é um jogo que vale a pena comprar em alguma promoção.

Reprodução/ White Owls

The Good Life

Esse daqui eu joguei logo que entrou no Xbox Game Pass, mas infelizmente não progredi muito nele por conta da minha assinatura, que expirou e eu não tinha grana para renovar.

De qualquer modo eu gostei bastante do jogo devido ao ritmo agradável e o seu gameplay que me remeteu ao Harvest Moon, mas com a adição de algumas mecânicas diferentes. Sem dúvida eu quero retornar a ele assim que possível.

O jogo é uma loucura só, creio que o ápice até o momento em que joguei foi conseguir uma ovelha para andar pela cidade. Essa loucura toda foi concebida pelo famoso produtor, Hidetaka Suehiro, responsável pelo Deadly Premonition.

O que eu joguei em 2021
Reprodução/ Internet

Virtua Fighter 2

Gosto bastante de Virtua Fighter 2 e não só pelo fator nostalgia, mas também por ser um ótimo jogo.

É um dos poucos títulos que fugia um pouco a regra do que era acostumado a jogar no tempo em que tive o Sega Saturn, logo não era incomum eu apanhar alucinadamente do Dural sempre que chegava até ele.

Infelizmente não consegui jogar tanto quanto gostaria do titulo no ano passado, e pelo visto esse ano vai demorar um pouco devido ao HD do meu Xbox ter morrido, mas me diverti bastante enquanto foi possível. Meu filho jogou um pouco dele e foi bem engraçado sua reação.

Cruis’n World

Cheguei a jogar um game da franquia no passado, após uma ida até a cidade de Mairinque visitar um colega. Lá havia diversas maquinas arcades, uma delas era uma das cabines do jogo Cruis’n e adorei o jogo.

Então, quando um amigo me ofereceu o game para N64, não resisti a oportunidade de jogar essa versão e peguei o game. Me surpreendi com o quão bom é o jogo, até porque não sou um fã do realismo dos games atuais, logo carros dando piruetas no ar e turbo mega blaster me atraem muito mais.

Há quem diga que outros títulos da franquia são melhores, mas como minha experiência é bem rasa com a franquia, então não tenho do que reclamar por enquanto, foi mais um dos que joguei em 2021.

Se tivesse  mais espaço em casa, certamente deixaria o N64 fácil para partidas rápidas de Cruis’n World.

O que eu joguei em 2021
Reprodução/ Internet

Tarzan

Eu adorava esse jogo quando criança, logo a versão do Nintendo 64 muda pouco pelo que pude perceber, muito por conta da limitação do cartucho.

Independente disso, foi muito divertido jogar isso no console ao lado do meu filho. O engraçado é que ele ainda não assistiu a esta animação, mas sempre que eu colocava o jogo e ele ouvia o som dos animais, vinha correndo.

É um game muito divertido e que joguei até que bastante. Só não finalizei por falta de tempo, mas tem texto dele aqui.

Reprodução/ Créditos: Blake Wheeler/ Nathan Meunier

Concluindo

Não joguei tanto quanto gostaria, na verdade notei que meu interesse por títulos mais novos caiu drasticamente.

Obviamente que um jogo e outro vai atrair a minha atenção, mas cada vez mais tenho vontade de me direcionar aos jogos antigos que deixei passar em branco. No fim das contas, tenho deixado muito disso de lado para focar integralmente ao meu filho e família, então as vezes jogo alguma coisa rapidamente quando há um amigo visitando, em outras consigo matar algumas horas de sono para jogar algo rapidamente – Como foi com Halo Infinite no XCloud.

Bem, independente de tudo isso que falei, ao menos tive algo para compartilhar no meme desse ano. Espero finalizar alguns clássicos ao longo de 2022 e contar um pouco de como foi a experiência em 2023, se estiver vivo até lá.

Enquanto isso, confiram a lista dos participantes do meme: O que eu joguei em 2021?

O que eu joguei em 2021

Lista de participantes do meme:

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O que eu joguei em 2021 | Tony Horo https://www.arquivosdowoo.com.br/2022/01/17/o-que-eu-joguei-em-2021-tony-horo/ https://www.arquivosdowoo.com.br/2022/01/17/o-que-eu-joguei-em-2021-tony-horo/#comments Mon, 17 Jan 2022 23:18:06 +0000 https://www.arquivosdowoo.com.br/?p=10001 Jamais iria conseguir bater o recorde de 59 jogos de 2020 — que você pode ler aqui — mas também nem queria. Espero que a lista abaixa sirva como uma boa recomendação pra vocês que caiam de paraquedas no nosso humilde website. LEIAM – Albert Odyssey: Legend of Eldean | Um dos JRPGS já feitos […]

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Jamais iria conseguir bater o recorde de 59 jogos de 2020 — que você pode ler aqui — mas também nem queria.

Espero que a lista abaixa sirva como uma boa recomendação pra vocês que caiam de paraquedas no nosso humilde website.

LEIAM – Albert Odyssey: Legend of Eldean | Um dos JRPGS já feitos

Quem me conhece, já sabe que eu vario muito os gêneros e os consoles que jogo, então não espere nenhum padrão com a lista abaixo. Esse ano foram TRINTA games, e como sempre só coloquei aqueles que eu de fato zerei. Vamos lá:

1) 007: Agent Under Fire (PlayStation 2)

O que eu joguei em 2021
Reprodução/ Internet

Primeiro game do agente secreto que zerei. Isso mesmo, eu nunca tive saco pra zerar GoldenEye e sinceramente? Esse aqui é bem melhor. Você pode ler meu texto sobre ele aqui.

2) New Super Mario Land (Super Nintendo)

O que eu joguei em 2021
Reprodução/ Internet

Remake feito por um cara só do jogo de Game Boy, porém, feito para o SNES com gráficos pré-renderizados, como em Donkey Kong Country. Existe uma versão mais recente do que a que eu joguei na época, mas ela muda pouca coisa.

O jogo é curto e vale a pena zerar numa única sentada. Ui!

3) Sunset Riders (Super Nintendo)

O que eu joguei em 2021
Reprodução/ Internet

O clássico do arcade. Zerei com meu velho num dia chuvoso. Obviamente usei um romhack com vidas infinitas porque não queria provar nada pra ninguém E pra divertir meu pai. Ele adora esse.

4) 007: NightFire (PlayStation 2)

O que eu joguei em 2021
Reprodução/ Internet

Continuação direta e bem melhorada do Agent Under Fire. Leia o texto sobre ele aqui. Caso queira jogar um game de 007, tente esse! Só não jogue a versão de PS2 como eu fiz.

5) Mafia: Definitive Edition (PlayStation 4)

O que eu joguei em 2021
Reprodução/ Internet

Comprei a trilogia Mafia no PS4 numa promoção da PSN e foi um ótimo negócio. O game em questão foi refeito do zero, então isso traz alguns prós e contras, como gráficos bonitos mas controles meio travadões.

É divertido mas não me animei de jogar os outros games ainda.

6) Celeste (protótipo) (Game Boy Advance)

O que eu joguei em 2021
Reprodução/ Internet

A versão original do game Celeste. Não contém toda a depressão forçada do jogo lançado depois, somente plataforma pura e simples. Recomendado demais.

7) Super Mario 3D World: Bowser’s Fury (Switch)

O que eu joguei em 2021
Reprodução/ Internet

Joguei pra zerar apenas esse DLC novo, que era meio que um modo estilo Mario 64 para o game base. As lutas contra o Bowser Gigante são bem legais. Tenho um vídeo review sobre ele aqui.

8) Dragon Quest XI S: Definitive Edition (PlayStation 4)

O que eu joguei em 2021
Reprodução/ Internet

Sim, amigos. Platinei novamente DQ11, dessa vez a versão S, que foi portada do Switch para o PS4, PC e XBOX.

LEIAM – Contos de Um Gamer Cada Vez Mais Caduco

Ao contrário da crença popular, os gráficos NÃO são piores que o game original, então parem de espalhar folclore.

Jogue essa versão pois ela melhora muito do game original e é um dos meus jogos favoritos da vida.

9) AM2R (Metroid 2 Remake) (PlayStation Vita)

Reprodução/ Internet

Jogo feito em casa por um cara muito bom que refez todo Metroid 2 de Game Boy, transformando ele em um jogo bom com gráficos de GBA. Aqui eu joguei o port não-oficial para o PS VITA e foi maravilhoso.

Existe também um remake oficial feito pela Nintendo para o 3DS, mas são dois games bem diferentes.

10) Kaze and the Wild Masks (PlayStation 4)

Reprodução/ Internet

Joguinho brasileiro muito baseado em Donkey Kong Country, ao ponto que seu personagem se movimenta de forma idêntica à Dixie em DKC2. Leia meu review sobre ele aqui.

11) Mighty Morphin Power Rangers: The Movie (Mega Drive)

Reprodução/ Internet

Zerei pela primeira vez a versão de Mega Drive com meu amigo Rodrigo. É certamente bem diferente do game de mesmo nome para o SNES. Esse aqui se parece mais com um beat n’ up comum e é bem curtinho.

12) Streets of Rage (Mega Drive)

Reprodução/ Internet

O classicão do Mega. Zerei no mesmo dia com meu amigo também. Sinceramente, um clássico atemporal.

13) Trials of Mana (PlayStation 4)

Reprodução/ Internet

Remake de Seiken Densetsu 3 feito para o PS4. O original era um game de SNES que só foi sair no ocidente recentemente também, mas eu joguei o remake mesmo.

Foi um ótimo JRPG com uma trilha sonora bem legal. Tive que zerar 3 vezes para ver a história de ângulos diferentes, mas agora já não lembro de nada!

14) Tony Hawks Pro Skater (Dreamcast)

Reprodução/ Internet

Outro clássico de todas as eras. Joguei a versão de Dreamcast diretamente no console, com gráficos bem melhores que o original de PS1. A trilha sonora é maravilhosa até hoje.

15) Cyberpunk 2077 (PlayStation 4)

Reprodução/ Internet

Sim, amigos. Joguei o jogo mais bugado do mundo e no PS4. O jogo fechou na minha cara umas 4x e alguns bugs aconteceram onde eu tive que recarregar meu save, mas fora isso, foi uma experiência bem lisinha.

O universo é bem legal, mas não sei se voltaria pra ele tão cedo. De repente no PS5 eu jogue de novo um dia.

16) New Pokémon Snap (Switch)

Reprodução/ Internet

Continuação do game de N64, agora com gráficos e Pokémons novos. O jogo é legal mas não tem o charme da versão antiga. Deve ser porque eu tô velho e não ligo tanto pra série mais. Zerei rapidinho e parti pra outras coisas.

17) Dragon Quest II (Switch)

Reprodução/ Internet

Segundo jogo da melhor série de RPG já feita. Isso, melhor que Final Fantasy.

O game não é tão bom quanto o primeiro e fica muito difícil no fim.

Leia meu texto sobre ele aqui.

18) Dragon Quest III (Switch)

Reprodução/ Internet

Talvez o segundo game mais aclamado pelos japoneses (depois de Dragon Quest V). A versão de Switch é bem mais bonita que o I e o II, mas se for jogar, espere o remake em 3D para Switch que sairá em breve.

Fiz um texto pra ele TAMBÉM. Leia aqui.

19) The Legend of Zelda: Skyward Sword HD (Switch)

Reprodução/ Internet

Depois de anos enrolando pra jogá-lo no Wii, inclusive comprando dois Wii Remotes compatíveis com o game, acabei jogando a versão HD no Switch.

Os gráficos são bonitos em 60 FPS e é realmente um jogo complicado, mas não usei os controles de movimentos em momento algum e deu tudo certo.

Fiz um texto sobre ele no nosso site amigo, o Cybercafe

20) Dragon Quest IV (Android)

Reprodução/ Internet

Finalmente cheguei nos Dragon Quests mais bem feitinhos. joguei a versão de celular do game inicialmente lançado para o Nintendo DS. Infelizmente NÃO fiz um texto sobre esse game, mas você deve jogá-lo mesmo assim.

21) Nier Replicant Ver. 122474487139… (PlayStation 4)

Reprodução/ Internet

Esse jogo com nome escroto é um dos melhores games do PS3 e agora está disponível no PS4. É bom um remaster pois os jogos japoneses da época em que foi lançado eram bem mal avaliados, mas hoje em dia são mais bem aceitos pela mídia em geral.

Tem gente que não gosta da série porque tem mulheres meio peladas mas eu não ligo. O combate é legal e zerar várias vezes pra ver o final verdadeiro é bem interessante, pois muitas coisas mudam do nada.

O game também muda o estilo o tempo todo, com referências à Zelda e a Visual Novels em alguns momentos, fora o combate que é bem divertido.

22) Alan Wake Remastered (PlayStation 4)

Reprodução/ Internet

Um clássico da Remedy, que fez esse game depois de vender a série Max Payne para a Rockstar. É uma mistura de conto de terror com séries como Além da Imaginação. Uma continuação está para sair que será totalmente terror.

Fiz um texto no Cybercafe para o game, e recomendo bastante que vocês leiam para saber mais sobre o universo dos jogos da Remedy.

23) Streets of Rage 2 (One Piece Pirate Warriors hack) (Mega Drive)

Reprodução/ Internet

Não sei se conto como jogo zerado, pois o que joguei foi um hack com personagens de One Piece e com algumas mudanças na física, como a inclusão de botão de corrida e a possibilidade de deixar os inimigos quicando depois dos golpes.

Talvez seja o romhack mais legal que já joguei na vida.

24) Streets of Rage 3 (Mega Drive)

Reprodução/ Internet

Joguei no meu meguinha a versão original e consegui até mesmo o final bom, desarmando as bombas na última fase, isso jogando apenas duas vezes o game na minha vida!

Jogue a versão japonesa traduzida para inglês, pois ela não tem cortes.

25) The Legend of Zelda: Breath of the Wild (Switch)

Reprodução/ Internet

Já havia zerado o game no meu primeiro ano com o Nintendo Switch, mas achei que era hora de revisitar o jogo, principalmente porque minha namorada estava jogando na mesma época.

Foi bem divertido fazer os mesmos templos e ir descobrindo os segredos juntos com ela. Infelizmente dessa vez não fiz os 120 shrines, mas tudo bem também, porque não sou maluco.

26) GTA III: Definitive Edition (Switch)

Reprodução/ Internet

Cometi o erro de querer zerar esse GTA pela primeira vez na versão definitiva que saiu recentemente, sem patch de correção algum e justo no Nintendo Switch.

Não recomendo isso nem pro meu pior inimigo, mas eu consegui jogar até o fim.

Obviamente usei vários cheats de arma mas não conta pra ninguém.

27) Saturn Bomberman (Saturn)

Reprodução/ Internet

Talvez o game mais divertido da série. Parece como se fosse um jogo de SNES mas com áudio lindo de CD. Tem um texto enorme sobre ele que fiz aqui.

28) Cotton 2 (Saturn)

O que eu joguei em 2021
Reprodução/ Internet

Joguinho de navinha pra Saturn que joguei com controle arcade pra testar. É bem bonitinho mas faz uso de alguns comandos que não combinam com jogos de nave, como a necessidade de comandos de jogos de luta.

29) Strikers: 1945 (Saturn)

O que eu joguei em 2021
Reprodução/ Internet

Outro game de navinha, mas esse é vertical e com aviõezinhos. Difícil pra porra nos últimos cenários, porém bem legal e melhor que muita coisa do gênero.

30) Albert Odyssey: Legend of Eldean (Saturn)

O que eu joguei em 2021
Reprodução/ Internet

Continuação de dois jogos que ninguém conhece para Super Famicom, esse aqui tem em comum como sendo outro jogo que ninguém conhece.

Foi feito para o Saturn, então é um dos poucos JRPGs do console. Achava que ia ser uma experiência foda mas foi bem mediana num geral. Tem texto sobre ele aqui.


Leia mais:
O que joguei em 2020

O que joguei em 2022

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E é isso, pessoal. Espero que essa lista sirva como recomendação para que vocês conheçam novos jogos e se animem a saírem da zona de conforto, seja com um determinado gênero ou com um console em específico.

Agora vamos ver se em 2022 irei jogar mais!

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O que você jogou em 2021 | Geovane Sancini https://www.arquivosdowoo.com.br/2022/01/13/meme-gamer-o-que-voce-jogou-em-2021-geovane-sancini/ https://www.arquivosdowoo.com.br/2022/01/13/meme-gamer-o-que-voce-jogou-em-2021-geovane-sancini/#comments Thu, 13 Jan 2022 17:56:15 +0000 https://www.arquivosdowoo.com.br/?p=9690 Mais um ano se passou, e algumas coisas não mudam. Estamos em Janeiro e o maldito tempo do Rio de Janeiro com seu esquenta/esfria/esquenta/esfria 19 vezes por dia me deixou gripado. É quase uma tradição. Outra tradição de começo de ano, são os textos sobre o que jogamos no ano anterior, do meme do nosso […]

O post O que você jogou em 2021 | Geovane Sancini apareceu primeiro em Arquivos do Woo.

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Mais um ano se passou, e algumas coisas não mudam. Estamos em Janeiro e o maldito tempo do Rio de Janeiro com seu esquenta/esfria/esquenta/esfria 19 vezes por dia me deixou gripado. É quase uma tradição.

Outra tradição de começo de ano, são os textos sobre o que jogamos no ano anterior, do meme do nosso amigo Marvox Brasil. E acreditem, eu joguei MUITA COISA, coisa pra caralho. Vou colocar aqui os jogos que terminei, e algumas menções de jogos que queria ter terminado, mas por um motivo ou outro, não consegui.

Pegue sua pipoca, ajuste seu televisor e confira os jogos que terminei em 2021. E sim, anotei tudo num txt que nomeei jogos 2011 por conta de um typo, e já tava tarde demais pra corrigir. E quando possível, colocarei link pra análise dos jogos (as que foram feitas, lógico) aqui no blog. Em casos especiais (como a trilogia Ninja Gaiden e a série Deponia, que tiveram um artigo falando do pacote completo), o primeiro jogo conterá o link.

Observação: Os comentários que fiz são do EXATO DIA em que terminei os jogos, no mais tardar, dia seguinte ao que terminei.

#1 Timespinner – 24/01 – O roteiro não ficou bom, mas a jogabilidade compensa. Sim, minha opinião mudou desde a análise de quatro anos atrás.

#2 Dead or Alive Xtreme 3 Scarlet – 25/01 – Mistura de Date Sim com minigames e esportes. Um jogo divertido e mais inocente do que você pensaria, dado o que a imprensa fala.

#3 Little Adventure in the Prairie – 27/01 – A Sony removeu Cyberpunk 2077 da loja do PS4 (na época), mas deixa pedaços de bosta como esse. Vai entender. Esse jogo é um lixo.

#4 Timber Tennis Versus – 27/01 – MEU DEUS, QUE JOGO CHATO.

#5 Misk Schools Quest – 30/01 – É um jogo OK. Não ofende, mas não chama a atenção.

#6 Pang Adventures – 02/02 – Pang, não tem como errar. Divertido e um cado estressante.

#7 Mighty Gunvolt – 04/02 – Treino pra Duckthon, consegui inclusive PB na categoria que corro, é um mega man-like curtinho.

#8 Lizard Lady vs the Cats – 16/02 – Forte candidato a pior jogo do PS4 de 2021. O jogo funciona, mas nada nele é atraente ou interessante.

#9 Season Match HD – 24/02 – Puzzle bem OK, recomendaria se ele não usasse o sensor de movimentos do controle JUNTO com o direcional.

#10 Vera Blanc: Ghost in the Castle – 25/02 – Visual Novel + Leve toque de puzzle – A história é bem bacana, mas é estranho jogar uma visual novel 4:3 num ambiente 16:9, a Ratalaika podia ao menos ter colocado umas bordas nas versões de console.

#11 Ratchet & Clank – 08/03 – O jogo tinha tudo pra ser excelente, até que esbarra num problema, a dificuldade artificial criada pela Insomniac. Veja bem, o jogo em si não é nada difícil, mas em certas áreas, para adicionar dificuldade, o jogo simplesmente joga ondas e mais ondas de inimigos para cima de você, tornando certas etapas frustrantes. No geral, um bom platformer/shooter

#12 Lego NINJAGO: The Movie Videogame – 10/03 – É um jogo de Lego, então você sabe o que esperar. Ao menos serviu pra me apresentar a lore de Ninjago. Consegui o jogo quando a Warner deu ele de graça na PSN.

#13 Sleeping Dogs Definitive Edition – 14/03 – Eu amo esse jogo, mas a Definitive Edition tem uns bugs que Jesus… Se puder, jogue a versão original no PS3, Xbox 360 e no PC (nem que pra isso você tenha que baixar a versão pirata).

#14 WWE 2K19 – 15/03 – É tranquilo o 2K showcase, exceto umas lutas em específico (Aka Cena no Summerslam e as duas lutas da WM XXX). Pelo preço que (ainda) é cobrado, não vale a pena. Ao menos a 2K não fechou a Community Creations (na época).

#15 Double Dragon IV – 22/03 – As decisões esquizofrênicas de Double Dragon IV, e mais a IA extremamente trapaceira tiram pontos do que poderia ser um excelente jogo retro. Recomendo numa promoção.

#16 Peasant Knight – 29/03 – Um puzzle/platformer que é irritante pelo fato de também usar o direcional para pular, além do botão. Eu comprei com o troco que tinha na PSN de Hong Kong após comprar o DoA Xtreme 3. É bom, mas dá pra irritar.

#17 Dude, where is my beer? – 01/04 – Adventure point’n click bem ao estilo Monkey Island. Faça puzzles desnecessariamente complicados (é aí que mora a graça) e tire sarro de cervejeiros artesanais hipsters. Não tem como dar errado. É divertido.

#18 Caravan Stories – 03/04 – Eu terminei ao menos a história de uma das raças. É um MMO com elementos de gacha, mas não chega a ofender. É simplório e funcional.

#19 Summertime Saga – 05/04 – Visual Novel gratuita que passou um tempo enorme em desenvolvimento e que agora tem a história principal concluída. Por um lado o roteiro é linear, mas exige um tanto de fetch quests relativas a status para conseguir algumas das coisas. Vale a pena, mas a arte não é pra todos.

#20 C14 Dating – 07/04 – Hibrido de visual novel e puzzle, possui arte e personagens adoráveis. O problema é que eu sou horrível em picross, apesar de ser divertido.

#21 Island Saver – 12/04 – Um first person cleaner? Enfim, um jogo em primeira pessoa que funciona como edutainment (aka jogo educativo) e advergame do Banco Nacional de Westminster. A despeito da premissa bobinha, é um jogo sólido que pode ser usado como introdução ao gênero de FPS para as crianças, sem a sanguinolência e guerras, usualmente vistos no gênero, ou sem agressões a sua carteira, como Fortnite, ou Apex. É gratuito e as únicas microtransações (por assim dizer) do jogo, são duas fases extras. Peca um pouco pela repetitividade.

#22 Legends of Talia: Arcadia – 13/04 – Uma visual novel curta, que custou 3 dólares e levei um minuto para fazer a platina. É uma leitura relativamente curta, mas o impressionante é o fato de que é uma novel da Winged Cloud em consoles.

#23 McDonalds: O Resgate dos Bichos – 14/04 – É um advergame bem trash, mas melhor que muito advergame br da época. O fato mais marcante é que teve sons ripados de Castlevania Bloodlines e é uma reskin do jogo do Xuxa e os Duendes 2, da mesma desenvolvedora.

#24 Mega Man 8 – 16/04 – Superando um trauma de 20 anos (Wily Tower 1), terminei MM 8 pela primeira vez na Legacy Collecti9n 2. É divertido, colorido e funcional.

#25 BraveMatch – 17/04 – Match 3 levemente estratégico, não é difícil ou complexo, dá pra platinar em uma tarde. O jogo é bom, mas os gráficos podem afastar as pessoas.

#26 Lego City Undercover – 18/04 – É um bom jogo de LEGO, e na minha opinião, uma das razões pelas quais a LEGO devia focar mais em jogos originais do que licenciamentos externos. É meio que um GTA pra crianças, mas muito divertido.

#27 Viola: The Heroine’s Melody – 24/04 – Uma mistura agradável de RPG e Plataforma, com temática musical. Dura umas 8 horas (curto pra um RPG), mas é satisfatório.

#28 Horizon: Zero Dawn – 26/04 – Eu gostei do jogo mais do que achei que gostaria. É um jogo sólido de mundo aberto, e por alguma razão me deu a sensação de descoberta que Assassin’s Creed me passava na época do Ezio. Peguei de graça, mas vale.

#29 Gunman Clive – 27/04 – Basicamente um clone de Mega Man no velho oeste com muitos tons marrons. Divertido e básico.

#30 Mega Man 9 – 28/04 – Os bosses desse jogo são pateticamente fáceis, excluindo as Wily Machines. Tudo isso pra compensar a dificuldade brutal das fases. Não toco mais nele, pra mim chega. E as Wily Machines são bullshit. Não sei se recomendo. É competente, mas… Estressante DEMAIS.

#31 Mega Man 7 – 29/04 – Mega Man 7 é bem legal, sério. O que ferra o jogo é o Wily Capsule, que é infernalmente chato.

#32 Mega Man 11 – 29/04 – Como ainda tava na adrenalina de ter terminado Mega Man 7, 8 e o 9, resolvi terminar o Mega Man 11, assim concluindo que terminei todos os Mega Mans que possuo de maneira oficial (OK, isso tinha sido feito com o 7)

#33 Taimumari: Complete Edition – 30/04 – Resolvi rejogar e terminar. Deuses, eu esqueci como esse jogo laga em alguns momentos, especialmente quando tem elementos demais na tela. E as fases finais são brutalmente difíceis. E apesar da dificuldade do jogo, não é uma platina difícil. Um clone de Mega Man com toques de bullethell.

#34 The Witness – 01/05 – Uma mistura de walking simulator com resolução de puzzles. Pensei em arriscar a platina, mas Jesus, que jogo chato. Dá não. Sim, tem a questão de pensar fora da caixa pra resolver os puzzles, mas quando essa caixa é chata, fica difícil. A sorte é que recebi de graça.

#35 112th Seed – 01/05 – Um platformer/puzzle simples e descomplicado. Depois do estresse que foi The Witness, é legal jogar um jogo BOM.

#36 Cruz Brothers – 02/05 – Jogo Brasileiro de boxe arcadezão. Não vai mudar seu dia, mas não é de todo ruim. A arte das cutscenes é ruim de lascar, a jogabilidade dá pra quebrar facilmente e terminar o modo história. Além do mais, paguei 3 reais. Platinei.

#37 Pac-Man Championship Edition 2 – 03/05 – O modo Adventure do jogo é pra doidos que masterizaram a arte dos reflexos (O final boss exige 222 estrelas). Considero Terminado os níveis de pessoas normais, no caso, 5-11. É um jogo legal, mas inferior ao antecessor que dominou dias da minha vida.

#38 Fight – 03/05 – Tecnicamente eu não terminei porque não tem como terminar, mas fiz 100% dos troféus. É até o momento o pior jogo de luta que joguei no Playstation 4. Sério que o preço cheio dessa bomba é 54 reais? 

#39 Mega Man 10 – 03/05 – Como tinha zerado já esse ano os Mega Mans 7, 8, 9 e o 11, meu TOC falou pra eu terminar o Mega Man 10. Apesar do Mega ainda não ter as coisas dele (buster e slide), o design de fases é muito menos babaca do que o do Mega Man 9.

#40 Konosuba: The Ressurrection of Beldia – 03/05 – Eu tinha feito mais ou menos metade do jogo na época que fiz meu review do jogo de Lodoss War, mas peguei depois pra terminar.

#41 Deponia – 04/05 – Point’n Click que peguei numa promoção da PSN. O jogo é bom, e o protagonista é irritantemente insuportável. Pretendo jogar o resto da série em breve. Platinado.

#42 South Park: The Stick of Truth – 05/05 – Excelente RPG da Obsidian. Eu posso classificar ele como Paper Mario encontra South Park. Recomendo, e é melhor que a continuação.

#43 Chaos in Deponia – 06/05 – Continuação de Deponia. Não gostei de umas pequenas mudanças na mecânica em consoles, mas o jogo no geral tá melhor, e mais longo. Sem contar que muitas das conquistas do jogo requerem um pensamento mais fora da caixa. Outro platinado. Infelizmente, Goodbye Deponia no PS4 só está disponível em Hong Kong.

#44 Toejam & Earl: Back in Groove – 07/05 – Vergonha minha, comprei esse jogo na pré-venda em 2019 e os únicos troféus foram de quando testei o jogo lá na casa da BRAT em 2019 e depois pouco toquei. Se você curtiu o jogo original de Mega Drive, considere dar uma chance a ele.

#45 Chip & Dale Rescue Rangers – 07/05 – Clássico de NES, zerei pra derustar e possivelmente submitar pra maratona da Speedruns Brasil. Divertido e curto.

#46 Koihime Enbu ~Ryo Rai Rai~ – 08/05 – Jogo de luta, nascido da série de visual novels Koihime Musou. Utiliza modelos 3D com celshading por cima para deixar as personagens com aspecto bidimensional. Mesmo na dificuldade fácil, inimigos poderão te combar.

#47 Goodbye, Deponia – 09/05 – O final da trilogia Deponia, esse eu tive que jogar no PC, pois o jogo não estava disponível na PSN (só está disponível na de Hong Kong, por conta da publisher de lá não ser a Daedalus, que removeu o jogo das outras regiões por conta das políticas de censura da Sony, e eu não tenho 11 dólares pra comprar um cartão da PSN de lá e comprar o jogo). Posso dizer que ele é o jogo mais viajado da série. Se é o melhor? Não sei, prefiro Chaos in Deponia. Não vou fazer 100% das conquistas no PC. Mas ei, ainda assim recomendo.

#48 Vera Blanc: Full Moon – 09/05 – O primeiro jogo da série Vera Blanc. Misto de visual novel com puzzles leves. É bacana, e dá pra terminar em umas duas horas. Pena que nunca teremos um Vera Blanc 3. por conta das baixas vendas da série.

#49 Chip & Dale Rescue Rangers 2 – 09/05 – Porquê não? Estava entediado, abri a Disney Afternoon Collection e terminei o jogo. Odeio os bosses desse jogo, é puro suco de RNG

#50 Sakura-iro Dreamer – 09/05 – Visual Novel curta, contando uma versão fictícia da entrada da Sakura Miko para a agência de v-tubers Hololive.

#51 Metagal – 10/05 – Clone tailandês de Mega Man. Tem seus defeitos, mas é divertido. Platinei quando comprei.

#52 Deponia Doomsday – 10/05 – A conclusão da conclusão da série Deponia. É o jogo que mais me deu risadas, e no qual o Rufus é menos babaca. Ele gira em torno de viagens no tempo… Excessivas, por assim dizer.

#53 DLC Quest – 11/05 – Platforming baseado em uma piada sobre todos os recursos do jogo serem DLC. E basicamente o jogo é essa piada. Não tem tanta graça depois de um tempo. Jogo basico.

#54 Valerie Porter and the Scarlet Scandal – 11/05 – Point’n click baseado em investigação, dedução e observação. Bem interessante, apesar de relativamente curto.

#55 DuckTales – 11/05 – O clássico da Disney. Não é melhor que a continuação, mas tem músicas mais marcantes.

#56 Skullgirls 2nd Encore – 12/05 – Haha, lutinha. O jogo é bom, mas a tradução é uma calamidade, pelo amor de Cristo.

#57 DuckTales 2 – 13/05 – Melhor que o primeiro, fiz o final achando todas as partes do mapa. Tem o final boss tremendamente bucha.

#58 Super Kids Racing – 13/05 – Jogo de corrida meme. É ruim, mas não é injogável, feito Fight. Vale pelo meme numa promoção, fora disso, não.

#59 Darkwing Duck – 14/05 – Honestamente, muito desse platformer aqui poderia ser melhorado. O design de fases se baseia em truques baratos pra irritar o jogador. Boss final um saco.

#60 DuckTales Remastered – 14/05 – Uma pena que a Capcom nunca fez DuckTales Remastered 2. Poderiam melhorar muita coisa. Jogo legal, mas não jogava faz anos.

#61 Chroma Squad – 15/05 – A versão de Chroma Squad que saiu pra PS4 (e Xbox One) não é tão boa quanto a de PC. Não falo nem pela (obvia) falta do modo de criação de episódios, mas sim pelos bugs não presentes na versão de PC. Enquanto que eu dou 10/10 pra versão de PC, os portes de console receberiam um 8,5/10

#62 Fortix – 16/05 – Imagine um clone de Qix, mas com temática medieval. Divertido, estressante e tal.

#63 Evoland – 17/05 – Na época, achei incrível a brincadeira com a evolução dos RPG’s (indo dos 8-bits aos 32 com os cenários tridimensionais pré-renderizados), hoje vejo que a brincadeira é válida, mas a execução falha em uns pontos em questão de hitboxes.

#64 Degrees of Separation – 18/05 – Puzzle baseado em temperaturas. É legal, mas como todo bom puzzle na mão de um burro, eu sofri pra fazer 100%

#65 Milo’s Quest – 19/05 – Híbrido de RPG de ação com puzzle BR que é simples, divertido e rápido de ser finalizado. Imagine um zelda-like com um cachorro, mas simples.

#66 Sakura Succubus 2 – 19/05 – Continuação de um jogo que eu não joguei o antecessor (isso já aconteceu antes), e uma visual novel divertida. A versão de consoles é All-Ages, se quiser hentai, vá para a versão de PC.

#67 Kotodama: The 7 Mysteries of Fujisawa – 20/05 – Eu já havia terminado o jogo no ano passado e falei sobre ele aqui no site, agora fui fazer o resto dos troféus para a Platina. Hibrido de Visual Novel e match-3 puzzle, divertido.

#68 Horse Racing 2016 – 20/05 – Ao contrário de Super Kids Racing que é ruim e quebrado, mas vale as risadas, esse jogo aqui é ruim, quebrado e não vale a pena seu tempo, dinheiro ou sanidade. Cansa.

#69 TaleSpin – 21/05 – Dos jogos da Afternoon Collection, é o pior. E dos jogos da Disney/Capcom no NES, possivelmente é o pior também. Muita gente considera um clássico, eu acho chato.

#70 Mighty No. 9 – 21/05 – Olha, eu me diverti com esse jogo quando o jogo queria. Só que ele é muito estressante pra valer a pena alguma outra jogatina. Da série, não toco mais nele. Decente. Só isso.

#71 Wardogs: Red’s Return – 22/05 – Beat’em up brasileiro, é um porte de celular de um jogo licenciado da RedNose, marca de roupas. Cachorros trocando porradas… Porque será que a QUByte (responsável pelo porte) publica tantos jogos com temática de cachorro? Primeiro o Dogurai, agora esse. Piadas a parte, é um jogo de mediano pra bom, apesar de alguns inimigos babacas.

#72 Sigi: A fart from Melusina – 23/05 – Ghouls and Ghosts pra crianças. Platforming simples e divertido. Aproveitei pra pegar o trofeu de platina do jogo.

#73 Bastion – 24/05 – Bastion é legal, mas imagina jogar depois de 2 anos sem tocar no jogo e quase chokear por burrice? Pois é. Terminei em live.

#74 Caveman Warriors – 25/05 – Um side-scroller platformer meio arcadezão. O estilo gráfico é cartunesco, os personagens diferentes, mas a impressão é que fica é que o jogo é melhor em coop. Vale a pena se você pegar numa promoção como eu.

#75 1943: The Battle of Midway – 25/05 – O jogo gratuito da Capcom Arcade Stadium. Claro que eu joguei, ainda que pra terminar eu tenha comprado o DLC de Jornalista de Jogos (aka Invencibilidade). Não me arrependo. A última fase, independente de quantos créditos você tenha, morreu é game over. Plus, eu não consigo jogar direito shooters antigos, os padrões parecem muito erráticos.

#76 Dandara: Trials of Fear – 26/05 – Metroidvania diferente, feito no Brasil. A jogabilidade no controle não é das mais perfeitas, afinal, é um porte de mobile e a maneira como o jogo se joga não privilegia muito os controles. A princípio, eu odiei, mas mudei um pouco a opinião. Os controles ainda são ruins, mas o jogo é aceitável. Não pelo preço da PSN, mas aceitável.

#77 Hentai vs Evil – 27/05 – É um shooter meme. Não é bonito, chama a atenção pelo nome, e tem shooters melhores… Mas é divertido.

#78 0 Degrees – 27/05 – Platformer/puzzle Brasileiro envolvendo gelo. É um jogo desafiador, pero no mucho, e é criativo, além de divertido.

#79 Dreaming Sarah – 28/05 – Indie Brasileiro que é melhor do que eu imaginava. Claro, a temática dele é pesada depois que você descobre o que é. Mas ainda assim vale a pena.

#80 Pixel Devil and the Broken Cartridge – 28/05 – Jogo insuportavelmente chato. Tenta ser uma homenagem aos clássicos, mas o design de fases é um horror. Platinei.

#81 Pinkman + – 29/05 – Platformer de precisão, com gráficos ultra minimalistas, jetpack e muitas, mas muitas mortes. Platinado. O fato de maior destaque é que dentre as músicas royalty free do jogo, você vai encontrar a música “We’re Finally Landing”, do artista HOME. Fãs de speedruns vão reconhecer como a música usada nos vídeos do Summoning Salt.

#82 One Escape – 30/05 – Mistura de puzzle, platforming e Stealth. É um indie muito divertido, apesar das fases do Gorila aumentar a dificuldade de maneira surpreendente. Recomendado.

#83 Double Dragon II: The Revenge – 31/05 – Double Dragon II. Simples, bater em malandros é gostoso demais.

#84 Biomutant – 01/06 – Como definir Biomutant para leigos? Um fallout com furries. É um jogo gostoso de se jogar, com um belíssimo mundo aberto a se explorar. Não é difícil, mas o preço cobrado nele (60 dólares) não vale, porque é aquém da capacidade gráfica dos consoles. Se fosse um jogo de 50 ou 40 dólares, recomendaria sem pensar duas vezes. No preço atual, talvez em promoção.

#85 Coming to Grips with Christine – 01/06 – Visual Novel curta (com conteúdo sexual), basicamente você namora uma mulher que é um pouco controladora demais, e precisa decidir o que vai fazer com o futuro de vocês juntos. A história não enrola e vai direto ao ponto, considerando prós e contras, recomendo.

#86 Bondage Black Jack – 01/06 – Visual Novel/Black Jack, vulgo 21. Imagine Strip poker, mas ao invés de poker é 21 (também conhecido como Black Jack lá fora), agora imagina que quando você termina de despir a moça, pode dar 1 de 4 recompensas a ela no campo do bondage. Imaginou? Infelizmente não é bom como black jack, nem como erótico. Muito pouco conteúdo.

#87 Sengoku 3 – 02/06 – O melhor beat’em up da SNK. Bonito, mecanicamente bom, mas como todo jogo de arcade, difícil feito a moléstia.

#88 Donuts’n Justice – 03/06 – Shooter horizontal protagonizado por dois policiais de terno branco que tem que atirar em criminosos, ninjas, mais criminosos, uma gosma verde e um DONUT GIGANTE.

#89 Freddy Spaghetti – 03/06 – Jogo meme do macarrão. Divertido, porém muito estressante. Vale as risadas e a platina é demoradinha. Não muito, mas é.

#90 Ord. – 04/06 – Um text adventure baseado em sentenças de três palavras e múltiplas escolhas. Platina complicada graças ao RNG do jogo.

#91 Trials and Traces: The Tomb of Thomas Tew – 04/06 – Adventure point’n click sobre um detetive investigando as pistas de um pirata morto. Curto e competente, apesar dos gráficos old school.

#92 All-Star Fruit Racing – 05/06 – Clone de Mario Kart com temática de frutas. O jogo é funcional, mas tem certamente a trilha sonora mais sem graça de um jogo de kart.

#93 Sumatra: Fate of Yandi – 06/06 – Outro adventure Point’n Click, com pixel art. O visual do jogo não é chamativo pra quem por exemplo jogou Deponia, mas não é de se jogar fora. Uma história que a princípio parece ser de sobrevivência, mas ao avançar, ganha um toque de mistério.

#94 Heal – 06/06 – Um puzzle… Chatinho. Ele é curto, mas principalmente, chato. Não costumo dizer isso de puzzles, mas é a verdade.

#95 Thunderflash – 06/06 – Um clone de Commando/Mercs no melhor sentido possível. Trilha sonora bacana (na maioria das vezes), dificuldade balanceada (na maioria das vezes) e duração decente.

#96 Strawberry Vinegar – 07/06 – Visual novel yuri sobre comida e o romance com uma demônia. É uma comédia leve, bem escrita (como esperado da Ebi-hime). Eu já tinha terminado ela alguns anos atrás no PC, mas agora tive a oportunidade de rejogá-la em sua versão de consoles.

#97 Roommates – 08/06 – Uma visual novel sobre a vida na faculdade. O jogo tem um q de acumular pontos como se fosse um date-sim e um sistema de status que pode liberar os melhores finais. Você escolhe entre dois protagonistas, e caso escolha um, o outro potencialmente pode ser seu par. É divertida.

#98 Guard Duty – 09/06 – Outro adventure point’n click. Apesar do ritmo lento da jogatina, a história é cativante.

#99 Jisei: The First Case HD – 10/06 – Visual Novel de mistério e assassinatos. Tem seu valor, ganhou tratamento HD pro lançamento em consoles (a original de 2010 era 4:3), infelizmente a tradução em português tem muitas falhas, o que tirou parte de minha diversão.

#100 Sengoku Basara 4: Sumeragi – 11/06 – Sengoku Basara é uma de minhas franquias favoritas. Como 90% dela, não veio ao ocidente, mas é um jogo bem divertido. Mas é aquilo, ou você morre uma grana importando, ou apela pra locadora do Paulo Coelho (se você possui um PS3 destravado)

#101 Tamiku – 12/06 – Inspírado por Bubble-Bobble, Tamiku é um jogo que é curto (2 loops de 8 fases), mas divertido. Ele presta homenagens a clássicos dos 8-bits e é competente nisso, ao contrário do Pixel Devil.

#102 League of Evil – 13/06 – Um jogo no estilo Super Meat Boy. Legal pra caramba, um pouquinho estressante pra novatos (eu já fiz speedrun de League of Evil então é de boa pra mim), mas tranquiilo de se jogar. Morra e aprenda.

#103 Is it wrong to try to shoot’em up girls in a dungeon? – 14/06 – Shooter feito pra promover o lançamento do jogo “Is It Wrong to Try to Pick Up Girls in a Dungeon? Infinite Combate” e é bem divertido. Curtinho, mas é gratuito e leve.

#104 Ninja Gaiden Sigma – 15/06 – Jogaço, apesar da câmera problemática. É uma versão menos difícil do Ninja Gaiden original do Xbox. O que quer dizer que mesmo jogando no Easy, o jogo vai comer seu rabo com areia. Não se sinta mal de jogar no Easy, já que o jogo não pega leve. NINPO INFINITO FAZ BRRRRRR!

#105 Autumn’s Journey – 16/06 – Uma visual novel que foi lançada gratuitamente no PC, foi relançada pros consoles. É bem curtinha e gostosinha, sobre amizade e pans.

#106 Sun Wukong vs Robot – 17/06 – Metroidvania-lite estrelado por Sun Wukong, que derrotado e capturado por robôs, deve recuperar seus poderes, os derrotar e conseguir sua liberdade de volta. É gostosinho de jogar, mas é difícil.

#107 Pretty Girls Klondlike Solitaire – 17/06 – Basicamente paciência com Waifus. Básico. O maior destaque são os sprites das meninas do jogo, feitos pelo estúdio Miel/Norn, cujas visual novels são distribuídas pelo braço ocidental deles, Cherry Kiss Games.

#108 Ninja Gaiden Sigma 2 – 18/06 – Em relação ao primeiro jogo, muda da água pro vinho. O jogo é mais ágil, bonito e a ação é mais brutal. Novamente, não se sinta mal de jogar na dificuldade mais fácil, porque o jogo vai comer seu cu. E grazadeus, sem inimigos Drones… Por outro lado, sem Ninpo Infinito (mas ele não é tão útil quanto no primeiro jogo).

#109 Ninja Gaiden 3: Razor’s Edge – 19/06 – Entendo as críticas que o jogo recebeu, tem um jogo muito bom querendo sair dali, mas a decisões imbecis do Team Ninja impediram. As melhores fases do jogo foram as adicionadas na versão RE, com a Ayane porque elas lembram bastante os dois Ninja Gaiden anteriores.

#110 A Hero and a Garden – 20/06 – Visual novel de colheita. Você é um cavaleiro que foi resgatar uma princesa… Que não precisava ser resgatada e você acabou detonando a cidade dos monstros. Para consertar tudo, você precisa colher frutas e conseguir dinheiro pra reparar tudo. Basicamente, aperte botões e espere: O jogo. A única escolha que você faz é no final.

#111 Trenga Unlimited – 22/06 – Puzzle que é uma espécie de Jenga invertido misturado com Tetris. É um jogo divertido, mas que pode estressar nas fases posteriores. Mais um indie brasileiro zerado.

#112 Devil May Cry 4: Special Edition – 22/06 – Devil May Cry 4 é divertido, considerando os problemas que a Capcom teve na época e metade do jogo são as fases do Nero de trás pra frente. A jogabilidade dele compensa.

#113 Arkan: The Dog Adventurer – 23/06 – Um misto de Arkanoid e platformer. Consegue divertir por um tempo, mas em um determinado momento o jogo deixa de ser divertido e passa apenas a ser frustrante.

#114 Sable’s Grimoire – 23/06 – Visual novel (curiosamente não eroge) sobre um garoto que vai pra uma escola de magia aprender mais sobre o assunto. É bem bacana. Recomendo.

#115 South Park: Fracture But Whole – 26/06 – Continuação de Stick of Truth. Em alguns pontos, vai mais longe que o antecessor no humor. Em mecânicas. as vezes é inferior. Ao menos não tem a sensação de ser curto feito o anterior.

#116 In Rays of the Light – 27/06 – Walking simulator do gênero “Russia” (basicamente, um pós apocalipse) que começa misterioso, tem um tom creepy no meio, mas no fim, assim como no “Sexto Sentido”, você estava morto o tempo inteiro. É ok, e não é babaca pretensioso como The Witness.

#117 Bitch family on the Beach – 29/06 – O título já entrega, baixei esse jogo pelo nome. É um “RPG” em japonês que tudo que você precisa fazer é interagir com algumas pessoas na praia pra fazer sexo com elas. O resto? Não sei, o jogo tá em japonês

#118 Tower of Waifus – 29/06 – Um clone de HuniePop. Divertido, mas não tem o fator replay no nível de HuniePop.

#119 Gutwhale – 29/06 – Shooter meio rogue-lite. Chatinho, curto, não recomendo. Deu pra perceber pelo parágrafo que eu realmente não curti o jogo.

#120 CrossKrush – 30/06 – Um puzzle com dois velhinhos sobre destruir carros dos jovens. Muitas explosões, combos e o escambau a quatro. Os gráficos são meio meme, mas dá pra se divertir por uns 15, 20 minutos por jogatina.

#121 Mina & Michi – 30/06 – Do mesmo criador de Milo’s Quest, e bem parecido com o mesmo. Um puzzle/adventure bem tranquilinho de se jogar, perfeito pra uma tarde fria. Só queria ter o cérebro pra movimentar dois personagens ao mesmo tempo sem parecer que eu tive um AVC.

#122 Extreme Formula Championship – 01/07 – Um dos jogos de corrida mais boçais que já joguei, faz Super Kids Racing parecer excelente. E é dos mesmos criadores. Cinco pistas, AI burra, carros todos iguais, texturas aparecendo e sumindo. Infelizmente não foi portado pro PS4, ou eu teria comprado.

#123 Horny Honey – 01/07 – Quebra cabeça hentai. Só isso. Uma música que fica repetindo até o fim dos tempos.

#124 Horny Girls – 01/07 – A mesma coisa que o anterior, só que com uma apresentação melhor e um minigame de flecha pra despir as garotas.

#125 Gamer Girls – 01/07 – Tetris com hentai. O tetris é bom e o hentai também. Pena que a tradução do jogo é boçal. Mas recomendo.

#126 Sweet and Hot – 01/07 – Jogo da memória, que basicamente sua função é desbloquear figuras de waifus. A cada loop de garotas, com menos roupas elas vão ficando. Trilha sonora de elevador.

#127 Hentai Saves Australia – 01/07 – Mais um quebra cabeça hentai, só que esse tem uma “música” irritante e um gemido que te distrai. Entre Horny Honey, Horny Girls e esse aqui, Hentai Saves Australia é o pior.

#128 Blaster Master Zero – 02/07 – Um excelente reboot da série, feito pela Inti Creates. Jogabilidade melhorada, mas ainda familiar e a dificuldade balanceada. Recomendo demais.

#129 – More Dark – 03/07 – Jogo de puzzle/platformer simples, mas que não streamei porque ele crashou em uma ocasião. 60 fases com dificuldade progressiva e boas mecânicas.

#130 – Amazing Pyramids Reborn – 03/07 – Puzzle de descobrir as palavras (feito o jogo da forca, mas sem derrota). Não recomendo pra sessões longas. Em doses periódicas é ok.

#131 Hentai XXX Plus – Jigsaws Vol 2 – 04/07 – Quebra-cabeças hentai (mas que não foi feito na Unity) que seria bom se a apresentação dele não fosse pretensiosa demais.

#132 Blaster Master Zero 2 – 04/07 – Continuação do BM Zero, ampliou o escopo da aventura e adicionou coisas novas. Tirou algumas, mas no fim é um jogo maior e melhor que o antecessor.

#133 Agatha Christie: The ABC Murders – 05/07 – Jogo de detetive, baseado no livro homônimo. É um point’n click em terceira pessoa com gráficos meio em cell shading. É bem competente.

#134 Bloodstained: Curse of the Moon – 06/07 – Castlevania em 8-bits, da Inti Creates. Não sei se é pelo fato de eu ter jogado muito jogo desgraçado e difícil, mas o jogo me pareceu mais fácil do que eu lembrava.

#135 Life Changes for Keeley – 08/07 – Continuação da cena final de “Coming to Grips with Christine”, onde Keeley havia flagrado seu marido a traindo com outra. Visual Novel erótica simples, mas a apresentação em termos de Interface gráfica melhorou.

#136 Dr. Yuuko’s Sex Training – 09/07 – Visual Novel erótica (oh, não diga) bem curtinha, básica, mas o principal problema é que quando você acha que vai continuar, ela acaba.

#137 Super Destronaut DX-2 – 09/07 – Jogo a la space invaders. Simples, viciante e frenético.

#138 Bloodstained: Curse of the Moon 2 – 10/07 – Melhor que o primeiro, e mais difícil. Mas por incrível que pareça, mesmo eu tendo jogado ele somente quando saiu, não tive tanto problema pra terminar os 3 capítulos. Não sinto a necessidade de jogar o Ritual of the Night.

#139 Hard Work – 12/07 – Visual Novel erótica (não diga) com a premissa esquisita de que você trabalha com aconselhamento sexual e precisa ajudar uma (de 3 possíveis) garota a ficar motivada e feliz no trabalho. A “diferença” ´é que a rota é definida por um questionário antes de conhecermos de fato as garotas.

#140 Sonya: The Great Adventure – 12/07 – Adventure Point’n click na mesma pegada do Valerie Porter, ou seja, do gênero “Hidden Object”. Ele é divertido (na medida que um jogo do gênero consegue ser) e um tanto desafiante. Você precisa salvar a sua irmã, que teve a alma roubada por um feiticeiro DO MAAAAAAL.

#141 Mascara Omega – 13/07 – Seria cheat considerar que terminei meu próprio jogo? Não sei, mas enfim, aproveitei um dia sem internet pra rejogá-la.

#142 Inbetween Land – 15/07 – Outro Point’n click de objetos ocultos. Dessa vez, salve sua curiosa amiga que foi investigar uma ilha flutuante e acabou virando um espírito.

#143 Adam Wolfe: Episode 1 – 16/07 – Vou considerar cada episódio de Adam Wolfe como um jogo separado, porque é assim que eles foram vendidos (apesar de eu ter adquirido os 4 numa tacada graças ao Indie Gala). É um Point’n click de Objetos Ocultos. Você é Adam Wolfe, detetive sobrenatural que deseja encontrar a irmã desaparecida, e nisso, ele vai resolvendo casos cabulosos.

#144 Adam Wolfe: Episode 2 – 17/07 – Obviamente, uma das coisas que elogio em Adam Wolfe é que a apresentação dos jogos é extremamente impecável. Pegando títulos como Valerie Porter e Sonya: The Great Adventure, Adam Wolfe está milhas a frente, comparando-se possivelmente com os títulos da Artifex Mundi (que publica jogos do gênero no PS4 e a apresentação deles também é ótima. Outra coisa, é que a série Adam Wolfe não fica só no básico de acha objetinho, tem coisinhas mínimas aqui e ali que fazem diferença no produto final.

#145 The Last Dream – 18/07 – Mais um Adventure point’n click de Objeto Oculto. Ei, não é culpa minha que o Indie Gala deu uns 4 jogos do gênero em julho e eu gostei deles. Nesse aqui, a apresentação dele é um pouco mais garbosa com direito a cenas em Full Motion Video. A história tem um twist bacana, e alguns puzzles são reaproveitados de jogos da produtora (a mesma de In Between Land e Sonya: The Great Adventure). Recomendo.

#146 Season of Mystery: The Cherry Blossom Murders – 19/07 – Tinha esse jogo desde maio, acho, presente do Chora. Assim como os últimos quatro jogos dessa lista, é um point and click de objetos ocultos. Só que esse é um jogo japonês. Sim, foi feito pela Square-Enix e tal. Ele segue as mesmas convenções dos outros. Só que ele é simples, em termos de mecânica, ele tá próximo de Valerie Porter, o que faz sentido, já que ele é de 2009/2010.

#147 Empress of the Deep: The Darkest Secret – 20/07 – You guessed it, mais um jogo de objetos ocultos. Esse eu fiz a maioria dos puzzles sem pular (ou consultar guias), é uma sensação boa. Nesse aqui, devemos encontrar por alguma razão, três relíquias pra descobrirmos sobre o nosso passado e derrotar uma Imperatriz. É parte de uma trilogia.

#148 Lost Grimoires 3: The Forgotten Well – 21/07 – Não diga, mais um bla bla bla bla bla. Enfim, depois do milésimo, fica difícil falar algo diferente. Mas enfim, apesar de ser o terceiro de uma trilogia, os jogos não são diretamente conectados. E o gênero é uma ótima experiência narrativa.

#149 Adam Wolfe: Episódio 3 – 21/07 – Um dos defeitos dos jogos da quadrilogia Adam Wolfe é que eles são relativamente curtos, comparando com outros jogos usuais. Mas, uma coisa que posso elogiar em relação a série, é que ela não tem repetição muito extensa de puzzles, e todos dão um toque único. E o episódio 3 termina em um cliffhanger interessante.

#150 Adam Wolfe: Episódio 4 – 22/07 – Me sinto orgulhoso de não ter pulado um puzzle sequer nesse jogo. E o final é meio meh que ele deixa umas coisas em aberto

#151 Secret City: Mysterious Collection – 23/07 – Tem uma razão pela qual tiveram muitos jogos de hidden object zerados em sequência, eu os zerei de noite, pois durante o dia, jogava Dragon Quest XI, já que nenhum jogo de PS4 apareceu pra eu fazer análise.

#152 Around the world with the Johnson Family – 31/07 – Cacete, esse jogo tem zero história, só hidden object e puzzle. Jesus, jogo sem graça dos infernos. Além de ser excessivamente longo.

#153 Apple Slash – 04/08 – Um micro RPG de ação que tem uma mecânica interessante, uma boa jogabilidade, porém, quando você acha que o jogo tá engrenando… Ele termina.

#154 Fairy Godmother Stories: Little Red Riding Hood – 04/08 – Mais um jogo de hidden objects point’n click. Porém, depois do tédio que foi Around the World with the Johnson Family, aqui as coisas são mais tradicionais, historinhas e puzzles e etc. O problema é que o plot twist do jogo acontece cedo demais.

#155 Trigger Witch – 05/08 – Eu não esperava me divertir tanto com um dual stick shooter, porque não é um gênero que eu me dou bem. Mas sendo acessível a todos, bem humorado e bem feito, além de lindo, Trigger Witch tá entre os melhores jogos (de 2021) que joguei esse ano.

#156 Dating Life: Miley x Emily – 05/08 – Visual novel curta, parte do universo compartilhado que o pessoal da Dharker Studio criou, que engloba Beach Bounce, Negligee e possivelmente algum outro jogo deles. É interessante e bem feito, principalmente conhecendo um pouco o lado e Emily, a dona da Negligee.

#157 Dragon Quest XI: Echoes of an Elusive Age – 08/08 – Eu poderia ter terminado uma semana antes pelo menos, se não tivesse ocupado fazendo o conteúdo pra platina do jogo. O melhor JRPG do PS4, sem sombra de duvidas. Tem alguns problemas de balanceamento? Tem. Mas é um RPG divertido. Eu terminei o jogo principal no dia 26/07, mas o pós game com o final verdadeiro, somente no dia 8/8

#158 Empress of the Deep 2: Song of the Blue Whale – 10/08 – Continuação de Darkest Secret. Aqui precisamos libertar o espírito de bla bla bla, era no fim das contas mais uma armação do fantasma de Pandora, a irmã gêmea de Anna, a protagonista. No fim, Anna finalmente assume o posto de Imperatriz das Profundezas e os poderes especiais dela fazem os continentes submersos voltarem ao normal.

#159 Shiny: A Robotic Adventure – 10/08 – Indie BR platformer com um robozinho. Ele tem uma temática interessante, mas a física de platformer é ruim e as hitboxes são questionáveis. É aquele jogo que tava a um passo de ser bom.

#160 Potata: Fairy Flower – 10/08 – Platformer simpático da Sometimes You, tem seus problemas, mas 90% dele é bom e foi uma lufada de alegria depois dos xingamentos que foi Shiny.

#161 Mystery Trackers: Forgotten Voices – 11/08 – Prova 742 que eu preciso de um computador novo? Um jogo de Hidden Objects tava tendo problemas de performance aqui nesse lixo. Anyway, aqui estamos no papel de três jovens investigadores que precisam solucionar o sumiço de um grupo de estudantes em uma escola, que acontecera um ano atrás. Porém, ninguém no local lembra deles.

#162 Shattered Minds: Masquerade – 13/08 – Outro jogo de Hidden Objects, dessa vez precisamos por fim a tentativa de um lunático de destruir Saint Louis por vingança. Nos extras, descobrimos que a vingança desse lunático é meio justificada, já que a morte da família dele foi obra dos poderosos da cidade.

#163 Runaway Express Mystery – 14/08 – Guess What? Enfim, dessa vez a história é de uma mãe, que para salvar os filhos sequestrados por um condutor de trens, precisa solucionar algumas mortes misteriosas. Nada demais, puzzles, hidden objects, point’n click.

#164 Grim Legends: The Forsaken Bride – 15/08 – A Artifex Mundi é minha produtora de point’n clicks de Hidden Objects favorita. Os jogos deles tem uma produção bem feita e amarrada e a narrativa é boa… A única produtora que vi batendo de frente em termos de qualidade do produto foi a do Adam Wolfe. Enfim, mais um jogo de objetos ocultos, dessa vez, salvando nossa irmã gêmea de um espírito maligno.

#165 Mystery Trackers: Silent Hollow – 16/08 – Outro jogo da série Mystery Trackers, mas dessa vez bem anterior, percebe-se a evolução dos produtores, já que esse jogo é um pouco mais simples (mas ainda lotado de puzzles).

#166 New York Mysteries: The Lantern of Souls – 17/08 – Jogo ambientado na Nova Iorque dos anos 50, você é uma jornalista que investiga casos paranormais. E dessa vez, um nazista quer transformar a população em um exército de zumbis.

#167 Crystals of Time – 18/08 – Esse é um jogo de Hidden Objects que obviamente não tinha muito orçamento (apenas um grupo de 3 pessoas, programador, artista e compositor). Isso não seria um problema, se o jogo não tivesse um sério problema de orientação e as hitboxes dele não fossem questionáveis.

#168 Barry the Bunny – 18/08 – Jogo do criador de Milo’s Quest e Mina & Michi. Um platforming fofo e divertido, que fica um cadinho desafiante nos últimos estágios, mas não é tão complicado. Dá pra finalizar de boa, mesmo se você for ruim.

#169 Grim Tales: The Final Suspect – 19/08 – Mais um jogo de Hidden Objects, dessa vez, estamos no papel de uma detetive que tem um estranho poder de voltar no tempo para coletar pistas dos crimes que soluciona. Enfim, alguns dos puzzles aqui são multi-camada, você faz 3, 4 as vezes até 5 mini puzzles pra completar um puzzle só.

#170 Pile Up! Box by Box – 19/08 – Puzzle/Platformer/Colectathon simpático onde controlamos uma caixa e basicamente temos que consertar o mundo. É um jogo divertido, pena que não tenho amigos pra jogar em coop local. Dá pra terminar em 3, 4 horas de boa, mas o 100% da campanha principal pode demorar um cado mais.

#171 Dark Romance: Heart of the Beast – 20/08 – Outro jogo de Hidden Objects, e esse é talvez um dos mais fáceis em termos de resolução de puzzles. O melhor é que as etapas de Hidden Objects podem ser trocadas por Puzzles match-3. A história? Uma recontagem de “A Bela e a Fera”, por assim dizer, mas com certos twists.

#172 DOOM (1993) – 20/08 – Tá, foi só o primeiro episódio. Mas apareceram os créditos, então conta. Foi minha primeira vez com o Doom original desde o porte de SNES que joguei milênios atrás. É bem divertido, apesar de ser um jogo simples.

#173 Sigil – 20/08 – Os portes modernos de Doom tem suporte aos mods, então baixei o mod feito pelo criador original de Doom, John Romero. E apesar de começar com uma pegada puzzle, o final do jogo é cansativo Cansativo e ruim, aliás.

#174 Grim Legends: Dark City – 21/08 – Yada Yada, outro jogo de Hidden Objects. Não utilizei dica alguma nem pulei puzzle algum, me sinto até inteligente. A história? Dessa vez, um homem tenta ressucitar sua amada, mas acaba quase soltando um mal ancestral no mundo. Como a membro de uma organização que protege o mundo desse mal ancestral, precisamos resolver a parada.

#175 99 Vidas: O Jogo – 21/08 – Um beat’em up honesto. Tem defeitos, como a hitbox as vezes não funciona, e a CPU pode ser meio apelona. Mas consegui terminar, e é bacana ter seu nome nos créditos de um jogo (fui um dos apoiadores)

#176 Mystery Trackers: Four Aces – 22/08 – Talvez seja pelo fato de eu estar jogando esse gênero de jogo no horário da noite/madrugada, mas eu cansei jogando ele. Ou talvez o fato de que quando joguei, eu estava uma pilha de nervos. Mas os puzzles pareciam difíceis e eu fiquei perdido vez ou outra. Enfim, aqui, um louco fez mutações com animais e pessoas e cabe a gente resolver a treta.

#177 Sakura Succubus 4 – 22/08 – Quarto episódio da série Sakura Succubus, a narrativa dessa vez é de férias na praia, que me traz lembranças dos dois Sakura Beach, mas novamente, é legal para conhecermos mais as Succubi. E deixar uma coisa aqui clara: Mermão, a Marina é muito atraente. Sim, as garotas do jogo são naturalmente bonitas, mas a Marina é outro nível. É uma visual novel, as escolhas não importam em termos da narrativa, mas tem alguns achievements atrelados no PS4.

#178 Queen’s Quest 2: Stories of Forgotten Past – 23/08 – Não sei, mas novamente, outro título de Hidden Objects, eu tomei um gosto absurdo pelo gênero e possivelmente vou acabar até fazendo algo do tipo. Dessa vez, somos uma alquimista que pode mudar de forma (graças a poções) e temos que solucionar crimes, que tem relação com alguns contos de fadas (Chapeuzinho Vermelho, Robin Hood e Hansen & Gretel).

#179 Omno – 23/08 – Um puzzle que conta uma jornada solitária em busca da luz. É um tanto difícil explicar o jogo, mas é meio platformer e tem uma pegada como a de Journey, mas sem ser um absoluto porre como o jogo supracitado.

#180 Orbibot – 23/08 – Como bem definido por um espectador da minha live: Orbibot é um Marble Madness 3D, com elementos de puzzle. É divertido, mas ao mesmo tempo estressa.

 

#181 Ultimate Ski Jumping 2020 – 24/08 – Jogo meio arcade, simples, gráficos em pixel art, só que ele só fica no gimmick do salto de esqui, a pontuação dele é estranha e custa 53,90. Ele não vale os dez dólares cobrados.

#182 The Unseen Fears: Body Thief – 24/08 – Outro jogo de hidden object yada yada. Nesse aqui, existe a opção de trocar os puzzles de objetos ocultos por puzzles match-3, mas honestamente, os match-3 parecem durar pra sempre. A história? Somos um detetive com poderes sobrenaturais dados por nosso pai de criação. Temos que investigar uma série de assassinatos que aconteceram em Amsterdã, na Holanda.

#183 Trine – 25/08 – Hoje em dia considerado clássico, Trine é em seu cerne, uma evolução do clássico “The Lost Vikings”, você tem 3 personagens com habilidades diferentes e precisa combinar essas habilidades pra passar pelos obstáculos das fases. Divertido.

#184 Brazilian Adventure – 25/08 – Outro point’n click de objetos ocultos. Esse aqui é um pouco esquisito, e se passa no Brasil. Seria aceitável, se não fosse o protagonista soltando uns “Anda logo, bora!” (Não com essas palavras) quando se demora num puzzle. Você acaba se envolvendo em uma treta com um espião da KGB e a herdeira de um imigrante russo, fugido da revolução comunista.

#185 Action Arcade Wrestling – 26/08 – Esse aqui seria o jogo oficial da Chikara, se não fosse o fechamento da mesma. A jogabilidade é arcadezona e fácil de entender, em alguns pontos lembra os jogos da WWE. O conteúdo do jogo em si é pequeno (mesmo com a variedade de matches, só temos lutas de exibição). Como o jogo não tem modo carreira, campeonato ou coisa do tipo, considerei como terminado, conseguir todos os troféus do jogo. A melhor parte do jogo são as criações da comunidade.

#186 Pretty Girls Panic! – 26/08 – Clone do clássico Qix, com as meninas das novels da Miel/Norn. Com a natureza viciante de arcade e as belas meninas das novels, é uma boa compra. A platina é rápida, mas o jogo compensa em fator replay.

#187 Mystery Case Files: Rewind – 26/08 – Outro point’n click de Hidden Object só que esse aqui é fraco. A trama, envolvendo consertar uma treta temporal seria interessante, se houvesse algo. Mas há somente um fiapo de roteiro, envolvido por infinitas seções de Hidden Objects, intercaladas com puzzles.

#188 Mystery Trackers: Train to Hellswich – 27/08 – Mais um jogo point’n click de Objetos Ocultos (quantos zerei nessa lista? Não sei). A trama envolve o sequestro de crianças dotadas de poderes mágicos e uma antiga organização que foi detida pelos Mystery Trackers há muito tempo atrás.

#189 Labyrinths of the World: When the Worlds Collide – 27/08 – A trama envolve resgatar a sua irmã, absorvida por um lívro místico e no processo, salvar todos os mundos de um mago maníaco. E sim, mais um point’n click de objetos ocultos.

#190 The Myth Seekers 2 The Sunken City – 28/08 – Yada Yada, pelo menos não precisei aguardar o fim de ano pra escrever o texto desse artigo. Mais um point’n click de objetos ocultos. Dessa vez, desvendamos os segredos de uma cidade que submergiu e precisamos salvar Paris.

#191 The Unseen Fears Last Dance – 28/08 – O jogo é bom, mas é confuso. Você começa indo pra Paris pra atender o e-mail de uma certa mulher, só que essa mulher morre e você vai numa caçada pra resolver uma das coisas que acontece. Claro, você muda a vida das pessoas que vai passando, mas é meio confuso que no fim, só um casalzinho lá importa. E sim, é um jogo de Hidden Objects.

#192 Haunted House: Room 18 – 29/08 – Um tio convidou a sua família para uma reunião numa mansão, porém a mansão foi assombrada por algo ocorrido no passado e cabe a você e seu irmão resolverem as coisas. Puzzles e Hidden Objects.

#193 The Secret Order: Return to the Buried Kingdom – 29/08 – Uma amiga de infância com a qual compartilhamos aventuras anteriores (sei de nada, esse é o oitavo jogo da série Secret Order) nos chama porque algo aconteceu no Reino onde ela está vivendo. Daí investigamos, puzzles, yada yada. Olha, se tem uma coisa a se criticar nos jogos de objeto oculto que tenho jogado é… OS FINAIS SÃO UMA MERDA. Sério. Boa parte deles é curto do tipo: “Ah você conseguiu TCHAU CRÉDITOS”

#194 Family Mysteries 2: Echoes of Tomorrow – 30/08 – Olha só! Um jogo de Hidden Objects cujo final não é uma absoluta merda, quem diria, hein? Enfim, nesse jogo você é um inventor genial, só que algo acontece e alguém sequestra a sua esposa, e no fim das contas estamos lidando com uma inteligência artificial Skynet Wannabe (os caras nem esconderam que se inspiraram em exterminador do futuro, pelo amor de deus, o nome da AI é A.R.N.O.L.D.). Mas bem, o jogo é bem legal.

#195 Mystery Trackers: Fatal Lesson – 31/08 – O jogo é a primeira aparição de Slade, Black e Ginger, os protagonistas de Mystery Trackers: Forgotten Voices. Dessa vez, lidamos com um estranho monstro ligado a experimentos passados da organização, e ao mesmo tempo que investigamos isso, relembramos parte do passado da Agente Amber e da Agente Shade, quando elas ainda estavam em treinamento. E sim, o final é satisfatório e explica as coisas.

(Post scriptum: Sei que a ideia é manter os textos como eu havia escrito quando terminei, mas precisava colocar isso. Meu papel de parede desde a época, é uma foto da Agente Shade)

#196 Witches Legacy: Rise of the Ancient – 31/08 – Você está no papel de uma bruxa ancestral que passou muito tempo adormecida, e precisa deter uma entidade maligna que ameaça destruir o mundo. O legal desse jogo, é que a aventura extra se passa no meio do jogo, explicando algumas coisas que acontecem durante a aventura principal.

#197 Christmas Stories: Alice’s Adventures – 01/09 – As pessoas ao redor do mundo perderam o espírito de Natal e cabe a você, no papel da Alice (sim, aquela alice do país das maravilhas) salvar o Natal num point’n click com objetos ocultos. É um jogo relativamente curto.

#198 Ravva and the Cyclops Curse – 01/09 – Indie brasileiro chegando aos consoles, Ravva and the Cyclops Curse é um platformer criativo e difícil, com a jogabilidade focada em saber qual power-up usar em cada momento. O final boss tem umas 17 formas, a parte mais difícil.

#199 Dark Arkana: The Carnival – 03/09 – Tudo começa com o desaparecimento de uma mulher num parque de diversões e termina com impedir uma entidade ancestral de ir para o nosso mundo. Basicamente o roteiro de um JRPG, só que com objetos ocultos e puzzles.

#200 Sacra Terra: Kiss of Death – 04/09 – Quem diria que o jogo 200 seria um jogo de objetos ocultos fraquinho? Pela tela título você acha que seria bom, mas o roteiro fraco (você precisa resgatar seu namorado das garras de uma succubus, sendo que a treta foi causada por ELE que abriu o livro da Succubus) me desanimou até de jogar a aventura extra.

#201 Highschool Romance – 07/09 – É uma visual novel simples, com cenário escolar. Na minha opinião, o pacing da novel é rápido demais, as coisas vão de um ponto a outro. Eu já havia jogado a novel anos antes, na versão de PC.

#202 Dragon Spirit: The New Legend – 07/09 – Um dos meus jogos favoritos do NES. Eu só soube que o jogo tinha o modo Gold Dragon (com 5 fases ao invés das 9, inimigos menos agressivos e um final diferente) relativamente recente, mesmo tendo jogado esse jogo nos anos 90. É divertido, apesar de difícil.

#203 Lola – 15/09 – Uma visual novel sobre uma garota que sofre uma maldição que a deixa irresistível para qualquer homem, ou criatura viva. Sim, uma “daquelas”.

#204 Cummy Bender – 15/09 – Mais um dos inúmeros clones da fórmula do Akabur de raising/trainer eróticos, dessa vez estrelando a Korra. Assim como VN erótica em 3D, existe um caminhão de clones do Princess Trainer. Algumas coisas são boas, outras, atendem a fetiches específicos.

#205 Virtuous Western – 17/09 – Indie BR lançado pela Ratalaika Games, é uma mistura de puzzle com western, onde com um determinado numero de balas, você deve derrotar os inimigos. É divertido, apesar de curto.

#206 PPG Adult Parody – 18/09 – Como podem perceber, não coloquei uma imagem aqui pra não assustar você. É uma paródia adulta das meninas super poderosas, feita numa engine ultrapassada (A Novelty), feita por alguém que não sabe falar em inglês, mas fez o jogo em inglês mesmo assim e os modelos/animações do jogo parecem ter sido gerados pelo Diabo. No fim das contas, ainda melhor que o script do piloto do live Action de Meninas Super Poderosas que vazou na internet.

#207 Prehistoric Dude – 19/09 – Metroidvania, do mesmo criador de Barry the Bunny, Mina & Michi e Milo’s Quest. Dos quatro jogos dele, talvez esse seja o mais complicadinho. Não tá no nível difícil, mas é um pouco desafiante. Recomendo.

#208 Pegasus: Broken Wings – 19/09 – É um RPG/Visual Novel cyberpunk, e seguindo minha tradição de jogar/conhecer coisas pelo número 2, é a continuação de um jogo que não joguei. Após fazer uma entrega, devido a um ataque terrorista, nossa equipe fica presa em um planeta. E nisso, acabamos numa trama sobre corrupção.

Sei que esse texto de fim de ano é pra resumir sobre o que jogamos, mas preciso deixar isso claro. Primeiro, adoro a temática futurista do jogo. Segundo, o que me chamou a atenção quando fui pedir a key do jogo, foram os sprites, diferentes dos sprites anime/chibi fofinhos que é o padrão do RPG Maker. E em terceiro, foi a maneira que o criador do jogo contornou as próprias limitações e as limitações da engine.

O que ele fez em termos de narrativa e condução de sequências de ação, seria o que eu faria se eu estivesse fazendo um jogo semelhante. Sendo assim, tiro o chapéu pro jogo e pro criador.

#209 Welcome Back – 20/09 – É um puzzle do mesmo criador de 112th seed, porém teve sua produção parada para que 112th seed pudesse ser feito. Você morreu, e para poder reencarnar, Deus diz que você deve passar por cinco outros estágios de reencarnação, antes de voltar a ser humano.

É um jogo que cada etapa (incluindo a etapa para fazer o final verdadeiro) traz um tipo diferente de gameplay. É um jogo curto e boa parte dos puzzles nem são tão difíceis (com exceção dos puzzles da etapa final), mas é sólido do começo ao fim, sendo fiel ao tema de “utilizar seus inimigos como arma”, que foi o tema da GameJam que originou esse jogo (inclusive ele foi o vencedor da Game Jaaj 4).

#210 Sakura Swim Club – 22/09 – Mais uma visual novel da Winged Cloud e um jogo que por alguma razão tá na banlist do twitch (não é permitida nem a versão all ages dele). Eu tinha esquecido que ela era uma novel compridinha até (mesmo em relação a jogos mais recentes da Winged Cloud, como Sakura Succubus).

Tenho um carinho por essa novel, que fez parte das primeiras novels que joguei lá em 2016/2017/2018. Você é um aluno transferido que acaba entrando pro clube de natação da escola, que por conta de rumores, não tem uma boa reputação. Como eu joguei a versão NSFW, lembro talvez de quais foram os cortes pra versão de consoles. As escolhas da novel não fazem muita diferença, mas ainda assim é uma novel decente.

#211 Catgirl & DogGirl Cafe – 26/09 – É uma típica novel da Miel/Norn, ou seja, um nukige. Basicamente um “isekai”, onde você vai pro outro mundo, vira cozinheiro do rei de uma nação, ele te dá dinheiro pra abrir um restaurante, você acaba comprando duas semi-humanas (uma menina-cão e uma menina-gato) e tem muito sexo depois disso. É tudo o que você precisa saber.

#212 A Date with Emily – 26/09 – Não tem nada a ver com Miley x Emily, btw. É uma novel curta, primeiro projeto de um criador e tal. Basicamente, um encontro entre dois colegas de escola, alguns anos depois da formatura e a descoberta de que um tem um crush pelo outro. É um romance bem vanilla, o que é esquisito de se ver em Visual Novels adultas com personagens renderizados em 3D

#213 My Furry Neighbour – 27/09 – Uma visual novel furry que não é yaoi, what a concept. Basicamente, é um romance com uma raposa antropomórfica. A novel tem vários elementos que sugerem que esse é o primeiro trabalho do criador, desde o pacing apressado a alguns typos aqui e ali e aos cenários borrados (e como criador, sei o quão caro pode ser custear cenários de VN). Por outro lado, a raposa é jeitosinha mesmo hein.

#214 Hell Blasters – 01/10 – Shoot’em up simples, e funcional, mas com um problema (ao menos no modo arcade): As fases DURAM PRA SEMPRE. São cinco fases com a duração de uma última fase de shooter regular, plus, a última fase dura ainda mais. Como ponto positivo, no Arcade, cada dificuldade e personagem selecionado traz um final diferente, o que dá um fator replay absurdo. Além do mais, não posso ficar zangado com um shooter que possui uma dificuldade chamada JORNALISTA, que fica abaixo do Easy.

#215 Pretty Girls Breakout! – 01/10 – Jogo da linha Pretty Girls, da Zoo Corporation. Dessa vez, temos um clone de Breakout, que levou mais tempo do que deveria pra eu terminar, porque 1: sou ruim em breakout e 2: as últimas fases são difíceis. Divertido.

#216 Sand Story – 02/10 – Uma Kinetic novel sobre um rapaz que aluga uma casa para umas férias de verão, esperando levar garotas lá pra… Enfim. Só que ele não contava que a casa estaria alugada por uma loira fenomenal. E é nesse clima que uma comédia romântica se inicia. Se por um lado, a arte é bonita e a história, apesar de básica, é funcional. É uma novel curtíssima. Vale seu dinheiro? Sim.

#217 All I Want for Christmas is a Girlfriend – 02/10 – Kinetic Novel CURTISSIMA sobre um garoto solitário que deseja uma namorada. Nisso, ele resolve convidar uma garota que ele esteve ajudando com os deveres de Matemática no Ultimo ano. É uma novel gratuita, curtinha, mas bem feita, contando inclusive com dublagem.

#218 Without Romance – 03/10 – Uma coisa que odeio é quando visual novels tentam ser dramáticas apelando pra uma escrita mais cínica. Enfim, é MAIS uma Kinetic novel curta, sobre um casamento arranjado e a discussão sobre a “honra” da família x sentimentos “egoístas”. Tecnicamente é uma novel bem feita, mas a maneira que a história foi contada não me agradou.

#219 Moe Era – 04/10 – Esse foi um período no ano que joguei uma quantidade razoável de Visual Novels, mas isso era usualmente entre algum jogo maior (na época que faço esse relato, estou entre One Piece: Unlimited World Red e Ultra Age). Mas enfim, Moe Era é uma visual novel gratuita que mistura um pouco de slice of life, questões filosofais sobre a vida com um leve tóque de Russia, ou seja, um toque de bizarrice típico dos jogos da terra de Vladmir Putin. Eu recomendo.

#220 One Piece: Unlimited World RED – 05/10 – Eu deveria ter terminado antes dessa data, porque é um jogo relativamente curto. É um Action/Adventure básico, meio RPG, se você olhar a estrutura do jogo, claramente vê que ele é do 3DS. A parte mais divertida é construir a cidade.

#221 Moon Raider – 07/10 – Um jogo de ação que a primeira vista, pode lembrar Mega Man, mas não é. É um plataforma de ação 2D decente, apesar de algumas animações de pulo serem dubias e a colisão não ser das melhores em alguns pontos. Possui uma pseudo-continuação, que na verdade é no ponto de vista do irmão (ou irmã) mais nova da personagem principal.

#222 Sakura Nova – 20/10 – Uma visual novel da Winged Cloud. O que me fascina dela é o setting que é uma mistura de medieval com futurista. Você é o aprendiz de uma academia de cavaleiros, e tem que aprender o valor do trabalho de equipe com suas companheiras, que são romanceáveis. Uma pena que não tem uma rota com a professora. Anyway, eu havia jogado a versão adulta anos atrás e agora terminei a All Ages de consoles.

#223 Gleylancer – 21/10 – Gleylancer é uma jóia oculta do Mega Drive que ficou somente no Japão, mas graças a Ratalaika Games, o jogo foi relançado para os consoles modernos. É um shoot’em up, difícil pra caramba, mesmo na dificuldade fácil. Tá, a versão tem alguns recursos que ajudam a terminar o jogo (incluindo um cheat de invencibilidade e modo debug).

#224 Ramen no Oujisama – 24/10 – Uma novel que já analisei, mas no momento em que escrevo isso, havia saído uma nova atualização com boa parte da rota da Ren. É uma boa visual novel, mantenho o que disse, e o desenvolvimento da rota da Ren chega ao ponto em que reúne quase todas as personagens romanceáveis num mesmo lugar.

O problema é que a rota ainda não está concluída (creio que seis capítulos estão prontos) e termina num cliffhanger. Post scriptum: A versão mais atual (1.18) possui a rota da Ren completa

#225 Imouto Ijime – 26/10 – Uma novel sobre um sujeito que tem uma relação com sua meio-irmã (não são irmãos de sangue, mas devido ao casamento dos pais dos dois). Não tenho muito a dizer sobre.

#226 Panorama Cotton – 27/10 – Eu não sou bom em Rail Shooters. Panorama Cotton é um jogo a la Space Harrier, mas um tanto mais caótico por ser da franquia Cotton. Lançado no Mega Drive e relançado pra PS4 e Nintendo Switch, é divertido, mas é difícil.

#227 Crimson Spires – 28/10 – Visual Novel focada em um cado de mistério/horror, com você no papel de uma agente do FBI que acabou presa em uma cidade pequena envolvida em torres que sempre matam quem tenta sair da mesma.

Agora, como a única Delegada da Cidade, ela precisa manter o pouco que resta de ordem na cidade, encontro descobre um sombrio segredo sobre a família de benfeitores de Bataille. E claro, fiz a rota do romance com a garota.

A escrita é boa, apesar de ter uns momentos que eu poderia questionar, mas não é forçado como acontece em Timespinner. No geral, recomendo.

#228 Lady in a Leotard with a Gun – 02/11 – Do mesmo criador de Lizard Lady vs the Cats. Mesmo esquema, mate todo mundo e vá até a saída. É uma prequel. E pior. Não chega ao nível YFT de ruim, mas é ruim pra caramba. Evite.

#229 Märchen Adventure Cotton 100% – 03/11 – Não é um porte direto do primeiro Cotton, mas é um cado similar. Um shooter ligeiramente difícil, mas divertido. Originalmente lançado no SNES em 1994, meses antes de Panorama Cotton, recebeu relançamento no PS4 e no Switch, graças a ININ Games e a Ratalaika Games.

THE KING OF FIGHTERS ’97 GLOBAL MATCH_20180312114711

#230 The King of Fighter 97 GLOBAL MATCH – 04/11 – Todo mundo conhece KOF 97, conclusão da saga Orochi e bla bla bla. A única coisa fora do comum que posso comentar, é que o mapeamento de botões padrão é bem ruim.

#231 Milli & Greg – 05/11 – Platformer de precisão brasileiro, bem na pegada Super Meat Boy, Celeste, de 1 hit deaths, só que mais simples. As fases possuem dificuldade crescente, gimmicks variantes e a física pode enganar um pouco. São 100 fases da campanha regular, mais algumas extras e coletáveis. Tecnicamente não é uma platina difícil, apesar do jogo ser, se eu vou tentar? Aí são outros 500.

#232 My Catgirl Maid thinks she runs the place – 06/11 – Visual Novel sobre um sujeito normal que acaba arranjando uma empregada que é uma menina-gato e coisas acontecem, incluindo outro mundo e realeza e sexo. É bem feita, especialmente quando considerado que é uma VN Gratuita, já que a qualidade é de uma novel comercial.

#233 Love Death – 07/11 – É um fangame do Hololive que tenta ir na veia de platformers de precisão, só que o objetivo é morrer em 60 fases diferentes. É criativo, mas o fato dele não travar minha tela no jogo (é em browser) atrapalhou a jogatina.

#234 Demon Hunter 2: New Chapter – 08/11 – Ei, eu estava com o Prime Gaming e esse jogo estava de graça. É um jogo de objetos ocultos (que compõe talvez 1/8 dessa lista), onde no papel de uma caçadora de demônios, precisamos ir atrás de pistas de uma pessoa desaparecida que possui informações sobre a os verdadeiros pais da protagonista. Nada demais, mas um dos puzzles fez com que eu me sentisse um gênio da dedução.

#235 Hidden Object – Sweet Home – 09/11 – Hidden Object – Sweet Home é um desperdício de tempo. Não oferece dificuldade, desafio, nada que possa lhe interessar. Existem muitos jogos de Objetos ocultos, e mesmo os mais fracos dentre os que joguei, são muito melhores que isso aqui. Gaste seu dinheiro com coisa melhor. E sim, eu joguei sabendo que era ruim, e ainda assim me decepcionei.

#236 Eternal Journey: New Atlantis – 09/11 – Eu precisava tirar o gosto ruim do jogo anterior, então peguei o primeiro Hidden Object que vi na minha frente.

O jogo te engana num primeiro momento, porque parece que você vai ter uma aventura subaquática, quando BAM! Você é soterrada em Atlantis e é despertada 150 anos depois, no espaço.

Aí vira um sci-fi com um pouco de Alien. Mas no fim das contas, é um jogo de objetos ocultos, então busque pistas, resolva quebra cabeças e siga a história.

#237 Bouncy Bullets 2 – 10/11 – Um platformer em primeira pessoa, vá do ponto A ao ponto B, 1 hit deaths, pule e de vez em quando, mate inimigos. Rápido, divertido, frustrante (imagine errar o último pulo numa fase difícil), recomendo até.

#238 House of 1000 Doors: The Palm of Zoroaster – 11/11 – Mais um jogo de Hidden Objects, na época que eu joguei, eu estava entre diversos jogos, desde minha jogatina de Genshin, aos jogos analisados no blog. Aqui, temos que resolver um enigma de misteriosas bolas de fogo que apareceram na Casa das 1000 Portas e fazer com que espíritos descansem.

#239 Stray Souls – Dollhouse Story – 12/11 – Mais um dia, mais um Hidden Objects pra conta. Esse aqui é relativamente curto, conta a história de uma mulher que precisa resgatar o seu marido e precisa lidar com o sombrio passado dele.

#240 Dark Strokes: Sins of the Fathers – 13/11 – Anyway, os 4 últimos Hidden Objects que zerei desta lista até o #240, estavam num bundle que recebi de presente. Dessa vez, um jovem precisa resgatar sua noiva das garras de um culto criado por um cara que busca vingança.

#241 House of 1000 Doors: Family Secrets – 18/11 – Prequel de “The Palm of Zoroaster”, que basicamente continua minha tradição de começar séries pelo segundo jogo. Mesma coisa, puzzles, objetos ocultos. E até a premissa é a mesma, salvar almas que não conseguiram ir para o além.

#242 The Lost Lands: The Golden Curse – 21/11 – Outro jogo de Hidden Objects, outra série que começo pelo segundo jogo. Dessa vez, uma maldição libertou alguns demônios e é seu dever fazer isso, porque aparentemente todos naquele mundo são incompetentes, ou algo do tipo.

#243 Rainbow Billy: The Curse of Leviathan – 22/11 – Um RPG a la Paper Mario (quase) sobre amizade, encarar os próprios medos e aceitação dos outros. O tema e a pegada do jogo são bem cartoons, mas não se engane. Dos jogos lançados esse ano que joguei, certamente está entre os melhores.

#244 Would you like to run an idol café? – 24/11 – Uma visual novel sobre um garoto que devido a ter vadiado nos últimos anos de escola, não passou na universidade e agora precisa de um emprego pra ajudar nas contas do apartamento onde vive com a amiga de infância.

Nisso, ele arruma um emprego em um café, e a novel conta de suas desventuras com duas funcionárias de lá, mais a amiga de infância.

#245 Pretty Girls Rivers – 26/11 – Não, infelizmente o jogo não tem nenhum rio, mas sim a ver com Shisen-Sho, ou Four Rivers, uma variante de Mahjong. O objetivo do jogo é remover todas as peças do tabuleiro em pares, as conectando, sem usar mais do que duas curvas para conectá-las. Uma diversão rápida, com o toque típico da série Pretty Girls.

#246 Phantom Breaker: Battle Grounds – 28/11 – Um beat’em up, spin-off da série de jogos de luta Phantom Breaker, lembra um pouco Guardian Heroes, com o esquema de mudança de planos. Terminei porque precisava fazer speedrun dele.

#247 Sacra Terra: Angelic Night – 28/11 – Um jogo de Hidden Objects, parte da série Sacra Terra. Dessa vez, temos que deter uma mulher que causou muitas dores a uma certa família (ela matou todo mundo) e ajudar a alma de uma menina ir para o céu. Ou algo do tipo.

#248 Chronicles of Witches and Warlords – 29/11 – Não encontrei crônicas, nem bruxas, tampouco Warlords.

O roteiro do jogo não faz sentido em si mesmo, você precisa provar a inocência do seu companheiro, mas NADA do que você faz no jogo, ou melhor, quase NADA tem a ver com essa premissa. E pra finalizar, o jogo tem bugs que basicamente causam softlock no jogo, impossibilitando-o de finalizar, se você não os contornar. Decepcionante como Hidden Objects.

#249 Chronicle Keepers: The Dreaming Garden – 30/11 – Sim, mais um jogo de Hidden Objects. Anyway, a performance dele não é boa em PC’s ferrados como o meu (otimização ruim?).

No papel de uma garota cuja mãe foi transformada em pedra muitos anos atrás, é nosso dever salvá-la.

Os puzzles não são complicados e os as sequências de Objetos Ocultos são ok, apesar da detecção de colisão questionável (coisas que você jurava ter clicado não computam).

#250 Nitroplus Blasterz – Heroines Infinite Duel- – 03/12 – E o jogo de numero 250 possui waifus, hooray. Enfim, é um jogo de luta, continuação de Nitro+ Royale – Heroines Duel, um crossover de luta com as personagens dos jogos da Nitroplus, mais a Saber (de Fate), como convidada. É bem competente e bonito, como esperado da EXAMU. Pena que a Super Sonico é uma merda de se jogar. E a história (em específico a Another Story) é bem maluca.

#251 Encodya – 06/12 – Um point’n click feito por um estúdio italiano cuja sede fica na Estônia e se passa na Alemanha.

Conta a história de uma garotinha e seu companheiro robô, buscando por informações sobre o passado da menina.

É uma versão jogável do curta metragem animado “Robot Will Protect You”. É até bom, mas tem problemas de performance no PS4. E vocês sabem como funcionam point and clicks, converse com NPC’s, combine itens, vá de um canto ao outro da tela.

#252 AliBAT: Record of Rozen War – 15/12 – Jogo de luta baseado em Rozen Maiden, só que meio diferente. Numa arena 3D com visão isométrica, pegue maletas e cada maleta tem ataques diferentes. Um botão pra ataque, um pra dash (essencial pra evitar ataques inimigos) e um pra pulos.

#253 Utawarerumono Battle – 15/12 – Muitos anos antes de Utawarerumono Zan, um jogo de ação baseado na série Utawarerumono havia saído para PC.

É um beat’em up de visão isométrica relativamente curto (4 fases do começo ao fim), mas tem grande fator replay com personagens desbloqueáveis, e um sistema de rotas similar ao que vemos na série Darius, totalizando 10 possíveis estágios.

#254 Castle on the Coast – 17/12 – Platformer em 3D feito por um cara só. Honestamente, tinha potencial pra ser mais.

Porque se levarmos em conta o design das fases individuais, mais a fluidez delas, o jogo funciona muito bem e é divertido. Porém, a questão do overworld ser aberto e não termos indicadores de onde estão os coletáveis para se entrar nas fases, o jogo peca um pouco. E os controles são um tanto escorregadios, o que atrapalha em uns momentos.

#255 – Contract with the Devil – 17/12 – Adventure de objetos ocultos mediano, com detecção de colisão bastante questionável. Aqui você é uma mãe tentando salvar sua filha adotiva, raptada por um cara que fez um pacto com o demônio. Nada demais, mas não é horrível.

#256 Fantasy Friends – Under the Sea – 19/12 – Continuação/Expansão de Fantasy Friends, mas ambientada no fundo do mar.

Basicamente ele é um tamagochi que custa 133,90 na PSN Brasileira. Sério, tudo o que você faz no jogo é cuidar de criaturinhas.

Como o jogo não tem um fim propriamente dito, considerei terminado após desbloquear as 12 diferentes criaturas (não tem troféu pra evoluir as 12). Fica repetitivo rápido demais.

#257 Space Explore – 23/12 – Esse “jogo” é lamentável. Digo “Jogo” entre parênteses porque em 37,50% dele, você não faz nada, e os outros 62,50% não são melhores que isso, porque você não faz muito mais do que movimentação básica. Não apenas isso, mas é ruim demais, e essa porra custa 53,90 no preço cheio. Dos mesmos criadores de Horse Racing 2016, é tudo o que vocês precisam saber.

#258 Guardian Heroines Final – 24/12 – Beat’em up de Fate, na pegada de Guardian Heroes (daí o nome Guardian Heroines), com combate em dois planos, e os comandos de ataque são como jogos de luta (com direito a especiais)

#259 Kingdoms of Amalur: Re-Reckoning Fatesworn – 25/12 – O DLC de Amalur adiciona bastante conteúdo. Uma região nova, e muitas side-quests, além da mecânica de Caos e os portais do Caos.

O único problema que encontrei, foi que ele precisa de no mínimo o personagem estar no nível 35, e eu estava bem longe disso. Considerando somente o tempo que joguei na área da DLC, acho que foram cerca de dezesseis horas adicionais.

Dessa vez, a nossa personagem Sem Destino precisa encarar um pretenso “Deus” que ameaça toda Amalur.

#260 Jewel Match Atlantis Solitaire 3 – 25/12 – Esse é o jogo que vinha jogando em paralelo com as jogatinas de Caravan Stories, Amalur e Genshin Impact desde pós 20/12. O motivo?

Esse aqui é um jogo casual de cartas com uma temática sub aquática (se o “Atlantis” no título não entregou), que funciona como o Pyramid Solitaire do Windows, você precisa remover todas as cartas da mesa utilizando sempre uma de valor menor ou maior. É simples e longo, são 200 fases da campanha principal (e outras fases da Collector’s Edition, mas que não fazem parte do jogo principal), tem algumas perfumarias pra deixar a jogatina mais estratégica, e você pode desbloquear outros carteados diferentes, e até Solitaire Mahjong.

Olha, eu joguei em partidas longas, e cansa porque é a mesma coisa, mas pra partidas rápidas, tipo, 10, 15 minutos por vez é divertido.

#261 Bridge to Another World: Secrets of the Nutcracker – 29/12 – Depois de um tempo, tendo sofrido um “burnout” do gênero, e alguns títulos medianos, temos aqui um Adventure de Objetos Ocultos decente, com a temática natalina.

Um amigo de infância desaparecera, e é nosso dever ir para a terra de brinquedos investigar a coisa toda. Os puzzles são relativamente fáceis, tornando-o um bom jogo pra quem não conhece o gênero.

#262 Darkness and Flame: Born of Fire – 29/12 – Sim, mais um jogo de Objetos Ocultos. É, eu gosto do gênero. Uma aventura onde uma menina tem o pai assassinado, recebe o espírito de uma fênix saída de um ovo e precisa salvar o mundo do Exército da Escuridão. Decente, mas como muitos jogos do gênero, o final é bem meh. Pelo menos esse deixa gancho pra continuação.

#263 Zippy Race/Moto Race USA -30/12 – Porte de arcade da Irem pro NES. É um jogo onde você vai de Los Angeles até Nova York, difícil, principalmente porque a CPU te bloqueia o tempo todo. Fiz dois loops. Parte do Sprint final do Sancini para 270 jogos terminados, 8 nos dois últimos dias do ano.

#264 Road Fighter – 30/12 – Porte de arcade da Konami pro NES. O Conceito é o mesmo do jogo anterior. Passe por fases num estilo de corrida Topdown, e é tão difícil quanto Zippy Race.

#265 Titenic – 30/12 – Um beat’em up side scroller de NES baseado no Titanic. Sim, você NÃO LEU ERRADO. Pra um bootleg, não é horroroso, só é apelão em uns sentidos, mas você tem o poder da imortalidade (se você apertar os botões nos frames em que morre, continua vivo). Não recomendo a não ser que você seja familiarizado com bootlegs.

#266 The King of Fighters 96 (NES) – 30/12 – Não, você não leu errado. KOF 96 no Nintendinho. É um bootleg razoavelmente bem feito, mas o jogo não tem final em si. Você tem 21 personagens que na verdade são 7 repetindo 3 vezes cada, então considerei terminado quando derrotei 7 trios. Mas se for pra jogar KOF 8-bit, considere as versões oficiais de Game Boy e Neo Geo Pocket/Pocket Color. Esse bootleg só vale pela curiosidade.

#267 Twin Mind 2: Power of Love – 31/12 – Um adventure de Objetos Ocultos estrelado por dois irmãos gêmeos, ele, um detetive pragmático, ela, uma detetive sensível com um pé no sobrenatural.

Dessa vez, um homem quer fazer um ritual para trazer a esposa morta de volta a vida. E eles tem que detê-lo. Mais um pra tradição do Sancini de começar séries pelo segundo jogo. Yay.

#268 Spirit Legends: The Aeon Heart – 31/12 – Esse é possivelmente o adventure de Objetos Ocultos mais incomum que joguei. A jogabilidade é normal, mas a barra da menina que foi falsamente acusada de estar matando os espíritos não foi limpa. Sem contar que um personagem que ajudamos em certo ponto da aventura nos prende sem o mínimo de consideração.

#269 Sonic Forces – 31/12 – O jogo não é a catástrofe que as pessoas pintam, honestamente.

Sim, tá longe de ser o melhor Sonic, mas aparentemente as pessoas só querem jogos 10/10 do Sonic, menos que isso é lixo. Mas ainda assim aceitam aquela porcaria do Sonic CD, vai entender. Enfim, é uma versão aguada de Generations.

#270 Shovel Knight Showdown – 31/12 – O Smash Bros de Shovel Knight, ultima parte da atualização do jogo original, é divertido, mas pode ser estressante se você não for bom. Ou estiver de mal humor. Ops.

E esses foram os jogos que joguei e terminei no ano passado, agora, menções de jogos que não terminei por um motivo ou outro.

F1 2020 – Joguei muito, mas eu não me animo a fazer as 10 temporadas.

Black Legend – Jogo maçante e que tinha potencial, mas as batalhas do jogo parecem durar pra sempre.

Chronos: Before the Ashes – Bom souls-like, prequel de Remnant from the Ashes, não terminei puramente porque eu sou ruim pra caramba no gênero.

Rift Racoon – Indie Brasileiro que é divertido até a curva de dificuldade do jogo subir a enésima potência, deixando de ser divertido pra ficar estressante.

Genshin Impact – Eu voltei a jogar Genshin Impact por conta da atualização 2.0 com Inazuma. Apesar da comunidade, é um jogo bacana.

Lista de participantes do meme:

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O que eu joguei em 2020 | Geovane Sancini https://www.arquivosdowoo.com.br/2021/01/13/o-que-eu-joguei-em-2020-geovane-sancini/ https://www.arquivosdowoo.com.br/2021/01/13/o-que-eu-joguei-em-2020-geovane-sancini/#comments Wed, 13 Jan 2021 22:01:43 +0000 https://www.arquivosdowoo.com.br/?p=6600 Esse ano de 2020 foi pra se esquecer, muita coisa aconteceu, o mundo mudou, mas uma coisa não mudou… A minha paixão por videojogos. Sim, teve a pandemia, mas não é como se muita coisa tivesse mudado para mim (exceto nas raras ocasiões onde eu saía, eu precisava usar a máscara), já que eu estava […]

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Esse ano de 2020 foi pra se esquecer, muita coisa aconteceu, o mundo mudou, mas uma coisa não mudou… A minha paixão por videojogos.

Sim, teve a pandemia, mas não é como se muita coisa tivesse mudado para mim (exceto nas raras ocasiões onde eu saía, eu precisava usar a máscara), já que eu estava em casa desde 2018.

Então eu zerei bastante jogos, não vou lembrar exatamente de todos porque eu parei de contar, mas confiram a lista do que eu joguei em 2020.

Persona 5 (PS4)

Não foi exatamente a primeira vez que finalizei Persona 5, havia feito isso em 2019, mas fiz um New Game+ logo no começo de 2020, porque não tem coisa melhor que chutar o rabo de todo mundo com as melhores fusões. Persona 5 é um excelente jogo, e não por acaso é meu jogo favorito ever.

Não, não é exagero.

Fist of the North Star: Lost Paradise (PS4)

Aproveitei uma promoção onde o jogo estava com 75% de desconto para finalmente comprar o Yakuza de Hokuto no Ken.

Tendo apenas o início do jogo como reprodução da obra original, com partes do roteiro original adaptadas em torno de um local fictício (para a série), o jogo entrega diversão ao estilo Yakuza para os fãs de Hokuto no Ken.

Se o jogo tem um problema, é um em geral da série Yakuza, onde o ritmo do jogo fica maçante nos últimos 20% do jogo, mas ainda assim é um jogo bem divertido e vale a pena.

Mighty Morphin Power Rangers: Mega Battle (PS4)

O que joguei

Tudo o que você precisa saber sobre esse jogo, que ficou exclusivo nos consoles, é que ele é chato pra cacete.

Fracassa como beat’em up e fracassa como jogo dos Power Rangers. Se você tiver a oportunidade de jogá-lo, evite.

Pac-Man Arrangement (GBA)

O que joguei

Eu descobri esse jogo completamente por acaso quando narrei a Summer Games Done Quick 2020 e precisei cobrir um tempo de quinze minutos entre duas runs que não havia comentarista no restream. É uma variação interessante e divertida de Pac-Man e dá um tempo de jogatina interessante. Eu recomendo bastante.

Sonic Advance 2 (GBA)

O que joguei

No Game Boy Advance, é o melhor Sonic, se é o melhor Sonic portátil, é discutível. Mas é um dos melhores, com gráficos e jogabilidade afiadíssimos, pena que a trilha sonora de GBA… Er, quanto menos eu falar sobre meu desgosto com música do GBA, melhor.

Power Rangers Wild Force, Ninja Storm, Dino Thunder e S.P.D. (GBA)

O que joguei

Dos jogos de Power Rangers no Game Boy Advance, Ninja Storm é o melhor e cada jogo é único em si, mas isso não significa que eles são memoráveis. São passatempos rápidos pra uma tarde. Coloquei os quatro num único item pra economizar linhas porque eu não sei se conseguiria falar muito sobre eles.

112th Seed (PS4)

O que joguei

112th Seed é um índie brasileiro que foi portado dos celulares para os consoles pela publisher EAST ASIA Soft. É uma mistura de puzzle com plataforma que vai fazer o jogador fritar o cérebro, especialmente se ele for burro feito eu (frase essa que quem leu meus reviews de Metamorphosis e do próprio 112th Seed já conhece). Uma diversão rápida pra quem curte o gênero.

Blaster Master Zero (PS4)

O que joguei

Fantástico remake/reboot do clássico do NES, e tive a honra de apresentar uma speedrun na última Brazilians Against Time. Com controles refinados e gráficos lindos, é um jogo que vai fazer você penar pra conseguir o final verdadeiro (e passar por um certo ponto do jogo).

Blaster Master Zero 2 (PS4)

O que joguei

Ao contrário do BM Zero, que é correlacionado ao Blaster Master original, BM Zero 2 não tem nada a ver com o horrendo Blaster Master 2, sendo uma continuação direta de BM Zero. Com um escopo muito maior, e sendo mais leniente em relação ao true ending, é um jogo tão bom quanto seu antecessor.

Bloodstained: Curse of the Moon (PS4)

O que joguei

Vergonha pro Sancini. Apesar de ter comprado o jogo um milênio atrás, só fui terminar mesmo (true ending da segunda campanha) logo depois de eu ter terminado o segundo jogo.

Depois de comer o diabo que o pão amassou no Curse of the Moon 2, a etapa final de Curse of the Moon foi um passeio no parque.

Você sabe que o estresse é grande quando uma etapa dificílima é chamada de passeio no parque.

Bloodstained: Curse of the Moon 2 (PS4)

O que joguei

Eu sou um hipócrita. Quando vi o preço de lançamento de Curse of the Moon 2, eu disse: “vou esperar uma promoção, 61,50 tá caro”.

Na semana seguinte eu comprei o jogo. Enfim, CotM 2 melhora muitas coisas de seu antecessor… E aumenta a dificuldade, o que pra alguém que sempre foi um pereba em Castlevania clássico (ou Castlevania em geral, ou em videogames no geral) é uma tormenta. E olha que estamos falando da dificuldade mais baixa.

Gal*Gun: Double Peace (PS4)

O que joguei

É um híbrido de visual novel e on-rail shooter dos mesmos criadores da série Gunvolt, o que diz muito sobre a versatilidade da Inti Creates, é um jogo bobinho e você vai passar parte do playthrough rindo dos absurdos. E só depois de jogá-lo, eu entendi o boss de Gal Gun que está em Mighty Gunvolt.

F1 2019 (PS4)

O que joguei

Uma das coisas que a pandemia fez, foi cancelar todos os esportes no momento de pico, o que levou muitos fãs de automobilismo a assistirem a corridas virtuais, e essas corridas levaram a muitos comprarem os jogos.

Admito, que faltando um mês pro lançamento do F1 2020, só comprei o F1 2019 porque estava em promoção por 75 reais.

Valeu a pena, e passei horas e horas dirigindo. Pena que joguei meu progresso no lixo quando saiu o F1 2020.

F1 2020 (PS4)

O que joguei

Eu falei tudo o que tinha pra falar sobre o F1 2020 na mega análise que fiz do jogo. Resumindo: Se você é fã de F1, compre o jogo (ou dependendo do preço, algum dos anteriores).

Kotodama: The 7 Mysteries of Fujisawa (PS4)

O que joguei

Um híbrido de visual novel e puzzle 3-match… Onde eu já vi isso? Ah sim, Hunie Pop! O jogo é um clone de Hunie Pop, sendo que enquanto Hunie Pop é mais viciante com seus puzzles, Kotodama tem o lado visual novel melhor executado. Compre em uma promoção.

Megadimension Neptunia VII (PS4)

O que joguei

O mais recente episódio canônico da série Neptunia. Eu já havia terminado ele algumas vezes, mas tenho sempre que voltar a jogá-lo por conta de meu trabalho como speedrunner. É um RPG bem divertido.

Megadimension Neptunia VII-R (PS4)

“Remake” de Neptunia VII, comprei em uma promoção. E a despeito das melhoras gráficas e do modo VR (que não precisa de óculos VR e é mais inocente do que você pensaria), a jogabilidade sofreu uma leve perda, ficando mais difícil e com sistemas mais complicados.

Milo’s Quest (PS4)

Indie BR que saiu para consoles este ano. É um jogo meio puzzle, meio adventure bem simpático, que não tenta ser além do que é. É básico e dá pra divertir, além de ser uma platina rápida.

Nekopara Volumes 0, 1, 2, Extra, 3 e 4 (PS4 e PC)

Não dá pra negar que eu curto Nekopara, é uma série simples sobre o crescimento e amadurecimento das gatinhas dos Minaduki.

O quarto volume dá um giro de 180 e o foco principal é no crescimento do próprio Kashou, a análise do volume 4 sai em breve, eu só preciso terminar a versão +18 do jogo. (Obrigado Chora_BR pelo Nekopara Volume 4 BTW).

Omega Quintet (PS4)

É um RPG típico da Compile Heart, então espere cutscenes no estilo visual novel e requerimentos ultra específicos para fazer o True Ending.

A temática dele é de idol com os trajes das personagens lembrando um pouco Sailor Moon. Não vai mudar sua vida, mas não é ruim. O rejoguei, mais uma vez, por conta de speedruns.

Phantom Breaker: Battlegrounds – OVERDRIVE – (PS4)

Beat’em up spin-off do jogo de luta Phantom Breaker, ele utiliza o sistema de planos (como em Guardian Heroes) e os gráficos lembram um pouco Scott Pilgrim.

A princípio ele pode ser difícil por conta do sistema de níveis, mas depois que se pega a prática, é um jogo divertido. Outro que rejoguei por conta de speedruns.

Sigi – A Fart for Melusina (PS4)

Imagine um jogo que tem influências de Super Mario World, Donkey Kong Country e Ghouls and Ghosts.

Agora imagine que esse jogo não faz nada disso direito. Esse é Sigi: A Fart for Melusina, um platformer indie que a não ser pela gimmick dos peidos, é um jogo esquecível. Não é uma catástrofe, só é esquecível. Rejogado para speedruns.

Mighty Gunvolt (PS4)

Mighty Gunvolt foi o primeiro jogo que apresentei em uma maratona internacional e numa nacional. É um jogo mega simples, com cinco fases e três personagens selecionáveis.

A versão de PS4 só está disponível no Japão, mas você pode aproveitar a versão de PC no Steam. É uma diversão curta e barata. Novamente, rejogado para speedruns.

King of Bali (PC)

Tudo o que tinha pra falar sobre esse pedaço de bosta, falei no meu texto de Máscara Ômega.

.hack//G.U. Last Recode (PS4)

Versão remasterizada da trilogia .hack G.U., no geral, três jogos divertidos e com pequenas melhorias que podem fazer valer a pena a compra numa promoção.

Ah, o jogo vem com um quarto volume, que funciona como um epílogo e adeus ao mundo de G.U.

Croixleur Sigma (PS4)

É um jogo indie japonês com um ritmo bem veloz, e só recentemente consegui chegar ao final verdadeiro dele. É divertido, mas muito punitivo. Disponível também para Vita e PC.

Guacamelee! 2 (PS4)

Guacamelee! 2 é mais do mesmo em relação ao primeiro jogo, tanto para o melhor (já que muitos aspectos do primeiro jogo são melhorados), quanto para o pior, já que assim como o primeiro Guacamelee!, a dificuldade do jogo aumenta absurdamente no trecho final do jogo, culminando numa boss battle final broxante.

E os requerimentos para o True Ending, assim como no jogo anterior, são pra causar úlcera.

Kingdoms of Amalur: Re-Reckoning (PS4)

Kingdoms of Amalur tem um universo interessante e muitas coisas legais. A jogabilidade é firme, apesar das falhas e o remaster tem loadings irritantes, mas no geral, uma experiência positiva, apesar dos gráficos datados.

LEIAM – Kingdoms of Amalur: Re-Reckoning | Re-Remaster [CARREGANDO…] da-datado?

Espero que a THQ traga mais desse universo, de maneira melhorada.

Dogurai (PS4)

Dogurai é um jogo brasileiro simples e objetivo. Ele tem algumas falhas de design que tiram um pouco do brilhantismo, mas no geral não faz feio.

LEIAM  – Dogurai | Indie brazuca bom pra cachorro | Arquivos do Woo

Exceto a musica repetitiva e algumas paletas de cores escolhidas pras fases que irritam. Não é ruim, mas podia ser melhor.

Nippon Marathon (PS4)

Quatro palavras pra definir Nippon Marathon: ESSE JOGO É FEIO.

Woodle Tree Adventures (PS4)

Esse jogo havia me deixado com trauma no PC, agora ele pode me causar trauma em 1080p no PS4. HOORAY!

Esse jogo continua tão ruim quanto no PC. leiam aqui.

Ramen no Oujisama (PC)

Eu acompanho o desenvolvimento dessa visual novel desde 2016, ou 2017, e recentemente saiu uma atualização que traz uma rota secreta que todos pediam (mas ainda está com poucos capítulos concluídos).

Eu fiz uma thread no twitter ranqueando as rotas do jogo e uma análise da versão semi-mais recente aqui. Recomendo a novel, principalmente porque ela é gratuita.

Love³ (PC)

Love cube é uma novel típica da Nekoworks, então espere encontrar personagens adoráveis, e também espere encontrar cenas adultas como as de Nekopara. Você pode ler minha análise para saber o que penso do jogo.

Mortal Shell (PS4)

Quero saber o que eu fiz pro Diogo jogar todo souls-like que chega pra gente analisar no meu colo, porque eu sou um pereba no gênero.

Enfim, Mortal Shell é um jogo interessante, e apesar do combate ser desajeitado, pode acabar agradando.

LEIAM – Mortal Shell precisa de um modo easy urgentemente

O sistema de shells dele substitui as tradicionais builds iniciais de um Dark Souls da vida, e você pode ler a minha análise pra saber mais sobre ele.

Metamorphosis (PS4)

Brain does not work (error 404 Sancini Brain not found)

Pixel Devil and the Broken Cartridge (PS4)

Imagine um jogo que tem influências de Mega Man, DuckTales e Quackshot. Agora imagine que esse jogo não faz nada disso direito. Esse é Pixel Devil and the Broken Cartridge, um platformer indie… “Peraí, Sancini, você copiou e colou isso do Sigi, não foi?”

Exato, voz da minha cabeça! E não foi só pra poupar tempo de escrever uma piada diferente, mas enfim. Ao contrário de Sigi, Pixel Devil é ruim, além de esquecível.

Oral Lessons with Chii-chan (PC)

Eu conheci o jogo por causa dos OVA’s baseados nele que foram lançados anos atrás. E é uma novel decente e mostra de quantas maneiras diferentes uma menina pode te dar prazer sem haver sexo em si…

É tudo o que posso dizer, além de: Leia minha análise da novel.

Em um momento pessoal: Na busca por imagens para esse artigo, na busca do Duck Duck Go, haviam lá imagens do nosso review.

Project Cars 2 (PS4)

Outro daqueles jogos que só comprei porque estava numa promoção.E honestamente, Project CARS 2 é uma caixinha de sortidos em termos de dirigibilidade.

Alguns carros são tranquilos de se dirigir, enquanto que outros, digamos que eu já encontrei caixas de sapato mais fáceis de pilotar. (E sim, essa é uma referência a uma análise antiga do meu blog do Burnout de Nintendo DS). Não sei se eu recomendaria.

Uncharted: Drake’s Fortune (PS4)

Ao mesmo tempo em que reconheço que o estilo “Sessão da Tarde” descompromissado de Uncharted tenha seus méritos, a série deixa um gosto amargo porque definitivamente não é pra mim.

Curiosamente, ao contrário de 95% dos jogadores de Uncharted, eu preferi o primeiro jogo ao segundo.

Hunie Pop (PC)

Obrigado ao Chora_BR pelo presente. Apesar de ter obviamente foco nas garotas a se conquistar, o que vai te pegar em Hunie Pop é justamente o fator vício dos puzzles match-3.

Será que Hunie Pop 2 sai algum dia? (Sim, eu sei que o desenvolvimento do jogo tá na etapa final, deixa eu fazer a piada em paz, caspita!)

Imouto Paradise 3 (PC)

Só não fiz um artigo sobre a série Imouto Paradise porque não fiz todas as rotas dos jogos. É a série de Visual Novels favorita do pessoal no Alabama.

E com isso, chega ao fim minha lista do que joguei em 2020. Eu provavelmente devo ter esquecido algum jogo porque a minha memória é de um peixe beta. Sério, tive que olhar minha biblioteca do PS4 e reviews do site pra lembrar os jogos.

Espero que 2021 seja melhor para todos e até a próxima!

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O que joguei em 2020 | Tony Horo https://www.arquivosdowoo.com.br/2021/01/09/o-que-joguei-em-2020-jogo-tony-horo/ https://www.arquivosdowoo.com.br/2021/01/09/o-que-joguei-em-2020-jogo-tony-horo/#comments Sat, 09 Jan 2021 11:46:19 +0000 https://www.arquivosdowoo.com.br/?p=6476 Um 2020 bem carregado O ano passado foi complicado, blábláblá, todo mundo já sabe. Por sorte minha, a empresa que trabalho me mandou ficar de home office ainda em março, sendo que até hoje estou trabalhando no meu PC de casa, graças a deus. Com isso, consegui tirar o atraso de anos que não conseguia […]

O post O que joguei em 2020 | Tony Horo apareceu primeiro em Arquivos do Woo.

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Um 2020 bem carregado

O ano passado foi complicado, blábláblá, todo mundo já sabe.

Por sorte minha, a empresa que trabalho me mandou ficar de home office ainda em março, sendo que até hoje estou trabalhando no meu PC de casa, graças a deus.

Com isso, consegui tirar o atraso de anos que não conseguia zerar absolutamente nada que não fossem jogos de pouco empenho necessário, como diversos Dragon Ball e outros games estilo arcade.

Sendo assim, 2020 foi o ano que mais zerei jogos na vida inteira, com incríveis 59 games no total (!!).

Então, preparem-se, porque o post vai ser longo:

1) Dragon Quest XI: Echoes of an Elusive Age (Platina)

Tecnicamente eu fiz 99% desse jogo em 2019, mas como o final só foi atingido no comecinho de janeiro, eu tive que colocá-lo em 2020.

Foi meu segundo game da série, curiosamente depois do primeiro, cujo review você encontra aqui.

É simplesmente o melhor exemplo de JRPG padrão para consoles atuais. O jogo é lindo, as batalhas são bem feitas e tudo é bem otimizado para o jogador não se perder, mesmo que fique uns dias sem jogar.

Eu mesmo fiquei uns 3 meses sem tocar nele e consegui voltar de onde parei sem problemas.

Já adquiri a versão S e em breve pretendo zerar novamente.

2) Teenage Mutant Ninja Turtles: Turtles in Time Re-Shelled

Um remake feito pela Ubisoft de um jogo originalmente produzido pela Konami e bizarro porque em momento algum a empresa original é citada nos créditos.

Além disso, o jogo não se encontra mais em loja online alguma, então tive que apelar pela pirataria no meu PS3.

Não é um dos melhores games do gênero de briga de rua, mas certamente foi divertido o suficiente para eu zerar sozinho num fim de semana mais chato.

Recomendo pela curiosidade, mas se der muito trabalho pra jogar, só veja no YouTube.

3) The Legend of Zelda: Majora’s Mask

Um clássico do Nintendo 64 que pude jogar ano passado, pois consegui comprar o cartucho original e o console, pra jogar numa TV pequena de 14 polegadas.

A experiência foi bem divertida, principalmente porque eu nunca havia jogado o segundo jogo do N64, apenas o Ocarina, e pude notar o quão diferente ele é do primeiro.

Infelizmente eu não tive paciência nem tempo pra me dedicar a ir descobrindo cada coisinha espalhada nos três dias de jogo, por isso apelei para guias pra zerar mais rápido. Isso certamente tirou um pouco a graça do jogo, mas eu pude me divertir do mesmo jeito que eu fazia quando não sabia inglês e seguia detonados de revistas.

Foi uma experiência legal mas um pouco maçante pelos motivos supracitados, então acho que nunca vou realmente voltar a jogá-lo.

4) Metagal (Platina)

Um joguinho indie que se inspira bastante em Mega Man, até copiando os controles. Confesso que foi uma escolha feita porque a platina era fácil, tanto que zerei três versões diferentes dele (hehe).

Não é muito bom e vale só se você não tiver nada mesmo pra jogar no seu Vita que lembra Mega Man.

5) Star Fox 64 3D

Esse é um dos games que eu zero praticamente todo ano.

A versão de 3DS melhorou tudo em relação ao original de Nintendo 64. Gráficos, áudio e jogabilidade foram melhorados, mas nada disso faz a versão original ser esquecida.

É um ótimo port e recomendo que todos que tenham como jogar no 3DS, façam isso urgentemente.

6) Donkey Kong Country: Tropical Freeze (100%)

Esse game pode ser considerado o quinto game da série Country, sendo o segundo feito pela Retro Studios, responsável também pela série Metroid Prime.

Aqui foi melhorado praticamente tudo em relação ao jogo anterior (Wii/3DS). Controlar os kongs ficou mais gostoso e agora temos até fases aquáticas, que ficaram de fora da versão anterior.

Eu joguei a versão de Switch, que muda muito pouco em relação ao original de Wii U. O desafio é gigantesco mas vale muito a pena correr atrás dos 100%, porque é daquele tipo de jogos que te diverte mesmo após morrer trocentas vezes.

Infelizmente eu tenho minhas ressalvas, pois apesar de bom, continua não pegando o espírito de design de fases que fizeram os games de SNES tão bons. Aqui temos praticamente um Super Mario mas com macacos, ao invés da jogabilidade rápida e baseada em física dos jogos originais.

Mas tudo bem, ainda é muito bom.

7) Persona 4 Golden

Minha terceira tentativa de zerar Persona 4 finalmente teve sucesso! E dessa vez consegui jogar a versão melhorada dele no meu querido PS Vita.

O game melhora tudo em relação ao original. Com novos personagens, cenários, jogabilidade e músicas. É realmente um clássico e um dos motivos pra muita gente ter comprado o console pra começo de conversa.

Lá pro final eu estava realmente cansado das conversas e já estava pulando muita coisa pra não dropar o jogo, mas isso é culpa minha por tentar zerar o mais rápido possível. Não façam isso, lol.

É um dos melhores games de JRPG de todos os tempos, mesmo que algumas pessoas prefiram o Persona 3.

Sua atmosfera em cidade do interior e roteiro de mistério policial tornam P4 uma experiência intrigante e aconchegante ao mesmo tempo, por isso que eu o amo tanto.

8) Back in 1995 (Platina)

Outro indiezinho que zerei exclusivamente pra pegar troféu.

É uma tentativa de criar um jogo com estética dos games de terror do PS1, usando Silent Hill como sua principal referência.

Seus controles parecem propositalmente ruins e bizarramente, usar um filtro de TV na versão de Vita faz o game ficar mais lento (?!).

Recomendo jogar pelo menos uma vez porque ele tem uma atmosfera legalzinha e é bem curto. Se você está carente de historinhas um pouco tensas mas que sejam rápidas, tente esse, mas você pode se arrepender.

9) Castlevania: Aria of Sorrow

Zerei esse pois peguei um cartucho repro no Ali Express e precisava testá-lo exaustivamente no meu GBA SP. Foi uma experiência maravilhosa!

Já havia fechado esse há muitos anos no emulador, e foi bom voltar a jogá-lo. Lembro que finalizei o mapa em 100% dentro de uma ida de ônibus pra casa da namorada num sábado chuvoso… sabe, essas lembranças aleatórias que criam verdadeiras memórias sobre alguns games.

10) Bioshock

Nunca tive muito interesse em FPS, principalmente durante a geração PS3/Xbox 360. Pra mim todos os jogos dessa época eram muito cinzas e não me atraíam nem um pouco.

Mas os tempos mudaram e eu abri minha mente, então resolvi dar uma chance a série Bioshock, até porque deram de graça na PlayStation Plus.

Foi um jogo bem divertido, principalmente porque me desafiei a terminá-lo sem sacrificar as Little Sisters, o que deixou tudo mais difícil, principalmente na hora de matar os Big Daddies.

Com isso, consegui ver o final verdadeiro de primeira. Um dia eu volto pra jogar o segundo game e o Infinite, que dizem ser muito bom também.

11) Shadow of the Colossus Remake

Ainda que tenha jogado esse a exaustão no PS2, eu não lembrava como era o final. Por isso, resolvi jogar a versão refeita do zero para o PS4.

A experiência continua maravilhosa, só que com gráficos mega bonitos, o que combina bastante com os inimigos gigantescos que você enfrenta.

O mais legal de SotC é zerar sem olhar guias, pra tentar descobrir como matar todos os chefes.

Alguns são bem difíceis e confesso que tive que olhar na internet depois de passar meia hora apanhando, mas os outros são bem de boa e vale a pena o desafio de tentar zerar numa sentada só (o que eu não fiz).

12) Death Stranding

A empreitada maluca do Kojima pós-Konami foi uma viagem muito louca, cujo review você pode ler aqui.

Por isso não vou me estender além de dizer: o cara é muito maluco! A jogabilidade é divertida mas eu não curti passar o jogo todo passando nervoso pra atravessar certas partes. Ainda assim, valeu cada minuto, mas nunca mais vou jogar.

13) Control

A nova empreitada da Remedy. Agora eles tentaram um game ao estilo metroidvania, só que totalmente em 3D.

Ou seja: o jogo todo se passar num prédio cheio de salas malucas e caminhos difíceis de chegar porque o mapa não ajuda.

A história é muito divertida e gira em torno de uma organização tipo FBI que administra os efeitos sobrenaturais em segredo.

A jogabilidade é muito boa e compensa os bugs visuais da versão de PS4. É bem legal mesmo, recomendo.

14, 15, 16 e 17) Mega Man 3, 4, 5 e 6

Resolvi pegar a coletânea Mega Man Legacy Collection de PS4 e destrinchar os games da série que eu nunca havia terminado, principalmente os de NES.

Foram games super difíceis e eu apelei MUITO pra save state, confesso. Porém somente no terceiro game, já que daí pra frente é tudo muito fácil.

Aliás, como curiosidade: minha ordem de Mega Man clássicos favoritos são: 2, 4, 5, 1, 6, 7, 8 e 3.

18) Sonic Forces

Essa coisa horrorosa foi algo que me arrependo amargamente de ter gastado dinheiro. E pensar que a Sega deu dinheiro pro Sonic Team fazer isso ao mesmo tempo que o Sonic Mania foi produzido com troco do pão no ocidente, sendo claramente um game bem melhor.

Fique longe dessa aberração. Quer jogar Sonic 3D? Vai pro Adventure 1, Heroes, Colors ou Generations. O resto não presta e esse é o pior de todos.

19) Super Bomberman R

Finalmente a Konami resolveu botar a franquia Bomberman pra frente, pois desde que comprou a Konami, nada além de pachinko e um arcade com Bombergirls gostosas havia sido lançado.

O game é bem mediano e a perspectiva 3D meio que faz um desserviço ao jogo.

Existem personagens como Snake (com a voz de David Hayter!), Alucard e outros personagens da Konami, caso você se interesse nessas coisas.

O desafio é tão assombroso e roubado que nas últimas fases eu botei no easy só pra terminar em paz e largar de vez.

21) Initial D: Koudou Saisoku Densetsu

Apesar disso, um gênio conseguiu mudar a trilha sonora e fazer uma ISO modificada com as músicas do anime, o que deixou o jogo muito mais prazeroso. Ele ainda é bem difícil mas zerável com um pouco de dedicação.

Destaque pro chefe que é o pai do Takumi Fujiwara (protagonista), o cara é um MONSTRO!

Caso tenha interesse, procure a ISO no site CD ROMANCE. Eu mesmo upei lá!

22 e 23) Final Fantasy VII Remake (Platina)

Calma, calma. Existe uma razão pro game aparecer duas vezes.

Veja bem: FF7R é o JOGO DO ANO DE 2020. Não importa o que a mídia tente te vender, esse é o jogo perfeito da geração.

Tudo é muito redondinho, desde a jogabilidade, trilha sonora até a emoção da história, que ainda não foi contada por completo e deixa um cliffhanger fodido no final, fazendo o jogador não saber se os próximos games serão iguais ao original ou não.

O motivo de eu ter zerado duas vezes foi a platina, já que é necessário rejogar o jogo no modo Hard e aí que ele realmente brilha.

A impressão que dá é que FF7R foi feito pra ser jogado na dificuldade mais difícil, porém depois foi sendo facilitado pro jogador comum.

Isso fica claro quando você vê que as habilidades especiais saem muito mais durante as lutas no hard, pois no normal elas mal têm tempo pra carregar, pois é só apertar o botão de ataque ad infinitum e ir se curando.

Já no hard não tem essa moleza: não existe como se curar com itens, restando ao jogador dar seu melhor com suas materiais, equipando de maneira certa pra se curar e travar os inimigos da melhor maneira possível.

É sem dúvida o melhor jogo que joguei em 2020.

23) Strikers: 1945

Um shooter clássico que joguei no Sega Saturn no dia da minha apresentação de TCC, afim de tentar relaxar.

O que eu não sabia é que eu estava tão nervoso que simplesmente zerei pra tentar esquecer dos problemas!

Não tem nada a se falar sobre esse joguinho de navinha, além de que ele e sua continuação são muito divertidos e bonitos. Recomendo jogar com algum amigo!

24) Ultra Street Fighter II

Eu não costumo contar jogos de luta por serem muito rápidos, porém eu zerei esse remake de SF2 para Switch sem perder rounds, enfrentando o Akuma no final. Como foi um feito inédito pra mim — que sou um cocô em jogos de luta — resolvi colocar aqui.

Os gráficos foram feitos pelo artista Udon, que na verdade são da versão de PS3/360, mas foram reaproveitados aqui de maneira melhor. É a versão definitivamente do game.

25) Need for Speed Heat

Foi o game do EA Pass que escolhi pra testar o serviço por um mês.

Só serviu pra ver como a série morreu realmente. Não recomendo pois não tem nada de novo pra se ver aqui.

Rejogue os games de PS2 até enjoar, pois valem mais a pena. Fiz um texto sobre ele aqui, caso queira sofrer mais.

26) Super Mario Land

A primeira aventura portátil do Mario foi logo no lançamento do Game Boy, por isso temos um joguinho bastante simples, curto e divertido.

Existe um patch pra deixá-lo colorido, e foi essa versão que joguei no meu Game Boy Advance.

Não há save, pois existem somente 4 mundos com 3 fases cada. Todos deveriam jogar esse game pelo menos uma vez na vida.

27) Teenage Mutant Ninja Turtles: The Hyperstone Heist

A Konami não conseguiu (ou nem tentou) portar o Turtles in Time do SNES para o Meguinha, então criaram uma aventura diferente usando os mesmos assets.

Apesar disso, o game diverte por si só e é um dos melhores games do console.

Zerei sozinho, mas jogue com um amigo pra ter diversão fatal por várias horas.

28) Mega Man X5

Havia essa pendência no Collection da série X no meu PS4, e ainda que eu já tenha zerado o jogo à exaustão no PS1, essa foi a oportunidade de pegar uns trofeuzinhos dele no PS4.

É bem divertido e talvez o momento onde a série deveria ter acabado, pois a história é toda projetada para um fechamento, mas infelizmente o Kenji Inafune não deixou.

É uma carta de amor a toda série, com músicas e referências visuais aos games antigos da série. Se tiver que escolher um game da série X do PS1 pra jogar, vá nesse sem medo.

29) Super Mario Land 2

A sequência do primeiro Mario Land também foi no Game Boy, mas dessa vez usando gráficos maiores e se assemelhando mais aos games mais modernos da série, como Super Mario World.

A física do game ainda é estranha, mas ele tem uma personalidade e estilo bem característicos. As fases são mais curtas e menos lineares, com portas e caminhos diferentes, ao invés de seguir sempre da esquerda pra direita como de costume.

Existe também uma versão colorida dele, é só procurar por aí. Vale muito à pena.

30) Paper Mario: The Origami King (100%)

O mais novo game da série Paper Mario tenta voltar um pouco às origens, com mais traços de RPG que os últimos games. Porém, o Miyamoto impede que o game tenha personagens originais, limitando os produtores a trabalharem quase que exclusivamente com Toads.

É um pouco triste que a série tenha chegado a esse ponto, mas não nego que me diverti muito mais nesse do que nos anteriores. Talvez esse aqui só perca para o de GameCube e do N64.

Não é perfeito mas faz muito bem seu papel.

Fiz um review em vídeo dele que você pode ver aqui.

31) Captain Tsubasa: Rise of the New Champions

Algum joguinho de Super Campeões finalmente saiu no ocidente em português!

Assim, tivemos um game que lembra bastante um jogo de futebol comum, usando até mesmo os comandos de um PES/FIFA da vida, mas com a velocidade de um anime.

Apesar de bem divertido, o game é curto e sinceramente eu prefiro o game da série para PS2, chamado apenas de Captain Tsubasa. Esse está todo em japonês mas é fácil se virar nele.

32) Mega Man X

Um clássico do SNES que zero todo ano sem falta. Inclusive em 2021 já zerei de novo!

É talvez o melhor jogo de Super Nintendo, mas eu sou muito suspeito pra falar.

Caso jogue, tente pegar o hadouken no fim!

33) Super Mario 64

Um clássico do 64 que dispensa palavras. Aqui, eu joguei o port feito com o código-fonte, só que no Switch, cujo review você pode ler aqui.

Não peguei todas as estrelas, mas cara, foi divertido demais.

34) Grandia II

Um grande e perfeito JRPG que infelizmente foi o único game que consegui jogar no meu Dreamcast antes dele morrer.

Com uma história divertida e sistema de batalha ágil e divertido, Grandia II é um game que merece ser jogado por todos, até por quem não ama o gênero.

Sério, esse texto está curto porque minhas mãos estão doendo de tanto escrever, mas dê uma chance à ele!

Está disponível em tudo que é plataforma hoje em dia, até PC.

35) Super Mario 64 (de novo!)

Zerei novamente o jogo 3D do bigodudo, dessa vez na caríssima coleção de Nintendo Switch.

Incrível como o port feito por fãs conseguiu ser 100% melhor que isso aqui, que é só uma emulação básica do original. Se puder escolher, obviamente jogue o port de fãs que roda à 60 FPS e em 16:9.

36) Valis: The Fantasm Soldier

Um joguinho de plataforma de Mega Drive bastante popular entre quem gosta de jogos obscuros (meio irônico né). Jogue com uma menininha escolar que vai pra um mundo louco de demônios e tem que matá-los com sua espada gigante.

Não é muito difícil e vale a experiência.

37) Dragon Ball Z: Kakarot (Platina)

O game de Dragon Ball que prometeu demais, mas que mesmo sendo muito bonito e cumprir a tarefa de representar bem as sagas de DBZ, não é tão perfeito assim.

O combate é raso demais e mesmo que tenha aspectos de RPG, ele não chega a ter a profundidade de um.

Lá pro fim do game, o jogador meio que luta já no automático, esquivando e enchendo o ki pra soltar especiais.

Caso queira um game ótimo de Dragon Ball Z, jogue o Sparking! NEO / Budokai Tenkaichi 2, no PS2.

38) Super Mario Sunshine

A verdadeira sequência de Super Mario 64, Sunshine tem uma estética toda voltada pra praia e férias, então todas as fases são bem parecidas, ainda que muito criativas.

A jogabilidade não é tão polida como os outros games da série, deixando a gente bem irritado ao tentar fazer certas coisas no mapa.

Às vezes, o jogador fica tentando por horas escalar um local só pra cair e refazer tudo de novo. É bem chato mas com o tempo dá pra se adaptar a ruindade dele.

Ainda assim é divertido e vale a pena jogar uma vez, mas tem que estar MUITO disposto a isso. Também foi um game que zerei na coletânea superfaturada de Switch.

39) What the Golf

Um indie bizarro que de primeira parece ser só um joguinho de minigolfe, mas que se mostra algo bem maior e engraçado.

Por isso, não vou falar muito, apenas dê seu jeito de jogá-lo. É também um dos melhores jogos de 2020, e eu falo SÉRIO!

40) Crash Bandicoot 4

jogo

A grande expectativa pra fãs da série, após a maravilhosa trilogia de remakes, não ficou tão boa assim.

O game se foca demais em quebração de caixas e muito pouco em plataformas realmente. Além disso, muito do conteúdo do game é trancado por tarefas quase impossíveis que irritam mais do que divertem, e eu falo isso como uma pessoa que platinou os três jogos da trilogia que foram relançados no PS4.

41) Grand Theft Auto V (GTA 5)

jogo

Apesar de ter sido lançado em 2013, foi só agora no PS4 que pude zerá-lo.
O game é uma obra prima dos games de tiro e é realmente muito divertido.

Diferente da maioria das pessoas, eu não perdi muito tempo perambulando em vão na cidade, indo direto pras missões pra realmente aproveitar a história, que é bem legal e mais bem escrita que em jogos anteriores.

42) Castlevania: Rondo of Blood

jogojogo

Clássico do PC Engine que só foi lançado no ocidente nessa duologia para PS4, junto com Symphony of the Night.

O game tem uma jogabilidade bem clássica, com pulos que não podem ter a trajetória alterada, exigindo precisão e paciência do jogador.

Existe a personagem Maria que facilita tudo, permitindo dar até dois pulos. Caso seja um jogador de primeira viagem, recomendo abrir essa personagem e jogar com ela até o fim, e depois ir tentando passar com o Richter.

43) Castlevania: Symphony of the Night (Platina)

jogo

Na real essa platina foi feita em conjunto com o jogo anterior, já que é um troféu pra coletânea toda.

Como já havia zerado o game e completado o mapa com 203% anos atrás, faltava apenas zerar com o Richter. Apesar de parecer uma tarefa bem difícil (e é!), seguindo um speedrun no YouTube de um cara que fez esse percurso em incríveis 8 minutos (!!), eu consegui terminar na melhor rota possível em menos de 2 horas, mesmo morrendo muito.

É maravilhoso e divertido, tanto com o Alucard quanto com o caçador de vampiros, então jogue da melhor maneira possível esse clássico do PS1.

44) The Order: 1886 (Platina)

jogo

Um dos primeiros games do PS4, The Order tentava contar uma história steampunk de maçons fodões que servem de soldados que combatem lobisomens numa Londres alternativa do século 19.

Parece louco e é mesmo! Infelizmente o jogo te trava demais, não deixando o jogador correr no mapa a menos que esteja em combate, o que deixa tudo muito travado.

A perspectiva de tela sempre está com faixas pretas, como se fosse um filme. Isso foi feito para que o desempenho do jogo não caísse, pois ele é bem pesado pro console. Valeu a pena zerar, principalmente porque foi um dos meus primeiros games no PS4.

Ah! Eu já havia zerado, mas faltavam alguns coletáveis, o que fez com que essa platina tenha demorado incríveis TRÊS ANOS para que eu pegasse.

45) Just a Phrase by Powgi (Platina)

jogo

Um joguinho bem porcaria de platina fácil que eu joguei no Vita numa tarde chata de domingo. Eu nem vou perder tempo falando disso porque dá vergonha.

46) Macbat 64

jogo

Uma pequena homenagem aos jogos de Nintendo 64, mas que dessa vez está na Steam e no Switch.

Tem um texto dele aqui, recomendo bastante por ser curtinho e legal!

47) Yakuza 0

jogo

Talvez o melhor game da série Yakuza, “0” se passa em 1989, sendo extremamente divertido e com uma história super emocionante que mexe com o coração de todo mundo que joga.

Sua jogabilidade de beat’em’up misturada com minigames e sidequests segue a fórmula de todo o resto da série, mas aqui ela está especialmente bem feita e interessante.

48 e 49) Ratchet & Clank (Platina)

jogo

Assim como FF7R, tive que zerar R&C duas vezes para platinar.

É um game incrível de PS2, com mapas enormes e personagens carismáticos. O remake de PS4 também é sensacional, mas não elimina a necessidade e qualidade de jogar o original.

Recomendo para fãs de plataforma 3D, pois é um dos melhores de todos os tempos.

50) Astro’s Playroom (Platina)

jogo

O quinquagésimo game de 2020 foi especial pois foi minha primeira platina no PlayStation 5.

Já escrevi um texto sobre ele aqui, falando de todas as suas homenagens a história do console da Sony. O game é gratuito, então caso já tenha o console, jogue pois não é só uma demo!

51) Yakuza Kiwami 2

jogo

O remake de Yakuza 2 se passa 17 anos depois do Zero. Como já havia jogado anteriormente o Kiwami 1, pulei direto pra esse.

Isso foi bom, pois ele foi o segundo game feito na Dragon Engine, deixando os cenários mais bonitos e todo o jogo mais moderno de modo geral, sem aquela cara de jogo de PS3 rodando a 60 FPS de seus antecessores.

A história não é tão marcante como no 0, mas é bem legal e finalmente vemos o Kiryu pegando alguém. Uma policial gata, diga-se de passagem.

52) Is it Wrong to Try to Shoot’em Up Girls in a Dungeon?

jogo

Esse game com nome bizarro é baseado em um anime, e só joguei porque estava de graça na PSN, lol.

É bem curtinho e divertido, você atira como se fosse uma navinha, mas controla dois personagens andando numa dungeon para acertar inimigos.

Parece joguinho de celular, mas satisfaz pela jogabilidade e gráficos retrô.

53) Yakuza 3

jogo

Curiosamente foi o primeiro game da série que joguei na vida, mas por ser o PIOR da série, eu larguei sumariamente no PS3.

Agora, zerei ele no PS4, com tradução moderna e sem tanto conteúdo cortado. Ainda assim a história é chata e me fez odiar crianças de orfanato mais do que quando passava Chiquititas.

54) Yakuza 4

jogo

A sequência do game anterior melhora muito, trazendo 4 protagonistas e uma história mais divertida do que cuidar de crianças numa praia.

Cada personagem tem jogabilidade diferenciada e trocar entre eles depois de alguns capítulos impede que o game fique enjoativo, principalmente pra quem jogou 3 jogos da série quase que em sequência. Um dos melhores da série Yakuza.

55) Mega Man X (de novo!)

jogo

Como já zerei ele antes no ano, não vou falar de novo. Só sei que eu amo muito Mega Man X!

57 e 58) Super Mario World (SNES e GBA)

jogo

É outro game que zero com frequência, por isso fiz duas vezes em duas versões diferentes. Um dia jogo de novo pra fazer todas as saídas, mas por hora me contento em zerar com 13 fases mesmo.

59) Dirt 5 (Platina)

jogo

Pra terminar o ano, peguei um joguinho de corrida pra relaxar, só não saia que iria fazer absolutamente TUDO nele.

O game diverte bastante, principalmente porque é gostoso controlar os carros, sendo bem arcade, apesar de visualmente ele parecer um simulador.

O game lembra muito clássicos como Sega Rally de arcade e Saturn, por isso acho que muita gente que lê o blog vai gostar.

Tem texto dele aqui.

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UFA! Assim, fechei a lista de tudo que joguei em 2020.
Eu sei que o ano foi difícil e assim espero que em 2021 eu e todos nós possamos viver mais e talvez jogar só o suficiente pra se divertir, e não por não ter o que fazer por não sair de casa.

Que o ano que começou seja muito feliz e cheio de games pra todos! Até!

Leia mais:
O que joguei em 2021

O que joguei em 2022

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