Mais uma vez, estamos naquele estágio das análises que eu não consigo pensar num título pra análise e estou completamente sem ideias pra introdução do texto, mas, enfim, ultimamente tenho aguardado pra ver se o Diogo (Nota do editor: Tudo em seu tempo, calma) arranja algum jogo aleatório pra mim, mas enquanto isso, vou vendo o que consigo pro site.

Sim, tenho contato com coisas aqui e ali (como basicamente os últimos dois meses de análises), mas ainda assim… Anyway.

Talvez eu esteja só um pouco deprimido porque meu headset morreu e não posso fazer streaming, meu PC esteja uma merda e não rode as coisas muito bem e minha internet não decide se fica lenta ou rápida.

Sim, basicamente estou em um estado de plena “putitude” (nem sei se essa palavra existe ou alguém mais inventou) e um pouco de frustração. Não, não é um pouco de frustração, é MUITA frustração.

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Além de tudo isso, um dos jogos que “recebi” (nem tanto recebi porque é um F2P), não abre direito, e nem pude fazer Stream dele. Por isso não gosto de visual novels feitas na Unity. Enfim.

Sabemos que quando tudo está ruim, uma das coisas que acalma o sujeito é sexo, tanto que na lista de jogos terminados (que vai estar no meme de fim de ano), você verá que no período que escrevi essa análise, eu havia terminado alguns eroges.

Pois é. E uma dessas eroges, foi produzida pela Miel/Norn, cujos sprites são licenciados pela Zoo Corporation para fazer os jogos da série Pretty Girls, e o mais recente jogo deles, Pretty Girls Breakout acaba de chegar ao STEAM, agora no fim de setembro.

Será que ele vale seu dinheirinho?

O Ataque dos Alienígenas

A cidade está sendo atacada pelos alienígenas do planeta Burokku, e eles querem não somente destruir a cidade, mas roubar as youkais e meio humanas que habitam o local. Cabe a você subir no robô, pegar seu bastão e destruir todos os blocos e naves que cruzarem seu caminho.

E por alguma razão, as roupas das meninas vão se alterando, conforme você destrói seus inimigos, talvez elas fiquem excitadas, talvez queiram lhe incentivar. Mas, como bom guerreiro, você deve lutar bravamente sem desistir. Pelas GAROTAS!

Não, o jogo não tem roteiro, eu to escrevendo esse texto duas e meia da manhã e to tirando essas coisas do rabo.

Ei, J.J. Abrams fez o mesmo com Star Wars, e “O Despertar da Força” gerou 2 bilhões de lucro pra DISNEY. Só que ele tinha cocaína no processo.

Acho que estou desviando demais do jogo…

Eu sou horrível em Breakout

Pretty Girls Breakout

Se você já jogou Pong, Arkanoid ou Breakout, deve saber como funciona o jogo. Na parte superior da tela você tem bloquinhos que precisa destruir com rebatidas de sua bola. Conforme a destruição dos blocos vai aumentando, a roupa das meninas começa a mudar.

A princípio, o layout das fases de Pretty Girls Breakout são simples, mas conforme se avança, as coisas vão ficando mais complexas. Desde blocos de metal que não são destruídos, a proteção para os blocos (precisando de mais de uma rebatida) até inimigos que disparam contra você (cujos tiros podem ser rebatidos). Você possui cinco vidas para passar de fase, e as vidas são perdidas de duas maneiras: quando a bolinha que você deve rebater chega a parte de baixo da tela, ou se você for atingido por um projétil.

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Porém, assim como Arkanoid e similares, você tem POWER UPS que pode coletar, desde os contidos em blocos especiais, a alguns que podem estar em blocos comuns aleatórios. Eles incluem uma bomba, bolas extras, uma série de disparos automáticos, desaceleração dos projéteis, aumento no tamanho do bastão e uma barreira abaixo do seu personagem que aguenta até cinco ataques.

É difícil pra mim falar sobre dificuldade nesse jogo por um único motivo; EU SOU UMA ABSOLUTA DROGA em Breakout, mas a curva de aprendizado me parece bastante justa, a ponto de nas últimas fases, eu ter proferido tantos impropérios quanto um marinheiro irlandês.

Em termos de controle, você pode jogar tanto com controle (o jogo vem com a HUD do Xbox já preparada), ou com teclado e até mesmo o mouse pode ser usado, embora recomende o mouse somente se for jogar em tela cheia porque se você for estabanado feito eu, vai acabar clicando fora da janela.

Belo pacote (e não, não é um trocadilho pra peitos)

Pretty Girls Breakout

Pretty Girls Breakout é um jogo bonito de se ver. A parte de gameplay é relativamente simples, com os sprites estando lá para cumprir o papel, mas as garotas bonitas compensam e o pacote em geral, é bem agradável visualmente. E não estou falando só dos atributos das meninas, mas toda a questão estética, porque não é só você colocar um gameplay simples e garotinhas bonitas no seu jogo que ele automaticamente vai ser bom.

A questão da identidade visual ajuda, e a série Pretty Girls consegue fazer isso muito bem. E sobre as meninas, não há como errar com os sprites das novels da Miel/Norn. E comentando sobre isso, na primeira vez que me deparei com o material (lá em Pretty Girls Klondlike Solitaire), eu estranhei o fato de justamente serem sprites de novels da Norn/Miel… Até descobrir que a Norn/Miel são parte da Zoo Corporation, minha cabeça explodiu. Pois é, quem diria, Robin.

As músicas do jogo, como de praxe, composições royalty free, ditam o clima da jogatina, ainda não superam as músicas escolhidas pro Pretty Girls Panic, mas são ideais pro tipo de jogo que se está jogando. E como já é de praxe as falas das meninas são tiradas das novels de origem delas.

Se gosta de Breakout, jogue

Pretty Girls Breakout

Eu não sou muito bom em Breakout/Arkanoid, meu timing pra rebater sempre foi péssimo, mas Pretty Girls Breakout! é uma experiência bem divertida, especialmente se você curte jogos com a pegada mais arcade.

A curva de dificuldade é boa e o pacote em geral é visualmente agradável.

O jogo está disponível para PC, essa análise foi feita com uma cópia digital de PC gentilmente cedida pela Zoo Corporation.

Author: Geovane Sancini

Geovane, mais conhecido como Sancini (ou Kyo, se você for velho o suficiente pra lembrar do nick antigo dele) é um escritor e speedrunner que joga videogames desde que se entende por gente.