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A primeira pergunta que deve estar se passando na sua cabeça, mero leitor, é: Por quê diabos esse texto está aqui? O Meme Gamer não é feito no início do ano seguinte? Sim, você, leitor imaginário está coberto de razão, mas existe uma razão pela qual estou dividindo a lista por meses, no momento em que escrevo essa introdução, a minha lista de jogos terminados está na casa dos 617, e editar um artigo com 617 imagens levaria uns 2 anos de trabalho meu, do Diogo e do Tony em regime de semi escravidão… Ou pelo menos duas semanas.

Então, pra facilitar o meu, o seu trabalho e ter desculpa pra falar de jogos imbecis que copiam Bubble Bobble na cara dura, ao ponto de ter o mesmo texto, vou apresentar os jogos que zerei em cada mês no ano, e para o artigo do meme, escolherei aleatoriamente 10 jogos de cada lista. Assim, todos ficam felizes e sua leitura não será longa demais. Sem mais delongas, vamos a lista:

#1 Eyra, the Crow Maiden (Mega Drive) 01/01 – Platformer. É um jogo bem difícil, meio que no estilo quase Castlevania, com alguns auto scrollers no meio. O problema do jogo tá no level design um pouco apertado. É um bom jogo, mas com um cadinho de revisão no design das fases, podia ser melhor. Também disponível para NES.

#2 Super Street Fighter II Turbo Revival (Game Boy Advanced) 01/01 – Luta. Foi a primeira vez que consegui lutar contra Akuma no Super Turbo. Tive que jogar a versão japonesa porque a Ubisoft conseguiu a proeza de fazer com que o jogo crashasse se você conseguisse os requerimentos pra lutar com o Akuma na versão ocidental, chuto que foi por terem comprado cartuchos baratos.

#3 Spring Bonus (PC) 02/01 – Puzzle. É um match 3 com temática da páscoa. Simples e efetivo. Longo também, possui 100 fases.

#4 Water Margin: A tale of Clouds and Wind (Mega Drive) 03/01 – Beat’em Up. Jogo taiwanês que foi lançado no ocidente pela Piko, o problema dele é que os inimigos tem iframes quando se levantam, você não. É quase uma mistura de Golden Axe (magias) com Knights of the Round (dá pra bater na comida) e a série Knights of Valour (na China antiga).

#5 Streets of Rage 2: Plus ULTRA (Mega Drive) 03/01 – Beat’em Up. Romhack do clássico do Mega que nunca havia terminado. A romhack possui apenas 3 dificuldades, Hard, Hardest (ou Very Hard) e Mania. Por outro lado, o jogo dá as ferramentas necessárias pra que a jornada não seja tão difícil, novos movimentos, é possível fazer juggling em inimigos, o que facilita muitas seções.

#6 L’Abbaye des Morts (Mega Drive) 04/01 – Platformer. Conversão do jogo originalmente lançado pra ZX Spectrum pelo Locomalito, um platformer bem difícil onde como um monge, temos que fugir de soldados para a abadia dos mortos, morrer muito, recolher 12 cruzes, morrer muito, enfrentar Satã e morrer muito. Já disse que você morre muito nesse jogo? É simples, com opções gráficas diferentes, dá pra terminar em uns 20 minutos se você souber o que fazer e não morrer tanto.

#7 Alice Sisters (Mega Drive) 06/01 – Puzzle Platformer. É um jogo bem feito, onde no papel de duas irmãs, devemos resgatar nossa mãe, sequestrada por criaturas do mal que odeiam o bem. A irmã mais velha pode atirar projéteis e a mais nova pode diminuir de tamanho ao pular em cogumelos. O ritmo é meio lento, mas nada que seja demais.

#8 Darius Extra (Mega Drive) 06/01 – Shoot’em up Horizontal. Versão revisada do porte de Darius lançada no Mega Drive Mini, contendo a atualização Darius Extra de arcade. O jogo é dedo no cu e gritaria, frenético feito bullet hell moderno.

#9 Handy Harvey (Mega Drive) 07/01 – Puzzle. Bem parecido com o Fix-It Felix Jr., o jogo de Detona Ralph que virou homebrew (também no Mega), mas com algumas diferenças nos controles. É a mesma pegada curta e arcade, mas pode dar softlock e causar game overs desnecessários.

#10 Street Fighter II’ Champion Edition (Mega Drive) 08/01 – Luta. O que mais há pra se falar sobre Street Fighter II?

#11 Street Fighter Alpha: Warriors’ Dreams (Game Boy Color) 09/01 – Luta. Esse jogo tecnicamente não poderia existir. Os caras da Crawfish conseguiram espremer um jogo da CPS 2 no Game Boy Color e fizeram a escolha certa em sacrificar um pouco os gráficos em prol da jogabilidade que é bastante fiel pro hardware em que se encontra.

#12 Street Fighter II (Game Boy) 09/01 – Luta. É uma mistureba, porque você tem portraits e técnicas vindos de Super Street Fighter II (Shoryuken de Fogo do Ken, Hadouken de fogo do Ryu, Kikouken da Chun-li que veio do SF II Turbo), cenários da Champion Edition (O cenário do Ryu é noturno, o do Guile ao entardecer) e no modo SGB (do Super Game Boy), os cenários da borda foram claramente pegos do Street Fighter II: World Warrior. O jogo funciona até que bem, comandos saem com facilidade, só que os pulos do jogo são… Bosta.

#13 Shinobi (Master System) 10/01 – Platformer. Conversão do Arcade da Sega. 5 fases, dificílimo, não vale a pena. O jogo não tem final. Você dá sangue, suor, lágrimas, e tudo que recebe é um Game Over. Nem um Thank You for playing. Filhos da puta.

#14 Ninja Gaiden (Game Gear) 10/01 – Platformer. A princípio você poderia imaginar… Ah, é o mesmo jogo do Master System, né? Os dois sistemas tem specs parecidos, mas não. É um jogo totalmente original. Eu consideraria um jogo bom se o jogo não tivesse o problema da bonkada que faz você levar dano contínuo. E o jogo tem 5 fases somente, sendo que uma delas é literalmente uma sala com alguns itens e a entrada pro Boss. E uma delas é um autoscroller.

#15 Burning Fists (Sega CD) 10/01 – Luta. Um jogo de luta do Sega CD que foi cancelado e teve um lançamento não licenciado no ocidente, após uma publisher ter adquirido os direitos do jogo. É ok, mas podia ser bem melhor, tá longe de chamar a atenção. A capacidade de vídeo do Sega CD é utilizada pra um FMV porco.

#16 Keio Flying Squadron (Sega CD) 10/01 – Shooter horizontal. Um jogo altamente influenciado por Cotton, desde a história nonsense ao fator cute. Teve uma continuação no Saturn. É legal, mas tá preso ao SEGA CD, e honestamente, poderia rodar no Mega Drive tranquilo. (com exceção dos vídeos, vozes e musicas)

#17 Fatal Fury Special (Sega CD) 10/01 – Luta. Os sprites grandes me impressionaram, mas a qualidade das vozes deixa a desejar. Parece que todos os dubladores falaram com a voz abafada. É um bom jogo de luta.

#18 Real Bout: Fatal Fury Special – Demo – (Mega Drive) 11/01 – Luta. Dessa vez fiz o segundo loop onde enfrentamos o Omega Krauser, e caramba como o Omega Krauser é lazarento, um Kaiser Wave de P. Power tira mais da metade do life.

#19 Hugo: Black Diamond Fever (Game Boy Color) 13/01 – Puzzle/platformer. Jogo da série Hugo, aquela mesma dos telefones que fez sucesso aqui nos anos 90. É um puzzle platformer simples. Pegue os cristais, mate os inimigos, pegue mais cristais.

#20 Mortal Kombat 4 (Game Boy Color) 14/01 – Luta. Você consegue tolerar esse jogo se jogar ele no mudo. Descobri isso.

#21 X-Men: Mutant Academy (Game Boy Color) 14/01 – Luta. Desenvolvido pelo mesmo time do Street Fighter Alpha de GBC. É um jogo muito bonito, mas a jogabilidade deixa a desejar.

#22 Qix Adventure (Game Boy Color) 14/01 – Puzzle. Versão de QIX com uma historinha que parece mal traduzida na versão ocidental. É QIX, então sabe como funciona.

#23 Real Bout Garou Densetsu Special (Game Boy) 14/01 – Luta. Impressionante versão de Real Bout no Game Boy, aproveitando a engine dos KOF 95 e 96.

#24 Dark City Dublin (PC) 15/01 – Adventure. Um adventure de objetos ocultos (é, tava demorando pra eu jogar algum jogo do gênero, fazia uma era desde o último que terminei no ano passado). Nesse aqui, estamos no papel de um detetive que vai investigar uma série de estranhos roubos que pode estar relacionada aos Leprechauns.

#25 Pretty Girls Panic! (PC) 16/01 – Puzzle. Clone de QIX com as meninas da série Pretty Girls, um clássico já. Ele esteve na minha lista de algum ano… Ou uma análise aqui no blog.

#26 Mortal Kombat II: Unlimited (Mega Drive) 16/01 – Luta. Romhack de Mortal Kombat II que adiciona personagens extras, como Jade, Smoke, Noob Saibot, Kintaro e Shao Khan (como jogáveis), combos, brutalities, a opção de correr. Por alguma razão, a Jade era imune a projéteis, então foi só abusar disso, exceto contra o Kintaro e Shao Khan…

#27 Captain America & The Avengers (Mega Drive) 17/01 – Beat’em up. Conversão do arcade da Data East. Enquanto que a versão de SNES era um absoluto horror de se jogar, apesar da apresentação ser decente, a versão de Mega era feia pra caralho, mas era decente de se jogar. Não mais, já que o Gabriel Pyron fez uma romhack que melhora as cores do jogo, deixando mais próximo da versão de arcade.

#28 Hugo 2 1/2 (Game Boy Color) 18/01 – Puzzle. Versão colorida de Hugo 2, do Game Boy, mas só saíra na Alemanha (tanto o original quanto a versão colorida). Tem um patch em inglês, mas enfim. Esse aqui é mais semelhante ao jogo do telefone de Hugo que passava na CNT.

#29 Ultraman: Legend of the Super Warrior (Game Boy) 18/01 – Platformer/Shmup/Luta – Jogo do Ultraman que mescla elementos de platformer, fases de shmup e combate mano a mano (melhor que aquele pavoroso Ultraman de SNES/Mega/Arcade/GB). Leva tempo pra se acostumar com os controles.

#30 The King of Fighters 95 (Game Boy) 19/01 – Luta. Está entre as melhores conversões da Takara pro Game Boy. Incrível.

#31 Detective Barnett – The Cursed Artifact (PC) 20/01 – Puzzle. Match 3 que parece durar pra sempre. Pra desbloquear as cemnas da história, é necessário grindar pontos. Baixei achando que seria um jogo curto. Jesus, não era.

#32 Killer Instinct (Game Boy) 21/01 – Luta. Esse jogo conseguiu ser comprimido num cartuchinho de GB de maneira competente. Eu consegui até mesmo fazer um humiliation jogando com a Orchid. Não me pergunte como, eu não sei.

#33 Unsolved Case: Fatal Clue (PC) 21/01 – Adventure. Jogo de investigação de objetos ocultos, onde temos que resolver crimes e capturar os assassinos. Se bem que o último caso não é de um assassinato. Bem padrão, se quer saber minha opinião.

#34 Double Dragon (Game Boy) 22/01 – Beat’em up. O segundo Double Dragon de Game Boy é um reskin de Kunio-kun e o terceiro é uma desgraça em quase todas as plataformas. Então joguei o primeiro. Apesar de ser fácil na maior parte do tempo, tem uns momentos tensos. O final boss é facílimo.

#35 Scooby Doo! Unmasked (Game Boy Advanced) 24/01 – Platformer. O melhor jogo do Scooby Doo no Game Boy Advanced. Platformer competente com elementos de puzzle onde diversas roupas dão habilidades diferentes ao Scooby, divertido.

#36 Dragon Ball Z: Taiketsu (Game Boy Advanced) 24/01 – Luta. Depois de jogar um jogo mó legal, claro que temos que jogar um bosta. Um dos piores jogos de DBZ ever e um dos piores jogos de LUTA ever.

#37 Sonic Advance 2 (Game Boy Advanced) 25/01 – Plataforma. O melhor platformer portátil do Sonic, sem sombra de duvidas. Por quê diabos a Sega não lança uma coletânea portátil? Tá na hora de pararem com a Nostalgia Mega Drive e olhar mais pro legado da empresa.

#38 Donald Duck Advance (Game Boy Advanced) 25/01 – Plataforma. Versão de GBA do jogo Donald Duck Goin’ Quackers (ou Qu@ck Attack dependendo da região). É um platformer honesto, apesar do final ser bem BS comparado com as versões de N64/PS1/DC

#39 Dating My Daughter (PC) 26/01 – Visual Novel. Estava no artigo que escrevi em 2022 sobre Visual Novels em andamento que recomendamos, mas no final de 2022 recebera a última atualização contendo o final do quarto Capítulo e a conclusão da história. Sobre o jogo, você é um cara que está há 10 anos sem ver a filha, até que quando ela completa 18 anos, aparece em sua porta, querendo refazer os laços. Coisas acontecem, e sweet home alabama. Fiz um dos finais harém do jogo.

#40 Donald Duck Goin’ Quackers (Game Boy Color) 26/01 – Platformer. Versão de GBC do jogo de mesmo nome. Usa a mesma engine do Rayman 2 de GBC. É ok, mas a detecção de colisão do jogo deixa MUITO a desejar. A história do jogo? Merlock sequestrou a Margarida e deseja dominar o mundo.

#41 Double Dragon II (Game Boy) 26/01 – Beat’em up. É uma reskin de um jogo de Kunio-kun, e logo, a jogabilidade é diferente de um Double Dragon. Assim como a versão americana de DD II do NES, jogar no Easy e no Normal não te deixa jogar a aventura inteira. É bom quando você entende como o jogo funciona.

#42 Kirby Star Stacker (Game Boy) 26/01 – Puzzle. Versão menor do jogo de mesmo nome que saiu pro SNES (essa versão só ficou no Japão), eu fiz as dificuldades Normal (8 Stages), Hard. Very Hard e Super Hard (ambas as 3 com 16 Stages), e com isso se desbloqueia a dificuldade Insane. O objetivo é remover a quantidade de estrelas peddas, colocando blocos iguais entre as estrelas.

#43 Máscara Omega (PC) 27/01 – Visual Novel. Será que é trapaça considerar um jogo que você mesmo fez? Enfim, visual novel que criei em 2020 baseada no livro que escrevi em 2019, influenciada bastante por Kamen Rider.

#44 Fatal Fury ONE (Mega Drive) 27/01 – Luta. Remake de Fatal Fury, que estava na lista do ano passado, dessa vez, joguei com um dos personagens secretos, Ryu. Por alguma razão, o jogo precisa de um buff nos ataques especiais.

#45 Final Fight 2 (SNES) 27/01 – Beat’em up. Continuação do clássico dos arcades. Dessa vez, ao invés de dominar apenas Metro City, a Mad Gear tem operações em escala global, e sequestrou Rena, a noiva de Guy e irmã de Maki e o pai dela. Haggar se junta a Maki Genryusai, ninja pernuda que a Capcom esqueceu lá na versão de GBA de Alpha 3 e Carlos Miyamoto, um brasileiro tão folgado que não usa a espada que leva nas costas. O problema de Final Fight 2 é que os chefes não são inspirados. 90% deles é composto de caras parrudos que pulam as vezes, as excessões são o mascarado de Londres e o Rolento.

#46 Yu Yu Hakusho 2: Kakuto no Sho (SNES) 27/01 – Luta. Jogo de luta de Yu Yu Hakusho, baseado no Torneio das Trevas. É anterior ao Yu Yu Hakusho Final que é famosão e tal. Esse aqui é só ok.

#47 Plum Tea (PC) 27/01 – Visual Novel. É uma VN curta e gratuita sobre uma menina chamada Plum (você pode rebatizar como quiser) que devido ao trabalho dos pais se transfere pra uma escola onde a professora usa um vestido de Gothic Lolita. Aí, coisas acontecem. Como coisas, entenda, a boa e velha pootaria. Infelizmente a professora não é um dos interesses românticos, por outro lado, todas as meninas possuem DLC.

#48 Double Dragon II: The Revenge (NES) 28/01 – Beat’em up. Melhor versão de Double Dragon II, melhor que a do arcade, qualquer porte e até mesmo o semi-remake do PC-Engine. Os Shadow Warriors mataram Marian, e os Dragões Duplos vão encher todo mundo de porrada. Enquanto que a versão de Arcade é só uma vingança, na versão de NES (e na de PC-Engine), Marian é revivida no final. Jogue a versão japonesa, ela tem continues infinitos.

#49 Yu Yu Hakusho Final: Makai Saikyou Retsuden (NES) 28/01 – Luta. Versão bootleg do jogo de SNES lançada em Taiwan. Curiosamente tem legendas em inglês e os controles são decentes. Claro que a pronuncia dos nomes é a chinesa, então a pronuncia não faz sentido pra gente. Por alguma razão, não tem o Kuwabara. E como o jogo no qual o bootleg é baseado, ele se passa no arco final do anime (Temos a batalha contra Sensui e daí o Yusuke indo pro mundo dos Youkai, etc)

#50 Dragon Ball Z: Super Butoden 2 (NES) 28/01 – Luta. Versão bootleg do jogo de mesmo nome do SNES, lançada na China. Não recomendo, ao contrário do Yu Yu Hakusho acima, a jogabilidade é bem ruinzinha.

#51 Pringles: The Game (Mega Drive) 28/01 – Platformer. Homebrew onde no controle do logotipo do Pringles, deve-se ir do ponto A ao B recolhendo batatinhas que dão um pulo extra (o logo vive pulando). Bem curtinho, tem 9 fases.

#52 Cave Story MD (Mega Drive) 28/01 – Plataforma/Metroidvania. Conversão do clássico Cave Story, de PC. É bastante competente ate. No momento desse parágrafo, fiz o final onde fugimos com Kazuma. Ainda há outro final, que vou tentar fazer posteriormente. Não sei se foi o fato de estar no Mega Drive, mas curti ele mais aqui do que a versão original. *Sancini do final de Março falando aqui: Não voltei ao Cave Story

#53 Dragon Ball Z: Buyuu Retsuden (Mega Drive) 28/01 – Luta. Único jogo de Dragon Ball Z para o Mega Drive. Não é lá muito difícil, e é até um cado competente.

#54 Double Dragon III: The Rosetta Stone (Mega Drive) 29/01 – Beat’em up. Como eu terminei isso? Não to brincando. É um jogo mal programado desde a base (o Arcade é uma merda), com os inimigos tendo mais brechas pra te atacar do que não sei o quê. Curiosamente, a final boss, Cleópatra, é a chefe mais fácil do jogo. E tem um pequeno cheese que é o abuso das joelhadas no inimigo caído. Não recomendo.

#55 Eternal Champions (Mega Drive) 29/01 – Luta. Jesus, Maria, José. Esse jogo tinha tudo pra dar certo e é uma droga, tão ruim quanto eu lembrava nos anos 90. O jogo não tem nem imagens pro final, o boss você tem que enfrentar CINCO fases dele (ou seis). Mandei save state mesmo e pau no cu dos prejudicados.

#56 Castle of Illusion Starring Mickey Mouse (Mega Drive) 29/01 – Platformer. Clássico, um dos primeiros jogos da lendária parceria Disney/Sega (tão lendária quanto a Disney/Capcom), tinha esquecido que o jogo era legal e relativamente desafiante.

#57 Castle of Illusion Starring Mickey Mouse (Master System) 29/01 – Platformer. Versão 8-bits do clássico eterno do Mickey, em uns pontos é mais desafiante que a versão de Mega.

#58 Double Dragon V: The Shadow Falls (Mega Drive) 29/01 – Luta. O lado bom desse jogo: Não é tão lazarento quanto Eternal Champions, as mazongas de Sekka e Dominique são generosas. O lado ruim: A jogabilidade é ruim. No mais… Como assim o jogo se passa em METRO CITY? Enfim, jogo de luta medíocre baseado no cartoon de Double Dragon que ninguém sabia que existia. Depois de jogar dois jogos bons, voltamos aos ruins com esse aqui.

#59 Once in a Lifetime (PC) 30/01 – Visual Novel. VN que eu estava jogando entre os outros jogos da lista. Apareceu no ano passado também, mas resolvi rejogar porque no momento que escrevo isso, estou sem internet. Você está no papel de um garoto, aparentemente comum que vive numa cidadezinha qualquer da Inglaterra, só que essa cidade tem uns segredos cabulosos. E do nada, sua vida vira de ponta cabeça de maneira a entrar em uma treta com um culto que planeja trazer de volta um demônio malígno. E claro, no processo de lutar contra essa seita, você monta um harém. E sim, é uma das novels que está na lista de recomendações, e é engraçado o que a perspectiva faz você pensar. Once in a Lifetime em si é muito bem escrita, mas se você comparar com Eternum, do mesmo autor, a novel parece fraca.

#60 Russian Chip & Dale: Rescue Rangers (Mega Drive) 30/01 – Platformer. Bootleg russo de Tico e Teco pro Mega Drive, com as fases depois do intro, todas embaralhadas. A jogabilidade é mais ou menos igual, as musicas são aleatórias e o Fat Cat é 300x mais fácil que o original.

#61 Russian Chip & Dale Rescue Rangers 2 (Mega Drive) 30/01 – Platformer. Bootleg russo de Tico e Teco pro Mega Drive, com as fases do Chip Dale 1 e 2 misturadas num jogo, e com o final sendo basicamente fases do primeiro jogo de trás pra frente, literalmente começando do final e voltando até o começo delas, não tem boss algum. (E sim, a tela título é a mesma do anterior, mas com um 2 adicionado. Porra, BMB).

#62 The Cyber Shinobi: Shinobi Part 2 (Master System) 30/01 – Platformer. Assim como o Shadow Dancer de Mega Drive se passa no Futuro do Shinobi original (não tão futuro assim, no ano de 1997), esse “jogo” por falta de adjetivo mais adequado é uma outra sequência de Shinobi, lançada em 1990 pro Master System. Se passa no ano de 2xxx, e mostra a luta de Joe Musashi, Tataraneto de Joe Musashi contra a Cyber Zeed. Primeiro, vamos aos pontos positivos do jogo: 1: A ideia por trás do jogo não é de toda ruim, pelo menos ele não está reciclando a ideia de “salve as pessoas” do primeiro Shinobi, como Shadow Dancer fez (até mesmo o Shadow Dancer de arcade era com “Desarme Bombas” que é uma variante de salve pessoas), 2: Ele é curto, contendo cinco fases, o que significa que o sofrimento não dura. Agora vamos aos negativos: A tela do jogo é reduzida, em relação a resolução do Master System, porque resolveram colocar todas as informações sobre projéteis, poder, ninjutsus e HP de maneira gigante na tela, parece que to jogando uma conversão de arcade pra computadores europeus. A movimentação do jogo é travada. Entendo eles terem tentado fazer sprites grandes no Master System, mas Jesus, controlar Joe Musashi é um caos. Os chefes do jogo são em sua maioria sem inspiração, o último boss é o mais próximo de criativo, porque parece uma versão robotizada do Opa Opa. Trilha sonora sem inspiração. Enfim, não é o pior Shinobi puro porque tem o Revenge of Shinobi de GBA que é um jogo que não devia ser chamado de Shinobi. Não jogue.

#63 WWF Wrestlemania: The Arcade Game (Sega 32x) 31/01 – Luta. Conversão do Arcade da Midway, jogo da WWF com um toque de Mortal Kombat e os lutadores digitalizados. É divertido, e mais bonito que a versão de Mega Drive. Você tem disponívels Bret Hart, Shawn Michaels (na época que ele era cuzão), Razor Ramon (RIP Scott Hall), The Undertaker, Lex Luger, Yokozuna, Bam Bam Bigelow e o porra do Doink the Clown.

#64 Renegade (Master System) 31/01 – Beat’em up. O primeiro briga de rua como conhecemos o gênero, conversão da Natsume do clássico, lançada em 93 (ou 92, o jogo não se decide. Na tela título diz 93, mas nos créditos, diz 92). A versão de Master é baseada na conversão de NES, mas com a capacidade gráfica superior do Master. É bem competente.

#65 Double Dragon (Mega Drive) 31/01 – Beat’em up. Conversão linda de se ver screenshots, se você só olhar o jogo parado em fotos, parece que você vai ter uma ótima experiência. Só que todo o resto… É CAGADO SEM TER FIM. Admito que usei game genie de vida infinita, e ainda assim eu tive problemas porque a IA do jogo é roubada sem fim. Dá pra cheesar com a cotovelada, mas ainda assim é ruim.

#66 Double Dragon II: The Revenge (Mega Drive) 31/01 – Beat’em up. Eu odeio a minha vida. Quero morrer. Não dá mais. Alguém me tire daqui…. Essas foram algumas das frases que passaram pela minha cabeça ao jogar esse pedaço PÚTRIDO de bosta disfarçado de jogo. Pelo amor de Deus, esse jogo consegue ser PIOR que a conversão de DD 1, eu estava com saudades de Double Dragon 3. O Double Dragon II de Arcade já não era grandes coisas, essa conversão de Mega é um horror.

#67 Super Hang-On (Mega Drive) 31/01 – Corrida. Excelente conversão caseira da segunda leva do Mega Drive, ainda no comecinho da vida do console. Jogo de motoca honesto.

#68 Fatal Fury (Mega Drive) 31/01 – Luta. Porte do primeiro Fatal Fury, e Jesus, é um jogo… Ok. Não é uma batida de trem feito a versão de SNES, mas depois do homebrew Fatal Fury ONE, se tornou obsoleto.

#69 Inugami Doggy Dojo! (PC) 31/01 – Visual Novel. O seu pai está puto por conta de sua relapsidade no treino de artes marciais, e te manda pra uma ilha remota, com a missão de matar o “demônio” que vive na ilha. Só que o tal demônio é uma garota que se transforma em lobo, e ao invés de matar, você começa a treinar com ela e é claro, tempos felizes acontecem. Eu havia começado ela no ano passado, mas passei meses sem tocar nela. É uma novel da Norn/Miel, pro bem e pro mal.

#70 Masters of Combat (Master System) 31/01 – Luta. Uns falam que é o melhor jogo de luta do Master System. É possível, mas o jogo é meio BS com inimigos que tiram seu combo. Sancini do final de março falando: Não, Masters of Combat não é o melhor jogo de luta do Master.

 

E esses foram os jogos que terminei em Janeiro de 2023. A lista subitamente aumentou de tamanho porque a partir do dia 25 de Janeiro, eu fiquei sem internet, e a única coisa que me impediu de perder a sanidade, foi terminar um jogo após o outro e escrever umas linhas sobre eles.

Voltaremos em breve com a lista de Fevereiro, e a numeração continuará a partir do último jogo zerado no mês anterior. Até a próxima.

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O que eu joguei em 2022 | Tony Horo https://www.arquivosdowoo.com.br/2023/01/28/o-que-eu-joguei-em-2022-tony-horo/ https://www.arquivosdowoo.com.br/2023/01/28/o-que-eu-joguei-em-2022-tony-horo/#comments Sat, 28 Jan 2023 21:36:35 +0000 https://www.arquivosdowoo.com.br/?p=12980 Um 2022 de mais mudanças Ao longo dos últimos dois anos venho fazendo listas sobre o que eu joguei (e zerei) ao longo desse período. Esse ano que passou tive a felicidade de poder adquirir um PS5 e um PC bom para jogos, e com isso pude apreciar coisas novas que não eram só jogos […]

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Um 2022 de mais mudanças

Ao longo dos últimos dois anos venho fazendo listas sobre o que eu joguei (e zerei) ao longo desse período.

Esse ano que passou tive a felicidade de poder adquirir um PS5 e um PC bom para jogos, e com isso pude apreciar coisas novas que não eram só jogos antigos. Esses por sua vez, ainda possuem um espaço no meu coração, mas sinto que é bom curtir coisas modernas com mais frequência.

Ainda assim, vendo a lista, vocês vão perceber que eu só falo e não cumpro nada lol.

Vamos lá:

1) Kena: Bridge of Spirits (PlayStation 4)

Um jogo de ação/plataforma 3D muito bonito e competente, que é tão bem animado que parece um filme da Disney ou da DreamWorks.
Os chefes são um absurdo de difícil, e agora sinceramente não lembro se joguei com uma dificuldade maior ou não.

Recomendo muito pois ele dá a impressão de que vai ser uma “hidden gem” (ou pérola) que será muito valorizada por youtubers espertinhos daqui a uns anos.

2) Fullblast (PS Vita)

Um joguinho de navinha bem competente e simples. Ele é curto mas entrega uma diversão satisfatória para uns dois dias no máximo.

3) Clockwork Aquario (PlayStation 4 / Arcade)

Jogo de plataforma para arcades feito nos anos 90 mas que nunca chegou a ser lançado na época. Ele é bem colorido e a falta de conteúdo — por ser um jogo de arcade papa-ficha — é compensada pelos troféus/conquistas, que te fazem querer zerar com todos os personagens disponíveis.

Não é nenhum Super Mario World, mas entrega bem. Tem um texto dele feito pelo Alexis aqui.

4) Gynoug (Wings of Wor) (PlayStation 4 / Mega Drive)

Um jogo de “navinha” onde você controla um anjo voador que mata demônios.

É MUITO difícil, e com certeza foi feito para você passar um ano jogando e tentando melhorar. Mas como hoje em dia ninguém tem tempo pra isso, eles colocaram uma função de rebobinar o jogo, o que deixa tudo ridículo de fácil.

Ainda assim, é bem gostoso de jogar. Tem texto do Alexis aqui.

5) Tales of Arise (PlayStation 5) | Destaque

Esse, meus amigos, foi meu primeiro jogo de PS5. Eu estava tão empolgado que comprei o disco antes do console chegar lol.

Eu nunca havia jogado nada da série Tales of, e fiquei empolgado com esse desde que saíram os primeiros trailers uns anos atrás.

Posso dizer que foi o melhor jogo que joguei no console até agora. Ele possui versões pra geração passada, mas jogá-lo com 60 FPS cravadinhos o tempo todo, com o controle novo do PS5 foi uma experiência daquelas que a gente nunca esquece.

A história é muito boa, mostrando um conflito entre castas diferentes, onde você controla um ex-escravo sem memória de nada que aconteceu antes.

O combate é excelente, sendo um dos RPG’s de ação mais bem feitos da atualidade, talvez até melhor que Final Fantasy VII Remake.

Graficamente ele é lindo, com um efeito visual que faz que tudo pareça uma pintura, com um level cel-shading aplicado a tudo.

Os personagens são carismáticos, com muitas ceninhas de conversa que não ficam chatas mesmo com mais de 60 horas de jogo.

A tradução em português foi um ponto positivo que não esperava, pois a Bandai Namco Brasil sempre faz traduções ruins, mesmo de franquias conhecidas (como em Dragon Ball Kakarot). Aqui eles acertaram demais e, para um JRPG, eu não encontrei NENHUM erro, seja de português ou de consistência com os termos. Realmente foi um dos melhores trabalhos deles.

Na época não fiz nenhum review, mas fica aqui a minha mini análise do que foi pra mim, o meu jogo do ano.

6) Edge of Eternity (PlayStation 5)

Se Tales of Arise foi o melhor jogo do ano pra mim, Edge of Eternity foi o pior jogo que já joguei na MINHA VIDA.

E sem exagero, foi uma das minhas piores experiências com videogame em mais de 20 anos.

Um time francês resolveu fazer um jogo super ambicioso com pegada de Final Fantasy XV, porém eles não tinham a experiência para isso e entregaram um jogo porco, com várias coisas irritantes, como um combate mal feito e itens que não servem de nada durante a narrativa.

Eu considero que zerei o game, porém o chefe final é bugado e não morria por mais que eu o atacasse. Isso se deu devido a um update, que quebrou o equilíbrio de alguns inimigos, fazendo com que meu progresso até ali me tornasse mais fraco do que eu estava antes da atualização.

Não joguem isso.

Inclusive, confesso que recebi key para escrever sobre ele para outro site, porém não fui tão sincero na hora de escrever por exigência do dono do site e isso me fez querer ficar somente aqui no Arquivos, onde o Diogo me dá liberdade para ser sincero com o que eu sinto sobre os jogos.

7) Yakuza 5 (PlayStation 4)

Depois de um ano enrolando, achei que era hora de voltar para a série Yakuza. O quarto jogo foi muito extenso, e voltar para a série foi algo que eu precisava estar em um feliz e disposto.

Bem, eu não estava tanto assim, mas encarei.

Yakuza 5 é um dos jogos mais longos do PS4, e sua história infelizmente é muito enrolada e talvez até desinteressante, principalmente se comparada com Yakuza 0, por exemplo.

Por sorte, a série voltou a ser mais continua no jogo seguinte, mas ainda não cheguei nele para saber.

Y5 é bom de jogar, não entenda mal, mas não tente fazer tudo de uma vez senão vai enjoar antes do fim. Bem antes.

8) Sonic & All-Stars Racing Transformed (Xbox 360)

Depois de ANOS jogando esse jogo em todas as plataformas possíveis (PC, PS3, Vita, 3DS e até Mobile) eu finalmente consegui terminar a campanha enorme.

Foi com meu amigo Alexis, em uma visita dele ao Rio. É o melhor Mario Kart já feito, e uma pena que sua continuação não presta. Recomendo demais até hoje. A versão de PC está sempre em promoção.

9) The Simpson’s Arcade Game (Xbox 360 / Arcade)

Foi uma jogatina casual na casa da minha ex-namorada, com meu ex-sogro assistindo e se divertindo. Com fichas infinitas fica fácil, mas não é um dos melhores beat’em up’s da Konami, com certeza.

Bater não tem muito impacto, parecendo que você só está varrendo inimigos ao invés de espancá-los.

10) InFamous (PlayStation 3)

Totalmente fora da curva, resolvi terminar o primeiro InFamous no meu velho de guerra PS3 Fat (que já vendi pra pegar um modelo Super Slim).

Por incrível que pareça, apesar de ser um jogo velho e feio, ele tem uma jogabilidade muito gostosa, com uma cidade aberta que te permite fazer várias estripulias como herói ou vilão.

A história é qualquer coisa, mas você está lá apenas pra destruir os inimigos. A dificuldade sobe muito lá pelo final do game, mas você não vai morrer tanto assim a ponto de se frustrar. As continuações são ainda melhores, mas ainda não senti vontade de começar o segundo.

11) Ys: The Ancient Ys Vanished (PSP)

Minha primeira empreitada nos jogos da Nihon Falcom. Ys 1 saiu juntamente com o segundo game numa coletânea para o PSP, com gráficos melhores.

O combate não é para todos, pois você empurra os inimigos, sem apertar botões para atacar.

É um bom jogo e até curto, e vale a pena demais. A versão de PC é melhor pois possui gráficos em HD.

12) Ys II: Ancient Ys Vanished – The Final Chapter (PSP)

Continuação do game acima, na mesma ISO. Agora o protagonista Adol possui magias que ajudam durante a jornada, diversificando o gameplay, apesar dos gráficos serem os mesmos.

O único problema é a ausência de mapas, principalmente na última dungeon. Mas com um guia aberto no PC ou no celular dá pra se virar. Os jogos seguintes (principalmente os remakes) melhoram muito.

13) Ys: The Oath in Felghana (PSP) | Destaque

Dando sequência à minha maratona da série Ys, fui ao terceiro game. Porém, a versão de PSP é uma reimaginação do original.

Ys 3 era um jogo em side-scrolling, como uma espécie de RPG beat n’ up, mas aqui ele foi refeito como um Ys moderno, com câmera panorâmica.

Os combates são deliciosos e os chefes vão dar muita dor de cabeça, mas nada é injusto.

A trilha sonora mais uma vez é maravilhosa e esse é um dos games que mais recomendo na lista. Tem versão para PC assim como os outros 2 anteriores.

14) Ys: Memories of Celceta (PlayStation 4)

Mais um remake, dessa vez do Ys 4. Na verdade essa é a 3ª versão da história, sendo somente a primeira feita diretamente pela Falcom.

Não vou me aprofundar no motivo disso, mas entenda que é um ótimo game, melhorando muito graficamente em relação ao Oath in Felghana.

Aqui o game funciona mais ou menos como um metroidvania, onde Adol explora uma floresta ao longo de todo jogo, com diversos caminhos e habilidades a adquirir.

O port de PS4 também está em outras plataformas, como Vita e PC.

15) Wonder Boy (PlayStation 5 / Arcade)

O primeiro game da série Wonder Boy, também conhecido como Adventure Island 1.

É um joguinho de plataforma para arcade bem mixuruca e eu só joguei pra fazer review que você pode ler aqui.

16) DIRT 5 (PlayStation 5)

Os mais atentos sabem que ano passado eu já havia zerado e até platinado o game no PS4. Porém, recentemente foi lançado um upgrade gratuito para a versão de PS5 e eu tive que baixar assim que comprei o console, para ver como ficava o game na nova geração.

Não tinha nada de Ray-tracing ou algo assim, mas é tão gostoso de jogar e ainda mais em 60 FPS que eu tive que zerar tudo de novo, inclusive pegando a platina novamente.

Recomendo para os fãs de jogos de corrida que estão carentes desde o fim da geração passada e não podem jogar Forza por não terem um PC ou um Xbox.

Meu texto sobre ele pode ser lido aqui.

17) Strangers of Paradise: Final Fantasy Origin (PlayStation 5) | Destaque

Uma das surpresas de 2022, Strangers of Paradise é uma espécie de Soulslike feito pelo time de Nioh, com personagens derivados do primeiro Final Fantasy, mas com muitas liberdades interpretativas e visuais.

Isso afastou muita gente, pois a estética lembrava muito o estilo hardcore do início dos anos 2000, mas isso é bobeira.

O que temos na verdade é um jogo muito complexo e bem feito, que pode servir como uma porta de entrada para jogos como Dark Souls, pois ele é difícil mas ao mesmo tempo pega leve em outros aspectos, como te deixar ter uma party com 2 personagens que podem atacar enquanto você se recupera.

Nunca joguei um Souls antes até o fim, mas esse eu tive que terminar e zerar na dificuldade mais difícil (CHAOS), até pegar a platina. Valeu a pena demais.

18) Habroxia 2 (PS Vita)

Após a dificuldade gigantesca de Strangers of Paradise, tive que ir para algo mais relaxante, então fui para outro joguinho de navinha para o Vita, dessa vez um em pixel art.

Foi um dos últimos lançados para o console, e foi só por isso que fui atrás dele para zerar.

Foi uma ÓTIMA experiência e me parece uma pérola do console que merece ser apreciada. Existem versões para Switch, PS4/5 e Steam.

Fiz uma análise sobre ele, que você pode ler aqui.

19) Sonic the Hedgehog (Switch)

Sim, simplesmente zerei Sonic 1. Foi na coletânea Sonic Origins, e foi uma experiência boa enquanto eu estava dentro do jogo em si, mas a embalagem é muito capenga.

Eles cobraram caro por um pacote com 4 jogos da série, mas a física deles está esquisita em alguns pontos e mesmo galerias de artes e cutscenes animadas, eu já vi esses mesmos jogos sendo lançados em pacotes mais baratos e melhores em gerações anteriores.

Por sorte eu tenho alguns desses jogos na Steam quando ainda era possível comprá-los individualmente.

20) Duel Princess (Switch)

O tal “jogo banido” da loja do Switch, por ser muito ‘lewd’ (pesquise). No fim, as meninas semi-peladas escondem um gameplay MUITO COMPETENTE, lembrando Clash Royale.

Zerei com todas as personagens e mesmo que eu não ligasse para a historinha ou até mesmo para as cenas onde elas aparecem quase nuas, foi bom para divertir por várias horas em um momento da minha vida em que eu realmente precisava.

21) Spider-Man: Miles Morales (PlayStation 5)

Semi-continuação do jogo do Aranha feito pela Insomniac (mesma do InFamous!), eu achei esse jogo uma bela porcaria.

A história é muito sem sal e não tem o mesmo peso da história do Peter. Infelizmente existe essa força puxando o Miles Morales pro mainstream e acho que isso é um desserviço à história do Peter Parker em todas as mídias.

Mas por sorte, sei que sou adulto e isso não influencia em nada a minha vida, diferentemente de outras pessoas que brigam por isso na internet todos os dias.

Recomendo que joguem o Spider-Man 1, porém. Esse aqui pode deixar pra lá.

22) Resident Evil 4 (Switch)

Vocês não vão acreditar, mas: essa foi a primeira vez que joguei Resident Evil 4. Sim!

Eu nunca tinha jogado na época do PS2, e esse ano eu resolvi me arriscar em ir até o final.

Eu sou muito CAGÃO, e sempre que achei que RE4 era um jogo muito tenso, principalmente pelo começo na vila, mas depois o jogo engrena e lá pro final eu tava rolando ao lado dos monstros maiores só pra chutar a cara deles com os quick time events.

A versão de Switch não faz feio e mantém os 60 FPS, além de ter os controles modernos (atirar com o R2, por exemplo).

É uma das MELHORES experiências com jogos já feita.

23) Stray (PlayStation 5)

O famigerado “jogo do gato” que fez tanto sucesso no meio do ano passado. Temos aqui uma espécie de adventure num mundo pós-apocalíptico onde não existem mais humanos. Somente robôs e alguns animais, incluindo você, um gato de rua que vai pegando amizade com os robôs de uma cidade isolada e tenta ajudá-los antes de procurar sua família fora dali.

É MUITO bem feito e atmosférico, e vale a pena jogar, mesmo que não seja seu gênero favorito.

24) Unmetal (Switch)

Um indie clone de Metal Gear Solid, cheio de piadinhas sobre o gênero. De início achei que ia ser uma versão resumida do jogo da Konami, mas em forma de piada. Porém, o game é MUITO MAIOR que o primeiro MGS e a jogabilidade é bastante competente.

O estilo de arte da capa faz ele parecer um jogo vagabundo e barato, o que pode ter afastado as vendas e não ter feito as pessoas encararem ele como um jogo sério.

Por sorte, eu descobri essa pérola e não me arrependi de jogá-lo até o fim. Tem em outras plataformas também.

25) Ace Combat 7: Skies Unknown (PlayStation 4)

Meu primeiro Ace Combat. Eu achava que era um simulador realista demais para os meus gostos. Então imagina minha surpresa quando vejo que é um game com uma pegada bem japonesa (afinal, foi feito pela Namco) e com uma história que lembra clássicos como Top Gun.

Ele é bem pautado na realidade, diferentemente de Ace Combat 3 Electrosphere, por exemplo, mas isso não faz ser menos divertido.

Você pode usar um tipo de controle que lembra jogos como Star Fox 64, então não tem desculpa para não se divertir.

Não jogaria de novo porque lá pelo final ficou um pouco cansativo, mas espero ansioso pelo próximo game da série.

26) Final Fantasy VII: Remake Intermission (PlayStation 5)

Dessa vez joguei apenas o DLC da Yuffie, que conta uma visita dela à Midgar durante os eventos do FFVIIR.

O gameplay é meio diferente do jogo original, mas como tem muito tempo que já zerei ele, eu já não ia lembrar de qualquer forma.

A história do DLC é curtinha mas vale a pena como uma forma de conhecer mais sobre a Yuffie. Ele é um DLC exclusivo do PS5, pois a versão de PS4 não recebeu esse conteúdo.

27) Teenage Mutant Ninja Turtles: Shredder’s Revente (Switch)

Um dos melhores jogos 2D do ano, TMNT é uma continuação espiritual dos games da Konami da época, mas com muita coisa moderna adicionada.

As tartarugas possuem vários golpes novos e as fases são bem variadas e coloridas.

Joguei pra 2 com um amigo e foi muito divertido zerar o modo arcade com ele. Melhor que Streets of Rage 4 no quesito diversão, e olha que aquele foi um ótimo jogo já.

28) Blue Dragon (Xbox 360)

Fazem pelo menos 15 ANOS que eu quero jogar Blue Dragon e finalmente eu tomei coragem de começar, já que ganhei o jogo de presente de um amigo.

A estética e o traço de Akira Toriyama me brilharam os olhos na época, e até hoje existia uma mística ao redor desse game na minha mente, como se ele fosse uma espécie de cutscene em CGI jogável.

O foda é que eu fui jogar ele em 2022. Assim, toda beleza visual dele não me surpreendeu tanto, ainda que achasse ele um game bem bonito por si só.

Porém, as mecânicas parecem bem datadas, com sistema de evolução dos personagens que fazem você sustentar skills ruins por várias horas só para poder melhorar outras no final do game, que você vai usar bem menos.

A história também dá um 360 no final (sem trocadilho) a ponto que deixa o que já era meio sem graça ficar mais ridículo ainda.

Recomendo jogar na retro do Xbox One/Series, pois o framerate machuca muito no 360. É bem cansativo mas até que valeu a experiência, vai.

29) Ratchet & Clank: Rift Apart (PlayStation 5)

Eu sou DOIDO pela série Ratchet, sendo que platinei o primeiro game no PS3 e o remake do mesmo no PS4.

Aqui, a Insomniac claramente usou a série para aprender como funciona o hardware do PS5, usando o SSD de forma inteligente para fazer vários cenários diferentes carregarem rapidamente entre os portais do jogo.

Ele é um jogo bonito mas a história é pouca inspirada e até mesmo bem curta, levando umas 15 horas para zerar, sem necessidade de zerar de novo para platinar, como em jogos anteriores.

São poucas partes de plataforma também, sendo um jogo bem mais de contemplação e combate do que algo similar a um Banjo & Kazooie, por exemplo.

Vale como um primeiro jogo da geração atual ou um presente para crianças, mas espero que a série evolua mais no futuro.

30) Sakura Wars (PlayStation 4)

Nos anos 2000 eu lembro de ter assistido o anime baseado no game original de Sega Saturn, no Cartoon Network pelas madrugadas.

A estética era interessante, juntando algo do final do século 19 com robôs à vapor. Tudo isso funcionava muito bem no anime eu me perguntava se o game — que era tactics — era bom também.

Eu até hoje não joguei os jogos antigos, mas houve esse soft reboot da série em 2019, chamado no Japão de “Novo Sakura Wars”, com personagens novos e traço do autor do mangá Bleach.

O combate em turnos foi deixado de lado em troca de um hack n’ slash bem porco e sem graça, a ponto de que eu preferia que só houvessem as interações entre os personagens, que realmente são interessantes.

Os personagens são bonitos e bem animados e as conversas são bem legais entre eles, mas com certeza MESMO não é um game para todo mundo.

31) Mega Man X (Super Nintendo)

 

Desnecessário falar qualquer coisa sobre esse clássico. Fiz uma live casual no meu canal na Twitch, e esse é um jogo bem legal de zerar do início ao fim.

Todo ano eu zero ele pelo menos uma vez pra relaxar, é incrível demais.

32) Sonic Generations (PC)

Fazia anos que não zerava esse game e bateu saudade, principalmente agora que possuo um computador melhorzinho.

É o melhor Sonic 3D moderno, talvez pior apenas que o novo Sonic Frontiers, mas esse segundo tem uma pegada bem diferente.

Generation tem uma pegada de homenagem à série toda, então recomendo para os nostálgicos.

O jogo tem uma barriguinha lá pro final, pedindo que você refaça algumas fases à troco de NADA só para continuar até os chefes. Fora isso é um ótimo jogo.

33) Mighty Morphin Power Rangers: The Movie (Super Nintendo)

ÓTIMO beat n’ up da Bandai feito para o SNES. Aqui os personagens andam em apenas duas “faixas” no cenário, diferentemente de outros jogos que permitem que você circule por toda tela.

Isso pode parecer travado de início, mas logo o jogador se acostuma e é até uma forma de manter o gameplay para duas pessoas mais organizado.

_______

Menções honrosas

Os dois games abaixo eu não cheguei a terminar, mas joguei por tempo suficiente para merecerem um espaço dedicado na lista:

34) Nier Automata (PC)

Ótimo jogo produzido pelo Yoko Taro. Já havia zerado o Nier: RepliCant no PS4 ano passado e dessa vez resolvi jogar o game anterior a ele.

Infelizmente não tive saco de fazer todos finais, largando o game após zerar com o personagem 9S.

Sim, eu sei que a história engata DEPOIS disso, mas tô com uma preguiça enorme e resolvi deixar on hold para jogar novamente no futuro.

35) Forza Horizon 4 (PC)

Depois de uma experiência meio negativa com o Forza Horizon 5, resolvi voltar ao jogo anterior e desligar meu cérebro por alguns dias jogando esse game.

Infelizmente por estar jogando uma versão piratinha, eu não tive acesso à toda experiência do game, como comprar carros de outros jogadores e até mesmo jogar com eles.

Vale a pena comprar, porém. É o melhor jogo de corrida que já joguei

Foi um ano onde eu achei que jogaria menos, devido à muitas coisas paralelas que eu estava fazendo na minha vida pessoal. Porém, ao olhar pra trás, vejo o quanto eu tive tempo livre pra me dedicar à tanta besteira lol.

E aí, quais desses jogos da lista vocês gostaram? Algum chamou a atenção de vocês para começar? Comentem aí!
E não esqueçam de me ver (quase) todos os dias de semana à noite (por volta das 22h) na Twitch.tv/horojoga. Aguardo vocês!

LISTA DOS PARTICIPANTES DO MEME

Esta lista será atualizada constantemente. Os links marcados com ✅ indicam os posts que já foram publicados.

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O post O que eu joguei em 2022 | Tony Horo apareceu primeiro em Arquivos do Woo.

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O que você jogou em 2022? | Geovane Sancini https://www.arquivosdowoo.com.br/2023/01/28/o-que-voce-jogou-em-2022-geovane-sancini/ https://www.arquivosdowoo.com.br/2023/01/28/o-que-voce-jogou-em-2022-geovane-sancini/#comments Sat, 28 Jan 2023 08:00:40 +0000 https://www.arquivosdowoo.com.br/?p=12970 Mais um ano se acabou, mais um ano que começa, e aqui novamente temos o meme da comunidade de blogs, sobre o que jogamos no ano anterior. E é claro, nós aqui do Arquivos do Woo estamos participando. Infelizmente no meu caso, não bati o número pornográfico de 271 jogos do ano passado (dessa vez […]

O post O que você jogou em 2022? | Geovane Sancini apareceu primeiro em Arquivos do Woo.

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Mais um ano se acabou, mais um ano que começa, e aqui novamente temos o meme da comunidade de blogs, sobre o que jogamos no ano anterior. E é claro, nós aqui do Arquivos do Woo estamos participando. Infelizmente no meu caso, não bati o número pornográfico de 271 jogos do ano passado (dessa vez não cheguei aos 200 jogos terminados), mas talvez com uma ou outra exceção, a lista abaixo tem todos os jogos que terminei com comentários ácidos.

E aqui, é claro, deixo meu agradecimento as publisher que cederam alguns dos jogos que analisei esse ano.

#1 Lizard Lady vs the Cats PLATINUM EDITION – 01/01 – Qual a diferença entre a versão regular e a Platinum Edition desse jogo horrendo? Agora você pode platinar o jogo. Não, eu não platinei. Ainda não desci a esse ponto. E a versão Platinum era gratuita pra quem já tinha a edição regular, porque imagina cobrar duas vezes pelo mesmo exato jogo.

#2 Holiday Bonus GOLD – 01/01 – Um match-3 natalino, que demora demais. Foi de graça no Indie Gala, mas caramba. O jogo não terminava nunca (e são só 55 fases)

#3 Yasai Ninja – 02/01 – Meu Deus, eu tinha esquecido que os controles desse jogo eram um absoluto cocô. É parte platformer e parte hack’n slash e falha em ambas as instâncias. Eu disse antes na minha análise lá em 2019, evite essa bomba. São 10 reais que não voltam mais.

#4 Double Dragon IV – 02/01 – Treinando pra maratona de speedruns. Jogar com o Mysterious Warrior é quebrar o jogo, mas foi bem mediano meu tempo. De qualquer jeito, é um jogo esquizofrênico, não sabe se quer ser Double Dragon I ou II.

#5 Adam’s Venture: Origins – 03/01 – Adventure com puzzles e tal. Ele é competente, divertido, apesar de um pouco datado (é um remaster), mas o pior problema dele são as seções de stealth. Talvez porque eu ache stealth um saco, mas enfim. Platinado.

#6 Cosmic Star Heroine – 04/01 – RPG inspirado por Phantasy Star, Chrono Trigger e até mesmo Shadowrun. Dos mesmos criadores de Chthulu Saves the World e Breath of Death VII. É divertido e tal, mas nunca tivemos uma continuação. Eu tinha terminado ele no PC, anos atrás e agora terminei no PS4.

#7 Mighty Gunvolt – 04/01 – Jogo da Inti Creates que faço speedrun há uns 3 anos e pouco. Então eu fiz uma speedrun esse ano em uma maratona. É um megaman-like bem fácil até.

#8 Sparkle 2 – Um dos jogos que eu tinha adicionado a minha conta por causa da PS Plus. Agora que voltei a usar o serviço fora do período gratuito, terminei de novo. É um clone de Zuma e é só isso que tenho a dizer.

#9 Timespinner – 08/01 – Enquanto prosseguimos em Persona 5 Strikers, terminei Timespinner de novo. É um bom metroidvania. A continuação foi informalmente anunciada.

#10 Persona 5 Strikers – 09/01 – A continuação oficial de Persona 5, um RPG de ação na pegada de Dragon Quest Heroes, apesar de ter mais ou menos 1/3 da duração do Persona 5 original (eu terminei em mais ou menos 30 horas), faz algumas coisas de maneira melhor que o jogo original (como introduzir um personagem que vai ser jogável no fim da aventura) e tem um clima mais ameno, já que é basicamente Road Trip + Persona, com os heróis viajando pelo Japão. O Ômega Force adaptou bem os elementos de Persona 5 (em específico) e Persona em geral ao gameplay de Dynasty Warriors, e tiro o chapéu pra isso.

#11 DIRT 5 – 15/11 – O quinto episódio da série DIRT (que não é exatamente o quinto) traz um modo carreira esquisito, a participação do pessoal do canal Donut Media e muita repetição de pistas. Tenho quase certeza de que esse jogo usa o infame Rubberband pra dar a sensação de disputa, pois mesmo na dificuldade mais baixa, eu não conseguia abrir mais que três segundos dos meus oponentes. Se eu for honesto, o estilo espalhafatoso e a trilha sonora não são a minha praia.

#12 Panorama Cotton – 16/01 – Decidi aprender um speedgame novo, e nisso, terminei novamente Panorama Cotton. É um on-rail shooter que a princípio parece difícil, mas depois que você aprende como o jogo funciona, ele não é tão difícil assim. Talvez eu tente o 1CC um dia… Nah. Spoiler: Eu consegui o 1CC.

#13 LEGO DC Super Villains – 22/01 – Honestamente, é um jogo LEGO licenciado e é tudo o que você precisa saber sobre, pode considerar ele como um “Lego Batman 4” e tal. Só valeu a pena jogar por causa da dublagem, apesar do Wendel Bezerra ter feito jornada tripla no jogo.

#14 NHL 94 Rewind – 25/01 – Ganhei a Stanley Cup com o Anaheim Ducks. Enfim, é um porte do NHL 94 de Mega Drive, disponível no EA Pass. É clássico, mas não tem muito além disso.

#15 Cotton 100% – 25/01 – Peguei pra fazer speedrun. Yep, consegui um tempo decente.

#16 Star Wars Jedi: Fallen Order – 26/01 – Uma mistura de Souls-like com Uncharted. É um jogo bem divertido, com uma boa história, e me lembra que Star Wars consegue ser legal quando não tem um bando de incompetentes fazendo. Só o sistema de mapas que é horrível. Pelo menos posso dizer que terminei um souls like na vida.

#17 GRID (2019) – 30/01 – Imagina se Project Cars tivesse menos pistas, mas a jogabilidade não parecesse que você pilota uma barra de sabão. Ele tem o mesmo defeito de DiRT 5, a questão de poucas pistas reaproveitadas ad infinitum. Por outro lado, o modo carreira é bem estruturado. Peguei no EA Pass (assim como Star Wars: Jedi Fallen Order).

#18 Starlight Shores – 31/01 – Uma visual novel sobre um cara que viaja para passar o fim de semana com amigos, se reconectando com uma amiga de infância que não vê desde que os dois foram pra faculdades diferentes. Eu ri genuinamente de algumas das coisas lá, é um romance com um pé na realidade. Ou talvez eu só esteja tentando parecer legal, mas recomendo.

#19 Tiny Tina’s Assault on Dragon Keep: A Wonderlands One-shot – 01/02 – O que era um DLC de Borderlands 2, virou um jogo Standalone pra promover o vindoro Wonderlands. É um looter shooter, curtíssimo, durou menos de cinco horas. Só joguei porque estava na PS Plus.

#20 Wolfenstein II: The New Colossus – 03/02 – Esse jogo eu comprei lá em 2018, numa das minhas andanças em Caxias. Ficou um tempão parado logo no começo porque eu sou distraído a beça, mas peguei pra tirar do backlog. É um FPS bem sólido, se quer saber minha opinião. A história é: Num universo alternativo, a Alemanha ganhou a segunda guerra mundial, e os Nazistas dominam boa parte do mundo. E é nosso dever matar os nazistas que dizem Atum!

#21 Angel, Demon, Elf & Me – 03/02 – Quase parece o início de uma piada ruim, mas enfim, num dia sem internet, resolvi terminar essa visual novel erótica sobre um garoto que é visitado por uma anjo, uma demônia e uma elfa, todas querendo a essência dele por alguma razão. E por essência, entenda suco de saco, a popular porra. E enquanto que no início, as 3 “brigam” pra ver quem vai conseguir a essência, o protagonista diz que vai comer todas e ponto final. É uma típica novel da Norn/Miel, pro bem ou pro mal.

#22 Darksiders III – 05/02 – Eu comprei esse jogo assim que ele saiu no final de 2018. Joguei um pouco, mas parei devido a um glitch que deixou o jogo mudo. Voltei porque tava no meu backlog. É o primeiro Darksiders que termino (e sim, tenho o 1 e o 2 tanto no PC quanto no PS4), e é um jogo divertido na maior parte do tempo. Exceto na luta contra o Gula. Essa luta pode ir se foder com toda força e ir tomar no cu sem piedade. É uma das lutas de chefe mais chatas que já fiz na vida. E isso inclui bosses de jogos souls-like que nunca terminei.

#23 Uncharted 2: Among Thieves – 06/02 – Sim, eu terminei o primeiro Uncharted lá em 2020, mas o segundo foi só nesse ano. Teve um motivo muito bom pra isso… Eu não vou contar, eu só disse que é um bom motivo. Enfim, eu entendo quem prefere o segundo jogo ao primeiro, mas eu gostei mais do clima do primeiro. Esse é um jogo de quando a Naughty Dog ainda era legal e não tinha lançado a moda do Sad Dad Simulator.

#24 Sleeping Dogs – 12/02 – Eu termino Sleeping Dogs uma vez por ano, e terminei novamente esse ano. É certamente um dos meus jogos de Open World favoritos ever, junto com Bully e Saints Row: The Third. O misto de combate a la Arkham, com a temática das tríades de Hong Kong, pena que nunca veremos Sleeping Dogs 2.

#25 Pretty Girls Speed – 13/02 – O conceito básico do gameplay é o mesmo do “Jewel Match Atlantis Solitaire”, que tivemos no ano passado. Acabar com as cartas, usando uma de número maior ou menor, mas adicione a isso, o frenesi de um jogo de luta, porque há uma CPU fazendo o mesmo e as partidas são decididas numa melhor de 3. As coisas podem ficar bem caóticas. Como jogo da série Pretty Girls, ficou faltando um modo diorama como no Pretty Girls Rivers.

#26 Grapple Dog – 15/02 – Eu não sou um especialista em grapling hooks, dito isso, Grappling Dog é um platformer divertido e desafiante. Jogar no teclado foi difícil, e é uma pena que o jogo esteja no PC e Switch apenas. (na época en que escrevo isso). O jogo começa tranquilo, mas conforme se avança, as fases e até mesmo os bônus, vão ficando difíceis de verdade.

#27 Mega Man – 17/02 – Oh boy, lá vamos nós, não? Ano passado eu disse que só voltaria a jogar o Mega Man 7 e o 9 se pegasse a Legacy Collection 1. Pintou uma promoção na PSN. E honestamente, os aspectos da Legacy Collection 1 deixam a 2 no Chinelo. Um sistema de save state de verdade, função de rebobinação. Enfim, Mega Man 1 tem algumas falhas de design, mas dá pra perdoar porque era o primeiro.

#28 Mega Man II – 17/02 – Mega Man 2 melhora muita coisa do primeiro? MELHORA. Mas, possui as mesmas falhas de design do primeiro, pra ser mais específico, o boss do Purple Hell, e o Alien.

#29 Mega Man III – 19/02 – Mega Man 3, assim como seu antecessor, melhora coisas do jogo anterior. E o Slide foi uma adição bem vinda a franquia, mas assim c0mo MM 2 e 1, ele possui falhas. No caso, o jogo acaba se estendendo demais, com 8 outros chefes a serem enfrentados antes do Wily Castle. Tá certo que o Wily Castle não é comprido como o do 2, mas o fato de antes do Wily Castle termos que enfrentar 16 chefes faz o jogo parecer maior do que é.

#30 Super Kids Racing – 19/02 – Um jogo medíocre de corrida. Me custou 5 reais e é 5 reais a mais do que ele vale. Foi pra uma maratona de speedruns, então foi de boa.

#31 Dragon Spirit: A New Legend – 19/02 – Um shooter, adaptação do arcade da Namco, mas sendo uma pseudo continuação. É honesto, mas na dificuldade normal é bem difícil. Bem, a versão de NES tem o modo Gold Dragon, que é o Easy Mode.

#32 Mega Man IV – 20/02 – Mais uma nova adição ao arsenal do Mega Man, o Charge Shot, embora não como conhecemos atualmente. Alguns bosses são cretinos, mas o que mais dá raiva é a Wily Machine 2 com seus tiros intermináveis e a obrigatoriedade de ter que ficar trocando toda hora do Rush Coil pro Drill pra acertar ele. A sorte foi que acumulei 480 E-Tanks pra tankar danos assim. Curiosidade: Yusuke Murata (o artista responsável por Eyeshield 21 e One Punch Man) foi o designer do Dust Man.

#33 Fluffy Cubed 21/02 – É um clone de Sokoban BR, publicado pela QUByte. É relativamente fácil, sáo 120 fases, mas em uma hora você consegue terminar todos eles.

#34 Mega Man V – 22/02 – Finalmente, após 4 jogos com coisinhas aqui e ali, devido a falhas de design, temos um Mega Man que é bem balanceado. O Charged Shot é o que conhecemos, e o jogo no geral é divertido.

 

#35 Mega Man VI – 22/02 – AGORA POSSO VOLTAR PRA UNCHARTED 3! Digo, o fim da série no NES. É um jogo quase no nível do 5. Tem umas falhas aqui e ali, mas menos gritantes do que a jornada de Mega Man 1 a 4.

#36 Uncharted 3: Drake’s Deception – 23/02 – Eu entendo todo mundo que critica Uncharted 3. Literalmente depois do capítulo 11, acho, o jogo não tem mais puzzle nenhum. Partes da aventura são basicamente andar pra frente sem fazer nada. Por outro lado, ao menos a cópia da sequência final de fuga não é desgraçada que nem no Uncharted 2. E em contrapartida, muitos momentos mais cinematografia do que jogo. É um jogo sólido, e tal. Agora terminei a trilogia inicial do PS3 (no PS4)

#37 Mass Effect – 27/02 – Eu não gostei do Mass Effect original na primeira vez que joguei. Na época, eu não era tão versado em inglês, nem sabia jogar shooters feito um ser humano normal (não que eu seja bom neles hoje). E na segunda vez, bem, os controles do jogo não me agradaram, tanto no PC com teclado e mouse, quanto com meu (finado) joypad de X360, os controles eram ruins. Talvez eu tenha me acostumado com os controles do 2 e 3? Talvez. Agora, pude aproveitar esse épico espacial na versão remasterizada da Legendary Edition, e antes de falar os positivos, os negativos: O controle do Mako (o veículo) não foi melhorado, continua uma bosta. E o criador de personagens é bem limitado, mas isso foi costume de jogos mais modernos e até mesmo o Mass Effect Andromeda. Dito isso, o universo de Mass Effect é fantástico, a narrativa, fascinante, e a jogabilidade foi melhorada, deixando como a do 2 e 3. E a escolha de Virmire? Salvei a Ashley.

#38 A New Dawn – 01/03 – Uma visual novel, onde você é um zé qualquer, que tá num navio e acaba encontrando a Dawn (sim, a Dawn do pokémon), aí conversa vai, conversa vem e vocês acabam fazendo coisas não cristãs. Pena que a arte dos sprites é all over the place e não tem imagens específicas das coisas não cristãs.

#39 Art of Fighting BOR Remix III – 01/03 – Contexto: Eu estava sem internet desde o dia anterior, então peguei alguns Open BOR que estavam salvos no HD externo. Esse aqui é um remake de Art of Fighting, reimaginando o jogo como um beat’em up. É decente, apesar de alguns clashes de sprites e possíveis softlocks que o jogo possui.

#40 Tomb Raider (2013) – 02/03 – Estou num cooldown após Mass Effect 1. Meu plano original era fazer os 3 jogos da Legendary Edition um após o outro, mas mudei de ideia por temer um burnout antes mesmo de chegar ao Andrômeda, então baixei Tomb Raider e o rejoguei.

Vou ser honesto, a mudança de controles pra uma pegada mais “Uncharted” foi uma boa decisão da Crystal Dynamics, porque se eu for 100% honesto, eu não era um grande fã dos controles da série original (por mais que eles tivessem evoluído, do primeiro jogo até o Underworld).

Dito isso, ainda é meu jogo favorito de 2013, mas tem algumas coisinhas que me parecem artificiais, no caso, as seções onde se você erra, morre.

#41 What Lies in the Multiverse – 03/03 – Um puzzle/platformer baseado na idéia de multiplos universos, na qual você, no papel de um garoto, segue um véi esquisitão com um chapéu ridículo. Cada uma das sete etapas principais do jogo possui um gimmick relativo ao universo alternativo da área, e você deve alternar dentre os dois para avançar no jogo.

Honestamente, não é um jogo difícil, e é divertido. O único defeito por assim dizer, é que ele tem umas mudanças bruscas de narrativa que te pegam desprevenido, do tipo, você tá num momento cômico e do nada BAM! Momento pesadíssimo.

#42 Motoroader MC – 05/03 – Porte moderno do jogo de PC Engine, parte da parceria da Ratalaika com a Extreme e a Shinyuden (detentoras dos jogos da Masaya), é um jogo simplista e caótico, que certamente é melhor em grupo do que individual. É o terceiro jogo de uma série. Dá pra divertir, mas os controles confundem a princípio.

#43 Special Squadron Cyberman – 06/03 – Um jogo de Super Sentai feito no Open BOR por um Brasileiro. Influenciado por Jetman, é uma boa diversão pra uma tarde, desde que você use vidas ou continues infinitos, porque os chefes são parada dura. Caso contrário, git gud.

#44 Broken Pipe – 07/03 – Broken Pipe é um puzzle simples e criativo, com uns minigames arcade like “escondidos”. É a prova de idiotas, tanto que platinei o jogo e tudo. Pra um jogo de 4 dólares, why not?

#45 Megadimension Neptunia V-II – 08/03 – É o quarto jogo da série Neptunia (e o último canonico lançado, descontando o remake V-IIR). Ele tem tudo o que você espera de um jogo da série Neptunia, meta-piadas, fanservice, condições absurdas pra fazer o true ending e uma jogabilidade bacana. O jogo é um tributo ao dreamcast.

#46 Abyss: The Wraiths of Eden – 10/03 – Meu primeiro jogo de objetos ocultos terminado no PS4 (até então, haviam sido todos no PC). Conta a história de uma mulher que vai atrás do marido desaparecido e acaba se deparando com um demônio antigo que deseja voltar ao mundo possuindo o marido dela.

#47 The Last Cube – 10/03 – Mais um puzzle pra lista dos terminados. The Last Cube é bem desafiante, basicamente você precisa ir do ponto A ao B das fases, colando adesivos no seu cubo e recolando eles em pontos específicos pra resolver os quebra-cabeças e avançar na fase, assim, reconstruindo seu mundo.

#48 Pretty Girls Four Kings Solitaire – 13/03 – O mais novo jogo da série Pretty Girls traz uma variante interessante e complicada de Solitaire, que é muito dependente do RNG das cartas.

#49 Dungeon Color – 15/03 – Eu estou ficando cansado de jogar tantos puzzles. Enfim, é um puzzle criativo, onde você precisa pegar cores para abrir portas. A princípio é simples, mas conforme avança-se no jogo, mais gimmicks vão sendo adicionados pra deixar as coisas mais complicadas.

#50 Koihime Enbu RyoRaiRai – 24/03 – Foi pra speedruns pra submissão pra um evento de caridade. É um bom jogo de luta.

#51 F1 2021 – 25/03 – Dá pra considerar que eu terminei, já que o jogo tem um modo história não tão Netflixiano quanto o do Grid Legends. Enfim, o jogo traz novas coisas que não testei no momento desse parágrafo (Aka simulação do treino livre, sistema de danos reformulado e outras coisas do modo carreira). Mas é F1 na Ego Engine, então é um jogo bacana.

#52 Golf Club Wasteland – 26/03 – É um jogo de golf num ambiente de plataforma. Deu merda na Terra e parte da humanidade (aquela lá com dinheiro) foi viver em Marte. Os endinheirados entediados usualmente voltam a Terra pra jogar Golfe nas ruínas do planeta. Nisso, você volta a Terra igualmente para jogar Golfe… mas será que é isso mesmo? É metade jogo e metade crise existencial. É divertido na parte de golfe.

#53 Dr. Sue: Love Teacher – 03/04 – Uma visual novel erótica sobre um rapaz que precisa trabalhar na auto confiança pra se dar bem com as mulheres. É Ok, até o final virar WHAT THE FUCK?

#54 Mokoko X – 04/04 – É um clone de QIX, bem parecido com Pretty Girls Panic!, mas ele até que tem uma histórinha envolvendo cada uma das garotas. No fim das contas é a mesma coisa.

#55 The Pizza Delivery Boy who Saved the World – 06/04 – Uma visual novel de comédia, sobre um entregador de pizzas que sempre se fode e todo mundo é cuzeiro com ele no trabalho. Nisso, um sujeito que alega ser ele, mas vindo do futuro, só piora as coisas.

#56 Cotton: Fantastic Night Dreams – 18/04 – O primeiro jogo da série Cotton. É um shooter bastante competente, apesar de que em comparação com os jogos posteriores ter a falha de usar o mesmo botão de tiro pra magia (O jogo da série pra SNES tem botão próprio pra magia e tem muitos elementos do primeiro jogo). É interessante, quero ver como o remake/remaster ficou.

#57 Bleach: Brave Souls – 18/04 – Terminei a campanha principal do jogo, que cobre até a saga dos Fullbringers. É um misto de light beat’em up com elementos de RPG e é claro, gacha. Tem bastante conteúdo pra um gacha, mas isso são os benefícios de estar há mais de 6 anos nos celulares.

#58 Life Changes for Keeley – 21/04 – A continuação da cena pós créditos de Coming to Grips with Christine, onde Keeley descobre que seu marido havia a traído. É uma visual novel bacana, competente, como as coisas que a Tlaero produz. Yep, tem sexo e dois protagonistas pra se escolher, cada um com duas rotas.

#59 Metal Tales: Overkill – 26/04 – É um remaster de Metal Tales: Fury of the Guitar Gods, um rogue-like lançado para PC em 2016. A nova versão tem alguns upgrades novos, mas fora isso, é o mesmo jogo. Ele funciona como um twin-sticker shooter, ande com um analógico, mire com o outro. Tive sorte com uma run porque consegui no começo o upgrade de músculo, que deixou meus tiros super fortes e a guitarra que dá uma saraivada de tiros uma fase depois. Aí basicamente os bosses das fases 3 a 5 foram minhas bitches porque alguns tiros matavam o boss.

#60 Dandy & Randy DX – 29/04 – Jogo de ação/puzzle a la Goof Troop, feito pelo mesmo criador de Dreaming Sarah. É um jogo bem feitinho, divertido, mas tem um bug na quinta fase, se você morrer pro boss, não pode pegar o atalho pra área do boss, ou vai ser impedido de voltar após a luta.

#61 Cannon Spike – 01/05 – É um shooter da Capcom desenvolvido pela Psikyo, com alguns personagens da Capcom, mais personagens originais. Tem elementos de beat’em up, mas a visão é de cima. É um porte de arcade pro Dreamcast, e curtíssimo, mas muito divertido.

#62 Karous – 03/05 – Karous tem a honra de ser o último jogo oficialmente lançado para o Dreamcast, em 2007, é um Bullet Hell, como basicamente a maior parte dos últimos lançamentos do DC, era um porte da Naomi. O modo easy tem 3 fases, e a história tem mistura de Non-sense com vingança. E agora que entendi que Karous é basicamente Crows.

#63 Twinkle Star Sprites – 04/05 – Jogo de Arcade que recebeu versões pra Saturn, Dreamcast e PS2 (essa sendo desbloqueável na continuação Twinkle Star Sprites Petite Princesse), é uma mistura de shooter e puzzle, com as tretas sendo resolvidas em duelos entre dois oponentes, que destroem inimigos pra jogar “lixo” no lado adversário, lixo esse que causa dano na barra de vida. E claro, nas versões de Saturn/Dreamcast/PS2, você pode tirar o Slowdown da versão original de Neo-Geo, o que deixa o jogo MAIS DIFÍCIL. Foi o que eu fiz. E que dor de cabeça que me deu pra terminar.

#64 Fighting Vipers 2 – 05/05 – Eu tenho uma frustração enorme de nunca ter conseguido terminar o primeiro Fighting Vipers no PS3, mas agora, no Dreamcast, consegui terminar o outro jogo da série. É um jogo de luta na mesma pegada de Virtua Fighter, mas bem mais veloz (quem conhece VF sabe que é cadenciado).

#65 The Last Show of Mr. Chardish – 10/05 – Um Walking Simulator/Puzzle onde a gente navega pelas memórias de um teatro e revive as peças de um falecido diretor e amigo da protagonista. É uma experiência diferente, criativa e relativamente curta.

#66 Cotton Fantasy – 10/05 – O mais recente shooter da série Cotton, e o primeiro Cotton original em 20 anos. É um excelente jogo com uma boa trilha sonora, mas infelizmente as seções por trás não são rail shooter regular, apenas uma etapa de bônus. O jogo faz callbacks pra outros jogos da série, como Cotton 2 e Cotton 100%.

#67 Alice: Behind the Mirror – 16/05 – É um adventure de objetos ocultos, baseado obviamente nas aventuras de Alice no País das Maravilhas, Alice é chamada de volta pro País das Maravilhas e tem que resolver uma treta com um dragão e tal.

Basicamente, as cenas de objetos ocultos são a parte difícil e os puzzles são fáceis. A melhor parte do jogo são as curiosidades sobre a obra e o autor Lewis Carroll.

#68 Sakura Succubus – 17/05 – Eu ganhei um sorteio de crédito no Steam (na época em que escrevo isso), e comprei alguns jogos em promoção, logo resolvi completar os Sakura Succubus que possuo.

É a típica história erótica com comédia do Winged Cloud, e eu queria ter resistido a baixar o patch com as cenas adultas, mas porra, a Marina é uma waifu chocolate, então falhei nessa missão e vi as cenas de sexo. Não me arrependi.

#69 Sakura Succubus 3 – 17/05 – Dos quatro jogos da série que joguei, é talvez o mais tenso, porque ele lida com o fato de Hiroki ser prisioneiro de Yue (que é a verdadeira identidade de sua ex-namorada Yukie), princesa regente do Reino das Succubus e ela pretende manter o Hiroki lá pra sempre. A série é talvez a mais bem escrita dentre a franquia Sakura. Joguei a versão SFW pra não parar pra… Enfim.

#70 Mountain Crime Requital – 18/05 – Um adventure de objetos ocultos, que na melhor das possibilidades, medíocre. Não recomendo. Ah, o roteiro? Você é um médico, chamado a atender um cara no hotel, só que as pessoas que estão no hotel começam a morrer, e no final o culpado é seu irmão gêmeo que você não lembrava e você acaba preso no final.

#71 Sakura Succubus 5 – 19/05 – A Essa altura você deve estar se perguntando por quê terminei apenas os episódios ímpares de Sakura Succubus, a razão é porque eu tinha terminado o 2 e o 4 no Playstation 4 ano passado. Novamente, ressaltando, a sub-série Succubus é a mais bem escrita da franquia Sakura. Dessa vez, Hiroki tem a chance de passar duas semanas de férias na Europa, graças ao convite feito por Hifumi, uma de suas companheiras succubi. Nisso, ele vai pra lá com Hazel (que tem um torneio a disputar na nação de Astoria) e Marina (que está a negócios). Nisso, ele passa o tempo no castelo da princesa de Astoria e coisas acontecem, com a possibilidade de mais duas succubi a serem adicionadas no harém. Termina num cliffhanger.

#72 The Emerald Maiden: Symphony of Dreams – 20/05 – Um adventure de objetos ocultos da Artifex Mundi, o que significa, qualidade. Estamos no papel de uma jovem que cresceu sem os pais, e é levada a um local submarino pois lá haveriam pistas sobre sua família. Ele lembra um pouco (e tem musicas em comum) Abyss: The Wraiths of Eden, e me parece que pode existir uma conexão entre os dois, mas posso estar tirando as coisas do cu aqui.

#73 Skyland: Heart of the Mountain – 21/05 – Outro adventure de objetos ocultos da Artifex. O que posso fazer, se é um gênero que gosto e tem muitos jogos em promoção no Steam? Aqui, temos que deter um maníaco que por alguma razão está usando drones mágicos pra cristalizar as pessoas.

#74 Romance with Chocolate – Hidden Objects – 22/05 – Mais um jogo de objetos ocultos. E esse aqui é hilário pelos motivos errados.Ele é basicamente um punhado de puzzles de objetos ocultos e quebra-cabeças, unidos por um roteiro que até daria pra fazer algo, se a execução do dito roteiro não fosse risível, porque pros personagens principais, são atores de verdade e as poses deles não condizem muitas vezes com os diálogos, e é mais hilário do que é ruim. Foi uns 2 reais, não vou reclamar, porque eu não conseguia parar de rir das poucas cenas.

#75 Cummy Bender – 23/05 – Esse jogo apareceu na lista do ano passado, mas na época, só havia a versão 0.3 disponível ao público, recentemente (da data deste parágrafo, 23/05, e não tão recente assim, já que foi em março), saiu a versão 0.6 que adicionou a rota Harém ao jogo, que adiciona três outras personagens com cenas eróticas, além de Korra e Asami, e é basicamente um jogo de gato e rato com administração de tempo e buscas. Foi divertido.

#76 Kosmonavtes: Escape Reality – 23/05 – É um adventure de objetos ocultos (mais ou menos) bem simplista. Não chega a ser um jogo ruim, exceto pela tradução que é MUITO google translate. Foi uns trocados no Steam, e tipo, só mostra a inexperiência do time.

O roteiro? Dois irmãos que desejam ser astronautas precisam chegar ao acampamento de treinos ou algo do tipo.

#77 Mythic Wonders: The Philosopher’s Stone – 23/05 – 3 jogos em um dia? O que é isso? Sancini pirou? Pois é. Mais um adventure de objetos ocultos, da Artifex (promoção boa do Steam que tava), e esse aqui é bastante sólido, e eu até mesmo usei de lógica pra resolver alguns dos puzzles, quem diria.

Dessa vez, temos a história de uma mulher que vai atrás de seu tio desaparecido que tava numa pesquisa que levaria a outras dimensões. O plot twist é manjado, mas o jogo é bom.

#78 My Cute Succubus – 24/05 – Se você quer um match-3 com hentão, vá jogar Hunie Pop, se quer Match-3 com historinha, jogue Kotodama. Perda de tempo.

#79 Sex Adventures – Mile High Club – 25/05 – Visual novel genérica curta, de duas aeromoças, que devido ao atraso de um voo, decidem brincar no avião. Faltou revisão do texto antes de lançar, mas pelo menos não é como os milhões de jogos boçais clones um do outro engana trouxa que tem no steam.

#80 Tibetan Quest: Beyond the World’s End – 25/05 – Outro jogo adventure de objetos ocultos laiá, laiá, laiá. Dessa vez, um que eu não tinha terminado na versão pipipitchu ano passado por conta de um bug. Mas enfim, basicamente, resolva puzzles pra salvar sua sobrinha das garras de um filho da puta que quer imortalidade.

#81 Les Misérables: Cosette’s Fate – 26/05 – Adaptação de “Os Miseráveis”, de Victor Hugo, no formato de Adventure de Objetos Ocultos. Esse é bem mediano, como o de Alice que citei mais acima. Tava em promoção, peguei. E assim como o de Alice, você encontra algumas curiosidades sobre a obra e o autor.

#82 Night Mysteries: The Amphora Prisoner – 26/05 – Blá blá blá, adventure objetos ocultos, mediano. Pipipi popopó. A história? Uma mulher em Portugal perde o navio pras Americas, a gota d’água no azar. Pra completar, ela até consegue uma carona, mas o navio é atacado por fantasmas de uma ânfora, que aprisiona os tripulantes, e temos que resolver a treta.

#83 Hentai Girls – Neko Pastry – 25/05 – Visual novel genérica curta, de duas meninas gato, que foram adotadas por um confeiteiro e trabalham numa confeitaria. Rolam coisas, e é basicamente a versão de 1,99 de Nekopara. Dos mesmos criadores de “Sex Adventures – Mile High Club”, igualmente feito na Tyrano Builder.

#84 Princess Isabela: Rise of an Heir – 27/05 – Mais um adventure de objetos ocultos, a lista do ano passado tinha bastante, e eu esperava que esse ano tivesse menos, já que eu não tenho tanta vontade de voltar pra maioria daqueles jogos que terminei, mas como eu ganhei aqueles 50 dólares em créditos do Steam, acabei comprando bastante coisa. Enfim, aqui jogamos com uma garota, que com a ajuda de suas fadas madrinhas, deve derrotar uma bruxa que mantém sua mãe prisioneira. Bem básico da Artifex, não possui puzzles difíceis.

#85 Arcade Spirits: The New Challengers – 28/05 – Visual novel para a longa lista de séries que o Sancini começa pelo número 2. Apesar disso, conhecimento sobre o jogo prévio é desnecessário (ainda que ter jogado Arcade Spirits ajude a entender partes da lore), podendo ser aproveitado sozinho.

Basicamente temos uma história passada no ano de 20XX, num universo alternativo onde os arcades nunca foram embora, e convivem com consoles, portáteis e PC de boas. E em meio a essa cultura, estamos no papel de uma pessoa que quer entrar pra uma equipe de Fist of Disconfort 2, um popular jogo de luta. Tenho muita coisa pra elogiar, primeiro, você pode customizar o seu personagem e a maneira com a qual você lida com as escolhas durante o mesmo, seja com indicadores óbvios ou sem eles.

A apresentação audiovisual ajuda, com a parte da interface de usuário, trilha e dublagem. Trabalho bom que merece ser recompensado.

#86 Deadly Association – 30/05 – Adventure de objetos ocultos bem básico no qual temos que investigar um assassinato que se transforma em outros dois, que levam a uma história que aconteceu no passado. Descartável, não ruim, só esquecível.

#87 Sakura Succubus 5 (PS4) – 30/05 – Copi-cola da entrada de PC, porque agora joguei a versão de consoles: a sub-série Succubus é a mais bem escrita da franquia Sakura. Dessa vez, Hiroki tem a chance de passar duas semanas de férias na Europa, graças ao convite feito por Hifumi, uma de suas companheiras succubi.

Nisso, ele vai pra lá com Hazel (que tem um torneio a disputar na nação de Astoria) e Marina (que está a negócios). Nisso, ele passa o tempo no castelo da princesa de Astoria e coisas acontecem, com a possibilidade de mais duas succubi a serem adicionadas no harém. Termina num cliffhanger.

#88 The Skylia Prophecy – 01/06 – Imagine se misturassem os Wonder Boys de exploração com o VOCÊ MORREU de Dark Souls. O resultado seria The Skylia Prophecy, o jogo tinha potencial pra ser excelente, mas tropeça em muitas falhas, tanto que se você olhar na versão de PC, as análises do Steam não são tão favoráveis. E dá pra entender, tem erros gráficos, o sistema de checkpoints de save (que eu não tenho nada contra o conceito) não é bem distribuído, seus status não significam muito, você só pode carregar um ítem de cura e um de MP, e caralho, TU NÃO PODE ATACAR ABAIXADO. Sem contar que não adianta nada você ser gente boa e fazer 100% das missões, o final vai ser o mesmo.

#89 Vampire Legends: The True Story of Kisilova – 02/06 – Misteriosos acontecimentos assolam uma cidadezinha pequena da Austria, moradores dela tem morrido por conta de ataques misteriosos que podem ser de um vampiro. (E são). É um adventure de objetos ocultos da Artifex, é basicamente batata falar sobre eles, mas a maioria dos puzzles é simples, alguns precisam de melhor explicação.

#90 Lonely Catgirl is the Purrfect Pussy – 03/06 – Você encontra uma menina gato e muitas coisas acontecem. É um eroge que tava no meu PC a um tempão e tal, da Norn/Miel. Então, sabe como é, roteiro raso feito pires e mesmos fetiches de sempre.

#91 Queen’s Quest: Tower of Darkness – 03/06 – Você é uma princesa, que teve sua filha sequestrada por um feiticeiro que ajudara seu marido a se tornar um príncipe. É um adventure de objetos ocultos da Artifex, e o primeiro da série Queen’s Quest.

#92 Onechanbara Z2 Chaos – 03/06 – Resolvi voltar a fazer speedruns do jogo, então precisei derustar o jogo, o que significa, a primeira vez em mais de um ano que toco no mesmo. É um bom hack’n slash, com uma história idiota… Esperado da série.

#93 Dark Heritage: Guardians of Hope – 04/06 – Seu mentor desapareceu em meio a pesquisas sobre a Pedra Filosofal. Essas pesquisas levam você a uma ilha, que se tornou desabitada devido a um homem maligno que causou mal pra caralho a população, matando o mestre anterior da ilha e tocando o terror. É mais um adventure de objetos ocultos, não vou explicar pela milésima vez como o gênero funciona.

#94 G-Darius HD – 06/06 – Clássico de navinhas dos tempos de PS1, remasterizado em alta definição. A franquia Darius foi um dos pilares da era de ouro dos shooters, junto com Gradius, da Konami e R-Type da Irem. Gradius tinha o seu sistema de Options, e power-ups, R-Type tinha o tiro carregado, e Darius… Darius tinha a cabine do original que usa TRÊS MONITORES (Recomendo jogar a versão de Arcade numa SmarTV de mais de 40º, se jogar a versão emulada. Compensa a redução do emulador.)

Além de ser multi-monitor, o Darius original tinha chefes gigantescos e você podia capturar os inimigos com uma pokébola. Talvez não seja uma Pokébola, enfim. E G-Darius eleva isso, com chefes gigantenormes (É, o G de G-Darius não é de Geovane), e caramba, como a versão de PS1 facilitou as coisas, porque apesar de eu ter conseguido terminar a primeira fase do G-Darius sem perder vida, o resto do jogo é casca grossa.

Obrigado pelos continues infinitos. Enfim, o pacote de G-Darius contem a versão original do fliperama, a revisão, intitulada G-Darius ver. 2, que rebalanceia algumas boss fights e adiciona o modo Beginner (que permite começar duas fases adiante e com power-ups), além das versões remasterizadas dos dois jogos, com os gráficos em alta definição, e além delas, o jogo contém a versão de PS1 do jogo.

#95 Demon Hunter: Chronicles from Beyond – 07/06 – Ano passado eu terminei Demon Hunter 2: A New Chapter que tava de graça nos jogos do Prime, dessa vez, esse aqui eu peguei por 1,99 no Steam. Pra surpresa de ninguém, as histórias dos jogos não são tão conectadas quanto as da série Mystery Trackers. Anyway, você está no papel de uma jovem que não sabe sobre sua origem, e deve investigar a morte de seu pai adotivo. É um jogo de Objetos Ocultos relativamente fácil, exceto o último puzzle, que odeio o tipo.

#96 Nickelodeon All-Star Brawl – 07/06 – Lembra no anuncio desse jogo, quando as pessoas levaram Nick ASB a sério? Pois é. Esse aqui é a definição de genérico corporativo, porque o jogo parece sem alma, sem muitos modos e totalmente sem graça. Dos clones de smash que joguei na vida (foram poucos, eu sei), figura entre os mais medíocres. Patético.

#97 Time Mysteries: Inheritance – Remastered – 08/06 – Você tem que procurar seu pai que foi sequestrado por um homem misterioso, e nisso, viaja pelo tempo resolvendo puzzles. Eu honestamente fiquei perdido na trama porque parece uma colcha de retalhos mal conectada.

#98 Street Fighter II: The World Warrior – 09/06 – Acho que é a primeira vez que termino o Street Fighter II ORIGINAL de Arcade, porque todas as vezes que terminei SF II foram outras revisões, como a Champion Edition, Turbo, Super, Super Turbo, Hyper, mas não a original. Não lembro se terminei o World Warrior no SNES, talvez.

#99 Time Mysteries 2: The Ancient Spectres – 10/06 – Única conexão com o jogo anterior é basicamente a família Ambrose, e o Merlim, mas mesmo o Merlim não é o mesmo do jogo anterior. Dessa vez, temos que… Cara, a verdade é que somos atraídos pra uma armadilha, por uma vilã que possui o nome bem parecido com a protagonista do primeiro jogo, mas não se parece com ela nem nada. Yada yada objetos ocultos.

#100 Queen’s Quest 3: The End of Dawn – 11/06 – Centésimo jogo terminado em 2021, yay! Curiosamente, terminado no mesmo dia em que terminei o 100º jogo em 2021. Isso foi coincidência.

A essa altura, já estou conformado que as “continuações” dos jogos da Artifex não tem conexão alguma a não ser o nome. Uma pena. Você joga no papel de uma jovem que precisa salvar a academia de alquimia da ameaça de um dragão ancestral. O que posso dizer é que o plot twist do jogo é previsível.

#101 Queen’s Quest 4: Sacred Truce – 12/06 – Precisamos evitar a guerra entre humanos e elfos, e pra isso, investigações precisam ser feitas. Esse aqui tem menos a ver com os Queen Quests anteriores. Já to acostumado.

#102 Queen’s Quest 5: Symphony of Death – 13/06 – Por parível que incresça, esse é a continuação direta de Queen’s Quest 2, que eu terminei no ano passado. Se passa um tempo depois dos eventos daquele jogo. Crianças tem sido sequestradas e uma estranha criatura é tida como culpada.

Podemos dizer que o plot twist do jogo é previsível (spoilers, é basicamente a ex-Rainha vilã de Queen’s Quest 2 disfarçada de médica que tá usando a Flauta pra controlar um jovem que sofre da maldição de Lobisomem). O jogo tem um bom pacing, mas o mais curioso é que o duelo final é um minigame rítmico e fazer isso no touchpad do notebook é horrível.

#103 Chronicles of Magic: Divided Kingdoms – 13/06 – Depois de tretas reais entre dois reinos governados por irmãos, o filho de uma mulher aparentemente c0mum é sequestrado por um membro do Black Kingdom. E agora, temos que ir resgatar e resolver essa treta. Mais um jogo de objetos ocultos e tal.

#104 – Shing! – 14/06 – É um beat’em up razoavelmente decente, aparentemente inspirado por Sengoku 3. O quão inspirado? O jogo parece durar pra sempre com fases de dezesseis horas de duração. Questão de cutscenes/lore do jogo é o ponto fraco, mesmo pra um beat’em up.

#105 Enigmatis: The Ghosts of Maple Creek – 15/06 – Temos que resgatar uma garota desaparecida em uma cidade. Só que a cidade tem uma espécie de culto estranho, ligada a Igreja. É o único jogo da Artifex que está na PS Plus Extra, então hey ho. Jogo de Objetos ocultos e tal. Termina num cliffhanger.

#106 Put in – 17/06 – Não, não tem nada a ver com o presidente da Russia. É basicamente um clone de pipe mania, com a insinuação de sexo oral representada por bananas, pepinos e candy canes… Que são substituídas por pintos quando você remove a censura. Bem boçal, mas foi 1 real no steam.

 

#107 Yuletide Legends: Who framed Santa Claus? – 17/06 – Mais um Adventure de objetos ocultos da Artifex Mundi, aqui, estamos no papel de uma detetive especializada em casos natalinos (WAT?), e temos que inocentar o papai noel de um crime, para salvar o Natal (duplo WAT?), e no fim das contas, o primeiro plot twist é previsível, que o dono do shopping que acusou o Papai Noel foi justamente o responsável pelo crime, só que quando achamos que tudo foi resolvido, descobrimos que tudo era parte de um plot de uma vilã que não havia sido apresentada em NENHUM MOMENTO (triplo WAT?).

#108 Portal of Evil: Stolen Runes – 18/06 – Um adventure de objetos ocultos decente que não é da Artifex, dessa vez, temos que encontrar selos para impedir que uma horda de demônios invada o mundo e pans. Termina que o vilão acaba escapando.

#109 Sea Legends: Phantasmal Light – 19/06 – Um adventure de objetos ocultos ruim. É tudo o que você precisa saber. O sistema de dicas é meio falho, detecção de colisão nos puzzles de objetos ocultos meio ruim. Resgatar marido, resolvir maldição etc etc.

#110 Mysteries of the Undead: The Cursed Island – 20/06 – Ganhei esse jogo de aniversário. E ele não chega a ser ruim, ruim como Sea Legends, mas não é bom como o Portal of Evil. E sim, é um adventure de objetos ocultos, eu to praticamente zerando meu backlog do gênero no steam.

O problema desse jogo? As hitboxes são duvidosas, não há tantos puzzles, e um deles não dá pra completar, por causa de um bug.

#111 9 Clues 2: The Ward – 20/06 – Outro jogo da Artifex Mundi, dessa vez, estamos investigando um hospício, onde um incêndio ocorrera 2 anos atrás e alguém está fazendo coisas com pessoas que supostamente estavam envolvidas. É possivelmente um dos mais fáceis da Artifex, puzzles fáceis e tals.

#112 Lost Grimoires 2: Shard of Mystery – 21/06 – Ano passado eu havia terminado Lost Grimoires 3: The Forgotten Well, e por algum motivo, achei que tinha terminado o segundo, mas não terminei. Bem, basicamente temos que salvar o filho do falecido rei, yada yada coroação, bruxa yada yada.

#113 Questerium: Sinister Trinity HD – 21/06 – Mais um jogo de Adventure com Objetos Ocultos. Não é da Artifex, e é um cadinho falho aqui e ali, mas o sistema de dicas funciona bem, mas uns puzzles não são tão intuitivos. Não consigo odiar o jogo, por conta das cutscenes bregas com atores de verdade.

Basicamente, temos que deter um cientista maluco que fez merda na cidade em pesquisas de um meteorito que causa radiação. Coisa a lembrar: O conteúdo extra (uma história após o jogo) é bugado e não vale a pena.

#114 Beauty and the Beast – 22/06 – Certamente um dos piores adventures de objetos ocultos. Apresentação péssima, HOP’s péssimos, nada se salva nessa batida de trem. Baseado no conto da Bela e a Fera, mas não tem nada de adventure. São só sequências de objetos ocultos.

#115 Black Viper: Sophia’s Fate – 23/06 – Uma ideia que em teoria seria excelente (um adventure de objetos ocultos com uma agente de dia e ladra a noite), mas é um dos jogos mais contra intuitivos do gênero, metade do tempo as dicas não funcionam. Evite.

#116 Hotshot Racing – 23/06 – Jogo de corrida feito pela Sumo Digital, provavelmente na mesma engine do Outrun 2/2006 e os jogos de corrida do Sonic. É decente, apesar do péssimo drift e poucas pistas.

#117 Enigmatis 2: The Mists of Ravenwood – 24/06 – Esse jogo se passa depois do original, a detetive continua na busca do Pregador Demoníaco, o assassino de Maple Creek, e a pista que pode o levar até ele está em misteriosos desaparecimentos em Ravenwood.

#118 Mexicana: Deadly Holiday – 24/06 – Uma boa ideia, um adventure de objetos ocultos com a temática do Dia dos Mortos, mas uma execução falha. Aqui somos uma jovem que viajou com seu namorado pra conhecer o feriado de Dia dos Mortos no México, mas ele desapareceu e temos que investigar.

#119 Kronville: Stolen Dreams – 25/06 – Ele tava no mesmo bundle da Alawar que continha o Mexicana: Deadly Holiday. Dessa vez, fazemos o papel de uma psicóloga que precisa salvar as crianças desaparecidas. O duplo twist é até decente, mas inconclusivo. Não sei se é meu PC merda, mas do nada, no meio do jogo, a dublagem dele sumiu.

#120 Panopticon: Path of Reflections – 26/06 – Começo a perceber um padrão nos jogos da Alawar, basicamente, trocas rápidas de cenário nos jogos. Você não fica tanto tempo da trama em um ponto, e vai para outro totalmente não relacionado. Um mágico e sua assistente, uma antiga namorada sua desapareceram após um show.

#121 Pocky & Rocky Reshrined – 26/06 – Remake que não é tão remake assim de Pocky & Rocky. É um shooter multi-direcional bem bonito e difícil.

Assim como os outros jogos da Tango Project, traz novo conteúdo a um clássico do SNES, dessa vez com 3 novos personagens, cada um funcionando de maneira diferente, pena que o modo história só permite jogar com dois desses personagens novos, um desses personagens, só no Free Mode.

#122 Cruel Games: Red Riding Hood – 27/06 – Você está no papel de uma versão moderna da Chapeuzinho Vermelho. Seu namorado aparentemente foi sequestrado por um louco homicida chamado Storyteller e você precisa resgatá-lo antes que seja tarde demais. É passável, nada demais. Não tem falhas como outros jogos do bundle que adquiri.

#123 A Pinch of Magic – 27/06 – Uma visual novel curta, de uma menina que volta após anos fora da cidade e tem que reviver o café da avó que está a beira da falência. Ah sim, a menina sabe fazer mágica. Aliás, não é uma menina, porque você pode escolher o personagem. Enfim.

#124 Aladin and the Enchanted Lamp: The 1001 Nights – 28/06 – Um adventure de Objetos ocultos inspirado na história de Aladin, mas não tão copiado na cara do filme da Disney. Não é ruim, mas não é prioridade pra quem curte o gênero. Eu to só limpando backlog do steam.

#125 Blake and Mortimer: The Curse of the Thirty Denarii – 28/06 – Aqui, a história é bastante confusa e eu não entendi direito a narrativa, mas o destaque desse adventure de objetos ocultos mediano, na mesma pegada (e da mesma empresa) que o do Alladin acima, é que algumas cutscenes são no estilo quadrinhos. Novamente, limpando backlog do steam.

#126 Around the World in 80 Days – 28/06 – Adaptação do livro de Julio Verne em formato de Adventure de objetos ocultos. Mesma coisa dos outros dois jogos acima.

#127 The Lake House: Children of Silence – 28/06 – O último jogo do 6-in-1 Bundle que adquiri nessa summer sale do Steam, que vale jogar a pena, porque Elementar, my dear majesty é bem sem graça. Enfim, dessa vez, temos que resolver uma treta numa cidade fantasma, que está ligada ao passado de seu personagem, sua noiva e o irmão dela, que teria falecido quinze anos atrás.

#128 Alice in Wonderland: The Incredible Adventure – 29/06 – Aventura não tão incrível assim, é um jogo da mesma linha de Around the World in 80 Days, Blake and Mortimer e Alladin and the Enchanted Lamp, bem mediano. Baseado no Alice no Pais das Maravilhas.

#129 Celeste – 30/06 – De tanto que o pessoal falou de Celeste, o jogo deveria ser a segunda vinda de Jesus. Depois de terminar, chego a conclusão que prefiro ver speedruns de Celeste do que jogar ele de verdade. É bem feitinho, mas não me capturou. Terminei com o cheat de invencibilidade, e não me envergonho disso.

#130 Mind Snares: Alice’s Journey – 01/07 – Acho que o único dos jogos que possuo da Artifex Mundi que não tinha terminado. É competente, mas o final é bem bosta. Basicamente, no papel da dona de uma livraria bem sucedida, ela relembra os fatos que fizeram com que ela de fato decidisse ir atrás dos sonhos.

#131 Les Misérables: Jean Valjean – 01/07 – Da mesma equipe do “Les Misérables: Cosette’s Fate”, só que do ponto de vista do Jean Valjean. É ok, nada demais.

#132 Lost Words: Beyond the Page – 01/07 – É um platformer/puzzle sobre uma menina que precisa lidar com a morte e a depressão, e é contada em duas partes, uma, com a narrativa/platforming da vida da menina, e a outra, quase como um reflexo, é o core platforming/puzzle da história que ela está escrevendo. Decente, mas eu não jogaria se não estivesse na Plus.

#133 Enigmatis 3: The Shadow of Karkhala – 02/07 – A conclusão da trilogia Enigmatis, e na minha opinião, o mais fraquinho dos três. Talvez porque o final seja bosta. A perseguição ao pregador leva a nossa detetive e ao detetive Hamilton a um local distante nas montanhas, onde o Pregador, um dos doze ceifeiros de Asmodeus, pretende trazer de volta o mesmo e se inicia uma corrida contra o tempo.

#134 20.000 Leagues Under The Sea – Captain Nemo – 05/07 – Baseado no 20000 Léguas Submarinas, dos mesmos criadores de Alladin and the Enchanted Lamp, Around the World in 80 days. Bem basico, mediano.

#135 Theatre Of The Absurd – 05/07 – Um adventure de objetos ocultos dos mesmos criadores da trilogia Empress of the Deep, mas não tão bom quanto esses. A história (uma mulher que precisa salvar uma garotinha de ser possuída por um demônio) é confusa e o final não faz sentido, sem contar que a história bonus dá gancho pra uma continuação. Além de tudo, o jogo tem um bug que pode dar softlock e a única maneira de prosseguir, é reiniciando a partida inteira (criando um save novo).

#136 Ms. Holmes: The Adventure of the McKirk Ritual – 06/07 – No momento em que escrevo isso, meu PS4 está meio morto, com super aquecimento, então to jogando coisas no PC. E como meu backlog de HOP Games do steam está vazio e não acho um local pra baixar o Empress of the Deep 3, resolvi baixar alguns outros HOP’s aleatórios. Esse aqui é estrelado por uma descendente de Sherlock Holmes e precisa solucionar o crime de um fantasma. A reviravolta do jogo não faz tanto sentido e algumas coisas são deixadas pra lá cedo demais.

#137 Paranormal Files: Ghost Chapter – 08/07 – Outro HOP, e uma coisa que me espanta nas séries que a Big Fish publica, é que os jogos se relacionam uns com os outros não somente em nome como os jogos da Artifex, mas em questão de personagens e até mesmo eventos. Aqui, temos que investigar uma mansão onde tretas misteriosas aconteceram muitos anos atrás e que podem estar relacionadas com o sumiço de um colega nosso. É bem sólido apesar de não ter tantos puzzles de caça objetos, é muito bom. Termina num gancho e tal.

#138 Soul Falchion – 11/07 – Jogo de luta do Game Boy Color da Vast Fame, produtora taiwanesa responsável pela série Zook Hero (um clone de Mega Man), e pelo infame pirata de Game Boy, KOF 97 (que é basicamente o KOF 96 + personagens do KOF 97), usa a mesma engine do KOF, mas lembra mais Last Blade e Samurai Spirits. É um bom jogo, e funciona como os KOF de Game Boy.

#139 Princess Isabela: A Witch’s Curse – 13/07 – Um adventure de objetos ocultos que não é muito intuitivo na minha opinião. A história? Estamos no papel de uma princesa e devemos derrotar uma bruxa que amaldiçoou o castelo onde vivemos. O problema é que nem sempre a dica do jogo vai levar ao próximo ponto.

#140 Sakura Succubus VI – 14/07 – O mais recente jogo da série Sakura Succubus, continuando de onde Sakura Succubus V parou. Dessa vez, lidamos com o final da viagem de Hiroki e suas succubi a distante Astoria, suas novas adições ao Harém (Stephania e Elizabeth) e seu retorno ao lar, além é claro de lidar com a relação dele com Hifumi, Marina, Hazel E Stephania se tornar algo público. Ainda que Sakura Succubus 2 continue sendo o melhor, pelo menos é consistente e não termina num gancho como o 1 ou o 5.

#141 Arcade Spirits – 15/07 – Meses depois de ter zerado a continuação, resolvi jogar o Arcade Spirits original, e enquanto que a continuação mostra que a equipe de desenvolvimento melhorou em questão de conhecimento da Ren’py (a continuação é melhor programada), o Arcade Spirits original oferece personagens melhores a se romancear, ao menos no lado feminino.

Mas enfim, aqui nós nos tornamos meio que o gerente de um fliperama, num universo alternativo onde o Crash do mercado americano não aconteceu em 1983, e os Fliperamas coexistem com PC e consoles. E estamos no papel de um jovem (ou uma jovem se você jogar com personagem feminina) que não possui muita esperança no futuro, vivia de um emprego merda ao outro, até que com a ajuda de uma IA, você consegue o emprego no fliperama.

#142 Arcade Spirits: The New Challengers (PC) – 17/07 – Só o listo aqui porque o joguei logo em seguida no PC, com meu save do primeiro jogo importado, então foi bem bacana ver as minhas decisões daquele jogo aparecendo aqui, como o fato de que o protagonista do jogo anterior é o companheiro da QueenBee e tal.

Talvez eu faça um playthrough com o mesmo sobrenome do protagonista do jogo anterior pra ver se algo diferente acontece. Spoilers pós 17/07: Sim, acontece. Se usar o sobrenome do protagonista, o protagonista do jogo anterior é nosso primo.

#143 Otoko Cross: Pretty Boys Klondlike Solitaire – 20/07 – É paciência, então é simples de se entender, e menos longo que o Mahjong Solitaire. Mas o RNG das partidas no Hard é uma puta paga, e custa caro (a puta, não o jogo).

#144 Secret Summer – 21/07 – O seu pai é um filho da puta escroto do caralho e lhe forçou um acordo de continuar pagando as finanças de sua ex-mulher e filhas (também conhecidas como sua mãe e irmãs) caso você trabalhe na empresa dele. Uma oportunidade de negócios surge então, que o deixaria perto da sua família, e tomando isso como desculpa para se reconectar com elas, você decide arriscar.

No geral, apesar do final apressado (tanto é que um epílogo foi lançado separadamente) é uma boa visual novel, com personagens carismáticas. E é sempre bom ter possibilidade de Harem Ending.

#145 Fukou na Kaa-san to Shiawase Love Love Seikatsu – 22/07 – É uma visual novel erótica. Seu pai, um filho da puta escroto do caralho que provavelmente agredia a sua mãe e a traumatizava psicologicamente, enquanto você estava na universidade, a enganou para ficar com a antiga casa dela, e assinar os papéis de divórcio, antes de fugir com uma possivel amante. Ele deixou ela com o psicológico abalado e um trauma profundo, e agora você tem que cuidar dela. E obviamente como estamos falando de Japão, sua mãe é uma milf e a parada evolui para uma relação entre vocês dois. É decente.

#146 Pretty Girls Breakout! PLUS – 23/07 – Uma versão revisada e melhorada de Pretty Girls Breakout! Agora você tem um modo endless como fator replay, escolha da velocidade inicial da bola e novos power-up’s. No geral, uma experiência melhor que o Pretty Girls Breakout! original. E sim, é um clone de breakout, mas é um bom clone.

#147 Melody – 25/07 – Uma visual novel sobre você, um músico experiente, que após um término de relacionamento, aceita o papel de tutoriar musicalmente uma jovem que passou por alguns problemas, nisso, a conhecendo, você a guia rumo a carreira musical e a um relacionamento. É bem longa e muito bem feita.

#148 Bounce Paradise – 26/07 – É um remake de Beach Bounce, uma visual novel do Dharker Studio, que conta a história de um rapaz que tem que trabalhar no resort de sua avó, que tirou um tempo para cuidar da saúde. Aí você pode, no meio do caminho, acabar arrumando um ou mais romances.

Apesar dele ter pacing melhor que o Beach Bounce “Remastered”, e até mesmo referenciar pequenas coisas de Beauty Bounce e Bunny Bounce (as continuações do Beach Bounce original), não tem o pacing igual ao da versão original de Beach Bounce (antes de mudarem o roteirista e refazerem parte do jogo do zero).

A arte lembra Hunie Pop porque o mesmo artista trabalhou no design inicial de personagens, mas a arte das CG’s varia de qualidade, como se vários artistas diferentes tivessem feito as coisas. Ele possui uma versão “Yuri” chamada Beauty Paradise, no qual é uma protagonista.

#149 A Housewife’s Healing Touch ~Pure Love Route~ – 27/07 – Visual novel da Alicesoft sobre um rapaz que vai treinar com um sujeito de 3 metros de altura para poder despertar sua magia. E nesse mundo, a magia é restaurada por contato íntimo entre pessoas de sexos opostos (seja saliva ou outra coisa), o que significa que acabei comendo a esposa do filho desse cara que me treina. Claro que não to dando muitos spoilers, é uma novel bonitinha nessa rota.

#150 ReConnect – 27/07 – Visual novel curta sobre dois primos que não se viam há tempos e meio que renovam os votos de amor e tal. Tem um pouco de death metal também.

#151 Date Ariane Remastered – 27/07 – É o remake de um date sim considerado clássico de uma era remota da internet, mas refeito na Ren Py e tal. É curto e tal, tendo seu destaque no fator replay de suas escolhas.

#152 Would you like to run an Idol Café? 2 – 27/07 – Continuando de onde o jogo anterior terminou, agora Naoya e as meninas do café onde eles trabalham precisam mostrar que podem ser idols, só que uma dupla de idols de um outro café pretende atrapalhar as coisas. Como continua de onde o antecessor parou, você escolhe que tipo de relacionamento você tem, e no caso, como eu sempre prefiro a escolha harém, ela é a que tem menos cenas + 18

#153 Would you like to run an Idol Café? 3 – 27/07 – A conclusão da trilogia das Idols. Agora, o grupo de idols das nossas protagonistas foi convidado para uma competição de grupos amadores de idols que irá acontecer em Tóquio. Nisso, o grupo rival tenta (um pouco) atrapalhar as coisas, mas é bem menos babaca que no jogo anterior. Assim como no anterior, você tem a escolha do relacionamento no começo da jornada. Claro que o jogo tem outros finais, mas não me interessa, nesse tipo de jogo, ou é harém ou não vale a pena.

#154 Hard Times at Sequoia State Park – 28/07 – Uma visual novel sobre uma menina com DLC que vai trabalhar em um parque, e as coisas divertidas que podem acontecer lá. É curtinha, mas as decisões dão cenas diferentes e tal. Só não entendi porque tem 3GB, não precisa disso tudo.

#155 Nasty Sex Friend with Plump Girl Friend – 28/07 – 90% dos jogos eróticos feitos no RPG Maker são basicamente NTR/Chantagem BS, então encontrar um que não se enquadrasse nisso é tipo encontrar um politico genuinamente honesto. Mas ei, aqui estamos. E se o título não deixou a impressão, sim, o título utiliza a infame Machine Translation. Mas enfim, depois de levar um fora da garota que estava afim, o protagonista é consolado pela amiga de infância que é gordinha, e por consolado, quero dizer, os dois transam. E é basicamente isso.

#156 Life with Mary – 29/07 – Um amigo seu do tempo de escola/faculdade pede que você cuide da filha dele por um tempo devido ao fato do novo colégio dela ficar mais próximo de sua casa e ele estar tendo problemas com a esposa. Nisso, a convivência com ela leva a outras coisas. É decente o suficiente, apesar do final ser meio súbito.

#157 Landlord & the Tennants – 30/07 – Visual novel extremamente mediana sobre um rapaz que passa a cuidar da casa do tio e aluga os quartos para moças. Podia ter sido considerado boa, mas o pacing e a escrita deixam a desejar.

#158 Summoner’s Cafe – 01/08 – Seu avô, um conceituado alquimista, deixou uma gorda herança com uma condição, você criasse um maid café e contratasse as criaturas que ele especificou para invocar. E assim começa uma semana de teste e coisas divertidas acontecem. Curtinha, mas decente.

#159 Friendship with Benefits – 02/08 – Você vai parar em um outro mundo e basicamente vc transa com poneis antropomórficos até terminar.

#160 Redemption for Jessika – 06/08 – Dos mesmos criadores de Coming to Grips with Christine e Life Changes for Keeley, uma visual novel curta sobre um cara que trabalha num juri e acaba ajudando uma artista a superar um trauma de algo ruim. To fazendo um péssimo trabalho explicando, eu sei.

#161 Sisterly Lust – 08/08 – Tempos atrás (na história da Novel), seu pai se separou da sua mãe e te levou pra morar com ele. Porém, quando o véi morre, sua mãe o convida para morar com ela e com suas 3 irmãs. E nessa, começa sua nova vida… E pelo título do jogo, você sabe onde isso vai chegar.

#162 A New Life Vol. 1 – 08/08 – Um dia, quando você (o personagem principal) tem dezesseis anos, sua mãe sugere que você saia de casa para que você não seja agredido por um pai abusivo. Cinco anos depois, você volta após a morte do véi, mas agora você é bem sucedido e tem empresas pra caralho por conta do seu antigo trabalho. E agora é hora de reconectar-se com sua família. Exatamente isso. Sua mãe, suas irmãs, sua tia, suas primas gêmeas, etc.

#163 A New Life Vol. 2 – 08/08 – Continuação direta do jogo anterior, e claro, você vai comer mais gente que faz parte da sua família. Sei que to parecendo um sujeito do Alabama por estar jogando tantos eroges de incesto, mas ei. Culpe o PS4 com super aquecimento.

#164 Now & Then – 11/08 – Uma visual novel pós apocaliptica (mais ou menos) ambientada numa sociedade que enfrenta uma pandemia quase parecida com o Covid, mas que transforma os infectados em criaturas que só pensam em atacar qualquer coisa. Daí você tem que lidar com cuidar de sua filha adotiva e depois de outras pessoas que vão entrando no seu grupo. É uma novel ENORME.

#165 Stepmother love – 13/08 – A ideia geral da novel dá pra entender, mas a execução deixa muito a desejar. Não somente isso, mas o jogo possui modelos extraídos de diversos jogos, como Dead or Alive, Uncharted, Mass Effect e Mortal Kombat. O fato de que o protagonista usa o modelo do Nathan Drake me fazia rir a cada 3 minutos.

#166 Shoujo Dominance: My Precious Reina – 16/08 – Você é um homem viúvo com uma filha gostosa. SWEET HOME, ALABAMA! É curtinha.

#167 Picture Perfect – 17/08 – Do mesmo criador de Secret Summer, e se passa no mesmo universo. De fato, na mesma cidade. A temática é parecida, só que dessa vez, você tá no papel de um pai divorciado com 3 filhas e que está prestes a perder a casa. SWEET HOME ALABAMA acontece com as 3, e com a melhor amiga da sua caçula de 18 anos, que é praticamente família.

Daqui em diante, eu parei de contar a data de quando terminei, então é só pra deixar claro, e não vou colocar nada detalhado porque alguns jogos fazem meses, e não lembro.

#168 A Petal Among Thorns – Visual Novel.

#169 Avalon – Visual Novel, mesmo criador e universo de Petal Among Thorns

#170 Once in a Lifetime – Visual Novel – Extremamente recomendada. Coloquei no meu texto sobre jogos adultos gratuitos.

#171 Infinity Crisis – Visual Novel – Crossover hentão de marvel e DC. Curtinha.

#172 Parental Love – Visual Novel

#173 Silver Nights Crusaders – Platformer, jogo inspirado por Castlevania. MUITO BOM.

#174 Grand Prix Story – Manager SIM, versão simplificada de um jogo de manager de corridas. Divertidasso.

#175 Game Dev Story – Game Studio SIM. Lembra do Game Dev Tycoon? Aquele jogo foi inspirado nesse. Viciante.

#176 Fatal Fury ONE – Luta, remake de Fatal Fury 1, pra Mega Drive. Jogabilidade divina. Perde alguns detalhes, mas ganha em conteúdo (TODOS os personagens são jogáveis)

#177 Kunio no Nekketsu: School Fighters (demo) – Luta, fangame do universo de River City, com personagens de Kunio-kun, River City Girls e Double Dragon. Potencial.

#178 Real Bout: Fatal Fury Special (demo) – Luta. Olha a screenshot acima. Essa porra tá rodando num Mega Drive, maluco! Jogabilidade afinada, jogue.

#179 – Green Beret – Ação. Um cara resolveu fazer um remake/porte do clássico Green Beret (ou Rush’n Attack) pro Master System. O jogo ficou bom. É difícil feito o original, mas dá pra jogar com vida infinita.

#180 Pretty Girls 2048 Strike Puzzle. Uma versão hardcore de 2048. Divertida.

#181 Pretty Girls Tile Match Puzzle. Jogo bem amigável.

#182 Sakura Succubus: Cosmos Christmas – Visual Novel, se passa antes dos eventos de Sakura Succubus 5, com um Natal entre o protagonista e a Cosmos. Curta.

#183 ASAP PLS – Microgames, são 4 minigames que são completados em questão de segundos, mas nos 2 loops seguintes, o tempo de reação é menor.

#184 Where in the World is Carmen Sandiego? – Educativo. Clássico, eu havia terminado a versão de Mega Drive uns 20 anos atrás, rejoguei. Estranhamente as roupas da Carmen são marrons na versão de Mega. As versões de Mega e Master possuem tradução pro português.

#185 Ultimate Beach Soccer – Futebol, jogo simples de futebol de praia do GBA.

#186 Street Fighter II Z – Luta. Versão MUGEN de SSF.

#187 Good Girl Giselle – Visual Novel. Eu tinha esquecido desse aqui.

E foram esses os jogos que terminei em 2022, jogo pra caramba, né?

LISTA DOS PARTICIPANTES DO MEME

Esta lista será atualizada constantemente. Os links marcados com ✅ indicam os posts que já foram publicados.

[Alvanista] João Carlos => UsoppBR
[Blog] A TV Vai Estragar! => Edu Farnezi
✅ [Blog] Gamer Caduco => Cadu 
✅ [Instagram] MarvoxBrasil => Marvox
[Blog] Vão Jogar! => Tchulanguero
[Blog] Vão Jogar! => sucodelarAngela
[Blog] Vão Jogar! => Somari
✅ [Blog] Videogames com Cerveja => Felipe B. Barbosa

O post O que você jogou em 2022? | Geovane Sancini apareceu primeiro em Arquivos do Woo.

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O que eu joguei em 2021 | Diogo https://www.arquivosdowoo.com.br/2022/01/19/o-que-eu-joguei-em-2021-diogo/ https://www.arquivosdowoo.com.br/2022/01/19/o-que-eu-joguei-em-2021-diogo/#comments Wed, 19 Jan 2022 02:57:54 +0000 https://www.arquivosdowoo.com.br/?p=9978 Os últimos meses foram bem tensos, mas cá estamos para mais um ano do MEME gamer criado pelo meu amigo, Marvox Brasil. E sendo sincero com vocês, eu joguei tão pouco que cogitei até não participar este ano, mas mudei de ideia. LEIAM –  O que jogamos em 20xx? Participo desse meme desde 2013, então […]

O post O que eu joguei em 2021 | Diogo apareceu primeiro em Arquivos do Woo.

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Os últimos meses foram bem tensos, mas cá estamos para mais um ano do MEME gamer criado pelo meu amigo, Marvox Brasil. E sendo sincero com vocês, eu joguei tão pouco que cogitei até não participar este ano, mas mudei de ideia.

LEIAM –  O que jogamos em 20xx?

Participo desse meme desde 2013, então será agora que deixarei de participar, então sem mais delongas, vamos ao que interessa.

Reprodução/ Internet

Cyberpunk 2077

É o game que teve um hype gigantesco e que durante o seu lançamento não fez bonito, causando aquela reação exagerada que a internet muito sabe proporcionar. Claro, cabe sim contestar empresa, afinal muitos compraram o game em pré-venda.

ASSISTAM – Cyberpunk 2077 | Uma visão pós controvérsias de lançamento

De qualquer forma, o jogo me agradou bastante e pude terminar ele, inclusive fiz vídeo dele em meu canal. Não é o pedaço de lixo que muito saíram pregando por ai, podem ter certeza.

Pra muitos foi o pior game em decorrência dos problemas, mas pra mim é fácil um dos mais legais que joguei ano passado.

Imagem capturada em um Xbox One Fat/ Capcom

Resident Evil Village

Minha mãe usa muito a expressão “cagão” quando quer apontar alguém muito medroso, então é meio recorrente o uso dessa expressão entre meus familiares. Logo, eu sou um baita cagão desde moleque.

LEIAM – Resident Evil Village | A Jornada de um Pai

Por outro lado, mesmo esperando passar altos cagaço com Resident Evil Village, achei ele bem mais tranquilo do que o seu antecessor. Essa aura de RE4 amenizou bastante o terror que eu esperava, logo não tomei quase susto algum.

É um ótimo jogo, de fato. Talvez um dia retorne para tentar fechá-lo mais uma vez.

Reprodução/ THQ Nordic

Skydrift Infinity

Skydrift Infinity é baita jogo divertido para se jogar com amigos, mas que infelizmente não conta com uma variedade muito grande de pistas.

LEIAM – SKYDRIFT INFINITY | Quase um Mario Kart nas Alturas?

Me diverti muito jogando com um amigo, e acredito que foi um dos títulos que realmente me divertiu ao ponto de combinar jogatinas com meu amigo. Infelizmente ele não conta com muitas pistas, mas certamente é um jogo que vale a pena comprar em alguma promoção.

Reprodução/ White Owls

The Good Life

Esse daqui eu joguei logo que entrou no Xbox Game Pass, mas infelizmente não progredi muito nele por conta da minha assinatura, que expirou e eu não tinha grana para renovar.

De qualquer modo eu gostei bastante do jogo devido ao ritmo agradável e o seu gameplay que me remeteu ao Harvest Moon, mas com a adição de algumas mecânicas diferentes. Sem dúvida eu quero retornar a ele assim que possível.

O jogo é uma loucura só, creio que o ápice até o momento em que joguei foi conseguir uma ovelha para andar pela cidade. Essa loucura toda foi concebida pelo famoso produtor, Hidetaka Suehiro, responsável pelo Deadly Premonition.

O que eu joguei em 2021
Reprodução/ Internet

Virtua Fighter 2

Gosto bastante de Virtua Fighter 2 e não só pelo fator nostalgia, mas também por ser um ótimo jogo.

É um dos poucos títulos que fugia um pouco a regra do que era acostumado a jogar no tempo em que tive o Sega Saturn, logo não era incomum eu apanhar alucinadamente do Dural sempre que chegava até ele.

Infelizmente não consegui jogar tanto quanto gostaria do titulo no ano passado, e pelo visto esse ano vai demorar um pouco devido ao HD do meu Xbox ter morrido, mas me diverti bastante enquanto foi possível. Meu filho jogou um pouco dele e foi bem engraçado sua reação.

Cruis’n World

Cheguei a jogar um game da franquia no passado, após uma ida até a cidade de Mairinque visitar um colega. Lá havia diversas maquinas arcades, uma delas era uma das cabines do jogo Cruis’n e adorei o jogo.

Então, quando um amigo me ofereceu o game para N64, não resisti a oportunidade de jogar essa versão e peguei o game. Me surpreendi com o quão bom é o jogo, até porque não sou um fã do realismo dos games atuais, logo carros dando piruetas no ar e turbo mega blaster me atraem muito mais.

Há quem diga que outros títulos da franquia são melhores, mas como minha experiência é bem rasa com a franquia, então não tenho do que reclamar por enquanto, foi mais um dos que joguei em 2021.

Se tivesse  mais espaço em casa, certamente deixaria o N64 fácil para partidas rápidas de Cruis’n World.

O que eu joguei em 2021
Reprodução/ Internet

Tarzan

Eu adorava esse jogo quando criança, logo a versão do Nintendo 64 muda pouco pelo que pude perceber, muito por conta da limitação do cartucho.

Independente disso, foi muito divertido jogar isso no console ao lado do meu filho. O engraçado é que ele ainda não assistiu a esta animação, mas sempre que eu colocava o jogo e ele ouvia o som dos animais, vinha correndo.

É um game muito divertido e que joguei até que bastante. Só não finalizei por falta de tempo, mas tem texto dele aqui.

Reprodução/ Créditos: Blake Wheeler/ Nathan Meunier

Concluindo

Não joguei tanto quanto gostaria, na verdade notei que meu interesse por títulos mais novos caiu drasticamente.

Obviamente que um jogo e outro vai atrair a minha atenção, mas cada vez mais tenho vontade de me direcionar aos jogos antigos que deixei passar em branco. No fim das contas, tenho deixado muito disso de lado para focar integralmente ao meu filho e família, então as vezes jogo alguma coisa rapidamente quando há um amigo visitando, em outras consigo matar algumas horas de sono para jogar algo rapidamente – Como foi com Halo Infinite no XCloud.

Bem, independente de tudo isso que falei, ao menos tive algo para compartilhar no meme desse ano. Espero finalizar alguns clássicos ao longo de 2022 e contar um pouco de como foi a experiência em 2023, se estiver vivo até lá.

Enquanto isso, confiram a lista dos participantes do meme: O que eu joguei em 2021?

O que eu joguei em 2021

Lista de participantes do meme:

O post O que eu joguei em 2021 | Diogo apareceu primeiro em Arquivos do Woo.

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O que eu joguei em 2021 | Tony Horo https://www.arquivosdowoo.com.br/2022/01/17/o-que-eu-joguei-em-2021-tony-horo/ https://www.arquivosdowoo.com.br/2022/01/17/o-que-eu-joguei-em-2021-tony-horo/#comments Mon, 17 Jan 2022 23:18:06 +0000 https://www.arquivosdowoo.com.br/?p=10001 Jamais iria conseguir bater o recorde de 59 jogos de 2020 — que você pode ler aqui — mas também nem queria. Espero que a lista abaixa sirva como uma boa recomendação pra vocês que caiam de paraquedas no nosso humilde website. LEIAM – Albert Odyssey: Legend of Eldean | Um dos JRPGS já feitos […]

O post O que eu joguei em 2021 | Tony Horo apareceu primeiro em Arquivos do Woo.

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Jamais iria conseguir bater o recorde de 59 jogos de 2020 — que você pode ler aqui — mas também nem queria.

Espero que a lista abaixa sirva como uma boa recomendação pra vocês que caiam de paraquedas no nosso humilde website.

LEIAM – Albert Odyssey: Legend of Eldean | Um dos JRPGS já feitos

Quem me conhece, já sabe que eu vario muito os gêneros e os consoles que jogo, então não espere nenhum padrão com a lista abaixo. Esse ano foram TRINTA games, e como sempre só coloquei aqueles que eu de fato zerei. Vamos lá:

1) 007: Agent Under Fire (PlayStation 2)

O que eu joguei em 2021
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Primeiro game do agente secreto que zerei. Isso mesmo, eu nunca tive saco pra zerar GoldenEye e sinceramente? Esse aqui é bem melhor. Você pode ler meu texto sobre ele aqui.

2) New Super Mario Land (Super Nintendo)

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Remake feito por um cara só do jogo de Game Boy, porém, feito para o SNES com gráficos pré-renderizados, como em Donkey Kong Country. Existe uma versão mais recente do que a que eu joguei na época, mas ela muda pouca coisa.

O jogo é curto e vale a pena zerar numa única sentada. Ui!

3) Sunset Riders (Super Nintendo)

O que eu joguei em 2021
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O clássico do arcade. Zerei com meu velho num dia chuvoso. Obviamente usei um romhack com vidas infinitas porque não queria provar nada pra ninguém E pra divertir meu pai. Ele adora esse.

4) 007: NightFire (PlayStation 2)

O que eu joguei em 2021
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Continuação direta e bem melhorada do Agent Under Fire. Leia o texto sobre ele aqui. Caso queira jogar um game de 007, tente esse! Só não jogue a versão de PS2 como eu fiz.

5) Mafia: Definitive Edition (PlayStation 4)

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Comprei a trilogia Mafia no PS4 numa promoção da PSN e foi um ótimo negócio. O game em questão foi refeito do zero, então isso traz alguns prós e contras, como gráficos bonitos mas controles meio travadões.

É divertido mas não me animei de jogar os outros games ainda.

6) Celeste (protótipo) (Game Boy Advance)

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A versão original do game Celeste. Não contém toda a depressão forçada do jogo lançado depois, somente plataforma pura e simples. Recomendado demais.

7) Super Mario 3D World: Bowser’s Fury (Switch)

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Joguei pra zerar apenas esse DLC novo, que era meio que um modo estilo Mario 64 para o game base. As lutas contra o Bowser Gigante são bem legais. Tenho um vídeo review sobre ele aqui.

8) Dragon Quest XI S: Definitive Edition (PlayStation 4)

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Sim, amigos. Platinei novamente DQ11, dessa vez a versão S, que foi portada do Switch para o PS4, PC e XBOX.

LEIAM – Contos de Um Gamer Cada Vez Mais Caduco

Ao contrário da crença popular, os gráficos NÃO são piores que o game original, então parem de espalhar folclore.

Jogue essa versão pois ela melhora muito do game original e é um dos meus jogos favoritos da vida.

9) AM2R (Metroid 2 Remake) (PlayStation Vita)

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Jogo feito em casa por um cara muito bom que refez todo Metroid 2 de Game Boy, transformando ele em um jogo bom com gráficos de GBA. Aqui eu joguei o port não-oficial para o PS VITA e foi maravilhoso.

Existe também um remake oficial feito pela Nintendo para o 3DS, mas são dois games bem diferentes.

10) Kaze and the Wild Masks (PlayStation 4)

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Joguinho brasileiro muito baseado em Donkey Kong Country, ao ponto que seu personagem se movimenta de forma idêntica à Dixie em DKC2. Leia meu review sobre ele aqui.

11) Mighty Morphin Power Rangers: The Movie (Mega Drive)

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Zerei pela primeira vez a versão de Mega Drive com meu amigo Rodrigo. É certamente bem diferente do game de mesmo nome para o SNES. Esse aqui se parece mais com um beat n’ up comum e é bem curtinho.

12) Streets of Rage (Mega Drive)

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O classicão do Mega. Zerei no mesmo dia com meu amigo também. Sinceramente, um clássico atemporal.

13) Trials of Mana (PlayStation 4)

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Remake de Seiken Densetsu 3 feito para o PS4. O original era um game de SNES que só foi sair no ocidente recentemente também, mas eu joguei o remake mesmo.

Foi um ótimo JRPG com uma trilha sonora bem legal. Tive que zerar 3 vezes para ver a história de ângulos diferentes, mas agora já não lembro de nada!

14) Tony Hawks Pro Skater (Dreamcast)

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Outro clássico de todas as eras. Joguei a versão de Dreamcast diretamente no console, com gráficos bem melhores que o original de PS1. A trilha sonora é maravilhosa até hoje.

15) Cyberpunk 2077 (PlayStation 4)

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Sim, amigos. Joguei o jogo mais bugado do mundo e no PS4. O jogo fechou na minha cara umas 4x e alguns bugs aconteceram onde eu tive que recarregar meu save, mas fora isso, foi uma experiência bem lisinha.

O universo é bem legal, mas não sei se voltaria pra ele tão cedo. De repente no PS5 eu jogue de novo um dia.

16) New Pokémon Snap (Switch)

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Continuação do game de N64, agora com gráficos e Pokémons novos. O jogo é legal mas não tem o charme da versão antiga. Deve ser porque eu tô velho e não ligo tanto pra série mais. Zerei rapidinho e parti pra outras coisas.

17) Dragon Quest II (Switch)

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Segundo jogo da melhor série de RPG já feita. Isso, melhor que Final Fantasy.

O game não é tão bom quanto o primeiro e fica muito difícil no fim.

Leia meu texto sobre ele aqui.

18) Dragon Quest III (Switch)

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Talvez o segundo game mais aclamado pelos japoneses (depois de Dragon Quest V). A versão de Switch é bem mais bonita que o I e o II, mas se for jogar, espere o remake em 3D para Switch que sairá em breve.

Fiz um texto pra ele TAMBÉM. Leia aqui.

19) The Legend of Zelda: Skyward Sword HD (Switch)

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Depois de anos enrolando pra jogá-lo no Wii, inclusive comprando dois Wii Remotes compatíveis com o game, acabei jogando a versão HD no Switch.

Os gráficos são bonitos em 60 FPS e é realmente um jogo complicado, mas não usei os controles de movimentos em momento algum e deu tudo certo.

Fiz um texto sobre ele no nosso site amigo, o Cybercafe

20) Dragon Quest IV (Android)

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Finalmente cheguei nos Dragon Quests mais bem feitinhos. joguei a versão de celular do game inicialmente lançado para o Nintendo DS. Infelizmente NÃO fiz um texto sobre esse game, mas você deve jogá-lo mesmo assim.

21) Nier Replicant Ver. 122474487139… (PlayStation 4)

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Esse jogo com nome escroto é um dos melhores games do PS3 e agora está disponível no PS4. É bom um remaster pois os jogos japoneses da época em que foi lançado eram bem mal avaliados, mas hoje em dia são mais bem aceitos pela mídia em geral.

Tem gente que não gosta da série porque tem mulheres meio peladas mas eu não ligo. O combate é legal e zerar várias vezes pra ver o final verdadeiro é bem interessante, pois muitas coisas mudam do nada.

O game também muda o estilo o tempo todo, com referências à Zelda e a Visual Novels em alguns momentos, fora o combate que é bem divertido.

22) Alan Wake Remastered (PlayStation 4)

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Um clássico da Remedy, que fez esse game depois de vender a série Max Payne para a Rockstar. É uma mistura de conto de terror com séries como Além da Imaginação. Uma continuação está para sair que será totalmente terror.

Fiz um texto no Cybercafe para o game, e recomendo bastante que vocês leiam para saber mais sobre o universo dos jogos da Remedy.

23) Streets of Rage 2 (One Piece Pirate Warriors hack) (Mega Drive)

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Não sei se conto como jogo zerado, pois o que joguei foi um hack com personagens de One Piece e com algumas mudanças na física, como a inclusão de botão de corrida e a possibilidade de deixar os inimigos quicando depois dos golpes.

Talvez seja o romhack mais legal que já joguei na vida.

24) Streets of Rage 3 (Mega Drive)

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Joguei no meu meguinha a versão original e consegui até mesmo o final bom, desarmando as bombas na última fase, isso jogando apenas duas vezes o game na minha vida!

Jogue a versão japonesa traduzida para inglês, pois ela não tem cortes.

25) The Legend of Zelda: Breath of the Wild (Switch)

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Já havia zerado o game no meu primeiro ano com o Nintendo Switch, mas achei que era hora de revisitar o jogo, principalmente porque minha namorada estava jogando na mesma época.

Foi bem divertido fazer os mesmos templos e ir descobrindo os segredos juntos com ela. Infelizmente dessa vez não fiz os 120 shrines, mas tudo bem também, porque não sou maluco.

26) GTA III: Definitive Edition (Switch)

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Cometi o erro de querer zerar esse GTA pela primeira vez na versão definitiva que saiu recentemente, sem patch de correção algum e justo no Nintendo Switch.

Não recomendo isso nem pro meu pior inimigo, mas eu consegui jogar até o fim.

Obviamente usei vários cheats de arma mas não conta pra ninguém.

27) Saturn Bomberman (Saturn)

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Talvez o game mais divertido da série. Parece como se fosse um jogo de SNES mas com áudio lindo de CD. Tem um texto enorme sobre ele que fiz aqui.

28) Cotton 2 (Saturn)

O que eu joguei em 2021
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Joguinho de navinha pra Saturn que joguei com controle arcade pra testar. É bem bonitinho mas faz uso de alguns comandos que não combinam com jogos de nave, como a necessidade de comandos de jogos de luta.

29) Strikers: 1945 (Saturn)

O que eu joguei em 2021
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Outro game de navinha, mas esse é vertical e com aviõezinhos. Difícil pra porra nos últimos cenários, porém bem legal e melhor que muita coisa do gênero.

30) Albert Odyssey: Legend of Eldean (Saturn)

O que eu joguei em 2021
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Continuação de dois jogos que ninguém conhece para Super Famicom, esse aqui tem em comum como sendo outro jogo que ninguém conhece.

Foi feito para o Saturn, então é um dos poucos JRPGs do console. Achava que ia ser uma experiência foda mas foi bem mediana num geral. Tem texto sobre ele aqui.


Leia mais:
O que joguei em 2020

O que joguei em 2022

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E é isso, pessoal. Espero que essa lista sirva como recomendação para que vocês conheçam novos jogos e se animem a saírem da zona de conforto, seja com um determinado gênero ou com um console em específico.

Agora vamos ver se em 2022 irei jogar mais!

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O que você jogou em 2021 | Geovane Sancini https://www.arquivosdowoo.com.br/2022/01/13/meme-gamer-o-que-voce-jogou-em-2021-geovane-sancini/ https://www.arquivosdowoo.com.br/2022/01/13/meme-gamer-o-que-voce-jogou-em-2021-geovane-sancini/#comments Thu, 13 Jan 2022 17:56:15 +0000 https://www.arquivosdowoo.com.br/?p=9690 Mais um ano se passou, e algumas coisas não mudam. Estamos em Janeiro e o maldito tempo do Rio de Janeiro com seu esquenta/esfria/esquenta/esfria 19 vezes por dia me deixou gripado. É quase uma tradição. Outra tradição de começo de ano, são os textos sobre o que jogamos no ano anterior, do meme do nosso […]

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Mais um ano se passou, e algumas coisas não mudam. Estamos em Janeiro e o maldito tempo do Rio de Janeiro com seu esquenta/esfria/esquenta/esfria 19 vezes por dia me deixou gripado. É quase uma tradição.

Outra tradição de começo de ano, são os textos sobre o que jogamos no ano anterior, do meme do nosso amigo Marvox Brasil. E acreditem, eu joguei MUITA COISA, coisa pra caralho. Vou colocar aqui os jogos que terminei, e algumas menções de jogos que queria ter terminado, mas por um motivo ou outro, não consegui.

Pegue sua pipoca, ajuste seu televisor e confira os jogos que terminei em 2021. E sim, anotei tudo num txt que nomeei jogos 2011 por conta de um typo, e já tava tarde demais pra corrigir. E quando possível, colocarei link pra análise dos jogos (as que foram feitas, lógico) aqui no blog. Em casos especiais (como a trilogia Ninja Gaiden e a série Deponia, que tiveram um artigo falando do pacote completo), o primeiro jogo conterá o link.

Observação: Os comentários que fiz são do EXATO DIA em que terminei os jogos, no mais tardar, dia seguinte ao que terminei.

#1 Timespinner – 24/01 – O roteiro não ficou bom, mas a jogabilidade compensa. Sim, minha opinião mudou desde a análise de quatro anos atrás.

#2 Dead or Alive Xtreme 3 Scarlet – 25/01 – Mistura de Date Sim com minigames e esportes. Um jogo divertido e mais inocente do que você pensaria, dado o que a imprensa fala.

#3 Little Adventure in the Prairie – 27/01 – A Sony removeu Cyberpunk 2077 da loja do PS4 (na época), mas deixa pedaços de bosta como esse. Vai entender. Esse jogo é um lixo.

#4 Timber Tennis Versus – 27/01 – MEU DEUS, QUE JOGO CHATO.

#5 Misk Schools Quest – 30/01 – É um jogo OK. Não ofende, mas não chama a atenção.

#6 Pang Adventures – 02/02 – Pang, não tem como errar. Divertido e um cado estressante.

#7 Mighty Gunvolt – 04/02 – Treino pra Duckthon, consegui inclusive PB na categoria que corro, é um mega man-like curtinho.

#8 Lizard Lady vs the Cats – 16/02 – Forte candidato a pior jogo do PS4 de 2021. O jogo funciona, mas nada nele é atraente ou interessante.

#9 Season Match HD – 24/02 – Puzzle bem OK, recomendaria se ele não usasse o sensor de movimentos do controle JUNTO com o direcional.

#10 Vera Blanc: Ghost in the Castle – 25/02 – Visual Novel + Leve toque de puzzle – A história é bem bacana, mas é estranho jogar uma visual novel 4:3 num ambiente 16:9, a Ratalaika podia ao menos ter colocado umas bordas nas versões de console.

#11 Ratchet & Clank – 08/03 – O jogo tinha tudo pra ser excelente, até que esbarra num problema, a dificuldade artificial criada pela Insomniac. Veja bem, o jogo em si não é nada difícil, mas em certas áreas, para adicionar dificuldade, o jogo simplesmente joga ondas e mais ondas de inimigos para cima de você, tornando certas etapas frustrantes. No geral, um bom platformer/shooter

#12 Lego NINJAGO: The Movie Videogame – 10/03 – É um jogo de Lego, então você sabe o que esperar. Ao menos serviu pra me apresentar a lore de Ninjago. Consegui o jogo quando a Warner deu ele de graça na PSN.

#13 Sleeping Dogs Definitive Edition – 14/03 – Eu amo esse jogo, mas a Definitive Edition tem uns bugs que Jesus… Se puder, jogue a versão original no PS3, Xbox 360 e no PC (nem que pra isso você tenha que baixar a versão pirata).

#14 WWE 2K19 – 15/03 – É tranquilo o 2K showcase, exceto umas lutas em específico (Aka Cena no Summerslam e as duas lutas da WM XXX). Pelo preço que (ainda) é cobrado, não vale a pena. Ao menos a 2K não fechou a Community Creations (na época).

#15 Double Dragon IV – 22/03 – As decisões esquizofrênicas de Double Dragon IV, e mais a IA extremamente trapaceira tiram pontos do que poderia ser um excelente jogo retro. Recomendo numa promoção.

#16 Peasant Knight – 29/03 – Um puzzle/platformer que é irritante pelo fato de também usar o direcional para pular, além do botão. Eu comprei com o troco que tinha na PSN de Hong Kong após comprar o DoA Xtreme 3. É bom, mas dá pra irritar.

#17 Dude, where is my beer? – 01/04 – Adventure point’n click bem ao estilo Monkey Island. Faça puzzles desnecessariamente complicados (é aí que mora a graça) e tire sarro de cervejeiros artesanais hipsters. Não tem como dar errado. É divertido.

#18 Caravan Stories – 03/04 – Eu terminei ao menos a história de uma das raças. É um MMO com elementos de gacha, mas não chega a ofender. É simplório e funcional.

#19 Summertime Saga – 05/04 – Visual Novel gratuita que passou um tempo enorme em desenvolvimento e que agora tem a história principal concluída. Por um lado o roteiro é linear, mas exige um tanto de fetch quests relativas a status para conseguir algumas das coisas. Vale a pena, mas a arte não é pra todos.

#20 C14 Dating – 07/04 – Hibrido de visual novel e puzzle, possui arte e personagens adoráveis. O problema é que eu sou horrível em picross, apesar de ser divertido.

#21 Island Saver – 12/04 – Um first person cleaner? Enfim, um jogo em primeira pessoa que funciona como edutainment (aka jogo educativo) e advergame do Banco Nacional de Westminster. A despeito da premissa bobinha, é um jogo sólido que pode ser usado como introdução ao gênero de FPS para as crianças, sem a sanguinolência e guerras, usualmente vistos no gênero, ou sem agressões a sua carteira, como Fortnite, ou Apex. É gratuito e as únicas microtransações (por assim dizer) do jogo, são duas fases extras. Peca um pouco pela repetitividade.

#22 Legends of Talia: Arcadia – 13/04 – Uma visual novel curta, que custou 3 dólares e levei um minuto para fazer a platina. É uma leitura relativamente curta, mas o impressionante é o fato de que é uma novel da Winged Cloud em consoles.

#23 McDonalds: O Resgate dos Bichos – 14/04 – É um advergame bem trash, mas melhor que muito advergame br da época. O fato mais marcante é que teve sons ripados de Castlevania Bloodlines e é uma reskin do jogo do Xuxa e os Duendes 2, da mesma desenvolvedora.

#24 Mega Man 8 – 16/04 – Superando um trauma de 20 anos (Wily Tower 1), terminei MM 8 pela primeira vez na Legacy Collecti9n 2. É divertido, colorido e funcional.

#25 BraveMatch – 17/04 – Match 3 levemente estratégico, não é difícil ou complexo, dá pra platinar em uma tarde. O jogo é bom, mas os gráficos podem afastar as pessoas.

#26 Lego City Undercover – 18/04 – É um bom jogo de LEGO, e na minha opinião, uma das razões pelas quais a LEGO devia focar mais em jogos originais do que licenciamentos externos. É meio que um GTA pra crianças, mas muito divertido.

#27 Viola: The Heroine’s Melody – 24/04 – Uma mistura agradável de RPG e Plataforma, com temática musical. Dura umas 8 horas (curto pra um RPG), mas é satisfatório.

#28 Horizon: Zero Dawn – 26/04 – Eu gostei do jogo mais do que achei que gostaria. É um jogo sólido de mundo aberto, e por alguma razão me deu a sensação de descoberta que Assassin’s Creed me passava na época do Ezio. Peguei de graça, mas vale.

#29 Gunman Clive – 27/04 – Basicamente um clone de Mega Man no velho oeste com muitos tons marrons. Divertido e básico.

#30 Mega Man 9 – 28/04 – Os bosses desse jogo são pateticamente fáceis, excluindo as Wily Machines. Tudo isso pra compensar a dificuldade brutal das fases. Não toco mais nele, pra mim chega. E as Wily Machines são bullshit. Não sei se recomendo. É competente, mas… Estressante DEMAIS.

#31 Mega Man 7 – 29/04 – Mega Man 7 é bem legal, sério. O que ferra o jogo é o Wily Capsule, que é infernalmente chato.

#32 Mega Man 11 – 29/04 – Como ainda tava na adrenalina de ter terminado Mega Man 7, 8 e o 9, resolvi terminar o Mega Man 11, assim concluindo que terminei todos os Mega Mans que possuo de maneira oficial (OK, isso tinha sido feito com o 7)

#33 Taimumari: Complete Edition – 30/04 – Resolvi rejogar e terminar. Deuses, eu esqueci como esse jogo laga em alguns momentos, especialmente quando tem elementos demais na tela. E as fases finais são brutalmente difíceis. E apesar da dificuldade do jogo, não é uma platina difícil. Um clone de Mega Man com toques de bullethell.

#34 The Witness – 01/05 – Uma mistura de walking simulator com resolução de puzzles. Pensei em arriscar a platina, mas Jesus, que jogo chato. Dá não. Sim, tem a questão de pensar fora da caixa pra resolver os puzzles, mas quando essa caixa é chata, fica difícil. A sorte é que recebi de graça.

#35 112th Seed – 01/05 – Um platformer/puzzle simples e descomplicado. Depois do estresse que foi The Witness, é legal jogar um jogo BOM.

#36 Cruz Brothers – 02/05 – Jogo Brasileiro de boxe arcadezão. Não vai mudar seu dia, mas não é de todo ruim. A arte das cutscenes é ruim de lascar, a jogabilidade dá pra quebrar facilmente e terminar o modo história. Além do mais, paguei 3 reais. Platinei.

#37 Pac-Man Championship Edition 2 – 03/05 – O modo Adventure do jogo é pra doidos que masterizaram a arte dos reflexos (O final boss exige 222 estrelas). Considero Terminado os níveis de pessoas normais, no caso, 5-11. É um jogo legal, mas inferior ao antecessor que dominou dias da minha vida.

#38 Fight – 03/05 – Tecnicamente eu não terminei porque não tem como terminar, mas fiz 100% dos troféus. É até o momento o pior jogo de luta que joguei no Playstation 4. Sério que o preço cheio dessa bomba é 54 reais? 

#39 Mega Man 10 – 03/05 – Como tinha zerado já esse ano os Mega Mans 7, 8, 9 e o 11, meu TOC falou pra eu terminar o Mega Man 10. Apesar do Mega ainda não ter as coisas dele (buster e slide), o design de fases é muito menos babaca do que o do Mega Man 9.

#40 Konosuba: The Ressurrection of Beldia – 03/05 – Eu tinha feito mais ou menos metade do jogo na época que fiz meu review do jogo de Lodoss War, mas peguei depois pra terminar.

#41 Deponia – 04/05 – Point’n Click que peguei numa promoção da PSN. O jogo é bom, e o protagonista é irritantemente insuportável. Pretendo jogar o resto da série em breve. Platinado.

#42 South Park: The Stick of Truth – 05/05 – Excelente RPG da Obsidian. Eu posso classificar ele como Paper Mario encontra South Park. Recomendo, e é melhor que a continuação.

#43 Chaos in Deponia – 06/05 – Continuação de Deponia. Não gostei de umas pequenas mudanças na mecânica em consoles, mas o jogo no geral tá melhor, e mais longo. Sem contar que muitas das conquistas do jogo requerem um pensamento mais fora da caixa. Outro platinado. Infelizmente, Goodbye Deponia no PS4 só está disponível em Hong Kong.

#44 Toejam & Earl: Back in Groove – 07/05 – Vergonha minha, comprei esse jogo na pré-venda em 2019 e os únicos troféus foram de quando testei o jogo lá na casa da BRAT em 2019 e depois pouco toquei. Se você curtiu o jogo original de Mega Drive, considere dar uma chance a ele.

#45 Chip & Dale Rescue Rangers – 07/05 – Clássico de NES, zerei pra derustar e possivelmente submitar pra maratona da Speedruns Brasil. Divertido e curto.

#46 Koihime Enbu ~Ryo Rai Rai~ – 08/05 – Jogo de luta, nascido da série de visual novels Koihime Musou. Utiliza modelos 3D com celshading por cima para deixar as personagens com aspecto bidimensional. Mesmo na dificuldade fácil, inimigos poderão te combar.

#47 Goodbye, Deponia – 09/05 – O final da trilogia Deponia, esse eu tive que jogar no PC, pois o jogo não estava disponível na PSN (só está disponível na de Hong Kong, por conta da publisher de lá não ser a Daedalus, que removeu o jogo das outras regiões por conta das políticas de censura da Sony, e eu não tenho 11 dólares pra comprar um cartão da PSN de lá e comprar o jogo). Posso dizer que ele é o jogo mais viajado da série. Se é o melhor? Não sei, prefiro Chaos in Deponia. Não vou fazer 100% das conquistas no PC. Mas ei, ainda assim recomendo.

#48 Vera Blanc: Full Moon – 09/05 – O primeiro jogo da série Vera Blanc. Misto de visual novel com puzzles leves. É bacana, e dá pra terminar em umas duas horas. Pena que nunca teremos um Vera Blanc 3. por conta das baixas vendas da série.

#49 Chip & Dale Rescue Rangers 2 – 09/05 – Porquê não? Estava entediado, abri a Disney Afternoon Collection e terminei o jogo. Odeio os bosses desse jogo, é puro suco de RNG

#50 Sakura-iro Dreamer – 09/05 – Visual Novel curta, contando uma versão fictícia da entrada da Sakura Miko para a agência de v-tubers Hololive.

#51 Metagal – 10/05 – Clone tailandês de Mega Man. Tem seus defeitos, mas é divertido. Platinei quando comprei.

#52 Deponia Doomsday – 10/05 – A conclusão da conclusão da série Deponia. É o jogo que mais me deu risadas, e no qual o Rufus é menos babaca. Ele gira em torno de viagens no tempo… Excessivas, por assim dizer.

#53 DLC Quest – 11/05 – Platforming baseado em uma piada sobre todos os recursos do jogo serem DLC. E basicamente o jogo é essa piada. Não tem tanta graça depois de um tempo. Jogo basico.

#54 Valerie Porter and the Scarlet Scandal – 11/05 – Point’n click baseado em investigação, dedução e observação. Bem interessante, apesar de relativamente curto.

#55 DuckTales – 11/05 – O clássico da Disney. Não é melhor que a continuação, mas tem músicas mais marcantes.

#56 Skullgirls 2nd Encore – 12/05 – Haha, lutinha. O jogo é bom, mas a tradução é uma calamidade, pelo amor de Cristo.

#57 DuckTales 2 – 13/05 – Melhor que o primeiro, fiz o final achando todas as partes do mapa. Tem o final boss tremendamente bucha.

#58 Super Kids Racing – 13/05 – Jogo de corrida meme. É ruim, mas não é injogável, feito Fight. Vale pelo meme numa promoção, fora disso, não.

#59 Darkwing Duck – 14/05 – Honestamente, muito desse platformer aqui poderia ser melhorado. O design de fases se baseia em truques baratos pra irritar o jogador. Boss final um saco.

#60 DuckTales Remastered – 14/05 – Uma pena que a Capcom nunca fez DuckTales Remastered 2. Poderiam melhorar muita coisa. Jogo legal, mas não jogava faz anos.

#61 Chroma Squad – 15/05 – A versão de Chroma Squad que saiu pra PS4 (e Xbox One) não é tão boa quanto a de PC. Não falo nem pela (obvia) falta do modo de criação de episódios, mas sim pelos bugs não presentes na versão de PC. Enquanto que eu dou 10/10 pra versão de PC, os portes de console receberiam um 8,5/10

#62 Fortix – 16/05 – Imagine um clone de Qix, mas com temática medieval. Divertido, estressante e tal.

#63 Evoland – 17/05 – Na época, achei incrível a brincadeira com a evolução dos RPG’s (indo dos 8-bits aos 32 com os cenários tridimensionais pré-renderizados), hoje vejo que a brincadeira é válida, mas a execução falha em uns pontos em questão de hitboxes.

#64 Degrees of Separation – 18/05 – Puzzle baseado em temperaturas. É legal, mas como todo bom puzzle na mão de um burro, eu sofri pra fazer 100%

#65 Milo’s Quest – 19/05 – Híbrido de RPG de ação com puzzle BR que é simples, divertido e rápido de ser finalizado. Imagine um zelda-like com um cachorro, mas simples.

#66 Sakura Succubus 2 – 19/05 – Continuação de um jogo que eu não joguei o antecessor (isso já aconteceu antes), e uma visual novel divertida. A versão de consoles é All-Ages, se quiser hentai, vá para a versão de PC.

#67 Kotodama: The 7 Mysteries of Fujisawa – 20/05 – Eu já havia terminado o jogo no ano passado e falei sobre ele aqui no site, agora fui fazer o resto dos troféus para a Platina. Hibrido de Visual Novel e match-3 puzzle, divertido.

#68 Horse Racing 2016 – 20/05 – Ao contrário de Super Kids Racing que é ruim e quebrado, mas vale as risadas, esse jogo aqui é ruim, quebrado e não vale a pena seu tempo, dinheiro ou sanidade. Cansa.

#69 TaleSpin – 21/05 – Dos jogos da Afternoon Collection, é o pior. E dos jogos da Disney/Capcom no NES, possivelmente é o pior também. Muita gente considera um clássico, eu acho chato.

#70 Mighty No. 9 – 21/05 – Olha, eu me diverti com esse jogo quando o jogo queria. Só que ele é muito estressante pra valer a pena alguma outra jogatina. Da série, não toco mais nele. Decente. Só isso.

#71 Wardogs: Red’s Return – 22/05 – Beat’em up brasileiro, é um porte de celular de um jogo licenciado da RedNose, marca de roupas. Cachorros trocando porradas… Porque será que a QUByte (responsável pelo porte) publica tantos jogos com temática de cachorro? Primeiro o Dogurai, agora esse. Piadas a parte, é um jogo de mediano pra bom, apesar de alguns inimigos babacas.

#72 Sigi: A fart from Melusina – 23/05 – Ghouls and Ghosts pra crianças. Platforming simples e divertido. Aproveitei pra pegar o trofeu de platina do jogo.

#73 Bastion – 24/05 – Bastion é legal, mas imagina jogar depois de 2 anos sem tocar no jogo e quase chokear por burrice? Pois é. Terminei em live.

#74 Caveman Warriors – 25/05 – Um side-scroller platformer meio arcadezão. O estilo gráfico é cartunesco, os personagens diferentes, mas a impressão é que fica é que o jogo é melhor em coop. Vale a pena se você pegar numa promoção como eu.

#75 1943: The Battle of Midway – 25/05 – O jogo gratuito da Capcom Arcade Stadium. Claro que eu joguei, ainda que pra terminar eu tenha comprado o DLC de Jornalista de Jogos (aka Invencibilidade). Não me arrependo. A última fase, independente de quantos créditos você tenha, morreu é game over. Plus, eu não consigo jogar direito shooters antigos, os padrões parecem muito erráticos.

#76 Dandara: Trials of Fear – 26/05 – Metroidvania diferente, feito no Brasil. A jogabilidade no controle não é das mais perfeitas, afinal, é um porte de mobile e a maneira como o jogo se joga não privilegia muito os controles. A princípio, eu odiei, mas mudei um pouco a opinião. Os controles ainda são ruins, mas o jogo é aceitável. Não pelo preço da PSN, mas aceitável.

#77 Hentai vs Evil – 27/05 – É um shooter meme. Não é bonito, chama a atenção pelo nome, e tem shooters melhores… Mas é divertido.

#78 0 Degrees – 27/05 – Platformer/puzzle Brasileiro envolvendo gelo. É um jogo desafiador, pero no mucho, e é criativo, além de divertido.

#79 Dreaming Sarah – 28/05 – Indie Brasileiro que é melhor do que eu imaginava. Claro, a temática dele é pesada depois que você descobre o que é. Mas ainda assim vale a pena.

#80 Pixel Devil and the Broken Cartridge – 28/05 – Jogo insuportavelmente chato. Tenta ser uma homenagem aos clássicos, mas o design de fases é um horror. Platinei.

#81 Pinkman + – 29/05 – Platformer de precisão, com gráficos ultra minimalistas, jetpack e muitas, mas muitas mortes. Platinado. O fato de maior destaque é que dentre as músicas royalty free do jogo, você vai encontrar a música “We’re Finally Landing”, do artista HOME. Fãs de speedruns vão reconhecer como a música usada nos vídeos do Summoning Salt.

#82 One Escape – 30/05 – Mistura de puzzle, platforming e Stealth. É um indie muito divertido, apesar das fases do Gorila aumentar a dificuldade de maneira surpreendente. Recomendado.

#83 Double Dragon II: The Revenge – 31/05 – Double Dragon II. Simples, bater em malandros é gostoso demais.

#84 Biomutant – 01/06 – Como definir Biomutant para leigos? Um fallout com furries. É um jogo gostoso de se jogar, com um belíssimo mundo aberto a se explorar. Não é difícil, mas o preço cobrado nele (60 dólares) não vale, porque é aquém da capacidade gráfica dos consoles. Se fosse um jogo de 50 ou 40 dólares, recomendaria sem pensar duas vezes. No preço atual, talvez em promoção.

#85 Coming to Grips with Christine – 01/06 – Visual Novel curta (com conteúdo sexual), basicamente você namora uma mulher que é um pouco controladora demais, e precisa decidir o que vai fazer com o futuro de vocês juntos. A história não enrola e vai direto ao ponto, considerando prós e contras, recomendo.

#86 Bondage Black Jack – 01/06 – Visual Novel/Black Jack, vulgo 21. Imagine Strip poker, mas ao invés de poker é 21 (também conhecido como Black Jack lá fora), agora imagina que quando você termina de despir a moça, pode dar 1 de 4 recompensas a ela no campo do bondage. Imaginou? Infelizmente não é bom como black jack, nem como erótico. Muito pouco conteúdo.

#87 Sengoku 3 – 02/06 – O melhor beat’em up da SNK. Bonito, mecanicamente bom, mas como todo jogo de arcade, difícil feito a moléstia.

#88 Donuts’n Justice – 03/06 – Shooter horizontal protagonizado por dois policiais de terno branco que tem que atirar em criminosos, ninjas, mais criminosos, uma gosma verde e um DONUT GIGANTE.

#89 Freddy Spaghetti – 03/06 – Jogo meme do macarrão. Divertido, porém muito estressante. Vale as risadas e a platina é demoradinha. Não muito, mas é.

#90 Ord. – 04/06 – Um text adventure baseado em sentenças de três palavras e múltiplas escolhas. Platina complicada graças ao RNG do jogo.

#91 Trials and Traces: The Tomb of Thomas Tew – 04/06 – Adventure point’n click sobre um detetive investigando as pistas de um pirata morto. Curto e competente, apesar dos gráficos old school.

#92 All-Star Fruit Racing – 05/06 – Clone de Mario Kart com temática de frutas. O jogo é funcional, mas tem certamente a trilha sonora mais sem graça de um jogo de kart.

#93 Sumatra: Fate of Yandi – 06/06 – Outro adventure Point’n Click, com pixel art. O visual do jogo não é chamativo pra quem por exemplo jogou Deponia, mas não é de se jogar fora. Uma história que a princípio parece ser de sobrevivência, mas ao avançar, ganha um toque de mistério.

#94 Heal – 06/06 – Um puzzle… Chatinho. Ele é curto, mas principalmente, chato. Não costumo dizer isso de puzzles, mas é a verdade.

#95 Thunderflash – 06/06 – Um clone de Commando/Mercs no melhor sentido possível. Trilha sonora bacana (na maioria das vezes), dificuldade balanceada (na maioria das vezes) e duração decente.

#96 Strawberry Vinegar – 07/06 – Visual novel yuri sobre comida e o romance com uma demônia. É uma comédia leve, bem escrita (como esperado da Ebi-hime). Eu já tinha terminado ela alguns anos atrás no PC, mas agora tive a oportunidade de rejogá-la em sua versão de consoles.

#97 Roommates – 08/06 – Uma visual novel sobre a vida na faculdade. O jogo tem um q de acumular pontos como se fosse um date-sim e um sistema de status que pode liberar os melhores finais. Você escolhe entre dois protagonistas, e caso escolha um, o outro potencialmente pode ser seu par. É divertida.

#98 Guard Duty – 09/06 – Outro adventure point’n click. Apesar do ritmo lento da jogatina, a história é cativante.

#99 Jisei: The First Case HD – 10/06 – Visual Novel de mistério e assassinatos. Tem seu valor, ganhou tratamento HD pro lançamento em consoles (a original de 2010 era 4:3), infelizmente a tradução em português tem muitas falhas, o que tirou parte de minha diversão.

#100 Sengoku Basara 4: Sumeragi – 11/06 – Sengoku Basara é uma de minhas franquias favoritas. Como 90% dela, não veio ao ocidente, mas é um jogo bem divertido. Mas é aquilo, ou você morre uma grana importando, ou apela pra locadora do Paulo Coelho (se você possui um PS3 destravado)

#101 Tamiku – 12/06 – Inspírado por Bubble-Bobble, Tamiku é um jogo que é curto (2 loops de 8 fases), mas divertido. Ele presta homenagens a clássicos dos 8-bits e é competente nisso, ao contrário do Pixel Devil.

#102 League of Evil – 13/06 – Um jogo no estilo Super Meat Boy. Legal pra caramba, um pouquinho estressante pra novatos (eu já fiz speedrun de League of Evil então é de boa pra mim), mas tranquiilo de se jogar. Morra e aprenda.

#103 Is it wrong to try to shoot’em up girls in a dungeon? – 14/06 – Shooter feito pra promover o lançamento do jogo “Is It Wrong to Try to Pick Up Girls in a Dungeon? Infinite Combate” e é bem divertido. Curtinho, mas é gratuito e leve.

#104 Ninja Gaiden Sigma – 15/06 – Jogaço, apesar da câmera problemática. É uma versão menos difícil do Ninja Gaiden original do Xbox. O que quer dizer que mesmo jogando no Easy, o jogo vai comer seu rabo com areia. Não se sinta mal de jogar no Easy, já que o jogo não pega leve. NINPO INFINITO FAZ BRRRRRR!

#105 Autumn’s Journey – 16/06 – Uma visual novel que foi lançada gratuitamente no PC, foi relançada pros consoles. É bem curtinha e gostosinha, sobre amizade e pans.

#106 Sun Wukong vs Robot – 17/06 – Metroidvania-lite estrelado por Sun Wukong, que derrotado e capturado por robôs, deve recuperar seus poderes, os derrotar e conseguir sua liberdade de volta. É gostosinho de jogar, mas é difícil.

#107 Pretty Girls Klondlike Solitaire – 17/06 – Basicamente paciência com Waifus. Básico. O maior destaque são os sprites das meninas do jogo, feitos pelo estúdio Miel/Norn, cujas visual novels são distribuídas pelo braço ocidental deles, Cherry Kiss Games.

#108 Ninja Gaiden Sigma 2 – 18/06 – Em relação ao primeiro jogo, muda da água pro vinho. O jogo é mais ágil, bonito e a ação é mais brutal. Novamente, não se sinta mal de jogar na dificuldade mais fácil, porque o jogo vai comer seu cu. E grazadeus, sem inimigos Drones… Por outro lado, sem Ninpo Infinito (mas ele não é tão útil quanto no primeiro jogo).

#109 Ninja Gaiden 3: Razor’s Edge – 19/06 – Entendo as críticas que o jogo recebeu, tem um jogo muito bom querendo sair dali, mas a decisões imbecis do Team Ninja impediram. As melhores fases do jogo foram as adicionadas na versão RE, com a Ayane porque elas lembram bastante os dois Ninja Gaiden anteriores.

#110 A Hero and a Garden – 20/06 – Visual novel de colheita. Você é um cavaleiro que foi resgatar uma princesa… Que não precisava ser resgatada e você acabou detonando a cidade dos monstros. Para consertar tudo, você precisa colher frutas e conseguir dinheiro pra reparar tudo. Basicamente, aperte botões e espere: O jogo. A única escolha que você faz é no final.

#111 Trenga Unlimited – 22/06 – Puzzle que é uma espécie de Jenga invertido misturado com Tetris. É um jogo divertido, mas que pode estressar nas fases posteriores. Mais um indie brasileiro zerado.

#112 Devil May Cry 4: Special Edition – 22/06 – Devil May Cry 4 é divertido, considerando os problemas que a Capcom teve na época e metade do jogo são as fases do Nero de trás pra frente. A jogabilidade dele compensa.

#113 Arkan: The Dog Adventurer – 23/06 – Um misto de Arkanoid e platformer. Consegue divertir por um tempo, mas em um determinado momento o jogo deixa de ser divertido e passa apenas a ser frustrante.

#114 Sable’s Grimoire – 23/06 – Visual novel (curiosamente não eroge) sobre um garoto que vai pra uma escola de magia aprender mais sobre o assunto. É bem bacana. Recomendo.

#115 South Park: Fracture But Whole – 26/06 – Continuação de Stick of Truth. Em alguns pontos, vai mais longe que o antecessor no humor. Em mecânicas. as vezes é inferior. Ao menos não tem a sensação de ser curto feito o anterior.

#116 In Rays of the Light – 27/06 – Walking simulator do gênero “Russia” (basicamente, um pós apocalipse) que começa misterioso, tem um tom creepy no meio, mas no fim, assim como no “Sexto Sentido”, você estava morto o tempo inteiro. É ok, e não é babaca pretensioso como The Witness.

#117 Bitch family on the Beach – 29/06 – O título já entrega, baixei esse jogo pelo nome. É um “RPG” em japonês que tudo que você precisa fazer é interagir com algumas pessoas na praia pra fazer sexo com elas. O resto? Não sei, o jogo tá em japonês

#118 Tower of Waifus – 29/06 – Um clone de HuniePop. Divertido, mas não tem o fator replay no nível de HuniePop.

#119 Gutwhale – 29/06 – Shooter meio rogue-lite. Chatinho, curto, não recomendo. Deu pra perceber pelo parágrafo que eu realmente não curti o jogo.

#120 CrossKrush – 30/06 – Um puzzle com dois velhinhos sobre destruir carros dos jovens. Muitas explosões, combos e o escambau a quatro. Os gráficos são meio meme, mas dá pra se divertir por uns 15, 20 minutos por jogatina.

#121 Mina & Michi – 30/06 – Do mesmo criador de Milo’s Quest, e bem parecido com o mesmo. Um puzzle/adventure bem tranquilinho de se jogar, perfeito pra uma tarde fria. Só queria ter o cérebro pra movimentar dois personagens ao mesmo tempo sem parecer que eu tive um AVC.

#122 Extreme Formula Championship – 01/07 – Um dos jogos de corrida mais boçais que já joguei, faz Super Kids Racing parecer excelente. E é dos mesmos criadores. Cinco pistas, AI burra, carros todos iguais, texturas aparecendo e sumindo. Infelizmente não foi portado pro PS4, ou eu teria comprado.

#123 Horny Honey – 01/07 – Quebra cabeça hentai. Só isso. Uma música que fica repetindo até o fim dos tempos.

#124 Horny Girls – 01/07 – A mesma coisa que o anterior, só que com uma apresentação melhor e um minigame de flecha pra despir as garotas.

#125 Gamer Girls – 01/07 – Tetris com hentai. O tetris é bom e o hentai também. Pena que a tradução do jogo é boçal. Mas recomendo.

#126 Sweet and Hot – 01/07 – Jogo da memória, que basicamente sua função é desbloquear figuras de waifus. A cada loop de garotas, com menos roupas elas vão ficando. Trilha sonora de elevador.

#127 Hentai Saves Australia – 01/07 – Mais um quebra cabeça hentai, só que esse tem uma “música” irritante e um gemido que te distrai. Entre Horny Honey, Horny Girls e esse aqui, Hentai Saves Australia é o pior.

#128 Blaster Master Zero – 02/07 – Um excelente reboot da série, feito pela Inti Creates. Jogabilidade melhorada, mas ainda familiar e a dificuldade balanceada. Recomendo demais.

#129 – More Dark – 03/07 – Jogo de puzzle/platformer simples, mas que não streamei porque ele crashou em uma ocasião. 60 fases com dificuldade progressiva e boas mecânicas.

#130 – Amazing Pyramids Reborn – 03/07 – Puzzle de descobrir as palavras (feito o jogo da forca, mas sem derrota). Não recomendo pra sessões longas. Em doses periódicas é ok.

#131 Hentai XXX Plus – Jigsaws Vol 2 – 04/07 – Quebra-cabeças hentai (mas que não foi feito na Unity) que seria bom se a apresentação dele não fosse pretensiosa demais.

#132 Blaster Master Zero 2 – 04/07 – Continuação do BM Zero, ampliou o escopo da aventura e adicionou coisas novas. Tirou algumas, mas no fim é um jogo maior e melhor que o antecessor.

#133 Agatha Christie: The ABC Murders – 05/07 – Jogo de detetive, baseado no livro homônimo. É um point’n click em terceira pessoa com gráficos meio em cell shading. É bem competente.

#134 Bloodstained: Curse of the Moon – 06/07 – Castlevania em 8-bits, da Inti Creates. Não sei se é pelo fato de eu ter jogado muito jogo desgraçado e difícil, mas o jogo me pareceu mais fácil do que eu lembrava.

#135 Life Changes for Keeley – 08/07 – Continuação da cena final de “Coming to Grips with Christine”, onde Keeley havia flagrado seu marido a traindo com outra. Visual Novel erótica simples, mas a apresentação em termos de Interface gráfica melhorou.

#136 Dr. Yuuko’s Sex Training – 09/07 – Visual Novel erótica (oh, não diga) bem curtinha, básica, mas o principal problema é que quando você acha que vai continuar, ela acaba.

#137 Super Destronaut DX-2 – 09/07 – Jogo a la space invaders. Simples, viciante e frenético.

#138 Bloodstained: Curse of the Moon 2 – 10/07 – Melhor que o primeiro, e mais difícil. Mas por incrível que pareça, mesmo eu tendo jogado ele somente quando saiu, não tive tanto problema pra terminar os 3 capítulos. Não sinto a necessidade de jogar o Ritual of the Night.

#139 Hard Work – 12/07 – Visual Novel erótica (não diga) com a premissa esquisita de que você trabalha com aconselhamento sexual e precisa ajudar uma (de 3 possíveis) garota a ficar motivada e feliz no trabalho. A “diferença” ´é que a rota é definida por um questionário antes de conhecermos de fato as garotas.

#140 Sonya: The Great Adventure – 12/07 – Adventure Point’n click na mesma pegada do Valerie Porter, ou seja, do gênero “Hidden Object”. Ele é divertido (na medida que um jogo do gênero consegue ser) e um tanto desafiante. Você precisa salvar a sua irmã, que teve a alma roubada por um feiticeiro DO MAAAAAAL.

#141 Mascara Omega – 13/07 – Seria cheat considerar que terminei meu próprio jogo? Não sei, mas enfim, aproveitei um dia sem internet pra rejogá-la.

#142 Inbetween Land – 15/07 – Outro Point’n click de objetos ocultos. Dessa vez, salve sua curiosa amiga que foi investigar uma ilha flutuante e acabou virando um espírito.

#143 Adam Wolfe: Episode 1 – 16/07 – Vou considerar cada episódio de Adam Wolfe como um jogo separado, porque é assim que eles foram vendidos (apesar de eu ter adquirido os 4 numa tacada graças ao Indie Gala). É um Point’n click de Objetos Ocultos. Você é Adam Wolfe, detetive sobrenatural que deseja encontrar a irmã desaparecida, e nisso, ele vai resolvendo casos cabulosos.

#144 Adam Wolfe: Episode 2 – 17/07 – Obviamente, uma das coisas que elogio em Adam Wolfe é que a apresentação dos jogos é extremamente impecável. Pegando títulos como Valerie Porter e Sonya: The Great Adventure, Adam Wolfe está milhas a frente, comparando-se possivelmente com os títulos da Artifex Mundi (que publica jogos do gênero no PS4 e a apresentação deles também é ótima. Outra coisa, é que a série Adam Wolfe não fica só no básico de acha objetinho, tem coisinhas mínimas aqui e ali que fazem diferença no produto final.

#145 The Last Dream – 18/07 – Mais um Adventure point’n click de Objeto Oculto. Ei, não é culpa minha que o Indie Gala deu uns 4 jogos do gênero em julho e eu gostei deles. Nesse aqui, a apresentação dele é um pouco mais garbosa com direito a cenas em Full Motion Video. A história tem um twist bacana, e alguns puzzles são reaproveitados de jogos da produtora (a mesma de In Between Land e Sonya: The Great Adventure). Recomendo.

#146 Season of Mystery: The Cherry Blossom Murders – 19/07 – Tinha esse jogo desde maio, acho, presente do Chora. Assim como os últimos quatro jogos dessa lista, é um point and click de objetos ocultos. Só que esse é um jogo japonês. Sim, foi feito pela Square-Enix e tal. Ele segue as mesmas convenções dos outros. Só que ele é simples, em termos de mecânica, ele tá próximo de Valerie Porter, o que faz sentido, já que ele é de 2009/2010.

#147 Empress of the Deep: The Darkest Secret – 20/07 – You guessed it, mais um jogo de objetos ocultos. Esse eu fiz a maioria dos puzzles sem pular (ou consultar guias), é uma sensação boa. Nesse aqui, devemos encontrar por alguma razão, três relíquias pra descobrirmos sobre o nosso passado e derrotar uma Imperatriz. É parte de uma trilogia.

#148 Lost Grimoires 3: The Forgotten Well – 21/07 – Não diga, mais um bla bla bla bla bla. Enfim, depois do milésimo, fica difícil falar algo diferente. Mas enfim, apesar de ser o terceiro de uma trilogia, os jogos não são diretamente conectados. E o gênero é uma ótima experiência narrativa.

#149 Adam Wolfe: Episódio 3 – 21/07 – Um dos defeitos dos jogos da quadrilogia Adam Wolfe é que eles são relativamente curtos, comparando com outros jogos usuais. Mas, uma coisa que posso elogiar em relação a série, é que ela não tem repetição muito extensa de puzzles, e todos dão um toque único. E o episódio 3 termina em um cliffhanger interessante.

#150 Adam Wolfe: Episódio 4 – 22/07 – Me sinto orgulhoso de não ter pulado um puzzle sequer nesse jogo. E o final é meio meh que ele deixa umas coisas em aberto

#151 Secret City: Mysterious Collection – 23/07 – Tem uma razão pela qual tiveram muitos jogos de hidden object zerados em sequência, eu os zerei de noite, pois durante o dia, jogava Dragon Quest XI, já que nenhum jogo de PS4 apareceu pra eu fazer análise.

#152 Around the world with the Johnson Family – 31/07 – Cacete, esse jogo tem zero história, só hidden object e puzzle. Jesus, jogo sem graça dos infernos. Além de ser excessivamente longo.

#153 Apple Slash – 04/08 – Um micro RPG de ação que tem uma mecânica interessante, uma boa jogabilidade, porém, quando você acha que o jogo tá engrenando… Ele termina.

#154 Fairy Godmother Stories: Little Red Riding Hood – 04/08 – Mais um jogo de hidden objects point’n click. Porém, depois do tédio que foi Around the World with the Johnson Family, aqui as coisas são mais tradicionais, historinhas e puzzles e etc. O problema é que o plot twist do jogo acontece cedo demais.

#155 Trigger Witch – 05/08 – Eu não esperava me divertir tanto com um dual stick shooter, porque não é um gênero que eu me dou bem. Mas sendo acessível a todos, bem humorado e bem feito, além de lindo, Trigger Witch tá entre os melhores jogos (de 2021) que joguei esse ano.

#156 Dating Life: Miley x Emily – 05/08 – Visual novel curta, parte do universo compartilhado que o pessoal da Dharker Studio criou, que engloba Beach Bounce, Negligee e possivelmente algum outro jogo deles. É interessante e bem feito, principalmente conhecendo um pouco o lado e Emily, a dona da Negligee.

#157 Dragon Quest XI: Echoes of an Elusive Age – 08/08 – Eu poderia ter terminado uma semana antes pelo menos, se não tivesse ocupado fazendo o conteúdo pra platina do jogo. O melhor JRPG do PS4, sem sombra de duvidas. Tem alguns problemas de balanceamento? Tem. Mas é um RPG divertido. Eu terminei o jogo principal no dia 26/07, mas o pós game com o final verdadeiro, somente no dia 8/8

#158 Empress of the Deep 2: Song of the Blue Whale – 10/08 – Continuação de Darkest Secret. Aqui precisamos libertar o espírito de bla bla bla, era no fim das contas mais uma armação do fantasma de Pandora, a irmã gêmea de Anna, a protagonista. No fim, Anna finalmente assume o posto de Imperatriz das Profundezas e os poderes especiais dela fazem os continentes submersos voltarem ao normal.

#159 Shiny: A Robotic Adventure – 10/08 – Indie BR platformer com um robozinho. Ele tem uma temática interessante, mas a física de platformer é ruim e as hitboxes são questionáveis. É aquele jogo que tava a um passo de ser bom.

#160 Potata: Fairy Flower – 10/08 – Platformer simpático da Sometimes You, tem seus problemas, mas 90% dele é bom e foi uma lufada de alegria depois dos xingamentos que foi Shiny.

#161 Mystery Trackers: Forgotten Voices – 11/08 – Prova 742 que eu preciso de um computador novo? Um jogo de Hidden Objects tava tendo problemas de performance aqui nesse lixo. Anyway, aqui estamos no papel de três jovens investigadores que precisam solucionar o sumiço de um grupo de estudantes em uma escola, que acontecera um ano atrás. Porém, ninguém no local lembra deles.

#162 Shattered Minds: Masquerade – 13/08 – Outro jogo de Hidden Objects, dessa vez precisamos por fim a tentativa de um lunático de destruir Saint Louis por vingança. Nos extras, descobrimos que a vingança desse lunático é meio justificada, já que a morte da família dele foi obra dos poderosos da cidade.

#163 Runaway Express Mystery – 14/08 – Guess What? Enfim, dessa vez a história é de uma mãe, que para salvar os filhos sequestrados por um condutor de trens, precisa solucionar algumas mortes misteriosas. Nada demais, puzzles, hidden objects, point’n click.

#164 Grim Legends: The Forsaken Bride – 15/08 – A Artifex Mundi é minha produtora de point’n clicks de Hidden Objects favorita. Os jogos deles tem uma produção bem feita e amarrada e a narrativa é boa… A única produtora que vi batendo de frente em termos de qualidade do produto foi a do Adam Wolfe. Enfim, mais um jogo de objetos ocultos, dessa vez, salvando nossa irmã gêmea de um espírito maligno.

#165 Mystery Trackers: Silent Hollow – 16/08 – Outro jogo da série Mystery Trackers, mas dessa vez bem anterior, percebe-se a evolução dos produtores, já que esse jogo é um pouco mais simples (mas ainda lotado de puzzles).

#166 New York Mysteries: The Lantern of Souls – 17/08 – Jogo ambientado na Nova Iorque dos anos 50, você é uma jornalista que investiga casos paranormais. E dessa vez, um nazista quer transformar a população em um exército de zumbis.

#167 Crystals of Time – 18/08 – Esse é um jogo de Hidden Objects que obviamente não tinha muito orçamento (apenas um grupo de 3 pessoas, programador, artista e compositor). Isso não seria um problema, se o jogo não tivesse um sério problema de orientação e as hitboxes dele não fossem questionáveis.

#168 Barry the Bunny – 18/08 – Jogo do criador de Milo’s Quest e Mina & Michi. Um platforming fofo e divertido, que fica um cadinho desafiante nos últimos estágios, mas não é tão complicado. Dá pra finalizar de boa, mesmo se você for ruim.

#169 Grim Tales: The Final Suspect – 19/08 – Mais um jogo de Hidden Objects, dessa vez, estamos no papel de uma detetive que tem um estranho poder de voltar no tempo para coletar pistas dos crimes que soluciona. Enfim, alguns dos puzzles aqui são multi-camada, você faz 3, 4 as vezes até 5 mini puzzles pra completar um puzzle só.

#170 Pile Up! Box by Box – 19/08 – Puzzle/Platformer/Colectathon simpático onde controlamos uma caixa e basicamente temos que consertar o mundo. É um jogo divertido, pena que não tenho amigos pra jogar em coop local. Dá pra terminar em 3, 4 horas de boa, mas o 100% da campanha principal pode demorar um cado mais.

#171 Dark Romance: Heart of the Beast – 20/08 – Outro jogo de Hidden Objects, e esse é talvez um dos mais fáceis em termos de resolução de puzzles. O melhor é que as etapas de Hidden Objects podem ser trocadas por Puzzles match-3. A história? Uma recontagem de “A Bela e a Fera”, por assim dizer, mas com certos twists.

#172 DOOM (1993) – 20/08 – Tá, foi só o primeiro episódio. Mas apareceram os créditos, então conta. Foi minha primeira vez com o Doom original desde o porte de SNES que joguei milênios atrás. É bem divertido, apesar de ser um jogo simples.

#173 Sigil – 20/08 – Os portes modernos de Doom tem suporte aos mods, então baixei o mod feito pelo criador original de Doom, John Romero. E apesar de começar com uma pegada puzzle, o final do jogo é cansativo Cansativo e ruim, aliás.

#174 Grim Legends: Dark City – 21/08 – Yada Yada, outro jogo de Hidden Objects. Não utilizei dica alguma nem pulei puzzle algum, me sinto até inteligente. A história? Dessa vez, um homem tenta ressucitar sua amada, mas acaba quase soltando um mal ancestral no mundo. Como a membro de uma organização que protege o mundo desse mal ancestral, precisamos resolver a parada.

#175 99 Vidas: O Jogo – 21/08 – Um beat’em up honesto. Tem defeitos, como a hitbox as vezes não funciona, e a CPU pode ser meio apelona. Mas consegui terminar, e é bacana ter seu nome nos créditos de um jogo (fui um dos apoiadores)

#176 Mystery Trackers: Four Aces – 22/08 – Talvez seja pelo fato de eu estar jogando esse gênero de jogo no horário da noite/madrugada, mas eu cansei jogando ele. Ou talvez o fato de que quando joguei, eu estava uma pilha de nervos. Mas os puzzles pareciam difíceis e eu fiquei perdido vez ou outra. Enfim, aqui, um louco fez mutações com animais e pessoas e cabe a gente resolver a treta.

#177 Sakura Succubus 4 – 22/08 – Quarto episódio da série Sakura Succubus, a narrativa dessa vez é de férias na praia, que me traz lembranças dos dois Sakura Beach, mas novamente, é legal para conhecermos mais as Succubi. E deixar uma coisa aqui clara: Mermão, a Marina é muito atraente. Sim, as garotas do jogo são naturalmente bonitas, mas a Marina é outro nível. É uma visual novel, as escolhas não importam em termos da narrativa, mas tem alguns achievements atrelados no PS4.

#178 Queen’s Quest 2: Stories of Forgotten Past – 23/08 – Não sei, mas novamente, outro título de Hidden Objects, eu tomei um gosto absurdo pelo gênero e possivelmente vou acabar até fazendo algo do tipo. Dessa vez, somos uma alquimista que pode mudar de forma (graças a poções) e temos que solucionar crimes, que tem relação com alguns contos de fadas (Chapeuzinho Vermelho, Robin Hood e Hansen & Gretel).

#179 Omno – 23/08 – Um puzzle que conta uma jornada solitária em busca da luz. É um tanto difícil explicar o jogo, mas é meio platformer e tem uma pegada como a de Journey, mas sem ser um absoluto porre como o jogo supracitado.

#180 Orbibot – 23/08 – Como bem definido por um espectador da minha live: Orbibot é um Marble Madness 3D, com elementos de puzzle. É divertido, mas ao mesmo tempo estressa.

 

#181 Ultimate Ski Jumping 2020 – 24/08 – Jogo meio arcade, simples, gráficos em pixel art, só que ele só fica no gimmick do salto de esqui, a pontuação dele é estranha e custa 53,90. Ele não vale os dez dólares cobrados.

#182 The Unseen Fears: Body Thief – 24/08 – Outro jogo de hidden object yada yada. Nesse aqui, existe a opção de trocar os puzzles de objetos ocultos por puzzles match-3, mas honestamente, os match-3 parecem durar pra sempre. A história? Somos um detetive com poderes sobrenaturais dados por nosso pai de criação. Temos que investigar uma série de assassinatos que aconteceram em Amsterdã, na Holanda.

#183 Trine – 25/08 – Hoje em dia considerado clássico, Trine é em seu cerne, uma evolução do clássico “The Lost Vikings”, você tem 3 personagens com habilidades diferentes e precisa combinar essas habilidades pra passar pelos obstáculos das fases. Divertido.

#184 Brazilian Adventure – 25/08 – Outro point’n click de objetos ocultos. Esse aqui é um pouco esquisito, e se passa no Brasil. Seria aceitável, se não fosse o protagonista soltando uns “Anda logo, bora!” (Não com essas palavras) quando se demora num puzzle. Você acaba se envolvendo em uma treta com um espião da KGB e a herdeira de um imigrante russo, fugido da revolução comunista.

#185 Action Arcade Wrestling – 26/08 – Esse aqui seria o jogo oficial da Chikara, se não fosse o fechamento da mesma. A jogabilidade é arcadezona e fácil de entender, em alguns pontos lembra os jogos da WWE. O conteúdo do jogo em si é pequeno (mesmo com a variedade de matches, só temos lutas de exibição). Como o jogo não tem modo carreira, campeonato ou coisa do tipo, considerei como terminado, conseguir todos os troféus do jogo. A melhor parte do jogo são as criações da comunidade.

#186 Pretty Girls Panic! – 26/08 – Clone do clássico Qix, com as meninas das novels da Miel/Norn. Com a natureza viciante de arcade e as belas meninas das novels, é uma boa compra. A platina é rápida, mas o jogo compensa em fator replay.

#187 Mystery Case Files: Rewind – 26/08 – Outro point’n click de Hidden Object só que esse aqui é fraco. A trama, envolvendo consertar uma treta temporal seria interessante, se houvesse algo. Mas há somente um fiapo de roteiro, envolvido por infinitas seções de Hidden Objects, intercaladas com puzzles.

#188 Mystery Trackers: Train to Hellswich – 27/08 – Mais um jogo point’n click de Objetos Ocultos (quantos zerei nessa lista? Não sei). A trama envolve o sequestro de crianças dotadas de poderes mágicos e uma antiga organização que foi detida pelos Mystery Trackers há muito tempo atrás.

#189 Labyrinths of the World: When the Worlds Collide – 27/08 – A trama envolve resgatar a sua irmã, absorvida por um lívro místico e no processo, salvar todos os mundos de um mago maníaco. E sim, mais um point’n click de objetos ocultos.

#190 The Myth Seekers 2 The Sunken City – 28/08 – Yada Yada, pelo menos não precisei aguardar o fim de ano pra escrever o texto desse artigo. Mais um point’n click de objetos ocultos. Dessa vez, desvendamos os segredos de uma cidade que submergiu e precisamos salvar Paris.

#191 The Unseen Fears Last Dance – 28/08 – O jogo é bom, mas é confuso. Você começa indo pra Paris pra atender o e-mail de uma certa mulher, só que essa mulher morre e você vai numa caçada pra resolver uma das coisas que acontece. Claro, você muda a vida das pessoas que vai passando, mas é meio confuso que no fim, só um casalzinho lá importa. E sim, é um jogo de Hidden Objects.

#192 Haunted House: Room 18 – 29/08 – Um tio convidou a sua família para uma reunião numa mansão, porém a mansão foi assombrada por algo ocorrido no passado e cabe a você e seu irmão resolverem as coisas. Puzzles e Hidden Objects.

#193 The Secret Order: Return to the Buried Kingdom – 29/08 – Uma amiga de infância com a qual compartilhamos aventuras anteriores (sei de nada, esse é o oitavo jogo da série Secret Order) nos chama porque algo aconteceu no Reino onde ela está vivendo. Daí investigamos, puzzles, yada yada. Olha, se tem uma coisa a se criticar nos jogos de objeto oculto que tenho jogado é… OS FINAIS SÃO UMA MERDA. Sério. Boa parte deles é curto do tipo: “Ah você conseguiu TCHAU CRÉDITOS”

#194 Family Mysteries 2: Echoes of Tomorrow – 30/08 – Olha só! Um jogo de Hidden Objects cujo final não é uma absoluta merda, quem diria, hein? Enfim, nesse jogo você é um inventor genial, só que algo acontece e alguém sequestra a sua esposa, e no fim das contas estamos lidando com uma inteligência artificial Skynet Wannabe (os caras nem esconderam que se inspiraram em exterminador do futuro, pelo amor de deus, o nome da AI é A.R.N.O.L.D.). Mas bem, o jogo é bem legal.

#195 Mystery Trackers: Fatal Lesson – 31/08 – O jogo é a primeira aparição de Slade, Black e Ginger, os protagonistas de Mystery Trackers: Forgotten Voices. Dessa vez, lidamos com um estranho monstro ligado a experimentos passados da organização, e ao mesmo tempo que investigamos isso, relembramos parte do passado da Agente Amber e da Agente Shade, quando elas ainda estavam em treinamento. E sim, o final é satisfatório e explica as coisas.

(Post scriptum: Sei que a ideia é manter os textos como eu havia escrito quando terminei, mas precisava colocar isso. Meu papel de parede desde a época, é uma foto da Agente Shade)

#196 Witches Legacy: Rise of the Ancient – 31/08 – Você está no papel de uma bruxa ancestral que passou muito tempo adormecida, e precisa deter uma entidade maligna que ameaça destruir o mundo. O legal desse jogo, é que a aventura extra se passa no meio do jogo, explicando algumas coisas que acontecem durante a aventura principal.

#197 Christmas Stories: Alice’s Adventures – 01/09 – As pessoas ao redor do mundo perderam o espírito de Natal e cabe a você, no papel da Alice (sim, aquela alice do país das maravilhas) salvar o Natal num point’n click com objetos ocultos. É um jogo relativamente curto.

#198 Ravva and the Cyclops Curse – 01/09 – Indie brasileiro chegando aos consoles, Ravva and the Cyclops Curse é um platformer criativo e difícil, com a jogabilidade focada em saber qual power-up usar em cada momento. O final boss tem umas 17 formas, a parte mais difícil.

#199 Dark Arkana: The Carnival – 03/09 – Tudo começa com o desaparecimento de uma mulher num parque de diversões e termina com impedir uma entidade ancestral de ir para o nosso mundo. Basicamente o roteiro de um JRPG, só que com objetos ocultos e puzzles.

#200 Sacra Terra: Kiss of Death – 04/09 – Quem diria que o jogo 200 seria um jogo de objetos ocultos fraquinho? Pela tela título você acha que seria bom, mas o roteiro fraco (você precisa resgatar seu namorado das garras de uma succubus, sendo que a treta foi causada por ELE que abriu o livro da Succubus) me desanimou até de jogar a aventura extra.

#201 Highschool Romance – 07/09 – É uma visual novel simples, com cenário escolar. Na minha opinião, o pacing da novel é rápido demais, as coisas vão de um ponto a outro. Eu já havia jogado a novel anos antes, na versão de PC.

#202 Dragon Spirit: The New Legend – 07/09 – Um dos meus jogos favoritos do NES. Eu só soube que o jogo tinha o modo Gold Dragon (com 5 fases ao invés das 9, inimigos menos agressivos e um final diferente) relativamente recente, mesmo tendo jogado esse jogo nos anos 90. É divertido, apesar de difícil.

#203 Lola – 15/09 – Uma visual novel sobre uma garota que sofre uma maldição que a deixa irresistível para qualquer homem, ou criatura viva. Sim, uma “daquelas”.

#204 Cummy Bender – 15/09 – Mais um dos inúmeros clones da fórmula do Akabur de raising/trainer eróticos, dessa vez estrelando a Korra. Assim como VN erótica em 3D, existe um caminhão de clones do Princess Trainer. Algumas coisas são boas, outras, atendem a fetiches específicos.

#205 Virtuous Western – 17/09 – Indie BR lançado pela Ratalaika Games, é uma mistura de puzzle com western, onde com um determinado numero de balas, você deve derrotar os inimigos. É divertido, apesar de curto.

#206 PPG Adult Parody – 18/09 – Como podem perceber, não coloquei uma imagem aqui pra não assustar você. É uma paródia adulta das meninas super poderosas, feita numa engine ultrapassada (A Novelty), feita por alguém que não sabe falar em inglês, mas fez o jogo em inglês mesmo assim e os modelos/animações do jogo parecem ter sido gerados pelo Diabo. No fim das contas, ainda melhor que o script do piloto do live Action de Meninas Super Poderosas que vazou na internet.

#207 Prehistoric Dude – 19/09 – Metroidvania, do mesmo criador de Barry the Bunny, Mina & Michi e Milo’s Quest. Dos quatro jogos dele, talvez esse seja o mais complicadinho. Não tá no nível difícil, mas é um pouco desafiante. Recomendo.

#208 Pegasus: Broken Wings – 19/09 – É um RPG/Visual Novel cyberpunk, e seguindo minha tradição de jogar/conhecer coisas pelo número 2, é a continuação de um jogo que não joguei. Após fazer uma entrega, devido a um ataque terrorista, nossa equipe fica presa em um planeta. E nisso, acabamos numa trama sobre corrupção.

Sei que esse texto de fim de ano é pra resumir sobre o que jogamos, mas preciso deixar isso claro. Primeiro, adoro a temática futurista do jogo. Segundo, o que me chamou a atenção quando fui pedir a key do jogo, foram os sprites, diferentes dos sprites anime/chibi fofinhos que é o padrão do RPG Maker. E em terceiro, foi a maneira que o criador do jogo contornou as próprias limitações e as limitações da engine.

O que ele fez em termos de narrativa e condução de sequências de ação, seria o que eu faria se eu estivesse fazendo um jogo semelhante. Sendo assim, tiro o chapéu pro jogo e pro criador.

#209 Welcome Back – 20/09 – É um puzzle do mesmo criador de 112th seed, porém teve sua produção parada para que 112th seed pudesse ser feito. Você morreu, e para poder reencarnar, Deus diz que você deve passar por cinco outros estágios de reencarnação, antes de voltar a ser humano.

É um jogo que cada etapa (incluindo a etapa para fazer o final verdadeiro) traz um tipo diferente de gameplay. É um jogo curto e boa parte dos puzzles nem são tão difíceis (com exceção dos puzzles da etapa final), mas é sólido do começo ao fim, sendo fiel ao tema de “utilizar seus inimigos como arma”, que foi o tema da GameJam que originou esse jogo (inclusive ele foi o vencedor da Game Jaaj 4).

#210 Sakura Swim Club – 22/09 – Mais uma visual novel da Winged Cloud e um jogo que por alguma razão tá na banlist do twitch (não é permitida nem a versão all ages dele). Eu tinha esquecido que ela era uma novel compridinha até (mesmo em relação a jogos mais recentes da Winged Cloud, como Sakura Succubus).

Tenho um carinho por essa novel, que fez parte das primeiras novels que joguei lá em 2016/2017/2018. Você é um aluno transferido que acaba entrando pro clube de natação da escola, que por conta de rumores, não tem uma boa reputação. Como eu joguei a versão NSFW, lembro talvez de quais foram os cortes pra versão de consoles. As escolhas da novel não fazem muita diferença, mas ainda assim é uma novel decente.

#211 Catgirl & DogGirl Cafe – 26/09 – É uma típica novel da Miel/Norn, ou seja, um nukige. Basicamente um “isekai”, onde você vai pro outro mundo, vira cozinheiro do rei de uma nação, ele te dá dinheiro pra abrir um restaurante, você acaba comprando duas semi-humanas (uma menina-cão e uma menina-gato) e tem muito sexo depois disso. É tudo o que você precisa saber.

#212 A Date with Emily – 26/09 – Não tem nada a ver com Miley x Emily, btw. É uma novel curta, primeiro projeto de um criador e tal. Basicamente, um encontro entre dois colegas de escola, alguns anos depois da formatura e a descoberta de que um tem um crush pelo outro. É um romance bem vanilla, o que é esquisito de se ver em Visual Novels adultas com personagens renderizados em 3D

#213 My Furry Neighbour – 27/09 – Uma visual novel furry que não é yaoi, what a concept. Basicamente, é um romance com uma raposa antropomórfica. A novel tem vários elementos que sugerem que esse é o primeiro trabalho do criador, desde o pacing apressado a alguns typos aqui e ali e aos cenários borrados (e como criador, sei o quão caro pode ser custear cenários de VN). Por outro lado, a raposa é jeitosinha mesmo hein.

#214 Hell Blasters – 01/10 – Shoot’em up simples, e funcional, mas com um problema (ao menos no modo arcade): As fases DURAM PRA SEMPRE. São cinco fases com a duração de uma última fase de shooter regular, plus, a última fase dura ainda mais. Como ponto positivo, no Arcade, cada dificuldade e personagem selecionado traz um final diferente, o que dá um fator replay absurdo. Além do mais, não posso ficar zangado com um shooter que possui uma dificuldade chamada JORNALISTA, que fica abaixo do Easy.

#215 Pretty Girls Breakout! – 01/10 – Jogo da linha Pretty Girls, da Zoo Corporation. Dessa vez, temos um clone de Breakout, que levou mais tempo do que deveria pra eu terminar, porque 1: sou ruim em breakout e 2: as últimas fases são difíceis. Divertido.

#216 Sand Story – 02/10 – Uma Kinetic novel sobre um rapaz que aluga uma casa para umas férias de verão, esperando levar garotas lá pra… Enfim. Só que ele não contava que a casa estaria alugada por uma loira fenomenal. E é nesse clima que uma comédia romântica se inicia. Se por um lado, a arte é bonita e a história, apesar de básica, é funcional. É uma novel curtíssima. Vale seu dinheiro? Sim.

#217 All I Want for Christmas is a Girlfriend – 02/10 – Kinetic Novel CURTISSIMA sobre um garoto solitário que deseja uma namorada. Nisso, ele resolve convidar uma garota que ele esteve ajudando com os deveres de Matemática no Ultimo ano. É uma novel gratuita, curtinha, mas bem feita, contando inclusive com dublagem.

#218 Without Romance – 03/10 – Uma coisa que odeio é quando visual novels tentam ser dramáticas apelando pra uma escrita mais cínica. Enfim, é MAIS uma Kinetic novel curta, sobre um casamento arranjado e a discussão sobre a “honra” da família x sentimentos “egoístas”. Tecnicamente é uma novel bem feita, mas a maneira que a história foi contada não me agradou.

#219 Moe Era – 04/10 – Esse foi um período no ano que joguei uma quantidade razoável de Visual Novels, mas isso era usualmente entre algum jogo maior (na época que faço esse relato, estou entre One Piece: Unlimited World Red e Ultra Age). Mas enfim, Moe Era é uma visual novel gratuita que mistura um pouco de slice of life, questões filosofais sobre a vida com um leve tóque de Russia, ou seja, um toque de bizarrice típico dos jogos da terra de Vladmir Putin. Eu recomendo.

#220 One Piece: Unlimited World RED – 05/10 – Eu deveria ter terminado antes dessa data, porque é um jogo relativamente curto. É um Action/Adventure básico, meio RPG, se você olhar a estrutura do jogo, claramente vê que ele é do 3DS. A parte mais divertida é construir a cidade.

#221 Moon Raider – 07/10 – Um jogo de ação que a primeira vista, pode lembrar Mega Man, mas não é. É um plataforma de ação 2D decente, apesar de algumas animações de pulo serem dubias e a colisão não ser das melhores em alguns pontos. Possui uma pseudo-continuação, que na verdade é no ponto de vista do irmão (ou irmã) mais nova da personagem principal.

#222 Sakura Nova – 20/10 – Uma visual novel da Winged Cloud. O que me fascina dela é o setting que é uma mistura de medieval com futurista. Você é o aprendiz de uma academia de cavaleiros, e tem que aprender o valor do trabalho de equipe com suas companheiras, que são romanceáveis. Uma pena que não tem uma rota com a professora. Anyway, eu havia jogado a versão adulta anos atrás e agora terminei a All Ages de consoles.

#223 Gleylancer – 21/10 – Gleylancer é uma jóia oculta do Mega Drive que ficou somente no Japão, mas graças a Ratalaika Games, o jogo foi relançado para os consoles modernos. É um shoot’em up, difícil pra caramba, mesmo na dificuldade fácil. Tá, a versão tem alguns recursos que ajudam a terminar o jogo (incluindo um cheat de invencibilidade e modo debug).

#224 Ramen no Oujisama – 24/10 – Uma novel que já analisei, mas no momento em que escrevo isso, havia saído uma nova atualização com boa parte da rota da Ren. É uma boa visual novel, mantenho o que disse, e o desenvolvimento da rota da Ren chega ao ponto em que reúne quase todas as personagens romanceáveis num mesmo lugar.

O problema é que a rota ainda não está concluída (creio que seis capítulos estão prontos) e termina num cliffhanger. Post scriptum: A versão mais atual (1.18) possui a rota da Ren completa

#225 Imouto Ijime – 26/10 – Uma novel sobre um sujeito que tem uma relação com sua meio-irmã (não são irmãos de sangue, mas devido ao casamento dos pais dos dois). Não tenho muito a dizer sobre.

#226 Panorama Cotton – 27/10 – Eu não sou bom em Rail Shooters. Panorama Cotton é um jogo a la Space Harrier, mas um tanto mais caótico por ser da franquia Cotton. Lançado no Mega Drive e relançado pra PS4 e Nintendo Switch, é divertido, mas é difícil.

#227 Crimson Spires – 28/10 – Visual Novel focada em um cado de mistério/horror, com você no papel de uma agente do FBI que acabou presa em uma cidade pequena envolvida em torres que sempre matam quem tenta sair da mesma.

Agora, como a única Delegada da Cidade, ela precisa manter o pouco que resta de ordem na cidade, encontro descobre um sombrio segredo sobre a família de benfeitores de Bataille. E claro, fiz a rota do romance com a garota.

A escrita é boa, apesar de ter uns momentos que eu poderia questionar, mas não é forçado como acontece em Timespinner. No geral, recomendo.

#228 Lady in a Leotard with a Gun – 02/11 – Do mesmo criador de Lizard Lady vs the Cats. Mesmo esquema, mate todo mundo e vá até a saída. É uma prequel. E pior. Não chega ao nível YFT de ruim, mas é ruim pra caramba. Evite.

#229 Märchen Adventure Cotton 100% – 03/11 – Não é um porte direto do primeiro Cotton, mas é um cado similar. Um shooter ligeiramente difícil, mas divertido. Originalmente lançado no SNES em 1994, meses antes de Panorama Cotton, recebeu relançamento no PS4 e no Switch, graças a ININ Games e a Ratalaika Games.

THE KING OF FIGHTERS ’97 GLOBAL MATCH_20180312114711

#230 The King of Fighter 97 GLOBAL MATCH – 04/11 – Todo mundo conhece KOF 97, conclusão da saga Orochi e bla bla bla. A única coisa fora do comum que posso comentar, é que o mapeamento de botões padrão é bem ruim.

#231 Milli & Greg – 05/11 – Platformer de precisão brasileiro, bem na pegada Super Meat Boy, Celeste, de 1 hit deaths, só que mais simples. As fases possuem dificuldade crescente, gimmicks variantes e a física pode enganar um pouco. São 100 fases da campanha regular, mais algumas extras e coletáveis. Tecnicamente não é uma platina difícil, apesar do jogo ser, se eu vou tentar? Aí são outros 500.

#232 My Catgirl Maid thinks she runs the place – 06/11 – Visual Novel sobre um sujeito normal que acaba arranjando uma empregada que é uma menina-gato e coisas acontecem, incluindo outro mundo e realeza e sexo. É bem feita, especialmente quando considerado que é uma VN Gratuita, já que a qualidade é de uma novel comercial.

#233 Love Death – 07/11 – É um fangame do Hololive que tenta ir na veia de platformers de precisão, só que o objetivo é morrer em 60 fases diferentes. É criativo, mas o fato dele não travar minha tela no jogo (é em browser) atrapalhou a jogatina.

#234 Demon Hunter 2: New Chapter – 08/11 – Ei, eu estava com o Prime Gaming e esse jogo estava de graça. É um jogo de objetos ocultos (que compõe talvez 1/8 dessa lista), onde no papel de uma caçadora de demônios, precisamos ir atrás de pistas de uma pessoa desaparecida que possui informações sobre a os verdadeiros pais da protagonista. Nada demais, mas um dos puzzles fez com que eu me sentisse um gênio da dedução.

#235 Hidden Object – Sweet Home – 09/11 – Hidden Object – Sweet Home é um desperdício de tempo. Não oferece dificuldade, desafio, nada que possa lhe interessar. Existem muitos jogos de Objetos ocultos, e mesmo os mais fracos dentre os que joguei, são muito melhores que isso aqui. Gaste seu dinheiro com coisa melhor. E sim, eu joguei sabendo que era ruim, e ainda assim me decepcionei.

#236 Eternal Journey: New Atlantis – 09/11 – Eu precisava tirar o gosto ruim do jogo anterior, então peguei o primeiro Hidden Object que vi na minha frente.

O jogo te engana num primeiro momento, porque parece que você vai ter uma aventura subaquática, quando BAM! Você é soterrada em Atlantis e é despertada 150 anos depois, no espaço.

Aí vira um sci-fi com um pouco de Alien. Mas no fim das contas, é um jogo de objetos ocultos, então busque pistas, resolva quebra cabeças e siga a história.

#237 Bouncy Bullets 2 – 10/11 – Um platformer em primeira pessoa, vá do ponto A ao ponto B, 1 hit deaths, pule e de vez em quando, mate inimigos. Rápido, divertido, frustrante (imagine errar o último pulo numa fase difícil), recomendo até.

#238 House of 1000 Doors: The Palm of Zoroaster – 11/11 – Mais um jogo de Hidden Objects, na época que eu joguei, eu estava entre diversos jogos, desde minha jogatina de Genshin, aos jogos analisados no blog. Aqui, temos que resolver um enigma de misteriosas bolas de fogo que apareceram na Casa das 1000 Portas e fazer com que espíritos descansem.

#239 Stray Souls – Dollhouse Story – 12/11 – Mais um dia, mais um Hidden Objects pra conta. Esse aqui é relativamente curto, conta a história de uma mulher que precisa resgatar o seu marido e precisa lidar com o sombrio passado dele.

#240 Dark Strokes: Sins of the Fathers – 13/11 – Anyway, os 4 últimos Hidden Objects que zerei desta lista até o #240, estavam num bundle que recebi de presente. Dessa vez, um jovem precisa resgatar sua noiva das garras de um culto criado por um cara que busca vingança.

#241 House of 1000 Doors: Family Secrets – 18/11 – Prequel de “The Palm of Zoroaster”, que basicamente continua minha tradição de começar séries pelo segundo jogo. Mesma coisa, puzzles, objetos ocultos. E até a premissa é a mesma, salvar almas que não conseguiram ir para o além.

#242 The Lost Lands: The Golden Curse – 21/11 – Outro jogo de Hidden Objects, outra série que começo pelo segundo jogo. Dessa vez, uma maldição libertou alguns demônios e é seu dever fazer isso, porque aparentemente todos naquele mundo são incompetentes, ou algo do tipo.

#243 Rainbow Billy: The Curse of Leviathan – 22/11 – Um RPG a la Paper Mario (quase) sobre amizade, encarar os próprios medos e aceitação dos outros. O tema e a pegada do jogo são bem cartoons, mas não se engane. Dos jogos lançados esse ano que joguei, certamente está entre os melhores.

#244 Would you like to run an idol café? – 24/11 – Uma visual novel sobre um garoto que devido a ter vadiado nos últimos anos de escola, não passou na universidade e agora precisa de um emprego pra ajudar nas contas do apartamento onde vive com a amiga de infância.

Nisso, ele arruma um emprego em um café, e a novel conta de suas desventuras com duas funcionárias de lá, mais a amiga de infância.

#245 Pretty Girls Rivers – 26/11 – Não, infelizmente o jogo não tem nenhum rio, mas sim a ver com Shisen-Sho, ou Four Rivers, uma variante de Mahjong. O objetivo do jogo é remover todas as peças do tabuleiro em pares, as conectando, sem usar mais do que duas curvas para conectá-las. Uma diversão rápida, com o toque típico da série Pretty Girls.

#246 Phantom Breaker: Battle Grounds – 28/11 – Um beat’em up, spin-off da série de jogos de luta Phantom Breaker, lembra um pouco Guardian Heroes, com o esquema de mudança de planos. Terminei porque precisava fazer speedrun dele.

#247 Sacra Terra: Angelic Night – 28/11 – Um jogo de Hidden Objects, parte da série Sacra Terra. Dessa vez, temos que deter uma mulher que causou muitas dores a uma certa família (ela matou todo mundo) e ajudar a alma de uma menina ir para o céu. Ou algo do tipo.

#248 Chronicles of Witches and Warlords – 29/11 – Não encontrei crônicas, nem bruxas, tampouco Warlords.

O roteiro do jogo não faz sentido em si mesmo, você precisa provar a inocência do seu companheiro, mas NADA do que você faz no jogo, ou melhor, quase NADA tem a ver com essa premissa. E pra finalizar, o jogo tem bugs que basicamente causam softlock no jogo, impossibilitando-o de finalizar, se você não os contornar. Decepcionante como Hidden Objects.

#249 Chronicle Keepers: The Dreaming Garden – 30/11 – Sim, mais um jogo de Hidden Objects. Anyway, a performance dele não é boa em PC’s ferrados como o meu (otimização ruim?).

No papel de uma garota cuja mãe foi transformada em pedra muitos anos atrás, é nosso dever salvá-la.

Os puzzles não são complicados e os as sequências de Objetos Ocultos são ok, apesar da detecção de colisão questionável (coisas que você jurava ter clicado não computam).

#250 Nitroplus Blasterz – Heroines Infinite Duel- – 03/12 – E o jogo de numero 250 possui waifus, hooray. Enfim, é um jogo de luta, continuação de Nitro+ Royale – Heroines Duel, um crossover de luta com as personagens dos jogos da Nitroplus, mais a Saber (de Fate), como convidada. É bem competente e bonito, como esperado da EXAMU. Pena que a Super Sonico é uma merda de se jogar. E a história (em específico a Another Story) é bem maluca.

#251 Encodya – 06/12 – Um point’n click feito por um estúdio italiano cuja sede fica na Estônia e se passa na Alemanha.

Conta a história de uma garotinha e seu companheiro robô, buscando por informações sobre o passado da menina.

É uma versão jogável do curta metragem animado “Robot Will Protect You”. É até bom, mas tem problemas de performance no PS4. E vocês sabem como funcionam point and clicks, converse com NPC’s, combine itens, vá de um canto ao outro da tela.

#252 AliBAT: Record of Rozen War – 15/12 – Jogo de luta baseado em Rozen Maiden, só que meio diferente. Numa arena 3D com visão isométrica, pegue maletas e cada maleta tem ataques diferentes. Um botão pra ataque, um pra dash (essencial pra evitar ataques inimigos) e um pra pulos.

#253 Utawarerumono Battle – 15/12 – Muitos anos antes de Utawarerumono Zan, um jogo de ação baseado na série Utawarerumono havia saído para PC.

É um beat’em up de visão isométrica relativamente curto (4 fases do começo ao fim), mas tem grande fator replay com personagens desbloqueáveis, e um sistema de rotas similar ao que vemos na série Darius, totalizando 10 possíveis estágios.

#254 Castle on the Coast – 17/12 – Platformer em 3D feito por um cara só. Honestamente, tinha potencial pra ser mais.

Porque se levarmos em conta o design das fases individuais, mais a fluidez delas, o jogo funciona muito bem e é divertido. Porém, a questão do overworld ser aberto e não termos indicadores de onde estão os coletáveis para se entrar nas fases, o jogo peca um pouco. E os controles são um tanto escorregadios, o que atrapalha em uns momentos.

#255 – Contract with the Devil – 17/12 – Adventure de objetos ocultos mediano, com detecção de colisão bastante questionável. Aqui você é uma mãe tentando salvar sua filha adotiva, raptada por um cara que fez um pacto com o demônio. Nada demais, mas não é horrível.

#256 Fantasy Friends – Under the Sea – 19/12 – Continuação/Expansão de Fantasy Friends, mas ambientada no fundo do mar.

Basicamente ele é um tamagochi que custa 133,90 na PSN Brasileira. Sério, tudo o que você faz no jogo é cuidar de criaturinhas.

Como o jogo não tem um fim propriamente dito, considerei terminado após desbloquear as 12 diferentes criaturas (não tem troféu pra evoluir as 12). Fica repetitivo rápido demais.

#257 Space Explore – 23/12 – Esse “jogo” é lamentável. Digo “Jogo” entre parênteses porque em 37,50% dele, você não faz nada, e os outros 62,50% não são melhores que isso, porque você não faz muito mais do que movimentação básica. Não apenas isso, mas é ruim demais, e essa porra custa 53,90 no preço cheio. Dos mesmos criadores de Horse Racing 2016, é tudo o que vocês precisam saber.

#258 Guardian Heroines Final – 24/12 – Beat’em up de Fate, na pegada de Guardian Heroes (daí o nome Guardian Heroines), com combate em dois planos, e os comandos de ataque são como jogos de luta (com direito a especiais)

#259 Kingdoms of Amalur: Re-Reckoning Fatesworn – 25/12 – O DLC de Amalur adiciona bastante conteúdo. Uma região nova, e muitas side-quests, além da mecânica de Caos e os portais do Caos.

O único problema que encontrei, foi que ele precisa de no mínimo o personagem estar no nível 35, e eu estava bem longe disso. Considerando somente o tempo que joguei na área da DLC, acho que foram cerca de dezesseis horas adicionais.

Dessa vez, a nossa personagem Sem Destino precisa encarar um pretenso “Deus” que ameaça toda Amalur.

#260 Jewel Match Atlantis Solitaire 3 – 25/12 – Esse é o jogo que vinha jogando em paralelo com as jogatinas de Caravan Stories, Amalur e Genshin Impact desde pós 20/12. O motivo?

Esse aqui é um jogo casual de cartas com uma temática sub aquática (se o “Atlantis” no título não entregou), que funciona como o Pyramid Solitaire do Windows, você precisa remover todas as cartas da mesa utilizando sempre uma de valor menor ou maior. É simples e longo, são 200 fases da campanha principal (e outras fases da Collector’s Edition, mas que não fazem parte do jogo principal), tem algumas perfumarias pra deixar a jogatina mais estratégica, e você pode desbloquear outros carteados diferentes, e até Solitaire Mahjong.

Olha, eu joguei em partidas longas, e cansa porque é a mesma coisa, mas pra partidas rápidas, tipo, 10, 15 minutos por vez é divertido.

#261 Bridge to Another World: Secrets of the Nutcracker – 29/12 – Depois de um tempo, tendo sofrido um “burnout” do gênero, e alguns títulos medianos, temos aqui um Adventure de Objetos Ocultos decente, com a temática natalina.

Um amigo de infância desaparecera, e é nosso dever ir para a terra de brinquedos investigar a coisa toda. Os puzzles são relativamente fáceis, tornando-o um bom jogo pra quem não conhece o gênero.

#262 Darkness and Flame: Born of Fire – 29/12 – Sim, mais um jogo de Objetos Ocultos. É, eu gosto do gênero. Uma aventura onde uma menina tem o pai assassinado, recebe o espírito de uma fênix saída de um ovo e precisa salvar o mundo do Exército da Escuridão. Decente, mas como muitos jogos do gênero, o final é bem meh. Pelo menos esse deixa gancho pra continuação.

#263 Zippy Race/Moto Race USA -30/12 – Porte de arcade da Irem pro NES. É um jogo onde você vai de Los Angeles até Nova York, difícil, principalmente porque a CPU te bloqueia o tempo todo. Fiz dois loops. Parte do Sprint final do Sancini para 270 jogos terminados, 8 nos dois últimos dias do ano.

#264 Road Fighter – 30/12 – Porte de arcade da Konami pro NES. O Conceito é o mesmo do jogo anterior. Passe por fases num estilo de corrida Topdown, e é tão difícil quanto Zippy Race.

#265 Titenic – 30/12 – Um beat’em up side scroller de NES baseado no Titanic. Sim, você NÃO LEU ERRADO. Pra um bootleg, não é horroroso, só é apelão em uns sentidos, mas você tem o poder da imortalidade (se você apertar os botões nos frames em que morre, continua vivo). Não recomendo a não ser que você seja familiarizado com bootlegs.

#266 The King of Fighters 96 (NES) – 30/12 – Não, você não leu errado. KOF 96 no Nintendinho. É um bootleg razoavelmente bem feito, mas o jogo não tem final em si. Você tem 21 personagens que na verdade são 7 repetindo 3 vezes cada, então considerei terminado quando derrotei 7 trios. Mas se for pra jogar KOF 8-bit, considere as versões oficiais de Game Boy e Neo Geo Pocket/Pocket Color. Esse bootleg só vale pela curiosidade.

#267 Twin Mind 2: Power of Love – 31/12 – Um adventure de Objetos Ocultos estrelado por dois irmãos gêmeos, ele, um detetive pragmático, ela, uma detetive sensível com um pé no sobrenatural.

Dessa vez, um homem quer fazer um ritual para trazer a esposa morta de volta a vida. E eles tem que detê-lo. Mais um pra tradição do Sancini de começar séries pelo segundo jogo. Yay.

#268 Spirit Legends: The Aeon Heart – 31/12 – Esse é possivelmente o adventure de Objetos Ocultos mais incomum que joguei. A jogabilidade é normal, mas a barra da menina que foi falsamente acusada de estar matando os espíritos não foi limpa. Sem contar que um personagem que ajudamos em certo ponto da aventura nos prende sem o mínimo de consideração.

#269 Sonic Forces – 31/12 – O jogo não é a catástrofe que as pessoas pintam, honestamente.

Sim, tá longe de ser o melhor Sonic, mas aparentemente as pessoas só querem jogos 10/10 do Sonic, menos que isso é lixo. Mas ainda assim aceitam aquela porcaria do Sonic CD, vai entender. Enfim, é uma versão aguada de Generations.

#270 Shovel Knight Showdown – 31/12 – O Smash Bros de Shovel Knight, ultima parte da atualização do jogo original, é divertido, mas pode ser estressante se você não for bom. Ou estiver de mal humor. Ops.

E esses foram os jogos que joguei e terminei no ano passado, agora, menções de jogos que não terminei por um motivo ou outro.

F1 2020 – Joguei muito, mas eu não me animo a fazer as 10 temporadas.

Black Legend – Jogo maçante e que tinha potencial, mas as batalhas do jogo parecem durar pra sempre.

Chronos: Before the Ashes – Bom souls-like, prequel de Remnant from the Ashes, não terminei puramente porque eu sou ruim pra caramba no gênero.

Rift Racoon – Indie Brasileiro que é divertido até a curva de dificuldade do jogo subir a enésima potência, deixando de ser divertido pra ficar estressante.

Genshin Impact – Eu voltei a jogar Genshin Impact por conta da atualização 2.0 com Inazuma. Apesar da comunidade, é um jogo bacana.

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