Arquivos Fatal Fury - Arquivos do Woo https://www.arquivosdowoo.com.br/tag/fatal-fury/ Um pouco de tudo na medida certa Wed, 21 May 2025 18:39:31 +0000 pt-BR hourly 1 https://wordpress.org/?v=6.9 https://www.arquivosdowoo.com.br/wp-content/uploads/2020/12/cropped-logo-150x150.png Arquivos Fatal Fury - Arquivos do Woo https://www.arquivosdowoo.com.br/tag/fatal-fury/ 32 32 Capcom Fighting Collection 2 | Análise https://www.arquivosdowoo.com.br/2025/05/18/capcom-fighting-collection-2-analise/ https://www.arquivosdowoo.com.br/2025/05/18/capcom-fighting-collection-2-analise/#respond Sun, 18 May 2025 23:05:54 +0000 https://www.arquivosdowoo.com.br/?p=20367 Nos anos recentes, a Capcom vem nos trazendo diversos relançamentos de seus jogos clássicos na forma de coleções para consoles modernos. Essa iniciativa começou — pelo menos recentemente — com o  Street Fighter 30th Anniversary Collection, uma coleção que foi feita no ocidente e juntou todos os principais jogos da série. Depois ainda vieram os […]

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Nos anos recentes, a Capcom vem nos trazendo diversos relançamentos de seus jogos clássicos na forma de coleções para consoles modernos.

Essa iniciativa começou — pelo menos recentemente — com o  Street Fighter 30th Anniversary Collection, uma coleção que foi feita no ocidente e juntou todos os principais jogos da série. Depois ainda vieram os lançamentos Capcom Beat ‘Em Up Bundle, Capcom Fighting Collection 1 e Marvel vs Capcom Collection, que fizeram muito sucesso com a comunidade devido à sua fidelidade às versões originais, muitas vezes sendo o primeiro lançamento oficial das versões de arcade dos jogos em consoles.

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Agora, em 2025, a Capcom traz a segunda Capcom Fighting Collection, dessa vez contando com os crossovers com a SNK, popular por seus jogos como Fatal Fury e King of Fighters. Mas será que essa coletânea mantém o padrão das anteriores?

Os jogos da coletânea e comentários sobre cada um

Bom, vamos à informação importante. Os jogos que vêm no pacote são:

Divulgação: Capcom

  • Capcom Vs SNK: Millennium Fight 2000 Pro (2001) – Arcade: NAOMI

    • Basicamente a mesma versão do fliperama da época.

    • É a revisão Pro, com mais personagens.

    • Baseada na versão da placa Naomi (mesmo hardware do Dreamcast).

    • É possível jogar com algumas músicas de jogos anteriores, mas a impressão que tive é que não trocaram todas as músicas do jogo.
    • Essa versão também saiu no PS1, mas aqui é a versão arcade.

      Divulgação: Capcom

  • Capcom Vs SNK 2: Mark of the Millennium 2001 (2001) – Arcade: NAOMI

    • Versão da Naomi com alguns bônus.

    • Inclui a versão EO (Easy Operation), lançada originalmente no Xbox e GameCube. É basicamente um modo que facilita comandos e ajusta a jogabilidade para iniciantes.

    • Personagens secretos já desbloqueados.

    • Novo modo “Ver.2K25” com trilha sonora remixada, onde até mesmo regravaram a voz do locutor do jogo (pra um pior, eu achei).

      Divulgação: Capcom

  • Capcom Fighting Evolution (2004) – Arcade: Namco System 246

    • Pode-se jogar com trilha original ou temas clássicos dos personagens.

    • O especial Midnight Bliss do Demitri teve um sprite removido (por questões de direitos autorais relacionados a JoJo’s Bizarre Adventure, já que ele transformava Rose na velha Enya do mangá citado).

    • Shin Akuma e Pyron desbloqueados.

    • Curiosidade: roda na placa Namco System 246 (baseada no PlayStation 2).

      Divulgação: Capcom

  • Street Fighter Alpha 3 Upper (2001) – Arcade: NAOMI

    • Primeira vez com versão em inglês para arcade, que foi construída para essa coleção com base na versão japonesa original.

    • Cenários com leves alterações visuais (não identifiquei).

    • Personagens secretos desbloqueados (acessíveis nas opções).

      Divulgação: Capcom

  • Power Stone (1999) – Arcade: NAOMI

    • Edições em imagens nos finais de personagens (provavelmente Gumrock e Galuda), provavelmente devido a representações de índios e de negros nos finais desses personagens.

    • Personagens secretos desbloqueados.

      Divulgação: Capcom

  • Power Stone 2 (2000) – Arcade: NAOMI

    • Opção de trilha sonora remixada ou original.

    • Personagens secretos também desbloqueados.

      Divulgação: Capcom

  • Project Justice (2000) – Arcade: NAOMI

    • Trilha sonora remixada opcional.

    • Algumas imagens da história foram editadas (mudanças não identificadas ainda).

    • O golpe Aerial Float do Kyosuke pode ser ativado/desativado.

    • Personagens editados estão disponíveis (não é possível criar novos).

      Divulgação: Capcom

  • Plasma Sword: Nightmare of Bilstein – Arcade: ZN-2

    • Roda na placa ZN-2 (espécie de PS1 turbinado).

    • Edições visuais em história e cenários (não identificadas até agora).

    • Personagens secretos desbloqueados.

      Divulgação: Capcom

A apresentação da coletânea

Todos os menus seguem a estética das coletâneas anteriores desde a Capcom Beat’em Up Bundle. A interface é parecida e, com o tempo, foram adicionadas funções extras nos menus, mas nada que mude radicalmente.

No PC, é possível ajustar a resolução dos menus separadamente da dos jogos, o que é ótimo pra quem tem um computador mais modesto. Isso evita quedas de desempenho desnecessária, já que o requerimento para rodar os jogos em si é baixo.

Divulgação: Capcom

Músicas

Temos um rapzinho no menu que lembra os tempos de Street Fighter IV — já entrou na playlist da academia, lol.

As trilhas remixadas, também disponíveis no menu, dão um tom moderno aos jogos, com músicas eletrônicas atuais. Não superam as originais (a nostalgia sempre ganha), mas trazem um frescor pra quem cansou das trilhas clássicas.

No caso de Capcom Fighting Evolution, as músicas “antigas” são, na real, os temas originais dos personagens, o que casa bem com a proposta-homenagem do jogo.

Divulgação: Capcom

Jogabilidade e emulação

Os games rodam lisinhos. Dá pra aumentar a resolução em até 3x no PC (e 2x nos consoles) pros gráficos 3D ficarem bonitos. Também temos os já tradicionais filtros CRT, que dão aquele charme de TV de tubo tão bem usado nas coletâneas da Capcom.

Os controles são totalmente customizáveis, e jogar com arcade stick torna tudo ainda mais fiel e para a alegria de todos mas para a surpresa de ninguém, todos os jogos possuem rollback netcode, até mesmo na versão de Nintendo Switch.

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Infelizmente, um problema chato vindo dos lançamentos desse estilo ainda se sustenta, que é o único slot de save para todos os jogos. Ou seja: se você parou uma partida de Street Fighter Alpha 3 Upper e quiser salvar outra de Plasma Sword, não é possível, pois só dá pra salvar um de cada vez.

Por outro lado, ainda acho que seria legal incluir também os ports de console, já que muitos tinham modos extras. As versões de Dreamcast, por exemplo, rodam igual às da Naomi, mas trazem mais funções.

Também não curto muito essa filosofia atual de escolher modos de jogo direto no menu da coletânea, onde ele apenas carrega um save state da ROM. Sinto falta dos menus dedicados dos ports antigos. Não é algo que estrague a coletânea, mas seria um extra interessante numa possível Capcom Fighting Collection 3.

Divulgação: Capcom

Escolha dos jogos meio questionável, porém aceitável

Temos que abordar a escolha dos jogos pra essa coleção, pois algo me parece meio estranho.

Afinal, por que Plasma Sword e não Star Gladiator (o primeiro jogo)? Por que Project Justice e não Rival Schools? Por que Street Fighter Alpha 3 Upper,  já que o SFA3 original (que convenhamos, não é tão diferente desse) já havia sido lançado em outra coletânea recente?

Meu palpite é o seguinte: focaram em jogos que rodam na placa Naomi, e o resto veio de bônus, tipo quando colocaram o jogo do Punisher na Marvel vs Capcom Collection.

Provavelmente a Capcom deve lançar outra coletânea no futuro com jogos das placas ZN-1 e ZN-2, como Street Fighter EX 1 e 2, Rival Schools, Star Gladiator e talvez até emulação de PS2 com Street Fighter EX 3. Se isso rolar, espero reler esse texto no futuro e gritar: “VIU, EU FALEI QUE IA SAIR!”.

Infelizmente: Censura

Muita gente pode não ligar, então serei breve: a artwork da Mai em Capcom vs. SNK 2 foi censurada com zoom pra esconder o bundão da personagem. A versão japonesa provavelmente veio com a arte original.

Divulgação: Capcom

Isso já aconteceu antes, como no Mega Man X Legacy Collection 2, em que a abertura do Mega Man X4 foi censurada.

Sinceramente, os jogos estão caros demais pro consumidor ainda ter que lidar com esse tipo de palhaçada. Já passou da hora da Capcom (e outras empresas) tomarem vergonha na cara. Não são crianças que estão comprando coletâneas de jogos antigos.

Pior ainda: a arte da Maki (abaixo), do mesmo jogo, está normal. Qual a diferença entre o pacotão da Maki e a bunda da Mai? Tem que perguntar pra Capcom USA e para a artista original, Kinu Nishimura, se ela gostou de ver sua arte cortada.

Divulgação: Capcom

Não só isso, mas o golpe Genocyde Cutter de Rugal em Capcom vs SNK 2 teve seu nome trocado para “Destroyer“, como mostra o vídeo no link a seguir: https://x.com/fffightinfacts/status/1923367832839991671.

É duro ver como as tais “sensibilidades modernas” que tanto se fala, na verdade são apenas frescuras vindas de pautas americanas que, de forma alguma refletem as sensibilidades de todos os outros países do mundo.

Divulgação: Capcom

Não obstante, é bom lembrar que as pessoas que se interessam por esses jogos estão na casa dos 30~40 anos, que podem perfeitamente entender o contexto de cada conteúdo supostamente questionável nas mídias que consomem.

No fim, o que acabamos recebendo é uma tentativa de reescrever o passado através de edição de arte feita por pessoas que tinham uma intenção artística, e não é direito de um funcionário do ESG de uma subsidiária da empresa do outro lado do planeta simplesmente decidir o que deve ou não ser mantido no jogo.

Conclusão

Capcom Fighting Collection 2, apesar do problema acima, entrega uma forma excelente de revisitar esses jogos de luta meio esquecidos.

A presença da SNK com seus personagens mostra que a parceria entre as duas empresas continua forte — especialmente com o intercâmbio de personagens entre Street Fighter 6 e Garou.

Todos os jogos rodam bem e o online tem rollback netcode, inclusive no Switch. As trilhas sonoras remixadas — novidade em relação à Marvel vs Capcom Collection — mostram que a Capcom ainda tenta inovar, mesmo lidando com jogos antigos via emulação.

Nota: 8/10

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Esta análise foi feita com uma cópia do jogo para PC, gentilmente cedida pela empresa. Capcom Fighting Collection 2 também está disponível para Xbox, PlayStation e Switch.

Divulgação: Capcom

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Fatal Fury: City of the Wolves | Análise https://www.arquivosdowoo.com.br/2025/04/29/fatal-fury-city-of-the-wolves-analise/ https://www.arquivosdowoo.com.br/2025/04/29/fatal-fury-city-of-the-wolves-analise/#respond Tue, 29 Apr 2025 14:22:18 +0000 https://www.arquivosdowoo.com.br/?p=20259 Fatal Fury é aquele clássico que fez parte da infância de muita gente na casa dos 30~40. Mesmo que a popularidade da SNK no Brasil tenha vindo mesmo com King of Fighters, Terry e os outros personagens de South Town chegaram antes e, juntos de Art of Fighting, ajudaram a moldar o que futuramente daria […]

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Fatal Fury é aquele clássico que fez parte da infância de muita gente na casa dos 30~40. Mesmo que a popularidade da SNK no Brasil tenha vindo mesmo com King of Fighters, Terry e os outros personagens de South Town chegaram antes e, juntos de Art of Fighting, ajudaram a moldar o que futuramente daria início a enorme saga de KOF.

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Agora, 26 anos depois do último game da sérieGarou: Mark of the Wolves — a nova SNK volta a trabalhar na série, o que é uma surpresa, visto que parecia que o foco seria mesmo King of Fighters, ainda mais depois da recepção morna do último Samurai Shodown, que se fala bem pouco e não conseguiu o espaço na comunidade de jogos de luta que era esperado, nem mesmo dentro de um nicho.

Fatal Fury: City of the Wolves
Reprodução: SNK

Jogabilidade

O game segue o estilo tradicional da SNK, com dois socos e dois chutes, além de possuir dois esquemas de controle: um chamado Arcade, que usa comandos normais, e um modo Prático, que é aquela molezinha pra quem nasceu em 2010 pra frente, onde os golpes saem com apenas um botão.

Porque né, DEUS ME LIVRE os zoomers aprenderem a controlar um jogo que não seja Minecraft.

A novidade fica por conta de dois sistemas. O REV e o S.P.G.

O sistema de REV é a barra curva na parte de baixo, acima das barras de especial. Existem habilidades que, ao serem usadas em conjunto com o botão de REV — um 5º botão além dos socos e chutes –, essa barra vai se enchendo e, ao contrário do senso comum, encher essa barra até o fim deixa o personagem superaquecido, fazendo com que seus ataques com REV não possam ser usados por um tempo. Além disso, defender demais faz a barra encher também.

Essa mecânica tem como propósito fazer o jogador balancear o uso dessas técnicas, já que elas possuem vantagem em relação aos golpes normais, também podendo ser usadas para emendar combos.

Fatal Fury: City of the Wolves
Reprodução: SNK

Já o S.P.G. é uma parte da sua barra de energia onde seus golpes ficam mais fortes. É um sistema que já existia em Garou Mark of the Wolves (onde era chamado de “T.O.P.“) e aqui funciona de forma similar.

Ela dá uns bônus passivos, como recuperar sua vida aos poucos, barra de REV enchendo mais devagar, especial enchendo mais rápido e ataques com dano maior.

Quando sua energia se encontra nesse setor de S.P.G., você também pode usar o REV Blow, que é um ataque com armadura, similar ao Drive Impact de Street Fighter 6, mas que diferentemente do jogo da Capcom, também pode ser usado no ar.

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Esse ataque serve para dar um counter que sempre vai ganhar a disputa do seu oponente. Caso os dois usem o REV Blow, o que usar por ÚLTIMO vence o duelo. Esse ataque também pode ser usado para finalizar combos.

Outra mecânica de volta de Garou é o Just Defend. Aqui funciona como o parry do Street Fighter III, mas você defende colocando pra trás no direcional na hora certa.

Ele enche um pouco da sua vida, mas não permite um counter diretamente; tudo que ele faz é te dar um espaço do oponente. Além disso, o Just Defend é a única maneira de bloquear no ar nesse jogo.

Por último, cada personagem tem três especiais:

  • O Ignition Gear, que usa uma barra;
  • O Redline Gear, que usa duas barras;
  • E o Hidden Gear, que custa duas barras e precisa estar no S.P.G. e é o especial “secreto” dos personagens. Ele também te tira do Overheat/Aquecimento quando é usado.

Evidentemente que estou listando a complexidade das mecânicas, porém o aprendizado delas vêm mesmo como em qualquer FG: treinando, vendo vídeos, jogando com outras pessoas e praticando no modo treino.

O jogo tem até um tutorial bem básico dessas mecânicas, mas o ideal é ir jogando devagar e aprender sem pressa.

Fatal Fury: City of the Wolves
Reprodução: SNK

Modo História – Episódio de South Town

Aqui é o conteúdo mais completo pra quem não quer ficar o tempo todo no Online, funcionando de forma praticamente idêntica ao World Tour do Street Fighter Alpha 3, lançado quase que na mesma época do último garou, 27 anos atrás.

Você escolhe um personagem e vai enfrentando outros inimigos a fim de subir de level e melhorando seus atributos, como ataque, defesa e barra de energia. Nada muito complexo, mas que tem uma narrativa básica similar ao do modo Arcade.

Geese está morto mas as pessoas estão vendo seu fantasma por aí, então cabe a você investigar, passeando por South Town, enfrentando outros personagens e ir avançando a narrativa. Simples, mas a pequena noção de progressão faz o modo ter mais conteúdo que o Arcade.

Nesse modo você vai passeando por toda South Town, e com isso, acaba visitando cenários antigos dos jogos, que podem ser vistos com toda sua glória pixelada ao selecionar a fase, mas não tem como aumentar a imagem e a luta em si rola nos cenários normais do jogo, que podem ou não ser remakes dessas fases antigas, o que não faz muito sentido.

Também é uma forma mais natural de se familiarizar com as mecânicas do jogo, já que a progressão de dificuldade dos adversários é mais sutil que no modo Arcade, assim sendo mais fácil de treinar combos básicos durante um ambiente de luta.

Fatal Fury: City of the Wolves

Reprodução: SNK

Gráficos

Graficamente o jogo está bonito, mas nota-se que o investimento da SNK não chega perto da magnitude de uma Capcom com Street Fighter 6 — e tá tudo bem –. A versão de PS5 usada nesta análise, ainda não teve updates, e por isso talvez algumas questões ainda precisem ser ajeitadas.

Os cenários de fundo por exemplo, rodam em sua maioria na metade do framerate do jogo em si (que roda a 60 fps). Assim, estágios como o clássico cenário do trem geram uma sensação esquisita por estarem passando atrás dos lutadores na metade da velocidade que a briga em si.

Os personagens de fundo sofrem também do mesmo problema, lembrando em alguns momentos até mesmo a versão de 3DS de Street Fighter IV Arcade Edition. Sinceramente, não lembro de KOF XV ter esse tipo de problema, ainda que aqui os cenários e toda parte gráfica sejam consideravelmente mais detalhados – e bonitos – que o último jogo feito pelo KOF Studio.

A identidade visual do jogo puxa bastante para o pop art, com filtros de listras sobre os personagens, além dos menus serem bem chapados, voltados para o preto e amarelo.

Particularmente, a única coisa que eu não gostei foi a tela de seleção de personagens, que está simples demais e não parece ser de um jogo de luta, lembrando mais um menu de escolher o estádio e o tempo da partida de um Winning Eleven de PS1, se é que você se lembra.

Foi-se o tempo que fazer menus de jogo de luta eram uma arte em si, pelo visto. Até mesmo a última KOF e o próprio SF6 tem telas de seleção de personagens simplórias demais, mas… deixa pra lá.

Reprodução: SNK

Trilha sonora

As músicas de Fatal Fury: City of the Wolves possuem um mix entre temas compostos pela SNK e DJ/compositores convidados, mas é possível deixar somente as músicas “da casa”, que combinam mais com o jogo.

Além disso, como de praxe, a SNK permite criar playlists com músicas clássicas de outros jogos da série Fatal Fury e até mesmo de alguns outros jogos fora da série selecionados, como alguns temas da Art of Fighting.

Não considero os temas vindos da própria Fatal Fury como clássicos atemporais, tirando os temas do Terry e do Billy, mas existem músicas para todos os gostos lá que além de serem legais de ouvir durante as lutas, também podem ser usadas nos menus, criando variedade.

Personagens convidados bem duvidosos

Não dá pra não falar primeiramente do elefante na sala, que são os personagens DLC anunciados até agora: Cristiano Ronaldo e o DJ Salvatore Ganacci.

Olha, não vou mentir que acho superengraçado ter o CR7 em um jogo de luta, mas minha empatia com o DJ não seria a mesma, então não posso passar pano para um e meter o pau no outro, sendo que ambos não têm nada a ver com jogo do tipo.

Esse tipo de conteúdo mostra que o jogo tem um dedo muito forte dos acionistas árabes que são donos da SNK, e me preocupa que essas coisas atrapalhem o design do jogo. Sabe, nem tudo precisa ser Fortnite, então gostaria MUITO que a empresa colocasse os pés no chão e fizesse collabs que realmente fazem sentido com a série. Pelo menos Ken e Chun-Li vão vir em um update futuro, mas esse será pago, provavelmente.

Reprodução: SNK

Conclusão

Fatal Fury: City of the Wolves traz de volta o estilo bruto de jogabilidade da série, que já era mais cadenciado em Garou: MOTW, se distanciando do estilo mais frenético de King of Fighters XV e de seus concorrentes diretos, como Street Fighter 6 e os jogos da Arc System.

Temos aqui uma evolução do combate de Garou: Mark of the Wolves, juntando suas mecânicas com algumas ferramentas modernas inspiradas em Street Fighter 6. Isso traz uma complexidade comum na cena de jogos de luta de hoje e pode atrair jogadores que buscam algo diferente no gênero.

A curva de aprendizado porém pode ser brutal com iniciantes, principalmente que muitos combos envolvem cancelamento de golpes no meio da animação, e o online prova que a barra de habilidade já está lá em cima, mesmo antes do lançamento oficial do jogo.

No fim, resta ao jogador decidir se vale se aventurar no aprendizado, vendo vídeos e perdendo bastante, ou se ele vai largar o game após terminar os modos offline.

De toda forma, Fatal Fury: City of the Wolves diverte e trás de volta o lobo faminto da SNK com muita classe.

Nota: 8,0/10

 

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Esta análise foi feita com uma cópia do jogo para PlayStation 5, cedida gentilmente pela SNK. Fatal Fury: City of the Wolves está disponível para PlayStation 4, PlayStation 5, Xbox Series S|X e PC.

Reprodução: SNK

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O que você jogou em 2022? | Geovane Sancini https://www.arquivosdowoo.com.br/2023/01/28/o-que-voce-jogou-em-2022-geovane-sancini/ https://www.arquivosdowoo.com.br/2023/01/28/o-que-voce-jogou-em-2022-geovane-sancini/#comments Sat, 28 Jan 2023 08:00:40 +0000 https://www.arquivosdowoo.com.br/?p=12970 Mais um ano se acabou, mais um ano que começa, e aqui novamente temos o meme da comunidade de blogs, sobre o que jogamos no ano anterior. E é claro, nós aqui do Arquivos do Woo estamos participando. Infelizmente no meu caso, não bati o número pornográfico de 271 jogos do ano passado (dessa vez […]

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Mais um ano se acabou, mais um ano que começa, e aqui novamente temos o meme da comunidade de blogs, sobre o que jogamos no ano anterior. E é claro, nós aqui do Arquivos do Woo estamos participando. Infelizmente no meu caso, não bati o número pornográfico de 271 jogos do ano passado (dessa vez não cheguei aos 200 jogos terminados), mas talvez com uma ou outra exceção, a lista abaixo tem todos os jogos que terminei com comentários ácidos.

E aqui, é claro, deixo meu agradecimento as publisher que cederam alguns dos jogos que analisei esse ano.

#1 Lizard Lady vs the Cats PLATINUM EDITION – 01/01 – Qual a diferença entre a versão regular e a Platinum Edition desse jogo horrendo? Agora você pode platinar o jogo. Não, eu não platinei. Ainda não desci a esse ponto. E a versão Platinum era gratuita pra quem já tinha a edição regular, porque imagina cobrar duas vezes pelo mesmo exato jogo.

#2 Holiday Bonus GOLD – 01/01 – Um match-3 natalino, que demora demais. Foi de graça no Indie Gala, mas caramba. O jogo não terminava nunca (e são só 55 fases)

#3 Yasai Ninja – 02/01 – Meu Deus, eu tinha esquecido que os controles desse jogo eram um absoluto cocô. É parte platformer e parte hack’n slash e falha em ambas as instâncias. Eu disse antes na minha análise lá em 2019, evite essa bomba. São 10 reais que não voltam mais.

#4 Double Dragon IV – 02/01 – Treinando pra maratona de speedruns. Jogar com o Mysterious Warrior é quebrar o jogo, mas foi bem mediano meu tempo. De qualquer jeito, é um jogo esquizofrênico, não sabe se quer ser Double Dragon I ou II.

#5 Adam’s Venture: Origins – 03/01 – Adventure com puzzles e tal. Ele é competente, divertido, apesar de um pouco datado (é um remaster), mas o pior problema dele são as seções de stealth. Talvez porque eu ache stealth um saco, mas enfim. Platinado.

#6 Cosmic Star Heroine – 04/01 – RPG inspirado por Phantasy Star, Chrono Trigger e até mesmo Shadowrun. Dos mesmos criadores de Chthulu Saves the World e Breath of Death VII. É divertido e tal, mas nunca tivemos uma continuação. Eu tinha terminado ele no PC, anos atrás e agora terminei no PS4.

#7 Mighty Gunvolt – 04/01 – Jogo da Inti Creates que faço speedrun há uns 3 anos e pouco. Então eu fiz uma speedrun esse ano em uma maratona. É um megaman-like bem fácil até.

#8 Sparkle 2 – Um dos jogos que eu tinha adicionado a minha conta por causa da PS Plus. Agora que voltei a usar o serviço fora do período gratuito, terminei de novo. É um clone de Zuma e é só isso que tenho a dizer.

#9 Timespinner – 08/01 – Enquanto prosseguimos em Persona 5 Strikers, terminei Timespinner de novo. É um bom metroidvania. A continuação foi informalmente anunciada.

#10 Persona 5 Strikers – 09/01 – A continuação oficial de Persona 5, um RPG de ação na pegada de Dragon Quest Heroes, apesar de ter mais ou menos 1/3 da duração do Persona 5 original (eu terminei em mais ou menos 30 horas), faz algumas coisas de maneira melhor que o jogo original (como introduzir um personagem que vai ser jogável no fim da aventura) e tem um clima mais ameno, já que é basicamente Road Trip + Persona, com os heróis viajando pelo Japão. O Ômega Force adaptou bem os elementos de Persona 5 (em específico) e Persona em geral ao gameplay de Dynasty Warriors, e tiro o chapéu pra isso.

#11 DIRT 5 – 15/11 – O quinto episódio da série DIRT (que não é exatamente o quinto) traz um modo carreira esquisito, a participação do pessoal do canal Donut Media e muita repetição de pistas. Tenho quase certeza de que esse jogo usa o infame Rubberband pra dar a sensação de disputa, pois mesmo na dificuldade mais baixa, eu não conseguia abrir mais que três segundos dos meus oponentes. Se eu for honesto, o estilo espalhafatoso e a trilha sonora não são a minha praia.

#12 Panorama Cotton – 16/01 – Decidi aprender um speedgame novo, e nisso, terminei novamente Panorama Cotton. É um on-rail shooter que a princípio parece difícil, mas depois que você aprende como o jogo funciona, ele não é tão difícil assim. Talvez eu tente o 1CC um dia… Nah. Spoiler: Eu consegui o 1CC.

#13 LEGO DC Super Villains – 22/01 – Honestamente, é um jogo LEGO licenciado e é tudo o que você precisa saber sobre, pode considerar ele como um “Lego Batman 4” e tal. Só valeu a pena jogar por causa da dublagem, apesar do Wendel Bezerra ter feito jornada tripla no jogo.

#14 NHL 94 Rewind – 25/01 – Ganhei a Stanley Cup com o Anaheim Ducks. Enfim, é um porte do NHL 94 de Mega Drive, disponível no EA Pass. É clássico, mas não tem muito além disso.

#15 Cotton 100% – 25/01 – Peguei pra fazer speedrun. Yep, consegui um tempo decente.

#16 Star Wars Jedi: Fallen Order – 26/01 – Uma mistura de Souls-like com Uncharted. É um jogo bem divertido, com uma boa história, e me lembra que Star Wars consegue ser legal quando não tem um bando de incompetentes fazendo. Só o sistema de mapas que é horrível. Pelo menos posso dizer que terminei um souls like na vida.

#17 GRID (2019) – 30/01 – Imagina se Project Cars tivesse menos pistas, mas a jogabilidade não parecesse que você pilota uma barra de sabão. Ele tem o mesmo defeito de DiRT 5, a questão de poucas pistas reaproveitadas ad infinitum. Por outro lado, o modo carreira é bem estruturado. Peguei no EA Pass (assim como Star Wars: Jedi Fallen Order).

#18 Starlight Shores – 31/01 – Uma visual novel sobre um cara que viaja para passar o fim de semana com amigos, se reconectando com uma amiga de infância que não vê desde que os dois foram pra faculdades diferentes. Eu ri genuinamente de algumas das coisas lá, é um romance com um pé na realidade. Ou talvez eu só esteja tentando parecer legal, mas recomendo.

#19 Tiny Tina’s Assault on Dragon Keep: A Wonderlands One-shot – 01/02 – O que era um DLC de Borderlands 2, virou um jogo Standalone pra promover o vindoro Wonderlands. É um looter shooter, curtíssimo, durou menos de cinco horas. Só joguei porque estava na PS Plus.

#20 Wolfenstein II: The New Colossus – 03/02 – Esse jogo eu comprei lá em 2018, numa das minhas andanças em Caxias. Ficou um tempão parado logo no começo porque eu sou distraído a beça, mas peguei pra tirar do backlog. É um FPS bem sólido, se quer saber minha opinião. A história é: Num universo alternativo, a Alemanha ganhou a segunda guerra mundial, e os Nazistas dominam boa parte do mundo. E é nosso dever matar os nazistas que dizem Atum!

#21 Angel, Demon, Elf & Me – 03/02 – Quase parece o início de uma piada ruim, mas enfim, num dia sem internet, resolvi terminar essa visual novel erótica sobre um garoto que é visitado por uma anjo, uma demônia e uma elfa, todas querendo a essência dele por alguma razão. E por essência, entenda suco de saco, a popular porra. E enquanto que no início, as 3 “brigam” pra ver quem vai conseguir a essência, o protagonista diz que vai comer todas e ponto final. É uma típica novel da Norn/Miel, pro bem ou pro mal.

#22 Darksiders III – 05/02 – Eu comprei esse jogo assim que ele saiu no final de 2018. Joguei um pouco, mas parei devido a um glitch que deixou o jogo mudo. Voltei porque tava no meu backlog. É o primeiro Darksiders que termino (e sim, tenho o 1 e o 2 tanto no PC quanto no PS4), e é um jogo divertido na maior parte do tempo. Exceto na luta contra o Gula. Essa luta pode ir se foder com toda força e ir tomar no cu sem piedade. É uma das lutas de chefe mais chatas que já fiz na vida. E isso inclui bosses de jogos souls-like que nunca terminei.

#23 Uncharted 2: Among Thieves – 06/02 – Sim, eu terminei o primeiro Uncharted lá em 2020, mas o segundo foi só nesse ano. Teve um motivo muito bom pra isso… Eu não vou contar, eu só disse que é um bom motivo. Enfim, eu entendo quem prefere o segundo jogo ao primeiro, mas eu gostei mais do clima do primeiro. Esse é um jogo de quando a Naughty Dog ainda era legal e não tinha lançado a moda do Sad Dad Simulator.

#24 Sleeping Dogs – 12/02 – Eu termino Sleeping Dogs uma vez por ano, e terminei novamente esse ano. É certamente um dos meus jogos de Open World favoritos ever, junto com Bully e Saints Row: The Third. O misto de combate a la Arkham, com a temática das tríades de Hong Kong, pena que nunca veremos Sleeping Dogs 2.

#25 Pretty Girls Speed – 13/02 – O conceito básico do gameplay é o mesmo do “Jewel Match Atlantis Solitaire”, que tivemos no ano passado. Acabar com as cartas, usando uma de número maior ou menor, mas adicione a isso, o frenesi de um jogo de luta, porque há uma CPU fazendo o mesmo e as partidas são decididas numa melhor de 3. As coisas podem ficar bem caóticas. Como jogo da série Pretty Girls, ficou faltando um modo diorama como no Pretty Girls Rivers.

#26 Grapple Dog – 15/02 – Eu não sou um especialista em grapling hooks, dito isso, Grappling Dog é um platformer divertido e desafiante. Jogar no teclado foi difícil, e é uma pena que o jogo esteja no PC e Switch apenas. (na época en que escrevo isso). O jogo começa tranquilo, mas conforme se avança, as fases e até mesmo os bônus, vão ficando difíceis de verdade.

#27 Mega Man – 17/02 – Oh boy, lá vamos nós, não? Ano passado eu disse que só voltaria a jogar o Mega Man 7 e o 9 se pegasse a Legacy Collection 1. Pintou uma promoção na PSN. E honestamente, os aspectos da Legacy Collection 1 deixam a 2 no Chinelo. Um sistema de save state de verdade, função de rebobinação. Enfim, Mega Man 1 tem algumas falhas de design, mas dá pra perdoar porque era o primeiro.

#28 Mega Man II – 17/02 – Mega Man 2 melhora muita coisa do primeiro? MELHORA. Mas, possui as mesmas falhas de design do primeiro, pra ser mais específico, o boss do Purple Hell, e o Alien.

#29 Mega Man III – 19/02 – Mega Man 3, assim como seu antecessor, melhora coisas do jogo anterior. E o Slide foi uma adição bem vinda a franquia, mas assim c0mo MM 2 e 1, ele possui falhas. No caso, o jogo acaba se estendendo demais, com 8 outros chefes a serem enfrentados antes do Wily Castle. Tá certo que o Wily Castle não é comprido como o do 2, mas o fato de antes do Wily Castle termos que enfrentar 16 chefes faz o jogo parecer maior do que é.

#30 Super Kids Racing – 19/02 – Um jogo medíocre de corrida. Me custou 5 reais e é 5 reais a mais do que ele vale. Foi pra uma maratona de speedruns, então foi de boa.

#31 Dragon Spirit: A New Legend – 19/02 – Um shooter, adaptação do arcade da Namco, mas sendo uma pseudo continuação. É honesto, mas na dificuldade normal é bem difícil. Bem, a versão de NES tem o modo Gold Dragon, que é o Easy Mode.

#32 Mega Man IV – 20/02 – Mais uma nova adição ao arsenal do Mega Man, o Charge Shot, embora não como conhecemos atualmente. Alguns bosses são cretinos, mas o que mais dá raiva é a Wily Machine 2 com seus tiros intermináveis e a obrigatoriedade de ter que ficar trocando toda hora do Rush Coil pro Drill pra acertar ele. A sorte foi que acumulei 480 E-Tanks pra tankar danos assim. Curiosidade: Yusuke Murata (o artista responsável por Eyeshield 21 e One Punch Man) foi o designer do Dust Man.

#33 Fluffy Cubed 21/02 – É um clone de Sokoban BR, publicado pela QUByte. É relativamente fácil, sáo 120 fases, mas em uma hora você consegue terminar todos eles.

#34 Mega Man V – 22/02 – Finalmente, após 4 jogos com coisinhas aqui e ali, devido a falhas de design, temos um Mega Man que é bem balanceado. O Charged Shot é o que conhecemos, e o jogo no geral é divertido.

 

#35 Mega Man VI – 22/02 – AGORA POSSO VOLTAR PRA UNCHARTED 3! Digo, o fim da série no NES. É um jogo quase no nível do 5. Tem umas falhas aqui e ali, mas menos gritantes do que a jornada de Mega Man 1 a 4.

#36 Uncharted 3: Drake’s Deception – 23/02 – Eu entendo todo mundo que critica Uncharted 3. Literalmente depois do capítulo 11, acho, o jogo não tem mais puzzle nenhum. Partes da aventura são basicamente andar pra frente sem fazer nada. Por outro lado, ao menos a cópia da sequência final de fuga não é desgraçada que nem no Uncharted 2. E em contrapartida, muitos momentos mais cinematografia do que jogo. É um jogo sólido, e tal. Agora terminei a trilogia inicial do PS3 (no PS4)

#37 Mass Effect – 27/02 – Eu não gostei do Mass Effect original na primeira vez que joguei. Na época, eu não era tão versado em inglês, nem sabia jogar shooters feito um ser humano normal (não que eu seja bom neles hoje). E na segunda vez, bem, os controles do jogo não me agradaram, tanto no PC com teclado e mouse, quanto com meu (finado) joypad de X360, os controles eram ruins. Talvez eu tenha me acostumado com os controles do 2 e 3? Talvez. Agora, pude aproveitar esse épico espacial na versão remasterizada da Legendary Edition, e antes de falar os positivos, os negativos: O controle do Mako (o veículo) não foi melhorado, continua uma bosta. E o criador de personagens é bem limitado, mas isso foi costume de jogos mais modernos e até mesmo o Mass Effect Andromeda. Dito isso, o universo de Mass Effect é fantástico, a narrativa, fascinante, e a jogabilidade foi melhorada, deixando como a do 2 e 3. E a escolha de Virmire? Salvei a Ashley.

#38 A New Dawn – 01/03 – Uma visual novel, onde você é um zé qualquer, que tá num navio e acaba encontrando a Dawn (sim, a Dawn do pokémon), aí conversa vai, conversa vem e vocês acabam fazendo coisas não cristãs. Pena que a arte dos sprites é all over the place e não tem imagens específicas das coisas não cristãs.

#39 Art of Fighting BOR Remix III – 01/03 – Contexto: Eu estava sem internet desde o dia anterior, então peguei alguns Open BOR que estavam salvos no HD externo. Esse aqui é um remake de Art of Fighting, reimaginando o jogo como um beat’em up. É decente, apesar de alguns clashes de sprites e possíveis softlocks que o jogo possui.

#40 Tomb Raider (2013) – 02/03 – Estou num cooldown após Mass Effect 1. Meu plano original era fazer os 3 jogos da Legendary Edition um após o outro, mas mudei de ideia por temer um burnout antes mesmo de chegar ao Andrômeda, então baixei Tomb Raider e o rejoguei.

Vou ser honesto, a mudança de controles pra uma pegada mais “Uncharted” foi uma boa decisão da Crystal Dynamics, porque se eu for 100% honesto, eu não era um grande fã dos controles da série original (por mais que eles tivessem evoluído, do primeiro jogo até o Underworld).

Dito isso, ainda é meu jogo favorito de 2013, mas tem algumas coisinhas que me parecem artificiais, no caso, as seções onde se você erra, morre.

#41 What Lies in the Multiverse – 03/03 – Um puzzle/platformer baseado na idéia de multiplos universos, na qual você, no papel de um garoto, segue um véi esquisitão com um chapéu ridículo. Cada uma das sete etapas principais do jogo possui um gimmick relativo ao universo alternativo da área, e você deve alternar dentre os dois para avançar no jogo.

Honestamente, não é um jogo difícil, e é divertido. O único defeito por assim dizer, é que ele tem umas mudanças bruscas de narrativa que te pegam desprevenido, do tipo, você tá num momento cômico e do nada BAM! Momento pesadíssimo.

#42 Motoroader MC – 05/03 – Porte moderno do jogo de PC Engine, parte da parceria da Ratalaika com a Extreme e a Shinyuden (detentoras dos jogos da Masaya), é um jogo simplista e caótico, que certamente é melhor em grupo do que individual. É o terceiro jogo de uma série. Dá pra divertir, mas os controles confundem a princípio.

#43 Special Squadron Cyberman – 06/03 – Um jogo de Super Sentai feito no Open BOR por um Brasileiro. Influenciado por Jetman, é uma boa diversão pra uma tarde, desde que você use vidas ou continues infinitos, porque os chefes são parada dura. Caso contrário, git gud.

#44 Broken Pipe – 07/03 – Broken Pipe é um puzzle simples e criativo, com uns minigames arcade like “escondidos”. É a prova de idiotas, tanto que platinei o jogo e tudo. Pra um jogo de 4 dólares, why not?

#45 Megadimension Neptunia V-II – 08/03 – É o quarto jogo da série Neptunia (e o último canonico lançado, descontando o remake V-IIR). Ele tem tudo o que você espera de um jogo da série Neptunia, meta-piadas, fanservice, condições absurdas pra fazer o true ending e uma jogabilidade bacana. O jogo é um tributo ao dreamcast.

#46 Abyss: The Wraiths of Eden – 10/03 – Meu primeiro jogo de objetos ocultos terminado no PS4 (até então, haviam sido todos no PC). Conta a história de uma mulher que vai atrás do marido desaparecido e acaba se deparando com um demônio antigo que deseja voltar ao mundo possuindo o marido dela.

#47 The Last Cube – 10/03 – Mais um puzzle pra lista dos terminados. The Last Cube é bem desafiante, basicamente você precisa ir do ponto A ao B das fases, colando adesivos no seu cubo e recolando eles em pontos específicos pra resolver os quebra-cabeças e avançar na fase, assim, reconstruindo seu mundo.

#48 Pretty Girls Four Kings Solitaire – 13/03 – O mais novo jogo da série Pretty Girls traz uma variante interessante e complicada de Solitaire, que é muito dependente do RNG das cartas.

#49 Dungeon Color – 15/03 – Eu estou ficando cansado de jogar tantos puzzles. Enfim, é um puzzle criativo, onde você precisa pegar cores para abrir portas. A princípio é simples, mas conforme avança-se no jogo, mais gimmicks vão sendo adicionados pra deixar as coisas mais complicadas.

#50 Koihime Enbu RyoRaiRai – 24/03 – Foi pra speedruns pra submissão pra um evento de caridade. É um bom jogo de luta.

#51 F1 2021 – 25/03 – Dá pra considerar que eu terminei, já que o jogo tem um modo história não tão Netflixiano quanto o do Grid Legends. Enfim, o jogo traz novas coisas que não testei no momento desse parágrafo (Aka simulação do treino livre, sistema de danos reformulado e outras coisas do modo carreira). Mas é F1 na Ego Engine, então é um jogo bacana.

#52 Golf Club Wasteland – 26/03 – É um jogo de golf num ambiente de plataforma. Deu merda na Terra e parte da humanidade (aquela lá com dinheiro) foi viver em Marte. Os endinheirados entediados usualmente voltam a Terra pra jogar Golfe nas ruínas do planeta. Nisso, você volta a Terra igualmente para jogar Golfe… mas será que é isso mesmo? É metade jogo e metade crise existencial. É divertido na parte de golfe.

#53 Dr. Sue: Love Teacher – 03/04 – Uma visual novel erótica sobre um rapaz que precisa trabalhar na auto confiança pra se dar bem com as mulheres. É Ok, até o final virar WHAT THE FUCK?

#54 Mokoko X – 04/04 – É um clone de QIX, bem parecido com Pretty Girls Panic!, mas ele até que tem uma histórinha envolvendo cada uma das garotas. No fim das contas é a mesma coisa.

#55 The Pizza Delivery Boy who Saved the World – 06/04 – Uma visual novel de comédia, sobre um entregador de pizzas que sempre se fode e todo mundo é cuzeiro com ele no trabalho. Nisso, um sujeito que alega ser ele, mas vindo do futuro, só piora as coisas.

#56 Cotton: Fantastic Night Dreams – 18/04 – O primeiro jogo da série Cotton. É um shooter bastante competente, apesar de que em comparação com os jogos posteriores ter a falha de usar o mesmo botão de tiro pra magia (O jogo da série pra SNES tem botão próprio pra magia e tem muitos elementos do primeiro jogo). É interessante, quero ver como o remake/remaster ficou.

#57 Bleach: Brave Souls – 18/04 – Terminei a campanha principal do jogo, que cobre até a saga dos Fullbringers. É um misto de light beat’em up com elementos de RPG e é claro, gacha. Tem bastante conteúdo pra um gacha, mas isso são os benefícios de estar há mais de 6 anos nos celulares.

#58 Life Changes for Keeley – 21/04 – A continuação da cena pós créditos de Coming to Grips with Christine, onde Keeley descobre que seu marido havia a traído. É uma visual novel bacana, competente, como as coisas que a Tlaero produz. Yep, tem sexo e dois protagonistas pra se escolher, cada um com duas rotas.

#59 Metal Tales: Overkill – 26/04 – É um remaster de Metal Tales: Fury of the Guitar Gods, um rogue-like lançado para PC em 2016. A nova versão tem alguns upgrades novos, mas fora isso, é o mesmo jogo. Ele funciona como um twin-sticker shooter, ande com um analógico, mire com o outro. Tive sorte com uma run porque consegui no começo o upgrade de músculo, que deixou meus tiros super fortes e a guitarra que dá uma saraivada de tiros uma fase depois. Aí basicamente os bosses das fases 3 a 5 foram minhas bitches porque alguns tiros matavam o boss.

#60 Dandy & Randy DX – 29/04 – Jogo de ação/puzzle a la Goof Troop, feito pelo mesmo criador de Dreaming Sarah. É um jogo bem feitinho, divertido, mas tem um bug na quinta fase, se você morrer pro boss, não pode pegar o atalho pra área do boss, ou vai ser impedido de voltar após a luta.

#61 Cannon Spike – 01/05 – É um shooter da Capcom desenvolvido pela Psikyo, com alguns personagens da Capcom, mais personagens originais. Tem elementos de beat’em up, mas a visão é de cima. É um porte de arcade pro Dreamcast, e curtíssimo, mas muito divertido.

#62 Karous – 03/05 – Karous tem a honra de ser o último jogo oficialmente lançado para o Dreamcast, em 2007, é um Bullet Hell, como basicamente a maior parte dos últimos lançamentos do DC, era um porte da Naomi. O modo easy tem 3 fases, e a história tem mistura de Non-sense com vingança. E agora que entendi que Karous é basicamente Crows.

#63 Twinkle Star Sprites – 04/05 – Jogo de Arcade que recebeu versões pra Saturn, Dreamcast e PS2 (essa sendo desbloqueável na continuação Twinkle Star Sprites Petite Princesse), é uma mistura de shooter e puzzle, com as tretas sendo resolvidas em duelos entre dois oponentes, que destroem inimigos pra jogar “lixo” no lado adversário, lixo esse que causa dano na barra de vida. E claro, nas versões de Saturn/Dreamcast/PS2, você pode tirar o Slowdown da versão original de Neo-Geo, o que deixa o jogo MAIS DIFÍCIL. Foi o que eu fiz. E que dor de cabeça que me deu pra terminar.

#64 Fighting Vipers 2 – 05/05 – Eu tenho uma frustração enorme de nunca ter conseguido terminar o primeiro Fighting Vipers no PS3, mas agora, no Dreamcast, consegui terminar o outro jogo da série. É um jogo de luta na mesma pegada de Virtua Fighter, mas bem mais veloz (quem conhece VF sabe que é cadenciado).

#65 The Last Show of Mr. Chardish – 10/05 – Um Walking Simulator/Puzzle onde a gente navega pelas memórias de um teatro e revive as peças de um falecido diretor e amigo da protagonista. É uma experiência diferente, criativa e relativamente curta.

#66 Cotton Fantasy – 10/05 – O mais recente shooter da série Cotton, e o primeiro Cotton original em 20 anos. É um excelente jogo com uma boa trilha sonora, mas infelizmente as seções por trás não são rail shooter regular, apenas uma etapa de bônus. O jogo faz callbacks pra outros jogos da série, como Cotton 2 e Cotton 100%.

#67 Alice: Behind the Mirror – 16/05 – É um adventure de objetos ocultos, baseado obviamente nas aventuras de Alice no País das Maravilhas, Alice é chamada de volta pro País das Maravilhas e tem que resolver uma treta com um dragão e tal.

Basicamente, as cenas de objetos ocultos são a parte difícil e os puzzles são fáceis. A melhor parte do jogo são as curiosidades sobre a obra e o autor Lewis Carroll.

#68 Sakura Succubus – 17/05 – Eu ganhei um sorteio de crédito no Steam (na época em que escrevo isso), e comprei alguns jogos em promoção, logo resolvi completar os Sakura Succubus que possuo.

É a típica história erótica com comédia do Winged Cloud, e eu queria ter resistido a baixar o patch com as cenas adultas, mas porra, a Marina é uma waifu chocolate, então falhei nessa missão e vi as cenas de sexo. Não me arrependi.

#69 Sakura Succubus 3 – 17/05 – Dos quatro jogos da série que joguei, é talvez o mais tenso, porque ele lida com o fato de Hiroki ser prisioneiro de Yue (que é a verdadeira identidade de sua ex-namorada Yukie), princesa regente do Reino das Succubus e ela pretende manter o Hiroki lá pra sempre. A série é talvez a mais bem escrita dentre a franquia Sakura. Joguei a versão SFW pra não parar pra… Enfim.

#70 Mountain Crime Requital – 18/05 – Um adventure de objetos ocultos, que na melhor das possibilidades, medíocre. Não recomendo. Ah, o roteiro? Você é um médico, chamado a atender um cara no hotel, só que as pessoas que estão no hotel começam a morrer, e no final o culpado é seu irmão gêmeo que você não lembrava e você acaba preso no final.

#71 Sakura Succubus 5 – 19/05 – A Essa altura você deve estar se perguntando por quê terminei apenas os episódios ímpares de Sakura Succubus, a razão é porque eu tinha terminado o 2 e o 4 no Playstation 4 ano passado. Novamente, ressaltando, a sub-série Succubus é a mais bem escrita da franquia Sakura. Dessa vez, Hiroki tem a chance de passar duas semanas de férias na Europa, graças ao convite feito por Hifumi, uma de suas companheiras succubi. Nisso, ele vai pra lá com Hazel (que tem um torneio a disputar na nação de Astoria) e Marina (que está a negócios). Nisso, ele passa o tempo no castelo da princesa de Astoria e coisas acontecem, com a possibilidade de mais duas succubi a serem adicionadas no harém. Termina num cliffhanger.

#72 The Emerald Maiden: Symphony of Dreams – 20/05 – Um adventure de objetos ocultos da Artifex Mundi, o que significa, qualidade. Estamos no papel de uma jovem que cresceu sem os pais, e é levada a um local submarino pois lá haveriam pistas sobre sua família. Ele lembra um pouco (e tem musicas em comum) Abyss: The Wraiths of Eden, e me parece que pode existir uma conexão entre os dois, mas posso estar tirando as coisas do cu aqui.

#73 Skyland: Heart of the Mountain – 21/05 – Outro adventure de objetos ocultos da Artifex. O que posso fazer, se é um gênero que gosto e tem muitos jogos em promoção no Steam? Aqui, temos que deter um maníaco que por alguma razão está usando drones mágicos pra cristalizar as pessoas.

#74 Romance with Chocolate – Hidden Objects – 22/05 – Mais um jogo de objetos ocultos. E esse aqui é hilário pelos motivos errados.Ele é basicamente um punhado de puzzles de objetos ocultos e quebra-cabeças, unidos por um roteiro que até daria pra fazer algo, se a execução do dito roteiro não fosse risível, porque pros personagens principais, são atores de verdade e as poses deles não condizem muitas vezes com os diálogos, e é mais hilário do que é ruim. Foi uns 2 reais, não vou reclamar, porque eu não conseguia parar de rir das poucas cenas.

#75 Cummy Bender – 23/05 – Esse jogo apareceu na lista do ano passado, mas na época, só havia a versão 0.3 disponível ao público, recentemente (da data deste parágrafo, 23/05, e não tão recente assim, já que foi em março), saiu a versão 0.6 que adicionou a rota Harém ao jogo, que adiciona três outras personagens com cenas eróticas, além de Korra e Asami, e é basicamente um jogo de gato e rato com administração de tempo e buscas. Foi divertido.

#76 Kosmonavtes: Escape Reality – 23/05 – É um adventure de objetos ocultos (mais ou menos) bem simplista. Não chega a ser um jogo ruim, exceto pela tradução que é MUITO google translate. Foi uns trocados no Steam, e tipo, só mostra a inexperiência do time.

O roteiro? Dois irmãos que desejam ser astronautas precisam chegar ao acampamento de treinos ou algo do tipo.

#77 Mythic Wonders: The Philosopher’s Stone – 23/05 – 3 jogos em um dia? O que é isso? Sancini pirou? Pois é. Mais um adventure de objetos ocultos, da Artifex (promoção boa do Steam que tava), e esse aqui é bastante sólido, e eu até mesmo usei de lógica pra resolver alguns dos puzzles, quem diria.

Dessa vez, temos a história de uma mulher que vai atrás de seu tio desaparecido que tava numa pesquisa que levaria a outras dimensões. O plot twist é manjado, mas o jogo é bom.

#78 My Cute Succubus – 24/05 – Se você quer um match-3 com hentão, vá jogar Hunie Pop, se quer Match-3 com historinha, jogue Kotodama. Perda de tempo.

#79 Sex Adventures – Mile High Club – 25/05 – Visual novel genérica curta, de duas aeromoças, que devido ao atraso de um voo, decidem brincar no avião. Faltou revisão do texto antes de lançar, mas pelo menos não é como os milhões de jogos boçais clones um do outro engana trouxa que tem no steam.

#80 Tibetan Quest: Beyond the World’s End – 25/05 – Outro jogo adventure de objetos ocultos laiá, laiá, laiá. Dessa vez, um que eu não tinha terminado na versão pipipitchu ano passado por conta de um bug. Mas enfim, basicamente, resolva puzzles pra salvar sua sobrinha das garras de um filho da puta que quer imortalidade.

#81 Les Misérables: Cosette’s Fate – 26/05 – Adaptação de “Os Miseráveis”, de Victor Hugo, no formato de Adventure de Objetos Ocultos. Esse é bem mediano, como o de Alice que citei mais acima. Tava em promoção, peguei. E assim como o de Alice, você encontra algumas curiosidades sobre a obra e o autor.

#82 Night Mysteries: The Amphora Prisoner – 26/05 – Blá blá blá, adventure objetos ocultos, mediano. Pipipi popopó. A história? Uma mulher em Portugal perde o navio pras Americas, a gota d’água no azar. Pra completar, ela até consegue uma carona, mas o navio é atacado por fantasmas de uma ânfora, que aprisiona os tripulantes, e temos que resolver a treta.

#83 Hentai Girls – Neko Pastry – 25/05 – Visual novel genérica curta, de duas meninas gato, que foram adotadas por um confeiteiro e trabalham numa confeitaria. Rolam coisas, e é basicamente a versão de 1,99 de Nekopara. Dos mesmos criadores de “Sex Adventures – Mile High Club”, igualmente feito na Tyrano Builder.

#84 Princess Isabela: Rise of an Heir – 27/05 – Mais um adventure de objetos ocultos, a lista do ano passado tinha bastante, e eu esperava que esse ano tivesse menos, já que eu não tenho tanta vontade de voltar pra maioria daqueles jogos que terminei, mas como eu ganhei aqueles 50 dólares em créditos do Steam, acabei comprando bastante coisa. Enfim, aqui jogamos com uma garota, que com a ajuda de suas fadas madrinhas, deve derrotar uma bruxa que mantém sua mãe prisioneira. Bem básico da Artifex, não possui puzzles difíceis.

#85 Arcade Spirits: The New Challengers – 28/05 – Visual novel para a longa lista de séries que o Sancini começa pelo número 2. Apesar disso, conhecimento sobre o jogo prévio é desnecessário (ainda que ter jogado Arcade Spirits ajude a entender partes da lore), podendo ser aproveitado sozinho.

Basicamente temos uma história passada no ano de 20XX, num universo alternativo onde os arcades nunca foram embora, e convivem com consoles, portáteis e PC de boas. E em meio a essa cultura, estamos no papel de uma pessoa que quer entrar pra uma equipe de Fist of Disconfort 2, um popular jogo de luta. Tenho muita coisa pra elogiar, primeiro, você pode customizar o seu personagem e a maneira com a qual você lida com as escolhas durante o mesmo, seja com indicadores óbvios ou sem eles.

A apresentação audiovisual ajuda, com a parte da interface de usuário, trilha e dublagem. Trabalho bom que merece ser recompensado.

#86 Deadly Association – 30/05 – Adventure de objetos ocultos bem básico no qual temos que investigar um assassinato que se transforma em outros dois, que levam a uma história que aconteceu no passado. Descartável, não ruim, só esquecível.

#87 Sakura Succubus 5 (PS4) – 30/05 – Copi-cola da entrada de PC, porque agora joguei a versão de consoles: a sub-série Succubus é a mais bem escrita da franquia Sakura. Dessa vez, Hiroki tem a chance de passar duas semanas de férias na Europa, graças ao convite feito por Hifumi, uma de suas companheiras succubi.

Nisso, ele vai pra lá com Hazel (que tem um torneio a disputar na nação de Astoria) e Marina (que está a negócios). Nisso, ele passa o tempo no castelo da princesa de Astoria e coisas acontecem, com a possibilidade de mais duas succubi a serem adicionadas no harém. Termina num cliffhanger.

#88 The Skylia Prophecy – 01/06 – Imagine se misturassem os Wonder Boys de exploração com o VOCÊ MORREU de Dark Souls. O resultado seria The Skylia Prophecy, o jogo tinha potencial pra ser excelente, mas tropeça em muitas falhas, tanto que se você olhar na versão de PC, as análises do Steam não são tão favoráveis. E dá pra entender, tem erros gráficos, o sistema de checkpoints de save (que eu não tenho nada contra o conceito) não é bem distribuído, seus status não significam muito, você só pode carregar um ítem de cura e um de MP, e caralho, TU NÃO PODE ATACAR ABAIXADO. Sem contar que não adianta nada você ser gente boa e fazer 100% das missões, o final vai ser o mesmo.

#89 Vampire Legends: The True Story of Kisilova – 02/06 – Misteriosos acontecimentos assolam uma cidadezinha pequena da Austria, moradores dela tem morrido por conta de ataques misteriosos que podem ser de um vampiro. (E são). É um adventure de objetos ocultos da Artifex, é basicamente batata falar sobre eles, mas a maioria dos puzzles é simples, alguns precisam de melhor explicação.

#90 Lonely Catgirl is the Purrfect Pussy – 03/06 – Você encontra uma menina gato e muitas coisas acontecem. É um eroge que tava no meu PC a um tempão e tal, da Norn/Miel. Então, sabe como é, roteiro raso feito pires e mesmos fetiches de sempre.

#91 Queen’s Quest: Tower of Darkness – 03/06 – Você é uma princesa, que teve sua filha sequestrada por um feiticeiro que ajudara seu marido a se tornar um príncipe. É um adventure de objetos ocultos da Artifex, e o primeiro da série Queen’s Quest.

#92 Onechanbara Z2 Chaos – 03/06 – Resolvi voltar a fazer speedruns do jogo, então precisei derustar o jogo, o que significa, a primeira vez em mais de um ano que toco no mesmo. É um bom hack’n slash, com uma história idiota… Esperado da série.

#93 Dark Heritage: Guardians of Hope – 04/06 – Seu mentor desapareceu em meio a pesquisas sobre a Pedra Filosofal. Essas pesquisas levam você a uma ilha, que se tornou desabitada devido a um homem maligno que causou mal pra caralho a população, matando o mestre anterior da ilha e tocando o terror. É mais um adventure de objetos ocultos, não vou explicar pela milésima vez como o gênero funciona.

#94 G-Darius HD – 06/06 – Clássico de navinhas dos tempos de PS1, remasterizado em alta definição. A franquia Darius foi um dos pilares da era de ouro dos shooters, junto com Gradius, da Konami e R-Type da Irem. Gradius tinha o seu sistema de Options, e power-ups, R-Type tinha o tiro carregado, e Darius… Darius tinha a cabine do original que usa TRÊS MONITORES (Recomendo jogar a versão de Arcade numa SmarTV de mais de 40º, se jogar a versão emulada. Compensa a redução do emulador.)

Além de ser multi-monitor, o Darius original tinha chefes gigantescos e você podia capturar os inimigos com uma pokébola. Talvez não seja uma Pokébola, enfim. E G-Darius eleva isso, com chefes gigantenormes (É, o G de G-Darius não é de Geovane), e caramba, como a versão de PS1 facilitou as coisas, porque apesar de eu ter conseguido terminar a primeira fase do G-Darius sem perder vida, o resto do jogo é casca grossa.

Obrigado pelos continues infinitos. Enfim, o pacote de G-Darius contem a versão original do fliperama, a revisão, intitulada G-Darius ver. 2, que rebalanceia algumas boss fights e adiciona o modo Beginner (que permite começar duas fases adiante e com power-ups), além das versões remasterizadas dos dois jogos, com os gráficos em alta definição, e além delas, o jogo contém a versão de PS1 do jogo.

#95 Demon Hunter: Chronicles from Beyond – 07/06 – Ano passado eu terminei Demon Hunter 2: A New Chapter que tava de graça nos jogos do Prime, dessa vez, esse aqui eu peguei por 1,99 no Steam. Pra surpresa de ninguém, as histórias dos jogos não são tão conectadas quanto as da série Mystery Trackers. Anyway, você está no papel de uma jovem que não sabe sobre sua origem, e deve investigar a morte de seu pai adotivo. É um jogo de Objetos Ocultos relativamente fácil, exceto o último puzzle, que odeio o tipo.

#96 Nickelodeon All-Star Brawl – 07/06 – Lembra no anuncio desse jogo, quando as pessoas levaram Nick ASB a sério? Pois é. Esse aqui é a definição de genérico corporativo, porque o jogo parece sem alma, sem muitos modos e totalmente sem graça. Dos clones de smash que joguei na vida (foram poucos, eu sei), figura entre os mais medíocres. Patético.

#97 Time Mysteries: Inheritance – Remastered – 08/06 – Você tem que procurar seu pai que foi sequestrado por um homem misterioso, e nisso, viaja pelo tempo resolvendo puzzles. Eu honestamente fiquei perdido na trama porque parece uma colcha de retalhos mal conectada.

#98 Street Fighter II: The World Warrior – 09/06 – Acho que é a primeira vez que termino o Street Fighter II ORIGINAL de Arcade, porque todas as vezes que terminei SF II foram outras revisões, como a Champion Edition, Turbo, Super, Super Turbo, Hyper, mas não a original. Não lembro se terminei o World Warrior no SNES, talvez.

#99 Time Mysteries 2: The Ancient Spectres – 10/06 – Única conexão com o jogo anterior é basicamente a família Ambrose, e o Merlim, mas mesmo o Merlim não é o mesmo do jogo anterior. Dessa vez, temos que… Cara, a verdade é que somos atraídos pra uma armadilha, por uma vilã que possui o nome bem parecido com a protagonista do primeiro jogo, mas não se parece com ela nem nada. Yada yada objetos ocultos.

#100 Queen’s Quest 3: The End of Dawn – 11/06 – Centésimo jogo terminado em 2021, yay! Curiosamente, terminado no mesmo dia em que terminei o 100º jogo em 2021. Isso foi coincidência.

A essa altura, já estou conformado que as “continuações” dos jogos da Artifex não tem conexão alguma a não ser o nome. Uma pena. Você joga no papel de uma jovem que precisa salvar a academia de alquimia da ameaça de um dragão ancestral. O que posso dizer é que o plot twist do jogo é previsível.

#101 Queen’s Quest 4: Sacred Truce – 12/06 – Precisamos evitar a guerra entre humanos e elfos, e pra isso, investigações precisam ser feitas. Esse aqui tem menos a ver com os Queen Quests anteriores. Já to acostumado.

#102 Queen’s Quest 5: Symphony of Death – 13/06 – Por parível que incresça, esse é a continuação direta de Queen’s Quest 2, que eu terminei no ano passado. Se passa um tempo depois dos eventos daquele jogo. Crianças tem sido sequestradas e uma estranha criatura é tida como culpada.

Podemos dizer que o plot twist do jogo é previsível (spoilers, é basicamente a ex-Rainha vilã de Queen’s Quest 2 disfarçada de médica que tá usando a Flauta pra controlar um jovem que sofre da maldição de Lobisomem). O jogo tem um bom pacing, mas o mais curioso é que o duelo final é um minigame rítmico e fazer isso no touchpad do notebook é horrível.

#103 Chronicles of Magic: Divided Kingdoms – 13/06 – Depois de tretas reais entre dois reinos governados por irmãos, o filho de uma mulher aparentemente c0mum é sequestrado por um membro do Black Kingdom. E agora, temos que ir resgatar e resolver essa treta. Mais um jogo de objetos ocultos e tal.

#104 – Shing! – 14/06 – É um beat’em up razoavelmente decente, aparentemente inspirado por Sengoku 3. O quão inspirado? O jogo parece durar pra sempre com fases de dezesseis horas de duração. Questão de cutscenes/lore do jogo é o ponto fraco, mesmo pra um beat’em up.

#105 Enigmatis: The Ghosts of Maple Creek – 15/06 – Temos que resgatar uma garota desaparecida em uma cidade. Só que a cidade tem uma espécie de culto estranho, ligada a Igreja. É o único jogo da Artifex que está na PS Plus Extra, então hey ho. Jogo de Objetos ocultos e tal. Termina num cliffhanger.

#106 Put in – 17/06 – Não, não tem nada a ver com o presidente da Russia. É basicamente um clone de pipe mania, com a insinuação de sexo oral representada por bananas, pepinos e candy canes… Que são substituídas por pintos quando você remove a censura. Bem boçal, mas foi 1 real no steam.

 

#107 Yuletide Legends: Who framed Santa Claus? – 17/06 – Mais um Adventure de objetos ocultos da Artifex Mundi, aqui, estamos no papel de uma detetive especializada em casos natalinos (WAT?), e temos que inocentar o papai noel de um crime, para salvar o Natal (duplo WAT?), e no fim das contas, o primeiro plot twist é previsível, que o dono do shopping que acusou o Papai Noel foi justamente o responsável pelo crime, só que quando achamos que tudo foi resolvido, descobrimos que tudo era parte de um plot de uma vilã que não havia sido apresentada em NENHUM MOMENTO (triplo WAT?).

#108 Portal of Evil: Stolen Runes – 18/06 – Um adventure de objetos ocultos decente que não é da Artifex, dessa vez, temos que encontrar selos para impedir que uma horda de demônios invada o mundo e pans. Termina que o vilão acaba escapando.

#109 Sea Legends: Phantasmal Light – 19/06 – Um adventure de objetos ocultos ruim. É tudo o que você precisa saber. O sistema de dicas é meio falho, detecção de colisão nos puzzles de objetos ocultos meio ruim. Resgatar marido, resolvir maldição etc etc.

#110 Mysteries of the Undead: The Cursed Island – 20/06 – Ganhei esse jogo de aniversário. E ele não chega a ser ruim, ruim como Sea Legends, mas não é bom como o Portal of Evil. E sim, é um adventure de objetos ocultos, eu to praticamente zerando meu backlog do gênero no steam.

O problema desse jogo? As hitboxes são duvidosas, não há tantos puzzles, e um deles não dá pra completar, por causa de um bug.

#111 9 Clues 2: The Ward – 20/06 – Outro jogo da Artifex Mundi, dessa vez, estamos investigando um hospício, onde um incêndio ocorrera 2 anos atrás e alguém está fazendo coisas com pessoas que supostamente estavam envolvidas. É possivelmente um dos mais fáceis da Artifex, puzzles fáceis e tals.

#112 Lost Grimoires 2: Shard of Mystery – 21/06 – Ano passado eu havia terminado Lost Grimoires 3: The Forgotten Well, e por algum motivo, achei que tinha terminado o segundo, mas não terminei. Bem, basicamente temos que salvar o filho do falecido rei, yada yada coroação, bruxa yada yada.

#113 Questerium: Sinister Trinity HD – 21/06 – Mais um jogo de Adventure com Objetos Ocultos. Não é da Artifex, e é um cadinho falho aqui e ali, mas o sistema de dicas funciona bem, mas uns puzzles não são tão intuitivos. Não consigo odiar o jogo, por conta das cutscenes bregas com atores de verdade.

Basicamente, temos que deter um cientista maluco que fez merda na cidade em pesquisas de um meteorito que causa radiação. Coisa a lembrar: O conteúdo extra (uma história após o jogo) é bugado e não vale a pena.

#114 Beauty and the Beast – 22/06 – Certamente um dos piores adventures de objetos ocultos. Apresentação péssima, HOP’s péssimos, nada se salva nessa batida de trem. Baseado no conto da Bela e a Fera, mas não tem nada de adventure. São só sequências de objetos ocultos.

#115 Black Viper: Sophia’s Fate – 23/06 – Uma ideia que em teoria seria excelente (um adventure de objetos ocultos com uma agente de dia e ladra a noite), mas é um dos jogos mais contra intuitivos do gênero, metade do tempo as dicas não funcionam. Evite.

#116 Hotshot Racing – 23/06 – Jogo de corrida feito pela Sumo Digital, provavelmente na mesma engine do Outrun 2/2006 e os jogos de corrida do Sonic. É decente, apesar do péssimo drift e poucas pistas.

#117 Enigmatis 2: The Mists of Ravenwood – 24/06 – Esse jogo se passa depois do original, a detetive continua na busca do Pregador Demoníaco, o assassino de Maple Creek, e a pista que pode o levar até ele está em misteriosos desaparecimentos em Ravenwood.

#118 Mexicana: Deadly Holiday – 24/06 – Uma boa ideia, um adventure de objetos ocultos com a temática do Dia dos Mortos, mas uma execução falha. Aqui somos uma jovem que viajou com seu namorado pra conhecer o feriado de Dia dos Mortos no México, mas ele desapareceu e temos que investigar.

#119 Kronville: Stolen Dreams – 25/06 – Ele tava no mesmo bundle da Alawar que continha o Mexicana: Deadly Holiday. Dessa vez, fazemos o papel de uma psicóloga que precisa salvar as crianças desaparecidas. O duplo twist é até decente, mas inconclusivo. Não sei se é meu PC merda, mas do nada, no meio do jogo, a dublagem dele sumiu.

#120 Panopticon: Path of Reflections – 26/06 – Começo a perceber um padrão nos jogos da Alawar, basicamente, trocas rápidas de cenário nos jogos. Você não fica tanto tempo da trama em um ponto, e vai para outro totalmente não relacionado. Um mágico e sua assistente, uma antiga namorada sua desapareceram após um show.

#121 Pocky & Rocky Reshrined – 26/06 – Remake que não é tão remake assim de Pocky & Rocky. É um shooter multi-direcional bem bonito e difícil.

Assim como os outros jogos da Tango Project, traz novo conteúdo a um clássico do SNES, dessa vez com 3 novos personagens, cada um funcionando de maneira diferente, pena que o modo história só permite jogar com dois desses personagens novos, um desses personagens, só no Free Mode.

#122 Cruel Games: Red Riding Hood – 27/06 – Você está no papel de uma versão moderna da Chapeuzinho Vermelho. Seu namorado aparentemente foi sequestrado por um louco homicida chamado Storyteller e você precisa resgatá-lo antes que seja tarde demais. É passável, nada demais. Não tem falhas como outros jogos do bundle que adquiri.

#123 A Pinch of Magic – 27/06 – Uma visual novel curta, de uma menina que volta após anos fora da cidade e tem que reviver o café da avó que está a beira da falência. Ah sim, a menina sabe fazer mágica. Aliás, não é uma menina, porque você pode escolher o personagem. Enfim.

#124 Aladin and the Enchanted Lamp: The 1001 Nights – 28/06 – Um adventure de Objetos ocultos inspirado na história de Aladin, mas não tão copiado na cara do filme da Disney. Não é ruim, mas não é prioridade pra quem curte o gênero. Eu to só limpando backlog do steam.

#125 Blake and Mortimer: The Curse of the Thirty Denarii – 28/06 – Aqui, a história é bastante confusa e eu não entendi direito a narrativa, mas o destaque desse adventure de objetos ocultos mediano, na mesma pegada (e da mesma empresa) que o do Alladin acima, é que algumas cutscenes são no estilo quadrinhos. Novamente, limpando backlog do steam.

#126 Around the World in 80 Days – 28/06 – Adaptação do livro de Julio Verne em formato de Adventure de objetos ocultos. Mesma coisa dos outros dois jogos acima.

#127 The Lake House: Children of Silence – 28/06 – O último jogo do 6-in-1 Bundle que adquiri nessa summer sale do Steam, que vale jogar a pena, porque Elementar, my dear majesty é bem sem graça. Enfim, dessa vez, temos que resolver uma treta numa cidade fantasma, que está ligada ao passado de seu personagem, sua noiva e o irmão dela, que teria falecido quinze anos atrás.

#128 Alice in Wonderland: The Incredible Adventure – 29/06 – Aventura não tão incrível assim, é um jogo da mesma linha de Around the World in 80 Days, Blake and Mortimer e Alladin and the Enchanted Lamp, bem mediano. Baseado no Alice no Pais das Maravilhas.

#129 Celeste – 30/06 – De tanto que o pessoal falou de Celeste, o jogo deveria ser a segunda vinda de Jesus. Depois de terminar, chego a conclusão que prefiro ver speedruns de Celeste do que jogar ele de verdade. É bem feitinho, mas não me capturou. Terminei com o cheat de invencibilidade, e não me envergonho disso.

#130 Mind Snares: Alice’s Journey – 01/07 – Acho que o único dos jogos que possuo da Artifex Mundi que não tinha terminado. É competente, mas o final é bem bosta. Basicamente, no papel da dona de uma livraria bem sucedida, ela relembra os fatos que fizeram com que ela de fato decidisse ir atrás dos sonhos.

#131 Les Misérables: Jean Valjean – 01/07 – Da mesma equipe do “Les Misérables: Cosette’s Fate”, só que do ponto de vista do Jean Valjean. É ok, nada demais.

#132 Lost Words: Beyond the Page – 01/07 – É um platformer/puzzle sobre uma menina que precisa lidar com a morte e a depressão, e é contada em duas partes, uma, com a narrativa/platforming da vida da menina, e a outra, quase como um reflexo, é o core platforming/puzzle da história que ela está escrevendo. Decente, mas eu não jogaria se não estivesse na Plus.

#133 Enigmatis 3: The Shadow of Karkhala – 02/07 – A conclusão da trilogia Enigmatis, e na minha opinião, o mais fraquinho dos três. Talvez porque o final seja bosta. A perseguição ao pregador leva a nossa detetive e ao detetive Hamilton a um local distante nas montanhas, onde o Pregador, um dos doze ceifeiros de Asmodeus, pretende trazer de volta o mesmo e se inicia uma corrida contra o tempo.

#134 20.000 Leagues Under The Sea – Captain Nemo – 05/07 – Baseado no 20000 Léguas Submarinas, dos mesmos criadores de Alladin and the Enchanted Lamp, Around the World in 80 days. Bem basico, mediano.

#135 Theatre Of The Absurd – 05/07 – Um adventure de objetos ocultos dos mesmos criadores da trilogia Empress of the Deep, mas não tão bom quanto esses. A história (uma mulher que precisa salvar uma garotinha de ser possuída por um demônio) é confusa e o final não faz sentido, sem contar que a história bonus dá gancho pra uma continuação. Além de tudo, o jogo tem um bug que pode dar softlock e a única maneira de prosseguir, é reiniciando a partida inteira (criando um save novo).

#136 Ms. Holmes: The Adventure of the McKirk Ritual – 06/07 – No momento em que escrevo isso, meu PS4 está meio morto, com super aquecimento, então to jogando coisas no PC. E como meu backlog de HOP Games do steam está vazio e não acho um local pra baixar o Empress of the Deep 3, resolvi baixar alguns outros HOP’s aleatórios. Esse aqui é estrelado por uma descendente de Sherlock Holmes e precisa solucionar o crime de um fantasma. A reviravolta do jogo não faz tanto sentido e algumas coisas são deixadas pra lá cedo demais.

#137 Paranormal Files: Ghost Chapter – 08/07 – Outro HOP, e uma coisa que me espanta nas séries que a Big Fish publica, é que os jogos se relacionam uns com os outros não somente em nome como os jogos da Artifex, mas em questão de personagens e até mesmo eventos. Aqui, temos que investigar uma mansão onde tretas misteriosas aconteceram muitos anos atrás e que podem estar relacionadas com o sumiço de um colega nosso. É bem sólido apesar de não ter tantos puzzles de caça objetos, é muito bom. Termina num gancho e tal.

#138 Soul Falchion – 11/07 – Jogo de luta do Game Boy Color da Vast Fame, produtora taiwanesa responsável pela série Zook Hero (um clone de Mega Man), e pelo infame pirata de Game Boy, KOF 97 (que é basicamente o KOF 96 + personagens do KOF 97), usa a mesma engine do KOF, mas lembra mais Last Blade e Samurai Spirits. É um bom jogo, e funciona como os KOF de Game Boy.

#139 Princess Isabela: A Witch’s Curse – 13/07 – Um adventure de objetos ocultos que não é muito intuitivo na minha opinião. A história? Estamos no papel de uma princesa e devemos derrotar uma bruxa que amaldiçoou o castelo onde vivemos. O problema é que nem sempre a dica do jogo vai levar ao próximo ponto.

#140 Sakura Succubus VI – 14/07 – O mais recente jogo da série Sakura Succubus, continuando de onde Sakura Succubus V parou. Dessa vez, lidamos com o final da viagem de Hiroki e suas succubi a distante Astoria, suas novas adições ao Harém (Stephania e Elizabeth) e seu retorno ao lar, além é claro de lidar com a relação dele com Hifumi, Marina, Hazel E Stephania se tornar algo público. Ainda que Sakura Succubus 2 continue sendo o melhor, pelo menos é consistente e não termina num gancho como o 1 ou o 5.

#141 Arcade Spirits – 15/07 – Meses depois de ter zerado a continuação, resolvi jogar o Arcade Spirits original, e enquanto que a continuação mostra que a equipe de desenvolvimento melhorou em questão de conhecimento da Ren’py (a continuação é melhor programada), o Arcade Spirits original oferece personagens melhores a se romancear, ao menos no lado feminino.

Mas enfim, aqui nós nos tornamos meio que o gerente de um fliperama, num universo alternativo onde o Crash do mercado americano não aconteceu em 1983, e os Fliperamas coexistem com PC e consoles. E estamos no papel de um jovem (ou uma jovem se você jogar com personagem feminina) que não possui muita esperança no futuro, vivia de um emprego merda ao outro, até que com a ajuda de uma IA, você consegue o emprego no fliperama.

#142 Arcade Spirits: The New Challengers (PC) – 17/07 – Só o listo aqui porque o joguei logo em seguida no PC, com meu save do primeiro jogo importado, então foi bem bacana ver as minhas decisões daquele jogo aparecendo aqui, como o fato de que o protagonista do jogo anterior é o companheiro da QueenBee e tal.

Talvez eu faça um playthrough com o mesmo sobrenome do protagonista do jogo anterior pra ver se algo diferente acontece. Spoilers pós 17/07: Sim, acontece. Se usar o sobrenome do protagonista, o protagonista do jogo anterior é nosso primo.

#143 Otoko Cross: Pretty Boys Klondlike Solitaire – 20/07 – É paciência, então é simples de se entender, e menos longo que o Mahjong Solitaire. Mas o RNG das partidas no Hard é uma puta paga, e custa caro (a puta, não o jogo).

#144 Secret Summer – 21/07 – O seu pai é um filho da puta escroto do caralho e lhe forçou um acordo de continuar pagando as finanças de sua ex-mulher e filhas (também conhecidas como sua mãe e irmãs) caso você trabalhe na empresa dele. Uma oportunidade de negócios surge então, que o deixaria perto da sua família, e tomando isso como desculpa para se reconectar com elas, você decide arriscar.

No geral, apesar do final apressado (tanto é que um epílogo foi lançado separadamente) é uma boa visual novel, com personagens carismáticas. E é sempre bom ter possibilidade de Harem Ending.

#145 Fukou na Kaa-san to Shiawase Love Love Seikatsu – 22/07 – É uma visual novel erótica. Seu pai, um filho da puta escroto do caralho que provavelmente agredia a sua mãe e a traumatizava psicologicamente, enquanto você estava na universidade, a enganou para ficar com a antiga casa dela, e assinar os papéis de divórcio, antes de fugir com uma possivel amante. Ele deixou ela com o psicológico abalado e um trauma profundo, e agora você tem que cuidar dela. E obviamente como estamos falando de Japão, sua mãe é uma milf e a parada evolui para uma relação entre vocês dois. É decente.

#146 Pretty Girls Breakout! PLUS – 23/07 – Uma versão revisada e melhorada de Pretty Girls Breakout! Agora você tem um modo endless como fator replay, escolha da velocidade inicial da bola e novos power-up’s. No geral, uma experiência melhor que o Pretty Girls Breakout! original. E sim, é um clone de breakout, mas é um bom clone.

#147 Melody – 25/07 – Uma visual novel sobre você, um músico experiente, que após um término de relacionamento, aceita o papel de tutoriar musicalmente uma jovem que passou por alguns problemas, nisso, a conhecendo, você a guia rumo a carreira musical e a um relacionamento. É bem longa e muito bem feita.

#148 Bounce Paradise – 26/07 – É um remake de Beach Bounce, uma visual novel do Dharker Studio, que conta a história de um rapaz que tem que trabalhar no resort de sua avó, que tirou um tempo para cuidar da saúde. Aí você pode, no meio do caminho, acabar arrumando um ou mais romances.

Apesar dele ter pacing melhor que o Beach Bounce “Remastered”, e até mesmo referenciar pequenas coisas de Beauty Bounce e Bunny Bounce (as continuações do Beach Bounce original), não tem o pacing igual ao da versão original de Beach Bounce (antes de mudarem o roteirista e refazerem parte do jogo do zero).

A arte lembra Hunie Pop porque o mesmo artista trabalhou no design inicial de personagens, mas a arte das CG’s varia de qualidade, como se vários artistas diferentes tivessem feito as coisas. Ele possui uma versão “Yuri” chamada Beauty Paradise, no qual é uma protagonista.

#149 A Housewife’s Healing Touch ~Pure Love Route~ – 27/07 – Visual novel da Alicesoft sobre um rapaz que vai treinar com um sujeito de 3 metros de altura para poder despertar sua magia. E nesse mundo, a magia é restaurada por contato íntimo entre pessoas de sexos opostos (seja saliva ou outra coisa), o que significa que acabei comendo a esposa do filho desse cara que me treina. Claro que não to dando muitos spoilers, é uma novel bonitinha nessa rota.

#150 ReConnect – 27/07 – Visual novel curta sobre dois primos que não se viam há tempos e meio que renovam os votos de amor e tal. Tem um pouco de death metal também.

#151 Date Ariane Remastered – 27/07 – É o remake de um date sim considerado clássico de uma era remota da internet, mas refeito na Ren Py e tal. É curto e tal, tendo seu destaque no fator replay de suas escolhas.

#152 Would you like to run an Idol Café? 2 – 27/07 – Continuando de onde o jogo anterior terminou, agora Naoya e as meninas do café onde eles trabalham precisam mostrar que podem ser idols, só que uma dupla de idols de um outro café pretende atrapalhar as coisas. Como continua de onde o antecessor parou, você escolhe que tipo de relacionamento você tem, e no caso, como eu sempre prefiro a escolha harém, ela é a que tem menos cenas + 18

#153 Would you like to run an Idol Café? 3 – 27/07 – A conclusão da trilogia das Idols. Agora, o grupo de idols das nossas protagonistas foi convidado para uma competição de grupos amadores de idols que irá acontecer em Tóquio. Nisso, o grupo rival tenta (um pouco) atrapalhar as coisas, mas é bem menos babaca que no jogo anterior. Assim como no anterior, você tem a escolha do relacionamento no começo da jornada. Claro que o jogo tem outros finais, mas não me interessa, nesse tipo de jogo, ou é harém ou não vale a pena.

#154 Hard Times at Sequoia State Park – 28/07 – Uma visual novel sobre uma menina com DLC que vai trabalhar em um parque, e as coisas divertidas que podem acontecer lá. É curtinha, mas as decisões dão cenas diferentes e tal. Só não entendi porque tem 3GB, não precisa disso tudo.

#155 Nasty Sex Friend with Plump Girl Friend – 28/07 – 90% dos jogos eróticos feitos no RPG Maker são basicamente NTR/Chantagem BS, então encontrar um que não se enquadrasse nisso é tipo encontrar um politico genuinamente honesto. Mas ei, aqui estamos. E se o título não deixou a impressão, sim, o título utiliza a infame Machine Translation. Mas enfim, depois de levar um fora da garota que estava afim, o protagonista é consolado pela amiga de infância que é gordinha, e por consolado, quero dizer, os dois transam. E é basicamente isso.

#156 Life with Mary – 29/07 – Um amigo seu do tempo de escola/faculdade pede que você cuide da filha dele por um tempo devido ao fato do novo colégio dela ficar mais próximo de sua casa e ele estar tendo problemas com a esposa. Nisso, a convivência com ela leva a outras coisas. É decente o suficiente, apesar do final ser meio súbito.

#157 Landlord & the Tennants – 30/07 – Visual novel extremamente mediana sobre um rapaz que passa a cuidar da casa do tio e aluga os quartos para moças. Podia ter sido considerado boa, mas o pacing e a escrita deixam a desejar.

#158 Summoner’s Cafe – 01/08 – Seu avô, um conceituado alquimista, deixou uma gorda herança com uma condição, você criasse um maid café e contratasse as criaturas que ele especificou para invocar. E assim começa uma semana de teste e coisas divertidas acontecem. Curtinha, mas decente.

#159 Friendship with Benefits – 02/08 – Você vai parar em um outro mundo e basicamente vc transa com poneis antropomórficos até terminar.

#160 Redemption for Jessika – 06/08 – Dos mesmos criadores de Coming to Grips with Christine e Life Changes for Keeley, uma visual novel curta sobre um cara que trabalha num juri e acaba ajudando uma artista a superar um trauma de algo ruim. To fazendo um péssimo trabalho explicando, eu sei.

#161 Sisterly Lust – 08/08 – Tempos atrás (na história da Novel), seu pai se separou da sua mãe e te levou pra morar com ele. Porém, quando o véi morre, sua mãe o convida para morar com ela e com suas 3 irmãs. E nessa, começa sua nova vida… E pelo título do jogo, você sabe onde isso vai chegar.

#162 A New Life Vol. 1 – 08/08 – Um dia, quando você (o personagem principal) tem dezesseis anos, sua mãe sugere que você saia de casa para que você não seja agredido por um pai abusivo. Cinco anos depois, você volta após a morte do véi, mas agora você é bem sucedido e tem empresas pra caralho por conta do seu antigo trabalho. E agora é hora de reconectar-se com sua família. Exatamente isso. Sua mãe, suas irmãs, sua tia, suas primas gêmeas, etc.

#163 A New Life Vol. 2 – 08/08 – Continuação direta do jogo anterior, e claro, você vai comer mais gente que faz parte da sua família. Sei que to parecendo um sujeito do Alabama por estar jogando tantos eroges de incesto, mas ei. Culpe o PS4 com super aquecimento.

#164 Now & Then – 11/08 – Uma visual novel pós apocaliptica (mais ou menos) ambientada numa sociedade que enfrenta uma pandemia quase parecida com o Covid, mas que transforma os infectados em criaturas que só pensam em atacar qualquer coisa. Daí você tem que lidar com cuidar de sua filha adotiva e depois de outras pessoas que vão entrando no seu grupo. É uma novel ENORME.

#165 Stepmother love – 13/08 – A ideia geral da novel dá pra entender, mas a execução deixa muito a desejar. Não somente isso, mas o jogo possui modelos extraídos de diversos jogos, como Dead or Alive, Uncharted, Mass Effect e Mortal Kombat. O fato de que o protagonista usa o modelo do Nathan Drake me fazia rir a cada 3 minutos.

#166 Shoujo Dominance: My Precious Reina – 16/08 – Você é um homem viúvo com uma filha gostosa. SWEET HOME, ALABAMA! É curtinha.

#167 Picture Perfect – 17/08 – Do mesmo criador de Secret Summer, e se passa no mesmo universo. De fato, na mesma cidade. A temática é parecida, só que dessa vez, você tá no papel de um pai divorciado com 3 filhas e que está prestes a perder a casa. SWEET HOME ALABAMA acontece com as 3, e com a melhor amiga da sua caçula de 18 anos, que é praticamente família.

Daqui em diante, eu parei de contar a data de quando terminei, então é só pra deixar claro, e não vou colocar nada detalhado porque alguns jogos fazem meses, e não lembro.

#168 A Petal Among Thorns – Visual Novel.

#169 Avalon – Visual Novel, mesmo criador e universo de Petal Among Thorns

#170 Once in a Lifetime – Visual Novel – Extremamente recomendada. Coloquei no meu texto sobre jogos adultos gratuitos.

#171 Infinity Crisis – Visual Novel – Crossover hentão de marvel e DC. Curtinha.

#172 Parental Love – Visual Novel

#173 Silver Nights Crusaders – Platformer, jogo inspirado por Castlevania. MUITO BOM.

#174 Grand Prix Story – Manager SIM, versão simplificada de um jogo de manager de corridas. Divertidasso.

#175 Game Dev Story – Game Studio SIM. Lembra do Game Dev Tycoon? Aquele jogo foi inspirado nesse. Viciante.

#176 Fatal Fury ONE – Luta, remake de Fatal Fury 1, pra Mega Drive. Jogabilidade divina. Perde alguns detalhes, mas ganha em conteúdo (TODOS os personagens são jogáveis)

#177 Kunio no Nekketsu: School Fighters (demo) – Luta, fangame do universo de River City, com personagens de Kunio-kun, River City Girls e Double Dragon. Potencial.

#178 Real Bout: Fatal Fury Special (demo) – Luta. Olha a screenshot acima. Essa porra tá rodando num Mega Drive, maluco! Jogabilidade afinada, jogue.

#179 – Green Beret – Ação. Um cara resolveu fazer um remake/porte do clássico Green Beret (ou Rush’n Attack) pro Master System. O jogo ficou bom. É difícil feito o original, mas dá pra jogar com vida infinita.

#180 Pretty Girls 2048 Strike Puzzle. Uma versão hardcore de 2048. Divertida.

#181 Pretty Girls Tile Match Puzzle. Jogo bem amigável.

#182 Sakura Succubus: Cosmos Christmas – Visual Novel, se passa antes dos eventos de Sakura Succubus 5, com um Natal entre o protagonista e a Cosmos. Curta.

#183 ASAP PLS – Microgames, são 4 minigames que são completados em questão de segundos, mas nos 2 loops seguintes, o tempo de reação é menor.

#184 Where in the World is Carmen Sandiego? – Educativo. Clássico, eu havia terminado a versão de Mega Drive uns 20 anos atrás, rejoguei. Estranhamente as roupas da Carmen são marrons na versão de Mega. As versões de Mega e Master possuem tradução pro português.

#185 Ultimate Beach Soccer – Futebol, jogo simples de futebol de praia do GBA.

#186 Street Fighter II Z – Luta. Versão MUGEN de SSF.

#187 Good Girl Giselle – Visual Novel. Eu tinha esquecido desse aqui.

E foram esses os jogos que terminei em 2022, jogo pra caramba, né?

LISTA DOS PARTICIPANTES DO MEME

Esta lista será atualizada constantemente. Os links marcados com ✅ indicam os posts que já foram publicados.

[Alvanista] João Carlos => UsoppBR
[Blog] A TV Vai Estragar! => Edu Farnezi
✅ [Blog] Gamer Caduco => Cadu 
✅ [Instagram] MarvoxBrasil => Marvox
[Blog] Vão Jogar! => Tchulanguero
[Blog] Vão Jogar! => sucodelarAngela
[Blog] Vão Jogar! => Somari
✅ [Blog] Videogames com Cerveja => Felipe B. Barbosa

O post O que você jogou em 2022? | Geovane Sancini apareceu primeiro em Arquivos do Woo.

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O que eu joguei em 2020 | Diogo Batista https://www.arquivosdowoo.com.br/2021/01/09/o-que-eu-joguei-em-2020/ https://www.arquivosdowoo.com.br/2021/01/09/o-que-eu-joguei-em-2020/#comments Sat, 09 Jan 2021 08:00:00 +0000 https://www.arquivosdowoo.com.br/?p=6367 O ano de 2020 não foi bom em diversos aspectos e isso é quase um consenso geral. A pandemia infelizmente ceifou muitas pessoas queridas causando muita tristeza. Para nos entreter os jogos e serviços de streamings foram a nossa válvula de escape, sem dúvida alguma. Mas, mesmo enclausurado ao longo de meses, não consegui jogar […]

O post O que eu joguei em 2020 | Diogo Batista apareceu primeiro em Arquivos do Woo.

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O ano de 2020 não foi bom em diversos aspectos e isso é quase um consenso geral. A pandemia infelizmente ceifou muitas pessoas queridas causando muita tristeza.

Para nos entreter os jogos e serviços de streamings foram a nossa válvula de escape, sem dúvida alguma.

Mas, mesmo enclausurado ao longo de meses, não consegui jogar tanto quanto eu gostaria e sinceramente, não me importo mais tanto com isso. De qualquer modo não poderia deixar de participar desse meme que gosto tanto, porque ainda une alguns tantos de nós que começamos a escrever sobre games 10 anos atrás e seguimos, mesmo em um ritmo mais lento.

Oras, todos nós mudamos, desde gosto, opiniões e a rotinas, até mesmo a formas como abordamos os jogos nos dias de hoje. Creio que para melhor, mas isso cabe questionamentos.

É isso. Chega de filosofar e vamos enumerar aqueles games que fizeram algum sentido em nossas vidas ao longo desse turbulento ano.

Mortal Kombat 11 Ultimate

O que eu joguei em 2020?

Mortal Kombat 11 Ultimate pode ser comparado a aqueles carros foi que foi estropiado ao longo do tempo, mas os seus últimos donos resolveram cuidar melhor e dar aquele banho de loja.

É um dos mais belos jogos da franquia. Ouso até dizer que é o melhor até o presente momento. Há inúmeros pontos positivos, mas talvez o maior destaque seja sua jogabilidade. O game ganhou uma boa desacelerada permitindo uma melhor controle dos personagens e encaixe de combos. Como eu disse, melhoraram muito o game.

Também temos um modo campanha com um bom enredo, onde buscam tapar todos os buracos deixado ao longo da história da franquia.

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Terminei as duas campanhas, base e DLC, e agora começarei a treinar no off-line para encarar algumas surras no online. Não há muito mais o que dizer, leia meu texto e FINISHIM.

Bora para o próximo que joguei em 2020!

Neighbours back From Hell

O que eu joguei em 2020?

Neighbours back From Hell foi a surpresa desse ano, pois se trata de uma franquia praticamente perdida no tempo. Na realidade ele é a segunda, mas não se sobressai tanto quanto o próximo titulo que irei abordar.

Garantiu algumas risadas, mas é um game um tanto datado. Vale mais como curiosidade nos dias de hoje. Consegui me divertir um pouco nele em rápidas jogatinas, alias, a repetição de piadas é o maior problema.

Nos anos 2000 devia funcionar melhor eu acho.

LEIAM – Neighbours back From Hell | Se vingue do vizinho ao vivo

Não é ruim, não é bom, mas cumpre o trabalho e até vale a pena se encontrá-lo no precinho em alguma promoção.

Continuemos para o próximo que joguei em 2020!

Desperados III

O que eu joguei em 2020?

Desperados III é aquele game que certamente passou longe do radar de muitas pessoas, o que é uma pena. Sem dúvida alguma lista fácil como um dos jogos mais legais que tive o prazer de jogar esse ano.

Gostei tanto dele que, mesmo sendo possível passar rapidamente algumas fases, eu buscava matar todos os personagens das mais diferentes formas.  Completei alguns cenários com até duas horas de jogatina, porque ficava enrolando buscando novas maneiras de concluir.

LEIAM – Desperados III | Uma Mistura equilibrada de clássico e moderno

O save manual do game também permitia compensar falhas, uma vez que morrer significa iniciar no cenário. É difícil? Muito em alguns cenários, mas é um jogo de estratégia ótimo.

Desperados III foi um game que apreciei devagar, jogando aos poucos e me divertindo muito, as vezes me frustrando, mas ainda assim curtindo o tempo investido. Fechei o game com um sorriso no rosto. Me resta agora retornar ele quando o backlog diminuir para realizar alguns desafios.

Agora vamos por aquela decepção que eu joguei em 2020!

MARVEL’S AVENGERS

Esse daqui eu preciso colocar na lista porque foi um game que abandonei na demo. Nem terminei. Ele é o game dos dias de hoje que vende muito pelo aspecto visual e tema, mas que é insosso demais.

Eu dei uma chance ao game por conta do Hulk, que parecia oferecer um diferencial ali mas não. Nadica. Sistema de atributos do game é meio zuado, repetitivo e voltado para galera bazingueira que gosta de externar amor exagerado a qualquer pataquada moderna nos dias de hoje.

ASSISTAM – Conferindo o Beta de MARVEL’S Avengers

É, eu precisava soltar isso que estava aqui preso na garganta. To tentando dizer que o game é ruim? Não. Obviamente tem gente que deve ter gostado e o colocaria em um top 10, mas eu não.

Moonlighter

Eu não sou lá um fã de rogue-lite, mas Moonlighter é tão gostosinho de se  jogar. Mesmo que logo no início ele limpe o chão de todas as dungeons procedurais com a nossa cara… Hey, mas é bunito.

A ideia de nos colocar no papel de um vendedor de itens me remeteu ao meu gorducho favorito, Torneko, mas seguindo uma linha mais hardcore ao te forçar ir e voltar inúmeras vezes em uma dungeon, só para conseguir itens, vender, comprar, voltar, vender, comprar e upar esses itens até que um espirro não te mate.

LEIAM – Moonlighter | Agradável e desafiador

Repetição é o que mata, mas não tira o brilho do game. Ele realmente é muito agradável, desde a trilha sonora ao combate a arte do jogo. Em uma promoção marota vale a pena ter na biblioteca.

Ele não foi o melhor que joguei em 2020, mas foi divertido assim mesmo.

DOOM Eternal – GOTY

DOOM Eternal é o meu primeiro game da franquia que finalizo e foi de longe uma das experiências mais legais que tive com um FPS esse ano.

É um game rápido e impiedoso, mesmo na menor dificuldade você vai sofrer em determinados momentos. É divertidíssimo ao ponto de você xingar todos os desenvolvedores e ainda assim tentar realizar algum outro desafio dentro do game.

LEIAM – DOOM Eternal | O Melhor de sua Geração

E depois que você o finaliza e vai para a expansão The Anciet Gods Parte 1, você percebe que ela é ainda mais dificil do que o game base. Ou seja, se você gosta de um bom desafio ele é o game que falta em seu console.

Por Khan Maykr, joguem DOOM Eternal. Um dos melhores games que eu joguei em 2020, sem dúvida alguma.

Dragon Ball Xenoverse 2

Eu adoro o anime de Dragon Ball mas dá pra contar nos dedos os games que me agradaram ao longo dos anos.

O Dragon Ball Xenoverse foi um deles, não o melhor mas conseguiu me viciar um pouco. Com o lançamento do segundo game, acabei meio que a contragosto e desacreditando no potencial, pegando o game usado por um precinho que me fez sorrir.

LEIAM – Dragon Ball Xenoverse 2 | Será que vale a pena?

O jogo não é ruim, mas não é bom, tá repleto de loading e possui um sistema de mundo livre horroroso. Sinto muito pelas pessoas que investiram grana no lançamento, torço para que tenha correspondido as expectativas deles.

Darksiders Genesis

Em 2018 eu terminei o primeiro Darksiders e gostei muito do game e sua história. Cheguei a iniciar o segundo game, mas tinha mais coisas a frente e acabou no limbo.

Ai chegou 2020 e com ele veio Darksiders Genesis, um prequel em visão isométrica ao melhor estilo “Serei Diablo não sendo Diablo” mas é tão legal quanto, mesmo com alguns problemas na hora de se jogar com um amigo online.

LEIAM – Darksiders Genesis | Uma jornada de conflito

Tem uma dificuldade considerável, nada absurdo, mas vale a pena pegar no precinho. Esse é outro que joguei em 2020 e não fez feio e merece sua atenção.

The Outer Worlds

Eu sou suspeito ao falar desse game, pois adoro Fallout: New Vegas e a Obsidian é a principal responsável.

Com The Outer Worlds a Obsidian volta a trabalhar todos os elementos que nós conhecemos da franquia da Bethesda, mas com alguns diferenciais aqui e ali. E esses detalhes são realmente o que tornam o game bom, principalmente seus personagens.

LEIAM – The Outer Worlds | Tudo o que o espaço pode oferecer

Deixando o universo devastado por bombas nucleares para ganhar as aventuras espaciais. Nos deparamos com decisões, karmas e muitos diálogos e missões divertidas, com alguns segredos e missões paralelas igualmente interessantes.

Gostei demais do game e achei uma pena que o game base seja curto se comparado aos Fallouts. Claro, certamente uma decisão comercial para vender expansões e tal. Se tornou o meu favorito dessa geração.

O game tá lá no Xbox Game Pass e certamente vale a pena a compra se curte o gênero.

Two Point Hospital

Theme Hospital foi um daqueles games que fazia o meu pai ficar enfurecido por me ver jogando, pois em sua visão ele era algo que deveria ter sido lançado no Super Nintendo.

Eu adorava passar horas jogando o game, assim, quando eu me deparei com o anuncio de Two Point Hospital, eu vibrei. Um jogo de estratégia e simulação não sai com tanta frequência nos dias de hoje, então ter algo do gênero para os consoles ainda torna tudo mais grandioso, principalmente por manter a veia cômica que tanto me agradava.

LEIAM – Two Point Hospital | Tão divertido nos Consoles quanto no PC

Obviamente não é algo que caia no gosto de todos, mas eu me diverti bastante e quero muito voltar outras vezes. Dá pra dizer que Two Point Hospital foi a maior surpresa que joguei em 2020, eita ano turbulento.

MENÇÃO HONROSA

Eu resolvi listar alguns dos games que eu passei rapidamente ao longo do ano, mesmo sendo jogatinas descompromissadas, acabei gastando algumas boas horas.

Fatal Fury SPECIAL foi um dos games que mais joguei nos intervalos dos games do Xbox One.

O engraçado é que eu nem sou um lá um bom jogador de games de luta, mas simplesmente adoro jogar de maneira descompromissada, sabe, xingando a TV e tudo mais. Ligo, sento ali em frente a TV e jogo meia-horinha, fecho o game e retomo a rotina diária.

Vale destacar que a trilha sonora do game é outra coisa que eu simplesmente adoro, de fato a TAKARA fez uma boa conversão para o SNES.

Fighters History é outro game que joguei bastante ao longo desse ano, e ele foi o motivo de eu ter deixado um pouco de lado o Fatal Fury.

Fazia algum tempo que tinha vontade de jogar novamente o titulo.  Eu só tinha uma vaga lembrança dos tempos de moleque, e ao tentar aprender a pegar os comandos,  apanhei demais, mas foi bem legal.

Inclusive sigo na tentativa de finalizar o game com todos os personagens e na dificuldade média. É. Média, porque na hard eu não to dando conta ainda.

Bem, esses foram os games que joguei ao longo do ano e valem a pena citar aqui no meme. Espero que tenham se interessados por alguns, se não recomendo ao menos dar uma atenção e até conferir minhas impressões sobre eles. Mas antes, comente abaixo quais games você jogou ao longo de 2020?

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