Arquivos Gamuzumi - Arquivos do Woo https://www.arquivosdowoo.com.br/tag/gamuzumi/ Um pouco de tudo na medida certa Tue, 26 Jul 2022 11:41:53 +0000 pt-BR hourly 1 https://wordpress.org/?v=6.9 https://www.arquivosdowoo.com.br/wp-content/uploads/2020/12/cropped-logo-150x150.png Arquivos Gamuzumi - Arquivos do Woo https://www.arquivosdowoo.com.br/tag/gamuzumi/ 32 32 Sakura Succubus VI | Mas pode chamar de & Knuckles do Sakura Succubus V https://www.arquivosdowoo.com.br/2022/07/26/sakura-succubus-vi-mas-pode-chamar-de-knuckles-do-sakura-succubus-v/ https://www.arquivosdowoo.com.br/2022/07/26/sakura-succubus-vi-mas-pode-chamar-de-knuckles-do-sakura-succubus-v/#respond Tue, 26 Jul 2022 11:41:53 +0000 https://www.arquivosdowoo.com.br/?p=11997 Eu queria muito ter ideias, ou saco pra levar meus projetos de visual novel adiante. Só que uma parte, uma pequena, mas grande parte, fica no meu caminho. No caso, são os recursos, porque não adianta de nada você ter um roteiro ou mesmo conseguir programar, se não consegue os recursos para fazer sprites, cenários […]

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Eu queria muito ter ideias, ou saco pra levar meus projetos de visual novel adiante. Só que uma parte, uma pequena, mas grande parte, fica no meu caminho. No caso, são os recursos, porque não adianta de nada você ter um roteiro ou mesmo conseguir programar, se não consegue os recursos para fazer sprites, cenários ou CG’s, esse tipo de coisa custa dinheiro, uma coisa que não tenho.

O que isso tem a ver com a análise de hoje, você se pergunta: Absolutamente nada. Bem, talvez só o fato de que o jogo analisado é uma visual novel. Então vamos lá.

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A série Sakura, da desenvolvedora Winged Cloud tem muitas iterações, e algumas até mesmo viram subséries, como Sakura Beach, Sakura MMO e Sakura Gamer, alguns tem conteúdo adulto, outras não, e a qualidade do roteiro varia bastante. Mas, por alguma ironia do destino, uma das subséries que conseguiu se manter, foi Sakura Succubus, que não apenas conseguiu ser bem sucedida, como foi uma das primeiras que chegou aos consoles, graças ao porte da Gamuzumi para PlayStation e Nintendo Switch.

E obviamente, a série foi ganhando continuações aos poucos, aqui mesmo no Arquivos do Woo, falamos sobre Sakura Succubus 2, Sakura Succubus 4 e Sakura Succubus 5. E finalmente, o sexto episódio das aventuras de um fotógrafo sortudo chegou. Pegando o gancho de onde o jogo anterior terminara, como Hiroki irá lidar com o encontro com Stephania? E eu deveria fazer alguma outra pergunta inteligente, mas não estou a fim. Enfim, confira nossa análise de Sakura Succubus VI.

Reprodução/ Gamuzumi

As aventuras de Hiroki em UM PAÍS DA EUROPA: Parte 2

Fora estabelecido em Sakura Succubus V, que Hifumi Yamamoto, atriz e campeã de Karuta, um esporte japonês com raízes portuguesas (karuta vem da pronúncia de carta, mais detalhes sobre isso na análise de Sakura Succubus V), fora convidada pela princesa de Astoria, Stephania Sofia Maria Isabella de Astoria a passar duas semanas em Astoria, com o intuito de treiná-la justamente em karuta. Hifumi aceitou com a condição de que ela pudesse levar Hiroki, assumindo o romance com ele publicamente. Indo junto por conveniência de plot, estavam Marina (que tinha negócios a realizar no país) e Hazel (que disputaria um torneio de tênis), mas devido aos compromissos, Cosmos e Ayu ficaram no Japão.

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Lá, coisas normais aconteceram, e obviamente, Elizabeth, a super empregada de Stephania que pode ou não ser uma succubus, flerta com Hiroki, e mais coisas acontecem (incluindo Hiroki e Yue, a rainha do reino das succubus e primeira namorada de Hiroki, fazerem sexo por videoconferência), até que em um ponto, Elizabeth deixa claro que deseja que Hiroki ensine a Stephania, o que é melhor da vida, e como Hiroki não assistiu Conan, o Bárbaro (O do Arnold, não o do Khal Drogo) (ESMAGAR SEUS INIMIGOS, VÊ-LOS FUGIR PARA SEMPRE E OUVIR O LAMENTO DE SUAS MULHERES!), isso quer dizer as coisas de Amor e Sexo e tal. E assim, Sakura Succubus V termina num gancho.

Reprodução/ Gamuzumi

Sakura Succubus VI começa mais ou menos onde o jogo anterior terminara, Hiroki terá um encontro com Stephania, e é a última semana dele e seu harém (no momento reduzido) de Succubus, com isso ele tem uma estadia… Sem muita coisa remarcável (ao menos se eu não lhe dar spoilers).

Talvez seja eu, após jogar algumas novels com escolhas que fazem diferença no jogo, mas não há um grande conflito ou evento envolvendo Hiroki, como acontecera nos jogos anteriores, como quando ele estava preso no reino das succubi, ou de férias com o harém, ou tendo problemas financeiros por causa de certas idols tsunderes. É quase como se Sakura Succubus VI fosse meramente um DLC do V, o que é de se considerar, já que há 4 meses de diferença entre os jogos.

Ainda que a narrativa seja consistente, e definitivamente as cenas adultas com a Stephania e a Elizabeth sejam o que há de melhor na novel, ficamos com a sensação de que ainda falta algo. E, o jogo não termina imediatamente na volta de Hiroki e sua entourage de succubi, já que temos coisas reservadas para a volta, que deixam mais perguntas do que respostas. Talvez minha falta de empolgação seja pelo fato de que o Sakura Succubus II continua sendo o melhor da série, e também pelo fato de que faltam cenas com a Marina porque cenas com a Marina nunca são o suficiente, é o que eu sempre digo.

Sakura Succubus VI
Reprodução/ Gamuzumi

Padrão audiovisual da série Sakura

É meio que chover no molhado falar sobre a arte da Wanaca nos sprites e CG’s do jogo, o quão elas são lindas e a Marina é best waifu, mas enfim as personagens ganharam uma roupa diferente da que costumam usar, então, saúdo ao pessoal da Winged Cloud por isso. A mudança de cenário para a Europa, com Astoria sendo, segundo as descrições, um local parecido com os contos de fadas, é uma mudança bem vinda.

Sonoramente, é a mesma trilha competente dos jogos anteriores, não são melodias que vão grudar na sua cabeça, mas como musicas pra passar o clima da cena, seja comédia, tensão e até mesmo erotismo, elas funcionam bem, obrigado.

Sakura Succubus VI
Reprodução/ Gamuzumi

Será que não é hora de dar conclusão a subsérie Succubus?

Sakura Succubus já é a maior subsérie da Winged Cloud, com seis títulos, sendo que dois deles saíram num intervalo de 4 meses, e mesmo que a narrativa dela em si seja a mais sólida, estender demais pode causar estagnação e títulos medíocres.

Sei que Sakura Succubus VII está garantido porque ainda faltam coisas a serem ditas, mas talvez seja hora de colocar certos pingos nos is e concluir tudo. Ou ao menos dar um tempo e retornar depois. Porque Sakura Succubus VI é um título inferior ao V, porque parece mais um DLC do que um título próprio.

Sakura Succubus VI está disponível no momento somente para PC’s.

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Sakura Succubus 5 | Expandindo meu harém na Europa https://www.arquivosdowoo.com.br/2022/06/09/sakura-succubus-5-expandindo-meu-harem-na-europa/ https://www.arquivosdowoo.com.br/2022/06/09/sakura-succubus-5-expandindo-meu-harem-na-europa/#respond Thu, 09 Jun 2022 00:24:45 +0000 https://www.arquivosdowoo.com.br/?p=11455 Eu queria muito que o dia tivesse tipo, 38 horas porque as vezes, 24 horas é muito pouco pras ideias que borbulham na minha cabeça. Claro, que minha falta de foco faz com que boa parte dessas ideias nem saiam pro papel, mas eu tenho um bocado de ideias pra texto que eu quero colocar […]

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Eu queria muito que o dia tivesse tipo, 38 horas porque as vezes, 24 horas é muito pouco pras ideias que borbulham na minha cabeça. Claro, que minha falta de foco faz com que boa parte dessas ideias nem saiam pro papel, mas eu tenho um bocado de ideias pra texto que eu quero colocar em prática algum dia. O texto sobre a trilogia Imouto Paradise é um deles, e mencionei Parodius quando falei de Cotton, e esses dias, até mesmo Adventure Island cruzou minha mente.

LEIAM: Sakura Succubus 4 | De férias com meu harém

E uma dessas muitas ideias foi falar sobre a série Sakura Succubus, que já está em seu quinto título, e que terminei recentemente. Mas decidi que não iria falar, e talvez revisite a ideia num futuro, por motivos que deixarei óbvios na análise que vai se seguir. Mas sim, Sakura Succubus é talvez a subsérie mais longa da franquia Sakura, da winged cloud, já que boa parte delas se contenta com dois ou três jogos e alguns, apesar de prometerem continuações com os ganchos (oi, Sakura Magical Girls e Sakura Fantasy?), nunca se materializaram. Sakura Succubus foi ao infinito e além e agora estamos chegando no quinto episódio, lançado primeiro nos PC’s em Abril desse ano, e no finzinho de maio, chegou aos consoles. Confira nossa análise.

Reprodução: Gamuzumi, Winged Cloud

Vamos para um PAÍS DA EUROPA e é lá que nosso harém aumenta

Hiroki Ogasawara é um cara de sorte, ele atraiu as atenções (e afeições) de muitas mulheres bem sucedidas ao longo desses anos, a empresária Marina Wakatsuki, a influencer Cosmos Moretti, a idol Ayu Ikue, a atriz Hifumi Yamamoto e a tenista Hazel Williams, e ainda conseguiu reencontrar sua antiga namorada do ensino médio, Yukie. Só que essas mulheres são todas succubus, e Yukie na verdade é a regente do distante reino das succubi e seu verdadeiro nome é Yue.

Juntos, eles passaram poucas e boas, que incluem viagens tranquilas, mas também inclui uma visita involuntária ao reino das succubi, cortesia de uma ciumenta Yue, que tentou aprisionar Hiroki lá. Mas isso são águas passadas, e Hiroki e suas succubi tem uma vida relativamente tranquila, o máximo que se pode, com o rapaz tendo cinco mulheres a sua disposição (já que Yue precisa ficar no Reino das Succubus), e nem todas tem tempo para ele ao mesmo tempo devido aos seus compromissos profissionais.

Num desses raros momentos, Hiroki e seu grupo estão juntos na casa de Marina, assistindo a um torneio de karuta (é um jogo de cartas baseado em poemas, no qual após parte de um poema ser recitado, o jogador deve pegar a carta com a sequência desse poema antes de seu oponente. É um jogo que requer entendimento de japonês e memorização de poesias pra ser entendido. E sim, karuta vem do português “carta”, já que a base do jogo foi levada aos japoneses pelos portugueses no século 16.

Pois é, só aqui no Arquivos do Woo, você aprende trívia inútil na análise de um eroge), que Hifumi está jogando, e o qual ela é Campeã japonesa quatro vezes consecutivas. Lá, após mais uma vitória de Hifumi, contra uma improvável oponente, a princesa da nação de Astoria, Stephania Sophia Maria Isabella de Astoria (Sim, é um nome grande), Stephania a convida para ir para Astoria por duas semanas, com o intuito de Hifumi poder instruí-la em karuta.

LEIAM: Sakura Succubus 2 | E o harém vai crescendo

Hifumi aceita com uma condição, que ela possa levar Hiroki junto, o que implica também que ela tornou o relacionamento entre os dois algo público, o que não agrada tanto assim as outras namoradas de Hiroki. Mas bem, nisso, Hiroki e Hifumi irão para Astoria, e estarão acompanhados de Marina, que viajará a negócios, e Hazel, que disputará um torneio a ser sediado no país. Lá, Hiroki conhecerá e conviverá com a ingênua Stephania, e sua fiel empregada, a estóica Elizabeth (segunda best waifu da série depois da Marina, sim, sou parcial quanto a isso).

A narrativa de Sakura Succubus 5 é o mesmo misto de comédia e ecchi visto nos outros 4 jogos, com seus momentos sérios aqui e ali, mas nunca ficando presente mais do que necessário. As escolhas da novel, assim como no resto da série, não possuem tanto impacto no final do jogo, sendo uma opção que só influencia diálogos, não influencia cena alguma, na versão de PC as escolhas levam a alguns achievements, mas zero diferenças pro roteiro.

Reprodução: Gamuzumi, winged cloud

Por motivos óbvios (ou seja, não são modelos tridimensionais desprovidos de beleza), as versões de console não possuem as cenas de diversão adulta (e a cena do banho, a Elizabeth está de toalha), cenas essas que… Poderiam ter um pouco mais de Marina, ou sexo em geral, porque apesar de ter uma quantidade até que razoável de cenas adultas, parece que essas cenas estão pra preencher fetiches… E sim, pode apontar aí que eu to reclamando que não teve penetração na Marina. MIM DEIXA po, é minha waifu da série.

LEIAM: Arcade Spirits: The New Challengers | Uma ficha por um sonho

Enfim, como os outros títulos da série, o jogo dura cerca de 3 horas, tendo uma velocidade de leitura razoável (claro, se você for um daqueles cínicos, você pode colocar pra pular todo o diálogo no PS4/PS5 e garantir a platina em cinco minutos), e a narrativa, assim como no primeiro e terceiro jogos, termina num gancho para o jogo seguinte, que deve chegar no terceiro trimestre desse ano, de acordo com a listagem do steam.

Reprodução: Gamuzumi, Winged Cloud

Padrão audiovisual da série Sakura

É meio que chover no molhado falar sobre a arte da Wanaca nos sprites e CG’s do jogo, o quão elas são lindas e a Marina é best waifu, mas enfim as personagens ganharam uma roupa diferente da que costumam usar, então, saúdo ao pessoal da Winged Cloud por isso. A mudança de cenário para a Europa, com Astoria sendo, segundo as descrições, um local parecido com os contos de fadas, é uma mudança bem vinda.

Sonoramente, é a mesma trilha competente dos jogos anteriores, não são melodias que vão grudar na sua cabeça, mas como musicas pra passar o clima da cena, seja comédia, tensão e até mesmo erotismo, elas funcionam bem, obrigado.

Reprodução: Gamuzumi, Winged Cloud

É Sakura Succubus, não tem como errar

Se você curte a subsérie Sakura Succubus, o quinto episódio pode até não ser o melhor (meu favorito ainda é o 2), mas é o mesmo nível de qualidade e escrita dos episódios anteriores da série, só espero que o harém do Hiroki não vá além das previstas oito succubi de Sakura Succubus 6. Ponto negativo, não tem tanta Marina quanto eu gostaria, mas não se pode ter tudo na vida. A não ser que você seja rico, mas isso é outro assunto.

Sakura Succubus 5 está disponível para Playstation 4, Playstation 5, PC e Nintendo Switch.


Essa análise foi feita com uma cópia digital de PlayStation 4 gentilmente cedida pela Gamuzumi, e PC para o complemento de texto da parte adulta da novel.

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Would you Like to run an Idol café? | O início da volta por cima https://www.arquivosdowoo.com.br/2021/12/17/would-you-like-to-run-an-idol-cafe-o-inicio-da-volta-por-cima/ https://www.arquivosdowoo.com.br/2021/12/17/would-you-like-to-run-an-idol-cafe-o-inicio-da-volta-por-cima/#respond Fri, 17 Dec 2021 12:54:29 +0000 https://www.arquivosdowoo.com.br/?p=9217 Fim de ano, época de festas, comida, visita de primos chatos, gente me chamando de gordo, etc, etc. Mas então, esse fim de ano pra mim tá sendo bem diferente do de 2020, onde fui dado como morto porque estava sem internet. Hoje eu me sinto morto porque meu microfone morreu. Enfim, vou confessar aqui… […]

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Fim de ano, época de festas, comida, visita de primos chatos, gente me chamando de gordo, etc, etc. Mas então, esse fim de ano pra mim tá sendo bem diferente do de 2020, onde fui dado como morto porque estava sem internet. Hoje eu me sinto morto porque meu microfone morreu.

Enfim, vou confessar aqui… Eu parei de vez de assistir a WWE, Jesus amado, o produto tá horrível. As histórias são ruins, talentos promissores são usados como bucha de canhão pro Roman Reigns e você não sabe se seu lutador favorito vai ser demitido ou não.

COMO CARALHOS ELES FODERAM COM O KEITH LEE? Enfim, agora eu assisto a AEW, e minha reclamação é que PUTA MERDA, O RAMPAGE É MEIA NOITE! Malditos Daylight Savings.

Vou ser honesto, cada vez que eu analiso uma visual novel, ou mesmo jogo uma, eu acabo me sentindo frustrado por não conseguir criar uma visual novel comercial. Talvez porque eu não tenha fundos pra fazer uma. E não saiba programar tão bem. E… Acho que deu pra perceber o tom.

Em junho desse ano, a desenvolvedora Starlight Tree Games e a Winged Cloud lançaram “Would you like to run an Idol Café?” no Steam, e agora, em novembro, o jogo chega aos consoles, através da Gamuzumi.

Confira nossa análise.

Would you Like
Créditos: Gamuzumi

Hora de recomeçar

Você está no papel de Naoya Yokoyama, um garoto normal… Que nem sempre foi normal. No ensino médio, ele teve a sua fase delinquente, pintando o cabelo de loiro, bebendo e caindo na porrada com gangues, sendo ele mesmo um motoqueiro.

Porém, no último ano, ele colocou a vida nos trilhos, mas era tarde demais para entrar na universidade, devido a quantidade de aulas perdidas. Ele decide colocar a sua educação em hiato e se muda juntamente com sua amiga de infância, Ichigo.

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Enquanto Ichigo atende a universidade, Naoya arranja um emprego em um café local, para contribuir com as despesas de casa.

Lá, ele conhecerá duas das funcionárias, Mayuki e Kuu, cada uma com sua personalidade e problemas diferentes. E com a convivência surge a amizade, e talvez algo mais.

A verdade é que ao contrário de “Sakura Succubus”, onde apesar dos quatro jogos contarem uma história inteira, cada um pode ser aproveitado inicialmente, pois tem início, meio e fim, “Would you like to run an idol café?” é em boa parte, dependente de sua continuação.

A estrutura ainda tem começo, meio e fim (de fato, existem 4 rotas), mas a história termina num gancho onde não devia (ao menos na opinião deste que vos fala). Porém, por outro lado, o jogo usa seu tempo de duração pra nos apresentar as três pretendentes, Ichigo, Mayuki e Kuu.

Ichigo é a óbvia menina pululante e que está sempre de bom humor. É excelente cozinheira, mas por outro lado, ela não é a pessoa mais organizada do mundo e tem uma dificuldade imensa de esconder que é apaixonada pelo Naoya.

Mayuki é a tsundere residente. Ela é inteligente e centrada, e como manda a trope, tem um pavio curto e é bem insegura. E apesar de ser a estudante inteligente de pavio curto, ela tem um lado mais doce, já que muitas vezes pega comida do café para alimentar os gatos de rua.

Kuu é uma garota que pra todos os efeitos, é considerada esquisita. Ela tem toda uma coisa espiritual, prevê o futuro usando uma bola de cristal, ou cartas de tarô e falta um bocado de senso comum nela talvez. Porém, ela é uma amiga leal e por baixo daquela aura de apatia, tem uma menina que é tão doce quanto Mayuki.

A Ayane, dona do Seaside Café, tinha tudo pra ser uma Ara-ara, mas a participação dela na novel é limitada e o protagonista deixou claro que não é chegado em Milfs. O que é uma pena, mas divago.

Would you Like
Créditos: Gamuzumi

Os finais da novel, apesar de três deles deixarem claro que um relacionamento vai começar, deixam claro que é só um setup pra segunda parte da novel (que saiu em setembro pra PC) e provavelmente vai sair em alguma data futura nos consoles.

O jogo no geral tem seus momentos, mas talvez o momento mais engraçado é quando ele quebra a quarta parede, mencionando o patch que habilita as cenas adultas da novel. (O patch é pra versão de PC).

A versão de consoles funciona muito bem sem as cenas adultas, e você não sente que teve o conteúdo cortado. Você no máximo percebe que o desenvolvimento dos pontos em específico onde essas cenas estão, vão levar a uma cena adulta. E honestamente, aplaudo os desenvolvedores por isso.

Créditos: Gamuzumi

Os cenários são muito bonitos… E a música da tela título é alta.

Os sprites foram feitos pela artista NaSO4 (leitura Nasoyon), que em seu currículo tem as novels Wolf Tails (já lançada pra PC) e “Let’s Seduce the Heroine” (em desenvolvimento).

O estilo de arte dela ( porque sim, ao contrário do que os iluminados pregam, mulheres também desenham arte adulta.) pode parecer incomum a princípio, mas você se acostuma rápido, porque ela desenha bem.

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Os cenários desse jogo são muito bonitos. Cenário de visual novel é uma coisa importante, porque é cara, e aqui vemos que esforços não foram poupados pro trabalho ficar bem feito.

As músicas do jogo são de autoria de Zack Parrish (Valdis Story, Sakura Fantasy), e a coisa que vai te pegar de surpresa… É que a música da tela título é alta. Não sei se isso foi erro na hora de fazer o jogo, ou algo do tipo, mas Jesus cristo… É mais alto que o resto do jogo. No geral, entretanto, as músicas embalam bem a jornada. Nada excepcionais, mas extremamente funcionais.

Would you Like
Créditos: Gamuzumi

Conclusão

Se você espera uma novel de comédia, cheia do Ecchi que caracteriza os trabalhos da Winged Cloud, vai ficar decepcionado. Não que não haja comédia em Would you like to run an Idol café?, porque tem. Só que o ecchi aqui, é bem leve, não fica mais que o necessário e nem explora tropes típicas pra agradar aquele sujeito horny.

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No fim das contas, é uma história sobre o começo de uma guinada na vida. Sobre a chance de se redimir por erros do passado e ter esperança.

Falando assim, parece até que é uma mensagem profunda, mas não. Ainda é uma história leve e agradável, só que parece incompleta (por causa do final). Recomendo, com ressalvas.

Would you like to run an Idol café? está disponível para Nintendo Switch, PlayStation 4 e Playstation 5, além da versão original de PC.


Essa análise foi feita com uma cópia digital de PlayStation 4 gentilmente cedida pela Gamuzumi.

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Sakura Nova | “Eu sou um herói e por isso eu preciso gostar de peitos” https://www.arquivosdowoo.com.br/2021/10/31/sakura-nova-eu-sou-um-heroi-e-por-isso-eu-preciso-gostar-de-peitos/ https://www.arquivosdowoo.com.br/2021/10/31/sakura-nova-eu-sou-um-heroi-e-por-isso-eu-preciso-gostar-de-peitos/#respond Sun, 31 Oct 2021 09:13:46 +0000 https://www.arquivosdowoo.com.br/?p=8792 Disclaimer inicial: O título desse review é só uma referência a “The Hero Yoshihiko and the Demon King’s Castle“, uma série de comédia japonesa que vocês deviam assistir. Eu queria muito não morar num cu de mundo, sabe. Eu vejo uma galera falando que tem que defender os correios, bibibi, bobobó. Provavelmente porque essa galera […]

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Disclaimer inicial: O título desse review é só uma referência a “The Hero Yoshihiko and the Demon King’s Castle“, uma série de comédia japonesa que vocês deviam assistir.

Eu queria muito não morar num cu de mundo, sabe. Eu vejo uma galera falando que tem que defender os correios, bibibi, bobobó. Provavelmente porque essa galera recebe a CORRESPONDÊNCIA EM DIA. Aqui nesse fim de mundo onde moro, NADA chega. Absolutamente NADA. Sequer chegam os avisos para pegar qualquer coisa na agência mais próxima.

LEIAM: Sakura Swim Club | Romance a prova d’água

E isso não é uma coisa de agora, tem mais de dez anos que os Correios tem problema pra entregar onde moro, possivelmente mais. Por que estou falando isso? Porque tem umas coisas que eu preciso receber (como um microfone de 300 reais), que ainda não chegaram por problemas em entregas. E o que isso tem a ver com o assunto de hoje? Nada, mas eu precisava ventilar um pouco minhas frustrações.

Como fã de visual novels, desenvolvedor (amador) de visual novels, uma coisa que me desanima um pouco é que praticamente não temos visual novels brasileiras no steam (conheço artistas BR aqui e ali que trabalharam em alguma visual novel, mas são raras as VN’s nacionais que chegam ao Steam). O que isso tem a ver com o jogo de hoje?

Não muito, mas enfim na minha análise de Sakura Swim Club, eu disse “…é um dos poucos títulos da Winged Cloud que conta que dublagem, junto com Sakura Fantasy, Sakura Angels e Sakura Nova (que espero que seja lançado para consoles)…”

E na segunda quinzena de Outubro, Sakura Nova chegou ao PlayStation 4, PlayStation 5 e Nintendo Switch.

Confira nossa análise.

Eu irei me tornar o melhor cavaleiro, superando meu pai

Você está no papel de Mikage Shinzaki, filho adotivo do lendário Zero Shinzaki, o cavaleiro mais forte do reino/país onde vive. O seu desejo, é se tornar um cavaleiro tão capaz quanto seu pai é, para poder superá-lo.

E pra isso, ele entrou na Academia responsável por treinar os futuros cavaleiros. Porém, lá, ele precisará aprender a trabalhar em equipe com suas novas companheiras. Será que eles conseguirão se sair bem? Cada um deles, individualmente tem seus talentos, mas a treinadora exige trabalho em equipe, característica essencial de um cavaleiro.

Claro que há um pouco mais do que isso no enredo, mas estou evitando os spoilers para não estragar a surpresa de quem nunca leu a novel quando ela saiu no PC em 2016. Uma das coisas que eu gosto bastante de Sakura Nova, é a mistura de medieval com futurista que temos. Muitas das estruturas claramente lembram da visão que tínhamos de um futuro distante, enquanto outras não ficariam deslocadas em um cenário medieval.

Os personagens, novamente caem em estereótipos clássicos que quem já viu anime, jogou visual novel e etc, sabe. O Mikage é o cara que apesar de se sentir incomodado pela personalidade do pai (que é um pai barulhento), o admira bastante e quer se tornar um cavaleiro para que o que havia acontecido com ele, não se repita com outras pessoas.

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Arisa é a menina energética, um pouco estabanada as vezes, mas de bom coração, que quer se tornar uma cavaleira para aliviar o fardo da mãe, que sustentava ela e mais cinco irmãos mais novos sozinha, já que o serviço de cavaleira paga bem.

Kaguya é uma garota calma e que mantém uma aura cool, porém como ela tem certa dificuldade em dormir, quando ela acorda, ela é praticamente um zumbi. Kaguya decidiu se tornar uma cavaleira para continuar o legado da família, mesmo contra a vontade de seu pai, que prefere que ela busque a própria felicidade ao invés de pensar no legado da família.

A instrutora/professora Reika é durona porque sabe que o trabalho de cavaleiro exige, então para a segurança de seus pupilos, ela exige deles o melhor. Mas isso não quer dizer que ela não seja uma pessoa razoável de se lidar. Só acho uma pena que ela não ganhou uma rota própria, só uma ceninha na rota Harém.

Sakura Nova

Existem três possíveis rotas a se ir atrás, mas elas não são necessariamente difíceis de se atingir, já que estão ligadas diretamente a Arisa e a Kaguya, e a rota Harém é meio que um meio termo entre as escolhas das duas.

A versão de consoles de Sakura Nova obviamente cortou o conteúdo adulto por motivos óbvios, então a rota Harém perde um pouco do charme porque ela acaba de maneira meio abrupta (ao contrário das outras) porque a diversão foi cortada.

Vou soar como um disco quebrado, mas…

Sakura Nova

A arte da Wanaca não me cansa. O fato é que a Winged Cloud tem duas desenhistas principais, a Wanaca e a Inma Ruiz, mas todas as novels (da Winged Cloud) publicadas pela Gamuzumi tem arte da Wanaca e é isso que vamos falar aqui.

As meninas principais são bem preparadas, por assim dizer, e a instrutora Reika não fica atrás. As meninas possuem ao menos duas roupas diferentes (o traje de combate e o civil), mas tanto Zero quanto Reika só possuem um traje, porque são personagens menores na trama.

As CG’s do jogo, mesmo com o conteúdo adulto cortado, são bonitas, mostrando o talento da Wanaca, ainda que hoje em dia ela esteja melhor do que cinco anos atrás.

LEIAM: Funbag Fantasy | Uma aventura medieval de resPEITO

As músicas, apesar de não entrarem pro hall de memoráveis, são muito boas, e o tema de combate tem uma batida meio RPG que ficou legal. Como mencionei na minha análise de Sakura Swim Club, Sakura Nova é um dos poucos jogos da Winged Cloud que possui dublagem, e aqui em Sakura Nova, eles não economizaram, já que dessa vez temos dubladoras que tem uma boa bagagem em visual novels.

Arisa foi dublada por Maya Suzuya, que tem papéis em novels como Neko-Nin Ex Heart 3 e Imouto Paradise 2, enquanto que Kaguya tem a voz de Sachi Yuzuki, que apareceu em Funbag Fantasy, já Reika é dublada por Saya Nonomura, que esteve na série Grisaia, em Lightning Warrior Raidy III.

Todas desempenham bem seus papéis, não deixando a bola cair em momento algum.

Finalizando…

Sakura Nova

Sakura Nova tem seus problemas de pacing? Provavelmente sim, por conta dos cortes para a versão de consoles (isso é menos perceptível na série Sakura Succubus), mas no fim das contas, é uma aventura/romance com toques de comédia/ecchi que a Winged Cloud produz. Ele não tem necessariamente o mesmo tom cômico focado nas situações embaraçosas que Sakura Swim Club possui, mas é uma leitura agradável.

Se você já é acostumado ao estilo da Winged Cloud, considere dar uma chance a Sakura Nova, dos títulos com dublagem produzidos por eles, esse aqui é o melhor no geral. E Kaguya é a melhor garota, don’t @ me.

Sakura Nova está disponível para PlayStation 4, PlayStation 5 e Nintendo Switch, além da versão original de PC. 

Essa análise foi feita com uma cópia digital de PlayStation 4 gentilmente cedida pela Gamuzumi

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Já aconteceu com vocês de por acaso escreverem algo e no fim das contas essa coisa acabar acontecendo?

Recentemente (não tão recentemente assim, mas enfim) na minha análise de Sable’s Grimoire, comentei que era uma pena não ter uma rota com a Eris, a professora Succubus. Em agosto, saiu o update 1.08 (na versão de PC), adicionando uma rota com a Eris. Não sabemos quando esse update vai chegar aos consoles, mas espero que em breve, quero poder ter uma desculpa pra voltar lá.

Mas, não foi a primeira vez que eu acabei escrevendo algo que se tornou realidade. Entre 2010 e 2011, escrevi uma série de cinco artigos, com continuações de franquias retrô que eu gostaria que fizessem, cada artigo tinha três jogos, e meio que fórmulas que eu gostaria que fossem usadas pra fazer os mesmos.

LEIAM – Review – Majyuuou (Super Nintendo)

Daqueles artigos, Streets of Rage, Wonder Boy, Donkey Kong Country, Shinobi, Strider e Alex Kidd, de alguma forma, se tornaram realidade.

Enfim, dito isso, o jogo de hoje faz parte do grupo nostálgico de Visual Novels que joguei na época em que meu canal tinha foco nisso. Apesar de eu não ter feito vídeo dele (porque a versão que eu tinha era a adulta), mas estava entre as que joguei. O jogo também faz parte da lista negra de jogos da Twitch, que não são permitidos nem as versões all-ages.

Porque o Twitch é mesmo um lugar consistente com regras, onde um jogo sem sexo como Sakura Beach é banido, mas jogos com sexo como GTA V, The Last of Us 2 e The Witcher 3 não tem problema algum.

Mas, sem mais delongas, vamos logo para a análise de Sakura Swim Club.

Encontrando na natação algo para me importar

Sakura Swim Club

Antes de comentar sobre o roteiro do jogo, um disclaimer, que o jogo foi vítima de uma das políticas aleatórias sobre jogos com conteúdo adulto do steam.

Porque originalmente, o jogo se passa no ensino médio, porém a steam começou a ameaçar qualquer jogo com temática de anime e conteúdo ecchi (ou Hentai) que se passasse em uma escola, então para contornar isso, um patch foi lançado, substituindo todas as referências sobre escola por universidade.

O que fez com que um bocado de diálogos do jogo perdesse parte do sentido e deixou a escrita um tanto imbecil em partes. Enfim, para todos os efeitos, vou me referir ao roteiro do jogo na forma original, e não como “universidade”. Faça-me o favor, viu, Steam.

Você está no papel de Kaede, o filho de um cara bastante conhecido, mas sua relação com a família não é das melhores. Não por falta de amor, você sabe que seu pai e sua mãe o amam, porém tem o fato de que todos na sua família são bem sucedidos de alguma maneira e com todo o sucesso da sua família, as expectativas em cima de você são muitas, a ponto de você simplesmente não querer isso.

Você só faz o mínimo necessário pra passar de ano na escola, e tentando achar algo que desperte a fagulha do sucesso em você, seu pai vive o transferindo de escola.

LEIAM – Sable’s Grimoire | Drama e Feitiçaria na Academia de Magia

Nessa nova escola, você está preparado para mais um período de apatia, só que um de seus professores (certamente influenciado por seu pai) meio que o força a entrar em um clube, qualquer clube, menos o de natação, porque esse não tem uma boa reputação por algum motivo.

Claro, como qualquer um na situação que dizem pra não fazer algo, você vai lá e faz, indo para o clube de natação e conhecendo as duas únicas pessoas lá: Hiromi, a menina calma que sempre mantém a compostura apesar de tudo, e Mieko, que é meio que o oposto, sendo um tanto afobada e estourada.

E entre confusões e panty shots, começa a sua vida no clube de natação, que meio que dá um sentido a sua vida na escola. Conforme você melhora como nadador, melhor conhece suas companheiras de clube e um pouco de seus problemas.

Sakura Swim Club traz a típica narrativa de comédia com um toque de ecchi, já familiar a quem joga as visual novels da Winged Cloud. Não é nada grandioso, épico ou fantástico, é uma história escolar simples e divertida. Claro, a história tem um pouquinho de drama, como os problemas pessoais que as personagens (e o próprio protagonista) carregam, deixando tudo menos “só comédia e hentão”.

As personagens são arquétipos básicos de visual novels, com a Hiromi sendo a garota “cool”, sempre calma e centrada, enquanto Mieko é a típica tsundere (mas ela não agride ninguém, como é comum na trope). Já o nosso protagonista, Kaede, é o garoto com pai bem sucedido que se sente sufocado pelas expectativas da família.

Wanaca Strikes Again, ah, a música é legal e o jogo tem dublagem

Sakura Swim Club

Eu não consigo me cansar do traço da Wanaca. Sei lá, mas, eles possuem um charme único.

As moças obviamente são curvilíneas e atraentes. Os cenários utilizados são competentes, apesar de que tem aquela de que… Cenário de colégio em Visual Novel, não é difícil ficar decente. Mas por outro lado, a variedade de cenários de colégio que eu já vi… Mas estou desviando do assunto.

As CG’s do jogo (aqui me refiro a versão de consoles) são bem menos provocantes que as de Sakura Succubus por exemplo, claro, ainda vendem o produto de “meninas atraentes provocando”, mas considerando a mencionada novel das Succubus, é algo pra toda família.

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O jogo possui composições de qualidade, músicas que cumprem bem a sua função nos momentos, mas o que chama a atenção, é o fato de que o jogo possui dublagem em japonês.

Ele é um dos poucos títulos da Winged Cloud que conta com dublagem, junto com Sakura Fantasy, Sakura Angels, Sakura Nova (que espero que seja lançado pra consoles, é uma das minhas novels favoritas da Winged Cloud) e Pyrite Heart (que tinha dublagem em inglês).

As duas dubladoras são contraste total, enquanto Kanzaki Kanari (a voz da Hiromi) é uma seiyuu experiente, com (na época do lançamento de Sakura Swim Club) mais de quinze anos de experiência, já Ogawa Komachi (a voz da Mieko), é uma dubladora iniciante, com o único outro trabalho na época, tendo sido outro jogo da Winged Cloud, Sakura Fantasy. Independente disso, as duas cumprem muito bem seu papel, com as nuances necessárias pras personalidades das meninas.

Sua básica comédia ecchi

Sakura Swim Club é mais uma novel típica da Winged Cloud, que mistura comédia e Ecchi. É sólida, agrada se você quer algo simples. Se você procura roteiros revolucionários ou emocionantes, desculpe, não vai encontrar aqui. Mas se você curte simplicidade, comédia e um pouco de ecchi, jogue Sakura Swim Club, você vai curtir.

O jogo está disponível para PlayStation 4, PlayStation 5 e Nintendo Switch, além da versão original de PC.

Essa análise foi feita com uma cópia digital de PlayStation 4 gentilmente cedida pela Gamuzumi.

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Highschool Romance | Romance crossdresser por acaso https://www.arquivosdowoo.com.br/2021/10/06/highschool-romance-romance-crossdresser-por-acaso/ https://www.arquivosdowoo.com.br/2021/10/06/highschool-romance-romance-crossdresser-por-acaso/#respond Wed, 06 Oct 2021 11:48:15 +0000 https://www.arquivosdowoo.com.br/?p=8327 Começo esse texto com uma pergunta que ao mesmo tempo é e não é relevante ao jogo de hoje: Ter saudade de algo acontecido há quatro anos dá pra ser chamado de nostalgia? Ou nostalgia só é válido pra coisas de quando éramos pequenos? Fica o questionamento. A razão é que houve uma época em […]

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Começo esse texto com uma pergunta que ao mesmo tempo é e não é relevante ao jogo de hoje: Ter saudade de algo acontecido há quatro anos dá pra ser chamado de nostalgia? Ou nostalgia só é válido pra coisas de quando éramos pequenos? Fica o questionamento.

A razão é que houve uma época em meu canal do YouTube, que eu jogava bastante visual novels, ou talvez não tenham sido tantas, e o motivo é que eu fiz tanto vídeo de 15 minutos que parecia muito. Mas enfim, dentre essas novels, estava uma de 2015, chamada Highschool Romance, do Dharker Studio. O tempo passou, e agora em 2021, o jogo foi lançado para consoles, graças a Gamuzumi. Será que ele vale a pena o seu tempo?

Vale tudo pelos estudos?

Shoji é um estudante que devido ao trabalho dos pais, nunca fica muito tempo em uma escola, sempre sendo transferido de um lugar para o outro. Tudo muda, quando sua mãe o matricula na escola em que ela havia estudado na sua juventude. O garoto finalmente, em seu último ano do ensino médio, teria um descanso, certo?

Certo?

ERRADO, pois o colégio em que sua mãe o matriculara, é um colégio só para meninas, e pra jogar sal na ferida, a mãe dele colocara no formulário de matrícula que ele era uma menina. Claro que quando a mãe dele estudou naquele colégio, era um colégio Unissex, a mudança para colégio feminino é relativamente recente, mas isso não justifica a incompetência da mãe do garoto em preencher a porra de um formulário.

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Por sorte (seria mesmo?), a diretora do colégio se compadece da situação de Shoji e deixa ele ter seu ano letivo lá sob uma condição: Ele teria que se disfarçar de mulher. Claro, como Shoji tem a aparência andrógena, não seria um trabalho difícil, mas será que ele superaria a insegurança de se disfarçar de mulher, além dos próprios hormônios?

Tudo acontece rápido demais

Em termos de rotas, Highschool Romance possui 3, e não é tão difícil assim fazer as mesmas, as escolhas são óbvias, e a não ser que você propositalmente queira um final ruim (pra quê? Nem dá troféu), basta se manter fiel a suas escolhas e pronto, final e troféus relativos a ele conquistados.

A narrativa do jogo porém é o ponto fraco, porque as coisas no jogo acontecem rápido demais. Não é que seja uma história curta (Lembra da análise de Dating Life: Miley x Emily? 95% da novel se passa numa noite só, e o jogo dá tempo de você absorver os detalhes), mas o pacing da história é acelerado, você tá aqui, depois lá, e lá e lá e lá. Se cada rota tivesse, digamos, mais meia hora de duração, teríamos talvez mais chance de ver melhor as personagens e as situações pareceriam menos apressadas.

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As personagens são arquétipos básicos, a Hoshi é a estudante exemplar que é representante de classe e acaba tendo muita responsabilidade jogada em cima, então quando ela vai se soltar, acaba exagerando um pouco.

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Selina é a típica garota otimista e animadinha, porém ela acaba sendo competitiva com qualquer coisinha. E Lea é aquela professora que possivelmente os estudantes acabam se apaixonando, mas a verdade é que como ela também é diretora do colégio, o trato com os colegas acaba sendo superficial porque ela é hierarquicamente superior a eles (e é a razão pela qual ela resolveu também ser professora e treinadora da equipe de corrida, para ficar mais próxima das estudantes.).

Shoji é o protagonista padrão de Visual Novels, inseguro por ter que se disfarçar de mulher, e indeciso quanto as suas escolhas durante o ano.

Agradável aos olhos, ainda que estranho numa primeira olhada

Highschool Romance

A arte do jogo, feita pelo mexicano Enrique Bolatre, pode parecer estranha numa primeira olhada, porque ela parece ficar num meio termo entre o estilo mangá e o estilo cartunesco, mas depois de um tempo, você se acostuma e o trabalho feito nas ma… nos atributos da Lea foi fabuloso. Por uma professora daquelas eu me vestiria de mulher sem pensar duas vezes.

Uma pena que não temos mais CG’s no jogo (certamente tem a ver com o custo das comissões), porque algumas das cenas do jogo (em especial na rota da Lea) seriam bem… Enfim. Os cenários do jogo, alguns deles certamente são de fontes gratuitas, porque já os vi sendo usado em outros jogos.

A trilha do jogo é apenas um complemento, nada muito destacado, mas não atrapalha, cumpre seu papel de complementar a narrativa.

Recomendo… Numa promoção.

Highschool Romance

A bem da verdade é que se eu fosse me referir apenas a versão de PC, eu poderia recomendar de boa, porque o preço não é tão alto, mas as versões de PS4 e Switch… O valor acaba doendo um pouco mais no orçamento, ao menos aqui para nós brasileiros.

Highschool Romance é uma comédia romântica estudantil e não tenta ser mais do que isso. Além do mais, o jogo mostra que é um dos primeiros do Dharker Studio, quando eles ainda estavam tentando encontrar um estilo próprio. O jogo tem uma sequência espiritual (Highschool Romance: Magi Trial), que é mais fraquinha.

O jogo está disponível para PlayStation 4, PlayStation 5 e Nintendo Switch, além da versão original de PC.

Essa análise foi feita com uma cópia digital de PlayStation 4 gentilmente cedida pela Gamuzumi.

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Sakura Succubus 4 | Férias com meu harém https://www.arquivosdowoo.com.br/2021/09/06/sakura-succubus-4-ferias-com-meu-harem/ https://www.arquivosdowoo.com.br/2021/09/06/sakura-succubus-4-ferias-com-meu-harem/#comments Mon, 06 Sep 2021 19:52:09 +0000 https://www.arquivosdowoo.com.br/?p=8151 Existem alguns fenômenos peculiares no que se trata da minha pessoa e videogames. Seja o fato de quase sempre eu começar uma série de jogos pelo segundo título (Sonic, Ninja Gaiden, Contra, Double Dragon, Adventure Island. Seja por alguma razão, pulando livros de uma série devido a indisponibilidade deles no momento (Até hoje não tenho […]

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Existem alguns fenômenos peculiares no que se trata da minha pessoa e videogames. Seja o fato de quase sempre eu começar uma série de jogos pelo segundo título (Sonic, Ninja Gaiden, Contra, Double Dragon, Adventure Island.

Seja por alguma razão, pulando livros de uma série devido a indisponibilidade deles no momento (Até hoje não tenho os livros 2, 4 e 6 da série Artemis Fowl, assim como eu pulei o segundo livro de Percy Jackson porque não o encontrei na revistaria onde comprava livros lá no Shopping Méier – Esse eu comprei depois.)

E olha só, o mesmo aconteceu com Sakura Succubus. Eu não joguei o primeiro jogo, recebi uma chave do segundo, mas… Não joguei o terceiro. Porém, recentemente o Sakura Succubus 4 foi lançado para consoles e tive a oportunidade de jogá-lo. Será que ele vale a pena seu tempo?

Confira conosco na análise.

Chegou o verão, camiseta e chinelão, digo, férias com seu harém

Após um período turbulento passado no reino das Succubi, graças a Yue, a regente de lá (e que foi a primeira namorada de nosso protagonista Hiroki Ogasawara que misteriosamente havia desaparecido – Ela havia retornado ao Reino, e nunca contara a ele sobre sua identidade de Succubus até os eventos de Sakura Succubus 3), nosso herói Hiroki precisa de umas férias. E graças a suas conexões (em particular, a idol e tsundere residente, Ayu), ele irá passar uma semana numa luxuosa casa na ilha particular de Ayu.

E é claro que suas namoradas, Cosmos (a e-girl), Ayu, Marina Wakatsuki (a mulher de negócios), Hifumi Yamamoto (A atriz de sucesso) e Hazel Williams (A tenista famosa) vão juntos. Yue não pôde vir por conta de seus compromissos como regente do reino das succubi.

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Por uma semana, Hiroki tem a chance de ensinar Cosmos a nadar, fazer exercícios com Hazel e muitas outras coisas, que envolvem desde guerras de travesseiros a testes de coragem. E nesse processo, Hiroki passa a conhecer melhor suas companheiras.

Ainda que em termos de roteiro, ele não tenha o mesmo impacto do segundo jogo, a trama de Sakura Succubus 4 é coesa, mostrando um lado diferente das personagens.

A Yue, por exemplo, que demonstrou ter um péssimo senso de direção, apesar de ser a regente de um reino, a Marina que apesar de aparentar maturidade e ser um bocadinho sadística tem medo de fantasmas, e o próprio Hiroki que é um tapado, dando atenção a todo mundo, menos a Ayu, que finalmente admitiu os sentimentos, que escondia (muito mal, diga-se de passagem).

As escolhas só importam para os troféus

Sakura Succubus 4

Novamente, eu já escrevi sobre Visual Novels aqui o suficiente pra vocês saberem como elas funcionam. Então dito isso, assim como em Sakura Succubus 2, as escolhas que você faz não interferem no final, mas podem levar a CG’s e estarem relacionadas aos troféus do jogo.

Como estamos falando de visual novel em consoles, o conteúdo adulto obviamente foi removido (ainda que haja menções), mas há momentos em que bem… Chegam muito perto. Não sei qual a direção que Sakura Succubus vai tomar se houver um quinto título.

A introdução de alguma waifu? Uma aventura mais urbana? São possibilidades.

E uma coisa que sempre me deixa feliz quando vejo, é meio que a menção a outros jogos da série Sakura. Assim como em Sakura Agent há uma referência a Sakura Beach (o herói simplesmente abre acidentalmente um portal para outra dimensão, no qual as duas personagens de Sakura Beach estão do outro lado, na praia), aqui temos uma menção a Sakura Sadist, uma visual novel yuri. E eu ainda aguardo o jogo de luta da série Sakura.

Colorido e vívido

Sakura Succubus 4

Os sprites e CG’s de Sakura Succubus 4 são muito bem feitos, e novamente, obra da espanhola Wanaca.

Quem conhece os trabalhos do Winged Cloud vai reconhecer o traço familiar. Aqui, as personagens possuem ao menos uma variante de roupa, relativo ao tema de praia, elas são agradáveis de se ver e por olha, eu sei que protagonista de harém deve tratar suas waifus como iguais, mas não dá.

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A Marina é top tier absoluta, por favor, pise em mim, sente na minha cara e faça coisas não cristãs durante a noite. Sim, a Marina exala sex appeal a ESSE PONTO.

Os cenários do jogo são bem feitos, e encaixam bem com os sprites, deixando o visual agradável e harmonioso (coisa que as vezes não acontece em muitas visual novels ocidentais).

A trilha sonora do jogo é igualmente agradável, dando um tom de que aquele mundo realmente existe, e não é somente uma obra de ficção. Não são melodias que vão grudar na sua cabeça, veja bem, mas são musicas boas, que cumprem o papel de acompanhamento.

Compre somente se jogou os anteriores

Sakura Succubus 4

Essa é uma conclusão óbvia, mas certeira. Se você jogou os jogos anteriores da série, é meio que obrigatório ter Sakura Succubus 4, mas pessoas que não jogaram os jogos anteriores ou não curtem visual novels, dificilmente veriam sentido (ou apelo) em jogar o quarto jogo de uma série.

Sakura Succubus 4 está disponível para PlayStation 4, PlayStation 5 e Nintendo Switch, além da versão original de PC.

Essa análise foi feita com uma cópia digital de PlayStation 4 gentilmente cedida pela Gamuzumi.

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Dating Life: Miley x Emily | Uma única noite pode mudar a sua vida https://www.arquivosdowoo.com.br/2021/08/18/dating-life-miley-x-emily-uma-unica-noite-pode-mudar-a-sua-vida/ https://www.arquivosdowoo.com.br/2021/08/18/dating-life-miley-x-emily-uma-unica-noite-pode-mudar-a-sua-vida/#respond Wed, 18 Aug 2021 12:06:17 +0000 https://www.arquivosdowoo.com.br/?p=8109 Sabem o texto do meme de fim de ano sobre que jogos jogamos no ano? Eu to escrevendo o meu de 2021 desde Janeiro. Sim, não estou brincando, eu tenho anotado cada jogo que termino, ou ao menos chego perto de terminar *um caso em específico num bloco de notas e já estou na marca […]

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Sabem o texto do meme de fim de ano sobre que jogos jogamos no ano? Eu to escrevendo o meu de 2021 desde Janeiro.

Sim, não estou brincando, eu tenho anotado cada jogo que termino, ou ao menos chego perto de terminar *um caso em específico num bloco de notas e já estou na marca de 157 jogos. Grandes, pequenos, jogo, termino e anoto.

A verdade é que o parágrafo acima foi só encheção de linguiça porque eu não tinha uma maneira de introduzir o jogo deste review. Mas enfim. Uma coisa que eu gosto, em termos de roteiro, como escritor, é a maneira que um autor faz um universo compartilhado entre suas obras.

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Pegando aqui como exemplo, existe um livro chamado “Guardians”, da autora brasileira Luciane Rangel. Esse livro em si, conta uma história e tal, mas em outro livro da mesma autora, chamado “Tenshi“, “Guardians” não passa de uma história de um livro mesmo. Ou pegando o livro “Fios de Prata” do Raphael Draccon, que a princípio é uma história isolada, e boa parte dele é, mas você pode conectar ele ao “Coletor de Espíritos”, que se passa no mesmo universo.

Em jogos isso as vezes também rola de acontecer (como os jogos da Remedy), mas nem é claro ou bem executado.

Um exemplo de produtora que faz um universo próprio em suas Visual Novels é o Dharker Studios, que consegue conectar suas obras de maneira coesa. A trilogia de Beach Bounce (PC/Switch) se passa no mesmo universo que Negligee e outras obras deles, com personagens em comum aparecendo entre as diversas obras.

E ainda que Beach Bounce em sua versão de consoles tenha ficado apenas no Switch, outro jogo do mesmo universo, chegou ao PS4 e PS5 (além do Switch), sendo esse jogo “Dating Life: Miley x Emily”, publicado novamente (assim como Beach Bounce), pela Gamuzumi.

Será que ele vale a pena o valor cobrado?

Polares opostos se encontrando por acaso

Você está no papel de Miley, uma conselheira escolar (cuja primeira aparição foi na prequel de Negligee) que é uma pessoa extremamente avessa a tecnologia e para a maioria das pessoas, é considerada alguém invisível. Após mais um dia frustrante, ela recebe uma notificação de um aplicativo de encontros, e devido a vários enganos por parte dela mesma (como preencher o espaço de nome como Miles, dentre outras coisas), acaba marcando um encontro com uma mulher.

Essa mulher, é Emily, a dona da Negligee (loja de roupas íntimas onde se passa o jogo homônimo), uma pessoa que é o total oposto de Miley. Miley tem sérios problemas de confiança, não tem tanto traquejo social quanto gostaria e como dito no parágrafo anterior, não é muito boa com tecnologia.

Emily por outro lado, é bastante expansiva e carismática, além de confiante. Mas, enganos a parte, as duas decidem levar esse encontro para saber no que vai dar.

Uma comédia romântica curta

Dating Life Miley x Emily

Obviamente não vou explicar pela milésima vez como funciona uma visual novel, você faz escolhas, lê textos, blá, blá, blá. Enfim, com isso fora do caminho, é uma visual novel curta, talvez você consiga fazer todos os finais em umas duas horas, se pular os textos repetidos.

E a história, é bem mais contida que por exemplo Sakura Succubus 2. Ela funciona no mundinho dela, mas se pega por alguém que não conhece de onde vem esses personagens, não sei se seria tão atrativo.

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Não é culpa da publisher, mas talvez na hora de fazer o jogo, não quisessem associar o nome com o de Negligee. Só especulo as razões.

E obviamente, apesar de quase ir lá e mencionar coisas aqui e acolá, as versões de console do jogo são o que chamaríamos de All-Ages (já que o conteúdo sexual explícito foi removido por razões óbvias.)

Gráficos e Sons: Agradáveis

Dating Life Miley x Emily

Admito que eu tive que rejogar a novel pra poder julgar melhor a trilha sonora, pois no meu playthroughs, eu estava jogando com metade da minha atenção em outra coisa, e sem o headset. Mas a trilha sonora é decente. Nenhuma música é memorável, mas elas cumprem bem seu papel pros momentos exigidos.

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E.. Eu gosto da arte do Dharker Studios. Apesar de que dependendo do jogo, eles variam. Aqui são agradáveis. Os cenários igualmente, cumprem seu papel e são bonitos. Só acho que exageraram um pouco no vapor no banho da Miley em uma das CG’s.

Difícil recomendar

Dating Life Miley x Emily

Vou ser realmente honesto. Não sei se recomendaria Dating Life: Miley x Emily se você não conhece um pouco do background das personagens.

Talvez numa promoção. Se você conhece (através de Negligee e de sua prequel), talvez queira dar uma olhada pra conhecer mais sobre as duas. É um romance yuri curto e uma platina fácil.

O jogo está disponível para PlayStation 4, PlayStation 5, Nintendo Switch e obviamente, PC. Esta análise foi escrita com uma cópia cedida pela Gamuzumi.

Essa análise foi feita com uma cópia digital de PlayStation 4 gentilmente cedida pela Gamuzumi.

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Sable’s Grimoire | Drama e feitiçaria na academia de magia https://www.arquivosdowoo.com.br/2021/07/19/sables-grimoire-drama-e-feiticaria-na-academia-de-magia/ https://www.arquivosdowoo.com.br/2021/07/19/sables-grimoire-drama-e-feiticaria-na-academia-de-magia/#respond Mon, 19 Jul 2021 20:00:04 +0000 https://www.arquivosdowoo.com.br/?p=7840 Minha criatividade para títulos de review está acabando. Porque cazzo, esse aqui ficou bem ruim. Mas vai assim mesmo. Enfim, eu sou um filho da mãe. Não, sério, eu tenho um arquivo.txt com os jogos que preciso fazer review e tem uns títulos que nem comecei a jogar. E a fila de títulos terminados pra […]

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Minha criatividade para títulos de review está acabando. Porque cazzo, esse aqui ficou bem ruim. Mas vai assim mesmo. Enfim, eu sou um filho da mãe. Não, sério, eu tenho um arquivo.txt com os jogos que preciso fazer review e tem uns títulos que nem comecei a jogar. E a fila de títulos terminados pra fazer review tá enorme. E tanto eu quanto o Diogo estamos correndo atrás de outros jogos.

O fato é que talvez eu queira deixar muita coisa pronta pra tirar uma folga de reviews Isso é cansativo, jogar até o final, escrever o texto, capturar as imagens, pensar num título pro review. Mas ei, pelo menos faço isso porque quero levar recomendações e não recomendações ao público.

Títulos que passam batidos pela maioria dos sites tradicionais, podem ter uma chance aqui. Afinal, onde mais você leria análises de jogos como HORSE RACING 2016, Hentai vs Evil ou Lizard Lady vs The Cats? Ou mesmo de Sakura Succubus 2?

ASSISTAM – Unboxing do Controle alternativo de N64

Falando de Sakura Succubus, a Gamuzumi, publisher das versões de console do mesmo, começou publicando jogos que são mais inclinados ao gênero ecchi (nada de errado com isso, eu os saúdo inclusive), com Sakura Succubus (1, 2 e 3), Legends of Talia: Arcadia e Beach Bounce Remastered (esse somente no Nintendo Switch).

Porém, nem só de lewd vive o homem (ata, falou o cara eternamente horny), então eis que a Gamuzumi publicou Sable’s Grimoire, da desenvolvedora Zetsubou Games, que não é um título originalmente eroge (ok, Legends of Talia não é também, mas aquele lá ainda tem foco no ecchi). E se você se pergunta porque essa análise demorou bastante… Eu não contei que meu backlog de reviews está imenso?

Bem vindo a Academia de Magia Amadronia, quase uma Hogwarts

Piadas a parte, é impossível não fazer um pequeno paralelo entre Amadronia e Hogwarts, pelo menos no quesito função, mas dá pra fazer outros paralelos com Harry Potter, falarei mais adiante.

O fato é que são duas escolas de magia. Enfim, você é Sable, um humano normal que pela falta do que fazer, ficou obcecado em aprender magia. Nisso, ele acaba por querer se tornar um renomado pesquisador de magia, e para atingir seu sonho, resolve entrar para Amadronia, um dos mais renomados institutos de magia do mundo.

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Só que ao chegar lá, em seu primeiro dia, ele descobre que sua vida será tudo, menos normal. Ele é um dos poucos humanos que frequenta a academia, cuja maioria são de seres meio-humanos ou humanoides (como elfos). E essas pessoas tem problemas tão humanos quanto os de Sable.

Será que Sable vai conseguir alcançar seu sonho de ser um pesquisador mágico? Será que ele vai sobreviver de fato? Só depende de você.

O caso é que Sable já chega ao colégio em desvantagem, já que os seres que usualmente frequentam a escola (elfos, pixies, dentre outros) são mais aptos a magia naturalmente, então ele precisará ser inventivo. E sendo um humano no meio de seres naturalmente mágicos, haverá preconceito, tal qual acontecia em Hogwarts.

O casting de Sable’s Grimoire é diverso, em termos de personalidades, mas usualmente seguem tropes já conhecidas a quem joga visual novels ou já consumiu alguma mídia oriental, sejam mangás, animes e até mesmo jogos.

Temos a típica tsundere (apesar dela não partir pra agressão como a trope sugere), a menina energética amigável, a glutona, a tímida e por aí vamos. Infelizmente dentre as rotas, não tem um romance com a professora Succubus. Por favor, Eris, visite meus sonhos e sente na minha cara…

Eu disse isso em voz alta? Oh bem, lá se vão as duas leitoras mulheres do site e qualquer chance que eu tenho de arrumar uma namorada.

Bem, vida que segue. Enfim, por outro lado Sable, boa parte do tempo é um protagonista normal… Exceto nos momentos em que ele é irritante por ser pragmático. Mas ao mesmo tempo que ele é pragmático, ele é um tremendo pamonha e essa combinação me irritou bastante.

Algumas coisas funcionam, outras, nem tanto

Sable’s Grimoire é uma visual novel, então basicamente tudo o que você faz é ler um texto, e em alguns momentos chave, tomar uma decisão que pode mudar o rumo da trama. Porém, ao contrário das novels que eu costumo jogar pra fazer análise, Sable’s Grimoire tem dezesseis finais diferentes, e para ajudar os jogadores a não ficarem perdidos ou alcançarem finais indesejados, o jogo coloca a sua disposição, um mapa com as rotas…

Bom, um mapa que eu gostaria que funcionasse porque tanto ele, quanto a galeria com as CG’s do jogo não funcionaram, já que coisas que teoricamente eu deveria ter desbloqueado e caminhos pré-feitos não apareciam após eu carregar um save pra continuar o jogo. E isso é meio que uma pena, porque poderia me ajudar a economizar tempo pra fazer outras rotas.

Além desse mapa, existem dois filtros, um de conteúdo maduro (coisas mais pesadas, e no caso, uma das rotas) e um para escolhas que levem aos finais ruins. Isso é uma coisa legal de se adicionar, tanto pra ajudar os jogadores mais novatos, quanto no caso, os mais sensíveis.

A narrativa do jogo mostra que muitas coisas não são o preto no branco que parecem ser, e existe uma razão para a professora Succubus ser apática com relação ao próprio trabalho, dentre outras coisas e personagens que parecem afáveis na verdade são babacas do caralho… Sim, estou falando de você, diretor Ein. Do meio pro fim da jogatina eu queria socar ele… Embora se eu fizesse isso só quebraria minha TV e ela me custou 1600 reais…

Esteticamente agradável

O trabalho no departamento visual do jogo é fantástico. Começando pela interface de usuário que é muitíssimo bem feita. E os cenários, apesar de estáticos, estão possivelmente dentre os melhores numa visual novel ocidental que já vi.

O que deixa um pouco pra baixo são os sprites, que talvez por ficarem num meio termo entre a arte mangá e o estilo comics, se destacam no cenário. E apesar disso, as CG’s são bem bacanas. Ao menos as que eu passei por elas, já que não tive como passar por todas as rotas.

As músicas do jogo são agradabilíssimas de se ouvir, não são memoráveis do tipo que ficam na sua cabeça, mas do tipo que você ouve e fala: É, é uma boa música.

Alerta: Isso não é um romance

Primeiramente, se você vai jogar Sable’s Grimoire achando que vai ser um romance, prepare-se pra se decepcionar. Ainda que algumas das rotas dêem a entender que há a possibilidade de romance (As rotas da Lisha e da Drakkan levam a duas continuações que saíram pra PC), o tom do jogo não é esse. Você vai conhecer as personagens, embarcar nos seus dramas, e em alguns casos, a coisa fica pesada (A rota da Jorou envolve cicatrizes mentais). O fato é que Sable’s Grimoire é uma leitura um pouco mais madura que a média dos jogos da Gamuzumi e uma boa novel em si.

Então é, se você tiver a oportunidade (e for fã de Visual Novels), jogue Sable’s Grimoire.

O jogo está disponível para PlayStation 4, PlayStation 5, Xbox One, Xbox Series S|X e Nintendo Switch, além da versão original de PC.

Essa análise foi feita com uma cópia digital de PlayStation 4 gentilmente cedida pela Gamuzumi.

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Sakura Succubus 2 | E o harém vai crescendo https://www.arquivosdowoo.com.br/2021/06/03/sakura-succubus-2-e-o-harem-vai-crescendo/ https://www.arquivosdowoo.com.br/2021/06/03/sakura-succubus-2-e-o-harem-vai-crescendo/#comments Thu, 03 Jun 2021 08:00:10 +0000 https://www.arquivosdowoo.com.br/?p=7420 Confesso que parei de comprar os jogos da série Sakura, da Winged Cloud. Não é questão muito complicada, os jogos são usualmente baratos no Steam, é que simplesmente teve uma época que eu joguei TANTA Visual Novel, que eu sofri um cansaço do gênero (tal qual aconteceu com speedrun após Outubro do ano passado). Aí […]

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Confesso que parei de comprar os jogos da série Sakura, da Winged Cloud. Não é questão muito complicada, os jogos são usualmente baratos no Steam, é que simplesmente teve uma época que eu joguei TANTA Visual Novel, que eu sofri um cansaço do gênero (tal qual aconteceu com speedrun após Outubro do ano passado).

Aí hoje em dia tem tanta coisa da série, que fica difícil saber por onde voltar… Sem contar o fato de que não tenho mais meios de comprar jogos com tanta frequência (also known as desempregado), aí já viu.

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Mas enfim, vou dizer aqui que não joguei o primeiro Sakura Succubus (que o nosso amigo Tony tem no Switch, eu vi), mas bem… Nesse dia 20/05 agora, a Publisher Gamuzumi lançou nos consoles, a continuação, Sakura Succubus 2 e eles foram gentis o suficiente de nos oferecer uma cópia para análise.

Será que o jogo vale o seu tempo? Confira conosco.

Suas férias serão tudo, menos tranquilas

Sakura Succubus 2

Resumindo um pouco do primeiro jogo, somos Hiroki Ogasawara, fotógrafo de 28 anos, que por influência (será mesmo?) do destino, acabou criando uma ligação com três succubi que vivem no reino humano, disfarçadas. Marina Wakatsuki, uma mulher de negócios muitíssimo bem sucedida, Cosmos, uma e-girl de sucesso no Instagram (o trocadilho com Rapidpound foi bem bolado, devo dizer) e Ayu, uma idol.

Dessa vez, nosso herói (herói?), graças a Marina, resolve tirar uma semana de folga do árduo trabalho, indo se hospedar numa pousada localizada em uma região mais distante. Obviamente, suas companheiras estarão lá com ele, e não apenas isso, mas ele conhecerá mais alguém, já que lá, está hospedada uma famosa atriz, Hifumi Yamamoto. E logicamente, coisas irão acontecer.

Por alguma razão, o “perfume” de Hiroki acaba sendo atraente para certas mulheres, e dada a natureza do jogo, sabemos o que esperar. Além de Hiroki, existe mais gente no seu futuro, isso é… Se os causos criados pelas suas companheiras, ou a quantidade de trabalho que o calhorda do seu chefe lhe dá, não o matarem antes.

Uma comédia ecchi… Incrivelmente sólida, devo dizer

Sakura Succubus 2Tenho uma grande experiência com as novels da Winged Cloud, e a maioria delas é, podemos dizer… Bem bobinha em termos de enredo. Veja bem, não há nenhum problema em você ter um enredo bobo, só estou constatando que nem todos os enredos deles são passíveis de se levar a sério. Inclusive uma das minhas novels favoritas deles, Sakura Angel é justamente bobinha em enredo.

Dito isso, o enredo de Sakura Succubus 2 é bem sólido. Não é nada inovador ou vai fazer você pensar, mas ele é sério quando precisa ser, engraçado quando necessário e até mesmo um pouco dramático.

Talvez eu esteja exagerando? Possível, mas em termos de qualidade da escrita, é um dos melhores trabalhos do Winged Cloud, juntamente com Sakura Fantasy (que nunca teve continuação, apesar de ter “Chapter 1” no título).

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O jogo funciona como uma visual novel padrão, ou seja, você tem a leitura a se fazer e em momentos chave, algumas escolhas que podem ou não influenciar o final do jogo, ou desbloquear cenas alternativas. Como a versão de consoles do jogo é All-Ages, não há cenas adultas aqui, no máximo algumas cenas provocantes e em termos de texto, coisas subentendidas de que rolou sexo.

Porém, a verdade sobre o jogo precisa ser dita, a melhor personagem de Sakura Succubus 2 não possui sprite. A Recepcionista Yuriko rendeu alguns diálogos bem engraçados, e ela me parece ser uma crítica a um certo tipo de pessoa, que não vale a pena mencionar pra evitar a fadiga.

Colorido e vívido

Sakura Succubus 2

Os sprites e CG’s de Sakura Succubus 2 são muito bem feitos, e novamente, obra da espanhola Wanaca.

Quem conhece os trabalhos do Winged Cloud vai reconhecer o traço familiar. Apesar das personagens não terem variantes de roupa (isso é mais uma coisa que eu curto em novels), elas são agradáveis de se ver e por Deus, nas CG’s é possível ver que o protagonista existe (odeio protagonistas invisíveis de VN’s).

Os cenários do jogo são bem feitos, e encaixam bem com os sprites, deixando o visual agradável e harmonioso (coisa que as vezes não acontece em muitas visual novels ocidentais).

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A trilha sonora do jogo é igualmente agradável, dando um tom de que aquele mundo realmente existe, e não é somente uma obra de ficção. Não são melodias que vão grudar na sua cabeça, veja bem, mas são musicas boas, que cumprem o papel de acompanhamento.

Para os fãs da série Sakura, é compra obrigatória

Sakura Succubus 2

Se você tem experiência já com a série Sakura, talvez queira considerar Sakura Succubus 2 a sua futura lista de compras.

É uma novel sólida e divertida. Claro, tem a questão de custo benefício com o tempo de leitura, mas isso é relativo a cada jogador. E caso opte pela versão de consoles, a versão de PS4/PS5 é uma platina garantida.

Honestamente, eu fiquei intrigado ao ver o pequeno twist do final da novel. Eu sei, eu poderia pegar a versão de Sakura Succubus 3 de PC, saiu em novembro do ano passado, mas vou aguardar a versão de console.

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E uma outra duvida paira no ar: Com tantos jogos da série Sakura lançado, porque ainda não temos um crossover de luta? Fica a ideia, vai imprimir dinheiro.

Sakura Succubus 2 está disponível para PC, Playstation 4, Playstation 5 e Nintendo Switch.

Essa análise foi feita com uma cópia digital de PlayStation 4 gentilmente cedida pela publisher Gamuzumi.

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