Arquivos Puzzle games - Arquivos do Woo https://www.arquivosdowoo.com.br/tag/puzzle-games/ Um pouco de tudo na medida certa Fri, 18 Mar 2022 10:14:19 +0000 pt-BR hourly 1 https://wordpress.org/?v=6.9 https://www.arquivosdowoo.com.br/wp-content/uploads/2020/12/cropped-logo-150x150.png Arquivos Puzzle games - Arquivos do Woo https://www.arquivosdowoo.com.br/tag/puzzle-games/ 32 32 The Last Cube | Fritando neurônios pra salvar o Mundo https://www.arquivosdowoo.com.br/2022/03/17/the-last-cube-fritando-neuronios-pra-salvar-o-mundo/ https://www.arquivosdowoo.com.br/2022/03/17/the-last-cube-fritando-neuronios-pra-salvar-o-mundo/#respond Thu, 17 Mar 2022 08:00:31 +0000 https://www.arquivosdowoo.com.br/?p=10266 Esses dias joguei a demo do Stranger of Paradise: Final Fantasy Origin. Olha, o jogo é basicamente Nioh com skin de Final Fantasy. Assim como o Persona 5 Strikers adaptou os elementos de Persona para um musou, Stranger of Paradise fez o mesmo. Quem jogou Nioh vai reconhecer a estrutura de missões, a jogabilidade, o […]

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Esses dias joguei a demo do Stranger of Paradise: Final Fantasy Origin. Olha, o jogo é basicamente Nioh com skin de Final Fantasy. Assim como o Persona 5 Strikers adaptou os elementos de Persona para um musou, Stranger of Paradise fez o mesmo. Quem jogou Nioh vai reconhecer a estrutura de missões, a jogabilidade, o sistema de upgrade de especialidades, e no geral a demo me deixou mais tranquilo que os trailers feitos por um edgy lord de quinze anos. For Fucks Sake, Square, Limp Bizkit? Sério?

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Enfim, outra coisa que vocês devem ter notado, é a quantidade de puzzles que eu tenho jogado, Fluffy Cubed, What lies in the Multiverse, Broken Pipe… E o jogo de hoje é mais um do gênero. Eu sempre disse que nunca fui o lápis mais apontado do estojo, talvez pela minha falta de foco eu acabe ficando sem paciência, mas isso não me impede de tentar jogar e me divertir com puzzles. Só não me peça pra jogar picross, ou Sudoku… Ou Tetris. Tetris conta como puzzle? Aliás, eu até sei jogar um pouco de Tetris, só não sou bom.

Mas, enfim, nessa minha caça por jogos de puzzle para jogar, um jogo que chegou a mim, foi The Last Cube. Será que ele será o jogo que me fará desistir do gênero por conta do meu QI de 3? Descubra no review abaixo.

Reprodução: Improx Games

Restaurando o mundo cúbico, pouco a pouco

O seu planeta está a beira da destruição, por alguma merda de proporções bíblicas, sei lá, o ataque dos Felipe Netos ou o que quer que seja, mas o fato é… Seu planeta está morrendo, e você, o último cubo, precisa restaurar o mesmo, usando suas habilidades.

Sim, é uma premissa simples, como a de Broken Pipe, é só uma desculpa para você ir resolver os puzzles. E como essa seção do review ficou mais curta do que gostaria, vou comentar que o jogo possui tradução em português do Brasil, e graças ao bom Deus, não é a infame tradução atrelada ao idioma do sistema, o que significa que se eu quisesse jogar em inglês, era só ir no menu e trocar.

Uma coisa tão simples, mas que muito desenvolvedor não faz, mesmo em 2022. E olha, considerando que jogos AAA não fazem isso muitas vezes, é de cair o cu da bunda.

Reprodução: Improx Games

Adesivos do poder, para seus problemas resolver

Você controla um cubo e precisa ir do ponto A ao ponto B em 15 fases, mas para chegar lá, você precisa resolver os quebra-cabeças no caminho, usando certos poderes para ativar gatilhos específicos da fase. O seu cubo é capaz de absorver o poder de adesivos que precisam ser colados nos gatilhos pra abrir portas, ativar pontes, elevadores e todo tipo de coisas caóticas que os 5 mundos diferentes colocam em seu caminho.

Cada adesivo (de uma cor diferente) dá um tipo de poder extra que pode ser utilizado para auxiliar na jornada, seja um dash, ou girando o cubo (é mais importante do que parece), criando uma escada para descer ambientes altos separados por abismos, teleporte, a criação de um segundo cubo.

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Tem elementos nas fases que vão apagar seus adesivos, no caso, os espaços do cenário com água, que apagam o adesivo que pisou lá, e os portais que apagam todos os adesivos, que na maioria das vezes indica que você está transicionando de uma seção da fase para a outra.

Durante as fases, você encontrará alguns coletáveis que a princípio estão no caminho, mas posteriormente estarão em locais onde você precisa pensar fora da caixa para pegá-los. Esses coletáveis não são obrigatórios para se terminar o jogo, mas eles desbloqueiam as fases extras e ao examiná-los, você aprende um pouco mais sobre a lore do jogo. E como maneira de estender ainda mais sua jogatina, após você terminar a fase, haverá a indicação de um desafio extra dela, que usualmente consiste de terminar a fase na condição X.

O jogo começa deveras simples, com os puzzles sendo óbvios, pra aclimatar o jogador ao controle, e quanto mais avançamos na aventura, mais adesivos adquirimos e mais complexos ficam os puzzles, terminando com um mega gauntlet de elementos vistos nas fases anteriores. E vou admitir, por mais que o gauntlet final não tenha sido tão difícil, alguns dos puzzles próximos do final, me deixaram pensando ali por 20, as vezes 30 minutos em um único puzzle.

The Last Cube
Reprodução: Improx Games

A Simplicidade agrada

Graficamente, The Last Cube é simples, mas ao mesmo tempo impressionante. Obviamente o personagem é um cubo, não tem nada demais, mas as fases são impressionantes, em escala e até mesmo alguns efeitos. Não é nada a nível AAA, mas não deixa de ser impressionante o quão bonito é o mundo, em especial depois do fim do jogo.

A trilha sonora não se destaca tanto, mas não por ser ruim, ou esquecível, mas por literalmente ser pano de fundo na sua jornada, com temas calmos, dando uma atmosfera relaxante a sua jogatina.

The Last Cube
Reprodução: Improx Games

Na teoria ele deveria ser curto, maaaas…

Na teoria, um jogo curto com 15 fases, mas na prática, The Last Cube vai pedir muito de você, é um jogo ao mesmo tempo calmo e desafiante, uma excelente pedida se curte usar a massa cinzenta. Recomendo totalmente.

The Last Cube está disponível para PC, PlayStation 4, PlayStation 5, Nintendo Switch, Xbox One e Xbox Series.


Esta análise foi feita no PlayStation 4 com uma cópia digital do game gentilmente cedida pela Improx Games.

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Broken Pipe | Robô encanador https://www.arquivosdowoo.com.br/2022/03/15/broken-pipe-robo-encanador/ https://www.arquivosdowoo.com.br/2022/03/15/broken-pipe-robo-encanador/#respond Tue, 15 Mar 2022 08:00:42 +0000 https://www.arquivosdowoo.com.br/?p=10295 Quem gosta de calor não é de Deus. Sério, o calor que tem feito no Rio de Janeiro é quase criminoso. Imagina sair do banho, e já estar suando novamente. Velho, por quê eu não nasci rico pra ter uma piscina em casa? Tudo seria tão mais fácil. E tem gente que defende calor, não […]

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Quem gosta de calor não é de Deus. Sério, o calor que tem feito no Rio de Janeiro é quase criminoso. Imagina sair do banho, e já estar suando novamente.

Velho, por quê eu não nasci rico pra ter uma piscina em casa? Tudo seria tão mais fácil. E tem gente que defende calor, não vou citar nomes mas já vi gente que diz preferir calor. Falando em calor, saudades de Icegurt. E mano, falando em Icegurt, o uniforme dos pilotos da Alpine esse ano parece uniforme de vendedor de Icegurt, e eu roubei descaradamente essa piada do Victor Ludgero.

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O que isso tem a ver com o jogo de hoje, você se pergunta? Nada. Mas achei interessante falar sobre, é o que eu faço sempre em meus textos quando estou sem ideias pra abrir o review. Mas bem, esse começo de março eu tenho ido atrás de uma boa quantia de jogos, mas o mais surpreendente é que estão aceitando meus pedidos.

Enfim, dentre os jogos que aceitaram meu pedido, o jogo de hoje é um deles, um puzzle chamado Broken Pipe, obviamente se trata de consertar canos. Mas será que esse jogo merece seu tempo?

Reprodução: DillyFrame

Consertar para os Robôs Salvar

Todos os tanques de fluxo que gerenciam portões e pontes neste mundo agora estão quebrados. Os robôs locais estão presos aos módulos quebrados e não podem escapar deste lugar.

Retorne os módulos ausentes aos esquemas de tubulação para restaurar o fluxo. Você terá que direcionar o fluxo de cores de um tanque para outro para fazê-los funcionar. Quando todos os tanques funcionarem, todos os robôs poderão deixar este mundo.

Sim, é um puzzle ultra simples, mas ainda assim deram uma desculpa para você fazer o que faz, e eu aplaudo a pequena equipe de três pessoas responsável pelo jogo por isso.

Reprodução: DillyFrame

Simples de entender, mas prazeroso de dominar

O jogo começa te oferecendo um tutorial explicando basicamente tudo que você vai encontrar nele, você tem puzzles de tubulações e precisa utilizar os módulos pra fazer com que o fluxo da cor em si vá do ponto A ao B do puzzle. Existem dois tipos de módulos. Os em formato de cruz, que basicamente fazem com que o fluxo siga em frente na direção que ele está indo, e existem os módulos que fazem curvas, dependentes da cor.

O desafio está em saber quais módulos colocar em quais partes do puzzle, porque o que pode parecer certo a princípio, pode te dar um pouco de dor de cabeça quando você descobre que estava errado. Porém, no fim das contas os puzzles não são tão difíceis quanto parecem a princípio, e logo você vai estar pensando na maneira mais fácil de solucioná-los.

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Uma das coisas que diferencia Broken Pipe de outros jogos do gênero, é que ele é de mundo aberto, ou seja, você pode resolver os puzzles na ordem que desejar. Claro, se você quer ter sensação de desafio crescente, vai fazer eles em ordem, mas nada te impede de fazer alguns dos primeiros puzzles e depois ir para tipo, o último. Ok, não dá pra ir pro último logo de cara porque tem áreas que só serão desbloqueadas se você resolver determinados puzzles, seja pra abrir portas ou erguer escadas, mas a estrutura é de mundo aberto.

Existem alguns coletáveis nesse pequeno mundo, no caso, cartões SD, que podem ser utilizados para desbloquear determinados mini games, que são mini games relativamente simples e que são necessários para a Platina do jogo.

No fim das contas, temos pelo menos duas, ou três horas de jogo dependendo do seu cérebro, mas o jogo aparentemente não tem um “final final”, já que nada acontece depois que você resolve todos os quebra-cabeças.

Broken Pipe
Reprodução: DillyFrame

Gráficos limpos, trilha esquecível

A trilha de Broken Pipe é esquecível. Não tem palavra melhor pra definir ela. Claro, não são composições criadas pro jogo em si, são músicas Royalty Free, criadas por Kevin MacLeod, famoso pelo site de músicas Royalty Free, que inclusive ajuda muitos criadores independentes, este que vos fala incluso. Mas as composições que estão em Broken Pipe… Não são memoráveis. Não são músicas ruins, mas sim completamente esquecíveis.

Agora, quanto aos gráficos, se pesarmos o fator de que o jogo foi feito por uma equipe de três pessoas, o resultado final é competente. Eles possuem a vibe futurística limpa que dá a impressão de ser um pouco distópica (como a Paris de “Remember Me”). Os modelos são simples, e em alguns pontos a colisão é questionável, mas tudo é funcional e organizado.

Broken Pipe
Reprodução: DillyFrame

Nada mal pra um jogo de 4 dólares

Broken Pipe é um jogo competente no que se propõe, não vai mudar seu mundo, mas não chega a ser fundo do poço como muita coisa que sai na PSN e me arrependi de comprar.

Tá certo que ele não é tão complicado pra um jogo de puzzles, mas vale sua atenção por uma hora ou duas. Broken Pipe está disponível para PlayStation 4 e Nintendo Switch.


Esta análise foi feita no PlayStation 4 com uma cópia digital do game gentilmente cedida pela DillyFrame.

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What lies in the Multiverse? | A jornada através do multiverso https://www.arquivosdowoo.com.br/2022/03/13/what-lies-in-the-multiverse-a-jornada-atraves-do-multiverso/ https://www.arquivosdowoo.com.br/2022/03/13/what-lies-in-the-multiverse-a-jornada-atraves-do-multiverso/#respond Sun, 13 Mar 2022 10:56:08 +0000 https://www.arquivosdowoo.com.br/?p=10263 Mano, eu tô de saco cheio. TODO lançamento de jogo da From Software é a MESMA COISA. E não, não falo dos Fromzeiros de Dark Souls que endeusam tudo que a empresa produz (desde que seja Soulslike, já que ignoram o histórico da mesma com jogos como Tenchu, 3D Dot Game Heroes e Armored Core), […]

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Mano, eu tô de saco cheio. TODO lançamento de jogo da From Software é a MESMA COISA. E não, não falo dos Fromzeiros de Dark Souls que endeusam tudo que a empresa produz (desde que seja Soulslike, já que ignoram o histórico da mesma com jogos como Tenchu, 3D Dot Game Heroes e Armored Core), mas essa galera que não sabe jogar e/ou não quer ter o esforço de aprender a jogar um Soulslike, mas quer entrar no jogo da modinha e quando tem a bunda chutada, fica pedindo modo easy porque acessibilidade. E quando recebem “GIT GUD” como resposta da internet, não hesitam em chamar os jogadores de tóxicos e não sei mais o quê.

TODA

SANTA

VEZ

E vocês tão lendo essa introdução irritada de alguém que sempre que possível joga os jogos na dificuldade mais baixa possível e não tem vergonha de admitir isso. Porque eu compreendo que jogos possuem um NICHO. Nem todos os jogos são feitos pra todo mundo, isso deveria ser compreensível pro pessoal, mas aí vem a questão ocidental…

Já que empresas ocidentais tem medo de arriscar e fazem o jogo pro menor denominador comum, o normie que quer apertar pra frente e apertar meia dúzia de botões ad infinitum por 30, 50 horas. E se surge algo que exige o mínimo de esforço pra aprender e decorar padrões, ataques e tudo mais, eles já se frustram. “Mas Dark Souls é difícil, pense em quem não tem bons reflexos”.

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Amigo, eu já vi um cara que é desabilitado, tem movimentação limitada, terminar Sekiro. Se alguém que definitivamente não ganharia de mim numa corrida de 150 metros consegue ser bom no jogo, com um pouco de esforço, você consegue.

O que isso tem a ver com o artigo de hoje, você leitor imaginário, me pergunta. Nada, eu só estava sem ideias pra abrir o texto, então resolvi usar um rascunho mental de um texto que pretendo (ou não) escrever pro site.

Bem, vamos lá. Eu já devo ter dito umas 400 vezes em textos no site que eu não sou a pessoa mais inteligente do mundo quanto a puzzles em videogames. Mas isso não me impede de apreciar o gênero, eu só sou ruim mesmo.

E por quê falei de puzzles, você novamente pergunta. Porque o jogo de hoje pertence ao gênero, se trata de What lies in the Multiverse, lançado pela publisher Untold Tales. Será que ele vale o seu tempo?

Reprodução: Untold Tales/Studio Voyager/ IguanaBee

Uma jornada pelo multiverso, em busca da verdade

Você é um garoto que não tem um nome (na verdade tem, mas nunca é dito no jogo, todos te chamam de garoto), um nerd que pesquisa sobre teorias do multiverso, até que seu computador o suga para outro universo.

Lá, ele conhece um velho excêntrico, chamado Everett, que após uma conversa, o oferece a chance de acompanhá-lo em uma jornada através do multiverso, para resolver um certo problema que tem ocorrido.

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Nessa jornada, o garoto irá encontrar todo tipo de personagem, e descobrir mais sobre quem é o Everett. Claro, estou evitando dar spoilers da jornada, mas o que posso dizer é que o roteiro do jogo dá muitos giros de 180 graus no tom da narrativa. Num momento você tá num clima tranquilo, ou engraçado na gag do garoto sempre ser atingido por uma pistola de raios, pra no momento seguinte termos uma parada um pouco mais (muito mais) pesada.

Temas como depressão e morte são tratados com certa seriedade, e até algumas questões que eu não comento para não dar spoilers a quem for jogar, mas é interessante ver a maneira que os temas foram tratados. E durante a jogatina, encontramos referência que eu honestamente não esperava ver, mas estão lá.

What lies in the Multiverse
Reprodução: Untold Tales/Studio Voyager/ IguanaBee

Puzzles a prova de idiotas

What lies in the Multiverse é um puzzle platformer que consiste em se utilizar de dois mundos (na maioria das vezes) para resolver os puzzles. Com um toque de botão, você vai parar em uma realidade diferente, no mesmo local, mas o mapa é levemente diferente. A Alternância entre os dois mundos é a chave para prosseguir nas etapas de plataforma, já que plataformas que não existem em um universo, estão em outro, ou o gelo pra pegar impulso e atravessar o abismo, ou a água pra atravessar uma caverna.

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Cada uma das fases possui uma gimmick diferente, que é usada tanto nas seções de plataforma pura, quanto pra resolver determinados quebra cabeças, que mesmo nas etapas mais avançadas do jogo, não são especificamente difíceis, um jogador mediano consegue terminar o jogo (sem fazer 100%) em cerca de 5 horas e meia, menos até se ele não parar pra pegar os coletáveis.

Sim, nas fases, tanto na realidade normal quanto nos mundos paralelos, existem itens a serem coletados, memórias das pessoas que estiveram ali e (nessa realidade paralela) morreram, o que dá um toque macabro, ou doloroso em algumas etapas. Não vou descrever as coisas, porque faz parte da experiência.

What lies in the Multiverse
Reprodução: Untold Tales/Studio Voyager/ IguanaBee

Expressivo, bonito e sonoramente agradável

Começando essa parte aqui com uma crítica. O jogo está traduzido em português, mas… Assim como muitos jogos, tanto indie quanto AAA, o idioma está atrelado ao idioma do seu console, ao invés de estar disponível no menu de opções.

Os sprites de “What Lies in Universe” possuem uma pegada minimalista, mas são extremamente expressivos nos diálogos e movimentação do jogo, os detalhes e expressões corporais passam um pouco da personalidade de cada personagem. E os cenários são lindíssimos, prova de que mesmo com uma pegada minimalista, é possível fazer coisas bonitas em pixel art. A sensação de escala em alguns dos cenários é magnífica, como na chegada ao cassino por exemplo.

E a trilha sonora é bem agradável, contando com boas composições, que casam perfeitamente com os momentos utilizados. Tá certo que você não ouve as músicas completas, devido a mudanças de mundo, fim de cutscenes e etc…, mas separe um momento pra ouvir a trilha do jogo. Vale muito a pena.

Reprodução: Untold Tales/Studio Voyager/ IguanaBee

Seria esse meu jogo surpresa de março?

Grapple Dog havia sido aquele jogo que me pegou de surpresa, sendo excelente e bem feito. E What lies in the Multiverse é um bom candidato pro mês de março, mas esse mês ainda tem alguns indies que me chamam a atenção. E a conclusão é: Sim, recomendamos What Lies in the Multiverse, é um jogo divertido, descomplicado e competente.

What lies in the Multiverse está disponível para PC, Nintendo Switch, PlayStation 4, PlayStation 5, Xbox One, Xbox Series S | X.


Esta análise foi feita no PlayStation 4 com uma cópia digital do game gentilmente cedida pela Untold Tales.

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Fluffy Cubed | Sokoban minimalista https://www.arquivosdowoo.com.br/2022/03/01/fluffy-cubed-sokoban-minimalista/ https://www.arquivosdowoo.com.br/2022/03/01/fluffy-cubed-sokoban-minimalista/#respond Tue, 01 Mar 2022 13:29:24 +0000 https://www.arquivosdowoo.com.br/?p=10207 Deus abençoe o EA Pass… Claro, eu não sou lá um grande fã da Electronic Arts, primeiro porque muitas das suas IP’s não são meu tipo de jogo (Battlefield, jogos da EA Sports num geral), e depois porque muitas das práticas da empresa são nocivas. Mas vez ou outra eles acertam, como Jedi: Fallen Order. […]

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Deus abençoe o EA Pass… Claro, eu não sou lá um grande fã da Electronic Arts, primeiro porque muitas das suas IP’s não são meu tipo de jogo (Battlefield, jogos da EA Sports num geral), e depois porque muitas das práticas da empresa são nocivas. Mas vez ou outra eles acertam, como Jedi: Fallen Order.

Porém, o preço dos jogos nem sempre é convidativo. Aí entra nessa equação o EA Pass, que por uma quantia módica, me permite jogar sem custo adicional, alguns jogos muito bacanas, foi assim que terminei o Star Wars: Mamãe quero ser Dark Souls, GRID, e ainda pude me decepcionar com Star Wars: Squadrons, que puta merda, como aquele jogo é chato!

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Também joguei muitas horas de NHL 21, só que tudo fica chato quando você tá com os status de Mídia, Treinador e Equipe no máximo, porque nada do que você faz importa, no modo carreira. Esse design parece proposital pra forçar o jogador a ir pro Ultimate Team.

Enfim, nisso, comecei a jogar Mass Effect (através da Legendary Edition) e agradeço ao EA Play por ter o jogo, porque não pagaria 300 reais nem fodendo. Não leve a mal, é um remaster 1000x superior a “Edição Definitiva” da trilogia de GTA e a par com a Ninja Gaiden: Master Collection em termos de custo/benefício de remasters. Mas 300 reais é demais, né EA? O que isso tem a ver com o jogo da análise de hoje? Olha, querido, absolutamente nada. Mas é sábado de Carnaval, escrevo essa introdução as 2 e 40 da manhã e por alguma razão, o Google Chrome desloga toda vez que eu reinicio o computador, então eu tenho que re-logar em todos os serviços que uso aqui, Twitch, twitter, instagram, etc. Talvez pelo meu notebook estar pela hora da morte, mas divago.

A Naoka Games é um pequeno estúdio brasileiro, com foco em puzzles numa pegada minimalista, e eles tem alguns jogos em seu portfólio. Todos numa faixa de preço acessível no Steam, inclusive. E graças a Publisher QUByte Interactive, começam a chegar aos consoles. Puzzletronics foi lançado pra Nintendo Switch, e agora, Fluffy Cubed chega a todos os consoles.

Confira a nossa análise.

Fluffy Cubed
Reprodução/ QUByte Interactive – Naoka Games

Sokoban, para todas as idades (e cérebros)

O jogo é bem simples de se entender. Ele segue o esquema do clássico Sokoban. Você precisa empurrar as caixas pelo tabuleiro até os pontos determinados. Nada mais, nada menos. Você tem 120 fases disponíveis, e a cada número x de fases, a quantidade de caixas vai aumentando, e alguns puzzles até ficam um pouco mais difíceis.

Mas, não se desespere, o jogo NUNCA fica realmente difícil. Tem alguns puzzles que podem dar certo trabalho, mas eles não vão fazer você perder o seu dia, tanto que um jogador médio consegue terminar o jogo em cerca de uma hora.

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Os controles são bem simples, apesar de você não poder usar o analógico no menu principal do jogo. E caso você erre algum movimento, ou tenha chegado numa situação impossível, você pode resetar a fase com o triângulo. Tá certo que apesar de tudo, a movimentação nunca muda, poderia ser mais veloz ou responsiva, mas pro tipo de jogo que é, tá bom.

Fluffy Cubed
Reprodução/ QUByte Interactive – Naoka Games

Minimalista e relaxante

Os jogos da Naoka possuem sempre a pegada minimalista no visual e Fluffy Cubed não é diferente.

Os gráficos são simplistas, mas pelo menos na minha opinião, ao menos o jogo poderia dar uma variada nos backgrounds a cada tantas fases. 120 fases e a mesma cor, acaba deixando o jogo com uma cara repetitiva.

A trilha sonora, se é que dá pra chamar disso, possui uma música… E ela ajuda bastante, pois é bastante relaxante, contribuindo pra aura mais casual do jogo. Variedade ajudaria? Sim, mas não afeta tão intensamente quanto a parte gráfica.

Reprodução/ QUByte Interactive – Naoka Games

No fim, depende muito do seu gosto

Fluffy Cubed é uma platina fácil, e um jogo simples, fácil de aprender e terminar. Talvez fácil demais pra veteranos em puzzles, mas quem não é inteligente, vai ser um pouco desafiado, ao menos.

O maior ponto negativo fica pra repetitividade do cenário, sei que a proposta é minimalista, mas podia ao menos alterar as cores durante a jogatina. A trilha sonora agrada, apesar de ser só uma musica, pois é relaxante.

Recomendado apenas se você quer um jogo de puzzle fácil e descompromissado.

Fluffy Cubed está disponível para PlayStation 4, Xbox One e Nintendo Switch, além da versão original de PC.


Esta análise foi feita no PlayStation 4 com uma cópia digital do game gentilmente cedida pela QUByte Interactive.

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112th Seed | A Semente da salvação https://www.arquivosdowoo.com.br/2020/08/17/112th-seed-a-semente-da-salvacao/ https://www.arquivosdowoo.com.br/2020/08/17/112th-seed-a-semente-da-salvacao/#respond Mon, 17 Aug 2020 09:00:00 +0000 https://www.arquivosdowoo.com.br/?p=4638 Eu já devo ter dito nas análises de Kotodama e Metamorphosis, que não sou a pessoa mais esperta do mundo, no que se trata de puzzles de videogame. Descer por um tobogã de gilete numa piscina de álcool sem me ferir é mais fácil do que eu resolver um daqueles puzzles de Tomb Raider. Sim, […]

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Eu já devo ter dito nas análises de Kotodama e Metamorphosis, que não sou a pessoa mais esperta do mundo, no que se trata de puzzles de videogame. Descer por um tobogã de gilete numa piscina de álcool sem me ferir é mais fácil do que eu resolver um daqueles puzzles de Tomb Raider. Sim, sou burro a esse ponto.

Mas isso não quer dizer que eu não me divirta com jogos do gênero, eu só levo 16x o tempo que uma pessoa normal levaria pra concluir um puzzle. E se um jogo do gênero cair em minhas mãos, sempre vejo se consigo me divertir.

Nessa, de jogos aleatórios que eu descubro, eis que 112th Seed, jogo brasileiro da East Asia Soft chega a mim, e é claro, vamos ver se ele vale a pena o seu dinheiro.

A última esperança da humanidade

112th Seed

Devido a catástrofes, hecatombes e o topete do Donald Trump, o mundo está indo pro saco e boa parte da população foi pra algum lugar do espaço, pra quem sabe conseguir figuração em algum dos próximos filmes de Star Wars ou alguma série de Star Trek.

Mal sabem eles do fiasco que foi a nova trilogia, e o quanto menos falarmos de Star Trek Picard, melhor.

Enfim, na Terra, um grupo de cientistas faz testes com sementes para tentar salvar o planeta, mas cento e onze tentativas falharam. Mas como um dos cientistas provavelmente era Joseph Klimber e não desiste NUNCA, os cientistas depositaram suas esperanças na centésima décima segunda semente e entraram em casulos de criogenia, porque no melhor dos casos, o teste vai dar certo, e no pior dos casos, eles farão pontas em Wall-E 2. E cabe a você evitar que esses cientistas esperem por um filme que nunca virá.

Puzzle 101: Novato em casa

112th Seed

112th Seed é um híbrido de puzzle e platformer, com o objetivo de ir do ponto A ao casulo no ponto B, em seções de uma tela apenas. A estrutura do jogo consiste de apresentar um tipo de mecânica ao jogador em um ambiente safo e depois ir gradativamente aumentando a dificuldade, utilizando essa mecânica.

As mecânicas começam simples, mas vão ficando cada vez mais complexas a ponto de nos puzzles finais, misturarmos duas ou três mecânicas numa mesma tela.

Empurre blocos, puxe alavancas e transforme-se em outros tipos de semente para passar por certos obstáculos. A princípio parece esquisito, mas conforme se avança percebe-se o quão natural é.

Claro, não são puzzles especificamente difíceis, mas certamente exigem um pouco de pensamento fora da caixa para a resolução deles. E não é um jogo particularmente longo, a platina leva menos de uma hora (após terminar o trigésimo puzzle, a platina pipocará na sua tela), dependendo da habilidade do jogador, ele talvez leve umas duas horas pra terminar tudo.

Nada demais no departamento audiovisual

112th Seed

Eu queria ter uma piada engraçada pra descrever o audiovisual desse jogo, mas gastei todas as minhas piadas na hora de descrever o pequeno roteiro do jogo. Mas os gráficos de 112th Seed são competentes, feitos num estilo 8-bits que não desagrada.

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E os sprites são bem feitinhos e as animações de mudança da semente são bonitinhas. Pena que os cenários são repetitivos e nada marcantes. E a trilha sonora do jogo…

Bem, ela meio que é inexistente boa parte do tempo. Com exceção de uns ruídos e barulhos, o jogo não tem muita coisa na trilha sonora.

Veredito final

112th Seed

Não levem a mal, 112th Seed é um bom jogo e uma boa porta de entrada para iniciantes em jogos de puzzle. Porém, o preço cobrado na versão de PS4 (R$ 20,00) faz com que seja difícil a recomendação de compra desta versão em particular.

A análise foi curta, mas assim como o jogo, preferi florear pouco e ir direto ao ponto. É um bom jogo, mas quanto a versão de PS4, espere uma promoção.

112th Seed está disponível para Playstation 4, Xbox One e Nintendo Switch.

A análise foi feita com base na versão de PS4, com uma cópia cedida gentilmente pela East Asia Soft.

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Marvel Puzzle Quest #002 |Hero Points & Juggernaut https://www.arquivosdowoo.com.br/2018/05/18/marvel-puzzle-quest-002/ https://www.arquivosdowoo.com.br/2018/05/18/marvel-puzzle-quest-002/#respond Fri, 18 May 2018 13:47:00 +0000 https://www.arquivosdowoo.com.br/2018/05/18/peripecias-invasoras-em-marvel-puzzle_18/ Cá estamos de volta com mais dicas de Marvel Puzzle Quest, uma série de vídeos exclusivos aqui para o site. Hoje, neste vídeo, falaremos sobre a importância de poupar as Hero Points e como aumentar o nível de pelo menos três personagens de nível um e tornar a jornada mais fácil. Caso tenha perdido o […]

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Cá estamos de volta com mais dicas de Marvel Puzzle Quest, uma série de vídeos exclusivos aqui para o site.

Hoje, neste vídeo, falaremos sobre a importância de poupar as Hero Points e como aumentar o nível de pelo menos três personagens de nível um e tornar a jornada mais fácil.

Caso tenha perdido o primeiro vídeo, basta acessar aqui: Marvel Puzzle Quest #001 |Dicas para começar

Agora vamos ao vídeo!

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Brothers: A Tale of Two Sons | Uma jornada de reflexão https://www.arquivosdowoo.com.br/2013/09/05/a-tale-of-two-sons-uma-jornada-de-reflexao/ https://www.arquivosdowoo.com.br/2013/09/05/a-tale-of-two-sons-uma-jornada-de-reflexao/#comments Thu, 05 Sep 2013 10:45:00 +0000 https://www.arquivosdowoo.com.br/2013/09/05/brothers-tale-of-two-sons-uma-jornada/ Eu não tenho problema algum ao dizer que Brothers: A Tale of Two Son, é o tipo de jogo que muito provavelmente eu ignoraria, se não fosse por um amigo muito próximo dizer maravilhas sobre a trama. Só que eu não tenho Xbox360, e como ele estava empolgado para que eu pudesse jogar o titulo, […]

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Eu não tenho problema algum ao dizer que Brothers: A Tale of Two Son, é o tipo de jogo que muito provavelmente eu ignoraria, se não fosse por um amigo muito próximo dizer maravilhas sobre a trama.

Só que eu não tenho Xbox360, e como ele estava empolgado para que eu pudesse jogar o titulo, acabou trazendo o videogame aqui em casa.

Obrigado, Erivelton!

Conforme combinado, ele trouxe o videogame e começamos a jogatina, terminando o jogo em uma tarde.  É um game relativo curto, mas não esperava que pudesse ser tão bom. Foi uma porrada no emocional tão grande que levei um tempinho para digerir tudo aquilo.

A Tale of Two Sons

O conto dos irmãos

Brothers: A Tale of Two Sons começa com a cena do irmão menor dentro de um bote tentando salvar sua mãe que está se afogando. É isso. O jogo começa com uma tragédia que marcou a vida do caçula.

E como se perder a mãe no fosse os suficiente, agora seu pai foi acometido por uma doença,  e cabe a nós jogadores ir atrás da cura.

Nesse momento ganhamos o controle dos irmãos e precisamos primeiramente levá-los até o médico o quanto antes. Aqui ensinam um pouco dos comandos, que é uma das coisas mais legais, pelo menos para mim é algo inédito. O joystick é divido dedicado a cada um dos irmãos.

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O lado esquerdo do joystick (LT e analógico esquerdo) pertence ao irmão mais velho, enquanto o lado direito do joystick (RT e analógico direito) fica para o irmão mais novo – O cérebro leva um tempinho para se acostumar, mas depois que pega o jeito é só alegria

Depois que você passa por essa etapa, você será jogado em uma jornada em busca de uma cura para o pai dos garotos. Não existem medicamentos (ao menos foi o que deduzi, porque não entendi bulhufas nenhuma do que eles conversaram ao médico) e a única cura possível é o néctar de uma arvore que está em um reino distante.

A Tale of Two Sons

O diferencial

É ai que entra o diferencial de Brothers: A Tale of Two Sons, pois você  vai controlar ambos os personagens  de forma simultânea para solucionar os puzzles durante todo o jogo. Isso torna a experiência ainda mais interessante e aprofunda na importância que cada um dos personagens tem a trama. Eles diferem entre força e personalidade, e isso pode ser notado com inúmeras interações pelo cenários e objetos.

EDIT: Eu rejoguei recentemente a versão do Xbox One, onde é possível jogar o game com os comentários do diretor. Lá, o diretor Josef Fares explica que a equipe se dedicou  a criar uma interação única para cada um dos personagens.

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Olha só o tamanho do cuidado que os desenvolvedores tiveram ao conceber Brothers.

Vale a pena salientar que o jogo não tenta amenizar o impacto de uma morte, e não tô dizendo que vai rolar morte e decapitações, mas sim que coloca as crianças lidando com a morte por mais de uma vez durante todo o jogo.

Isso me causou um impacto fudido, realmente não esperava. E se por um lado o visual do jogo tenha passado a ideia que se desenrolaria uma historia bobinha, pense duas vezes.

Um mundo de dor

O game te apresenta um mundo tão problemático quanto o nosso mundo real.

Os personagens se veem forçados a lidar com guerras, monstros e até mesmo  uma tentativa de suicídio durante sua jornada. Esse contraste de que vidas estão se perdendo enquanto você tenta salvar uma, que é importante para os personagens, nos faz refletir.

Porque o mundo real é assim, não importa o quanto você queira construir algo bom, vidas vão se perdendo indiretamente durante essa busca. E isso é aplicado de um modo que você vê os personagens amadurecendo diante de toda essa dor enfrentada por eles.

Mas não pensem que o jogo faz isso de modo forçado e raso. Tudo isso ocorre de um modo sutil e executado com uma delicadeza admirável. Coisas muitos ruins acontecem, mas outras boas podem ou não acontecer, como na vida real.

Uma das mais poderosas experiências em termos de  jogos eletrônicos

Brothers: A Tale of Two Sons é um jogo curto, dá pra finalizá-lo em algumas horas, mas que certamente vai lhe proporcionar uma experiência que vai marcá-los por décadas. Olha, eu não quis me estender mais e correr o risco de estragar a jogatina de vocês, então decidi deixar o artigo um pouco curto, igual ao jogo.

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Ah, outro ponto que acredito ser interessante para a galera que gosta de caçar conquistas, é que todas as conquistas desse jogo são super fáceis de se fazer.

A segunda vantagem é que se possuem console da nova geração peguem suas respectivas versões, nela vem um extra do jogo com comentários do diretor. Vale muito a pena pra que gosta de saber sobre os bastidores.

Se alguns de vocês já terminou o jogo e quiser compartilhar sua experiência, sintam-se a vontade.

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Trog | Quase um Bomberman pré-histórico https://www.arquivosdowoo.com.br/2013/07/08/trog-um-bomberman-dos-tempos-da-cavernas/ https://www.arquivosdowoo.com.br/2013/07/08/trog-um-bomberman-dos-tempos-da-cavernas/#respond Mon, 08 Jul 2013 11:39:00 +0000 https://www.arquivosdowoo.com.br/2013/07/08/trog-um-bomberman-dos-tempos-da-cavernas/ Olá meus caros leitores , sentiram saudades? Depois de um tempinho sem postar, retorno com uma nova dica de games e o escolhido foi o Trog, um jogo bacana do que foi lançado para os Arcades, mas ganhou sua versão NES, que é a qual eu joguei. Quase uma fusão de Pac-Man e Bomberman, o […]

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Olá meus caros leitores , sentiram saudades? Depois de um tempinho sem postar, retorno com uma nova dica de games e o escolhido foi o Trog, um jogo bacana do que foi lançado para os Arcades, mas ganhou sua versão NES, que é a qual eu joguei.

Quase uma fusão de Pac-Man e Bomberman, o que resultou em uma combinação bem interessante e divertida pra cacete.

Nossa jornada tem inicio aproximadamente 230 milhões de anos atrás, nos tempos em que os dinossauros ainda caminhavam na terra, para ser preciso esse mundo tem um nome OG.

Trog

Naqueles tempos imperava a lei da sobrevivência, era o comendo o menor, sempre! Apesar de não soar legal, é bem isso mesmo o game. Em meio a esse come-come desenfreado, precisamos salvar os ovos dos nossos protagonistas pré-históricos Bloop e Spike e tentar se manter vivos dos ataques dos Trog´s.

O objetivo do game é fugir desesperadamente dos temíveis Trog´s e coletar todos os ovos espalhados pelos labirintos. Uma missão não muito fácil já que com o passar das fases os Trogs vão se fortalecendo e mudando o padrão de ataque.

Eles ficam mais esperto com o passar das fases e aumentam o numero de Trogs na tela, dificultando cada vez mais as proteger os ovos, fora os buracos que praticamente surgem do nada e nos leva a morte.

Trog

No inicio apenas ficam zanzando e nos perseguindo, mas basta um toque para que nos devorem ainda vivos e utilizando de garfo e faca, isso mesmo que você leu, GARFO E FACA, são Trogloditas avançados e com noção de modos a mesa.

Bem, não somos tão indefesos já que há vários Power Up espalhado pelo cenário, cada um deles com trazem atributos, como velocidade, força e também temos outros que servem apenas para nos atrapalhar, reduzindo nossa velocidade.

O melhor Power Up é o abacaxi que ao ser coletado, transforma nosso meigo personagem jurássico em um T- Rex sanguinário e faminto. Assim podemos contra-atacar comendo nossos perseguidores friamente e acreditem, após um tempo jogando ( blasfemando ), isso se torna muito prazeroso.

Trog

O Formato do game lembra muito Bomberman, principalmente os Power Ups, mas ao coletar o abacaxi, logo nos vem Pac-Man. Talvez os criadores devem ter pego ideia emprestada ou copiaram descaradamente.

TROG! Tem tudo para ser um Pac-Man com gráficos melhores e ambientado na pré-historia, mas ao unir duas idéias já aproveitada consegue certa originalidade, se é que se podemos dizer isso.

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A proposta do game é divertir e consegue se sair muito bem, os controles respondem bem e não frustra tanto quanto a dificuldade que sobre rapidamente.

TROG apesar de não ser popular por essas bandas, conseguiu me divertir bastante e esse é um dos fatores que mais prezo em um game, então recomendo bro!

Espero que tenham gostado dessa rápida dica de games e até a próxima.

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