Arquivos Castlevania - Arquivos do Woo https://www.arquivosdowoo.com.br/tag/castlevania/ Um pouco de tudo na medida certa Thu, 21 Nov 2024 22:00:38 +0000 pt-BR hourly 1 https://wordpress.org/?v=6.9 https://www.arquivosdowoo.com.br/wp-content/uploads/2020/12/cropped-logo-150x150.png Arquivos Castlevania - Arquivos do Woo https://www.arquivosdowoo.com.br/tag/castlevania/ 32 32 AWAKEN – Astral Blade | Análise https://www.arquivosdowoo.com.br/2024/11/21/awaken-astral-blade-analise/ https://www.arquivosdowoo.com.br/2024/11/21/awaken-astral-blade-analise/#respond Thu, 21 Nov 2024 22:00:38 +0000 https://www.arquivosdowoo.com.br/?p=18604 A iniciativa China Hero Project, patrocinada pela Sony, busca promover desenvolvedores chineses e facilitar a chegada de seus jogos ao mercado internacional. Muitos títulos dessa parceria já ganharam destaque, como o soulslike AI Limit, o jogo de luta Hardcore Mecha e o conhecido ANNO: Mutationem. Agora, surge mais um fruto desse projeto: Awaken – Astral […]

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A iniciativa China Hero Project, patrocinada pela Sony, busca promover desenvolvedores chineses e facilitar a chegada de seus jogos ao mercado internacional. Muitos títulos dessa parceria já ganharam destaque, como o soulslike AI Limit, o jogo de luta Hardcore Mecha e o conhecido ANNO: Mutationem.

Agora, surge mais um fruto desse projeto: Awaken – Astral Blade, um metroidvania com estilo anime. Mas será que ele entrega uma experiência inovadora ou fica aquém de padrões estabelecidos por títulos como Metroid Dread e Prince of Persia: The Lost Crown? Vamos descobrir nesta análise.

Awaken - Astral Blade
Reprodução: Dark Pigeon Games

História

O jogo começa com uma animação simples, onde conhecemos Tania, uma robô estilizada que controlamos. Ela está sob as ordens do Dr. Harveus, explorando uma floresta em busca de uma cidade perdida.

Embora a narrativa seja promissora, a tradução para o português apresenta textos “duros”, resultado de uma adaptação do inglês que, por sua vez, sofreu ao ser traduzido do mandarim.

LEIAM – Shadows of the Damned: Hella Remastered | Análise

Arquivos encontrados no mapa se tornam cansativos por sua abordagem excessivamente textual, um problema visto desde clássicos como Bioshock, onde achamos diversos “arquivos” de texto durante a aventura que por não estarem inclusos intrinsicamente ao jogo, se tornam enfadonhos e, sinceramente, duvido que muita gente vai ler, ainda mais que a narrativa é bem padrão de jogos com temática similar.

 


Gameplay e Exploração

O visual do jogo mistura elementos 3D com arte 2D, trazendo um estilo que lembra Muramasa: The Demon Blade. A fluidez dos movimentos remete a engines como a UbiArt usada em Rayman Legends, com um toque de simplicidade dos jogos em Flash.

Você começa com uma espada básica, acoplada ao braço de Tania, e pode realizar combos simples no chão e no ar usando os botões quadrado e triângulo. Após algum tempo, você ganha outras duas armas, que podem ser trocadas na hora para criar combos diferentes.

O combate contra inimigos normais é bem bananada, você luta contra eles como se fosse uma máquina de cortar mortadela e raramente precisa pensar muito.
Porém, é nos chefes que a coisa muda de figura, pois o desafio aumenta consideravelmente e é necessário pensar mais nas suas estratégias.

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Além disso, é possível coletar éter, equivalente às “almas” de outros jogos, usado para desbloquear habilidades nos pontos de salvamento.

O jogo introduz o pulo duplo logo após o primeiro chefe, em menos de 20 minutos. Isso é uma decisão esquisita, já que se era pra introduzir uma mecânica importante como essa logo de início, era melhor dá-la ao jogador logo ao apertar o Start no ínicio do game.

Outro aspecto curioso são as duas mecânicas de esquiva:

  • R1, que pode ser usado como parry, desacelerando o inimigo ao acertar o tempo exato.
  • L1, com uma função similar, mas que aparenta uma diferença sutil não tão perceptível.

A exploração também tem seus altos e baixos. O jogo abusa de esconder itens atrás de paredes secretas, muitas vezes sem pistas, obrigando o jogador a tocar todas as superfícies. O mapa, por sua vez, deixa a desejar: devido ao terreno irregular, ele não oferece uma visão detalhada dos ambientes, o que dificulta a navegação em áreas já exploradas. Porém, ele ainda mostra a progressão de cada área, então isso compensa um pouco a falta de detalhamento.


Trilha Sonora e Efeitos

A trilha sonora é predominantemente ambiental, característica comum em muitos jogos chineses. Ela cumpre sua função, mas dificilmente se destaca. Os efeitos sonoros seguem a mesma linha: são competentes, mas não oferecem nada memorável.

Awaken - Astral Blade
Reprodução: Dark Pigeon Games

Veredito

Awaken – Astral Blade é um metroidvania que se esforça em sua execução, apresentando gráficos que mesclam 2D e 3D de maneira funcional. Seus controles responsivos e lutas contra chefes adicionam um nível de desafio interessante, mesmo no modo de dificuldade normal.

Embora não atinja o nível de qualidade de outros títulos do gênero, seu estilo anime e duração de 8 horas podem agradar quem busca uma nova experiência no estilo. Contudo, é importante estar ciente de que o jogo não oferece muitas novidades, focando em conceitos já estabelecidos e pouco arriscando em inovação.

Nota: 7/10

Awaken - Astral Blade
Reprodução: Dark Pigeon Games

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AWAKEN – Astral Blade está disponível para PlayStation 5, PC (Steam e Epic Games Store). Esta análise foi feita com uma cópia para PlayStation 5, cedida gentilmente pela Dark Pigeon Games.

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Lords of Exile | Ação frenética Retro-moderna https://www.arquivosdowoo.com.br/2024/02/22/lords-of-exile-acao-frenetica-retro-moderna/ https://www.arquivosdowoo.com.br/2024/02/22/lords-of-exile-acao-frenetica-retro-moderna/#comments Thu, 22 Feb 2024 21:03:43 +0000 https://www.arquivosdowoo.com.br/?p=16251 Ah, jogos inspirados por franquias retrô, um dos atrai trouxas mais lucrativos de todos os tempos. Qualquer idiota meramente competente com um computador, pode fazer um “joguinho inspirado por Mega Man” e publicar no Steam… “Por quê você não fez um clone de mega man e publicou no Steam, Sancini?”, você, voz da minha consciência […]

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Ah, jogos inspirados por franquias retrô, um dos atrai trouxas mais lucrativos de todos os tempos. Qualquer idiota meramente competente com um computador, pode fazer um “joguinho inspirado por Mega Man” e publicar no Steam… “Por quê você não fez um clone de mega man e publicou no Steam, Sancini?”, você, voz da minha consciência pergunta. QUE PARTE DE “MERAMENTE COMPETENTE” VOCÊ NÃO ENTENDEU? Eu só me enquadro na parte de idiota com um computador. Mas enfim, jogos com inspiração retrô vai atrair um público, mas é claro que pra cada Shovel Knight vai ter uns 10 Pixel Devil and the Broken Cartridge.

O que quero dizer, é que jogos retro inspirados existem aos montes, mas é necessário peneirar, quantos projetos vemos que parecem promissores, mas acabam mais broxantes que e-thot com tanta tatuagem que parece um carro de Nascar cheio de patrocínio. Geralmente, devs tem que se provar, e os que conseguem chegar lá, são celebrados por um longo tempo… Jogos como The Messenger, 20xx, Cyber Shadow, Final Vendetta, entre outros, são exemplos de jogos inspirados por ip’s antigas que conseguiram ser bem sucedidos.

Onde quero chegar com isso? Não faço a menor ideia. Mas acho que a ideia geral é que nos últimos, 3, 4 anos, muitos jogos de qualidade com inspiração retro, e muitos ainda devem estar em produção, desde jogos da produtoras indie mais famosas, a projetos fundados no Kickstarter.

Um desses projetos foi Lords of Exile, fundado em 2020 no Kickstarter, atingindo a meta de 10 mil euros em 2 dias (o jogo conseguiu quase 32 mil euros no total). Como todo projeto do Kickstarter, ele acabou não entregando na data prometida (a revisão era para março de 2021). Mas, ao contrário de muito projeto do Kickstarter, ele finalmente chegou ao mercado, na metade de fevereiro, e em mais plataformas do que originalmente prometido. Será que ele vale a pena seu dinheiro?

Reprodução: Squidbit Works, PID Games, Pixelheart

Vingança é um prato que se come frio… A não ser que você tenha um micro-ondas.

Na distante Terra oriental de Exilia, você está no papel de Gabriel, um cavaleiro amaldiçoado que servia o temível Galagar. Só que conforme Gabriel ia se fortalecendo com suas habilidades, Galagar, temendo que o mesmo se tornasse mais poderoso que ele, decidiu matar a noiva de Gabriel, o que o torna um vilão não muito inteligente.

Com o corpo inerte de sua amada, Gabriel jura vingança e parte em busca de vingança, e somente buracos bem posicionados o impediriam disso… Não pera, isso foi um spoiler do meu gameplay do jogo. Quero dizer que nada, nem ninguém o impediria de acabar com Galagar.

Indo um pouco na área de “spoilers” (que não é tão spoiler assim), a outra pessoa que deseja vingança, é uma pessoa que você não esperaria, e que é brevemente mencionada no playthrough com Gabriel, Lyria, filha de Galagar. Lyria é uma habilidosa Kunoichi, cuja mãe foi morta por Galagar.

Novamente, Galagar não é o mais inteligente dos vilões. Porque as pessoas que ele provocou com seus atos, são justamente aquelas com poder para derrotá-lo. O jogo possui pouco diálogo falado, e curiosamente a maior parte acaba se relacionando com a primeira chefe, Samantha. Porque o penúltimo chefe é irmão dela, e o próprio Galagar culpa Samantha por não ter impedido Gabriel de ter chegado até ele. Típico de megalomaníacos culparem a todos, menos a si mesmos por sua incompetência.

Reprodução: Squidbit Works, PID Games, Pixelheart

Platformer 2D de primeira… (Exceto com o teclado)

Antes de mais nada, a análise desse jogo foi feita com base na versão de PS4, mas para uma compreensão de um jogo multiplataforma, eu também testei a versão de PC utilizando o teclado (ainda mais que a página do jogo na steam recomenda que se jogue com um controle) para efeitos de comparação. Dito isso, Lords of Exile é um platformer de ação 2D a la Castlevania, Ninja Gaiden e outros jogos das antigas.

O design de fases é reminescente das inspirações, mas competente o suficiente para estar de pé nas suas próprias pernas. Graças a Deus, nada de caminhos alternativos ou “mamãe quero ser metroidvania”, apenas puro e simples design linear com execução bem feita. A pequena exceção a esse design, são algumas salas secretas que não acrescentam em nada, e possuem máquininhas de caça níquel pra ganhar power-up’s e refills de energia. Essas máquinas exigem dinheiro (que você pode coletar em caixas ou matando inimigos). Não sei motivo dessa inclusão, já que power-up’s e refils de energia podem ser coletados em caixas, matando inimigos e em lojas, com o dinheiro adquirido.

A jogabilidade é bem semelhante aos classicvanias, embora o gameplay de Gabriel esteja mais próximo ao de Zangetsu em Bloodstained: Curse of the Moon, devido ao uso de espadas. A princípio, o moveset dele é limitado, mas conforme as fases vão passando, mais novos movimentos e poderes Gabriel vai adquirindo, pulo duplo, espada fortalecida, mais capacidade pras sub armas, novos ataques. Mas não são só sub-armas que Gabriel tem. Derrotando certos sub-chefes, ele consegue invocar espíritos que podem ser utilizados tanto pra ataque, quanto pra passar de certas partes do jogo.

As batalhas contra chefes são terrivelmente simples, e constituem basicamente decorar os padrões de ataque dos mesmos e contra atacar. O único chefe realmente criativo é o Aranha, onde sempre deve estar em constante escalada em boa parte do combate. Mas dizer que os chefes são simples, não quer dizer que são fáceis, assim como as fases, você vai morrer muito até passar as fases. Ou eu sou ruim pra caralho, pode ser isso também.

Após terminar o jogo você desbloqueia a Lydia, e os modos de Boss Rush e Speedrun. Com a Lydia, ela possui basicamente quase todas as habilidades de Gabriel já desbloqueadas, e ela ataca a distância com kunais e a curta distância de maneira melee, além de poder correr, garantindo fator replay. Num joystick normal, os controles funcionam que é uma beleza, mas pra jogar no teclado é um pouquinho complicado, mesmo após um remapping.

Reprodução: Squidbit Works, PID Games, Pixelheart

Belos Gráficos, trilha foderástica

Graficamente, Lords of Exile é bastante competente. Os cenários são ricos em detalhes e efeitos, desde paralax a iluminação, chefes enormes. Os sprites possuem a pegada 8-bit com cores limitadas. As poucas cutscenes que o jogo possui lembram bastante as cutscenes de clássicos como Ninja Gaiden e Vice: Project Doom do NES.

A trilha sonora do jogo, amigo, a trilha… Eu quero casar com essa trilha. Composta por Pentadrangle (Cyber Shadow), Dominic Ninmark (Gravity Circuit) e Yuzo Koshiro (Precisa mesmo de referências pra ele?), são músicas feitas no chip do Mega Drive e excelentes composições que vão ajudar a colocar uma injeção de adrenalina na sua veia. Junto com os efeitos sonoros, você vai estar fatiando demônios enquanto headbangeia a vontade.

Reprodução: Squidbit Works, PID Games, Pixelheart

Jogue Lords of Exile

Lords of Exile é meio que uma surpresa positiva pra mim (eu não sabia da existência do jogo), mas enfim, é um excelente jogo com inspiração retrô, que tem uma dificuldade justa e gameplay preciso. Algumas partes vão te dar um trabalho, mas só analisar como sair de dificuldades, e o jogo vai se tornar mais fácil. Com dois personagens, o fator replay é imenso, além dos modos de Speedrun e Boss Rush. Eu recomendo bastante, especialmente hoje em dia, com a quantidade de jogos serviço e roguelikes com deckbuilding inundando o mercado. Ter uma boa experiência single player é mais recompensante do que seguir a tendência do mercado.

Nota final: 9,5/10

Lords of Exile está disponível para PC, Nintendo Switch, Playstation 4, Playstation 5, Xbox One e Xbox Series X|S. Esta análise foi feita com uma cópia de PS4, gentilmente cedida pela Plug-in Digital.

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Castlevania: Dawn of Sorrow | Retro Review https://www.arquivosdowoo.com.br/2023/02/22/castlevania-dawn-of-sorrow-retro-review/ https://www.arquivosdowoo.com.br/2023/02/22/castlevania-dawn-of-sorrow-retro-review/#respond Wed, 22 Feb 2023 14:56:36 +0000 https://www.arquivosdowoo.com.br/?p=13283 Há pouco tempo, falei sobre meu Castlevania favorito, o Aria of Sorrow. O que tecnicamente é uma mentira, já que esse texto é bem antigo, mas vamos fingir que é recente porque eu reaproveitei ele, um dos meus textos de meu antigo blog. Pois bem, na virada de geração do Game Boy Advance pro Nintendo […]

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Há pouco tempo, falei sobre meu Castlevania favorito, o Aria of Sorrow. O que tecnicamente é uma mentira, já que esse texto é bem antigo, mas vamos fingir que é recente porque eu reaproveitei ele, um dos meus textos de meu antigo blog. Pois bem, na virada de geração do Game Boy Advance pro Nintendo DS, houve um salto gráfico e sonoro no portátil da Nintendo, e é claro que a Konami iria fazer um Castlevania.

E claro, que seria uma continuação de meu Castlevania favorito, e como era tendência em consoles Nintendo, você simplesmente coloca o nome do jogo + console, por exemplo, Mario Kart 64, Advance Wars, Sonic Advance. E é claro que no Nintendo DS, isso também foi regra, visto jogos como Ninja Gaiden: Dragon Sword, Full metal Alchemist: Dual Sympathy, e é claro, Castlevania: Dawn of Sorrow.

Reprodução: Internet

 

Soma Cruz ainda tenta tirar uma casquinha de Mina… E o mal voltou

O enredo se passa em 2036, um ano depois de Soma ter derrotado Graham Jones e com o apoio de seus amigos derrotou a criatura caótica que ameaçava a humanidade… Apesar disso, ele descobriu que herdou os poderes de Drácula, e tem que conviver com isso. Num passeio aleatório com Mina (ao que parece, ele ainda tenta tirar uma casquinha da moça), Soma é atacado por algumas criaturas das trevas, capitaneadas pela líder de uma seita misteriosa que vem crescendo.

LEIAM  – Castlevania: Aria of Sorrow | Retro Review

E nisso ele descobre que o seu poder de Drácula não havia sumido, apenas estava adormecido enquanto não havia perigo. Celia diz que quer despertar um novo conde das trevas, eliminando Soma e fará de tudo para alcançar o seu objetivo. Nisso, Soma, Arikado, Julius e Yoko partem para o castelo para investigar. A trama não foge do básico, mas não tem as reviravoltas de Aria of Sorrow, afinal, você já sabe que J era Julius Belmont, Arikado é o Alucard e Soma Cruz era Drácula.

Reprodução: Internet

O bom e velho metroidvania, melhorado

A jogabilidade segue o mesmo ritmo de Aria of Sorrow, mas agora com a maior quantidade de botões frontais, tivemos boas adições. Para cada arma do inventário, foi adicionado um ataque especial (A) que utiliza um pouco do seu MP. Outra alteração bem vinda, foi a da alma Doppelganger que permite que você tenha dois inventários de equipamento/almas e lhe dá uma chance de criar certas estratégias (embora a minha seja surrar os inimigos gritando: MOOOORRE DIABOOO!) contra determinados tipos de oponente.

Yoko ganhou maior utilidade no jogo no modo história, já que como feiticeira, ela tem poderes mágicos, e tem a habilidade de combinar algumas armas com alma, sintetizando armas mais fortes e pode te ajudar a economizar um bocado de dinheiro em determinadas armas, a custo de uma alma que PODE ser útil. Um dos problemas aqui, é que a coleta de almas está mais difícil, às vezes dependendo de uma sorte maior do que a necessária.

LEIAM – Tales of Symphonia Remastered – modesto até demais para o jogo lendário que é

O jogo tem três possíveis finais, um bom, que não é o verdadeiro, um ruim, que desbloqueia o Julius Mode e o bom. Aliás, o Julius mode foi bastante melhorado em relação ao Aria of Sorrow e convenhamos, ele foi uma prévia de como seria o Castlevania seguinte (Portrait of Ruin), com dois personagens jogáveis e intercambiáveis.

O Julius Mode funciona como os clássicos Castlevania, ou mais ou menos como o Circle of Moon de GBA. Empunhando o Vampire Killer e fazendo o uso de sub-armas, ele oferece uma história: “E se Soma Cruz tivesse cedido aos poderes de Drácula?”. Aliás, isso dá uma sobrevida maior ao jogo.

Ah, sim, a Stylus se faz necessária em alguns momentos do jogo, como os Magic Seals (necessários para se derrotar os mestres) e em outros momentos para “derreter o gelo”, e os cinco selos vão aumentando a dificuldade gradativamente.

Post Scriptum do Sancini de 2023: Hoje em dia temos uma romhack que elimina a necessidade do uso da Stylus.

Reprodução: Internet

Anime de Castlevania, antes daquela porcaria da Netflix

Graficamente é bem bonito, com cenários mais detalhados e monstros maiores, ainda não seria o mais bonito, mas mostra competência com ótimos efeitos visuais. O jogo conta com uma arte em anime, diferente do anterior, dando um toque diferente ao jogo. E para ser honesto, a arte ficou mais agradável pra mim do que a do seu antecessor.

As músicas aproveitam o hardware do DS e provavelmente ficarão na sua cabeça por um bom tempo… E destaco aqui a música de entrada (A do Lost Village) do Julius mode, que é uma clássica já da franquia. Aliás, outro remix de um clássico é encarado em Silence Ruins, se não me engano.

As vozes em sua maioria estão melhores que em Aria of Sorrow, mas o Hikaru Midorikawa (seiyuu do Soma) colocou um tom mais velho no personagem… Bem mais velho, diria eu. Afora isso, a sonoridade de Dawn of Sorrow é excelente.

Recomendo pegar o disco com a compilação de Aria e Dawn of Sorrow e escutar.

Reprodução: Internet

Finalizando…

Finalizando, com alguns defeitos, e uma jogabilidade melhorada, Castlevania: Dawn of Sorrow é uma ótima pedida para o DS, e você irá passar um bom tempo explorando o castelo de Drácula, chutando bundas. E eu vos digo, amigos, não há nada melhor do que destruir cruz-credos em um fim de semana.

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Castlevania: Aria of Sorrow | Retro Review https://www.arquivosdowoo.com.br/2023/02/14/castlevania-aria-of-sorrow/ https://www.arquivosdowoo.com.br/2023/02/14/castlevania-aria-of-sorrow/#comments Tue, 14 Feb 2023 01:12:07 +0000 https://www.arquivosdowoo.com.br/?p=13281 Eu estava outro dia visitando meu antigo blog de games (Caramba, fazem quase 14 anos que escrevo sobre jogos, desde 2009, antes mesmo do blog, eu fazia alguns reviews) e pensei com meus botões… E se eu reaproveitasse esse conteúdo pro Arquivos do Woo? E acreditem, tem MUITA coisa que eu poderia aproveitar. Então, não […]

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Eu estava outro dia visitando meu antigo blog de games (Caramba, fazem quase 14 anos que escrevo sobre jogos, desde 2009, antes mesmo do blog, eu fazia alguns reviews) e pensei com meus botões… E se eu reaproveitasse esse conteúdo pro Arquivos do Woo? E acreditem, tem MUITA coisa que eu poderia aproveitar.

Então, não estranhem a quantidade de reviews retrô que vão aparecer aqui no site ao longo dos dias, semanas e meses seguintes, provavelmente é conteúdo reaproveitado – Diabos, eu era menos formuláico quando escrevia sobre jogos e tinha internet discada.

Pra começar, falaremos é claro do meu Castlevania favorito, Castlevania: Aria of Sorrow, do Game Boy Advance. Vamos em frente que atrás vem gente.

Aria of Sorrow
Reprodução: Internet

Intercâmbio Maldito!

O jogo se passa em 2035. A humanidade se prepara para assistir o primeiro eclipse total do novo século. Soma Cruz, um estudante de intercâmbio no Japão vai assistir o eclipse no templo Hakuba e ter a chance de colocar seu kibe para espirrar maionese na esfirra de sua amiga de infância e filha do responsável pelo templo, Mina Hakuba, então…

PERAÍ! PARE ESSE REVIEW!

Vamos lá, Soma Cruz é um estudante de intercâmbio. Provavelmente da Europa ou da América, e Mina é claramente japonesa. Lembrete que ele é estudante de Intercâmbio, ou seja, vem de fora do país (A história se passa no Japão) e isso daria um nó na cabeça de qualquer um ao pensar no assunto. Mas, como nem a wiki de Castlevania solucionou esta dúvida, vamos continuar…

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Enfim, os dois percebem que a escada tá mais grande que o usual e os dois surgem… No Castelo de Drácula. Lá, são atacados pelos cruz-credos habituais da série e salvos por um estranho chamado Genya Arikado (que, SPOILERS é a identidade ‘secreta’ de Alucard SPOILERS) e lá, Soma descobre que tem a habilidade de roubar as almas dos monstros derrotados. Arikado aconselha Soma a procurar a câmara do mestre para descobrir a verdade e encontrar um caminho para fora do castelo.

Aria of Sorrorw
Reprodução: Internet

Tipo o Symphony of the Night, mas melhorado

O jogo segue a fórmula do aclamado Symphony of Night, com exploração não linear. Você dispõe a princípio de pouco equipamento e quase nenhuma habilidade, mas conforme avança, novos equipamentos são conseguidos. O jogo introduziu o sistema de almas, no qual, dependendo da sorte, se você derrotar um monstro, absorverá a alma dele lhe conferindo certas habilidades.

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Almas essas que são essenciais para se fazer o bom final. A jogabilidade funciona muito bem, servindo ao seu propósito, chegando a passar uma sensação de evolução, tanto que um dos mestres passa a ser um mero inimigo mais pra frente no jogo (trope clássica de Beat’em up).

O Castelo de Drácula é imenso, e contém muitos segredos e enganos, não por acaso você vai se perguntar: “PRA ONDE DIABOS EU VOU AGORA?” Acredite, eu fiz MUITO isso. Já a dificuldade do jogo não é grandes coisas, alguns inimigos podem dar trabalho, e outros chefes podem fazer você ter leves evacuações anais, mas nada que lembre os jogos do NES.

Reprodução: Internet

Maravilhoso!

Graficamente é estupendo. Os monstros são diferentes e mesmo com a tela diminuta do GBA, tem detalhes e os cenários são bem conectados e bem feitos. Alguns cenários particularmente são pinturas. Só a Dimensão aonde você enfrenta Chaos que não ficou muito legal porque é basicamente uma versão re-colorida do castelo. As artes do jogo foram feitas pela Ayame Kojima, então depende mais do seu gosto por desenhos. Mas admito que gostei mais da arte “Genérica-Anime” de Dawn of Sorrow.

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Michiru Yamane estava nas Pick-Up’s, o que garante uma sonzeira de alta qualidade. Mesmo com a qualidade sonora do GBA não sendo grandes coisas (Guilty Gear X Advance, estou olhando para você), as músicas de Aria of Sorrow provam que um bom compositor faz milagres até mesmo com hardwares ruins. As vozes ali contidas ficaram boa, e saúdo a Konami por não ter chamado dubladores americanos para refazerem meia dúzia de falas, afinal, se isso acontecesse, perderíamos o modo fofo que a Mina fala quando o Soma vai falar com ela na entrada do castelo.

Reprodução: Internet

Vem na minha conclusão

Eu teria muito mais pra falar de Castlevania: Aria of Sorrow, mas eu só faria você perder tempo. De qualquer jeito, recomendo, com uma jogabilidade bem feita, uma dificuldade honesta (que te desafia, não te desanimando) e gráficos bons, além de uma trilha soberba, o jogo é uma ótima pedida, ainda mais agora que ele foi relançado nas plataformas modernas na coletânia com os jogos do GBA.

Castlevania: Aria of Sorrow está disponível para Game Boy Advance, PC, PlayStation 4, Xbox One e Nintendo Switch.

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O que joguei em 2020 | Tony Horo https://www.arquivosdowoo.com.br/2021/01/09/o-que-joguei-em-2020-jogo-tony-horo/ https://www.arquivosdowoo.com.br/2021/01/09/o-que-joguei-em-2020-jogo-tony-horo/#comments Sat, 09 Jan 2021 11:46:19 +0000 https://www.arquivosdowoo.com.br/?p=6476 Um 2020 bem carregado O ano passado foi complicado, blábláblá, todo mundo já sabe. Por sorte minha, a empresa que trabalho me mandou ficar de home office ainda em março, sendo que até hoje estou trabalhando no meu PC de casa, graças a deus. Com isso, consegui tirar o atraso de anos que não conseguia […]

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Um 2020 bem carregado

O ano passado foi complicado, blábláblá, todo mundo já sabe.

Por sorte minha, a empresa que trabalho me mandou ficar de home office ainda em março, sendo que até hoje estou trabalhando no meu PC de casa, graças a deus.

Com isso, consegui tirar o atraso de anos que não conseguia zerar absolutamente nada que não fossem jogos de pouco empenho necessário, como diversos Dragon Ball e outros games estilo arcade.

Sendo assim, 2020 foi o ano que mais zerei jogos na vida inteira, com incríveis 59 games no total (!!).

Então, preparem-se, porque o post vai ser longo:

1) Dragon Quest XI: Echoes of an Elusive Age (Platina)

Tecnicamente eu fiz 99% desse jogo em 2019, mas como o final só foi atingido no comecinho de janeiro, eu tive que colocá-lo em 2020.

Foi meu segundo game da série, curiosamente depois do primeiro, cujo review você encontra aqui.

É simplesmente o melhor exemplo de JRPG padrão para consoles atuais. O jogo é lindo, as batalhas são bem feitas e tudo é bem otimizado para o jogador não se perder, mesmo que fique uns dias sem jogar.

Eu mesmo fiquei uns 3 meses sem tocar nele e consegui voltar de onde parei sem problemas.

Já adquiri a versão S e em breve pretendo zerar novamente.

2) Teenage Mutant Ninja Turtles: Turtles in Time Re-Shelled

Um remake feito pela Ubisoft de um jogo originalmente produzido pela Konami e bizarro porque em momento algum a empresa original é citada nos créditos.

Além disso, o jogo não se encontra mais em loja online alguma, então tive que apelar pela pirataria no meu PS3.

Não é um dos melhores games do gênero de briga de rua, mas certamente foi divertido o suficiente para eu zerar sozinho num fim de semana mais chato.

Recomendo pela curiosidade, mas se der muito trabalho pra jogar, só veja no YouTube.

3) The Legend of Zelda: Majora’s Mask

Um clássico do Nintendo 64 que pude jogar ano passado, pois consegui comprar o cartucho original e o console, pra jogar numa TV pequena de 14 polegadas.

A experiência foi bem divertida, principalmente porque eu nunca havia jogado o segundo jogo do N64, apenas o Ocarina, e pude notar o quão diferente ele é do primeiro.

Infelizmente eu não tive paciência nem tempo pra me dedicar a ir descobrindo cada coisinha espalhada nos três dias de jogo, por isso apelei para guias pra zerar mais rápido. Isso certamente tirou um pouco a graça do jogo, mas eu pude me divertir do mesmo jeito que eu fazia quando não sabia inglês e seguia detonados de revistas.

Foi uma experiência legal mas um pouco maçante pelos motivos supracitados, então acho que nunca vou realmente voltar a jogá-lo.

4) Metagal (Platina)

Um joguinho indie que se inspira bastante em Mega Man, até copiando os controles. Confesso que foi uma escolha feita porque a platina era fácil, tanto que zerei três versões diferentes dele (hehe).

Não é muito bom e vale só se você não tiver nada mesmo pra jogar no seu Vita que lembra Mega Man.

5) Star Fox 64 3D

Esse é um dos games que eu zero praticamente todo ano.

A versão de 3DS melhorou tudo em relação ao original de Nintendo 64. Gráficos, áudio e jogabilidade foram melhorados, mas nada disso faz a versão original ser esquecida.

É um ótimo port e recomendo que todos que tenham como jogar no 3DS, façam isso urgentemente.

6) Donkey Kong Country: Tropical Freeze (100%)

Esse game pode ser considerado o quinto game da série Country, sendo o segundo feito pela Retro Studios, responsável também pela série Metroid Prime.

Aqui foi melhorado praticamente tudo em relação ao jogo anterior (Wii/3DS). Controlar os kongs ficou mais gostoso e agora temos até fases aquáticas, que ficaram de fora da versão anterior.

Eu joguei a versão de Switch, que muda muito pouco em relação ao original de Wii U. O desafio é gigantesco mas vale muito a pena correr atrás dos 100%, porque é daquele tipo de jogos que te diverte mesmo após morrer trocentas vezes.

Infelizmente eu tenho minhas ressalvas, pois apesar de bom, continua não pegando o espírito de design de fases que fizeram os games de SNES tão bons. Aqui temos praticamente um Super Mario mas com macacos, ao invés da jogabilidade rápida e baseada em física dos jogos originais.

Mas tudo bem, ainda é muito bom.

7) Persona 4 Golden

Minha terceira tentativa de zerar Persona 4 finalmente teve sucesso! E dessa vez consegui jogar a versão melhorada dele no meu querido PS Vita.

O game melhora tudo em relação ao original. Com novos personagens, cenários, jogabilidade e músicas. É realmente um clássico e um dos motivos pra muita gente ter comprado o console pra começo de conversa.

Lá pro final eu estava realmente cansado das conversas e já estava pulando muita coisa pra não dropar o jogo, mas isso é culpa minha por tentar zerar o mais rápido possível. Não façam isso, lol.

É um dos melhores games de JRPG de todos os tempos, mesmo que algumas pessoas prefiram o Persona 3.

Sua atmosfera em cidade do interior e roteiro de mistério policial tornam P4 uma experiência intrigante e aconchegante ao mesmo tempo, por isso que eu o amo tanto.

8) Back in 1995 (Platina)

Outro indiezinho que zerei exclusivamente pra pegar troféu.

É uma tentativa de criar um jogo com estética dos games de terror do PS1, usando Silent Hill como sua principal referência.

Seus controles parecem propositalmente ruins e bizarramente, usar um filtro de TV na versão de Vita faz o game ficar mais lento (?!).

Recomendo jogar pelo menos uma vez porque ele tem uma atmosfera legalzinha e é bem curto. Se você está carente de historinhas um pouco tensas mas que sejam rápidas, tente esse, mas você pode se arrepender.

9) Castlevania: Aria of Sorrow

Zerei esse pois peguei um cartucho repro no Ali Express e precisava testá-lo exaustivamente no meu GBA SP. Foi uma experiência maravilhosa!

Já havia fechado esse há muitos anos no emulador, e foi bom voltar a jogá-lo. Lembro que finalizei o mapa em 100% dentro de uma ida de ônibus pra casa da namorada num sábado chuvoso… sabe, essas lembranças aleatórias que criam verdadeiras memórias sobre alguns games.

10) Bioshock

Nunca tive muito interesse em FPS, principalmente durante a geração PS3/Xbox 360. Pra mim todos os jogos dessa época eram muito cinzas e não me atraíam nem um pouco.

Mas os tempos mudaram e eu abri minha mente, então resolvi dar uma chance a série Bioshock, até porque deram de graça na PlayStation Plus.

Foi um jogo bem divertido, principalmente porque me desafiei a terminá-lo sem sacrificar as Little Sisters, o que deixou tudo mais difícil, principalmente na hora de matar os Big Daddies.

Com isso, consegui ver o final verdadeiro de primeira. Um dia eu volto pra jogar o segundo game e o Infinite, que dizem ser muito bom também.

11) Shadow of the Colossus Remake

Ainda que tenha jogado esse a exaustão no PS2, eu não lembrava como era o final. Por isso, resolvi jogar a versão refeita do zero para o PS4.

A experiência continua maravilhosa, só que com gráficos mega bonitos, o que combina bastante com os inimigos gigantescos que você enfrenta.

O mais legal de SotC é zerar sem olhar guias, pra tentar descobrir como matar todos os chefes.

Alguns são bem difíceis e confesso que tive que olhar na internet depois de passar meia hora apanhando, mas os outros são bem de boa e vale a pena o desafio de tentar zerar numa sentada só (o que eu não fiz).

12) Death Stranding

A empreitada maluca do Kojima pós-Konami foi uma viagem muito louca, cujo review você pode ler aqui.

Por isso não vou me estender além de dizer: o cara é muito maluco! A jogabilidade é divertida mas eu não curti passar o jogo todo passando nervoso pra atravessar certas partes. Ainda assim, valeu cada minuto, mas nunca mais vou jogar.

13) Control

A nova empreitada da Remedy. Agora eles tentaram um game ao estilo metroidvania, só que totalmente em 3D.

Ou seja: o jogo todo se passar num prédio cheio de salas malucas e caminhos difíceis de chegar porque o mapa não ajuda.

A história é muito divertida e gira em torno de uma organização tipo FBI que administra os efeitos sobrenaturais em segredo.

A jogabilidade é muito boa e compensa os bugs visuais da versão de PS4. É bem legal mesmo, recomendo.

14, 15, 16 e 17) Mega Man 3, 4, 5 e 6

Resolvi pegar a coletânea Mega Man Legacy Collection de PS4 e destrinchar os games da série que eu nunca havia terminado, principalmente os de NES.

Foram games super difíceis e eu apelei MUITO pra save state, confesso. Porém somente no terceiro game, já que daí pra frente é tudo muito fácil.

Aliás, como curiosidade: minha ordem de Mega Man clássicos favoritos são: 2, 4, 5, 1, 6, 7, 8 e 3.

18) Sonic Forces

Essa coisa horrorosa foi algo que me arrependo amargamente de ter gastado dinheiro. E pensar que a Sega deu dinheiro pro Sonic Team fazer isso ao mesmo tempo que o Sonic Mania foi produzido com troco do pão no ocidente, sendo claramente um game bem melhor.

Fique longe dessa aberração. Quer jogar Sonic 3D? Vai pro Adventure 1, Heroes, Colors ou Generations. O resto não presta e esse é o pior de todos.

19) Super Bomberman R

Finalmente a Konami resolveu botar a franquia Bomberman pra frente, pois desde que comprou a Konami, nada além de pachinko e um arcade com Bombergirls gostosas havia sido lançado.

O game é bem mediano e a perspectiva 3D meio que faz um desserviço ao jogo.

Existem personagens como Snake (com a voz de David Hayter!), Alucard e outros personagens da Konami, caso você se interesse nessas coisas.

O desafio é tão assombroso e roubado que nas últimas fases eu botei no easy só pra terminar em paz e largar de vez.

21) Initial D: Koudou Saisoku Densetsu

Apesar disso, um gênio conseguiu mudar a trilha sonora e fazer uma ISO modificada com as músicas do anime, o que deixou o jogo muito mais prazeroso. Ele ainda é bem difícil mas zerável com um pouco de dedicação.

Destaque pro chefe que é o pai do Takumi Fujiwara (protagonista), o cara é um MONSTRO!

Caso tenha interesse, procure a ISO no site CD ROMANCE. Eu mesmo upei lá!

22 e 23) Final Fantasy VII Remake (Platina)

Calma, calma. Existe uma razão pro game aparecer duas vezes.

Veja bem: FF7R é o JOGO DO ANO DE 2020. Não importa o que a mídia tente te vender, esse é o jogo perfeito da geração.

Tudo é muito redondinho, desde a jogabilidade, trilha sonora até a emoção da história, que ainda não foi contada por completo e deixa um cliffhanger fodido no final, fazendo o jogador não saber se os próximos games serão iguais ao original ou não.

O motivo de eu ter zerado duas vezes foi a platina, já que é necessário rejogar o jogo no modo Hard e aí que ele realmente brilha.

A impressão que dá é que FF7R foi feito pra ser jogado na dificuldade mais difícil, porém depois foi sendo facilitado pro jogador comum.

Isso fica claro quando você vê que as habilidades especiais saem muito mais durante as lutas no hard, pois no normal elas mal têm tempo pra carregar, pois é só apertar o botão de ataque ad infinitum e ir se curando.

Já no hard não tem essa moleza: não existe como se curar com itens, restando ao jogador dar seu melhor com suas materiais, equipando de maneira certa pra se curar e travar os inimigos da melhor maneira possível.

É sem dúvida o melhor jogo que joguei em 2020.

23) Strikers: 1945

Um shooter clássico que joguei no Sega Saturn no dia da minha apresentação de TCC, afim de tentar relaxar.

O que eu não sabia é que eu estava tão nervoso que simplesmente zerei pra tentar esquecer dos problemas!

Não tem nada a se falar sobre esse joguinho de navinha, além de que ele e sua continuação são muito divertidos e bonitos. Recomendo jogar com algum amigo!

24) Ultra Street Fighter II

Eu não costumo contar jogos de luta por serem muito rápidos, porém eu zerei esse remake de SF2 para Switch sem perder rounds, enfrentando o Akuma no final. Como foi um feito inédito pra mim — que sou um cocô em jogos de luta — resolvi colocar aqui.

Os gráficos foram feitos pelo artista Udon, que na verdade são da versão de PS3/360, mas foram reaproveitados aqui de maneira melhor. É a versão definitivamente do game.

25) Need for Speed Heat

Foi o game do EA Pass que escolhi pra testar o serviço por um mês.

Só serviu pra ver como a série morreu realmente. Não recomendo pois não tem nada de novo pra se ver aqui.

Rejogue os games de PS2 até enjoar, pois valem mais a pena. Fiz um texto sobre ele aqui, caso queira sofrer mais.

26) Super Mario Land

A primeira aventura portátil do Mario foi logo no lançamento do Game Boy, por isso temos um joguinho bastante simples, curto e divertido.

Existe um patch pra deixá-lo colorido, e foi essa versão que joguei no meu Game Boy Advance.

Não há save, pois existem somente 4 mundos com 3 fases cada. Todos deveriam jogar esse game pelo menos uma vez na vida.

27) Teenage Mutant Ninja Turtles: The Hyperstone Heist

A Konami não conseguiu (ou nem tentou) portar o Turtles in Time do SNES para o Meguinha, então criaram uma aventura diferente usando os mesmos assets.

Apesar disso, o game diverte por si só e é um dos melhores games do console.

Zerei sozinho, mas jogue com um amigo pra ter diversão fatal por várias horas.

28) Mega Man X5

Havia essa pendência no Collection da série X no meu PS4, e ainda que eu já tenha zerado o jogo à exaustão no PS1, essa foi a oportunidade de pegar uns trofeuzinhos dele no PS4.

É bem divertido e talvez o momento onde a série deveria ter acabado, pois a história é toda projetada para um fechamento, mas infelizmente o Kenji Inafune não deixou.

É uma carta de amor a toda série, com músicas e referências visuais aos games antigos da série. Se tiver que escolher um game da série X do PS1 pra jogar, vá nesse sem medo.

29) Super Mario Land 2

A sequência do primeiro Mario Land também foi no Game Boy, mas dessa vez usando gráficos maiores e se assemelhando mais aos games mais modernos da série, como Super Mario World.

A física do game ainda é estranha, mas ele tem uma personalidade e estilo bem característicos. As fases são mais curtas e menos lineares, com portas e caminhos diferentes, ao invés de seguir sempre da esquerda pra direita como de costume.

Existe também uma versão colorida dele, é só procurar por aí. Vale muito à pena.

30) Paper Mario: The Origami King (100%)

O mais novo game da série Paper Mario tenta voltar um pouco às origens, com mais traços de RPG que os últimos games. Porém, o Miyamoto impede que o game tenha personagens originais, limitando os produtores a trabalharem quase que exclusivamente com Toads.

É um pouco triste que a série tenha chegado a esse ponto, mas não nego que me diverti muito mais nesse do que nos anteriores. Talvez esse aqui só perca para o de GameCube e do N64.

Não é perfeito mas faz muito bem seu papel.

Fiz um review em vídeo dele que você pode ver aqui.

31) Captain Tsubasa: Rise of the New Champions

Algum joguinho de Super Campeões finalmente saiu no ocidente em português!

Assim, tivemos um game que lembra bastante um jogo de futebol comum, usando até mesmo os comandos de um PES/FIFA da vida, mas com a velocidade de um anime.

Apesar de bem divertido, o game é curto e sinceramente eu prefiro o game da série para PS2, chamado apenas de Captain Tsubasa. Esse está todo em japonês mas é fácil se virar nele.

32) Mega Man X

Um clássico do SNES que zero todo ano sem falta. Inclusive em 2021 já zerei de novo!

É talvez o melhor jogo de Super Nintendo, mas eu sou muito suspeito pra falar.

Caso jogue, tente pegar o hadouken no fim!

33) Super Mario 64

Um clássico do 64 que dispensa palavras. Aqui, eu joguei o port feito com o código-fonte, só que no Switch, cujo review você pode ler aqui.

Não peguei todas as estrelas, mas cara, foi divertido demais.

34) Grandia II

Um grande e perfeito JRPG que infelizmente foi o único game que consegui jogar no meu Dreamcast antes dele morrer.

Com uma história divertida e sistema de batalha ágil e divertido, Grandia II é um game que merece ser jogado por todos, até por quem não ama o gênero.

Sério, esse texto está curto porque minhas mãos estão doendo de tanto escrever, mas dê uma chance à ele!

Está disponível em tudo que é plataforma hoje em dia, até PC.

35) Super Mario 64 (de novo!)

Zerei novamente o jogo 3D do bigodudo, dessa vez na caríssima coleção de Nintendo Switch.

Incrível como o port feito por fãs conseguiu ser 100% melhor que isso aqui, que é só uma emulação básica do original. Se puder escolher, obviamente jogue o port de fãs que roda à 60 FPS e em 16:9.

36) Valis: The Fantasm Soldier

Um joguinho de plataforma de Mega Drive bastante popular entre quem gosta de jogos obscuros (meio irônico né). Jogue com uma menininha escolar que vai pra um mundo louco de demônios e tem que matá-los com sua espada gigante.

Não é muito difícil e vale a experiência.

37) Dragon Ball Z: Kakarot (Platina)

O game de Dragon Ball que prometeu demais, mas que mesmo sendo muito bonito e cumprir a tarefa de representar bem as sagas de DBZ, não é tão perfeito assim.

O combate é raso demais e mesmo que tenha aspectos de RPG, ele não chega a ter a profundidade de um.

Lá pro fim do game, o jogador meio que luta já no automático, esquivando e enchendo o ki pra soltar especiais.

Caso queira um game ótimo de Dragon Ball Z, jogue o Sparking! NEO / Budokai Tenkaichi 2, no PS2.

38) Super Mario Sunshine

A verdadeira sequência de Super Mario 64, Sunshine tem uma estética toda voltada pra praia e férias, então todas as fases são bem parecidas, ainda que muito criativas.

A jogabilidade não é tão polida como os outros games da série, deixando a gente bem irritado ao tentar fazer certas coisas no mapa.

Às vezes, o jogador fica tentando por horas escalar um local só pra cair e refazer tudo de novo. É bem chato mas com o tempo dá pra se adaptar a ruindade dele.

Ainda assim é divertido e vale a pena jogar uma vez, mas tem que estar MUITO disposto a isso. Também foi um game que zerei na coletânea superfaturada de Switch.

39) What the Golf

Um indie bizarro que de primeira parece ser só um joguinho de minigolfe, mas que se mostra algo bem maior e engraçado.

Por isso, não vou falar muito, apenas dê seu jeito de jogá-lo. É também um dos melhores jogos de 2020, e eu falo SÉRIO!

40) Crash Bandicoot 4

jogo

A grande expectativa pra fãs da série, após a maravilhosa trilogia de remakes, não ficou tão boa assim.

O game se foca demais em quebração de caixas e muito pouco em plataformas realmente. Além disso, muito do conteúdo do game é trancado por tarefas quase impossíveis que irritam mais do que divertem, e eu falo isso como uma pessoa que platinou os três jogos da trilogia que foram relançados no PS4.

41) Grand Theft Auto V (GTA 5)

jogo

Apesar de ter sido lançado em 2013, foi só agora no PS4 que pude zerá-lo.
O game é uma obra prima dos games de tiro e é realmente muito divertido.

Diferente da maioria das pessoas, eu não perdi muito tempo perambulando em vão na cidade, indo direto pras missões pra realmente aproveitar a história, que é bem legal e mais bem escrita que em jogos anteriores.

42) Castlevania: Rondo of Blood

jogojogo

Clássico do PC Engine que só foi lançado no ocidente nessa duologia para PS4, junto com Symphony of the Night.

O game tem uma jogabilidade bem clássica, com pulos que não podem ter a trajetória alterada, exigindo precisão e paciência do jogador.

Existe a personagem Maria que facilita tudo, permitindo dar até dois pulos. Caso seja um jogador de primeira viagem, recomendo abrir essa personagem e jogar com ela até o fim, e depois ir tentando passar com o Richter.

43) Castlevania: Symphony of the Night (Platina)

jogo

Na real essa platina foi feita em conjunto com o jogo anterior, já que é um troféu pra coletânea toda.

Como já havia zerado o game e completado o mapa com 203% anos atrás, faltava apenas zerar com o Richter. Apesar de parecer uma tarefa bem difícil (e é!), seguindo um speedrun no YouTube de um cara que fez esse percurso em incríveis 8 minutos (!!), eu consegui terminar na melhor rota possível em menos de 2 horas, mesmo morrendo muito.

É maravilhoso e divertido, tanto com o Alucard quanto com o caçador de vampiros, então jogue da melhor maneira possível esse clássico do PS1.

44) The Order: 1886 (Platina)

jogo

Um dos primeiros games do PS4, The Order tentava contar uma história steampunk de maçons fodões que servem de soldados que combatem lobisomens numa Londres alternativa do século 19.

Parece louco e é mesmo! Infelizmente o jogo te trava demais, não deixando o jogador correr no mapa a menos que esteja em combate, o que deixa tudo muito travado.

A perspectiva de tela sempre está com faixas pretas, como se fosse um filme. Isso foi feito para que o desempenho do jogo não caísse, pois ele é bem pesado pro console. Valeu a pena zerar, principalmente porque foi um dos meus primeiros games no PS4.

Ah! Eu já havia zerado, mas faltavam alguns coletáveis, o que fez com que essa platina tenha demorado incríveis TRÊS ANOS para que eu pegasse.

45) Just a Phrase by Powgi (Platina)

jogo

Um joguinho bem porcaria de platina fácil que eu joguei no Vita numa tarde chata de domingo. Eu nem vou perder tempo falando disso porque dá vergonha.

46) Macbat 64

jogo

Uma pequena homenagem aos jogos de Nintendo 64, mas que dessa vez está na Steam e no Switch.

Tem um texto dele aqui, recomendo bastante por ser curtinho e legal!

47) Yakuza 0

jogo

Talvez o melhor game da série Yakuza, “0” se passa em 1989, sendo extremamente divertido e com uma história super emocionante que mexe com o coração de todo mundo que joga.

Sua jogabilidade de beat’em’up misturada com minigames e sidequests segue a fórmula de todo o resto da série, mas aqui ela está especialmente bem feita e interessante.

48 e 49) Ratchet & Clank (Platina)

jogo

Assim como FF7R, tive que zerar R&C duas vezes para platinar.

É um game incrível de PS2, com mapas enormes e personagens carismáticos. O remake de PS4 também é sensacional, mas não elimina a necessidade e qualidade de jogar o original.

Recomendo para fãs de plataforma 3D, pois é um dos melhores de todos os tempos.

50) Astro’s Playroom (Platina)

jogo

O quinquagésimo game de 2020 foi especial pois foi minha primeira platina no PlayStation 5.

Já escrevi um texto sobre ele aqui, falando de todas as suas homenagens a história do console da Sony. O game é gratuito, então caso já tenha o console, jogue pois não é só uma demo!

51) Yakuza Kiwami 2

jogo

O remake de Yakuza 2 se passa 17 anos depois do Zero. Como já havia jogado anteriormente o Kiwami 1, pulei direto pra esse.

Isso foi bom, pois ele foi o segundo game feito na Dragon Engine, deixando os cenários mais bonitos e todo o jogo mais moderno de modo geral, sem aquela cara de jogo de PS3 rodando a 60 FPS de seus antecessores.

A história não é tão marcante como no 0, mas é bem legal e finalmente vemos o Kiryu pegando alguém. Uma policial gata, diga-se de passagem.

52) Is it Wrong to Try to Shoot’em Up Girls in a Dungeon?

jogo

Esse game com nome bizarro é baseado em um anime, e só joguei porque estava de graça na PSN, lol.

É bem curtinho e divertido, você atira como se fosse uma navinha, mas controla dois personagens andando numa dungeon para acertar inimigos.

Parece joguinho de celular, mas satisfaz pela jogabilidade e gráficos retrô.

53) Yakuza 3

jogo

Curiosamente foi o primeiro game da série que joguei na vida, mas por ser o PIOR da série, eu larguei sumariamente no PS3.

Agora, zerei ele no PS4, com tradução moderna e sem tanto conteúdo cortado. Ainda assim a história é chata e me fez odiar crianças de orfanato mais do que quando passava Chiquititas.

54) Yakuza 4

jogo

A sequência do game anterior melhora muito, trazendo 4 protagonistas e uma história mais divertida do que cuidar de crianças numa praia.

Cada personagem tem jogabilidade diferenciada e trocar entre eles depois de alguns capítulos impede que o game fique enjoativo, principalmente pra quem jogou 3 jogos da série quase que em sequência. Um dos melhores da série Yakuza.

55) Mega Man X (de novo!)

jogo

Como já zerei ele antes no ano, não vou falar de novo. Só sei que eu amo muito Mega Man X!

57 e 58) Super Mario World (SNES e GBA)

jogo

É outro game que zero com frequência, por isso fiz duas vezes em duas versões diferentes. Um dia jogo de novo pra fazer todas as saídas, mas por hora me contento em zerar com 13 fases mesmo.

59) Dirt 5 (Platina)

jogo

Pra terminar o ano, peguei um joguinho de corrida pra relaxar, só não saia que iria fazer absolutamente TUDO nele.

O game diverte bastante, principalmente porque é gostoso controlar os carros, sendo bem arcade, apesar de visualmente ele parecer um simulador.

O game lembra muito clássicos como Sega Rally de arcade e Saturn, por isso acho que muita gente que lê o blog vai gostar.

Tem texto dele aqui.

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UFA! Assim, fechei a lista de tudo que joguei em 2020.
Eu sei que o ano foi difícil e assim espero que em 2021 eu e todos nós possamos viver mais e talvez jogar só o suficiente pra se divertir, e não por não ter o que fazer por não sair de casa.

Que o ano que começou seja muito feliz e cheio de games pra todos! Até!

Leia mais:
O que joguei em 2021

O que joguei em 2022

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Jogos de Game Boy que vocês precisam Jogar https://www.arquivosdowoo.com.br/2019/11/06/jogos-de-game-boy-que-voces-precisa/ https://www.arquivosdowoo.com.br/2019/11/06/jogos-de-game-boy-que-voces-precisa/#respond Wed, 06 Nov 2019 20:29:00 +0000 https://www.arquivosdowoo.com.br/2019/11/06/jogos-de-game-boy-que-voces-precisa/ Por Dane F. Santos Tudo começou com um anúncio de jornal. Era um belo dia e eu era “piquitita” quando resolvi comprar o já antigo Game Boy Color. A verdade é que sou uma fã confessa de jogos da Nintendo e quando vi a oportunidade agarrei na mesma hora. Com essa compra eu ganhei um […]

O post Jogos de Game Boy que vocês precisam Jogar apareceu primeiro em Arquivos do Woo.

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Por Dane F. Santos

Tudo começou com um anúncio de jornal. Era um belo dia e eu era “piquitita” quando resolvi comprar o já antigo Game Boy Color. A verdade é que sou uma fã confessa de jogos da Nintendo e quando vi a oportunidade agarrei na mesma hora. Com essa compra eu ganhei um Mario, mas não me lembro muito dele embora tenha me rendido horas de diversão.

Não me lembro nem se cheguei a zerar, mas era bem bacaninha. Depois de um tempo consegui colocar minhas mãos em alguns cartuchos de pokemon. (Yellow e Silver).

LEIAM – Os meus Pecados Gamísticos Edição: RPG

Não tinha nada mais divertido pra mim de ter a impressão de que eu estava viajando enquanto capturava Pokémons e ia mais fundo no enredo. Nunca fui muito fã do anime, mas os jogos são muito perfeitinhos em vários sentidos. Acredito que o grande sucesso de pokemon tem como base sua imersão.

Pokemon é um marco e todo mundo sabe a razão de gostar e não gostar. Não parando no Pokemon acabei mais tarde jogando outros jogos de Game Boy e Game Boy Advance. Vou citar alguns jogos que marcaram minha vida nesses pequenos consoles (Não vou colocar pokemon na lista, pois seria muito óbvio).

Vamos lá

Game Boy Color

Esse jogo tem uma semelhança interessante com Pokemon, e embora não possamos dizer que é uma cópia fiel tem muitos dos elementos que nos acostumamos por lá. (O modo de batalha é a maior das semelhanças). O ponto alto dele não é o enredo. Claro que a história é legal e interessante, mas em alguns pontos o jogo se torna repetitivo. O meu interesse nesse aqui são os monstros.

Em pokemon eles são criaturinhas fofas ou legais. Já em Dragon Warrior Monster eles são simplesmente monstros.

Como assim monstros?

Eu explico: Sabe o tão popular unicórnio? O dragão comum e o dragão dos céus (Aquele que todo mundo conhece nem que seja do Dragon Ball). Então, esses monstros são alguns dos que você pode ter após “misturá-los”.

Quando se mistura dois monstros você ganha um ovo desses dois e cuida desse novo amigo. A questão é que aqui é muito diversificado. Em pokemon você não teria grandes variações. Já em Dragon Warrior Monster você quase nunca sabe o que esperar. O ponto negativo é perder os monstros que você tinha antes, então essa mistura deve ser feita com cuidado. Alguns monstros podem nascer super fracos ou super fortes dependendo da linhagem.

Outra coisa a se mencionar aqui são as magias: Cada monstro tem cerca de quatro magias típicas dele e a medida que a linhagem se estende os descendentes herdam os poderes dos pais, avós, etc.

Os monstros são divididos em nove categorias, essas divisões são chamadas de “famílias”. As minhas preferidas são as bestas (um simbolo de uma patinha), os dragões e os demônios (representados por um ícone de um tridente).

Game Boy Advance


Esse com certeza não é nada desconhecido, mas se você nunca deu uma chance ao The Legend of Zelda: The Minish Cap a hora é essa!

Pra mim ele só fica atrás do clássico The Legend of Zelda: Ocarina of a Time.

O ponto alto desse jogo é a jogabilidade. Boa jogabilidade, gráficos bonitos e enredo envolvente com certeza são uma marca registrada dessa série. O que difere cada jogo é a temática.

Aqui temos o Vaati como vilão, um aprendiz de mago que deseja poder e aquelas coisas que todo vilão deseja , Vaati usa um gorro semelhante ao de Link, mas aqui ele tem poderes mágicos que obviamente ele usa para o mal. O gorro do Link também não é o mesmo gorro verde de sempre, ele é outro mago que aconselha Link e no geral faz o papel que a fada do Ocarina of a Time fazia.

Aqui Link é uma simples criança que deve reforjar uma espada com a ajuda dos elementos para ter o poder de salvar a princesa Zelda que foi petrificada por Vaati. Cada elemento vai te render horas de jogo, stress, xingamentos e felicidade e os mini games pelo caminho vão te distrair bastante, incluindo a possibilidade de completar uma coleção de figurinhas que abrange todos os personagens que aparecem nesse game.

O interessante é que Link pode(e deve) diminuir de tamanho várias vezes usando o poder de Elzo (O gorro).

Sempre esqueço de mencionar, mas a tradução da Rom de Zelda Minish Cap pode ser facilmente encontrada na internet.

Game Boy Advance

Mega Man Zero é um dos melhores jogos que já joguei. O mais incrível é não usar o Mega Man. O Zero já brilhava desde o Super Nintendo e era meu personagem preferido.

Aqui ele é encontrado anos depois por uma cientista humana chamada Ciel. E pasmem: O Mega Man aqui é o vilão, mas obviamente não é o Mega Man de verdade, é apenas um clone que não deu certo. Não vou dizer o que aconteceu com o verdadeiro pra não estragar a experiência de quem ainda planeja jogar isso.

O ponto alto dele é a história,e também não posso deixar de citar a vasta coleção de armas em cada jogo. Aqui você não está restrito a espada do Zero ou ao famoso buster (o canhão de plasma), também é possível usar um escudo como proteção ou como arma, lançando-o nos inimigos.

Além disso temos uma lança e outras armas que vão aparecendo ao longo dos outros jogos. Também há os tais Cyber Elfos que podem ser usados de diversas formas. Alguns aumentam sua barra de vida, outros cortam metade da vida do Boss e outros atacam os inimigos, te ajudando no percurso. Não vou citar o resto das funções, porque são muitas.

Confesso que acho Mega Man uma série dos demônios. Jogar ela era querer morrer quatro vezes ao dia na vida real após cair de penhascos, ser esmagado ou levar alguns tiros. Porque para uma espécie de robô humanoide a defesa é uma porcaria mesmo sendo de material incrivelmente resistente.

Jogar Mega Man era uma tarefa muito árdua, e eu não apreciei tanto a experiência como em Mega Man Zero. Não que seja um jogo super fácil, achei o nível de dificuldade desafiador, mas que te dá prazer em jogar. Então sim, muitos fãs chatos acham esse game uma droga só por ter perdido sua suposta dificuldade monstruosa.

Acho que isso tudo é besteira, pra mim jogos são feitos pra causar nas pessoas relaxamento e momentos legais e não pensamentos do tipo “Por que diabos estou jogando essa *#$%+ ?!”

Game Boy Color

Esse é um game não muito lembrado quando falamos de Mega Man, afinal, além das limitações do Game Boy Color, por que jogar esse quando se pode jogar Mega Man Zero no Game Boy Advance?

A resposta pra isso é simples: Todo Mega Man é interessante não pela jogabilidade, até porque todo game da franquia segue a mesma linha: Inimigos, boss, pulos, etc.

Mesmo assim a história é cativante e cada fase tem seu charme. Esse jogo também tem uma boa tradução circulando a internet e minha intenção colocando ele nessa lista é lembrar aos fãs que o Mega Man Xtreme 2 existe e ele está chorando lágrimas de sangue por você nunca jogá-lo.

Nesse você pode escolher entre o Mega Man e o Zero. Jogar com o Zero é bem mais complexo já que aqui ele só usa seu sabre de luz ZWOOON! Então escolha sabiamente.

Para os fãs que gostam da dificuldade maluca da série esse vai agradar.

Game Boy Advance

Esse é um jogo muito divertido e dinâmico. Aqui você não assume o papel de Yu-Gi como era de se esperar, mas sim um personagem aleatório que é faz parte da turma de Yu-Gi. Assim você é… Você mesmo!

Essa é uma ideia que garantiu que os jogadores se identificassem com o seu próprio personagem. Montar o próprio baralho é uma das experiências mais divertidas, batalhar com Yu-Gi, Kaiba e praticamente todos os duelistas “supimpa” é bem bacaninha.

Confesso que a falta de um personagem feminino para dar escolha a mulheres é meio chato, mas meio que nós mulheres estamos acostumadas com isso. Fora os Pokemon mais recentes essa experiência não é muito comum. Também senti falta de gráficos mais bonitos na hora das batalhas.

É um jogo de Game Boy Advance, mas na hora de batalhar eu senti limitações na arte. Não que seja ruim, mas poderia ser melhor.

Game Boy Advance

Uma série que eu confesso não saber tanto a respeito como eu provavelmente deveria saber. Apesar disso ela merece ser citada aqui, já que mesmo que eu tenha jogado apenas esse, eu o considero um ótimo jogo.

O sistema de batalha de Kingdom Hearts: Chain of Memories é único, mas confesso também que as vezes senti preguiça da quantidade de batalhas que você tem que travar pra ficar forte o bastante para enfrentar os chefes e fazer o seu baralho crescer.

Apreciei os combos e gráficos. A história me foi confusa, mas isso é obviamente devido ao meu escasso conhecimento da série. Achei bem legal poder encontrar tantos personagens da Disney ao longo do game.

Ele é surpreendentemente longo e pode ter certeza que perderá muitas horas jogando.

Game Boy Advance

Essa série costuma ser conhecida apenas por fãs alucinados por um bom RPG. Golden Sun tem todos os elementos interessantes: Personagens carismáticos, enredo interessante, batalhas bastante divertidas, ótima jogabilidade e puzzles desafiadores.

Golden Sun tem uma tradução feita para a rom em português que tem o meu selo de aprovação. Nada foi deixado de fora, não me lembro de nenhum erro gramatical gritante e acima de tudo: Dá pra terminar o jogo sem nenhum bug.

O único ponto negativo que consigo considerar é a preguiça que nos domina após muito tempo de jogo. Passar por grandes mapas demanda tempo e isso se torna maçante com a quantidade de batalhas que temos que passar.

Game Boy Advance

Ah, esse com certeza é nostálgico,e alguns conhecem uma versão bem antiga dele, mas eu particularmente vivi bons momentos jogando esse.

A história é muito interessante. As melhores coisas da história não podem ser contadas para não perder a graça, mas resumidamente você é um aprendiz de um cavaleiro e não tem sua memória. Muitas coisas acontecem e Max, o protagonista é obrigado a liderar um pequeno exército chamado de Shinning Force.

Quando falamos em RPG tático Shinning Force não pode ficar de fora.

Os personagens tem história e são carismáticos, o desenrolar da história é muito interessante. Minha única reclamação desse jogo é a questão do dinheiro. Como a história te limita os inimigos é meio chato que alguns itens custem tão caro. Jogar esse jogo é como ler um bom livro.

Game Boy Advance

Summon Night – Swordcraft Story 2 é um RPG com história bastante interessante e recheada de momentos engraçados. Esse tem opção de escolha entre um garoto loiro e uma garota de cabelo rosa que ALELUIA não está praticamente pelada. Só aí já podemos dar a ele um troféu escrito: “Sim, você agrada a mulheres que jogam”.

Esse game tem um sistema de batalhas bem singular, onde a tela é similar a um jogo de plataforma.

Existe um ancestral que foi pioneiro nesse sistema de batalha, um jogo de Super Nintendo que infelizmente eu não consigo lembrar o nome. O mais interessante aqui são as armas e o seu companheiro ou companheira que foi “summonado” de outra dimensão ou coisa assim.

Vou repetir que esse jogo está recheado de cenas cômicas e com certeza vai te fazer rir. Existem 4 opções pra você escolher. Existe uma espécie de demônio que usa fogo pra lutar, uma espécie de garoto com orelhas de cachorro que usa vento, um robô e uma garota demoníaca.

A sua trajetória e diálogos dependem das escolhas, o que torna uma experiência única cada vez que você joga. As armas são fabricadas unicamente por você. Espadas, machados, brocas, lanças. Você mesmo deve achar “ingredientes” para fabricar as melhores armas.

O ponto negativo desse jogo ao meu ver está nas dungeons. Algumas são grandes demais e o processo se torna cansativo. Você acaba salvando em determinado ponto e depois nem faz ideia de pra onde estava indo.

Tirando isso é altamente recomendado que se ainda não jogou e for fã de RPGs jogue ainda hoje.

Game Boy Advance

Pra quem gosta de jogos de estratégia esse é um dos que não pode ficar de fora. Ele tem várias versões e até sei de animações com alguns dos personagens. Eu particularmente me amarro no simples que foi feito pra GBA, aonde a Lyn é a primeira protagonista e o Elliwood o segundo.

Ao invés de estar na pele do personagem principal você o acompanha na aventura. Primeiramente com Lyn, uma incrível guerreira de Sacae (Uma tribo cheia de pessoas que nunca mentem) que mais tarde toma parte em eventos maiores. Destaque aqui para o famoso Elliwood também, o ruivo mais gentleman dos games.

Os personagens são o ponto alto desse jogo. A imersão torna a experiência de jogar ele única. Os personagens parecem ter vida própria mesmo e em determinados momentos até conversam com você. Enquanto eles são lutadores incríveis você é uma espécie de estrategista que os ajuda a ganhar batalhas. Acontecimentos dos mais diversos o tornam um dos melhores pra mim.

Se eu colocasse defeito diria que ele limita bastante a liberdade do jogador. Você não tem opção de sair por aí explorando, apenas segue um roteiro e isso as vezes pode frustrar um pouco. O outro ponto ruim é que se um personagem morre em batalha: Ele morre de verdade! É fácil recrutar inúmeros personagens se você souber como, mas nem por isso todos são descartáveis. Afinal todos eles tem personalidade e dependendo de suas escolhas durante as batalhas os diálogos são interessantes. Não é legal perdê-los.

Game Boy Advance

O bom e velho sucessor de Mother 2 (Earthbound nos EUA). Esse é um dos jogos mais incríveis que já joguei. Algumas vezes fico com vontade e começo tudo de novo.

Ele é um RPG com humor característico da série. Alguns pontos são bem divertidos e outros muito comoventes. Os personagens controláveis mudam diversas vezes durante o enredo. Não consigo pensar em nenhum defeito nesse jogo.

A jogabilidade é boa, a história é incrível, os gráficos muito dignos. Há boatos que Mother 4 está sendo produzido por fãs da série e promete ser ótimo se ninguém dar fim ao projeto. Eu como muitas pessoas esperei ansiosamente pela tradução do Earthbound Brasil, levou anos, mas fizeram um trabalho incrível.

A espera valeu a pena. A tradução para o inglês também não é oficial, mas é muito perfeita. Seja como for, é impossível não curtir esse jogo se você gostar de RPGs.

Game Boy Advance

Certamente você já deve ter jogado outro “Piratas do Caribe” para GBA assim como eu, e se decepcionou bastante. Esse no entanto tem um personagem feito a imagem e semelhança de Jack Sparrow. O personagem até mesmo anda como ele e tem alguns de seus trejeitos. (Me amarro na hora que Jack abre baús de tesouro e dá pra ver os dedinhos dele tamborilando de ansiedade).

A grande sacada desse jogo não está na história em si, pois ela é bem fiel ao filme. Colecionadores vão gostar desse jogo. Há um número interessantes de tesouros para se colecionar em diversas ilhas.

Alguns desses tesouros são os chamados “tesouros legendários”, que conferem habilidades especiais ao Jack ou maior defesa/ataque. Para se encontrar os tesouros devemos pagar pelas informações, desbloqueando essas histórias (boatos) em portos e assim você saberá aonde procurar, embora nem sempre seja assim tão fácil. (alguns lugares do mapa são bem escondidinhos e difíceis de acessar, tem que estar atento).

Dá pra pilotar o Pérola Negra e customizá-lo, travar batalhas marítimas, pilhar navios. O ouro aqui é usado para comprar comida e rum para os tripulantes do navio. (Se você estiver em baixa nesses suprimentos terá um motim). Também é usado para comprar melhores canhões, velas e cascos para seu navio.

No geral você consegue roubar tudo isso de outros pobres coitados que cruzarem seu caminho no mar. O que você DEVE comprar são novas espadas para aumentar o ataque de Jack e novas camisas para aumentar a defesa.

Alguns personagens são inacreditavelmente fortes e sem uma boa arma/boa defesa se torna chatinho matá-los.

Game Boy Advance

Esse jogo é um caso de amor e ódio pra mim. Ele deixa muito espaço para o jogador fazer o que ele quiser. Isso é bom e ruim. Você não precisa passar de todas as fases do jogo para zerá-lo, entretanto se você ficar perdido é difícil chegar aonde realmente é obrigatório passar.

As únicas limitações do mapa são elementos que você deve coletar para adquirir certos poderes que eliminam obstáculos. Há várias missões que você não precisa cumprir, mas que após cumpridas pode ganhar prêmios muito bons. O que não gosto nesse jogo é a jogabilidade.

A história é boa, os cenários são interessantes e os inimigos oferecem desafio satisfatório. A trilha sonora também me agradou bastante. É uma pena que o Samurai Jack se movimente de maneira tão pesada.

Acho que a intenção foi dar um pouco de realismo aos movimentos do herói, mas eu particularmente não curti o sistema de combos. Não sou do tipo que decora movimentos com facilidade e isso me levava a apertar qualquer coisa na esperança de dar certo. Instintivamente eu consegui zerá-lo, mas isso realmente não me ajudou. Outra coisa que detestei na jogabilidade foi o pulo de Jack. Até mesmo o pulo duplo é considerado baixo após estarmos acostumados com Castlevania, Mario, Rayman ou QUALQUER outro jogo de plataforma.

Game Boy Advance

O primeiro é um pouco repetitivo, mas não deixa de ser um bom jogo. Esse da imagem acima é o II. Não tenho como colocar defeito nele. O meu único comentário negativo é que a trilha sonora podia ser melhor. Ele é um dos melhores RPGs que já joguei.

Ele te dá a chance de escolher o personagem que você mais se identificar e dar uma pequena customizada nele. O sistema de combate parecido com Zelda Minish Cap me atraiu bastante. (Eu já fico um pouco de saco cheio de mapas que as lutas são aleatórias.

Poder ver os inimigos e evitá-los ou lutar me interessa mais. A possibilidade de escolher torna menos cansativo.) As Dungeons são bem interessantes e os gráficos são bem bonitos.

Dá pra notar que alguns cenários foram feitos com muito capricho. Tenho muita consideração por esse jogo, mesmo com muita gente desvalorizando seu conteúdo. Os chefões aqui seguem esquemas de Zelda e Bomberman (Você precisa descobrir a sequência ou estratégias para vencê-lo, quase nunca é sair dando porrada.)

Ele foge um pouco da características de ter puzzles e deixa tudo mais pro lado da ação. Espancar os inimigos é relaxante. Aqui o modo como vai lutar depende muito da escolha do personagem. No meu caso sempre escolho o que parece um lobo.

Ele usa aquela arma que tem garras, como um Wolverine. Outros usam espadas e se não me engano há um arqueiro e um personagem que usa mágica. (Nunca saí escolhendo todos pra testar). Esse jogo é diversão garantida para fãs de RPG.

Se você está se perguntando se há alguma relação entre Shinning Soul e Shinning Force acertou. Há várias semelhanças nos dois mundos. A que mais consigo ver é a do aventureiro que sempre encontra o personagem principal em Shinning Force em suas viagens.

Em Shinning Soul II você o vê logo de cara (É impossível negar que se trata do mesmo personagem). Se não me engano os dois games são da SEGA para cobrir mais estilos de jogos. Devem compartilhar algumas pessoas na parte da arte e talvez no própria criação da história.

Game Boy Advance

Esse talvez seja bastante desconhecido ou subestimado por alguns jogadores. As pessoas preferem citar Fire Emblem quando falamos de estratégia no GBA e esquecem de jogos como esse.

Não os culpo, pois o modo de batalha de Fire Emblem é MUITO mais simples. Nesse aqui temos cartas, magias, e situações de recuo e avanço de tropas que tornam tudo meio confuso no começo. Muita gente desanima. O sistema de batalha é complexo e até pegar o jeito pode demorar um pouco.

O principal destaque ao meu ver é a arte. Personagens coloridos, carismáticos e expressivos fazem dele um jogo bem bonito.

Game Boy Advance

Tenho muita coisa bacana pra falar desse. Supondo que todo mundo conheça a série Final Fight, imaginem se beat’Em up famosa da Capcom possuísse elementos de RPG e não apenas pancadaria. Seria esse jogo. É possível encontrar ele totalmente traduzido para o português.

A trilha sonora é bem bacaninha, a história é boa e o personagem principal apesar de não ter muitos pontos de carisma ele não joga The Sims consegue cativar o jogador. Além disso descer a porrada em seres das trevas ao estilo Final Fight e no fim do dia ir procurar uma chave é bastante divertido.

O único defeito são pequenos obstáculos que você não conseguiria evitar nem se tivesse o sentido de aranha pela jogabilidade. No mais esse jogo é perfeito.

Game Boy Advance

Esse é um dos que mesmo que você zere vai jogar de novo algum dia. A melhor coisa de todas nesse jogo é a jogabilidade. Não é muito desconhecido, mas como o aracnídeo recebe um jogo cada vez que um fã respira achei que seria válido mencionar esse entre todos que foram lançados para Game Boy e Game Boy Advance.

Aqui você vai desarmar bombas, salvar reféns, e bater em muitos inimigos. Alguns inimigos são muito CHATOS. Daqueles que não são um grande problema, mas são irritantes. É difícil ficar perdido no cenário e o sistema de combo é bem simples e agradável de usar. Para desbloquear os melhores golpes temos que procurar pelo cenário.

O destaque é que não jogamos apenas com o homem aranha, mas com o Venon também. Cada um tem suas vantagens e desvantagens e apesar do Venon ser super-ultra-fortão eu gosto de jogar com o homem aranha já que gosto da velocidade com que ele se locomove pelo cenário.

Além disso não dá pra sair lançando teias com o Venon como dá pra fazer com o Homem Aranha.

Game Boy Advance

A série Metroid é bastante conhecida, mas sou obrigada a dar um destaque nesse game em especial pela fluidez com que o jogo corre. Em Metroid eu sou sempre a pessoa que encalha e fica estressada até entender pra onde deve ir. Já em Metroid Fusion apesar disso acontecer eu senti que o jogo foi muito mais agradável de jogar. A história é realmente muito interessante. Não gosto muito da temática espacial com aliens e tudo mais, mas Metroid é a fuga dessa regra.

Podemos ver de cara pela capa que o uniforme laranja e tão conhecido da Samus foi redesenhado Se você não sabe até hoje que temos uma heroína e não um herói vestindo a roupa laranja precisa parar de chamar o Link de Zelda também, por favor. Mas obviamente não foi desenhado dessa forma por simples arte. Tem sim uma história por trás, mas eu não vou estragar as surpresas.

A história é incrível, a trilha sonora completamente compatível, a jogabilidade maravilhosa… Se alguém reclamar de algo nesse jogo acho que vou dar uma bofetada no indivíduo.

Game Boy Color

O que dizer sobre esse jogo? Mais um Zelda, simplesmente isso. Sou muito fã da série e esse mesmo sendo de Game Boy Color merece ser mencionado.

Nem todo mundo acaba topando com ele já que existe um muro chamado “Zelda Minish Cap”. Não posso dizer que é meu preferido, mas o coitado é um bom jogo. Dê uma chance pro coitadinho do Link te distrair mesmo sendo limitado pelo console precário de qual ele faz parte.

Game Boy Advance

Esse vai gerar uma terceira guerra mundial, mas não ligo. TODOS os Castlevania feito para Game Boy Advance são ótimos. Cada um tem sua preferência, eu escolhi esse pra representar todos os Castlevania de GBA.

A história me encanta, a trilha sonora é uma das mais legais do console e os personagens são interessantes. O que mais valorizo além da incrível jogabilidade é a capacidade de poder usar várias armas e poderes.

Não vou me estender muito falando desse game, ele já é popular demais sem minha ajuda.

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Super Mario Bros. Crossover | Um crossover imperdível https://www.arquivosdowoo.com.br/2018/10/16/super-mario-bros-crossover/ https://www.arquivosdowoo.com.br/2018/10/16/super-mario-bros-crossover/#respond Tue, 16 Oct 2018 23:31:00 +0000 https://www.arquivosdowoo.com.br/2018/10/16/super-mario-bros-crossover-um-jogo-que/ Nós sabemos que o amor dos fãs costumam proporcionar jogos incríveis, como aquele remake de Street of Rage lançado alguns anos atrás. A questão é que os fãs muitas das vezes estão carente por determinado titulo ou formato de jogos, e cansados de aguardar acabam colocando a mão na massa. E foi desse modo que […]

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Nós sabemos que o amor dos fãs costumam proporcionar jogos incríveis, como aquele remake de Street of Rage lançado alguns anos atrás. A questão é que os fãs muitas das vezes estão carente por determinado titulo ou formato de jogos, e cansados de aguardar acabam colocando a mão na massa. E foi desse modo que nasceu Super Mario Bros. Crossover.

Este crossover foi feito pela NewGrounds em 27 de Abril de 2010, o criador trabalhou durante 3 anos em cima do projeto, então foi criado um site dedicado ao jogo, que foi totalmente construído em flash, feito pela Exploding Rabbit Games – Que ainda aplica updates esporádicos ao jogo.

Você ainda deve estar se perguntando, o que é Super Mario Bros. Crossover?!

O Crossover!

Super Mario Bros Crossover é uma homenagem de fãs feito em cima do jogo clássico lançado pela Nintendo em 1985. Como dito acima, as vezes nós fãs simplesmente decidimos colocar a mão na massa e surge coisas incríveis como essa.

O jogo não só traz a aparição de diversos personagens da franquia Nintendo, mas também conta com a adição de personagens da Capcom como Mega Man, Trevor Belmont de Castlevania e Ryu Hayabusa de Ninja Gaiden. Um trio de peso, sem dúvida.

LEIAM – Minha história com Perfect Dark

Uma game clássico que já contém a nostalgia em particular, misturado ao sonho de ver aquele seu personagem favorito, pertencente a outra série, perambulando pelos canos de Super Mario Bros. Uma aventura surreal onde permitirá você a obter a mesma sensação de jogar no console, mas agora com outros personagens.

Você não só poderá jogar com outros personagens no jogo Super Mario Bros, como também poderá alterar os gráficos do game, isso mesmo, o jogo é construído para atender aos públicos que gostam dos gráficos dos clássicos de 8 bits até os de 16 bits. Você pode alterar todo o gráfico permitindo-se jogar o clássico SMB nos gráficos do Nintendinho, do Super Nintendo, ou mesmo gráficos de outros games como Castlevania.

Super Mario Bros Crossover
Reprodução/ Internet

É simples mas divertido

A história de Super Mario Bros Crossover bem simples, clássica de SMB mas atende a cada personagem escolhido. Caso escolha a personagem Samus, você irá enfrentar o Bowser para salvar Mother Brain do castelo.

Caso escolha o personagem Link de Zelda, você ira enfrentar Bowser para salvar a Princesa Zelda.

Os power-ups são escolhidos e selecionados de acordo com o personagem escolhido, cada personagem tem seu power-up específico e único. Sua jogabilidade 99% semelhante a de Super Mario Bros. Para viver essa experiência basta acessar ao site e jogar esse crossover basta clicar aqui – Que o vício te consuma de forma positiva! HAHAHA

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Como me Apaixonei por Castlevania: Lords of Shadow https://www.arquivosdowoo.com.br/2017/06/07/como-me-apaixonei-por-castlevania-lords/ https://www.arquivosdowoo.com.br/2017/06/07/como-me-apaixonei-por-castlevania-lords/#respond Wed, 07 Jun 2017 18:20:00 +0000 https://www.arquivosdowoo.com.br/2017/06/07/como-me-apaixonei-por-castlevania-lords/ Tenho um fraco por querer conhecer jogos que foram mal recebidos pela comunidade. E já conhecia bem a comunidade fã de Castlevania, principalmente vendo Castlevania II: Simon’s Quest sendo encarado como um totem agourento, devendo ser evitado ao máximo, sendo que é um jogo que me agrada muito por seus mais diversos motivos – mas […]

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Tenho um fraco por querer conhecer jogos que foram mal recebidos pela comunidade. E já conhecia bem a comunidade fã de Castlevania, principalmente vendo Castlevania II: Simon’s Quest sendo encarado como um totem agourento, devendo ser evitado ao máximo, sendo que é um jogo que me agrada muito por seus mais diversos motivos – mas falar de Simon’s Quest fica para outra hora.

LEIAM – Castlevania: Circle of the Moon | Análise

Foi então que num repente me deu vontade de jogar os tão falados jogos da linha Lords of Shadow.

São jogos que no geral foram muito mal recebidos. Também pudera, a Konami fez algo ousado, resolveu reescrever a linha do tempo de Castlevania, mudando alguns fatos icônicos da linhagem tradicional, mexendo de maneira abusada com personagens quase intocáveis e inserindo novos personagens e motivações numa trama que caminha paralela à linha antiga, e ao mesmo tempo, de maneira divergente.

Não vou passar aqui dados cruciais sobre a trama de Lords of Shadow, pois caso você queira, poderá ainda joga-lo.

Não é um jogo rápido, me levou 42 horas para terminar a história principal e as 2 DLCs (a versão da Steam – Ultimate Edition – já vem com ambas), no entanto, ainda existe mais jogo para render já que após terminar habilitamos uma dificuldade extra e também podemos ir atrás de todos os colecionáveis e de fazer as missões específicas de cada uma das mais de 50 fases, com os objetivos mais variados, o que acredito que poderia levar o jogo para as 60, 70 horas facilmente.

Diversas características me marcaram nesse jogo, mas pra deixar de maneira organizada, vamos analisar os fatos separadamente:

HISTÓRIA

Castlevania Lord of Shadow
Gabriel Belmont, o protagonista

Ok, eu me comprometi a não passar spoilers, mas vou passar aqui o básico, algo que represente a real motivação e jornada do nosso personagem, o que representa talvez a 1a hora de jogatina.

Ainda quando bebê, Gabriel foi largado na porta de um forte da Irmandade da Luz, uma entidade responsável por enfrentar as forças das trevas – sim, estilo aquela turma radical de frades no filme do Van Hellsing – e os monges lhe deram o nome Gabriel em homenagem ao anjo de mesmo nome e o sobrenome Belmont, já que desde jovem ele se mostrou muito interessado pelas montanhas.

LEIAM – Castlevania: Bloodlines | Prévia do jogo por Rodrigo Vigia

Fora então desde cedo treinado então para ser um cavaleiro da irmandade, batalhando as forças do mal com sua arma, a cruz de batalha, um chicote de ferro confeccionado pelo artesão Rinaldo Gandolfi (o mesmo nome do alquimista que confecciona o chicote utilizado por Leon Belmont em Castlevania: Lament of Innocense). Gabriel desde jovem se envolveu com a delicada Marie, que fazia trabalhos voluntários na Irmandade da Luz. Essa amizade foi evoluindo até que anos mais tarde se casaram… e então chegamos no ponto onde o jogo começa.

Castlevania Lord of Shadow
Zobek, membro da Irmandade

O ano é 1047 e diversas criaturas das trevas aterrorizam o mundo. Marie acabara de ser morta, o que fez com que a irmandade enviasse Gabriel para o lago do esquecimento, um local místico onde as pessoas poderiam falar com os espíritos que ainda estão presos neste plano, imaginando que talvez Marie tivesse alguma mensagem para Gabriel que justificasse esse desequilíbrio recente das forças das trevas.

No lago do esquecimento não somente encontramos Marie como também conhecemos Zobek, outro cavaleiro da Irmandade da Luz. Marie nos informa num curto período em que pudemos nos comunicar com ela, que a chave para tudo estava nos Lordes das Sobras e que deveríamos seguir uma profecia, a qual Zobek informa ser sobre um homem de coração puro que destruiria os Lordes das Sombras, unindo seus poderes e assim unificando a terra com os céus, assim então começa a jornada de Gabriel para enfrentar e destruir os 3 senhores das trevas, cada qual representando uma estirpe de criaturas do mal, os licantropos, os vampiros e os necromantes.

Castlevania Lord of Shadow
Marie, falecida esposa de Gabriel

Um fato que gostei muito foi como eles conseguiram criar toda uma mitologia para o jogo… cada monstro que enfrentamos, cada personagem (ok, não são muitos) relevante na trama, cada item… todos tem uma história interessante por trás, mostrando que eles não estão simplesmente lá por estar, ou que existe um real motivo para fazerem o que fazem.

Desde textos explicando a diferente origem de vampiros até pergaminhos de cavaleiros amedrontados em seu leito de morte, os textos de Lords of Shadow são riquíssimos e me fizeram fazer algo que há muito não fazia… ler! Sim, nesse jogo eu li praticamente tudo, desde os prefácios até os pergaminhos, pois eu vivia encontrando referências a outros jogos da série, como singelas homenagens, ou fatos totalmente originais dentro desta nova mitologia… talvez a história tenha sido o ponto mais forte do jogo, me agradou muito mesmo.

JOGABILIDADE

Castlevania Lord of Shadow
Uma artwork mostrando um dos belos cenários

Você já deve ter ouvido uma série de piadas referentes a como esse jogo se assemelha a God of War. Sinceramente, eu terminei God of War 1 e 2 e terminei o Lords of Shadow (aliás, terminei também sua continuação, o Mirror of Fate e estou jogando com muito gosto o Lords of Shadow 2), e acho que não temos tantas batalhas assim no jogo.

LoS (vou começar a usar abreviado pra economizar teclado hehe) é repleto de segmentos de “parkour”, algo que me lembrou um pouco as mecânicas dessa modalidade em Uncharted, de maneira intuitiva e muito dinâmica, além de bastante quebra-cabeças que me consumiram – ou treinaram? – algumas centenas de neurônios.

O grande “quadrado, quadrado, quadrado, triângulo” não serve aqui, já que os combos são mais simples, se baseando em ataques mais fortes, mas focados em inimigos únicos, ou amplos, para atingir a galera toda, não se combinando entre si, mas sim com pulos associados a combos aéreos e a associação de habilidades com as relíquias extras que vamos conseguindo ao longo do jogo juntamente com magias que encantam nossos ataques, permitindo causar mais dano ou então recuperar vida com seus acertos, além de tipos diferentes de habilidades para as quais cada magia possibilita, incentivando o jogador a não ser acertado, o que faz com que ele recupere magia para continuar utilizando estas habilidades.

Quanto à esses fatores ditos até então não tenho do que reclamar. Os combates, embora não tão frequentes são bem otimizados, as partes de parkour são dinâmicas e intuitivas e os quebra-cabeças são… bem, quebradores de cabeça bem elaborados – na maioria das vezes -, no entanto, nem tudo são flores.

 A CÂMERA

A câmera do jogo não é controlável e em alguns raros momentos de minha jornada tive sérios problemas com ela, até mesmo em uma batalha contra chefe. Tive a sorte de perceber a falha logo e na segunda tentativa passar por essa parte do jogo, mas um jogador mais desavisado pode perder um bom tempo nesses momentos.

Outro fator que me frustrou bastante foram os segmentos de plataforma livre 3D. Infelizmente acertar pulos específicos ficou muito longe da perfeição dos segmentos de Parkour. Agora, some a isso a frustração de ter que passar pela famosa “Clock Tower”, em 3D com pulos mal controlados, talvez até piorados pelo fato de não podermos ajustar a câmera. Felizmente só me lembro de 2 fases que apresentaram esse problema para mim, então o prejuízo não foi grande.

Ah sim, já ia esquecendo… quick time events. Eles existem, mas são mais simples… qualquer botão pressionado no momento certo já vai funcionar.
Outro ponto que gostei muito foi que podemos revisitar as fases, até mesmo para pegar itens com upgrades que não tínhamos no momento. Coisa simples, mas que facilita a vida, até porque o jogo avisa quantos itens ainda podemos coletar e coloca umas missões extras para o pessoal que curte colecionar conquistas.

Gráficos e Trilha sonora + efeitos sonoros

Quanto a gráficos, difícil dizer… o jogo é de 2010, essa versão em específico é de 2013. São belos gráficos, bem trabalhados, mas o que impressiona mesmo é a direção de fotografia. A sutileza de mostrar um castelo longe começando a aparecer de maneira empolgante, uma tomada do alto de uma torre mostrando toda um caminho percorrido, um deserto com ídolos gigantes desmontados… enfim, as paisagens são ótimas e o posicionamento das tomadas em muitas vezes me tirou o fôlego. Infelizmente não posso dizer o mesmo das cutscenes. Algumas parece que não foram trabalhadas, apresentando a mesma resolução que foi apresentada nos consoles em 2010, mas num jogo remasterizado em 2013… ou seja, a cutscene ficou, em muitos casos, MAIS FEIA QUE O PRÓPRIO JOGO!

Quanto ao som, os efeitos são pertinentes (principalmente quando defendemos no exato momento – famoso parry à la Dark Souls – num misto de empolgação, com flash, com câmera lenta e o barulho como se tivesse soado um gigante sino antigo), mas a trilha sonora é sensacional. Ela consegue ser bem pertinente.

Desde os momentos em que estamos nos aventurando num bosque calmo, com uma música tranquila, até os momentos de batalha mais épicos, com uma incisiva música de combate, e principalmente a música curta, mas tocante que reflete a passagem de Gabriel pela sua trajetória na transição de atos, com um título extremamente condizente.

Journey! (escute AQUI essa curta trilha de 41 segundos).

A experiência em si

Castlevania Lord of Shadow

Jogar e terminar Lords of Shadow foi extremamente gratificante, principalmente porque joguei de uma maneira despretensiosa. Fui esperando um frenético Hack’ n Slash com uma história bobinha pra preencher lacunas e me deparei com um jogo que criou toda uma mitologia associada a diversos fatores de jogabilidade que me agradaram, assim como a trilha sonora e as tomadas de fotografia que foram bárbaras.

Depois de um tempo eu passei a procurar referências em tudo que via, e assim descobri como o jogo homenageou os jogos da série clássica, com referências a personagens, locais, itens… Não só a mitologia, mas o desenvolver do enredo foi interessante, instigando a jogar mais, conseguindo misturar fases de quebra-cabeças, batalhas épicas e fases de exploração numa proporção que não me enjoou.

Enfim, se já jogaram, o que acharam? Se não jogaram, por que não o fizeram?

Digam suas experiências com Lords of Shadow! Lembrando que atualmente estou jogando o segundo, ainda no começo, pouco menos de 5 horas de jogo, mas estou gostando até então.

Atualmente o jogo está custando R$ 49,99 na Steam e na Nuuvem, mas isso não significa que você não pode esperar aquele belo desconto pra pegar em promoção por 10 ou 15 reais.

Caso queiram conferir, abaixo vocês conferem a playlist inteira desse jogo, mostrando minha jogatina do começo ao fim, assim como resumos dos 2 primeiros capítulos (planejo fazer dos outros capítulos mais pra frente) e alguns vídeos “extras”.

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Castlevania Bloodlines| Prévia do Jogo por Rodrigo Vigia https://www.arquivosdowoo.com.br/2016/05/10/https-twitter-com-arquivosdowoo/ https://www.arquivosdowoo.com.br/2016/05/10/https-twitter-com-arquivosdowoo/#comments Tue, 10 May 2016 23:36:00 +0000 https://www.arquivosdowoo.com.br/2016/05/10/jogatinas-saudaveis-castlevania/ Antes de mais nada, esse aqui não é um review do jogo Castlevania Bloodlines. Quem não gosta de Castlevania? É certo que alguns jogos são extremamente difíceis, outros fogem um pouco do gênero, mas no geral, Castlevania é uma franquia com ótimos jogos, sendo uma das principais franquias da história dos jogos eletrônicos. LEIAM – […]

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Antes de mais nada, esse aqui não é um review do jogo Castlevania Bloodlines.

Quem não gosta de Castlevania?

É certo que alguns jogos são extremamente difíceis, outros fogem um pouco do gênero, mas no geral, Castlevania é uma franquia com ótimos jogos, sendo uma das principais franquias da história dos jogos eletrônicos.

LEIAM – Silent Hill | Seu filme 3D intragável

Quero que pensem nisto como uma prévia desse jogo, para quem nunca jogou este clássico, como sendo uma de suas primeiras experiências, como se neste momento, você estivesse lendo em uma revista sobre um jogo que quer muito jogar!

Então espero que aproveitem este tipo de experiência que tentarei passar para vocês.

A HISTÓRIA DE CASTLEVANIA BLOODLINES

Castlevania Bloodlines
Capa da versão Européia

Castlevania Bloodlines foi o primeiro Castlevania a aparecer num console da SEGA e é considerado por muitos um dos melhores jogos do Mega Drive.

Lançado em 1994, Castlevania Bloodlines, na América, ou Castlevania: The New Generation na Europa e Vampire Killer no Japão, se passa em 1917, mas sua história começa bem antes disso.

Em 1421, a condessa Elizabeth Bartley foi encontrada ao lado do cadáver de um jovem, este, com duas perfurações no pescoço. Elizabeth foi julgada por ser vampira e foi condenada.

Castlevania Bloodlines
A Condessa Elizabeth Bartley

Agora, quase 5 séculos depois, de volta a 1917, uma bruxa chamada Drolta Tzuentes, numa visita às ruínas de um antigo castelo na Transilvânia, realiza um ritual e revive a condessa Bartley, esta que é nada mais, nada menos, que a sobrinha do Conde Drácula.

Revivida, a condessa está determinada a reviver seu falecido tio.

Sua missão é interromper a condessa antes que ela consiga reviver o conde Drácula, e para isso, podemos fazer uso de 2 personagens diferentes.

PERSONAGENS

Castlevania BloodlinesO primeiro personagem é o texano John Morris: Os Morris são considerados parentes distantes dos Belmonts, o que justifica o fato deles conseguirem usar o Vampire Killer, o famoso chicote matador de vampiros.

Uma curiosidade é que Quincy Morris, o pai de John Morris, derrotou o Drácula em 1897 junto com Jonathan Harker, na história de Bram Stoker.

Outra curiosidade é que o filho de John Morris é Jonathan Morris, um dos protagonistas de Castlevania: Portrait of Ruin, jogo exclusivo para Nintendo DS.

Considerado a continuação da história de Castlevania Bloodlines. Como um Morris, John deve seguir a tradição familiar e lutar contra as forças da escuridão a todo custo.

Castlevania BloodlinesO segundo protagonista é Eric Lecarde, natural de Segovia na Espanha.

Confesso que esse nome não me parece muito espanhol, mas Eric, amigo de John, se voluntaria para a batalha, mas por um motivo mais importante que um legado familiar.

Gwendolyn, sua amada, foi transformada em vampira pela Condessa Bartley, e agora o lanceiro quer vingança!

Em minhas pesquisas encontrei alguns fatos interessantes, como informações que diziam que os poderes mágicos da família Lecarde permitiam que os membros da família Morris usassem o Vampire Killer. Enquanto a lança de Eric, a Lança Alcarde  havia sido dada pelo próprio Alucard, dentre outras informações, no entanto, como não achei nenhuma fonte consistente, talvez isso não devesse ser levado em consideração.

Cada um dos personagens tem uma habilidade diferente. John consegue se pendurar no teto com seu chicote, enquanto Eric consegue efetuar pulos muito altos pegando impulso com sua lança.

No jogo temos 6 fases, onde passamos por diferentes países na caçada da condessa, e as fases são bem diferentes entre si, com cenários bem detalhados.

As sub-armas clássicas da franquia continuam presentes, como a faca, machado, bumerangue e água benta, e além dos upgrades normais, também podemos contar com um super-upgrade, que além de permitir um ataque especial muito forte também deixa a nossa arma bem mais potente!

CONCLUINDO

Essa é uma pedida para você começar a jogar Castlevania Bloodlines. A série desse clássico começará em breve aqui no canal, mas enquanto isso, aproveite para você jogar esse belo jogo, que na minha opinião, é um dos melhores jogos da 4ª geração.

Valeu Cyber Woo por me ceder espaço para eu falar sobre um jogo que tanto gosto!

O post Castlevania Bloodlines| Prévia do Jogo por Rodrigo Vigia apareceu primeiro em Arquivos do Woo.

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