Arquivos Zoo Corporation - Arquivos do Woo https://www.arquivosdowoo.com.br/tag/zoo-corporation/ Um pouco de tudo na medida certa Sun, 20 Aug 2023 22:59:42 +0000 pt-BR hourly 1 https://wordpress.org/?v=6.9.4 https://www.arquivosdowoo.com.br/wp-content/uploads/2020/12/cropped-logo-150x150.png Arquivos Zoo Corporation - Arquivos do Woo https://www.arquivosdowoo.com.br/tag/zoo-corporation/ 32 32 Pretty Girls Klondlike Solitaire PLUS | O retorno da paciência com Waifus https://www.arquivosdowoo.com.br/2023/08/20/pretty-girls-klondlike-solitaire-plus/ https://www.arquivosdowoo.com.br/2023/08/20/pretty-girls-klondlike-solitaire-plus/#respond Sun, 20 Aug 2023 22:59:42 +0000 https://www.arquivosdowoo.com.br/?p=14990 O Pretty Girls Klondlike Solitaire original foi meio que “especial” pra mim, já que caso vocês não se lembrem, foi o primeiro jogo da ZOO Corporation que eu analisei, na época, a versão de PS4. Honestamente? O jogo não tinha nada de especial em termos de jogo, era só paciência com waifus inseridas. Só que […]

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O Pretty Girls Klondlike Solitaire original foi meio que “especial” pra mim, já que caso vocês não se lembrem, foi o primeiro jogo da ZOO Corporation que eu analisei, na época, a versão de PS4. Honestamente? O jogo não tinha nada de especial em termos de jogo, era só paciência com waifus inseridas. Só que ainda assim, ele entrou na minha lista de mais jogados de 2020, com 64 horas registradas no PS4.

Ajudou bastante o fato de que jogar mais uma partidinha de paciência era fácil quando o seu provedor de internet decide simplesmente não prestar mais serviço na sua região e você fica quase dois meses sem acesso.

Enfim, de lá pra cá, eu fiz análise de diversos jogos da empresa, ao ponto de que dessa vez, eles é que se aproximam da gente, oferecendo chaves. E agora, na segunda metade de agosto, chegou o mais novo jogo da série Pretty Girls, Pretty Girls Klondlike Solitaire Plus. E se quer saber se ele vale a pena? Confira nossa matéria.

Reprodução: ZOO Corporation

O retorno do clube… Ou eu reciclei a piada de 3 anos atrás

O clube de paciência, fundado anos atrás, foi um sucesso. Muitos jovens foram lá para jogar paciência e ver mulheres trocando de roupa magicamente. Tanto é que nosso otaku residente, Cleiton, resolve transformar o clube em uma franquia de clubes de paciência. E após muito deliberar, ele foi para a cidade de Itaquaquecetuba e abriu um novo clube.

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Sim, assim como o anterior, não há uma história por trás do jogo, e eu estou tirando essa premissa do rabo. Eu poderia simplesmente pular essa parte e partir pro jogo em si, mas eu acho engraçado bolar essas desculpas de história em cinco minutos e fazer meia dúzia de piadas. Obviamente, nem sempre eu consigo…

Na maioria das vezes eu falho miseravelmente. Não se pode ganhar todas.

Reprodução: ZOO Corporation

Paciência simples, num pacote bom

O jogo em si, como dito, é a boa e velha paciência. Acho que não é necessário explicar tanto, mas vamos lá. Uma das coisas que departamentos ao redor do mundo me ensinaram, é que existe mais de um tipo de paciência, claro, pelo Windows eu sabia que tinha o Paciência Spider. Mas não sabia que Free Cell era outra variante. E a paciência tradicional que conhecemos, é a Klondlike.

Basicamente um baralho nos é dado e temos que separar em quatro pilhas por nipe, do ás ao rei, mas até podermos organizar, precisamos tirar uma carta por vez e organizar no tabuleiro, de cima pra baixo, da maior pra menor, alternando entre preto e vermelho. Olhando assim parece supercomplexo, mas é paciência, e você provavelmente sabe como jogar, seu pai sabe jogar, e até aquele seu primo chato pra caralho sabe jogar.

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O jogo é dividido em 3 dificuldades, fácil, normal e difícil. As dificuldades garantem um pouco de replay, e é necessário para todas as conquistas. A diferença da dificuldade tá mais na questão do RNG dado pelo baralho. Ao contrário do primeiro jogo, onde no Hard, você puxava 3 cartas de uma vez, aqui você define se vai puxar uma ou três cartas do baralho, antes da partida em qualquer dificuldade. Infelizmente, não há conquistas para concluir a partida no modo de 3 cartas.

Também temos auxílios, como reembaralhar as cartas fora do tabuleiro, tirar uma carta que (pode) lhe auxiliar, das cartas ainda ocultas no tabuleiro e desfazer jogadas, e esses auxílios dependem da dificuldade escolhida, mas ao contrário do primeiro jogo, aqui, ainda há auxílios, mesmo no hard, tornando o jogo mais justo.

Pretty Girls Klondlike Solitaire PLUS
Reprodução: ZOO Corporation

Visualmente competente, sonoramente atraente

Os visuais do jogo são bastante aceitáveis. E é esse tipo de coisa que separa jogos de carteado (virtual) bons dos ruins. Não é só colocar umas imagens, fazer o joguinho e uns hentão mal feito. A estética do jogo é boa, os sprites são “volumosos” se é que me entendem. Os cenários são bem desenhados.

A trilha sonora do jogo… Não foi composta para ele. Basicamente são músicas Royalty Free, que você adquire em sites como o Dova-Syndrome para uso em vídeos, jogos ou podcasts. Mas ainda assim, são músicas bem escolhidas e agradáveis. E as falas das personagens, como em outros jogos da série Pretty Girls, são retiradas das novels de origem das meninas.

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Dessa vez, entretanto, não há uma loja interna pra comprar as coisas para se usar no modo diorama, elas são desbloqueadas jogando em cada uma das dificuldades das 10 garotas. Não que isso faça diferença, antes eram só alguns cliques extras, mas vale a pena mencionar.

Pretty Girls Klondlike Solitaire PLUS
Reprodução: ZOO Corporation

Para quem curte paciência e waifus

Pretty Girls Klondlike Solitaire PLUS é um jogo de paciência, nada mais que isso. É enfeitado e bonitinho, mas no fim do dia, o seu gosto por paciência e waifus é o que vai te levar a comprar o jogo.

Nota final: 8/10

Pretty Girls Klondlike Solitaire PLUS está disponível no STEAM, e essa análise foi feita com uma cópia do jogo cedida pela ZOO Corporation.

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SETTRIS | Análise https://www.arquivosdowoo.com.br/2023/06/17/settris-analise/ https://www.arquivosdowoo.com.br/2023/06/17/settris-analise/#respond Sat, 17 Jun 2023 17:08:40 +0000 https://www.arquivosdowoo.com.br/?p=14414 Eu to sem ideias pra abrir esse texto, então vou refletir um pouco sobre os anúncios de jogos que tivemos agora em junho, no período da finada E3, que agora se chama FOI3 porque não tem mais evento. Claro que o Summer Game Fest foi bem nhé. Um monte de coisas que não eram tão […]

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Eu to sem ideias pra abrir esse texto, então vou refletir um pouco sobre os anúncios de jogos que tivemos agora em junho, no período da finada E3, que agora se chama FOI3 porque não tem mais evento. Claro que o Summer Game Fest foi bem nhé. Um monte de coisas que não eram tão interessantes ou foram apresentadas de maneira tosca. Alguns jogos surpreenderam, e algumas revelações? Bem, a SEGA tinha que ser SEGA e vazar algo antes, tipo o remake de Persona 3 e a data do Like a Dragon Gaiden. Se bem que tecnicamente, tudo da conferência da Microsoft tinha vazado, então nem é tão culpa da SEGA assim.

Alguns jogos lá me deixaram positivamente surpreso, como o Persona de Fantasia (vulgo Metaphor Re:Fantazio), ou o Star Wars: Outlaws (que tenho medo porque é da Ubisoft, e Ubisoft gonna Ubisoft: The Game), e outros só me fizeram bocejar como o Far Cry Azul (vulgo aquele jogo do Avatar). Os Indies, como sempre, são uma faca de dois legumes, alguns apresentam boas ideias, mas porque caralhos agora todo indie tá começando a pedir 8 GB de memória? Não tô nem falando de jogos que são em 3D, mas RPG’s bidimensionais, ou side-scrollers.

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Quando eu comecei a jogar no PC, lá em 2011, 2012, 2013, jogos indies eram geralmente pra onde você ia quando os AAA não rodavam em seu PC, ou você não tava mais a fim de jogar a mesma coisa regurgitada anualmente pela Ubisoft/Activision/EA. Enfim, hoje em dia estão pedindo PC’s mais potentes pra jogos que rodariam no PS3…

O que isso tem a ver com o jogo de hoje? Nada. Enfim, a Zoo Corporation, famosa pela série Pretty Girls, esse ano parece que resolveu dar um tempo na mesma. Se algumas produtoras decidissem a mesma ideia e parassem de explorar as mesmas coisas todo ano… Só ver a quantidade de roguelites, ou de jogos que tem elementos de deckbuilding no Steam, e tu vai ver ao que me refiro. Enfim, dessa vez a inspiração veio dos Pentaminós, a mesma inspiração que Alexei Pajitnov teve para criar Tetris, lá em 1900 e não te interessa.

O que a Zoo fez? Bem, eles fizeram SETTRIS, que saiu agora dia 15 de Junho. E é sobre ele a análise de hoje… Sim, eu sei que está no título, só vendo se você presta atenção ou clica em qualquer coisa. Vamos lá.

Reprodução: ZOO Corporation

Frite o cérebro pra resolver os puzzles.

O jogo não tem história, nem algo visual para identificar com história, e não estou com saco o suficiente pra inventar uma história, então vou explicar como o jogo funciona. Ele possui dois modos, STAGE e Time Attack. No Stage, temos 80 estágios para completar, sem grilo, com todo o tempo do mundo e a única limitação é o seu cérebro (e as peças providas). O modo Time Attack, como o próprio nome diz, você faz as coisas com um timer… Ou algo do tipo. Pra ser honesto, eu não joguei o Time Attack mode, porque o Stage já era difícil o suficiente.

O jogo funciona como um tabuleiro de Pentaminó, mas nem sempre vai ser o tabuleiro padrão, porque o jogo não tem um tabuleiro padrão em si. Cada fase é um tabuleiro diferente, e você recebe peças variadas para preencher aquele tabuleiro em específico.

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Cada tabuleiro tem um conjunto de peças diferentes, que vão desde peças que usam 1 quadrado e vão se tornando mais complexas em tamanho e formato. As peças são de cores diferentes, e em algumas fases, peças de determinada cor precisam ser obrigatoriamente colocadas em certos pontos do tabuleiro. Isso é explicado no simples tutorial do jogo.

Você pode usar mouse, teclado, controle ou uma combinação dos 3, dependendo do que é mais confortável para você. Você pode rotacionar as peças em 90 graus ou espelhar elas com o toque de um botão. Algumas fases possuem obstáculos que precisam ser contornados. No geral, os controles funcionam sem problemas.

Reprodução: ZOO Corporation

Tedioso graficamente, trilha aceitável

Vou ser honesto, nesse jogo aqui… Dá pra mostrar a falta que a marca da série Pretty Girls faz, porque graficamente, SETTRIS é tedioso. O jogo não tem aquele humpf que outros jogos simples como o Pretty Girls Klonlike Solitaire, ou Pretty Girls Rivers tem. Você tem um cenário subaquático, peças e tal. E só. É tudo o que temos. As músicas são passáveis, nada memoráveis, mas passáveis. Todas elas são músicas copyright free.

Reprodução: ZOO Corporation

Um jogo decente, mas a marca das Pretty Girls fez falta

Nem todo jogo tem o dever de quebrar barreiras, desafiar padrões ou ser filmes de 20 horas que Youtubers glorificam, a verdade é que a maioria deles só quer ser divertido. SETTRIS é um desses jogos, mas a falta da marca Pretty Girls fez falta, porque não há um incentivo para completar esses quebra-cabeças. Talvez se você curta Pentaminós e quebra-cabeças, valha a pena uma jogada.

Nota Final: 7,5

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Settris está disponível para PC através do Steam e esta análise foi feita com uma chave de PC enviada pela Zoo Corporation.

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Pretty Girls 2048 Strike | 2048 Hardcore, ou algo do tipo https://www.arquivosdowoo.com.br/2022/12/04/pretty-girls-2048-strike-2048-hardcore-ou-algo-do-tipo/ https://www.arquivosdowoo.com.br/2022/12/04/pretty-girls-2048-strike-2048-hardcore-ou-algo-do-tipo/#respond Sun, 04 Dec 2022 13:08:31 +0000 https://www.arquivosdowoo.com.br/?p=12641 E estamos mais uma vez no final de ano, a época mais lazarenta pra quem trabalha no comércio. Claro, se tem lucros, mas a quantidade de filho da puta por metro quadrado que se vê, é imensa. E também é o primeiro fim de ano pós pandemia. Só que esse é um fim de ano […]

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E estamos mais uma vez no final de ano, a época mais lazarenta pra quem trabalha no comércio. Claro, se tem lucros, mas a quantidade de filho da puta por metro quadrado que se vê, é imensa. E também é o primeiro fim de ano pós pandemia. Só que esse é um fim de ano atípico, porque também tem UMA COPA DO MUNDO ROLANDO. Como todos sabem, está sendo realizada no Catar, um país no meio do deserto e quente pra caralho no período usual de copas (meio do ano).

Recentemente andei um pouco gripado, e dias atrás, mesmo tendo ido dormir 3 e meia da manhã como sempre , meu corpo me obrigou a acordar as sete da manhã e de quebra ver Irã e País de Gales, que dada a tradição dos dois países no futebol, seria candidata a me fazer dormir novamente. Mas foi uma partida melhor que o esperado, ao contrário de Inglaterra x Estados Unidos que foi completamente A Mimir.

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Deixando isso de lado, uma outra coisa que sabemos que acontece de tempos em tempos, é o lançamento de um jogo novo da série Pretty Girls, acho que cobrimos aqui no site todos os lançamentos da série em 2022. E é claro que agora no começo de dezembro está chegando mais um jogo da série.

Que mecânica eles vão utilizar em conjunto com as moças curvilíneas? Por quê diabos estou fazendo essa pergunta, se está no título desse texto? E qual a razão da Copa de 2026 ser realizada em TRÊS PAÍSES? Eu só tenho resposta para uma dessas perguntas, e a resposta você encontrará na nossa análise de Pretty Girls 2048 Strike.

Pretty Girls 2048
Reprodução: Zoo Coporation

Agora tem uma história, é sério! Ou quase isso.

A tribo dos demônios está a solta e causando muitas confusões. Que tipo de confusões? Considerando as responsáveis, deve ter a ver com coleta de um produto muito essencial para a sobrevivência da humanidade. Sim, falo dele, o poderoso leite Longa Vida. Isso deveria ser uma piada para sêmen, mas eu fiquei sem uma saída pra deixar a piada engraçada. Enfim, demônios (da garoa) a solta, causando diversos tipos de treta. Oh, e agora? Quem poderá nos defender?

EU! “O Chapolin Colorad…” Não, pera. Na verdade esse não é um jogo do Chapolin. Enfim, quem tem a tarefa de exorcisar as demônias peitudas é um grupo de quatro igualmente peitudas Espadachins Exorcistas, cada uma com distintas habilidades… E é isso.

Piadas a parte, dessa vez de fato temos algo próximo de uma lore em um jogo da série Pretty Girls, claro que nada é contado no jogo, de fato, nada é contado, eu tirei toda essa coisa do Press Release (e informações da página do jogo no Steam), mas finalmente é algo consistente e que eu não preciso tirar do cu… Ainda chegará o dia em que a série terá um jogo com uma história. Ou não.

Pretty Girls 2048
Reprodução: Zoo Coporation

2048, mas com um diferencial

Você lembra de 2048, um jogo de puzzle simples que tomou o mundo de assalto a alguns anos? Então, a base é quase a mesma, só que ao invés de um tabuleiro de 4×4, temos um tabuleiro de 5×5 espaços, e o objetivo é derrotar as demônias utilizando os blocos para causar dano nelas (as demônias são representadas por um bloco com uma barra de vida) com a mecânica do 2048 (blocos com numeração igual se juntam), e quando você arrasta um bloco na direção do bloco inimigo, o HP da demônia é reduzido.

Sim, não é o primeiro jogo comercial que usa a mecânica do 2048, já que Bone Marrow usa, mas assim como Bone Marrow tem seu diferencial pra mecânica, Pretty Girls 2048 Strike possui um sistema de habilidades que depende da personagem escolhida e pode mudar o curso de uma fase.

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A habilidade depende da barra de especial que começa cheia, e depois de usada, vai se enchendo a cada movimento do jogador. Só que pau que bate em Chico, bate em Francisco, porque as demônias possuem habilidades também. Elas vão enchendo a cada movimento seu, e possuem efeitos variados, elas podem destruir um bloco, ou impedir que o jogador faça um movimento em determinada direção, invocar elfas negras, e por aí vamos.

São cinquenta fases (10 por personagem), o que torna o jogo levemente curto, apesar das ultimas fases serem mais complicadas. Como fator replay, existe o modo infinito, onde o jogador precisa causar o maior dano possível antes que o tabuleiro fique cheio. Existem tabuleiros de 3×3, 4×4 (que é o padrão do 2048) e de 5×5 (que é o padrão do jogo). E, para o modo diorama, a única “novidade” são alguns outros adesivos que foram adicionados.

Reprodução: Zoo Coporation

Típica competência audiovisual da série Pretty Girls

Considerando a questão gráfica do jogo, temos os curvilíneos sprites das meninas, feitas pelo pessoal da Miel/Norn, posso dizer com orgulho que não joguei as novels de nenhuma delas.

Os cenários, igualmente competentes, também foram extraídos das novels, e alguns deles são reconhecíveis, devido a compartilhamento de cenários em comum de múltiplas novels. Os gráficos do jogo são simples, o suficiente pra mostrar os objetivos do jogo.

A parte de áudio, novamente, composições Royalty Free que casam ali com os momentos dos cenários, e se você assiste com regularidade as animações dominicais do Hololive (conhecidos como Hololive no Graffiti, ou Hologra), você vai reconhecer a música que toca no encerramento deles presente no jogo, na área da Dressing Room. As vozes, como de costume, removidas das novels e ficando um pouquinho fora de contexto as vezes.

Reprodução: Zoo Coporation

Conclusão

Se você está acostumado a 2048, Pretty Girls 2048 Strike é uma boa pedida, o jogo dá uma leve apimentada no conceito de 2048, embalado em um pacote legal. Possui uma jogabilidade simples, um objetivo fácil de se aprender e no total, vale seu dinheiro gasto.

Pretty Girls 2048 Strike está disponível para PC e essa análise foi feita com uma cópia digital gentilmente cedida pela Zoo Corporation.

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Pretty Girls Tile Match | Um dos títulos mais amigáveis https://www.arquivosdowoo.com.br/2022/10/04/pretty-girls-tile-match-um-dos-titulos-mais-amigaveis/ https://www.arquivosdowoo.com.br/2022/10/04/pretty-girls-tile-match-um-dos-titulos-mais-amigaveis/#respond Tue, 04 Oct 2022 16:15:52 +0000 https://www.arquivosdowoo.com.br/?p=12327 Vamos começar o texto de hoje, provando que eu preciso apostar na Mega Sena algum dia… Ou eu manjo de previsibilidades. Porque recentemente, a Capcom confirmou que o remake de Resident Evil 4 irá sair para PlayStation 4. Algumas pessoas dizem que o remake de RE 4 é desnecessário, porque o original é bom o […]

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Vamos começar o texto de hoje, provando que eu preciso apostar na Mega Sena algum dia… Ou eu manjo de previsibilidades. Porque recentemente, a Capcom confirmou que o remake de Resident Evil 4 irá sair para PlayStation 4.

Algumas pessoas dizem que o remake de RE 4 é desnecessário, porque o original é bom o suficiente e ainda é bonito. Eu não curto ele pelo excesso de cinza, marrom e roxo que me deixa deprimido pra caralho. É melhor que o filtro de mijo do Resident Evil 5, mas não por muito. Eu meio que previ o RE 4 Remake no PlayStation 4 baseado na situação que aconteceu com o Resident Evil Village People, vulgo Resident Evil 8. Foi a mesma coisa, anunciaram somente para a NOVA GERAÇÃO, e meses depois confirmaram que sairia pro Xbox One e PS4.

E o que temos mais pra comentar? Talvez a corrida de Cingapura da F1, que foi… Difícil de categorizar, porque ela foi metade Amimir e metade CAOS, LOBBY DE F1 ONLINE. A única coisa que se confirmou é a zica, de que o Charlinho Lelek não consegue ganhar uma prova que ele faz a pole. E o título do Super Max foi adiado, já que ele não teve uma prova tão boa assim.

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Posso também comentar que comecei a trabalhar em uma visual novel nova, já tenho o conceito dela pronto, assim como os personagens e os finais múltiplos dela. Não posso falar nada além disso porque ainda tem MUITA coisa que eu preciso fazer, antes mesmo de começar a história.

Enfim, existem coisas nessa vida que são imutáveis, como a morte, impostos e que de tempos em tempos, um novo título da série Pretty Girls chega as lojas. Estamos quase nos aproximando a marca de vinte títulos, com variados gêneros abordados. Alguns obviamente agradam mais que outros. No fim de setembro, chegou ao Steam, o mais novo jogo da série,  Será que ele vale seu tempo e dinheiro? Ou fica devendo, como qualquer jogo que tenha mahjong? Confira a nossa análise.

Créditos: ZOO Corporation

Tem pedras de Mahjong, mas não é chato

Eu não vou perder tempo inventando uma história dessa vez, sério, tem limite pra quantas piadas eu consigo fazer sobre histórias dos jogos da série Pretty Girls, então vamos ir direto ao ponto da jogabilidade, sim? Nela, temos um tabuleiro com peças de Mahjong, e assim como nos Pretty Girls Mahjong da vida, temos que limpar o tabuleiro tirando as peças, mas não é como nos PG Mahjong. Primeiro, é necessário tirar as peças em grupos de 3. As peças escolhidas, vão para a sua mão na parte inferior da tela. E você pode manter até seis peças na mão, mas se chegar a sete peças (e nenhum grupo de 3), é game over.

Como nos Pretty Girls Mahjong, tirando as peças do topo da tela, vamos liberando peças das partes inferiores do tabuleiro para serem escolhidas. O jogo tem um fator de tempo que vai adicionando um pouco de tensão nas partidas, apesar de não serem complicadas (tire um grupo de 3 peças e a barra de tempo volta ao topo). Cada uma das seis garotas possuem um total de 20 puzzles, totalizando 120 estágios no total. Os primeiros estágios são relativamente curtos e fáceis, levando de 20 a 50 segundos, mas fases mais complicadas com muitas peças podem levar de 4 a 5 minutos, fazendo desse um jogo para se aproveitar a conta gotas.

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Em termos de auxílio, esse é um dos jogos mais amigáveis, mesmo no Hard, onde há diversos auxílios, como o embaralhamentos de peças (se você achar que o posicionamento não te ajuda), desfazer a última jogada, guardar peças em uma mão secundária ou conseguir um conjunto de 3 peças automaticamente. E apesar de se alongar como o Pretty Girls Mahjong, as partidas individuais não cansam como no supracitado, já que elas tem uma natureza diferente.

Infelizmente não há um modo extra, como no Pretty Girls Breakout Plus, não se pode ganhar todas. Mas, assim como seus antecessores recentes, há sempre uma coisinha aqui e ali extra adicionada. Dessa vez, no modo diorama, você pode salvar e carregar seus dioramas. Não é grandes coisas, EU SEI, mas dá um Achievement, então não é um serviço jogado fora.

O jogo está disponível em Inglês, Espanhol, Japonês e Mandarim, fica a dica se precisarem de alguém pra traduzir pro português, só dizendo.

Tile Match
Créditos: ZOO Corporation

A mesma coisa de sempre

No departamento audiovisual de Pretty Girls Rivers, temos o esperado da série, com os sprites da Norn/Miel, meninas curvilíneas e tudo mais. Os cenários, também removidos dessas novels, são bonitinhos e tal. As roupas extras são utilizadas na segunda metade das 20 fases das garotas e em outras dificuldades. As mesmas são compradas com os pontos adquiridos, na seção de Vestiários do jogo.

As falas das personagens, são extraídas das novels, então no raro caso de você entender japonês, elas ficam totalmente fora de contexto, o que soa mais engraçado do que deveria. E por fim, temos a trilha sonora, composta de músicas Royalty Free. São músicas competentes, que se você tem interesse em colocá-las em seu jogo, é recomendado que dê uma procurada.

Pretty Girls Tile Match está disponível para PC e agradará quem quer um puzzle simples e casual com garotas bonitas. Ele não tenta ser mais do que é, e é por isso que eu o recomendo.

Essa análise foi feita com uma cópia digital de PC gentilmente cedida pela ZOO Corporation

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Pretty Girls Breakout! PLUS | Como fazer uma continuação https://www.arquivosdowoo.com.br/2022/07/30/pretty-girls-breakout-plus-como-fazer-uma-continuacao/ https://www.arquivosdowoo.com.br/2022/07/30/pretty-girls-breakout-plus-como-fazer-uma-continuacao/#comments Sat, 30 Jul 2022 23:26:45 +0000 https://www.arquivosdowoo.com.br/?p=12033 Quem diria que já temos até antes do título de hoje, dezesseis jogos da linha Pretty Girls nos últimos seis, sete anos talvez (eu não estou com saco pra pesquisar a data do primeiro). Claro, que eles começaram a sair numa época que eu já tinha parado de jogar no PC com seriedade (lembrando que […]

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Quem diria que já temos até antes do título de hoje, dezesseis jogos da linha Pretty Girls nos últimos seis, sete anos talvez (eu não estou com saco pra pesquisar a data do primeiro). Claro, que eles começaram a sair numa época que eu já tinha parado de jogar no PC com seriedade (lembrando que eu comprei meu PS3 em 2015), então eu só de fato pude jogá-los por conta das versões de consoles caseiros, portadas pela EastAsiaSoft.

Mas, de uns tempos pra cá, eu passei a jogar os mesmos em suas versões de PC, para ter a primeira experiência, e também porque os requisitos de pedido de jogo da EastAsiaSoft haviam aumentado (sem falar no Woovit e Keymailer quebrando as pernas de produtor de conteúdo pequeno) nas versões de console. E posso dizer que apesar da série continuar a mistura de jogos casuais simples com uma apresentação bonita ao redor, melhoras tem ocorrido de um título para o outro.

E agora, no fim de julho, o 17º jogo da série Pretty Girls chega, e é uma nova versão de um jogo que já falamos aqui no passado. Novamente, as Belas Meninas estarão ao seu lado para uma partida do clássico Breakout, ou Arkanoid, dependendo do seu jogo base favorito.

Sem mais delongas, confiram a nossa análise de Pretty Girls Breakout! PLUS (sim, em Caps).

Pretty Girls Breakout! PLUS
Reprodução: ZOO Corporation

Os Aliens de Burokku estão de volta

No último jogo, você subiu no robô, pegou seu bastão e destruiu os malditos alienígenas do planeta Burokku, que queriam raptar as meninas Youkai da cidade. Você, um bravo, destemido e vitaminado protagonista, ganhou descanso, dinheiro e dívidas… Tenho certeza de que um desses 3 “d’s” não é bom, mas enfim. Agora você era reverenciado pela cidade como um herói, estátuas foram erguidas em sua honra, feriados com seu nome foram feitos, e estavam até pensando em transformá-lo em protagonista de uma dessas visual novels adultas.

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Mas antes que esse alegre dia em que você receberia os royalties pelo jogo que certamente seria vendido a 5 reais no Steam quando uma publisher chinesa ofereceria um contrato barato a produtora original pra traduzir e lançar seus jogos no Steam, e receber análises negativas porque a publisher usou tradução automática e metade de suas falas não fazem o menor sentido, antes desse alegre dia chegar, a cidade foi atacada novamente pelos malditos alienígenas do planeta com nome semelhante a Bloco.

Dessa vez, eles não estão atrás de meninas Youkai, mas de pessoas normais. Só que antes que a coisa fique feia, você vai até o seu robô, que recebeu atualizações feitas por uma das youkais que você havia salvo e que convenientemente era uma cientista. Era hora de acabar de vez com aqueles alienígenas, definitivamente… Ou até a Zoo Corporation decidir lançar o Pretty Girls Breakout! SUPER TURBOP.S: Dessa vez eu não inventei o roteiro do nada, eu só continuei a baboseira que inventei pro Pretty Girls Breakout original XD

Pretty Girls Breakout! PLUS
Reprodução: ZOO Corporation

Breakout, como antes, mas melhorado

Se você está acostumado, já jogou ou ao menos viu algo relacionado a Pong, Arkanoid ou Breakout, vai entender de cara como funciona Pretty Girls Breakout! PLUS. Na parte superior da tela, você vai ter blocos que precisa destruir com rebatidas de sua bola. As roupas não mudam dessa vez, já que elas estão atreladas a algo que vou explicar melhor adiante.

Temos dois modos de jogo, o primeiro sendo o Pretty Battle, onde temos 7 garotas com 5 fases cada, e o segundo é um Endless Mode, com três outras garotas, com uma fase cada, e bem, vamos explicar esse Endless Mode em si. Basicamente, temos uma fase “infinita”, com blocos que vão descendo e o jogo termina quando os blocos chegam em um determinado ponto da fase. Nesse modo, suas vidas são infinitas, mas se a bola chega a parte de baixo, os blocos descerão um pouco.

Conforme se vai fazendo pontos, combos e tudo mais, a tela vai começar a descer em um ritmo mais rápido, ou a bola ficará mais rápido, dando um pouco mais de emoção a jogatina, e isso garante muito fator replay.

O jogo também recebeu melhorias em jogabilidade, já que agora é possível rebater as bolas tendo um lado específico em questão (esquerda ou direita), mas ainda é dependente de coisas como ângulo e tudo mais, e novos power-ups foram adicionados, como o BIG, que aumenta o tamanho das bolas, e o escudo, que protege o seu robô de um hit (embora esse tenha um bug, no momento em que escrevo, que o ícone de escudo continua depois de ter perdido o mesmo). Afora isso, os outros power-ups também continuam, seja a bomba, ou uma saraivada de tiros, mais bolas, o aumento do bastão, etc.

Reprodução: ZOO Corporation

Revisado, e com a lojinha

Em termos de design de fases, Pretty Girls Breakout! PLUS é menos babaca que o do Pretty Girls Breakout original, ainda vai ter o bloco em local esquisito, mas não vai ser tão difícil quanto lá. E os blocos gigantes, que precisam de 15, 20 ou 25 hits, foram adicionados.

Novamente, no momento em que escrevo essa análise, existe um possível bug na última fase, onde um dos inimigos vai ficar invencível, não podendo ser atingido, impossibilitando de terminar a fase, o que significou que eu tive que reiniciar a mesma. E uma última alteração que é uma faca de dois gumes, é que agora é possível determinar a velocidade inicial da bola, pra metade de sua velocidade, ou 150% da velocidade. Se por um lado, pode tornar a jogabilidade mais fácil com metade da velocidade, por outro, a bola lenta pode acarretar em um game over por time out, já que as fases tem limite de tempo de cinco minutos.

LEIAM – Pretty Girls Escape | Estratégia na hora de fugir

Como eu havia dito, dessa vez as roupas das meninas não são alteradas enquanto destruímos os blocos, dessa vez elas são exclusivas do Dressing Room, que traz o Diorama introduzido em Pretty Girls Rivers (ou foi no Four Kings Solitaire?) e a loja, introduzida em Pretty Girls Escape. A cada fase concluída, você ganha uma quantidade de pontos, que podem ser utilizadas para comprar roupas para as meninas, além de cenários para o modo diorama.

No modo Diorama, você pode adicionar quantas meninas couberem, alterar cenário, roupa, expressões faciais e adicionar adesivos (inclusive com mais adesivos do que em Pretty Girls Escape). Sim, isso são coisinhas pequenas, mas que considerando o todo na série Pretty Girls, são boas mudanças. Espero que um dia possam trazer o Naked Mode, ou ao menos traduzirem o jogo para português, já que nos jogos mais recentes (creio que começou no Pretty Girls Escape), foi adicionada uma tradução em espanhol. Se isso foi uma indireta? Não nego nem confirmo.

Reprodução: ZOO Corporation

Agradável aos olhos

É chover no molhado, falar sobre a parte audiovisual na série Pretty Girls, e Pretty Girls Breakout! PLUS não é uma exceção.

Durante o gameplay, obviamente a coisa é simples, com os sprites estando lá pra cumprir seu papel e as garotas bonitas complementam o visual. E não, não falo da balística das meninas, mas toda a questão estética, porque já devo ter dito isso uma vez (e tendo comprado muita coisa certo tempo atrás, tá mais do que confirmado), não é só colocar um gameplay simples e garotinhas bonitas no seu jogo, que ele vai ser automaticamente bom.

E esse é um trunfo da série Pretty Girls em geral, já que não são apenas duas coisas colocadas juntas, mas toda uma identidade visual que vai de menus a músicas. As meninas e cenários, vindas das novels da Norn/Miel são novamente, muito bem feitas, e algumas delas você deve ter visto em outros jogos da própria série Pretty Girls (as meninas do modo Endless você viu no jogo de Poker, que fizemos análise ano passado), e eu posso ou não ter visto alguma das outras meninas em alguma novel da Norn/Miel (na verdade, acho que não vi).

As músicas do jogo, é até chover no molhado falar disso, mas são composições royalty free, que ajudam a ditar o clima da jogatina. Só acho que deviam escolher umas músicas com loop, porque fica estranho quando uma música termina, entra aqueles dois segundos de silêncio, antes de recomeçar tudo. E como de praxe, as falas das meninas são tiradas das novels de origem delas, o que deixa as coisas sem o menor sentido.

Reprodução: ZOO Corporation

Um passo na direção certa

Eu to tentando a cinco minutos tentando pensar em como concluir o texto, mas enfim, vamos lá. Pretty Girls Breakout! PLUS pega a ideia de um jogo que eu não sou bom (Breakout), e com uns toques aqui e ali (modo infinito pra fator replay, novos power-up’s, opções de dificuldade, design de fases mais amigável), torna uma experiência muito mais acessível e agradável, tal qual uma continuação deve fazer.

Já vimos muitos casos onde jogos tiveram continuações pavorosas, mas este aqui não é o caso. Recomendado.


Pretty Girls Breakout! PLUS está disponível para PC, e esta análise foi feita com uma cópia gentilmente fornecida pela Zoo Corporation.

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Otoko Cross: Pretty Boys Mahjong Solitaire | Mahjong e Cross dressing https://www.arquivosdowoo.com.br/2022/06/04/otoko-cross-pretty-boys-mahjong-solitaire-mahjong-e-cross-dressing/ https://www.arquivosdowoo.com.br/2022/06/04/otoko-cross-pretty-boys-mahjong-solitaire-mahjong-e-cross-dressing/#respond Sat, 04 Jun 2022 14:10:54 +0000 https://www.arquivosdowoo.com.br/?p=11473 Eu não sei como abrir esse texto, sei que deveria falar um pouco sobre a subcultura do otokonoko (algo como filha homem ou garota homem), que ela tem raízes nos atores onnagata do Teatro Kabuki, atores esses aliás que tem que fazer um puta treinamento de maquiagem, atuação e movimentação feminina do Kabuki para as […]

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Eu não sei como abrir esse texto, sei que deveria falar um pouco sobre a subcultura do otokonoko (algo como filha homem ou garota homem), que ela tem raízes nos atores onnagata do Teatro Kabuki, atores esses aliás que tem que fazer um puta treinamento de maquiagem, atuação e movimentação feminina do Kabuki para as peças.

Mas enfim, basicamente, a cultura otokonoko tem muito a ver com a questão do crossdressing, no caso, homens se vestindo e maquiando para parecerem mulheres. A cultura otokonoko começou lá nos anos 2000, nos primórdios da internet moderna e se fortaleceu no fim daquela década, sua influencia aparecendo em animes e alguns jogos, muitas vezes em situações românticas ou eróticas.

E para trazer um pouco mais dessa cultura aos jogos, a publisher Eastasiasoft criou sua primeira ip original, Otoko Cross, e graças a expertise em portar os jogos da ZOO Corporation, desenvolveu o primeiro jogo da linha Otoko Cross em Otoko Cross: Pretty Boys Mahjong Solitaire, que saiu agora na segunda metade de Maio no Steam. Vamos ver se ele vale o seu tempo e dinheiro?

Otoko Cross
Reprodução: eastasiasoft

A história dos Rapazotes crossdressers, em um formato já conhecido

Assim como os jogos da série Pretty Girls, Otoko Cross: Pretty Boys Mahjong Solitaire não tem uma história em si, mas por incrível que pareça, o jogo oferece um background para os cinco rapazes estarem no Japão, o que é algo, especialmente se considerarmos que ao contrário das meninas da série Pretty Girls, que são retiradas de visual novels da Norn/Miel (que são parte da ZOO Corporation), os rapazes e seus sprites foram criados do zero.

E entendo que vocês não saibam jogar Mahjong, eu também não, então fiquem tranquilos, que apesar do nome do jogo conter mahjong em si, ele não tem tanto a ver com o pôquer chinês (Mahjong é chinês, né?).

O jogo funciona como um jogo de Mahjong Solitaire comum, você tem um tabuleiro com as peças de mahjong, divididas em camadas e você precisa remover essas peças em pares. Só que o progresso requer estratégia, tendo que saber que peças tirar pra não ficar sem peças.

LEIAM – Pretty Girls Four Kings Solitaire | Big Brain Game, Small Brain Player

Para os menos afortunados, o jogo possui um modo “fácil”, que não muda nada na jogabilidade, mas oferece 3 dicas das peças que podem ser removidas e 3 embaralhamentos das peças, mas o custo é que você não ganha pontos nas fases, para a leaderboard. Mas é uma concessão fácil de se fazer, o jogo não fica mais fácil, mas você tem mais chance de terminar as fases.

O jogo possui sessenta tabuleiros divididos pelos cinco personagens, cada personagem tem 4 etapas divididas essas em 3 estágios, sendo que no terceiro estágio, a roupa do personagem muda. Para liberar o quinto personagem, deve-se terminar os outros quatro.

Para os mais assanhadinhos e fãs de femboys, ao terminar os 60 tabuleiros, você libera o modo Naked, onde na terceira etapa de cada roupa do personagem, ao invés da roupa, o personagem ficará do jeito que veio ao mundo.

Otoko Cross
Reprodução: Eastasiasoft

Competente, mas as vozes…

No departamento audiovisual, bem, primeiro notar aqui que as vozes dos rapazes… Não sei, mas ocidentais falando japonês com aquele sotaque forte não me soou muito bom. Ainda que boa parte das tonalidades seja boa, o sotaque forte não ajuda.

Graficamente, é o que você espera de um jogo da linha Pretty Girls (apesar de Otoko Cross: Pretty Boys Mahjong Solitaire não ser um, você entendeu meu ponto), sprites originais bem feitos, bons cenários e uma apresentação decente, não muito do que reclamar.

A trilha sonora é composta de musicas royalty free, mas são ao menos musicas que combinam com os cenários e temática das etapas, nada soa fora do lugar.

Reprodução: Eastasiasoft

É mais do mesmo, tudo depende da sua apreciação da temática do jogo

A temática do jogo é provavelmente o que mais chama a atenção em Otoko Cross: Pretty Boys Mahjong Solitaire, porque de resto, apesar de não ser um título ruim, ele acaba sendo similar aos demais jogos de Mahjong Solitaire da série Pretty Girls. Mas seria mais interessante ver esses personagens em outros tipos de jogo.

Otoko Cross: Pretty Boys Mahjong Solitaire está disponível para PC, e com o lançamento para consoles previsto ainda para esse ano.

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Pretty Girls Four Kings Solitaire | Big Brain Game, Small Brain Player https://www.arquivosdowoo.com.br/2022/03/19/pretty-girls-four-kings-solitaire-big-brain-game-small-brain-player/ https://www.arquivosdowoo.com.br/2022/03/19/pretty-girls-four-kings-solitaire-big-brain-game-small-brain-player/#respond Sat, 19 Mar 2022 15:55:49 +0000 https://www.arquivosdowoo.com.br/?p=10369 Sei que parece repetitivo depois de ter dito uns dias atrás, mas JESUS AMADO, esse calor do Rio de Janeiro tá insuportável. Cadê as chuvas, o tempo fresco e ameno? Não tá dando, véi! Cinco horas atrás eu havia tomado banho (no horário em que escrevo isso, me refiro a meio dia) e acabei de […]

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Sei que parece repetitivo depois de ter dito uns dias atrás, mas JESUS AMADO, esse calor do Rio de Janeiro tá insuportável.

Cadê as chuvas, o tempo fresco e ameno? Não tá dando, véi! Cinco horas atrás eu havia tomado banho (no horário em que escrevo isso, me refiro a meio dia) e acabei de tomar outro. O clima na cidade tá tão quente que só de olhar pra fora de casa e ver o calor, eu fico cansado. Esses dias eu fui imprimir uns currículos, fiquei fora de casa uns vinte minutos talvez. Quando eu voltei, parecia que eu tinha caminhado por uma hora.

LEIAM – Fui entrevistado pelo canal do @Tandrilion

O calor tá brabo no nível, eu não consigo nem streamar direito porque o calor tira minha concentração. Se existe uma pessoa que gosta desse calor, essa pessoa tá mentindo. Ou ela é uma filha da p… O que isso tem a ver com o jogo de hoje? Absolutamente nada.

Mas, nesse dia 17 de Março, a Zoo Corporation lançou mais um jogo da série Pretty Girls, após o veloz (e divertido) Pretty Girls Speed. Intitulado Pretty Girls Four Kings Solitaire, o jogo traz uma variante diferente de paciência ao seu catálogo? Será que ele vale seu tempo?

Reprodução: Zoo Corporation

Reorganizando os Decks

A variante do Four Kings do jogo é a princípio difícil de se entender. Você tem um baralho de 52 cartas e precisa organizá-las em grupos de 13, sempre terminando com o rei (K). Na parte superior, a primeira carta da coluna estará lá, A, 2, 3 e 4. Essa carta representa a ordem que devemos colocar.

Explicando: O Ás (A) equivale a 1, então devemos organizar sequencialmente de 1 em 1, indo do A ao K. O 2, a sequência vai de 2 em 2, ou seja, 2, 4, 6, 8, 10, Q, A, 3, 5, 7, 9, J, K. O mesmo vale pro 3 e 4.

Dependendo da dificuldade escolhida, na parte de baixo da tela, haverão certos espaços para se colocar as cartas, essas cartas ficarão disponíveis pra uso após a carta correta ser posta nos espaços superiores. Dependendo da dificuldade, fica bem difícil administrar esses espaços.

Porém, para auxiliar um pouco no seu lado, auxílios existem, independente da dificuldade escolhida. Você pode re-embaralhar as cartas (preferencialmente quando não há mais nenhuma pra puxar do baralho) uma vez, e pode pegar até cinco cartas da parte inferior que possam ir para as colunas.

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As partidas podem ser rápidas, se você tiver um bom mouse e souber onde colocar as cartas (e também um RNG bom), mas no geral cada partida dura entre cinco e oito minutos com o timer da tela, mas esse tempo certamente é menor, já que cada auxílio acrescenta um tempo extra (20 segundos para cada carta tirada da parte inferior, e um minuto para reembaralhar).

Dessa vez, temos uma seleção com oito meninas, e cada uma delas com duas roupas diferentes. De cara, temos quatro meninas, sendo que as outras quatro são desbloqueadas com uma vitória nas dificuldades “Fácil”, “Normal”, “Difícil” e “Muito Difícil”, e as roupas extras são desbloqueadas com quantidades X de vitórias nessas dificuldades.

Ausente em Pretty Girls Speed, o modo de Diorama (visto em Pretty Girls Rivers) está de volta, com o jogador podendo visualizar as personagens em diversos cenários, e podendo alterar expressões e roupas das mesmas, além de colocar mais de uma no cenário.

Four Kings Solitaire
Reprodução: Zoo Corporation

Muito plot e composições agradáveis

A trilha de Pretty Girls Four Kings Solitaire (tente dizer isso três vezes seguidas, rapidamente, sem parar pra respirar. Difícil, né?) é aquele tipo de trilha que pode não chamar tanto a atenção, como alguns outros jogos da série (Pretty Girls Panic! me vem a mente), mas não desagrada, sendo uma boa companhia para as cerca de cinco horas que você passa com o jogo (pelo menos foi esse o tempo que me levou para completar todas as conquistas), porém como você joga várias vezes com determinadas garotas, acaba soando meio repetitiva ao longo do tempo.

As vozes, novamente, carecem contexto porque foram extraídas das visual novels de origem. Não que não não sejam bem executadas, mas são meio sem contexto, tipo aquele monte de áudio que alguns streamers soltam durante as lives ou possuem comandos pra isso.

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As personagens possuem um bom plot, se é que me entendem, extraídas das visual novels da Miel/Norn, mas que eu não joguei porque er… Além de estar sem grana pra comprar qualquer coisa, muitas das novels da empresa possuem tanto conteúdo e profundidade quanto um pires, sendo legítimos nukiges, o que não seria um problema se boa parte delas não tivesse a mesma premissa que deixa as coisas bastante previsíveis (qual o problema deles em fazer novels que não usem os mesmos 4 fetiches todo santo jogo?). Mas enfim, são sprites bem bonitos e destacáveis, e todas possuem balísticas massivas. (Se não entendeu o “balística”, vá jogar Resident Evil 4 e tudo fará sentido).

Os cenários são comuns as visual novels da empresa, você já deve ter visto em algum outro título.

São cenários estáticos muito bem feitos, mas com nada demais em relação a outros. Sim, esse parágrafo ficou curto, mas queria o quê? Eu não sou aquele cara que fica falando de paralax scrolling nos jogos, até porque desde que me entendo por gente, nunca liguei pra isso e não é agora que vou.

Four Kings Solitaire
Reprodução: Zoo Corporation

Para os pacientes, sortudos e inteligentes

Pretty Girls Four Kings Solitaire é mais um título que embrulha um jogo básico em uma embalagem bonita, tornando a experiência bastante agradável, ao menos se você curte jogos casuais.

Claro que eu gostaria de ver a Zoo Corporation tentando algo diferente, como foi com o jogo musical Beat Souls, ou o Roguelike Rogue Explorer, mas o público de jogos casuais ao menos está bem servido com este jogo de cartas.

Pretty Girls Four Kings Solitaire está disponível para PC.


Esta análise foi feita no PC com uma cópia digital do game gentilmente cedida pela ZOO Corporation.

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Pretty Girls Speed | Sem tempo pra conversa, irmão https://www.arquivosdowoo.com.br/2022/02/20/pretty-girls-speed-sem-tempo-pra-conversa-irmao/ https://www.arquivosdowoo.com.br/2022/02/20/pretty-girls-speed-sem-tempo-pra-conversa-irmao/#respond Sun, 20 Feb 2022 20:06:58 +0000 https://www.arquivosdowoo.com.br/?p=10110 Um tempinho atrás, eu zerei o Star Wars: Jedi Fallen Order (ou é Star Wars Jedi: Fallen Order?). Não sei, mano. Enfim, eu gostei do jogo e esse jogo me lembrou que nas mãos de gente competente, Star Wars pode ser divertido. Dito isso, baixei o outro Star Wars com single player disponível no EA […]

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Um tempinho atrás, eu zerei o Star Wars: Jedi Fallen Order (ou é Star Wars Jedi: Fallen Order?). Não sei, mano. Enfim, eu gostei do jogo e esse jogo me lembrou que nas mãos de gente competente, Star Wars pode ser divertido.

Dito isso, baixei o outro Star Wars com single player disponível no EA Pass. E amigos, Star Wars: Squadrons é um porre.

LEIAM – Jewel Match Atlantis Solitaire 3 – Collector’s Edition | Carteado a longo prazo

A história é desinteressante, os controles são ruins e o criador de personagens é uma bosta. O que isso tem a ver com o jogo da análise de hoje? Nada, mas era algo que eu precisava colocar pra fora.

A série Pretty Girls sempre ofereceu uma mistura de jogo simples com boa apresentação, sendo na maioria das vezes, jogos que você pode pegar e jogar no seu ritmo, e se desafiar tentando melhorar seus tempos. Ou em alguns casos, sua capacidade de blefar, como nos jogos de Poker.

Porém, em sua maioria, são jogos de desafio solo, com ameaças externas, em casos como PG Panic! e PG Breakout. Mas bem, dessa vez, a ZOO Corporation decidiu ir por um outro caminho com Pretty Girls Speed, o mais novo lançamento da série.

Pretty Girls Speed
Reprodução/ Zoo Corporation

 

Velocidade e precisão… E um pouco de estratégia

O cerne principal da jogabilidade de Pretty Girls Speed é parecido com o Jewel Match Atlantis Solitaire, você tem um deck de cartas e precisa acabar com ele, usando as cartas que estão no meio da tela, selecionando uma da sua mão que seja maior, ou menor que a carta da tela. A questão é que… Há uma oponente do outro lado que fará o mesmo, então você precisa ser rápido.

Você pode selecionar as cartas usando teclas de atalho (1, 2, 3 e 4), o direcional do controle ou o mouse. Como o adversário também vai fazer, você precisa ser rápido e preciso, porque um segundo de hesitação é tudo o que seu adversário precisa pra colocar uma carta do deck dele lá.

Quando nenhuma das cartas de sua mão e da mão adversária puder ser colocada no meio da tela, a próxima carta dos dois baralhos irá ser colocada automaticamente, dando a possibilidade da partida continuar.

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O modo principal consiste de 10 duelos, cada duelo decidido numa melhor de três, então no caso de você perder a primeira, há sempre a chance de recuperação.

As partidas tem um pouco de RNG envolvido nas cartas, mas não chega a ser um trabalho muito difícil vencer os dez duelos. E pode não parecer, mas a natureza veloz dos duelos é o que torna a experiência de Pretty Girls Speed, algo bem divertido, quase como se estivéssemos num jogo de luta.

Como modo complementar, existe um Modo de Desafio, com 100 níveis, constituídos de partidas únicas, com a dificuldade crescente, e neles a IA da CPU é mais hesitante do que no Modo de Batalha. Enquanto que no modo principal, a CPU é agressiva de cara, nos desafios, a IA vai ficando agressiva conforme avançamos.

Existe um pequeno toque de estratégia, especialmente nos momentos onde o jogo para porque não dá pra colocar cartas no monte do meio da tela, aí é necessário analisar que carta você vai colocar (quando há apenas a sua mão), e se ela vai ajudar seu oponente ou você pode continuar o combo.

Pretty Girls Speed
Reprodução/ Zoo Corporation

Um passo atrás no departamento gráfico

Em relação a Pretty Girls Rivers, o jogo definitivamente é um passo atrás, já que o modo Diorama não está presente. Não só isso, mas apesar de ainda contar com uma boa apresentação, ela é um pouco mais crua que o PG Rivers. Ainda temos os sprites das meninas, mas eles não aparecem o tempo todo, assim como os cenários.

A trilha sonora complementa bem a ação, não é chiclete como em PG Klondlike Solitaire ou PG Panic!, mas não chega a ser ruim. E as vozes, novamente são vozes extraídas das visual novels da Norn/Miel, que podem ou não fazer sentido dentro do jogo, provavelmente não.

Reprodução/ Zoo Corporation

Eu toparia uma versão com online vs pra dois jogadores

A natureza veloz de Pretty Girls Speed, é o maior destaque do jogo. É um jogo que você precisa de reflexos bons, um pouco de sorte e pensamento rápido. Num mundo ideal, teríamos esse jogo com um modo online com disputas entre dois jogadores.

Pretty Girls Speed é viciante, e apesar dos gráficos serem um passo atrás na série (assim como a falta de um modo de visualização/ diorama), é um jogo que recomendo pra quem quer algo diferente. Não chega a ser caro, então vale a pena a sua compra.

O jogo estará disponível a partir do dia 24 de fevereiro para PC.


Esta análise foi feita no PC com uma cópia do game gentilmente cedida pela ZOO Corporation.

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Pretty Girls Rivers | Mahjong a prova de idiotas https://www.arquivosdowoo.com.br/2021/12/09/pretty-girls-rivers-mahjong-a-prova-de-idiotas/ https://www.arquivosdowoo.com.br/2021/12/09/pretty-girls-rivers-mahjong-a-prova-de-idiotas/#respond Thu, 09 Dec 2021 20:20:51 +0000 https://www.arquivosdowoo.com.br/?p=9245 Eu não gosto de finais de ano. “Ah, mas é tempo de celebração blá blá blá” Você, leitor imaginário contrapõe. Eu tenho minhas razões pra odiar esse período do ano. Primeiro, tem a chegada do verão, onde aqui no Rio de Janeiro, o calor absurdo torna as coisas tão insuportáveis quanto uma tarde no Twitter, […]

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Eu não gosto de finais de ano. “Ah, mas é tempo de celebração blá blá blá” Você, leitor imaginário contrapõe.

Eu tenho minhas razões pra odiar esse período do ano. Primeiro, tem a chegada do verão, onde aqui no Rio de Janeiro, o calor absurdo torna as coisas tão insuportáveis quanto uma tarde no Twitter, exceto que o calor não vai atrás dos seus empregadores ou patrocinadores pedir seu emprego ou que cortem seu patrocínio.

Segundo, o volume de pessoas na rua. Isso era mais evidente quando eu tinha um emprego, mas Jesus Cristo de cascatinha, as compras de fim de ano deixam as ruas dos centros comerciais um caos, muita gente, que aliado ao calor… To suando só de escrever essas linhas.

LEIAM – Leisure Suit Larry: Wet Dreams Dry Twice | A saga molhada continua

Por fim, a quantidade de gente filha da puta que vai encher teu saco no seu local de trabalho (essa é especial pra quem trabalha com o público).

O fim de ano aumenta a quantidade de gente na rua, que acaba indo nos restaurantes Fast Food, o que causa filas, o que causa estresse. Amiguinho, se você está estressado não desconte no atendente. Ele provavelmente recebe menos que você, pra trabalhar muito mais. Mas ainda assim, vai ter aquela pessoa escrota, aquele Joselito que vai querer causar encrenca com atendente de lanchonete, caixa de supermercado, etc.

O que isso tem a ver com o jogo, você pergunta? ABSOLUTAMENTE NADA.

Eu só queria poder desabafar meus problemas com o fim de ano. Enfim. A ZOO Corporation continua lançando títulos da série Pretty Girls, que mistura gameplay simples e fácil de aprender, como Breakout, QIX e Paciência, com uma apresentação bonita, graças as visual novels da Miel/Norn (que são parte da ZOO Corporation também).

Agora, no começo de dezembro, eles lançaram o mais novo jogo da série, Pretty Girls Rivers. Confira a nossa análise.

Infelizmente não tem nenhum Rio aqui

Piada óbvia, eu sei, mas o texto é meu, então aguente, paisano. O jogo é baseado na variante Shisen-Sho (Quatro Rios, ou Rivers) do Mahjong. Mas não se preocupe se você não sabe jogar Mahjong, porque eu também não sei, e pretendo continuar assim. Enfim, a variação Shisen-Sho é um bocado semelhante a variação Solitaire (que é bastante utilizada pela ZOO Corporation em seus jogos), no caso, você tem um tabuleiro de peças de Mahjong e precisa limpar ele, tirando as peças em pares.

Mas ao contrário da Solitaire, onde você tem uma pirâmide e pode tirar os pares de qualquer lugar, desde que as peças estejam livres, na Shisen-Sho, as peças precisam estar, ou próximas uma da outra (vizinhas), ou ligadas por até no máximo de três curvas.

O que isso representa? Um desafio, porque nem sempre a jogada de retirar as peças mais óbvias é a correta, pois mais adiante, conforme o tabuleiro vai esvaziando, duas peças podem acabar não podendo ser removidas e aí é fim de jogo.

LEIAM – Pretty Girls Breakout! | Waifus e bolinhas rebatendo

Apesar de tudo, o jogo é bem generoso. Na dificuldade normal, você tem um tempo pra remover as peças e cada par que você remove, a barra de tempo volta um pouco, então, você precisa ser mais burro do que eu (o que é difícil) pra perder por tempo. O jogo começa com tabuleiros pequenos e simples e as coisas vão ficando mais complexas a medida que se avança no jogo.

Em termos de controle, ao contrário do Pretty Girls Breakout, onde o teclado/controle era superior ao mouse na hora de jogar, aqui a recomendação é usar o mouse porque é mais rápido de movimentar do que um ponteiro controlado pelo joystick.

Caso você tenha dificuldades em passar de fase, você pode entrar no Easy Mode, que remove o combo e a limitação de tempo, e adiciona três dicas (que indicam os possíveis pares no tabuleiro) e três embaralhadas das peças. Porém isso tem um contraponto, caso você jogue no Easy, não desbloqueará os Achievements.

A estrutura do jogo é semelhante a de outros jogos da série Pretty Girls, mas ao contrário de outros jogos, onde temos que desbloquear as garotas restantes, aqui, todas são desbloqueadas logo de cara. Você tem as garotas, e em cada estágio delas, você desbloqueia uma roupa diferente.

Cada estágio em si é composto de quatro rodadas, com a dificuldade e tabuleiro aumentando a cada round. No fim das contas, acaba tendo um ótimo fator replay, porque você vai acabar voltando, seja pra tentar pegar os achievements, se terminou as fases de uma garota no Easy, ou simplesmente porque quer ver o quão rápido você é.

E, assim como outros jogos da série, a Dressing Room está presente em Pretty Girls Rivers, mas aqui há uma novidade (até onde eu sei). Ao invés de ter somente a opção de ver os sprites das meninas, aqui é possível fazer uma espécie de Diorama, escolhendo o cenário e colocando mais de um sprite, com expressões faciais diferentes.

É algo bobo, não acrescenta tanto em termos de jogabilidade, mas considerando que os jogos da série são básicos nesse aspecto (diabos, o jogo de Texas Hold’ Em que analisamos um tempo atrás, nem Dressing Room tinha), é um avanço. Nesse ritmo, quem sabe no próximo ano teremos histórias de verdade nos jogos, e eu não precise inventar uma.

Pretty Girls Rivers

O esperado de jogos da série Pretty Girls

No departamento audiovisual de Pretty Girls Rivers, temos o esperado da série, com os sprites da Norn/Miel, e que eu terminei pelo menos novels com três das personagens aqui disponíveis. Os cenários, também removidos dessas novels, são bonitinhos e tal.

As falas das personagens, são extraídas das novels, então no raro caso de você entender japonês, elas ficam totalmente fora de contexto, o que soa mais engraçado do que deveria. E por fim, temos a trilha sonora, composta de músicas Royalty Free, de diversos sites japoneses.

São músicas competentes, que se você tem interesse em colocá-las em seu jogo, é recomendado que dê uma procurada.

Pretty Girls Rivers

Conclusão

Pretty Girls Rivers agrada quem quer um puzzle simples e casual com garotas bonitas. Ele não tenta ser mais do que é, e é por isso que eu o recomendo. O jogo encontra-se disponível para PCs.


Essa análise foi feita com uma cópia digital de PC gentilmente cedida pela ZOO Corporation.

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Pretty Girls Breakout! | Waifus e bolinhas rebatendo https://www.arquivosdowoo.com.br/2021/10/16/pretty-girls-breakout-waifus-e-bolinhas-rebatendo/ https://www.arquivosdowoo.com.br/2021/10/16/pretty-girls-breakout-waifus-e-bolinhas-rebatendo/#respond Sat, 16 Oct 2021 08:00:35 +0000 https://www.arquivosdowoo.com.br/?p=8449 Mais uma vez, estamos naquele estágio das análises que eu não consigo pensar num título pra análise e estou completamente sem ideias pra introdução do texto, mas, enfim, ultimamente tenho aguardado pra ver se o Diogo (Nota do editor: Tudo em seu tempo, calma) arranja algum jogo aleatório pra mim, mas enquanto isso, vou vendo […]

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Mais uma vez, estamos naquele estágio das análises que eu não consigo pensar num título pra análise e estou completamente sem ideias pra introdução do texto, mas, enfim, ultimamente tenho aguardado pra ver se o Diogo (Nota do editor: Tudo em seu tempo, calma) arranja algum jogo aleatório pra mim, mas enquanto isso, vou vendo o que consigo pro site.

Sim, tenho contato com coisas aqui e ali (como basicamente os últimos dois meses de análises), mas ainda assim… Anyway.

Talvez eu esteja só um pouco deprimido porque meu headset morreu e não posso fazer streaming, meu PC esteja uma merda e não rode as coisas muito bem e minha internet não decide se fica lenta ou rápida.

Sim, basicamente estou em um estado de plena “putitude” (nem sei se essa palavra existe ou alguém mais inventou) e um pouco de frustração. Não, não é um pouco de frustração, é MUITA frustração.

LEIAM – Limited Run e a paixão por jogos em mídia física

Além de tudo isso, um dos jogos que “recebi” (nem tanto recebi porque é um F2P), não abre direito, e nem pude fazer Stream dele. Por isso não gosto de visual novels feitas na Unity. Enfim.

Sabemos que quando tudo está ruim, uma das coisas que acalma o sujeito é sexo, tanto que na lista de jogos terminados (que vai estar no meme de fim de ano), você verá que no período que escrevi essa análise, eu havia terminado alguns eroges.

Pois é. E uma dessas eroges, foi produzida pela Miel/Norn, cujos sprites são licenciados pela Zoo Corporation para fazer os jogos da série Pretty Girls, e o mais recente jogo deles, Pretty Girls Breakout acaba de chegar ao STEAM, agora no fim de setembro.

Será que ele vale seu dinheirinho?

O Ataque dos Alienígenas

A cidade está sendo atacada pelos alienígenas do planeta Burokku, e eles querem não somente destruir a cidade, mas roubar as youkais e meio humanas que habitam o local. Cabe a você subir no robô, pegar seu bastão e destruir todos os blocos e naves que cruzarem seu caminho.

E por alguma razão, as roupas das meninas vão se alterando, conforme você destrói seus inimigos, talvez elas fiquem excitadas, talvez queiram lhe incentivar. Mas, como bom guerreiro, você deve lutar bravamente sem desistir. Pelas GAROTAS!

Não, o jogo não tem roteiro, eu to escrevendo esse texto duas e meia da manhã e to tirando essas coisas do rabo.

Ei, J.J. Abrams fez o mesmo com Star Wars, e “O Despertar da Força” gerou 2 bilhões de lucro pra DISNEY. Só que ele tinha cocaína no processo.

Acho que estou desviando demais do jogo…

Eu sou horrível em Breakout

Pretty Girls Breakout

Se você já jogou Pong, Arkanoid ou Breakout, deve saber como funciona o jogo. Na parte superior da tela você tem bloquinhos que precisa destruir com rebatidas de sua bola. Conforme a destruição dos blocos vai aumentando, a roupa das meninas começa a mudar.

A princípio, o layout das fases de Pretty Girls Breakout são simples, mas conforme se avança, as coisas vão ficando mais complexas. Desde blocos de metal que não são destruídos, a proteção para os blocos (precisando de mais de uma rebatida) até inimigos que disparam contra você (cujos tiros podem ser rebatidos). Você possui cinco vidas para passar de fase, e as vidas são perdidas de duas maneiras: quando a bolinha que você deve rebater chega a parte de baixo da tela, ou se você for atingido por um projétil.

LEIAM – Pretty Girls Panic! | QiX com as waifus na praia

Porém, assim como Arkanoid e similares, você tem POWER UPS que pode coletar, desde os contidos em blocos especiais, a alguns que podem estar em blocos comuns aleatórios. Eles incluem uma bomba, bolas extras, uma série de disparos automáticos, desaceleração dos projéteis, aumento no tamanho do bastão e uma barreira abaixo do seu personagem que aguenta até cinco ataques.

É difícil pra mim falar sobre dificuldade nesse jogo por um único motivo; EU SOU UMA ABSOLUTA DROGA em Breakout, mas a curva de aprendizado me parece bastante justa, a ponto de nas últimas fases, eu ter proferido tantos impropérios quanto um marinheiro irlandês.

Em termos de controle, você pode jogar tanto com controle (o jogo vem com a HUD do Xbox já preparada), ou com teclado e até mesmo o mouse pode ser usado, embora recomende o mouse somente se for jogar em tela cheia porque se você for estabanado feito eu, vai acabar clicando fora da janela.

Belo pacote (e não, não é um trocadilho pra peitos)

Pretty Girls Breakout

Pretty Girls Breakout é um jogo bonito de se ver. A parte de gameplay é relativamente simples, com os sprites estando lá para cumprir o papel, mas as garotas bonitas compensam e o pacote em geral, é bem agradável visualmente. E não estou falando só dos atributos das meninas, mas toda a questão estética, porque não é só você colocar um gameplay simples e garotinhas bonitas no seu jogo que ele automaticamente vai ser bom.

A questão da identidade visual ajuda, e a série Pretty Girls consegue fazer isso muito bem. E sobre as meninas, não há como errar com os sprites das novels da Miel/Norn. E comentando sobre isso, na primeira vez que me deparei com o material (lá em Pretty Girls Klondlike Solitaire), eu estranhei o fato de justamente serem sprites de novels da Norn/Miel… Até descobrir que a Norn/Miel são parte da Zoo Corporation, minha cabeça explodiu. Pois é, quem diria, Robin.

As músicas do jogo, como de praxe, composições royalty free, ditam o clima da jogatina, ainda não superam as músicas escolhidas pro Pretty Girls Panic, mas são ideais pro tipo de jogo que se está jogando. E como já é de praxe as falas das meninas são tiradas das novels de origem delas.

Se gosta de Breakout, jogue

Pretty Girls Breakout

Eu não sou muito bom em Breakout/Arkanoid, meu timing pra rebater sempre foi péssimo, mas Pretty Girls Breakout! é uma experiência bem divertida, especialmente se você curte jogos com a pegada mais arcade.

A curva de dificuldade é boa e o pacote em geral é visualmente agradável.

O jogo está disponível para PC, essa análise foi feita com uma cópia digital de PC gentilmente cedida pela Zoo Corporation.

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