Arquivos Uncharted - Arquivos do Woo https://www.arquivosdowoo.com.br/tag/uncharted/ Um pouco de tudo na medida certa Sun, 31 Oct 2021 21:39:08 +0000 pt-BR hourly 1 https://wordpress.org/?v=6.9 https://www.arquivosdowoo.com.br/wp-content/uploads/2020/12/cropped-logo-150x150.png Arquivos Uncharted - Arquivos do Woo https://www.arquivosdowoo.com.br/tag/uncharted/ 32 32 O que eu joguei em 2020 | Geovane Sancini https://www.arquivosdowoo.com.br/2021/01/13/o-que-eu-joguei-em-2020-geovane-sancini/ https://www.arquivosdowoo.com.br/2021/01/13/o-que-eu-joguei-em-2020-geovane-sancini/#comments Wed, 13 Jan 2021 22:01:43 +0000 https://www.arquivosdowoo.com.br/?p=6600 Esse ano de 2020 foi pra se esquecer, muita coisa aconteceu, o mundo mudou, mas uma coisa não mudou… A minha paixão por videojogos. Sim, teve a pandemia, mas não é como se muita coisa tivesse mudado para mim (exceto nas raras ocasiões onde eu saía, eu precisava usar a máscara), já que eu estava […]

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Esse ano de 2020 foi pra se esquecer, muita coisa aconteceu, o mundo mudou, mas uma coisa não mudou… A minha paixão por videojogos.

Sim, teve a pandemia, mas não é como se muita coisa tivesse mudado para mim (exceto nas raras ocasiões onde eu saía, eu precisava usar a máscara), já que eu estava em casa desde 2018.

Então eu zerei bastante jogos, não vou lembrar exatamente de todos porque eu parei de contar, mas confiram a lista do que eu joguei em 2020.

Persona 5 (PS4)

Não foi exatamente a primeira vez que finalizei Persona 5, havia feito isso em 2019, mas fiz um New Game+ logo no começo de 2020, porque não tem coisa melhor que chutar o rabo de todo mundo com as melhores fusões. Persona 5 é um excelente jogo, e não por acaso é meu jogo favorito ever.

Não, não é exagero.

Fist of the North Star: Lost Paradise (PS4)

Aproveitei uma promoção onde o jogo estava com 75% de desconto para finalmente comprar o Yakuza de Hokuto no Ken.

Tendo apenas o início do jogo como reprodução da obra original, com partes do roteiro original adaptadas em torno de um local fictício (para a série), o jogo entrega diversão ao estilo Yakuza para os fãs de Hokuto no Ken.

Se o jogo tem um problema, é um em geral da série Yakuza, onde o ritmo do jogo fica maçante nos últimos 20% do jogo, mas ainda assim é um jogo bem divertido e vale a pena.

Mighty Morphin Power Rangers: Mega Battle (PS4)

O que joguei

Tudo o que você precisa saber sobre esse jogo, que ficou exclusivo nos consoles, é que ele é chato pra cacete.

Fracassa como beat’em up e fracassa como jogo dos Power Rangers. Se você tiver a oportunidade de jogá-lo, evite.

Pac-Man Arrangement (GBA)

O que joguei

Eu descobri esse jogo completamente por acaso quando narrei a Summer Games Done Quick 2020 e precisei cobrir um tempo de quinze minutos entre duas runs que não havia comentarista no restream. É uma variação interessante e divertida de Pac-Man e dá um tempo de jogatina interessante. Eu recomendo bastante.

Sonic Advance 2 (GBA)

O que joguei

No Game Boy Advance, é o melhor Sonic, se é o melhor Sonic portátil, é discutível. Mas é um dos melhores, com gráficos e jogabilidade afiadíssimos, pena que a trilha sonora de GBA… Er, quanto menos eu falar sobre meu desgosto com música do GBA, melhor.

Power Rangers Wild Force, Ninja Storm, Dino Thunder e S.P.D. (GBA)

O que joguei

Dos jogos de Power Rangers no Game Boy Advance, Ninja Storm é o melhor e cada jogo é único em si, mas isso não significa que eles são memoráveis. São passatempos rápidos pra uma tarde. Coloquei os quatro num único item pra economizar linhas porque eu não sei se conseguiria falar muito sobre eles.

112th Seed (PS4)

O que joguei

112th Seed é um índie brasileiro que foi portado dos celulares para os consoles pela publisher EAST ASIA Soft. É uma mistura de puzzle com plataforma que vai fazer o jogador fritar o cérebro, especialmente se ele for burro feito eu (frase essa que quem leu meus reviews de Metamorphosis e do próprio 112th Seed já conhece). Uma diversão rápida pra quem curte o gênero.

Blaster Master Zero (PS4)

O que joguei

Fantástico remake/reboot do clássico do NES, e tive a honra de apresentar uma speedrun na última Brazilians Against Time. Com controles refinados e gráficos lindos, é um jogo que vai fazer você penar pra conseguir o final verdadeiro (e passar por um certo ponto do jogo).

Blaster Master Zero 2 (PS4)

O que joguei

Ao contrário do BM Zero, que é correlacionado ao Blaster Master original, BM Zero 2 não tem nada a ver com o horrendo Blaster Master 2, sendo uma continuação direta de BM Zero. Com um escopo muito maior, e sendo mais leniente em relação ao true ending, é um jogo tão bom quanto seu antecessor.

Bloodstained: Curse of the Moon (PS4)

O que joguei

Vergonha pro Sancini. Apesar de ter comprado o jogo um milênio atrás, só fui terminar mesmo (true ending da segunda campanha) logo depois de eu ter terminado o segundo jogo.

Depois de comer o diabo que o pão amassou no Curse of the Moon 2, a etapa final de Curse of the Moon foi um passeio no parque.

Você sabe que o estresse é grande quando uma etapa dificílima é chamada de passeio no parque.

Bloodstained: Curse of the Moon 2 (PS4)

O que joguei

Eu sou um hipócrita. Quando vi o preço de lançamento de Curse of the Moon 2, eu disse: “vou esperar uma promoção, 61,50 tá caro”.

Na semana seguinte eu comprei o jogo. Enfim, CotM 2 melhora muitas coisas de seu antecessor… E aumenta a dificuldade, o que pra alguém que sempre foi um pereba em Castlevania clássico (ou Castlevania em geral, ou em videogames no geral) é uma tormenta. E olha que estamos falando da dificuldade mais baixa.

Gal*Gun: Double Peace (PS4)

O que joguei

É um híbrido de visual novel e on-rail shooter dos mesmos criadores da série Gunvolt, o que diz muito sobre a versatilidade da Inti Creates, é um jogo bobinho e você vai passar parte do playthrough rindo dos absurdos. E só depois de jogá-lo, eu entendi o boss de Gal Gun que está em Mighty Gunvolt.

F1 2019 (PS4)

O que joguei

Uma das coisas que a pandemia fez, foi cancelar todos os esportes no momento de pico, o que levou muitos fãs de automobilismo a assistirem a corridas virtuais, e essas corridas levaram a muitos comprarem os jogos.

Admito, que faltando um mês pro lançamento do F1 2020, só comprei o F1 2019 porque estava em promoção por 75 reais.

Valeu a pena, e passei horas e horas dirigindo. Pena que joguei meu progresso no lixo quando saiu o F1 2020.

F1 2020 (PS4)

O que joguei

Eu falei tudo o que tinha pra falar sobre o F1 2020 na mega análise que fiz do jogo. Resumindo: Se você é fã de F1, compre o jogo (ou dependendo do preço, algum dos anteriores).

Kotodama: The 7 Mysteries of Fujisawa (PS4)

O que joguei

Um híbrido de visual novel e puzzle 3-match… Onde eu já vi isso? Ah sim, Hunie Pop! O jogo é um clone de Hunie Pop, sendo que enquanto Hunie Pop é mais viciante com seus puzzles, Kotodama tem o lado visual novel melhor executado. Compre em uma promoção.

Megadimension Neptunia VII (PS4)

O que joguei

O mais recente episódio canônico da série Neptunia. Eu já havia terminado ele algumas vezes, mas tenho sempre que voltar a jogá-lo por conta de meu trabalho como speedrunner. É um RPG bem divertido.

Megadimension Neptunia VII-R (PS4)

“Remake” de Neptunia VII, comprei em uma promoção. E a despeito das melhoras gráficas e do modo VR (que não precisa de óculos VR e é mais inocente do que você pensaria), a jogabilidade sofreu uma leve perda, ficando mais difícil e com sistemas mais complicados.

Milo’s Quest (PS4)

Indie BR que saiu para consoles este ano. É um jogo meio puzzle, meio adventure bem simpático, que não tenta ser além do que é. É básico e dá pra divertir, além de ser uma platina rápida.

Nekopara Volumes 0, 1, 2, Extra, 3 e 4 (PS4 e PC)

Não dá pra negar que eu curto Nekopara, é uma série simples sobre o crescimento e amadurecimento das gatinhas dos Minaduki.

O quarto volume dá um giro de 180 e o foco principal é no crescimento do próprio Kashou, a análise do volume 4 sai em breve, eu só preciso terminar a versão +18 do jogo. (Obrigado Chora_BR pelo Nekopara Volume 4 BTW).

Omega Quintet (PS4)

É um RPG típico da Compile Heart, então espere cutscenes no estilo visual novel e requerimentos ultra específicos para fazer o True Ending.

A temática dele é de idol com os trajes das personagens lembrando um pouco Sailor Moon. Não vai mudar sua vida, mas não é ruim. O rejoguei, mais uma vez, por conta de speedruns.

Phantom Breaker: Battlegrounds – OVERDRIVE – (PS4)

Beat’em up spin-off do jogo de luta Phantom Breaker, ele utiliza o sistema de planos (como em Guardian Heroes) e os gráficos lembram um pouco Scott Pilgrim.

A princípio ele pode ser difícil por conta do sistema de níveis, mas depois que se pega a prática, é um jogo divertido. Outro que rejoguei por conta de speedruns.

Sigi – A Fart for Melusina (PS4)

Imagine um jogo que tem influências de Super Mario World, Donkey Kong Country e Ghouls and Ghosts.

Agora imagine que esse jogo não faz nada disso direito. Esse é Sigi: A Fart for Melusina, um platformer indie que a não ser pela gimmick dos peidos, é um jogo esquecível. Não é uma catástrofe, só é esquecível. Rejogado para speedruns.

Mighty Gunvolt (PS4)

Mighty Gunvolt foi o primeiro jogo que apresentei em uma maratona internacional e numa nacional. É um jogo mega simples, com cinco fases e três personagens selecionáveis.

A versão de PS4 só está disponível no Japão, mas você pode aproveitar a versão de PC no Steam. É uma diversão curta e barata. Novamente, rejogado para speedruns.

King of Bali (PC)

Tudo o que tinha pra falar sobre esse pedaço de bosta, falei no meu texto de Máscara Ômega.

.hack//G.U. Last Recode (PS4)

Versão remasterizada da trilogia .hack G.U., no geral, três jogos divertidos e com pequenas melhorias que podem fazer valer a pena a compra numa promoção.

Ah, o jogo vem com um quarto volume, que funciona como um epílogo e adeus ao mundo de G.U.

Croixleur Sigma (PS4)

É um jogo indie japonês com um ritmo bem veloz, e só recentemente consegui chegar ao final verdadeiro dele. É divertido, mas muito punitivo. Disponível também para Vita e PC.

Guacamelee! 2 (PS4)

Guacamelee! 2 é mais do mesmo em relação ao primeiro jogo, tanto para o melhor (já que muitos aspectos do primeiro jogo são melhorados), quanto para o pior, já que assim como o primeiro Guacamelee!, a dificuldade do jogo aumenta absurdamente no trecho final do jogo, culminando numa boss battle final broxante.

E os requerimentos para o True Ending, assim como no jogo anterior, são pra causar úlcera.

Kingdoms of Amalur: Re-Reckoning (PS4)

Kingdoms of Amalur tem um universo interessante e muitas coisas legais. A jogabilidade é firme, apesar das falhas e o remaster tem loadings irritantes, mas no geral, uma experiência positiva, apesar dos gráficos datados.

LEIAM – Kingdoms of Amalur: Re-Reckoning | Re-Remaster [CARREGANDO…] da-datado?

Espero que a THQ traga mais desse universo, de maneira melhorada.

Dogurai (PS4)

Dogurai é um jogo brasileiro simples e objetivo. Ele tem algumas falhas de design que tiram um pouco do brilhantismo, mas no geral não faz feio.

LEIAM  – Dogurai | Indie brazuca bom pra cachorro | Arquivos do Woo

Exceto a musica repetitiva e algumas paletas de cores escolhidas pras fases que irritam. Não é ruim, mas podia ser melhor.

Nippon Marathon (PS4)

Quatro palavras pra definir Nippon Marathon: ESSE JOGO É FEIO.

Woodle Tree Adventures (PS4)

Esse jogo havia me deixado com trauma no PC, agora ele pode me causar trauma em 1080p no PS4. HOORAY!

Esse jogo continua tão ruim quanto no PC. leiam aqui.

Ramen no Oujisama (PC)

Eu acompanho o desenvolvimento dessa visual novel desde 2016, ou 2017, e recentemente saiu uma atualização que traz uma rota secreta que todos pediam (mas ainda está com poucos capítulos concluídos).

Eu fiz uma thread no twitter ranqueando as rotas do jogo e uma análise da versão semi-mais recente aqui. Recomendo a novel, principalmente porque ela é gratuita.

Love³ (PC)

Love cube é uma novel típica da Nekoworks, então espere encontrar personagens adoráveis, e também espere encontrar cenas adultas como as de Nekopara. Você pode ler minha análise para saber o que penso do jogo.

Mortal Shell (PS4)

Quero saber o que eu fiz pro Diogo jogar todo souls-like que chega pra gente analisar no meu colo, porque eu sou um pereba no gênero.

Enfim, Mortal Shell é um jogo interessante, e apesar do combate ser desajeitado, pode acabar agradando.

LEIAM – Mortal Shell precisa de um modo easy urgentemente

O sistema de shells dele substitui as tradicionais builds iniciais de um Dark Souls da vida, e você pode ler a minha análise pra saber mais sobre ele.

Metamorphosis (PS4)

Brain does not work (error 404 Sancini Brain not found)

Pixel Devil and the Broken Cartridge (PS4)

Imagine um jogo que tem influências de Mega Man, DuckTales e Quackshot. Agora imagine que esse jogo não faz nada disso direito. Esse é Pixel Devil and the Broken Cartridge, um platformer indie… “Peraí, Sancini, você copiou e colou isso do Sigi, não foi?”

Exato, voz da minha cabeça! E não foi só pra poupar tempo de escrever uma piada diferente, mas enfim. Ao contrário de Sigi, Pixel Devil é ruim, além de esquecível.

Oral Lessons with Chii-chan (PC)

Eu conheci o jogo por causa dos OVA’s baseados nele que foram lançados anos atrás. E é uma novel decente e mostra de quantas maneiras diferentes uma menina pode te dar prazer sem haver sexo em si…

É tudo o que posso dizer, além de: Leia minha análise da novel.

Em um momento pessoal: Na busca por imagens para esse artigo, na busca do Duck Duck Go, haviam lá imagens do nosso review.

Project Cars 2 (PS4)

Outro daqueles jogos que só comprei porque estava numa promoção.E honestamente, Project CARS 2 é uma caixinha de sortidos em termos de dirigibilidade.

Alguns carros são tranquilos de se dirigir, enquanto que outros, digamos que eu já encontrei caixas de sapato mais fáceis de pilotar. (E sim, essa é uma referência a uma análise antiga do meu blog do Burnout de Nintendo DS). Não sei se eu recomendaria.

Uncharted: Drake’s Fortune (PS4)

Ao mesmo tempo em que reconheço que o estilo “Sessão da Tarde” descompromissado de Uncharted tenha seus méritos, a série deixa um gosto amargo porque definitivamente não é pra mim.

Curiosamente, ao contrário de 95% dos jogadores de Uncharted, eu preferi o primeiro jogo ao segundo.

Hunie Pop (PC)

Obrigado ao Chora_BR pelo presente. Apesar de ter obviamente foco nas garotas a se conquistar, o que vai te pegar em Hunie Pop é justamente o fator vício dos puzzles match-3.

Será que Hunie Pop 2 sai algum dia? (Sim, eu sei que o desenvolvimento do jogo tá na etapa final, deixa eu fazer a piada em paz, caspita!)

Imouto Paradise 3 (PC)

Só não fiz um artigo sobre a série Imouto Paradise porque não fiz todas as rotas dos jogos. É a série de Visual Novels favorita do pessoal no Alabama.

E com isso, chega ao fim minha lista do que joguei em 2020. Eu provavelmente devo ter esquecido algum jogo porque a minha memória é de um peixe beta. Sério, tive que olhar minha biblioteca do PS4 e reviews do site pra lembrar os jogos.

Espero que 2021 seja melhor para todos e até a próxima!

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Coronavírus | Games para jogar durante a Quarentena https://www.arquivosdowoo.com.br/2020/03/18/coronavirus-games-para-jogar-durante-a-quarentena/ https://www.arquivosdowoo.com.br/2020/03/18/coronavirus-games-para-jogar-durante-a-quarentena/#respond Wed, 18 Mar 2020 13:46:00 +0000 https://www.arquivosdowoo.com.br/?p=2966 É, meus amigos. Os tempos estão difíceis. Muitas pessoas estão saindo da rotina por causa do coronavírus. Crianças estão sem aula e muita gente tem a sorte de poder trabalhar em casa. Isso, inevitavelmente, gera mais tempo ocioso para todos nós, e evitar pensar muito na infecção e em notícias que saem a todo momento […]

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É, meus amigos. Os tempos estão difíceis. Muitas pessoas estão saindo da rotina por causa do coronavírus. Crianças estão sem aula e muita gente tem a sorte de poder trabalhar em casa. Isso, inevitavelmente, gera mais tempo ocioso para todos nós, e evitar pensar muito na infecção e em notícias que saem a todo momento também é necessário para mantermos a saúde mental.

Nessas horas, muita gente recomenda se distrair, e lógico, aqui falamos de joguinho, portanto nada como recomendar alguns games que são perfeitos para esses 15 (ou mais) dias em que estaremos sem poder fazer muita coisa fora de casa. Vamos lá:

1-DOOM (2016) ( PS4/ XONE/ SWITCH/ STEAM)

Revival triunfante da série clássica, DOOM — que não é um remake do primeiro jogo de 1995 — trás de volta o soldado de queixo quadrado em um FPS ágil e divertido, até mesmo para os que não tem afinidade com o gênero. A campanha é enorme e divertida, mesmo na dificuldade média.
Está constantemente em promoção nas lojas como Steam e PSN.

2- Hollow Knight ( PS4/ XONE/ SWITCH/ STEAM)


Indie do gênero metroidvania, Hollow Knight é o que há de mais competente em jogos de plataforma atualmente. Com uma estética que remete ao cinema gótico (pense em Tim Burton e clássicos do cinema mudo), a aventura é grande e difícil em alguns pontos, exigindo um pouco mais do jogador. Encontra-se completamente em português até mesmo no Switch e tá sempre barato em todas as lojas

3- Final Fantasy VII (1997) ( PS4/ XONE/ SWITCH/ STEAM/ MOBILE)


Sim, parece piada recomendar um dos jogos mais famosos de todos os tempos, porém com a chegada do remake, me parece uma hora essencial pra conhecer (ou relembrar) a história original de CLÁUDIO e seus amigos. Com pelo menos 40 horas, ou até menos com a função de acelerar a batalha nos lançamentos recentes, o roteiro incrível vai te fazer dar um alt+tab nas preocupações do dia a dia e mergulhar em algo maravilhoso e adorado há 23 anos.

4- Uncharted (Série) ( PS3/ PS4)

A série mais famosa da Sony atualmente não poderia ficar de fora da lista. Por ser um jogo facilmente acessível hoje em dia, tanto no PS3 (em sua versão original) ou na trilogia lançada para o PS4 (que hoje em dia está custando menos de sessenta reais), não poderia ficar fora da lista.

Gameplay delicioso e personagens divertidos, é com certeza um system seller dos consoles da Sony e que pesa muito na hora de decidir qual console comprar. Se você tem um PS3 ou PS4 à disposição e nunca jogou nenhum game da série, não seja um herege e dê uma chance.

5- Halo (Série) ( STEAM/ XBOX/ 360/ XONE)

Como deixei um exclusivo da Sony, não seria justo não falar algo exclusivo da Microsoft né? Pessoalmente, não sou muito familiarizado com a série, visto que infelizmente não tenho um console verdinho, mas todos que conheço dizem que é tão imperdível quanto os exclusivos da empresa japonesa. E não é pra menos, a série — junto com Gears of War — é uma das mais vendidas e justificam o investimento que a MS faz até hoje em suas sequências. Existe um collection com todos os jogos disponível na Steam, o Halo: The Master Chief Collection.

Leiam – Halo| Muito mais do que apenas um FPS

Mas é isso, pessoal. Aproveitando o final do texto pra falar algo realmente importante: Fiquem em casa se possível. O contágio não é brincadeira e a tendência é só piorar. Além disso, o uso de máscaras só é recomendado se você já tem sintomas, já que ela não serve pra muita coisa se você estiver saudável. Se cuidem!

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Como me Apaixonei por Castlevania: Lords of Shadow https://www.arquivosdowoo.com.br/2017/06/07/como-me-apaixonei-por-castlevania-lords/ https://www.arquivosdowoo.com.br/2017/06/07/como-me-apaixonei-por-castlevania-lords/#respond Wed, 07 Jun 2017 18:20:00 +0000 https://www.arquivosdowoo.com.br/2017/06/07/como-me-apaixonei-por-castlevania-lords/ Tenho um fraco por querer conhecer jogos que foram mal recebidos pela comunidade. E já conhecia bem a comunidade fã de Castlevania, principalmente vendo Castlevania II: Simon’s Quest sendo encarado como um totem agourento, devendo ser evitado ao máximo, sendo que é um jogo que me agrada muito por seus mais diversos motivos – mas […]

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Tenho um fraco por querer conhecer jogos que foram mal recebidos pela comunidade. E já conhecia bem a comunidade fã de Castlevania, principalmente vendo Castlevania II: Simon’s Quest sendo encarado como um totem agourento, devendo ser evitado ao máximo, sendo que é um jogo que me agrada muito por seus mais diversos motivos – mas falar de Simon’s Quest fica para outra hora.

LEIAM – Castlevania: Circle of the Moon | Análise

Foi então que num repente me deu vontade de jogar os tão falados jogos da linha Lords of Shadow.

São jogos que no geral foram muito mal recebidos. Também pudera, a Konami fez algo ousado, resolveu reescrever a linha do tempo de Castlevania, mudando alguns fatos icônicos da linhagem tradicional, mexendo de maneira abusada com personagens quase intocáveis e inserindo novos personagens e motivações numa trama que caminha paralela à linha antiga, e ao mesmo tempo, de maneira divergente.

Não vou passar aqui dados cruciais sobre a trama de Lords of Shadow, pois caso você queira, poderá ainda joga-lo.

Não é um jogo rápido, me levou 42 horas para terminar a história principal e as 2 DLCs (a versão da Steam – Ultimate Edition – já vem com ambas), no entanto, ainda existe mais jogo para render já que após terminar habilitamos uma dificuldade extra e também podemos ir atrás de todos os colecionáveis e de fazer as missões específicas de cada uma das mais de 50 fases, com os objetivos mais variados, o que acredito que poderia levar o jogo para as 60, 70 horas facilmente.

Diversas características me marcaram nesse jogo, mas pra deixar de maneira organizada, vamos analisar os fatos separadamente:

HISTÓRIA

Castlevania Lord of Shadow
Gabriel Belmont, o protagonista

Ok, eu me comprometi a não passar spoilers, mas vou passar aqui o básico, algo que represente a real motivação e jornada do nosso personagem, o que representa talvez a 1a hora de jogatina.

Ainda quando bebê, Gabriel foi largado na porta de um forte da Irmandade da Luz, uma entidade responsável por enfrentar as forças das trevas – sim, estilo aquela turma radical de frades no filme do Van Hellsing – e os monges lhe deram o nome Gabriel em homenagem ao anjo de mesmo nome e o sobrenome Belmont, já que desde jovem ele se mostrou muito interessado pelas montanhas.

LEIAM – Castlevania: Bloodlines | Prévia do jogo por Rodrigo Vigia

Fora então desde cedo treinado então para ser um cavaleiro da irmandade, batalhando as forças do mal com sua arma, a cruz de batalha, um chicote de ferro confeccionado pelo artesão Rinaldo Gandolfi (o mesmo nome do alquimista que confecciona o chicote utilizado por Leon Belmont em Castlevania: Lament of Innocense). Gabriel desde jovem se envolveu com a delicada Marie, que fazia trabalhos voluntários na Irmandade da Luz. Essa amizade foi evoluindo até que anos mais tarde se casaram… e então chegamos no ponto onde o jogo começa.

Castlevania Lord of Shadow
Zobek, membro da Irmandade

O ano é 1047 e diversas criaturas das trevas aterrorizam o mundo. Marie acabara de ser morta, o que fez com que a irmandade enviasse Gabriel para o lago do esquecimento, um local místico onde as pessoas poderiam falar com os espíritos que ainda estão presos neste plano, imaginando que talvez Marie tivesse alguma mensagem para Gabriel que justificasse esse desequilíbrio recente das forças das trevas.

No lago do esquecimento não somente encontramos Marie como também conhecemos Zobek, outro cavaleiro da Irmandade da Luz. Marie nos informa num curto período em que pudemos nos comunicar com ela, que a chave para tudo estava nos Lordes das Sobras e que deveríamos seguir uma profecia, a qual Zobek informa ser sobre um homem de coração puro que destruiria os Lordes das Sombras, unindo seus poderes e assim unificando a terra com os céus, assim então começa a jornada de Gabriel para enfrentar e destruir os 3 senhores das trevas, cada qual representando uma estirpe de criaturas do mal, os licantropos, os vampiros e os necromantes.

Castlevania Lord of Shadow
Marie, falecida esposa de Gabriel

Um fato que gostei muito foi como eles conseguiram criar toda uma mitologia para o jogo… cada monstro que enfrentamos, cada personagem (ok, não são muitos) relevante na trama, cada item… todos tem uma história interessante por trás, mostrando que eles não estão simplesmente lá por estar, ou que existe um real motivo para fazerem o que fazem.

Desde textos explicando a diferente origem de vampiros até pergaminhos de cavaleiros amedrontados em seu leito de morte, os textos de Lords of Shadow são riquíssimos e me fizeram fazer algo que há muito não fazia… ler! Sim, nesse jogo eu li praticamente tudo, desde os prefácios até os pergaminhos, pois eu vivia encontrando referências a outros jogos da série, como singelas homenagens, ou fatos totalmente originais dentro desta nova mitologia… talvez a história tenha sido o ponto mais forte do jogo, me agradou muito mesmo.

JOGABILIDADE

Castlevania Lord of Shadow
Uma artwork mostrando um dos belos cenários

Você já deve ter ouvido uma série de piadas referentes a como esse jogo se assemelha a God of War. Sinceramente, eu terminei God of War 1 e 2 e terminei o Lords of Shadow (aliás, terminei também sua continuação, o Mirror of Fate e estou jogando com muito gosto o Lords of Shadow 2), e acho que não temos tantas batalhas assim no jogo.

LoS (vou começar a usar abreviado pra economizar teclado hehe) é repleto de segmentos de “parkour”, algo que me lembrou um pouco as mecânicas dessa modalidade em Uncharted, de maneira intuitiva e muito dinâmica, além de bastante quebra-cabeças que me consumiram – ou treinaram? – algumas centenas de neurônios.

O grande “quadrado, quadrado, quadrado, triângulo” não serve aqui, já que os combos são mais simples, se baseando em ataques mais fortes, mas focados em inimigos únicos, ou amplos, para atingir a galera toda, não se combinando entre si, mas sim com pulos associados a combos aéreos e a associação de habilidades com as relíquias extras que vamos conseguindo ao longo do jogo juntamente com magias que encantam nossos ataques, permitindo causar mais dano ou então recuperar vida com seus acertos, além de tipos diferentes de habilidades para as quais cada magia possibilita, incentivando o jogador a não ser acertado, o que faz com que ele recupere magia para continuar utilizando estas habilidades.

Quanto à esses fatores ditos até então não tenho do que reclamar. Os combates, embora não tão frequentes são bem otimizados, as partes de parkour são dinâmicas e intuitivas e os quebra-cabeças são… bem, quebradores de cabeça bem elaborados – na maioria das vezes -, no entanto, nem tudo são flores.

 A CÂMERA

A câmera do jogo não é controlável e em alguns raros momentos de minha jornada tive sérios problemas com ela, até mesmo em uma batalha contra chefe. Tive a sorte de perceber a falha logo e na segunda tentativa passar por essa parte do jogo, mas um jogador mais desavisado pode perder um bom tempo nesses momentos.

Outro fator que me frustrou bastante foram os segmentos de plataforma livre 3D. Infelizmente acertar pulos específicos ficou muito longe da perfeição dos segmentos de Parkour. Agora, some a isso a frustração de ter que passar pela famosa “Clock Tower”, em 3D com pulos mal controlados, talvez até piorados pelo fato de não podermos ajustar a câmera. Felizmente só me lembro de 2 fases que apresentaram esse problema para mim, então o prejuízo não foi grande.

Ah sim, já ia esquecendo… quick time events. Eles existem, mas são mais simples… qualquer botão pressionado no momento certo já vai funcionar.
Outro ponto que gostei muito foi que podemos revisitar as fases, até mesmo para pegar itens com upgrades que não tínhamos no momento. Coisa simples, mas que facilita a vida, até porque o jogo avisa quantos itens ainda podemos coletar e coloca umas missões extras para o pessoal que curte colecionar conquistas.

Gráficos e Trilha sonora + efeitos sonoros

Quanto a gráficos, difícil dizer… o jogo é de 2010, essa versão em específico é de 2013. São belos gráficos, bem trabalhados, mas o que impressiona mesmo é a direção de fotografia. A sutileza de mostrar um castelo longe começando a aparecer de maneira empolgante, uma tomada do alto de uma torre mostrando toda um caminho percorrido, um deserto com ídolos gigantes desmontados… enfim, as paisagens são ótimas e o posicionamento das tomadas em muitas vezes me tirou o fôlego. Infelizmente não posso dizer o mesmo das cutscenes. Algumas parece que não foram trabalhadas, apresentando a mesma resolução que foi apresentada nos consoles em 2010, mas num jogo remasterizado em 2013… ou seja, a cutscene ficou, em muitos casos, MAIS FEIA QUE O PRÓPRIO JOGO!

Quanto ao som, os efeitos são pertinentes (principalmente quando defendemos no exato momento – famoso parry à la Dark Souls – num misto de empolgação, com flash, com câmera lenta e o barulho como se tivesse soado um gigante sino antigo), mas a trilha sonora é sensacional. Ela consegue ser bem pertinente.

Desde os momentos em que estamos nos aventurando num bosque calmo, com uma música tranquila, até os momentos de batalha mais épicos, com uma incisiva música de combate, e principalmente a música curta, mas tocante que reflete a passagem de Gabriel pela sua trajetória na transição de atos, com um título extremamente condizente.

Journey! (escute AQUI essa curta trilha de 41 segundos).

A experiência em si

Castlevania Lord of Shadow

Jogar e terminar Lords of Shadow foi extremamente gratificante, principalmente porque joguei de uma maneira despretensiosa. Fui esperando um frenético Hack’ n Slash com uma história bobinha pra preencher lacunas e me deparei com um jogo que criou toda uma mitologia associada a diversos fatores de jogabilidade que me agradaram, assim como a trilha sonora e as tomadas de fotografia que foram bárbaras.

Depois de um tempo eu passei a procurar referências em tudo que via, e assim descobri como o jogo homenageou os jogos da série clássica, com referências a personagens, locais, itens… Não só a mitologia, mas o desenvolver do enredo foi interessante, instigando a jogar mais, conseguindo misturar fases de quebra-cabeças, batalhas épicas e fases de exploração numa proporção que não me enjoou.

Enfim, se já jogaram, o que acharam? Se não jogaram, por que não o fizeram?

Digam suas experiências com Lords of Shadow! Lembrando que atualmente estou jogando o segundo, ainda no começo, pouco menos de 5 horas de jogo, mas estou gostando até então.

Atualmente o jogo está custando R$ 49,99 na Steam e na Nuuvem, mas isso não significa que você não pode esperar aquele belo desconto pra pegar em promoção por 10 ou 15 reais.

Caso queiram conferir, abaixo vocês conferem a playlist inteira desse jogo, mostrando minha jogatina do começo ao fim, assim como resumos dos 2 primeiros capítulos (planejo fazer dos outros capítulos mais pra frente) e alguns vídeos “extras”.

O post Como me Apaixonei por Castlevania: Lords of Shadow apareceu primeiro em Arquivos do Woo.

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