Arquivos Racing - Arquivos do Woo https://www.arquivosdowoo.com.br/tag/racing/ Um pouco de tudo na medida certa Mon, 06 Oct 2025 14:40:00 +0000 pt-BR hourly 1 https://wordpress.org/?v=6.9 https://www.arquivosdowoo.com.br/wp-content/uploads/2020/12/cropped-logo-150x150.png Arquivos Racing - Arquivos do Woo https://www.arquivosdowoo.com.br/tag/racing/ 32 32 Wreckfest | Corrida, destruição e diversão sem regras https://www.arquivosdowoo.com.br/2025/10/05/wreckfest-corrida-destruicao-e-diversao-sem-regras/ https://www.arquivosdowoo.com.br/2025/10/05/wreckfest-corrida-destruicao-e-diversao-sem-regras/#respond Sun, 05 Oct 2025 15:59:24 +0000 https://www.arquivosdowoo.com.br/?p=20807 Quando você pensa em jogo de corrida, provavelmente imagina carros velozes, pistas perfeitas e quem errar paga caro. Wreckfest é diferente. Ele mistura corrida com destruição total, e a sensação que você tem é de estar numa bagunça organizada: você corre, bate, empurra os adversários e ainda precisa cuidar para não destruir seu próprio carro. […]

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Quando você pensa em jogo de corrida, provavelmente imagina carros velozes, pistas perfeitas e quem errar paga caro. Wreckfest é diferente. Ele mistura corrida com destruição total, e a sensação que você tem é de estar numa bagunça organizada: você corre, bate, empurra os adversários e ainda precisa cuidar para não destruir seu próprio carro. E é exatamente isso que torna o jogo tão divertido.

Eu, pessoalmente, não sou daqueles que amam ficar tentando fazer tempo perfeito em cada curva, mas Wreckfest consegue me pegar porque o desafio não está só na velocidade — está na improvisação. Cada corrida é imprevisível, cada colisão muda o cenário e até o carro que você escolheu para se proteger pode se tornar uma lata velha em segundos. É a mistura perfeita de tensão e diversão.

Ambientes e pistas 

As pistas de Wreckfest são variadas e cheias de detalhes que fazem diferença na hora da corrida. Tem circuito de terra, asfalto, arenas lotadas de rampas e obstáculos, e até locais cheios de buracos e detritos espalhados. Isso faz com que cada corrida seja diferente da anterior: você nunca sabe exatamente como a pista vai se comportar ou qual adversário vai te empurrar para fora da linha.

O jogo também consegue transmitir a sensação de velocidade e impacto muito bem. Quando você bate em outro carro ou é jogado para fora da pista, o peso da colisão é perceptível. A física é realista na medida certa: não é simulador exagerado, mas também não é arcade sem sentido. Isso cria um equilíbrio ótimo entre diversão e desafio.

Mesmo que visualmente Wreckfest não seja o jogo mais bonito do mundo, ele cumpre o que promete. Os carros se deformam de forma convincente, os efeitos de poeira, fumaça e faíscas dão sensação de caos, e a ambientação das pistas ajuda a deixar a experiência mais intensa. É simples, mas funcional, e funciona melhor do que eu esperava.

Reprodução: Bugbear

Combate sobre rodas

Uma das coisas que mais chama atenção é o sistema de destruição e colisão. Diferente de outros jogos de corrida, em Wreckfest bater nos adversários não é um erro — é uma estratégia. Você pode empurrar carros, tentar tirar alguém da pista ou simplesmente sobreviver ao caos. O jogo recompensa a criatividade na destruição, e isso deixa cada corrida imprevisível e divertida.

Mesmo que você não seja especialista em manobras perfeitas, é fácil entrar no ritmo. O segredo é entender como seu carro reage às batidas, usar o ambiente ao seu favor e aceitar que algumas corridas vão ser uma completa confusão. E isso é ótimo: não existe sensação de derrota permanente, porque cada corrida é diferente, e sempre dá para tentar de novo e se divertir de uma forma nova.

Reprodução: Bugbear

Progressão, customização e modo de jogo

O jogo oferece um sistema de progressão simples, mas satisfatório. Você começa com carros básicos, ganha dinheiro conforme corre e derrota adversários, e pode investir em melhorias de motor, reforços de carroceria e suspensão. Não há microgestão complicada: é comprar peças, testar e ver como seu carro se comporta nas corridas.

Isso funciona muito bem porque te mantém motivado. Cada corrida rende dinheiro e experiência, e você sente que está evoluindo não só no controle, mas também no próprio veículo. O processo de customização é intuitivo: você melhora o carro e aumenta suas chances de sobreviver às corridas mais caóticas. E, mesmo que você não foque nisso, é divertido ver os carros ficando mais resistentes e mais preparados para o caos total.

Já o modo carreira é direto e eficiente. Ele te guia por campeonatos, corridas isoladas e desafios que servem como tutorial de forma natural. Não há enrolação: cada corrida tem objetivo claro, e você sente a progressão acontecendo. É simples, mas cumpre muito bem o papel de manter o jogador engajado.

Já o multiplayer transforma tudo em uma festa de pancadaria. Jogar com amigos deve virar uma bagunça imprevisível, cheia de risadas e momentos épicos. O caos aumenta, as estratégias mudam, e não existe nada melhor do que ver seu carro voando por uma rampa enquanto você tenta se manter na pista. Para quem gosta de socializar e competir ao mesmo tempo, é diversão garantida.

Reprodução: Bugbear

Som, música e imersão

O áudio em Wreckfest é simples, mas funcional. O barulho dos impactos, o som do motor, a poeira levantando e as faíscas voando criam uma sensação real de destruição. A música é discreta, deixando o foco na corrida e nas colisões. Jogar com fones ajuda a sentir a intensidade de cada corrida, e isso aumenta bastante a imersão.

Claro, nada é perfeito, e Wreckfest também tem suas falhas. Às vezes, a IA dos adversários faz escolhas estranhas, gerando acidentes inesperados. Algumas pistas repetem obstáculos, e certos momentos podem parecer injustos. Mas, na maior parte do tempo, essas situações acabam se tornando parte da diversão: elas reforçam o caos imprevisível que define o jogo.

Reprodução: Bugbear

Conclusão

Eu me diverti com Wreckfest, mesmo sabendo que não é o tipo de jogo que exige raciocínio profundo ou estratégias complexas. Ele entrega uma experiência imediata e divertida. A cada corrida, você sente a adrenalina de não saber se vai terminar inteiro ou sair voando para fora da pista. A mistura de corrida e destruição é bacana, e mesmo os momentos de frustração acabam sendo engraçados.

Se você gosta de corrida com impacto, pancadaria e risadas garantidas, Wreckfest é um jogo que vale a pena. E mesmo que, como eu, você não se considere fã de jogos de corrida, ele consegue capturar a atenção com seu caos divertido e progressão simples.

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Wrecksfest está disponível para Xbox One, Xbox Series S|X, PlayStation 4, Playstation 5, Nintendo Switch e PC. Essa análise foi feita com uma chave digital gentilmente cedida pela distribuidora do jogo.

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Horizon Chase 2 | Uma explosão de nostalgia e diversão sobre rodas https://www.arquivosdowoo.com.br/2023/09/14/horizon-chase-2-uma-explosao-de-nostalgia-e-diversao-sobre-rodas/ https://www.arquivosdowoo.com.br/2023/09/14/horizon-chase-2-uma-explosao-de-nostalgia-e-diversao-sobre-rodas/#respond Thu, 14 Sep 2023 12:05:14 +0000 https://www.arquivosdowoo.com.br/?p=15237 Os amantes de jogos de corrida têm motivos para comemorar com o lançamento de Horizon Chase 2 para PC e Nintendo Switch, expandindo sua presença além dos celulares da Apple. Desenvolvido pela talentosa equipe da Aquiris Game Studio, sediada em Porto Alegre, Rio Grande do Sul, o jogo é a continuação de seu predecessor amplamente […]

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Os amantes de jogos de corrida têm motivos para comemorar com o lançamento de Horizon Chase 2 para PC e Nintendo Switch, expandindo sua presença além dos celulares da Apple.

Desenvolvido pela talentosa equipe da Aquiris Game Studio, sediada em Porto Alegre, Rio Grande do Sul, o jogo é a continuação de seu predecessor amplamente premiado, Horizon Chase, que conquistou fãs ao redor do mundo.

Horizon Chase 2 mantém o alto padrão de qualidade e oferece uma experiência de jogo emocionante e nostálgica que cativa tanto os veteranos dos clássicos de corrida do final dos anos 80 e inicio dos anos 90, quanto os jogadores mais novos. 

Horizon Chase 2
Reprodução: Aquiris Games Studio

Jogabilidade Simples e Acessível 

Uma das características mais notáveis do Horizon Chase 2 é a sua jogabilidade simples e fácil de aprender. Desde o momento em que você começa a jogar, é fácil se localizar com os controles simples que remetem muito a jogos antigos de PC, se resume a usar as setas do teclado e a barra de espaço para usar o Nitro. A simplicidade dos comandos permite que jogadores de todas as idades e níveis de habilidade se divirtam sem enfrentar uma curva de aprendizado íngreme. 

LEIAM – Horizon Chase Turbo | A verdadeira continuação de Top Gear

Essa acessibilidade não significa, no entanto, que o jogo seja desprovido de desafios. À medida que você avança pelas diversas pistas e cenários, a dificuldade aumenta gradualmente, proporcionando uma sensação de progressão e conquista.

O jogo possui um escalonamento de dificuldade que respeita o jogador e permite que caso sinta que está com muita dificuldade pode voltar para corridas anteriores para ganhar mais experiência para melhorar o nível do carro e comprar atualizações e voltar para enfrentar a corrida difícil agora sem tanta dificuldade.  

Reprodução: Aquiris Game Studio – Epic Games

A sensação de velocidade é incrivelmente bem reproduzida, e a experiência de corrida é emocionante e viciante, tornando difícil largar o controle. 

Gráficos Simples e Leves, porém Espetaculares 

Os gráficos de Horizon Chase 2 podem ser descritos como simples e leves, mas é importante ressaltar que eles são simplesmente deslumbrantes em sua simplicidade. A Aquiris Game Studio optou por um estilo visual que homenageia os clássicos dos anos 90, porém com um toque de modernidade. 

O resultado é um jogo que é uma verdadeira festa para os olhos. As cores vibrantes, os detalhes das pistas e os designs dos carros são uma celebração do estilo retrô, evocando imediatamente a sensação de estar jogando títulos clássicos como Top Gear e OutRun. Manter os gráficos simples permite que o jogo rode sem problemas em uma ampla variedade de hardware, garantindo que o maior número possível de jogadores possa desfrutar da experiência. 

Trilha Sonora Impecável que Evoca a Era de Ouro 

Uma das características mais marcantes de jogos de corrida clássicos é a sua trilha sonora cativante, e Horizon Chase 2 não decepciona nesse aspecto. A trilha sonora do jogo é verdadeiramente impecável, transportando os jogadores de volta à era de ouro dos jogos de corrida do final dos anos 80 e inicio dos anos 90. 

As músicas pulsantes são uma verdadeira homenagem aos clássicos do gênero, como a série Top Gear e OutRun. A música não apenas acompanha a jogabilidade, mas também ajuda a criar uma atmosfera envolvente que mergulha os jogadores no mundo das corridas arcade retrô. 

Rankings Online e Crossplay 

A inclusão de rankings online é um recurso que agrega um grande valor a Horizon Chase 2. A competição entre amigos e jogadores de todo o mundo é uma das partes mais emocionantes de qualquer jogo de corrida, e este título não deixa a desejar nesse aspecto. 

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Ter a oportunidade de competir contra amigos e outros jogadores em uma escala global adiciona um elemento de desafio e replay ao jogo. A busca pela posição mais alta no ranking global é uma motivação constante para continuar jogando. 

É possível jogar todos os modos online com amigos de qualquer plataforma onde o jogo está disponível graças ao Crossplay da Epic.

Reprodução: Aquiris Game Studio – Epic Games

Customização de Carros: Expressão Pessoal através do seu carro

Além de sua jogabilidade cativante, gráficos deslumbrantes e trilha sonora envolvente, Horizon Chase 2 oferece a oportunidade para os jogadores expressarem sua individualidade através da customização de carros.

Essa adição de recursos permite que os jogadores personalizem seus veículos com novas pinturas, bodykits e rodas que vão sendo desbloqueadas conforme avança no jogo, tornando a experiência de jogo ainda mais envolvente e recompensadora.

A Contribuição da Aquiris Game Studio 

É impossível falar de Horizon Chase 2 sem mencionar a Aquiris Game Studio, a talentosa equipe de desenvolvimento por trás do jogo. A empresa brasileira demonstrou seu compromisso com a qualidade, tanto em termos de gameplay quanto de design. Sua atenção aos detalhes, paixão pelo gênero e respeito à nostalgia dos jogos de corrida de outrora são evidentes em cada aspecto do jogo. 

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A Aquiris Game Studio já havia conquistado reconhecimento internacional com o seu antecessor, e o lançamento de sua sequência só fortalece sua reputação como um estúdio capaz de criar experiências de jogo excepcionais. O sucesso deles serve como um exemplo inspirador para outros desenvolvedores independentes que buscam alcançar a excelência em seus projetos. 

Horizon Chase 2
Reprodução: Aquiris Game Studio – Epic Games

Conclusão: Uma Viagem Nostálgica e Divertida no Tempo 

Horizon Chase 2 é mais do que apenas um jogo de corrida; é uma celebração de uma era dourada dos jogos arcade. Com sua jogabilidade simples e acessível, gráficos vibrantes, trilha sonora envolvente e recursos online competitivos, ele oferece uma experiência completa que mantém os jogadores entretidos por horas a fio. 

A contribuição da Aquiris Game Studio, uma empresa brasileira que se destaca no cenário internacional, é um ponto notável a ser destacado. Sua paixão pela criação de jogos de alta qualidade brilha em Horizon Chase 2, e sua dedicação à nostalgia é evidente em todos os aspectos do jogo. 

Em resumo, Horizon Chase 2 é um tesouro para os amantes de jogos de corrida e para qualquer pessoa que queira se divertir com um jogo emocionante e repleto de nostalgia. Com sua simplicidade, desafio equilibrado e atmosfera envolvente, é uma adição bem-vinda ao mundo dos jogos e uma viagem no tempo que não se pode perder. Prepare-se para acelerar, competir e se apaixonar pelo jogo enquanto ele o leva de volta aos melhores momentos dos jogos de corrida antigos. 

Reprodução: Aquiris Game Studio – Epic Games

Nota: 8/10

Prós:

  • Fácil Jogabilidade
  • Desafiador na medida certa
  • gráficos impecáveis
  • Trilha Sonora ótima

Contras:

  • Alguns textos nas telas de loading não estão traduzidos
  • Mouse para navegação no menu não é muito responsivo

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Essa análise foi feita com base na versão para PC, com uma chave cedida pela distribuidora do game.

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F1 23 | O Auge da realidade e emoção https://www.arquivosdowoo.com.br/2023/07/11/f1-23-o-auge-da-realidade-e-emocao/ https://www.arquivosdowoo.com.br/2023/07/11/f1-23-o-auge-da-realidade-e-emocao/#comments Tue, 11 Jul 2023 13:59:53 +0000 https://www.arquivosdowoo.com.br/?p=14624 O F1 2023 é uma obra-prima que supera todas as expectativas dos fãs da franquia. Com uma jogabilidade aprimorada tanto para controles quanto para volantes, o jogo oferece um controle excepcional sobre os carros, mesmo quando todas as assistências estão desligadas. Isso foi possível graças ao feedback recebido de diversos times de Fórmula 1, resultando em […]

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O F1 2023 é uma obra-prima que supera todas as expectativas dos fãs da franquia. Com uma jogabilidade aprimorada tanto para controles quanto para volantes, o jogo oferece um controle excepcional sobre os carros, mesmo quando todas as assistências estão desligadas.

Isso foi possível graças ao feedback recebido de diversos times de Fórmula 1, resultando em novas físicas para os carros que melhoraram a frenagem, aceleração e dirigibilidade nas curvas.

Créditos: Codemasters, Electronic Arts

Dirigir um Fórmula 1 neste jogo proporciona uma sensação mais realista do que nunca. Uma das grandes novidades é a nova temporada de “Braking Point“, que se mostra muito mais dramática e interessante do que a temporada anterior. Sem dar muitos spoilers, posso dizer que vale muito a pena conferir essa experiência. A narrativa envolvente adiciona camadas emocionais ao jogo, tornando-o ainda mais cativante.

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Além disso, o jogo apresenta o novo Hub “F1 World“, que redefiniu a maneira como os jogadores podem participar de partidas solo ou multiplayer.

Esse hub também introduziu um novo sistema de progressão, com conteúdos diários, semanais e de temporadas, além de um sistema de ranking e nível de licenças completamente reformulado. Essas adições enriquecem a experiência do jogador, tornando-a mais envolvente e recompensadora.

Créditos: Codemasters, Electronic Arts

Outro destaque  de F1 2023 são os dois novos circuitos meticulosamente criados dentro do jogo: “Las Vegas” e “Qatar“. Utilizando milhares de referências fotográficas e dados fotométricos, os desenvolvedores conseguiram reproduzir com precisão essas pistas, proporcionando uma imersão sem precedentes.

Atendendo ao feedback da comunidade, as famigeradas e emocionantes bandeiras vermelhas foram reintroduzidas no jogo. Essa adição traz mais emoção e aleatoriedade às corridas, exigindo que os jogadores repensem suas estratégias durante as competições.

F1 2023
Créditos: Codemasters, Electronic Arts

Além disso, agora é possível participar de corridas com 35% do tamanho de uma corrida real. Essa opção oferece a oportunidade de aproveitar uma corrida interessante, que não é nem muito longa nem muito curta.

É importante ressaltar que alguns circuitos foram modificados na vida real durante a transição entre as temporadas de 2022 e 2023. O jogo reflete essas alterações, mantendo-se atualizado com os traçados das pistas para o campeonato de 2023. Os circuitos de Barcelona Catalunya, na Espanha, e Red Bull Ring, na Áustria, receberam as devidas modificações.

Além de todas essas melhorias, o jogo traz inúmeras modificações e aprimoramentos nos modos “My Team”, “Carreira” e “Carreira 2 Jogadores”, incluindo atualizações nas classificações dos pilotos. A atenção aos detalhes e a qualidade incrível que a franquia sempre apresentou são mantidas neste jogo.

LEIAM – F1 2021 | No caminho certo, ainda que tropeçando

O F1 2023 é, sem dúvida, o melhor jogo da franquia até o momento. Tanto os jogadores mais experientes em simuladores quanto aqueles que estão entrando no mundo do automobilismo encontrarão uma experiência excepcional.

Com sua jogabilidade aprimorada, realismo impressionante e narrativa emocionante, o jogo oferece uma porta de entrada para o mundo da Fórmula 1, ao mesmo tempo em que proporciona um desafio gratificante aos fãs mais dedicados.

Prepare-se para sentir a adrenalina das corridas de Fórmula 1 como nunca antes.

F1 2023
Créditos: Codemasters, Electronic Arts

Pros:

⦁ Melhoria na dirigibilidade
⦁ Função de gatilhos adaptáveis (PlayStation 5)
⦁ Performance sólida
⦁ Localização completa em português

Contras:

⦁ Micro transações
⦁ Complexidade inicial da Interface principal

F1 2023

Nota Final: 8,5/10

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Esta análise foi feita com uma cópia do jogo para PlayStation 5, gentilmente cedido pela produtora.

O texto foi feito por nosso colaborador convidado Jonathan Vieira.

Você pode encontrá-lo em seu twitter pessoal: @viieirajonathan

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Classic Racers Elite | Corrida solitária https://www.arquivosdowoo.com.br/2023/07/07/classic-racers-elite-corrida-solitaria/ https://www.arquivosdowoo.com.br/2023/07/07/classic-racers-elite-corrida-solitaria/#respond Fri, 07 Jul 2023 15:46:29 +0000 https://www.arquivosdowoo.com.br/?p=14605 Ah, o entretenimento moderno. É adorável ver mega corporações querendo dar lições de como o capitalismo é malvado… Em filmes que custam 300 milhões de dólares e a protagonista é hipócrita a cada segundo que se passa do filme. Sobre o que eu estou falando? Não faço ideia. Nenhuma, senhores. Vocês que tirem suas conclusões. […]

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Ah, o entretenimento moderno. É adorável ver mega corporações querendo dar lições de como o capitalismo é malvado… Em filmes que custam 300 milhões de dólares e a protagonista é hipócrita a cada segundo que se passa do filme. Sobre o que eu estou falando? Não faço ideia. Nenhuma, senhores. Vocês que tirem suas conclusões. Só espero que a grana tenha sido boa, senhor Ford.

Falando em Ford, eu gosto de jogos de corrida. Claro, eu não jogo tudo de corrida que aparece no mercado porque não tenho dinheiro. Ou um PC potente. Mas, entre Top Gear e F1 2021, dentre outros, joguei muita coisa. Alguns jogos eram daora, como Test Drive Unlimited, onde após chegar em casa do trabalho, eu podia passar algum tempo relaxando nas estradas do Havaí, ouvindo o disco novo do Van Halen. Outros… Eram Burnout Legends do Nintendo DS, onde se dirige caixas de papelão com rodas.

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O fato é que jogos de corrida, como quaisquer outro gênero, tem seus altos e baixos, embora algumas empresas queiram transformar suas franquias em Fifa… Né, EA? Enfim, onde eu estava? Ah sim, altos e baixos. Enfim, um subgênero de corrida que era bastante popular nos arcades nos anos 90, era o de Hill climb, ainda que disfarçado sob o gênero de Rali, com jogos como Neo Drift Out, Over Top, World Rally Championship, 1000 Miglia: Great 1000 Miles Rally. Sim, na superfície, jogos de rali, mas basicamente eles representam mais o gênero de Hill Climb, uma corrida solitária contra o tempo.

Em 2019, o desenvolvedor Vision Reelle lançou o singelo jogo Classic Racers no Steam, com essa mesma pegada. Você, um carro, uma montanha e um sonho. Sonho esse que precisa ser adquirido na padaria, mas divago. Agora, em 2023, juntamente com a Funbox Media, chegou ao PS4 e Nintendo Switch, uma versão revisada, intitulada Classic Racers Elite. Será que ela vale seu tempo?

Confira conosco.

Reprodução: Vision Reelle, Funbox Media

Seja o rei da Montanha…

O jogo não possui um fiapo sequer de Narrativa, e nem precisa disso. Então, vou inventar algo. Você é Dude McManeiro, um piloto que devido ao alto custo de correr em qualquer categoria profissional, não consegue pilotar carros. Então, com apenas 50 reais, uma garrafa de gim, uma batata, duas fatias de limão e um garfo, Dude cria uma máquina do tempo e volta pros anos 60, onde ele decide subir colinas dirigindo carros da época.

Admito que não foi o melhor dos meus roteiros inventados em cinco minutos pra uma análise, diabos, não entra nem no top 5 roteiros tirados do rabo, mas o fato é que o objetivo do jogo não é contar uma história… E eu tirei aqui do rabo uma história mais credível que Anéis do Poder, ha-ha.

Reprodução: Vision Reelle, Funbox Media

Simcade, simplista

O jogo é um simcade (alguns elementos de simulação, mas geralmente com controles casuais o suficiente para não ser complicado de jogar, como os jogos da Codemasters.) com dois modos, o Campeonato, e o Free Run. No campeonato, você tem que terminar as fases num determinado tempo limite. A princípio, com três carros diferentes, com outros a serem desbloqueados conforme se avança na campanha do jogo. O Free Run é onde você pode jogar livremente as fases que terminou com os carros desbloqueados. Os tempos do Free Run podem ser vistos na Leaderboard, que é compartilhada entre as plataformas disponíveis (PlayStation 4 e Nintendo Switch, na data de publicação deste review).

Os controles são bem padrão do que se espera em um jogo de corrida, acelere e freie com os gatilhos, freio de mão em botão separado, tudo que se espera de um jogo de corrida. E funcionam relativamente bem, não é difícil guiar o carro (eu testei a versão de PC do Classic Racers antes dela sair do ar no Steam, guiar o carro no teclado era um pesadelo).

A performance as vezes dá uma engasgada aqui e ali, o que pode ser considerado o ponto fraco do jogo, além de alguns bugs, como o carro prender no nada. Coisas que podem ser consertadas ao longo do tempo, mas precisam ser reportadas em uma análise.

Em termos de conteúdo, não há tanta coisa, pelo menos não considerando o valor cobrado pelo jogo, já que muitas pistas acabam recicladas em outras categorias (como Slalom) e traçados inversos. É um jogo índie, mas 30 dólares (ou 149,50, na PSN Brasileira) acaba sendo em demasia pro que é entregue.

Reprodução: Vision Reelle, Funbox Media

Graficamente decente, sonoramente… Abluh.

O jogo possui gráficos decentes, se considerarmos que é um jogo independente, feito por um estúdio pequeno. As placas da pista são paródias bacanas de empresas reais, como a Pirelli e a Michelin (e como eu queria que os jogos da F1 utilizassem paródias de patrocinadores reais pros patrocinadores do MyTeam, ao invés das empresas tiradas do cu da Codemasters). Os modelos dos carros são levemente baseados em carros reais, dá pra entender quais carros representam o que.

As pistas são passáveis, apesar das árvores serem de papelão. O jogo possui bons efeitos de iluminação, e apesar de problemas na performance aqui e ali, não é nada que quebre o jogo. Por outro lado, a trilha sonora… O jogo possui alguma?

Sério, as poucas músicas que o jogo possui, são completamente esquecíveis e tocam somente em momentos pontuais. Claro que não vou esperar musicas como em Mario Kart ou F-Zero, ou uma trilha de musicas licenciadas como em DiRT ou GRID, mas pelo menos algo que deixasse o jogo mais marcante. Mas não tem nada.

Reprodução: Vision Reelle, Funbox Media

Passável, mas caro

Como jogo de corrida, Classic Racers Elite é passável. A jogabilidade funciona, os gráficos são ok, se tratando de um jogo indie feito por uma equipe pequena, mas há pouquíssimo conteúdo, se considerarmos que é um jogo vendido por 150 reais. Sem querer puxar sardinha pro Brasil, mas por exemplo, no PS4, pela metade do preço você compra Horizon Chase Turbo, que tem mais conteúdo e nem estamos considerando os DLC’s. E Horizon Chase tem o Barry Leitch na trilha sonora.

Nota Final: 7,0/10

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Classic Racers Elite está disponível para Playstation 4 e Nintendo Switch, com uma versão para PC saindo em breve e esta análise foi feita com uma cópia da versão de PS4, gentilmente fornecida pela Funbox Media.

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LEGO 2K Drive | Análise https://www.arquivosdowoo.com.br/2023/05/27/lego-2k-drive-analise/ https://www.arquivosdowoo.com.br/2023/05/27/lego-2k-drive-analise/#respond Sat, 27 May 2023 22:20:58 +0000 https://www.arquivosdowoo.com.br/?p=13956 Em 16 de maio de 2023 a 2K e a Visual Concepts lançaram em parceria com o LEGO Group o jogo LEGO 2K Drive, novo jogo de corrida com a temática da franquia LEGO que traz muita diversão e personalização aos jogadores. Ele está disponível para PlayStation 4, PlayStation 5, Xbox One, Xbox Series, Nintendo […]

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Em 16 de maio de 2023 a 2K e a Visual Concepts lançaram em parceria com o LEGO Group o jogo LEGO 2K Drive, novo jogo de corrida com a temática da franquia LEGO que traz muita diversão e personalização aos jogadores. Ele está disponível para PlayStation 4, PlayStation 5, Xbox One, Xbox Series, Nintendo Switch e PC.

O jogo traz o elemento de mundo aberto e se assemelha a títulos tradicionais de corrida de karts como Mario Kart 8 Deluxe e também ao recente Hot Wheels Unleashed, com pistas coloridas, power ups e atalhos que ajudam o jogador a alcançar a vitória.

LEGO 2K Drive
Reprodução: 2K

Os modos principais apresentados em LEGO 2K Drive incluí História, Série da Copa, Corrida e Minijogo. No tradicional modo História você terá uma aventura única no mundo de Bricklândia e acompanhará todo o enredo desenvolvido para o jogo. Em Série da Copa, o jogador deverá jogar algumas corridas e somar pontos para sair vencedor.

Em Corrida, é possível escolher a pista preferida para correr em Minijogo, diferentes jogos deixam a corrida de fora e traz foco na diversão onde é necessário cumprir determinados objetivos, como, por exemplo, resgatar cidadãos em meio a um apocalipse zumbi.

Também há modos que permitem a jogatina com até mais cinco amigos e o modo online para jogar com diversos corredores ao redor do mundo.

LEGO 2K Drive
Reprodução: 2K

Para personalizar os seus veículos, você tem acesso A Garagem, quer permite mudanças minuciosas bloco por bloco, onde é possível alterar bloco por bloco nos veículos, personalizando com diferentes acessórios e cores que desejar, seja ele de terra, água ou ar.

Se a personalização de veículos é rica e cheia de detalhes, os personagens não são customizáveis desta maneira. Ficando limitado as opções disponíveis pré-definidas. Novos personagens podem ser adquiridos na loja ou conseguidos como recompensa nos passes de temporada.

O jogo contará com passes de temporada, que estão presentes nas edições mais caras do jogo ou podem ser adquiridas individualmente. Com a temporada 1 ainda não iniciada, ainda não há informações de quais serão as recompensas especificas, mas já foi divulgado que serão 10 veículos, 10 personagens e outros itens incluindo sons, estilos, adesivos, pacotes de peças e muito mais.

Se você já experimentou outros jogos com o selo da franquia LEGO, com certeza encontrou um humo típico destes jogos, que se tornou praticamente uma marca registrada, trazendo um tom leve e descontraído para a jogatina. E sim, tudo isso que citei está presente em LEGO 2K Drive.

LEGO 2K Drive
Reprodução: 2K

Os jogadores já familiarizados com jogos de corrida, principalmente de karts, em que possuem power ups que auxiliam o jogador durante as corridas, terão um aprendizado rápido para entender a mecânica implementada em LEGO 2K Drive, enquanto os novatos poderão sofrer um pouco mais.

Com diferentes pistas de corrida em cenários totalmente diferentes, o jogador terá que aprender a utilizar da melhor maneira os tipos diferentes de veículos e conhecer os melhores atalhos para conseguir estar a frente dos seus oponentes.

Os gráficos do jogo são muito bonitos e agradam em meio a toda a velocidade nas corridas. Os cenários, veículos e animações na tela são bem coloridos e transmitem uma bela explosão visual em diversos momentos.

Jogando no PC com uma RTX 3080 e um Intel Core i5-12600K, não tive problemas de desempenho, com o jogo rodando perfeitamente. Também pude jogar o jogo no Steam Deck, e com alguns ajustes nas configurações eu tive uma experiência muito agradável no portátil da Valve.

LEGO 2K Drive
Reprodução: 2K

Conclusão

LEGO 2K Drive é um jogo que diverte na proposta oferecida com grandes possibilidades na customização de veículos, com um visual colorido, os jogadores poderão se divertir bastante, seja sozinho ou junto de outras pessoas.

O maior problema encontrado no jogo é a necessidade excessiva em ter que jogar para reunir dinheiro gratuito para adquirir novos itens cosméticos, fazendo com que os jogadores que não gastem dinheiro extra tenham poucos recursos.

Se o jogador não se importar em realizar um número excessivo de veículos para juntar dinheiro gratuito no jogo ou se não importar em ter acesso apenas ao que vem como padrão, LEGO 2K Drive é uma ótima opção de compra. O jogo entrega diversão com uma gameplay bem refinada, além de oferecer diversas opções de jogo.


PRÓS


  • Customização de veículos permite mudanças minuciosas pelo jogador
  • Cenários coloridos se encaixam bem neste jogo os veículos são feitos de peças de LEGO
  • Variedade em modos de jogo, jogue solo ou online, ou simplesmente se divirta na história, ou nos minijogos

 


CONTRAS


  • É necessário muito tempo jogando para reunir dinheiro grátis para adquirir novos itens
  • Jogadores menos experientes podem ter dificuldade no início
  • Passes de temporada fazem parte de edição mais cara e ainda não tiveram muitos detalhes revelados

ONDE COMPRAR LEGO 2K DRIVE

STEAM (PC)EPIC GAMES STORE (PC)
PS4 | PS5 XBOX ONE | XBOX SERIES | NINTENDO SWITCH

Desenvolvedora: Visual Concepts | Publicadora: 2K | Data de Lançamento: 19 de maio de 2023 | Gênero: Corrida

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Need for Speed Underground | Retro Review https://www.arquivosdowoo.com.br/2023/03/18/need-for-speed-underground-retro-review/ https://www.arquivosdowoo.com.br/2023/03/18/need-for-speed-underground-retro-review/#respond Sat, 18 Mar 2023 20:03:45 +0000 https://www.arquivosdowoo.com.br/?p=13461 Need for Speed: Underground é um clássico jogo de corrida lançado em 2003 pela Electronic Arts. Foi o sétimo jogo da série Need for Speed e apresentou um novo foco em corridas de rua e personalização de carros que se mostraram extremamente populares entre os jogadores. O jogo é ambientado em uma cidade fictícia chamada […]

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Need for Speed: Underground é um clássico jogo de corrida lançado em 2003 pela Electronic Arts. Foi o sétimo jogo da série Need for Speed e apresentou um novo foco em corridas de rua e personalização de carros que se mostraram extremamente populares entre os jogadores.

O jogo é ambientado em uma cidade fictícia chamada Olympic City, onde os jogadores participam de corridas de rua clandestinas. O objetivo é subir na hierarquia dos pilotos e ganhar dinheiro suficiente para comprar carros melhores e fazer upgrades neles.

Ele foi muito popular no começo da era “Windows XP”, e foi muito instalado em computadores de lan houses da época. O estilo de corrida de rua, inspirado pelo primeiro Velozes e Furiosos, caiu como uma luva no gosto dos brasileiros, que até então não tinham vistos jogos de corrida com uma pegada que não fosse voltada para corridas mais sérias e profissionais.

Need for Speed: Underground
Reprodução: Internet

Personalização dos carros

Uma das características mais marcantes de Need for Speed: Underground é a sua incrível personalização de carros. Os jogadores podem modificar quase todos os aspectos dos seus carros, desde a pintura e decalques até as peças do motor e suspensão. Isso permite que os jogadores criem carros únicos que se destacam na multidão e se adaptam ao seu estilo de corrida.

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Os jogadores também podem ajustar o desempenho do carro, desde a velocidade máxima até a aceleração e a aderência ao asfalto. Os upgrades do carro incluem novos motores, sistemas de exaustão, transmissões e pneus especiais. Tudo isso é feito com o objetivo de melhorar o desempenho do carro e torná-lo mais competitivo nas corridas.

Need for Speed: Underground
Reprodução: Internet

Modos de jogo

Além da personalização dos carros, Need for Speed: Underground tem uma grande variedade de modos de jogo. O modo principal é a campanha, onde os jogadores disputam corridas contra outros pilotos para subir na hierarquia e desbloquear novos carros e upgrades. Há também modos de jogo adicionais, incluindo corridas de circuito, corridas de sprint e corridas de arrancada.

Trilha Sonora e gráficos

Outra característica notável de Need for Speed: Underground é a sua trilha sonora. O jogo apresenta uma seleção de músicas de artistas populares, como Lil Jon, The Crystal Method e Rob Zombie. As músicas são perfeitamente adequadas ao ambiente urbano e agitado do jogo, adicionando uma camada extra de imersão e energia.

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Os gráficos de Need for Speed: Underground também são impressionantes. As pistas e os carros são representados com um alto nível de detalhe, e os efeitos visuais, como a iluminação e os reflexos, ajudam a criar uma sensação de velocidade e adrenalina. Os cenários são bem construídos e incluem muitos detalhes urbanos, como lojas, prédios, sinais de trânsito e outros elementos que ajudam a criar a sensação de que o jogador está em uma cidade movimentada e vibrante.

Need for Speed: Underground
Reprodução: Internet

Controles

A jogabilidade de Need for Speed: Underground é bem equilibrada. Os carros têm uma boa sensação de peso e inércia, o que significa que os jogadores precisam ser cuidadosos ao fazer curvas e manter o controle do carro. As corridas são geralmente bem equilibradas e desafiadoras, e há muitas oportunidades para ultrapassagens emocionantes e derrapagens controladas.

Um aspecto negativo de Need for Speed: Underground é a inteligência artificial dos oponentes do jogador. Pois o rubber band é exageradíssimo, principalmente mais pro final do jogo. Fazendo com que os 20% finais do game sejam quase insuportáveis de difícil. Nada impossível mas vale o aviso.

Conclusão

Need for Speed: Underground é a síntese de uma obra de arte fleumática que ascende ao perpassar do tempo. E no fenecimento encontra a transcendência de seu jaez. Sua estrutura é frugal, e sua visão é incólume e sine qua non à agruda de sua jornada que, apesar de perene, no remate se esteia.

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GRID Legends | Um passo para frente, um passo para trás https://www.arquivosdowoo.com.br/2022/02/26/grid-legends-um-passo-para-frente-um-passo-para-tras/ https://www.arquivosdowoo.com.br/2022/02/26/grid-legends-um-passo-para-frente-um-passo-para-tras/#respond Sat, 26 Feb 2022 12:02:58 +0000 https://www.arquivosdowoo.com.br/?p=10205 Esse ano de 2022 estou tirando muitas coisas do meu backlog. Finalmente tomei coragem pra terminar Darksiders 3 e Wolfenstein 2, jogos que comprei em 2018 (inclusive Darksiders 3 recebeu uma atualização em algum ponto que adicionou a opção de deixar a jogabilidade parecida com a dos dois jogos anteriores.). E também terminei a trilogia […]

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Esse ano de 2022 estou tirando muitas coisas do meu backlog. Finalmente tomei coragem pra terminar Darksiders 3 e Wolfenstein 2, jogos que comprei em 2018 (inclusive Darksiders 3 recebeu uma atualização em algum ponto que adicionou a opção de deixar a jogabilidade parecida com a dos dois jogos anteriores.). E também terminei a trilogia original de Uncharted.

Agora me dedico a Mass Effect, que não jogo seriamente desde 2013 quando terminei Mass Effect 3… Pera, mas eu terminei o Andromeda também, uns anos atrás, eu tava me referindo a trilogia original. Mais notícias sobre isso em breve (e você pode me ver jogando no Twitch vez ou outra).

Vou ser completamente honesto. Até cerca de um mês atrás, eu não sabia sequer da existência desse jogo. Não to brincando, mesmo eu sendo fã de jogos de corrida, o fato de que a série GRID estaria recebendo um jogo novo passou completamente despercebido por mim. Mas, enfim. 3 anos depois do último título, GRID Legends chegou ao mercado.

Será que ele vale a pena o seu tempo e dinheiro?

Grid Legends
Reprodução: Codemasters/ Electronic Arts – Capturado no PS4

Conduzido à Glória

Seguindo o caminho de DiRT 5 e F1 2021, o jogo trás um Modo História, mas mais parecido com o F1 do que com o DiRT 5 em termos de estrutura. Aqui, encaramos a jornada de um piloto novato que acaba impressionando Marcus Ado, o dono da equipe Seneca Racing, competidora do Grid World Series. Marcus estava desesperado, porque as coisas não iam bem para a equipe em termos de competição, e a outra piloto da equipe, Yume Tanaka, não conseguiria ser competitiva sozinha.

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E então começamos uma jornada para vencer o GRID World Series, uma competição que é dividida em múltiplas categorias, que prova a eficiência do piloto em dirigir não só um típo de veículo. Existe todo um drama, mas meio que ele não se estende a você, porque você é um piloto sem voz em meio a todos os outros personagens, ao contrário do F1 2021, onde a trama era focada em Aiden Jackson e Casper Akkerman.

Ainda que seja uma adição bem vinda (eu sou a favor de modos história nos meus jogos, desde que o resto do jogo não seja prejudicado), assim como o Braking Point em F1 2021, vejo como esse modo pode ser divisivo.

Porém, ao contrário de F1 2021, aqui, apenas a primeira corrida é absolutamente obrigatória, já que ela é em termos de ordem cronológica, a última corrida da Grid World Series. Já que após ela, você pode continuar essa história, voltando ao começo, antes de você assinar com a Seneca Racing, ou partir para o Modo Carreira tradicional, com você começando uma equipe (e não tendo nada a ver com a história).

Grid Legends
Reprodução: Codemasters/ Electronic Arts – Capturado no PS4

Carreira confusa, online demais

Eu comentei numa mini thread das minhas impressões iniciais sobre o jogo, que o foco do jogo no Online, mesmo no modo carreira, era um tanto prejudicial por ele ser mais ou menos obrigatório, mas isso acabou sendo uma meia verdade, porque você pode desligar isso com um botão. Mas ainda assim…

O modo Carreira de Grid Legends é confuso, mesmo ele possuindo em teoria, a mesma estrutura do GRID de 2019. Isso por causa da distribuição de menus diferentes, e até mesmo a maneira de desbloquear certas corridas é diferente, com algumas exigindo que você dirija por X quilômetros com algum carro daquela categoria.

De resto, mais ou menos a mesma coisa, só que os torneios estão dividos em categorias, de Novato, Semi Profissional e Profissional, daí ao completar as 3 categorias, abrem-se os desafios finais do jogo. E dentro dessas categorias em si, existem as sub-categorias relacionadas a diferentes tipos de carro. Honestamente, depois da simplicidade que era o modo carreira do GRID 2019, isso aqui é tudo em excesso e contra intuitivo.

Por outro lado, algumas melhorias foram feitas, já que agora é possível comprar upgrades para os carros que você possui, para o seu mecânico, garantido descontos em reparos, compra de veículos e etc, e melhorias pro seu companheiro de equipe, tornando-o mais habilidoso, podendo fazer com que ele seja agressivo contra seus Nemesis, dentre outras coisas.

Só que de novo, os menus e acessos do jogo são contra intuitivos, tornando tudo mais complicado do que deveria ser. De novo, a comparação com o GRID 2019. O mesmo vale pra compra de carros, excessivamente complicada. E aqui vai uma dica: Termine primeiro o modo história pra acumular dinheiro, vai valer a pena.

A jogabilidade é customizada para seu tipo de gameplay, se você manja das paradas, pode jogar com dano terminal, sem assistências, ou com dano superficial e assistências a rodo. E dessa vez, os Flashbacks, uma das features da EGO Engine (A Engine da Codemasters) são limitados. Não há opção de deixá-los infinitos com a dificuldade Fácil, como no GRID 2019. Sinto muito se faço comparações com o jogo anterior, mas como terminei o GRID de 2019 recentemente, impossível não fazer essa comparação.

Grid Legends
Reprodução: Codemasters/ Electronic Arts – Capturado no PS4

Novas pistas e novos carros

A dirigibilidade é a mesma do GRID 2019, com pequenos ajustes aqui e ali, eu diria, você consegue dar ordens ao seu companheiro de equipe (coisa que não tem nos F1 recentes) e tudo mais.

Existem as coisas que você pode fazer para garantir dinheiro extra e satisfazer requisitos dos patrocinadores (os patrocinadores não funcionam de maneira intuitiva como em DiRT 5 ou F1 2020/2021), que incluem Drifts, Estilingues (Estilingue é uma técnica até bem comum na vida real, de você ficar no vácuo do adversário a sua frente por um tempo e fazer a ultrapassagem pelo lado, com uma velocidade extra que deve ter algum princípio aerodinâmico que conseguiria explicar nem que minha vida dependesse disso, mas é uma forma de ultrapassagem bem comum na NASCAR), ultrapassagens, vácuos, pulos em determinadas rampas e tudo mais. Se você está habituado com os controles de um jogo moderno de corrida, não será problema entender como GRID Legends funciona.

Novas pistas foram adicionadas ao jogo, tanto reais, como Mount Panorama, Suzuka e o Red Bull Ring (as duas últimas foram DLC’s do GRID 2019), quanto fictícias, no caso de Moscou, Dubai, Londres e Chicago. Por outro lado, não temos mais Silverstone dentre as pistas. Mas no geral temos 22 circuitos, que com suas variantes de traçado, chega ao total de 137 locais pra correr (ainda que uns sejam só Pista X e Pista X – traçado invertido).

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Quanto aos carros, apesar de eu adorar todo tipo de corrida de carros, não sou um aficionado por modelos a ponto de saber minúcias de cada um. Claro, tem alguns carros que eu reconheço que são esteticamente agradáveis, ou icônicos (tipo a Ferrari Testarossa do OutRun, manja?), mas eu sou realmente um novato nesse quesito. Mas, de qualquer jeito, para o GRID Legends, a quantidade de veículos foi aumentada para a casa dos 120 (126 de acordo com a Wiki do jogo) e a categoria de Carros Elétricos foi adicionada.

Esses carros elétricos, obviamente tem o motor que parece uma chaleira fervendo, e suas corridas podem possuir boosts de velocidade, como acontece na Formula E, inclusive tem um modelo que é bem semelhante aos modelos da Formula E, a ponto de eu, ao ver o trailer, achei que tivessem conseguido a licença com a FIA pra colocar a Formula E do jogo, mas não são tão similares assim.

Enfim, esses boosts não são exatamente como a Zona de Ataque da Formula E, onde ao passar por uma área fora do considerado o traçado ideal da pista, seu carro ganha uma potência extra por alguns minutos, num sistema de risco/recompensa (porque você vai pra fora do traçado ideal de uma curva, perdendo um pouco de tempo e até mesmo uma ou mais posições, em troca de potência extra).

Em GRID Legends, você passa por dois detectores (também fora do traçado ideal da pista, e ao passar pelos dois, você ganha três turbos a serem utilizados, o que traz a mesma ideia de risco/recompensa.

Reprodução: Codemasters/ Electronic Arts – Capturado no PS4

Não faz feio no departamento visual

Uma das minhas principais críticas ao DiRT 5, quando joguei, foi a trilha sonora. O negócio era tão alto que eu não conseguia ouvir meus pensamentos, tanto que depois de um tempo de jogo, eu mutei as músicas lá. Sem contar que assim, meu stream não seria mutado pelo algoritmo do Twitch, quando streamei. Enfim, esse não é um problema que GRID Legends possui.

Ainda que não sejam músicas inspiradas ou excelentes, são músicas que agradam ao seu ouvido e complementam bem as corridas do jogo. Mas, uma coisa que podemos dizer, é que dessa vez não temos dublagem em português, coisa que havia no jogo de 2019. Não que faça tanta falta aqui, mas é algo a se notar.

As performances dos atores que interpretam os personagens, é até que decente e a vibe de documendrama* do Netflix (impossível não comparar com “Drive to Survive”) que o modo história possui, e mais, ver os atores e tal dando vida a esses personagens, meio que traz de volta essa coisa do modo história/carreira que a Codemasters já havia utilizado antes na série TOCA (que é a antecessora de GRID). E os personagens do jogo em si, são personagens que você já topou com eles em jogos anteriores da própria série GRID.

*documendrama porque vamos ser honestos, Drive to Survive tem muito drama que é completamente artificial e inexistente no paddock, isso não sou eu tirando do cu, pilotos já disseram isso nas mídias sociais.

Graficamente, nos consoles de geração atual e PC’s mais potentes, o jogo não faz feio, isso eu posso dizer de vídeos feitos. E a versão para a geração anterior (PS4/Xbox One) também não é feia. Claro, você não vai encontrar o nível de detalhes de um Forza Motorsport, Gran Turismo ou Asseto Corsa, que são jogos focados em Simulação, mas o jogo é um pouco mais bonito que seu antecessor, o que era esperado.

Os carros possuem níveis de destruição (talvez não como Project CARS, onde o menor erro ou toquinho que cause dano pode te custar muito em termos de aerodinâmica e controle do carro) bacanas de se ver, mesmo com a opção de dano estético ligada e as pistas reais são boas recriações dos circuitos.

Os efeitos climáticos são mais convincentes que no jogo de F1, e a vista do Cockpit numa corrida com chuva torrencial é um efeito bem bacana (mas eu não jogo muito com essa vista por motivos). Infelizmente não temos um sistema de clima dinâmico, como em Project Cars 2, ou mesmo o simples de Formula 1, mas não se pode ter tudo.

Reprodução: Codemasters/ Electronic Arts – Capturado no PS4

GRID Legends é um bom jogo, mas…

Olha, a minha recomendação geral é esperar uma boa promoção, ou o jogo entrar no EA Pass.

Ele oferece um conteúdo razoável, e tem um modo história relativamente decente (embora eu preferisse que as cinemáticas fossem mais no estilo do F1 2021, ao invés de com atores), mas o problema é que tudo (fora o modo história) é apresentado ao jogador de maneira confusa e não intuitiva. Caso queira jogar algo semelhante, experimente o GRID de 2019 que é gratuito com o EA Pass. É mais intuitivo fazer as coisas lá.

GRID Legends está disponível para PC, PlayStation 4, Xbox One, PlayStation 5 e Xbox Series S | X.


Esta análise foi feita com o acesso antecipado do EA Play, que permite até 10 horas de jogatina.

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Horse Racing 2016 | Ou deveria ser Hor[BEEP] Racing? https://www.arquivosdowoo.com.br/2021/06/07/horse-racing-2016-ou-deveria-ser-horbeep-racing/ https://www.arquivosdowoo.com.br/2021/06/07/horse-racing-2016-ou-deveria-ser-horbeep-racing/#respond Mon, 07 Jun 2021 08:00:25 +0000 https://www.arquivosdowoo.com.br/?p=7452 Primeiramente, uma confissão. EU ADORO jogos ruins. Não aqueles jogos propositalmente ruins, como os do criador do Mineirinho, mas aqueles jogos que possuem falhas o suficiente para não serem chamados de bons jogos. Claro, jogos como Yasai Ninja e The Adventures in the Little Prairie definitivamente são ruins e eu os odeio, mas jogos como […]

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Primeiramente, uma confissão. EU ADORO jogos ruins. Não aqueles jogos propositalmente ruins, como os do criador do Mineirinho, mas aqueles jogos que possuem falhas o suficiente para não serem chamados de bons jogos.

Claro, jogos como Yasai Ninja e The Adventures in the Little Prairie definitivamente são ruins e eu os odeio, mas jogos como Sonic 2006 ou o Project Altered Beast tem suas falhas, mas conseguem entregar diversão, nem que seja pelos motivos errados.

LEIAM – Yasai Ninja | YaSaia de perto desse jogo!

Dito isso, passando pela Playstation Network, uma duvida me passou pela mente. Por quê o PS4 tem tantos jogos com cavalo? E não falo de faroestes como Red Dead Redemption 2, ou mesmo Dynasty Warriors 9 (que tem a possibilidade de cavalgarmos cavalos por longas distâncias no mundo aberto do jogo), mas jogos onde o cavalo é a parte central do jogo.

Como jogos como “Bibi e Tina” e “My Riding Stables – Life with Horses” nunca entram em boas promoções, tive que me contentar com os 90% de desconto em Horse Racing 2016… E bem… Acompanhem-me nesse terror.

Eu preciso colocar a descrição do jogo no Steam aqui

Horse Racing 2016

“Horse Racing 2016 é o jogo mais divertido e fabuloso para todos. Se você quiser sentir corridas reais de cavalo, mostre sua coragem e desejo de jogar esse jogo. A singularidade desse jogo fará você o jogar por horas, e você amará jogar esse jogo diversas vezes.”

Primeiro, eu tive que adaptar um pouco porque Jesus Cristo de Cascatinha, o inglês desse cara é péssimo. O jogo é mais uma desova do “estúdio” indiano YFT Studios, responsável por clássicos como “The Unknown City (Horror Begins Now….. Episode 1)”, “Gladiator: Blades of Fury”, “Epic World” e meu jogo de corrida favorito de todos os tempos, “Super Kids Racing”…

LEIAM – Little Adventure on the Prairie | As horríveis aventuras de Jesuíno

Ok, é mentira sobre o Super Kids Racing ser meu jogo de corrida favorito de todos os tempos, mas por incrível que pareça… Super Kids Racing entra na categoria de ruim divetido. Em Horse Racing 2016, temos que ser o melhor corredor de cavalos do ano de 2016… E é isso. Por quê acham que estendi essa parte da análise em três parágrafos?

Um balde de gelo é necessário para a jogatina

Horse Racing 2016

Não, não estou mentindo, prepare um balde de gelo ou qualquer coisa do tipo, porque uma de suas mãos vai precisar. Veja bem, o objetivo do jogo é terminar as 11 temporadas do campeonato de corrida de cavalos, e cada temporada possui cinco provas, totalizando cinquenta e cinco provas.

Existem seis tipos de prova diferentes, e todas envolvem quase a mesma coisa. No time trial, basicamente corre por uma pista completa que pode ter obstáculos ou não. Temos a Straight Race, que é basicamente uma corrida sprint em linha reta, temos a corrida normal que é a pista completa, a corrida de obstáculos, que também é a pista completa, mas como o nome diz, tem obstáculos. E temos duas provas só disponíveis na última temporada, a Free Rider, que é você basicamente tem cinco minutos para pular o maior número de obstáculos possíveis, e a Finale, que é uma corrida de 3km com stamina infinita.

As únicas que oferecem um mínimo de diversão, são a Free Rider e a Finale, porque não exigem tanto, apesar de teoricamente serem mais longas. Os controles… Basicamente são uma tortura.

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Nas largadas, há uma barra com dois ponteiros, e você precisa dar a mesma quando os ponteiros estiverem o mais próximo um do outro, só que isso não é NADA fácil porque os ponteiros são provavelmente as coisas mais rápidas desse jogo.

Depois disso, para fazer o cavalo galopar, você deve apertar o botão x seguidamente. E é isso. Você pode usar o chicote para dar boost de velocidade, mas cuidado, se você não usar parcimônia, seu cavalo ficará zangado e se cansará, caindo. Para as corridas com barreira e obviamente o Free Ride, há um botão de pulo.

O jogo tem diversas opções de câmera, mas nem pense em mexer nelas porque é uma pior que a outra. ALIÁS, nesse jogo, o botão de pause do PlayStation 4 NÃO FAZ NADA. O botão que pausa a “ação” é o círculo. E como eu disse no parágrafo anterior, o que você mais vai fazer, é apertar o X feito um maníaco e cansar a mão. Prefiro cansar a mão com atitudes mais gratificantes. Entenda isso como quiser.

BOTA FOGO NESSA JOÇA!

A melhor parte de Horse Racing 2016 é a trilha sonora. E não é como se ela fosse meticulosamente criada para o jogo. Ela na verdade não passa de um monte de músicas Royalty Free, algumas que certamente já devo ter ouvido em vídeos de YouTubers por aí.

Os gráficos desse jogo… São feios para um jogo independente, para um jogo de Playstation 4, para um jogo de 2016. Não tem um ângulo que você olhe essa porcaria e não pense. Isso é pior que early game da geração PS2. Os modelos são horrorosos e duros, os cenários são risíveis de genéricos e com poucos elementos.

Até mesmo a fonte do jogo é problemática, porque o jogo permite você escolher o nome do seu jóquei e do seu cavalo, mas a fonte dele não tem suporte a assentos, então fica aquela coisa esquisita.

O presente “perfeito” para aquele seu “amigo” no Steam

Horse Racing 2016 não tem nenhuma qualidade redentora. Não é bom como jogo, não é bom como meme, tampouco é bom como adubo para as plantas. É uma das piores coisas já defecadas no PS4 e os desenvolvedores ainda tem a pachorra de cobrar DEZ DÓLARES (53,90 na PSN BR) nesse lixo, e eu paguei 5,39, que foi 5,38 mais caro do que esse jogo merece.

LEIAM – Polemicaducas e os Ditadores de Regras

Sabe, meses atrás eu fui rígido com Lizard Lady vs the Cats, mas perto de Horshit Racing 2016, Lizard Lady vs the Cats é basicamente Wolfenstein II, Doom Eternal e Shadow Warrior 3, todos fundidos em um jogo só. Isso é o quão ruim Horse Racing 2016 é.

Essa praga está disponível para Android, iOS, PC, Playstation 4 e Xbox One. Eu me arrependi de comprar isso no PS4.

[BEEP] é shit, caso não tenha percebido

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Destruction Derby 64 – Burnout no Nintendo 64? | Análise Retro https://www.arquivosdowoo.com.br/2020/07/28/destruction-derby-burnout-no-nintendo-64/ https://www.arquivosdowoo.com.br/2020/07/28/destruction-derby-burnout-no-nintendo-64/#respond Tue, 28 Jul 2020 08:00:00 +0000 https://www.arquivosdowoo.com.br/?p=4222 Felizes acidentes de carro Jogos de corrida sempre foram fáceis de cativar as pessoas, sendo que todo console moderno sempre chega às prateleiras com um game de corrida pra mostrar a capacidade do sistema. Apesar do primeiro PlayStation ter sido lançado com um grande jogo do gênero — Ridge Racer — outras produtoras se arriscaram […]

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Felizes acidentes de carro

Jogos de corrida sempre foram fáceis de cativar as pessoas, sendo que todo console moderno sempre chega às prateleiras com um game de corrida pra mostrar a capacidade do sistema. Apesar do primeiro PlayStation ter sido lançado com um grande jogo do gênero — Ridge Racer — outras produtoras se arriscaram em tentar bater de frente no mesmo quesito.

No fim de 1994, a produtora Reflections (que anos depois viria a criar a série Driver) já havia começado a trabalhar com os kits de desenvolvimento do console da Sony, iniciando o desenvolvimento de Destruction Derby.

Diferentemente de outros games de corrida, aqui obviamente o foco são os eventos de destruição. Ou seja, o jogador deve se preocupar mais em acabar com os carros dos adversários do que chegar em primeiro lugar.

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O resultado, para a época foi incrível: era possível ter até VINTE carros ao mesmo tempo na pista, coisa que somente Daytona USA havia conseguido. Além disso, o dano dos carros era calculado em tempo real. Tudo isso graças a inteligência da produtora, que diminuiu os gráficos de elementos distantes do cenário e fazendo todos os carros terem o mesmo modelo 3D, mudando somente as texturas.

A versão para Nintendo 64

Após um port para Sega Saturn e duas sequências (DD2 e DD Raw), a série chegou ao Nintendo 64, dessa vez feita pela Looking Glass Studios. Por ser feito por um estúdio diferente e para um console bem diferente, as diferenças são notáveis. Temos carros e cenários mais polidos e detalhados, com pistas maiores e framerate mais estável.

Os modos de jogo são basicamente dois: corrida de pontos e destruição em arena. No primeiro, temos algo bem diferente das versões anteriores. Dois grupos de 10 carros correm em direções opostas numa mesma pista, e seu objetivo é destruir completamente os carros que vêm na contramão. Aqui, ganha quem fizer mais pontos, não importando sua posição.

Já o segundo modo é basicamente a parte mais atrativa, onde os corredores precisam se explodir em uma arena bem menor. Esse modo por sua vez conta com variações, como a divertidíssima brincadeira de pique bandeira.

Qualidades

Comparado com outros games de corrida do console, “Destruction Derby 64” possui uma jogabilidade bem acertada, com controles responsivos. Controlar os carros é bem gostoso, mesmo se o jogador estiver usando um controle com analógico bem gasto.

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A trilha sonora infelizmente não conta com músicas cantadas, já que o 64 bits da Nintendo não permitia um uso tão displicente da memória do cartucho. Por outro lado, temos uns temas eletrônicos que cumprem seu papel de não deixar o jogador ficar entediado. E mesmo se fosse o caso, o narrador que grita quantos carros restam na pista ou descreve  as batidas faz com que a corrida realmente pareça ao vivo e não algo sem alma.

Por fim, temos grande variedade de veículos. De início temos os carrinhos numerados padrões, mas ao longo da campanha pode-se desbloquear outros, como um táxi e até uma ambulância.

Falando nisso, a campanha é um pouco repetitiva e longa. Por outro lado, ela recompensa o jogador com maiores desafios e novos carros, não sendo um jogo que se sustenta no multiplayer.

Esse inclusive, é excelente, e me traz boas lembranças da infância com meus amigos, sendo possível até zerar o game para dois jogadores.

Conclusão

Muito antes de Burnout, Destruction Derby já tornava acidentes de carro em algo divertido. Solte a criança dentro de você e corra atrás de uma forma de jogar a versão para Nintendo 64. É uma pérola secreta do console e que merece ser conferida por todos os fãs de uma corridinha sem compromisso.

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