Arquivos Reflexão & Opiniões - Arquivos do Woo https://www.arquivosdowoo.com.br/category/reflexao-opinioes/ Um pouco de tudo na medida certa Sun, 13 Jul 2025 00:30:49 +0000 pt-BR hourly 1 https://wordpress.org/?v=6.9 https://www.arquivosdowoo.com.br/wp-content/uploads/2020/12/cropped-logo-150x150.png Arquivos Reflexão & Opiniões - Arquivos do Woo https://www.arquivosdowoo.com.br/category/reflexao-opinioes/ 32 32 Por que meu filho não vai crescer com um pai viciado em Redes Sociais https://www.arquivosdowoo.com.br/2025/07/13/por-que-meu-filho-nao-vai-crescer-com-um-pai-viciado-em-redes-sociais/ https://www.arquivosdowoo.com.br/2025/07/13/por-que-meu-filho-nao-vai-crescer-com-um-pai-viciado-em-redes-sociais/#respond Sun, 13 Jul 2025 00:30:49 +0000 https://www.arquivosdowoo.com.br/?p=20573 Hoje, o celular se tornou quase uma extensão do corpo humano, refletindo na dificuldade de passarmos poucos minutos sem checar as horas ou mergulhar em redes sociais e vídeos no YouTube. Essas ferramentas sociais nos incentivam a prolongar o uso, seja interagindo, discutindo ou assistindo a vídeos engraçados. O tédio, que antes nos movia a […]

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Hoje, o celular se tornou quase uma extensão do corpo humano, refletindo na dificuldade de passarmos poucos minutos sem checar as horas ou mergulhar em redes sociais e vídeos no YouTube.

Essas ferramentas sociais nos incentivam a prolongar o uso, seja interagindo, discutindo ou assistindo a vídeos engraçados. O tédio, que antes nos movia a buscar atividades mais produtivas, foi substituído por esse apêndice chamado celular. No primeiro sinal de monotonia, preenchemos o vazio com vídeos rápidos, danças no TikTok ou receitas que, ao menos no meu caso, nunca preparo.

O impacto disso é claro, especialmente entre os jovens, que frequentemente falam sobre sua procrastinação quase crônica. Reconhecem o problema, mas dão poucos passos para mudar. Muitas vezes, expor isso nas redes parece mais um desabafo que perpetua o ciclo de reclamar e repetir. Não nego que também me vejo nesse reflexo, embora já não seja jovem.

Foto de cottonbro studio

O Ciclo da Procrastinação

Quantas vezes entrei no Twitter e fiquei rolando a tela, buscando algo interessante para dissertar em 280 caracteres? Pensando nisso agora, percebo que o motivo era sempre o mesmo: tédio. Poderia ter feito algo mais produtivo, como caminhar ou brincar com meu filho, mas me deitei no sofá com o celular nas mãos, pulando de uma rede social para outra ou de um vídeo para o próximo no YouTube.

Essa rotina se tornou tão frequente que comecei a perceber que não era só comigo. Pessoas ao meu redor replicavam o comportamento, algumas até mais intensamente. Quando me perguntei o que ganhava com essas horas investidas em redes sociais, veio a sensação de inutilidade. Apesar de cumprir minhas responsabilidades no trabalho, meu tempo livre era preenchido com “nada útil”.

Isso chegou a impactar meu relacionamento. Embora eu mesmo gastasse muito tempo no celular, ver minha companheira fazer o mesmo me incomodava. Era como se ela desse mais atenção ao aparelho do que a mim. Reconheço a hipocrisia, mas esse comportamento gerava conflitos.

Por fim, comecei a refletir sobre o exemplo que dava ao meu filho. Que valores ele estava absorvendo ao me ver tão conectado ao celular? Decidi que precisava mudar, tanto por ele quanto por mim.

Foto de RDNE Stock project

Uma Nova Perspectiva Sobre o Tédio

O primeiro passo foi instalar um aplicativo chamado Stay Free, que calcula o tempo investido nos apps do celular. O susto veio rápido: eu chegava a gastar 9 horas diárias no aparelho! Claro, uso o WhatsApp para trabalho, mas mesmo assim, o número era assustador. Esse tempo poderia ser muito melhor aproveitado.

Hoje, reduzi o uso para cerca de 3 a 4 horas por dia, mas isso levou quase dois anos. Foi um processo gradual, porque estamos viciados na sensação de prazer que as notificações nos causam. Qualquer desculpa era motivo para tirar o celular do bolso e conferir o que estava acontecendo.

Foi uma longa caminhada, mas agora me permito sentir tédio. Às vezes até reclamo disso com minha esposa, pois é uma sensação que há muito tempo não experimentava. Parece bobo, mas tem sido libertador. Hoje, chego mais cedo ao trabalho, sento à sombra de uma árvore e espero calmamente pela minha entrada. Não sinto mais a necessidade de conferir o que Beltrano69 está dizendo no Twitter.

Durante as refeições, especialmente se estou com meu filho, não levo o celular à mesa. Tento conversar sobre o dia dele, o que fez, do que gostou. Essa mudança o deixou mais feliz, e sinto que estamos mais próximos.

Como último passo, desativei as redes sociais no celular e desinstalei o YouTube. Agora só uso redes no computador, e mesmo assim, apenas após concluir uma tarefa. O resultado? Não sinto falta alguma e estou menos ansioso.

O tédio voltou a ser meu amigo, e com ele, redescobri o valor do meu tempo e das relações que realmente importam.

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O que o sucesso do filme de Minecraft nos ensina? (Pro mal e pro bem) https://www.arquivosdowoo.com.br/2025/04/19/o-que-o-sucesso-do-filme-de-minecraft-nos-ensina-pro-mal-e-pro-bem/ https://www.arquivosdowoo.com.br/2025/04/19/o-que-o-sucesso-do-filme-de-minecraft-nos-ensina-pro-mal-e-pro-bem/#respond Sat, 19 Apr 2025 21:37:21 +0000 https://www.arquivosdowoo.com.br/?p=20104 Eu não sei se o Diogo levou o pimpolho dele pra assistir “Um Filme Minecraft”, mas é inegável que o filme pode ser considerado um sucesso e hit (faturou no momento desse texto, quase 600 milhões de dólares), apesar da qualidade bastante questionável. E não, a desculpa de que “É pra criança” não cola pra […]

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Eu não sei se o Diogo levou o pimpolho dele pra assistir “Um Filme Minecraft”, mas é inegável que o filme pode ser considerado um sucesso e hit (faturou no momento desse texto, quase 600 milhões de dólares), apesar da qualidade bastante questionável. E não, a desculpa de que “É pra criança” não cola pra um produto abaixo do ideal. E as pessoas que eram crianças quando Minecraft explodiu também merecem um produto melhor.

Porém, esse sucesso todo, aliado a muitos fracassos tanto na indústria dos jogos quanto na cinematográfica me fez pensar numa coisa, e veio a ideia de fazer esse texto. O que esse sucesso do filme de Minecraft (e vou colocar no balaio aqui, o sucesso do filme de Five Nights at Freddy’s, que faturou 300 milhões num orçamento de 20 milhões) representa pra industria e público num geral, tanto pro bem, quanto pro mal? Não sei o quão grande esse texto vai ser, então vamos começar.

Reprodução: Sony

O lado ruim: A mediocridade é recompensada no peso da ip

Isso é algo que é extremamente comum na indústria de jogos, só olhar as listas de jogos mais vendidos do ano, você vai ter lá, apesar das críticas, das abusivas microtransações que fazem um gacha parecer bonzinho, Madden, NBA 2K, o EA FC e Call of Duty no topo. As surpresas foram Helldivers 2 e Elden Ring (impulsionado pelo DLC), mas a maioria é parte de franquias anuais. E o fato é que o peso da ip de Minecraft foi o suficiente pra fazer com que o filme faturasse muito.

Ainda que essa tendência esteja mudando com muitos jogos AAA ocidentais com performance abaixo do esperado (A Ubisoft foi de jogo de performance ruim a jogo de performance ruim por todo 2024, e a controvérsia de Assassin’s Creed Shadows levou o jogo a ser adiado pra 2025), em 2024 mesmo com ip’s de peso, como Star Wars e Dragon Age, não foi o suficiente para se converter em vendas, a falta de qualidade em Minecraft não foi o suficiente para deter o sucesso do filme, mas ao menos deteu uma projeção de que o filme faturaria mais que o filme de Mario (com o resultado do primeiro fim de semana, alguns especularam que Minecrafr bateria Mario, mas agora a projeção de Minecraft é pra pouco menos de um bilhão de dólares de faturamento).

Mas, o sucesso do filme é o triunfo da mediocridade. Deixando de fim a negatividade, vamos aos positivos do sucesso de Minecraft.

Reprodução: Double Eleven, Mohjang Studios

Não saíram ofendendo os fãs ao sinal de críticas

Lembram do primeiro teaser trailer do filme? A internet inteira se uniu em um ódio coletivo a esse trailer, porque foi uma as coisas mais “boomer velho sem contato com a realidade fazendo filme para o jovem” que eu já vi. Todo mundo zoou o trailer a torto e a direito. Curiosamente, uma coisa que não ouvi após esse trailer, foi a produção do filme ou alguém do elenco saindo pra xingar os fãs de racistas, fascistas, homofóbicos ou qualquer outra variante, coisa hoje que é comum em especial na indústria de jogos, mas vem acontecendo nos filmes desde o Caça Fantasmas de 2016.

A produção aguentou as críticas de pé, e os trailers posteriores não sofreram essa torrente de críticas, e os fãs mais fervorosos de Minecraft recuperaram o otimismo em relação a produção. Se esse otimismo é justificado, agora olhando pro filme finalizado, são outros 500, porque assim como o filme de Super Mario Bros., a aventura do filme de Minecraft é menos genérica. (Fica aqui a minha tangente de que a Anya-Taylor Joy não ficou muito boa de Peach, e o Chris Pratt se saiu melhor do que o esperado, mas divago).

Imagine se durante a produção de filmes como o Caça-Fantasmas de 2016, As Panteras de 2019, os remakes da Pequena Sereia e Branca de Neve, os produtores e elenco não saíssem atacando todos os críticos, e os classificando como machistas, misóginos racistas? Porra, no caso da Branca de Neve, o produtor teve que viajar pra dar um esporro na Rachel Zeigler pra ela parar de falar merda! Ainda que não fossem faturar tanto, as pessoas iriam ver esses filmes com a cabeça mais aberta se a produção não passasse tanto tempo espantando o possível público alvo. E o remake da Pequena Sereia teria de fato se pagado nos cinemas, porque dos filmes que mencionei, foi o mais bem sucedido.

Reprodução: Silver Cow Studio

Foi uma produção (quase) livre de polêmicas

Dungeons & Dragons: Honra entre rebeldes foi um baita filme baseado em Dungeons & Dragons, porém… O filme fracassou nos cinemas. O motivo? Durante a produção, alguém disse que o filme seria uma obra de empoderamento feminista e blá blá blá. Isso, devido ao clima atual, coloca as pessoas com um pé atrás. Todo mundo está mais do que cansado da trope da girlboss. Só que o filme não é essa obra que falaram, é um filme competente e bastante divertido, mas devido a essa declaração, ninguém foi ver. E mais recentemente, a Marvel matou a animação de MUITA GENTE para o novo filme do Quarteto Fantástico.

Eu tinha minhas reservas pessoais de ver a Vanessa Kirby como Sue Storm (pessoalmente, a Sue deveria ser um cadinho mais jovem, a Kirby tem a minha idade) e o Arroz de Festa Pedro Pascal interpretando Pedro Pascal, digo, Reed Richards, mas o primeiro teaser trailer me deixou esperançoso, era o tipo de filme que a Marvel precisa, que elenco a parte, poderíamos ter algo bom. Porém, estava bom demais pra ser verdade, porque a Vanessa Kirby e Joseph Quinn deram declarações que brocharam não só a mim, mas muita gente que estava ligeiramente otimista com o filme. Kirby comentou que o filme será uma obra de empoderamento feminista, enquanto que Quinn disse que seu Johnny não será um cara flertador “machista”. Sim, o mesmo Quinn que fazia muita gente que conheço molhar as calcinhas depois de Stranger Things. (A pessoa de quem falo sabe quem é, VOCÊ NÃO ME ENGANA). Ou o filme vai ser uma desgraça, ou essa é uma sabotagem e tanta, tal qual foi em D&D. Pra esse tipo de coisa, você fica calado, no clima atual, as pessoas estão sensíveis e qualquer coisa mínima é motivo pra briga em rede social.

Minecraft por outro lado, passou sua produção praticamente livre de qualquer tipo de polêmica barata. Digo praticamente, porque uma das pessoas que faria um cameo no filme, a streamer Rachell Marie “Valkyrae” Hofstetter deu uma declaração de que Jason Momoa teria destratado uma pessoa no set e tal. Só que a polêmica morreu rapidamente, e o cameo de Valkyrae foi removido. Duvido que tenha sido algo muito grave, creio que tenha sido mais uma coisa do estresse do ritmo de gravações, porque nenhum outro problema foi reportado.

Reprodução: Telltale Games

O público alvo FOI ASSISTIR

Isso também vale pro filme de Five Nights at Freddy’s. Uma das coisas que vemos na indústria dos jogos, são produções que tem um público alvo, a chamada audiência moderna… Que parece não existir. Ou é pequena demais pra fazer um jogo ser bem sucedido. A tal audiência moderna parece mais focada em falar no twitter, no Blue Sky e outros locais, que você PRECISA jogar o “Flopperson Xtreme Bidennus”, caso contrário você é um preconceituoso, rachista, macista, misógino, transfóbico e eleitor do Trump/eleitor do Bolsonaro (mesmo que você não more nos EUA/mesmo que você tenha votado no Lula). Só que elas mesmas não compram tais jogos. Se o jogo foi feito pra você, porque você não comprou? Falar é fácil, se você quer que o jogo seja bem sucedido, compre… Ou você, tal criatura da audiência moderna, vai esperar o streamer modinha jogar o jogo pra formar sua opinião?

O público de Minecraft, assim como o de FNAF, vestiu a camisa e foi aos cinemas, ainda que parte do púbico (de Minecraft) tenha estado mais preocupado em fazer bagunça e arruinar o dia de quem limpa as salas de cinema. O fato é, esse público de Minecraft e FNAF, VOTOU COM A CARTEIRA. Porque não adianta nada você fazer uma defesa de um Dustborn ou Concord da vida, se você sequer vai jogá-lo. Sim, eu entendo que os jogos estão caríssimos, e são entretenimento de luxo. Mas se você, que está interessado no jogo, pode se dar a opção de não comprar o jogo que quer porque está caro… Porquê eu, que não estou interessado no jogo, não tenho essa opção? Tremenda hipocrisia.

Reprodução: Mohjang

Finalizando…

A conclusão que chegamos com o sucesso do filme de Minecraft, é que apesar da mediocridade, o peso da ip PODE ajudar no sucesso, se a produção não passa seu tempo atacando o público alvo e espantando o público alvo. Ter uma produção livre de polêmicas e declarações polêmicas também vai ajudar, mas principalmente… O público alvo PRECISA TAMBÉM colaborar para que o produto seja um sucesso. Isso vale pra filmes, mas pode ser muito bem aplicado a jogos, com sucessos como Black Myth Wukong, Hogwarts Legacy, Space Marine 2, Split Fiction e Stellar Blade. A mensagem principal desse texto pras produtoras é: não desrespeite seu público. E para os jogadores, independente de sua crença: Vote com sua carteira e não seja um hipócrita.

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The Game Awards 2024 | As reações e comentários do Sancini https://www.arquivosdowoo.com.br/2024/12/13/the-game-arards-2024-as-reacoes-e-comentarios-do-sancini/ https://www.arquivosdowoo.com.br/2024/12/13/the-game-arards-2024-as-reacoes-e-comentarios-do-sancini/#respond Fri, 13 Dec 2024 16:33:47 +0000 https://www.arquivosdowoo.com.br/?p=19031 Olá, mais um fim de ano, e mais uma edição da farsa que é o The Game Awards. Que nada mais é do que um bocado de trailers com premiações imbecis no meio. Ano passado não tivemos os comentários cáusticos da edição do The Game Awards. Comentários sobre premiação não serão feitos. Sem mais delongas… […]

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Olá, mais um fim de ano, e mais uma edição da farsa que é o The Game Awards. Que nada mais é do que um bocado de trailers com premiações imbecis no meio. Ano passado não tivemos os comentários cáusticos da edição do The Game Awards. Comentários sobre premiação não serão feitos. Sem mais delongas…

Ninja Gaiden Ragebound

Um Ninja Gaiden feito pela Game Kitchen? FUCK THE HELL YEAH, 2D DELICIOSO. Sério. Lindo e parece excelente.

One Move Away

Simulador de mudança. Bo-ring…

Slay the Spire 2

Mais um jogo de cartas bla bla bla…

Dave the Diver in the Jungle

Whatever.

Thick as Thieves

Parece um Thief, multiplayer, do criador de Deus Ex

Shadow Labyrinth

Spin-off de Pac-man baseado no episódio de Pac-man da série Secret Level. Pode ser interessante se o jogo for bom

Steel Paws

Whatever, ninguém usa aquela porra do Netflix Games. “Ain, mas é jogo do Yu Suzuki” FOOOODA-SEEEEEEE!

Tales of the Shire

Cozy, feio, parece uma bosta

StalcraftX

Que merda;

Midnight Murder Club

Nah, não é minha praia.

Kyora

Terrária dos criadores de Core Keeper. Passo

Rematch

Interessante jogo de futebol dos criadores de Sifu. O chamarei de SIFUTEBOL

Solasta 2

Parece interessante, apesar de parecer ao mesmo tempo genérico.

Com Solasta 2, foi terminado o pré-show.

The Witcher IV

Agora, é com a Ciri. Mantenho minha desconfiança por outros motivos. Declarações da CD Projekt

Elden Ring: Nightreign

Co-op de Elden Ring Standalone. PS4 VIVE! QUERO.

Final Fantasy VII Rebirth no PC

Chegando em breve, whatever.

Catly

Joguinho de gato. Trailer enfiado entre 2 jogos já lançados.

Novo Projeto do Fumito Ueda

Parece interessante, fundado pela Epic… Então já sabe, vai sair na Epic Games Store. Shadow of the Colossus com mechas? Ico no futuro?

Outer Worlds 2

Se você gosta de Fallout… E Tal. Se gostou do primeiro Outer Worlds.

Split Fiction

Co-op, do cara de Brothers, então já sabe o que esperar, Fuck the Oscars e tal. Parece interessante.

Steel Hunters

Game the Game de robôs, teste do beta aberto.

Blackfrost: The Long Dark II

Continuação do original. Canadá, the game.

Borderlands 4

Meu Deus, sem graça.

Tekken 8 DLC

Clive do FF 16 como DLC. SEMANA QUE VEM.

Splitgate 2

Parece divertido, multiplayer com portais e pew pew.

Mecha break

Multiplayer com mechas. Aaaah… Sei lá. Não me interessa.

Virtua Fighter

Oooh. MIM DÊ. A Sega também fez uma apresentação de 30 minutos com os produtores do jogo. E não, a mulher lutando com o Akira não é a Sarah, aparentemente é Stella, e devido ao estilo, devo assumir qu é filha da Sarah. No Virtua Fighter Direct, também tivemos novidades pro VF 5 Ultimate Showdown. Muitas dessas novidades advindas da versão R.E.V.O. que sairá para PC em janeiro. Ou mais especificamente, o oposto, R.E.V.O. é baseado no update 2.0 que saiu do Ultimate Showdown. E BETA ABERTO COMEÇOU HOJE, MALANDRO. Como parte das celebrações dos 30 anos da série, VF 5 Ultimate Showdown ganhará edição física, assim como um reprint de Virtua Fighter 2… Ops, eu parei de pegar os trailers pra edição desse texto pra assistir o VF Direct. My bad.

Project Century

Novo jogo do RGG Studio nos anos 20. OOOOH.

Turok Origins

Parece genérico, mas pode dar bom. Space Marine 2 deu bom pra Saber.

Helldivers 2: Omens of Tyranny

Carro confirmado em Helldivers 2. Grande atualização disponível para o jogo.

Warframe: 1999

Nova atualização de Warframe, esse jogo é bem antigo. E ainda vai bem, obrigado. Só não é o mesmo Warframe lá de trás.

Palworld

Nova atualização chega esse mês antes do natal.

Wuthering Waves

Wuthering Waves chega no PS5 em Janeiro. Os jogos da Hoyoverse parecem os mesmos.

Onimusha: Way of the Sword

FUCK YEAAAAAAAAH. ONIMUSHA DE VOLTA, CARALHO. CHUPA ASSASSIN’S CREED SHADOWS.

The First Berserker: Khazan

Sei lá. Faz parte do universo de Dungeon Fighter Online

Arad Dungeon & Fighter

Jogo do universo de DNF Online. Whatevs.

Dying Light: The Beast

DLC de Dying Light que virou jogo standalone. Passo.

Evento do Post Malone no Hunt: Showdown.

Eu gosto do Post Malone, é um cara legal. Não ouço a música dele.

Squid Game Unleashed

Fall Guys de Squid Game pra plataforma de games da Netflix.

Stage Fright

Dos criadores de Overcooked, um coop que estilo que lembra os buddy pokes,

Game of Thrones: Kingsroad

Mobile, sem gameplay mostrado. Whatever.

Double Dragon Revive

Abriu pré-venda. O jogo tá mais barato no PS do que no Xbox.

Solo Leveling: Arise

O jogo de Solo Leveling vai sair pra PC (era mobile)

Screamer

Corrida de Anime parece interessante, feito pela Milestone. Reboot da franquia da empresa, que iniciou lá em 1995.

Last of Us II vai sair pra PC.

Grandes merda.

Den of Wolves

Basicamente, PayDay num mundo cyberpunk. Pro bem e pro mal.

Zenless Zone Zero

Jogou um jogo do Hoyoverse, jogou todos, visualmente.

Honkai Star Rail.

Jogou um jogo do Hoyoverse, jogou todos.

Sonic Racing Crossworlds

MAIS UM JOGO DE CORRIDA DO SONIC. FUCK THE HELL YES. PS4 Vive.

Mafia: The Old Country

Parece interessante, mais do que a série Mafia.

Dispatch

O jogo parece bem interessante, meio Telltale, com super heróis.

Continuação de Okami

Kamiya de volta para dirigir a continuação de Okami. CAPCOM ON FIRE.

Crimson Desert

Caguei.

Intergalactic: The Heretic Prophet

Hm… Vou reservar meu julgamento até ver o gameplay.

Aqui, vou colocar uma coisa importante que um dos devs de Baldur’s Gate 3 falou no palco, quando comentou sobre as demissões da industria… Sobre os devs terem que pensar no jogo e nos jogadores primeiro, e isso trará sucesso. Um tapa com luva de pelica nos devs que saem aí xingando os jogadores.

Finalizando, em termos de anuncios, esse foi um dos mais eventos mais sólidos. Ninja Gaiden, Virtua Fighter, Onimusha, Rematch, Shadow Labyrynth, Splitgate 2, Okami, Sonic Racing Crossroads… Até Turok Origins pode dar bom.

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FracaStarters #1 Zoë Quinn e a hipocrisia da mídia americana https://www.arquivosdowoo.com.br/2024/03/18/fracastarters-1-zoe-quinn-e-a-hipocrisia-da-midia-americana/ https://www.arquivosdowoo.com.br/2024/03/18/fracastarters-1-zoe-quinn-e-a-hipocrisia-da-midia-americana/#comments Mon, 18 Mar 2024 01:44:05 +0000 https://www.arquivosdowoo.com.br/?p=16575 Dizer que Zoë Quinn é um nome polêmico é uma obviedade, tal qual “Ferrari vai fazer uma estratégia imbecil na próxima corrida”, ou “Davy Jones não manja porra nenhuma de jogos”. Se você navega pela internet nos últimos 10 anos, provavelmente já ouviu falar nela, se nunca ouviu falar nela, abençoado seja seu ingênuo coraçãozinho, […]

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Dizer que Zoë Quinn é um nome polêmico é uma obviedade, tal qual “Ferrari vai fazer uma estratégia imbecil na próxima corrida”, ou “Davy Jones não manja porra nenhuma de jogos”. Se você navega pela internet nos últimos 10 anos, provavelmente já ouviu falar nela, se nunca ouviu falar nela, abençoado seja seu ingênuo coraçãozinho, meu caro leitor, você não sabe a paz que tem. Eu não quero tocar na polêmica maior dela, nem com um cabo de vassoura de 2 metros. Mas ainda assim, esse será um artigo sobre uma das presepadas da Quinn, que obviamente passou batida pela nossa imprensa de jogos brasileira, e eu COMPREENDO.

Ao contrário da vez em que apontei a hipocrisia do silêncio com relação a censura da Sony, esse aqui é um assunto sem importância pra nós que jogamos videogames em Terra Brasilis, mas que lá fora… Foi praticamente tratado com silêncio, provando a hipocrisia e corrupção da imprensa de jogos norte-americana, e mais uma prova do porque todo mundo com dois neurônios tira sarro de jornalista americano de videogames.

Todo mundo pode criar uma campanha de financiamento, aqui no Brasil ou lá fora, aqui no Brasil por exemplo, o Catarse entregou jogos como 99 Vidas e A Lenda do Herói (Falando aqui de jogos que eu ajudei no financiamento), e lá fora, plataformas como Kickstarter e IndieGogo ajudaram vários jogos a se tornarem realidade, sejam grandes ou pequenos. Alguns dos jogos que analisamos aqui, como Lords of Exile e Last Beat vieram dessas plataformas.

Mas, para cada história de sucesso, existem 10 histórias de fracasso. Não me refiro aos jogos que não atingiram sua meta, já que nesse caso, ninguém perdeu dinheiro, e também não refiro a jogos que foram financiados e lançados, mas que ficaram aquém do esperado, como Mighty No. 9 e Tormenta: O Desafio dos Deuses, mas sim a jogos que foram financiados, mas nunca lançados… Como Trajes Fatais, ou Neil deGrasse Tyson’s Space Odyssey/Space Odyssey: The Video Game, que foram fundados, mas não viram a luz do dia.

Talvez eu faça um texto sobre o scam que foi o projeto do Neil deGrasse Tyson, mas no caso de Trajes Fatais, tem um bom documentário que o Renato Cavallera (Vulgo Renato dos Games, digo, Segredos dos Games) fez sobre a produção de Pocket Bravery que pincela MUITO nos problemas de Trajes Fatais, que não só foi a papagaiada que foi, mas que a longo prazo prejudicou MUITO, os desenvolvedores brasileiros que querem partir pro financiamento, quanto pros jogadores brasileiros, que ficam com 300 pés atrás quando vê um projeto de financiamento coletivo de jogo nacional… A não ser que você seja fã do Cellbit, mas enfim, divago.

O fato é que a Zöe Quinn, além de ter sido o catalista principal do Gamergate (não quero entrar nessa toca de coelho, mas é necessário mencionar), também teve sua cota na lista de projetos que foram ao Kickstarter e sucederam em arrecadar dinheiro, mas que NÃO ENTREGARAM ABSOLUTAMENTE NADA. Essa é a história do calote de Kickstarted in the Butt: A Chuck Tingle Digital Adventure.

Primeiramente, quem é Chuck Tingle?

Em teoria, ninguém sabe a verdadeira identidade de Chuck Tingle, já que o nome Chuck Tingle é um pseudônimo, mas se a descrição do próprio pode ser dada como verídica, ele nasceu em Utah, e é um autor de livros que podem ser considerados como comédias eróticas gays. Você me pergunta, como assim, “Comédias Eróticas Gays, Sancini?” Bem, não dá pra levar a sério livros com os títulos: “Meu Triceratops Bilionário Quer Cus Gays”, “Comido pelo Presidente Pé Grande” e “Raptor Espacial: Invasão do Cu” (Tradução livre), títulos que soam como paródias daqueles livros que sua Tia Célia lia, que tinham um cara musculoso na capa, provavelmente o Fábio, e que são a origem dos livros de CEO milionário que come a funcionária, que infestam a Amazon e o Wattpad.

Não são livros que eu recomendo, mas como dizem, gosto é igual cu, cada um tem o seu. O fato é que por uma combinação de fatores, Tingle e a já mencionada Zoe Quinn se tornaram amigos, a ponto de Quinn ter sido a representante de Tingle nas vezes em que ele foi finalista do Hugo Awards. E dessa amizade, surgiu a ideia de fazer um jogo em FMV/date sim que adaptasse a ideia da estética das capas dos livros de Chuck Tingle. Nascia assim, o Project Tingler, que viraria Kickstarted in the Butt: A Chuck Tingle Digital Adventure.

O Kickstarter e o apoio da Imprensa Amiga

A primeira bandeira vermelha, vem no valor pedido por Quinn na campanha: sessenta e nove mil, quatrocentos e vinte dólares (U$ 69.420) porque “hahaha, numero engraçadão, olha como sou engraçada gente.” Isso demonstra uma clara imaturidade, pois qualquer pessoa que se depara com um financiamento coletivo, sabe que nem todo o dinheiro arrecadado irá ser alocado para a produção do mesmo. O Kickstarter cobra uma taxa de 5%, e outros 3% da taxa de processamento dos pagamentos, então fazendo uma conta rápida, arredondando pra 70 mil (pra facilitar cálculos), só nessas taxas, temos 5600 dólares indo embora nas taxas. (5553 dólares, se utilizarmos o valor de 69420 e sermos pedantes)

Chuck Tingle recebeu cerca de 1 a 2% do valor da meta do financiamento, que nos dá, cerca de 1000 dólares (1041 dólares para a contabilidade pedante.), Somando tudo, 6600 dólares (ou 6593 dólares) de gastos iniciais, mais de 10% do valor total. A segunda bandeira vermelha, é a falta de indicação para onde iriam os recursos. Isso é uma coisa que a maior parte dos projetos de financiamento coletivo possui. Geralmente, no popular “gráfico de pizza”, aparece para onde irão os recursos do projeto, como (X% de taxas do Kickstarter, Y% vai pra pagar programadores, S% para produção e envio de recompensas físicas, quando elas existem, Z% pra pagar os atores presentes, etc, etc). Novamente, sinal de irresponsabilidade. O próprio Kickstarter, em seu guia para criação de projetos, recomenda: Tenha uma Rede de Segurança, imprevistos podem acontecer, então peça um valor a mais do que você realmente precisa, para que os custos de imprevistos possam ser cobertos. Não com essas palavras, mas é essa a mensagem.

Normalmente, um projeto assim não ganharia tanta tração, só que bem, Zöe Quinn tem o apoio da Imprensa Amiga™ , logo, artigos sobre a campanha de financiamento surgiram a torto e direito, Kotaku, Metro, AV Club, The Daily Dot, Eurogamer, PCGames N, RockPaperShotgun, KillScreen, Logo, Inverse deram a publicidade necessária para atingir a meta, além de artigos revelando a existência do projeto, mostrado no blog da própria Quinn e em um vídeo da Vice 

A campanha, iniciada no final de outubro, alegava que o jogo estava em produção havia cerca de um ano, então, em teoria, não haveria muitos problemas em entregar o produto final na data inicial prometida, Fevereiro de 2017. O jogo não só atingiu a meta, mas arrecadou cerca de 85 mil dólares. Nada mal pra um projeto que está há um ano em produção, certo? Nos updates do Kickstarter, aos poucos as pessoas envolvidas no projeto iam sendo anunciadas, como Jim Stephanie Sterling (que já havia sido anunciada como parte do elenco), o dublador Dante Basco, o babaca do Wil Wheaton e o hoje infame wrestler Joey Ryan (as vezes é engraçado ver algumas coisas com o poder da retrospectiva).

Atrasos, adiamentos e… Cadê o Dinheiro?

Atrasos em projetos do Kickstarter acontecem, é natural, desenvolvimento de jogos é um processo arduoso e caótico, mas vamos combinar, que para um projeto que estava em desenvolvimento há um ano, é necessário um controle preciso de recursos, especialmente considerando o orçamento proposto, descontando as percentagens de taxas e o que Tingle recebeu, (6836 + 1041 = 7877 dólares) deixou Quinn e sua equipe para trabalhar com um total de 77.571 dólares. Mas, como Quinn não ofereceu um gráfico para indicar quanto vai para cada parte da produção (exceto as taxas do Kickstarter, taxas de pagamento e o valor que Tingle recebeu), fica difícil precisar o resto dos gastos, então agora vou entrar em Especulamania (meramente especulação), usando como exemplo, o gráfico de pizza do orçamento de Lords of Exile.

Taxas do Kickstarter: 7877 dólares. no KS de Lords of Exile, CZAzuaga colocou a taxa como sendo de 10% para arredondar, porque a taxa de pagamentos é 3% + 20 centavos de dólar/libra/euro por doação e a taxa de pagamentos pra doações abaixo de 10 dólares/libra/euro é de 5% + 0.05 centavos por doação.

Impostos: 18.798 dólares de impostos, possivelmente, pelo menos usando como base, os 22% de impostos da tabela de Lords of Exile.

Atores/Música/Merch: 29 mil dólares, arredondando pra baixo, e isso dividindo entre cachê para os atores/dubladores (a não ser que eles tenham topado ajudar Quinn de graça), arte, possíveis músicas e produção do merchandising prometido, além do envio de merchandising. Aqui, me baseio nos 34% da tabela de LoE.

Programação: 29 mil dólares, igualmente 34%. Como mencionei algumas vezes, Quinn não colocou nada, e os valores, com exceção das Taxas do Kickstarter, são mera especulação da minha parte.

Dando um pouco de crédito a própria Quinn, de acordo com aqueles que trabalharam na parte de programação do jogo, ela os pagou pelo tempo em que trabalharam no projeto. Fevereiro de 2017 veio e se passou,e obviamente, como deu pra perceber, o jogo fora adiado, sugestões de elenco, e um trailer de pré-alpha em Agosto, SEIS MESES depois da data prevista. E dali outros cinco meses de silêncio para os apoiadores, até que num update de Janeiro de 2018, veio que o jogo também sairia para mobile, porque bla bla bla 92% dos americanos tem um celular e blá blá blá mercado de games altamente politizado… (Me pergunto quem foi uma das principais responsáveis por essa politização, hein?)

Sete meses depois…

O bebê nasceu antes do esperado… Não pera, isso é sobre mim. Digo, sete meses depois, no fim de agosto de 2018, Quinn postou o último update no Kickstarter, intitulado “Updates e Desculpas”, no qual ela explica que o projeto estava com o futuro indefinido porque… O dinheiro acabou. E era isso.

Porém, o que fez muita gente erguer as sobrancelhas feito o The Rock, foi o fato de que ela postou essa atualização… E estava de férias no Japão, hospedada em hotéis caros. A ironia é que a mesma Imprensa Amiga™ que levantou tochas, acusou jogadores de serem istas e fóbicos durante o GamerGate, responsabilizou os mesmos pela eleição do HOMEM LARANJA e defende a Sweet Baby Inc, ficou em silêncio com relação a presepada do projeto da Zoë Quinn.

Kotaku, Metro, RockPaperShotgun? Silêncio puro. Jim Sterling, que fez fama brigando pelos direitos do consumidor contra práticas predatórias da indústria dos jogos? Você teria mais sorte perguntando a Bola mágica 8. Joey Ryan, o popular wrestler que tinha os druidas do pênis e tinha movimentos pélvicos em seu repertório de golpes? Bem, em 2020, rolou o movimento Speaking Out, em que vários wrestlers foram acusados de conduta inapropriada, assédio e até mesmo abuso sexual, físico e psicológico. E pelo menos DEZESSETE mulheres acusaram Joey Ryan, com isso, praticamente tornando o lutador, uma párea na indústria da luta livre.

Por quê esse artigo foi feito?

Sim, esse é um assunto de zero interesse pro jogador, ou imprensa de jogos brasileira, eu concordo absolutamente com essa linha de raciocínio, não me entenda errado. Mas acho interessante documentar esse curioso caso de hipocrisia da imprensa americana e irresponsabilidade/calote da Zoë Quinn, assim como o finado Lolygon uma vez documentou o Driv3rgate.

Fontes: Segredos dos Games, Niche Gamer, Kickstarter Handbook (Fees, Funding), VICE, Kickstarter (Lords of Exile) e Kickstarter (Kickstarted in the Butt: A Chuck Tingle Digital Adventure) 

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Porquê achei F1 23 desapontador https://www.arquivosdowoo.com.br/2023/08/09/porque-achei-f1-23-desapontador/ https://www.arquivosdowoo.com.br/2023/08/09/porque-achei-f1-23-desapontador/#respond Wed, 09 Aug 2023 03:00:37 +0000 https://www.arquivosdowoo.com.br/?p=14713 Esse artigo não é visado como uma análise do F1 23, porque já temos uma no site e eu de fato não joguei o jogo. Mas esse texto é resultado de uma observação de horas e mais horas de conteúdo criado por pessoas que jogam essa franquia desde que a Codemasters assumiu em 2009, e […]

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Esse artigo não é visado como uma análise do F1 23, porque já temos uma no site e eu de fato não joguei o jogo. Mas esse texto é resultado de uma observação de horas e mais horas de conteúdo criado por pessoas que jogam essa franquia desde que a Codemasters assumiu em 2009, e um pouco de preocupação que possuo com um produto que gostei por um bom tempo.

O fato é que F1 23 no geral, se você joga a franquia há anos… Acaba sendo um pouco decepcionante. Vou explicar os meus argumentos ponto a ponto de onde a Codemasters falhou com o jogo, e o único ponto positivo de verdade, se você vem jogando a franquia há anos. Sem mais delongas, vamos nessa. ALERTA: Esse texto contém spoilers do modo Breaking Point e do Breaking Point 2.

Reprodução: EA, Codemasters

Breaking Point 2 (Parte 1): A Codemasters ainda não sabe contar uma boa história de F1

Uma das minhas críticas no modo Breaking Point em F1 2021, era que Aiden Jackson, o nosso protagonista tem a profundidade de um píres, com Casper Ackerman roubando a cena (apesar do material promocional esconder isso), e Devon Butler sendo o babaca que sabíamos que ele seria (se você jogou F1 2019 no modo carreira começando na F2). Dito isso, F1 23 é uma história que tecnicamente vai do nada a lugar algum.

No fim do Breaking Point original, é deixado implícito que o protagonista teria uma chance em uma das três grandes, dependendo da sua equipe escolhida (Alpha Tauri leva a uma vaga na Red Bull, Racing Point/Aston Martin e Williams levariam a uma vaga na Mercedes, e Haas e Alfa Romeo levariam a uma potencial vaga na Ferrari), ou seja, você sai de uma equipe de trás/meio do pelotão pra uma equipe do topo. Mas, não é o que acontece, já que no Breaking Point 2, somos mandados para uma nova equipe, Konnersport Racing, que obviamente está atrás no Grid na temporada de 2022 e Meio do Pelotão na temporada de 2023.

E Aiden Jackson… Continua sendo o mesmo personagem genérico, com a adição de ser irritante porque ele acha que merece uma vaga numa equipe grande. Eles transformaram Devon Butler em um personagem menos irritante, por conta do caso de surdez que ele enfrenta em parte da temporada de 2022 e leva a sua saída da equipe em 2023. E temos, California “Callie” Mayer, a irmã de Butler… Que é uma personagem IRRITANTE pra caramba. Ela é o tipo de personagem que leva muita gente a criticar a escrita moderna dos filmes ou mesmo jogos, utilizando as palavras do Critical Drinker: “STRONG FEMALE CHARACTER”.

Ela tem a mesma arrogância que vimos em Devon, só que ao contrário do Devon, que sofre adversidade através de adversidade (O acidente em Abu Dhabi em F1 2021 custou a equipe dele o lugar no Campeonato de Equipes, e a possibilidade de surdez levou a sua aposentadoria precoce), Callie não sofre consequências pelos atos. Ela vive entrando em atrito com Aiden, se recusa até mesmo a estar na mesma sala com o pai (ela tem problemas com o pai, compreensíveis, mas uma falta de profissionalismo é INADMISSÍVEL em uma equipe de F1.) e é unidimensional do começo ao fim.

Essa é a dificuldade do Braking Point 2

Breaking Point 2 (Parte 2): Ainda é muito fácil

Uma das mudanças do Breaking Point 2 em relação ao anterior, era que no original, não havia seleção de dificuldade e agora possui seleção de dificuldade. Em teoria, algo bom. Porém… Não me parece que a dificuldade no Hard é tão difícil quanto o nome diz. Diversos criadores de conteúdo colocaram a dificuldade no mais difícil, e ainda assim, cumpriam os objetivos com bastante antecedência.

A coisa era tão fácil que Jarno Opmeer, campeão de 2020 e 2021 do F1 Esports Championship abriu tanta vantagem numa corrida do Breaking Point que ele fez um pitstop e trocou o pneu pra pneu de chuva e ainda manteve uma larga vantagem. Para os desinformados, o pneu de chuva tem menos aderência por conta das reentrâncias (que escoam a água em provas com chuva), e desgasta rápido em pista seca. Ele pode ser campeão da categoria no eSports, mas ele (assim como os outros pilotos de esports) pilota sem assistências como frenagem e tração.

Não seria melhor se tivesse uma maneira de calibrar a dificuldade aos poucos, permitindo o jogador ajustar a dificuldade ao seu nível de habilidade? Não, pera, ISSO EXISTE NO MODO NORMAL DE JOGO.

Reprodução: Illumination

My Team Career: NADA MUDOU, EXCETO…

As mudanças que a EA tanto alardeou em press releases (e inclusive apontadas na nossa análise) não passam de ajustes naturais que são esperados de um ano pro outro. Elas não mudam nada no jogo. Um jogador casual não notaria as mudanças, e um hardcore só nota que é esperado. É um jogo esportivo, então esse tipo de ajuste fino é o padrão, porque (por exemplo) um jogador não tem performance igual em dois anos seguidos, ela pode até ser parecida, mas um jogador não vai fazer exatamente 36 gols, 25 assistências, fazer 78 cruzamentos corretos do lado esquerdo e 46 cruzamentos corretos do lado direito e 137 chutes a gol dois anos seguidos.

Mas sabe o que mudou pra pior? (pode ter sido consertado com patches, mas esse fix não é aplicado em saves velhos) O sistema de contratos. Não sei se bug ou incompetência da Codemasters, mas do jeito que o jogo funciona no My Team, é que antes do começo do modo, assinamos um contrato com um companheiro de equipe, e há duas rodadas de negociações, uma no meio da temporada e uma após a conclusão da mesma, indo pra temporada seguinte. Só que se você correr as 23 provas, a segunda rodada de negociação vem… ANTES DA ÚLTIMA CORRIDA em Abu Dhabi.

E o modo de carreira do piloto? Esquece, a Codemasters largou de mão dele quando veio com o MyTeam em 2020.

Reprodução: EA, Codemasters

Bandeira Vermelha: Ela veio bugada

Uma das coisas que os fãs pedem há anos porque desde que migrou para a geração do PS4 foi eliminada, era a volta das bandeiras vermelhas. Pois bem, elas voltaram, mas… Novamente, a competência da Codemasters pra trazer não foi lá muito precisa.

Em teoria, a Bandeira Vermelha acontece num incidente onde, ou a pista tá molhada e perigosa pros pilotos, ou vai ser necessário muito tempo pra retirar sujeira da pista, reparar barreiras após um acidente. Isso dá as equipes um pit stop gratuito, no qual elas podem reparar alguns danos, ou trocar de pneus pra uma estratégia ousada.

Só que no F1 23, o que acontecia? A bandeira vermelha ocorria, todos iam pros pits, e no reinício a corrida continua normalmente. Só que o resultado da corrida, não era o que foi determinado na pista, mas o que havia sido estabelecido NO MOMENTO da bandeira vermelha. Então se você estava em sétimo no momento da bandeira vermelha, e após o reinício conseguiu o milagre de ultrapassar todo mundo e vencer a corrida… Você não venceu de verdade, porque o jogo considerou seu sétimo lugar após a bandeira vermelha.

Reprodução: aarava/Youtube

F1 World: Pra quem?

A outra grande novidade que veio, foi o F1 World, que substitui o fracassado F1 Life do F1 22 (que era um IKEA Simulator, e é mais uma tentativa da EA de Fifalizar a franquia, ou seja, o equivalente ao Ultimate Mode que temos no EA FC (anteriormente chamado de Fifa), Madden, NHL.. Só que apesar dele ser marginalmente melhor que o IKEA Simulator, o público que ele deveria apelar, meio que não existe.

Numa enquete feita pelo público do youtuber aarava, com seu público (composto por gente que de fato consome o jogo), cerca de 6% dos jogadores tem o F1 World como seu principal modo de jogo, e 73% dos jogadores sequer o jogam, com 21% até tendo jogado, mas não era o principal modo para eles.

Mas números são só uma coisa, o importante, foram os comentários. A maioria só entrava no F1 World para utilizar os time trials, e fazer desafios quando havia pinturas especiais como recompensa, como a pintura da McLaren da Triplice Coroa. O fato é que não há incentivo pros jogadores voltarem pra lá (sem contar que os desafios não mudam)… E o modo com CPU não é desafiante, relatos de pessoas com pneus de chuva em pista seca limpando o chão com a CPU.

Sancini em seu habitat natural. Reprodução: Codemasters

Não é de todo ruim, mas…

F1 23 não é um jogo ruim, as críticas que fiz neste artigo vem do ponto de que eu joguei bastante da franquia, e algumas coisas não funcionaram tão bem no F1 23, se dermos um olhar mais crítico. E como positivo, a dirigibilidade do jogo melhorou MUITO em relação ao que era no jogo anterior, isso foi uma coisa que TODOS os criadores de conteúdo que jogaram concordam.

Mas ainda assim, com os bugs que acontecem, os que vieram e melhorias que não são exatamente melhorias, dá pra entender a frustração de muita gente.

Referências:

Racing Games.gg: Red Flags seems to be causing bugs in F1 23 – https://racinggames.gg/f1/red-flags-bugs-in-f1-23/

aarava Community Poll: https://www.youtube.com/post/Ugkx0z1eVpMMfu_tJvCxy7mXWBMjHwNkZRtJ

aarava: Did ‘F1 World’ flop? As a game mode on F1 23…

Jarno Opmeer: Gameplay

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The Game Awards | Reflexões, Impressões e Bill Clinton https://www.arquivosdowoo.com.br/2022/12/11/the-game-awards-reflexoes-impressoes-e-bill-clinton/ https://www.arquivosdowoo.com.br/2022/12/11/the-game-awards-reflexoes-impressoes-e-bill-clinton/#respond Sun, 11 Dec 2022 21:46:59 +0000 https://www.arquivosdowoo.com.br/?p=12702 Começo de dezembro, a internet se une para a maior punhetagem jornalística ocidental da indústria dos videogames, onde um bando de idiotas se congratulam sobre os jogos que fizeram durante o ano, enquanto ao mesmo tempo, fanboys rasgam o cu em discussões intermináveis, onde um lado acusa o outro de sojado, nazista, etc. Não vou […]

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Começo de dezembro, a internet se une para a maior punhetagem jornalística ocidental da indústria dos videogames, onde um bando de idiotas se congratulam sobre os jogos que fizeram durante o ano, enquanto ao mesmo tempo, fanboys rasgam o cu em discussões intermináveis, onde um lado acusa o outro de sojado, nazista, etc.

Não vou deixar de admitir que adoro ver as pessoas putas por causa do evento (como quando o Boring of War 2018 ganhou o Jogo do Ano, quando Jogo da Rockstar que não é GTA V, vulgo Red Dead Redemption 2 estava rapelando os prêmios), mas as vezes até céticos que gostam de ver pessoas putas, como eu se perguntam como caralhos um jogo MORTO como Multiversus ganhou melhor jogo de luta, quando tinha KOF XV concorrendo.

Provavelmente o pix da Warner deve ter caído.

Mas enfim, por quê uma pessoa assistiria uma punhetação de quase quatro horas de duração? (Tecnicamente o evento começou as dez da noite, mas o pré-show começa as 9 e meia.) Simples, a quantidade de trailers e jogos novos anunciados. E pelo menos nessa edição os caras tiveram a decência de não terem tão caras de pau de dar tudo pra Sony e Elden Ring ganhou o Game of The Year. Mas não é pra isso que vocês estão lendo esse texto, certo? Mas sim pra ler minhas impressões sobre os anúncios realizados. Então, sem mais delongas, vamos ao que foi anunciado no The Game Awards, e minhas impressões.

Dead Cells: Return to Castlevania

DLC de Dead Cells, em crossover com a série da Konami, porque a Konami não quer fazer Castlevania’s ela mesma, nem delegar o trabalho a estúdios que possuem vontade e talento pra tal. Foi meio aleatório, mas OK.

Vampire Survivors disponível para iOS e Android

Existe apenas uma palavra pra resumir minha reação: Caguei.

Valiant Hearts: Coming Home

Alguém lembra de Valiant Hearts? É mobile, então caguei, mas sério. Alguém LEMBRA de Valiant Hearts? Porque ele, e todos os jogos na UbiArt não chamados Just Dance simplesmente sumiram.

Returnal saindo para PC

É papagaiada procedural, então caguei, e é pra PC/Tem no PS5, então é um duplo caguei.

Hellboy: Web of Wyrd

É a terceira vez que Hellboy está recebendo uma adaptação, sendo as anteriores “Dogs of Night/Asylum Seeker” (Depende da versão, se é PC ou PS1) e “Science of Evil”, que não foram muito bem recebidas. Mas enfim, Web of Wyrd tem um estilo cel-shading aproximado dos quadrinhos e minha reação, aqui de acordo com minhas notas: MINDÊ PAPAI.

Horizon: Call of the Mountains

Apesar de tudo, eu gostei honestamente de Horizon: Zero Dawn. É um jogo bom, e me deu aquela sensação de descoberta de mundo aberto, que eu tive quando joguei Assassin’s Creed, muitas eras atrás. Mas, Call of the Mountains é um jogo de PSVR2 (vulgo PS5+VR), então, caguei para este jogo.

Post Trauma

É um survival horror, então as chances de eu jogá-lo são de NEM FODENDO.

Viewfinder

Esse jogo me lembrou The Witness, um jogo de puzzle em primeira pessoa que tive a oportunidade de jogá-lo quando a Sony o deu de graça durante a pandemia… Ou seja, me parece ser um jogo CHATO PRA CARALHO.

Atomic Heart

É um FPS e é tudo o que eu posso dizer sobre esse jogo.

Relic Hunters Legend

Calarts AAAAAAAARGH! É tudo o que tenho pra dizer. E descobri enquanto editava essa matéria, que é um jogo Brasileiro.

Modo Pique-Esconde pra Among US

Caguei.

After US

Não é a sequência de Among Us, mas parece ser um jogo bonito.

Replaced

Ah, não curti tanto o estilo gráfico. Se você curtiu, bom pra você.

Street Fighter 6

O visual do Dee Jay ficou bem daora, ele tá muito com cara daquele teu primo que tu não vê tem uns anos, mas gosta pacaralho dele.

Hades II

Quem diria, a Supergiant lançando continuações. Mas, até quando teremos essa hipersaturação de Roguelikes?

Judas

É do criador de Bioshock e System Shock 2, vamos ver no que isso vai dar. Só acho que perderam uma boa chance de usar a música Judas, do Fozzy, no trailer.

Bayonetta Origins: Cereza and the Lost Demons

Me lembrou bastante o estilo do World of Demons, jogo da Platinum exclusivo pra Apple Arcade. Vamos ver no que isso vai dar.

https://www.youtube.com/watch?v=m_SE2WfQiF8

Ghostbusters: Rise of the Ghost Lord

Um jogo dos Caça-Fantasmas! Mas é pra VR. VAI TOMAR NO CU. A GENTE AQUI ESPERANDO ANOS POR UM JOGO DECENTE DE CAÇA FANTASMAS E OS CORNOS ME FAZEM UM PRA VR!

 

Destiny 2: Lightfall

Ok, Destiny 2 é bom, mas TGA não é lugar de mostrar DLC de Destiny 2.

Suicide Squad: Kill the Justice League

Esse jogo tem um peso enorme. Primeiro, a última performance de Kevin Conroy como Batman. Segundo, ele foi anunciado juntamente com o Gotham Knights, que foi extremamente criticado por não entregar uma performance decente nos consoles da atual geração (mesmo tendo cancelado as versões da geração anterior) e sendo porcamente otimizado pra PC. Então, será que a Rocksteady entrega um jogo ao menos rodando a 60 Frames por segundo?

E comentando uma coisa… COMO A ARLEQUINA TÁ FEIA nesse jogo! Parece uma decisão deliberada da industria ocidental de jogos colocar as mulheres da maneira menos atrativa possível. Ninguém tá falando de colocar a Arlequina Sexualizada ou coisa do tipo, pra isso temos aí os artistas de hentão, mas caralho, ela tá parecendo a Dona Florinda.

Party Animals

Party game. Caguei.

The Last of Us Part 1 saindo no PC

Se você tem um PC bom, é melhor emular o jogo original de PS3.

Star Wars Jedi: Survivor

Eu gostei legitimamente do Jedi: Fallen Order, apesar da navegação dos mapas do jogo ser absolutamente atroz, com um dos mapas menos intuitivos do mundo. Espero que o segundo jogo seja igualmente bom.

Earthblade

Tenho quase certeza de que esse jogo vai ser tão super estimado quanto Celeste foi. É dos mesmos autores do mesmo. A Maddie devia fazer mais fases de Mario Maker.

Dune: Awakening

Po, eu tava mó empolgado, os caras apresentando um jogo de Duna. Aí tudo cai por areia abaixo quando revelam que é MAIS UM MMO OPEN WORLD SURVIVOR WITH CRAFTING SYSTEM. PUTA MERDA.

Forspoken

Retiraram o diálogo cringe, no Isekai da aluna de letras da USP. Agora o jogo tem estatisticamente 78% a mais de chances de ser bom. A demo tá disponível.

Death Stranding 2

O simulador de SEDEX está de volta.

Immortals of Aveum

Aparentemente um jogo de ação em primeira pessoa com mágica. Vamos ver isso ae.

Tekken 8

Como caralhos vão trazer a Jun de volta? Quer saber, nem me pergunto mais em Tekken, nego fala que a lore de Dead or Alive é zoada, ela é completamente coerente comparando com a bagunça de Tekken. Aliás, odeio que eles falam “trailer de gameplay”, mas gameplay mano a mano, com Huds e o caralho a quatro não é mostrado. Aliás, TRAGAM A CHRISTIE MONTEIRO DE VOLTA!

Nightingale

Mostraram esse jogo no ano passado, estou com preguiça de copiar e colar.

Baldur’s Gate 3

Vão corrigir os bugs do Early Access? Se vão, vai dar bom, porque a os devs fizeram um bom trabalho com os Divinity: Original Sin.

Wayfinder

A princípio.. Ah, meio genéricão, mas pode dar certo. Aí fui ver melhor, e é um daqueles malditos Games as Service, que deram tanto certo com hits como Godfall e Babylon’s Fall… Depois disso meu pinto caiu. Pelo menos é gratuito, ao contrário dos dois anteriores.

Fire Emblem Engage: Expansion Pass

O jogo NEM FOI LANÇADO, NINTENDO, E VOCÊS JÁ TÃO ANUNCIANDO DLC. CARALHO!

Diablo IV

Deviam adiar o jogo até 2066, aí o jogo seria lançado 6.6.66. Piadas a parte, é, Diablo 4 sai em Junho, mesmo mês de Street Fighter 6.

Horizon Forbidden West: Burning Shores

Esse DLC vai quebrar o jogo principal que nem o Frozen Wilds quebrou o primeiro jogo, hehehe. Achei paia o DLC ser só pra PS5, querendo forçar quem não migrou pra essa geração atual.

Blue Protocol

Genshin Xenoblade Chronicles em forma de MMO. Caguei

https://www.youtube.com/watch?v=apxWFrE7saA

Remnant II

Disseram que o primeiro Remnant é um jogo legal e tal, um Souls-like com armas de fogo e tal. Eu só joguei a prequel (Chronos: Before Ashes).

Transformers: Reactivate

Apesar do Trailer não mostrar muito, a Splash Damage tem bons jogos no catálogo, como Enemy Territory: Quake Wars e Gears Tactics em seu portifólio, além de Brinks. Vamos ver no que isso vai dar.

Company of Heroes 3: Console Edition

RTS em console é uma parada complicada.

Behemoth

Jogo VR. Caguei.

Trailer do filme do Mario

Talvez por ter sido lançado pouco depois do recente segundo trailer, esse pequeno teaser foi fraquinho.

Banishers: Ghosts of New Eden

Um jogo da Don’t Nod que não é populado (aparentemente) por gente insuportável? O que é isso? Evolução? Enfim, me parece um Souls-like. Ele não sendo chato como foi Vampyr tá valendo. Agora, os caras mudaram o nome de Dontnod pra Don’t nod. VAI TOMAR NO CU.

Warhammer 40K: Space Marine II

A VOLTA DO GEARS OF WAR AZUL! Piadas a parte, o Space Marine original era um jogo bem legal, porém não é a Relic que está fazendo a continuação. Só espero que a Saber saiba no que está se metendo.

Meet Your Maker

É uma cruza de Mario Maker (crie fases) com Dead Space (mortes horripilantes). Não me interessou. (O trailer não está aqui no post porque é restrito a maiores de 18 anos, e não dá pra colocar ele no embed)

Crash Team Rumble

O pessoal esperava um novo platformer. O que recebemos? Um jogo multiplayer versus 4×4 que parece a porra de um Moba. POR QUÊ?

The Lords of the Fallen

Esse jogo vai vender PRA CARALHO. Quando estiver numa promoção por 10 reais na PSN, como acontece com o Lords of the Fallen original.

Crime Boss: Rockay City

Colocar esse trailer e o da DLC de Cyberpunk 2077 um depois do outro não foi muito bem planejado. Porque a impressão primária, foi “Mamãe, quero ser Cyberpunk 2077”, apesar da temática ser diferente.

Cyberpunk 2077: Phantom Liberty

O Idris Elba vai interpretar um personagem no DLC de Cyberpunk 2077, então podemos chamar essa DLC oficialmente de Cyberpunk 2077 & Knuckles.

Armored Core VI: Fires of Rubicon

Dez anos depois do último jogo da série, Armored Core está de volta, é isso aí. E vai sair pra todo mundo, PS4, Xbox One, PS5, Xbox Series e até PC. O que dá esperanças de um dia vermos um Tenchu novo feito pela From Software, e não, Sekiro não conta como Tenchu.

Wild Hearts

É basicamente Toukiden com outro nome.

Final Fantasy XVI

Mataram um chocobo no trailer, véi. Junho vai estar cheio de jogos, Street 6, Diablo 4, Final Fantasy 16. Ainda bem que não tenho dinheiro.

E Bill Clinton nos trending topícs

E quando estavam todos já satisfeitos que Elden Ring ganhara o título de jogo do ano, eis que uma última surpresa foi reservada… Um rapaz de quinze anos (aparentemente) invadiu o palco, ou melhor, se infiltrou junto com o pessoal da From Software e disse: “Eu gostaria de dedicar este prêmio ao meu rabino ortodoxo reformado Bill Clinton.”

E assim terminou o The Game Awards, uma premiação chata, previsível que as pessoas só assistem pra saber os próximos lançamentos, mas que esse ano ao menos trouxe algo hilário. Provavelmente enquanto digito isso, o dublador do Kratos AINDA deve estar fazendo o discurso dele.

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Estávamos certos: O Stadia fracassou https://www.arquivosdowoo.com.br/2022/09/30/estavamos-certos-o-stadia-fracassou/ https://www.arquivosdowoo.com.br/2022/09/30/estavamos-certos-o-stadia-fracassou/#respond Fri, 30 Sep 2022 23:14:03 +0000 https://www.arquivosdowoo.com.br/?p=12303 Para a absoluta surpresa de NINGUÉM, nessa quinta-feira, dia 29 de setembro de 2022, a loja do Google Stadia foi subitamente fechada, sem aviso prévio*, com um anúncio posterior que a plataforma encerrará os seus serviços no começo de 2023. *haviam rumores de que o Stadia iria pra vala no fim do verão norte americano, […]

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Para a absoluta surpresa de NINGUÉM, nessa quinta-feira, dia 29 de setembro de 2022, a loja do Google Stadia foi subitamente fechada, sem aviso prévio*, com um anúncio posterior que a plataforma encerrará os seus serviços no começo de 2023.

*haviam rumores de que o Stadia iria pra vala no fim do verão norte americano, mas eram só rumores.

Embora a vontade de simplesmente preencher o resto do artigo com “Hahahahahahahahaha” a exaustão exista, precisamos ser profissionais (pfft) e analisar como um todo, o que levou a esse fracasso do Google no mundo dos games. Por quê uma empresa com recursos, tecnologia e alcance, produziu uma falha tão grande quanto o Ouya?

Esse artigo aqui vai analisar superficialmente, o que levou o Stadia a ser uma peido molhado na indústria dos videogames, sigam-nos os bons. Começando, obviamente pelo ponto positivo da plataforma, que… Não é tão positivo assim, parando pra pensar.

Reprodução: Internet

Preço Inicial competitivo… Até a página 2:

O pacote dos fundadores, do Google Stadia foi vendido em um preço inicial bastante competitivo, especialmente se considerarmos os concorrentes da plataforma, no caso, Xbox One X e PlayStation 4 Pro. 120 dólares, contra os valores dos outros, em teoria é um bom negócio. Esse pacote vinha com um controle do Stadia (que é bem semelhante ao do Xbox One) e um Chrome Cast Ultra, além de 3 meses do Stadia Pro, que era necessário para conseguir a melhor qualidade de imagem dos jogos.

LEIAM – STADIA | O futuro ou a ruína dos jogos?

Só que temos dois problemas aqui, logo de cara, na parte monetária. Primeiro, o app para a ativação do Google Stadia só era compatível com o Pixel 4, um celular do próprio Google, se você não tivesse no lançamento (não sei se a situação chegou a mudar depois), PAU NO SEU C*. E se você tivesse previamente um Chrome Cast e quisesse usar ele pro Stadia, PAU NO SEU C* TAMBÉM porque no lançamento, apenas o Chrome Cast que vinha com o Stadia era compatível com a plataforma.

Reprodução: Internet

4K… Que não é tão 4K assim, vulgo, propaganda enganosa.

Uma das promessas do Stadia era: “Jogos em 4K, 60 frames por segundo.”. Só que as coisas não eram tão 4K quanto imaginávamos. Após análises feitas, e um dos desenvolvedores da Bungie confirmar, foi descoberto que os jogos do Stadia não rodavam em 4K nativo, mas sim escalonado, os jogos eram em 1080 e esticados para 4K.

Quer dizer, você tá pagando 120 dólares em algo, mais o valor do celular que é compatível com o App do Stadia e adicione aí o valor da mensalidade do Stadia Pro (necessário pro 4K) e possíveis custos extras com jogos. E o que recebe é um jogo com qualidade de imagem pior que no Xbox One X.

Eu não sou uma putinha gráfica, de fato eu cago pra 4K, até porque a resolução de imagem não vai salvar um jogo bosta de ser bosta. Mas convenhamos, a propaganda do Stadia dizia: Nossa plataforma tem mais poder de processamento do que as principais plataformas do mercado COMBINADAS. Isso é um pouco além do PR Bullshit que a gente tá acostumado na indústria dos videogames.

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Lançamento Desastroso e limitado a regiões

O lançamento do Stadia foi extremamente desastroso, revelando grande incompetência por parte do Google. Parte disso, você pode conferir no vídeo (lá de 2019) do canal Rerez sobre o lançamento do Stadia.

Muita gente simplesmente não recebeu o produto na data, tendo ele chegado dias depois, pessoas não receberam o código de ativação do Stadia, e sem ele você basicamente estava com um peso de papel em mãos.

E claro, o lançamento foi limitado a América do Norte e partes da Europa, o que no cenário de hoje é algo impensável. Nos dias de hoje, a diferença entre algumas regiões no lançamento de consoles é de dias, ou semanas no mais tardar, com meses em algumas das piores possibilidades. Se você não consegue lançar seu produto em UMA REGIÃO direito, como vai querer levar ele pro resto do mundo?

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Falta de exclusivos de peso

O que atrai consumidores a uma plataforma? No Xbox, são os 300 jogos de tiro em primeira pessoa com protagonistas dudebro que os donos só vão jogar se estiver no Game Pass. O que atrai as pessoas ao PlayStation, são os filmes com botões no meio que possuem modelos fotorealistas de gente feia, mas que se você criticar, será chamado de machista, taxista e equilibrista. Enquanto que no Switch, os jogadores ficam extasiados pela chance de pagar 350 reais num jogo que é lançado incompleto e raso, com “conteúdo gratuito por meio de atualizações futuras” que é o chavão da Nintendo pra “completar o jogo”. E no PC, o que atrai o pessoal é a quantidade de jogos pornográficos. Ou pornograficamente baratos.

LEIAM – Cult of the Lamb – a saudade da independência

E o Stadia? Bem, a maior parte dos jogos eram jogos que já havíamos jogado varias e varias vezes em outras plataformas, ou jogos que podíamos jogar nas plataformas que tínhamos. Boa parte de seus exclusivos, ou não tinham o peso pra chamar alguém pra plataforma, ou eram exclusivos temporários.

E nesses três anos do Stadia, a Google havia feito UMA aquisição de estúdio pra criar jogos pro Stadia, no caso, os responsáveis por Journey to the Savage Planet… Que também saiu pra outras plataformas, e no Stadia… Saiu bugado  e permaneceu assim porque o estúdio foi fechado/dissolvido depois do lançamento do jogo na plataforma.

A própria Jade Raymond, que eu fiz piada naquele artigo de três anos atrás, como sendo uma pé frio, ela saiu da barca há MUITO TEMPO, e quando uma pé frio define seu projeto como uma barca furada, é sinal de que ele vai afundar com a eficiência de um Titanic.

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In… Put… La… G…

Um dos principais desafios pro Cloud Gaming em geral, é a questão do delay nos inputs que vai acontecer, independente da proximidade com os servidores, afinal, você não está jogando algo em seu computador, mas em um computador alheio. Diabos, input delay é um desafio até pra jogatinas online competitivas, visto a quantidade de jogos de luta que possuem netcode rollback pra otimizar as partidas online o máximo possível.

E enquanto que num RPG de turno ou um jogo mais casual, o atraso nos inputs não atrapalha tanto e é possível se adequar a isso (mesmo não sendo o ideal), o mesmo não pode ser dito de jogos que possuem um elemento competitivo, seja ele um FPS, ou um jogo de ação que requer precisão em inputs, como jogos de luta.

E foi provado por A + B que o input delay do Stadia era terrível, mesmo com boas conexões. Em certos momentos, o jogo lagava a ponto de fechar. E isso era evidente desde a fadada apresentação da Gamescom de 2019, onde o input delay era perceptível no cara jogando Assassin’s Creed: Odyssey.

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Marketing quase nulo

Tudo bem, o produto não era dos melhores, mas o Google não ajudou com seu marketing. Quase NADA foi feito pra ajudar o Stadia. Um mês de marketing, mas, nenhuma ação conjunta com Influencers do Youtube.

Digo, o Google tem basicamente o monopólio da distribuição de vídeos com o Youtube, das buscas, com o Google Search e até mesmo na distribuição de aplicativos pra celulares android, com a Play Store. O que foi feito? Absolutamente nada.

Se isso iria ajudar o Stadia a evitar o fracasso? Provavelmente não. Mas o Google sequer tentou.

Stadia
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Loja Horrível

Vocês conhecem o Google, não? Possui a maior ferramenta de busca do mundo. Google it (ou googleia) virou quase um jargão pra mandar alguém procurar algo. Pois é, uma empresa com uma ferramenta de BUSCA não colocou a função de BUSCA na loja de sua plataforma de jogos.

Não apenas isso, mas os jogos na loja do Stadia vinham organizados com todas as variantes de Digital Deluxe e etc., listadas sequencialmente, o que tornava as buscas ainda mais demoradas.

Stadia
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Stadia pra quem?

Me pergunto quem era o potencial público do Stadia. Os donos de PC de alta performance, não teriam motivos pra migrar pro Stadia, eles tem espaço em disco o suficiente para downloads de jogos grandes, e não é como se isso fosse um problema. Donos de PlayStation ou Xbox não tem exclusivos a perder ficando sem o Stadia. Nintendistas, se quisessem uma plataforma pra jogos mais potentes, poderiam adquirir um Xbox ou PlayStation, ou mesmo considerar um upgrade no PC.

Sem contar que um ano depois do lançamento do Stadia, estava chegando a nova geração de consoles, com o PlayStation 5 e o Xbox Series sendo mais do que o suficiente pra desbancar a performance da plataforma do Google, com resoluções chegando a 4K e a taxa de frames chegando a 120. Dessa vez de maneira nativa, e não upscaleada.

Logo, o Stadia teria como potencial alvo, aqueles caras que sempre querem ter a última tecnologia, não importando a experiência. Bem, nem precisamos dizer o quanto essa ideia deu certo, né?

Stadia
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A ascensão da jogatina em nuvem… Feita da maneira correta.

Eu admito, não sou fã de jogatina em nuvem, mas mesmo um cético como eu consegue ver que da maneira correta, Cloud Gaming é um suplemento a jogatina tradicional. A Microsoft e a Nvidia tem bons projetos nesse sentido e mesmo a Amazon tá tentando algo com o Luna.

O GeForce NOW da Nvidia, não é uma plataforma pra você adquirir os seus jogos, mas sim conectar as suas contas de serviços como o Steam, para com o uso de servidores da Nvidia, ter as melhores performances possíveis em nuvem, usando um PC razoavelmente mediano.

A Microsoft, com o Xcloud, faz o mesmo que o GeForce NOW, mas conectado tanto aos jogos que você possui na sua conta do Xbox, quanto do Xbox Game Pass.

E o que é importante nesses dois serviços? Se por algum acaso eles forem extintos, os jogos que você tem, vão continuar na sua conta, podendo ser jogados no PC e plataformas Xbox. O mesmo não pode ser dito do Stadia… Né? Aliás, tanto XCloud quanto o GeForce NOW podem ser aproveitados pelo público brasileiro, coisa que o Stadia não podia. Ops.

Stadia
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Conclusão: Eu estava certo

E eu achando que o Ouya seria o maior fracasso dos videogames na década de 2010, caramba, eu estava errado. Porque daqui a 1 ano, você ainda vai poder jogar os jogos do Ouya (Agora, por quê você jogaria os jogos do Ouya são outros 500), mas não vai poder jogar nada no Stadia.

O fato é que o Google queria pular no vagão do que era popular, no caso, videogames, com o mínimo de planejamento e esperando lucros fáceis as custas de “escravos” das tendências tecnológicas, só que bem ao estilo do Google, eles matam o serviço pouco tempo depois.

No fim das contas, a maior parte das manchetes que o Stadia fez ao longo desses três anos, foi devido as trapalhadas do Google e seus funcionários das relações públicas, porque como plataforma de jogos ela vai carregar menos importância que outros fracassos como o Ouya, o Nokia N-Gage e o Gizmodo. Ele vai ficar ao lado do Xperia Play, como uma das mais desnecessárias tentativas de jogos da história.

É, eu tava certo naquele artigo, viu?


Observação: O texto autoral não reflete a opinião do veículo

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Por que decidimos falar sobre videogames? https://www.arquivosdowoo.com.br/2021/12/31/por-que-decidimos-falar-sobre-video-games/ https://www.arquivosdowoo.com.br/2021/12/31/por-que-decidimos-falar-sobre-video-games/#comments Fri, 31 Dec 2021 23:58:57 +0000 https://www.arquivosdowoo.com.br/?p=9629 Faz algum tempo que venho escrevendo aos poucos no celular este texto, dentre os breves momentos sozinhos. Que são bem poucos. Mas não é a primeira vez que faço isso, outros textos foram escritos desse modo ao ter alguma ideia que achará interessante. O motivo é que gosto de produzir conteúdo. Gosto de o fazer […]

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Faz algum tempo que venho escrevendo aos poucos no celular este texto, dentre os breves momentos sozinhos. Que são bem poucos. Mas não é a primeira vez que faço isso, outros textos foram escritos desse modo ao ter alguma ideia que achará interessante.

O motivo é que gosto de produzir conteúdo. Gosto de o fazer quando quero, quando realmente me sinto bem em falar a respeito sobre um determinado jogo ou filme que o tenha visto. O que não aconteceu após eu assistir Homem-Aranha: Sem volta pra Casa, mas fora isso, a sensação de obrigação em entregar algo sempre foi incomoda.

LEIAM – Não importa a plataforma, divirta-se!

Isso fez com que eu me sentisse menos afim de produzir conteúdo, porque não estava jogando nada que me interessava.

Cheguei a cogitar dar um tempo com tudo, até porque o trabalho realmente tem me desgastado muito mentalmente. E quanto aos jogos, nem posso dizer que faltou títulos, pois conto com vários consoles e jogos, então me perguntei?

Reprodução/ Internet

Por que decidimos falar sobre Vídeo Games?

Eu adoro vídeo games e por várias vezes falei sobre como foram muito importantes em minha infância. Porém, enquanto adulto eu percebi que estava buscando reviver um pouco da sensação boa que sentia com os jogos, mas isso não conseguia sentir mais no processo.

Criei um blog, passei a falar sobre jogos velhos, me deparei com pessoas que tinham essa mesma paixão, mas durou pouco. Isso passou. Hoje as coisas mudaram e continuaram sempre mudando, afinal o tempo é implacável com tudo, mas eu quero falar menos e me dedicar mais ao meu filho, até mesmo jogar com ele.

Claramente não deixarei de compartilhar minhas experiências, afinal foi por isso que criei um espaço na internet. E como devem ter notado temos o mais variado tipo de jogo por aqui, e não nos preocupamos em jogar jogos que a massa está hypando.

Simplesmente temos analises de jogos velhos, novos e títulos que certamente o Geovane deve ter se arrependido de ter comprado, mas ele foi lá e o fez, e compartilhou sua experiência conosco.

Mas qual seria a força motora do site, porque continuo falando sobre vídeo games?

Vídeo Games
Foto de Francesco Ungaro no Pexels

Continuaremos!

Graças ao site desenvolvi laços duradouros, alguns poucos amigos e colegas que estão há 10 anos em contato comigo. Ou seja, decidimos falar sobre vídeo games e seus jogos, porque realmente amamos esse hobbie e temos isso em comum.

Não tenho um site popular, de fato, mas assim como o Tony disse recentemente durante uma conversa que tivemos  “fico feliz de produzir conteúdo para os meus amigos, aqueles que importam estão vendo.” ou quase isso, busquei de cabeça a frase. Não poderia concordar mais com ele, pois é basicamente isso que sinto hoje quanto ao site.

Gosto muito quando alguém me procura por e-mail ou mensagens perguntando coisas relacionadas ao site. Isso inspira a continuar. Por isso continuamos o fazendo enquanto temos folego para tal, e agradecemos a todos os amigos, colegas e leitores que tem sido o combustível que nos levou aonde estamos hoje.

São 10 anos produzindo conteúdo da forma mais genuína e sincera possível, e fico feliz de ter amigos ao meu lado contribuindo para isso.

Com isso eu quero apenas dizer: Obrigado, e que 2022 seja um ano muito melhor para todos nós. Que todos nós possamos nos tornar pessoas melhores.


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Não, “Avatar de anime” não é um argumento https://www.arquivosdowoo.com.br/2021/09/15/nao-avatar-de-anime-nao-e-um-argumento/ https://www.arquivosdowoo.com.br/2021/09/15/nao-avatar-de-anime-nao-e-um-argumento/#respond Wed, 15 Sep 2021 14:01:58 +0000 https://www.arquivosdowoo.com.br/?p=8269 A Internet nos últimos, talvez, dez anos, tem sido um lugar cada vez mais divisivo e agressivo. Se antes, quando você dizia que gostava de X, as pessoas se dividiam entre “Tá, legal” e “quem liga?”, hoje, se você diz que gosta de X, automaticamente vem uma horda te acusar de odiar Y, mesmo que […]

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A Internet nos últimos, talvez, dez anos, tem sido um lugar cada vez mais divisivo e agressivo.

Se antes, quando você dizia que gostava de X, as pessoas se dividiam entre “Tá, legal” e “quem liga?”, hoje, se você diz que gosta de X, automaticamente vem uma horda te acusar de odiar Y, mesmo que você goste ou sequer tenha mencionado Y, vão te acusar disso.

Conforme os anos foram se passando, as pessoas foram ficando cada vez mais agressivas, por motivos cada vez mais esdrúxulos a ponto de amigos de longa data brigarem por terem visões diferentes.

LEIAM – Não importa a plataforma, divirta-se!

E vez ou outra, tanto no Brasil, quanto lá fora, vejo muita gente utilizar a expressão “Avatar de Anime”, com um tom condescendente, desmerecendo o que o outro lado da discussão está falando, e isso é especialmente feito entre pessoas que tem a marca de verificado no Twitter.

Só que esse é um dos modos mais covardes e inescrupulosos de se evitar uma discussão ou mesmo confessar um erro.

Sim, muita gente com avatar de anime fala merda todos os dias, mas estamos na porra da internet, pessoas falam merda vinte e quatro horas por dia, sete dias por semana, este que vos fala incluso. Não, eu não sou um paladino da verdade nem um exemplo da virtude. Sou só um cara comum acima do peso que fala besteiras e tem talento mediano pra fazer algumas coisas. Mas eu nunca clamei ser essas coisas (talvez o peso ou o talento mediano, mas enfim.).

Já bati boca no twitter, em fóruns online, e até mesmo fui parar na delegacia no meu tempo de colégio. Cometi erros que gostaria de não ter feito, perdi (pro tempo) amizades que não gostaria de ter perdido e deixei oportunidades passarem, oportunidades que me arrependo de não ter aproveitado.

Basicamente, sou um humano falho, como todos aqui. Se eu me alonguei falando sobre mim mesmo? É, um pouco, mas o fato é que “Avatar de Anime” não pode ser usado como um argumento para desmerecer uma opinião contrária.

A pessoa podia simplesmente não usar avatar de anime e sim a foto real, certo?”

Avatar de anime

Possivelmente, mas ao mesmo tempo, justificável ela não usar a foto real por uma miríade de razões.

Hoje em dia na Internet, existe pouca privacidade real, se formos honestos. As grandes empresas do ramo tecnológico, de uma forma ou outra, tem seus dados, seja porque você tem um telefone, colocou dados relevantes em redes sociais, aplicativos, etc… e elas vendem seus dados para colocarem ads personalizados para você.

Muita gente prefere não expor a vida real online, por conta de coisas como assédio e doxxing (busca e publicação de informações pessoais da vida da pessoa, feito usualmente com más intenções), que são comuns e utilizados com frequência. Não é incomum muita gente se esconder atrás de um pseudônimo, não para permanecer no anonimato, mas porque sempre vai ter um bocó que vai utilizar os dados reais da pessoa pra contatar o trabalho ou família, com intenções maliciosas (quantas vezes você já viu gente perder o emprego por causa de groselha de twitter?).

Eu mantenho meu nome e sobrenome reais na internet porque primeiro, não tenho um emprego e minha vida online é separada da minha vida particular, e segundo porque é assim que assino meus livros.

Anime/ Jogo/ Whatever é algo que ela gosta

Avatar de anime

A vida real é uma parada cansativa, especialmente depois do inicio da pandemia que assola o mundo desde o começo do ano passado.

Quem aqui já não perdeu um membro da família, ou conhecido, ou amigo por conta do COVID? Com todo esse estresse da realidade, todos precisamos de uma fuga, seja ela anime, jogos, v-tubers, stream, o que quer que seja. (Inclusive essa é uma das razões pelas quais evito falar sobre animes serem analogias a política, já não basta a merda na vida real, agora querem relacionar essa merda ao meu escapismo? VAI TOMAR NO CU, VÉI!).

LEIAM – Máscara Ômega | Uma jornada de Sangue, suor e noites indo dormir 5 da manhã

Muitas vezes, esse escapismo nos apresenta personagens que nos identificamos, eu mesmo me identifico com a V-Tuber Minato Aqua porque ela tem MUITOS problemas de ansiedade e de falar com desconhecidos.

Aí, pra demonstrar essa identificação com alguém que admiramos, acabamos usando algo no avatar de uma rede social. É algo simples, você gosta, se identifica e quer demonstrar pros seus amigos que gosta de algo.

Esse desenho fui eu quem fez / Eu comissionei essa arte

Isso aqui é uma das coisas que eu mesmo já usei. Eu conheço (conheço de falar, não de nome) um punhado de artistas. E boa parte deles acaba por utilizar a própria arte como um avatar (Posso citar o exemplo do SanoBR, que utiliza a Chun-Li desenhada por ele no avatar).

Quer dizer que os argumentos desses artistas seriam inválidos só porque o avatar deles é de “anime”? Isso me parece preguiça de argumentar.

No meu próprio canal do YouTube, eu uso uma arte que comissionei, do meu personagem no F1 2019, e pro avatar do Twitch, do Discord e do Facebook, uso um sprite que eu editei no GIMP.

Novamente, você vai desconsiderar algo que alguém fala, só por causa da foto de perfil? É igual eu chegar e dizer: “Todo mundo que tem perfil verificado no Twitter é um imbecil”.

Não tem cabimento.

Finalizando: Não seja um idiota arrogante

Sei que parece meio óbvio, mas o que quero dizer, é que uma ideia contrária a sua, não é algo relativamente ruim e desqualificar isso baseado no avatar da pessoa é algo que soa extremamente arrogante.

Se todos nós pensássemos de maneira igual, não quero nem pensar no tipo de realidade que seria, mas certamente seria algo muito mais sombrio que o nosso mundo atual.

A ideia desse artigo foi inspirada num artigo de nome semelhante, escrito por Pete Davison, para o site Moe Gamer, mas todo o argumento aqui apresentado é de minha autoria.


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O que a aquisição da Bethesda pela Microsoft pode significar pro futuro da mesma https://www.arquivosdowoo.com.br/2020/09/22/o-que-a-aquisicao-da-bethesda-pela-microsoft-pode-significar-pro-futuro-da-mesma/ https://www.arquivosdowoo.com.br/2020/09/22/o-que-a-aquisicao-da-bethesda-pela-microsoft-pode-significar-pro-futuro-da-mesma/#comments Tue, 22 Sep 2020 13:35:21 +0000 https://www.arquivosdowoo.com.br/?p=5286 A Microsoft adquiriu a Zenimax, mas... E agora? O que pode acontecer?

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Na manhã desta segunda-feira (21/09), num timing quase perfeito com o anuncio da exclusividade (em consoles) do Final Fantasy too Much Cinza, digo, Final Fantasy XVI no PlayStation 5, a Microsoft anunciou a aquisição da Zenimax Media, o conglomerado que é dono da Bethesda, conseguindo por meio da compra, um bocado de ip’s como Fallout, Doom, Elder Scrolls e Commander Keen.

Agora, o que isso significa para o futuro da Bethesda?

A princípio, como é de praxe em situações como essa (vide a aquisição da Obsidian), os lançamentos próximos multiplataforma ainda estão garantidos e o suporte a jogos online (como TES Online e Fallout 76HAHAHAHAHALGUÉMJOGAISSO?) deve continuar no PlayStation 4, tal qual o suporte a Minecraft continua mesmo após a compra da Mojang.

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Não que isso particularmente me preocupe, já que eu não tenho interesse na maioria das franquias da Bethesda, de fato, único jogo deles que possuo é o Wolfenstein II.

Claro, a coisa mais óbvia é que os próximos jogos da Bethesda serão exclusivos dos consoles de Bill Gates, não precisa nem falar sobre isso. Como disse anteriormente, isso não me afeta tanto porque não tenho lá muito apreço pelos jogos da Bethesda.

Bethesda

O primeiro ponto positivo (inclusive levantado por Phil Spencer no anuncio) é que agora você vai poder ignorar os jogos da Bethesda que irão para o Xbox Game Pass (tanto nos consoles quanto no PC).

Sim, ignorar, porque convenhamos… Você joga TODOS os jogos que o Game Pass te dá? Não. Esse é um “mal” (repare as aspas) do Game Pass: Com a quantidade de jogos disponíveis, você não tem tempo (ou mesmo saco) o suficiente pra aproveitar todos. Você vai jogar aquela meia duzia que te convém…

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O segundo ponto positivo é que o PlayStation 5 não receberá Skyrim. EI, EU TINHA QUE FAZER A PIADA, ME DEIXE EM PAZ!

Enfim, o segundo ponto positivo real é que como a Microsoft agora é dona da Obsidian e da Bethesda, a chance de termos Fallout New Vegas 2 existe, apesar de eu achar que a Obsidian tem todo o direito de dar o dedo do meio para essa possibilidade (A Bethesda foi ultra cretina com os caras)

Mas agora, tem duas possibilidades que podemos levantar com isso: Como a Microsoft vai lidar com a operação da Bethesda? A maneira que a Casa do Windows irá gerenciar, vai determinar o futuro da empresa.

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A mais positiva, é se a relação Microsoft-Bethesda for gerenciada de maneira semi-independente, tal qual a SEGA faz com a ATLUS, após a aquisição da mesma.

Os jogos da Atlus continuam sendo desenvolvidos, com o envolvimento mínimo necessário feito pela casa do Sonic. Com a Zenimax sendo um conglomerado enorme, é uma grande possibilidade que isso aconteça e a única influência que a Microsoft tenha sobre a Bethesda é o logo da Casa do Bill Gates Games Studios na capa dos jogos.

Porém, existe outra possibilidade, é de que a Bethesda acabe se tornando uma nova Rare. Sim, a chance é pequena devido ao tamanho da Zenimax, mas digamos que a Microsoft tem histórico de cagar em aquisições.

A própria Rare, que era uma das developers britânicas mais criativas acabou ganhando fama de fazer jogos pro Kinect. E algumas de suas franquias faleceram pelo caminho, como Perfect Dark e Banjo, enquanto outras levaram tempo pra retornarem, como Killer Instincts e Battletoads. E o futuro da Ninja Theory vai depender de Hellblade II porque pelo amor de Deus, aquele Bleeding Edge é muito MULTIPLAYER GENÉRICO #23.

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Por fim, a compra da Zenimax por parte da Microsoft é um movimento na eterna guerra de consoles, mas também abre um perigoso precedente na industria, onde estúdios imensos com multiplas propriedades intelectuais podem acabar nas mãos de produtoras de consoles.

O artigo foi curto, pois meu objetivo era ir diretamente ao ponto. E você deve estar se perguntando se eu usei esse artigo como desculpa para postar memes do Todd Howard.

Não confirmamos nem negamos isso.


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