Arquivos Listas - Arquivos do Woo https://www.arquivosdowoo.com.br/category/listas/ Um pouco de tudo na medida certa Thu, 16 Jan 2025 14:17:18 +0000 pt-BR hourly 1 https://wordpress.org/?v=6.9 https://www.arquivosdowoo.com.br/wp-content/uploads/2020/12/cropped-logo-150x150.png Arquivos Listas - Arquivos do Woo https://www.arquivosdowoo.com.br/category/listas/ 32 32 4 Jogos Clássicos que Merecem um Remake https://www.arquivosdowoo.com.br/2025/01/16/4-jogos-classicos-que-merecem-um-remake/ https://www.arquivosdowoo.com.br/2025/01/16/4-jogos-classicos-que-merecem-um-remake/#respond Thu, 16 Jan 2025 14:17:18 +0000 https://www.arquivosdowoo.com.br/?p=19289 Na época do PlayStation 1, lembro-me de ficar impressionado com os gráficos dos games. Tudo parecia tão real, beirando a perfeição. Mas, hoje, percebemos que, na verdade, estávamos muito longe do ápice. Quando vejo os gráficos dos jogos atuais ou revisito algum título dos anos 90/2000, fico imaginando como seria um remake com a tecnologia […]

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Na época do PlayStation 1, lembro-me de ficar impressionado com os gráficos dos games. Tudo parecia tão real, beirando a perfeição. Mas, hoje, percebemos que, na verdade, estávamos muito longe do ápice. Quando vejo os gráficos dos jogos atuais ou revisito algum título dos anos 90/2000, fico imaginando como seria um remake com a tecnologia de hoje.

Segue a lista de 4 games que eu gostaria de ver em um remake:

Reprodução: Internet

Echo Night – PS1

Lembro que, na época, tive uma certa dificuldade para entender a história por não dominar o inglês, mas, resumidamente, você acaba em um navio que desapareceu misteriosamente. Nesse navio, existem várias almas aprisionadas, e durante o jogo, é preciso conversar com elas e “viajar no tempo” para libertá-las do sofrimento eterno de permanecer no local.

No jogo, você não possui armas, sendo limitado a apenas acender a luz para se defender dos fantasmas que o atacam. O jogo conta com alguns puzzles complicados e uma atmosfera aterrorizante — e isso considerando os gráficos do PS1. Agora, imagine isso em uma versão remasterizada!

O áudio do game não era dos melhores, e em um remake, eles poderiam caprichar nesse aspecto, já que, por ser um jogo de terror, o som é uma peça crucial. A movimentação também era um pouco travada, mas no título lançado para o PlayStation 2 (Echo Night: Beyond), já houve uma melhoria nesse ponto.

Os diálogos são bem diretos, mas em um remake, seria interessante trabalhar melhor as histórias das almas aprisionadas, dando mais profundidade e contexto à narrativa.

Reprodução: Internet

Yu-Gi-Oh! Forbidden Memories – PS1

Ah, o lendário Yu-Gi-Oh! do PlayStation 1! Para quem não sabe, o game foi lançado antes do anime e serviu como um experimento para avaliar a recepção do público. A história e as regras do jogo eram um tanto confusas, já que tudo ainda estava no início. Mas, com o universo mais elaborado que temos hoje, fico imaginando como seria um remake.

Pensando em algumas ideias, eu não seguiria exatamente a história do anime, mas criaria uma narrativa alternativa, mais consistente e alinhada com o universo do anime. O foco estaria em enriquecer os detalhes, evitar pontas soltas e explorar melhor os personagens. Além disso, incluiria mais modos de jogo ou desafios específicos para serem cumpridos em duelos, uma galeria 3D com gráficos modernos e, claro, um modo competitivo online robusto.

Com essas melhorias, seria incrível revisitar esse clássico com todo o potencial da tecnologia atual!

Reprodução: Internet

The Godfather – PS2

Essa é uma verdadeira obra-prima do PlayStation 2. No jogo, você cria seu personagem, que entra para a máfia sem prestígio algum e, aos poucos, sobe na hierarquia até se tornar o Don. Apesar de terem tentado lançar uma versão para o PlayStation 3, ela nem chega perto da qualidade do jogo anterior.

Com os gráficos atuais, as mortes poderiam ser mais brutais, e as cutscenes, muito mais imersivas e cativantes. O jogo também poderia trazer uma maior variedade de customização de personagens, além de introduzir novas mecânicas para conquistar e defender territórios, além de formas criativas e impactantes de execução.

Outro ponto interessante seria expandir a variedade de carros e reconstruir pontos turísticos icônicos com detalhes impressionantes. Além disso, o game carecia de atividades no mundo aberto, algo que poderia ser resolvido com a inclusão de jogos de cassino, apostas em corridas de cavalo ou, quem sabe, um minijogo de sinuca.

As possibilidades são inúmeras, e um remake bem trabalhado poderia levar esse clássico a um novo patamar!

Reprodução: Internet

Vigilante 8 e 2nd Offense

Confesso que a história nunca foi o ponto forte deste jogo, mas a gameplay compensava isso com sobras, superando facilmente seu principal concorrente, Twisted Metal. Infelizmente, tentaram algo novo com V8 Arcade, mas o jogo caiu no esquecimento e nem chegou a ter mídia física, tornando-o praticamente inacessível nos dias de hoje.

Agora, imagine um remake com os gráficos atuais: poderiam adicionar mais veículos e até mesmo uma opção para o jogador criar seu próprio carro. As campanhas principais também precisariam de histórias mais envolventes. Na versão original, antes de cada fase, eram exibidas algumas imagens estáticas com textos explicando o que aconteceu — algo muito superficial e sem graça. Seria muito mais interessante contar isso através de pequenas cutscenes, mostrando os acontecimentos e objetivos de forma dinâmica.

A câmera interna do veículo, presente na primeira versão, poderia ser melhor explorada em um remake, proporcionando uma experiência mais imersiva. Além disso, os cenários poderiam ser mais detalhados, os efeitos de destruição aprimorados e as músicas originais mantidas, com algumas regravações, já que a trilha sonora também era um dos pontos altos do game.

E por que não ser ainda mais ousado? Assim como em V8 2nd Offense, que introduziu uma espécie de máquina do tempo, poderiam criar uma continuação que reunisse personagens dos dois jogos. Isso permitiria misturar elementos dos títulos anteriores, incluindo a possibilidade de fazer upgrades nos carros da primeira versão, algo que exigia coletar placas após destruir outros veículos no segundo game.

As possibilidades são vastas, e um remake bem trabalhado poderia revitalizar essa franquia e atrair uma nova geração de jogadores.

Reprodução

Concluindo, comecei a me interessar por videogames no início dos anos 2000. Lembro-me de como fiquei impressionado com o salto gráfico do PlayStation 1 para o 2, e depois do 2 para o 3. É claro que isso nem se compara à experiência de quem vivenciou a era 8 bits e presenciou a transição para os 16 e 32 bits.

Quando vejo um remaster, como o de The Last of Us, por exemplo, não consigo me empolgar. Entendo que investir em remasters de grandes games da geração passada para a atual é extremamente lucrativo para o mercado, mas sempre me pergunto: por que não investir em remakes de jogos que, mesmo com tecnologia e equipes de produção limitadas, conseguiram entregar experiências incríveis?

E você, o que acha? Deixe sua opinião aqui nos comentários!

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PSN Plus Extra em 2024: Os Jogos que Ainda São Imperdíveis https://www.arquivosdowoo.com.br/2024/12/23/jogos-da-psn-plus-extra-que-ainda-valem-a-pena-voce-dar-uma-chance/ https://www.arquivosdowoo.com.br/2024/12/23/jogos-da-psn-plus-extra-que-ainda-valem-a-pena-voce-dar-uma-chance/#respond Mon, 23 Dec 2024 22:55:47 +0000 https://www.arquivosdowoo.com.br/?p=19195 À medida que 2024 chega ao fim, é hora de dar uma olhada nas ofertas da PSN Plus e descobrir quais jogos gratuitos ainda merecem um lugar no seu catálogo. Embora a cada mês novos títulos sejam disponibilizados, nem todos continuam a ser uma escolha imperdível com o passar do tempo. Nesta matéria, vamos destacar […]

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À medida que 2024 chega ao fim, é hora de dar uma olhada nas ofertas da PSN Plus e descobrir quais jogos gratuitos ainda merecem um lugar no seu catálogo.

Embora a cada mês novos títulos sejam disponibilizados, nem todos continuam a ser uma escolha imperdível com o passar do tempo. Nesta matéria, vamos destacar os jogos da PSN Extra Plus em 2024 que, mesmo no final do ano, continuam oferecendo experiências envolventes e de alta qualidade.

Se você é assinante ou está pensando em aproveitar as vantagens do serviço, aqui estão os jogos que ainda valem a pena, garantindo horas de diversão até o último dia de 2024.

Reprodução

 

Janeiro – Nobody Saves the World

A aventura do “Zé Ninguém” é repleta de ação e bom humor. Nosso herói acorda sozinho em uma casa, sem lembrar o que aconteceu, e logo se vê em uma jornada de transformações e aprimoramento de habilidades para enfrentar hordas de inimigos.

Este RPG indie, desenvolvido pela DrinkBox, oferece uma experiência divertida e desafiadora. Embora ainda não tenhamos uma matéria sobre o jogo no site, vale a pena conferir essa obra, que promete conquistar os fãs de ação e humor e garantir usa cópia clicando aqui.

Reprodução

Abril – Dave the diver

Entre na pele de Dave, um mergulhador profissional que, durante o dia, precisa pescar peixes e, à noite, gerenciar um restaurante. .

LEIAM – Dave the Diver | Análise

A premissa é simples, mas a execução dessas tarefas se revela um grande desafio. Dave the Diver mescla de forma brilhante uma aventura envolvente, gerenciamento de recursos e uma gameplay diversificada, criando uma experiência única e cativante.

Este é mais um indie de respeito que, com sua proposta inovadora e cheia de charme, conquista os jogadores. Se você ainda não conhece o jogo, temos uma matéria completa sobre ele aqui no site, e você pode adquiri-lo diretamente clicando aqui.

Reprodução

Outubro – WWE 2K24

Após o fiasco de WWE 2K20, os fãs ficaram um ano sem um novo jogo da franquia, que retornou em 2022. O mais recente título da série chegou a ficar disponível gratuitamente no PS Plus.

No jogo, a pancadaria é garantida tanto no modo online quanto offline. Há diversos tipos de lutas, e até é possível criar combates e ginásios personalizados. A customização se torna ainda mais divertida com a possibilidade de upar e baixar criações na comunidade do jogo.

Você pode conseguir o jogo  clicando aqui.

PSN Extra Plus em 2024
Reprodução

Outubro – Two Point Campus

Two Point Campus é um jogo de gerenciamento de universidade no estilo arcade, mas que oferece diversão para quem aprecia jogos de administração.

Nele, você deve se preocupar com o bem-estar dos alunos, contratar professores, construir salas e criar ambientes agradáveis para garantir o sucesso da instituição. A combinação de tarefas de gestão e elementos de personalização mantém o jogo dinâmico e envolvente.

Vale muito a pena dar uma conferida, basta clicar aqui.

PSN Extra Plus em 2024
Reprodução

Julho – Pathfinder Wrath of Righteous

Esse eu tive que deixar para o final porque, na minha opinião, não foi apenas o melhor game que conheci no ano, mas sim o melhor jogo que já dei uma chance, especialmente por ter ficado grátis na PSN Extra Plus em 2024. Desde que ficou disponível, já acumulei mais de 220 horas de jogo.

Após escolher a raça, arquétipo e classe para criar seu personagem, você se vê na cidade de Kenabres, ferido. Tudo parece tranquilo após alguns diálogos, mas, de repente, um demônio ataca a cidade e você cai em um buraco, iniciando uma jornada para entender o que está acontecendo.

O jogo possui vários momentos onde suas escolhas impactam diretamente a história e a gameplay. Calma, Diogo, em breve terá post no site sobre o game, juro por Iomedae!

PSN Extra Plus em 2024
Reprodução

Concluindo

Se você ainda não aproveitou essas oportunidades da PSN Extra Plus em 2024, é hora de dar uma chance a esses títulos imperdíveis antes que o ano termine. E, claro, continue acompanhando as novidades, pois a PSN Plus sempre tem algo a oferecer para quem busca uma nova experiência de jogo. Nos vemos em 2025 com mais jogos, mais aventuras e, quem sabe, mais surpresas!

Até lá, aproveite as vantagens da sua assinatura!

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Lista de desejos do Sancini do DOS para a QUByte https://www.arquivosdowoo.com.br/2024/03/15/lista-de-desejos-do-sancini-do-dos-para-a-qubyte/ https://www.arquivosdowoo.com.br/2024/03/15/lista-de-desejos-do-sancini-do-dos-para-a-qubyte/#respond Fri, 15 Mar 2024 19:28:33 +0000 https://www.arquivosdowoo.com.br/?p=16539 Nesse dia 12 de Março, a QUByte anunciou que a QUByte Emulation Engine agora trará suporte ao MS-DOS, permitindo portes de jogos de DOS para PS4, PS5, Switch, Xbox One e Xbox Series. E no mesmo post, a desenvolvedora e publisher brasileira pediu sugestões de jogos. E é claro que muita gente pediu jogos que […]

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Nesse dia 12 de Março, a QUByte anunciou que a QUByte Emulation Engine agora trará suporte ao MS-DOS, permitindo portes de jogos de DOS para PS4, PS5, Switch, Xbox One e Xbox Series. E no mesmo post, a desenvolvedora e publisher brasileira pediu sugestões de jogos. E é claro que muita gente pediu jogos que fizeram parte de sua infância, e alguns incluíram até jogos que tecnicamente já tem portes modernos.

E eu, como não tenho namorada, decidi fazer uma lista com jogos que eu acho que seriam interessantes de ver, não porque foram parte de minha infância (se eu fosse colocar o que de DOS joguei na infância, poderia se resumir a Abuse e Dangerous Dave, no curso de informática), mas porque são jogos que já joguei ou vi, e também com dicas de jogos que de fato podem aparecer em consoles, através da QUByte. Sem mais delongas, vamos lá.


The Eye of the Typhoon

Esse é um jogo de luta obscuro sul-coreano, produzido para PC e 3DO. Haveria uma versão para Neo-Geo, mas foi cancelada (um novo porte de fãs para NeoGeo está sendo produzido). Esse jogo é praticamente uma redenção pelo título anterior da Viccom, o genérico Fight Fever, de Neo Geo. A jogabilidade é bem reminiscente dos jogos de luta do console da SNK, com o maior problema na versão de PC é a falta de remapeamento de teclas, e o posicionamento das mesmas no teclado.

Esse aqui é um dos que eu joguei quando fazia lives jogando jogos de MS-DOS, e recomendo dar uma procurada, é bem sólido, mais do que os portes de DOS de SF II e Mortal Kombat, por exemplo.


Lotus III: The Ultimate Challenge/Lotus: The Ultimate Challenge

Como recentemente fiz um texto sobre a série Top Gear, desde sua origem, e o que aconteceu pós SNES até o relançamento da Top Racer Collection (o texto ainda está sob revisão, vai ao ar em breve), eu tive oportunidade de jogar a série Lotus. Os dois primeiros jogos saíram no Amiga e em outras plataformas, como Atari ST, Commodore 64, Acorn Archimedes e Mega Drive, o terceiro jogo saiu para MS DOS.

Sendo um híbrido dos dois primeiros (corrida tradicional ou time attack com checkpoints), Lotus III é um excelente jogo de corrida, e recomendo se você curte a série Top Gear/Top Racer. A versão de MS DOS é um porte melhorado do jogo de Amiga.

Vinyl Goddess from Mars

Mas hein? Vinyl daonde? Marte? Deusa? Enfim, originalmente produzido para ser o segundo jogo da série Jill of the Jungle, a Epic Megagames (Hoje Epic Games) recusou o jogo, e publicou Jazz Jackrabbit, então o plot e sprites tiveram que ser rearranjados para algo original. É bastante semelhante a série Jill of the Jungle, mas com uma premissa imbecil. É o ano 200 bilhões. Vinyl está a caminho de uma convenção intergaláctica de filmes B, quando sua nave espacial é atingida por uma chuva de meteoros. Ela cai em um planeta desconhecido cheio de perigos.

Viu? Eu disse que era imbecil. Enfim, imagine uma versão 16-bits da série Jill of the Jungle e você vai saber como Vinyl Goddess from Mars funciona.

Attack of the PETSCII Robots

Esse é o jogo mais “moderno” da lista, já que foi produzido apenas alguns anos atrás. Criado pelo youtuber David “8-bit guy” Murray, o jogo é um misto de ação e puzzles, onde você precisa destruir robôs, se infiltrando numa base. Eu digo “ação” porque a ação não é o principal, você precisa das ferramentas certas para encurralar e destruir os robôs.

Originalmente produzido para Commodore PET (Daí o nome PETSCII, já que ele se utiliza dos caracteres do Commodore PET na versão original), ele possui versões para inúmeras plataformas, como Commodore 64, Amiga, Mega Drive, SNES, dentre outras. É um jogo “diferentão”, do que usualmente vemos no mercado.


Alien Rampage

Esse aqui é um dos jogos que há uma boa chance de aparecer nos consoles, já que a parceria da linha QUByte Classics é feita com a Piko Interactive, e Alien Rampage foi relançado no Steam pela mesma. Alien Rampage é o que originalmente seria o primeiro Duke Nukem Forever, ainda em 2D, mas a Apogee meio que cancelou esse projeto e foi pra Duke Nukem 3D. Ele é um run’n gun sólido onde no papel de um Alien, temos que destruir outros Aliens em busca de VINGANÇA… OU CHURROS. Não sei o que diabos é dito na cutscene introdutória, o áudio lá é tão zoado que pode ser um dos dois.

Agora, falando sério, a jogabilidade é boa e os gráficos são decentes, exceto a trilha sonora… Que é inexistente. Certamente uma boa jogatina, se você colocar um pouco de METÓÓÓL de fundo.

Alien Carnage/Halloween Harry

Originalmente lançado como Halloween Harry em outubro de 93, este sólido run’n gun platformer 2D foi rebatizado como Alien Carnage para não ser confundindo com um jogo seasonal e não afetar as vendas do jogo no resto do ano, de acordo com a Apogee. Com um estilo cartunesco, ele lembra bastante os originais Duke Nukem. No relançamento de 94 como Alien Carnage, as fases um e três do jogo foram trocadas de ordem, então quem tinha as versões Shareware de Halloween Harry e Alien Carnage poderia jogar metade do jogo sem pagar nada.

O jogo gerou uma continuação em 1996, chamada Zombie War. Hoje é possível jogar Alien Carnage de graça, já que em 2007, a 3D Realms disponibilizou Alien Carnage gratuitamente (só é necessário passar pelo site com fundo escuro e fonte preta).

Elvira: The Arcade Game

Esse aqui pode entrar na linha do janky que o Sancini quer ver pela graça. Sinceramente, a versão de Amiga é superior, mas seria engraçado ver um jogo antigo baseado na icônica personagem interpretada pela Cassandra Peterson em hardwares modernos.

Lagaf’: Les Aventures de Moktar – Vol 1: La Zoubida/Titus The Fox: To Marrakech and Back

A Titus, aqui pra nós é conhecida por duas coisas, uma, por ter publicado aquele jogo do Lamborghini no SNES, e o infame Superman 64. A publisher e desenvolvedora francesa era conhecida por vários títulos de qualidade questionável, mas haviam bons tesouros enterrados em um monte de merda. Por exemplo, o jogo que originalmente tinha a licença do comediante francês Vincent Lagaf’ foi retrabalhado como o mascot platformer Titus the Fox pro mercado internacional. É um jogo relativamente sólido, ainda que não seja marcante. Considerando que é da Titus que estamos falando, é GOAT material.

Dá pra medir o tamanho da infâmia de uma empresa quando um jogo competente apenas é considerado um GOAT. Absorva essa informação.

Elf

Esse título da Ocean, também lançado para Amiga e Atari ST está na lista dos possíveis jogos a serem lançados pela QUByte, novamente, devido a parceria com a Piko Interactive, que publicou o mesmo no Steam, anos atrás.

Elf é um platformer competente e simples, coisas que a Ocean sabia fazer quando queria. Sério, muita gente que jogou em console tende a odiar a Ocean por causa dos jogos questionáveis dela em plataformas como o Mega e o SNES. Claro, que as vezes, eles faziam um jogo bosta de propósito, como o jogo de Highlander, mas isso é história para OUTRO DIA.

Risky Woods

Outro platformer que é possível de ser lançado pela QUByte, já que também foi republicado pela Piko. É considerado um dos melhores jogos espanhóis de todos os tempos pela HappyConsolas (revista espanhola de jogos), e um platformer competente, que recebeu uma versão para Mega Drive.

Ironicamente, foi um dos últimos títulos da desenvolvedora Dinamic Software, que fechou as portas no ano em que Risky Woods foi publicado. OOF.

Eu havia colocado outros jogos aqui, com base em clipes com gameplay dos jogos em questão, mas depois de uma melhor análise dos mesmos, eles saíram da minha lista de desejos por portes, então, com esses singelos títulos, fica aqui os jogos que eu gostaria de ver portados de DOS pela QUByte.

Agora, como comentário as respostas do tweet da QUByte, sei que muita gente pediu jogos que são queridos, mas que seriam difíceis de conseguir os direitos para um porte moderno, pois suas IP’s são de empresas como a Bethesda, Ubisoft ou Epic Games. Alguns dos jogos pedidos (Lamborghini American Challenge) possuem versões melhores em outros Hardwares, e alguns até mesmo possuem versões modernas…

Maaaaas eu adoraria um relançamento de Carmen Sandiego. Hey, eu sou um hipócrita, eu sei.

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Jogos adultos (e gratuitos) para se ficar de olho: O Retorno! https://www.arquivosdowoo.com.br/2023/06/01/jogos-adultos-e-gratuitos-para-se-ficar-de-olho-o-retorno/ https://www.arquivosdowoo.com.br/2023/06/01/jogos-adultos-e-gratuitos-para-se-ficar-de-olho-o-retorno/#respond Thu, 01 Jun 2023 15:55:44 +0000 https://www.arquivosdowoo.com.br/?p=13967 Disclaimer: Apesar de não conter imagens explícitas, o conteúdo dos jogos apresentados no artigo a seguir se destina a maiores de dezoito anos. É recomendada a discrição na hora da leitura. Alguns meses atrás, eu escrevi um artigo com recomendações de visual novels adultas gratuitas que estão em desenvolvimento. Meio ano se passou, e pensei… […]

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Disclaimer: Apesar de não conter imagens explícitas, o conteúdo dos jogos apresentados no artigo a seguir se destina a maiores de dezoito anos. É recomendada a discrição na hora da leitura.

Alguns meses atrás, eu escrevi um artigo com recomendações de visual novels adultas gratuitas que estão em desenvolvimento. Meio ano se passou, e pensei… Por quê não checar como elas andam após esse tempo todo?

Esse artigo conterá as mesmas novels que foram abordadas, mas não com tantos detalhes sobre o roteiro, mas conterá links para as mesmas e para os locais onde você pode dar suporte aos autores das mesmas. Nota especial: Apesar dos links de download no F95Zone serem das versões antigas, o fórum atualiza o carregamento de página, para a versão atual.

#1 Tainted Heritage (Aka Weird Shit Is Going to Happen)
Desenvolvimento: recreation (Subscribe Star | Patreon
Status em Outubro de 2022: 0.6
Download: https://f95zone.to/threads/tainted-heritage-a-k-a-weird-shit-is-going-to-happen-v0-6-recreation.38970/
Status atual: Sem progresso.

Existe uma razão para a falta de progresso dessa novel em particular. Ela, como recreation já mencionou no próprio tópico do projeto, é um trabalho secundário. Então não há muito o que comentar. Enfim, enquanto uma atualização não vem, uma das teorias discutidas sobre quem fez uma das merdas na história, é o próprio protagonista, ou uma versão dele de outra realidade.

Reprodução: Mr. Dots Games

#2 Dating My Daughter
Desenvolvimento: Mr. Dots (Patreon | Subscribe Star
Status em Outubro de 2022: Capítulo 4 (0.35)
Download: https://f95zone.to/threads/dating-my-daughter-ch-1-4-v0-35-mrdots-games.597/
Status atual: Capítulo 4 (1.0) – Completa.

Uma coisa que é comum no meio das visual novels adultas (em especial, as ocidentais), é ver muitos projetos se iniciando, nunca chegarem a conclusão, seja por motivos de falta de ânimo, falta de recursos (poucos apoiadores no Patreon), o escopo do projeto ser além do que o autor sabe fazer com a engine, ou o seu nick ser ICSTOR, mas o que é incomum de ver, são projetos chegando ao fim, porque dependendo do caráter do autor, é mais fácil ir empurrando a conclusão com a barriga porque o lucro do Patreon/Subscribe Star compensa.

Claro, que nem toda novel que tem espaços grandes entre suas atualizações é por causa de mau caratismo, muitas vezes, o intervalo é longo porque de fato, os criadores estão adicionando bastante conteúdo novo. Enfim, no artigo de outubro, mencionei que a previsão da conclusão de Dating My Daughter viria no natal de 2022, e dito, feito, a última parte da história foi lançada no período festivo…

E o final foi bem divisivo, porque… Faltou certa variedade nos finais, por assim dizer. Apesar de ter quinze finais diferentes, não haviam finais que algumas escolhas indicariam que poderiam ter. Eu entendo, e apesar do final até ter me satisfeito, senti que o Mr. Dots deu uma freada no que poderia acontecer. Só não entendo o desejo de algumas pessoas de ver o seu amigo de trabalho comendo a sua filha, mas enfim. Cada um com seus gostos.

Em relação a novo conteúdo, é esperado algum conteúdo extra no futuro (pelo menos de acordo com o Road Map do próprio Dots), entre as atualizações de Sunshine Love (que recebeu um update relativamente recente), mas esse conteúdo sendo totalmente não canônico em relação a história principal, como as cenas extras que tem em Melody.

Reprodução: Underground Studio

#3 Race of Life
Desenvolvimento: Underground Studios (Patreon)
Status em outubro de 2022: Capítulo 1
Download: https://underground-studio.itch.io/race-of-life
Status atual: Capítulo 1 Extra

Race of Life recebeu nesse meio período, apenas uma pequena atualização, que não muda muita coisa do lançamento original, apenas uma cena de sexo extra com uma das personagens.

Não sei qual o escopo que o autor pretende, mas se você chegou a baixar a versão original, é melhor esperar o capítulo 2. É uma novel que me agradou lá, então né, vou dar o benefício da dúvida ao autor, já que Underground Studios não é um anagrama para ICSTOR.

Reprodução: Ocean’s Lab

#4.Summer’s Gone
Desenvolvimento: Ocean’s Lab (Patreon | Subscribe Star)
Status em outubro de 2022: Capítulo 4
Download: https://oceanlab.itch.io/summers-gone
Status atual: Capítulo 4.5

Summer’s Gone chamou minha atenção porque a trama é cheia de drama. Porém, uma coisa que eu não curti (isso é particular meu, não um defeito da novel), é o fato de que muitas vezes, dizer sim para um lado significa dizer não para outro lado que você também quer dizer sim. Digo, eu queria montar um harém com as meninas do jogo. É pedir muito, isso? (Na verdade é sim, a quantidade de código e renders envolvidos no processo de uma novel adulta em 3D lhe surpreenderia)

Não cheguei a baixar a versão 4.5, nem está nos meus planos imediatos (talvez quando sair o capítulo 6, quem sabe eu volte? QUEM SABE).

Reprodução: Zargon Games

#5 Young Again
Desenvolvimento: Zargon Games (Patreon | Subscribe Star
Status em outubro de 2022: Capítulo 14
Download: https://f95zone.to/threads/young-again-ch-14-zargon_games.56677/
Status Atual: Season 2 Capítulo 23.

Apesar de dividir o tempo de desenvolvimento com outro projeto (Rovering to Sussex), entre outubro e fevereiro, Young Again recebeu duas atualizações com os primeiros capítulos da segunda parte da novel. E ainda parece que estamos um pouco longe da linha de chegada em relação a algumas storylines, mas pelo menos o autor não fica adicionando novos personagens ao invés de seguir as histórias dos já estabelecidos.

Mas enfim, o desenvolvimento de Young Again segue tranquilamente, estamos no aguardo.

Sancini de depois de ter escrito esse artigo: Literalmente NO DIA QUE COLOCO O RASCUNHO AQUI NO ARQUIVOS DO WOO, o Zargon atualizou com o Capítulo 3 da Season 2.

Reprodução: Venus Waltz

#6 A Man for All
Desenvolvimento: Venus Waltz (Patreon | Subscribe Star
Status em Outubro de 2022: Capítulo 7
Download: https://f95zone.to/threads/a-man-for-all-ep-7-venus-waltz.65913/
Status atual: Capítulo 10

Em termos de conteúdo, numericamente falando, A Man for All teve 3 atualizações, apesar dos capítulos 9 e 10 terem menos conteúdo em relação aos anteriores, e no positivo, o desenvolvimento de alguns personagens avançou em relação ao ponto em que estavam.

O desenvolvimento segue sem grandes problemas, e a história segue um rumo interessante.

Reprodução: Caribdis

#7 Eternum
Desenvolvimento: Caribdis (Patreon | Subscribe Star)
Status em Outubro de 2022: 0.4
Download: https://caribdis.itch.io/
Status atual: 0.5

Novamente, Eternum entrega. Uma das coisas que Caribdis sempre foi aberto, foi quanto ao progresso de cada atualização, seja através do Patreon, ou do Discord, sempre avisando onde ele está. A versão 0.5 saiu em março, se a memória não me falha.

E como cada updates, tem bastante conteúdo, especialmente na parte offline da narrativa, com avanço em algumas das coisas lá. Inclusive finalmente tivemos a cena com uma certa personagem, que havíamos sido interrompidos certa outra vez em versões anteriores.

No momento em que escrevo esse texto, a versão 0.6 encontra-se com 57% do seu conteúdo pronto. Considerando a consistência do Caribdis, podemos esperar um lançamento… No fim de Julho, talvez? Isso é só conjectura minha tirada do cu, então não leve a sério.

Enfim, daqui a seis meses, talvez tenhamos um novo artigo dedicado a atualizações desses jogos, e talvez a adição de novos. Até a próxima.

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Visual Novels adultas e gratuitas para se ficar de olho https://www.arquivosdowoo.com.br/2022/10/17/visual-novel-adulta-gratuitos-para-se-ficar-de-olho/ https://www.arquivosdowoo.com.br/2022/10/17/visual-novel-adulta-gratuitos-para-se-ficar-de-olho/#respond Mon, 17 Oct 2022 19:31:07 +0000 https://www.arquivosdowoo.com.br/?p=12395 Disclaimer: TODO o material a seguir é destinado ao público adulto e apesar desse artigo não utilizar imagens explícitas, o conteúdo dos jogos e os links para eles, contém material que não é seguro para o trabalho (vulgo NOT SAFE FOR WORK, NSFW ou o popular PUTARIA). Então esteja avisado e não venha reclamar se […]

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Disclaimer: TODO o material a seguir é destinado ao público adulto e apesar desse artigo não utilizar imagens explícitas, o conteúdo dos jogos e os links para eles, contém material que não é seguro para o trabalho (vulgo NOT SAFE FOR WORK, NSFW ou o popular PUTARIA). Então esteja avisado e não venha reclamar se der merda no seu trabalho. Ou em casa. Ou na escola. Enfim, vocês entenderam. Sem mais delongas, vamos ao artigo.

Ah, jogos adultos. O que há muito tempo atrás, era o nicho do nicho do nicho, impossível de se adquirir por meios legais aqui no Brasil, se tornou facilitado quando o Steam passou a permitir eroges na loja, desde que (primeiro) em versões all-ages (os patches com THE GOOD SHIT precisavam ser distribuídos por fora) e posteriormente, isso já não era mais necessário. Só que… O preço de alguns jogos, especialmente os japoneses, não é dos mais convidativos e nem sempre temos aquela grana sobrando na época das ultra promoções.

LEIAM – Moto Roader MC | Corrida caótica simplista

E se você é uma pessoa ética ou preguiçosa demais para lidar com os meios alternativos (eu, na maior parte do tempo me encaixo na primeira), saiba que existem visual novels adultas gratuitas disponíveis ao seu alcance. “Mas como o desenvolvimento dessas novels é custeado?” Você, voz invisível da minha cabeça, pergunta. Simples, através de financiamento de sites como o Patreon e o Subscribe Star. Aqueles que podem, ajudam o financiamento, e em troca, recebem acesso antecipado a builds. Mas, eventualmente essas builds são disponibilizadas gratuitamente para o público.

E para esse artigo, separei algumas visual novels adultas gratuitas que estão sendo desenvolvidas, tem potencial e builds significativas disponíveis. Claro, que no fim das contas, muito é baseado no gosto pessoal, mas eu creio que essas visual novels variam de boas para ótimas, porque contam não somente com boas cenas adultas, mas uma trama interessante e personagens bem escritos… Na maioria dos casos (isso é spoiler pra uma das novels). Com os textos, estarão disponíveis links para download e para aqueles que quiserem dar suporte, links para a ajuda necessária estarão disponíveis também

Reprodução: Ocean’s Lab

#1.Summer’s Gone

Desenvolvimento: Ocean’s Lab (Patreon | Subscribe Star
Versão: Capítulo 4
Download: https://oceanlab.itch.io/summers-gone

Alguns anos antes do começo da trama (isso é mostrado no prólogo), a sua então namorada desaparece misteriosamente, e isso faz com que você acabe se tornando uma pessoa um tanto amarga e meio cuzona. Só que quando a vida na faculdade começa, você precisa lidar com o dia a dia, além de muitas intrigas relacionadas a vida universitária e pessoal.

Da lista de novels aqui disponíveis dessa lista, é a única que até o momento não possui nenhuma cena adulta, mas a trama dela é interessante, a maneira que os personagens se cruzam, as opiniões sobre pessoas mudam, e até mesmo pessoas que você poderia odiar, são mais semelhantes a você do que se imagina.

Reprodução: Underground Studio

#2 Race of Life

Desenvolvimento: Underground Studio (Patreon)
Versão: Capítulo 1
Download: https://underground-studio.itch.io/race-of-life

Você é um professor universitário, começando a viver depois de uma separação um tanto dolorosa. (A culpa foi sua, BTW, você traiu a sua esposa, o que foi a gota d’água para a separação) Você espera conseguir financiamento para um projeto próprio, enquanto divide seu tempo com a sua filha, o seu amigo e outras coisas. Porém, uma tragédia muda totalmente isso.

Essa é possivelmente uma das melhores Visual Novels que começaram a ser desenvolvidas esse ano. Race of Life traz uma narrativa diferente da mesmice que domina a cena de jogos adultos, misturando um pouco da vida adulta com o mundo das corridas ilegais. Na minha opinião, o ponto fraco, ao menos nesse primeiro capítulo, é a falta de desenvolvimento de outros interesses amorosos, já que as mais interessantes, são a Vanessa (a sua ficante no momento) e a sua ex-esposa, que é a melhor personagem.

Porque, apesar de você estar no papel oposto, dá pra entender de onde vem o ressentimento que ela tem contra você. E mesmo que o desenvolvimento da novel não leve a uma rota onde os dois terminem juntos, seria interessante ver os dois ao menos deixando o que de ruim aconteceu pra trás, porque os dois tem uma filha juntos.

Reprodução: Caribdis

#3 Eternum

Desenvolvimento: Caribdis (Patreon | Subscribe Star
Versão: 0.4
Download: https://caribdis.itch.io/

Você se mudou com alguns amigos em um intercâmbio para uma cidade dos EUA. Enquanto que seu amigo vai ficar na casa de uma senhora lá e sua filha, você e uma outra amiga, vão para a casa de uma amiga da família, da época em que você vivia lá. Aos poucos, você começa a dividir seu tempo entre o reajuste da vida na sua cidade natal, a escola e Eternum, um viciante MMORPG de realidade virtual, que é o jogo mais jogado da atualidade.

Essa visual novel se passa no mesmo universo de “Once in a Lifetime”, novel anterior de Caridbis, então espere o mesmo tipo de humor bobo, situações sexies, e intriga. Mesmo o jogo estando na versão 0.4, espere ao menos de 10 a 12 horas de leitura até o ponto atual. Eternum se destaca por justamente conseguir trazer o estilo de um Shonen de ação para o formato de Visual Novel.

Reprodução: Venus Waltz

#4 A Man for All

Desenvolvimento: Venus Waltz (Patreon | Subscribe Star)
Versão: Capítulo 7
Download: https://f95zone.to/threads/a-man-for-all-ep-7-venus-waltz.65913/

Você tinha uma vida normal, até que um dia, sua mãe viera a falecer, então você resolveu se dedicar aos estudos. Na vida adulta, você decide ir para a universidade na cidade grande, e durante os 3 primeiros anos de cursos online, você estuda psicologia enquanto mora e trabalha numa cafeteria, o que ajuda a poupar custos. Porém, para a sua tese, você precisa ter o último ano presencial, e passa a dividir seu tempo entre os estudos, a sua tese, o trabalho e conhecer as outras pessoas.

Apesar do meu resumo ter sido uma merda, A Man For All é uma novel bem amarradinha, apesar das histórias de algumas garotas se desenvolver em um ritmo diferente de outras, no geral você deixa cada ponto da trama querendo mais. E apesar da maioria das escolhas ser mais estética e de diálogo, as mesmas fazem com que você molde o seu personagem e a relação dele com os interesses amorosos de uma maneira única (entre as opções disponíveis lá, óbvio).

Reprodução: Zargon Games

#5 Young Again

Desenvolvimento: Zargon Games (Patreon | Subscribe Star
Versão: Capítulo 14
Download: https://f95zone.to/threads/young-again-ch-14-zargon_games.56677/

Você é um homem de meia idade, já nos seus 40 e alguma coisa, cujo casamento vai mal e seus filhos não são necessariamente bons exemplos.

Certo dia, você vê um jovem imbecil (pleonasmo, sei), não prestando atenção na rua quando um carro vem, então num ato de nobreza você salva esse jovem, sendo atropelado no lugar dele. Só que uma entidade etérea reclama com você, contando que aquele jovem imbecil estava destinado a morrer e que você teria uma epifania que ajudaria a salvar seu casamento e colocar seus filhos no bom caminho.

LEIAM – Otoko Cross: Pretty Boys Klondike Solitaire | Paciência com os crossdressers

Nisso, sua alma é mandada para o corpo daquele jovem e é seu dever ajudar a sua esposa viúva a encontrar um novo amor, tornar a sua filha uma estudante boa, e endireitar seu filho problemático. Só que você não contava que o seu eu jovem estaria numa família com uma beldade ruiva e uma milf.

Essa visual novel é basicamente uma versão pornô de Yu Yu Hakusho (sem obviamente as luzes e gritos de um Shonen), se quer saber a minha opinião. Young Again pode não ter o escopo de outras novels dessa lista, mas entrega personagens mais credíveis do que Dating My Daughter por exemplo.

Reprodução: Mr. Dots Games

#6 Dating My Daughter

Desenvolvimento: Mr. Dots (Patreon | Subscribe Star)
Versão: Capítulo 4 (0.35)
Download: https://f95zone.to/threads/dating-my-daughter-ch-1-4-v0-35-mrdots-games.597/

Dating My Daughter é o segundo jogo do Dotsverso, que é composto de Melody (o primeiro jogo) e o Sunshine Love (o terceiro jogo). Ambas visual novel são interconectados, mas não é necessário jogar um para entender o outro, mas você vai pegar referências de um jogo nos outros.

Aqui, estamos no papel de um cara qualquer, que recebe em sua casa a filha que não via há dez anos. E como a filha foi atingida pelo vírus da puberdade, agora ela é uma gostosa e aos poucos, a convivência se transforma em romance. Paralelo a isso, outras coisas acontecem, como a sua filha inicia (graças a um fotógrafo virjão) uma carreira de modelo e outras personagens querem um pouco dos seus fluídos.

O jogo é dividido em 4 capítulos, e o último está incompleto (a previsão da conclusão do capítulo 4 é para Dezembro deste ano), mas em boa parte do jogo o roteiro até acerta, mas algumas coisas incomodam um pouco, como a hipocrisia do protagonista em alguns momentos, mas qualquer outro comentário meu sobre essa hipocrisia no jogo seria spoiler. E obviamente, a filha muitas vezes demonstra a inteligência de uma parede de tijolos, basicamente sendo uma versão piorada de Melody.

visual novel
Reprodução: Recreation

#7 Tainted Heritage (Aka Weird Shit Is Going to Happen)

Desenvolvimento: recreation (Subscribe Star | Patreon
Versão: 0.6
Download: https://f95zone.to/threads/tainted-heritage-a-k-a-weird-shit-is-going-to-happen-v0-6-recreation.38970/

Essa visual novel aqui é o que eu mais classifico da exceção a regra que eu citei na introdução do artigo. Basicamente, algum tempo antes do inicio da novel, você sofreu um acidente de carro onde sua mãe e seu padrasto morreram, e no começo da novel, você recebe uma carta de sua avó, dizendo que você irá herdar um hotel. E chegando lá, fazendo juz ao nome, coisas bizarras vão acontecer, incluindo viagens a outros mundos, família vinda de dimensões diferentes.

O conteúdo atual é relativamente pouco, e os personagens não são tão desenvolvidos ou profundos como os personagens de outras novels dessa lista, mas ainda assim está nesta lista de recomendações pela premissa incomum. A história é intrigante, e insana.

visual novel
Reprodução: Witchery Studios

#Bonus: Desfazendo Erros

Desenvolvimento: Mr. Sancini (aka Eu que estou escrevendo esse artigo)
Versão 1.2 (Final, mas não é final)
Download: https://witcherystudios.itch.io/desfazendo-erros

Sim, é meio que uma trapaça aqui, porque é uma visual novel que eu desenvolvi. A história do desenvolvimento é a seguinte. Eu baixei a versão mais recente do kit de desenvolvimento da Ren’py (engine de desenvolvimento de visual novels) e para me acostumar novamente com a engine, resolvi fazer uma visual novel curta, a primeira versão levou uma semana pra ser feita, com mais uns dez dias para as versões posteriores. Como os recursos visuais não são de minha autoria, eu não considero essa a versão final da novel. Daí o (final, mas não é final).

A história se passa no mesmo universo do meu livro “Paixão Destinada” (isso veio na versão 1.1/1.2), e estamos no papel de um rapaz que devido aos hormônios e estar atraído pela filha de seu padrasto, decide mudar de escola no ensino médio, só que isso acaba afastando os dois. Daí no último ano de escola, ele decide consertar as coisas com ela.

É uma história curta, que eu escrevia enquanto programava, então não tem a complexidade de uma história planejada. E você deve estar se perguntando? Como vai ser a versão final? Eu respondo, pra isso eu precisaria de um PC decente pra poder usar programas onde eu possa desenvolver os personagens (como o Honey Select ou o Koikatsu) e cenários para representar melhor o que quero.

visual novel
Reprodução: Super Writer

Concluindo

E meio que é isso. É difícil fazer uma lista de recomendações de visual novel, porque é muito centrado em gostos. Se vocês repararam, dos jogos (fora o meu) recomendados, nenhum utiliza sprites em 2D, todos eles usam modelos em 3D, ou feitos no DAZ Studio ou no Honey Select 2. A razão, é devido a uma tendência de desenvolvedores que usam sprites 2D, é de fazer jogos num estilo “sandbox”.

Aqui, preciso explicar o conceito (em visual novels adultas) do Sandbox. São usualmente jogos onde se temos um mapa pra navegação e usualmente horas do dia para se fazer as coisas. E com isso, se estende artificialmente a duração do jogo, porque muita coisa depende de grinding, porque obviamente o autor vai implementar sistemas X e Y, que tornam tudo um grande porre.

E se quiserem, posso fazer posteriormente uma lista de recomendações de jogos gratuitos completos.

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Os Heróis Mais Legais dos Games | Volume 2 https://www.arquivosdowoo.com.br/2021/10/04/os-herois-mais-legais-dos-games-volume-2/ https://www.arquivosdowoo.com.br/2021/10/04/os-herois-mais-legais-dos-games-volume-2/#comments Mon, 04 Oct 2021 13:44:46 +0000 https://www.arquivosdowoo.com.br/?p=8231 Já fui um ferrenho crítico dos infinitos vídeos de listas que permeiam o YouTube, mas hoje em dia até criei gosto, pois uso como base para me permitir buscar alguns personagens de cabeça, explorar um pouco dos que chamaram a minha atenção lá no passado e sem ficar repetindo as mesmos personagens que todo mundo […]

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Já fui um ferrenho crítico dos infinitos vídeos de listas que permeiam o YouTube, mas hoje em dia até criei gosto, pois uso como base para me permitir buscar alguns personagens de cabeça, explorar um pouco dos que chamaram a minha atenção lá no passado e sem ficar repetindo as mesmos personagens que todo mundo lista só pra ganhar view fácil.

E essa lista aqui é o segundo volume de uma que iniciei lá no início da vida do site, que inclusive ganhou uma remasterização que vocês podem conferir aqui. E olha, não posso reclamar, pois foi um sucesso estrondoso essa lista.

LEIAM – Análise | XCOM: Chimera Squad

Duas pessoas a leram, uma até o titulo e outra comentou  deixando um link redirecionando para a sua lojinha de itens sexuais. Logo, não poderia deixar passar mais um ano até produzir uma nova e tão empolgante lista, então cá estou.

Acomode-se e vamos explorar um pouco mais desse universo dos heróis dos vídeo games!

Agente G

É isso mesmo, ressuscitei um personagem que quase ou ninguém se lembra, o G do game The House of the Dead.

Também conhecido pela alcunha de Silver Fang, o famoso agente  G tem lidado com criaturas estranhas desde 1996, quando surgiu o primeiro game, um rail shooter divertido e bem violento do Sega Saturn.

Para a nossa alegria, agente G  segue firme e forte até hoje na franquia, ora como coadjuvante e ora protagonista. Uma figura calculista e disposta a executar a missão lhe imposta, mesmo ferido, custe o que custar.

Infelizmente existe poucas informações a seu respeito, prefere o anonimato, mas isso não me impediria de citar esse saudoso herói.

PS: Não confundir com nosso saudoso Gérson de Abreu, o eterno Agente G tupiniquim.

Kurosawa

Todos se lembram de outros jogos famosos onde o protagonista é um ninja, certo? Bem, mas e o ninja purpura que tem nome de diretor famoso de cinema, Kurosawa?

Pois bem, o game Ninja Shadow of Darkness traz um personagem que trazia terror ao coração dos mais frágeis. Um ninja que tinha estampado em seu rosto a expressão de intestino preso eterna, além da capacidade absurda de pular errado e cair das plataformas. Não só isso, também lhe permitia que você pudesse descer a lenha no mal.

LEIAM – Os Pais mais Legais dos Vídeo Games

Porém, ele nunca conseguiu se gabar de nada disso. Se um dia houve uma qualidade a ser destacada sobre o game desse ninja purpura, certamente morreu junto da versão do Sega Saturn, que seria superior a versão lançado para o rival PlayStation.  Só que a EIDOS decidiu cancelar ela… É, pobre Kurosawa.

Talvez o mundo não se lembre mais desse ninja, mas eu lembro e digo: Tu é legal pra cacete, Ku… rosawa!

Laura Harris

Eu não podia deixar de fora Laura Harris, protagonista do game D, um game pouquíssimo conhecido, e que fora forjado no início da geração 32 bits.

Laura lidou sozinha com um mal sobrenatural e botou seu pai para “mimir“, depois dele ter chacinado uma galera no hospital em que trabalhava no primeiro jogo. Foi fácil? Não, o local que antes era um hospital se transformou em uma espiral de loucura repleta de puzzles para matá-la.

Alguém lá em cima não gosta de Laura, mas ela continua a sorrir e com o dedo do meio em riste em resposta ao universo.

Beijão pra ti, Laura!

PS: Não encontrei uma boa imagem da Laura,  por isso selecionei apenas uma propaganda.

Reina

Deception III: Dark Delusion nos apresenta, Reina, uma pobre garota que foi raptada com sua família e levada para um reino distante, onde foram vendidos como escravo e submetido a todo tipo de degradação e violência logo na chegada. Recepção típica da idade média.

Por alguma razão que não cabe revelar aqui, ela recebe o poder de criar armadilhas espirituais, demoníacas, ou como bem preferir chamar. Isso lhe permite dar o troco de uma forma ainda mais violenta aos seus algozes.

Reina merece estar aqui, porque não só nos permite trucidar com um bando capanga do mal, como também sua historia nos dá mais gás para estudar novas formas de punir ainda mais os vilões.

Beijo pra ti, Reina.

Steve Burnside

Nem todo mundo gosta do Steve de Resident Evil: Code Veronica, talvez pelo jeito moleque canastrão, mas todos se sensibilizam com o que lhe acontece lá pelo meio do game. Ou final. Não lembro a ordem dos eventos mas de qualquer modo, isso faz dele uma figura heroica na franquia.

O cara apronta algumas coisas absurdas durante o jogo e que fica difícil não se irritar ou rir com suas peripécias, e isso vai nos encantando ao pouco com seu carisma de adolescente abobalhado.

Steve de fato merece ser lembrado, não só por ter sido importante para auxiliar Claire, como pelo motivo de ser personagem de um dos meus títulos favoritos da franquia de zumbis da Capcom.

Capcom, manda um remaster ou remakezinho pra nós ai,  por favor?

Akuji

Os Heróis Mais Legais dos Games

AKUJI The Heartless foi lançado em 1998 e não teve lá um grande impacto, porém, mesmo que tenha alguns problemas, vale a pena citar, Akuji, esse guerreiro vodu que foi morto em pleno dia do seu casamento, e teve seu coração removido do corpo. Detalhe: Sua morte fora encomendada por seu irmão, que buscava o trono e talvez a mulher do irmão.

Com muito ódio no buraco que um dia jazia um coração, ele precisa atravessar  o submundo enfrentando criaturas da redenção que vai permitir que ele volte ao mundo dos vivos e dar cabo do seu traiçoeiro irmão.

Tá no nome do game Akuji O Sem Coração, então nem vou dizer que o cara é violência bruta.

Ah, e o jogo foi desenvolvido pelo pessoal da Crystal Dinamics que um ano depois lançou Soul Reaver, então há muitas semelhanças entre ambos os títulos. Recomendo.

Congo

Os Heróis Mais Legais dos Games

Congo’s Caper é um spin-off da franquia Joe & Mac da Data East, que é ótima por sinal, alias, descobri isso ao pesquisar sobre o game lá no Wikipédia.

“Oh, mas Wikipédia não é font… Cala a boca que tem gente que se informa pelo WhatsApp”

Retomando: Eu adoro Congo, joguei bastante do game quando era criança e o design e o fato do protagonista se transformar em um humano, pois ele é um macaco, é simplesmente genial.

Eu queria trazer Congo, pelo motivo de que não queria trazer o DK e toda a turma que gerações ainda enaltecem a todo momento. Parto do principio que precisamos resgatar esses heróis poucos lembrados dos jogos e que talvez nunca mais ganhem um game novo.

CONHEÇAM OS GAMES ESTRANHO, ME PERMITAM TIRÁ-LOS DA MATRIX, PAREM DE BATER A PORTA EM MINHA CARA!

Menção Honrosa: Jack Wade

Os Heróis Mais Legais dos Games

Headhunter é um game que conheci no Dreamcast e foi uma boa experiência ao lado de Jack Wade.

Wade é caçador de recompensa do governo bonitão que por razões que você deveria jogar o game, acaba tendo sua memoria apagada. E ele é o oposto de Solid Snake que se fode todo e usa umas bandagens maneira, enquanto Jack tem uma estética de quem toma banho com água de colônia e faz crossfit sem parecer vulgar, mas ainda consegue ser badass. Não a nível Cobra Solida. Longe disso.

Saímos pela rua pilotando uma moto que deve custar dois rins enquanto descemos a lenha em bandidos e vamos no encalçado de pistas do vilão. Sempre na maciota, com aquele ar de quem passou a tarde a beira da piscina fazendo stories com frases: Muito cedo pra sextar?

Jack Wade, tu merece uma menção honrosa, porque haja investimento visual e carisma só pra sair arrebentando a bandidagem.

Espero que tenham gostado da lista, eu adoro busca na memoria alguns personagens que me chamaram a atenção ao longo da minha infância. E caso tenha sentido falta de algum personagem na lista, comente ai e quem sabe ele não aparece na próxima.

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5 Jogos de luta ruins que eu gosto https://www.arquivosdowoo.com.br/2021/04/19/5-games-de-luta-ruins-que-eu-gosto/ https://www.arquivosdowoo.com.br/2021/04/19/5-games-de-luta-ruins-que-eu-gosto/#comments Mon, 19 Apr 2021 23:59:37 +0000 https://www.arquivosdowoo.com.br/?p=6880 Eu sou  péssimo quando o assunto é jogos de lutas, mas ainda assim adoro games como Mortal Kombat e cia. É um gênero que costumo jogar quando quero apenas desligar o cérebro e apertar alguns botões e esmerilhar a IA de forma descompromissada. Por essa razão me deparei com muitos games pouco conhecidos, alguns até […]

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Eu sou  péssimo quando o assunto é jogos de lutas, mas ainda assim adoro games como Mortal Kombat e cia. É um gênero que costumo jogar quando quero apenas desligar o cérebro e apertar alguns botões e esmerilhar a IA de forma descompromissada.

Por essa razão me deparei com muitos games pouco conhecidos, alguns até relativamente popular, outros nem tanto. Só que são títulos que eu tive contato e realmente me divertiram de algum modo na época, então a lista é feita com base em minhas memorias, certamente envelheceram bem ou mau muitos dos listados, por isso, relevem.

Comecemos com um que joguei bastante no PlayStation e que adorava:

BIO F.R.E.A.K.S | PSX

BIO F.R.E.A.K.S  eu tive contato no auge do PlayStation e gastei boas horas nele, principalmente por conta do seu combate aéreo e a longa distancia. Mas a cereja do bolo aqui é o fato de que podemos desmembrar os adversários durante o combate e até matá-los logo de cara, se acertarmos o golpe de execução.

Essa possibilidade de realizarmos fatalities nos leva um ponto interessante, pois costumam o atribuir o titulo de clone de Mortal Kombat, o que discordo um pouco.  Ele tenta ao seu modo se desvencilhar e ter sua própria cara, mas peca por ter um combate lento, se comparado ao MK.

No game cada personagem representa uma mega corporação que decide resolver suas diferença territoriais em um duelo sangrento com personagens modificados geneticamente. Oras, quem disse que se precisa de história complexa pra sair esparramando sangue e vísceras pelo cenário?

Talvez não seja o  jogo mais bonito que você vai encontrar na biblioteca da geração 32 bits, mas certamente ele está bem próximo disso, mas acho que mereceu lista entre os 5 games de luta ruins que eu gosto

DESTREGA | PSX

5 Games de luta ruins que eu gosto

Destrega é um exclusivo pouco conhecido do PlayStation e que quem o jogou tem dificuldades em se decidir se é bom ou ruim. Eu particularmente gosto e até joguei recentemente durante uma live e sofri um pouco, por conta do seu sistema de combate “diferente”.

Desenvolvido pela KOEI (hoje KOEI TECMO), ele buscava ir por um caminho diferente dos demais games de luta da época, focando mais no combate estratégico, onde cada dispara um tipo de magia e pode ser carregado, permitindo até mesmo combinações.

E se o jogo surpreende por esse gameplay diferente, por outro ele acaba afastando quem quer apenas trocar sopapos sem elaborar muitas estratégia, afinal, é um jogo de arena onde o inimigo se move a todo momento realizando ataques longos e curtos, e até dominar o combate leva tempo.

O modo história dele é interessante e até tem uma CGI competente para época, mas peca por não ser possível pular as cutscenes.  Tem que ver a historinha toda, o que não é ruim, mas se você já viu, pra que ver de novo, né?

Vale a pena conhecer Destrega e gastar algumas horas com seu divertido sistema de ataques de magia.

ClayFighter 63 ⅓ | N64

5 Games de luta ruins que eu gosto

ClayFighter nasceu no Super Nintendo e não era um bom game nem mesmo lá, logo quando o terceiro game chegou ao Nintendo 64, isso me chamou a atenção positivamente, só infelizmente eu não tinha acesso a plataforma na época e não conhecia ninguém que tivesse o jogo.

Enfim, muitos anos depois, precisamente uns dois anos atrás, eu consegui uma copia do game e fui lá eu jogar. Me deparei com um game que melhora pouco nos controles se comparado ao seu antecessor, mas é muito mais jogável e com um sistema de combo, além da inclusão de Claytalities.

A versão do Super Nintendo me atraia mais por conta do formato stop-motion e personagens caricatos, mas tinha uma jogabilidade horrorosa. História ali era tão profunda quanto um pires.

Por outro lado ClayFighter 63 ⅓ é ruim divertido e que dá pra gastar algumas boas horas nele tranquilamente. Não temos uma jogabilidade boa, mas ao menos dá pra se dizer que agora é jogável. E o fato de trazer Earthworm Jim e o zelador Boogerman agrega certo valor a pancadaria.

Primal Rage | SNES

5 Games de luta ruins que eu gosto

Eu vou ser bem direto quanto a Primal Rage aqui, o motivo de eu gostar dele está mais atrelado a nostalgia.

Nos dias de hoje eu consigo fazer muito pouco no game, mas ainda assim me sinto compelido a voltar vez e outra para o jogo só pra tentar. Mais uma vez o fato de stop-motion me captura aqui, além da obvia violência, afinal são criaturas gigantes lutando para ver que será o rei.

O fator nostalgia pesa também, na lista toda, só que esse aqui eu realmente quero aprender o suficiente para fechar um dia. Os controles são ruins de se aprender, o que acaba tornando a experiência mais difícil mas não impossível.

Double Dragon V: The Shadow Falls | MEGA DRIVE

Double Dragon V: The Shadow Fall não é o diamante mais bonito na biblioteca do Super Nintendo, mas certamente não é só um pedaço de carvão inútil.

Inspirado naquela animação pavorosa de 1993,  o jogo deixa de lado o Beat’Em Up que consagrou a franquia para tentar surfar na onda do Street Fighter que estava bombando na época.

Uma decisão acertada? Merecia estar aqui na lista de 5 games de luta ruins que eu gosto?

Olha, tenho minhas dúvidas até hoje, mas de qualquer modo entregou um game estranho de jogabilidade um pouco dura, mas jogável. Inclusive usa elementos que não são comuns da franquia, como o fatalities que pode ser executado pelos personagens, além de uma temática adulta, principalmente na versão de Mega Drive.

Minha experiência com o titulo não é uma das melhores, mas joguei consideravelmente ele na infância com meu irmão, então nutro certo carinho.

Menção Honrosa: Masters of Combat | Master System

Masters of Combat não é ruim, na verdade eu o considero muito bom e joguei bastante no Master System. Um dos primeiros jogos de luta que tive acesso direto, alias, tenho história com o console de 8 bits da SEGA.

LEIAM – O Primeiro Console a gente nunca Esquece

Contando com apenas quatro personagens, o jogo consegue entregar uma boa jogabilidade a disposição do jogador, que conta com um controle de dois botões. Diabos, quase um milagre isso daqui. Inclusive vou recomendo a leitura de um texto dos meus amigos do blog QG Master sobre o game.

Tenho boas lembranças com o titulo e o considero uma joia obscura na biblioteca do Master System.

Bem, é isso, esses foram 5 games de luta ruins que eu gosto, mas talvez você também possa gostar. Comente abaixo algum dos games que é considerado ruim, mas tu adora.

https://www.youtube.com/watch?v=Moej3hJ7SF8

 

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Ranking com meus “Filmes” favoritos de Kamen Rider https://www.arquivosdowoo.com.br/2021/01/23/meus-filmes-favoritos-de-kamen-rider/ https://www.arquivosdowoo.com.br/2021/01/23/meus-filmes-favoritos-de-kamen-rider/#comments Sat, 23 Jan 2021 22:24:13 +0000 https://www.arquivosdowoo.com.br/?p=6723 *Para contexto de filmes, me refiro aos chamados filmes de verão dos Riders, que geralmente saem nos cinemas junto com o filme de Super Sentai da temporada, então sem crossovers, V-Cinemas, outros filmes do Den-O ou Super Hero Taisen da vida. ALERTA: Este artigo possui spoilers das séries mencionadas. Acho que já deixei claro que […]

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*Para contexto de filmes, me refiro aos chamados filmes de verão dos Riders, que geralmente saem nos cinemas junto com o filme de Super Sentai da temporada, então sem crossovers, V-Cinemas, outros filmes do Den-O ou Super Hero Taisen da vida.

ALERTA: Este artigo possui spoilers das séries mencionadas.

Acho que já deixei claro que eu curto Kamen Rider, uma, duas ou um milhão de vezes. Caspita, meu terceiro livro (que virou visual novel) é fortemente influenciado por Kamen Rider.

Dito isso, desde o início da era Heisei dos Kamen Riders (ainda que a era Heisei no Japão tenha se iniciado em 1989, são considerados Riders Heisei aqueles produzidos após o falecimento do criador da franquia, Shotaro Ishinomori) em 2000 com Kuuga, é tradição ter ao menos um filme usualmente lançado no verão japonês, com exceção do próprio Kuuga que tinha o orçamento de 3 caixas de bis, um saquinho de mariolas e o boné do Pateta (só assim pra explicar o Kuuga em CG de PS1 que é usado em transformações) e não recebeu filme.

Temos um total de dezenove filmes produzidos, de Agito até Zi-O, mas infelizmente, por uma miríade de razões, não assisti a todos. Seja porque eu não tive a oportunidade de ver na época que vi a série ou não cheguei no ponto da série em que o filme se passa. Ou simplesmente ainda não vi a série nem o filme, disso reduzi a lista de dezenove filmes para oito…

#8 Kamen Rider Build: Be The One

Continuidade na história: Após o episódio 45 de Build.

Há uma pequena ligação entre a série e o filme, já que no final do episódio 45, vemos os três ministros escolhidos por Evolt para comandar Touto, Seito e Hokuto.

Os novos ministros na verdade são membros da espécie do Evolt (Conhecidos como Blood) e colocam a população inteira do Japão contra o Build, e Sento deve lutar para salvar o mundo. Basicamente uma terça-feira na vida de um Kamen Rider.

Tecnicamente, não tem absolutamente nada de errado com o filme, de fato é um excelente filme e recomendo assisti-lo (claro, pra todo contexto, você precisa ver Build, então assista Kamen Rider Build), mas se você não assisti-lo.

Não vai acabar perdendo muito, já que a única coisa ali que vai carregar mais adiante, é o fato de que o Evolt não é o único de sua espécie, e de fato tempos depois, vemos um outro membro da raça dele, no caso, o irmão mais velho de Evolto, Killbas, mas isso é história pra outro V-Cinema… (Build New World: Kamen Rider Cross-Z)

#7 Kamen Rider Gaim: Great Soccer Battle! Golden Fruits Cup!

Continuidade na história: Após o episódio 37 de Gaim.

Numa Zawame infectada pelo avanço de Helheim, Kouta está lutando com um grupo de Inves.

Após essa luta, ele encontra um garoto estranho que lhe pergunta sobre o futebol. Após Kouta explicar, ele acaba indo parar em uma versão alternativa de Zawame, onde os Riders duelam. Em partidas de Futebol. Só que esse mundo é ameaçado por uma presença maligna.

Numa série cheia de elementos que não deveriam combinar (Frutas? Samurais? Dança?), mas que combinam, por quê não adicionar outro elemento fora da curva, como futebol? Porque claro, a primeira coisa que me vem a mente quando falam de Samurais frutas que dançam, é FUTEBOL!

Piadas a parte, Golden Fruits Cup é um bom filme, apesar de que na minha opinião, o plot do futebol é abandonado cedo demais em prol do PUTA MERDA, OS RIDERS ESTÃO MORRENDO, O QUE VAMOS FAZER? ÓDIO, DESTRUIÇÃO, GUERRA, REVIRAVOLTAS! Porém em contraparte, entendo que existe um limite do quanto se pode colocar de cada coisa em uma hora e cinco minutos de filme.

É o filme que é um bom entretenimento, mas acaba não fazendo falta se não assistir. O filme de ToQGer entreteve mais, mesmo tendo a metade da duração. Mas por quê ele tá acima de Build no Ranking? Simples, a música tema é melhor.

#6 Kamen Rider Wizard in Magic Land

Continuidade na história: Após o episódio 43 de Wizard

Durante uma luta, Haruto e Koyomi são pegos por um tornado da LJN (ou seja, as cores do arco-íris, se você não pegou minha piada) e transportados para um mundo alternativo, onde ao invés da ciência ter se desenvolvido, a magia tomou o lugar das coisas. A maioria da população é capaz de usar magia e mesmo se transformar em Kamen Rider Mage. Só que algo naquele mundo não parece certo, e é relacionado ao seu regente, o Imperador Maya.

Ao contrário dos filmes anteriores dessa lista, que tinham um senso de grandiosidade, a sensação que se tem ao assistir Wizard in Magic Land é a de assistir um episódio para a TV estendido para a duração de uma hora.

Talvez por ele não ter o escopo de um duelo grande, ou o destino em jogo, mas tudo parece meio que se misturar com a série de TV. Assim como os anteriores, você não perde muito em lore da série ao assistir.

Quando fiz a thread no twitter que deu origem a este artigo, expliquei que ele, o de Gaim e o de Build não faria diferença se não assistisse. Ele só está acima desses na contagem, meramente porque “The Finale of the Finale”, o tema de encerramento do filme é absolutamente fantástico e muito melhor que “Your Song” e “Everlasting Sky”.

#5 Kamen Rider Fourze: Everyone, Space is Here!

Continuidade na história: Após o episódio 38 de Fourze

O Clube Kamen Rider tem uma missão: Deter o computador XVII que planeja destruir a Terra. Para isso, Gentaro e seus amigos precisam treinar e ir ao espaço. Porém, a misteriosa Inga Blink e o poderoso Black Knight tentam impedir nossos heróis.

Não vou mentir, pra mim, foi difícil ver o filme de Fourze. Não pela qualidade do mesmo, mas como eu assistia em um certo site. A versão que eles colocaram lá tinha legendas do TV-Nihon, então é “Space Kitaa” pra lá, “Villain Kitaa” pra cá e um monte de outras coisas desnecessárias que você vê em legendas do TV-Nihon.

Enfim, o filme de Fourze é divertido como a série, apesar de ter a mesma sensação de episódio estendido a princípio, o que está em jogo vai aumentando, conforme a ameaça dos Titãs Espaciais vai ficando mais evidente. Por fim, o filme tem um certo payoff posterior (assim como o de Build), com a Inga Blink se tornando companheira de Ryusei na Interpol (mostrado no crossover de Wizard com Fourze). E apesar de “Voyagers” ser uma música fantástica, ela não combina taaaanto com o filme.

Se for assistir ao filme de Fourze, que seja uma versão que não seja a do TV-Nihon. Plus, o filme tem a Deka Yellow o que sempre conta pontos pra mim em qualquer coisa, meu deus, como eu amo a Ayumi Kinoshita.

#4 Kamen Rider Zi-O: Over-Quartzer

Continuidade na história: Após o episódio 43 de Zi-O

Após Sougo Tokiwa coletar todos os Ridewatches, ele é confrontado por uma organização chamada Quartzer, cujos membros se autodenominam os Guardiões do Tempo. E a verdade sobre a jornada de Sougo finalmente é revelada.

Primeiramente, existe todo um hate em cima de Zi-O. Se isso é justificado ou não, vai de cada pessoa. Ao contrário de temporadas aclamadas como Gaim, Faiz e Kuuga, eu não me senti compelido a parar de ver Zi-O por causa do pacing. Eu honestamente gostei da série, mas ela certamente não vai entrar no meu TOP 5 nem fodendo.

Dito isto, Over-Quartzer é um excelente filme e funciona como final alternativo da série. Ele possui uma estruturação melhor feita do que por exemplo o filme de Gaim, e você não fica tempo demais, nem tempo de menos perdido em um sub-plot. E apesar da cena em que o Sougo adquire a Ohma Form ser esquisita, a luta final é bacana… Menos o Rider Kick de logotipos, aquilo é weird as fuck.

LEIAM – Eu não consigo escrever um review de Chronos: Before the Ashes

No geral, o pecado, por assim dizer, do filme, é simplesmente não dar destino aos Time Jackers. Porque a situação no fim do filme é: Sougo se tornou soberano, os membros do DA P… digo, os Quartzer restantes ao conversar brevemente com Sougo após a luta, decidiram assumir um papel passivo em vigiar o tempo, interessados no futuro que Sougo traria, mas nada é dito dos TimeJackers… E o filme é na timeline do Final Stage, que também não mostra o que diabos aconteceu com os TimeJackers.

Curiosidade Inútil: O fato da ancestral do Krim Steinbelt, Clara Steinbelt estar no Japão no período “Sengoku” não foi só PLOT CONVENIENCE (porque é, no fim das contas), mas uma brincadeira com o fato que o ator que interpretou o Krim, (O radialista Chris Peppler) é descendente direto de Akechi Mitsuhide, uma figura proeminente no período, que traiu e assassinou Nobunaga Oda.

Aliás, você pode assistir Kamen Rider Zi-O de maneira oficial na Amazon Prime, com legendas em português.

#3 Kamen Rider Kabuto: God Speed Love

Continuidade na história: Antes do Episódio 1 de Kabuto/Não-Canone

Em 1999, um meteoro gigantesco colidiu com a Terra, trazendo nele criaturas chamadas de Worms. Os Worms conseguem mimetizar a aparência dos humanos, infiltrando-se na sociedade e matando os humanos no processo. Para combater essa ameaça, foi criada a organização ZECT, que desenvolveu o Masked Rider System.

Essa batalha já dura sete anos, e com o tempo, os recursos naturais da Terra foram diminuindo, deixando o mundo parecido com Hokuto no Ken… Ou Mad Max.

Durante muito tempo, Kabuto foi minha série Rider favorita, isso mudou com o tempo, mas o carinho que tenho não diminuiu. God Speed Love pega o conceito da série, do meteoro em Shibuya trazendo os Worms e se pergunta “E se aquele meteorozinho que destruiu Shibuya fosse do tamanho de Itu e afetasse o mundo inteiro?”.

No geral, God Speed Love é bastante sólido, tem uma boa estrutura e um twist bem satisfatório no final, com o Tendou sacrificando sua própria existência, voltando no tempo graças ao Hyper Clock-Up e destruindo o meteorito gigante cujo fragmento menor atingiria Shibuya, entregando o Masked Rider System ao jovem Tendou de 1999 e dando início aos eventos da série de TV. Exceto que.

Não. A série de TV anula o filme, quem entregou o Rider System ao Tendou foi um native e o filme não serviu pra nada. YAAAAAAY!

#2 Kamen Rider Drive: Surprise Future

Continuidade na história: Após o episódio 40 de Drive

Durante a perseguição a um Roidmude, Shinnosuke Tomari é abordado por um jovem que clama vir do futuro e diz ser seu filho. Ele conta que graças a um mal funcionamento em Krim, o sistema do Drive fora usado para auxiliar os Roidmudes a dominar o mundo. Só que a maneira do garoto de abordar o “pai” acaba causando um acidente que faz com que Shinnosuke seja procurado pela polícia. E no meio disso, Shinnosuke e Eiji são perseguidos pelo misterioso Dark Drive.

Kamen Rider Drive é uma daquelas séries que você pode recomendar até pra quem não curte tokusatsu, porque é uma série, que apesar de apelar um pouco para a comédia (Shinnosuke é um bobo) é bem amarrada e não dá ponto sem nó a maior parte do tempo (V-Cinema do Heart a parte) e Surprise Future não é exceção a regra.

Ele vai do ponto A ao B e conduz o espectador a entender o que está acontecendo, sem ficar confuso ou se perder em sub-plots… Se bem que o único sub-plot do filme chega em um beco sem saída, porque o Trio de Roidmudes (Heart, Medic e Brain) não tem nada a ver com o Roidmude 108.

Por fim ele finaliza de maneira satisfatória, com a trama fluindo para o V-Cinema do Chase e a relação entre o Shinnosuke e a Kiriko. Como a cereja no bolo, o tema de encerramento do filme, “Re-Ray” (interpretado pelo ETERNAL Mitsuru Matsuoka) é absolutamente maravilhoso, apesar de eu não saber o que caralhos é um re-ray.

#Menções Honrosas

Nas menções honrosas, vou colocar aqui os filmes que possuo, mas não vi por uma razão ou outra, e os que vi a temporada dele, mas não o filme.

Kamen Rider 555: Paradise Lost – Eu assisti a 555 inteiro, mas como vi ele numa época onde conseguir Tokusatsu online era mais difícil e eu sequer tinha internet banda larga, ele passou batido.

Kamen Rider Hibiki and the Seven Senki Tenho Hibiki completo aqui, mas preciso chegar no ponto da série onde o filme se situa (entre os episódios 28 e 29 da série, ou quando Hibiki deixa de ser Hibiki e vira uma série de Kamen Rider)

Kamen Rider Den-O: Ore, Tanjou! – Terminei de Baixar Den-O hoje (basicamente baixei 99% na madrugada da data em que escrevo esse artigo), então quando eu chegar no momento do filme, o verei.

Kamen Rider Kiva: King of Castle in the Demon World – Assisti Kiva inteiro, mas o filme passou batido pela mesma razão de 555. Um dia, quem sabe.

Kamen Rider Decade: All Riders vs Dai-Shocker – Assisti Decade inteiro, mesma razão de 555 e Kiva pra não ter visto. Se um dia eu rever Decade, possivelmente verei o filme.

Kamen Rider W Forever: A to Z/The Gaia Memories of Fate – O caso do W é um pouquinho mais complexo do que o de Den-O e Hibiki, porque enquanto os dois citados eu tenho a série com legendas em inglês, tudo o que tenho de W está sem legenda porque é da época que legendei dois episódios da série. Então se alguém tiver um zip bonitinho com legendas da série inteira (preferencialmente em inglês, please me dá um toque porque eu quero vê-la.

Kamen Rider Ryuki: Episode Final – Cai no mesmo caso de Kamen Rider W. Eu tenho a série completa em DVD, mas não tenho as legendas

#1 Kamen Rider Ex-Aid: True Ending

Continuidade na História: Após o último episódio de Ex-Aid

Um misterioso Rider Ninja maligno chamado Fuuma aparece, infectando as pessoas com uma nova variante do Vírus Bugster e cabe aos Riders do Centro de Resgate deter a nova ameaça.

Kamen Rider Ex-Aid não é uma série perfeita, das que vi, fica abaixo de Build e Drive por exemplo, que são séries mais coesas. Mas, dos filmes mencionados aqui, Ex-Aid entrega o melhor filme, mesmo com partes dele se baseando em um gimmick forçado (aka VR).

De resto, ele amarra uma das pontas soltas na série de TV, com o personagem Johnny Makishima ascendendo ao papel de principal vilão do filme, dando sentido a sua participação na série de TV. Ele também prepara terreno tanto para o crossover com uma cena pós créditos, quanto para a trilogia de V-Cinemas “Another Ending” que viria a ser lançada em 2018.

A trama de True Ending pode ser mais básica que outras listadas aqui nesse artigo, mas a execução e maneira com a qual tudo fica amarradinho em Ex-Aid, garante ao filme o topo dessa lista. Como adicional, a música “Life is Beautiful” complementa a temática geral do filme perfeitamente (e é melhor que “EXCITE” #SorryNotSorry).

E esse é o ranking dos meus filmes (de verão) favoritos de Kamen Rider. Eu limitei a lista aos filmes de Verão, porque se eu listasse todos os filmes de Rider que vi, bem, não seria um artigo, mas uma bíblia, porque tem V-Cinemas, tem os crossovers, super hero taisens e etc. Se você gostaria de ler mais artigos como esse, deixa nos comentários.

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Spin-offs de Yakuza | Parte 2 | Os exclusivos do Japão https://www.arquivosdowoo.com.br/2020/12/01/yakuza/ https://www.arquivosdowoo.com.br/2020/12/01/yakuza/#respond Tue, 01 Dec 2020 08:00:00 +0000 https://www.arquivosdowoo.com.br/?p=6050 Jogue como um dragão A série Yakuza começou lá em 2005, no longínquo PlayStation 2, e foi aos poucos ganhando espaço no coração das pessoas. Hoje em dia, a saga de Kiryu pode ser considerada a franquia mais popular da Sega, vendendo até mesmo mais que os jogos da série Sonic. A série conta até […]

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Jogue como um dragão

A série Yakuza começou lá em 2005, no longínquo PlayStation 2, e foi aos poucos ganhando espaço no coração das pessoas. Hoje em dia, a saga de Kiryu pode ser considerada a franquia mais popular da Sega, vendendo até mesmo mais que os jogos da série Sonic.

A série conta até 2020 com incríveis 18 jogos, sendo que sete deles são spin-offs e incríveis cinco nunca saíram no ocidente (pelo menos não até hoje).

LEIAM – Spin-offs de Yakuza |Parte 1 | Todos os que foram lançados no ocidente

É possível que com a popularidade recente da série, essa maré mude, mas por hora, vamos listá-los aqui para que você sinta o gostinho do que perdeu até hoje.

E caso você tenha perdido, a primeira parte dessa retrospectiva dos spin-offs da série pode ser lida aqui, onde listamos os games paralelos que saíram no ocidente.

Mas agora, vamos à lista dos Yakuzas que nunca deram as caras por aqui:

Yakuza

Yakuza Kenzan! (2008)

Ryu ga Gotoku Kenzan! (“Chegando Como um Dragão!”) foi o primeiro game da série lançado para PlayStation 3, e tanto a sua engine como os modelos dos personagens serviram como base para a criação de Yakuza 3, que viria a ser lançado no ocidente posteriormente.

O legal desse jogo é que os personagens dos jogos “normais” da série interpretam figuras históricas do Japão. Kiryu faz o famoso samurai Miyamoto Musashi e Majima interpreta Shishido Baiken.

Yakuza

A história nos mostra uma saga (fictícia) da vida de Musashi, que vive de forma pacata em Quioto, até que uma menininha chamada Haruka pede para que ele mate um certo homem se passando por Musashi, sem saber que está falando com o próprio samurai lendário.

O estilo de combate faz mais uso de espadas, porém as lutas corpo-a-corpo ainda estão bastante presentes. Existem diversos mini games, como cortar espantalhos, arremessar shurikens e interagir com mulheres num bordel.

Yakuza

O motivo de nunca ter sido lançado por aqui: sua localização se provaria muito difícil, pois a Sega resolveu que o primeiro game da sétima geração da série se passaria no ano de 1605, durante o início da Era Edo.

O game até hoje ainda é exclusivo do território asiático, e só saiu no PlayStation 3.

Yakuza Ishin! (2014)

Yakuza

Ryu ga Gotoku Ishin! (“Como um Dragão: Restauração!”) é um game que, para os olhos da maioria dos ocidentais, pode ser confundindo com o spin-off anterior.

Porém não se engane, Ishin! se passa em um período histórico completamente diferente do anterior, 250 anos após a história de Miyamoto Musashi, já no final da Era Edo. Como referência, esse é o mesmo período do anime Samurai X.

Aqui, a ideia de que usar os personagens da série principal como “atores” se mantém, e Kiryu dessa vez está no papel de Sakamoto Ryoma, um outro samurai lendário e histórico do Japão.

Yakuza

A história é um pouco complexa, mas de forma geral, temos Sakamoto Ryoma (Kiryu) se aliando a um homem chamado Takeshi Hanpeita, e ambos tem o plano de acabar com o sistema rígido de castas que imperava na sociedade japonesa na época.

Depois que o plano falha após um ataque surpresa que deixa seu amigo gravemente ferido (spoiler lol), Ryoma se muda para Quioto e assume outra identidade: Hajime Saito, e entra para a polícia especial Shinsengumi para investigar o autor do ataque.

Se os nomes “Hajime Saito” e “Shinsengumi” soam familiares, não é a toa. Saito é uma figura histórica também, e apareceu em muitas obras de ficção, sendo a mais conhecida por nós, o mangá Samurai X.

O curioso é que Sakamoto Ryoma e Hajime Saito eram pessoas comprovadamente diferentes, porém a Sega tomou certas liberdades no roteiro para deixar tudo mais interessante.

Os minigames aqui são mais legais que em Kenzan!, com corrida de galinhas e pescaria (também vistos em Yakuza 5), os já clássicos jogos de pôquer, koi-koi, par ou ímpar com dados e Cee-lo, sendo esses últimos fazendo parte daquela listinha dos que a gente finge que não tem no jogo por não saber jogar.

O karaokê está de volta, com banda ao vivo (não poderia ser diferente também né), mas com apenas uma música. Temos também dança tradicional no estilo DDR e cozinhar macarrão, que funciona meio que como um jogo da memória.

O verdadeiro diferencial aqui entre as atividades extras do game é o modo Another Life: tem uma pequena sidequest’s onde Ryoma decide tomar conta de uma menininha chamada Haruka (sim, ela mesma) após seus pais morrerem.

Com isso, o jogador deve basicamente viver numa fazendinha, plantando, colhendo e cozinhando, somente ao som dos pássaros e pessoas passando pela trilha de barro ao redor da casa.

Parece ser a coisa mais relaxante do mundo, não?

O motivo de nunca ter sido lançado por aqui: provavelmente o mesmo do spin-off anterior. Muita referência histórica e cultural difícil de traduzir sem que fossem feitas modificações no próprio jogo para acomodar a falta de conhecimento de nós pobres ocidentais.

O game foi feito logo após Yakuza 5, e foi lançado para PlayStation 3 e PlayStation 4. Somente na ásia, é lógico.

 

EDIT (09/01/23): Como vocês devem saber, o game receberá um remaster para os consoles atuais e sairá no ocidente finalmente! 

Haverá mudança no elenco dos personagens (colocando alguns atores de Yakuza 0, por exemplo) e de gameplay.
Porém, a versão original seguirá pra sempre exclusiva do mercado japonês.

Kurohyō: Ryū ga Gotoku Shinshō (2010) e Kurohyō 2: Ryū ga Gotoku Ashura hen (2012)

A história do “Pantera Negra” (tradução de Kurohyo) é contada através de dois spin-offs bem diferentes da série, sendo os únicos lançados para um console portátil. No caso, o PSP.

Aqui temos como protagonista o rapaz Tatsuya Ukyo, um briguento residente na mesma Kamurocho dos jogos principais. O marginal é o estereótipo do delinquente japonês, se assemelhando a Yusuke de Yu Yu Hakusho. Após ser culpado por atacar um outro rapaz, ele larga a escola e vai morar nas ruas com seu melhor amigo e sua irmã mais velha.

Após ficar sabendo que um agiota da cidade possuía uma grande quantidade de dinheiro, ele e outros garotos invadem a casa para roubar a grana. Após um confronto, ele deixa o cara morto, sem saber que se tratava de um membro do clã Tojo (ou seja, um yakuza).

A história aqui é contada por cenas animadas em quadrinhos, do mesmo jeito que em Metal Gear Solid: Peace Walker, lançado no mesmo console.

O combate também difere no sentido de que as lutas agora são 1 contra 1, e funcionam de forma similar ao game Def Jam Fight for NY, feito pela mesma empresa que produziu esse Yakuza, a Aki Corporation.

O motivo de nunca ter sido lançado por aqui: talvez seja porque, durante a época de seu lançamento, a série Yakuza estava muito em baixa no ocidente. Além disso, o PSP não ia muito bem das pernas, também por aqui, já que seu sucesso ao fim da vida foi mesmo no Japão.

Existe um projeto antigo de tradução do primeiro Kurohyo, porém ele anda a passos de formiga e sem vontade. Ainda assim, é o único spin-off com alguma chance de ser jogado em inglês futuramente, ainda que remota.

Yakuza Online (2018)

Ryū ga Gotoku Online é a primeira empreitada para celulares da série, mas que também saiu para os PCs, somente no Japão.

O jogo aqui é bem diferente do comum para a série, porém nada diferente dos milhares de games no estilo gacha que já existem por aí.

Todos os personagens são representados por cartas, sendo divididas em rankings como Comuns, Raras, Super Raras, Super-Super Raras e Ultra Raras, e elas se enfrentam num sistema de pedra, papel e tesoura, onde cada personagem/carta possui um elemento.

Como dá pra perceber, realmente ele segue o básico do básico do gênero, porém ainda assim tenta trazer a estética da série Yakuza consigo. Os personagens são desenhados, porém mantêm o realismo dos games 3D.

Inclusive, o protagonista é o Ichiban Kasuga, que viria a ser o personagem principal de Yakuza 7. Assim, o game de celular serviu para apresentar o novo rosto aos japoneses.

LEIAM – Astro’s Playroom | Análise

O motivo de nunca ter sido lançado por aqui: sinceramente, não sei. Existem diversos gachas que funcionam exatamente como esse jogo aqui no mercado ocidental que faturam horrores e a localização nunca foi problema.

Talvez esteja de fora porque a Sega não se apresenta forte no mercado de celulares no ocidente, vai saber.

——–

Assim, finalizamos a nossa retrospectiva dos spin-offs da série Yakuza!

Espero sinceramente que um dia todos (ou pelo menos alguns desses jogos) deem as caras nos consoles modernos.

Dada a popularidade recente da série no ocidente e os relançamentos de Yakuza 3, 4 e 5, não acho difícil.

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Os dragões ocidentais

A série Yakuza começou lá em 2005, no longínquo PlayStation 2, e foi aos poucos ganhando espaço no coração das pessoas. Hoje em dia, a saga de Kiryu pode ser considerada a franquia mais popular da Sega, vendendo até mesmo mais que os jogos da série Sonic.

A série conta até 2020 com incríveis 18 jogos, sendo que sete deles são spin-offs e incríveis cinco nunca saíram no ocidente (pelo menos não até hoje).

Aqui começa a Parte 1 da nossa retrospectivas dos spin-offs da série. Para ler a Parte 2, onde abordamos os Yakuzas que nunca saíram no ocidente, clique aqui.

Vamos à lista dos games da série Yakuza que, mesmo não fazendo parte da cronologia original, chegaram a ser lançados desse lado do globo:

Ryū ga Gotoku

Yakuza Dead Souls (2012)

Lançado no Japão como Ryū ga Gotoku OF THE END (algo como “Como um Dragão DO FIM”), foi o último jogo feito na engine usada desde Yakuza Kenzan! no PlayStation 3.

Entrando na onda de zumbis que voltou com tudo durante o período em todas as mídias durante a época em que foi lançado, Dead Souls conta uma história típica de filmes de zumbis, onde a cidade de Kamurocho foi invadida por mortos-vivos. Sendo assim, fica a cargo de Kazuma Kiryu, Goro Majima, Ryuji Goda (de Yakuza 2) e Shun Akiyama (de Yakuza 4) salvar o mundo dessa invasão.

O gameplay aqui é menos focado em combate corpo a corpo, usando mais armas bizarras, como canhões e tanques. Os mini games por sua vez ainda estão presentes, como dardos, pescarinha, beisebol e karaokê.

Yakuza: Dead Souls não foi bem recebido, principalmente porque suas mecânicas de tiros são mal implementadas, se tornando quase impossível de se divertir mais para o fim do game, quando a quantidade de zumbis já é gigantesca. Porém, a história continua muito bem escrita, e seu senso de humor nonsense é o ponto alto desse game.

Fist of the North Star: Lost Paradise (2018)

Esse é um título totalmente inesperado que até hoje me pergunto qual foi o brainstorm que levou a sua criação.

Ryū ga Gotoku

Lançado no Japão como Hokuto ga Gotoku (algo tipo “Como uma Estrela do Norte”), o game recebe esse nome justamente por se basear na série Hokuto no Ken, mangá clássico dos anos 80.

Aqui, o protagonista Kenshiro tem uma semelhança visual e vocal com Kiryu, como se o personagem de Yakuza (Ryū ga Gotoku) estivesse “interpretando” o boneco do mangá.

O estilo da série Yakuza combina muito bem com a narrativa do mangá, que aqui é contada de outra forma, onde Kenshiro visita a cidade de Eden.

A maioria dos eventos se passa aqui, para que a adaptação use o lugar como um hub principal, ao invés da peregrinação presente na história original.

A violência presente no game é ainda maior, com cabeças explodindo e desmembramentos, todos com o mesmo visual da série publicada nas páginas da Shonen Jump.

Como não poderia deixar de ter, os mini games também fazem parte do jogo, que contém o já conhecido Space Harrier (arcade da Sega de 1985), além de eventos onde Ken usa sua técnica Hokuto Shinken para trabalhar como médico.

Ryū ga Gotoku

Além desses, temos o incrível mini game de bartender, onde Kenshiro precisa preparar e servir drinks para os clientes, com animações divertidas que não combinam com a cara séria do personagem. Fora isso, temos corrida de carros, dardos, coliseu e gerenciamento de uma boate.

LEIAM – Neighbours back From Hell | Se vingue do vizinho ao vivo

O game foi muito bem recebido e teve até uma dublagem em inglês, que serviu como um teste da Sega pra saber se valeria a pena trazer uma nova dublagem para um game da série Yakuza.

Vale muito a pena pela bizarrice, mesmo que você não seja fã de mangás ou de Hokuto no Ken.

Judgment (2018)

Conhecido no Japão como Judge Eyes, o game não só foi localizado mas também recebeu vozes em inglês, sendo o primeiro jogo no universo principal da série Yakuza a receber esse tratamento desde o primeiro game, lá em 2005.

Aqui, acompanhamos o advogado Takayuki Yagami, que se tornou um detetive particular depois de abandonar a profissão, se sentindo culpado por salvar da prisão um homem que posteriormente matou a namorada.

Durante essa fase, Yagami começa a investigar um caso onde um assassino está matando membros do Clã Tojo, retirando seus olhos.

Apesar de se passar na mesma cidade da série Yakuza, usando a maioria dos mesmos assets de Yakuza 6, o game possui uma jogabilidade diferenciada.

Yagami não é um monstro de luta como Kiryu, por isso ferimentos graves só podem ser tratados com médicos. Além disso, existe a volta dos variados estilos de luta, que estavam ausentes desde Yakuza Kiwami.

Porém, o maior diferencial é o modo de investigação, onde Yagami precisa analisar um ambiente onde foi realizado um crime e ligar os pontos para chegar a uma pista, mais ou menos como na série Ace Attorney.

O game foi bem recebido no ocidente, ainda que exista um consenso de que as partes investigativas eram muito simples, porém o combate continua ótimo como no restante da série.

—–

Assim, terminamos a primeira parte da retrospectiva dos spin-offs da série Yakuza (Ryū ga Gotoku)!

Na minha opinião pessoal, a vantagem desses spin-offs é que eles podem ser jogados sem que se tenha sequer encostado em nenhum jogo anterior da série, pois eles não estão amarrados por história, funcionando perfeitamente sozinhos.

Na Parte 2 (que você já pode ler aqui), abordamos os games que infelizmente nunca receberam tradução.

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