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Esse ano de 2020 foi pra se esquecer, muita coisa aconteceu, o mundo mudou, mas uma coisa não mudou… A minha paixão por videojogos.

Sim, teve a pandemia, mas não é como se muita coisa tivesse mudado para mim (exceto nas raras ocasiões onde eu saía, eu precisava usar a máscara), já que eu estava em casa desde 2018.

Então eu zerei bastante jogos, não vou lembrar exatamente de todos porque eu parei de contar, mas confiram a lista do que eu joguei em 2020.

Persona 5 (PS4)

Não foi exatamente a primeira vez que finalizei Persona 5, havia feito isso em 2019, mas fiz um New Game+ logo no começo de 2020, porque não tem coisa melhor que chutar o rabo de todo mundo com as melhores fusões. Persona 5 é um excelente jogo, e não por acaso é meu jogo favorito ever.

Não, não é exagero.

Fist of the North Star: Lost Paradise (PS4)

Aproveitei uma promoção onde o jogo estava com 75% de desconto para finalmente comprar o Yakuza de Hokuto no Ken.

Tendo apenas o início do jogo como reprodução da obra original, com partes do roteiro original adaptadas em torno de um local fictício (para a série), o jogo entrega diversão ao estilo Yakuza para os fãs de Hokuto no Ken.

Se o jogo tem um problema, é um em geral da série Yakuza, onde o ritmo do jogo fica maçante nos últimos 20% do jogo, mas ainda assim é um jogo bem divertido e vale a pena.

Mighty Morphin Power Rangers: Mega Battle (PS4)

O que joguei

Tudo o que você precisa saber sobre esse jogo, que ficou exclusivo nos consoles, é que ele é chato pra cacete.

Fracassa como beat’em up e fracassa como jogo dos Power Rangers. Se você tiver a oportunidade de jogá-lo, evite.

Pac-Man Arrangement (GBA)

O que joguei

Eu descobri esse jogo completamente por acaso quando narrei a Summer Games Done Quick 2020 e precisei cobrir um tempo de quinze minutos entre duas runs que não havia comentarista no restream. É uma variação interessante e divertida de Pac-Man e dá um tempo de jogatina interessante. Eu recomendo bastante.

Sonic Advance 2 (GBA)

O que joguei

No Game Boy Advance, é o melhor Sonic, se é o melhor Sonic portátil, é discutível. Mas é um dos melhores, com gráficos e jogabilidade afiadíssimos, pena que a trilha sonora de GBA… Er, quanto menos eu falar sobre meu desgosto com música do GBA, melhor.

Power Rangers Wild Force, Ninja Storm, Dino Thunder e S.P.D. (GBA)

O que joguei

Dos jogos de Power Rangers no Game Boy Advance, Ninja Storm é o melhor e cada jogo é único em si, mas isso não significa que eles são memoráveis. São passatempos rápidos pra uma tarde. Coloquei os quatro num único item pra economizar linhas porque eu não sei se conseguiria falar muito sobre eles.

112th Seed (PS4)

O que joguei

112th Seed é um índie brasileiro que foi portado dos celulares para os consoles pela publisher EAST ASIA Soft. É uma mistura de puzzle com plataforma que vai fazer o jogador fritar o cérebro, especialmente se ele for burro feito eu (frase essa que quem leu meus reviews de Metamorphosis e do próprio 112th Seed já conhece). Uma diversão rápida pra quem curte o gênero.

Blaster Master Zero (PS4)

O que joguei

Fantástico remake/reboot do clássico do NES, e tive a honra de apresentar uma speedrun na última Brazilians Against Time. Com controles refinados e gráficos lindos, é um jogo que vai fazer você penar pra conseguir o final verdadeiro (e passar por um certo ponto do jogo).

Blaster Master Zero 2 (PS4)

O que joguei

Ao contrário do BM Zero, que é correlacionado ao Blaster Master original, BM Zero 2 não tem nada a ver com o horrendo Blaster Master 2, sendo uma continuação direta de BM Zero. Com um escopo muito maior, e sendo mais leniente em relação ao true ending, é um jogo tão bom quanto seu antecessor.

Bloodstained: Curse of the Moon (PS4)

O que joguei

Vergonha pro Sancini. Apesar de ter comprado o jogo um milênio atrás, só fui terminar mesmo (true ending da segunda campanha) logo depois de eu ter terminado o segundo jogo.

Depois de comer o diabo que o pão amassou no Curse of the Moon 2, a etapa final de Curse of the Moon foi um passeio no parque.

Você sabe que o estresse é grande quando uma etapa dificílima é chamada de passeio no parque.

Bloodstained: Curse of the Moon 2 (PS4)

O que joguei

Eu sou um hipócrita. Quando vi o preço de lançamento de Curse of the Moon 2, eu disse: “vou esperar uma promoção, 61,50 tá caro”.

Na semana seguinte eu comprei o jogo. Enfim, CotM 2 melhora muitas coisas de seu antecessor… E aumenta a dificuldade, o que pra alguém que sempre foi um pereba em Castlevania clássico (ou Castlevania em geral, ou em videogames no geral) é uma tormenta. E olha que estamos falando da dificuldade mais baixa.

Gal*Gun: Double Peace (PS4)

O que joguei

É um híbrido de visual novel e on-rail shooter dos mesmos criadores da série Gunvolt, o que diz muito sobre a versatilidade da Inti Creates, é um jogo bobinho e você vai passar parte do playthrough rindo dos absurdos. E só depois de jogá-lo, eu entendi o boss de Gal Gun que está em Mighty Gunvolt.

F1 2019 (PS4)

O que joguei

Uma das coisas que a pandemia fez, foi cancelar todos os esportes no momento de pico, o que levou muitos fãs de automobilismo a assistirem a corridas virtuais, e essas corridas levaram a muitos comprarem os jogos.

Admito, que faltando um mês pro lançamento do F1 2020, só comprei o F1 2019 porque estava em promoção por 75 reais.

Valeu a pena, e passei horas e horas dirigindo. Pena que joguei meu progresso no lixo quando saiu o F1 2020.

F1 2020 (PS4)

O que joguei

Eu falei tudo o que tinha pra falar sobre o F1 2020 na mega análise que fiz do jogo. Resumindo: Se você é fã de F1, compre o jogo (ou dependendo do preço, algum dos anteriores).

Kotodama: The 7 Mysteries of Fujisawa (PS4)

O que joguei

Um híbrido de visual novel e puzzle 3-match… Onde eu já vi isso? Ah sim, Hunie Pop! O jogo é um clone de Hunie Pop, sendo que enquanto Hunie Pop é mais viciante com seus puzzles, Kotodama tem o lado visual novel melhor executado. Compre em uma promoção.

Megadimension Neptunia VII (PS4)

O que joguei

O mais recente episódio canônico da série Neptunia. Eu já havia terminado ele algumas vezes, mas tenho sempre que voltar a jogá-lo por conta de meu trabalho como speedrunner. É um RPG bem divertido.

Megadimension Neptunia VII-R (PS4)

“Remake” de Neptunia VII, comprei em uma promoção. E a despeito das melhoras gráficas e do modo VR (que não precisa de óculos VR e é mais inocente do que você pensaria), a jogabilidade sofreu uma leve perda, ficando mais difícil e com sistemas mais complicados.

Milo’s Quest (PS4)

Indie BR que saiu para consoles este ano. É um jogo meio puzzle, meio adventure bem simpático, que não tenta ser além do que é. É básico e dá pra divertir, além de ser uma platina rápida.

Nekopara Volumes 0, 1, 2, Extra, 3 e 4 (PS4 e PC)

Não dá pra negar que eu curto Nekopara, é uma série simples sobre o crescimento e amadurecimento das gatinhas dos Minaduki.

O quarto volume dá um giro de 180 e o foco principal é no crescimento do próprio Kashou, a análise do volume 4 sai em breve, eu só preciso terminar a versão +18 do jogo. (Obrigado Chora_BR pelo Nekopara Volume 4 BTW).

Omega Quintet (PS4)

É um RPG típico da Compile Heart, então espere cutscenes no estilo visual novel e requerimentos ultra específicos para fazer o True Ending.

A temática dele é de idol com os trajes das personagens lembrando um pouco Sailor Moon. Não vai mudar sua vida, mas não é ruim. O rejoguei, mais uma vez, por conta de speedruns.

Phantom Breaker: Battlegrounds – OVERDRIVE – (PS4)

Beat’em up spin-off do jogo de luta Phantom Breaker, ele utiliza o sistema de planos (como em Guardian Heroes) e os gráficos lembram um pouco Scott Pilgrim.

A princípio ele pode ser difícil por conta do sistema de níveis, mas depois que se pega a prática, é um jogo divertido. Outro que rejoguei por conta de speedruns.

Sigi – A Fart for Melusina (PS4)

Imagine um jogo que tem influências de Super Mario World, Donkey Kong Country e Ghouls and Ghosts.

Agora imagine que esse jogo não faz nada disso direito. Esse é Sigi: A Fart for Melusina, um platformer indie que a não ser pela gimmick dos peidos, é um jogo esquecível. Não é uma catástrofe, só é esquecível. Rejogado para speedruns.

Mighty Gunvolt (PS4)

Mighty Gunvolt foi o primeiro jogo que apresentei em uma maratona internacional e numa nacional. É um jogo mega simples, com cinco fases e três personagens selecionáveis.

A versão de PS4 só está disponível no Japão, mas você pode aproveitar a versão de PC no Steam. É uma diversão curta e barata. Novamente, rejogado para speedruns.

King of Bali (PC)

Tudo o que tinha pra falar sobre esse pedaço de bosta, falei no meu texto de Máscara Ômega.

.hack//G.U. Last Recode (PS4)

Versão remasterizada da trilogia .hack G.U., no geral, três jogos divertidos e com pequenas melhorias que podem fazer valer a pena a compra numa promoção.

Ah, o jogo vem com um quarto volume, que funciona como um epílogo e adeus ao mundo de G.U.

Croixleur Sigma (PS4)

É um jogo indie japonês com um ritmo bem veloz, e só recentemente consegui chegar ao final verdadeiro dele. É divertido, mas muito punitivo. Disponível também para Vita e PC.

Guacamelee! 2 (PS4)

Guacamelee! 2 é mais do mesmo em relação ao primeiro jogo, tanto para o melhor (já que muitos aspectos do primeiro jogo são melhorados), quanto para o pior, já que assim como o primeiro Guacamelee!, a dificuldade do jogo aumenta absurdamente no trecho final do jogo, culminando numa boss battle final broxante.

E os requerimentos para o True Ending, assim como no jogo anterior, são pra causar úlcera.

Kingdoms of Amalur: Re-Reckoning (PS4)

Kingdoms of Amalur tem um universo interessante e muitas coisas legais. A jogabilidade é firme, apesar das falhas e o remaster tem loadings irritantes, mas no geral, uma experiência positiva, apesar dos gráficos datados.

LEIAM – Kingdoms of Amalur: Re-Reckoning | Re-Remaster [CARREGANDO…] da-datado?

Espero que a THQ traga mais desse universo, de maneira melhorada.

Dogurai (PS4)

Dogurai é um jogo brasileiro simples e objetivo. Ele tem algumas falhas de design que tiram um pouco do brilhantismo, mas no geral não faz feio.

LEIAM  – Dogurai | Indie brazuca bom pra cachorro | Arquivos do Woo

Exceto a musica repetitiva e algumas paletas de cores escolhidas pras fases que irritam. Não é ruim, mas podia ser melhor.

Nippon Marathon (PS4)

Quatro palavras pra definir Nippon Marathon: ESSE JOGO É FEIO.

Woodle Tree Adventures (PS4)

Esse jogo havia me deixado com trauma no PC, agora ele pode me causar trauma em 1080p no PS4. HOORAY!

Esse jogo continua tão ruim quanto no PC. leiam aqui.

Ramen no Oujisama (PC)

Eu acompanho o desenvolvimento dessa visual novel desde 2016, ou 2017, e recentemente saiu uma atualização que traz uma rota secreta que todos pediam (mas ainda está com poucos capítulos concluídos).

Eu fiz uma thread no twitter ranqueando as rotas do jogo e uma análise da versão semi-mais recente aqui. Recomendo a novel, principalmente porque ela é gratuita.

Love³ (PC)

Love cube é uma novel típica da Nekoworks, então espere encontrar personagens adoráveis, e também espere encontrar cenas adultas como as de Nekopara. Você pode ler minha análise para saber o que penso do jogo.

Mortal Shell (PS4)

Quero saber o que eu fiz pro Diogo jogar todo souls-like que chega pra gente analisar no meu colo, porque eu sou um pereba no gênero.

Enfim, Mortal Shell é um jogo interessante, e apesar do combate ser desajeitado, pode acabar agradando.

LEIAM – Mortal Shell precisa de um modo easy urgentemente

O sistema de shells dele substitui as tradicionais builds iniciais de um Dark Souls da vida, e você pode ler a minha análise pra saber mais sobre ele.

Metamorphosis (PS4)

Brain does not work (error 404 Sancini Brain not found)

Pixel Devil and the Broken Cartridge (PS4)

Imagine um jogo que tem influências de Mega Man, DuckTales e Quackshot. Agora imagine que esse jogo não faz nada disso direito. Esse é Pixel Devil and the Broken Cartridge, um platformer indie… “Peraí, Sancini, você copiou e colou isso do Sigi, não foi?”

Exato, voz da minha cabeça! E não foi só pra poupar tempo de escrever uma piada diferente, mas enfim. Ao contrário de Sigi, Pixel Devil é ruim, além de esquecível.

Oral Lessons with Chii-chan (PC)

Eu conheci o jogo por causa dos OVA’s baseados nele que foram lançados anos atrás. E é uma novel decente e mostra de quantas maneiras diferentes uma menina pode te dar prazer sem haver sexo em si…

É tudo o que posso dizer, além de: Leia minha análise da novel.

Em um momento pessoal: Na busca por imagens para esse artigo, na busca do Duck Duck Go, haviam lá imagens do nosso review.

Project Cars 2 (PS4)

Outro daqueles jogos que só comprei porque estava numa promoção.E honestamente, Project CARS 2 é uma caixinha de sortidos em termos de dirigibilidade.

Alguns carros são tranquilos de se dirigir, enquanto que outros, digamos que eu já encontrei caixas de sapato mais fáceis de pilotar. (E sim, essa é uma referência a uma análise antiga do meu blog do Burnout de Nintendo DS). Não sei se eu recomendaria.

Uncharted: Drake’s Fortune (PS4)

Ao mesmo tempo em que reconheço que o estilo “Sessão da Tarde” descompromissado de Uncharted tenha seus méritos, a série deixa um gosto amargo porque definitivamente não é pra mim.

Curiosamente, ao contrário de 95% dos jogadores de Uncharted, eu preferi o primeiro jogo ao segundo.

Hunie Pop (PC)

Obrigado ao Chora_BR pelo presente. Apesar de ter obviamente foco nas garotas a se conquistar, o que vai te pegar em Hunie Pop é justamente o fator vício dos puzzles match-3.

Será que Hunie Pop 2 sai algum dia? (Sim, eu sei que o desenvolvimento do jogo tá na etapa final, deixa eu fazer a piada em paz, caspita!)

Imouto Paradise 3 (PC)

Só não fiz um artigo sobre a série Imouto Paradise porque não fiz todas as rotas dos jogos. É a série de Visual Novels favorita do pessoal no Alabama.

E com isso, chega ao fim minha lista do que joguei em 2020. Eu provavelmente devo ter esquecido algum jogo porque a minha memória é de um peixe beta. Sério, tive que olhar minha biblioteca do PS4 e reviews do site pra lembrar os jogos.

Espero que 2021 seja melhor para todos e até a próxima!

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Com a enxurrada de jogos, pequenos e grandes, saindo todos os dias, é normal que vez ou outra, certos jogos passem batidos.

Muitas vezes por falta de esforço da publisher, outras por conta da imensa carga de jogos.

Dito isto, promoções deixam os jogos por um preço mais acessível aos nossos bolsos.

Vez ou outra, um desses jogos que você adquire numa promoção acaba sendo tão marcante, que você precisa recomendar aos seus amigos que o experimente o quanto antes, seja pela história bem escrita, gráficos estonteantes ou jogabilidade viciante.

Nippon Marathon, do estúdio independente Onion Soup Interactive… Não é um desses jogos.

Maratona do Japão

Nippon Marathon

A história do jogo é… Curiosa. No Japão, existe um evento anual, a Nippon Marathon, que reúne centenas de competidores em uma corrida de obstáculos por todo o país, para decidir quem é o melhor e deve ganhar um prêmio fantabuloso.

Você escolhe entre quatro personagens peculiares e enquanto compete, descobre a sombria e bizarra história por trás da maratona. Será que você é capaz de derrotar o Bonitão Hazuki, campeão pelos últimos dez anos?

O enredo do jogo não se leva a sério em momento algum, com personagens extremamente exagerados e um clima que vai deixar você rindo entre um HEIN? COMO É? SÉRIO?

Se isso é bom ou ruim, depende muito do jogador. Mas, a história bizarra e sem sentido nenhum é um dos melhores pontos do jogo.

E, se você não deve ter percebido, sim. Nippon Marathon é inspirado no clássico game show japonês, Takeshi’s Castle, que deu origem as lendárias Olimpíadas do Faustão.

O que quer dizer que finalmente, as Olimpíadas do Faustão ganharam uma adaptação em videogame… Ou quase isso.

Pule, Desvie, se Abaixe, Mergulhe e… RNG?

Nippon Marathon

A parte central do jogo é a Maratona, onde você escolhe um dos quatro protagonistas, o garoto lagosta J DARWIN, a fanática por vida marinha Elizabeth Nishibori, o Velho com roupa de marinheira Zenbei e o furry Snuguru Maestro (inspirado no cachorro do casal que fez o jogo), e disputa diversas provas pelo país.

As provas consistem em corridas contra outros três competidores, desviando de obstáculos e tentando não ficar pra trás. Você pode pegar itens para consumo (eles dão um boost de velocidade), ou podem ser usados para seu benefício, seja atrapalhando seus oponentes, ou flutuando por partes do cenário usando o abacaxi como um balão (não, não faz sentido).

Cada competidor começa a corrida com quatro estrelas e ganha uma estrela se chegar a um ponto da fase onde o resto dos competidores ficou muito para trás, gerando um check-point.

Nessa condição, os adversários perdem uma estrela e outra estrela pode ser perdida caso o jogador caia em um abismo.

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Estrelas podem ser ganhas em mini games que aparecem de maneira aleatória nos checkpoints da partida, e honestamente, eles meio que quebram a fluidez da corrida.

Os controles são bem simples, numa visão isométrica, você tem um botão para pulos, outro para se abaixar (desviando de obstáculos na altura do rosto), dois botões para consumir cada um dos itens que você conseguir segurar na mão, dois botões para usar esses itens e um botão para mergulho, que pode ser usado em conjunto com o pulo, para atravessar abismos.

Porém, não são os controles que vão te manter jogando. É a bizarrice da situação. Porque, apesar deles funcionarem de maneira decente, a física de ragdoll impede que o jogo seja mais do que é, não vai ser só uma vez que você vai se estabanar no chão ou cair num abismo que você acha que deveria ter passado. Diabos, teve uma vez que o jogo me mandou pro mesmo check-point umas três vezes porque NINGUÉM passava de um ponto.

O Batoré dos Videogames

Nippon Marathon

A primeira coisa que você nota ao olhar o jogo. É que ele é feio. Os retratos dos personagens em formato de anime, usados nos diálogos, materiais promocionais e telas de loading podem te iludir, mas no jogo, dentro lá, quando você vê as cenas.

TODO MUNDO LÁ É FEIO QUE DÓI.

As animações nas cutscenes são simplesmente horrendas e duras, e só contribuem pra deixar essa abominação em forma de gráficos impregnada na sua mente. Os cenários são genéricos e não ajudam muito.

Pra eu não dizer que algo no jogo não me divertiu de maneira genuína, a par da história, existem um Party Mode para até oito jogadores, onde os mesmos podem se enfrentar em uma partida de boliche usando carrinhos de supermercado, ou em pistas que lembram o Takeshi’s Castle real, sem a loucura do jogo.

Esses modos, apesar dos jogadores se alternarem, conseguem divertir mais que a Maratona do Modo História.

Veredito Final

Nippon Marathon

De maneira curta: Não compre Nippon Marathon. Pelo menos não pelo preço cheio, não importando a plataforma.

É um jogo que pode te divertir pelo non-sense, por isso, caso crie coragem de comprar, é melhor esperar uma promoção.

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A jogabilidade é mediana na melhor das hipóteses, os gráficos são feios e a trilha sonora é esquecível, onde apenas se destaca o tema da corrida final, cantado por Diana Garnet.

Quem é ela? Não sei, só sei que está no site da produtora, e é um tema honestamente bom. E ainda assim, o jogo pode não te agradar, tenha em mente isso.

Nippon Marathon está disponível para PC, Playstation 4, Xbox One e Nintendo Switch.

A análise foi feita com base na versão de Playstation 4.

Gostou da análise? Então comenta ai e me segue lá no Twitter: @MrSancini

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