Arquivos PlayStation Store - Arquivos do Woo https://www.arquivosdowoo.com.br/tag/playstation-store/ Um pouco de tudo na medida certa Wed, 24 Apr 2024 19:13:04 +0000 pt-BR hourly 1 https://wordpress.org/?v=6.9 https://www.arquivosdowoo.com.br/wp-content/uploads/2020/12/cropped-logo-150x150.png Arquivos PlayStation Store - Arquivos do Woo https://www.arquivosdowoo.com.br/tag/playstation-store/ 32 32 Recomendações do Horo | Promoções na PSN por até R$50,00 https://www.arquivosdowoo.com.br/2024/04/24/recomendacoes-do-horo-promocoes-na-psn-por-ate-r5000/ https://www.arquivosdowoo.com.br/2024/04/24/recomendacoes-do-horo-promocoes-na-psn-por-ate-r5000/#comments Wed, 24 Apr 2024 19:13:04 +0000 https://www.arquivosdowoo.com.br/?p=16822 O mês de maio de 2024 vem chegando — tá passando rápido, né — e com ele temos uma promoção nova da PlayStation Store, que diferente da maioria das outras, não é temática de nenhum feriado ou de algum gênero de jogo específico, porém ela vem com ótimos preços. LEIAM – Lunar Axe | Mata […]

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O mês de maio de 2024 vem chegando — tá passando rápido, né — e com ele temos uma promoção nova da PlayStation Store, que diferente da maioria das outras, não é temática de nenhum feriado ou de algum gênero de jogo específico, porém ela vem com ótimos preços.

LEIAM – Lunar Axe | Mata a Cobra e Mostra o… Machado

Assim eu, Tony Horo, resolvi trazer algumas das minhas recomendações de jogos por até R$ 50,00. Lembrando que esses descontos não possuem data certa para terminar, então aproveite logo antes que acabem.

CONFIRAM OS TITULOS ABAIXO:

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Esta lista foi feita sem apoio da Sony e não é um anúncio.

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Vera Blanc: Ghost in the Castle | A Detetive Psíquica https://www.arquivosdowoo.com.br/2021/04/02/vera-blanc-ghost-in-the-castle-a-detetive-psiquica/ https://www.arquivosdowoo.com.br/2021/04/02/vera-blanc-ghost-in-the-castle-a-detetive-psiquica/#respond Fri, 02 Apr 2021 20:56:02 +0000 https://www.arquivosdowoo.com.br/?p=6975 Alguém aí tem dúvidas de que o Sancini é burro? Acho que não, mas depois de comprar bombas como Yasai Ninja e Little Adventure in the Prairie e falhar em puzzles em Metamorphosis e 112th Seed, eu decidi em uma promoção comprar um jogo… Que era o segundo de uma série. Porque a anta aqui […]

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Alguém aí tem dúvidas de que o Sancini é burro? Acho que não, mas depois de comprar bombas como Yasai Ninja e Little Adventure in the Prairie e falhar em puzzles em Metamorphosis e 112th Seed, eu decidi em uma promoção comprar um jogo… Que era o segundo de uma série. Porque a anta aqui é burra.

LEIAM – Kaze and the Wild Masks | Análise

Enfim, burrice a parte, numa dessas muitas promoções da PlayStation Store (que constantemente tenta te empurrar aquele jogo bosta de Jojo’s Bizarre Adventure), adquiri Vera Blanc: Ghost in the Castle que recentemente foi lançado para Xbox One, Switch e PS4. O jogo foi produzido pelo estúdio italiano Winter Wolves (que é basicamente o programador Celso Riva + trabalho de arte externo) e lançado pela Ratalaika Games.

Busque a Verdade

Para aqueles que não jogaram o primeiro jogo: Vera Blanc: Full Moon, o jogo oferece um recap rápido dos eventos do primeiro jogo, contando o passado de Vera, como ela, filha de um caralionário chamado Emmanuel Blanc, foi diagnosticada com Câncer no Cérebro e graças a uma operação miraculosa, ela ganhou super inteligência e o incrível poder de ler a mente das pessoas. Ela não pode ler todos os pensamentos das pessoas, apenas o que elas estão pensando naquele momento em específico.

Com sua fortuna e seus incríveis novos poderes, Vera Blanc fez o que qualquer um de nós faria: Se tornou o Batman… Não, pera, ela na verdade não virou o Batman, mas querendo usar suas habilidades para o bem, ela se juntou ao detetive particular Brandon Mackey e os dois passaram a investigar casos paranormais.

Após resolverem o caso do jogo anterior, Vera e Brandom são chamados para resolver o misterioso caso de um fantasma em um castelo numa cidadezinha italiana. Lá, encontrarão pitorescos personagens, se envolverão na solução de crimes e até mesmo coisas relacionadas ao passado da cidade estarão envolvidas na trama.

Jogue Como Quiser

O jogo é uma visual novel, você sabe, jogos onde o texto lhes é apresentado e em momentos chave devem se fazer escolhas. Mas, como é de praxe nos jogos da Winter Wolves, há sempre elementos extras adicionados ao gameplay (Queen of Thieves, por exemplo, mistura Visual Novel com RPG) e aqui, elementos de puzzle são adicionados.

Mas, ao invés de simplesmente obrigar o jogador a ter que passar por seções das quais ele pode não gostar, aqui é te dada a opção de escolher, se quer jogar como uma visual novel ou com os mini games incluídos.

Os mini games de puzzle são bem simples, como por exemplo, digitar o que o personagem que se está lendo a mente pensando (como no jogo da forca), memorização de números (como no famoso Simon) ou descobrir as diferenças entre as imagens (como no popular jogo dos sete erros).

A progressão de Vera Blanc: Ghost in the Castle não é linear como costumamos ver em boa parte das Visual Novels. O progresso é feito de maneira mais ou menos semelhante com adventure point’n’click, no qual se vai a locais diferentes, conversando com pessoas diferentes, e coletando pistas e evidências que podem ajudar a investigação.

Um dos pontos fortes da investigação, é que conforme se avança e encontramos pessoas em locais diferentes, conhecemos melhor a personalidade das pessoas. Então, o garoto que parecia um afável funcionário, acaba sendo um potencial candidato a serial killer. (ainda que ele não seja).

A maneira com que o jogo lida com os problemas é bem interessante, apesar de um certo twist no final não ter me agradado tanto… Mas entendo o porque dele ter sido feito. No geral, é uma história sólida bem contada através de uma investigação.

Graficamente, uma faca de dois legumes

Vera Blanc: Ghost in the Castle

Uma das primeiras coisas que se nota, logo antes da tela título, entrega a idade real do jogo, já que apesar de rodar em 16:9, o jogo em si é em 4:3, já que originalmente, Vera Blanc foi lançado em 2010 para PC’s e a engine na qual ele foi feita (A Ren’py) na época não tornava possível fazer os jogos com resolução 16:9 (creio que o suporte a 720p veio em 2015, 2016, talvez, não lembro bem).

Isso não seria um problema, se a Ratalaika, responsável pelo porte, tivesse colocado algo nas laterais da tela, alguma arte, tal qual alguns jogos que são 4:3 em plataformas modernas fazem (Chaos Code me vem a mente).

A apresentação do jogo é um destaque, já que ao invés do clássico sprite sobre cenário, comum em visual novels, temos uma apresentação feita como se fosse uma história em quadrinhos. Os cenários na maior parte do tempo são simples e os personagens, quando mostrados em detalhes, são bem desenhados… Inclusive passei parte da minha jogatina admirando os talentos de Vera… Oooh, Vera. Entendo porque o Brandon sente atração por você.

Enfim, apesar disso, tem quadros onde detalhes não eram prioridade, e isso era refletido. Como uma experiência em quadrinhos é compreensível, mas não vai ser pra todo mundo.

Sonoramente funcional

Vera Blanc: Ghost in the Castle

A trilha sonora do jogo não chama a atenção, nenhum tema é particularmente memorável. Mas isso não quer dizer que sejam trilhas ruins, como em Tormenta ou Pixel Devil and the Broken Cartridge, jogos que analisei aqui.

As músicas combinam bem com os momentos específicos do jogo. E esse é um grande desafio pra desenvolvedores de visual novels, já que como não temos (me incluo aqui) como mostrar movimentação real, temos que contar com uma trilha que encaixe para ao menos passar o tom pretendido na cena, e as músicas do jogo ao menos conseguem cumprir sua função.

Recomendo, maaaas…

Vera Blanc: Ghost in the Castle

Se eu recomendo Vera Blanc: Ghost in the Castle? Sim. É uma visual novel que não vai te custar muito, tem um roteiro que apesar de não ser revolucionário, funciona e é uma platina/1000G fácil na sua conta. Porém, tem um problema grave, já que o jogo termina deixando ganchos abertos para uma continuação que nunca veio.

O jogo está disponível para PC, iOS, Android, PlayStation 4, Nintendo Switch e Xbox One.

Esta análise foi feita com base na versão de PS4.

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Sword and Fairy 6 | Catástrofe em forma de RPG https://www.arquivosdowoo.com.br/2020/09/16/sword-and-fairy-6/ https://www.arquivosdowoo.com.br/2020/09/16/sword-and-fairy-6/#respond Wed, 16 Sep 2020 08:00:00 +0000 https://www.arquivosdowoo.com.br/?p=5121 A estreia da aclamada série chinesa na atual geração foi destruída por uma enxurrada de problemas. Confira a análise e saiba o porque de evitar este jogo

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Promoções são uma ótima forma de se encontrar pérolas ocultas. Jogos que por conta do alto preço ou hype de outros jogos, você acaba ignorando, e agora, por um preço menor, e consegue descobrir jogos bacanas, ou comprar aquele jogo por um precinho camarada. Muitas vezes, 20 ou 30 reais podem trazer jogos magníficos.

Eu já esbarrei em jogos como Omega Quintet, Megadimension Neptunia V-II, Guacamelee 2, Aerea, God Eater Ressurrection, Kotodama, Onechanbara Z2: Chaos e o máximo que paguei neles foi tipo 23 reais na versão com os DLC’s de Guacamelee 2, então é, vale a pena arriscar em promoções. Mas, como você já deve ter percebido pelo título desta análise, Sword and Fairy 6 NÃO é um desses jogos.

Um conto épico… eu acho

Sword and Fairy

Primeiro, um pouco de contexto, Sword and Fairy 6 é o oitavo título da série The Legend of Sword and Fairy (仙劍奇俠傳), que se iniciou lá em 1995, feito pela desenvolvedora Taiwanesa Softstar e a franquia é conhecida como uma das mais icônicas produzidas na China.

O foco da série são histórias baseadas na mitologia chinesa, e o sucesso da mesma além das sequências, gerou adaptações literárias, séries de TV e spin-offs, que variam desde simuladores de negócios a MMORPG’s.

Sword and Fairy 6 conta a história de um grupo de pessoas que visam diferentes objetivos, mas acabam se juntando para enfrentar uma ameaça em comum.

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Yue Jinzhao e Yue Qi buscam pistas sobre o seu passado, Luo Zhaoyan, herdeira (ops, spoilers) do clã Luo, busca destruir um culto que está envolvido em sequestros e picaretagens e Ju Shifang, um tímido mecânico quer provar seu valor.

Além deles, Ming Xiu, uma poderosa feiticeira e Xian Qing, o companheiro demônio dela, fazem parte do grupo.

A história tenta passar um tom épico, mas tropeça com a narrativa um tanto confusa e forçada e diálogos que não ajudam nem um pouco, mostrando personagens que a todo momento parecem estar escondendo algo dos próprios aliados.

Eu persisti no jogo mais por teimosia do que pelos méritos do jogo em si.

Um pesadelo movido a tutoriais de m****

Sword and Fairy

Sword and Fairy 6 é o RPG mais não intuitivo que joguei desde Breath of Fire V: Dragon Quarter.

A diferença é que a única coisa realmente confusa em Dragon Quarter é o sistema de combate, já que a ambientação, gráficos e roteiro de BoF V eram decentes. O jogo é um RPG de turnos clássico, só que NADA ajuda a jogabilidade dele.

As batalhas possuem um sistema parecido com o ATB de Final Fantasy, mas os tutoriais extensos do jogo não ajudam a explicar em nada como aquilo funciona.

Você pode alterar o modo de batalha de tempo real para turnos, mas até você descobrir que existe essa opção (spoilers, ISSO NÃO É DITO NO TUTORIAL), prepare-se pra muita frustração tentando entender Sword and Fairy 6.

Ou você pode ignorar o sistema de batalha e simplesmente ativar o modo de batalha automática com o botão R2 do PS4 (Não sei o comando na versão de PC) e desativá-lo quando precisar usar itens de cura.

Felizmente, não temos batalhas aleatórias, coisa que pessoalmente eu estava esperando que acontecesse aqui, e uma coisa que posso elogiar, é que o jogo permite que se ataque os inimigos de longe, com um comando simples.

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De resto, espere mais ou menos as mesmas coisas de um JRPG, só que extremamente mal explicadas.

O jogo foi lançado com uma miríade de bugs e glitches que vão incomodar a jogatina diversas vezes. Desde o jogo simplesmente comendo itens do seu inventário sem razão alguma, a roupas dos personagens simplesmente enlouquecendo até voltarem a posição normal e muitos potenciais para softlocks.

Genérico aos olhos, pobre na performance

Sword and Fairy

Numa primeira olhada sem pensar, o visual do jogo “parece” ok. Mas, conforme se passa tempo com o jogo, ele vai parecendo cada vez mais genérico. Os personagens principais possuem um design decente, mas os NPC’s são carentes disso.

Os cenários são bonitos, mas não muito. É um jogo originalmente lançado em 2015, mas sequer faz uso do potencial dos PC’s da época, ou do PlayStation 4. Logo, o jogo no lançamento já parecia datado, o que não ajuda muito. E temos ainda a performance do jogo, ah sim a performance.

O jogo engasga para manter uma taxa de quadros estável, em muitas vezes tendo quedas na taxa e problemas de performance. Seja no PC, ou no PS4, Sword and Fairy 6 mal passa dos 30 frames por segundo.

O que não seria problema num JRPG por turnos, mas o jogo não consegue nem manter essa taxa de 30FPS de uma maneira estável. Até mesmo os MENUS, que são tão confusos quanto o sistema de batalha do jogo, possuem problemas de performance, daí para você ter uma ideia da catástrofe.

A trilha sonora e a dublagem são esquecíveis. Não existem musicas marcantes no jogo, e sendo honesto, não tenho conhecimento o suficiente de Mandarim para determinar se a dublagem é ou não boa, ela só soa genérica e não num bom sentido. E honestamente, as legendas utilizadas no jogo não são boas, pois ainda assim fica difícil de ler.

Para não dizer que TUDO no departamento audiovisual é um desastre, o jogo possui algumas animações em 2D, como a da luta inicial entre Jinzhao e Qi contra Zhaoyan e elas são até que bem feitas.

Mas, considerando o conjunto do jogo, é como uma moeda de um real em meio a cinco quilos de carvão em brasa. Tem valor, mas não vale a pena o trabalho pra pegar.

Conclusão

Sword and Fairy

Evite Sword and Fairy 6. Está longe de ser o pior título do PlayStation 4, mas não vale a pena o esforço ou dinheiro gastos nele.

Problemas de performance, jogabilidade confusa, história enfadonha. Nem em promoção vale a pena, e o preço cobrado na PlayStation Store brasileira só piora a situação, já que no PC, o título custa três vezes menos. Guarde seu dinheiro para coisas melhores, ou mesmo jogos ruins melhores.

Sword and Fairy 6 está disponível para PC e Playstation 4, com uma versão de Xbox One a caminho (ou cancelada).

A análise foi feita com base na versão de PS4 comprada por mim.

 

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