Arquivos Diablo - Arquivos do Woo https://www.arquivosdowoo.com.br/tag/diablo/ Um pouco de tudo na medida certa Wed, 19 Feb 2025 17:23:15 +0000 pt-BR hourly 1 https://wordpress.org/?v=6.9.1 https://www.arquivosdowoo.com.br/wp-content/uploads/2020/12/cropped-logo-150x150.png Arquivos Diablo - Arquivos do Woo https://www.arquivosdowoo.com.br/tag/diablo/ 32 32 Coridden | Análise https://www.arquivosdowoo.com.br/2025/02/19/coridden-analise/ https://www.arquivosdowoo.com.br/2025/02/19/coridden-analise/#respond Wed, 19 Feb 2025 17:23:15 +0000 https://www.arquivosdowoo.com.br/?p=19350 Ah, o financiamento coletivo. Quando você não vem de uma família endinheirada ou tem a grana de uma corporação, é uma solução para tornar seu sonho de poder fazer um jogo, uma realidade. Claro, que tudo depende de vários fatores, como a maneira que a campanha é realizada, se ela vai atingir seu objetivo e […]

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Ah, o financiamento coletivo. Quando você não vem de uma família endinheirada ou tem a grana de uma corporação, é uma solução para tornar seu sonho de poder fazer um jogo, uma realidade. Claro, que tudo depende de vários fatores, como a maneira que a campanha é realizada, se ela vai atingir seu objetivo e depois disso tem a parte difícil, programar o jogo e lançá-lo, além de entregar as recompensas ao redor do mundo. Ou seja, mesmo tendo uma opção extra para produzir o jogo, ainda é uma operação complicada. E não é sempre que os jogos que entram em financiamento coletivo são de fato lançados. Temos o caso de Trajes Fatais aqui no Brasil, que tornou MUITO MAIS DIFÍCIL pra devs daqui conseguirem financiamento ou divulgação. E casos como o da Zoe Quinn, que deu um calote de 85 mil dólares e a mídia americana de games ficou CALADA, mesmo fazendo um alarde para a campanha… E você se pergunta porque ninguém confia em jornalistas de jogos.

Mesmo jogos que conseguem o financiamento e entregam o produto final, não há garantia de que será um bom jogo. Mighty No. 9 é um exemplo, que ainda que o jogo não seja ruim, ele ficou muito aquém das expectativas. Mesmo quando eu joguei uma build de prévia do jogo pra um preview na época em que eu escrevia pro Jbox, eu comentei que… O jogo parecia sem alma. Outro exemplo, dessa vez brasileiro, é o Tormenta: O Desafio dos Deuses… O que deu na cabeça da Jambô pra colocar um grupo de estudantes universitários pra fazer um Beat’em up? O resultado foi mediocridade.

Claro, muitas vezes também há casos de sucesso, já falamos aqui sobre Shovel Knight, um dos jogos que foi ao infinito e além em termos de entrega do prometido, e Lords of Exile, excelente classicvania. Aqui mesmo no Brasil, ainda que o jogo em si seja discutível, o sucesso do beat’em up 99 Vidas ajudou a alavancar a QUByte, que hoje é a maior publisher da América Latina. O jogo veio de uma campanha bem sucedida no Catarse. Como devem ter percebido, o título da análise de hoje veio do Kickstarter.

Misturando a mecânica de RPG’s de ação top-down com transformações a la Altered Beast e Metamorphic Force, Coridden chegou ao Steam no fim de janeiro. Será que ele vale a pena? Confira conosco.

Bom sozinho, melhor ainda no coop

Se você é familiarizado com RPG’s de ação isométricos como Diablo, Path of Exile, Marvel Ultimate Alliance (E os dois X-Men Legends), você vai se sentir em casa com os controles de Coridden, mas o que chama a atenção e vende o jogo é a habilidade de se metamorfosear em feras que você encontra na jornada. O jogo atinge as notas esperadas de um RPG top-down. Percorra o mundo, numa quest principal, faça side-quests e derrote criaturas.

O jogo tem certa variedade, com sete criaturas nas quais você pode se transformar e quatro classes (representadas pelos quatro personagens jogáveis), com habilidades únicas, com isso, as combinações de combate garantem um bom fator replay ao jogo. A sensação de começar o combate na forma humana, e no meio do combate mudar pra forma animal é bacana. Mas nem tudo são flores e alegria no reino de Kumbaya. Não, não é necessariamente um negativo, mas como muitos jogos de ação, o jogo tem uma barra de stamina, e você precisa ficar de olho.

O jogo é divertido e pode ser jogado solo sem nenhum problema, mas o foco real do jogo é o modo cooperativo para até quatro jogadores, seja local (Isso é, se você tiver amigos), ou online. Diabos, dá até pra você ampliar as possibilidades de combate, com um dos jogadores se transformando em uma criatura e outro jogador a montando. Esse é um jogo que redefine o conceito de dar uma montada em seus amigos… Exceto aqueles outros jogos em que você também pode montar no outro jogador e eu não sei da existência.

Considerando o preço cobrado pelo jogo, o fato de que foi desenvolvido por uma pequena equipe sueca (O estúdio foi fundado por duas pessoas), o jogo dura de 10 a 20 horas, podendo ser menos se o jogador souber o que está fazendo, então é uma boa relação custo-benefício. Não sei qual será o preço cobrado pela futura versão de consoles, mas não é a hora nem o lugar para discutir isso. O ponto fraco da jogabildade, certamente é o chefe final. Basicamente, é uma esponja de dano. Não é particularmente difícil, como todo jogo, basta saber como ele ataca e contra atacar, mas ele leva bem mais tempo que os outros não pela dificuldade.

Outro ponto fraco é a história, que tem certa promessa, mas algumas das reviravoltas acabam sendo mais previsíveis que mentira de político. O mundo construído é interessante, mas a história em si, é uma desculpa para introduzir as mecânicas do jogo, tanto que nem a resumi em uma seção própria.

Gráficos e Sons

Os cenários de Coridden são lindos. Com biomas variados e construções bem feitas, o jogo tem um certo charme típico dos jogos de ação top-down, mas é claro que suas expectativas não podem ser altas, esse é um jogo feito com um orçamento de menos de 30 mil euros (estou contando aqui também impostos e a fatia que o Kickstarter leva). Os retratos dos personagens são meio cursed, mas ei… Não se pode ter tudo. Sonoramente, é competente, a dublagem dá pro gasto na maior parte do tempo.

Recomendo

Apesar da história fraca, a jogabilidade mais do que compensa em Coridden. O jogo tem potencial para se tornar franquia, se o time de produção levar em consideração o feedback dos jogadores, uma continuação pode corrigir os problema do primeiro jogo. Como está, Corridden é um jogo bastante sólido. Recomendo.

Nota Final: 8/10

Coridden está disponível para PC, com versões para consoles possivelmente lançando em algum ponto do futuro. Está análise foi feita com uma chave do Steam, fornecida pela Anshar Publishjing.

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Diablo Belzebub MOD | Cheirinho de Enxofre e não fui eu https://www.arquivosdowoo.com.br/2020/10/08/diablo-belzebub-mod/ https://www.arquivosdowoo.com.br/2020/10/08/diablo-belzebub-mod/#comments Thu, 08 Oct 2020 08:00:00 +0000 https://www.arquivosdowoo.com.br/?p=5546 É difícil fazer review de Diablo, pois é um jogo que eu conheço há tanto tempo e joguei por tantas horas, pois além de ser um clássico que popularizou e definiu o gênero Hack’n slash/ Action rpg para computadores. Estamos diante de um titulo que iniciou uma franquia que já conta com três jogos (Diablo, Diablo 2 e Diablo 3), três expansões […]

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É difícil fazer review de Diablo, pois é um jogo que eu conheço há tanto tempo e joguei por tantas horas, pois além de ser um clássico que popularizou e definiu o gênero Hack’n slash/ Action rpg para computadores.

Estamos diante de um titulo que iniciou uma franquia que já conta com três jogos (DiabloDiablo 2Diablo 3), três expansões (HellfireLord of Destruction e Reaper of Souls) e dois jogos em desenvolvimento (Diablo 4Diablo Immortal) e que se destaca por conta do gráficos bonitos e que envelheceram muito bem se comparados com outros jogos de sua época.

Graficamente falando

Diablo

O jogo possui iluminação baseada no atributo do personagem (que pode ser melhorada com itens). Já os cenários são repletos de crucifixos em chamas, corpos mutilados e empalados, sarcófagos e sangue (o que já deixava qualquer menininho de 7 anos com o cu preso pra jogar)

Os vídeos pré-renderizados na introdução e final do jogo tem a mesma qualidade dos CGs da Blizzard da mesma época, não envelheceram tão bem mas são aceitáveis.

Sonoramente espetacular

Diablo

A trilha sonora é sensacional, não apenas pela nostalgia, mas pela ambientação que ela causa. Nos primeiros segundos o jogador já é transportado pro ambiente de fantasia medieval gótico.

Dentro das masmorras, catacumbas e cavernas o jogador também é levado por tambores que ecoam, sintetizadores de ambientação, gritos, o mesmo violão de 12 cordas e momentos de silêncio perturbador.

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Os efeitos sonoros são bem feitos apesar das limitações. Foram criados pelo mesmo artista responsável pela trilha que improvisou muitos dos sons com o que tinha no escritório como dados de RPG e lápis para fazer os sons dos esqueletos.

Apesar de simples, fundamentais para identificar posição de inimigos e onde os itens de espólio são derrubados.

Comandos simples e direto

Diablo

jogabilidade é simples e intuitiva, contrapondo RPGs da mesma época que tinham diversos botões e elementos na interface para realizar ataques, usar itens e lançar feitiços.

Existe alguns momentos frustrantes quando o personagem sofre ataque corpo a corpo e não consegue contra atacar ou se mover.

É Diversão garantida

Não consigo mensurar quantas horas já gastei nesse jogo desde 1997. Desde quando tive contato com o jogo demo, quando adquiri o jogo completo pela revista CD Expert, ou nas diversas vezes que o revisitei ao longo dos anos.
É um jogo simples de se jogar e todo item mágico ou único novo que aparece te dá aquela dose de dopamina gostosa.

O Modo Belzebub

mod adiciona diversas melhorias de qualidade de vida, novas quests, dificuldade aumentada e uma infinidade de novos itens.
É uma boa pedida para quem sempre quis aquele sabor do Diablo 2 no Diablo 1, mas também não estraga a experiência para quem nunca jogou.

Não posso opinar sobre as duas novas classes disponíveis no mod pois não joguei com elas, mas acredito que estejam equilibradas.

Gostaria de ter jogado as outras dificuldades para me aprofundar mais no mod, visto que eu peguei apenas a pontinha do iceberg na dificuldade normal, porém infelizmente perdi meu save.

Clássico recomendado para qualquer um que aprecie do gênero.

CONFIRAM ABAIXO A JOGATINA COMPLETA:

https://youtu.be/bMNmLaMPgjs

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Darksiders Genesis | Uma jornada de conflito https://www.arquivosdowoo.com.br/2020/05/02/darksiders-genesis-uma-jornada-de-conflito/ https://www.arquivosdowoo.com.br/2020/05/02/darksiders-genesis-uma-jornada-de-conflito/#respond Sat, 02 May 2020 18:40:14 +0000 https://www.arquivosdowoo.com.br/?p=3000 A franquia Darksiders um dia foi uma incógnita com relação a continuações, mas, parece que THQ Nordic entendeu que os fãs queriam por mais, por isso, dois anos após o lançamento do terceiro titulo da franquia, chega Darksiders Genesis. Um prequel da franquia que apresenta o ultimo dos cavaleiros ainda não apresentado em nenhum outro […]

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A franquia Darksiders um dia foi uma incógnita com relação a continuações, mas, parece que THQ Nordic entendeu que os fãs queriam por mais, por isso, dois anos após o lançamento do terceiro titulo da franquia, chega Darksiders Genesis.

Um prequel da franquia que apresenta o ultimo dos cavaleiros ainda não apresentado em nenhum outro game, o  Conflito ou Strife, pra você que já acompanha a saga dos cavaleiros do apocalipse e conhece toda história. Seu visual é bem diferente em comparação ao de seus irmãos, chegando apresentar uma pegada cibernética e ser o mais bem humorado de todos. Sério, ele é cheio das piadinhas.

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Nessa nova aventura da franquia, os personagem Conflito e seu irmão Guerra, talvez o mais famoso de toda a franquia, estão em uma missão em nome do Conselho para conter os planos de Lúcifer, que como todos sabemos é um cara bem ardiloso

UMA AVENTURA E UM NOVO HERÓI

Darksiders Genesis | Uma jornada de conflito

A franquia deixa de lado seu habitual mundo aberto para se concentrar em um game de visão isométrica, que a primeira vista pode remeter a DIABLO, mas as comparações só ficam nisso mesmo.

É possível jogar uma campanha single-player alternando entre Guerra e Conflito, mas o destaque mesmo é a possibilidade de se jogar com um amigo no controle dois e com tela divida, ou mesmo online por meio de um convite.

O jogo merece louvores por resgatar o velho cooperativo de sofá, mas também permite jogar uma campanha single com ambos os personagens e alternando entre eles.

Cada um com suas vantagens, sendo o Guerra o personagem que possui ataques mais pesados e potentes, sendo perfeito para ataque corpo-a-corpo, enquanto Conflito pode atacar a distancia com suas pistolas e se move rapidamente.

Não poderia deixar de lembrar que os personagens possuem suas formas caóticas: Strife possui uma das formas mais legais da série em minha opinião, não só porque me lembra o EVA-01 de Evangelion, mas também por causar um dano danado.

Será que rolou uma inspiração? Nunca saberemos.

ÁRVORE DE HABILIDADES

Há uma árvore de skills assim como nos títulos anteriores, dessa vez com a diferença de que essa arvore é preenchida com cernes, no caso orbes que são dropadas após derrotarmos os inimigos.

Cada uma com uma variação e correspondendo seja a um poder ou seja aumento de magia ou saúde.

Essas cernes podem ser evoluídas a medida que mais delas são recolhidas durante os combates. Esse aspecto do jogo nos leva ao modo arena, onde podemos dropar cernes melhores a medida que vamos avançando os níveis das ondas de inimigos.

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O fato de ser possível voltar as fases e re-jogá-las quanto quisermos também facilita a melhoria do personagem, porém, o jogo não fica mais fácil por conta disso.

Apesar desse sistema de “loot” remeter a Diablo, a comparação termina ai.

Dá pra gastar horas fazendo grinding para facilitar a matança em algumas áreas ou no combate contra os chefes, mas isso não é necessário, sendo possível avançar sem focar muito nisso.

O GAMEPLAY

A história de Darksiders Genesis é contada por meio de um formato de quadrinhos com diálogos dublados, mas não localizado em português.

De qualquer maneira eles acertaram o tom dos personagens, pois Conflito é muito divertido e até remete um pouco ao mercenário tagarela, Deadpool. Só que muito mais contido, enquanto o Guerra continua sendo rabugento como sempre.

Não há nada muito surpreendente com relação a descobertas em sua história, mesmo sendo muito divertido e com um arco de dificuldade elevado, você se vê mais preocupado em elevar os atributos dos personagens do que necessariamente avançar na história para se deparar com o desfecho.

Creio que isso se deve exatamente a forma como a história é contada, que apesar de oferecer momentos divertidos, não tem o mesmo apelo que ver o personagem ali gesticulando e fechando a cara durante as discussões.

OS PROBLEMAS A SEREM ENFRENTADOS

Em determinados momentos a câmera deu umas bugadas, e isso não é lá muito legal quando se tem que saltar e realizar algumas acrobacias aéreas. Não ocorreu com frequência o suficiente para ser um incomodo, mas quando não era a câmera dando dor de cabeça era o personagem congelado no ar ao não acertar a plataforma

Só que esse nem foi o maior problema, mas sim jogar com um amigo, pois a conexão vez e outra caia e mesmo derrotando um chefe ou abrindo uma porta, ela continuava fechada para o companheiro mesmo ambos na mesma sessão. Foram situações frustrantes.

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Isso nos forçava a refazer algumas missões novamente só para que conseguíssemos dar continuidade no modo cooperativo, como pode ser visto em alguns dos vídeos em nosso canal do YouTube.

Falando nisso sorteamos uma chave do jogo para os seguidores e inscritos do canal, segue nóis lá no Twitch e no Twitter. Quem sabe tu não pode ser o próximo a ganhar alguma coisa, né.

CONCLUSÃO

Airship Syndicate fez um bom trabalho com o titulo, que talvez realmente precisasse de uma cara nova, mas o resultado final certamente não é o que fãs esperariam de Darksiders 4.

Darksiders Genesis é provavelmente um titulo que vale muito a pena você conhecer, mesmo sendo fã ou não da franquia principal. Como um spin-off ele funciona muito bem, e até nos faz pensar em como seria levar o Strife para a franquia principal.

Os problemas com conexão incomodaram mas não tiraram o brilho do titulo.

Como uma jornada single-player ele acerta ao possibilitar a mudança dos personagens durante toda a jornada e entregar uma jogabilidade diferenciada seja para o combate quanto para realização dos puzzles ao equilibrar com dois personagens.

A experiência solo funciona muito bem e o resultado final é satisfatório. É um bom jogo e que provavelmente vai atrair um público novo ao universo dos Nephilim e as tretas com o conselho.

O custo do jogo é abaixo da média de um lançamento comum, então posso dizer que sim, no fim das contas vale a pena.

O jogo foi analisado com uma chave cedida pela THQ Nordic

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