Arquivos shmups - Arquivos do Woo https://www.arquivosdowoo.com.br/tag/shmups/ Um pouco de tudo na medida certa Fri, 03 Nov 2023 01:19:15 +0000 pt-BR hourly 1 https://wordpress.org/?v=6.9 https://www.arquivosdowoo.com.br/wp-content/uploads/2020/12/cropped-logo-150x150.png Arquivos shmups - Arquivos do Woo https://www.arquivosdowoo.com.br/tag/shmups/ 32 32 VISCO Collection | Um conto de duas coleções https://www.arquivosdowoo.com.br/2023/11/02/visco-collection-um-conto-de-duas-colecoes/ https://www.arquivosdowoo.com.br/2023/11/02/visco-collection-um-conto-de-duas-colecoes/#respond Thu, 02 Nov 2023 16:02:48 +0000 https://www.arquivosdowoo.com.br/?p=15602 A história de hoje, apesar de se tratar da VISCO Collection, começa ironicamente (por conta do título da análise), em Taiwan, com a desenvolvedora IGS lançando a placa PGM (PolyGame Master), que era bastante inspirada pelo Neo Geo (até os cartuchos possuem tamanhos similares). Se você curte shooters, deve ter se deparado com alguns dos […]

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A história de hoje, apesar de se tratar da VISCO Collection, começa ironicamente (por conta do título da análise), em Taiwan, com a desenvolvedora IGS lançando a placa PGM (PolyGame Master), que era bastante inspirada pelo Neo Geo (até os cartuchos possuem tamanhos similares). Se você curte shooters, deve ter se deparado com alguns dos jogos que saíram para a plataforma, como Espgaluda ou DoDonPachi DaiOuJou (embora esses não tenham saído em cartuchos, mas em placas específicas usando o hardware da PGM), e se você teve aquela compilação pirata de luta 10 em 1 no PS2, deve ter se deparado com a conversão de Spectral vs. Generation.

Em Abril desse ano, a IGS resolveu lançar uma compilação com oito de seus jogos para o Nintendo Switch… E boy, oh boy, aquilo foi uma aula de como NÃO FAZER uma compilação. A coletânea foi altamente criticada. A emulação da PGM sempre foi um tantinho problemática na parte sonora, quem usa o MAME sabe disso, e a coletânea possui os mesmos problemas de som, porque usa uma versão do FB Neo. Graficamente, também decepcionou, porque não oferecia opções de tamanhos de tela diferentes, automaticamente esticando a tela pra 16:9, considerado uma heresia para muitos retrogamers. O fato de que a coletânea usa as versões PLUS de alguns jogos (que eram bootlegs com personagens destravados), ao invés das originais é mais um sinal da preguiça, porque apesar dos originais tecnicamente RODAREM no MAME, se você abrir, você recebe uma mensagem de “Esse jogo não vai rodar”. Enfim, novamente, a IGS Classic Arcade Collection foi uma decepção, porque possui jogos que estavam presos no Arcade, mas emulados da maneira mais porca possível.

A parceria entre a QUByte com a VISCO (através de licenças com a francesa PixelHeart, que é a atual dona das IP’s da Visco) começou com a Vasara Collection, que além dos dois shoot’em up’s, havia um modo original feito do zero pela própria QUByte. Depois, houve a Breakers Collection, que além do jogo original, trouxe uma versão buffada de Breakers Revenge, com online, modo de treino, rollback netcode e o escambau, sendo um prato cheio pros fãs de luta.

Em 2022, a QUByte anunciou que a parceria com a VISCO e a PixelHeart continuaria, com a coletânea VISCO Collection, sete jogos da VISCO num pacote, a serem lançados em 2023. E durante o QUByte Connect 2023, o jogo foi lançado de surpresa em todas as plataformas. Será que ela vale o seu suado dinheirinho? Ou será que ela é uma decepção, tal qual a coletânea da IGS? Confira conosco.

Reprodução: QUByte Interactive/Visco/PixelHeart

Conheça os jogos da coletânea

Como essa análise fala sobre uma coletânea, não dividiremos nas seções que eu usualmente faço em um review. Então, vamos começar apresentando um pouco dos sete jogos presentes:

Andro Dunos é um shooter horizontal de 92, que apesar de não ser muito original, afinal de contas, quantos shooters onde num futuro sci-fi precisamos defender a Terra de alienígenas? Com isso, a acusação encerra seu argumento, meritíssimo. Goal! Goal! Goal! foi lançado em 95, e como o título sugere, é um jogo de futebol. Se ele consegue superar a clássica série Super Sidekicks? Bom, talvez o primeiro, mas superar a série Super Sidekicks é uma tarefa hercúlea.

Neo Drift Out: New Technology, de 1996 é o quarto jogo da série Drift Out, que começou com o horroroso título homônimo e teve sua continuação no competente Drift Out ’94: THE HARD ORDER (Sim, preciso colocar o THE HARD ORDER em Caps. Não sou eu quem faz as regras.) e teve um jogo no SNES em 95 (que devido a visão top down é considerado por alguns um remake do primeiro jogo). Enfim, Neo Drift Out é certamente um dos melhores jogos do Neo Geo, e um dos melhores jogos de corrida em visão isométrica já feitos, se não o melhor.

LEIAM – Pantsu Hunter: Back to the 90s — Uma visual novel divertida com uma atmosfera incrível

Battle Flip Shot (Ou simplesmente Flip Shot) saiu em 1998 e, apesar de competente, é um jogo bastante similar a WindJammers, a diferença básica é que antes de “marcar o gol”, é necessário destruir a barreira do oponente. Ganryu, de 99 é um side-scroller de ação “baseado” no confronto entre Musashi Miyamoto e Kojiro Sasaki, e apesar da boa jogabilidade, no quesito gráfico ele deixa um pouco a desejar, ao contrário de sua continuação, que analisamos aqui. No mesmo ano, Captain Tomaday, um ótimo shooter vertical, que é bastante criativo em seu design foi lançado. Um cute’em up pra ninguém botar defeito. Por fim, na ordem cronológica de lançamentos, em 2000 saia Bang Bead, a continuação de Battle Flip Shot, agora com mais personagens jogáveis, continuando a tradição de Pong com gritos de anime.

Em termos de custo-benefício, se os títulos da Visco tivessem saído pela linha ACA Neo Geo, a Visco Collection, mesmo na plataforma mais cara (PS4), custaria mais barato do que sete jogos da ACA Neo Geo combinado, então é bom levar esse fator na hora de considerar a compra.

Reprodução: QUByte Interactive/Visco/PixelHeart

Apresentação

A apresentação dos menus e jogos é simplista, pense numa versão menos extravagante da Capcom Arcade Stadium, num formato estático em 2D com uma máquina de arcade, mudando entre os jogos diferentes da coletânea, além das coisas já esperadas em relançamentos retrô, como filtros de tela.

Uma das coisas que a coleção traz de bom, é um modo online com lobbies, para determinados jogos (todos, com exceção de Neo Drift Out e Ganryu), uma coisa que infelizmente não pude testar, já que eu cancelei minha assinatura da PS Plus há um bom tempo.

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Infelizmente, se você esperava extras mais profundos, essa é uma coisa que falta na VISCO Collection, e o mesmo pode ser dito de um menu semelhante ao dip-switch de máquinas de arcade, para aumentar ou diminuir a dificuldade dos jogos, coisa que por exemplo, os jogos da ACA Neo-Geo possuem.

Reprodução: QUByte Interactive/Visco/PixelHeart

Só é caro no Playstation

Se você tem intenção de comprar a VISCO Collection (que depende muito da sua apreciação por jogos de arcade mais obscuros), o preço é convidativo NA MAIORIA DAS PLATAFORMAS, custando 49,90 no PC e no Switch, 49,95 no Xbox e 104,90 no Playstation. Os jogos em si, apesar de não sendo famosos, são sólidos e o pacote no geral é bacana. A adição do online (coisa que a Arcade Stadium não tinha) é um ponto positivo, e fazendo aqui um gancho com a introdução do texto, os jogos estão na resolução correta.

Nota Final: 8,5/10

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VISCO Collection está disponível para PC, Nintendo Switch, Xbox One, Xbox Series, PlayStation 4 e PlayStation 5, e esta análise foi feita com uma chave digital de PS4 cedida gentilmente pela QUByte Interactive

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Habroxia 2 | Um dos últimos jogos do PS Vita https://www.arquivosdowoo.com.br/2022/07/05/habroxia-2-um-dos-ultimos-jogos-do-ps-vita/ https://www.arquivosdowoo.com.br/2022/07/05/habroxia-2-um-dos-ultimos-jogos-do-ps-vita/#respond Tue, 05 Jul 2022 22:39:34 +0000 https://www.arquivosdowoo.com.br/?p=11948 O PS Vita é um console muito peculiar. Foi uma aposta da SONY em um sucessor do poderoso – e popular PSP – porém, tendo que competir com o crescente mercado mobile de 2011, o console simplesmente não teve força para se manter relevância, e alguns anos depois, a empresa já havia largado o suporte […]

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O PS Vita é um console muito peculiar. Foi uma aposta da SONY em um sucessor do poderoso – e popular PSP – porém, tendo que competir com o crescente mercado mobile de 2011, o console simplesmente não teve força para se manter relevância, e alguns anos depois, a empresa já havia largado o suporte ao mesmo, resolvendo focar seus esforços no PlayStation 4.

Assim, tivemos um portátil muito bem projetado, tendo alguns jogos AAA dignos de um console de mesa, como Killzone e Uncharted, feitos especialmente para o console, mas que no fim de sua vida, ficou relegado a lançamentos indies, e nesse contexto, temos o jogo dessa análise: Habroxia 2.

Créditos: Lillymo Games

Suporte ao Vita

A empresa Lillymo Games, é uma desenvolvedora independente que opera em Ontário no Canadá, e fez alguns jogos de 2018 pra frente, como o próprio Habroxia 1, lançado em 2019.

A empresa é conhecida por dar suporte contínuo ao PS Vita, mesmo após a Sony abandonar seu próprio console. Isso aconteceu até o lançamento de Habroxia 2, o último jogo feito por eles para o console.

Créditos: Lillymo Games

Gameplay

O game flui como em Darius, com progressão horizontal na maior parte do tempo, mas em alguns momentos o jogo muda para progressão vertical como em alguns outros shooters.

Devemos navegar por diversas fases, progredindo de forma não linear, com alguns estágios tendo duas saídas – e dois chefes.

LEIAM – Wonder Boy Collection | Coletânea mas nem tanto

Essa forma de interação com as fases é muito inspirada em Star Fox, com um mapa mostrando os planetas de forma bem similar.

No fim, são 5 rotas, e todas devem ser terminadas antes de enfrentar o chefe final. Tudo isso com estilo de arte pixelado padrão de jogos indies, que aqui servem bem ao jogo, fazendo com que ele seja similar a games feitos para arcade nos anos 90.

Créditos: Lillymo Games

Dois analógicos

O grande diferencial – e o que faz esse jogo ser tão divertido – é que ao invés de termos um botão de tiro, o jogo funciona com dois analógicos – um para controlar a nave e outro para controlar a direção dos tiros.

Assim, o jogador tem mais liberdade para se movimentar sem precisar estar na direção dos inimigos.

Obviamente, a dificuldade é nivelada para isso, com inimigos aparecendo em diversos pontos diferentes da tela e atirando em direções aleatórias, sem aqueles padrões comuns que existem desde Space Invaders ou Galaga.

Créditos: Lillymo Games

Tiros e boost

A variedade do jogo não vem do fato de pegar power-ups durante as fases e na realidade, o game funciona bem diferente.

Aqui, como será abordado mais à frente, temos um sistema de pontuação que serve como o dinheiro do jogo, usado para comprar melhorias para seu tiro, além de upgrades para seus tiros especiais.

O jogador pode levar dois tiros especiais por fase, um que pode ser atirado para frente e outro para trás. Existem mísseis teleguiados, barreiras de defesa, cortes curtos e bombas mais fortes, todos são úteis e vale da preferências do jogador em saber qual se adequa mais ao seu estilo de jogo.

Não bastasse isso tudo, temos um turbo que rasga tudo no caminho, que serve principalmente para escapar de uma área cheia de tiros. E acredite, isso acontece bastante, principalmente mais à frente no game.

Créditos: Lillymo Games

Dificuldade

O único porém do game entre tantas qualidades é a dificuldade inicial, claramente não balanceada para o começo da jornada do jogador.

De início, seu tiro e a nave são muito fracos, e isso pode causar a sensação de que o jogador está indo muito mal. Passar das fases dá pontos que podem ser usados para comprar melhorias, mas morrer nas mesmas dá pouquíssimos pontos.

LEIAM – Os heróis mais legais dos Vídeo Games | Parte 1

A solução para isso não é óbvia: o jogador deve jogar a primeira e segunda fase algumas vezes até acumular pontos suficientes para melhorar o poder e abertura de seu tiro, e aí o jogo começa a fluir como manteiga.

Poucas vezes no game temos essa parede de grinding, e ela só volta a acontecer mesmo lá pelo New Game+, mas ter isso de cara pode tirar o jogador mais desavisado ou que não está tão empenhado em terminar a aventura.

Créditos: Lillymo Games

Conclusão

Habroxia 2 é um joguinho bem interessante e desafiador, e suas mecânicas de tiro, upgrade e modos extras (como boss rush) fazem ele valer o valor que está sendo cobrado nas plataformas em que foi lançado, sendo elas PlayStation Vita, PlayStation 4, PlayStation 5, Xbox One, Nintendo Switch e Steam.

Créditos: Lillymo Games

É uma gema desses consoles e merece sua atenção.

Créditos: Lillymo Games

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Cotton 100% | Uma porta de entrada para os Shmups! https://www.arquivosdowoo.com.br/2021/11/04/cotton-100-uma-porta-de-entrada-para-os-shmups/ https://www.arquivosdowoo.com.br/2021/11/04/cotton-100-uma-porta-de-entrada-para-os-shmups/#comments Thu, 04 Nov 2021 21:27:51 +0000 https://www.arquivosdowoo.com.br/?p=8989 Vocês sabiam que um novo jogo da franquia Cotton vai sair no fim do ano? Nem eu, mas sim, Cotton Rock ‘N’ Roll*: Superlative Night Dreams sairá no fim do ano para PlayStation 4, Switch e PC. Será o primeiro jogo original da série em 20 anos, sem contar relançamentos ou Pachinkos. Também não conto […]

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Vocês sabiam que um novo jogo da franquia Cotton vai sair no fim do ano? Nem eu, mas sim, Cotton Rock ‘N’ Roll*: Superlative Night Dreams sairá no fim do ano para PlayStation 4, Switch e PC.

Será o primeiro jogo original da série em 20 anos, sem contar relançamentos ou Pachinkos. Também não conto o remake, porque tecnicamente é o primeiro jogo da série relançado, mas, enfim.

LEIAM – Panorama Cotton | A um toque da grandeza

1994 foi um ano esquisito pra franquia Cotton, porque a Success, desenvolvedora do jogo produziu não um, mas dois jogos diferentes da série, um deles sendo o Panorama Cotton, que analisamos na semana passada, e outro que é justamente esse aqui, Cotton 100%… Que até pouco tempo atrás, era o único jogo da série que eu havia jogado, no emulador.

Depois de um relançamento no PS1 nos anos 2000 (e que está disponível na PSN japonesa), a ININ Games e a Ratalaika Games se juntaram pra trazer Cotton 100% a um novo público, com um lançamento global.

Se ele vale a pena seu suado dinheirinho? Confira conosco.

Reciclando a primeira aventura… Mais ou menos.

Cotton 100% não é necessariamente um porte do primeiro Cotton (Cotton: Fantastical Night Dreams), mas reaproveita muita coisa do primeiro jogo, como a vilã Wool, que aparentemente sequestrou Knit, a irmã de Silk, a fadinha que é companheira de Cotton e possivelmente roubou mais Willow, o doce que Cotton é viciada.

E isso foi o necessário para enfurecer Cotton e fazê-la sair numa rampante de destruição… Ou algo do tipo. Ei, o jogo nem patch em inglês da versão de Super Famicom tem. No máximo em francês, e como não me chamo Jacquin e nem deixo o freezer desligado de notche, não sei o que se passa nos diálogos do jogo.

Pois é, assim como Panorama Cotton, Cotton 100% foi lançado do jeito que o original estava, sem tradução*.

Não que isso seja um grande problema, porque num shooter, usualmente a história é secundária e o jogo é amigável bastante pra ser jogado sem que seja necessário o entendimento de japonês.

Meu primeiro Shoot’ Em Up

Se você quiser introduzir alguém ao gênero de shooters, Cotton 100% é perfeito para o serviço. Primeiro, a dificuldade dele não é necessariamente grande. Tem seus pontos difíceis? Tem, mas não é tão difícil quanto outros jogos do gênero.

O jogo é um shooter horizontal, e você precisa explodir tudo que está em seu caminho. Antes de começar o jogo, você tem quatro sets de magia para escolher, e aí depende do que você quer. Deseja ir com poder ofensivo?

Dá. Quer um pouco de proteção com escudo? Também dá.

Conforme você vai avançando nas sete curtas fases, você vai acumulando experiência ao derrotar inimigos, e coletar Willows deixados por alguns deles. Com isso, sua arma principal vai ficando mais forte. Além disso, você pode coletar fadas deixadas por determinados inimigos, e elas funcionam mais ou menos como as Options de Gradius, ou seja, Orbes que disparam e lhe ajudam.

LEIAM – Gleylancer | Um relançamento para uma nova geração

O jogo não é longo, podendo ser terminado em pouco mais de meia hora, mas as coisas podem ficar um pouco cascudas, especialmente na batalha contra a Wool, mas é recompensador terminar o jogo.

Cotton 100% tem os mesmos recursos modernizados de Panorama Cotton (e GleyLancer), ou seja, opção entre os modos “Padrão” (Com Save State e Rebobinação) e “Desafio” (o jogo como ele foi lançado), e ao terminar o modo Desafio, você habilita a opção de jogar com os Cheats. (vidas infinitas, arma no máximo, invencibilidade).

Porém, ao contrário de Panorama Cotton, onde os Cheats só funcionam no modo Padrão, em Cotton 100%, os cheats irão funcionar no modo desafio. Claro, você vai ter que terminar o jogo uma vez na raça, mas o fato dos Cheats funcionarem no modo desafio auxilia bastante na platina, já que dá pra conseguir os troféus de pontuação com facilidade.

Colorido e animado

Cotton 100%

Cotton 100% faz jus a fama da série no quesito gráficos. Cada estágio é único, e muito, mas muito bem feito. Felizmente não é necessário se preocupar com toques no chão ou no teto, já que eles não te matam (como é de costume em muitos shooters). E os sprites do jogo, os inimigos, assim como a própria Cotton são muito bem feitos. Mas destaco aqui os sprites da boss final, Wool, nas duas formas. É um sprite bonito pra caramba. Os bosses são criativos num geral, talvez com exceção do Dragão da sexta fase que parece genérico.

LEIAM – Luigi’s Mansion (GameCube) | Análise

A trilha de Cotton 100% também foi assinada por Kenichi Hirata, que assim como em Panorama Cotton, fez excelentes temas aqui, embora alguns temas possam soar inapropriados para o cenário. Em específico aqui falo da fase das cavernas, que não passa uma atmosfera muito cavernosa, e sim um tema felizinho.

Mas, entre tapas e beijos, as músicas de Cotton 100% agradam bastante. Uma coisa que eu possivelmente poderia ter falado no review de Panorama Cotton, e no de GleyLancer, assim como nesse aqui, é que obviamente, o jogo possui a opção de filtros pra simular TV antiga e blá blá blá. Mas sabe porque não comentei?

Eu acho esse tipo de filtro um saco. Pronto, falei.

Dê uma chance a Cotton 100%

Cotton 100%

Tá certo que o preço numa primeira vista pode não ser convidativo (mais pela situação do nosso país, com o dólar nas alturas), mas pesando prós e contras, especialmente considerando que uma cópia LOOSE (ou seja, só o cartucho) de Cotton 100% custa 500 reais, e uma completa (com caixa, manual e um CD especial com músicas cantadas pela seiyuu da Silk) sai por 1700 (esses preços estão no eBay), acaba não saindo um mau negócio adquirir Cotton 100% digitalmente.

É um shooter divertido, não muito difícil e se esforçar pra desbloquear a invencibilidade é uma das melhores sensações que se pode ter. Pulverizar bosses em 10 segundos no máximo, não tem preço. Na verdade tem, mas enfim.

Cotton 100% está disponível para PlayStation 4 e Nintendo Switch, além das versões originais de SNES e PS1.

*Pós texto: A ININ Games comentou que em breve, tanto Panorama Cotton, quanto Cotton 100% receberam patches de atualização com traduções para o Inglês, Francês, Espanhol, Italiano e Alemão.

*Pós texto 2: A ININ Games confirmou, nos trailers de lançamento de Panorama Cotton e Cotton 100%, que Cotton Rock ‘n’ Roll será localizado como Cotton Fantasy e que deve dar mais notícias sobre uma data ocidental em breve.

Essa análise foi feita com uma cópia digital de PlayStation 4 gentilmente cedida pela ININ Games

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3 Jogos de naves do SNES que você precisa conhecer https://www.arquivosdowoo.com.br/2016/07/25/3-jogos-de-naves-do-snes/ https://www.arquivosdowoo.com.br/2016/07/25/3-jogos-de-naves-do-snes/#comments Mon, 25 Jul 2016 02:37:00 +0000 https://www.arquivosdowoo.com.br/2016/07/25/jogatinas-saudaveis-3-jogos-de-naves-do_24/ Aqui estou eu, dessa vez para falar um pouco de 3 Jogos de naves do SNES que tenho jogado para Super NES. “Tenho jogado” talvez tenha sido um termo mal colocado, já que 2 deles eu realmente não me dediquei ainda, mas talvez essa seja a hora que você se pergunte, “nossa, mas por que […]

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Aqui estou eu, dessa vez para falar um pouco de 3 Jogos de naves do SNES que tenho jogado para Super NES. “Tenho jogado” talvez tenha sido um termo mal colocado, já que 2 deles eu realmente não me dediquei ainda, mas talvez essa seja a hora que você se pergunte, “nossa, mas por que ele vai falar de jogos de nave?”…

tá aí uma boa pergunta…

Esse tem sido um gênero que tenho jogado bastante ultimamente… sempre gostei, mas ultimamente tenho sentido a necessidade de jogar esse tipo de jogo.

LEIAM – 5 Motivos para Você comprar um Mega Drive

São jogos extremamente ativos, com um gameplay frenético, de baixa duração – pelo menos até batermos de cara com a temida tela de game over – e eu não me perco na história, algo que estava se tornando cada vez mais comum com a frequente falta de tempo, então é um gênero que diverte bem, treina meus reflexos e rende o pouco tempo de jogatina que tenho.

Capa da versão japonesa

SONIC WINGS

Abrindo a nossa pequena lista, um clássico de 1994, Sonic Wings, como é conhecido no Japão ou Aero Fighters por nossas bandas. O grande fato é que o cartucho da versão americana é extremamente raro, então se você jogou um original, provavelmente foi o Sonic Wings.

 

Um shooter vertical, um botão para tiro (semi-automático… sem auto-fire, mas não precisamos esmagar o botão de tiro num frenesi descontrolado), um botão para especial… e podemos jogar em dupla com um amigo!!! O que é extremamente divertido!

Pronto, são os ingredientes para uma receita da felicidade!

Os diferentes pilotos e suas habilidades

Temos 4 duplas de personagens, cada uma representando um país. Digo dupla porque o jogador 1 usa uma nave e o 2 usa a nave da dupla do mesmo país,num total de 8 personagens, com tiros, especiais e até mesmo velocidades diferentes entre si!

Com certeza, uma excelente pedida! Mas já aviso, a versão americana do jogo é extremamente difícil! Mesmo com o máximo de 5 créditos e 5 vidas, no nível fácil ainda continua um jogo desafiante, ainda mais que depois de um game over, dependendo da fase em que estivermos, voltamos para o começo da mesma!

LEIAM – Castlevania Bloodlines | Prévia do Jogo

Portanto, minha recomendação: Joguem o Sonic Wings se acharem o Aero Fighters muito difícil!

A versão japonesa, mesmo no nível normal apresenta uma dificuldade bem justa e o jogo pode ser terminado, mesmo que você tenha que usar o número aumentado de continues desta versão, que soma 9 créditos para você se divertir, afinal, o intuito é a diversão, não é mesmo?

Ah, um segredo… nessa versão, caso jogue no nível fácil, mesmo que morra na última das 7 fases, você não volta do começo, então mande bala 😉

PHALANX

 

O segundo da lista é Phalanx – The Enforce Fighter A-144, de 1992, ou como alguns devem conhecer, “o jogo com o tio do banjo na capa”.

Phalanx é um shooter horizontal, que me impressionou. Não esperava que o jogo do banjo apresentasse tanto potencial! Esse foi um jogo que selecionei para conhecer mais, já que vale pela surpresa.

Um sistema interessante, com 3 “slots” de armas principais que montamos à nossa escolha, com lasers, tiros carregados, teleguiados e uma metralhadora, os quais podem combinar com 3 tipos de mísseis diferentes, gerando uma combinação bacana, além de que existe uma barra de energia, algo não tão comum do gênero.

 

Além disso, você também pode alternar entre 3 velocidades da sua nave, algo que pode ajudar muito!

Phalanx pode ter seus defeitos, como os tiros avermelhados muitas vezes são difíceis de ver, além de que as fases são assustadoramente extensas, mas pode ser um ótimo jogo para iniciantes do gênero.

O jogo já começa configurado no fácil, mas mesmo jogando no modo normal, mesmo os novatos no gênero não deverão ter muitos problemas pra se divertirem!

AXELAY

 

Para fechar com chave de ouro, Axelay, de 1992 pela Konami! Onde controlamos a incrível nave D117-B – também conhecida como Axelay -, resultado dos esforços da engenharia dos planetas do sistema Illis no desenvolvimento de uma arma tão avançada e tão cara que apenas uma pôde ser construída! Isso, para deter uma força de destruição à caminho de Illis!

Caras, que game fantástico! Começa com uma trilha sonora fantástica e uma mecânica de jogo bem interessante… alternamos entre fases verticais (as quais abusam dos poderes do Mode 7) e horizontais.

LEIAM – Castlevania: Circle of The Moon | Análise

A cada fase que passamos, ganhamos uma nova arma e temos a chance de utilizá-la em um dos 3 slots que temos, podendo estas armas ser tiros ou bombas. Uma característica interessante, é que se recebermos um tiro, perdemos a arma equipada, ou seja, podemos tomar 3 tiros antes do tiro fatal.

No entanto, uma colisão ou um tiro enquanto estivermos com uma arma quebrada selecionada resultarão em morte certa.

3 Jogos de naves do SNES

UM JOGO DIFÍCIL

A velocidade é regulada logo no início do jogo, no menu de opções. Sugiro que regulem para a velocidade 4 (de 5 disponíveis).

Mesmo nessa velocidade conseguimos controlar a nave de maneira tranquila, sem ficar trombando a torto e a direito em tudo quanto é canto, aliás, na primeira fase já temos um trecho que se estivermos numa velocidade inferior a essa, quase certamente não passaremos intactos.

Acho Axelay bem difícil, e pode representar um desafio bom para os amantes do gênero, mas é um jogo que vale muito jogar!

E essas foram minhas recomendações iniciais de 3 jogos de nave do SNES… não quer dizer que são os melhores, mas são jogos que tem suas marcas interessantes… seja por serem clássicos, originais ou por terem capas polêmicas…

E caso queiram checar o gameplay dessas belezuras, é só ver esse vídeo aqui onde jogo um pouco dos três.

Boa jogatina a vocês!

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