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Cinco longos anos após seu lançamento, enfim decidi me aventurar pelas ruas de Raccoon City novamente em Resident Evil 3 Remake. Muito disso graças ao fato de o título ter entrado no serviço Xbox Game Pass. Posso dizer que tê-lo disponível foi uma das razões pelas quais decidi jogá-lo durante as minhas férias — que, infelizmente, estão perto do fim no momento em que escrevo este texto.

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Depois de 6 horas de jogatina, consegui finalizar o jogo e vim até aqui para compartilhar a minha experiência. Afinal, escrevi sobre Resident Evil 2 Remake, título de que gostei muito, então queria ter a oportunidade de cobrir os dois remakes no site. Dessa vez, pretendo fazer de um modo diferente — não necessariamente produzindo uma análise, mas sim dissertando sobre como foi minha experiência e o que achei da obra como um todo.

Será que isso vai funcionar? Não saberia responder, mas quero tentar essa nova abordagem e espero que apreciem.

Reprodução: Capcom

Bem-vindo de volta, Jill

Se existe uma personagem muito querida por mim, é a Jill Valentine. Ela é uma protagonista forte e pioneira no que se refere à epidemia biológica, então tê-la como protagonista em Resident Evil 3 sempre foi um grande acerto, ao meu ver.

Estamos falando de alguém que já presenciou uma epidemia e sabe o que ela faz com as pessoas. Colocá-la novamente no centro do caos em Raccoon City, lutando por sua vida enquanto tenta entender o que houve ali, não só foi um bom fanservice como também permitiu um desenvolvimento mais aprofundado da personagem.

Ela não é um “batalhão de uma mulher só”, tem limitações, precisa da ajuda de Carlos ao longo da trama (mesmo que a contragosto) e não foge de nenhum embate com o Nemesis — apesar de ser possível fugir, mas isso não vem ao caso. O fato de ela não ser uma versão feminina do Capitão América realmente fez com que eu gostasse ainda mais da Jill nesse jogo.

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Só que essa característica foi levemente alterada no remake. Agora temos momentos em que a Jill soa um pouco cheia de si mesma após topar com uma criatura de quase 3 metros de altura. Ok, ela faz parte dos S.T.A.R.S., que é quase um BOPE, e já enfrentou um Tyrant, mas não é como se ela encontrasse criaturas desse tipo toda semana. Essa falta de surpresa me incomodou um pouco ao longo do jogo.

Não importava a forma que o Nemesis tomasse, a reclamação dela era sempre sobre a insistência dele em matá-la — e não sobre o fato de ele estar se tornando uma criatura cada vez mais grotesca e mortal. Isso foi meio chato de ver. Lá pela quarta vez que enfrentamos o Nemesis, você começa a ter a mesma reação da Jill: “Só mais uma segunda-feira.”

Reprodução: Capcom

Uma cidade um tanto pequena

Resident Evil 3 era o único jogo da série em que podíamos explorar um pouco mais da cidade de Raccoon City — algo que, ao meu ver, sempre foi uma de suas maiores qualidades. Ganhar as ruas da cidade e poder se esgueirar por becos, restaurantes, hospitais, prefeitura e outras localidades era muito divertido.

Logo, com o anúncio do remake, a expectativa de revisitar todo esse cenário com o fotorrealismo da RE Engine era enorme. Principalmente porque RE2 Remake foi um sucesso, então era quase impossível conter a animação com o título. E se tem algo que precisamos aprender a conter é a expectativa, pois a indústria de jogos nem sempre consegue atendê-las.

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O jogo é realmente muito bonito. As ruas de Raccoon City brilham na RE Engine, com muito lixo, restos de construção e carros retorcidos por explosões. Numa primeira jogatina, você fica impressionado. Porém, se buscar em sua memória, perceberá que agora Raccoon City parece muito menor. Objetos maiores limitam o espaço que podemos explorar, interagir ou acessar. Nada acontece nesses locais que justifique sua existência, enquanto no clássico havia eventos que nos levavam a outros lugares para adquirir itens ou peças de quebra-cabeça.

Resident Evil 3 Remake é muito mais enxuto. Perdeu muito do backtracking do clássico, e várias áreas foram cortadas — como a torre do relógio e o parque onde enfrentávamos a minhoca gigante.

Raccoon City infelizmente se tornou menor, enquanto os esgotos ganharam mais atenção.

Reprodução: Capcom

Um Nemesis menos acanhado

Não só a cidade ficou menor, como o Nemesis também se tornou menos acanhado — recorrendo a transformações mais rápidas para alcançar Jill durante a trama acelerada. Se antes víamos o Nemesis evoluindo aos poucos, agora ele rapidamente se transforma em versões mais poderosas. Isso elimina a possibilidade de encontrá-lo em becos e corredores, pois ele agora exige arenas maiores.

Talvez o que tornasse o Nemesis tão icônico, além da sua obstinação, fosse a imprevisibilidade: ele podia surgir a qualquer momento. Isso nos deixava tensos sobre se estávamos com recursos suficientes para enfrentá-lo.

Depois da primeira hora, os encontros com Nemesis passam a acontecer apenas em arenas. Toda a tensão se esvai, o que é uma pena. No clássico, o segundo estágio dele era assustador por sua velocidade — se você não estivesse preparado, morria rápido.

Em RE3 Remake, os combates contra essa segunda forma ocorrem em arenas, onde você corre em círculos esperando o ataque dele para poder contra-atacar com o que tiver — ou com o que encontrar espalhado pelo cenário.

Reprodução: Capcom

Uma experiência curta

Com tudo o que falei até agora, pode parecer que não gostei do jogo — mas é o contrário. Enxugar tantos elementos do clássico fez com que o título se tornasse uma aventura muito mais direta ao ponto. Lidar com o Nemesis talvez não evoque mais o terror de antes, mas isso não o torna menos desafiador.

Ele agora assusta mais pelo tamanho e pela velocidade, principalmente pelos seus saltos — que quase me fizeram jogar o controle no chão algumas vezes. E Raccoon City está muito bem ambientada, com becos escuros e criaturas à espreita. Essa combinação torna Resident Evil 3 Remake uma experiência curta, porém agradável. E isso contribui para o fator replay do jogo.

Talvez não seja perfeito, e até pudesse ter sido lançado como uma DLC de Resident Evil 2 Remake, mas o título consegue, no fim das contas, ter brilho próprio.

Fiquei bem contente com tudo o que vi. Apesar de achar tudo muito acelerado, enfrentar o Nemesis em sua forma final com uma arma supermoderna foi de arrepiar. Mesmo sem alguns dos elementos que tornaram o original um clássico, esta releitura ainda é competente. Erra aqui e ali, mas no final entrega uma obra redondinha e divertida.

Reprodução: Capcom

Conclusão

Resident Evil 3 Remake me agradou bastante, sendo uma experiência perfeita para o momento em que eu me encontrava antes de jogá-lo. Sabe quando você olha para a biblioteca de jogos e pensa: “Não tenho nada para jogar”? Foi exatamente isso que aconteceu comigo. Não tinha nada que realmente me empolgasse, então fui ao Game Pass, vi o título e instalei só para brincar um pouco. Quando percebi, não queria mais parar de jogar.

Durante a jogatina, senti falta das opções que tínhamos sempre que encontrávamos o Nemesis ou uma horda de zumbis invadindo um posto de gasolina. Mas isso foi superado à medida que eu acessava novas áreas ou enfrentava criaturas diferentes.

No fim, após concluir o jogo, fiquei feliz por mim mesmo, por tê-lo fechado, e pela diversão que ele me proporcionou ao longo das 6 horas. Ele talvez esteja longe de ser perfeito, mas com certeza vai entreter e divertir quem decidir jogar.

Nota: 7,0/10

Recomendo!

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Dead Rising Deluxe Remaster | Análise https://www.arquivosdowoo.com.br/2024/10/07/dead-rising-deluxe-remaster-analise/ https://www.arquivosdowoo.com.br/2024/10/07/dead-rising-deluxe-remaster-analise/#comments Mon, 07 Oct 2024 21:15:07 +0000 https://www.arquivosdowoo.com.br/?p=17771 Dead Rising Deluxe Remaster é sem dúvida aquele titulo que definitivamente precisava voltar nas plataformas modernas, não só para conferirmos como o titulo se adequa ao RE ENGINE, que praticamente elevou o nível das produções da CAPCOM, como também apresentar ao publico mais jovem um titulo que sem dúvida não deve cair no esquecimento. LEIAM […]

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Dead Rising Deluxe Remaster é sem dúvida aquele titulo que definitivamente precisava voltar nas plataformas modernas, não só para conferirmos como o titulo se adequa ao RE ENGINE, que praticamente elevou o nível das produções da CAPCOM, como também apresentar ao publico mais jovem um titulo que sem dúvida não deve cair no esquecimento.

LEIAM – Kunitsu-Gami: Path of the Goddess | Análise

Com personagens intrigantes e malucos, somos levado a uma cidade tomada por zumbis, e você no papel de Frank West decide se jogar naquela loucura para descobrir os segredos e quem sabe ganhar o Prêmio Pulitzer. Esqueça qualquer traço de moralidade que conhecia (ou não), abrace a loucura, enfrente psicopatas e tente sair vivo nesse remaster de luxo que a Capcom gentilmente nos cedeu uma chave para produzirmos essa analise.

Me acompanhe para saber como foi a minha experiência nesse titulo onde zumbis preenchem o local como enchentes, confira!

Dead Rising Deluxe Remaster
Reprodução: Capcom

Quanto a história

Dead Rising Deluxe Remaster  não traz grandes mudanças na história original e nem tem porque o fazê-lo, afinal, tudo aqui é um grande pretexto para que possamos trucidar o máximo de zumbis das maneiras mais criativas possível em uma versão remasterizada bonitona.

Na trama Frank West é só um jornalista que está disposto a fazer qualquer coisa para conseguir o seu grande furo de noticia, não importa qual meio. Só por isso ele se lançou de um helicóptero no terração do Shopping da cidadezinha de Willamete e com um prazo de 72 horas para descobrir tudo o que está acontecendo e meter o pé daquele lugar. Uma premissa bem direta, certo?

Parece que não, mas existe um pouco de desenvolvimento do personagem, que apesar de ser apresentado como alguém se escrúpulo, ele acaba encontrando os psicopatas e percebendo que é possível ir mais além ao se entregar ao caos que reina naquele lugar. No fim das contas você se verá preocupado em tentar salvar o máximo de vidas que encontrar pelo shopping, não só pelos pontos (que é muito bem-vindo), mas também porque é algo que gostaríamos todos nós de o fazê-lo.

Frank preocupa-se consigo mesmo, mas é interessante ver que ele vai mudando a medida que a história se desenrola e começa até ser mais empático.

Dead Rising Deluxe Remaster
Reprodução: Capcom

Um presente aos fãs

Uma das novidades presente em Dead Rising Deluxe Remaster é a sua localização e dublagem totalmente em português e que está muito boa. É sempre bom ver que a Capcom tem tido essa preocupação com todos os consumidores dos seus produtos, e isso se destaca por investimento como esse.

Ah, mas se você acha que a localização não é o suficiente, calma lá, por meio de DLC você conta com uma variedade de roupas novas para Frank West, que vão desde as roupas de Leon S. Kennedy da serie Resident Evil a Ken de Street Fighter, que só reforça o que sempre soubemos: Dead Rising Deluxe Remaster está muito longe de ser um jogo sério – Certo, nesse quesito eu preciso dizer que cosméticos por mais legais que sejam, só vale a pena se você realmente é um avido fã da série e se encanta com isso.

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Também temos novas funcionalidades que tornam a experiência com o titulo remasterizado ainda melhor. No original precisávamos nos ater aos horários que determinados eventos se passavam, enquanto nessa nova versão podemos simplesmente avançar ao tempo e ir diretos aos eventos que nos interessam, nessa situação aqueles que envolvem os casos que precisamos concluir para avançar no modo campanha.

Existe também a melhoria na durabilidade de todos os itens que coletemos durante o jogo, o que era uma das características mais frustrantes do jogo original. Imagina você se ver cercado e começar a bater em um inimigo e a arma se partir antes mesmo que você consiga deitar um grupo na porrada? É, realmente é frustrante. Por sorte isso melhorou consideravelmente.

Outra novidade é a possibilidade de saltar as conversas com os sobreviventes, algo que no original não era possível, então se você quisesse jogar novamente o titulo após finalizar, seria obrigado a ler todo o dialogo de novo. Não mais, glorias, não mais por aqui.

Dead Rising Deluxe Remaster
Reprodução: Capcom

Um remaster de luxo

Dead Rising Deluxe Remaster é uma ótima surpresas aos fãs que ansiavam por alguma novidade da famosa série, e para a nossa surpresa e, talvez como uma forma de verificar o interesse do publico por uma nova sequencia, o jogo chega quase como um remake aos consoles modernos.

O uso da RE ENGINE sem dúvida transformou o jogo clássico em uma experiência muito acima do original em termos de estética, o que o torna muito mais palatável para a geração atual de consumidores. É difícil não olhar para ele e pensar que trata-se de um remake, mas não se engane, ainda é o mesmo jogo de 2006 mas com melhorias. O que torna isso evidente é quando olhamos para NPCs menos importantes, pois sua restauração destoa em comparação a todo o resto – Enquanto Frank ou outros ganharam uma bela maquiagem e banho de lojas, outros parecem que só receberam um talco de bebê.

Por outro lado, ainda dentro do aspecto estético, podemos dizer que o banho de sangue é maravilhoso, com sangue salpicando tudo e a todos enquanto destroçamos hordas de zumbis. Coisa linda de se ver. Mas saltar e se movimentar ainda é um tanto duro, no pior sentido. Tá ai uma coisa que realmente deveria ter sido modificado para tornar melhor a experiência de correr e caminhar por todo o jogo.

Claro, falando em ataque, preciso apontar que agora temos a possibilidade de alternar os controles, sendo possível jogar com os controle original, aquele com os comandos no qual o titulo foi concebido e o moderno. O que me faz crer que apesar dos comandos originais serem um tanto diferentes, ainda assim, me parecem melhores do que os modernos. Claro, isso se você já jogou algum outro titulo da série.

Reprodução: Capcom

Conclusão

Dead Rising Deluxe Remaster é certamente um grande titulo que enriquecerá ainda mais a biblioteca de jogos que a CAPCOM vem construindo nos últimos anos. Hora publicando remakes, remaster e hora publicando títulos novos como Kunitsu-Gami: Path of the Goddess.

DRDR entra nessa lista de remaster bem sucedidos, que apesar de não reinventar (olha só, não é um remake, não é mesmo), consegue trazer melhorias significativas o suficiente para transformar a experiência original que conhecíamos. O jogo segue sendo uma obra muito divertida e sendo uma ótima desculpa para massacrar mortos vivos simplesmente porque sim, nós gostamos.

O sucesso desse titulo certamente será um termômetro para a CAPCOM continuar sua empreitada em remasterizar títulos aclamados, e por mais que o segundo tá logo ai, eu realmente gostaria de ver o terceiro jogo ganhando o mesmo cuidado, até porque é o titulo que mais joguei e continua sendo exclusivo nos consoles apenas no Xbox One. – Sim, tem no PC, mas consoles só Xbox One.

Nota: 8/10

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Dead Rising Deluxe Remaster está disponível para PlayStation 5, Xbox Series X e Series S, GeForce Now e Microsoft Windows. Esta análise foi feita com uma cópia para Xbox Series S|X gentilmente cedida pela CAPCOM.

 

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Street Fighter 6 | Será que é tudo isso mesmo? https://www.arquivosdowoo.com.br/2023/07/01/street-fighter-6-sera-que-e-tudo-isso-mesmo/ https://www.arquivosdowoo.com.br/2023/07/01/street-fighter-6-sera-que-e-tudo-isso-mesmo/#comments Sat, 01 Jul 2023 13:23:33 +0000 https://www.arquivosdowoo.com.br/?p=14300 Street Fighter 6, o novo capitulo de uma franquia que completará 36 anos em agosto, enfim está entre nós. O mais surpreendente aqui nem é a idade da franquia, mas sim como ela se manteve relevante ao longo de todos esses anos, nos provando ser um sucesso até mesmo nos títulos em que muitos apontam […]

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Street Fighter 6, o novo capitulo de uma franquia que completará 36 anos em agosto, enfim está entre nós. O mais surpreendente aqui nem é a idade da franquia, mas sim como ela se manteve relevante ao longo de todos esses anos, nos provando ser um sucesso até mesmo nos títulos em que muitos apontam como uma mancha em seu legado, como em Street Fighter V, que apesar da chuva de criticas, ainda se manteve firme – Pelo menos no competitivo.

Falando por mim, a minha história com a franquia começou bem cedo enquanto eu ainda era moleque, desde então  busquei consumir quase tudo o que foi lançado sobre Street Fighter. Digo isso como alguém que amava passear em frente aos arcades, mas só fui ter contato em casa jogando direto de um Super Nintendo.

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Infelizmente eu não tive a oportunidade de jogar tanto SF4  no Xbox 360 como queria ou tampouco SF5 devido sua limitação ao PS4 e PC, mas esse ano a coisa mudou, estou tendo a oportunidade de analisar o titulo ainda em seu lançamento e isso é incrível pra mim. Obrigado Capcom Brasil por ter nos fornecido uma chave do jogo para analisar.

Faz alguns dias que estou jogando e nesse momento eu me sinto seguro para compartilhar com todos vocês minha experiência com Street Fighter 6.

Street Fighter 6
Minha avatar – Créditos: CAPCOM

VAMOS COMEÇAR PELO MODO WORLD TOUR

Entre as adições, o modo World Tour de Street Fighter 6 deu um pouco o que falar, isso por conta dele parecer mal otimizado, com quedas de frame constante em determinados momentos e isso chega a incomodar, afinal é um jogo da nova geração.

Por outro lado mesmo diante dessa dificuldade é um modo interessante por possibilitar que você conheça mais da história de Street Fighter, caso você seja alguém novo no universo ou mesmo não tenha qualquer afinidade com os personagens clássicos da franquia. Não que entendê-los um pouco melhor mude alguma coisa, mas é um fanservice bacana.

Logo no início desse modo você precisará usar das ferramentas de criação para criar o seu avatar no jogo. Não sei criar gente bonita nesse jogo. Obviamente isso não tira o mérito do titulo, mas você não conseguira criar uma garota que tenha um modelo de corpo igual ao da Cammy por exemplo se tiver as mesmas habilidades que eu na ferramenta de criação.

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Eu não costumo reclamar, mas pelo tamanho do jogo eu esperava ao menos que tivéssemos uma dublagem recorrente ao invés de textos e suspiros. Tá, eu entendi que a Capcom fez um RPG de luta nesse modo, mas a gente não esperava. Talvez o ponto mais negativo é que ele não seja realmente interessante pra você se esforçar até o seu final e o motivo é exatamente as constantes batalhas que você pode se deparar enquanto caminha por Metro City, além dos cansativos diálogos e as idas e vindas.

Outro fator interessante é que será nesse modo que você aprenderá o passo-a-passo de como se jogar no controle moderno, então dá pra encará-lo como um grande e longo tutorial que vai exigir a sua paciência. Ou não, afinal, pode agradar você esse modo.

Street Fighter 6
ISSO, METRO CITY! CIDADE DO EX-PREFEITO HAGGAR!!   – Créditos: CAPCOM

Uma das vantagens, e essa eu digo que é um teste de paciência é que se você quer desbloquear roupas dos seus personagens sem ter que desembolsar uma grana comprando moeda do jogo com dinheiro real, você terá que elevar o nível de afinidade com os personagens do jogo que estão disponíveis como mestre no modo World Tour.

Basta você ir lutando e ganhando moeda, para depois comprar esses presentes e entregar ao Ryu, Ken, Chun-li ou Luke, escolhe um e vai fundo agradando eles pra conseguir roupa clássica ou alternativa – Eu acho que até entendo porque uma galera prefere comprar com dinheiro real.

Onde eu estava mesmo, ah, sim, METRO CITY.  A cidade está tomada de gangues e cabe a você resolver todos os problemas em sua jornada de se tornar o mais forte e encontrar a razão do porque quer ser um lutador. Essas coisas. O jogo tem um fiapo de historia que o leva a encontrar com todos os personagens disponíveis no jogo atual e até pedir que eles ensinem seus golpes especiais. É isso.

Talvez isso seja utilizado de outra forma também, como adicionar novos personagens que venham a entrar no passe de batalha, quem sabe.

Créditos: CAPCOM

Battle Hub

Fliperamas com jogos clássicos e desafios, além da possibilidade de enfrentar outros avatares em um combate no mínimo curioso onde você será macetado. Isso porque se estiver em level baixo, encarar pessoas com level acima é garantia de ser destruído, seja por conta das diversas barras de energia ou pelos comandos desbloqueados que você não tem até aquele momento.

Por outro lado é interessante porque você pode treinar jogando contra outros jogadores e ainda realizar desafios diários que lhe fornecem bonificações com um determinado personagem. A parte boa é que se você se preocupa com ranking, aqui tu vai enfrentar todo o tipo e aprender muito jogando sem perder pontuação.

Créditos: CAPCOM

Quer enfrentar alguém? Então se sente em uma das maquinas e espere outro jogador o desafiá-lo. Quer desafiar algum oponente valioso mas ele está no meio de uma partida? Entre na fila e assista a  luta dele contra o oponente atual e vá conhecendo sua forma de jogar.

Eu que particularmente não gosto desses lobbys de jogos, reforço que o de Street Fighter 6 me cativou mais pela forma como ele se apresenta, tenho de reconhecer isso. Há centenas de avatares deformados que o povo cria pela zueira, mas no sentido de combate é ótimo enfrentar gente habilidosa e se desafiar pelo hub.

Uma sacada genial da Capcom aqui é terem colocado fliperamas com seus jogos clássicos, como Final Fight, Street Fighter 2 e até mesmo o primeiríssimo Street Fighter. Sendo possível jogar com fichas infinitas ou tentar registrar o maior nível de ranking possível no desafio da maquina.

Vai lá, desafie-se.

Fighting Ground

É aqui onde realmente a diversão começa, pelo menos foi para mim, pois conta com o modo arcade onde você escolhe os personagens e aproveita o modo história, batalhas extremas, treinamento e lutas ranqueadas e salas personalizadas, onde você se reúne só pra trocar sopapos e prosear com os amigos.

Nesse ponto vou dar um ênfase ao cuidado que a Capcom teve por encher de informações em como se jogar com os personagens, treinar seus combos e se arriscar nas batalhas ranqueadas. Claro, tem o modo história que você vai curtir, mas o jogo entrega uma jogabilidade tão boa e refinada que você sentira confiança em se arriscar em partidas online.

Eu digo isso como alguém que sempre fugiu do online pelo fato de ser um ambiente estressante, porém, aqui, a coisa muda um pouco de figura. Começando pela possibilidade de você  ter a sua disposição 3 tipos de controle, o moderno, dinâmico e o clássico.

Street Fighter 6
Créditos: CAPCOM

No comando moderno você terá os principais golpes do personagem a sua disposição de maneira mais fácil, mas não o suficiente para você não ter que aprender fazer um melhor uso, afinal, ele é apenas um atalho para golpes que você teria de realizar um comando especifico.

No Comando clássico, este consiste como o próprio nome sugere é modo o qual todos nós sempre jogamos Street Fighter.

No comando dinâmico, este você não conseguirá jogar online, muito porque ele facilita em muito no desenvolvimento de combos fazendo pouco ou quase nenhum esforço. É interessante caso queira jogar com alguém no versus, mas a nível pratico causaria um estrago tremendo no online.

Créditos: CAPCOM

Sendo bem direto, não gostei muito dos controles novos, assim tenho mantido jogando no clássico apenas por referencia mesmo. Já estou acostumado com a execução de comandos e até vejo como um desafio positivo quando me deparo com jogadores usando controle moderno. Outro fator que me faz apreciar o controle moderno é a inclusão que ele oferece.

Isso é algo muito incrível, porque ninguém deveria ficar de fora dos jogos de luta, e os controles modernos contribuem em muito para isso.

No Batalhas Extremas você vai realizar desafios no mínimo curiosos, como lutar com um personagem enquanto touros atravessam a tela – Loucura total isso aqui, mas eu ainda prefiro acessar o Fight Ground pelos modo arcade, treinamento e ranqueadas.

Créditos: Digital Foundry

E AI VOCÊS ME PERGUNTAM, EXISTE ALGUM PROBLEMA?

Único ponto que realmente me decepcionou e friso aqui que não sou lá uma pessoa de reclamar, é a questão gráfica no Series S se comparado ao seu irmão mais caro e com entrada de disco. Isso vale até para o PlayStation 5 que também conta uma qualidade gráfica melhor.

Entendo que o Series S é um console da nova geração, mesmo que isso cause controvérsias nas rede sociais, o que não me importo muito, mas jogos como Resident Evil Village que também usa da  entregou gráficos espetaculares em consoles como Xbox One e PlayStation 4 e absurdos em um PlayStation 5 e Series S | X, é quase impossível não se questionar quanto a questão gráfica do jogo no Series S.

Não que isso vá interferir na experiência geral, MAS, o Series S ainda é um console relativamente caro, mais barato se comparado aos PlayStation 5 e Series X, mas ainda caro, então reclamar disso é sim plausível.

CONCLUSÃO

Street Fighter 6 é um grande salto no futuro da franquia, onde todo mundo agora poderá jogar contra seus amigos, exceto no Nintendo Switch e o Xbox One. O que é uma pena, mas é melhor do que manter o titulo restrito a uma única plataforma e PC, né Capcom.

Os personagens novos são muito interessantes, e o protagonismo de Luke tampouco incomoda, na verdade eu gostei muito do personagem e sua rivalidade com Jamie. Os personagens clássicos Ken, Ryu  e Chun – Li estão lá, mais velhos e mais poderosos, então ver que novos personagens estão ganhando um maior protagonismo, não torna esses personagens inferiores. Eu diria que são até mais poderosos, apesar de que alguns personagens são uma verdadeira maquina de bater no online e que vão te deixar puto.

Só que tudo funciona muito bem e o sistema de Drive Impact é algo delicioso, talvez uma das coisas que mais gostei, porque trata-se de uma barra que pode ser usada tanto para você atacar de forma pesada e paralisar o oponente por alguns segundos, também pode ser usado para que você corra e encaixe combos mais rapidamente, tornando o combate frenético.

E jogar online é uma das melhores experiências, eu não tive nenhum problema em encontrar partidas online e pelo fato de que o jogo permite que cada um jogue com o seu cenário predileto, você não carrega a conexão, por os cenários são instalado em seu console, então cada estará no cenário que quiser enquanto batalha.

No fim das contas, eu não poderia ter ficado mais feliz com tudo o que eu vi em Street Fighter 6, não a toa que no momento conto com pouco mais de 30 horas de jogatina. Se você acha que os elogios foram exagerados, bem, alguns deles sim, mas todos devidos, vide a qualidade empregada no desenvolvimento do jogo.

Quem gosta de jogos de luta não vai se arrepender de adquirir Street Fighter 6

Nota Final: 9,5

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Street Fighter 6 está disponível para PC, Xbox Series S|X, PlayStation 4, PlayStation 5 e esta análise foi feita com uma chave de Chave enviada pela Capcom.

 

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Resident Evil Village | Impressões das sombras https://www.arquivosdowoo.com.br/2021/05/30/resident-evil-village-impressoes-das-sombras/ https://www.arquivosdowoo.com.br/2021/05/30/resident-evil-village-impressoes-das-sombras/#respond Sun, 30 May 2021 08:00:33 +0000 https://www.arquivosdowoo.com.br/?p=7439 Eu adoro a franquia Resident Evil clássica e quem acompanha a site há muito tempo sabe disso. E mesmo que eu tenha perdido alguns spin-offs ao longo dos anos, não passei a gostar menos da franquia. Logo, com o anuncio de Resident Evil Village a minha empolgação voltou, um pouco contida, mas ainda com boas […]

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Eu adoro a franquia Resident Evil clássica e quem acompanha a site há muito tempo sabe disso. E mesmo que eu tenha perdido alguns spin-offs ao longo dos anos, não passei a gostar menos da franquia.

Logo, com o anuncio de Resident Evil Village a minha empolgação voltou, um pouco contida, mas ainda com boas expectativas. Primeiro pelo motivo de explorar a mitologia dos monstros e deixar um pouco de lado os bons e velhos zumbis.  Esses estão em um descanso desde o sétimo titulo alias.

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E após toda a espera, finalmente pude colocar minhas mãos no novo titulo da franquia e tirar minhas conclusões. Claro, sendo honesto, ainda não finalizei mas queria deixar minhas impressões das mais de 10 horas jogadas até o momento.

Sigam-me forasteiros!

O início da Jornada em Resident Evil Village

Resident Evil Village ocorre meses após os traumáticos eventos do sétimo game, agora Ethan Winters está em uma casa confortável em algum canto do mundo com Mia e sua filha recém-nascida, Rose.

Nesse ponto somos embalado por uma rápida sensação de segurança, caminhando com a bebe nos braços enquanto Mia prepara o jantar. É incrível o quão belo esse game está, mesmo no meu Xbox One Fat 2077.

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Nesse ponto eu recomendo ao leitor a explorar um pouco a casa, é possível notar livros sobre armas entre outras coisas, dando sinal de que Ethan passou por um treinamento. Isso fica meio explicito, mas é interessante vasculhar assim mesmo na primeira jogada.

Quando retornar a sala de jantar, tudo vai para os ares e você será atirado no meio do nada próximo a um vilarejo, e ai o game começa. Toda a cena que se segue até esse ponto é surpreendente, ao ponto de ser quase impossível não se impressionar com o que pode ser feito com a RE ENGINE.

OLHA O BICHO VINDO!

Ethan acaba sendo atirado próximo a um vilarejo depois do carro que o transportava capotar. Ferido e sem ideia de onde Chris levou sua filha, resta ao personagem agora controlado pelo jogador se aventurar naquele local e encontrá-la.

Nesse ponto em diante a coisa só melhora, somos apresentados a um dos inimigos mais recorrentes, Os Licanos. E eu gostei tanto das características desses inimigos que vou dedicar algumas linhas a eles.

Os licanos são inimigos extremamente ágeis e isso lhes permite desviar do campo de tiro, após ser alvejado uma vez. Não fosse a agilidade um problema, alguns são mais resistentes por contar com armaduras e armas. É. Alguns deles portam armas brancas, como machados rudimentares e até arcos com flechas.

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Quando em grande número causam uma bela dor de cabeça para derrotá-los, mesmo com armas mais poderosas. Nesses momentos o local sempre deixa alguns barris, meio que propositalmente para usarmos em situações como essa, então atirem neles com sabedoria.

O aspecto físico dos licanos remetem ao The Wolf Man, mas não o clássico de 1941 com o saudoso Lon Chaney Jr. e sim o remake de 2010 e com devidas mudanças.  E mais adiante do game você se depara com outros monstros, mas sendo sincero esses são os meus prediletos.

“No rancho fundo, Bem pra lá do fim do mundo”

Se existe algo que merece destaque são os efeitos sonoros, que estão simplesmente absurdos. É impossível não se deixar levar pela imersão que a combinação de sons e trilha causa no jogador. Há determinados pontos que você simplesmente ouve estalar de madeira, tilintar de cristais, uivos, pássaros e todo tipo de coisa que cria uma atmosfera pesada e claustrofóbica.

Tudo no game é belo e assustador ao ponto de conseguir deixar o jogador com aquela pulga atrás da orelha, o que torna as idas e vindas à determinados trechos do mapa uma jornada repleta de ansiedade.

Por outro lado a área de exploração do game é relativamente grande, mas sem contar com respawn constante de inimigos. Imaginava encontrar um numero maior e considerável, mesmo jogando no modo normal do game, mas ele meio que lhe da uma colher de chá depois que você limpa uma área. Só retornam após você derrotar um dos filhos de Miranda, o que reflete nas áreas já visitadas.

E quanto a munição para lidar com essa corja toda, bem, ela não é tão farta no modo casual. Você encontrará pólvora entre outros elementos que são usado para a confecção dessas munições em caixotes quebráveis e espalhado por todo o mapa, além daquilo que os inimigos vão dropar após serem mortos.

Os Filhos de Miranda

Resident Evil Village conta com cinco bosses do modo história, são eles: Lady Dimitrescu, Donna Beneviento, Salvatore Moreau, Heisenberg e a Mãe Miranda. Existe outros menores e até ganhou certa atenção, mas quando você joga percebe que ficaram restritos apenas a pôsteres de divulgação.

Lady Dimetrescu ganhou mais atenção em marketing do que no game propriamente dito, pois é uma das primeiras áreas em que você desbravara e vai notar que é um local relativamente rápido de se avançar. Não entrarei no mérito do combate contra ela ou suas filhas, mas lhes garanto que é no mínimo divertido.

Donna Beneviento é a segunda na história, então após derrotar Dimetrescu você se vera direcionado a mansão da Beneviento. Um dos trechos mais assustadores, diga-se de passagem e o mais fácil de todos. Em seguida temos Salvatore Moreau e seu parque aquático. Não diria que é fácil esse trecho, mas tem alguns momentos que realmente são chatos. O combate com ele é interessante e ao meu ver um dos personagens com a personalidade mais legal.

Existem outros monstros mais fortes que os licanos e ghouls, como o Urias, aquele velho barbudo segurando uma marreta que aparece nos trailers, ou o canibal brutamontes. São relativamente difíceis, então controla essas munições.

Impressões finais (por enquanto)

Estou gostando bastante de Resident Evil Village, mas não o achando tão assustador quanto se fez parecer. Claro, o fator ação está aqui mas até onde estou jogando eles são bem pontuais.

É curioso ver como conseguiram criar um equilíbrio aqui entre a ação e o terror. Oras, há uma horda de lobisomens prontos para lhe arrancar uns nacos de carne, só que também temos um barril explosivo doido para transformá-los em uma chuva de sangue.

Essa mescla funciona tão bem que você, mesmo sabendo o que vai acontecer em seguida, ainda toma alguns sustos ou continua tenso.  Claro, existe alguns por menores para se falar, mas vou deixar para citá-los na analise que sairá assim que finalizar o game.

Por enquanto só posso dizer que é um dos títulos mais belos da franquia, mesmo rodando nos consoles da 8º geração. O enredo é interessante e consegue prender, ainda que as vezes sinta que algumas coisas estão ali atiradas porque alguém achou a ideia boa, mas no contexto geral é divertido. Senti que houve um hype levemente exagerado em cima do titulo, mas como não o finalizei, deixarei para falar mais depois.

Espero que tenham gostado do texto, e se também está jogando  comente abaixo o que esta achando do game.

Essa análise foi feita com uma cópia digital de Xbox One gentilmente cedida pela distribuidora do jogo.

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