Arquivos QuByte Games - Arquivos do Woo https://www.arquivosdowoo.com.br/tag/qubyte-games/ Um pouco de tudo na medida certa Thu, 25 Jul 2024 23:11:24 +0000 pt-BR hourly 1 https://wordpress.org/?v=6.9 https://www.arquivosdowoo.com.br/wp-content/uploads/2020/12/cropped-logo-150x150.png Arquivos QuByte Games - Arquivos do Woo https://www.arquivosdowoo.com.br/tag/qubyte-games/ 32 32 Willy’s Wonderland | Ou Wardogs com multiplayer https://www.arquivosdowoo.com.br/2024/07/22/willys-wonderland-ou-wardogs-com-multiplayer/ https://www.arquivosdowoo.com.br/2024/07/22/willys-wonderland-ou-wardogs-com-multiplayer/#respond Mon, 22 Jul 2024 21:40:36 +0000 https://www.arquivosdowoo.com.br/?p=17152 Quando a QUByte e a Mito Games anunciaram Willy’s Wonderland algum tempo atrás (Primariamente pra celulares), eu achei que seria algo inspirado por Alice no País das Maravilhas, porque eu não tinha nenhum conhecimento do filme estrelado pelo Nic Cage (Willy’s Wonderland: Parque Maldito), que aproveitava a onda de Terror com mascotes, popularizada por Five […]

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Quando a QUByte e a Mito Games anunciaram Willy’s Wonderland algum tempo atrás (Primariamente pra celulares), eu achei que seria algo inspirado por Alice no País das Maravilhas, porque eu não tinha nenhum conhecimento do filme estrelado pelo Nic Cage (Willy’s Wonderland: Parque Maldito), que aproveitava a onda de Terror com mascotes, popularizada por Five Nights at Freddie’s (que ironicamente teve um filme de sucesso ano passado).

LEIAM – WarDogs: Red’s Return | Final Fight dos Cachorros

O jogo, assim como o outro título da Mito Games que analisamos (WarDogs: Red’s Return) começou nos celulares, e recentemente recebeu um porte para PC e Consoles, no mês passado, fazendo desse review mais um dos “textos que deveriam ter saído em junho, mas a depressão do Sancini não deixou”.

Sem mais delongas, vamos ver se Willy’s Wonderland vale a pena seu tempo.

Créditos: QuByte Games

Descendo a porrada em Animatrônicos

Um grupo de animatrônicos ganha vida e começa a massacrar pessoas que ousam visitar o parque Willy’s Wonderland. Os jogadores assumem o controle do Zelador (Personagem de Nicholas Cage) ou de Liv (Personagem de Emily Tosta) enquanto enfrentam as hordas do mal comandadas pelos nefastos animatrônicos – Tito Turtle, Siren Sara, Arty Alligator, Cammy Chameleon, Willy Weasel e muito mais!

LEIAM – Elden Ring: Shadow of the Erdtree | A expansão… do número de vezes que morri

A princípio, um filme de terror não seria a melhor premissa para um beat’ em up, porém o roteiro insano e o filme em si são perfeitos pro gênero, já que Cage chuta cus no filme. Pena que todo o contexto do filme foi perdido na transição para o jogo (possivelmente porque o Mito Games é um estúdio pequeno), seria legal ter visto o caos do filme traduzido em cutscenes (mesmo que estáticas em forma de quadrinhos, como aconteceu em Wardogs).

Créditos: QuByte Games

Como WarDogs, mas coop e com menos conteúdo

Willy’s Wonderland é um beat’ em up no estilo 2D, você basicamente precisa bater em tudo que se mexe. Temos um botão pra soco, um pra chute, e algumas técnicas que podem ser usadas com um botão, ou uma combinação de dois botões (L1 + quadrado, triângulo ou círculo). As técnicas de um botão usualmente tem um tempo de cooldown, herança do jogo ter sido originalmente lançado para celulares.

Já as técnicas que utilizam o L1 usam a barra de FUN, que vai sendo enchida conforme batemos nos inimigos, apanhamos ou coletamos itens que enchem a barra. As técnicas utilizam um, dois ou três terços da barra e variam, uma aumenta a sua força por um período de tempo, outra dá uma regeneração de energia e a outra ajuda no contador de combo.

LEIAM – Meu setup e uma breve introdução ao mundo RGB

Em relação aos personagens, não há diferença entre o Zelador e a Liv, sendo algo meramente estético. Porém, ao contrário de WarDogs, aqui temos co-op, que ajuda bastante quando os inimigos resolvem judiar de você, tal qual as paquitas do Hamilton fizeram com o Latifi após Abu Dhabi 2021.

Infelizmente, tendo como comparação WarDogs, não há o modo extra (Horda), tampouco os chips desbloqueáveis para fortalecer seu personagem. E as batalhas de chefe, inimigos e padrões de ataque, são quase todos reciclados de WarDogs, fazendo o jogo parecer um reskin do mesmo.

Uma falha que permanece de WarDogs, é a detecção de colisão que em alguns pontos do jogo é falha (os próprios desenvolvedores admitem isso) e pode levar inimigos a te encurralarem e arrancarem um naco de vida com facilidade.

Créditos: QuByte Games

Gráficos e sons

A apresentação inicial do jogo é boa, mas ruim ao mesmo tempo. Faltou aquele tchan no menu principal, algo pra se passar por história. O que é bom ali é só o menu de seleção de fases.

Os modelos do jogo, bem… Poderiam ser melhores. Eles são passáveis, melhores que por exemplo o jogo de Tormenta. Os cenários são um tanto genéricos, apesar de tentarem lembrar o filme. Os protagonistas não lembram os atores que deveriam representar.

A trilha sonora é esquecível. Não tem músicas ruins, porém elas não empolgam o suficiente.

Willy's Wonderland
Créditos: QUByte

Nah

Willy’s Wonderland tropeça na falta de conteúdo, é mais quebrado que WarDogs, e o único positivo real é a adição de cooperativo. Há uma miríade de beat’em up’s melhores no mercado. Esse aqui é apenas meh, uma reskin com menos coisas.

Nota: 5,5/10

Willy’s Wonderland: The Game está disponível para PC, PS4, PS5, Xbox One, Xbox Series e Nintendo Switch. As versões de Android e iOS foram delistadas em 2023.

Esta análise foi feita com uma cópia da versão de PS4, cedida pela QUByte.

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Mustache in Hell chega semana que vem aos consoles https://www.arquivosdowoo.com.br/2024/02/01/mustache-in-hell-chega-semana-que-vem-aos-consoles/ https://www.arquivosdowoo.com.br/2024/02/01/mustache-in-hell-chega-semana-que-vem-aos-consoles/#respond Thu, 01 Feb 2024 18:04:45 +0000 https://www.arquivosdowoo.com.br/?p=16149 A editora brasileira QUByte Interactive, em parceria com a IdunaSoft, lançará Mustache In hell para PlayStation 4, PlayStation 5, Xbox Series X|S, Xbox One e Nintendo Switch em 08 de fevereiro de 2024. Mustache In Hell é um jogo de ação bullet Hell, apresentando o formidável personagem John Mustache. Como um policial resiliente, os jogadores […]

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A editora brasileira QUByte Interactive, em parceria com a IdunaSoft, lançará Mustache In hell para PlayStation 4, PlayStation 5, Xbox Series X|S, Xbox One e Nintendo Switch em 08 de fevereiro de 2024.

Mustache In Hell é um jogo de ação bullet Hell, apresentando o formidável personagem John Mustache. Como um policial resiliente, os jogadores o conduzem por batalhas intensas contra hordas de inimigos, com o objetivo de coletar itens, atualizar armas e enfrentar chefes colossais.

John Mustache embarca em uma viagem inesperada. Após sonhos perturbadores, ele acorda em um reino desconhecido, o que o leva a firmar um pacto incomum com o Grim Reaper. Para recuperar o controle de sua vida, Mustache concorda em eliminar uma miríade de adversários, incluindo demônios, golens, górgonas, aranhas gigantes e monstros marinhos.

Jogabilidade

Colete pistolas, espingardas e lança-chamas

Mergulhe de cabeça em combates cheios de adrenalina

Encontre itens secretos e desbloqueáveis a cada passo

Lute contra chefes insanos armados apenas com seu bigode e sua arma

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Milli and Greg | Volte aqui, gato, se não eu vou explodir! https://www.arquivosdowoo.com.br/2021/11/11/milli-and-greg-volte-aqui-gato-se-nao-eu-vou-explodir/ https://www.arquivosdowoo.com.br/2021/11/11/milli-and-greg-volte-aqui-gato-se-nao-eu-vou-explodir/#respond Thu, 11 Nov 2021 22:40:27 +0000 https://www.arquivosdowoo.com.br/?p=9020 O fim do ano está chegando, então sabemos o que significa… MAIS um Call of Duty nas prateleiras, especial do Roberto Carlos, Retrospectivas, o Twitter sendo insuportável, “Black Friday” com jogos pela metade do dobro, e… Enfim, nada de novo no front. O que isso tem a ver com o texto? Nada, só queria abrir […]

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O fim do ano está chegando, então sabemos o que significa… MAIS um Call of Duty nas prateleiras, especial do Roberto Carlos, Retrospectivas, o Twitter sendo insuportável, “Black Friday” com jogos pela metade do dobro, e… Enfim, nada de novo no front.

O que isso tem a ver com o texto? Nada, só queria abrir ele com algo diferente. Enfim, eu tenho uma relação de amor e ódio com platformers de precisão. Sei o quanto eles podem ser divertidos, por serem desafiantes, mas chega um momento em que as mortes por 1-hit deixam de ser divertidas e deixam a experiência frustrante. Tem jogos que deixei pelo caminho justamente por isso. Rift Raccoon e Dungeon Escape são exemplos, onde a experiência deixa de ser divertida pra se tornar frustrante.

Bom, parece que um novo jogo do tipo chegou no mercado, com Milli and Greg, do 2nd Boss Studio (desenvolvedores de Savage Halloween), e publicado pela QUByte Games.

Será que ele é um dos jogos onde a frustração domina ou a recompensa é válida pelo esforço? Confira conosco.

GATO, VOLTA AQUI!

A trama do jogo não é galgada em superar a depressão, como Celeste. Nem imbecil feito League of Evil.

Aqui, estamos no papel de Milli, uma garota como outra qualquer, que vive uma vida normal. Certo dia, pouco depois de sua mãe sair para trabalhar, seu gato misteriosamente sumiu.

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Ao invés de postar uma foto dele no twitter pedindo ajuda (ou talvez depois de postar a foto dele no twitter, o jogo não deixa isso claro), ela decide ir atrás de seu gato, passando pelos mais perigosos locais do mundo, onde um toque em espinhos faz a pessoa explodir como em um anime de baixo orçamento.

Mas não meia duzia de espinhos ou 100 fases que a deteriam, ela encontraria seu gato, custe o que custar. Nem que precise passar quinze minutos em uma fase… Desculpem, estou me adiantando em alguns parágrafos. Mas basicamente, Milli precisa encontrar seu gatinho Greg, que parece ser bastante escorregadio.

Salte, morra, decore, conquiste e repita

Primeiramente, vou apontar aqui um dos defeitos (ao menos da versão de consoles) de Milli and Greg.

O idioma do jogo está atrelado ao idioma do seu console e não pode ser alterado a não ser que você altere o idioma do console. O que em pleno 2021 é uma decisão bastante imbecil, se perguntar minha opinião.

Dito isso, vamos lá. O jogo é um platformer de precisão, mas também dá pra pensar nele como puzzle em algumas instâncias. Você obviamente pode pular e usar uma espécie de dash em oito direções, com esse dash recarregando toda vez que você está em uma plataforma/chão. Saber como, e quando utilizar esse dash, é essencial para passar das 100 fases que compõem a campanha principal do jogo.

Existe um botão que dá um zoom na área onde você se encontra na fase, e embora ele não seja tão útil pra planejar seus atos na fase inteira, possui sua utilidade caso você queira fazer algo em específico que precise de um pouco mais de precisão.

Fora isso, não há muito o que explicar, boa parte das coisas do jogo é auto explicativa, algumas plataformas caem, quase tudo pode te matar, tem alguns switches que mudam o estado de alguns blocos. Enquanto que algumas fases dá pra passar sem precisar nenhum planejamento (exceto a parte de jogar que nem gente), outras fases requerem que você pense um pouco e calcule seus passos.

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Caso você queira um desafio extra no jogo, você pode pegar as cerejas em cada fase, e fotos de gato em determinadas fases. Elas são necessárias para alguns troféus, e se minha intuição estiver correta, estão relacionadas as fases extras que se pode desbloquear. Não recomendo pegar as cerejas e fotos de primeira, porque uma run boa pode ser estragada por um erro, logo é melhor retornar a fase pra pegar os coletáveis depois.

O design das fases, é uma sacola mista. O que quero dizer com isso? Obviamente, as fases finais serão mais difíceis que as iniciais, mas algumas das faes acabam sendo mais difíceis que as posteriores. Apesar disso, o jogo não joga tudo na sua cara de uma vez, você vai aprendendo cada gimmick que o jogo possui em situações seguras e mais adiante, muitos deles são combinados em situações onde se deve usar um pouco de reflexos e cálculo de seus movimentos.

Dependendo da habilidade do jogador, algumas fases vão ser uma brisa de passar, já outras… preparece pra perder quinze minutos ou mais nelas. A situação muitas vezes parece ficar frustrante, mas não chega ao nível de frustração que senti nos jogos que mencionei lá em cima.

Milli and Greg

Harmonioso e sonoramente agradável

Sei que isso vai parecer idiota, já que é da mesma produtora, mas a paleta de cores usada em Milli and Greg me lembrou bastante Savage Halloween, apesar dos jogos serem distintos. O jogo possui gráficos em 8bits remanescentes do NES, mas felizmente sem as limitações da dita plataforma.

Os cenários possuem uma aura ameaçadora, talvez por causa do fato de que qualquer coisa pode te matar ali, mas ainda assim são distintos o suficiente pra você saber onde está. O jogo possui alguns diálogos, e os retratos dos personagens são carismáticos até.

A trilha sonora, assim como em Savage Halloween, é fabulosa. Ainda que nenhuma das músicas sequer seja parecida ou inspirada, eu conseguiria ouvir as composições do jogo numa hipotética expansão de Shovel Knight, porque elas me passam essa vibe em específico. E vou tecer aqui o comentário que fiz numa live de Savage Halloween, se eu encontrar esse compositor, pago a ele um pão com mortadela.

Milli and Greg

Desafio na medida certa

Se você procura por um jogo desafiante, mas não muito frustrante, Milli and Greg é uma boa pedida. Tá certo que as vezes a física do jogo é um pouco escorregadia, mas no geral, considerando custo e produto, é um excelente jogo.

Milli and Greg está disponível para Nintendo Switch, PC, PlayStation 4, PlayStation 5, Xbox One e Xbox Series S|X.

Essa análise foi feita com uma cópia digital de PlayStation 4 gentilmente cedida pela QUByte Interactive.

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Super Hiking League DX | Escalando rumo a vitória… Ou não https://www.arquivosdowoo.com.br/2021/09/28/super-hiking-league-dx-escalando-rumo-a-vitoria-ou-nao/ https://www.arquivosdowoo.com.br/2021/09/28/super-hiking-league-dx-escalando-rumo-a-vitoria-ou-nao/#respond Tue, 28 Sep 2021 17:35:25 +0000 https://www.arquivosdowoo.com.br/?p=8161 Vou começar esse texto com uma reflexão sobre jogos nacionais. Geralmente, hoje em dia, quando se fala de jogo brasileiro, uma coisa que me chateia é que falam SEMPRE sobre os mesmos jogos, vai ter alguém falando sobre Chroma Squad, ou Lenda do Herói, ou algum jogo da JoyMasher, ou até mesmo aquela bosta do […]

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Vou começar esse texto com uma reflexão sobre jogos nacionais. Geralmente, hoje em dia, quando se fala de jogo brasileiro, uma coisa que me chateia é que falam SEMPRE sobre os mesmos jogos, vai ter alguém falando sobre Chroma Squad, ou Lenda do Herói, ou algum jogo da JoyMasher, ou até mesmo aquela bosta do Mineirinho.

Sim, os jogos citados saíram daquele nicho e tiveram alguma exposição na mídia de jogos mais mainstream, seja porque o criador é um babaca escroto, ou a Saban ameaçou com processo, ou teve Youtubers envolvidos, ou o criador coloca pintos escondidos no cenário. Enfim. Falar sobre esses jogos seria fácil, mas não é essa a mentalidade aqui do Arquivos do Woo.

Aqui, a gente acredita que todo jogo pode ter seu espaço de review, independente do que ele é, seja ele um AAA, ou indie, um eroge, saído do Brasil ou da Rússia. Se a gente tem o jogo em mãos e pode escrever sobre ele, iremos fazê-lo. As vezes só demora um pouco mais por um motivo ou outro.

Por exemplo, a análise de hoje é de um jogo lançado há um tempinho, mas com tanto jogo na minha mão e eu passei parte do último mês relendo a série dos meio sangues de Rick Riordan (os 15 livros, englobando os 5 de Percy Jackson, os 5 dos Heróis do Olimpo, e os 5 das Provações de Apolo) simplesmente porque estava a fim (e porque faço isso uma vez por ano ao menos), a análise só saiu agora. Mas enfim, o jogo que falaremos hoje é Super Hiking League DX, que foi lançado recentemente para PC e Consoles.

Será que ele vale a pena seu investimento?

Hora de salvar o mundo (ou as montanhas) de um terraplanista liberal

Você está lá na sua, andando em sua lancha (que é como um carro), quando encontra um cara esquisito com um capuz (seria ele um fugido de Assassin’s Creed? Um comensal da morte? Um membro do Ministry of Darkness? Um idiota que resolveu sair com um lençol na cabeça?). Esse cara estava flutuando, e com a ajuda de um cristal, ele simplesmente faz com que uma ilha desapareça.

O estranho ser diz que aqueles cristais tem o poder de transformar qualquer construção, montanha ou ilha em um local plano e pretende fazer a mesma coisa com o resto do mundo.

Qual o motivo? Não sei, talvez ele seja um terraplanista ou não goste de montanhas. Antes que o encapuzado fique fora do seu alcance, você o segue por um portal produzido pelo cristal.

Agora, você deve recuperar os cristais antes que as sombras produzidas pelo encapuzado terraplanista os peguem.

Vamos escalar e duelar, mas principalmente escalar

Super Hiking League DX

Super Hiking League DX é a versão atualizada de Super Hiking League, lançado primariamente em fevereiro de 2020. Quais são as mudanças em relação ao original? Fases extras, novas paletas de cores para os trilheiros, novos controles de corda, IA mais balanceada na dificuldade fácil e a própria dificuldade fácil em si.

O jogo é bem simples, você deve subir a montanha antes de seu oponente. E só. Para isso, obviamente você tem que utilizar suas habilidades, seja pulando, atacando monstros (ou derrubando seu oponente) e claro, a maior atração do jogo, a corda, que funciona com uma física semelhante a de Bungee Jump.

Existem pontos onde você pode jogar a corda e com isso pegar impulso para cima, dependendo do tipo de controle de corda, com o automático, o jogo vai fazer os impulsos automaticamente, o Misto é um híbrido do Automático com o Avançado, e no avançado, você escolhe quando soltar a corda. Isso é essencial para pegar o máximo de impulso possível, especialmente em fases mais avançadas do jogo.

Parece um pouco complicado de explicar em palavras, mas jogando você vai entender exatamente o que eu quero dizer.

A princípio, a tela de jogo pode parecer meio complicada de se olhar porque independente de você estar jogando com um ou dois jogadores, a tela vai estar dividida com o seu ponto de vista, e o ponto de vista do seu oponente.

O jogo funciona de maneira simples, mas é viciante, e o ritmo frenético o torna ideal pra speedruns e partidas com amigos. Porém, a dificuldade progressiva do jogo pode gerar muitos xingamentos, seja com um pulo ou corda errado, ou com o filho da mãe do oponente te acertando quando você vai dar aquele pulo.

Mas ao mesmo tempo, a questão de dificuldade é subjetiva porque tem algumas montanhas posteriores que são mais fáceis que as que antecedem a eles… Ou talvez seja só eu após uma fase difícil, tendo melhorado meus reflexos. Prefiro pensar na primeira alternativa.

Existem diversas pequenas coisas em algumas montanhas, que as deixam mais desafiantes, como ambientes aquáticos, cordas onde se dependura, elevadores, pontos de corda que recarregam após alguns usos.

Porém, nem tudo são flores. Primeiro, temos os modos Versus e Corrida que são basicamente a mesma coisa, e isso não foi só eu falando. E mais importante, ao menos na versão de PS4 (se isso só acontece comigo, não sei) após eu terminar uma montanha no Time Trial, o jogo simplesmente crasha.

E voltando aos positivos, o jogo tem como desbloqueável o maior herói nacional, ícone dos jogos Brasileiros e lenda do entretenimento… Tcheco, com seu skate vindo diretamente de Skatemasta Tcheco. Sendo que essa não é o primeiro cameo de Tcheco em um jogo da QUByte, já que também há um cameo em Savage Halloween (jogo bacanudo que vocês deviam jogar), e como sabem, esses cameos significam apenas uma coisa…

Tcheco on AEW Confirmed. Não, pera. Terceiro jogo de Tcheco publicado pela QUByte confirmado. Você ouviu isso aqui primeiro. Não conte pra ninguém.

E além do personagem principal e do Tcheco, há outros personagens, incluindo aí um personagem muito semelhante ao protagonista de Super Pitfall (Que o criador de Super Hiking League fez uma romhack), porém eles só podem ser usados nos modos versus/corrida e time trials. 1

Eu quero pagar um pão com mortadela pro compositor

A parte gráfica de Super Hiking League DX é bastante competente, com sprites bonitos no estilo NES e bem coloridos. O mesmo pode ser falado a respeito dos cenários , coloridos e com diversos efeitos. Mas o destaque maior do departamento artístico do jogo é a trilha sonora do jogo.

As músicas em chiptune do jogo são do tipo chiclete, que grudam na sua cabeça. Como eu comentei uma vez, em stream, o maior elogio que posso fazer a um compositor é: “eu quero pagar um pão com mortadela pra ele.”

Chegue ao topo e garanta já o seu

Super Hiking League DX pode ser frustrante da metade pra frente, mas ainda assim, é um jogo feito pra divertir (especialmente no versus), e em console seria recomendação certeira se não fosse o crash nos time trials. Fora isso, pode comprar sem medo.

O jogo está disponível para PC, Playstation 4, Nintendo Switch e Xbox One e esta análise foi feita com uma cópia gentilmente cedida pela QUByte.

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WarDogs: Red’s Return | Final Fight dos Cachorros https://www.arquivosdowoo.com.br/2021/06/01/wardogs-reds-return-final-fight-dos-cachorros/ https://www.arquivosdowoo.com.br/2021/06/01/wardogs-reds-return-final-fight-dos-cachorros/#comments Tue, 01 Jun 2021 08:00:54 +0000 https://www.arquivosdowoo.com.br/?p=7445 Antes de falar do jogo, uma história legal minha a respeito da QUByte, a produtora do jogo. Eu fui um dos apoiadores do Catarse do jogo do 99 Vidas, lá no longínquo ano de 2015 (Cala a boca, Tony, ninguém pediu tua opinião). Porém, em algum momento entre o meu apoio e o lançamento do […]

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Antes de falar do jogo, uma história legal minha a respeito da QUByte, a produtora do jogo.

Eu fui um dos apoiadores do Catarse do jogo do 99 Vidas, lá no longínquo ano de 2015 (Cala a boca, Tony, ninguém pediu tua opinião). Porém, em algum momento entre o meu apoio e o lançamento do jogo, eu havia perdido o acesso ao e-mail da minha conta do catarse (que era um e-mail do yahoo).

Para evitar qualquer problema, obviamente eu troquei meu e-mail do Catarse, para o meu atual no Gmail.

LEIAM – Deponia | As desventuras de um anti-herói no ferro velho infinito

Porém, a data de lançamento do jogo em dezembro de 2016 veio e eu não recebi nada lá. Vi alguns amigos jogando, mas nada. Contatei o Evandro (do 99 Vidas) e ele me deu o toque. Entra em contato com os caras da QUByte que eles podem te ajudar. Isso era na véspera de Natal. Mandei e-mail, e com um pouco de paciência, NA FUCKING VÉSPERA DE NATAL, o cara me atendeu e mandou o código necessário para que eu jogasse.

Então, ainda que o jogo tenha o mesmo problema de Scott Pilgrim vs The World: The Game, de forçar você a grindar os personagens pra poder avançar. Não consigo ficar de todo zangado com o jogo.

De lá pra cá, a QUByte cresceu bastante, e passou “Dos caras que fizeram o jogo do 99 Vidas”, a uma das principais publishers de jogos brasileiros em consoles.

Isso não é um superlativo pra puxar o saco dos caras, porque eles publicaram bastante coisa mesmo, e um dos jogos mais recentes foi um beat’em up que tinha um pouco de familiar por conta da marca envolvida, a Red Nose, uma linha de roupas brasileira.

Desenvolvido originalmente pelo estúdio capixaba Mito Games, a QUByte cuidou do porte para PC e consoles do Beat’Em Up WarDogs: Red’s Return, lançado no fim de Abril para PC, PS4 e Xbox One e Switch.

Hora de encarar AS RUAS DA RAIVA!

WarDogs: Red's Return

Após uma praga catastrófica quase varrer o mundo, os remanescentes da humanidade se voltaram à engenharia genética para sobreviver. Irreconhecíveis, os humanos agora se esforçam para se recuperar nas poucas cidades que ainda existem.

Habitando a periferia de um paraíso tecnológico, os rejeitados de sua sociedade vivem sob o domínio das muitas gangues que controlam os subúrbios. Entre eles está Red, um jovem lutador voltando para casa depois de passar um ano afastado, encontrando-a imersa em conflito. Depois de reencontrar velhos amigos, ele precisa descobrir quem é o responsável por esse caos e acabar com seus planos antes que seja tarde demais.

O jogo não te dá exatamente essa descrição, você só aparece voltando ao bar da Cindy após ter feito uma besteira e aí começamos a porradaria. O jogo é conciso e direto ao ponto, mas é bom saber que tem um mínimo de lore por trás.

Porrada, acertos e erros

WarDogs: Red's Return

WarDogs é um Beat’Em Up no estilo 2D, você basicamente precisa bater em tudo que se mexe.

Temos um botão pra soco, um pra chute, e algumas técnicas que podem ser usadas com um botão, ou uma combinação de dois botões (L1 + quadrado, triângulo ou círculo). As técnicas de um botão usualmente tem um tempo de cooldown, herança do jogo ter sido originalmente lançado para celulares.

Já as técnicas que utilizam o R1 usam a barra de fúria, que vai sendo enchida conforme batemos nos inimigos, apanhamos ou coletamos itens que enchem a fúria. As técnicas utilizam um, dois ou três terços da barra e variam, uma aumenta a sua força por um período de tempo, outra dá uma regeneração de energia e a última é uma técnica boa pra limpar a tela… Até a sexta fase, onde o modo Berserker é adquirido e a técnica das três barras se torna o Berserker Mode, onde os inimigos ficam mais lentos e você pode usar as outras técnicas da barra de fúria mais vezes, ideal para chefes, onde você pode arrancar um bom dano.

LEIAM – Cyberpunk 2077 | Impressões das primeiras horas

O jogo não é muito difícil. De fato, dá pra você conseguir o troféu de platina em pouco mais de duas horas. A versão do Steam possui um pouco mais de conquistas em relação a versão de PS4, mas não são necessariamente mais trabalhosos.

Algumas das coisas que posso criticar no jogo, são a detecção de colisão que em alguns pontos do jogo é falha (os próprios desenvolvedores admitem isso) e pode levar inimigos a te encurralarem e arrancarem um naco de vida com facilidade. E outro problema, é o excesso de câmeras lentas dramáticas no jogo.

Tipo, alguns combos ao finalizar, o jogo dá um zoom em câmera lenta no momento. O que seria uma coisa esteticamente legal ao finalizar uma onda de inimigos… Só que isso acontece com uma frequência que irrita MUITO.

O jogo possui um modo extra de missões e um modo Horda, que em teoria deveriam estender a vida do jogo, e na versão de PC tem sua utilidade, já que uma das conquistas do jogo requer que se compre todas as roupas (essa conquista não existe nas versões de PS4 e Xbox One), mas nas versões de console não é tão necessário assim (a não ser que você tenha TOC e queira todas as roupas possíveis do jogo).

Existe um sistema de customização do jogo através de chips de implante que você compra na loja e ganha após terminar uma fase ou missão. Os chips são divididos em graus de raridade e quanto mais raro, melhores eles serão e tornarão a sua jogatina mais fácil.

Gráficos e sons

WarDogs: Red's Return

A apresentação do WarDogs: Red’s Return (em especifico, algumas cutscenes) na estética de quadrinhos, ficou muito boa, ainda que ela em geral apareça relativamente pouco no jogo, já que a maior parte das cenas é apresentada com os retratos (no mesmo traço) e diálogos, como numa visual novel.

Os modelos do jogo, bem… Poderiam ser melhores. Eles são passáveis, melhores que por exemplo o jogo de Tormenta. Os cenários são um tanto genéricos, cidade atrás de cidade. O design de inimigos é criativo, assim como o dos bosses, mesmo que os modelos sejam medianos.

A trilha sonora é o ponto fraco do jogo. Não tem músicas ruins, porém elas não empolgam o suficiente.

Pesando prós e contras, recomendado

WarDogs: Red's Return

No fim das contas, WarDogs: Red’s Return é um bom jogo. Sim, tem sua cota de problemas, mas não chega a ser um jogo ruim, principalmente considerando que é o primeiro projeto fora da área de Advergames do pessoal da Mito Games, e considerando a quantidade de problemas que beat’em up’s 3D com jogabilidade 2D podem ter. E mais, é uma platina relativamente fácil de se conseguir.

WarDogs: Red’s Return está disponível para Android, iOS, PC, Playstation 4, Xbox One (E PS5 e Xbox Series via retro) e Nintendo Switch.

Essa análise foi feita com uma cópia digital de PlayStation 4 cedida pela QUByte.

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Dogurai | Indie brazuca bom pra cachorro https://www.arquivosdowoo.com.br/2020/09/10/dogurai-indie-brazuca-bom-pra-cachorro/ https://www.arquivosdowoo.com.br/2020/09/10/dogurai-indie-brazuca-bom-pra-cachorro/#respond Thu, 10 Sep 2020 09:00:58 +0000 https://www.arquivosdowoo.com.br/?p=4808 Se você me falasse algo sobre jogos brasileiros 30 anos atrás… Provavelmente eu não responderia nada porque em 1990 eu mal tinha dois anos de idade. Mas, se em meados dos anos 90, você me falasse algo sobre jogos brasileiros. Eu responderia que eram algo bem distante. E estaria um tanto errado porque na época […]

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Se você me falasse algo sobre jogos brasileiros 30 anos atrás… Provavelmente eu não responderia nada porque em 1990 eu mal tinha dois anos de idade. Mas, se em meados dos anos 90, você me falasse algo sobre jogos brasileiros.

Eu responderia que eram algo bem distante. E estaria um tanto errado porque na época tínhamos os jogos da TecToy para Master System e Mega Drive. Cuja qualidade era bastante questionável.

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Diabos, eu entro em posição fetal e clamo pela minha mãe toda vez que lembro de Sítio do Pica Pau Amarelo. Castelo Rá-Tim-Bum e Férias Frustradas do Pica-Pau também não me deixam mentir.

Hoje em dia as coisas estão diferentes, jogos brasileiros saem aos montes e nas mais variadas plataformas, e ainda que não tenham orçamento ou visuais de jogos AAA, não quer dizer que não possuem qualidades.

Claro, ainda vamos ter muitos jogos de qualidade duvidosa saindo, seja no PC (O finado Steam Greenlight deu luz a algumas das maiores aberrações já produzidas em solo tupiniquim), ou nos consoles.

O desenvolvimento de Dogurai se iniciou em 2014, como um dos jogos produzidos para a Game Boy Jam 3, lá no GameJolt.

O desenvolvimento do jogo continuou por até que em 2018, o jogo chegava ao Steam, e foi nessa época que tive o primeiro contato com o jogo, através da demo disponibilizada pela HungryBear para o Mystery Game Tournament, da Speedruns Brasil.

E agora, em março de 2020, o jogo chegou ao PlayStation 4 e ao Nintendo Switch, com o porte sendo produzido pela QuByte Games (99 Vidas, Vasara Collection).

Será que o jogo vale a pena o seu dinheirinho?

Furries da Justiça

Dogurai

Tá, Dogurai não é cheio de Furries que nem Fight’n Rage, mas eu decidi fazer a piada ali. Em um futuro não muito distante, a Microsoft-Google substituiu as Forças Armadas e a Polícia por robôs e máquinas, e seu líder, John Google decide DOMINAR O MUNDO, porque é isso que líderes de grandes corporações fazem. Só perguntar a Disney.

Enfim, Bones, um cão-samurai, decidiu ficar Pluto da vida e sair da aposentadoria, para impedir que John Google dominasse o mundo.

No momento, sinto que esse parágrafo sobre a história está curto demais. Mas bem, como o jogo é visualmente inspirado pelos jogos do Game Boy, tudo bem, relevemos.

ELE CORTA, PICA E FATIA

Dogurai

Pequena observação, eu queria colocar a frase “Fácil de controlar, difícil de dominar”, mas mudei de ideia.

Enfim, Dogurai é um side scroller 2D, e basicamente tudo o que você tem para atacar seus inimigos é a sua espada. Você possui um pulo duplo e um slide, mas é só isso.

Os controles são fáceis de se aprender e na metade do estágio de introdução, você vai ter aprendido tudo o que é necessário para terminar o jogo.

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E é aí que a parte “difícil de dominar” entra em campo. As fases possuem uma curva de dificuldade crescente, e até aprender, você vai morrer em alguns obstáculos.

O design de alguns obstáculos das fases é um tanto questionável, mas no fim, é questão de insistência até chegar aos chefes.

As batalhas contra chefes não chegam a ser muito difíceis, assim como todo bom jogo de ação, basta você prestar atenção nos padrões de ataque e reagir de acordo com eles. Não é nada que com um pouco de paciência não dê pra passar.

O jogo ainda possui certa quantia de segredos a serem descobertos, para aumentar o fator replay, como os quatro disquetes escondidos (um deles nem tão escondido assim) que ajudam a resgatar seu velho amigo Rider. Se os disquetes não forem encontrados, Rider se torna um boss na última fase e precisamos eliminá-lo.

Ao conseguir o final bom, salvando Rider, ele se torna um personagem jogável, com suas shurikens (logo, ataque a longa distância), novamente, fator replay em ação.

Por fim, após as quatro fases iniciais, temos uma longa jornada que leva a típica Boss Rush, antes do confronto no espaço sideral.

Como no Game Boy, mas pode irritar

Dogurai

O jogo começou o desenvolvimento numa Jam de Game Boy, e segue essa estética. Os gráficos são bem definidos, mas na versão de consoles, possui duas resoluções.

A que mantém a proporção original da tela, com o restante sendo preenchido por uma borda. E uma versão esticada, que ainda mantém a proporção, mas eliminando as bordas e ocupando boa parte da tela,

A resolução original parece meio… Pequena, mesmo jogando numa tela de 43′. Isso fica mais como uma reclamação minha do que um defeito do jogo… “Ain, mas Sancini, porque especificamente uma tela de 43′?”

Calma, pessoa imaginária que inventei só pra alongar um pouquinho essa análise. Tela de 43′ é porque é o tamanho da minha TV. Eu queria comprar uma de 32′, mas meus pais me convenceram de que a de 43′ tava barata, então foi ela que comprei.

Onde eu estava? Ah sim.

O jogo possui uma paleta de cores dinâmica, alterando e se adequando dependendo da fase que estamos jogando. Ou você pode simplesmente escolher uma das paletas fixas e permanecer com ela do começo ao fim do jogo.

Isso é recomendado, porque alguns dos contrastes das paletas acabam deixando tudo muito claro e o posicionamento de inimigos pode ficar enganoso e irritar um pouco o jogador.

A trilha de Dogurai é uma caixinha de surpresas. Tem algumas melodias empolgantes, porém outras são desinteressantes, como por exemplo a musica do Menu (que é a mesma da seleção de fases.).

Jesus Cristo de Cascatinha, que música chata.

Veredito Final

Dogurai

Dogurai é um jogo curto, dá pra você terminar em duas horas, se você souber o que fazer.

Possui um bom fator replay, e para um jogo que custa 10 reais no PC (20 no PS4), certamente vale a pena para uma tarde de tédio. Tem algumas decisões de design questionáveis e algumas musicas não muito inspiradas, mas no geral é um jogo decente.

Dogurai está disponível para PC (via Steam e itch.io), Playstation 4 e Nintendo Switch.

Esta análise foi feita com base na versão de PS4.

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