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Um ano totalmente aleatório

Olá, amigos. Mais um ano, mais uma lista. Dessa vez, joguei um jogo a menos que o ano passado, totalizando 31 jogos zerados.

Aqui você já sabe o esquema: postamos a lista dos jogos que jogamos com um breve review. Assim, você pode ver o que te interessa na lista e comentar depois se vai jogar ou jogou cada um dos citados.

LEIAM – Moons of Darsalon – Uma viagem de escolta ao mundo das luas

A temática desse ano pra mim foi de “jogar qualquer coisa“; pois jogos foram segundo plano em um ano que tive que me dedicar aos estudos. E de modo geral, joguei algumas coisas mais para esvaziar a cabeça, como horas de EA FC 24 e alguns jogos de corrida, como Forza Horizon 4.

Estatísticas

Como sempre, eu fiz uma planilha arrumadinha com tudo que eu ia jogando.

Assim, dos 31 jogos que zerei esse ano, as plataformas que joguei cada um foram:

  • PC: 12 jogos
  • PlayStation 5: 9 jogos
  • Switch: NADA (rapaz…)
  • PlayStation 3: 1 jogo (com platina!)
  • Super Nintendo: 3 jogos
  • NES, 3DS, Dreamcast e Mega Drive: 1 jogo cada.

Sobre o gênero dos jogos, surpresa principalmente para o gênero Survivor Horror, que eu sempre fui meio cagão a minha vida toda, e esse ano fiz uma maratona de Resident Evil pra tirar toda vergonha do meu corpo.

  • RPG: 4 jogos
  • Corrida: 4 jogos
  • Plataforma (2D e 3D): 7 jogos
  • Ação: 7 jogos
  • Beat n’ up: 2 jogos
  • Metroidvania: 1 jogo
  • Survivor Horror: 4 jogos
  • Simulator, FPS e Shooter: 1 jogo cada

    Vamos à lista:

1) Sonic CD (PC, 1993*)

Reprodução: Internet

Sonic CD estava na minha lista de espera à anos e finalmente terminei. Ele tem a estética perfeita: um jogo de 16-bits bombado. As animações e trilhas sonoras (japonesa e americana) são ótimas, mas o level design deixa muito a desejar.

Recomendo pra quem deseja zerar todos os Sonics 2D, mas se for só pela estética mesmo, melhor só jogar o Sonic Mania.

*zerado no PC

2) Max Payne (PC, 2001)

Reprodução: Internet

Talvez meu jogo favorito de PC de todos os tempo. Fazia anos que não zerava ele e mais uma vez voltei pra matar saudade do Max. A dublagem em português faz desse jogo ir de 9/10 pra 15/10, de tão boa que é. Recomendo jogar esse sempre no PC e com mouse e teclado.

3) Alan Wake II (PC, 2023)

Reprodução: Internet

Por coincidência, mais um jogo da Remedy em sequência. Alan Wake 2 se tornou um game muito mais explorativo do que aquela aventura quase de plataforma do primeiro jogo. É muito bonito e tem uma história interessante, mas algumas mecânicas realmente deixam o game mais enrolado, ao ponto que se você só está lá pela história e pelo gameplay, mas não está a fim de resolver puzzles para progredir, talvez se frustre um pouco.

Outra tristeza é que a história não fecha nesse, deixando mais pontas soltas que sabe Deus lá quando vão fechar.

4) Prince of Persia: The Lost Crown (PC, 2024)

Reprodução: Internet

Meu jogo favorito de 2024, por incrível que pareça. Lost Crown é um metroidvania moderno que traz um frescor ao gênero, com mecânicas de combate divertidas que vão além de só apertar o botão de ataque ad infinitum e subir de level.

Foi muito mal marketeado pela Ubisoft, onde venderam o primeiro trailer através de uma música de Rap moderna, tirando um pouco da simpatia dos possíveis consumidores com o protagonista, que dessa vez não é o príncipe, mas sim um soldado que deve salvá-lo.

Vendeu pouco, infelizmente, mas a Ubisoft não mandou ninguém que trabalhou nele embora, então vamos ver sobre o futuro.

5) Persona 3 Reload (PC, 2024)

Reprodução: Internet

Eu joguei Persona 3 FES no PS2 numa fase muito conturbada da minha vida. Tinha pouco tempo livre devido ao colégio e provavelmente sofria depressão que nunca foi diagnosticada. Devido a isso, talvez eu tivesse gostado muito mais do jogo na época que ele lançou, já que ele trata temas bem similares na sua história.

O que ocorre é que eu TAMBÉM tava um pouco sem saco pra JRPG na época e dropei e só agora em 2024 que passei pela sua história, nesse remake que a ATLUS fez.

Os gráficos estão muito bonitos e a jogabilidade melhorou bastante, com diversas adições de qualidade de vida. Infelizmente, a saga da Aigis que era um modo separado no original, virou um DLC pago (que não joguei).

Um ótimo JRPG que me fez pagar um mêszinho de GamePass só pra jogar.

6) Mega Man 2 (NES, 1989*)

Reprodução: Internet

Clássico do NES, não tem muito o que falar. Dos Mega Man clássico, esse é o mais redondinho nas mecânicas, level design e trilha sonora. Então, caso você queira conhecer a série original do puro aço, vai nesse.

O Legacy Collection está disponível em todas as plataformas e tem ferramentas como save state e até rewind, então é bom para quem quer treinar antes de levar o jogo mais a sério, ou só se divertir mesmo sem muitas frustrações. Recomendadão.

*jogado no PC via emulador dessa vez

7) Granblue Fantasy: Relink (PS5, 2024)

Reprodução: Internet

Um JRPG de um time diferente, cujo investimento foi grande devido ao grande lucro que o Granblue gacha dá para a empresa.

Ele lembra muito Tales of Arise, tanto na estética quanto no gameplay. A história talvez exija que você conheça a lore do gacha minimamente, mas eu sequer joguei 1 min dele e consegui me divertir, só que não me importei muito com os personagens.

Ele é um action JRPG muito bom, bonito e com trilha sonora voltado para o épico. Se você puder jogar em qualquer lugar que não seja um PS4, vai se divertir bastante.

Ao final do jogo, ele abre meio que um modo de missões online de caça a monstros meio parecido com Monster Hunter, e me parece que esse é o verdadeiro “grosso” do jogo. Mas como eu joguei no PS5 e não assino Plus, eu fiquei de fora dessa brincadeira.

Também fiz esse review em vídeo aqui! LINK

8) Gran Turismo 7 (PS5, 2022)

Reprodução: Internet

Um dos melhores jogos de corrida “sérios” atualmente, sendo o mais acessível também entre os de simulação.

A Polyphony segue adicionando carros e pistas até hoje e isso faz com que eu sempre volte nele.

Diferente de outros jogos anteriores onde era necessário jogar simplesmente TUDO pra poder zerar, nesse aqui eles colocaram um sistema de “cardápios” onde o esquisito do Lucca te dá 3 corridas temáticas para chegar no mínimo em 3º lugar. Ao final delas, você termina o cardápio e ele conta uma história sobre os carros envolvidos, te dando eles de presente.

É uma progressão simplística que tira aquela sensação de ser um piloto galgando espaço entre outros corredores que tinha até o GT4, mas ao mesmo tempo é melhor que a aproximação direta de jogos anteriores, como GT6 e o horrível Sport.

9) Star Fox 64 3D (3DS, 2011)

Reprodução: Internet

Volta e meia eu ligo o 3DS pra bateria dele não morrer e sempre caio pro Star Fox 64 3D, já que ele é mais fácil de zerar rapidamente e a emulação no PC não é muito boa ainda.

A versão não perde nada para o original de 64, a menos se você comparar com o port nativo pra PC que uma galera têm feito recentemente. O jogo foi redublado pela maioria dos atores originais, trazendo um som mais limpo para todas as falas.

Recomendo muito esse, principalmente de se tentar pegar medalha em todas as fases. Eu nunca consegui.

10) Top Gear (SNES, 1992*)

Reprodução: Internet

Outro clássico de SNES que dispensa apresentações. Dessa vez joguei no collection feito pela brasileira QByte, que como você pode ver no review linkado acima, teve seus altos e baixos nessa versão.

À época que joguei e escrevi, ainda não tinham saído updates, como a remoção do filtro CRT com tremilique e também os troféus marcando quais pistas você chegou em primeiro, o que é essencial para ir atrás da platina.

Atualmente (em fevereiro de 2025 quando estou escrevendo essa parte) estou tentando terminar o TG2 na mesma coleção, então no texto desse ano talvez falaremos mais sobre esse port.

*zerado no PS5 dentro da Collection, como falei.

11) Streets of Rage 2 (Mega Drive, 1992)

Reprodução: Internet

Clássico do Mega Drive, dessa vez zerei a rom original, pois lembro que uns anos atrás eu tinha jogado um romhack que você jogava com o Luffy (??) e aquilo meio que deixou uma mancha pra mim.

Dos 3 do Mega, é meu preferido, mas o 1 também é muito bom. Caso jogue o 3, pegue a versão japonesa sem censura.

12) Final Fantasy VII: Rebirth (PS5, 2024)

Reprodução: Internet

Finalmente a Square-Enix lançou a continuação do maravilhoso FF7 Remake, e dessa vez eles tentaram aplicar o mundo aberto do jogo original e conseguiram fazer isso muito bem.

O problema pra mim é que os gráficos apanharam um pouco, devido ao escopo do jogo, onde tiveram que dar uma diminuída na resolução no PS5 para que ele rodasse de forma fluida ainda. Nada que seus olhos não acostumem com o tempo também.

Fora isso, o final deixa um gosto meio amargo, já que o diretor resolveu privar os jogadores do momento mais marcante da história dos videogames só pra contá-lo de forma esquisita e fragmentada.

Assim, o jogador termina o jogo sem entender realmente o que houve. Logicamente eles vão entregar isso no início da parte 3, mas não vai ter o mesmo peso de um clímax de final de jogo.

Eu quase platinei esse aqui, mas ainda tenho que zerá-lo de novo e não vou fazer isso tão cedo. Bom jogo apesar de tudo, mas não é melhor que a parte 1.

13) Mighty Morphin Power Rangers: The Movie (SNES, 1995)

Reprodução: Internet

Talvez para aqueles que não tiveram SNES na infância, esse jogo possa parecer estranho, mas pra quem teve, ele é provavelmente um dos mais conhecidos. MMPRTM era incluso em diversas coletâneas piratas, daquelas “5 em 1”, devido ao tamanho minúsculo de sua rom e também por ser de uma franquia popular.

Ele é um beat n’ up meio diferente, pois você não anda livremente no cenário (diferentemente da versão de Mega). Aqui você tem duas “lanes”, e você pode trocar entre elas apertando R.  É diferente porém funciona muito bem.

A trilha desse jogo é LOUCA, um dos melhores trabalhos no SNES, até com alguns remixes por aí como esse da primeira fase, que mixa a versão do jogo com o tema da série.

Muito divertido, principalmente se você estiver introduzindo uma criança menor ao mundo dos jogos.

14) Mega Man X (SNES, 1993*)

Reprodução: Internet

Outro jogo que eu sempre revisito uma vez ao ano, já apareceu nas minhas listas algumas vezes, acho.
Melhor Mega Man de todos os tempos. Caso queira jogar em console moderno, tem no Legacy Collection do X, mas o ideal é jogá-lo num controle fininho do SNES mesmo.

*jogado no PS5 no Mega Man X Legacy Collection.

15) Sand Land (PS5, 2024)

Reprodução: Internet

Um jogo de ação com toques de RPG, feito em cima do anime baseado no mangá one-shot do finado Akira Toriyama.
É bem divertido andar pelo deserto e construir tanques novos é legal, mas a customização poderia ser mais direta.

A navegação pelo cenário fica muito complicada quando se atinge a área do país da Floresta, pois os caminhos não ficam muito claros.

Tentei de tudo pra platinar, mas chegou uma hora que ficou inviável e fui vencido pelo cansaço, a ponto que não consigo voltar pra ele tão cedo.

16) Game Dev Story (PC, 1997)

Reprodução: Internet

Jogo de simulação feito pela Kairosoft, onde você gerencia uma empresa de criação de jogos. Os gráficos são muito bonitinhos e a trilha sonora meio 8-bits deixam o pacote todo mais divertido.

Posteriormente, foi copiado na cara dura no jogo Game Dev Tycoon, onde roubaram todas as mecânicas desse jogo. Mas na dúvida, jogue original mesmo.

Tem como jogar ele no Android e iPhone, visto que ele é um port de um jogo antigo feito para flip phones japoneses. Eu zerei no PC dessa vez, onde finalmente colocaram uma tradução em português muito bem feitinha.

17) Gears of War 4 (PC, 2016)

Reprodução: Internet

Eu nunca fui fã da série Gears. Eu não tive nenhum Xbox até recentemente (e já revendi o 360 que eu tinha, coisa essa que me arrependo) e por isso nunca tive contato com a série. Ela também se popularizou num momento em que eu estava desacreditado com jogos. Sabe, aquela época onde tudo era cinza e marrom no PS3 e tal? Então.

Apesar disso, meu amigo veio aqui em casa e jogamos Gears 4 do começo ao fim em co-op local e foi muito divertido. O jogo também é um soft reboot, já que jogamos com o filho do Markus Phoenix, protagonista dos jogos anteriores.

É um jogo onde você não pensa muito e só se diverte mesmo. A dublagem em português é bem legal também.

18) Hi-Fi Rush (PC, 2023)

Reprodução: Internet

Um jogo japonês financiado pela Bethesda, como que pode, né?
Aqui temos um beat-n-up 3D estilo meio anime mas com traços tendendo mais para animações ocidentais, onde o protagonista faz tudo de forma ritmada. Acertar os combos, pular, dar dash… TUDO é no ritmo da batida que fica constantemente pulsando na tela.

Leva uns minutos para acostumar, mas eu consegui zerar o jogo no Hard, que me parece o desafio ideal para que o game não fique enfadonho. As músicas são muito boas, contendo até algumas canções licenciadas, por algum motivo.

É um pouco longo, talvez. Mas vale a pena. Uma continuação será feita no futuro.

19) Mega Man: Battle & Chase (PS1, 1997)

Reprodução: Internet

Um jogo de corrida de Mega Man com gráficos 3D, muito bonito pela época que foi feito.
Inicialmente não foi lançado nos EUA, mas a versão europeia em inglês existe desde a época, sem falar que no PS2 teve um port que era desbloqueado ao zerar todos os Mega Man X no Collection lançado naquele console.

Não é um Mario Kart, mas é legal pela customização dos carros. Se você gosta desse tipo de jogo de corrida, pode tentar esse pois é mediano pra bom.

20) Crazy Taxi (PC, 1999) [100%]

Reprodução: Internet

Bom jogo arcade para Dreamcast e PC (onde joguei dessa vez). A graça dele está em dominar o Crazy Dash e o Crazy Drift, que são essenciais para tirar ranking A e ver os créditos.

“Zerar” o jogo aqui consiste em fazer todas as missões do modo Crazy Box. É BEM DIFÍCIL, mas depois que você domina essas mecânicas, vai perceber que o jogo não é só sobre ir pra lá e pra cá pegando passageiros. Tem que dominar como sair com o carro, fazer drift, parar rápido e reconhecer os melhores caminhos para chegar nos destinos. Um clássico que pouca gente sabe jogar realmente.

21) GTA: Vice City The Definitive Edition (PS5, 2021)

Reprodução: Internet

Finalmente zerei Vice City e minha experiência foi mista. Sempre se falou muito desse jogo como se ele tivesse uma história excelente, mas o que eu vi aqui é só uma cópia de Scarface que se perde lá pra metade do jogo e o resto das missões se resume a fazer entregas e matanças que não se encaixam com nada na história.

Porém, GTA também pode ser visto como um grande sandbox, então é justo apreciá-lo por isso. Eu só esperava mais da história, e ela é curta e não entrega nada.

22) Doom (PC, 1995*)

A Bethesda relançou Doom I e II com mods e t

Reprodução: Internet

udo em todas as plataformas e quem tinha os ports antigos nos consoles modernos e Steam, ganhou essas versões novas também. É um clássico e recomendo baixar o mod de jogar com a trilha sonora do 3DO, que é diferentona.

23) GTA: San Andreas The Definitive Edition (PS5, 2021)

Reprodução: Internet

Agora sim o melhor GTA já feito. A história finalmente é boa e o jogo é umas 4x maior que o Vice City. Eu nunca joguei San Andreas quando era pequeno, porque eu gostava mais de jogos japoneses.

Infelizmente, eu zerei esse remaster uns poucos meses antes de atualizar a versão de consoles com a iluminação antiga, então eu joguei com a imagem bem zoada. Um ótimo jogo mesmo.

24) Yakuza: Like a Dragon (PS5, 2020) [Platina]

Reprodução: Internet

Fiz uma análise bem detalhada desse jogo no texto linkado acima, mas quero dizer aqui que esse é um dos melhores JRPGs no PS4/PS5, ficando bem equivalente ao Final Fantasy VII Remake, tanto em jogabilidade, como em qualidade técnica.

Aqui temos o primeiro jogo da série em formato de JRPG, que também é uma espécie de soft-reboot. Então, caso não tenha jogado nenhum anterior a esse, pode ir atrás que é maravilhoso, principalmente se você gosta de histórias com setting moderno e também de jrpgs clássicos de turno, como Dragon Quest.

25) O Escudeiro Valente (PS5, 2024) [Platina] 

Reprodução: Internet

Também com texto meu no site (linkado acima), The Plucky Squire é um jogo bem simples de aventura estilo Zelda antigo, mas que em partes se torna um jogo 3D parecido com o remake de Link’s Awakening que saiu pra Switch há alguns anos.

É simpático e eu platinei ele num dia só. Muito doido (não façam isso porque cansa).

26) Resident Evil 3: Nemesis (Dreamcast, 1999)

Reprodução: Internet

Um jogo que eu passei anos devendo, mas que finalmente resolvi parar de ser frouxo e joguei. É muito mais voltado pra ação que o segundo jogo. Ainda que seja uma experiência mais curta, ele é bem divertido. O sistema de esquiva é meio estranho mas com sorte você consegue fugir do Nemesis pra não morrer fácil.

Zerei no próprio Dreamcast, e é legal pois o VMU mostra a vida da Jill o tempo todo na telinha. É a melhor versão do game.

27) Deadpool (PS3, 2013) [Platina]

Reprodução: Internet

Após assistir o excelente Deadpool & Wolverine, resolvi ir atrás desse jogo. Infelizmente, a versão de PC não vende mais e as de console tão custando os zóio da cara. Mas graças a DEUS, meu PS3 é desbloqueado então consegui aproveitar esse jogo muito bem feitinho.

A graça dele é jogá-lo no modo mais difícil, pois ele oferece um desafio onde o medo de morrer faz você andar em cada parte do cenário com cautela, diferentemente do modo normal, onde todos os inimigos parecem feitos de papel.

Obviamente você vai morrer muito, mas as pessoas têm que aprender que perder faz parte do que torna uma experiência boa.

28) Shadow Generations (PC, 2024)

Reprodução: Internet

Uma espécie de DLC do Sonic Generations láaaa de 2010, mas feito numa engine nova e onde você joga apenas com o Shadow.

É uma das melhores experiências de Sonic já feitas, assim como Sonic Frontiers. Leia o texto sobre o game linkado acima, assim como meu texto sobre o jogo original de 2010 que também saiu junto com Shadow Generations e também a análise do Geovane sobre a versão original dele de PS3.

29) Resident Evil 3: Remake (PS5, 2020)

O que eu joguei em 2024
Reprodução; Internet

Comprei esse jogo no ano que saiu, mas nunca tinha sequer aberto porque sou medroso, mesmo tendo zerado um monte de RE antes desse.
Acabou que ao terminar o original, bateu uma sanha de terminar o Remake pra ver as diferenças e sim, realmente as pessoas têm motivo pra reclamar. Só não tanto.

Parece realmente que foi uma experiência corrida, principalmente lá pro final do jogo onde cortaram a torre do relógio, tirando muito do clímax dessa parte. Tirando isso, a Jill e o Carlos estão excelentes e eu gosto mais deles do que do Leon e da Claire do remake do 2.

São ótimos personagens e eu gostaria de ver mais deles no futuro. O jogo em si é igual ao RE2R com umas coisinhas a mais no gameplay, mas é mais linear devido a estrutura da história. Num geral, um jogo 7,5/10, mas muito gostoso de zerar.

30) Resident Evil Director’s Cut (PS1, 1997)

O que eu joguei em 2024
Reprodução; Internet

Ao terminar o RE3R, percebi que eu não tinha jogado o primeiro jogo da trilogia original. Bem, vi que no antigo CDRomance existia uma iso modificada do Director’s Cut com a OST original do primeiro game.

Caso não entenda porque isso exista, bem… a OST dessa versão é famosa por ser horrível, então qualquer melhoria que o game possa oferecer vai por água a baixo devido às músicas ruins.

É um bom jogo, que andou para que os jogos seguintes pudessem correr. O final é um pouco confuso e eu não gostei de ter perdido o melhor final porque eu não esperei o Barry jogar a cordinha pra me puxar lá na metade do jogo.
Num geral, valeu ter ido atrás do clássico. Joguei ele no Switch porque eu podia trocar pro modo portátil e pra TV dependendo da minha vontade. Ter console desbloqueado é ótimo mesmo.

31) Indiana Jones and the Great Circle (PC, 2024)

O que eu joguei em 2024
Reprodução: Internet

Último jogo de 2024, e também meu maior texto no site (link acima).

A Bethesda fez um baita jogão baseado na franquia de filmes, que supera os dois filmes recentes com certa distância até.
Se vocês têm gamepass, recomendo dar uma chance pois ele é um jogo bem diferente; não se trata de um FPS, mas também não é um jogo cheio de ação como Uncharted.

O Grande Círculo é um jogo onde você explora os ambientes, resolve missões paralelas e entra em combate furtivo com muita frequência, lembrando até alguns jogos da antiga LucasArts. Realmente foi uma ótima forma de terminar o ano.

O que eu joguei em 2024
Reprodução: Internet

Conclusão

2024 foi um ano onde joguei o que me foi aparecendo na frente, muita coisa boa que eu estava para jogar há anos e tinha deixado pra trás, ao lado de games que me fizeram relaxar por horas sem que eu precisasse me preocupar demais.

É como dizem: não leve sua vida a sério o tempo todo, nem mesmo seus hobbies. Espero que tenha sido um ano bom para vocês, não só nos jogos mas na vida real também! Um abraço e caso você tenha caído nessa página por acaso, deixe seu relato!

Veja abaixo também as minhas listas dos anos anteriores:

O que joguei em 2023
O que joguei em 2022
O que joguei em 2021
O que joguei em 2020

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O que eu joguei em 2022 | Tony Horo https://www.arquivosdowoo.com.br/2023/01/28/o-que-eu-joguei-em-2022-tony-horo/ https://www.arquivosdowoo.com.br/2023/01/28/o-que-eu-joguei-em-2022-tony-horo/#comments Sat, 28 Jan 2023 21:36:35 +0000 https://www.arquivosdowoo.com.br/?p=12980 Um 2022 de mais mudanças Ao longo dos últimos dois anos venho fazendo listas sobre o que eu joguei (e zerei) ao longo desse período. Esse ano que passou tive a felicidade de poder adquirir um PS5 e um PC bom para jogos, e com isso pude apreciar coisas novas que não eram só jogos […]

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Um 2022 de mais mudanças

Ao longo dos últimos dois anos venho fazendo listas sobre o que eu joguei (e zerei) ao longo desse período.

Esse ano que passou tive a felicidade de poder adquirir um PS5 e um PC bom para jogos, e com isso pude apreciar coisas novas que não eram só jogos antigos. Esses por sua vez, ainda possuem um espaço no meu coração, mas sinto que é bom curtir coisas modernas com mais frequência.

Ainda assim, vendo a lista, vocês vão perceber que eu só falo e não cumpro nada lol.

Vamos lá:

1) Kena: Bridge of Spirits (PlayStation 4)

Um jogo de ação/plataforma 3D muito bonito e competente, que é tão bem animado que parece um filme da Disney ou da DreamWorks.
Os chefes são um absurdo de difícil, e agora sinceramente não lembro se joguei com uma dificuldade maior ou não.

Recomendo muito pois ele dá a impressão de que vai ser uma “hidden gem” (ou pérola) que será muito valorizada por youtubers espertinhos daqui a uns anos.

2) Fullblast (PS Vita)

Um joguinho de navinha bem competente e simples. Ele é curto mas entrega uma diversão satisfatória para uns dois dias no máximo.

3) Clockwork Aquario (PlayStation 4 / Arcade)

Jogo de plataforma para arcades feito nos anos 90 mas que nunca chegou a ser lançado na época. Ele é bem colorido e a falta de conteúdo — por ser um jogo de arcade papa-ficha — é compensada pelos troféus/conquistas, que te fazem querer zerar com todos os personagens disponíveis.

Não é nenhum Super Mario World, mas entrega bem. Tem um texto dele feito pelo Alexis aqui.

4) Gynoug (Wings of Wor) (PlayStation 4 / Mega Drive)

Um jogo de “navinha” onde você controla um anjo voador que mata demônios.

É MUITO difícil, e com certeza foi feito para você passar um ano jogando e tentando melhorar. Mas como hoje em dia ninguém tem tempo pra isso, eles colocaram uma função de rebobinar o jogo, o que deixa tudo ridículo de fácil.

Ainda assim, é bem gostoso de jogar. Tem texto do Alexis aqui.

5) Tales of Arise (PlayStation 5) | Destaque

Esse, meus amigos, foi meu primeiro jogo de PS5. Eu estava tão empolgado que comprei o disco antes do console chegar lol.

Eu nunca havia jogado nada da série Tales of, e fiquei empolgado com esse desde que saíram os primeiros trailers uns anos atrás.

Posso dizer que foi o melhor jogo que joguei no console até agora. Ele possui versões pra geração passada, mas jogá-lo com 60 FPS cravadinhos o tempo todo, com o controle novo do PS5 foi uma experiência daquelas que a gente nunca esquece.

A história é muito boa, mostrando um conflito entre castas diferentes, onde você controla um ex-escravo sem memória de nada que aconteceu antes.

O combate é excelente, sendo um dos RPG’s de ação mais bem feitos da atualidade, talvez até melhor que Final Fantasy VII Remake.

Graficamente ele é lindo, com um efeito visual que faz que tudo pareça uma pintura, com um level cel-shading aplicado a tudo.

Os personagens são carismáticos, com muitas ceninhas de conversa que não ficam chatas mesmo com mais de 60 horas de jogo.

A tradução em português foi um ponto positivo que não esperava, pois a Bandai Namco Brasil sempre faz traduções ruins, mesmo de franquias conhecidas (como em Dragon Ball Kakarot). Aqui eles acertaram demais e, para um JRPG, eu não encontrei NENHUM erro, seja de português ou de consistência com os termos. Realmente foi um dos melhores trabalhos deles.

Na época não fiz nenhum review, mas fica aqui a minha mini análise do que foi pra mim, o meu jogo do ano.

6) Edge of Eternity (PlayStation 5)

Se Tales of Arise foi o melhor jogo do ano pra mim, Edge of Eternity foi o pior jogo que já joguei na MINHA VIDA.

E sem exagero, foi uma das minhas piores experiências com videogame em mais de 20 anos.

Um time francês resolveu fazer um jogo super ambicioso com pegada de Final Fantasy XV, porém eles não tinham a experiência para isso e entregaram um jogo porco, com várias coisas irritantes, como um combate mal feito e itens que não servem de nada durante a narrativa.

Eu considero que zerei o game, porém o chefe final é bugado e não morria por mais que eu o atacasse. Isso se deu devido a um update, que quebrou o equilíbrio de alguns inimigos, fazendo com que meu progresso até ali me tornasse mais fraco do que eu estava antes da atualização.

Não joguem isso.

Inclusive, confesso que recebi key para escrever sobre ele para outro site, porém não fui tão sincero na hora de escrever por exigência do dono do site e isso me fez querer ficar somente aqui no Arquivos, onde o Diogo me dá liberdade para ser sincero com o que eu sinto sobre os jogos.

7) Yakuza 5 (PlayStation 4)

Depois de um ano enrolando, achei que era hora de voltar para a série Yakuza. O quarto jogo foi muito extenso, e voltar para a série foi algo que eu precisava estar em um feliz e disposto.

Bem, eu não estava tanto assim, mas encarei.

Yakuza 5 é um dos jogos mais longos do PS4, e sua história infelizmente é muito enrolada e talvez até desinteressante, principalmente se comparada com Yakuza 0, por exemplo.

Por sorte, a série voltou a ser mais continua no jogo seguinte, mas ainda não cheguei nele para saber.

Y5 é bom de jogar, não entenda mal, mas não tente fazer tudo de uma vez senão vai enjoar antes do fim. Bem antes.

8) Sonic & All-Stars Racing Transformed (Xbox 360)

Depois de ANOS jogando esse jogo em todas as plataformas possíveis (PC, PS3, Vita, 3DS e até Mobile) eu finalmente consegui terminar a campanha enorme.

Foi com meu amigo Alexis, em uma visita dele ao Rio. É o melhor Mario Kart já feito, e uma pena que sua continuação não presta. Recomendo demais até hoje. A versão de PC está sempre em promoção.

9) The Simpson’s Arcade Game (Xbox 360 / Arcade)

Foi uma jogatina casual na casa da minha ex-namorada, com meu ex-sogro assistindo e se divertindo. Com fichas infinitas fica fácil, mas não é um dos melhores beat’em up’s da Konami, com certeza.

Bater não tem muito impacto, parecendo que você só está varrendo inimigos ao invés de espancá-los.

10) InFamous (PlayStation 3)

Totalmente fora da curva, resolvi terminar o primeiro InFamous no meu velho de guerra PS3 Fat (que já vendi pra pegar um modelo Super Slim).

Por incrível que pareça, apesar de ser um jogo velho e feio, ele tem uma jogabilidade muito gostosa, com uma cidade aberta que te permite fazer várias estripulias como herói ou vilão.

A história é qualquer coisa, mas você está lá apenas pra destruir os inimigos. A dificuldade sobe muito lá pelo final do game, mas você não vai morrer tanto assim a ponto de se frustrar. As continuações são ainda melhores, mas ainda não senti vontade de começar o segundo.

11) Ys: The Ancient Ys Vanished (PSP)

Minha primeira empreitada nos jogos da Nihon Falcom. Ys 1 saiu juntamente com o segundo game numa coletânea para o PSP, com gráficos melhores.

O combate não é para todos, pois você empurra os inimigos, sem apertar botões para atacar.

É um bom jogo e até curto, e vale a pena demais. A versão de PC é melhor pois possui gráficos em HD.

12) Ys II: Ancient Ys Vanished – The Final Chapter (PSP)

Continuação do game acima, na mesma ISO. Agora o protagonista Adol possui magias que ajudam durante a jornada, diversificando o gameplay, apesar dos gráficos serem os mesmos.

O único problema é a ausência de mapas, principalmente na última dungeon. Mas com um guia aberto no PC ou no celular dá pra se virar. Os jogos seguintes (principalmente os remakes) melhoram muito.

13) Ys: The Oath in Felghana (PSP) | Destaque

Dando sequência à minha maratona da série Ys, fui ao terceiro game. Porém, a versão de PSP é uma reimaginação do original.

Ys 3 era um jogo em side-scrolling, como uma espécie de RPG beat n’ up, mas aqui ele foi refeito como um Ys moderno, com câmera panorâmica.

Os combates são deliciosos e os chefes vão dar muita dor de cabeça, mas nada é injusto.

A trilha sonora mais uma vez é maravilhosa e esse é um dos games que mais recomendo na lista. Tem versão para PC assim como os outros 2 anteriores.

14) Ys: Memories of Celceta (PlayStation 4)

Mais um remake, dessa vez do Ys 4. Na verdade essa é a 3ª versão da história, sendo somente a primeira feita diretamente pela Falcom.

Não vou me aprofundar no motivo disso, mas entenda que é um ótimo game, melhorando muito graficamente em relação ao Oath in Felghana.

Aqui o game funciona mais ou menos como um metroidvania, onde Adol explora uma floresta ao longo de todo jogo, com diversos caminhos e habilidades a adquirir.

O port de PS4 também está em outras plataformas, como Vita e PC.

15) Wonder Boy (PlayStation 5 / Arcade)

O primeiro game da série Wonder Boy, também conhecido como Adventure Island 1.

É um joguinho de plataforma para arcade bem mixuruca e eu só joguei pra fazer review que você pode ler aqui.

16) DIRT 5 (PlayStation 5)

Os mais atentos sabem que ano passado eu já havia zerado e até platinado o game no PS4. Porém, recentemente foi lançado um upgrade gratuito para a versão de PS5 e eu tive que baixar assim que comprei o console, para ver como ficava o game na nova geração.

Não tinha nada de Ray-tracing ou algo assim, mas é tão gostoso de jogar e ainda mais em 60 FPS que eu tive que zerar tudo de novo, inclusive pegando a platina novamente.

Recomendo para os fãs de jogos de corrida que estão carentes desde o fim da geração passada e não podem jogar Forza por não terem um PC ou um Xbox.

Meu texto sobre ele pode ser lido aqui.

17) Strangers of Paradise: Final Fantasy Origin (PlayStation 5) | Destaque

Uma das surpresas de 2022, Strangers of Paradise é uma espécie de Soulslike feito pelo time de Nioh, com personagens derivados do primeiro Final Fantasy, mas com muitas liberdades interpretativas e visuais.

Isso afastou muita gente, pois a estética lembrava muito o estilo hardcore do início dos anos 2000, mas isso é bobeira.

O que temos na verdade é um jogo muito complexo e bem feito, que pode servir como uma porta de entrada para jogos como Dark Souls, pois ele é difícil mas ao mesmo tempo pega leve em outros aspectos, como te deixar ter uma party com 2 personagens que podem atacar enquanto você se recupera.

Nunca joguei um Souls antes até o fim, mas esse eu tive que terminar e zerar na dificuldade mais difícil (CHAOS), até pegar a platina. Valeu a pena demais.

18) Habroxia 2 (PS Vita)

Após a dificuldade gigantesca de Strangers of Paradise, tive que ir para algo mais relaxante, então fui para outro joguinho de navinha para o Vita, dessa vez um em pixel art.

Foi um dos últimos lançados para o console, e foi só por isso que fui atrás dele para zerar.

Foi uma ÓTIMA experiência e me parece uma pérola do console que merece ser apreciada. Existem versões para Switch, PS4/5 e Steam.

Fiz uma análise sobre ele, que você pode ler aqui.

19) Sonic the Hedgehog (Switch)

Sim, simplesmente zerei Sonic 1. Foi na coletânea Sonic Origins, e foi uma experiência boa enquanto eu estava dentro do jogo em si, mas a embalagem é muito capenga.

Eles cobraram caro por um pacote com 4 jogos da série, mas a física deles está esquisita em alguns pontos e mesmo galerias de artes e cutscenes animadas, eu já vi esses mesmos jogos sendo lançados em pacotes mais baratos e melhores em gerações anteriores.

Por sorte eu tenho alguns desses jogos na Steam quando ainda era possível comprá-los individualmente.

20) Duel Princess (Switch)

O tal “jogo banido” da loja do Switch, por ser muito ‘lewd’ (pesquise). No fim, as meninas semi-peladas escondem um gameplay MUITO COMPETENTE, lembrando Clash Royale.

Zerei com todas as personagens e mesmo que eu não ligasse para a historinha ou até mesmo para as cenas onde elas aparecem quase nuas, foi bom para divertir por várias horas em um momento da minha vida em que eu realmente precisava.

21) Spider-Man: Miles Morales (PlayStation 5)

Semi-continuação do jogo do Aranha feito pela Insomniac (mesma do InFamous!), eu achei esse jogo uma bela porcaria.

A história é muito sem sal e não tem o mesmo peso da história do Peter. Infelizmente existe essa força puxando o Miles Morales pro mainstream e acho que isso é um desserviço à história do Peter Parker em todas as mídias.

Mas por sorte, sei que sou adulto e isso não influencia em nada a minha vida, diferentemente de outras pessoas que brigam por isso na internet todos os dias.

Recomendo que joguem o Spider-Man 1, porém. Esse aqui pode deixar pra lá.

22) Resident Evil 4 (Switch)

Vocês não vão acreditar, mas: essa foi a primeira vez que joguei Resident Evil 4. Sim!

Eu nunca tinha jogado na época do PS2, e esse ano eu resolvi me arriscar em ir até o final.

Eu sou muito CAGÃO, e sempre que achei que RE4 era um jogo muito tenso, principalmente pelo começo na vila, mas depois o jogo engrena e lá pro final eu tava rolando ao lado dos monstros maiores só pra chutar a cara deles com os quick time events.

A versão de Switch não faz feio e mantém os 60 FPS, além de ter os controles modernos (atirar com o R2, por exemplo).

É uma das MELHORES experiências com jogos já feita.

23) Stray (PlayStation 5)

O famigerado “jogo do gato” que fez tanto sucesso no meio do ano passado. Temos aqui uma espécie de adventure num mundo pós-apocalíptico onde não existem mais humanos. Somente robôs e alguns animais, incluindo você, um gato de rua que vai pegando amizade com os robôs de uma cidade isolada e tenta ajudá-los antes de procurar sua família fora dali.

É MUITO bem feito e atmosférico, e vale a pena jogar, mesmo que não seja seu gênero favorito.

24) Unmetal (Switch)

Um indie clone de Metal Gear Solid, cheio de piadinhas sobre o gênero. De início achei que ia ser uma versão resumida do jogo da Konami, mas em forma de piada. Porém, o game é MUITO MAIOR que o primeiro MGS e a jogabilidade é bastante competente.

O estilo de arte da capa faz ele parecer um jogo vagabundo e barato, o que pode ter afastado as vendas e não ter feito as pessoas encararem ele como um jogo sério.

Por sorte, eu descobri essa pérola e não me arrependi de jogá-lo até o fim. Tem em outras plataformas também.

25) Ace Combat 7: Skies Unknown (PlayStation 4)

Meu primeiro Ace Combat. Eu achava que era um simulador realista demais para os meus gostos. Então imagina minha surpresa quando vejo que é um game com uma pegada bem japonesa (afinal, foi feito pela Namco) e com uma história que lembra clássicos como Top Gun.

Ele é bem pautado na realidade, diferentemente de Ace Combat 3 Electrosphere, por exemplo, mas isso não faz ser menos divertido.

Você pode usar um tipo de controle que lembra jogos como Star Fox 64, então não tem desculpa para não se divertir.

Não jogaria de novo porque lá pelo final ficou um pouco cansativo, mas espero ansioso pelo próximo game da série.

26) Final Fantasy VII: Remake Intermission (PlayStation 5)

Dessa vez joguei apenas o DLC da Yuffie, que conta uma visita dela à Midgar durante os eventos do FFVIIR.

O gameplay é meio diferente do jogo original, mas como tem muito tempo que já zerei ele, eu já não ia lembrar de qualquer forma.

A história do DLC é curtinha mas vale a pena como uma forma de conhecer mais sobre a Yuffie. Ele é um DLC exclusivo do PS5, pois a versão de PS4 não recebeu esse conteúdo.

27) Teenage Mutant Ninja Turtles: Shredder’s Revente (Switch)

Um dos melhores jogos 2D do ano, TMNT é uma continuação espiritual dos games da Konami da época, mas com muita coisa moderna adicionada.

As tartarugas possuem vários golpes novos e as fases são bem variadas e coloridas.

Joguei pra 2 com um amigo e foi muito divertido zerar o modo arcade com ele. Melhor que Streets of Rage 4 no quesito diversão, e olha que aquele foi um ótimo jogo já.

28) Blue Dragon (Xbox 360)

Fazem pelo menos 15 ANOS que eu quero jogar Blue Dragon e finalmente eu tomei coragem de começar, já que ganhei o jogo de presente de um amigo.

A estética e o traço de Akira Toriyama me brilharam os olhos na época, e até hoje existia uma mística ao redor desse game na minha mente, como se ele fosse uma espécie de cutscene em CGI jogável.

O foda é que eu fui jogar ele em 2022. Assim, toda beleza visual dele não me surpreendeu tanto, ainda que achasse ele um game bem bonito por si só.

Porém, as mecânicas parecem bem datadas, com sistema de evolução dos personagens que fazem você sustentar skills ruins por várias horas só para poder melhorar outras no final do game, que você vai usar bem menos.

A história também dá um 360 no final (sem trocadilho) a ponto que deixa o que já era meio sem graça ficar mais ridículo ainda.

Recomendo jogar na retro do Xbox One/Series, pois o framerate machuca muito no 360. É bem cansativo mas até que valeu a experiência, vai.

29) Ratchet & Clank: Rift Apart (PlayStation 5)

Eu sou DOIDO pela série Ratchet, sendo que platinei o primeiro game no PS3 e o remake do mesmo no PS4.

Aqui, a Insomniac claramente usou a série para aprender como funciona o hardware do PS5, usando o SSD de forma inteligente para fazer vários cenários diferentes carregarem rapidamente entre os portais do jogo.

Ele é um jogo bonito mas a história é pouca inspirada e até mesmo bem curta, levando umas 15 horas para zerar, sem necessidade de zerar de novo para platinar, como em jogos anteriores.

São poucas partes de plataforma também, sendo um jogo bem mais de contemplação e combate do que algo similar a um Banjo & Kazooie, por exemplo.

Vale como um primeiro jogo da geração atual ou um presente para crianças, mas espero que a série evolua mais no futuro.

30) Sakura Wars (PlayStation 4)

Nos anos 2000 eu lembro de ter assistido o anime baseado no game original de Sega Saturn, no Cartoon Network pelas madrugadas.

A estética era interessante, juntando algo do final do século 19 com robôs à vapor. Tudo isso funcionava muito bem no anime eu me perguntava se o game — que era tactics — era bom também.

Eu até hoje não joguei os jogos antigos, mas houve esse soft reboot da série em 2019, chamado no Japão de “Novo Sakura Wars”, com personagens novos e traço do autor do mangá Bleach.

O combate em turnos foi deixado de lado em troca de um hack n’ slash bem porco e sem graça, a ponto de que eu preferia que só houvessem as interações entre os personagens, que realmente são interessantes.

Os personagens são bonitos e bem animados e as conversas são bem legais entre eles, mas com certeza MESMO não é um game para todo mundo.

31) Mega Man X (Super Nintendo)

 

Desnecessário falar qualquer coisa sobre esse clássico. Fiz uma live casual no meu canal na Twitch, e esse é um jogo bem legal de zerar do início ao fim.

Todo ano eu zero ele pelo menos uma vez pra relaxar, é incrível demais.

32) Sonic Generations (PC)

Fazia anos que não zerava esse game e bateu saudade, principalmente agora que possuo um computador melhorzinho.

É o melhor Sonic 3D moderno, talvez pior apenas que o novo Sonic Frontiers, mas esse segundo tem uma pegada bem diferente.

Generation tem uma pegada de homenagem à série toda, então recomendo para os nostálgicos.

O jogo tem uma barriguinha lá pro final, pedindo que você refaça algumas fases à troco de NADA só para continuar até os chefes. Fora isso é um ótimo jogo.

33) Mighty Morphin Power Rangers: The Movie (Super Nintendo)

ÓTIMO beat n’ up da Bandai feito para o SNES. Aqui os personagens andam em apenas duas “faixas” no cenário, diferentemente de outros jogos que permitem que você circule por toda tela.

Isso pode parecer travado de início, mas logo o jogador se acostuma e é até uma forma de manter o gameplay para duas pessoas mais organizado.

_______

Menções honrosas

Os dois games abaixo eu não cheguei a terminar, mas joguei por tempo suficiente para merecerem um espaço dedicado na lista:

34) Nier Automata (PC)

Ótimo jogo produzido pelo Yoko Taro. Já havia zerado o Nier: RepliCant no PS4 ano passado e dessa vez resolvi jogar o game anterior a ele.

Infelizmente não tive saco de fazer todos finais, largando o game após zerar com o personagem 9S.

Sim, eu sei que a história engata DEPOIS disso, mas tô com uma preguiça enorme e resolvi deixar on hold para jogar novamente no futuro.

35) Forza Horizon 4 (PC)

Depois de uma experiência meio negativa com o Forza Horizon 5, resolvi voltar ao jogo anterior e desligar meu cérebro por alguns dias jogando esse game.

Infelizmente por estar jogando uma versão piratinha, eu não tive acesso à toda experiência do game, como comprar carros de outros jogadores e até mesmo jogar com eles.

Vale a pena comprar, porém. É o melhor jogo de corrida que já joguei

Foi um ano onde eu achei que jogaria menos, devido à muitas coisas paralelas que eu estava fazendo na minha vida pessoal. Porém, ao olhar pra trás, vejo o quanto eu tive tempo livre pra me dedicar à tanta besteira lol.

E aí, quais desses jogos da lista vocês gostaram? Algum chamou a atenção de vocês para começar? Comentem aí!
E não esqueçam de me ver (quase) todos os dias de semana à noite (por volta das 22h) na Twitch.tv/horojoga. Aguardo vocês!

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