Arquivos Marvel - Arquivos do Woo https://www.arquivosdowoo.com.br/tag/marvel/ Um pouco de tudo na medida certa Fri, 13 Sep 2024 14:38:32 +0000 pt-BR hourly 1 https://wordpress.org/?v=6.9 https://www.arquivosdowoo.com.br/wp-content/uploads/2020/12/cropped-logo-150x150.png Arquivos Marvel - Arquivos do Woo https://www.arquivosdowoo.com.br/tag/marvel/ 32 32 Capcom Traz a Experiência do Fliperama Direto Para Sua Casa Com a Chegada de MARVEL vs. CAPCOM® Fighting Collection: Arcade Classics! https://www.arquivosdowoo.com.br/2024/09/12/capcom-traz-a-experiencia-do-fliperama-direto-para-sua-casa-com-a-chegada-de-marvel-vs-capcom-fighting-collection-arcade-classics/ https://www.arquivosdowoo.com.br/2024/09/12/capcom-traz-a-experiencia-do-fliperama-direto-para-sua-casa-com-a-chegada-de-marvel-vs-capcom-fighting-collection-arcade-classics/#respond Thu, 12 Sep 2024 14:32:49 +0000 https://www.arquivosdowoo.com.br/?p=17503 Chegou a hora de socar (e chutar!) com inesquecíveis jogos de luta em MARVEL vs. CAPCOM® Fighting Collection: Arcade Classics, disponível digitalmente no mundo todo para Nintendo Switch™, PlayStation®4 e PC via Steam, e com uma versão digital de Xbox One agendada para 2025! Pela primeira vez, jogue contra amigos e rivais ao redor do mundo […]

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Chegou a hora de socar (e chutar!) com inesquecíveis jogos de luta em MARVEL vs. CAPCOM® Fighting Collection: Arcade Classics, disponível digitalmente no mundo todo para Nintendo Switch™, PlayStation®4 e PC via Steam, e com uma versão digital de Xbox One agendada para 2025! Pela primeira vez, jogue contra amigos e rivais ao redor do mundo no conforto de sua casa usando o modo multiplayer online com rollback netcode!

Vivencie uma nostalgia sem igual com uma coletânea de sete jogos em um único pacote, incluindo inúmeros personagens e Super-Heróis preparados para a pancadaria pelos preços sugeridos de R$ 231,90 (PlayStation Store), R$ 275,00 (Nintendo Store) e R$ 199,00 (Steam)! Trazendo a ação frenética da franquia para as plataformas atuais pela primeira vez, os jogadores serão levados em uma viagem ao passado com estes sete títulos:

  • X-MEN® CHILDREN OF THE ATOM
  • MARVEL SUPER HEROES™
  • X-MEN™ VS. STREET FIGHTER®
  • MARVEL SUPER HEROES™ vs. STREET FIGHTER®
  • MARVEL™ vs. CAPCOM® CLASH OF SUPER HEROES
  • MARVEL™ vs. CAPCOM® 2 New Age of Heroes
  • THE PUNISHER™

O futuro é brilhante para MARVEL vs. CAPCOM Fighting Collection: Arcade Classics com as atualizações que tornarão a experiência do jogo ainda mais divertida e memorável para todos:

  • Reúna o Pessoal no Online: Os modos com partidas ranqueadas, casuais e personalizadas estão disponíveis em todos os jogos de luta da coletânea para que você possa jogar com a sua família e amigos de qualquer parte do mundo!
  • Rollback Netcode Robusto: As partidas online terão o suporte do rollback netcode para a experiência multiplayer mais estável possível!
  • Seja o Melhor dos Melhores!: Suba na tabela de pontuação global dos sete jogos e exiba suas habilidades para o mundo inteiro!
  • A Prática Leva à Perfeição: O Modo de Treino foi adicionado em todos os jogos de luta para você aperfeiçoar as habilidades com o seu boneco favorito ou testar um diferente!
  • Uma Joia Rara: THE PUNISHER chega pela primeira vez no Ocidente para PC e consoles modernos como uma adição superespecial da coletânea!
  • Se Liga Nessa!: A plateia irá à loucura no Modo Espectador, que tornará as partidas ainda mais divertidas e emocionantes!
  • Especiais Com Um Botão: Uma opção para soltar especiais com um botão está disponível, tornando os games mais acessíveis do que nunca!
  • Dificuldade em Muitos Níveis: As Configurações de Dificuldade poderão ser ajustadas para mais ou menos para os jogadores solo aumentarem ou diminuírem o desafio!
  • Novos Recursos: A coleção é um verdadeiro tesouro para os fãs dos clássicos, incluindo uma caixa de som jukebox como menu imersivo para as músicas, um Museu para viajar no tempo, instruções originais de gabinetes de fliper de todos os títulos, a possibilidade de salvar a qualquer momento no modo solo, novos filtros que emulam TVs antigas e telas de gabinetes, suporte para novos idiomas, incluindo Português (PT-BR), nos menus de interface* e muito mais!
    *Suporte nos menus da interface geral da coletânea. Os jogos incluídos estão no formato do lançamento original do fliperama (versões em inglês e japonês)

Para os fãs da Capcom, entusiastas de jogos de luta, fanáticos por quadrinhos, Super-Heróis e demais interessados, MARVEL vs. CAPCOM Fighting Collection: Arcade Classics entrega uma verdadeira celebração atemporal do legado da série de jogos de luta, reunindo um elenco de personagens variados e icônicos, recursos melhorados e uma jogabilidade competitiva. Reviva a nostalgia ou descubra os clássicos pela primeira vez, unindo fãs de todas as gerações na celebração desta lendária franquia de luta da Capcom, e fique ligado para mais informações sobre a coleção nos próximos meses!

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Spider-Man 2 | Análise https://www.arquivosdowoo.com.br/2023/11/29/spider-man-2-analise/ https://www.arquivosdowoo.com.br/2023/11/29/spider-man-2-analise/#respond Wed, 29 Nov 2023 13:26:39 +0000 https://www.arquivosdowoo.com.br/?p=15728 Em 2018, a Insomniac nos entregou o que pode ser considerado o melhor jogo do Aranha já feito. A ideia de usar a IP de forma mais significativa, diferentemente dos esforços anteriores da Activision — antiga dona dos direitos do personagem –, tivemos um jogo com investimento digno de um AAA, colocado no mesmo patamar […]

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Em 2018, a Insomniac nos entregou o que pode ser considerado o melhor jogo do Aranha já feito. A ideia de usar a IP de forma mais significativa, diferentemente dos esforços anteriores da Activision — antiga dona dos direitos do personagem –, tivemos um jogo com investimento digno de um AAA, colocado no mesmo patamar que Uncharted, TLOU e God of War.

LEIAM – Spider-Man | Conheçam o melhor jogo do Homem-Aranha

O resultado foi incrível. A movimentação do personagem pela cidade de Nova Iorque era perfeita, a história foi muito bem desenvolvida e graficamente, mesmo no PlayStation 4, o jogo beirava a perfeição.

Com isso, uma continuação era mais do que óbvia, e agora em 2023, ela chega ao PlayStation 5, com melhorias e sim, algumas mudanças negativas.

 

Spider-Man 2
Reprodução: SONY

Mudanças no mapa

O game segue a mesma linha que o anterior. Missões são espalhadas pela cidade de Nova Iorque e o jogador, na maior parte do tempo, tem a possibilidade de explorar livremente a cidade para realizá-las na ordem que quiser.

A cidade agora tem duas ilhas a mais, sendo bem maior e mais densa que no jogo anterior. E por isso, algumas mudanças foram feitas: agora, o Aranha tem asas em seu SUVACO, que permite planar pelos céus, podendo navegar mais diretamente.

LEIAM – Say No! More – Diga não aos abusos laborais

Não se trata de um “voo” propriamente dito, mas funciona como se fosse, já que existem alguns círculos no céu à lá Superman (N64), que funcionam como tubos de vento para acelerar o herói nesses voos com asa.

Além disso, a viagem rápida não funciona mais como antes. Não temos mais as estações de metrô. Agora Peter (e o Miles…) podem teleportar para QUALQUER área do mapa. A transição é bem rápida e imperceptível, mas acredito que a maioria dos jogadores nem vai querer usar isso até o pós-game, pois navegar pela cidade normalmente é bem mais prazeroso.

Spider-Man 2
Reprodução: SONY

Combate

Já o combate está muito similar aos dois jogos anteriores. Inspirado ainda por Batman Arkham Asylum (2009), não há necessidade de travar a mira em inimigos. A luta funciona como um balé, onde indicadores visuais na cabeça dos inimigos mostram basicamente qual ação o jogador deve tomar: se esquiva, pula, ou contra-ataca.

O jogador também tem controle sobre como se aproximar dos inimigos usando as teias, por mais distante que eles estejam. Assim, mesmo em lutas em ambientes muito abertos, a luta nunca fica estagnada.

LEIAM – EA Sports FC 24 | Análise

Em lutas contra chefes, principalmente no modo Difícil (utilizado nessa análise), as ações do jogador importam muito mais, pois a janela de esquiva é bem menor. O jogo conta com alguns Quick Time Events, e esses que já eram poucos no jogo anterior, agora estão bem mais sutis, não atrapalhando a jogabilidade. As lutas contra chefes, por exemplo, não são finalizadas dessa forma, e isso é um ponto positivo.

Reprodução: SONY

Sobre as habilidades, tanto Peter quanto Miles possuem as mesmas dos últimos dois jogos, e com o tempo eles vão conseguindo armas novas. Miles aprende novas técnicas de choque ao longo do jogo, enquanto Peter usa os poderes do simbionte por boa parte do jogo, no lugar das habilidades antigas do game anterior.

História

Acredito que esse seja o maior pecado do jogo. No último game tivemos a dica de que o Venom desse universo não seria o Eddie Brock e sim o próprio Harry Osborne, que devido a uma doença degenerativa, passou por um tratamento utilizando o simbionte alienígena encontrado pela Oscorp anos atrás.

O tratamento aparentemente deu certo, e Harry voltou à vida de Peter e MJ, já que os três eram muito amigos. Harry quer construir um mundo melhor para todos e precisa da ajuda de Peter, então eles fundam a fundação Emily-May, em homenagem a mãe de Harry e a Tia May, ambas falecidas.

O projeto parece que vai dar certo, porém obviamente o simbionte causa um xabú e escolhe se transferir para um hospedeiro mais forte: Peter. E aí temos uma versão nova do clássico arco do Peter malvadinho por causa da roupa preta.

Spider-Man 2
Reprodução: SONY

Essa parte do jogo é relativamente curta, pois dura umas 3 ou 4 missões de história, mas mostra um Peter mais ignorante e egocêntrico. Nessa parte, o protagonismo da história é transferido para Mary Jane e Miles.

MJ agora trabalha para o Jameson, e está tentando escrever um artigo sobre Kraven, O Caçador, que é a ameaça secundária desse jogo. Ele veio da Europa atrás de uma boa caçada, e depois de atacar e matar praticamente todo o restante do Sexteto Sinistro do jogo anterior — além do Homem de Areia — ele vem atrás do Homem-Aranha original.

A história termina em um tom que — para evitar spoilers — não vou falar, mas pessoalmente não combina com o que um Peter Parker de 25 anos faria.

Miles continua sem graça

Já Miles continua sendo aquele protagonista forçado, onde nenhum vilão parece ter ligação direta com ele. Ele tem uma cena com a Gata Negra, onde ela mesma o trata como um aprendiz café-com-leite, e o resto de sua jornada é basicamente servir de herói reserva enquanto Peter não volta a si. De resto, suas missões são menores, pois seu foco é ajudar a tal “comunidade”.

E essas missões do Miles são tão ruins quanto as histórias do personagem. Sabemos que ele existe até hoje pela representatividade, que juntada com a imagem de 60 anos de Homem-Aranha, gera simpatia e claro, dinheiro pra quem é dona da IP (Disney e Sony, nesse caso).

Porém, isso não se traduz em histórias de qualidade. Aranhaverso 1 e 2 são basicamente shows de luzes muito bem animados, mas que usam do fanservice para cobrir a falta de um roteiro original e que pegue o espectador além das 200 versões do herói presentes.

Em Spider-Man 2, isso não é diferente. Morales é como aquele seu amigo da escola que falava baixo ao redor dos protagonistas da turma; um ator coadjuvante em todas as cenas onde aparece vestido de herói. Já nas cenas à paisana, ele se limita a ser um assistente social, basicamente.

Miles passa todas as missões ouvindo sobre como sua mãe vai arranjar um novo namorado ou fazendo tarefas para seus amigos da escola. Em outro contexto — caso ele não fosse um super-herói ainda — isso seria completamente ok, mas essas missões destoam do tom elevado que o jogo tenta te colocar.

Sem spoilers, mas em dado momento o layout da cidade fica um CAOS, e ainda assim você consegue fazer as missões na escola como se o mundo estivesse normal. É bizarro.

Miles tem potencial pra ter grandes arcos em várias mídias, e confesso que essa versão é a MENOS PIOR de todas, mas seus roteiristas precisam aprender muito com o Super Choque.

Spider-Man 2
Reprodução: SONY

 

Conclusão

Spider-Man 2 é um dos melhores jogos da geração moderna da Sony. A jogabilidade é perfeita, a duração é muito boa, por volta de umas 20 horas caso você queira rushar a campanha e umas 30 para fazer 100%.

O desempenho também está ótimo, com Raytracing obrigatório, mesmo nos modos em 60 FPS.

A dublagem em português entrega muito bem, e Mauro Ramos de volta no papel de JJJ (após sua ausência em Miles Morales) foi muito bem-vinda.
Outra aparição completamente DO NADA é a do ator Rodrigo Lombardi (“Caminho das Índias” e “O Astro”) no papel de Kraven, o caçador. A dublagem original também é ótima, claro.

Recomendação obvia para quem está querendo adquirir um PlayStation 5. Não é um bom ponto de partida para quem quer conhecer o universo do Aranha (principalmente crianças), mas é um ótimo simulador do aracnídeo, com certeza.

 

Nota: 7,8

Spider-Man 2
Reprodução: SONY

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Parágrafo extra: crítica ao tom da narrativa

  • Sinta-se livre para ignorar esse tópico caso você esteja feliz com o que foi falado do jogo até agora, e principalmente, se você gostou do game. Cada pessoa tem sua opinião e tudo bem.

Meu maior problema com esse game é a forma como a narrativa e o ambiente geral do game é construído.
Claramente temos um jogo construído com o pensamento progressista americano, e tudo bem. Temos diversidade em vários pontos da história, como alguns personagens LGBT+ em algumas missões e alguns NPCs que deixam clara sua orientação sexual.

Temos também uma NPC não-binária, que na dublagem americana e latina, foi tratada com pronomes neutros. Na dublagem brasileira, foi optado por deixar tudo ambíguo, sem um artigo antes de seu nome. É válido lembrar que a Academia Brasileira de Letras não tem uma definição oficial para o uso de pronomes neutros, então para todos os efeitos, isso ainda é algo incorreto na língua portuguesa, apesar que a abreviação “Dre.” ainda é usada na legenda.

O que estraga é como isso é utilizado de forma a minimizar outros tipos de pensamentos nesse universo;

Reprodução: SONY

Jameson é como em outras mídias recentes, retratado como conservador burro. Ele é claramente escrito como uma escada óbvia para tratá-lo como imbecil e quem conhece as histórias do Aranha sabe que ele é, acima de tudo, uma pessoa inteligente que age como um antagonista do Aranha em histórias mais antigas. Mas em histórias recentes, até foi casado com a Tia May.

A ausência de POLICIAIS na rua, em favor de bombeiros, é mais uma forma da ala progressista expor sua visão “ACAB” (Todos os Policiais são Babacas, em tradução livre). É como se eles achassem que ter policiais numa cidade fosse algo ruim. Retratá-los como parte boa da sociedade seria algo ruim na visão deles, parece.

Vemos vários NPCs falando sobre seus parceiros de mesmo sexo, mas não vemos nenhuma instância de relacionamento heterossexual, tirando dos protagonistas.

Resumindo: o jogo todo parece ser uma propaganda unilateral, enquanto que eles vendem a ideia de inclusão, mas na realidade parece mais uma tentativa de dizer que não existe espaço para nada além desse progressismo que tentam empurrar goela abaixo em todos os jogos da Sony.

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Esta análise foi feita com uma cópia pessoal do game no PlayStation 5. O game está disponível somente no PlayStation 5.

Spider-Man 2
Reprodução: SONY

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15-Love | Análise da HQ https://www.arquivosdowoo.com.br/2023/08/22/15-love-hq-analise/ https://www.arquivosdowoo.com.br/2023/08/22/15-love-hq-analise/#respond Tue, 22 Aug 2023 14:03:50 +0000 https://www.arquivosdowoo.com.br/?p=14771 Estava eu outro dia, num site de HQ’s, lendo as Graphic Novels de Artemis Fowl (ainda não me recuperei totalmente daquela catástrofe cinematográfica que a Disney vomitou um tempo atrás) quando resolvi procurar pela tag “Romance”, e descobri que tem um bocado de coisa velha dos anos 50 e 60 que foi scanneado por pessoas […]

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Estava eu outro dia, num site de HQ’s, lendo as Graphic Novels de Artemis Fowl (ainda não me recuperei totalmente daquela catástrofe cinematográfica que a Disney vomitou um tempo atrás) quando resolvi procurar pela tag “Romance”, e descobri que tem um bocado de coisa velha dos anos 50 e 60 que foi scanneado por pessoas de bom coração, cujas capas vez ou outra vejo sendo tweetadas pelo perfil Pulp Librarian. Ainda não tive coragem de abrir tais histórias, porque eu não sou muito o cara de HQ’s.

Mas, uma delas que apareceu na primeira página me chamou a atenção, primeiro pela arte, que tentava um estilo pseudo mangá, segundo, pela temática de Tênis, porque honestamente, a ideia de um livro com a temática de tênis tem rondado a minha cabeça nos últimos 2, 3 anos, desde que terminei Máscara Ômega em 2019. E finalmente, porque quem publicou a HQ era a Marvel. Sim, a Marvel publicando uma HQ que não era de Super Heróis. É basicamente o equivalente da Atelier Kagura publicar um jogo que não envolva Netorare. Algo que eu achava impossível. Ainda não sei se a Atelier Kagura publicou algo que não envolva Netorare.

LEIAM – Archimedes Bar | Análise

O nome da HQ? 15-love. O que é um trocadilho esperto pra uma HQ de tênis que tem também romance na temática. Mas será que no meio de tanta coisa que a Marvel publicou, essa história vale a pena o seu tempo? Bem… “Peraí, Sancini, você não explicou o porquê de 15-love ser um trocadilho”.

Então, meu caro interlocutor imaginário que uso para estender meu parágrafo, irei respondê-lo com metade de um conhecimento, e como você sabe, saber algo é metade da batalha, então saber a metade de algo, é saber ¼ da batalha.

A pontuação nos jogos de tênis é 0-15-30-40-Game. E se o game estiver empatado em 40-40, um dos tenistas precisa de uma vantagem para depois conseguir o ponto. 6 pontos fecham um set e 2 (ou 3) sets fecham um jogo. E 15-Love, é a maneira que se lê em inglês o 15-0.

O porquê chamam de Love, eu não sei. Mas é um trocadilho esperto. E agora, você está pronto para ler essa análise.

Reprodução: Marvel Comics

Roteiro e Personagens

Escrita por Andi Watson (Alien vs Predador: Xenogenesis, Buffy: A Caça-Vampiros, Hellboy: Weird Tales), desenhado por Tommy Ohtsuka (New Mangaverse, Lords of Avalon: Knight of Darkness) e colorizado por Jochen “Guru eFX” Weltjens (trabalhos demais como colorista da Marvel pra eu conseguir creditar), 15-Love conta a história de Mill Collins, uma garota apaixonada por tênis, que deseja um dia se tornar uma profissional, só que tem um problema… Ela é a última colocada no ranking da Academia de Tênis Wayde.

E a academia tem a tradição de remover a bolsa de estudos das estudantes que não apresentam melhorias dentro de um determinado tempo… O tempo está correndo contra ela, o que ela fará pra se safar dessa?

O problema principal de 15-Love, é que sua curta duração de três edições com cerca de 45 páginas cada, acaba sendo muito pouco pra desenvolver algo que poderia ter sido mais. A história é boa, mas a curta duração deixa o público com aquele gosto de “poderia ter sido mais”. E o roteiro comete uns leves deslizes com relação a algumas regras do tênis, e mesmo no quesito infrações. Se tivéssemos uma história de seis edições, ao invés de três, o roteiro poderia ter sido mais encorpado e ido mais longe.

LEIAM – O Perfuraneves | Impressões da Graphic Novel

A curta duração também prejudica os personagens, que mesmo possuindo personalidades distintas, acabam não indo muito além de uma nota. Não que eles não sejam carismáticos, mas são tropes ambulantes, Mill é a protagonista determinada, Maya é a rival esnobe e invejosa, Poi é a amiga que dá suporte e Walt é o treinador meio desleixado com coração de ouro e etc. Os personagens com pelo menos mais de um trejeito, são a Mill, que é a protagonista, e o Cal, que é o interesse romântico da Mil, que finge ser um bom moço, mas é tão suspeito quanto um feministo. O roteiro ele não tem problemas na história que quer contar, só é curto demais pra dar um desenvolvimento justo aos seus personagens cativantes.

15-Love
Reprodução: Marvel Comics

Arte

As capas de 15-Love foram desenhadas pela falecida artista Sho Murase, responsável pela arte da adaptação em Mangá da série Nancy Drew, da PaperCutz, e são um bom cartão de visitas, mostrando a personagem de maneira chamativa.

A arte de pseudo mangá de Tommy Ohtsuka é bonita, e diferente do que usualmente se vê nas HQ’s da Marvel. Lembrando que 15-Love é de uma época pré-boom das webcomics (quando digo boom, falo a proliferação de sites dedicados ao tema, como o Tapas e o Webtoons, webcomics sempre existiram desde que me entendo por gente, praticamente uma evolução das fanzines), então é tecnicamente um refresco se você não lê mangás.

Cenários e efeitos visuais passam bem o dinamismo de uma partida de tênis, sem ir pro lado shonen gritaria de Prince of Tennis… Agora me pergunto se eu estou falando merda e Prince of Tennis não tinha gritaria shonen, faz anos desde que vi o anime. Que seja.

15-Love
Reprodução: Marvel Comics

Conclusão

15-Love é vítima de sua curta duração e contagem de páginas, porque não é uma série ruim, possui um roteiro decente, bons personagens, ótima arte, mas peca em ser curto.

Por outro lado, ser curto é garantia de que eu posso recomendar, mas até onde minhas buscas me levaram, a HQ não foi licenciada no Brasil (considerando as porcarias que a NewPop, Panini, Abril e outras publicaram aqui, é injusto), então é uma HQ que você deve ler por quaisquer meios necessários.

Nota: 7,5/10

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Venom | Não é Marvel, mas não falha https://www.arquivosdowoo.com.br/2021/10/12/venom-nao-e-marvel-mas-nao-falha/ https://www.arquivosdowoo.com.br/2021/10/12/venom-nao-e-marvel-mas-nao-falha/#respond Tue, 12 Oct 2021 20:38:22 +0000 https://www.arquivosdowoo.com.br/?p=8615 Faz algum tempo que não escrevo sobre filmes, e uma dos motivos é o tempo. Ou jogo ou vejo filmes, ou qualquer outra coisa infantil com meu filho.  Hoje consegui rever Venom, que nem é lá um filme que me agradou tanto, mas conseguiu me divertir mais do que na primeira vez. LEIAM – Homem-Aranha: […]

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Faz algum tempo que não escrevo sobre filmes, e uma dos motivos é o tempo. Ou jogo ou vejo filmes, ou qualquer outra coisa infantil com meu filho.  Hoje consegui rever Venom, que nem é lá um filme que me agradou tanto, mas conseguiu me divertir mais do que na primeira vez.

LEIAM – Homem-Aranha: De volta ao lar | Impressões sem spoiler

Como pretendo assistir a sequencia, decidi que seria interessante falar um pouco sobre minhas impressões do Protetor Letal. Claro, é minha opinião, então sinta-se livre pra discordar dela.

É engraçado pensar que já fui ferrenho critico dessas adaptações, mas parei um pouco ficar naquela expectativa exagerada. Creio que este filme é um deles que aprendi a ignorar os problemas e focar no que ele tem bom para oferecer.

É isso!

LET THE CARNAGE BEG… WUT!?

Venom

Venom tem como protagonista o nosso querido Eddie Brock, vilão ferrenho do universo do Aranha. E para a nossa sorte é Tom Hardy que o interpreta, que como um bom ator entende que o roteiro não é grande coisa, logo o carisma dele sustenta o filme todo.

Isso mesmo, o roteiro é bem fraco e tampouco tenta dar qualquer profundidade ao vilão do longa ou qualquer outra relação que Eddie tenha. Os atores parecem se dar conta disso e o publico saca logo, o que faz o filme ser mais leve e menos sombrio.

LEIAM – Todos os Animes do – U.S. Mangá Corps do Brasil

Tudo acontece rapidamente e o desenrolar da trama até o seu final é bem interessante, apesar do maçante inicio. Não há qualquer luta, exceto a de Brock em se manter vivo e derrubar a Fundação Vida.

O SIMBIONTE AMIGÃO DA VIZINHANÇA

É na Fundação Vida que Brock se contamina com Venom e enfim o filme tem inicio, com o protagonista tendo reações exageradas e bem engraçadas por conta do simbionte, enquanto é caçado. Não dá pra deixar de apontar que nesse aspecto o filme entrega alguns piadas bobas pra dar aquela descontraída.

Mesmo com essa carranca de filme sério e adulto, Venom é um filme infantil pra molecada dos 12 anos em diante.

O mais próximo de violência mesmo que eu notei foi a batida de moto, onde a perna do Brock está torta, quanto ao resto, nada de pessoas sendo partidas ao meio ou literalmente devorada em frente a câmera.

Ah, se eu gostaria de ver isso? Obvio, mas sabia o que encontrar aqui. Só achei que podiam ter ousado mais e ainda conter o nível de violência. Porém, olhando HOJE para o filme e os rumores, entendo o porque da escolha de um roteiro mais leve e focado no publico mais jovem.

ERA PRA SER UM VILÃO

Mas tornou-se apenas uma razão para colocar outro simbionte contra o Venom. Riot é fisicamente mais forte do que o protetor letal, isso fica bem claro logo no primeiro embate e porque Venom faz questão de dizer que ele faz uns lances impressionantes.

É um personagem que realmente pertence ao universo do anti-herói, mas que não funciona lá muito bem aqui. A motivação é interessante, não tenha dúvida, mas você entende que poderia ser muito melhor se trabalhado mais a figura do Riot, tudo é muito corrido. Poderiam ter enfiado os outros simbiontes do grupo do vilão, MAS, eu sei que to sendo chato, mas prometo me redimir até o fim desse texto.

De qualquer modo isso é razão o suficiente para colocar os dois para trocar altos socos em CGI, o que é legal pra caramba. É o ápice do filme e desenrola rapidamente a luta final, que é finalizada de uma forma bem medíocre.  Se ele atirasse uma granada ou qualquer outra coisa o filme acabava bem mais rápido.

Hey, estamos vendo filmes baseado em quadrinhos pra ver porrada digital, então quem liga?

WE ARE VENOM!

Não vou ser injusto, o design do Venom é uma das coisas mais legais que já vi, inclusive eu simpatizei com a personalidade do simbionte.

Ah, mas…. Não, é legal. Não tem aranha aqui, não precisa se ater que ele segue o padrão do que conhecemos do uniforme do aranha. Ele poderia ter qualquer forma, mas quem liga, ficou legal pra cacete.

Os efeitos não são bons, mas funciona muito bem. O lance da moto onde ele a deita e vai deslizando em seu próprio corpo e depois somos levado a essa primeira aparição do GIF. Isso valeu o filme, pelo menos pra mim.

Pode não ser a melhor obra baseada em um quadrinho, e não é mesmo, mas entrega uma entretenimento rápido. Há várias boas cenas, tem humor e ainda deve ter vendido muito bonecos e camisetas.

Oras, conseguiu o suficiente para ganhar continuação. Isso deve valer de algo? Não, muito filme lixo consegue o mesmo, mas esse aqui me conquistou.

CONCLUSÃO

Venom

O filme é bem divertido, simples, direto e sem muita enrolação como um bom primeiro filme deve ser. Não é como aquele Venom pavoroso do Sam Raimi no terceiro longa do Aranha.

No geral, o elenco do filme com apenas com Tom Hardy, um ator de peso (assistam Bronson com ele, sério). Logo, os demais não possuem lá grandes destaques, estão ali apenas para ser pano de fundo dos diálogos e as ações entre o simbionte e o Eddie.

Esse daqui vai um pouco além, sem muita firula ou tentando dar alguma solução mirabolante dos motivos disso ou daquilo. É tudo porque sim e segue adiante moer a galera na porrada.

To ansioso pelo segundo filme com o Carnificina, pois acho que vou me divertir tanto quanto foi com esse daqui. É um filme divertido e que vale apenas desligar o cérebro para conferir, então recomendo.

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#PlayWoo | Beta do Marvel’s Avengers https://www.arquivosdowoo.com.br/2020/08/24/marvels-avengers/ https://www.arquivosdowoo.com.br/2020/08/24/marvels-avengers/#respond Mon, 24 Aug 2020 21:31:00 +0000 https://www.arquivosdowoo.com.br/?p=4993 Marvel’s Avengers ganhou recentemente um beta aberto em todas as plataformas, e para não deixar passar em branco lá fui eu conferir. LEIAM – Peripécias Invasoras em Marvel Puzzle Quest Não achei que me divertiria com o game, mas ele até que consegue entreter, então fiquem com o gameplay.

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Marvel’s Avengers ganhou recentemente um beta aberto em todas as plataformas, e para não deixar passar em branco lá fui eu conferir.

LEIAM – Peripécias Invasoras em Marvel Puzzle Quest

Não achei que me divertiria com o game, mas ele até que consegue entreter, então fiquem com o gameplay.

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Iron Man VR | Jogamos a Demo! https://www.arquivosdowoo.com.br/2019/08/07/iron-man-vr-jogamos-demo-analise/ https://www.arquivosdowoo.com.br/2019/08/07/iron-man-vr-jogamos-demo-analise/#respond Wed, 07 Aug 2019 16:24:00 +0000 https://www.arquivosdowoo.com.br/2019/08/07/iron-man-vr-jogamos-demo-analise/ Voando e atirando Muita gente esperava um jogo nos moldes do feito para o Aranha, porém a ideia aqui seria toda aplicada com o Playstation VR, acessório caro pro console da Sony, com a premissa de que você realmente se sentiria na pele do Tony Stark. Será que tem como? Depois que a Sony anunciou […]

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Voando e atirando


Muita gente esperava um jogo nos moldes do feito para o Aranha, porém a ideia aqui seria toda aplicada com o Playstation VR, acessório caro pro console da Sony, com a premissa de que você realmente se sentiria na pele do Tony Stark. Será que tem como?



Depois que a Sony anunciou a exclusividade de alguns títulos relacionados a personagens da Marvel, tivemos o já clássico Spider-Man para PS4 e também o já divulgado jogo dos Vingadores que ainda carece de data de lançamento.


Além desses, também está em produção um jogo baseado no Homem de Ferro, sendo desde 2008 um dos mais populares da empresa, graças ao ator Robert Dawney Jr. e sua interpretação contínua do personagem que se encerrou recentemente com o fim da Fase 3 da Marvel.



Impulsos e manobras no ar


Na demo (que jogamos durante a Game XP 2019, que você pode ler mais aqui), já começamos em um ambiente oceânico com algumas pedras preenchendo o espaço — sendo diferente da fase aérea com aviões dos trailers divulgados anteriormente –. Esse lugar mais vazio talvez se deva à limitação do processamento do PS4, que não tem como renderizar cenas muito complexas sem comprometer a taxa de frames durante o uso da realidade virtual.


Na tela, o que vemos é um visor similar ao do capacete do Homem de Ferro visto nos filmes, com o retrato do personagem que está falando, seja Tony, Pepper ou Friday. Os controles são feitos segurando dois Playstation Moves (não sendo possível jogar com o Dual Shock 4), onde cada um representa um braço do herói. Para voar pra cima, devemos posicionar as mãos para baixo e segurar os gatilhos. Esse impulso pode ser feito tanto pra frente quanto pra trás também, porém não é possível usá-lo pra voar pra baixo (o que seria meio estranho) e nem em direções diferentes para cada braço, mas pelo menos você tem controle total do personagem.


Além disso, é possível atirar ao apontar as mãos para frente e apertando um botão. Não sei se a câmera estava mal configurada, mas eu sentia uma certa diferença entre a direção apontada e a posição do braço dentro do jogo. 


Pra finalizar, ainda há um ataque com impulso, onde você deve dar um soco pra frente com as duas mãos ao mesmo tempo segurando um botão, fazendo com que o personagem voe e ataque rapidamente.



Objetivos

Na demo, as missões eram simples. De início, somos ensinados os básicos do voo ao passar por círculos no céu (alô Superman 64!). Como não estou acostumado nem com o jogo e nem com VR, eu QUASE caí no chão por não saber controlar direito o boneco e ainda bati de cara numa pedra, mas depois tudo ficou suave a ponto do responsável pelo estande dizer: “nossa, ele tá jogando melhor do que eu!”


Depois, temos que enfrentar alguns drones, que podem ser derrubados tanto com tiros quanto com o impulso já citado acima. Por ser em VR, tudo é muito intuitivo, com o único problema sendo os cinco minutos que se perde praticando o voo e também as ocasionais falhas de reconhecimento da câmera, que faz com que um círculo apareça no jogo mostrando que os movimentos não estão sendo capturados, tirando a imersão.


Eu ainda experienciei um bug bizarro onde as mãos do Homem de Ferro se esticaram e ficaram todas tortas na tela se mexendo… um verdadeiro show de horror em VR, lol. Porém isso é até comum e provavelmente será mitigado no jogo final.



Conclusão


Iron Man VR será uma grande experiência exclusiva da Sony, e certamente busca entregar algo que não seria tão legal se fosse um game comum. Tentativas frustradas de fazer um jogo do herói foram tentadas pela SEGA na geração passada, falhando três vezes em fazer um jogo bom. Aqui, temos um gameplay divertido, porém sem exploração muito extensa devido a plataforma em qual será lançado. Caso tenha ou pense em adquirir um PSVR, tenha em mente que essa talvez seja o ápice do acessório, ao menos no Playstation 4.

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Marvel Puzzle Quest #002 |Hero Points & Juggernaut https://www.arquivosdowoo.com.br/2018/05/18/marvel-puzzle-quest-002/ https://www.arquivosdowoo.com.br/2018/05/18/marvel-puzzle-quest-002/#respond Fri, 18 May 2018 13:47:00 +0000 https://www.arquivosdowoo.com.br/2018/05/18/peripecias-invasoras-em-marvel-puzzle_18/ Cá estamos de volta com mais dicas de Marvel Puzzle Quest, uma série de vídeos exclusivos aqui para o site. Hoje, neste vídeo, falaremos sobre a importância de poupar as Hero Points e como aumentar o nível de pelo menos três personagens de nível um e tornar a jornada mais fácil. Caso tenha perdido o […]

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Cá estamos de volta com mais dicas de Marvel Puzzle Quest, uma série de vídeos exclusivos aqui para o site.

Hoje, neste vídeo, falaremos sobre a importância de poupar as Hero Points e como aumentar o nível de pelo menos três personagens de nível um e tornar a jornada mais fácil.

Caso tenha perdido o primeiro vídeo, basta acessar aqui: Marvel Puzzle Quest #001 |Dicas para começar

Agora vamos ao vídeo!

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Começo o texto dizendo que tenho um celular mediano e que atualmente resolvi instalar um jogo, o tal “Candy Crush” da Marvel, só para passar o tempo.

Sendo a Marvel muito presente grande parte da minha vida, com suas revistas em quadrinhos e tal, além do fato de eu gostar muito dos personagens clássicos da Casa das (atualmente poucas) ideias, acabei decidindo testar essa jogo para smartphones.

Eu acho que nem preciso dizer que por se tratar de um free-to-play, existem diversos itens para se comprar,  caso não tenha muita paciência para evoluir no jogo. E bota paciência nisso.

Marvel Puzzle Quest

A princípio, eu vou dar algumas dicas, de como evoluir no jogo e a primeira delas é: jamais gaste suas HERO POINTS para comprar novos cards de personagens, são pontos jogados fora, já que provavelmente, você vai comprar uma carta de level baixo, raramente sai um level mais alto, e todas essas cartas você pode conquistar no jogo sem gastar nada.

Guarde suas Hero Points para comprar espaço para armazenar as suas cartas conquistadas. Vai por mim.

Como começar?

Marvel Puzzle Quest

Bem, pra começar a jogar Marvel Puzzle Quest, como eu disse, junte os seus HERO POINTS e compre armazenamento para suas cartas, e escolha uns três personagens de level inicial do qual você gosta e comece a aumentar o nível deles até o máximo.

LEIAM – Marvel Puzzle Quest #002 |Hero Points & Juggernaut

Nessa primeira leva, o level máximo geralmente é 50. No meu caso, como exemplo, eu upei o Iron Man, Tempestade, Spider-Man e o Fanático (Juggernaut).

A importância de ter esses personagens da primeira leva do jogo em sua capacidade máxima eu irei explicar no próximo texto, então fiquem ligado para mais dicas. Até lá!

Abaixo você também pode conferir um vídeo onde faço o gameplay do jogo, além de uma playlist no canal só com os vídeos de MPQ:

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Punho de Ferro do Netflix | Impressões https://www.arquivosdowoo.com.br/2017/04/03/punho-de-ferro-impressoes-da-serie/ https://www.arquivosdowoo.com.br/2017/04/03/punho-de-ferro-impressoes-da-serie/#respond Mon, 03 Apr 2017 16:10:00 +0000 https://www.arquivosdowoo.com.br/2017/04/03/punho-de-ferro-impressoes-da-serie/ Infelizmente o Punho de Ferro nunca foi um personagem muito relevante no universo da Marvel. Diversas de suas revistas foram canceladas ao longo dos anos por diversos motivos, um deles a falta de bons autores no comando das revistas. E isso me deixou com um pé atrás ao ver o anúncio da série baseada no personagem. […]

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Infelizmente o Punho de Ferro nunca foi um personagem muito relevante no universo da Marvel. Diversas de suas revistas foram canceladas ao longo dos anos por diversos motivos, um deles a falta de bons autores no comando das revistas. E isso me deixou com um pé atrás ao ver o anúncio da série baseada no personagem.

O que poderíamos esperar de uma série  baseada em personagem que ficou limitado a coadjuvante nos quadrinhos?

Danny Rand é o único sobrevivente de um acidente de avião que matou sua família, e que para sua sorte, dois monges pertencente a mistica cidade Kun Lun, passavam por ali e acabam por resgatá-lo. – A sorte no caso significa que ele deixou de morrer na neve para quase morrer de tanto apanhar enquanto treinava com o pessoal de Kun Lun.

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Depois de anos treinando arduamente, Danny conseguiu ser merecedor do Punho de Ferro, e decidiu retornar para o mundo das pessoas comuns. Ao chegar ele descobre que seus amigos… Ah, pelo amor, vá assistir a série e depois volte para conferir minhas impressões.


O Punho de Ferro é um monge shaolin ocidental, provavelmente um dos mais rápidos, forte e equilibrado nos quadrinhos. Podemos dizer que Luke Cage seria seu melhor amigo, pois até dividiram uma revista: Heróis de Aluguel. Por sinal é bem divertida, teve até participação do Deadpool.

E o que temos na série: Um hippie chorão que sabe lutar.

Isso não significa que a série seja ruim, apenas que o ator e o roteiro não contribuíram o bastante para torná-lo interessante. Posso dizer que por diversas vezes me vi muito mais empolgado com a subtrama e os coadjuvantes do que a trama principal.

Eu sei que algumas pessoas irão dizer que é preciso compreensão pelo fato da série  estar contando a sua origem, o que não discordo, mas não justifica o personagem ser um tremendo mongolão. Pô, ele esteve a vida toda enfiado em uma cidade mistica treinando para elevar seu espirito, chi, ki, karma, cosmos e companhia, mas não consegue lidar com o acidente que matou seus pais. Do que adiantou ele apanhar tanto de bambu e meditar se
no final das contas ele é incapaz de criar um simples plano para atacar o tentáculo. 

Não há muita coisa boa a se dizer de uma série onde nem o protagonista principal sabe o que vai fazer contra seu maior inimigo. O personagem é incapaz de criar um plano. Ele quer resolver tudo na porrada.


A série é composta por 13 episódios com quase 1 hora de duração cada, acredite, não foi fácil ir até o final. Houve episódios bons como a viagem a China atrás da Madame Gao, mas é tantos altos e baixos que chegam a um ponto, em que você vai começar a ficar de saco cheio.

Se tem algo que vale a pena são os personagens coadjuvantes: Ward Meachum e Harold Meachum, que ao meu ver roubam a cena a todo momento.

Ward, a primeira vista passa a ideia de ser apenas mais um playboy ganancioso, mas a medida que a série avança, o personagem começa a ganhar muita mais profundidade na série. Principalmente por causa de seu pai, Harold


A relação conturbada de ambos consegue prender a atenção do telespectador. Harold, não é um cara com escrúpulo algum, e deixa isso bem claro ao enfiar seu filho nas mais complexas situações. Tudo para o bem da família. Pelo menos é o que ele diz ao filho.


Sinceramente Harold podia ter sido um vilão ainda maior, apesar de entender que precisavam dar mais pano para o tentáculo. Digo mais, a Madame Gao é uma baita vilã, muito superior ao Bakuto.




Foram 13 episódios que não aproveitaram adequadamente do potencial do Punho de Ferro. Como disse ao início, apesar de ser um coadjuvante nos quadrinhos, muita coisa boa poderia ter sido feito e explorada.


As série Marvel pós-Demolidor se concentraram em oferecer heróis quebrados emocionalmente, e mostrar sua recuperação ao longo da série. E isso não funcionou aqui. Há momentos que você só quer pular ou adiantar na expectativa de que algo interessante aconteça, porque o conflito interno de Danny é a coisa mais chata que você vai ver desde as novelas da rede Globo.


Como podem ter notado, não posso por toda a culpa na atuação do ator principal, quando na realidade o roteiro não ajuda. Há muitas cenas desnecessárias  durante toda a série e isso me incomodou para diabos. Cito como exemplo a morte do auxiliar de Harold, que não teve necessidade alguma. Em uma cena anterior é citado que aqueles que são ressuscitados pelo Tentáculo tendem a ficar extremamente violentos e causar um mal enorme suas respectivas famílias. Na próxima cena: BOOM, ele vai lá e mata o ajudante por causa de sorvete. É de uma estupidez assustadora. Não precisava desperdiçar mais cenas com a morte de um ajudante que havia sido esquecido durante a série.


Não fode, pow!




Colleen Wing é uma das personagens secundárias mais legal da série, pelo menos até começar um relacionamento com o Danny. Ela é forte o suficiente para chutar a bunda do Danny, só que os roteiristas não deixaram isso acontecer. Na série você a verá batendo em brutamontes, e isso é muito awesome.


Uma pena que próximo dos últimos episódios ela perca um pouco da sua relevância, tornando-se apenas uma sidekick do Danny. Sim, fiquei um pouco decepcionado, pois as motivações da personagem acabaram ficando segundo plano. Quer dizer, deturparam as motivações dela, tornando-o um bode expiatório de um vilão.


Bem, adoraria uma série só dela. Se é para pegar personagens secundários como Luke Cage, Jéssica Jones e Punho de Ferro, então quero uma série das Filhas do Dragão, oras.




Punho de Ferro é uma série chata. Não vou entrar no mérito de produção, até porque não vi nada que me incomodasse, principalmente porque tava sendo morto lentamente com a chatice da trama principal.


O famoso poder punho de ferro raramente é usado durante toda a série, praticamente não tem uso algum. Enquanto no quadrinho ele bate até na sombra com a mão brilhando, aqui serve para abrir portas, quebrar pisos e não cortar a mãozinha dele.


Por muitas vezes estava decidido a parar de assistir, só que por motivos maiores encarei a série até o seu fim. Só tenho a agradecer que não tenha sido 20 episódios. Provavelmente cortaria os pulsos lá pelo episódio 15.


Não posso dizer que recomendo, mas DEFENSORES está programado ainda para esse ano, então será preciso entender um pouco para não ficar perdido, então assista avançando os episódios. 


De nada.


Abaixo você confere a minhas impressões em vídeo no canal Level 3. Eu sou o gordo de azul… 


É. 

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Deadpool | Um filme insanamente divertido https://www.arquivosdowoo.com.br/2016/02/16/deadpool-um-filme-do-cara/ https://www.arquivosdowoo.com.br/2016/02/16/deadpool-um-filme-do-cara/#respond Tue, 16 Feb 2016 22:47:00 +0000 https://www.arquivosdowoo.com.br/2016/02/16/deadpool-um-filme-do-cara/ Deadpool finalmente estreou e como sou um grande fã do personagem, eu não poderia deixar de conferir o filme nos cinemas – E porque minha esposa também queria ver o Ryan Reynolds. Infelizmente não pude assistir o filme legendado, mas também não me arrependo, pois a versão dublada está ótima. É quase como ler as […]

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Deadpool finalmente estreou e como sou um grande fã do personagem, eu não poderia deixar de conferir o filme nos cinemas – E porque minha esposa também queria ver o Ryan Reynolds.

Infelizmente não pude assistir o filme legendado, mas também não me arrependo, pois a versão dublada está ótima. É quase como ler as revistinhas em quadrinhos  do personagem traduzidas em toda a sua gloria e palavrões. Mas ainda assistirei ao filme em inglês!

Chega de enrolações e vamos direto ao ponto: Deadpool é do carai!

O filme tem início de uma maneira simplesmente hilária e todos na sala começam a rir sem o personagem pronunciar uma palavra, apenas como uma imagem que vai se expandindo e nos mostra Deadpool no meio de um capotamento segurando um motoqueiro pelas cuecas.

Oh! mas você vai dar spoilers seu gordo maldito? Não, calma, isso é apenas a entrada, então pode ficar tranquilo que não vai rolar spoiler algum, prometo!

Talvez só esse Spoiler aqui, mas só porquê ele é lindo e pretendo instalar no meu Fiat 147
São quase duas horas de muito humor, tiroteio e palavrões  a todo momento. Não consegui ver uma única pessoa de cara feia ou que tenha se levantado para ir embora por causa do conteúdo ofensivo. Bem, havia uma senhora acompanhando sua filha de aproximadamente 7/8 anos que deve ter saído de lá bem traumatizada com o novo filme do Homem-Aranha.


Gente, eu não consigo compreender como alguns pais chegaram a conclusão que Deadpool é aconselhável para crianças pequenas. Sério, tu leva seu filho pequeno para ver um cara sendo enrabado em tela grande? 


Corajosos os pais de hoje em dia. Só não vale textão depois, hein!



Apesar de ser muito engraçado o enredo traz um vilão bem meia-boca, que no caso é o Ajax, que virou sinônimo de produto de limpeza. Ele é um mutante que não sente dor e tem super força, mas é só isso, de resto só vale pela zoação que o Deadpool faz com o nome dele durante todo o filme. Não to dizendo que é ruim, mas é um vilão mediano, apenas isso.

O melhor personagem… melhor soa errado, quero dizer: Um dos personagens mais legais durante o filme é o Colossus do X-Men. No segundo filme da franquia X-Men ele aparece, faz uma ponta e some, mas aqui ele é todo digital e com o aspecto do quadrinho. Ele é enorme e muito gentil, diga-se de passagem.

Todas as aparições do Colossus rendeu muitas risadas, pois o sujeito é um grandalhão educado e repleto de frases de efeitos. tipico de super heróis. E por outro lado você tem a Negasonic Teenage Warhead, ou Sinead O’Connor para encurtar. Ela é uma mutante adolescente aborrecida que está aprendendo a ser uma X-Men com o Colossus, e que além de linda é capaz de explodir tudo a sua volta.



Outro ponto interessante é que o filme é cheio de referencias e isso deixa implícito que o filme foi feito para os fãs, então se alguém sair de lá reclamando do filme, pode ter certeza que ele gosta de Wolverine Origins


Ninguém que goste daquela tranqueira poderia curtir esse filme, principalmente porque aqui você vai ver cabeças sendo decepadas, braços, amputação de uma mão e diversas referencias a masturbação masculina.

Oh! Meu Deus! Ele falou de masturbação! É isso mesmo, diversas referencias a brincadeira nº1 dos homi opressor.



Mal posso acreditar que com um orçamento pequeno eles conseguiram nos proporcionar um filme tão fiel e politicamente incorreto. Não é a toa que tem gente no twitter chamando o filme de homofóbico e misógino. 


Bem, ninguém liga para esse povo mesmo, fodam-se eles! Os 10 Mandamentos ainda está em cartaz, dá tempo de dar um dinheirinho ao Edir Macedo.


Enfim, a batalha final é rápida e assistir a namorada do Wade morrer realmente levou a plateia as lagrimas. Recordo que um tiozinho foi obrigado a entrar com um rodo para secar o chão que foi praticamente lavado com a enxurrada de lagrimas.

Depois de secarmos as lagrimas ainda temos as cenas pós-créditos, que faz referencia a um filme antigo que eu nem curto. E ainda assim foi muito divertido, mesmo depois de eu ter gritado para o maluco do cinema que estava pedindo que saíssemos da sala. Eu paguei para ver o filme completo, então tenho o direito de ficar sentado até ler nos créditos o nome do cara responsável pelo café da equipe de filmagem, humph!


Depois de rir, chorar e gritar várias vezes palavras de baixo calão, é chegado a hora de ir embora. Eu olhava para a tela e não podia acreditar que duas horas haviam se passado tão depressa. Foram momentos inesquecíveis que esse mercenário tagarela me proporcionou em uma tarde de domingo quente feito o inferno – Pois o ar condicionado da sala não foi ligado.


É isso, assistam Deadpool e não levem as crianças, façam elas esperarem até que seja exibido em TV aberta.

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