Arquivos Lords of Exile - Arquivos do Woo https://www.arquivosdowoo.com.br/tag/lords-of-exile/ Um pouco de tudo na medida certa Fri, 28 Mar 2025 22:34:12 +0000 pt-BR hourly 1 https://wordpress.org/?v=6.9 https://www.arquivosdowoo.com.br/wp-content/uploads/2020/12/cropped-logo-150x150.png Arquivos Lords of Exile - Arquivos do Woo https://www.arquivosdowoo.com.br/tag/lords-of-exile/ 32 32 Mortal Rite | Rogue-Souls-Like com potencial https://www.arquivosdowoo.com.br/2025/03/28/mortal-rite-rogue-souls-like-com-potencial/ https://www.arquivosdowoo.com.br/2025/03/28/mortal-rite-rogue-souls-like-com-potencial/#respond Fri, 28 Mar 2025 22:34:12 +0000 https://www.arquivosdowoo.com.br/?p=19691 Eu to sem criatividade pra iniciar esse texto. Porque todas as tangentes relacionadas aos gêneros do jogo de hoje (sim, gêneros no plural, porque hoje em dia, um jogo não pode pertencer apenas a um gênero… Mesmo que os gêneros não combinem) já foram feitas em textos passados. Afinal de contas, quantas vezes eu já […]

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Eu to sem criatividade pra iniciar esse texto. Porque todas as tangentes relacionadas aos gêneros do jogo de hoje (sim, gêneros no plural, porque hoje em dia, um jogo não pode pertencer apenas a um gênero… Mesmo que os gêneros não combinem) já foram feitas em textos passados. Afinal de contas, quantas vezes eu já falei que apesar de ter alguns jogos do gênero, e mesmo tendo feito análises, eu nunca fui muito bom em Souls-like? Eu já perdi as contas, mas é. Talvez por falta de paciência, ou qualquer outra coisa, mas é. Eu sempre fui bem ruinzinho, mesmo gostando de alguns dos jogos do gênero.

Agora, quanto a Roguelikes… Quem me conhece, sabe que eu não gosto do gênero, e não gosto de como basicamente estão enfiando elementos de roguelike em vários gêneros, de beat’em up’s até mesmo a jogos de luta. (Sim, Idol Showdown, o fangame de luta com as meninas do Hololive tem um modo que é um roguelike de luta) Eu sei que há diferenças entre roguelike e roguelite, mas pra simplificação, colocamos tudo em um saco. O fato é que muita gente simplesmente pra pegar carona num hiper sucesso, resolve colocar elementos do gênero em seus jogos, de uma maneira preguiçosa. E os ot… fãs do gênero, aceitam bem.

Fazendo a última tangente pro assunto de hoje, jogos que obtiveram recursos via financiamento coletivo são uma via de duas mãos. Coloque dinheiro na mão de quem não tem experiência, ou não sabe fazer, coisas como Tormenta: O Desafio dos Deuses e o caso do Chuck Tingle podem acontecer. Mas também temos aí casos como o de Shovel Knight e Lords of Exile, que vieram depois de financiamentos coletivos bem sucedidos. Dito isso, o jogo de hoje, Mortal Rite, que ainda está em acesso antecipado (mais uma coisa que parece ser comum pra mim, jogar jogos de acesso antecipado, roguelikes ou souls-likes, ou segundos jogos em franquias, ou.) e recebeu financiamento coletivo no Kickstarter. Será que ele faz parte ao segundo grupo ou ao primeiro? Confira nossa análise

Em busca da Imortalidade

Você é um iniciado em uma antiga guilda de guerreiros imortais, você busca sobreviver às provações do Espírito de Sangue e obter imortalidade e aceitação na guilda…

A história é risível e esparsa, não é como em Dark Souls, onde a história pode ser ignorada pelo jogador, mas detalhes sobre a história poderem ser adquiridos investigando os cenários. Mas tudo bem, esse é um jogo em acesso antecipado, e tais coisas podem ser remediadas no futuro, talvez.

Souls-like que precisa de um pouco de otimização

Eu não tenho problema com jogos mais janky, eu adorei Mortal Shell (que é meio desajeitado comparado a outros Souls-likes como Nioh e Lies of Pi), e Mortal Rite cai nessa categoria, porque o combate é meio desajeitado em pontos. Ele funciona como o souls-like que você já conhece, ataques fracos e fortes, bloqueio, contra ataque e esquiva, tudo gerenciado pela barra de stamina. Isso, jogador de souls-like aprendeu na terceira série.

Os personagens do jogo, Shold, Fia, Dawksin, e Initiate funcionam como classes Shold é o tanque, Fia é a maga, Dawskin é o ladino e Initiate é o equivalente a classe Deprived de Dark Souls, e cada um possui habilidades únicas que podem ser usadas, após serem aprendidas nas árvores de talento.

Bem, o jogo é Roguelite, como mencionei lá em cima… O Alden’s Refuge (é, o jogo não tem localização em português, não que isso me incomode) serve como hub onde suas runs começam, você pode escolher o personagem, ir ao ferreiro, mudar os pontos da árvore de talento, acessar o PVP ou escolher um mundo para começar. Cada um dos mundos posteriormente ao primeiro é ligado a completar o anterior. A progressão é salva no jogo inteiro, assim não sendo necessário recomeçar do primeiro mundo quando mudamos de personagem. Quando se morre, você volta ao começo da fase. Inimigos e Baús resetam, mas o jogador não perde o que conseguira na run, até mesmo ganhando dinheiro extra dependendo do seu progresso, e os atalhos se mantém abertos. Entretanto, se voltar ao hub principal, a fase reseta completamente. Após navegar pela fase, temos chefões para enfrentar.

Durante as fases, você vai adquirir o bom e velho loot, como grana, itens, material pro ferreiro e equipamento. NÃO EXISTEM armas e armadura a ser encontradas, já que a árvore de talento fornece melhorias de ataque e defesa. A grana é usada pra comprar novas receitas pro ferreiro e craftar as receitas já adquiridas, desde que você tenha o material correto. Ao contrário dos roguelites usuais, as opções de loot lhe permitem escolher equipamentos que vão dar um boost em determinados status.

Isso tudo seria muito bom, muito legal… Se o jogo não tivesse alguns probleminhas de performance. Isso não vem só de mim, que uso uma máquina secundária (do meu sobrinho) pra jogar alguns jogos que esse meu PC não roda, mas de outras pessoas com PC’s muito melhores que o meu tiveram problemas pra conseguir chegar a 60 FPS mesmo setando o jogo para rodar no dobro. O jogo teve também problemas com crashes. Não é a toa que o jogo tem recepção mista no Steam.

Belos gráficos, mas… Cadê a música?

Uma das coisas que o gênero sempre entrega, independente do desenvolvedor (a não ser que você seja Gilson B. Pontes), são belíssimos cenários, e Mortal Rite não é exceção. As coisas ainda estão um pouco duras por que é Early Access, mas são bons o suficiente, especialmente considerando que é um jogo feito com menos de 70 mil dólares. E vou dizer que a Fia é bonita. Agora, COMO INDIES DE 70 MIL DÓLARES FAZEM MULHERES BONITAS E AAA DE MAIS DE 100 MILHÕES, SE ESFORÇAM PRA EMBARANGAR MULHERES? É de se fazer pensar.

Agora… Uma das coisas que me deixou encucado é a trilha sonora, ou falta dela em alguns pontos. Não é aquele silêncio ambientador, mas uma falta de musica deixa as coisas estranhas.


Ainda há um longo caminho

Respondendo a pergunta de antes da análise, Mortal Rite pode não atingir os altos de Lords of Exile ou Shovel Knight, mas está longe de atingir os baixos de Tormenta: O Desafio dos Deuses ou sequer o desastre que foi aquele Kickstarter da Zoe Quinn. Ele tem potencial pra se tornar mais, mas tropeça em algumas coisas básicas, como o design de fases, a falta de música em muitos pontos, o tutorial não é muito intuitivo o fato de que é preciso pagar (in-game, deixando claro) pra desbloquear os personagens TODAS AS VEZES. O preço pode não ser convidativo pros gringos (25 dólares), mas o preço nacional é BEM CONVIDATIVO pra um souls-like, 60 Reais. O jogo pode ser jogado single-player e cooperativo. Maaaaas, se você quer um jogo que mistura Souls-like, rogue-lite e jank, também tem Let it Die. Sim, fanboys do Suda, o cara lança muita coisa Jank, deal with it. Enfim, voltando a Mortal Rite, ainda que não atinja todas as notas corretas, o potencial está lá. Pegue em uma promoção e aguarde melhorias até o 1.0.

Nota: 6,5/10

Mortal Rite está disponível em acesso antecipado no Steam, e essa análise foi feita com uma chave gentilmente fornecida pela Round Toast Studios.

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Berserk Boy | Pra quem tinha saudades de Mega Man Zero https://www.arquivosdowoo.com.br/2024/03/09/berserk-boy-pra-quem-tinha-saudades-de-mega-man-zero/ https://www.arquivosdowoo.com.br/2024/03/09/berserk-boy-pra-quem-tinha-saudades-de-mega-man-zero/#respond Sat, 09 Mar 2024 04:15:33 +0000 https://www.arquivosdowoo.com.br/?p=16434 Jesus Cristo de Cascatinha, por onde eu ando na Internet, há uma treta me esperando no canto, seja uma (ou mais de uma) agência de VTuber com práticas extremamente imorais e inéticas, esquerdistas amantes de Cavalos se provando hipócritas, bebês chorões tendo o trabalho exposto e apelando pra Hit Pieces, dentre outras coisas. E aí […]

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Jesus Cristo de Cascatinha, por onde eu ando na Internet, há uma treta me esperando no canto, seja uma (ou mais de uma) agência de VTuber com práticas extremamente imorais e inéticas, esquerdistas amantes de Cavalos se provando hipócritas, bebês chorões tendo o trabalho exposto e apelando pra Hit Pieces, dentre outras coisas. E aí as pessoas se perguntam porque eu jogo videogames… Eu quero fugir dessa loucura toda.

Se você curte retro jogos, o ano de 2024 promete. Tivemos bons lançamentos de jogos no estilo retrô, como Lords of Exile, a versão de PC de Deathwish Enforcers (o jogo havia sido lançado ano passado para consoles) e muitos outros estão pra sair. Nem todos serão bem sucedidos, por um motivo ou outro, sejam roteiros ruins ou jogabilidade medíocre.

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O que os dois primeiros parágrafos do texto tem a ver com o jogo de hoje? O primeiro, nada, é só a típica tangente que faço pras minhas análises. O segundo, bem, o jogo de hoje é um plataforma com inspiração retrô e que foi recentemente lançado. Após anos de desenvolvimento, alguns adiamentos e uma demo lançada no Steam Next Fest do ano passado (que incluía quase metade do jogo), Berserk Boy está finalmente disponível para PC e Nintendo Switch. Confira a nossa análise do jogo.

Reprodução: Berserk Boy Games

Modo Berserk para salvar o mundo

Estamos no distante futuro de 21XX, a humanidade corre perigo devido a estranhas criaturas, que são compostas da misteriosa energia negra. Para combatê-la, um grupo foi criado, a resistência, cujos cientistas estudam os misteriosos Orbes Berserk, que são capazes de dar poderes extraordinários às pessoas que conseguem dominá-los.

Só que um desses cientistas, Dr. Wil, digo, Dr. Genos, decide usar os Orbes para ~DOMINAR O MUNDO~. O jogador está no papel de Kei, um dos membros da resistência que junto com sua amiga Dizzie, vai pesquisar uma estranha leitura de energia em New Hope City, até que são separados por um ataque das criaturas, coordenado por Genos. Kei se depara com um estranho pássaro em chamas, Fiore e graças a ele, se funde com a Orbe Berserk do Relâmpago e é capaz de lutar de verdade.

O resto do roteiro é bem previsível, não há nenhuma reviravolta. Pra ser franco, não há quase nada em termos de diálogos após o primeiro stint da história (vulgo introdução). Há conversas aqui e ali, mas nada a nível Mega Man Zero ou ZX, ou Gunvolt por exemplo. Não que isso seja demérito do jogo, é um plataforma focado na ação, não na narrativa. Mas alguns diálogos extras ajudariam a climatizar o mundo.

Reprodução: Berserk Boy Games

Se você tinha saudade da série Mega Man Zero (e de ZX), é pra você

Uma das principais comparações que vejo em vídeos e reviews, é com Mega Man X, quando… Não? A estrutura de Berserk Boy é mais semelhante a que vemos na série Mega Man Zero, com exploração na base, compra de Power-Up’s e tudo mais. E eu não sei se eu classificaria como um Metroidvania, apesar das leves pitadas do gênero que ele possui, como backtracking e áreas acessíveis somente com determinadas habilidades, mas não é 100% dependente disso, como acontece em jogos do tipo.

É bem difícil explicar todas as mecânicas de Berserk Boy, mas vamos lá. O jogo é um plataforma de ação, com foco em combate e um bocado de exploração. Kei no começo possui somente o poder do trovão, mas conforme derrota os chefes das quatro áreas, ele adquire seus poderes, tal qual Mega Man. Cada uma dessas quatro áreas (e a quinta, que é a Fortaleza de Genos) é subdividida em três atos, onde em alguns casos, há um subchefe nos atos, em outros, não, e no terceiro ato, há o confronto com o chefe.

Em termos de controles, cada forma que Kei possui (Trovão, Fogo, Gelo, Vento e Terra) possui habilidades diferentes, desde habilidades ativas por botões, a habilidades passivas, como a broca de fogo (ok, a broca de fogo é a única habilidade passiva do jogo) e elas podem ser usadas para cruzar as fases num ritmo alucinante, cortar caminho em alguns casos e chegar em áreas antes inalcançáveis. E a maneira com a qual é implementado é brilhante… Bem, se você tiver um controle, porque no teclado, você precisará fazer alguns finos ajustes, que pra surpresa de ninguém, eu não fiz. (Sério, tem dois botões de ataque no teclado, eu deveria ter alterado o mapeamento.) Você pode usar os botões de ombro do controle, ou o analógico direito para abrir a roda de habilidades.

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Os Power-ups são comprados com as orbes azuis que você coleta, que também servem como recarga da sua energia, o que é bem inteligente. Especialmente considerando que a energia recarrega automaticamente, mas em alguns casos é bom usar essas orbes pra recarregar (especialmente quando se usa a habilidade de voo. Além das habilidades normais, cada forma possui um Ataque Berserk que utiliza uma barra própria, que é enchida coletando as orbes amarelas encontradas durante as fases. Esses ataques Berserk são uma mão na roda, especialmente contra chefes (e ainda mais se o chefe for fraco contra a forma específica).

Durante as fases, você encontrará membros da resistência para resgatar e emblemas de Berserk escondidos nas fases para coletar. Ambos são importantes para completar o jogo, já que para a parte final do jogo, você precisará de uma certa quantidade de emblemas, e para abrir certas partes da fase (e encontrar outros membros da resistência e Emblemas), é necessário resgatar uma certa quantidade de membros (geralmente, 60%).

Reprodução: Berserk Boy Games

But wait, there’s more

O jogo acomoda pessoas com todos os tipos de habilidades, se você quer uma experiência mais hardcore, você pode tentar o modo retrô, onde os inimigos causam mais dano e você tem um contador de vidas. Para aqueles que querem uma experiência balanceada, o modo moderno possui vidas ilimitadas. E para aqueles que não são habilidosos, ou são jornalistas de games, ou só querem curtir o jogo sem problemas, há um modo (quase) sem mortes nas opções. Digo sem morte porque abismos ainda irão matá-lo

Uma das coisas que esqueci de mencionar anteriormente, é que ao resgatar 100% dos membros da resistência de um ato, você desbloqueia a versão EX daquele estágio, que é basicamente um desafio Time Trial, ampliando o fator replay do jogo.

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Ainda assim, mesmo se você ativar o modo de jornalis, digo, acessibilidade, o design de fases ainda é excitante e fascinante, por conta da jogabilidade veloz. E para aqueles com hardwares menos potentes, não se preocupem, mesmo numa batata a ponto de explodir (meu PC), Berserk Boy tem uma ótima performance. Qualquer engasgo que eu encarei, deve-se ao fato de que meu PC está além de qualquer reparo (se alguém quiser me doar um notebook novo, manda DM no twitter), e não por conta de um jogo mal otimizado ou meu PC estar abaixo das configurações exigidas.

Reprodução: Berserk Boy Games

Mais jogos 16/32-bits, por favor… Ah, e tem Tee Lopes na trilha sonora.

Na esfera de jogos inspirados por franquias retrô, é mais prevalente a inspiração em 8-bits, como em jogos como Shovel Knight ou Lords of Exile, ou jogos em Low Poly, ou pior, usando os detestáveis Voxels (E sim, esse último é mais pessoal porque eu detesto jogos 3D com Voxel). Felizmente, mais e mais jogos estão adotando um estilo 16-bits, e Berserk Boy é um deles.

Olhando para as imagens, você pode confundir o jogo com um lançamento do fim da vida do SNES, ou algum jogo 2D que tenha saído no Sega Saturn ou PS1 (Mega Man X4 me vem a mente), com um excelente trabalho nos sprites dos personagens, desde os frames, animações e efeitos especiais espetaculares. O ponto negativo no trabalho dos sprites, é que alguns sub-bosses se repetem.

As cutscenes, também feitas em Pixel Art são BELÍSSIMAS, trabalho primoroso da equipe, assim como a animação de abertura que é maravilhosa, num estilo anime, adequado para o visual do jogo. Os cenários, igualmente detalhados, cada um passando uma identidade única para a área em que se encontram. Um jogo soberbo na parte gráfica.

Na parte sonora, não precisamos falar muito… Sério, só eu mencionar. A trilha é do Tee Lopes. É literalmente um cartão de recomendação. Excelentes composições, no mesmo nível de outros trabalhos dele como TMNT: Shredder’s Revenge, Sonic Mania e o recente Penny’s Big Breakaway (ainda não consigo tankar que o nome do jogo começa com Penny’s/Pênis… QUINTA SÉRIE É FODA, MANO). O jogo possui dublagem em inglês que é ok. O jogo não tem voice acting em 100% das cenas, mas o que tem e as perfórmances, dão pro gasto.

Berserk Boy possui tradução em português do Brasil, o que é louvável, porém, entretanto, contudo, todavia, não é perfeito, com alguns errinhos aqui e ali em uns momentos, mas não é nada game breaking, apenas informativo.

Reprodução: Berserk Boy Games

Altamente recomendado

Quem gosta de jogos retro esse ano tá comendo bem pra caralho e tem altas chances de ficar pobre com a quantidade de jogos de qualidade sendo lançados para todas as plataformas. E Berserk Boy faz parte dessa lista, com excelente jogabilidade, gráficos espetaculares e trilha marcante, o jogo só peca por estar disponível apenas no PC e no Nintendo Switch. Então, se tiver oportunidade, adquira o jogo. O preço é camarada e possui tradução pro português.

Nota Final: 9,5/10

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Berserk Boy está disponível para PC e Nintendo Switch. Esta análise foi feita com uma cópia de PC, gentilmente cedida pela Berserk Boy Games, e a pessoa que fez essa análise se pergunta se eles irão trocar de nome se lançarem um jogo chamado Flying Swordsmen.

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Lords of Exile | Ação frenética Retro-moderna https://www.arquivosdowoo.com.br/2024/02/22/lords-of-exile-acao-frenetica-retro-moderna/ https://www.arquivosdowoo.com.br/2024/02/22/lords-of-exile-acao-frenetica-retro-moderna/#comments Thu, 22 Feb 2024 21:03:43 +0000 https://www.arquivosdowoo.com.br/?p=16251 Ah, jogos inspirados por franquias retrô, um dos atrai trouxas mais lucrativos de todos os tempos. Qualquer idiota meramente competente com um computador, pode fazer um “joguinho inspirado por Mega Man” e publicar no Steam… “Por quê você não fez um clone de mega man e publicou no Steam, Sancini?”, você, voz da minha consciência […]

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Ah, jogos inspirados por franquias retrô, um dos atrai trouxas mais lucrativos de todos os tempos. Qualquer idiota meramente competente com um computador, pode fazer um “joguinho inspirado por Mega Man” e publicar no Steam… “Por quê você não fez um clone de mega man e publicou no Steam, Sancini?”, você, voz da minha consciência pergunta. QUE PARTE DE “MERAMENTE COMPETENTE” VOCÊ NÃO ENTENDEU? Eu só me enquadro na parte de idiota com um computador. Mas enfim, jogos com inspiração retrô vai atrair um público, mas é claro que pra cada Shovel Knight vai ter uns 10 Pixel Devil and the Broken Cartridge.

O que quero dizer, é que jogos retro inspirados existem aos montes, mas é necessário peneirar, quantos projetos vemos que parecem promissores, mas acabam mais broxantes que e-thot com tanta tatuagem que parece um carro de Nascar cheio de patrocínio. Geralmente, devs tem que se provar, e os que conseguem chegar lá, são celebrados por um longo tempo… Jogos como The Messenger, 20xx, Cyber Shadow, Final Vendetta, entre outros, são exemplos de jogos inspirados por ip’s antigas que conseguiram ser bem sucedidos.

Onde quero chegar com isso? Não faço a menor ideia. Mas acho que a ideia geral é que nos últimos, 3, 4 anos, muitos jogos de qualidade com inspiração retro, e muitos ainda devem estar em produção, desde jogos da produtoras indie mais famosas, a projetos fundados no Kickstarter.

Um desses projetos foi Lords of Exile, fundado em 2020 no Kickstarter, atingindo a meta de 10 mil euros em 2 dias (o jogo conseguiu quase 32 mil euros no total). Como todo projeto do Kickstarter, ele acabou não entregando na data prometida (a revisão era para março de 2021). Mas, ao contrário de muito projeto do Kickstarter, ele finalmente chegou ao mercado, na metade de fevereiro, e em mais plataformas do que originalmente prometido. Será que ele vale a pena seu dinheiro?

Reprodução: Squidbit Works, PID Games, Pixelheart

Vingança é um prato que se come frio… A não ser que você tenha um micro-ondas.

Na distante Terra oriental de Exilia, você está no papel de Gabriel, um cavaleiro amaldiçoado que servia o temível Galagar. Só que conforme Gabriel ia se fortalecendo com suas habilidades, Galagar, temendo que o mesmo se tornasse mais poderoso que ele, decidiu matar a noiva de Gabriel, o que o torna um vilão não muito inteligente.

Com o corpo inerte de sua amada, Gabriel jura vingança e parte em busca de vingança, e somente buracos bem posicionados o impediriam disso… Não pera, isso foi um spoiler do meu gameplay do jogo. Quero dizer que nada, nem ninguém o impediria de acabar com Galagar.

Indo um pouco na área de “spoilers” (que não é tão spoiler assim), a outra pessoa que deseja vingança, é uma pessoa que você não esperaria, e que é brevemente mencionada no playthrough com Gabriel, Lyria, filha de Galagar. Lyria é uma habilidosa Kunoichi, cuja mãe foi morta por Galagar.

Novamente, Galagar não é o mais inteligente dos vilões. Porque as pessoas que ele provocou com seus atos, são justamente aquelas com poder para derrotá-lo. O jogo possui pouco diálogo falado, e curiosamente a maior parte acaba se relacionando com a primeira chefe, Samantha. Porque o penúltimo chefe é irmão dela, e o próprio Galagar culpa Samantha por não ter impedido Gabriel de ter chegado até ele. Típico de megalomaníacos culparem a todos, menos a si mesmos por sua incompetência.

Reprodução: Squidbit Works, PID Games, Pixelheart

Platformer 2D de primeira… (Exceto com o teclado)

Antes de mais nada, a análise desse jogo foi feita com base na versão de PS4, mas para uma compreensão de um jogo multiplataforma, eu também testei a versão de PC utilizando o teclado (ainda mais que a página do jogo na steam recomenda que se jogue com um controle) para efeitos de comparação. Dito isso, Lords of Exile é um platformer de ação 2D a la Castlevania, Ninja Gaiden e outros jogos das antigas.

O design de fases é reminescente das inspirações, mas competente o suficiente para estar de pé nas suas próprias pernas. Graças a Deus, nada de caminhos alternativos ou “mamãe quero ser metroidvania”, apenas puro e simples design linear com execução bem feita. A pequena exceção a esse design, são algumas salas secretas que não acrescentam em nada, e possuem máquininhas de caça níquel pra ganhar power-up’s e refills de energia. Essas máquinas exigem dinheiro (que você pode coletar em caixas ou matando inimigos). Não sei motivo dessa inclusão, já que power-up’s e refils de energia podem ser coletados em caixas, matando inimigos e em lojas, com o dinheiro adquirido.

A jogabilidade é bem semelhante aos classicvanias, embora o gameplay de Gabriel esteja mais próximo ao de Zangetsu em Bloodstained: Curse of the Moon, devido ao uso de espadas. A princípio, o moveset dele é limitado, mas conforme as fases vão passando, mais novos movimentos e poderes Gabriel vai adquirindo, pulo duplo, espada fortalecida, mais capacidade pras sub armas, novos ataques. Mas não são só sub-armas que Gabriel tem. Derrotando certos sub-chefes, ele consegue invocar espíritos que podem ser utilizados tanto pra ataque, quanto pra passar de certas partes do jogo.

As batalhas contra chefes são terrivelmente simples, e constituem basicamente decorar os padrões de ataque dos mesmos e contra atacar. O único chefe realmente criativo é o Aranha, onde sempre deve estar em constante escalada em boa parte do combate. Mas dizer que os chefes são simples, não quer dizer que são fáceis, assim como as fases, você vai morrer muito até passar as fases. Ou eu sou ruim pra caralho, pode ser isso também.

Após terminar o jogo você desbloqueia a Lydia, e os modos de Boss Rush e Speedrun. Com a Lydia, ela possui basicamente quase todas as habilidades de Gabriel já desbloqueadas, e ela ataca a distância com kunais e a curta distância de maneira melee, além de poder correr, garantindo fator replay. Num joystick normal, os controles funcionam que é uma beleza, mas pra jogar no teclado é um pouquinho complicado, mesmo após um remapping.

Reprodução: Squidbit Works, PID Games, Pixelheart

Belos Gráficos, trilha foderástica

Graficamente, Lords of Exile é bastante competente. Os cenários são ricos em detalhes e efeitos, desde paralax a iluminação, chefes enormes. Os sprites possuem a pegada 8-bit com cores limitadas. As poucas cutscenes que o jogo possui lembram bastante as cutscenes de clássicos como Ninja Gaiden e Vice: Project Doom do NES.

A trilha sonora do jogo, amigo, a trilha… Eu quero casar com essa trilha. Composta por Pentadrangle (Cyber Shadow), Dominic Ninmark (Gravity Circuit) e Yuzo Koshiro (Precisa mesmo de referências pra ele?), são músicas feitas no chip do Mega Drive e excelentes composições que vão ajudar a colocar uma injeção de adrenalina na sua veia. Junto com os efeitos sonoros, você vai estar fatiando demônios enquanto headbangeia a vontade.

Reprodução: Squidbit Works, PID Games, Pixelheart

Jogue Lords of Exile

Lords of Exile é meio que uma surpresa positiva pra mim (eu não sabia da existência do jogo), mas enfim, é um excelente jogo com inspiração retrô, que tem uma dificuldade justa e gameplay preciso. Algumas partes vão te dar um trabalho, mas só analisar como sair de dificuldades, e o jogo vai se tornar mais fácil. Com dois personagens, o fator replay é imenso, além dos modos de Speedrun e Boss Rush. Eu recomendo bastante, especialmente hoje em dia, com a quantidade de jogos serviço e roguelikes com deckbuilding inundando o mercado. Ter uma boa experiência single player é mais recompensante do que seguir a tendência do mercado.

Nota final: 9,5/10

Lords of Exile está disponível para PC, Nintendo Switch, Playstation 4, Playstation 5, Xbox One e Xbox Series X|S. Esta análise foi feita com uma cópia de PS4, gentilmente cedida pela Plug-in Digital.

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Lords of Exile já está disponível para todas as plataformas https://www.arquivosdowoo.com.br/2024/02/14/lords-of-exile-ja-esta-disponivel-para-todas-as-plataformas/ https://www.arquivosdowoo.com.br/2024/02/14/lords-of-exile-ja-esta-disponivel-para-todas-as-plataformas/#respond Wed, 14 Feb 2024 18:29:51 +0000 https://www.arquivosdowoo.com.br/?p=16249 A editora e co-editora PID Games, PixelHeart, está fazendo parceria com a Squidbit Works, um estúdio independente de desenvolvimento de jogos, para trazer de volta o charme nostálgico dos jogos de plataforma de ação 8 bits. O jogo está disponível em todas as plataformas: PC, Nintendo Switch, PS4, PS5, Xbox One, XBOX Series. Entusiastas de […]

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A editora e co-editora PID Games, PixelHeart, está fazendo parceria com a Squidbit Works, um estúdio independente de desenvolvimento de jogos, para trazer de volta o charme nostálgico dos jogos de plataforma de ação 8 bits. O jogo está disponível em todas as plataformas: PC, Nintendo Switch, PS4, PS5, Xbox One, XBOX Series.

Entusiastas de jogos retrô, este é o seu dia de sorte! Aqui está um sólido presente de Dia dos Namorados para você! Apresentando contribuições musicais dos lendários compositores Yuzo Koshiro e Dominic Ninmark (Gravity Circuit, Mega Man X Corrupted), ao lado do talentoso Pentadrangle (Cyber Shadow), a trilha sonora de Lords of Exile promete ser uma experiência auditiva inesquecível.

Aqui está o que o desenvolvedor solo do jogo, Carlos Azuaga, disse quando questionado sobre como se sente agora que o jogo finalmente foi lançado e que mensagem ele tem para todos os apoiadores durante esta jornada?
“Posso dizer que me sinto muito bem e orgulhoso do trabalho realizado. Agradeço profundamente o apoio recebido, que moralmente me deu a energia necessária para concluir esta experiência. Sempre foi meu sonho; Gosto muito de videogames, mas criar o meu próprio como desenvolvedor independente foi um desafio. Embora difícil, demonstrei que não é impossível. Em resumo, trata-se de se esforçar muito e lembrar que um dia o objetivo chega.”

 

DISPONÍVEL AGORA!
www.lordsofexile.com

SINOPSE
Embarque em uma busca por vingança em Lords of Exile, um jogo de plataforma de ação de rolagem lateral de 8 bits ambientado nas distantes Terras de Exilia. Com mecânica retrô clássica e design de níveis lineares em gráficos de 8 bits.

 

CARACTERÍSTICAS PRINCIPAIS
Nos tempos antigos de guerra no Extremo Oriente, as terras de Exilia foram invadidas por criaturas da noite e samurais. Em meio a esse conflito cruel, apenas um cavaleiro amaldiçoado e sanguinário pode trazer esperança e vencer as trevas.

  • Níveis: Explore 8 níveis de design linear clássico, cada um com obstáculos desafiadores e inimigos a serem superados. No final de cada nível, você enfrentará um chefe poderoso que colocará suas habilidades à prova. E como Gabriel, você receberá uma habilidade extra após derrotar cada chefe, permitindo que você progrida ainda mais e enfrente desafios maiores.
  • Variedade de jogabilidade: Experimente uma variedade de mecânicas, desde arremesso de armas até combate corpo a corpo, facadas, saltos e corridas. Desbloqueie os poderes da maldição de Gabriel para aprimorar suas habilidades. Jogue como Gabriel e Lyria, cada um oferecendo uma experiência de jogo única e distinta para uma jogabilidade infinita. Além disso, depois de terminar o jogo com Gabriel, desbloqueie dois modos de jogo adicionais: modo Speedrunner e modo Boss Rush. E a melhor parte? Você pode jogar os dois modos com Gabriel ou Lyria para ainda mais variedade e diversão!
  • Estética retrô e design de som: Reviva os dias de glória dos jogos clássicos com física de 16 bits de inspiração retrô e controles perfeitamente polidos. A impressionante pixel art de 8 bits feita à mão e as animações rápidas no estilo anime, o SFX e OST de 8 bits, enriquecidos com sons do chip de som Megadrive, completam a experiência retro envolvente.

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Lords of Exile chega para PC e consoles dia 14 de fevereiro https://www.arquivosdowoo.com.br/2024/01/31/lords-of-exile-chega-para-pc-e-consoles-dia-14-de-fevereiro/ https://www.arquivosdowoo.com.br/2024/01/31/lords-of-exile-chega-para-pc-e-consoles-dia-14-de-fevereiro/#respond Wed, 31 Jan 2024 19:55:22 +0000 https://www.arquivosdowoo.com.br/?p=16142 A editora e co-editora PID Games, PixelHeart, está fazendo parceria com a Squidbit Works, um estúdio independente de desenvolvimento de jogos, para trazer de volta o charme nostálgico dos jogos de plataforma de ação side scroll em 8 bits. Portanto, temos três vezes mais prazer em anunciar que Lords of Exile será lançado em 14 […]

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A editora e co-editora PID Games, PixelHeart, está fazendo parceria com a Squidbit Works, um estúdio independente de desenvolvimento de jogos, para trazer de volta o charme nostálgico dos jogos de plataforma de ação side scroll em 8 bits.
Portanto, temos três vezes mais prazer em anunciar que Lords of Exile será lançado em 14 de fevereiro de 2024 no Steam, PlayStation, Xbox e Nintendo Switch. Enquanto isso, para fazer valer a pena esperar, já lançamos uma demonstração Steam para Lords of Exile durante nossa participação no Steam Next Fest 2023 de 19 a 26 de junho de 2023 do ano passado e ela ainda está lá por enquanto.

SINOPSE
Embarque em uma busca por vingança em Lords of Exile, um jogo de plataforma de ação de rolagem lateral de 8 bits ambientado nas distantes Terras de Exilia. Com mecânica retrô clássica e design de níveis lineares em gráficos de 8 bits.

CARACTERÍSTICAS PRINCIPAIS
Nos tempos antigos de guerra no Extremo Oriente, as terras de Exilia foram invadidas por criaturas da noite e samurais. Em meio a esse conflito cruel, apenas um cavaleiro amaldiçoado e sanguinário pode trazer esperança e vencer as trevas.

  • Níveis: Explore 8 níveis de design linear clássico, cada um com obstáculos desafiadores e inimigos a serem superados. No final de cada nível, você enfrentará um chefe poderoso que colocará suas habilidades à prova. E como Gabriel, você receberá uma habilidade extra após derrotar cada chefe, permitindo que você progrida ainda mais e enfrente desafios maiores.
  • Variedade de jogabilidade: Experimente uma variedade de mecânicas, desde arremesso de armas até combate corpo a corpo, facadas, saltos e corridas. Desbloqueie os poderes da maldição de Gabriel para aprimorar suas habilidades. Jogue como Gabriel e Lyria, cada um oferecendo uma experiência de jogo única e distinta para uma jogabilidade infinita. Além disso, depois de terminar o jogo com Gabriel, desbloqueie dois modos de jogo adicionais: modo Speedrunner e modo Boss Rush. E a melhor parte? Você pode jogar os dois modos com Gabriel ou Lyria para ainda mais variedade e diversão!
  • Estética retrô e design de som: Reviva os dias de glória dos jogos clássicos com física de 16 bits de inspiração retrô e controles perfeitamente polidos. A impressionante pixel art de 8 bits feita à mão e as animações rápidas no estilo anime, o SFX e OST de 8 bits, enriquecidos com sons do chip de som Megadrive, completam a experiência retro envolvente.

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