Arquivos Keymailer - Arquivos do Woo https://www.arquivosdowoo.com.br/tag/keymailer/ Um pouco de tudo na medida certa Mon, 14 Oct 2024 16:30:24 +0000 pt-BR hourly 1 https://wordpress.org/?v=7.0.1 https://www.arquivosdowoo.com.br/wp-content/uploads/2020/12/cropped-logo-150x150.png Arquivos Keymailer - Arquivos do Woo https://www.arquivosdowoo.com.br/tag/keymailer/ 32 32 Funko Fusion | Análise https://www.arquivosdowoo.com.br/2024/10/14/funko-fusion-analise/ https://www.arquivosdowoo.com.br/2024/10/14/funko-fusion-analise/#respond Mon, 14 Oct 2024 16:28:21 +0000 https://www.arquivosdowoo.com.br/?p=17674 Funko ao longo dos anos se tornou uma febre, muito  mais com adultos do que propriamente as crianças. Eu no caso nunca morri de amores e sequer comprei uma dessas criaturas cabeçudas. Só que ao ver que um jogo estava sendo desenvolvido, logo me animei, afinal,  Funko se sustenta exclusivamente sobre marcas famosas da cultura […]

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Funko ao longo dos anos se tornou uma febre, muito  mais com adultos do que propriamente as crianças. Eu no caso nunca morri de amores e sequer comprei uma dessas criaturas cabeçudas. Só que ao ver que um jogo estava sendo desenvolvido, logo me animei, afinal,  Funko se sustenta exclusivamente sobre marcas famosas da cultura pop. O que será que poderia ser feito em cima disso e ainda se conectar a esses bonecos cabeçudos de vinil.

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Com essa premissa nasceu Funko Fusion, um jogo que explora essa brincadeira com filmes famosos e desenhos animados e tenta criar uma experiência só sua. E como todos sabem, eu adoro um bom filme, logo fui totalmente capturado pela proposta, então cá estou trazendo a você a minha experiência com esse jogo que promete ser uma experiência bem humorada.

Traga seu boneco cabeçudinha e me sigam pelo universo da fantasia.

Reprodução: 1010 Games LTD.

Centenas de Cabeçudinhas

Funko Fusion tem uma premissa simples e quase bobinha, onde um vilão surge na fabrica de vinil que fabrica esses bonecos e ataca o rei Freddy e coloca em perigo todo o reino de WonderWorld, então cabe a nós no controle dos personagens de diversos filmes, entre eles os iniciais Jurassic World, Scott Pilgrim contra o Mundo, Umbrella Academy, The Thing (O Enigma de Outro Mundo) e Hot Fuzz (Chumbo Grosso), coletar as coroas que foram espalhadas durante o confronto com o vilão e salvar aquele universo e o equilíbrio dele.

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Compreendendo que o objetivo é salvar o mundo e encontrar as coroas que estão espalhadas no universo do filme, agora nos resta realizar puzzles e lidar com vários inimigos. Nada espetacular, mas ainda assim que se mantem interessante que se sustenta por algumas horas. A trama também conta com alguns bons momentos em que podemos ver o vilão Eddy transformar os inimigos em criaturas quase zumbis, e são bem legais de se ver.

Depois dessa introdução, podemos escolher as histórias que queremos jogar, e uma vez escolhida, você só sairá dela após o termino. O que é um tanto chato, visto que engessar a possibilidade de alternarmos entre elas seria muito mais palatável para os fãs.

Funko Fusion
Reprodução: 1010 Games LTD.

O Mundo Maravilhoso

Funko Fusion tem um visual interessante e a maneira como a história se desdobra realmente nos prende por algum tempo, mas ele peca em alguns aspectos seja pelos comandos que são um pouco confuso na hora de alterna-los ou a impossibilidade de sairmos das fases que escolhemos.

Levando em consideração que o jogo em si, conta com centenas de filmes licenciados, acabamos por criar uma expectativa um pouco elevado em termos de maneira como esse material será reverenciado pelo jogo, mas adianto que ele não ousa muito e se restringe apenas a questões visuais e situações mais famosas, pelo menos em filmes como Jurassic Park. O que é realmente uma pena.

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Quanto a questão de jogabilidade, ele não inova, trata-se de um jogo de tiro em terceira pessoa até que competente e que funciona como deveria funcionar. Sua trilha sonora também funciona muito bem e consegue criar ótimo momentos durante os combates ou momentos importantes do jogo.

Funko Fusion também contará com DLCs e bastante conteúdo, então podemos dizer que existe todo um projeto por parte da 1010 Games LTD. de alimentar o jogo por um longo tempo. O que torna uma escolha acertada se você realmente aprecia a proposta do jogo de ser uma biblioteca digital de paródias de franquias famosas de filmes.

Funko Fusion
Reprodução: 1010 Games LTD.

Conclusão

Funko Fusion não recria a roda e também está longe de replicar o sucesso que LEGO tem feito há mais de 20 anos nos vídeo games. Se em LEGO podemos nos divertir e dar boas risadas em função do humor leve, no outro temos Funko Fusion que sustenta quase que exclusivamente em cima da ideia de brincar com personagens de filmes em suas versões cabeçudas, mas sem a mesma irreverencia.

Não que o jogo seja ruim, está longe disso, mas ele vai se tornando um pouco cansativo por conta de puzzles que são extremamente fáceis e o combate que é se repete a exaustão. Tínhamos muito potencial aqui, muitas ideias poderiam ter sido empregadas. Ele tem vários coletáveis em suas fases, o que pode aumentar o tempo de jogatina, mas a medida que avançamos fica a sensação de que estamos diante de mais do mesmo, mas com novos personagens.

Se você coleciona FUNKOS ou procura uma experiência que faz referencia direta as franquias famosas do cinema que gosta, então vale muito a pena, mas se você não faz parte desse seleto grupo de amantes ou colecionadores, então recomendo que você espere uma promoção para ter sua biblioteca digital de jogos que fazem parodias com filmes.

NOTA 6.0/10

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Funko Fusion está disponível para PC, Xbox Series S|X e PlayStation 5 e Nintendo Switch, e esta análise foi feita com uma chave digital de Series S|X gentilmente cedida pela Keymailer.

 

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Tomba! Special Edition | Análise https://www.arquivosdowoo.com.br/2024/08/11/tomba-special-edition-analise/ https://www.arquivosdowoo.com.br/2024/08/11/tomba-special-edition-analise/#respond Sun, 11 Aug 2024 17:08:19 +0000 https://www.arquivosdowoo.com.br/?p=17310 Falar de TOMBA! Special Edition é retornar ao passado e relembrar como foi divertido controlar esse personagem de cabelo cor-de-rosa em um mundo tomado por porcos humanoides em um jogo 2.5D. Esse é o tipo de experiência que você não esquece tão fácil, então ter a oportunidade de ver esse titulo sendo relançado para algumas […]

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Falar de TOMBA! Special Edition é retornar ao passado e relembrar como foi divertido controlar esse personagem de cabelo cor-de-rosa em um mundo tomado por porcos humanoides em um jogo 2.5D. Esse é o tipo de experiência que você não esquece tão fácil, então ter a oportunidade de ver esse titulo sendo relançado para algumas plataformas modernas é no mínimo surpreendente.

Gosto dessa leva de jogos que estão sendo resgatado e sendo relançados para os consoles modernos, pois, visto que muito desses títulos estavam praticamente condenados ao esquecimento, então vê-los ganhar sobrevida pelas mãos da Limited Run Games é maravilhoso e possibilita que pessoas velhas, como eu,  possa jogá-los com seus filhos esses jogos que fizeram parte de nossa infância.

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E convenhamos, é muito provável que TOMBA! não agrade a todos os consumidores de jogos eletrônicos dos dias atuais, mas ele tem um papel importante para a história dos jogos e merece que mais pessoas o conheçam. Dito isso, graças a Limited Run Games que cedeu uma chave para a produção dessa análise, eu os convido a conferir como foi a minha experiência ao rejogar esse clássico do passado, só que dessa vez em um Nintendo Switch.

Bora!

Reprodução – Limited Run Games/ Whoopee Camp

O passado é agora

TOMBA! foi desenvolvido pelo estúdio Whoopee Camp e o titulo foi publicado exclusivamente para o PlayStation no de 1997. Naquela época era bem comum que estúdios se arriscassem mais ao tentar criar uma experiência diferenciada, e com TOMBA! não foi diferente.

O responsável por TOMBA! é ninguém mais que Tokuro Fujiwara, um ex-funcionário da CAPCOM e que se fez presente na vida de muito de nós nos anos 90, pois produziu e dirigiu centenas de jogos da empresa, como Demons Crest, Mega Man (vários das franquia clássica), The Great Circus Mystery starring Mickey & Minnie (Jogaço), Resident Evil (Como produtor), mas decidiu deixar a empresa em 1995 por almejar criar titulo originais, e foi ai que surgiu TOMBA.

Com uma premissa simples, onde Tomba (ou Tombi, como ficou conhecido na versão europeia) personagem que dá nome ao jogo, tem a missão de recuperar o bracelete de seu avô que foi roubado por porcos antropomórficos. Essa desculpa para uma aventura nos levava a um jogo 2.5D que mescla pixel e cenários em 3D, mas com muita personalidade própria e um mundo quase aberto a ser desbravado.

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Nessa busca por um diferencial ele insere uma mecânica de troca de plano em que o personagem precisa ter acesso ao plano de fundo. É muito bom ver como o cenário é vivo e sempre tem algo acontecendo ao fundo ou alguns elementos e criaturas que são parte do ecossistema de cada uma das fases. Ele também traz missões paralelas que garantem novos itens e habilidades ao personagem.

O combate em si consiste na maior parte do tempo em saltar em cima do inimigo e atirá-lo contra outros inimigos ou objetos, e apesar do protagonista possui uma arma inicial, mais a frente você adquire um bumerangue e vários itens que vão garantir habilidades extras a Tomba. Como uma maça de espinhos inicial, você pode escalar áreas elevadas, e mais a frente conseguimos um gancho, além de novos itens que vão adquirindo, como um guarda-sol que faz com que consigamos planar durante quedas.

Tomba! Special Edition
Reprodução – Limited Run Games/ Whoopee Camp

O presente é agora

TOMBA! Special Edition chega com conteúdo extra para os consoles modernos, além da opção de alterar a resolução,  o jogo oferece um museu com vários vídeos conteúdo, desde documentos com rascunhos originais, modelos de logo, capas e uma entrevista com Tokuro Fujiwara, onde conta sobre a fundação do Whoopee Camp após sua saída da Capcom e informações relacionadas ao desenvolvimento do jogo.

Outra adição é um reprodutor de musica onde podemos ouvir toda a trilha sonora de Tomba, que é simplesmente maravilhosa. Sem dúvida é um opcional que vale muito a pena dedicar um tempinho e ouvir a trilha sonora do jogo. Talvez a única parte ruim seja que não tenhamos a musica “North and South” da boyband No Sweat que é cantada na  introdução da versão europeia ou a música “Paradise” da versão japonesa e que é cantada pelo grupo Tokyo Q Channel. Muito o provavelmente o motivo para terem ficado de fora seja questões autorais, mas seria uma baita adição para os fãs.

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Uma novidade bem legal inclusa nessa nova versão do jogo é uma aba de missões ativas que é descrita como evento, algo que não tínhamos no original, o que agregou muito, pois é bem fácil esquecer qual evento ativo ainda não tínhamos ainda concluído. Para acessá-la é bem simples, você precisa pausar e checar na aba evento. Levando em conta que existe vários caminhos secretos que desbloqueia outros eventos, essa aba acaba sendo uma ferramenta muito útil para quem gosta de fazer tudo em um jogo.

Concluindo

Tomba! Special Edition segue sendo o mesmo jogo de 1997, mas com as novas adições tem tudo para agradar ao público casual moderno que não está lá muito inclinado a muitos desafios e os velhos ranzinzas. É um jogo muito divertido e com uma trilha sonora bem agradável. Seria incrível ver uma versão nova e totalmente repaginada dos dois jogos, mas como isso não parece que acontecerá tão cedo, então posso dizer que Tomba! Special Edition consegue saciar a saudade dos fãs.

Não tive qualquer problema jogando no modo portátil ou no dock do Nintendo Switch, e tudo correu de maneira satisfatória. É sem dúvida um jogo que vale a pena ser jogado nos dias atuais, então se você nunca jogou Tomba, acho que agora é o momento, pois a Limited Run Games anunciou que Tomba! 2: The Evil Swine Return chegará aos consoles em 2025.

Essa versão não só entrega o conteúdo clássico, como também adiciona extras bem legais e ainda localiza em português, mesmo sendo de Portugal, o que sem dúvida possibilita que mais pessoas possam se interessar pela obra.

TOMBA! Special Edition está disponível para PC, PlayStation 4, PlayStation 5 e Nintendo Switch.

Nota: 8/10

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Esta análise foi feita com uma chave digital para Nintendo Switch cedida gentilmente pelo distribuidora do jogo.

Tomba! Special Edition
Reprodução – Limited Run Games/ Whoopee Camp
Tomba! Special Edition
Reprodução – Limited Run Games/ Whoopee Camp

 

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Rainbow Billy: The curse of the Leviathan | Recolorindo o mundo https://www.arquivosdowoo.com.br/2021/11/28/rainbow-billy-the-curse-of-the-leviathan/ https://www.arquivosdowoo.com.br/2021/11/28/rainbow-billy-the-curse-of-the-leviathan/#respond Sun, 28 Nov 2021 22:10:32 +0000 https://www.arquivosdowoo.com.br/?p=9086 Meu, será que caiu a ficha que eu escrevo sobre videogames com certa regularidade, tem mais de 10 anos? Antes mesmo de eu ter meu próprio blog lá em 2010, eu fazia uns textos aqui e ali em fóruns e fanzine e tal. Pois é. Enfim, puxo isso porque tem a ver com a minha […]

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Meu, será que caiu a ficha que eu escrevo sobre videogames com certa regularidade, tem mais de 10 anos?

Antes mesmo de eu ter meu próprio blog lá em 2010, eu fazia uns textos aqui e ali em fóruns e fanzine e tal. Pois é. Enfim, puxo isso porque tem a ver com a minha reclamação, porque durante anos, todos os meus textos eram de jogos que gastei meu suado dinheiro.

Nem na época que eu escrevia pro JBox, tudo que escrevi lá foi de coisas que eu comprei.

Tá que desde que escrevo pro Arquivos do Woo, o Diogo consegue umas keys aqui e ali, e mais recentemente, eu passei a ir atrás de algumas keys através de sites.  Porém, apesar disso, todos os sites que utilizo (Keymailer, Woovit e Lurkit) se utilizam de uma métrica: Todas exigem produção de conteúdo em vídeo, o que quer dizer basicamente que os textos vindos de keys que recebi foram bônus, basicamente.

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Queria que tivessem sites dedicados a quem faz cobertura em texto. E sim, essa é minha reclamação. Mas o que essa reclamação tem a ver com o texto que estou lendo? Diz um de meus dezessete leitores.

O fato é que recentemente, eu tenho conseguido menos keys no Woovit e meus pedidos tem sido rejeitados no Keymailer, então como um solteiro rejeitado, fui em cima da outra menina disponível… E ela me aceitou. Enfim, no Lurkit, apesar da interface meio complicada, eu consegui alguns jogos que vocês poderão ou não ler aqui em breve.

Kickstarter… Ah, o Kickstarter. Hoje em dia, qualquer um pode criar uma campanha de financiamento para qualquer coisa, e dependendo da apresentação inicial, ele pode ou não bem sucedido. E mesmo assim, o produto apresentado inicialmente certamente não será o final.

O que é o caso de hoje, já que Rainbow Billy: The Curse of the Leviathan não possuía esse nome, quando foi financiado em 2018.

Lá, o nome do jogo era Steamboat Billy: The Curse of The Leviathan, numa óbvia homenagem a clássica animação do Mickey, Steamboat Willie. (Infelizmente não era homenagem ao Ricky Steamboat), e a inspiração era bem clara, as animações do fim dos anos 20, começo dos anos 30, tal qual Cuphead.

88 mil dólares canadenses, um prêmio da Ubisoft (de 50 mil dólares americanos), um financiamento do Canada Media Fund. (órgão responsável por financiar projetos midiáticos canadenses, que auxiliou em outros jogos inclusive, como The Messenger e Jotun) no valor de 870 mil dólares americanos e três anos depois, Rainbow Billy: The Curse of the Leviathan chegou aos consoles e PC, muito diferente do que era.

Será que essa jornada valeu a pena?

Trarei de volta as cores do meu mundo

Rainbow Billy, em termos de história, se divide em dois pontos: A narrativa que o jogo demonstra e o seu real significado. Falaremos um pouco das duas.

A princípio, num certo dia, um festival estava acontecendo, que celebraria as verdadeiras cores de Billy, o terrível Leviatã ataca e amaldiçoa aquele mundo, removendo todas as cores e deixando-o preto e branco. Segundo o próprio Leviatã, aquilo era para Billy parar de se esconder, e encarar a realidade, crescendo.

Nesse ponto, Billy, com a ajuda de seu fiel companheiro Giro, seu barco da amizade chamado Friend-Ship, e uma vara de pescar desbocada chamada Rodrigo, parte em uma jornada para recolorir o mundo e derrotar Leviatã.

Só que ele não conseguirá isso sozinho, para tal, será necessária a ajuda de amigos, amigos esses que ele fará em sua jornada. Porém, assim como o mundo, as criaturas também perderam as cores e caberá a Billy, recolori-las.

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O segundo tema do jogo, só é compreensível após terminar o mesmo, não vou dar mais spoilers do que isso, mas depois do fim, as coisas passaram a fazer muito mais sentido. Não apenas isso, mas pistas sobre o próprio Billy são dadas ao longo do jogo.

O jogo também lida com momentos de auto aceitação, e apesar de tropeçar um cadinho aqui e ali na hora de entregar a mensagem, no geral é algo mais positivo do que negativo.

Como a inspiração do jogo vieram de animações dos anos 20 e temos inspirações dos anos 90 também, os personagens secundários… São arquétipos comuns em animações, mesmo as criaturas. Você pode conhecê-las melhor, mas no geral, acabam soando bobas, mas o suficiente para serem chamadas de superficiais. Tampouco serão profundas.

O pouco que os personagens apresentam, é prazeroso, considerando que temos aí 60 criaturas colecionáveis (GONNA BEFRIEND’EM ALL), mais NPC’s peculiares a cada região.

Paper Mario + O poder das palavras

A primeira coisa que me veio a mente quando joguei Rainbow Billy, foi a série Paper Mario.

O jogo possui cenários tridimensionais e personagens bidimensionais, e a progressão é dada como num RPG com seções de plataforma e em algumas instâncias, puzzles.

Porém, nenhuma dessas seções é particularmente difícil (o jogo tem seleções de dificuldade pra combate e mini games, mas elas não afetam especificamente o platforming e os puzzles), o que é agradável pra minha pessoa.

Existem várias coisas que eu posso falar sobre como a navegação do jogo funciona, começamos pela questão da navegação pelo mundo. O mundo está preto e branco por causa do Leviatã, e você precisa recuperar aos poucos as cores dele. Com o Friend-Ship, você navega pelos mares e possui um medidor de combustível, caso esse combustível acabe, você será capturado pelos braços de Leviatã e transportado pro último porto seguro que esteve.

O combustível pode ser enchido perto de destroços onde a água está azul, ou nos arredores de ilhas que já foram coloridas. Quando o jogo começa, você não tem combustível o suficiente para acessar o mapa inteiro, mas conforme se avança, a quantidade máxima vai aumentando.

O combate do jogo é uma das coisas mais fascinantes a respeito dele, mesmo que as vezes acabe se arrastando por um motivo ou outro. Você não bate no seu inimigo em si, tampouco ele em você. O fato é que acaba sendo quase que um duelo de palavras. Cada criatura possui uma característica única, um problema em si que precisa ser contornado.

Daí, o combate se divide em duas fases, na primeira, você fala com seu inimigo acerca do problema dele, usualmente tem três opções, uma delas é agressiva e duas ajudam a contornar o problema. As respostas que contornam o problema ajudam no combate, revelando tokens da barra de vida do oponente que precisam ser preenchidas. Uma ajuda um pouco e a outra ajuda bastante. Caso você use a resposta agressiva, o inimigo vai diminuir a sua moral, que é a barra de vida.

A segunda fase é um combate de turnos, onde dependendo do combate, você pode colocar até nove criaturas (se tiver) em campo. Cada criatura pode ter de um a três tokens diferentes (depende do nível, explicarei mais adiante, não se preocupe) e você precisa escolher os tokens que fazem parte da barra de vida do inimigo. Cada criatura tem um mini game diferente pra executar o ataque, e quanto mais criaturas naquela fileira, mais difícil o mini game será.

Após o seu turno, o inimigo atacará, diminuindo sua moral, mas não tem problema. As criaturas (quando no nível 2) possuem habilidades passivas diferentes, como recuperação de moral, uma cor a mais adicionada, revelar os tokens do inimigo, dentre outros. Aí mora a estratégia, de sacrificar um ataque que pode não ser efetivo pra revelar tokens do inimigo, recuperar energia, deixar uma fileira com uma criatura só, porque ela ataca mais efetivamente sozinha.

E as batalhas contra chefes são criativas, porque apesar de não saírem dessa mecânica em si, elas pensam fora da caixa e adicionam coisas criativas pra não deixar elas como as batalhas normais (ataque os marshmallows no primeiro boss por exemplo, ou NÃO ATACAR um certo boss).

Olhando os vídeos do desenvolvimento do jogo e Kickstarter, MUITA coisa mudou de lá pra cá.

A Amizade nos torna mais fortes

Conseguir as criaturas pra lutar ao seu lado na jornada, é apenas parte do serviço, porque lembre, que elas possuem habilidades passivas e tokens extras.

Para conseguir subir os níveis das criaturas, você pode presenteá-las com itens que você consegue desenterrando em locais específicos, em biscoitos da sorte quebráveis, e pescando em pontos específicos.

O mini game da pesca é bem auto explicativo, pesque e seja feliz. Além dos itens, você pode dar peixes (feitos de jujubas) pras criaturas. É tudo bem simples, e quanto aos presentes, cada criatura quer dois presentes específicos (você pode dialogar com elas pra saber o que querem,.) e esses presentes ajudam na narrativa, já que com as criaturas se abrindo para você, saberá um pouco mais do que levou elas a ficarem daquele jeito quando descoloridas.

Além disso, existe um outro coletável, que são os pensamentos. No prólogo do jogo, você tem contato com os pensamentos positivos, mas logo após o mundo ser amaldiçoado pelo Leviatã, surgem os pensamentos negativos, que você precisa recapturar e converter em pensamentos positivos.

Como se faz isso? Simples, procurando pelo mundo afora. Eles estarão em diversos pontos do mapa e em alguns casos, serão inimigos a serem derrotados em lutas contra algumas das criaturas. Esses pensamentos possuem utilidades, já que a conversão dá power-ups pra algumas coisas, tipo o número de tokens a serem carregados por turno, e a quantidade de itens a serem pescados.

Rainbow Billy

Uma sinfonia de cores e sons

As curtas animações que o jogo possuem em cenas importantes, são muitíssimo bem feitas, lembrando o traço de Steamboat Willie. Pena que (possivelmente por causa do orçamento) não tivemos tantas quanto gostaríamos, mas ainda assim aplaudo o esforço.

Um pequeno problema (meu), é que eu talvez prefira o design (de personagens) da época de Steamboat Billy, mas a mudança foi necessária a se adequar ao roteiro dos anos 90 em que o jogo se passa. Dito isso, Rainbow Billy é um jogo MUITO bonito.

Os cenários, seja quando o mundo está preto e branco ou colorido possuem um charme especial e uma identidade única, ainda que uma vez ou outra as coisas escorreguem um pouco (quando é possível ver embaixo do chão nas ondas mais ferozes). Os cenários dos combates, dão uma dica sobre o tema secundário do roteiro, e uma vibe semelhante ao que os cenários de Super Mario Bros 3 tinham.

Os personagens possuem um traço com aqueles olhos a la Steamboat Willie, que a princípio, admito, não foi o que me veio a cabeça, mas sim os malditos CalArts. Mas aí percebi que não, (felizmente) não eram. E apesar das animações deles em geral estarem limitadas, não é um demérito em si.

A trilha sonora de Rainbow Billy é sensacional, com músicas que possuem uma poderosa variante, de tristes, os temas de combate possuem variantes dependendo da região, os temas vocais são lindos. Mas em especial, os temas do Leviathan são os melhores, com o vocal masculino e a voz forte. Não vou dar títulos de músicas porque alguns podem estragar um pouco da descoberta do jogo.

Rainbow Billy

Se puder, jogue Rainbow Billy: The Curse of the Leviathan

Até o momento desta review, eu terminei cerca de 243 jogos, então dá pra dizer que dos jogos lançados em 2021 (que eu joguei e terminei), Rainbow Billy com certeza está entre os melhores. Então, se puder, jogue-o em sua plataforma favorita.

Não é um jogo muito longo (cerca de 12 horas talvez?), nem complicado, mas que vale a pena cada minuto jogado. Gráficos, sons e jogabilidade afinados.

Rainbow Billy The Curse of the Leviathan está disponível para PC, Nintendo Switch, PlayStation 4 e Xbox One. 


Essa análise foi feita com uma cópia digital de PlayStation 4 gentilmente cedida pela Skybound Games.

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Viola: The Heroine’s Melody | A Melodia do dia https://www.arquivosdowoo.com.br/2021/04/28/viola-the-heroines-melody-a-melodia-do-dia/ https://www.arquivosdowoo.com.br/2021/04/28/viola-the-heroines-melody-a-melodia-do-dia/#respond Wed, 28 Apr 2021 08:00:41 +0000 https://www.arquivosdowoo.com.br/?p=7265 Qual a chance de você, amigo leitor que é solteiro de estar passando por uma rua, quando aquela menina desajeitada que era sua amiga no colégio acenar pra ti, mas hoje, anos depois, ela tá uma gata, linda de morrer? E após uma breve conversa, você acaba descobrindo que ela tinha uma paixão secreta por […]

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Qual a chance de você, amigo leitor que é solteiro de estar passando por uma rua, quando aquela menina desajeitada que era sua amiga no colégio acenar pra ti, mas hoje, anos depois, ela tá uma gata, linda de morrer?

E após uma breve conversa, você acaba descobrindo que ela tinha uma paixão secreta por ti, e então vocês tem uma noite tórrida num motel porque você não quer mostrar a sua casa bagunçada.

Claramente, são chances ínfimas, eu deveria ter feito referência a ganhar numa loteria em que não apostei. Mas enfim, usualmente os meus reviews, são geralmente de jogos que eu tenho, ou que o Diogo arranja pra mim. Raramente alguém chega pra mim e fala, tá aqui esse jogo, faz conteúdo sobre ele. E quando eu digo raramente, eu quero dizer NUNCA. Mas então a minha surpresa, quando abri minha conta do Keymailer, haviam duas chaves lá para mim.

Um deles é um jogo que ainda não posso falar (porque eu não baixei ainda nem joguei nem sei se roda no meu notebook), e o outro foi a versão completa de um jogo que saiu em Acesso Antecipado em 2019 e agora em fevereiro desse ano foi lançado em sua versão completa. Viola: The Heroine’s Melody é trabalho quase que inteiro do holandês Jelle van Doorne.

Será que ele vale a pena o seu tempo e dinheiro? Confira conosco.

Não é a heroína que queremos, mas a que temos

Viola: The Heroine's Melody

Viola é uma jovem que precisa lidar com a morte recente da mãe, e encontra seu refúgio na música… Porém a música não é um de seus talentos, pois logo na primeira cena do jogo, vemos ela se frustrar e quase quebrar o violino que treinava. Nisso, ela acaba indo parar numa terra estranha (mas sem a participação de Truck-kun) e descobre que sua chegada naquele mundo trouxe monstros com ele.

E para voltar para casa, Viola terá que se unir a um grupo excêntrico e salvar aquele mundo por tabela. Nessa jornada, ela poderá descobrir mais sobre si mesma e superar a morte da mãe.

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A história do jogo não é das mais profundas, de fato é uma história simples, mas escrita de maneira decente, e o único possível twist é visto de longe. Mas ainda assim, ela guarda alguns momentos que fazem com que a jornada valha a pena.

A equipe de Viola é composta de um grupo diverso de pessoas, que inclui um cachorro humanoide que já foi humano, um meio demônio, uma harpia, um garoto-gato meio humano que não tem os braços (ele usa braços mágicos quando necessário), um esqueleto, um cervo. Não sei se estou escrevendo sobre Viola ou One Piece, mas divago.

As linhas que lhes são dadas, são interessantes, e em certos pontos, eu acabei me identificando com a protagonista… Pois é.

Um caldeirão de influências, cuja sopa é deliciosa

Viola: The Heroine's Melody

Mais de uma vez aqui, já citei jogos que são influenciados por outros jogos, mas que ao ter muitas influências, acabam não “copiando” direito e o jogo acaba se tornando sem graça.

Em sua base, Viola: The Heroine’s Melody é um RPG de turnos cuja movimentação fora das batalhas é feita num Side-Scroller 2D.

As batalhas dependem da dificuldade escolhida pelo jogador, existe a dificuldade “Normal”, onde nos combates, existe uma esteira com comandos vinda da direita para a esquerda e para o dano do ataque ser total, deve-se acertar as notas.

Como eu sou um total e completo asno, posso dizer que eu errei mais do que acertei. Talvez tenha sido porque eu joguei no teclado (felizmente o jogo possui opções de layout de botões pro Dual Shock 4 e controle de Xbox) e deve ser melhor no controle.

Caso você não queira passar esse perrengue, existe a dificuldade “História”, na qual funciona como um RPG de turno normal, os inimigos possuem fraquezas e depende do jogador montar a party como ele deseja.

LEIAM – Cyberpunk 2077 | Impressões das primeiras horas

A navegação nos mapas se dá por fases de sidescrolling em 2D e cada inimigo encontrado no mapa triggera uma luta. Nos mapas, você pode pular, e cada pulo (até o terceiro) acumula mais altura, mais ou menos como Super Mario 64, e Viola também pode fazer Wall Jumps, pulando numa parede, e dela, pulando na direção oposta.

O design geral das fases, foi feito para explorar essas habilidades, além de elementos do cenário, como canhões (que funcionam como os barris de Donkey Kong Country) e molas, que catapultam a personagem para locais mais altos.

Viola: The Heroine's Melody

Nos combates, existem três barras, uma com os pontos de vida, uma com os Action Points (que funcionam como a Mana, Magia ou o que quer que seja em seu RPG favorito), que lançam certas magias, e os Crescendo Points, que enchem a cada golpe que você recebe, e permitem lançar magias que podem ser poderosas.

Detalhe para o podem, porque tem um outro elemento de gameplay que é influencia a parte de combate. O elo com seus companheiros de equipe.

Entre as fases de Viola: The Heroine’s Melody, existem fogueiras, onde se podem conversar com os integrantes da sua party. Para habilitar as conversas, deve-se lutar ao lado do companheiro em questão. Aí nas fogueiras, você pode conversar com ele, e a cada conversa, ele ganha uma magia mais poderosa, até que uma missão, bem no estilo das missões de lealdade de Mass Effect 2 é desbloqueada para habilitar a técnica de crescendo mais poderosa do personagem em questão.

Ainda no combate, você não compra armas no jogo, cada personagem tem sua arma única, e os status de ataque, resistência, magia e velocidade são alterados com cristais adquiridos, ou em lutas contra monstros (existe a chance de drops em lutas normais), em baús ou na loja do gato falante.

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Voltando para a parte de exploração, a personagem também se utiliza da música para diversas coisas, utilizando um botão, ela pode tocar uma música com os botões, bem no estilo de Zelda: Ocarina of Time (Ou Wonder Boy in Monster World se você for retrô o suficiente pra lembrar), e cada uma das músicas que você aprende, vai ser usada em momentos específicos do jogo.

Honestamente, fora as canções de abrir portais de pedra e sair da fase, as outras canções serão mais usadas em momentos que o jogo te pede. É um recurso legal, mas pena que não foi tão explorado.

Viola: The Heroine’s Melody possui três finais, dependentes de uma escolha, no final do jogo (então tecnicamente é possível fazer eles em um playthroughs, apesar do jogo fechar sozinho após os créditos) e se você concluiu as missões de leal… Digo, elevou a afinidade do seu grupo ao rank S. Só acho bizarra a escolha de dar ao jogador apenas um save file, e caso inicie um novo jogo, ele não apenas irá deletar seu progresso no jogo, como seus Achievements, então se você ver minha conta do Steam, ela vai estar com 8.1 horas de jogo e um achievement do jogo.

A jornada de cerca de 8 horas passou voando, mas não sem seus pequenos problemas. Além das escolhas de design (a respeito dos saves), alguns bugs encontram-se presentes, e muitas vezes, a colisão com paredes e teto é meio falha. Nada que quebre muito a jogatina, mas como é uma análise, isso precisa ser levado em conta. Bem, um dos bugs que encontrei, deixou meu jogo em um perpétuo zoom que deixou injogável, mas isso foi resolvido voltando a tela título.

Queria ter algo engraçadinho pra colocar aqui sobre os gráficos e som

Viola é um jogo bonito de se ver. Nas cutscenes e momentos em que vamos utilizar os instrumentos musicais (para tocar uma música), vemos o trabalho detalhado nos sprites. Cada personagem transborda vida e personalidade. Esses mesmos sprites são utilizados em combate. Daí, só posso achar esquisito que os sprites dos inimigos sejam imensos, e não falo dos chefes. Esses são imensos DE VERDADE, passando a ideia de que aquele combate lá é especial.

Fora do combate, o jogo dá um zoom-out, porque o foco precisa ser na ação de plataforma, então não vemos os detalhes do sprite de Viola, o que foi uma boa decisão, já que os cenários do jogo são imensos em tamanho, apesar de não serem tão longos assim.

Um ponto negativo sobre os gráficos, é que os cenários podem começar a se repetir perto do fim do jogo, e eu não sei como terminar este parágrafo, então vou dizer uma palavra engraçada: Uma palavra engraçada.

Os cenários de combate são básicos. São bonitinhos, bem feitos com detalhes o suficiente, mas eles são bem básicos numa maneira crua de dizer. E isso conta positivamente pro jogo, aliás. O mesmo não pode ser dito pra simplicidade das animações de magias em batalha. Elas variam entre aceitáveis e “só um frame literalmente passeando pela tela” (o caso da Tidal Wave do Niko),

A trilha sonora, única parte do jogo não feita pelo criador do jogo, foi composta por Fajar “Nom Tunes” Nugroho , é bem competente, com temas bem escolhidos pra cada trecho do jogo, incluindo aqui as músicas tocadas pelos personagens quando se usam as músicas. Essas músicas usadas pela party alteram os instrumentos, dependendo de quem está na equipe, o que achei um belíssimo toque.

Claro, que como todo bom RPG, a música de batalha vai te deixar neurótico de tanto ouvir até o fim do jogo, esse é um preço que jogadores de RPGs eletrônicos pagam desde sempre.

Em termos de performance no PC, o jogo rodou bem na minha carroça doravantemente conhecida como notebook, não exigindo tanto do mesmo, e inclui aí uma opção de resolução para quem não tem um monitor que suporte 1080p (o que é difícil) ou um PC mais fraco (o que é mais provável).

Dê uma chance a Viola

Em meio a um mar de títulos indie pretensiosos, Viola é um RPG sólido, que mesmo com alguns bugs, consegue divertir, e bebe das influências, sem deixar de ser ele mesmo. É um jogo que recomendo a compra, no preço cheio (se a grana tiver apertada, talvez em uma promo). É curto, mas vale a pena.

Viola: The Heroine’s Melody está disponível para PC, no Steam.

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Essa análise foi feita com uma cópia digital de PC fornecida pela Produtora.

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