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O Playstation Portable, vulgo PSP, foi um console que marcou a adolescência de muita gente. Nos idos de final de Orkut e início de migração para o Facebook, o primeiro portátil da Sony fazia um sucesso enorme por aqui.

Não somente aos seus jogos, que eram muito bonitos — e são até hoje, caso você jogue na sua tela pequena –, mas também pela sua facilidade de desbloqueio, que era essencial para nós brasileirinhos da época, que nem tínhamos uma PlayStation Store para chamar de nossa.

Nessa época, muitos jogos ficaram populares, como Final Fantasy Type-0, Kingdom Hearts, 3rd Birthday, Persona 3 Portable, os dois God of War portáteis e por aí vai. Porém, pouca gente explora o lado desconhecido da biblioteca do console.

Reprodução: Sony

Desde 2023, é possível jogar alguns jogos de PSP de forma oficial no PS4 e no PS5, desde que você os compre ou tenha assinatura da Plus Deluxe (ou Premium, caso tenha conta americana). A maioria são jogos da Bandai Namco por alguma razão, mas também temos jogos publicados originalmente pela Sony.

LEIAM – O que eu joguei em 2024 – Tchulanguero

Esses, possuem agora suporte à troféus, o que torna a recompensa de jogar esses games antigos novamente ou pela primeira vez, algo bem mais interessante (para os que ligam pra isso, é claro).

Nessa de explorar a biblioteca de Clássicos, encontrei esse bonitinho Pursuit Force. Ele foi desenvolvido pela falecida BigBig Studios, uma softhouse (como diriam os antigos) britânica que era uma subsidiária da Sony, até seu fechamento em 2012. Mas do que se trata essa desgraça? Vamos ver.

Reprodução: Sony

Gameplay

Em Pursuit Force, tu controla um superpolicial, que tem a missão de combater diversas gangues estereotipadas em uma cidade fictícia chamada Capital City. Sua especialidade é perseguição, então todo mote do jogo é ir atrás dos bandidos usando carros, motos, lanchas e helicópteros.

O diferencial desse jogo é que você não fica preso a um veículo durante cada missão. Aqui, você pode simplesmente SALTAR de um carro para outro (ou para moto ou barco) durante a perseguição. Ao pular no carro inimigo, você deve atirar nos tripulantes e tomar controle do veículo, para então dar continuidade ao objetivo da fase.

“Mas por que eu trocaria de carro se é mais fácil só seguir com o meu até o final”, você pode estar se perguntando.

Bem, os carros tem uma vida útil pequena nesse jogo, contando com uma barra de energia abaixo da sua própria barra de vida. A ideia é que você realmente pule de um carro para outro sempre que estiver em risco de explodir, e obviamente não queremos isso.

Pursuit Force
Reprodução: Sony

Adicionado a essa excelente mecânica, o jogador também pode atirar diretamente nos outros carros, seja dentro do seu próprio veículo, ou até mesmo durante o salto para outro. Atirar, pular, tomar carros e bater nos inimigos enche uma barra de combo, que ativa um modo chamado “Justice”.

Esse modo permite que seus tiros tirem muito mais energia dos inimigos/carros e também dá um bullet time a lá Max Payne sempre que o jogador pula pra outro carro, permitindo que você mate os caras antes mesmo de pisar no novo veículo, poupando assim precioso tempo das missões.

Não só isso, mas em algumas fases existem missões a pé, onde você deve atirar em todos os inimigos do mapa ou chegar perto deles e prendê-los. Essas não são tão polidas, mas por serem curtas, não atrapalham a fluidez do jogo.

Pursuit Force
Reprodução: Sony

Missões e Gangues

Pursuit Force segue uma estrutura de missões curtas de 3 a 10 minutos. São 30 missões ao total, divididas em seis gangues. Temos a máfia estereotipada, uma gangue de presos que fugiram da cadeia, uma gangue só de mulheres, os soldados que fizeram motim e outras coisas mais.

É interessante como conseguiram criar missões bem distintas mesmo com uma estrutura de gameplay relativamente limitada, e isso é uma coisa bastante louvável nesse game.

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Temos fases onde você deve neutralizar todos os carros inimigos, outras em que você deve proteger um delator de sua própria gangue e até mesmo uma homenagem a Velocidade Máxima, onde um ônibus que você controla não deve andar muito devagar senão explode.

A última missão de cada gangue envolve um combate direto contra o chefe deles. Eles normalmente aparecem de dentro de um carro maior e você tem que acabar com a barra de energia do carro antes de chegar no final do mapa. Algumas dessas são tão difíceis que eu acho que sem save state eu estaria até agora na metade do jogo.

Todas são legais e devem ser jogadas em tiros curtos, já que o game foi projetado para ser jogado num portátil. Algumas vão tirar seu sono de tão difíceis, mas a função de rebobinar e usar save state do próprio emulador do PlayStation DEVE ser usada para tornar sua vida mais agradável. E não, os troféus não são desabilitados quando você faz isso.

Pursuit Force
Reprodução: Sony

Conclusão

Pursuit Force é uma joia escondida do PSP, com toda certeza. Os controles são bons, e a mecânica de pular de um carro para outro é tão legal que me surpreende que nenhum outro jogo tenha feito isso.

Também me impressiona que o game — e sua continuação — nunca tenham sido portados para o PS2 na época, ainda mais que o terceiro jogo do estúdio, MotorStorm: Arctic Edge, saiu tanto pro portátil quanto para o PlayStation 2.

Caso não saiba o que jogar, seja no seu PS5/PS4 no PPSSPP safado do seu Moto G trincado, essa é uma boa alternativa. Recomendo fortemente.

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Esta análise foi feita com uma cópia pessoal e digital do jogo no PlayStation 5. Pursuit Force está disponível no PlayStation 4 e PlayStation 5 digitalmente, além de poder ser jogado no emulador de PSP (PPSSPP) em todas as plataformas possíveis.

Pursuit Force
Reprodução: Sony

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O que eu joguei em 2024 | Tony Horo https://www.arquivosdowoo.com.br/2025/02/22/o-que-eu-joguei-em-2024-tony-horo/ https://www.arquivosdowoo.com.br/2025/02/22/o-que-eu-joguei-em-2024-tony-horo/#respond Sat, 22 Feb 2025 20:27:36 +0000 https://www.arquivosdowoo.com.br/?p=19242 Um ano totalmente aleatório Olá, amigos. Mais um ano, mais uma lista. Dessa vez, joguei um jogo a menos que o ano passado, totalizando 31 jogos zerados. Aqui você já sabe o esquema: postamos a lista dos jogos que jogamos com um breve review. Assim, você pode ver o que te interessa na lista e […]

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Um ano totalmente aleatório

Olá, amigos. Mais um ano, mais uma lista. Dessa vez, joguei um jogo a menos que o ano passado, totalizando 31 jogos zerados.

Aqui você já sabe o esquema: postamos a lista dos jogos que jogamos com um breve review. Assim, você pode ver o que te interessa na lista e comentar depois se vai jogar ou jogou cada um dos citados.

LEIAM – Moons of Darsalon – Uma viagem de escolta ao mundo das luas

A temática desse ano pra mim foi de “jogar qualquer coisa“; pois jogos foram segundo plano em um ano que tive que me dedicar aos estudos. E de modo geral, joguei algumas coisas mais para esvaziar a cabeça, como horas de EA FC 24 e alguns jogos de corrida, como Forza Horizon 4.

Estatísticas

Como sempre, eu fiz uma planilha arrumadinha com tudo que eu ia jogando.

Assim, dos 31 jogos que zerei esse ano, as plataformas que joguei cada um foram:

  • PC: 12 jogos
  • PlayStation 5: 9 jogos
  • Switch: NADA (rapaz…)
  • PlayStation 3: 1 jogo (com platina!)
  • Super Nintendo: 3 jogos
  • NES, 3DS, Dreamcast e Mega Drive: 1 jogo cada.

Sobre o gênero dos jogos, surpresa principalmente para o gênero Survivor Horror, que eu sempre fui meio cagão a minha vida toda, e esse ano fiz uma maratona de Resident Evil pra tirar toda vergonha do meu corpo.

  • RPG: 4 jogos
  • Corrida: 4 jogos
  • Plataforma (2D e 3D): 7 jogos
  • Ação: 7 jogos
  • Beat n’ up: 2 jogos
  • Metroidvania: 1 jogo
  • Survivor Horror: 4 jogos
  • Simulator, FPS e Shooter: 1 jogo cada

    Vamos à lista:

1) Sonic CD (PC, 1993*)

Reprodução: Internet

Sonic CD estava na minha lista de espera à anos e finalmente terminei. Ele tem a estética perfeita: um jogo de 16-bits bombado. As animações e trilhas sonoras (japonesa e americana) são ótimas, mas o level design deixa muito a desejar.

Recomendo pra quem deseja zerar todos os Sonics 2D, mas se for só pela estética mesmo, melhor só jogar o Sonic Mania.

*zerado no PC

2) Max Payne (PC, 2001)

Reprodução: Internet

Talvez meu jogo favorito de PC de todos os tempo. Fazia anos que não zerava ele e mais uma vez voltei pra matar saudade do Max. A dublagem em português faz desse jogo ir de 9/10 pra 15/10, de tão boa que é. Recomendo jogar esse sempre no PC e com mouse e teclado.

3) Alan Wake II (PC, 2023)

Reprodução: Internet

Por coincidência, mais um jogo da Remedy em sequência. Alan Wake 2 se tornou um game muito mais explorativo do que aquela aventura quase de plataforma do primeiro jogo. É muito bonito e tem uma história interessante, mas algumas mecânicas realmente deixam o game mais enrolado, ao ponto que se você só está lá pela história e pelo gameplay, mas não está a fim de resolver puzzles para progredir, talvez se frustre um pouco.

Outra tristeza é que a história não fecha nesse, deixando mais pontas soltas que sabe Deus lá quando vão fechar.

4) Prince of Persia: The Lost Crown (PC, 2024)

Reprodução: Internet

Meu jogo favorito de 2024, por incrível que pareça. Lost Crown é um metroidvania moderno que traz um frescor ao gênero, com mecânicas de combate divertidas que vão além de só apertar o botão de ataque ad infinitum e subir de level.

Foi muito mal marketeado pela Ubisoft, onde venderam o primeiro trailer através de uma música de Rap moderna, tirando um pouco da simpatia dos possíveis consumidores com o protagonista, que dessa vez não é o príncipe, mas sim um soldado que deve salvá-lo.

Vendeu pouco, infelizmente, mas a Ubisoft não mandou ninguém que trabalhou nele embora, então vamos ver sobre o futuro.

5) Persona 3 Reload (PC, 2024)

Reprodução: Internet

Eu joguei Persona 3 FES no PS2 numa fase muito conturbada da minha vida. Tinha pouco tempo livre devido ao colégio e provavelmente sofria depressão que nunca foi diagnosticada. Devido a isso, talvez eu tivesse gostado muito mais do jogo na época que ele lançou, já que ele trata temas bem similares na sua história.

O que ocorre é que eu TAMBÉM tava um pouco sem saco pra JRPG na época e dropei e só agora em 2024 que passei pela sua história, nesse remake que a ATLUS fez.

Os gráficos estão muito bonitos e a jogabilidade melhorou bastante, com diversas adições de qualidade de vida. Infelizmente, a saga da Aigis que era um modo separado no original, virou um DLC pago (que não joguei).

Um ótimo JRPG que me fez pagar um mêszinho de GamePass só pra jogar.

6) Mega Man 2 (NES, 1989*)

Reprodução: Internet

Clássico do NES, não tem muito o que falar. Dos Mega Man clássico, esse é o mais redondinho nas mecânicas, level design e trilha sonora. Então, caso você queira conhecer a série original do puro aço, vai nesse.

O Legacy Collection está disponível em todas as plataformas e tem ferramentas como save state e até rewind, então é bom para quem quer treinar antes de levar o jogo mais a sério, ou só se divertir mesmo sem muitas frustrações. Recomendadão.

*jogado no PC via emulador dessa vez

7) Granblue Fantasy: Relink (PS5, 2024)

Reprodução: Internet

Um JRPG de um time diferente, cujo investimento foi grande devido ao grande lucro que o Granblue gacha dá para a empresa.

Ele lembra muito Tales of Arise, tanto na estética quanto no gameplay. A história talvez exija que você conheça a lore do gacha minimamente, mas eu sequer joguei 1 min dele e consegui me divertir, só que não me importei muito com os personagens.

Ele é um action JRPG muito bom, bonito e com trilha sonora voltado para o épico. Se você puder jogar em qualquer lugar que não seja um PS4, vai se divertir bastante.

Ao final do jogo, ele abre meio que um modo de missões online de caça a monstros meio parecido com Monster Hunter, e me parece que esse é o verdadeiro “grosso” do jogo. Mas como eu joguei no PS5 e não assino Plus, eu fiquei de fora dessa brincadeira.

Também fiz esse review em vídeo aqui! LINK

8) Gran Turismo 7 (PS5, 2022)

Reprodução: Internet

Um dos melhores jogos de corrida “sérios” atualmente, sendo o mais acessível também entre os de simulação.

A Polyphony segue adicionando carros e pistas até hoje e isso faz com que eu sempre volte nele.

Diferente de outros jogos anteriores onde era necessário jogar simplesmente TUDO pra poder zerar, nesse aqui eles colocaram um sistema de “cardápios” onde o esquisito do Lucca te dá 3 corridas temáticas para chegar no mínimo em 3º lugar. Ao final delas, você termina o cardápio e ele conta uma história sobre os carros envolvidos, te dando eles de presente.

É uma progressão simplística que tira aquela sensação de ser um piloto galgando espaço entre outros corredores que tinha até o GT4, mas ao mesmo tempo é melhor que a aproximação direta de jogos anteriores, como GT6 e o horrível Sport.

9) Star Fox 64 3D (3DS, 2011)

Reprodução: Internet

Volta e meia eu ligo o 3DS pra bateria dele não morrer e sempre caio pro Star Fox 64 3D, já que ele é mais fácil de zerar rapidamente e a emulação no PC não é muito boa ainda.

A versão não perde nada para o original de 64, a menos se você comparar com o port nativo pra PC que uma galera têm feito recentemente. O jogo foi redublado pela maioria dos atores originais, trazendo um som mais limpo para todas as falas.

Recomendo muito esse, principalmente de se tentar pegar medalha em todas as fases. Eu nunca consegui.

10) Top Gear (SNES, 1992*)

Reprodução: Internet

Outro clássico de SNES que dispensa apresentações. Dessa vez joguei no collection feito pela brasileira QByte, que como você pode ver no review linkado acima, teve seus altos e baixos nessa versão.

À época que joguei e escrevi, ainda não tinham saído updates, como a remoção do filtro CRT com tremilique e também os troféus marcando quais pistas você chegou em primeiro, o que é essencial para ir atrás da platina.

Atualmente (em fevereiro de 2025 quando estou escrevendo essa parte) estou tentando terminar o TG2 na mesma coleção, então no texto desse ano talvez falaremos mais sobre esse port.

*zerado no PS5 dentro da Collection, como falei.

11) Streets of Rage 2 (Mega Drive, 1992)

Reprodução: Internet

Clássico do Mega Drive, dessa vez zerei a rom original, pois lembro que uns anos atrás eu tinha jogado um romhack que você jogava com o Luffy (??) e aquilo meio que deixou uma mancha pra mim.

Dos 3 do Mega, é meu preferido, mas o 1 também é muito bom. Caso jogue o 3, pegue a versão japonesa sem censura.

12) Final Fantasy VII: Rebirth (PS5, 2024)

Reprodução: Internet

Finalmente a Square-Enix lançou a continuação do maravilhoso FF7 Remake, e dessa vez eles tentaram aplicar o mundo aberto do jogo original e conseguiram fazer isso muito bem.

O problema pra mim é que os gráficos apanharam um pouco, devido ao escopo do jogo, onde tiveram que dar uma diminuída na resolução no PS5 para que ele rodasse de forma fluida ainda. Nada que seus olhos não acostumem com o tempo também.

Fora isso, o final deixa um gosto meio amargo, já que o diretor resolveu privar os jogadores do momento mais marcante da história dos videogames só pra contá-lo de forma esquisita e fragmentada.

Assim, o jogador termina o jogo sem entender realmente o que houve. Logicamente eles vão entregar isso no início da parte 3, mas não vai ter o mesmo peso de um clímax de final de jogo.

Eu quase platinei esse aqui, mas ainda tenho que zerá-lo de novo e não vou fazer isso tão cedo. Bom jogo apesar de tudo, mas não é melhor que a parte 1.

13) Mighty Morphin Power Rangers: The Movie (SNES, 1995)

Reprodução: Internet

Talvez para aqueles que não tiveram SNES na infância, esse jogo possa parecer estranho, mas pra quem teve, ele é provavelmente um dos mais conhecidos. MMPRTM era incluso em diversas coletâneas piratas, daquelas “5 em 1”, devido ao tamanho minúsculo de sua rom e também por ser de uma franquia popular.

Ele é um beat n’ up meio diferente, pois você não anda livremente no cenário (diferentemente da versão de Mega). Aqui você tem duas “lanes”, e você pode trocar entre elas apertando R.  É diferente porém funciona muito bem.

A trilha desse jogo é LOUCA, um dos melhores trabalhos no SNES, até com alguns remixes por aí como esse da primeira fase, que mixa a versão do jogo com o tema da série.

Muito divertido, principalmente se você estiver introduzindo uma criança menor ao mundo dos jogos.

14) Mega Man X (SNES, 1993*)

Reprodução: Internet

Outro jogo que eu sempre revisito uma vez ao ano, já apareceu nas minhas listas algumas vezes, acho.
Melhor Mega Man de todos os tempos. Caso queira jogar em console moderno, tem no Legacy Collection do X, mas o ideal é jogá-lo num controle fininho do SNES mesmo.

*jogado no PS5 no Mega Man X Legacy Collection.

15) Sand Land (PS5, 2024)

Reprodução: Internet

Um jogo de ação com toques de RPG, feito em cima do anime baseado no mangá one-shot do finado Akira Toriyama.
É bem divertido andar pelo deserto e construir tanques novos é legal, mas a customização poderia ser mais direta.

A navegação pelo cenário fica muito complicada quando se atinge a área do país da Floresta, pois os caminhos não ficam muito claros.

Tentei de tudo pra platinar, mas chegou uma hora que ficou inviável e fui vencido pelo cansaço, a ponto que não consigo voltar pra ele tão cedo.

16) Game Dev Story (PC, 1997)

Reprodução: Internet

Jogo de simulação feito pela Kairosoft, onde você gerencia uma empresa de criação de jogos. Os gráficos são muito bonitinhos e a trilha sonora meio 8-bits deixam o pacote todo mais divertido.

Posteriormente, foi copiado na cara dura no jogo Game Dev Tycoon, onde roubaram todas as mecânicas desse jogo. Mas na dúvida, jogue original mesmo.

Tem como jogar ele no Android e iPhone, visto que ele é um port de um jogo antigo feito para flip phones japoneses. Eu zerei no PC dessa vez, onde finalmente colocaram uma tradução em português muito bem feitinha.

17) Gears of War 4 (PC, 2016)

Reprodução: Internet

Eu nunca fui fã da série Gears. Eu não tive nenhum Xbox até recentemente (e já revendi o 360 que eu tinha, coisa essa que me arrependo) e por isso nunca tive contato com a série. Ela também se popularizou num momento em que eu estava desacreditado com jogos. Sabe, aquela época onde tudo era cinza e marrom no PS3 e tal? Então.

Apesar disso, meu amigo veio aqui em casa e jogamos Gears 4 do começo ao fim em co-op local e foi muito divertido. O jogo também é um soft reboot, já que jogamos com o filho do Markus Phoenix, protagonista dos jogos anteriores.

É um jogo onde você não pensa muito e só se diverte mesmo. A dublagem em português é bem legal também.

18) Hi-Fi Rush (PC, 2023)

Reprodução: Internet

Um jogo japonês financiado pela Bethesda, como que pode, né?
Aqui temos um beat-n-up 3D estilo meio anime mas com traços tendendo mais para animações ocidentais, onde o protagonista faz tudo de forma ritmada. Acertar os combos, pular, dar dash… TUDO é no ritmo da batida que fica constantemente pulsando na tela.

Leva uns minutos para acostumar, mas eu consegui zerar o jogo no Hard, que me parece o desafio ideal para que o game não fique enfadonho. As músicas são muito boas, contendo até algumas canções licenciadas, por algum motivo.

É um pouco longo, talvez. Mas vale a pena. Uma continuação será feita no futuro.

19) Mega Man: Battle & Chase (PS1, 1997)

Reprodução: Internet

Um jogo de corrida de Mega Man com gráficos 3D, muito bonito pela época que foi feito.
Inicialmente não foi lançado nos EUA, mas a versão europeia em inglês existe desde a época, sem falar que no PS2 teve um port que era desbloqueado ao zerar todos os Mega Man X no Collection lançado naquele console.

Não é um Mario Kart, mas é legal pela customização dos carros. Se você gosta desse tipo de jogo de corrida, pode tentar esse pois é mediano pra bom.

20) Crazy Taxi (PC, 1999) [100%]

Reprodução: Internet

Bom jogo arcade para Dreamcast e PC (onde joguei dessa vez). A graça dele está em dominar o Crazy Dash e o Crazy Drift, que são essenciais para tirar ranking A e ver os créditos.

“Zerar” o jogo aqui consiste em fazer todas as missões do modo Crazy Box. É BEM DIFÍCIL, mas depois que você domina essas mecânicas, vai perceber que o jogo não é só sobre ir pra lá e pra cá pegando passageiros. Tem que dominar como sair com o carro, fazer drift, parar rápido e reconhecer os melhores caminhos para chegar nos destinos. Um clássico que pouca gente sabe jogar realmente.

21) GTA: Vice City The Definitive Edition (PS5, 2021)

Reprodução: Internet

Finalmente zerei Vice City e minha experiência foi mista. Sempre se falou muito desse jogo como se ele tivesse uma história excelente, mas o que eu vi aqui é só uma cópia de Scarface que se perde lá pra metade do jogo e o resto das missões se resume a fazer entregas e matanças que não se encaixam com nada na história.

Porém, GTA também pode ser visto como um grande sandbox, então é justo apreciá-lo por isso. Eu só esperava mais da história, e ela é curta e não entrega nada.

22) Doom (PC, 1995*)

A Bethesda relançou Doom I e II com mods e t

Reprodução: Internet

udo em todas as plataformas e quem tinha os ports antigos nos consoles modernos e Steam, ganhou essas versões novas também. É um clássico e recomendo baixar o mod de jogar com a trilha sonora do 3DO, que é diferentona.

23) GTA: San Andreas The Definitive Edition (PS5, 2021)

Reprodução: Internet

Agora sim o melhor GTA já feito. A história finalmente é boa e o jogo é umas 4x maior que o Vice City. Eu nunca joguei San Andreas quando era pequeno, porque eu gostava mais de jogos japoneses.

Infelizmente, eu zerei esse remaster uns poucos meses antes de atualizar a versão de consoles com a iluminação antiga, então eu joguei com a imagem bem zoada. Um ótimo jogo mesmo.

24) Yakuza: Like a Dragon (PS5, 2020) [Platina]

Reprodução: Internet

Fiz uma análise bem detalhada desse jogo no texto linkado acima, mas quero dizer aqui que esse é um dos melhores JRPGs no PS4/PS5, ficando bem equivalente ao Final Fantasy VII Remake, tanto em jogabilidade, como em qualidade técnica.

Aqui temos o primeiro jogo da série em formato de JRPG, que também é uma espécie de soft-reboot. Então, caso não tenha jogado nenhum anterior a esse, pode ir atrás que é maravilhoso, principalmente se você gosta de histórias com setting moderno e também de jrpgs clássicos de turno, como Dragon Quest.

25) O Escudeiro Valente (PS5, 2024) [Platina] 

Reprodução: Internet

Também com texto meu no site (linkado acima), The Plucky Squire é um jogo bem simples de aventura estilo Zelda antigo, mas que em partes se torna um jogo 3D parecido com o remake de Link’s Awakening que saiu pra Switch há alguns anos.

É simpático e eu platinei ele num dia só. Muito doido (não façam isso porque cansa).

26) Resident Evil 3: Nemesis (Dreamcast, 1999)

Reprodução: Internet

Um jogo que eu passei anos devendo, mas que finalmente resolvi parar de ser frouxo e joguei. É muito mais voltado pra ação que o segundo jogo. Ainda que seja uma experiência mais curta, ele é bem divertido. O sistema de esquiva é meio estranho mas com sorte você consegue fugir do Nemesis pra não morrer fácil.

Zerei no próprio Dreamcast, e é legal pois o VMU mostra a vida da Jill o tempo todo na telinha. É a melhor versão do game.

27) Deadpool (PS3, 2013) [Platina]

Reprodução: Internet

Após assistir o excelente Deadpool & Wolverine, resolvi ir atrás desse jogo. Infelizmente, a versão de PC não vende mais e as de console tão custando os zóio da cara. Mas graças a DEUS, meu PS3 é desbloqueado então consegui aproveitar esse jogo muito bem feitinho.

A graça dele é jogá-lo no modo mais difícil, pois ele oferece um desafio onde o medo de morrer faz você andar em cada parte do cenário com cautela, diferentemente do modo normal, onde todos os inimigos parecem feitos de papel.

Obviamente você vai morrer muito, mas as pessoas têm que aprender que perder faz parte do que torna uma experiência boa.

28) Shadow Generations (PC, 2024)

Reprodução: Internet

Uma espécie de DLC do Sonic Generations láaaa de 2010, mas feito numa engine nova e onde você joga apenas com o Shadow.

É uma das melhores experiências de Sonic já feitas, assim como Sonic Frontiers. Leia o texto sobre o game linkado acima, assim como meu texto sobre o jogo original de 2010 que também saiu junto com Shadow Generations e também a análise do Geovane sobre a versão original dele de PS3.

29) Resident Evil 3: Remake (PS5, 2020)

O que eu joguei em 2024
Reprodução; Internet

Comprei esse jogo no ano que saiu, mas nunca tinha sequer aberto porque sou medroso, mesmo tendo zerado um monte de RE antes desse.
Acabou que ao terminar o original, bateu uma sanha de terminar o Remake pra ver as diferenças e sim, realmente as pessoas têm motivo pra reclamar. Só não tanto.

Parece realmente que foi uma experiência corrida, principalmente lá pro final do jogo onde cortaram a torre do relógio, tirando muito do clímax dessa parte. Tirando isso, a Jill e o Carlos estão excelentes e eu gosto mais deles do que do Leon e da Claire do remake do 2.

São ótimos personagens e eu gostaria de ver mais deles no futuro. O jogo em si é igual ao RE2R com umas coisinhas a mais no gameplay, mas é mais linear devido a estrutura da história. Num geral, um jogo 7,5/10, mas muito gostoso de zerar.

30) Resident Evil Director’s Cut (PS1, 1997)

O que eu joguei em 2024
Reprodução; Internet

Ao terminar o RE3R, percebi que eu não tinha jogado o primeiro jogo da trilogia original. Bem, vi que no antigo CDRomance existia uma iso modificada do Director’s Cut com a OST original do primeiro game.

Caso não entenda porque isso exista, bem… a OST dessa versão é famosa por ser horrível, então qualquer melhoria que o game possa oferecer vai por água a baixo devido às músicas ruins.

É um bom jogo, que andou para que os jogos seguintes pudessem correr. O final é um pouco confuso e eu não gostei de ter perdido o melhor final porque eu não esperei o Barry jogar a cordinha pra me puxar lá na metade do jogo.
Num geral, valeu ter ido atrás do clássico. Joguei ele no Switch porque eu podia trocar pro modo portátil e pra TV dependendo da minha vontade. Ter console desbloqueado é ótimo mesmo.

31) Indiana Jones and the Great Circle (PC, 2024)

O que eu joguei em 2024
Reprodução: Internet

Último jogo de 2024, e também meu maior texto no site (link acima).

A Bethesda fez um baita jogão baseado na franquia de filmes, que supera os dois filmes recentes com certa distância até.
Se vocês têm gamepass, recomendo dar uma chance pois ele é um jogo bem diferente; não se trata de um FPS, mas também não é um jogo cheio de ação como Uncharted.

O Grande Círculo é um jogo onde você explora os ambientes, resolve missões paralelas e entra em combate furtivo com muita frequência, lembrando até alguns jogos da antiga LucasArts. Realmente foi uma ótima forma de terminar o ano.

O que eu joguei em 2024
Reprodução: Internet

Conclusão

2024 foi um ano onde joguei o que me foi aparecendo na frente, muita coisa boa que eu estava para jogar há anos e tinha deixado pra trás, ao lado de games que me fizeram relaxar por horas sem que eu precisasse me preocupar demais.

É como dizem: não leve sua vida a sério o tempo todo, nem mesmo seus hobbies. Espero que tenha sido um ano bom para vocês, não só nos jogos mas na vida real também! Um abraço e caso você tenha caído nessa página por acaso, deixe seu relato!

Veja abaixo também as minhas listas dos anos anteriores:

O que joguei em 2023
O que joguei em 2022
O que joguei em 2021
O que joguei em 2020

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Mortal Kombat (1995) | O Primeiro e Único Filme https://www.arquivosdowoo.com.br/2024/10/21/mortal-kombat-1995-o-primeiro-e-unico-filme/ https://www.arquivosdowoo.com.br/2024/10/21/mortal-kombat-1995-o-primeiro-e-unico-filme/#respond Mon, 21 Oct 2024 08:07:33 +0000 https://www.arquivosdowoo.com.br/?p=18083 O primeiro jogo da série Mortal Kombat foi um fenômeno nos arcades e consoles. Você, jovem, pode não se lembrar de como foi inovador ver os personagens literalmente se matando da forma mais grotesca possível na forma de um jogo de luta. Leve em consideração que a época era total dominada por Street Fighter. Porém, […]

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O primeiro jogo da série Mortal Kombat foi um fenômeno nos arcades e consoles. Você, jovem, pode não se lembrar de como foi inovador ver os personagens literalmente se matando da forma mais grotesca possível na forma de um jogo de luta.

Leve em consideração que a época era total dominada por Street Fighter. Porém, MK trouxe uma variante ao gênero, que tinha vantagens e desvantagens em relação a seu concorrente, mas por serem tão diferentes um do outro, eles nunca competiram entre si pela atenção dos jogadores.

Mas eis que, em 1995, a New Line Cinema deu o cargo de diretor para o então novato Paul W. S. Anderson — sim, o mesmo que viria futuramente a dirigir a franquia de filmes de Resident Evil (e a análise do primeiro filme você pode ler aqui). Anderson conseguiu o cargo após os produtores assistirem “Shopping: O Alvo do Crime“, filme do ano anterior dirigido por ele.

Inclusive, Paul W.S. Anderson não tinha NENHUMA experiência com efeitos especiais, e ele mesmo já disse em entrevistas que só pegou um monte de livros sobre o tema e foi enganando até o final. Incrível.

Reprodução: New Line Cinema

História e personagens

Chamar esse tópico de “história” chega a ser engraçado, pois o filme não tenta te enganar com um roteiro complexo e personagens densos. Mortal Kombat basicamente pega o conceito do torneio feito para salvar a Terra e implementa uma sequência de lutas uma atrás da outra, com alguns diálogos engraçados ligando essas cenas.

De início, temos os personagens sendo apresentados, como Johhny Cage, interpretado por Linden Ashby. Ele faz um Johnny Cage canastrão e divertido, sem ser irritante. Ashby viria futuramente a interpretar o personagem novamente no jogo Mortal Kombat 11 em 2020.

Liu Kang, foi feito pelo desconhecido Robin Shou, que até então só havia trabalhado em produções de Hong Kong e em um único filme ocidental chamado Forbidden Nights, de 1990. Ele também ajudou nas coreografias de luta.

Reprodução: Internet – Poster japonês

Cary-Hiroyuki Tagawa fez um excelente Shang Tsung, o vilão do filme e do primeiro jogo. Sua atuação é a mais convincente e suas expressões de ódio, raiva e prazer de ver os outros sofrendo são engraçadas e entretém durante todo o filme.

Christopher Lambert, por sua vez, faz o carismático Lord Rayden, que como todo filme que fazia, entrega sempre uma atuação canastrona e engraçada, mesmo em cenas de seriedade, que aqui não são muitas. Ele não luta no filme, servindo apenas como mentor dos outros personagens.

Temos também Bridgette Wilson como Sonya e Talisa Soto como Kitana, as musas do filme que atual mal pra diabo mas são lindas, e isso que importa.

Todos interagem bem entre si, com diálogos engraçadinhos entre o cast principal, com piadinhas entre as lutas típicas de filmes para adolescentes dessa época.

Mortal Kombat
Reprodução: New Line Cinema

Violência limitada, porém maneira

As lutas são bem feitas, sem muitos cortes de câmera que normalmente são usados para disfarçar cenas mal feitas. Inclusive, elas são criativas, com tomadas abertas, como a luta de Johnny com Scorpion na floresta e a luta de Liu Kang com Sub-Zero mais pro finalzinho do filme.

São cenas marcantes que mesmo com alguns toques de CGI feios da época, não tiram a graça do filme.

O elefante branco da vez é a falta da violência dos jogos, visto que no filme mal temos SANGUE aparecendo, então o filme recorre a mortes off-screen ou cenas de “desmaio” inspiradas nas lutas de WWE (ou WWF, já que o filme é de 1995).

Nada disso age contra o filme, que compensa com hype durante as lutas — expressão que nem existia na época né –, causado pela música Technosyndrome, popularmente conhecida como o tema de Mortal Kombat.

Essa música havia sido usada nos comerciais americanos do primeiro jogo, e foi reutilizada no filme devido a sua popularidade, tocando no início e durante as lutas principais.

Reprodução: New Line Cinema

Veredito

Mortal Kombat (1995) entrega o que um filme de videogame deve fazer sempre: um roteiro simples e sem inventar muito em cima do que já está estabelecido em outra mídia. A caracterização dos personagens é idêntica a dos jogos e as lutas bem feitas fazem ele ser um exemplo de como a simplicidade pode fazer uma adaptação para outra mídia ser bem vista, mesmo muitos anos depois.

Nota: 7,5/10

Reprodução: New Line Cinema

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GANTZ: O | A melhor coisa já feita desde o anime https://www.arquivosdowoo.com.br/2017/02/23/gantz-o-melhor-coisa-ja-feita-desde-o/ https://www.arquivosdowoo.com.br/2017/02/23/gantz-o-melhor-coisa-ja-feita-desde-o/#comments Thu, 23 Feb 2017 20:30:00 +0000 https://www.arquivosdowoo.com.br/2017/02/23/gantz-o-melhor-coisa-ja-feita-desde-o/ Ah, como eu aguardei por esse dia, finalmente GANTZ: O chegou e para minha surpresa ele foi direto ao Netflix. Uma das maiores e melhores plataforma de streaming por enquanto. É, eu não to ganhando para fazer propaganda… pois é. Indo direto ao ponto, eu assisti ao filme duas vezes, tamanha era a minha empolgação. […]

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Ah, como eu aguardei por esse dia, finalmente GANTZ: O chegou e para minha surpresa ele foi direto ao Netflix. Uma das maiores e melhores plataforma de streaming por enquanto.

É, eu não to ganhando para fazer propaganda… pois é.

Indo direto ao ponto, eu assisti ao filme duas vezes, tamanha era a minha empolgação. E estou assistindo novamente enquanto escrevo esse texto. O motivo é que sou ansioso e automaticamente quis escrever logo depois de assistir, mas poderia acabar me rendendo ao fanboyismo, e isso não seria certo.

LEIAM – A Centopeia Humana 3: Sequencia Final | Perturbador e chocante

Sim, eu sou muito fã do mangá e o anime (exceto a curta segunda temporada, ridículo aquilo.). Também não fui conquistado pelos filmes de 2011. Apesar de terem seu ponto positivo, oras, dane-se os filmes de 2011.

Vamos falar de GANTZ: O

GANTZ:O

O filme dá início com a batalha de Kurono contra o Oni Alien do meio da cidade, ele consegue o derrotar, mas é fatalmente ferido e morre nos braços da Reika. Essa luta não teve o mesmo desfecho que no mangá. Isso provavelmente vá assustar os fãs. então acalmem-se.

GANTZ: O faz um ótimo uso desse arco e principalmente dos personagens. Kato continua o mesmo, mas é inserido como um novato na trama. Temos o Sr. Suzuki, Reika e Nishi como os sobreviventes da missão contra o Oni Alien, e eles continuam com as mesmas características dos personagens do mangá.

O que nos da uma perfeita ideia do que é uma adaptação fiel as características de uma obra – aprenda Resident Evil.

Claro, estamos falando de personagens fieis aos seu design, porém, um ator poderia fazer o mesmo, basta um roteirista decente e um diretor competente, algo que pudemos ver em Silent Hill. Facilmente uma das melhores adaptações feitas de um game, anterior a eles somente Mortal Kombat.

Bem, farei um resumo para você entender melhor do que se trata o enredo de GANTZ:

Pessoas que morreram por acidentes, acidentalmente ou por qualquer outro motivo, acordam em uma sala onde há uma esfera negra. Essa esfera é chamada de GANTZ e vai ditar o que você deve fazer com sua vida a partir desse ponto.

Todos os personagens estão presos a GANTZ até que complete 100 pontos no “jogo” que ele promove. Completando os 100 pontos você ganha o direito a três escolhas:

1 – Ganhar uma arma poderosa,
2 – Ressuscitar alguém que esteja no registro da esfera negra
3 – Ter a memoria apagada e voltar a sua vida normal

Para que possa fazer pontos, GANTZ lhe dá alvos para eliminar, alvos nem um pouco fáceis ou sequer humano para você eliminar. Mas pra compensar ele dá a roupa negra que confere super força e armas avançadas. E caso o jogador tente fugir, sua cabeça explodira em pedaços.

O engraçado de tudo isso é que as pessoas que são convocadas, em sua maioria, são pessoas normais. Sem qualquer preparo tático ou militar. Há idosos, crianças, mulheres e até um cachorro e um panda.

É, não me pergunte os motivos.

GANTZ: O
A arma de gravidade é só amor

O número de personagens de uniforme negro foi reduzido drasticamente, muita coisa foi deixada de fora.

O que é aceitável, pois o time de Osaka é composto totalmente por lunáticos, logo colocar um psicopata estuprando um monstro não seria uma boa ideia. Certamente isso acabaria com as chances da obra chegar nessas bandas. E a melhor parte é que não prejudicou em nada.

Talvez eu tenha ficado um pouco desapontado com uma das transformações do Nurarihyon, o vilão desse filme. No mangá ele  ao se transforma em uma mulher é cortado, e durante sua regeneração ele abre a barriga e puxa os intestinos para fora, só pela brincadeira.

Bem, mais isso é só o meu gosto por gore falando mais alto. O que eu não esperava era a transformação de uma mulher gigante feita de corpos femininos. No mangá esse momento chega a ser engraçado por causa de um personagem que ficou de fora. Mas para atiçar a curiosidade de vocês, ele morre encaixando o LEGO em um dos corpos.

Talvez uma das coisas que me desagradou em GANTZ: O é a cena do robô. Claro, eu adoro robôs gigantes, logo estava no hype de conferir a batalha do robô contra o mostro gigante, pois ela funciona muito bem no mangá, mas aqui ela não funciona.

O robô ficou muito foda, isso é inquestionável. Mas só tá ali para mostrar que tem um robozão gigante. Não há outro proposito. É uma cena que poderia ter sido removida para abrir espaço a mulher que bota as tripas para fora, ou estender ainda mais a batalha contra o Nurarihyon.

Fora esse pequeno detalhe, o resto é incrível e consegue passar uma sensação de que as coisas vão piorar a todo momento.

Queria que o filme fosse um pouco mais longo, apesar da uma hora e meia de duração. Adoraria que outras coisa tivessem sido acrescido, e outras poderiam ter sido descartada, mas o resultado final é extremamente gratificante.

Um final que te faz arrancar a camisa e atirar contra a televisão enquanto grita: ISSO AI, DIACHO!! SHOW, AI QUE DELICIA DE FILME!!

É…

Eu quero dizer que é filme que indico para qualquer um que procura uma aventura fora do convencional. Certamente esse filme vai estimular as pessoas a procurarem o mangá e o anime. Torço para que esse filme seja o principio de outros filmes baseado em mangás seguindo o formato 3DCGI.

GANTZ: O não é um filme longo, tem cerca de uma hora e meia de duração e está disponíveis nos idioma  japonês e inglês no Netflix.

É isso, agora só nos resta torcemos para que mais mangás possam ganhar filmes tão bons quanto. Na torcida para que Battle Royale um dia possa ser um desses.

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Pacific Rim | Quase um Daileon x Kaijus https://www.arquivosdowoo.com.br/2013/10/16/pacific-rim-quase-um-daileon-x-kaijus/ https://www.arquivosdowoo.com.br/2013/10/16/pacific-rim-quase-um-daileon-x-kaijus/#comments Wed, 16 Oct 2013 13:41:00 +0000 https://www.arquivosdowoo.com.br/2013/10/16/pacific-rim-quase-um-daileon-x-kaijus/ Heróis como Jaspion, Changemans, Jiraya, Ultraman e Spectreman (Esses dois não tinham robôs gigantes, mas o tamanho era o mesmo), tornaram minha infância muito divertida. Cansei de ver o Japão ser invadido por monstros radioativos, alienígenas e todos os tipos de criaturas que somente os super heróis japoneses podiam combater, seja por sua tecnologia ou […]

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Heróis como Jaspion, Changemans, Jiraya, Ultraman e Spectreman (Esses dois não tinham robôs gigantes, mas o tamanho era o mesmo), tornaram minha infância muito divertida.

Cansei de ver o Japão ser invadido por monstros radioativos, alienígenas e todos os tipos de criaturas que somente os super heróis japoneses podiam combater, seja por sua tecnologia ou pelos misteriosos poderes que aparentemente são exclusividade do continente asiático.

LEIAM – FUNNY GAME | Horror psicológico obrigatório

Poxa, como a vida era boa naqueles tempos, não? Uma pena que ao longo dos anos esse tipo de entretenimento deixou a TV aberta, ficando restrito a nichos na internet. E com o advento dela descobri toda a cultura por trás das batalhas de robôs e monstros gigantes.

Na fase adulta sempre me questionei de como seria uma visão moderna daquele embate que tornava as minhas manhãs mais agitadas. As probabilidade de que isso um dia fosse as telas me pareciam bem baixas, mas eis que Guillermo Del Toro, renomado diretor, nos brinda Circulo de Fogo (Pacific Rim). Um filme que é exatamente isso: Uma briga de robôs e monstros gigantes como nunca antes visto.

Minhas expectativas estava nas alturas, eu não podia lidar com tanta empolgação em anos, então não se espantem se ao longo desse artigo eu não me conter.

O enredo de Pacific Rim é simples e direto: Uma fenda dimensional surgindo no meio do pacifico e despejando todos os tipos de criaturas gigantescas possível. A humanidade não estava preparada e logo uma destruição em massa teve inicio.

Com muita dificuldade, a humanidade conseguiu destruir o primeiro dos Kaijus, nome dado as criaturas, porém isso quase levou o países a falência. Percebendo que outros monstros poderiam vir brincar em terra novamente. Os países resolveram unir suas forças, e com todos os arquivos tokusatsus da rede manchete em mãos, criam os Jaeger’s.

Foram criados um total de 44 Jaeger’s, mas que após 7 anos de intensas batalhas, apenas 4 sobreviveram. Cada um deles era pilotado com uma dupla em seu comando, visto que uma pessoa sozinha é incapaz de suportar o controle de tanto metal e componente eletrônicos juntos. Existe um motivo mais interessante para ter dois pilotos no comando, mas você irá assistir o filme e não quero estragar sua experiência.

O que você verá nesse filme é pura diversão e toneladas de construção e metal sendo atirado para todos os lados.

Esperar um enredo complexo de um filme com o único proposito de divertir é um pouco babaca por parte de algumas pessoas. Estamos diante de um filme blockbuster que consegue manter coerência durante os diálogos e respeitar a história que conta ao longo de todo o filme.

BATENDO EM UM MONSTRO COM UM NAVIO CARGUEIRO!!

Céus, deem um Oscar ao Guillermo!

Eu já era fã do Del Toro por conta de filmes como A Espinha do Diabo, Hellboy e Blade II, porém agora ele ganhou minha gratidão eterna ao presentear o mundo com algo nunca feito antes.

Pacific Rim sem dúvida ganhou uma lugar especial em meu coração, e espero que se houver uma continuação (torço para que isso aconteça) ele não tente ser levado a sério. Eu não quero filosofia ou politicamente correto, quero apenas destruição e robôs se matando.

É isso, não há mais o que ser dito. Vá comprar pipoca e corra assistir ao filme, depois volte pilhado e tente balbuciar algumas palavras sobre o filme nos comentários.

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The Last Stand | Arnold Schwarzenegger voltando com Tudo https://www.arquivosdowoo.com.br/2013/05/25/the-last-stand-2013/ https://www.arquivosdowoo.com.br/2013/05/25/the-last-stand-2013/#respond Sat, 25 May 2013 19:20:00 +0000 https://www.arquivosdowoo.com.br/2013/05/25/dicas-de-filmes-last-stand-2013/ Depois de 8 anos sem matar ninguém (exceto em Mercenários 2), o Mr. Olímpia volta a ativa e acreditem, a idade não parece ser um obstáculo para essa maquina de matar austríaca. Obviamente ele não possui a agilidade que tinha 20 anos atrás, mas convenhamos que nunca precisou correr pra matar 10 homens de uma […]

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Depois de 8 anos sem matar ninguém (exceto em Mercenários 2), o Mr. Olímpia volta a ativa e acreditem, a idade não parece ser um obstáculo para essa maquina de matar austríaca.

Obviamente ele não possui a agilidade que tinha 20 anos atrás, mas convenhamos que nunca precisou correr pra matar 10 homens de uma só vez.

O início

The Last Stand
Xerife Ray Owens (Arnold Schwarzenegger)

Aqui temos um Arnold mais velho, cansado e  ainda com a expressão de uma geladeira velha, capaz de causar medo aos mais sensíveis.

O enredo do filme é simples, o chefe de um dos cartéis mais cruéis de todos os tempos, será levado ao corredor da morte, mas como todo bom chefe de cartel, tinha um plano de fuga e durante o transporte, seus amiguinhos resolvem ajuda-lo a fugir, pois ver aquele que paga o seu salario ser executado não é interessante pra ninguém.

Milhares de agentes mortos depois ele consegue fugir em carro esportivo modificado, como esse;

The Last Stand
Lindo né?

Em posse desse supercarro, tem inicio uma perseguição acirrada que termina com, mais agentes sendo mortos pelo Mach 5. Enquanto isso, em uma cidadezinha no meio do nada, próximo a fronteira do México e  com um nível de violência tão baixo, que as únicas ocorrências registradas são as bebedeiras do Rodrigo Santoro.

É nessa cidade calma que o xerife Ray (Arnoldão) reside e descobre que os capangas do chefão do crime estão construindo uma ponte para facilitar a ultrapassagem do Boss ao México.

Com um senso de justiça grande o suficiente para motivar todo o contingente de policial do Brasil.  Ray, une seus policiais (apenas 3) e se preparam para não deixar que o chefão brinque em seu quintal.

The Last Stand

Cenas de ações radicais com o Mach 5, tiroteio e muitas balas perdidas, bandidos caindo como moscas e habitantes que parecem não se importar com a guerra acontecendo do lado de fora de suas residências.

O filme é do cacete meus caros, um filme de ação sem muita lógica e com exageros, típico dos filmes de ação do passado. O mais legal de tudo é que, em nenhum momento você verá Arnold chutando bundas como 20 anos atrás, pois ele esta velho e isso é bem aproveitado no filme, pois você percebe na lutas corporais, que são limitadas a lançar o oponente no chão com força, muita força.

Conclusão

The Last Stand

Há momentos engraçados e todos eles acontecem por culpa de Johnny Knoxville e Luiz Gusmán (Adoro esse cara), que são a veia cômica do filme. Temos um garota bonitinha também, só para aliviar um pouco a festa da salsicha que é o filme.

Não posso deixar de falar de um dos grandes vilões de todos os tempos de Hollywood, Peter Stormare, pois se existe um personagem filho-da-puta e sem coração, tenha certeza que Peter será convidado e interpretará magnificamente.

Eu sempre me perguntei, quando haveria um novo filme só do Arnold e após assistir “The Last Stand“, pude confirmar que continua mandando bem.

Recomendadíssimo aos amantes de um bom filme de ação!

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