Arquivos Ultraman - Arquivos do Woo https://www.arquivosdowoo.com.br/tag/ultraman/ Um pouco de tudo na medida certa Sun, 28 Aug 2022 13:00:01 +0000 pt-BR hourly 1 https://wordpress.org/?v=6.9 https://www.arquivosdowoo.com.br/wp-content/uploads/2020/12/cropped-logo-150x150.png Arquivos Ultraman - Arquivos do Woo https://www.arquivosdowoo.com.br/tag/ultraman/ 32 32 Ultraman Decker | Primeiras Impressões https://www.arquivosdowoo.com.br/2022/08/21/ultraman-decker-primeiras-impressoes/ https://www.arquivosdowoo.com.br/2022/08/21/ultraman-decker-primeiras-impressoes/#respond Sun, 21 Aug 2022 20:56:41 +0000 https://www.arquivosdowoo.com.br/?p=12054 Eu nunca fui muito chegado em Ultraman na questão de tokusatsus, provavelmente porque pelo menos em termos de exibição no Brasil, o que havia passado da era clássica de Ultraman (Ultraman, Ultraseven e Retorno de Ultraman) passaram originalmente aqui muito antes de eu assistir Tokusatsu com regularidade, e apesar de ter assistido um pouco de […]

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Eu nunca fui muito chegado em Ultraman na questão de tokusatsus, provavelmente porque pelo menos em termos de exibição no Brasil, o que havia passado da era clássica de Ultraman (Ultraman, Ultraseven e Retorno de Ultraman) passaram originalmente aqui muito antes de eu assistir Tokusatsu com regularidade, e apesar de ter assistido um pouco de Tiga e até gostado da série, nunca fui muito além.

Outro fator, é que eu nunca fui muito fã da coisa de luta de gigantes e tal, dá pra contar nos dedos de uma das mãos do Lula a quantidade de filmes do Godzilla que assisti, e ainda sobrariam dedos. Eu até tenho aqui o filme Ultraman: The Next que a Focus lançou em DVD, mas mesmo tendo o DVD, eu nem assisti.

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Esse primeiro parágrafo, foi basicamente eu dizendo que sou um completo leigo nas questões dos gigantes cinzentos da Tsuburaya. E apesar dos lançamentos de alguns filmes isolados em home-vídeo (não lembro quais foram lançados aqui no Brasil), as séries de Ultraman ficariam como as de Kamen Rider* e Super Sentai, confinadas ao Japão e os que quisessem assistir, dependentes do trabalho de fansubs.

*Em termos de Kamen Rider, isso mudou, já que a Sato Company detém os direitos de exibição da franquia Kamen Rider para a América Latina, e já temos aqui no Brasil com legendas em português, Kamen Rider Black, Black-RX e Zi-O, com a próxima série prometida sendo Kuuga

Só que já há algum tempo, a Tsuburaya, que possui executivos mais inteligentes que os da Toei, decidiu investir no público de Tokusatsu que está fora do Japão, não só com parcerias com a Marvel (nas HQ’s The Rise of Ultraman, The Trials of Ultraman e a vindoura The Mystery of Ultraseven) e a Netflix (para a distribuição do anime de Ultraman), como também disponibilizando muito material de Ultraman em seu canal do Youtube, com legendas em diversas línguas, incluindo português.

Hoje em dia, é possível assistir especiais, como a minissérie Ultra Galaxy Fight: the Absolute Conspiracy, ou séries recentes, como Ultraman Z e Ultraman Trigger: New Generation Tiga no conforto de seu lar, sem depender do trabalho de fansubs (ei, eu sei como é cansativo traduzir) e sem gastar um tostão sequer.

E agora, em Julho de 2022, estreou a mais nova série de Ultraman, que assim como Trigger celebrou os 25 anos de Tiga, Ultraman Decker é a série que comemora os 25 anos de Ultraman Dyna. E esse texto conta mais ou menos minhas impressões iniciais da série (no momento em que escrevo esse texto, 4 episódios foram exibidos, com o quinto a ser exibido mais tarde – Eu provavelmente postarei 2 ou 3 screenshots do episódio no meu twitter enquanto assisto).

Reprodução: Tsuburaya

A série se passa sete anos depois dos eventos de Ultraman Trigger: Episode Z (o filme de Trigger), contando a história do jovem Kanata Asumi, que trabalhava numa lojinha com seu avô, e seus pais estavam em Marte, curtindo umas curtas férias que ganharam em um sorteio. Após fazer uma entrega, um monstro gigante (claro) surge, e esferas verdes começam a atacar as pessoas.

Coisas acontecem, e após ser engolido por uma dessas esferas, Kanata é salvo por uma luz que se funde a ele, se tornando o Ultraman Decker. Pouco após esse evento, Kanata acaba entrando para uma reformada GUTS-Select, que deve proteger o planeta e encontrar uma solução para o problema imediato das esferas que cobriram o planeta, cortando completamente o contato externo com as colônias de Marte.

Eu obviamente cortei MUITA coisa do que aconteceu, mas bem… A série está no começo, e muita coisa seria spoiler e não quero estragar esses momentos, então passei uma pincelada no primeiro episódio.

Reprodução: Tsuburaya

Uma das coisas que se percebe de cara, é que o elenco inicial de Decker é relativamente menor do que o de Trigger. Ainda temos o trio principal com o Kanata, Ichika e Soma, mas a equipe é menor. Kanata é meio que o herói otimista, talvez não tão excessivamente animado como o Kengo (Decker) foi. Ichika é o que a gente espera de um protagonista de shonen, cabeça quente, energética e tudo mais. E Soma é o gênio frio de blá blá blá.

A dinâmica deles funciona, apesar deles não saberem que o Kanata é o Ultraman Decker, o único que vem a saber disso é o robô AI H.A.N.E.2, que recebeu o apelido de Hanejiro, referência ao Alien mascote de Ultraman Dyna.

Em termos de ação, Ultraman Decker traz os pontos fracos e fortes de uma série Ultraman, e de um tokusatsu moderno em geral. Como nesse tipo de série, merchandising é um ponto chave, algo tem que ser usado pra vender algo, nisso, a transformação de Kanata em Decker se dá por meio de cartas, tal como Kamen Rider Decade, o mesmo vale pra mudanças de forma e invocações de monstros.

Reprodução: Tsuburaya

Como mencionado, traz os fortes e fracos de um Ultraman. Como a franquia sempre foi com batalhas de seres gigantes, os combates não são tão focados em golpes físicos em sequência, como temos num Kamen Rider ou Super Sentai (a exceção talvez seja a série Ultra Galaxy Fight), e obviamente temos o clássico ataque do Ultraman com os braços em formato de cruz disparando um raio. Mas ao mesmo tempo em que esse ritmo de lutas cadenciado pode ser considerado um ponto fraco, é o que torna uma série de Ultraman… Uma série de Ultraman, e tem um charme inigualável.

Ainda não tivemos episódios o suficiente para explorar mais os personagens, mas pinceladas são dadas a cada episódio, e talvez segredos dos personagens sejam revelados ao longo da série (ainda temos cerca de 21 episódios restantes, tempo o suficiente pra desenvolver.

Após assistir esse começo de Decker (e até o momento, 9 episódios de Trigger), me pergunto o porque das CG’s de tokusatsu da Toei serem tão ruins. Tenho certeza de que eles são capazes de mais, porque o que a Tsuburaya faz é magia pura. Claro, dá pra ver que a Tsuburaya usa MUITOS efeitos práticos, mas tem CG aqui e ali para muitas coisas, e a não ser aquelas coisas muito óbvias, como as esferas, o CG tá muito melhor integrado ao produto do que o que a Toei faz (por mais que eu goste de Donbrothers, os rangers rosa e preto em CG são horríveis visualmente, porque a CG parece pobre, sei que uma das gimmicks de Donbrothers é realidade virtual, mas ainda assim).

Reprodução: Tsuburaya

Os temas de abertura e encerramento da série são incríveis. Wake Up, Decker!, do duo SCREEN mode é uma música chiclete, que provavelmente vai te colocar pra fazer uns exercícios se você assistir ao videoclipe. E o encerramento, com Kanata Toku, interpretado por Hironobu Kageyama, é o tipo de música suave, que se espera de um encerramento (e ela me lembra MUITO Kokoro wa Tamago, encerramento de Jetman) e uma pequena referência ao fato do Kageyama ter interpretado Ultra High, o segundo encerramento de Ultraman Dyna, com a banda dele, LAZY.

Uma das melhores coisas, e que faz com que eu possa recomendar Ultraman Decker sem pensar muito, é que não é necessário ter assistido Dyna, ou mesmo Trigger pra entender o que se passa na série, mas pra quem o fez, vai reconhecer as referências, como monstros e tal, ou como os eventos de Trigger influenciaram Decker. É uma série gostosa de se ver, até o momento ao menos.

Ultraman Decker está em exibição no Japão, e todas as sextas-feiras a noite no canal oficial da Tsuburaya, com legendas em português do Brasil.

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Override 2: Super Mech League | Mechas, Monstros e o Ultraman https://www.arquivosdowoo.com.br/2021/05/11/override-2-super-mech-league/ https://www.arquivosdowoo.com.br/2021/05/11/override-2-super-mech-league/#comments Tue, 11 May 2021 22:48:57 +0000 https://www.arquivosdowoo.com.br/?p=7060 Override 2: Super Mech League é um estilo de jogo que realmente me atrai, afinal, sempre gostei da temática robôs contra monstros. Oras, a ideia de controlarmos robôs gigantes dentro de uma arena, é no mínimo atraente. E se no primeiro game tínhamos que lidar com uma invasão alienígena, nesse segundo game o foco ficou […]

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Override 2: Super Mech League é um estilo de jogo que realmente me atrai, afinal, sempre gostei da temática robôs contra monstros. Oras, a ideia de controlarmos robôs gigantes dentro de uma arena, é no mínimo atraente.

E se no primeiro game tínhamos que lidar com uma invasão alienígena, nesse segundo game o foco ficou para os combates em arena contra robôs. Uma vez que a história desenrola anos após os eventos do primeiro titulo.

LEIAM – BRAWLOUT | Uma alternativa para os amantes de Smash Bros

Será que a brasileira Modus Studios Brazil conseguiu entregar um jogo tão divertido quanto o anterior?

Descubramos juntos o resultado da obra.

Um novo recomeço

Override 2

Com a ameaça alienígena neutralizada, o mundo retornou a normalidade e sobrou robôs gigantes demais. Sem ameaças a vista, decidiram criar uma liga onde pilotos poderia ganhar uma grana enfrentando outros pilotos.

Isso inclui um gordo patrocínio que o seu piloto pode receber no processo, e dependendo do desempenho, que consisti em realizar algumas golpes e desafios exigidos pela empresa patrocinadora, seus ganho dobram.

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É uma forma interessante, afinal, o dinheiro é importante para garantir que você possa comprar outros mechas durante o game.

Entendendo que cada personagem possui suas peculiaridades, vale a pena investir para desbloquear todos eles. Mas ai entra uma particularidade do jogo que é extremamente irritante, nossa agente.

A personagem é introduzida como…agente, então ela fica o tempo todo falando alguma coisa desinteressante sobre ligas e tal. Tu entra e sai de uma luta e tá lá ela falando. Não sei se o objetivo era que desenvolvêssemos algum tipo de afinidade com a personagem, mas o jogo não dá abertura pra isso, afinal, foca unicamente nos combates e melhoria.

Porradaria bela e colorida

Override 2

Override 2: Super Mech League está claramente mais bonito e polido do que o primeiro titulo. Com todos os mechas muito bem detalhados e garantindo um deleite visual, se é que cabe a expressão aqui.

O combate quando quatro lutadores em arena é uma loucura e até ficamos na dúvida se realmente estamos acertando ou levando porrada. Acontece que é fácil ficar perdido entre tanta flashes luminosos e coloridos de uma só vez. O que nos obriga a buscar outras formas de lidar com os inimigos, nesse caso recorrendo para ataques de longas distancia.

Vale lembrar citar que os comandos apesar de serem simples, pode incomodar um pouco aqueles que preferem comandos na face do controle e não nos gatilhos. Cada botão da defesa é um golpe, podendo gerar alguns golpes e realizar golpes mais poderosos, por exemplo: LT+LB ou LT+RT e por ai vai.

É impossível não ficar surpreso com o nível visual de tudo aqui, desde os mechas as cores empregadas nos especiais.

Mais multiplayer e menos single

 

O jogo deixou de lado o foco em uma campanha single para abraçar de vez as batalhas online, o que achei um pouco preocupante. O fato de permitir até quatro personagens em uma arena certamente garante combates divertidos e realizá-los no online é ainda mais legal, porém encontrei oponentes em raras ocasiões.

Por sorte é possível jogar com os amigos com a tela dividida, caso esteja cansado do online ou não encontrar muitos oponentes. Nesse ponto eu fiquei um pouco triste, porque durante a campanha single, sempre que você vai para o combate ele automaticamente busca por jogadores, mas raras as vezes encontrei alguém jogando.

Outro ponto aqui é que o combate é intuitivo, então a ideia de jogar com amigos mesmo que estes não tenham boa coordenação com games do gênero, torna a experiência amigável, então pode convidar a mãe, a tia e até a avó que vai dar bom.

LEIAM – Desafio todos os Beat’n Up do SNES

Temos também o fato de que o  personagem Ultraman pode ser adquirido na compra da edição Ultraman Deluxe Edition ou comprado separadamente via DLC, assim como outros personagens do universo do Ultra do mangá, como o vilão Bemular. Recentemente entrou Dan Moroboshi, ultimo personagem desse Ultra edição.

Isso realmente pode atrair a atenção dos fãs do personagem, afinal, ele não dá a cara em um game tem um bom tempo.

Conclusão

Gostei bastante de Override 2: Super Mech League, apesar de ter me decepcionado um pouco com a ausência de um modo campanha. E digo isso porque por mais simples que fosse a campanha do game anterior, ela me bastava para querer jogar.

Sou um órfão do game War of the Monsters (Incognito Entertainment – PlayStation 2), onde tínhamos que lutar em arenas com monstros gigantes e tal. Uma proposta semelhante a deste game, mas com aquela pegada de filmes trash dos anos 70/60. Logo um game como esse daqui é uma lufada de ar frescos, seja por conta da sua boa trilha sonora ou das jogatinas descompromissadas com os amigos.

Eu realmente espero que o game possa ganhar novas modalidades de jogo por meio de atualizações e melhorar bastante o encontro de partidas, que realmente temos um titulo que vale a pena.

Quanto a adição do Ultraman e sua turma ao game, achei realmente uma grande sacada, pois os personagens se destacam por conta dos poderes, inclusive o Ultraman é realmente muito forte e facilita o combate, principalmente quando se lida com mais de um inimigo na arena. Claro, que com tantos personagens a disposição fica difícil jogador apenas com um personagem.

No mais, Override 2: Super Mech League consegue entreter e ser uma ótima forma de  jogatina descompromissada, daquelas que você chega estressado e quer só destruir algum monstro gigante na base da porrada.

Essa análise foi feita com uma cópia digital de Xbox One cedida pela distribuidora do jogo.

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Pacific Rim | Quase um Daileon x Kaijus https://www.arquivosdowoo.com.br/2013/10/16/pacific-rim-quase-um-daileon-x-kaijus/ https://www.arquivosdowoo.com.br/2013/10/16/pacific-rim-quase-um-daileon-x-kaijus/#comments Wed, 16 Oct 2013 13:41:00 +0000 https://www.arquivosdowoo.com.br/2013/10/16/pacific-rim-quase-um-daileon-x-kaijus/ Heróis como Jaspion, Changemans, Jiraya, Ultraman e Spectreman (Esses dois não tinham robôs gigantes, mas o tamanho era o mesmo), tornaram minha infância muito divertida. Cansei de ver o Japão ser invadido por monstros radioativos, alienígenas e todos os tipos de criaturas que somente os super heróis japoneses podiam combater, seja por sua tecnologia ou […]

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Heróis como Jaspion, Changemans, Jiraya, Ultraman e Spectreman (Esses dois não tinham robôs gigantes, mas o tamanho era o mesmo), tornaram minha infância muito divertida.

Cansei de ver o Japão ser invadido por monstros radioativos, alienígenas e todos os tipos de criaturas que somente os super heróis japoneses podiam combater, seja por sua tecnologia ou pelos misteriosos poderes que aparentemente são exclusividade do continente asiático.

LEIAM – FUNNY GAME | Horror psicológico obrigatório

Poxa, como a vida era boa naqueles tempos, não? Uma pena que ao longo dos anos esse tipo de entretenimento deixou a TV aberta, ficando restrito a nichos na internet. E com o advento dela descobri toda a cultura por trás das batalhas de robôs e monstros gigantes.

Na fase adulta sempre me questionei de como seria uma visão moderna daquele embate que tornava as minhas manhãs mais agitadas. As probabilidade de que isso um dia fosse as telas me pareciam bem baixas, mas eis que Guillermo Del Toro, renomado diretor, nos brinda Circulo de Fogo (Pacific Rim). Um filme que é exatamente isso: Uma briga de robôs e monstros gigantes como nunca antes visto.

Minhas expectativas estava nas alturas, eu não podia lidar com tanta empolgação em anos, então não se espantem se ao longo desse artigo eu não me conter.

O enredo de Pacific Rim é simples e direto: Uma fenda dimensional surgindo no meio do pacifico e despejando todos os tipos de criaturas gigantescas possível. A humanidade não estava preparada e logo uma destruição em massa teve inicio.

Com muita dificuldade, a humanidade conseguiu destruir o primeiro dos Kaijus, nome dado as criaturas, porém isso quase levou o países a falência. Percebendo que outros monstros poderiam vir brincar em terra novamente. Os países resolveram unir suas forças, e com todos os arquivos tokusatsus da rede manchete em mãos, criam os Jaeger’s.

Foram criados um total de 44 Jaeger’s, mas que após 7 anos de intensas batalhas, apenas 4 sobreviveram. Cada um deles era pilotado com uma dupla em seu comando, visto que uma pessoa sozinha é incapaz de suportar o controle de tanto metal e componente eletrônicos juntos. Existe um motivo mais interessante para ter dois pilotos no comando, mas você irá assistir o filme e não quero estragar sua experiência.

O que você verá nesse filme é pura diversão e toneladas de construção e metal sendo atirado para todos os lados.

Esperar um enredo complexo de um filme com o único proposito de divertir é um pouco babaca por parte de algumas pessoas. Estamos diante de um filme blockbuster que consegue manter coerência durante os diálogos e respeitar a história que conta ao longo de todo o filme.

BATENDO EM UM MONSTRO COM UM NAVIO CARGUEIRO!!

Céus, deem um Oscar ao Guillermo!

Eu já era fã do Del Toro por conta de filmes como A Espinha do Diabo, Hellboy e Blade II, porém agora ele ganhou minha gratidão eterna ao presentear o mundo com algo nunca feito antes.

Pacific Rim sem dúvida ganhou uma lugar especial em meu coração, e espero que se houver uma continuação (torço para que isso aconteça) ele não tente ser levado a sério. Eu não quero filosofia ou politicamente correto, quero apenas destruição e robôs se matando.

É isso, não há mais o que ser dito. Vá comprar pipoca e corra assistir ao filme, depois volte pilhado e tente balbuciar algumas palavras sobre o filme nos comentários.

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