Arquivos Ubisoft - Arquivos do Woo https://www.arquivosdowoo.com.br/tag/ubisoft/ Um pouco de tudo na medida certa Sun, 30 Mar 2025 16:24:43 +0000 pt-BR hourly 1 https://wordpress.org/?v=6.9 https://www.arquivosdowoo.com.br/wp-content/uploads/2020/12/cropped-logo-150x150.png Arquivos Ubisoft - Arquivos do Woo https://www.arquivosdowoo.com.br/tag/ubisoft/ 32 32 Assassin’s Creed Shadows | Análise https://www.arquivosdowoo.com.br/2025/03/30/assassins-creed-shadows-analise/ https://www.arquivosdowoo.com.br/2025/03/30/assassins-creed-shadows-analise/#respond Sun, 30 Mar 2025 16:24:43 +0000 https://www.arquivosdowoo.com.br/?p=19985 Se teve um pedido que a Ubisoft escutou (depois de anos), foi o sonho dos fãs de explorar o Japão Feudal na pele de um Assassino. Pois bem, esse dia chegou! Assassin’s Creed Shadows finalmente está entre nós. Mas será que esse mergulho no período dos samurais faz jus às expectativas ou é só mais […]

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Se teve um pedido que a Ubisoft escutou (depois de anos), foi o sonho dos fãs de explorar o Japão Feudal na pele de um Assassino. Pois bem, esse dia chegou! Assassin’s Creed Shadows finalmente está entre nós. Mas será que esse mergulho no período dos samurais faz jus às expectativas ou é só mais um salto de fé sem feno para amortecer?

Bem, para alguém como eu, que nunca conseguiu se apegar aos títulos anteriores da franquia, essa é a primeira vez que estou realmente dando uma chance para valer. Então, vamos desembainhar essa lâmina oculta e descobrir se realmente valeu a pena essa espera.

Assassin's Creed Shadows
Créditos: Ubisoft

O Japão Feudal Como Nunca Vimos

Desde os primeiros trailers, Assassin’s Creed Shadows vende a ideia de uma ambientação detalhada e riquíssima, e, para a surpresa de ninguém, a Ubisoft realmente mandou bem nesse quesito. O período Sengoku é retratado com uma fidelidade impressionante, trazendo aldeias, castelos e campos de batalha que parecem saídos de uma pintura tradicional japonesa.

Temos um ciclo de estações e um sistema de iluminação dinâmico que transforma cada canto do mundo do jogo em uma experiência visual cinematográfica. E claro, se a Ubisoft errasse no charme das cerejeiras caindo ao vento, isso poderia ser considerado um crime histórico. É espantosa a beleza dos cenários com todas aquelas folhas se movimentando ao vento.

Já quanto ao enredo, Assassin’s Creed Shadows entrega uma história intrigante, mas, considerando que estamos falando da Ubisoft, foi dificil no início não ficar com aquele receio: será que a trama vai ser envolvente ou só mais uma desculpa para um monte de objetivos de “vá até ali e mate fulano”? Como alguém que nunca se sentiu realmente fisgado pelos enredos da série, foi divertido ver como esse título finalmente quebrou essa barreira para mim.

O jogo também conta dublagem em português, assim como localização e um modo que me chamou a atenção e é o que estou jogando: Modo imersivo. Nele você joga com o áudio em japonês e com a língua falado por todos aqueles que habitam o universo de Shadows, como imigrantes.

Assassin's Creed Shadows
Créditos: Ubisoft

Dois Protagonistas, Dois Estilos de Jogo

A grande novidade de Assassin’s Creed Shadows é o sistema de protagonistas duplos: Yasuke, um samurai histórico que realmente existiu, e Naoe, uma assassina shinobi que representa tudo o que a galera imaginava quando pedia um Assassin’s Creed no Japão. Essa dualidade não é só para efeito dramático – ela traz uma jogabilidade que contrasta com as habilidades de Naoe, onde promete atender tanto quem curte sair cortando inimigos sem dó quanto quem prefere eliminar alvos no modo stealth.

Yasuke é pura força bruta. Como um samurai, ele domina o combate direto, com golpes pesados, bloqueios precisos e aquele ar de “vou resolver isso no braço”. Se você gosta da sensação de ser um tanque humano atravessando inimigos sem se preocupar muito com discrição, ele vai ser sua escolha natural. Já Naoe é o oposto: uma assassina ágil, letal e furtiva, que traz de volta aquele feeling clássico da franquia. Para alguém que nunca se animou muito com o combate dos jogos anteriores, essa mistura de estilos é algo que me interessou de verdade e pode te agradar.

Essa alternância entre os dois torna a experiência dinâmica, e me faz pensar que o sucesso desse sistema vai depender de uma boa recepção dos fãs, pois se alcançada, com certeza veremos isso mais vezes nos próximos títulos. Podemos até dizer que essa alternância é uma forma de mudar a dificuldade do jogo, fazendo com que as missões de Naoe sejam o modo dificil para quem gosta de se desafiar em matar sem ser visto.

Assassin's Creed Shadows
Créditos: Ubisoft

Parkour e Combate

Se tem algo que sempre me incomodou em Assassin’s Creed era  o seu parkour, pois era comum você simplesmente escalar sem querer um determinado local ou ter dificuldades para se soltar dele – Escalar uma parede parecia exigir mais esforço que um vestibular. Shadows melhora isso, com um sistema mais ágil para Naoe, permitindo escaladas rápidas e fugas cinematográficas, enquanto Yasuke, obviamente, não vai sair saltando por telhados como se fosse um ginasta olímpico.

O combate de Assassin’s Creed Shadows também é muito mais técnico, e isso é algo que merece atenção. Yasuke traz um peso maior às batalhas, com golpes mais lentos e brutos, enquanto Naoe segue o estilo rápido e letal de assassinos, mas ambos compartilham um sistema de aparar golpes que tornam o combate simplesmente incrível. Nesse quesito voltando a diferença entre ambos personagens. Enquanto Naoe é capaz de desferir diversos golpes consecutivos após aparar um golpe, no outro Yasuke simplesmente vai desferir alguns poucos golpes com uma força monstruosa, ou pode se valer de armas secundárias também.

O combate apesar de contar com bons recursos  para nos darmos bem, ele exige técnica e precisão para lidar com hordas de inimigos, principalmente quando no controle de Naoe. O que torna o combate uma experiência realmente divertida.

Assassin's Creed Shadows
Créditos: Ubisoft

Um Mundo Vivo e Dinâmico em partes

Saindo da ação de Assassin’s Creed Shadows, decido dar uma volta pelo mundo aberto. E aqui vem a grande pergunta: esse Japão feudal está realmente vivo ou é só mais um daqueles mapas lindos, mas sem alma? A resposta? Bem, os NPCs reagem à minha presença, algumas interações são bem legais, mas também já topei com alguns que parecem estar ali só para encher espaço. Encontrei uma vila devastada pela guerra, conversei com um NPC que me contou sobre a invasão de um clã rival – pequenos detalhes que adicionam profundidade à ambientação, mas nada muito além disso.

O sistema de estações do ano também impressiona. No inverno, a neve cobre os telhados, os lagos congelam e os camponeses se vestem de forma diferente. Se isso continuar tendo impacto no gameplay (tipo rastros na neve para furtividade ou lagos congelando para criar caminhos novos), pode ser um dos pontos mais interessantes do jogo.

A IA dos inimigos não é ruim, sem dúvida, mas funciona, inclusive possibilita que possamos derrotar alguns chefes no stealth, simples assim. Durante o combate contra um deles, eu me enfiei no feno e ficava assoviando para que fosse até o local, e lá eu finalizava. O chefe repetiu o mesmo padrão dos demais NPC e o finalizei. Foi bem engraçado, até porque a energia deles é muito maior do que as dos demais.

Não sei se isso é um bug, mas espero que não o corrijam porque tornou aquele mundo ainda mais crível, afinal, todo curioso iria bisbilhotar.

Entretanto o sistema de localização de missões foi um dos pontos que mais me desagradou. Ele utiliza um sistema de batedores que permite que eu envie eles para localizar pontos de interesses, ou seja descobrir o próximo passo para se avançar, e isso é frustrante quando se tem um mapa grande e as pistas que o jogo dá não é das melhores, então é muito comum você ficar rodando feito uma barata tonta até conseguir localizar o ponto de interesse e avançar no jogo.  Longe de querer tudo mastigado, mas se é para ter localização, então use o recurso de forma mais precisa ao invés de nos jogar no mapa com pistas – Contamos com uma montaria também, e ajuda muito quando se tem espaço enormes para percorrer.

Créditos: Ubisoft

 

O Veredito: Vale a Pena?

Ainda estou longe de ver tudo o que Assassin’s Creed Shadows tem a oferecer, mas posso dizer uma coisa: pela primeira vez, sinto que realmente estou aproveitando um jogo da franquia. A ambientação é cativante, a jogabilidade varia o suficiente para não cair na mesmice.

Se isso continuar assim, pode ser o jogo que finalmente me faça gostar de Assassin’s Creed. Também destaco que não encontrei nenhum problema durante toda a partida, o que é sem dúvida um grande feito da Ubisoft, que se fez valer dos atrasos para lapidar o jogo ao máximo.

O que posso dizer é que sigo minha jornada pelo Japão Feudal – ora como um assassino silencioso, ora como um samurai imparável. E olha… está sendo uma viagem incrível.

Nota: 8,5/10

Assassin’s Creed Shadows está disponível para PlayStation 5, Xbox Series X e Series S, GeForce Now, Microsoft Windows, Amazon Luna, Mac OS, e essa análise foi feita com uma chave digital de Xbox Series S|X gentilmente fornecida pela Ubisoft.

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Just Dance 2025 (Nintendo Switch) | A Evolução da Dança Digital https://www.arquivosdowoo.com.br/2025/01/06/just-dance-2025-nintendo-switch-a-evolucao-da-danca-digital/ https://www.arquivosdowoo.com.br/2025/01/06/just-dance-2025-nintendo-switch-a-evolucao-da-danca-digital/#respond Mon, 06 Jan 2025 15:47:50 +0000 https://www.arquivosdowoo.com.br/?p=19264 O universo de Just Dance está de volta com a edição 2025, e posso dizer que a Ubisoft não apenas entregou mais um jogo, mas uma verdadeira festa para quem pelo menos ama dançar. Apesar de eu não saber dançar e tampouco fazer isso em publico, eu acabei me arriscando no titulo jogando no Nintendo […]

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O universo de Just Dance está de volta com a edição 2025, e posso dizer que a Ubisoft não apenas entregou mais um jogo, mas uma verdadeira festa para quem pelo menos ama dançar. Apesar de eu não saber dançar e tampouco fazer isso em publico, eu acabei me arriscando no titulo jogando no Nintendo Switch, onde me mergulhei de cabeça nesse lançamento e trouxe minhas impressões.

Preparem os Joy-Cons e sigam o ritmo comigo!

Créditos: Ubisoft

Uma Playlist Para Todos os Gostos

A primeira coisa que me agradou foi a playlist diversificada. São mais de 50 músicas disponíveis de cara, abrangendo desde os hits mais tocados no momento até clássicos que não saem de moda – Ainda bem.

A playlist se destaca por uma seleção que equilibra sucessos contemporâneos e estilos variados, oferecendo desafios coreográficos cheios de energia e personalidade. Além disso, há uma boa presença de músicas latinas, K-pop e eletrônicas, o que é perfeito para agradar todos os tipos de dançarinos.

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O jogo ainda aposta em atualizações sazonais que expandem a lista de músicas, sem custo adicional para assinantes do Just Dance+. Não é exatamente o modelo “pague uma vez e tenha tudo”, mas, considerando a indústria atual, é uma abordagem que equilibra bem custo e conteúdo.

Se você, assim como eu, vai jogar sozinho antes de se arriscar a chamar os amigos para uma festa, vai gostar do novo Modo Solo Expandido. Ele apresenta desafios diários e semanais que incentivam a prática e ajudam a melhorar sua performance. Além disso, o progresso é recompensado com pontos que desbloqueiam itens cosméticos e avatares personalizados.

É uma maneira divertida de manter o interesse mesmo sem a tradicional competição multiplayer.

Just Dance 2025
Créditos: Ubisoft

A Experiência no Nintendo Switch

Jogar no Switch é sempre uma experiência única, e Just Dance 2025 aproveita bem os Joy-Cons para captar os movimentos. A resposta é precisa, embora ainda limitada ao controle das mãos, o que pode ser frustrante para quem busca uma experiência corporal mais completa. Mesmo assim, o Switch se destaca pela portabilidade, permitindo levar a festa para qualquer lugar. Só não esqueça de encontrar um espaço seguro para dançar, porque acidentes com móveis são quase inevitáveis quando a coreografia esquenta!

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Visualmente, Just Dance 2025 brilha! As animações dos dançarinos estão mais fluidas e as cores vibrantes dão uma energia contagiante. Cada música tem seu cenário próprio, muitos dos quais são inspirados em tendências de design atuais. Isso adiciona uma camada de imersão que me fez sentir dentro de um videoclipe enquanto jogava.

Just Dance 2025
Créditos: Ubisoft

Melhorias e novidades

A maior novidade, sem dúvida, é o Modo Colaborativo Online. Nele, jogadores ao redor do mundo podem formar equipes para completar desafios e subir no ranking global. É uma adição que dá frescor à série, especialmente para aqueles que buscam mais interação social sem abrir mão do conforto de casa.

Outro ponto interessante é o uso do Just Dance Controller App, que transforma seu smartphone em um sensor de movimento. É uma alternativa prática para quem não tem Joy-Cons extras, mas a precisão pode variar bastante dependendo do dispositivo.

Apesar de tantas qualidades, nem tudo é perfeito. A conectividade online pode ser instável em momentos de pico, e ainda sinto falta de mais variação nos modos off-line. Além disso, a dependência do serviço Just Dance+ para conteúdos futuros pode não agradar aqueles que preferem um modelo mais tradicional.

Just Dance 2025
Créditos: Ubisoft

Veredito

Just Dance 2025 no Nintendo Switch é uma evolução sólida da franquia sem se arriscar muito. Ele equilibra tradição e inovação, entrega diversão para todas as idades e traz novidades que mantêm o interesse vivo. Embora tenha suas limitações, especialmente na precisão dos movimentos e na conectividade online, são detalhes que não comprometem o todo. Se você quer transformar seu espaço em uma pista de dança, esse jogo é a escolha certa!

Então, o que está esperando? Calce seus sapatos mais confortáveis, pegue os Joy-Cons e prepare-se para brilhar na pista digital de Just Dance 2025!

Nota: 8/10

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Essa análise de Vampire Survivors: Ode to Castlevania  foi realizada com uma cópia digital de Nintendo Switch e gentilmente cedida pela PONCLE.

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South Park: A Fenda que Abunda Força | Uma continuação ainda mais polêmica? https://www.arquivosdowoo.com.br/2024/03/24/south-park-a-fenda-que-abunda-forca-uma-continuacao-ainda-mais-polemica/ https://www.arquivosdowoo.com.br/2024/03/24/south-park-a-fenda-que-abunda-forca-uma-continuacao-ainda-mais-polemica/#comments Sun, 24 Mar 2024 13:41:25 +0000 https://www.arquivosdowoo.com.br/?p=16502 A icônica e polemica sitcom South Park ganhou mais um game desenvolvido pela UBISOFT em 2017 e que foi  bem recebido pelos seus fãs. Seguindo a mesma premissa do seu antecessor com o diferencia do sua jogabilidade que foi reformulada, ele promete tocar em assuntos polêmicos que acenderiam as hemorroidas dos virtuosos do Twitter. Será […]

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A icônica e polemica sitcom South Park ganhou mais um game desenvolvido pela UBISOFT em 2017 e que foi  bem recebido pelos seus fãs. Seguindo a mesma premissa do seu antecessor com o diferencia do sua jogabilidade que foi reformulada, ele promete tocar em assuntos polêmicos que acenderiam as hemorroidas dos virtuosos do Twitter.

Será que South Park: A Fenda que Abunda Força consegue entregar uma experiência superior ou no mesmo nível de seu antecessor?

Confira comigo como foi a minha experiência!

Reprodução: Ubisoft

O enredo

South Park: The Fractured but Whole ou South Park: A Fenda que Abunda Força, como ficou o titulo em sua localização em português, se passa na cidade de South Park. Obviamente. E o jogo começa logo após os eventos de seu antecessor The Stick of Truth. Caso você ainda não tenha jogado o primeiro jogo, não se preocupe com isso. Cada jogo é uma história fechada e sua ligação se dá apenas com o personagem criado para o jogador controlar – Pode ocorrer uma referência e outra a eventos do titulo anterior, mas nada que comprometa a experiência caso opte por este segundo jogo.

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Na trama de South Park: A Fenda que Abunda Força, Cartman convence toda a turma a brincar de super heróis,  e logo em seguida descobre que existe uma recompensa  no valor de 100 dólares por um gato perdido, o que lhe instiga a conseguir a recompensa para conseguir dar início a uma serie de filmes de heróis de seu grupo “Guaxinin e Amigos” e ficar rico junto com seus amigos. Porém existe uma franquia concorrente os “Amigos da Liberdade” que tem o mesmo desejo e também saem em busca da mesma recompensa.

Sem fugir a formula do primeiro titulo, aqui também interagiremos com ambos os lados e realizaremos missões com diversos personagens famosos da sitcom, alguns deles sendo possível ser recrutado para o seu time a medida que avança na trama.

O seu herói 
Antes de começar o game você precisa escolher a dificuldade e os desenvolvedores já começaram a zueira, pois quanto escura a cor da pele do seu personagem, maior será a dificuldade do jogo.

Depois de criar o seu personagem, você será convidado a ir até o quartel general do “Guaxinim e Amigos” e ele lhe perguntará qual classe de herói você quer ser. Inicialmente existem apenas 3 classes, são elas: Energista, Velocista e Brutalista. Como os respectivos nome sugerem, cada uma deles é tem enfoque em uma habilidade especifica, como velocidade, projeteis e ataques físicos.

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Durante o desenrolar da história você desbloqueara outras classes e você poderá até escolher mais de uma classe pra montar seu personagem. Selecionado a sua classe, o Cartman te contará a triste, traumatizante e hilária história de seu personagem e como você adquiriu os heroicos poderes.

Em A Fenda que Abunda Força existe uma ficha de personagem onde você a preenche na medida que vai avançando pela trama do jogo, e nela há todos os seus dados onde você declara a sua cor da pele (qual você se declara), sexualidade, kriptonita, dentre outros.

A fonte de poder já está registrada como “anal” e o resto você precisará realizar algumas missões para preencher.

Reprodução: Ubisoft

O combate

South Park: A Fenda que Abunda Força segue com seu combate por turnos, a diferença é que agora os personagens podem se movimentar pelo campo de batalha. O que acabou deixando o combate mais dinâmico e levemente complexo, pois as vezes você precisará posicionar seu personagem em algum lugar específico para fugir de um golpe fatal ou mesmo para acertar o seu golpe.

É importante frisar que em algumas situações é preciso levar em considerações os atributos do herói que você irá colocar em campo e o inimigo que vai atacar, pois o jogo permite você saber quem será o próximo inimigo a se movimentar ou atacar. Eu por exemplo usei muito o “Tweek Maravilha” pois uma de suas habilidades tem o efeito de congelado deixando o inimigo imóvel na sua vez, mas não pode usar essa habilidade dois turnos seguidos.

Todos os personagens possuem um ataque especial com uma animaçãozinha e conforme você progride no jogo,  e mais para frente você desbloqueará outros personagem que vão contribuir com ataques poderosos.

A Fenda que Abunda Força
Reprodução: Ubisoft

A cidade

Quanto a cidade eu não encontrei mudanças significativas no mapa do game em comparação ao seu antecessor, o que não deixa de ser um prato cheio pra quem curte a série pois contém várias lugares do desenho.

Acredito que em South Park: A Fenda que Abunda Força eles poderiam ter colocado uns mini games pra passar o tempo ou mais interações nos ambientes e não apenas procurar colecionáveis ou itens de sidequest’s.

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Por outro lado é muito legal você poder acessar a casa de praticamente todos os personagens principais do game e cagar em suas privadas (o que garante um troféu secreto se conseguir sujar a porcelana de todas as casas do jogo) e vasculhar os seus quartos.

Há alguns mini games bem legalzinho, como o do banco, mas é uma pena que seja fácil de terminar, mas vale um troféu do jogo.

A Fenda que Abunda Força
Reprodução: Ubisoft

Graficamente

O jogo segue com seu estilo 2D característico e com partes do cenário em 3D,  o que particularmente achei ótimo, pois da a impressão de que você está dentro de um episódio do desenho.

Caso esteja com preguiça de ir andando com seu personagem até seu objetivo você pode utilizar algum ponto de viagem rápida. O Jimmy… quer dizer o herói “Passo Rápido” está disponível nestes pontos pra te ajudar a chegar num piscar de olhos.

Uma coisa que eu senti falta foi o Canadá. No jogo anterior era possível ir até lá e  a perspectiva do jogo mudava para 8 bits, mas devido a  continuidade da trama e o segmento das temporadas animadas, infelizmente só é possível ir até a fronteira e encontrar com um canadense em cima muro (que foi levantado pelo primeiro ministro do Canada) e ser zuado.

A Fenda que Abunda Força
Reprodução: Ubisoft

Vale a pena?

Em South Park: A Fenda que Abunda Força a UBISOFT entregou um jogo melhor que seu antecessor, e a melhoria em seu combate concedeu outra cara ao jogo.

Eu confesso que só comecei a assistir a série depois de zerar Stick of the Truth, então não devo ter pego todas as referências inseridas no jogo, mas me diverti muito do mesmo modo.

Posso dizer que achei muito criativo as habilidades, nomes e fantasias dos heróis, pois assim como na série, o jogo consegue encaixar bem as piadas mesclando a inocência dos garotos em alguns momentos com uma zueira voltada ao público adulto. Depois dessa experiência com o jogo, além da Ubisoft garantir mais um fã dos games de South Park, também conquistou mais um fã pra série animada.

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Prince of Persia: The Lost Crown | O melhor jogo da Ubisoft dos últimos 10 anos https://www.arquivosdowoo.com.br/2024/01/16/prince-of-persia-the-lost-crown-o-melhor-jogo-da-ubisoft-dos-ultimos-10-anos/ https://www.arquivosdowoo.com.br/2024/01/16/prince-of-persia-the-lost-crown-o-melhor-jogo-da-ubisoft-dos-ultimos-10-anos/#comments Tue, 16 Jan 2024 21:07:35 +0000 https://www.arquivosdowoo.com.br/?p=15943 Depois de anos sem um jogo novo de peso na série — o último sendo o Forgotten Sands lá em 2010, a Ubisoft resolveu reviver a franquia esquecida do príncipe, dessa vez com um investimento menor do que seus AAA de Assassinos, mas quiçá seja incrivelmente melhor. Produzido pela Ubisoft Montpellier, que é um estúdio […]

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Depois de anos sem um jogo novo de peso na série — o último sendo o Forgotten Sands lá em 2010, a Ubisoft resolveu reviver a franquia esquecida do príncipe, dessa vez com um investimento menor do que seus AAA de Assassinos, mas quiçá seja incrivelmente melhor.

Produzido pela Ubisoft Montpellier, que é um estúdio que não trabalha em jogos AAA há muito tempo, sendo responsável principalmente pelos jogos de Rayman feitos na falecida UbiArt, além de alguns Just Dance e também o aclamado Beyond Good & Evil.

Tenho a impressão de que esse revival do Príncipe da Pérsia foi ideia dos próprios responsáveis pelo estúdio, dado seu histórico de criar jogos de menor escala, e isso foi um casamento perfeito.

Créditos: Ubisoft

Jogabilidade 2D

Difícil escrever qualquer texto sobre esse jogo sem mencionar o já cansado — mas ainda relevante — termo “metroidvania“. Esse é, se não me engano, o primeiro game da série que segue esse estilo de exploração não-linear, e é impressionante como a Ubisoft nunca levou a série para esse lado, mesmo na época dos portáteis como o GBA ou o Nintendo DS, pois encaixa perfeitamente.

Nosso herói, Sargon, explora o Monte Qaf para tentar salvar o Príncipe — que dessa vez não é o protagonista –, junto com os outros Campeões do reino persa, mas acaba preso na maldição da montanha. Lá, o tempo passa de maneira estranha, e todos presentes se confundem e se perdem nessa montanha misteriosa.

LEIAM – Prince of Persia: The Sands of Time | Impressões

O Monte Qaf seria o castelo do Drácula da vez, com diversos ambientes variados, como florestas, esgotos, torres, templos e outros lugares que não se limitam a ambientes arenosos que sempre ilustram o cenário dos jogos da série.

O mapa é no estilão Metroid/Castlevania mesmo, com lugares que não podem ser explorados de cara e que devem ser visitado posteriormente. Uma coisa muito legal que há aqui é uma função interna do jogo de tirar print screens de lugares e salvá-los no local do mapa que você deseja revisitar depois. Assim, pontos de interesse podem ser relembrados a qualquer momento.

Créditos: Ubisoft

História e Ambientação

Como já dito, o Príncipe dessa vez não é o protagonista, e sim Sargon, um guerreiro persa que, após uma batalha árdua com seus companheiros de guerra, vê seu príncipe ser sequestrado por uma general que lutava ao seu lado. Ao persegui-la até o Mont Qaf, todos ficam presos na montanha e aí a aventura vai sendo contada em alguns encontros no mapa ao longo do jogo.

Não somente os inimigos aparecem, mas também outros personagens que vão te ajudar, como a maga e a deusa Kaheva, que vendem itens e forjam melhorias para suas armas e acessórios; Artaban, que ensina combos e golpes novos a Sarghon e a guia Fariba, uma criança que parece conhecer todo o mapa do jogo, e te dá guias para não se perder durante a quest principal.

Os ambientes do jogo, como já dito acima, são bastante variados, e o jogador não fica entediado com repetições de cenários e temáticas. O mapa é ENORME, talvez umas 6 ou 7 vezes maiores que o castelo em Symphony of the Night. Isso talvez explique a duração de 25 horas do jogo, caso o jogador siga somente o caminho principal.

Créditos: Ubisoft

Combate

Uma das coisas mais divertidas de Prince of Persia: The Lost Crown é o combate; temos diversos combos a nossa disposição, que podem ser emendados com flechadas, golpes rasteiros e ataques aéreos, lembrando muito jogos da série Devil May Cry em alguns pontos.

Além disso, Sargon tem habilidades especiais que o ajudam a finalizar inimigos mais rápidos e que devem ser recarregadas com o sistema de aparar/parry.

Sobre o parry, a janela de apertar o botão para rebater um ataque inimigo é generosa na dificuldade normal, mas nem todos os ataques são telegrafados, então mesmo os inimigos mais simples no mapa vão exigir um pouco de atenção do jogador. Seguindo a comparação com SotN, não é o tipo de game onde os monstros são feitos de papel; cada encontro pode ser derradeiro para te fazer voltar um bom pedaço até o último checkpoint.

Prince of Persia: The Lost Crown
Créditos: Ubisoft

Qualidade de vida, engine e outros detalhes

A versão analisada foi a de PC, mas é sabido que o jogo roda lisinho em 60 FPS até mesmo no Switch. No PS5 e no PC, é possível rodar em até 144 FPS, facilitando os parries mais difíceis e deixando tudo muito mais fluido e bonito.

Graficamente o jogo é impecável. Ainda que rode na Unity, o game não sofre dos engasgos comuns associados ao mau uso da engine. É tudo muito bem animado e as transições de cenários são harmoniosas e sutis. As animações de ataques especiais e algumas cutscenes que rodam diretamente na engine também são impecáveis.

O estilo de arte remete a Overwatch, com personagens com traços fortes mas bem expressivos, claramente desenvolvidos em cima de esquetes 2D que foram transportadas para 3D com maestria.

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Além disso, o jogo possui suporte nativo ao Dual Sense mesmo no PC, mostrando os botões do controle da Sony sem necessidade de usar um software externo para que o jogo reconheça o controle.

Um ponto negativo é que a Ubisoft deixou de fora o português da lista de dublagens. A tradução em texto está ótima, mas ficaria perfeito se também tivéssemos uma dublagem em nosso idioma. Até mesmo a língua persa está presente — o que acho muito justo –, mas o nosso brasileiro do professor Pasquale não é uma das opções disponíveis, infelizmente.

Prince of Persia: The Lost Crown
Créditos: Ubisoft

Música

A música de Prince of Persia: The Lost Crown é talvez o ponto mais fraco. Lembro muito bem da trilha do jogo Sands of Time, que tinha tons árabes, talvez até estereotipados sim, mas muito legais de se ouvir durante a exploração. Aqui em The Lost Crown, a música é muito sutil e pouco marcante. Mesmo aumentando o volume da mesma nas opções, não temos nenhuma trilha de destaque durante o gameplay. Isso pode ser considerado um ponto negativo, pois lá pela metade do jogo, onde a exploração começa a ficar mais difícil e o jogador começa a andar em círculos — se não tiver a opção de guia ativada –, ouvir as mesmas músicas sem sal deixa a experiência um pouco abaixo do que ela poderia entregar, e talvez faça o jogador ir atrás de algum podcast ou vídeo para ouvir na segunda tela ou em seu celular.

Prince of Persia: The Lost Crown
Créditos: Ubisoft

Conclusão

Com pelo menos 25 horas de jogo, Prince of Persia: The Lost Crown é uma volta triunfante a série que pensávamos estar esquecida nos baús da Ubisoft.

Com um gameplay impecável, indo do combate até a exploração onde não há falhas de design, temos um jogo redondinho, que não só entrega na qualidade de sua estrutura, mas também na parte técnica.

Ao rodar perfeitamente em todas as plataformas disponíveis, o mais novo jogo do Príncipe mostra a paixão, dedicação e talento do estúdio Ubisoft Montpellier, que mesmo com menor investimento, entregou um produto que bate de frente até mesmo com os melhores Assassin’s Creed. E talvez vença todos.

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Esta análise foi feita com uma cópia do jogo para PC, cedida gentilmente pela Ubisoft.
O jogo está disponível para Xbox One, Serie S, Series X, PlayStation 4, PlayStation 5, Switch e PC (via Ubisoft Connect).

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Prince of Persia: The Lost Crown terá demo gratuita antes do lançamento https://www.arquivosdowoo.com.br/2023/12/09/prince-of-persia-the-lost-crown-tera-demo-gratuita-antes-do-lancamento/ https://www.arquivosdowoo.com.br/2023/12/09/prince-of-persia-the-lost-crown-tera-demo-gratuita-antes-do-lancamento/#respond Sat, 09 Dec 2023 21:08:34 +0000 https://www.arquivosdowoo.com.br/?p=15819 Prince of Persia: The Lost Crown poderá ser experimentado gratuitamente antes do lançamento, a partir de 11 de janeiro de 2024. O anúncio da demo foi feito pela Ubisoft durante a premiação The Game Awards, realizada nesta quinta-feira (7). A novidade foi acompanhada de um trailer exclusivo que permitiu aos jogadores entenderem um pouco mais […]

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Prince of Persia: The Lost Crown poderá ser experimentado gratuitamente antes do lançamento, a partir de 11 de janeiro de 2024. O anúncio da demo foi feito pela Ubisoft durante a premiação The Game Awards, realizada nesta quinta-feira (7). A novidade foi acompanhada de um trailer exclusivo que permitiu aos jogadores entenderem um pouco mais da emocionante história do jogo.

A demo gratuita é uma grande oportunidade para que os jogadores conheçam o novo título de ação e aventura em estilo plataforma. Ambientado em um mundo persa mitológico, o game foi criado pelo estúdio da Ubisoft Montpellier, e a versão desenvolvida para a demo oferece um primeiro contato com a épica narrativa de Prince of Persia: The Lost Crown. O jogo será lançado digitalmente para Nintendo Switch, PlayStation 5, PlayStation 4, Xbox Series X|S e Xbox One, assim como para PCs por meio da Epic Games Store e da Ubisoft Store.

Já o novo trailer da história de Prince of Persia: The Lost Crown dá uma prévia do rico enredo do game e exibe partes dos desafios, mistérios e encontros memoráveis que o personagem principal do jogo, Sargon, vivenciará em sua aventura pela Pérsia.

Inspirado no gênero Metroidvania, Prince of Persia: The Lost Crown faz com que os jogadores explorem, em seu próprio ritmo, um mundo meticulosamente elaborado. Desde a majestosa Cidadela do Conhecimento às paisagens coloridas da Floresta do Outono, os usuários descobrirão uma variedade de ambientes inspirados na mitologia persa. Ao adquirir novos poderes temporais, desbloquear habilidades únicas e combiná-las em combate, Sargon se aprofundará cada vez mais no Monte Qaf, resolvendo quebra-cabeças, descobrindo segredos e completando missões secundárias emocionantes.

Para todas as plataformas em que estará disponível, Prince of Persia: The Lost Crown será lançado em 18 de janeiro de 2024 com edições Standard e Deluxe. Os jogadores também podem assinar o Ubisoft+ no PC e no Xbox para ter acesso ao game no dia do lançamento. A edição Deluxe dá acesso antecipado ao jogo, a partir de 15 de janeiro.

Sobre Prince of Persa: The Lost Crown

Prince of Persia: The Lost Crown é um jogo de ação e aventura em estilo plataforma que se passa no Monte Qaf, um mundo imaginário inspirado na mitologia persa. Nele, o jogador viverá uma aventura épica para salvar o Príncipe e restaurar o equilíbrio do mundo. Na pele de Sargon, um jovem e talentoso guerreiro no coração mitológico e amaldiçoado da Pérsia, o usuário vai explorar diversos biomas e lutar contra inimigos desafiadores, combinando poderes de tempo e super habilidades. Prince of Persia: The Lost Crown foi desenvolvido pela Ubisoft Montpellier.

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Avatar: Frontiers of Pandora está disponível mundialmente https://www.arquivosdowoo.com.br/2023/12/07/avatar-frontiers-of-pandora-esta-disponivel-mundialmente/ https://www.arquivosdowoo.com.br/2023/12/07/avatar-frontiers-of-pandora-esta-disponivel-mundialmente/#respond Thu, 07 Dec 2023 20:42:06 +0000 https://www.arquivosdowoo.com.br/?p=15808 Jogadores já podem explorar Pandora e se tornar um Na’vi no game de ação em mundo aberto da Ubisoft  A Ubisoft acaba de lançar Avatar: Frontiers of Pandora, aguardado game de ação em mundo aberto que está disponível em todo o mundo via serviço por assinatura Ubisoft+, consoles PlayStation 5 e Xbox Series X|S e […]

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Jogadores já podem explorar Pandora e se tornar um Na’vi no game de ação em mundo aberto da Ubisoft 

A Ubisoft acaba de lançar Avatar: Frontiers of Pandora, aguardado game de ação em mundo aberto que está disponível em todo o mundo via serviço por assinatura Ubisoft+, consoles PlayStation 5 e Xbox Series X|S e PC (Ubisoft Connect).

Avatar: Frontiers of Pandora é uma aventura em primeira pessoa que segue a linha do tempo dos filmes Avatar e foi desenvolvido com a mais recente versão da engine Snowdrop. O projeto foi liderado pela Massive Entertainment, um estúdio da Ubisoft*, em colaboração com a Lightstorm Entertainment, produtora do diretor James Cameron, e a Disney.

“Da ambientação sonora de Pandora até o mapa de mundo aberto reativo, cada momento de Avatar: Frontiers of Pandora foi projetado para manter os jogadores imersos neste incrível mundo”, diz Magnus Jansen, diretor criativo da Massive. “Trabalhamos em estreita colaboração com os cineastas de Avatar para criar uma extensão fiel daquele universo, proporcionando aos jogadores um novo cenário e uma nova história para vivenciarem.”

Reprodução – UBISOFT

 

“O mundo de Avatar é tão rico e diverso quanto o nosso. Ele oferece a oportunidade para mais histórias do que poderíamos explorar apenas pelos longas-metragens”, diz Jon Landau, produtor de Avatar. “Por meio da nossa incrível parceria com a Massive Entertainment, abraçamos a oportunidade de contar novas histórias e expandir o universo. O resultado da parceria permitirá que os fãs sejam transportados para regiões de Pandora nunca vistas antes e enfrentem o desafio de se tornarem Na’vi.”

“Foi um privilégio trabalhar em estreita colaboração com a Massive e com a Lightstorm Entertainment para levar esta poderosa fantasia aos fãs de Avatar em todo o mundo”, afirma Luigi Priore, vice-presidente da Disney, Pixar e 20th Century Games. “Em Avatar: Frontiers of Pandora, os jogadores poderão vivenciar uma história épica original enquanto exploram o mundo de Pandora de uma forma que só é possível nos jogos.”

A vice-presidente de brand global da Ubisoft, Brenda Panagrossi, acrescenta: “Avatar: Frontiers of Pandora oferece uma expansão imersiva de Pandora que tanto os fãs da franquia quanto os fãs de jogos de ação e aventura irão desfrutar; desde voar através das nuvens em um banshee até dominar inimigos em combate e explorar a bela e perigosa Fronteira Ocidental, o jogo realmente tem todos os ingredientes de uma incrível experiência de grande sucesso.“

O novo game se passa na Fronteira Oeste, um continente desconhecido no qual os gamers podem explorar Pandora em primeira mão. Com novos clãs Na’vi, e uma fauna e flora muito ricas, Avatar: Frontiers of Pandora também oferece aos jogadores um companheiro banshee, com o qual vão criar laços e voar por céus abertos do jogo. Esse vibrante mundo aberto poderá ser aproveitado pelos usuários tanto no modo single player, quanto em modo cooperativo com dois jogadores, de forma on-line.

Em Avatar: Frontiers of Pandora, a corporação militar humana RDA está de volta a Pandora para explorar recursos da terra e de seus habitantes. Os jogadores assumirão o papel de um Na’vi nascido no local, mas que foi sequestrado na infância e criado longe de sua cultura, em um programa de treinamento da RDA. Com raízes Na’vi e uma criação humana, o protagonista de repente se vê em liberdade, mas como um estranho em sua própria terra natal. Será preciso proteger a Fronteira Oeste do retorno da RDA, reconectar-se com a sua herança Na’vi perdida e unir diversos clãs por um bem maior.

Reprodução – UBISOFT

Ao longo da extensa Fronteira Oeste, os jogadores conhecerão clãs únicos que os ensinarão sobre o significado de ser um Na’vi, aprimorando seus “Sentidos Na’vi”, dominando sua força para navegar pelo belo e perigoso mundo aberto e desenvolvendo habilidades para resistir à RDA. Isso inclui o uso de armas tradicionais Na’vi, como arcos para maior precisão, e lançadores de lanças de alto impacto, além da formação do vínculo vitalício com um banshee – que pode ser um poderoso aliado em combates aéreos. Além disso, os jogadores terão a chance de usar o que aprenderam em seu treinamento humano, de armas – como granadas de atordoamento – a estilos de combate variados.

Outra possibilidade será personalizar os personagens com diferentes tipos de corpos e vozes. À medida que viajam pela Fronteira Oeste e se conectam com sua herança Na’vi, os jogadores têm a oportunidade de usar novos acessórios, criar armas de melhor qualidade e aprimorar suas habilidades para que elas se adequem ao seu estilo de jogo. A personalização também se estende ao banshee, com peças de equipamento exclusivas – e muito mais.

Todos os jogadores de Avatar: Frontiers of Pandora no PlayStation terão acesso gratuito ao Pacote do Guerreiro Aranahe. Já os usuários que adquirirem o passe de temporada terão uma missão bônus no lançamento e duas expansões que estarão disponíveis em 2024. Assinantes do Ubisoft+ têm acesso à Edição Ultimate, que inclui o passe da temporada, um livro de arte digital, um pacote cosmético Sarentu Heritage e o pacote de equipamentos Sarentu Hunter.

Para transportar os jogadores para Pandora a qualquer momento do dia, a trilha sonora original do jogo Avatar: Frontiers of Pandora – com música da maestrina, compositora e intérprete indicada ao Emmy, Pinar Toprak – poderá ser ouvida e adquirida a partir de 8 de dezembro.

Mais informações sobre Avatar: Frontiers of Pandora podem ser obtidas aqui ou ou nas redes sociais por meio da hashtag #AvatarFrontiers. Mais detalhes sobre sobre a abordagem de acessibilidade estão disponíveis aqui.

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Just Dance 2024 Edition | Análise https://www.arquivosdowoo.com.br/2023/11/27/just-dance-2024-edition-analise/ https://www.arquivosdowoo.com.br/2023/11/27/just-dance-2024-edition-analise/#respond Mon, 27 Nov 2023 21:15:22 +0000 https://www.arquivosdowoo.com.br/?p=15623 Just Dance 2024 Edition foi lançado em 24 de outubro e nós recebemos da Ubisoft uma cópia da versão de Nintendo Switch para análise. O tradicional jogo de dança da empresa ganha mais uma edição com 40 músicas inéditas e compatibilidade com o serviço Just Dance Unlimited, que é vendido separadamente e funciona via streaming […]

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Just Dance 2024 Edition foi lançado em 24 de outubro e nós recebemos da Ubisoft uma cópia da versão de Nintendo Switch para análise. O tradicional jogo de dança da empresa ganha mais uma edição com 40 músicas inéditas e compatibilidade com o serviço Just Dance Unlimited, que é vendido separadamente e funciona via streaming direto do game.

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A seleção de músicas desta edição traz como já de costume uma mistura de gêneros e épocas, desta vez temos escolhas que agradam um público mais jovem com músicas como A Queda de Glória Groove, Despechá de Rosalia, Flowers de Miley Cyrus, How You Like That de Blackpink e Butter do grupo sul-coreano BTS.

Just Dance 2024 Edition
Reprodução: Ubisoft

As canções Don’t Cha de The Pussycat Dolls, Gimme More de Britney Spears e I Wanna Dance with Somebody de Whitney Houston são alguns exemplos que devem agradar o público de diferentes gerações, assim como também apresenta músicas para as gerações mais novas.

Quando o jogador escolhe por uma música individualmente, o jogo sugere algumas músicas para continuar jogando logo ao fim da música e dos resultados obtidos de pontuação, o que torna a brincadeira dinâmica para os que não querem repetir a mesma música ou simplesmente não querem sair da atividade para escolher manualmente.

O jogo também traz os eventos, realizados por um período determinado, que oferece itens exclusivos que podem ser conquistados e também oferece ações exclusivas.

Just Dance 2024 Edition
Reprodução: Ubisoft

A possibilidade de favoritar músicas preferidas ou criar playlists próprias não está presente em Just Dance 2024 Edition. Apesar disso, o jogo fornece várias listas de reprodução de curadoria própria e modos de jogo bem interessantes com o Modo Malhar que mostra as calorias gastas durante as coreografias.

O jogo conta com sistema online que permite jogar com amigos e traz também um placar de líderes para conferir o resultado do seu desempenho em busca do primeiro lugar, e também serve para competir com seus amigos em um placar exclusivo.

Just Dance 2024 Edition
Reprodução: Ubisoft

Lista de músicas de Just Dance 2024 Edition

  • A Night in the Château de Versailles – The Just Dance Orchestra
  • A Queda – Gloria Groove
  • After Party (Just Dance) – Banx & Ranx (Ft. Zach Zoya)
  • Butter – BTS
  • Calm Down – Rema
  • Can’t Tame Her – Zara Larsson
  • Canned Heat – Jamiroquai
  • Chaise Longue – Wet Leg
  • Cradles – Sub Urban
  • Cure For Me – AURORA
  • Despechá – Rosalía
  • Don’t Cha – The Pussycat Dolls (Ft. Busta Rhymes)
  • Flowers – Miley Cyrus
  • Gimme More – Britney Spears
  • How You Like That – Blackpink
  • I Am My Own Muse – Fall Out Boy
  • I Wanna Dance with Somebody (Who Loves Me) – Whitney Houston
  • I’m Good (Blue) – David Guetta & Bebe Rexha
  • I’m Not Here To Make Friends – Sam Smith
  • It’s the Most Wonderful Time of the Year – Andy Williams
  • Kill Bill – SZA
  • Makeba – Jain
  • My Name Is – D Billions
  • Never Be Like You – Flume (Ft. ​kai)
  • Rapper’s Delight – Groove Century
  • Sail – Awolnation
  • Say My Name – Ateez
  • Seven (Clean Ver.) – Jung Kook (정국) (Ft. Latto)
  • Shine a Little Love – The Sunlight Shakers
  • Stronger (What Doesn’t Kill You) – Kelly Clarkson
  • Survivor – Destiny’s Child
  • Swan Lake – The Just Dance Orchestra
  • Tainted Love – The Just Dancers
  • Tití Me Preguntó – Bad Bunny
  • Treasure – Bruno Mars
  • Vampire – Olivia Rodrigo
  • Wasabi – Little Mix
  • Whitney – Rêve
  • Woof – Sofi Tukker (Ft. Kah-Lo)
  • You Should See Me In a Crown – Billie Eilish
Just Dance 2024 Edition
Reprodução: Ubisoft

Just Dance 2024 Edition segue o modelo praticado há mais de uma década pela Ubisoft e entrega um resultado bem prático e eficiente. Algumas mudanças nas opções de personalização de listas e preferências parecem simples de serem realizadas e acrescentariam muito no fator replay do jogo, fazendo com que as festas se tornem mais dinâmicas e interessantes.

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Por mais que a empresa ofereça um plano pago para que as pessoas possam desbloquear centenas de músicas e coreografias, acredito que esse padrão de 40 músicas por edição deixa um pouco a desejar, principalmente para as pessoas que jogam por diversas horas ou até mesmo todos os dias.

Just Dance 2024 Edition
Reprodução: Ubisoft

A inclusão de uma rotação semanal gratuita com algumas faixas do plano Unlimited poderia agregar mais valor ao jogo base, que já proporciona aos usuários um teste grátis de assinatura, porém, por tempo limitado.

A edição analisada foi a versão de Nintendo Switch, portanto, os joy-con são excelentes para este tipo de jogo e facilita a jogatina em grupos de muitas pessoas. Nos outros consoles onde o jogo está disponível, a opção que substitui os controles é a utilização de smartphones e um aplicativo próprio para o reconhecimento dos movimentos.

Conclusão

Eu recomendo bastante Just Dance 2024 Unlimited para quem é fã da franquia e para os que amam dançar, é uma experiência única e muito bem-vinda para jogar com amigos e familiares. Poder escolher entre os modos disponíveis e ter uma gama de playlists recomendadas é ótimo para quem gosta dessa dinâmica.

Just Dance 2024 Edition
Reprodução: Ubisoft

As funcionalidades online e a personalização e desbloqueio de novos itens faz com que os jogadores façam parte de uma comunidade de amantes do jogo de dança virtual.

Considerando os altos e baixos, o jogo entrega aquilo que promete, traz diversão para quem deseja jogar sozinho e acrescenta e muito quando jogado em mais pessoas.

O jogo poderia entregar melhor personalização e mais modos, o que faria com que o replay fosse maior, além disso, a necessidade de assinar o Just Dance Unlimited para ter mais músicas não agrada todos os tipos de público

Nota: 7.8

__________________________

Esta análise foi feita com uma cópia digital do jogo cedida gentilmente pela Ubisoft. O jogo está disponível para Nintendo Switch, PlayStation 5, Xbox Series X e Series S
.

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South Park: The Stick of Truth | Tolkien, Aliens e Princesas https://www.arquivosdowoo.com.br/2016/08/04/south-park-the-stick-of-truth/ https://www.arquivosdowoo.com.br/2016/08/04/south-park-the-stick-of-truth/#comments Thu, 04 Aug 2016 16:27:00 +0000 https://www.arquivosdowoo.com.br/2016/08/04/south-park-stick-of-truth-peidando-e/ Quando animações são adaptadas para o mundo dos jogos, poucas vezes se tratará de jogos incríveis. Na disparada maioria das vezes são no mínimo medianos ou ruins, mas, South Park, mesmo depois de alguns títulos no mínimo esquecíveis conseguiu nos proporcionar uns dos RPGs mais engraçados e divertido dos últimos tempos. Eu já havia comentando […]

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Quando animações são adaptadas para o mundo dos jogos, poucas vezes se tratará de jogos incríveis. Na disparada maioria das vezes são no mínimo medianos ou ruins, mas, South Park, mesmo depois de alguns títulos no mínimo esquecíveis conseguiu nos proporcionar uns dos RPGs mais engraçados e divertido dos últimos tempos.

Eu já havia comentando a respeito do The Stick of Truth em um meme que participei dois anos atrás: O que você jogou em 2014. E com a recente aquisição, decidi jogá-lo novamente e consegui tirar um proveito maior, dessa vez.

No passado South Park recebeu alguns jogos de qualidade questionáveis, enquanto South Park: The Stick of Truth, sem dúvida alguma vai agradar aos amantes do desenho, pois trata-se de uma aventura que respeita todo a cronologia da série criada por Trey Parker e Matt Stone. Não espere qualquer censura.

The Stick of Truth

Senhor dos Anéis tá diferente

Em Stick of Truth controlamos um garoto que acabará de se mudar aa South Park, e que após resolver dar uma volta pela vizinhança encontra Butters sendo atacado e resolve ajudar.

A partir dai, você descobre que os garotos estão brincando de guerra entre humanos e elfos, e você meio que é convidado a conhecer mago mestre (Cartman),  para que possa se juntar ao grupo. Nesse trecho precisamos nomear o personagem, o que nos leva a uma tela de criação de nome. Mas não importa, pode nomear como como bem quiser, Cartman continuará o chamando de Sir Babaca. Opte por manter o Douchebag, isso faz com que você ganhe uma conquista.

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Nesse momento aprendemos os comandos do jogo, que são bem simples. O destaque, e que pode tirar algumas gargalhadas se você ri desse tipo de coisa, é o poder especial latente do nosso personagem: Um peido poderoso. Para usar essa habilidade precisaremos que Cartman nos ensine o lendário “Urro do Dragão“. Eu ri enquanto jogava, não me culpe.

The Stick of Truth

Um combate simplificado

Se há algo no jogo que merece aplausos, esse é o sistema de combate do game. Ele é simples de um modo que até mesmo quem nunca jogou um RPG na vida vai conseguir jogar.

O que mostra que o estúdio pensou em atingir a todos os tipo de publico, pensado para que todos pudessem se divertir. O melhor aqui é que o combate não se torna cansativo, mesmo que você batalhe inúmeras vezes. Como o arsenal é composto por milhares de itens que já fora apresentado na serie animada, você acabara querendo testar a todos, em especial os summons.

Esses summons  podem ser utilizados uma vez ao dia e que para ser recarregado você precisa ir até o personagem e conversar para renovar. São várias a disposição do jogador, isso se ele se esforçar para coletar todas, mas o meu destaque aqui como o melhor summon é o Sr. Slave. Em nome de tudo que é mais sagrado, complete todas as quest dele que não irá se arrepender.

The Stick of Truth

Um humor que incomoda muita gente

É preciso reforçar que o jogo The Stick of Truth é tão pesado, se não até um pouco mais, do que a serie animada.

O humor politicamente incorreto sempre foi um dos alicerces da obra original, e partir para os vídeo games permitiu que eles pudessem ir um pouco além, afinal, trata-se de uma mídia diferente, um pouco mais restrita do que a TV aberta. Isso permitiu irem um pouco mais além, ao ponto de até me chocar com algumas conquistas, como a de peidar em um determinado número de fetos abortados durante a missão da clinica de aborto.

É um prato cheio para os fãs. Não disse?

O fato de adotarem o formato RPG só permitiu que pudessem ir mais além nos textos do jogo. Com sidequest’s hilárias, além de conquistas que nos fazem pensar: WTF. Não poderia deixar de dizer eu amo esse jogo, afinal, sou um fã da série.

The Stick of Truth

Tem chefes?

Como qualquer bom RPG, os chefes são difíceis e exige que sua party esteja bem equipada, e bem equipado custa dinheiro. Vasculhar lixeiras, quebrar parquímetros e abrir baús pode garantir algumas moedas, se der sorte até remendos, que são itens que oferecem atributos as armas, roupas e armaduras do jogo.

A campanha principal leva em torno de umas 12 horas para ser concluída. Isso se você explorar bastante todo o mapa, mas fica o alerta de que após a conclusão do game não se tem mais nada para ser feito.

Recomendo que tente localizar todos os Chinpokomons na primeira jogatina, mesmo que usando de um guia, e  após a conclusão você vai atrás de itens que podem ser pegos. Isso se quiser miletar o game.

Conclusão

Se existe um ponto negativo em South Park: The Stick of Truth, é o tempo da campanha principal.

Eu sei que tem se tornado comum campanhas com tempo menores e sidequest’s que são pura encheção de linguiça. Me incomoda bastante isso, não que todo game precise ter campanhas de 100 horas de jogos, mas que ao menos amplie esse tempo com missões paralelas interessante, que passem uma sensação de progressão.

Para o jogo do South Park o tempo é ótimo, eu que estou sendo um chato por querem ampliar isso. Uma história boa foi contada aqui, me diverti muito.

South Park: The Stick of Truth tem sua dificuldade e o fator humor aqui tornar o replay dele garantido. Não vai agradar a todos, mas aqueles que se arriscarem vai encontrar diversão e um sistema de combate no mínimo interessante.

E deixo o recado, não tenham medo de rir do humor negro, ele é inofensivo e tem o intuito de brincar com o absurdo, logo rir desse tipo de humor não lhe define com um psicopata.

PS: Façam as conquistas do jogo;)

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QuadCast Br | Esquenta E3 com Marvox e Vigia https://www.arquivosdowoo.com.br/2016/06/14/quadcastbr-esquenta-e3-c-marvox-e-vigia/ https://www.arquivosdowoo.com.br/2016/06/14/quadcastbr-esquenta-e3-c-marvox-e-vigia/#respond Tue, 14 Jun 2016 14:47:00 +0000 https://www.arquivosdowoo.com.br/2016/06/14/quadcastbr-esquenta-e3-c-marvox-e-vigia/ Tem algum tempo que não participo de um podcast, mas com a E3 prestes a acontecer, o  Marvox, Vigia e eu nos reunirmos para falarmos um pouco sobre nossas expectativas da para esse evento. Foi um bate bapo bem descontraído e que rendeu boas gargalhadas. Posso dizer que foi uma das gravações que mais me […]

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Tem algum tempo que não participo de um podcast, mas com a E3 prestes a acontecer, o  Marvox, Vigia e eu nos reunirmos para falarmos um pouco sobre nossas expectativas da para esse evento.

Foi um bate bapo bem descontraído e que rendeu boas gargalhadas. Posso dizer que foi uma das gravações que mais me diverti. Certamente novos episódios surgiram, mas até lá vocês podem ouvir esse episódio conferir nossas previsões que deram certa e errada.


Ah, mas essa não foi minha primeira experiência, aqui você encontra outros podcast que participei.


Vocês também podem fazer o download do podcast no 4shared clicando aqui. Ou também podem conferir no YouTube:








Os participantes:


Rodrigo Vigia – Jogatinas Saudáveishttps://www.youtube.com/user/vigiabr

Marvox – Marvox Brasilhttps://marvoxbrasil.wordpress.com




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Prince of Persia: The Sands of Time | Impressões https://www.arquivosdowoo.com.br/2012/09/14/prince-of-persia-sands-of-time/ https://www.arquivosdowoo.com.br/2012/09/14/prince-of-persia-sands-of-time/#comments Fri, 14 Sep 2012 13:00:00 +0000 https://www.arquivosdowoo.com.br/2012/09/14/games-que-zerei-prince-of-persia-sands/ Olá meus caros leitores, cá estou de volta e agora venho apresentar uma aventura que vivenciei lá na Arábia com o game Prince of Persia: Sands of Time há alguns meses atrás. Em minha estadia por lá, aprendi Le parkour e utilizei muito dessa habilidade para salvar o meu traseiro gordo, ainda de quebra consegui […]

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Olá meus caros leitores, cá estou de volta e agora venho apresentar uma aventura que vivenciei lá na Arábia com o game Prince of Persia: Sands of Time há alguns meses atrás.

Em minha estadia por lá, aprendi Le parkour e utilizei muito dessa habilidade para salvar o meu traseiro gordo, ainda de quebra consegui um poder maneiro de voltar no tempo com uma adaga que utiliza areia, areias do tempo…

OOOH!

Isso não me salvou de atrasos ao trabalho ou de perder o ônibus devido a uma bendita plataforma que não alcançava.

Diabos de plataformas… HUMPH!

Então depois de milhares de vidas perdidas e 40 horas jogadas finalmente cheguei ao fim dessa aventura, mas saibam que o game contém um enredo intrigante e que realmente surpreende, mas não posso dizer que seja original, já que o maior atrativo é a sua jogabilidade.

Durante o jogo todo você vai topar com obstáculos que o vai obrigar correr sobre paredes, saltar plataformas e duelar com mais de um inimigo de uma só vez.

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O príncipe é o Homem-Aranha árabe, mas isso não quer dizer que os duelos são mamões com açúcar, pois se você ficar encurralado no canto ou derrubado no meio dos inimigos, eles te batem como se estivessem batendo em uma piñata.

Houve momentos em que perdia varias vidas seguidas por cometer esse erro e não tenham duvidas, há um numero de batalhas bem irritantes para se enfrentar.

Vale a Pena

Mas calma lá, não estou querendo desanimá-los, o jogo é ótimo e proporciona um desafio bem alto para se chegar ao fim. Há muita exploração e itens escondidos a serem encontrados, também temos as clássicas passagens secretas.

Não posso deixar de ressaltar a qualidade gráfica do cenário que é espetacular assim como os efeitos de luzes e água, tudo embalado por uma trilha sonora que é maravilhosa.

Eu gosto muito do clima que acompanha a musica, aquela tiazinha gemendo ao fundo, de repente o tiozinho começa a gemer também, show de bola!

Prince of Persia: Sands of Time é grande título e que com toda a certeza faz diferença a biblioteca do PS2 e Xbox, mesmo em alguns momentos caindo no clichê ele vai proporcionar um desafio alto e de quebra possui extras muito bacanas.

Eu recomendo então vá correndo comprar o seu PS2 Cabron!

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