Arquivos SNK - Arquivos do Woo https://www.arquivosdowoo.com.br/tag/snk/ Um pouco de tudo na medida certa Wed, 21 May 2025 18:39:31 +0000 pt-BR hourly 1 https://wordpress.org/?v=6.9 https://www.arquivosdowoo.com.br/wp-content/uploads/2020/12/cropped-logo-150x150.png Arquivos SNK - Arquivos do Woo https://www.arquivosdowoo.com.br/tag/snk/ 32 32 Capcom Fighting Collection 2 | Análise https://www.arquivosdowoo.com.br/2025/05/18/capcom-fighting-collection-2-analise/ https://www.arquivosdowoo.com.br/2025/05/18/capcom-fighting-collection-2-analise/#respond Sun, 18 May 2025 23:05:54 +0000 https://www.arquivosdowoo.com.br/?p=20367 Nos anos recentes, a Capcom vem nos trazendo diversos relançamentos de seus jogos clássicos na forma de coleções para consoles modernos. Essa iniciativa começou — pelo menos recentemente — com o  Street Fighter 30th Anniversary Collection, uma coleção que foi feita no ocidente e juntou todos os principais jogos da série. Depois ainda vieram os […]

O post Capcom Fighting Collection 2 | Análise apareceu primeiro em Arquivos do Woo.

]]>
Nos anos recentes, a Capcom vem nos trazendo diversos relançamentos de seus jogos clássicos na forma de coleções para consoles modernos.

Essa iniciativa começou — pelo menos recentemente — com o  Street Fighter 30th Anniversary Collection, uma coleção que foi feita no ocidente e juntou todos os principais jogos da série. Depois ainda vieram os lançamentos Capcom Beat ‘Em Up Bundle, Capcom Fighting Collection 1 e Marvel vs Capcom Collection, que fizeram muito sucesso com a comunidade devido à sua fidelidade às versões originais, muitas vezes sendo o primeiro lançamento oficial das versões de arcade dos jogos em consoles.

LEIAM – Fatal Fury: City of the Wolves | Análise

Agora, em 2025, a Capcom traz a segunda Capcom Fighting Collection, dessa vez contando com os crossovers com a SNK, popular por seus jogos como Fatal Fury e King of Fighters. Mas será que essa coletânea mantém o padrão das anteriores?

Os jogos da coletânea e comentários sobre cada um

Bom, vamos à informação importante. Os jogos que vêm no pacote são:

Divulgação: Capcom

  • Capcom Vs SNK: Millennium Fight 2000 Pro (2001) – Arcade: NAOMI

    • Basicamente a mesma versão do fliperama da época.

    • É a revisão Pro, com mais personagens.

    • Baseada na versão da placa Naomi (mesmo hardware do Dreamcast).

    • É possível jogar com algumas músicas de jogos anteriores, mas a impressão que tive é que não trocaram todas as músicas do jogo.
    • Essa versão também saiu no PS1, mas aqui é a versão arcade.

      Divulgação: Capcom

  • Capcom Vs SNK 2: Mark of the Millennium 2001 (2001) – Arcade: NAOMI

    • Versão da Naomi com alguns bônus.

    • Inclui a versão EO (Easy Operation), lançada originalmente no Xbox e GameCube. É basicamente um modo que facilita comandos e ajusta a jogabilidade para iniciantes.

    • Personagens secretos já desbloqueados.

    • Novo modo “Ver.2K25” com trilha sonora remixada, onde até mesmo regravaram a voz do locutor do jogo (pra um pior, eu achei).

      Divulgação: Capcom

  • Capcom Fighting Evolution (2004) – Arcade: Namco System 246

    • Pode-se jogar com trilha original ou temas clássicos dos personagens.

    • O especial Midnight Bliss do Demitri teve um sprite removido (por questões de direitos autorais relacionados a JoJo’s Bizarre Adventure, já que ele transformava Rose na velha Enya do mangá citado).

    • Shin Akuma e Pyron desbloqueados.

    • Curiosidade: roda na placa Namco System 246 (baseada no PlayStation 2).

      Divulgação: Capcom

  • Street Fighter Alpha 3 Upper (2001) – Arcade: NAOMI

    • Primeira vez com versão em inglês para arcade, que foi construída para essa coleção com base na versão japonesa original.

    • Cenários com leves alterações visuais (não identifiquei).

    • Personagens secretos desbloqueados (acessíveis nas opções).

      Divulgação: Capcom

  • Power Stone (1999) – Arcade: NAOMI

    • Edições em imagens nos finais de personagens (provavelmente Gumrock e Galuda), provavelmente devido a representações de índios e de negros nos finais desses personagens.

    • Personagens secretos desbloqueados.

      Divulgação: Capcom

  • Power Stone 2 (2000) – Arcade: NAOMI

    • Opção de trilha sonora remixada ou original.

    • Personagens secretos também desbloqueados.

      Divulgação: Capcom

  • Project Justice (2000) – Arcade: NAOMI

    • Trilha sonora remixada opcional.

    • Algumas imagens da história foram editadas (mudanças não identificadas ainda).

    • O golpe Aerial Float do Kyosuke pode ser ativado/desativado.

    • Personagens editados estão disponíveis (não é possível criar novos).

      Divulgação: Capcom

  • Plasma Sword: Nightmare of Bilstein – Arcade: ZN-2

    • Roda na placa ZN-2 (espécie de PS1 turbinado).

    • Edições visuais em história e cenários (não identificadas até agora).

    • Personagens secretos desbloqueados.

      Divulgação: Capcom

A apresentação da coletânea

Todos os menus seguem a estética das coletâneas anteriores desde a Capcom Beat’em Up Bundle. A interface é parecida e, com o tempo, foram adicionadas funções extras nos menus, mas nada que mude radicalmente.

No PC, é possível ajustar a resolução dos menus separadamente da dos jogos, o que é ótimo pra quem tem um computador mais modesto. Isso evita quedas de desempenho desnecessária, já que o requerimento para rodar os jogos em si é baixo.

Divulgação: Capcom

Músicas

Temos um rapzinho no menu que lembra os tempos de Street Fighter IV — já entrou na playlist da academia, lol.

As trilhas remixadas, também disponíveis no menu, dão um tom moderno aos jogos, com músicas eletrônicas atuais. Não superam as originais (a nostalgia sempre ganha), mas trazem um frescor pra quem cansou das trilhas clássicas.

No caso de Capcom Fighting Evolution, as músicas “antigas” são, na real, os temas originais dos personagens, o que casa bem com a proposta-homenagem do jogo.

Divulgação: Capcom

Jogabilidade e emulação

Os games rodam lisinhos. Dá pra aumentar a resolução em até 3x no PC (e 2x nos consoles) pros gráficos 3D ficarem bonitos. Também temos os já tradicionais filtros CRT, que dão aquele charme de TV de tubo tão bem usado nas coletâneas da Capcom.

Os controles são totalmente customizáveis, e jogar com arcade stick torna tudo ainda mais fiel e para a alegria de todos mas para a surpresa de ninguém, todos os jogos possuem rollback netcode, até mesmo na versão de Nintendo Switch.

LEIAM – FUBUKI ~zero in on Holoearth~- De fã para fã

Infelizmente, um problema chato vindo dos lançamentos desse estilo ainda se sustenta, que é o único slot de save para todos os jogos. Ou seja: se você parou uma partida de Street Fighter Alpha 3 Upper e quiser salvar outra de Plasma Sword, não é possível, pois só dá pra salvar um de cada vez.

Por outro lado, ainda acho que seria legal incluir também os ports de console, já que muitos tinham modos extras. As versões de Dreamcast, por exemplo, rodam igual às da Naomi, mas trazem mais funções.

Também não curto muito essa filosofia atual de escolher modos de jogo direto no menu da coletânea, onde ele apenas carrega um save state da ROM. Sinto falta dos menus dedicados dos ports antigos. Não é algo que estrague a coletânea, mas seria um extra interessante numa possível Capcom Fighting Collection 3.

Divulgação: Capcom

Escolha dos jogos meio questionável, porém aceitável

Temos que abordar a escolha dos jogos pra essa coleção, pois algo me parece meio estranho.

Afinal, por que Plasma Sword e não Star Gladiator (o primeiro jogo)? Por que Project Justice e não Rival Schools? Por que Street Fighter Alpha 3 Upper,  já que o SFA3 original (que convenhamos, não é tão diferente desse) já havia sido lançado em outra coletânea recente?

Meu palpite é o seguinte: focaram em jogos que rodam na placa Naomi, e o resto veio de bônus, tipo quando colocaram o jogo do Punisher na Marvel vs Capcom Collection.

Provavelmente a Capcom deve lançar outra coletânea no futuro com jogos das placas ZN-1 e ZN-2, como Street Fighter EX 1 e 2, Rival Schools, Star Gladiator e talvez até emulação de PS2 com Street Fighter EX 3. Se isso rolar, espero reler esse texto no futuro e gritar: “VIU, EU FALEI QUE IA SAIR!”.

Infelizmente: Censura

Muita gente pode não ligar, então serei breve: a artwork da Mai em Capcom vs. SNK 2 foi censurada com zoom pra esconder o bundão da personagem. A versão japonesa provavelmente veio com a arte original.

Divulgação: Capcom

Isso já aconteceu antes, como no Mega Man X Legacy Collection 2, em que a abertura do Mega Man X4 foi censurada.

Sinceramente, os jogos estão caros demais pro consumidor ainda ter que lidar com esse tipo de palhaçada. Já passou da hora da Capcom (e outras empresas) tomarem vergonha na cara. Não são crianças que estão comprando coletâneas de jogos antigos.

Pior ainda: a arte da Maki (abaixo), do mesmo jogo, está normal. Qual a diferença entre o pacotão da Maki e a bunda da Mai? Tem que perguntar pra Capcom USA e para a artista original, Kinu Nishimura, se ela gostou de ver sua arte cortada.

Divulgação: Capcom

Não só isso, mas o golpe Genocyde Cutter de Rugal em Capcom vs SNK 2 teve seu nome trocado para “Destroyer“, como mostra o vídeo no link a seguir: https://x.com/fffightinfacts/status/1923367832839991671.

É duro ver como as tais “sensibilidades modernas” que tanto se fala, na verdade são apenas frescuras vindas de pautas americanas que, de forma alguma refletem as sensibilidades de todos os outros países do mundo.

Divulgação: Capcom

Não obstante, é bom lembrar que as pessoas que se interessam por esses jogos estão na casa dos 30~40 anos, que podem perfeitamente entender o contexto de cada conteúdo supostamente questionável nas mídias que consomem.

No fim, o que acabamos recebendo é uma tentativa de reescrever o passado através de edição de arte feita por pessoas que tinham uma intenção artística, e não é direito de um funcionário do ESG de uma subsidiária da empresa do outro lado do planeta simplesmente decidir o que deve ou não ser mantido no jogo.

Conclusão

Capcom Fighting Collection 2, apesar do problema acima, entrega uma forma excelente de revisitar esses jogos de luta meio esquecidos.

A presença da SNK com seus personagens mostra que a parceria entre as duas empresas continua forte — especialmente com o intercâmbio de personagens entre Street Fighter 6 e Garou.

Todos os jogos rodam bem e o online tem rollback netcode, inclusive no Switch. As trilhas sonoras remixadas — novidade em relação à Marvel vs Capcom Collection — mostram que a Capcom ainda tenta inovar, mesmo lidando com jogos antigos via emulação.

Nota: 8/10

____________________________________________________________________________________________________________
Esta análise foi feita com uma cópia do jogo para PC, gentilmente cedida pela empresa. Capcom Fighting Collection 2 também está disponível para Xbox, PlayStation e Switch.

Divulgação: Capcom

O post Capcom Fighting Collection 2 | Análise apareceu primeiro em Arquivos do Woo.

]]>
https://www.arquivosdowoo.com.br/2025/05/18/capcom-fighting-collection-2-analise/feed/ 0
Fatal Fury: City of the Wolves | Análise https://www.arquivosdowoo.com.br/2025/04/29/fatal-fury-city-of-the-wolves-analise/ https://www.arquivosdowoo.com.br/2025/04/29/fatal-fury-city-of-the-wolves-analise/#respond Tue, 29 Apr 2025 14:22:18 +0000 https://www.arquivosdowoo.com.br/?p=20259 Fatal Fury é aquele clássico que fez parte da infância de muita gente na casa dos 30~40. Mesmo que a popularidade da SNK no Brasil tenha vindo mesmo com King of Fighters, Terry e os outros personagens de South Town chegaram antes e, juntos de Art of Fighting, ajudaram a moldar o que futuramente daria […]

O post Fatal Fury: City of the Wolves | Análise apareceu primeiro em Arquivos do Woo.

]]>
Fatal Fury é aquele clássico que fez parte da infância de muita gente na casa dos 30~40. Mesmo que a popularidade da SNK no Brasil tenha vindo mesmo com King of Fighters, Terry e os outros personagens de South Town chegaram antes e, juntos de Art of Fighting, ajudaram a moldar o que futuramente daria início a enorme saga de KOF.

LEIAMPocket Bravery | Porradaria verde-amarela de primeira

Agora, 26 anos depois do último game da sérieGarou: Mark of the Wolves — a nova SNK volta a trabalhar na série, o que é uma surpresa, visto que parecia que o foco seria mesmo King of Fighters, ainda mais depois da recepção morna do último Samurai Shodown, que se fala bem pouco e não conseguiu o espaço na comunidade de jogos de luta que era esperado, nem mesmo dentro de um nicho.

Fatal Fury: City of the Wolves
Reprodução: SNK

Jogabilidade

O game segue o estilo tradicional da SNK, com dois socos e dois chutes, além de possuir dois esquemas de controle: um chamado Arcade, que usa comandos normais, e um modo Prático, que é aquela molezinha pra quem nasceu em 2010 pra frente, onde os golpes saem com apenas um botão.

Porque né, DEUS ME LIVRE os zoomers aprenderem a controlar um jogo que não seja Minecraft.

A novidade fica por conta de dois sistemas. O REV e o S.P.G.

O sistema de REV é a barra curva na parte de baixo, acima das barras de especial. Existem habilidades que, ao serem usadas em conjunto com o botão de REV — um 5º botão além dos socos e chutes –, essa barra vai se enchendo e, ao contrário do senso comum, encher essa barra até o fim deixa o personagem superaquecido, fazendo com que seus ataques com REV não possam ser usados por um tempo. Além disso, defender demais faz a barra encher também.

Essa mecânica tem como propósito fazer o jogador balancear o uso dessas técnicas, já que elas possuem vantagem em relação aos golpes normais, também podendo ser usadas para emendar combos.

Fatal Fury: City of the Wolves
Reprodução: SNK

Já o S.P.G. é uma parte da sua barra de energia onde seus golpes ficam mais fortes. É um sistema que já existia em Garou Mark of the Wolves (onde era chamado de “T.O.P.“) e aqui funciona de forma similar.

Ela dá uns bônus passivos, como recuperar sua vida aos poucos, barra de REV enchendo mais devagar, especial enchendo mais rápido e ataques com dano maior.

Quando sua energia se encontra nesse setor de S.P.G., você também pode usar o REV Blow, que é um ataque com armadura, similar ao Drive Impact de Street Fighter 6, mas que diferentemente do jogo da Capcom, também pode ser usado no ar.

LEIAM – Haydee 2 – Survival Horror com Benefícios

Esse ataque serve para dar um counter que sempre vai ganhar a disputa do seu oponente. Caso os dois usem o REV Blow, o que usar por ÚLTIMO vence o duelo. Esse ataque também pode ser usado para finalizar combos.

Outra mecânica de volta de Garou é o Just Defend. Aqui funciona como o parry do Street Fighter III, mas você defende colocando pra trás no direcional na hora certa.

Ele enche um pouco da sua vida, mas não permite um counter diretamente; tudo que ele faz é te dar um espaço do oponente. Além disso, o Just Defend é a única maneira de bloquear no ar nesse jogo.

Por último, cada personagem tem três especiais:

  • O Ignition Gear, que usa uma barra;
  • O Redline Gear, que usa duas barras;
  • E o Hidden Gear, que custa duas barras e precisa estar no S.P.G. e é o especial “secreto” dos personagens. Ele também te tira do Overheat/Aquecimento quando é usado.

Evidentemente que estou listando a complexidade das mecânicas, porém o aprendizado delas vêm mesmo como em qualquer FG: treinando, vendo vídeos, jogando com outras pessoas e praticando no modo treino.

O jogo tem até um tutorial bem básico dessas mecânicas, mas o ideal é ir jogando devagar e aprender sem pressa.

Fatal Fury: City of the Wolves
Reprodução: SNK

Modo História – Episódio de South Town

Aqui é o conteúdo mais completo pra quem não quer ficar o tempo todo no Online, funcionando de forma praticamente idêntica ao World Tour do Street Fighter Alpha 3, lançado quase que na mesma época do último garou, 27 anos atrás.

Você escolhe um personagem e vai enfrentando outros inimigos a fim de subir de level e melhorando seus atributos, como ataque, defesa e barra de energia. Nada muito complexo, mas que tem uma narrativa básica similar ao do modo Arcade.

Geese está morto mas as pessoas estão vendo seu fantasma por aí, então cabe a você investigar, passeando por South Town, enfrentando outros personagens e ir avançando a narrativa. Simples, mas a pequena noção de progressão faz o modo ter mais conteúdo que o Arcade.

Nesse modo você vai passeando por toda South Town, e com isso, acaba visitando cenários antigos dos jogos, que podem ser vistos com toda sua glória pixelada ao selecionar a fase, mas não tem como aumentar a imagem e a luta em si rola nos cenários normais do jogo, que podem ou não ser remakes dessas fases antigas, o que não faz muito sentido.

Também é uma forma mais natural de se familiarizar com as mecânicas do jogo, já que a progressão de dificuldade dos adversários é mais sutil que no modo Arcade, assim sendo mais fácil de treinar combos básicos durante um ambiente de luta.

Fatal Fury: City of the Wolves

Reprodução: SNK

Gráficos

Graficamente o jogo está bonito, mas nota-se que o investimento da SNK não chega perto da magnitude de uma Capcom com Street Fighter 6 — e tá tudo bem –. A versão de PS5 usada nesta análise, ainda não teve updates, e por isso talvez algumas questões ainda precisem ser ajeitadas.

Os cenários de fundo por exemplo, rodam em sua maioria na metade do framerate do jogo em si (que roda a 60 fps). Assim, estágios como o clássico cenário do trem geram uma sensação esquisita por estarem passando atrás dos lutadores na metade da velocidade que a briga em si.

Os personagens de fundo sofrem também do mesmo problema, lembrando em alguns momentos até mesmo a versão de 3DS de Street Fighter IV Arcade Edition. Sinceramente, não lembro de KOF XV ter esse tipo de problema, ainda que aqui os cenários e toda parte gráfica sejam consideravelmente mais detalhados – e bonitos – que o último jogo feito pelo KOF Studio.

A identidade visual do jogo puxa bastante para o pop art, com filtros de listras sobre os personagens, além dos menus serem bem chapados, voltados para o preto e amarelo.

Particularmente, a única coisa que eu não gostei foi a tela de seleção de personagens, que está simples demais e não parece ser de um jogo de luta, lembrando mais um menu de escolher o estádio e o tempo da partida de um Winning Eleven de PS1, se é que você se lembra.

Foi-se o tempo que fazer menus de jogo de luta eram uma arte em si, pelo visto. Até mesmo a última KOF e o próprio SF6 tem telas de seleção de personagens simplórias demais, mas… deixa pra lá.

Reprodução: SNK

Trilha sonora

As músicas de Fatal Fury: City of the Wolves possuem um mix entre temas compostos pela SNK e DJ/compositores convidados, mas é possível deixar somente as músicas “da casa”, que combinam mais com o jogo.

Além disso, como de praxe, a SNK permite criar playlists com músicas clássicas de outros jogos da série Fatal Fury e até mesmo de alguns outros jogos fora da série selecionados, como alguns temas da Art of Fighting.

Não considero os temas vindos da própria Fatal Fury como clássicos atemporais, tirando os temas do Terry e do Billy, mas existem músicas para todos os gostos lá que além de serem legais de ouvir durante as lutas, também podem ser usadas nos menus, criando variedade.

Personagens convidados bem duvidosos

Não dá pra não falar primeiramente do elefante na sala, que são os personagens DLC anunciados até agora: Cristiano Ronaldo e o DJ Salvatore Ganacci.

Olha, não vou mentir que acho superengraçado ter o CR7 em um jogo de luta, mas minha empatia com o DJ não seria a mesma, então não posso passar pano para um e meter o pau no outro, sendo que ambos não têm nada a ver com jogo do tipo.

Esse tipo de conteúdo mostra que o jogo tem um dedo muito forte dos acionistas árabes que são donos da SNK, e me preocupa que essas coisas atrapalhem o design do jogo. Sabe, nem tudo precisa ser Fortnite, então gostaria MUITO que a empresa colocasse os pés no chão e fizesse collabs que realmente fazem sentido com a série. Pelo menos Ken e Chun-Li vão vir em um update futuro, mas esse será pago, provavelmente.

Reprodução: SNK

Conclusão

Fatal Fury: City of the Wolves traz de volta o estilo bruto de jogabilidade da série, que já era mais cadenciado em Garou: MOTW, se distanciando do estilo mais frenético de King of Fighters XV e de seus concorrentes diretos, como Street Fighter 6 e os jogos da Arc System.

Temos aqui uma evolução do combate de Garou: Mark of the Wolves, juntando suas mecânicas com algumas ferramentas modernas inspiradas em Street Fighter 6. Isso traz uma complexidade comum na cena de jogos de luta de hoje e pode atrair jogadores que buscam algo diferente no gênero.

A curva de aprendizado porém pode ser brutal com iniciantes, principalmente que muitos combos envolvem cancelamento de golpes no meio da animação, e o online prova que a barra de habilidade já está lá em cima, mesmo antes do lançamento oficial do jogo.

No fim, resta ao jogador decidir se vale se aventurar no aprendizado, vendo vídeos e perdendo bastante, ou se ele vai largar o game após terminar os modos offline.

De toda forma, Fatal Fury: City of the Wolves diverte e trás de volta o lobo faminto da SNK com muita classe.

Nota: 8,0/10

 

___________________________________________________________________________________________________________________
Esta análise foi feita com uma cópia do jogo para PlayStation 5, cedida gentilmente pela SNK. Fatal Fury: City of the Wolves está disponível para PlayStation 4, PlayStation 5, Xbox Series S|X e PC.

Reprodução: SNK

O post Fatal Fury: City of the Wolves | Análise apareceu primeiro em Arquivos do Woo.

]]>
https://www.arquivosdowoo.com.br/2025/04/29/fatal-fury-city-of-the-wolves-analise/feed/ 0
Tire Onda (de Poder) com a chegada de Terry Bogard em Street Fighter™ 6 em 24 de setembro! https://www.arquivosdowoo.com.br/2024/08/20/tire-onda-de-poder-com-a-chegada-de-terry-bogard-em-street-fighter-6-em-24-de-setembro/ https://www.arquivosdowoo.com.br/2024/08/20/tire-onda-de-poder-com-a-chegada-de-terry-bogard-em-street-fighter-6-em-24-de-setembro/#respond Tue, 20 Aug 2024 23:34:02 +0000 https://www.arquivosdowoo.com.br/?p=17390 Personagem teve jogabilidade revelada na Gamescom 2024 Opening Night Live Encha sua barra de energia quando Terry Bogard, veterano da série Fatal Fury, da SNK, chegar em Street Fighter™ 6 no dia 24 de setembro de 2024 como o novo personagem jogável – e primeiro convidado a aparecer em um jogo da série Street Fighter™ – no PlayStation®5, PlayStation®4, Xbox […]

O post Tire Onda (de Poder) com a chegada de Terry Bogard em Street Fighter™ 6 em 24 de setembro! apareceu primeiro em Arquivos do Woo.

]]>
Personagem teve jogabilidade revelada na Gamescom 2024 Opening Night Live

Encha sua barra de energia quando Terry Bogard, veterano da série Fatal Fury, da SNK, chegar em Street Fighter™ 6 no dia 24 de setembro de 2024 como o novo personagem jogável – e primeiro convidado a aparecer em um jogo da série Street Fighter™ – no PlayStation®5, PlayStation®4, Xbox Series X|S, and PC via Steam. Tivemos um gostinho do trailer de jogabilidade de Terry durante a Gamescom 2024 Opening Night Live, com uma versão estendida sendo lançada em seguida.

Os jogadores poderão ter a experiência completa com Terry nos três modos, incluindo o Fighting Ground e Battle Hub, além de encontrá-lo como novo Mestre de Metro City, no modo World Tour. Ao apresentar a lista de movimentos do personagem, inspirados nas mecânicas da série Fatal Fury, da SNK, a Capcom também revelou um novo traje e um estágio que serão lançados junto com o Lendário Lobo Faminto, no mês que vem!

Hora de vestir a jaqueta, botar o boné na cabeça e conferir as novidades que chegam com Terry:

  • Novo Traje: Experimente o Traje 2 de Terry, inspirado em seu visual de Fatal Fury: City of the Wolves, onde ele veste uma jaqueta marrom e jeans. Adquira esse visual retrô super estiloso ao maximizar o vínculo com Terry no World Tour, ou utilizando as Fighter Coins.
  • Novo Estágio: Deixe a festa rolar com Terry no novo estágio Pao Pao Cafe 6 e encontre todas as referências e participações especiais da série Fatal Fury! Aqueles que possuírem o Year 2 Ultimate Pass receberão acesso automático a Terry e o novo estágio no dia 24 de setembro. A nova tela também pode ser adquirida individualmente usando os Fighter Coins ou os Bilhetes Drive.

Terry está pronto para lutar com seus ataques lendários e a sua extensa lista de golpes da série Fatal Fury, como o Power Geyser e o Passing Sway:

  • Passing Sway: Um combo que joga o oponente para a parte de trás da arena, e faz com que Terry reapareça de frente ou atrás dele ao utilizar o Jumping Lariat ou o Jumping Knee – uma mecânica que veio diretamente da série Fatal Fury!
  • Power Wave: Lance um projétil de fogo que atravessa o chão, com a versão leve sendo mais lenta e a versão média se transformando em uma onda maior.
  • Burn Knuckle: Uma investida com soco explosivo, usado para surpresas e ataques a curta distância. A versão mais leve, Quick Burn, começa com um gancho e, em seguida, vira um soco descendente que não pode ser bloqueado pelo oponente caso esteja agachado.
  • Buster Wolf: A Super Arte Nível 1 de Terry o impulsiona para frente com muita força, liberando uma explosão de energia invencível no momento do disparo.
  • Power Geyser: A Super Arte Nível 2 de Terry cria uma super explosão de energia que empurra o oponente para trás. Caso o atinja, é possível gastar 3 Barras de Drive para engatar um segundo ataque com o Twin Geyser. E caso esse também atinja, gaste mais 1 medidor de Super Arte para o icônico Triple Geyser.
  • Rising Fang: A Super Arte Nível 3 de Terry enche a tela com uma sequência de ataques letais mostrando os golpes icônicos do personagem, concluindo com uma mega explosão.

Terry chega pronto para detonar, a partir do mês que vem, para os jogadores que adquiriram o Character Pass Year 2 ou o Ultimate Pass Year 2. O tirano M. Bison (já disponível), e o descolado Terry serão acompanhados, em breve, por Mai (Início de 2025), e Elena (segundo trimestre de 2025), que encerrarão o Ano 2 de Street Fighter™ 6. Fique ligado para mais detalhes!

O post Tire Onda (de Poder) com a chegada de Terry Bogard em Street Fighter™ 6 em 24 de setembro! apareceu primeiro em Arquivos do Woo.

]]>
https://www.arquivosdowoo.com.br/2024/08/20/tire-onda-de-poder-com-a-chegada-de-terry-bogard-em-street-fighter-6-em-24-de-setembro/feed/ 0
The King of Fighters 2000 | Análise https://www.arquivosdowoo.com.br/2024/04/07/the-king-of-fighters-2000-analise/ https://www.arquivosdowoo.com.br/2024/04/07/the-king-of-fighters-2000-analise/#comments Sun, 07 Apr 2024 19:39:34 +0000 https://www.arquivosdowoo.com.br/?p=16715 Depois de uma longa temporada de altos e baixos no primeiro PlayStation, The King of Fighters 2000 chegou ao PlayStation 2 depois da longa reformulação que a SNK passava na época: a empresa passou a se chamar Playmore e passou a contar com ajuda de estúdios externos para continuar produzindo seus jogos com a mesma […]

O post The King of Fighters 2000 | Análise apareceu primeiro em Arquivos do Woo.

]]>
Depois de uma longa temporada de altos e baixos no primeiro PlayStation, The King of Fighters 2000 chegou ao PlayStation 2 depois da longa reformulação que a SNK passava na época: a empresa passou a se chamar Playmore e passou a contar com ajuda de estúdios externos para continuar produzindo seus jogos com a mesma frequência que eles costumavam.

Reprodução: Internet

Welcome to The King of Fighters 2000

Apesar de ter sido lançado em DVD-ROM, The King of Fighters 2000 infelizmente não vai muito longe como acontecera em “99′ Evolution” no Dreamcast. Nada de cenários poligonais, som 5.1 ou reformulações nos menus; o que temos é uma versão que utiliza das capacidades do PlayStation 2 para não trazer tantos cortes quanto as versões para PS1 com um novo modo de jogo e extras que já vamos destrinchar.

LEIAM – Meu setup e uma breve introdução ao mundo RGB

KOF 2000 foi o último jogo da série produzido pela equipe original da SNK antes de ter sua falência declara em março de 2001, então no jogo original havia uma grande quantidade de “Extra Strikers” que eram personagens menores na história do jogo ou de jogos menos conhecidos da empresa como G Mantle ou Syo Kusanagi.

No PS2, a Playmore incluiu 10 novos Extra Strikers: Heavy D!, Lucky Glauber, Brian Battler, Orochi Iori, Orochi Leon, Krauser, Mr. Big, Heidern, Orochi e Krizalid.

King of Fighters 2000
Reprodução: Internet

O Party Mode e a história

A novidade de The King of Fighters 2000 ficou por conta do Party Mode, que nada mais é que um nome bonitinho para um modo “Survival” no qual o quão mais longe você vai, o jogo vai liberando os 10 Extra Strikers. É necessário derrotar 99 oponentes sem ser derrotado para desbloquear todos. Os Extra Strikers da versão Arcade, que eram acessados através de códigos, já vem desbloqueados por padrão na versão japonesa do jogo, porém na ocidental ainda é necessário fazer o código. (Cima, Esquerda 3x, Direita 3x, Baixo com os personagens Chang, Choi, Iori, Kula, Ryo, Ramon ou Kyo selecionados como Striker).

LEIAM – Tekken 8 | O Melhor jogo de luta 3D da atualidade

Na história do jogo, o sindicato secreto NESTS (não mais secreto neste ponto), mais uma vez financia o torneio KOF para completar as suas ambições de dominar o mundo. Depois da fuga de suas das “armas” mais poderosas da NESTS (K’ e Maxima), eles recebem os seus convites para o torneio que é observado com muita cautela pelos governos mundiais. 2 sombras na escuridão irão decidir o futuro do torneio…

King of Fighters 2000
Reprodução: Internet

O combate e a questão gráfica

O sistema de combate em si se manteve intacto em relação ao Arcade, com aquelas pequenas atualizações cirúrgicas no timing de certos combos e golpes mais “apelativos”. No Gallery Mode, não temos uma galeria com artes do jogo ou finais/cutscenes para assistir como em The King of Fighters ’99 no PS1; como um pequeno extra, a Playmore decidiu incluir as aberturas de KOF ’94 ao ’99 desbloqueadas através de alguns objetivos. Alguns deles são bem simples, mas um deles é bem difícil e pode te fazer desistir com uma certa facilidade.

LEIAM – South Park: A Fenda que Abunda Força | Uma continuação ainda mais polêmica?

O gráfico do The King of Fighters 2000 não recebeu nenhum grande trabalho conforme supracitado, mas a Playmore se utilizou da capacidade do PS2 para aumentar a quantidade de animações em alguns cenários como efeitos de partícula de areia ou iluminação com mais detalhes que a versão Arcade. É um detalhe pequeno que não ajuda muito o jogo frente à outros lançamentos da época, mas já é alguma coisa. Isso acabou ajudando em outro fator importante: o jogo praticamente não trás tempos de carregamento antes, durante ou depois da luta.

No Japão, o jogo foi lançado em 28 de Novembro de 2002, porém no ocidente ele chegou um pouco mais tarde. O lançamento nos Estados Unidos foi em 09 de Dezembro de 2003 em um pacote chamado “The King of Fighters 00/01”, que trazia 2 discos com The King of Fighters 2000 e 2001, respectivamente. Uma coleção de 8 cartões colecionáveis foi distribuída com essa cópia, que trazia apenas um cartão em cada caixa. Na Europa, o jogo foi lançado pela Ignition Entertainment em 26 de Novembro de 2004 no mesmo formato, porém com uma capa nova e sem os cartões colecionáveis.

King of Fighters 2000
Reprodução: Internet

Concluindo

No Japão, o jogo foi relançado no selo SNK Best em 18 de Novembro de 2004 e lançado no selo “PS2 Classics” do PlayStation 4 em 18 de Março de 2015.

The King of Fighters 2000 não é nem de longe um dos melhores KOF já lançados, mas esse seu lançamento no PS2 embora seja bem simples e até vergonhoso se comparado com outros títulos da época, não faz feio no departamento de jogabilidade.

Se você procura um desafio elevado para desbloquear todos os extras ou apenas conhecer a série, esse jogo pode ser uma boa porta de entrada para se conhecer bem o sistema de “Strikers” que foi introduzido na ’99 e foi expandido em lançamentos subsequentes.

Qualquer versão desse jogo é igualmente aproveitável, visto que a única diferença entre as 3 versões (Neo Geo, Dreamcast e PlayStation 2) é a quantidade de extras e a qualidade de animação do cenário.

————————–

Essa análise foi realizado com uma cópia da versão de PlayStation 2

O post The King of Fighters 2000 | Análise apareceu primeiro em Arquivos do Woo.

]]>
https://www.arquivosdowoo.com.br/2024/04/07/the-king-of-fighters-2000-analise/feed/ 1
KOF XV dá boas-vindas ao personagem DLC KIM KAPHWAN em 4 de abril e anuncia GOENITZ como DLC gratuito https://www.arquivosdowoo.com.br/2023/04/05/kof-xv-da-boas-vindas-ao-personagem-dlc-kim-kaphwan-em-4-de-abril-e-anuncia-goenitz-como-dlc-gratuito/ https://www.arquivosdowoo.com.br/2023/04/05/kof-xv-da-boas-vindas-ao-personagem-dlc-kim-kaphwan-em-4-de-abril-e-anuncia-goenitz-como-dlc-gratuito/#respond Wed, 05 Apr 2023 00:21:49 +0000 https://www.arquivosdowoo.com.br/?p=13590 A SNK CORPORATION (Sede corporativa: Osaka City, Osaka, Japão; Presidente e CEO da empresa: Kenji Matsubara) tem o orgulho de anunciar a chegada do personagem DLC KIM KAPHWAN em THE KING OF FIGHTERS XV (KOF XV), em 4 de abril de 2023. Outro personagem DLC, GOENITZ, também estará disponível gratuitamente no inverno de 2023. O […]

O post KOF XV dá boas-vindas ao personagem DLC KIM KAPHWAN em 4 de abril e anuncia GOENITZ como DLC gratuito apareceu primeiro em Arquivos do Woo.

]]>
A SNK CORPORATION (Sede corporativa: Osaka City, Osaka, Japão; Presidente e CEO da empresa: Kenji Matsubara) tem o orgulho de anunciar a chegada do personagem DLC KIM KAPHWAN em THE KING OF FIGHTERS XV (KOF XV), em 4 de abril de 2023. Outro personagem DLC, GOENITZ, também estará disponível gratuitamente no inverno de 2023.

O personagem DLC KIM KAPHWAN faz sua tão esperada aparição na 2ª temporada de KOF XV, logo após SHINGO YABUKI! Suas marcas registradas são sua miríade de especiais no ar e eficazes ataques de salto.

Além dos personagens DLC pagos, GOENITZ, o chefe de The King of Fighters ’96 faz seu retorno triunfal em KOF XV neste inverno, de graça.

No geral, a Temporada 2 de KOF XV contém sete novos personagens: de SHINGO YABUKI a KIM KAPHWA, bem como SYLVIE PAULA PAULA, GOENITZ (DLC gratuito) e NAJD no inverno – para não mencionar outros dois lutadores no horizonte – e se molda para ser uma temporada positivamente cheia de ação. Todos os seis DLCs pagos estão disponíveis no Fighter Pass.

O post KOF XV dá boas-vindas ao personagem DLC KIM KAPHWAN em 4 de abril e anuncia GOENITZ como DLC gratuito apareceu primeiro em Arquivos do Woo.

]]>
https://www.arquivosdowoo.com.br/2023/04/05/kof-xv-da-boas-vindas-ao-personagem-dlc-kim-kaphwan-em-4-de-abril-e-anuncia-goenitz-como-dlc-gratuito/feed/ 0
Promoção da SNK chega ao STEAM com 75% de Desconto no KOF XV! https://www.arquivosdowoo.com.br/2023/02/10/promocao-da-snk-chega-ao-steam-com-75-de-desconto-no-kof-xv/ https://www.arquivosdowoo.com.br/2023/02/10/promocao-da-snk-chega-ao-steam-com-75-de-desconto-no-kof-xv/#respond Fri, 10 Feb 2023 22:18:22 +0000 https://www.arquivosdowoo.com.br/?p=13391 O Teste Beta da Comunidade Rollback Netcode de SAMURAI SHOWDOWN também começa hoje no Steam SNK CORPORATION tem o prazer de anunciar que a Promoção de Final de Semana da SNK no Steam começou a partir de hoje, de 10 a 17 de fevereiro de 2023. A venda inclui descontos em todos os títulos e […]

O post Promoção da SNK chega ao STEAM com 75% de Desconto no KOF XV! apareceu primeiro em Arquivos do Woo.

]]>
O Teste Beta da Comunidade Rollback Netcode de SAMURAI SHOWDOWN também começa hoje no Steam

SNK CORPORATION tem o prazer de anunciar que a Promoção de Final de Semana da SNK no Steam começou a partir de hoje, de 10 a 17 de fevereiro de 2023.

A venda inclui descontos em todos os títulos e trilhas sonoras da SNK para PC no Steam, com um enorme desconto de 75% em The King Of Fighters XV – o maior desconto até agora desde o lançamento do jogo.

Após o lançamento no mês passado do conteúdo da 2ª temporada de The King of Fighters XV, os passes de temporada/equipe e todas as equipes de DLC também terão desconto.

Outras ofertas incluem 75% de desconto no SAMURAI SHODOWN, para celebrar o Teste Beta da Comunidade Rollback Netcode, que também foi lançado hoje. Todos os proprietários de SAMURAI SHODOWN (2019) podem participar no teste Beta de 10 de fevereiro, às 20h do horário de Brasília, até 17 de fevereiro, às 20h do horário de Brasília.

Todos os personagens do DLC de SAMURAI SHODOWN também estão disponíveis a um preço com desconto na Promoção da Editora SNK.

Segue alguns dos títulos em promoção:

  • The King of Fighters XV – De R$ 157,99 por R$ 39,49
  • SNK vs. Capcom: The Match of the Millenium – de R$ 19,99 por R$ 9,99
  • Metal Slug XX – De R$ 37,99 por R$ 9,49

Para mais detalhes basta acessar a  página da publicadora no Steam: https://store.steampowered.com/sale/SNKPublisherSale2023

O post Promoção da SNK chega ao STEAM com 75% de Desconto no KOF XV! apareceu primeiro em Arquivos do Woo.

]]>
https://www.arquivosdowoo.com.br/2023/02/10/promocao-da-snk-chega-ao-steam-com-75-de-desconto-no-kof-xv/feed/ 0
#PlayWoo | Metal Slug XX do início ao fim https://www.arquivosdowoo.com.br/2018/11/16/playwoo-metal-slug-xx-do-inicio-ao-fim/ https://www.arquivosdowoo.com.br/2018/11/16/playwoo-metal-slug-xx-do-inicio-ao-fim/#respond Fri, 16 Nov 2018 08:59:46 +0000 https://www.arquivosdowoo.com.br/?p=4345 Todos nós adoramos Metal Slug, até mesmo quem diz não gostar acaba gostando, e aproveitando essa onda de lives que iniciamos, decidi subir minha jogatina completa de Metal Slug Double X. Espero que todos vocês gostem do conteúdo, foi bem divertido jogá-lo ao vivo e contar com a presença de alguns colegas e novos seguidores […]

O post #PlayWoo | Metal Slug XX do início ao fim apareceu primeiro em Arquivos do Woo.

]]>
Todos nós adoramos Metal Slug, até mesmo quem diz não gostar acaba gostando, e aproveitando essa onda de lives que iniciamos, decidi subir minha jogatina completa de Metal Slug Double X.

Espero que todos vocês gostem do conteúdo, foi bem divertido jogá-lo ao vivo e contar com a presença de alguns colegas e novos seguidores interagindo.

Quanto ao jogo, só posso dizer que ele é muito divertido mas tremendo papa-ficha.

O post #PlayWoo | Metal Slug XX do início ao fim apareceu primeiro em Arquivos do Woo.

]]>
https://www.arquivosdowoo.com.br/2018/11/16/playwoo-metal-slug-xx-do-inicio-ao-fim/feed/ 0
ACA Neo Geo Super Sidekicks | Revisitando um clássico no Nintendo Switch https://www.arquivosdowoo.com.br/2018/02/21/aca-neo-geo-super-sidekicks-revisitando/ https://www.arquivosdowoo.com.br/2018/02/21/aca-neo-geo-super-sidekicks-revisitando/#respond Wed, 21 Feb 2018 14:23:00 +0000 https://www.arquivosdowoo.com.br/2018/02/21/aca-neo-geo-super-sidekicks-revisitando/ Console novo é uma desgraça, não é mesmo? Não digo novo em suas mãos, mas novo de modo geral. Poucas opções na biblioteca ou uma série de jogos que com certeza vão te fazer pensar daqui a uns três anos sobre qual motivo esdrúxulo te fez gastar dinheiro com aquilo, o que normalmente sempre leva […]

O post ACA Neo Geo Super Sidekicks | Revisitando um clássico no Nintendo Switch apareceu primeiro em Arquivos do Woo.

]]>
ACA Neo Geo Super Sidekicks | Revisitando um clássico no Nintendo Switch

Console novo é uma desgraça, não é mesmo? Não digo novo em suas mãos, mas novo de modo geral. Poucas opções na biblioteca ou uma série de jogos que com certeza vão te fazer pensar daqui a uns três anos sobre qual motivo esdrúxulo te fez gastar dinheiro com aquilo, o que normalmente sempre leva à conclusão de que foi apenas empolgação.


Sabendo disso, muitas empresas espertas tiram proveito da limitação da quantidade de jogos disponíveis para plataformas novas, como é o caso do Nintendo Switch. Uma delas, a Hamster, têm obtido bastante sucesso com essa estratégia, relançando jogos de Neo Geo (MVS) no console da Nintendo, alcançando o incrível número de UM JOGO POR SEMANA. Não é ruim ter esses jogos de forma fácil e portátil (e legalmente, mas  não me importo com isso nesse caso), sem falar que 90% de tudo que saiu para o fliperama da SNK era de boa qualidade, tirando talvez os jogos de quiz que raramente eram traduzidos. Enfim, o preço está bem acessível e eu acabei cometendo o pecado de pegar um desses relançamentos pra testar. 


E qual seria a escolha óbvia? KOF? Art of Fighting? Sim! Mas o que eu peguei? Um game de futebol.



Confesso que esse era um dos mais baratos e eu queria uma alternativa ao Mario Kart 8 Deluxe, principalmente depois de gastar 130 horas fazendo tudo possível no Zelda BotW (review em breve?). Eu gosto muito de futebol, porém os FIFAs e PES perderam o charme que jogos de videogame sempre tiveram, se tornando simuladores que atendem as necessidades de um público que infelizmente eu não me encaixo. Gosto de jogos com um leve tom de arcade, com controles que te permitem realizar jogadas plásticas e bonitas. 

(adsbygoogle = window.adsbygoogle || []).push({});



Esse tipo de jogabilidade sempre pôde ser encontrada em clássicos como International Superstar Soccer Deluxe (SNES/PS1/Mega), Winning Eleven 2000 (PS1) e outros como Fifa Street (PSP/GC/PS2/Xbox). Uma das alternativas a essas versões de console eram os jogos de fliperama, que sempre chamaram minha atenção. Talvez porque eu podia jogar muito pouco ou pelos seus gráficos, sempre um nível acima do que a gente jogava em casa…  e um deles era o Super Sidekicks.



Lançado em 1993, Super Sidekicks (ou Tokuten Ou, “Rei Artilheiro”) foi o primeiro jogo de futebol da SNK, e não fez feio! Tanto que a série teve duas sequências na mesma plataforma, sempre evoluindo em termos de gráficos e controles. Nesta primeira versão, temos controles simples, usando apenas os botões A e B do Neo Geo, que alternam sua função de acordo com a posição do jogador, mais ou menos como ocorre com o botão A em Zelda: Ocarina of Time


Em relação aos times, temos apenas 12 seleções, sendo elas: Alemanha, Itália, Espanha, Inglaterra, México e Japão (Grupo A) e Argentina, BRASIL, Holanda, França, Estados Unidos e Coreia do Sul (Grupo B). No modo single player, seu objetivo é enfrentar os outros times do seu grupo e depois disputar dois jogos eliminatórios contra os times campeões do outro grupo, zerando ou no caso, se tornando campeão mundial (yay!).


Em termos de jogabilidade, ele tem uma pegada simples. Como disse cima, você usa 2 botões e o direcional. O botão A serve para tocar ou chutar (caso esteja perto do gol), enquanto o B dá o famoso “chutão”. Sem a bola, o A dá carrinho (mah!) e o B EMPURRA O ADVERSÁRIO, sendo esse um movimento muito engraçado, pois raramente resulta em falta. Tomar a bola também pode ser feito passando na frente do jogador adversário, sendo essa a forma mais fácil de recuperação, visto que os outros métodos são mais próprios para emergências.


Outro fator diferencial nesse jogo, que aliás, não lembro de ter em outros da série, é o jogador “Ace”, que é sempre o cara mais rápido e habilidoso do seu time. Depois de jogar por um tempo, você percebe que a forma correta de jogar é passar a bola sempre pra esse artilheiro, pois as chances de gol com ele são muito maiores do que com os outros bonecos, principalmente em partidas mais avançadas. Aliás, sobre as partidas, é curioso notar que elas só possuem um tempo, o que te força a fazer gol rapidamente, já que virar é extremamente difícil devido a limitação de tempo e da própria CPU, que constantemente fica mais difícil depois de garantir a vantagem sobre você.


Super Sidekicks é muito bonito para um jogo de 1993. As animações são ótimas, principalmente quando acontece algum evento durante o jogo (gol, falta, pênalti, etc). Outro detalhe interessante é que a câmera muda ligeiramente de perspectiva dependendo da partida, simulando mais ou menos uma transmissão de TV, que obviamente não tem o mesmo ângulo dependendo do estádio. 


Algo que me desagrada um pouco infelizmente é o som, pois nessa versão, existe uma música que toca durante todas as partidas, diferentemente das sequências da série, onde foram adicionados gritos de torcidas, mais de acordo com um game de esporte.




Acerca especificamente da versão de Switch (que também pode ser encontrada no PS4/XONE e PC), é infelizmente notável como o trabalho da Hamster é de má qualidade, principalmente se dando ao fato de quanto dinheiro eles estão ganhando com esses relançamentos.


Vou separar os pontos positivos e negativos em tópicos:


Positivos:


– Menus permitem filtros, porém são limitados e não chegam ao nível de emuladores;
– Controles remapeáveis e de boa qualidade, mesmo no joycon do Switch;


Negativos:


– Não é possível mudar entre a versão arcade e console do jogo;
– Algumas opções possuem descrição de OUTRO GAME, como a redução de “flash” na tela, onde aparece uma menção ao especial do Billy Kane, provavalmente retirada do relançamento de algum Fatal Fury. 
– Não é possível mudar a língua do jogo, coisa comum nos jogos de Neo Geo. Falta de esmero total.


 Lembrando que isso não tira as qualidades do jogo em si, que pode ser perfeitamente aproveitado da forma que foi concebido para arcades, mas visto que Neo Geo já foi tão melhor portado ou executado em outras plataformas, fica meio azedo o gosto na boca ao jogar um port seco assim, principalmente custando R$25,00.  Por fim, recomendo somente para aqueles que querem se dar ao luxo de jogar esse tipo de jogo em consoles da geração atual, visto que a emulação é sempre a melhor opção nesse caso. 


A própria SNK já fez compilações e ports melhores de seus jogos – como as de King of Fighters e Samurai Shodown – e enquanto aquela qualidade não for atingida, eu vou continuar sem dar meu dinheiro pra reviver esses clássicos. Agora, se você tá afim de baixar um emulador, recomendo o NeoRageX ou o Retroarch. São opções infinitamente melhores de se aproveitar esse clássico.



O post ACA Neo Geo Super Sidekicks | Revisitando um clássico no Nintendo Switch apareceu primeiro em Arquivos do Woo.

]]>
https://www.arquivosdowoo.com.br/2018/02/21/aca-neo-geo-super-sidekicks-revisitando/feed/ 0
#PlayWoo | Samurai Shodown: Warriors Rage https://www.arquivosdowoo.com.br/2016/01/28/samurai-shodown-warriors-rag/ https://www.arquivosdowoo.com.br/2016/01/28/samurai-shodown-warriors-rag/#respond Thu, 28 Jan 2016 20:34:57 +0000 https://www.arquivosdowoo.com.br/?p=5541 Samurai Shodown: Warriors Rage não é um titulo muito comentado pelos fãs da franquia mais famosa de samurais da SNK. ASSISTAM TAMBÉM: Farsando ao vivo com Resident Evil 2 Como não havia tido nenhum contato anterior com o titulo, resolvi dedicar uma folga minha para jogar o game em live e a experiência foi no […]

O post #PlayWoo | Samurai Shodown: Warriors Rage apareceu primeiro em Arquivos do Woo.

]]>
Samurai Shodown: Warriors Rage não é um titulo muito comentado pelos fãs da franquia mais famosa de samurais da SNK.

ASSISTAM TAMBÉM: Farsando ao vivo com Resident Evil 2

Como não havia tido nenhum contato anterior com o titulo, resolvi dedicar uma folga minha para jogar o game em live e a experiência foi no mínimo, surpreendente.

O post #PlayWoo | Samurai Shodown: Warriors Rage apareceu primeiro em Arquivos do Woo.

]]>
https://www.arquivosdowoo.com.br/2016/01/28/samurai-shodown-warriors-rag/feed/ 0