Arquivos Silent Hill - Arquivos do Woo https://www.arquivosdowoo.com.br/tag/silent-hill/ Um pouco de tudo na medida certa Sat, 17 Sep 2022 22:51:52 +0000 pt-BR hourly 1 https://wordpress.org/?v=6.9 https://www.arquivosdowoo.com.br/wp-content/uploads/2020/12/cropped-logo-150x150.png Arquivos Silent Hill - Arquivos do Woo https://www.arquivosdowoo.com.br/tag/silent-hill/ 32 32 Silent Hill | Esqueçam aquela continuação intragável em 3D https://www.arquivosdowoo.com.br/2022/09/17/silent-hill-esquecam-aquela-continuacao-intragavel-em-3d/ https://www.arquivosdowoo.com.br/2022/09/17/silent-hill-esquecam-aquela-continuacao-intragavel-em-3d/#respond Sat, 17 Sep 2022 22:51:52 +0000 https://www.arquivosdowoo.com.br/?p=11857 Essa deve ser a terceira vez que tento reescrever um antigo texto de 2017 sobre a duologia Silent Hill, de quando ainda usava o blogger. Mas acho que agora consigo sintetizar melhor os meus sentimentos quanto ao segundo filme, de modo que não soe tão raivoso quanto o texto original. Comecemos pelo fato de que […]

O post Silent Hill | Esqueçam aquela continuação intragável em 3D apareceu primeiro em Arquivos do Woo.

]]>
Essa deve ser a terceira vez que tento reescrever um antigo texto de 2017 sobre a duologia Silent Hill, de quando ainda usava o blogger. Mas acho que agora consigo sintetizar melhor os meus sentimentos quanto ao segundo filme, de modo que não soe tão raivoso quanto o texto original.

Comecemos pelo fato de que eu adoro Terror em Silent Hill. É um filme que assisti por diversas vezes e, continua muito bom até nos dias de hoje.

Enquanto os filmes atuais se beneficiam de recursos tecnológicos que permitem a produção de filmes quase todo feito em CGI e fundo verde, o terror que o diretor Christophe Gans levou a Silent Hill se destaca ainda mais devido aos recursos criativos que possibilitaram criaturas terríveis e criveis na telona – Quem teve a oportunidade de conferir os extras do DVD sabe do que estou dizendo, mas se não viu, então confira aqui.

Na verdade acho que vale a pena discorrer um pouco sobre o diretor Christophe Gans, pois ele é uma figura importante aqui.

Terror em Silent Hill
Reprodução: YouTube

Começando com o diretor

Christophe Gans tem experiência no gênero horror e sabe lidar com orçamento modesto, sempre driblando as limitações de forma criativa. Ele tem em seu currículo alguns filmes que deixam isso bem claro, entre eles uma adaptação cinematográfica dos contos de Lovecraft: Necronomicon (1993), onde dirigiu o conto “The Drowned”. Esse filme conta com uma das cenas mais perturbadoras da minha infância, que é o homem derretendo.

Deixando o horror de lado, temos o filme Lágrimas de um Guerreiro (1995), uma adaptação do mangá Crying Freeman de Kazuo Koike. Gans mais uma vez dirige e escreve o roteiro da obra. É a partir daqui que Gans começa a trabalhar com o ator porradeiro Mark Dacascos, que dá vida ao assassino chorão. Também marca a parceria com Samuel Hadida que o coloca a frente dos filmes que viria a produzir anos depois: O Pacto dos Lobos (2001) também com Mark Dacascos, e enfim Silent Hill (2006).

LEIAM – Resident Evil | Será que os filmes são ruins?

Quanto ao papel do Samuel Hadida nessa história, bem, ele produziu uma infinidade de filmes, mas se fosse destacar algo, provavelmente seria as horrorosas adaptações de Resident Evil e o Silent Hill: Revelações em 3D. Por outro lado, Christophe Gans é um grande fã de vídeo games e partiu dele a iniciativa de produzir um filme sobre Silent Hill:

“Na verdade, na verdade, joguei o primeiro (Silent Hill) cinco anos atrás e estava no meio do jogo quando liguei para Samuel e disse: ‘Sabe, temos que fazer um filme dele.’ Então, passamos cinco anos para falar sobre esse filme e  que foi muito longo alcançar o povo da Konami e os convencê-los de que faríamos algo muito fiel ao jogo, porque o time de Silent Hill é um time de três ou quatro caras e eles são muito, muito conscientes sobre o que eles alcançaram. E eles não queriam que ninguém estragasse seu trabalho. Então foi um longo trabalho convencê-los a aceitar que faríamos o filme com muito cuidado.”

Terror em Silent Hill
Reprodução: Internet

O terror que rasteja em Silent Hill

Ainda sobre efeitos especiais de Terror em Silent Hill, vale a pena dedicar um paragrafo a uma das criaturas do filme, pois se existe algo que realmente nos pega na obra é o fato de que as criaturas que surgem realmente causam desconforto e medo, principalmente daqueles que desconhecem a obra original.

Como não temer e sentir nojo da criatura que o zelador  Colin se torna, talvez uma das criaturas mais asquerosas do longa.

Colin foi interpretado por Roberto Campanella, que também interpreta o famoso Pyramid Head, mas que sem querer acabou nos entregando uma criatura muito mais aterrorizante. Com os pés amarrados com arame a cabeça  e arrastando o órgão sexual no chão, Colin rasteja pelos corredores da escola de Silent Hill sem conseguir ver a onde vai, emitindo um som que mescla prazer e dor enquanto movimenta a língua de forma sexual e incontrolada.

LEIAM – Tutorial de Combate do Xenoblader BR

A criatura não tem tanto tempo de tela, aparece em situações bem pontuais. No primeiro momento o vemos seu corpo contorcido e preso por arames dentro do banheiro e com uma nota dentro da boca. Na segunda aparição descobrimos que Colin, o zelador, abusou sexualmente de Alessa ( Se reclamar de spoiler, vou mandar a merda) e na terceira o veremos se rastejando e evocando creepers.

Isso nos leva a um ponto importante: Colin foi criado para o filme com base em um cadáver que o diretor Christophe Gans se deparou enquanto jogava o primeiro titulo. Esse é um daqueles raros casos em que enxergamos como é importante conhecer o material em que você está trabalhando.

Diferente de Resident Evil que usa do material existente e ainda entrega uma atrocidade. Tal como as adaptações do Uwe Boll (Salvo a adaptação do “Postal”, esse é bom`).

Reprodução: Internet

O tempo destrói tudo

Mas não é o caso de Terror em Silent Hill que mesmo após 16 anos, seus efeitos especiais transparecem bem pouco a idade, dando conta do recado graças aos cuidados da produção com cenário e iluminação, que permitiu cenas como a transição de mundo real para o mundo sombrio não ficarem feias.

Ou a cena inicial que remete ao início do primeiro jogo, que é inclusive um dos meus momentos prediletos no filme,  onde temos Rose lidando pela primeira vez com criaturas que só Silent Hill poderia proporcionar. E falando sobre Rose, a protagonista do filme.

Trocar Harry pela Rose não afetou em nada a trama, isso porque ela só teve a ganhar ao explorar o elo entre mãe e filha. O que foi um excelente contraponto, visto que Dahlia é uma figura atormentada por não ter tido forças o suficiente para proteger sua filha Alessa.

Reprodução: Internet

Então chegamos ao derradeiro final

Aquele momento em que o filme precisa acabar e as respostas precisam ser dadas, e aqui o filme brilha novamente ao entregar a vingança que ansiamos desde o momento em que descobrimos toda a verdade sobre Silent Hill. Somos brindados com um banho de sangue que dá gosto de se ver.

Coprotagonistas são mortos, infelizmente, mas morrem para nos mais uma vez durante o longa de que, as vezes o mal maior não está no sobrenatural mas sim em nós mesmo.

Com um desfecho mais do que satisfatório no primeiro filme e com quase todos os pelos do corpo devidamente eriçado, eu salivava por uma sequencia. Precisava descobrir o que houve com Rose, o que seria de Silent Hill a partir de agora?

Bem, a resposta veio e sendo bem franco e direto com todos vocês: Esqueçam aquela continuação intragável em 3D. Esqueçam a Alessa fã da banda KISS.

 

O post Silent Hill | Esqueçam aquela continuação intragável em 3D apareceu primeiro em Arquivos do Woo.

]]>
https://www.arquivosdowoo.com.br/2022/09/17/silent-hill-esquecam-aquela-continuacao-intragavel-em-3d/feed/ 0
Criadores de Resident Evil e Silent Hill se sentam para um bate-papo imperdível https://www.arquivosdowoo.com.br/2022/03/31/criadores-de-resident-evil-e-silent-hill/ https://www.arquivosdowoo.com.br/2022/03/31/criadores-de-resident-evil-e-silent-hill/#respond Thu, 31 Mar 2022 13:15:57 +0000 https://www.arquivosdowoo.com.br/?p=10558 Shinji Mikami e Keiichiro Toyama, são dois dos maiores, senão os maiores, nomes da indústria dos vídeo games quando pensamos no gênero survival horror. E para a surpresa de todos os fãs, essas duas grandes figuras se reuniram para um bate-papo onde compartilharam histórias, experiências e falaram um pouco sobre suas maiores obras, Resident Evil […]

O post Criadores de Resident Evil e Silent Hill se sentam para um bate-papo imperdível apareceu primeiro em Arquivos do Woo.

]]>
Shinji Mikami e Keiichiro Toyama, são dois dos maiores, senão os maiores, nomes da indústria dos vídeo games quando pensamos no gênero survival horror. E para a surpresa de todos os fãs, essas duas grandes figuras se reuniram para um bate-papo onde compartilharam histórias, experiências e falaram um pouco sobre suas maiores obras, Resident Evil e Silent Hill.

LEIAM – Resident Evil 2 Remake | Uma aula de como se fazer um remake

O bate-papo aconteceu no Bokeh Game Studio, novo estúdio de Toyama que Shinji Mikami fora visitar. Lá, relembraram os velhos tempos e as liberdades que tinham para criar, além das inspirações que permitiram ambos criarem suas obras atemporais, onde de Toyama de forma descontraída, brincou sobre copiar pequenos detalhes de Resident Evil para ser usado no desenvolvimento de Silent Hill.

Toyama: Obviamente, não fazia sentido simplesmente imitar Resident Evil com Silent Hill; não faria sentido fazer uma cópia. Havia um desafio de tentar fazer todos os fundos com polígonos, porém quando perguntados sobre pequenos detalhes, simplesmente diríamos que copiassem Resident Evil.

Mikami: *risos* É uma técnica famosa quando o diretor está ocupado. Quando você está muito ocupado… Eu mesmo fiz isso no passado. “Claro, apenas faça a mesma coisa que isso”, então eu focaria novamente no quadro maior.

Outro trecho interessante é quando Mikami conta sobre suas frustrações com os filmes de zumbi, e como isso o influenciou na criação de Resident Evil.

Mikami: Eu também assistia a filmes de zumbis quando era estudante, antes de ingressar na Capcom. Na verdade, confirmou que os zumbis não eram a coisa mais assustadora que havia por aí. Zumbis de antigamente eram estúpidos, lentos também. Quando vi Dawn of the Dead pela primeira vez, lembro-me de pensar em como eu sobreviveria, ficaria bravo com os personagens morrendo por causa de suas escolhas estúpidas. Achei que em um jogo, você poderia construir suas próprias escolhas. Você veria isso na sexta-feira 13 também. Você sempre vê esses personagens fugindo juntos, onde um deles tropeça e machuca o tornozelo. Eu sempre penso como eu deixaria aquela pessoa lá e iria embora.

Em outro momento da entrevista Mikami e Toyama relembram da liberdade que tinham para criar, nos anos 90, além das reuniões de estúdios.

Toyama: É difícil transmitir como eram os velhos tempos, quando comecei como diretor, eu faria qualquer coisa. Comecei em um nível em que nos disseram para copiar Resident Evil caso não soubéssemos alguma coisa, eu estava olhando outros jogos para ver como eles funcionavam, nossa estrutura organizacional era próxima de zero. Tínhamos todos mais ou menos a mesma idade, em nossos vinte e poucos anos. Não havia conceito de cronograma ou orçamento. Podíamos fazer o que quiséssemos; se funcionou, ótimo, se não, tudo bem também. Obviamente, isso traz seus próprios problemas, mas me sinto sortudo por poder experimentar esses tempos.

Mikami: Tínhamos mais liberdade trabalhando em jogos do que agora. O ambiente era um inferno, no entanto. Simplificando, era como se fôssemos todos jovens e imprudentes. Ser imprudente quando jovem cria as histórias que tornam nossas bebidas mais saborosas quando somos adultos. É tão divertido sair para beber com pessoas daquela época. Como uma reunião de classe!

Toyama: É mais do que uma reunião.

Esse é um bate-papo que vale muito a pena assistir, até porque trata-se de duas das figuras mais influente da industrias dos jogos. Se você gosta do gênero survival horror, é quase obrigatório conferir

O bate-papo completo pode ser assistido logo abaixo:

Via: Nintendolife

O post Criadores de Resident Evil e Silent Hill se sentam para um bate-papo imperdível apareceu primeiro em Arquivos do Woo.

]]>
https://www.arquivosdowoo.com.br/2022/03/31/criadores-de-resident-evil-e-silent-hill/feed/ 0
The Game Awards 2021 | Impressões sobre os anúncios https://www.arquivosdowoo.com.br/2021/12/10/the-game-awards-2021-impressoes-sobre-os-anuncios/ https://www.arquivosdowoo.com.br/2021/12/10/the-game-awards-2021-impressoes-sobre-os-anuncios/#comments Fri, 10 Dec 2021 16:34:26 +0000 https://www.arquivosdowoo.com.br/?p=9370 Não teve Silent Hill no TGA, mas teve alguns títulos que realmente chamaram a minha atenção Na noite de ontem rolou a tão aguardada premiação de jogos, o The Game Awards, aquele evento que todo mundo reclama mas para pra ver. Nem que seja no dia seguinte. Eu mesmo fui dormir as tarde por conta […]

O post The Game Awards 2021 | Impressões sobre os anúncios apareceu primeiro em Arquivos do Woo.

]]>
Não teve Silent Hill no TGA, mas teve alguns títulos que realmente chamaram a minha atenção

Na noite de ontem rolou a tão aguardada premiação de jogos, o The Game Awards, aquele evento que todo mundo reclama mas para pra ver. Nem que seja no dia seguinte. Eu mesmo fui dormir as tarde por conta disso.

E mesmo que a premiação em si não caia no gosto dos telespectadores, torcedores e companhia, os anúncios são a razão pela qual eu e muita gente lutou bravamente contra o sono. Sim, mais jogos para brigarmos uns com os outros ano que vem por não serem premiados.

LEIAM – Sunset Overdrive | Uma insanidade regada a Overcharger

Nesse ano tivemos algumas boas surpresas, e serão essas que abordarei ao longo do texto, então, se eu não comentar algo positivo de algum jogo que você tenha gostado, é melhor superar.

A primeira grande surpresa da noite veio com The Expanse da Telltale, err… brincadeira, todos sabem que não suporto os jogos da empresa. O que me chamou a atenção mesmo foi Thirsty Suitors.

Thirsty Suitors

Não é Silent Hill, mas foi um dos games que me chamou a atenção por conta dos exageros e loucura contida em um pequeno trailer de um minuto e vinte, mas que consegue a atenção do telespectador.

O design do jogo queima as nossas retinas uma explosão de cores e neon, me remetendo ao delicioso Sunset Overdrive.

Por enquanto é cedo para falar em gameplay, em certo momento pareceu um RPG de turno, em outros um jogo de luta (?). O que sabemos é que iremos desapontar a familiares (o que costumamos fazer sem gastar dinheiro), lutar contra ex-namorados e nos encontrar. Já é alguma coisa, certo?

O jogo está sendo desenvolvido pela Outer Loop, que até então havia lançado apenas Falcon Age, um jogo em primeira pessoa onde cuidamos de um falcão enquanto damos um pau em colonizadores robóticos.

Foi uma surpresa boa no The Game Awards, então vale a pena ficarmos de olho para ver o resultado que virá de Thirsty Suitors.

Evil West

Também não é Silent Hill, mas também não é um sucessor espiritual do ótimo Darkwatch que está há 17 anos esperando uma continuação.

O titulo está sendo desenvolvido pela Flying Wild Hog, que é responsável pelos remake de Shadow Warrior 1, 2 e também o terceiro que ainda não saiu. E o dedo da desenvolvedora fica claro logo nos primeiros minutos do trailer, como uma digital ensanguentada.

LEIAM – Saturn Bomberman | O melhor jogo da série até hoje

No controle de um caçador de vampiros que não se parece nada com o maravilhoso Wolverine em Van Hellsing, enfrentaremos hordas e mais hordas de inimigos.

No trailer fica claro que será possível jogar em coop ao apresentar um segundo personagem entremeio a matança de vampiros genéricos que tá rolando ali. Outro fator que impressiona mesmo é o arsenal do caçador, que nos permitirá descascar uma laranja enquanto atira por todos os cantos do corpo.

Queria pra ontem, mas por outro lado, o ontem é ainda esse ano então tá tudo certo. Talvez não jogue, sei lá, dependerá do universo sorrir para minha carteira.

Senua’s Saga: Hellblade II

Sem dúvida este foi um dos títulos que fez tremer o The Game Awards ontem, mesmo que ele não seja o Silent Hill, certamente causou euforia em muita gente.

O  primeiro titulo impressionou, inclusive eu namorei ele bastante antes do seu lançamento, até guardo uma das revistas que entrevistou o Tameem Antoniades e todo o processo de desenvolvimento. Só que nunca fechei o primeiro titulo, então eu realmente não sei muito o que esperar.

A premissa do primeiro game parecia tão única, que fica difícil pensar no que será feito pra prosseguir com a história de Senua. Quanto ao trailer, visualmente tá lindo, mas cês viram o bárbaro sendo devorado pelo gigante peladão? Loucura loucura.

Alan Wake II

Tesão, foi isso que todo mundo sentiu ao ver o teaser de Alan Wake durante a premiação do The Game Awards ontem.

Mesmo que nunca terminou o jogo, como quem vós o escreve, deu uma mordida de leve nos lábios e gemeu um baixinho e sonoro “Ohhhaannnn” ao surgir ALAN WAKE II bem grande na tela do televisor.

LEIAM – Barão do Café – Premiação dos Melhores Animes de 2021!

São tantos anos todo mundo pedindo por uma continuação, que mesmo não mostrando absolutamente nada, ficamos felizes em saber que está sendo desenvolvido.

Houve um momento em que nem sabia mais se estava molhado com o teaser ou o Sam Lake e seu imponente topete, o Max Payne.

Se existe algo a se dizer, é que mesmo não sendo um anuncio de Silent Hill, estamos muito contente.

Slitterhead

Uma das surpresas da noite e que fez todo mundo pensar que se tratava da tão e esperada sequencia de Silent Hill no início do trailer.

Primeiro pelo motivo de Keiichiro Toyama é o criador do Silent Hill original, e em segundo lugar foi sua esperteza ao fazer uso do S e o H na criação do titulo do game. Sim, totalmente conspiratório o que to dizendo aqui, mas, afinal, quem não vai querer abreviar Slitterhead para apenas SH.

Inclusive Akira Yamaoka, principal compositor das trilha sonora dos jogos da franquia Silent Hill também está trabalhando com o Toyama no titulo.

Seria uma provocação a mercenária Konami? Nunca saberemos, mas, deixando isso de lado, precisamos reconhecer que conseguiram a atenção de todos nós. Estamos olhando para você Toyama.

Slitterhead tem um horror corporal que me agradou bastante, e mesmo que Toyama tenha nos alertado para não esperarmos por um horror psicológico, as expectativas que o jogo seja bom estão bem altas.

Gollum

Pouco se fala sobre este jogo, e eu não poderia deixar passar em branco devido ao estúdio por trás da obra, o Daedalic Entertainment.

O estúdio é famoso pela publicação e desenvolvimento da franquia Deponia e o mais recente Shadow Tactics, que como o nome sugere é um jogo de estratégia. Isso realmente me anima a dar uma chance ao jogo do Gollum.

Particularmente gosto bastante do gênero estratégia, então apesar de os trailers nos passar uma vibe de Styx: Master of Shadows com tem skin de O Senhor dos Anéis, realmente espero ver algo mais próximo do que foi feito com Shadow Tactics.

Sei, você ainda quer Silent Hill, todos nós queremos, mas acho pouco provável ver isso surgindo pelas mãos desse estúdio aqui.

Suicide Squad: Kill the Justice League

Chamou mais a minha atenção devido ao gameplay que remete muito ao Sunset Overdrive, mas vou te falar, to de saco cheio de qualquer coisa envolvendo super-heróis.

Depois da minha aventura com a demo do Marvel’s Avenger, definitivamente me desanima um pouco. No vídeo tudo parece ser muito divertido, mas eu não sei porque ficou martelando em minha cabeça que tudo isso seria acompanhando de mais uma história enfadonha.

Esteticamente tá tudo muito bonito e atraente, mas sei lá, não colocaria as minhas mãos no fogo. Pode me julgar, tá tudo bem.

Forspoken

Não se parece nada com Silent Hill, mas não sei quanto a vocês, me lembrou muito o Infamous. Titulo que foi esquecido lá no início da vida do PlayStation 4, lembram dele?

O jogo será um RPG de mundo aberto e isso me fez salivar na hora. Eu adoro essa combinação, e mesmo que não seja um graphicwhore, tudo parece impressionante mesmo.

Os efeitos de luzes das magias colocaria muita gente para babar no sofá facilmente.

Forspoken definitivamente é o jogo que me fez perceber que a nova geração nos proporcionará algumas experiências novas que realmente podem valer a pena começar a migrar. Só espero que o jogo realmente entregue ao menos uns 90% do que mostrou após o lançamento.

Saints Row Reboot

Eu não gostava de Saints Row até jogar o quarto titulo, e esse me fez entender um pouco da essência da franquia.

E nesse ponto eu acho que me decepcionei, pois o que atrativa era justamente o nonsense empregado pela Volition no titulo. Fazendo chacota com filmes, tentando ser o mais absurdo possível enquanto causávamos uma destruição que nem mesmo Grand Theft Auto já viu.

O reboot parece um pouco mais sério, contido, menos colorido, uma busca as raízes do primeiro game. Diacho, e um reboot não é mesmo?

Por enquanto é um pouco cedo, talvez, mas temo que o titulo seja mais um Just Cause, onde existe uma trama que está ali só como desculpa para tu sair destruindo prédios e carros.

Eu prefiro o absurdo que chegava a respingar na sala depois de algumas horas de jogatina, mas darei a devida atenção ao reboot quando lançado.

A Plague Tale: Requiem

Esse daqui foi uma das pérolas que joguei com o meu irmão em 2019 e fiquei muito surpreso, não só pela temática mas como ele consegue ser tão bonito e com uma mecânica tão simples.

Eu ainda me culpo pelo triste fim que dei a um porco solitário que ainda tentava sobreviver em meio a praga.

Plague Tale: Requiem está lindo pelo pouco que pudemos ver no trailer, mas resta saber se  atenção recebida com o primeiro titulo, fez com que o estúdio elevasse o nível da obra. Conseguiram nos empolgar ainda mais com esse novo capitulo? Não sei, sempre existe o medo dos excesso em tentar melhorar algo e estragar a formula, afinal, as vezes menos é mais.

De fato foi uma grande surpresa pode conferir o trailer do game no The Game Awards 2021.

Elden Ring

Pra finalizar eu decidi escolher Elden Ring que todos estão hypando  e que pra ser sincero, eu não acho que será essa Coca-Cola toda (Devo ter ganhado uns 30 anos só por usar essa expressão.).

Preferia ter visto o anuncio de um pachinko do Silent Hill pela Konami, porque você olha toda a estética e design de Elden Ring e fica mega animado, mas ciente de que será outro Soulslike.

Eu particularmente to de saco cheio disso, chega de rolar e bater (Eu sei que vai um pouco além disso, to sendo rabugento). Tentamos esperar por algo que fuja disso, que realmente mude a formula um pouco, mas ai fica a pergunta, do que me serve uma estética foda, um roteiro escrito por um escritor renomado se o cerne ainda será a mesma coisa que já conhecemos.

Claro, os fãs do gênero agradece por isso, fico feliz por eles, mas minha expectativas seguem baixíssimas, mas ainda torço para que o game cumpra as expectativas dos fãs do gênero.

É isso, estes foram os games que me fizeram despertar durante a premiação do The Game Awards. E destaco que fiquei feliz com  It Take Two levando como jogo do ano, muito merecido.

O post The Game Awards 2021 | Impressões sobre os anúncios apareceu primeiro em Arquivos do Woo.

]]>
https://www.arquivosdowoo.com.br/2021/12/10/the-game-awards-2021-impressoes-sobre-os-anuncios/feed/ 3
Os Pais mais Legais dos Vídeo Games https://www.arquivosdowoo.com.br/2020/08/09/os-pais-mais-legais-dos-video-games/ https://www.arquivosdowoo.com.br/2020/08/09/os-pais-mais-legais-dos-video-games/#comments Sun, 09 Aug 2020 22:25:15 +0000 https://www.arquivosdowoo.com.br/?p=4513 Hoje trago a vocês os Pais mais legais dos Vídeos Games, porque Kratos e o pobre do Joel não são as únicas referências que já pintaram no mundo dos jogos, existem outros, mas decidi selecionar apenas alguns dos que mais gosto. A ideia de listar os pais mais legais vieram ao longo do dia onde […]

O post Os Pais mais Legais dos Vídeo Games apareceu primeiro em Arquivos do Woo.

]]>
Hoje trago a vocês os Pais mais legais dos Vídeos Games, porque Kratos e o pobre do Joel não são as únicas referências que já pintaram no mundo dos jogos, existem outros, mas decidi selecionar apenas alguns dos que mais gosto.

A ideia de listar os pais mais legais vieram ao longo do dia onde vi que usaram as referências acima. Entendo que são recentes, mas os vídeo games possuem um número bem maior, sejam bons ou ruins (Né, senhor Heihachi).

Mas deixemos os ruins e foquemos nos mais legais e bonzinhos… ou quase.

MIKE HAGGAR

Os Pais mais Legais dos Vídeo Games

Mike Haggar, o então ex-prefeito de Metro City destruiu milhares de maxilares e espinhas antes mesmo de se aposentar.

Depois de ter tido sua filha Jéssica sequestrada pela gangue Mad Gear, o que foi um baita erro. Ele não pensou duas vezes e se juntou ao genro e mais um amigo ninja, e saíram pelas ruas de Metro City espancando todo vagabundo que surgisse em sua frente até resgatar sua filha.

Quando não estava lutando no Saturday Night Slam Masters, estava brincando de bonecas com sua filha. Sem dúvida é um pai que merece ser lembrado por sua bravura, coração e mãos pesadas.

Fora que a fase dele no Final Fight 3 com rabo de cavalo demostra ser aquele pai que não quer assumir a idade.

DR. LIGHT

Os Pais mais Legais dos Vídeo Games

Dr. Light é simplesmente o pai do Mega Man, afinal, pai é quem cria e sabemos que ele criou cada centímetro do androide mais famoso dos vídeo games.

Ele é um baita cientista e que revolucionou o seu universo ao introduzir robôs para uso doméstico, mas antes mesmo desse seu auge, o premio nobel no qual concorreu com teu colega Dr. Willy e ganhou foi a gota d’água para o nascimento de um dos seus maiores inimigos.

Mega Man nasceu dessa necessidade de combater as maldades do seu antigo colega e recuperar toda  sua obra corrompida. Só que Mega Man não é apenas uma arma, ele é mais do que isso para Light.

Temos aqui  quase uma versão moderna de Pinóquio nos vídeo games.

BIG DADDY

Os Pais mais Legais dos Vídeo Games

Big Daddy’s são a mais pura e crua expressão de amor paterno, apesar dela ser forçada dentro do crânio deles. literalmente. Sério.

Estamos falando de pessoas que foram condicionadas a viver exclusivamente ao proposito de proteger as Little Sister’s contra qualquer tipo de ameaça, sua vida se resume a proteção diária delas.

Perder uma Little Sister significa definhar até a morte sem um proposito.  Eu amo os Big Daddy’s, independente de serem ou não os inimigos do jogo, alias, só é inimigo se tu tentar mexer com as meninas.

Hoje sou pai e entendo um pouco melhor o conceito por de trás da figura deles, então era impossível não entrar na lista dos Pais mais Legais dos Vídeo Games.

HARRY MASON

Os Pais mais Legais dos Vídeo Games

O protagonista do primeiro Silent Hill é sem dúvida um pai que merece listar aqui.

Harry comeu o pão que o diabo amassou enquanto buscava por sua filha na misteriosa cidade, além, de ter que enfrentar as criaturas mais estranhas e inimagináveis possível.

LEIAM – 5 Jogos que Marcaram minha Infância

Desde o início ele está disposto a entregar sua vida contanto que isso garanta o bem-estar de sua filha, Cherly. Vale lembrar que Harry é o pai adotivo de Cherly, o que só nos confirma o que pai é quem cria e tá ali presente.

Gosto muito do Harry, o cara merece os louros, pois provavelmente todos nós encararíamos o desafio de resgatar nossa filha, mas deslizando a todo momento na merda que estaria escorrendo nos pés.

MARCUS FENIX

Os Pais mais Legais dos Vídeo Games

Marcus Fenix é o protagonista brucutu durão e cheio de testosterona da trilogia Gears of War.

Na trilogia original, Marcus desenvolve um relacionamento com outra personagem durona, Anya Stroud, e dessa relação nasce James Dominic Fenix,ou JD para os mais chegados, o protagonista de Gears of War 4.

Deixando isso claro, vamos ao fato de que Marcus e JD não possuem a melhor relação possível, isso por conta do falecimento de sua mãe e a maneira como Marcus lidou com isso, o que acabou afastando-o de seu filho.

Só que ao longo do quarto títulos nos podemos ver que o amor de pai ainda está lá. São todos militares, lidando com os sentimentos de uma maneira diferente, mas não menos afetuosa.

Enquanto escrevo isso, ainda não conclui a campanha de Gears 5, mas podemos dizer que apesar dos pormenores em nenhum momento Marcus deixou JD a própria sorte, exercendo o seu papel, além de estar disposto a fazer qualquer coisa pelo filho.

Também posso dizer que esse trailer de Gears of War 4 com a família reunida até hoje é um dos meus preferidos.

TAKUMA SAKAZAKI

Os Pais mais Legais dos Vídeo Games

O nosso eterno Mr. Karate é sem dúvida um pai que merece ser lembrado na data de hoje para representar o time dos jogos de luta.

Takuma por um tempo foi o lacaio de Geese Howard para proteger seus filhos Ryo e Yuri de qualquer retalhação, pois ele havia descoberto que Geese fora o responsável pelo acidente que matou sua esposa, além do fato dele ser o rei do crime em Southtown.

Ele se dispôs a quebrar seu código de honra e sair matando os inimigos de Geese só para proteger sua família. Seu código é tão forte que Ryo quase o matou durante a luta entre eles, mas não arredou o pé ou tirou a mascara  durante o combate, pois sabia que Yuri poderia ser morta.

Esse mereceu ser listado um dos Pais mais Legais dos Vídeo Games, vai. Inclusive joguem Art of Fighting.

MENÇÃO HONROSA: KAZUMA KIRYU

Os Pais mais Legais dos Vídeo Games

Yakuza foi lançado para o PlayStation 2 lá em 2005 e se tornou um dos meus jogos preferidos, e muito disso tem a ver com a relação do protagonista Kazuma Kiryu e Haruka, que nasce enquanto ele investiga o desaparecimento do amor de sua vida e que fim levou uma grana roubada.

Kiryu é um monstro da porradaria e arrebenta geral no soco e o que tiver disponível, tudo para proteger Haruka em sua jornada. Chega a dar pena do quanto ele se ferra no processo, mas sem dúvida é um pai memorável por conta do seu senso de dever.

LEIAM – Músicas Inesquecíveis dos Games

Ah, sim, no fim do game ele adota Haruka e ela se torna sua filha oficialmente, inclusive Haruka está presente em quase todos os games da franquia (Infelizmente só joguei o primeiro mas dei uma pesquisada). Ela cresce, se torna idol e até se torna mãe na vida adulta.

Sem dúvida é uma relação pai e filha que merecia ser lembrada e não podia deixar de citá-la como menção honrosa.

FELIZ DIA DOS PAIS!

Os Pais mais Legais dos Vídeo Games

É isso. espero. Espero que tenham gostado da seleção dos Pais mais Legais dos Vídeo Games, e não deixem de comentar qual outro pai dos vídeo games vocês acham que faltou eu colocar na lista, mas que não sejam os óbvios, né.

E não deixem de me seguir no twitter, vamos reclamar da vida e falar sobre jogos: @Cyber_Woo

O post Os Pais mais Legais dos Vídeo Games apareceu primeiro em Arquivos do Woo.

]]>
https://www.arquivosdowoo.com.br/2020/08/09/os-pais-mais-legais-dos-video-games/feed/ 6