Arquivos Nekopara - Arquivos do Woo https://www.arquivosdowoo.com.br/tag/nekopara/ Um pouco de tudo na medida certa Sat, 08 Apr 2023 22:46:28 +0000 pt-BR hourly 1 https://wordpress.org/?v=6.9.4 https://www.arquivosdowoo.com.br/wp-content/uploads/2020/12/cropped-logo-150x150.png Arquivos Nekopara - Arquivos do Woo https://www.arquivosdowoo.com.br/tag/nekopara/ 32 32 Rankeando as meninas de Nekopara https://www.arquivosdowoo.com.br/2020/08/31/rankeando-as-meninas-de-nekopara/ https://www.arquivosdowoo.com.br/2020/08/31/rankeando-as-meninas-de-nekopara/#comments Mon, 31 Aug 2020 09:00:00 +0000 https://www.arquivosdowoo.com.br/?p=4680 Eu queria dizer que tem uma razão muito boa para esta lista existir, que eu queria variar meus artigos ou mesmo escrever um artigo novo fora de análises e a eventual notícia aqui e ali, mas a verdade é que listas são fáceis de produzir e geram certa discussão. É de conhecimento público que eu […]

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Eu queria dizer que tem uma razão muito boa para esta lista existir, que eu queria variar meus artigos ou mesmo escrever um artigo novo fora de análises e a eventual notícia aqui e ali, mas a verdade é que listas são fáceis de produzir e geram certa discussão.

É de conhecimento público que eu gosto bastante de Nekopara, uma série de visual novels que se vende como “meninas gato fofinhas”, mas tem uma camada que a maioria das pessoas não percebe.

Inclusive certos sites de anime aí chamando o anime de Nekopara de sexista, sendo que o anime não tem nada descambado pro ecchi, com a acusação soando como uma projeção do próprio sexismo.

LEIAM – 112th Seed | A Semente da salvação

A verdade é que essa narrativa cai, quando você percebe que Nekopara foi criado por uma mulher (Sayori).

Enfim, Nekopara tem um elenco variado, com personagens preenchendo diversos estereótipos, e achei que seria divertido fazer uma lista com rankeando as gatinhas de Nekopara, da minha menos favorita para a favorita.

Vou explicar as razões e esmiuçar um pouco a personalidade de cada. As gatinhas apresentadas em Nekoparaiten (o jogo mobile) não estarão na lista, porque não joguei para conhecer melhor cada gatinha que aparece lá.

#9 Cacao (Nekopara Anime)

Nekopara

(Arte feita por Enshu Shonai Walker, no pixiv) https://www.pixiv.net/en/artworks/81406644

Cacao é a gatinha de rua encontrada por Chocola no anime de Nekopara. Sendo uma gatinha mais ou menos da idade que Chocola e Vanilla na época em que foram adotadas pelos Minaduki, ela é tímida e raramente fala, embora tenha se afeiçoado bastante aos Minaduki (em especial, Chocola.) ao decorrer da série.

O fato de não termos confirmação de que Cacao vai aparecer em alguma mídia além do anime a coloca nesta posição, porque é uma personagem adorável e o progresso dela em se abrir mais com a nova família é um ponto positivo da série.

#8 Milk (Nekopara Vol. 1, Nekopara Vol. 2, Nekopara Vol. 4)

Nekopara

(Arte feita por Rooby_N no pixiv) https://www.pixiv.net/en/artworks/80618917

Milk é a gatinha adotada pela dona da barraquinha de Takoyaki que Kashou, Chocola e Vanilla visitam no Vol. 1, e é salva de um atropelamento por Coconut no Vol. 2.

Antes uma gatinha de rua, encontrou na sua nova mãe, uma família e se tornou uma gatinha sociável e extrovertida, sabendo lidar facilmente com as pessoas a ajudando a promover a barraquinha de Takoyaki se sua mãe.

A posição em que se encontra, é devido a pouca participação que teve nas novels presentes, logo, não criando uma conexão com o jogador. Talvez isso mude no Vol. 4, onde Milk irá reaparecer, mais crescida.

Como curiosidade, Milk tem a mesma Seiyuu da Shigure, Mai Nagai.

#7 Shigure Minaduki (Orelhas de gato falsas)

Nekopara

(Arte feita por Jroy no pixiv) https://www.pixiv.net/en/artworks/48209628

Shigure é a irmã leal e que dá suporte ao sonho do irmão de ser confeiteiro de maneira irrestrita, mesmo que isso signifique que ela vai ter problemas com os pais em casa. Ela também criou as gatinhas para que tenham maneiras e possam conviver em sociedade, tendo orgulho disso.

O trabalho duro de Shigure é parte da razão pela qual o La Soleil é um estabelecimento bem sucedido, já que ela investe em marketing usando as gatinhas. Também é notável que Shigure quer mais que ninguém chegar nas calças do próprio irmão, e mesmo com as declarações mais claras que uma albina vestida de noiva no meio da neve, Kashou não percebe o que a irmã sente.

Porém, o que deixa Shigure aqui nesta posição, não é o fato da Shigure querer que o irmão deposite seu creme nela, pois eu, assim como muita gente no Alabama, não tenho problema com incesto, desde que seja na ficção (afinal, são pessoas que não existem, logo, sem problemas, eu sei separar ficção da vida real).

O que deixa Shigure nessa posição, é que além de não termos um desenvolvimento real para que Shigure mostre realmente como ela é, é que o brocon (brother complex) dela chega a ser irritante, além dos maneirismos da mesma.

E de acordo com a Sayori (criadora da série), isso deve continuar um pouco, já que a Shigure só deve chegar nas calças do irmão no Vol. 5. Curiosidade que ninguém perguntou: Enquanto que nas novels e nos dois OVAs, a Shigure é dublada pela Mai Nagai (que usa o pseudônimo de Sakura Emi nas novels), no anime de Nekopara, quem faz a voz dela é a M.A.O. (Pseudônimo de Mao Ichimichi, também conhecida como Luka Milfy, a Gokai Yellow).

#6 Azuki

Nekopara

(Arte por △ no pixiv) https://www.pixiv.net/en/artworks/81225586

Quem já me viu ou me conhece como jogador de Visual Novels, sabe que eu tenho tendência a curtir tsunderes. Porque basicamente são meninas que tem dificuldade em manifestar o que sentem e acabam sendo ríspidas com o alvo do afeto.

Azuki é o que se poderia chamar de Tsundere, ela é sempre ríspida, um tanto boca suja e direta e é a mais velha das gatinhas, mesmo sendo menor que a maioria. Apesar do exterior duro, Azuki tem um coração mole e está sempre se esforçando para cuidar das gatinhas mais novas, vide o vínculo que ela tem com Coconut

São raros os momentos em que Azuki abaixa a guarda e mostra esse coração mole e fragilidade, e geralmente eles acontecem quando ela se aproxima de Kashou, no volume 2.

O que fez com que ela ficasse aqui na sexta posição? É que usualmente, a personalidade ríspida dela é barulhenta e me irrita um pouco. E eu reavaliei outra personagem, o que fez com que ela caísse no meu ranking.

#5 Vanilla

Nekopara

(Arte feita por Miika no pixiv) https://www.pixiv.net/en/artworks/81260249

Uma das mascotes da série e personagens criadas lá no início, ainda na época das ilustrações e doujins da Sayori, Vanilla é inseparável de Chocola, tanto que Azuki se refere as duas como ChocoVani. Vanilla raramente deixa transparecer os sentimentos, optando muitas vezes por utilizar de artifícios como piadas fora de ocasião e comentários maliciosos.

Ela é o completo oposto de Chocola, mas as vezes (geralmente indo na onda da Chocola) deixa transparecer um pouco de adorabilidade, ainda que o tom de voz não seja muito diferente do normal. Foi difícil escolher entre a Vanilla e a Azuki, mas talvez a Vanilla tenha ficado aqui porque ela não é barulhenta como a Azuki.

#4 Cinnamon

Nekopara

(Arte feita por NAK no pixiv) https://www.pixiv.net/en/artworks/64680477

Originalmente, eu havia colocado a Cinnamon no sexto lugar de uma possível lista, mas isso foi antes do Vol. 3. Porque antes do Volume 3, tudo que você sabe sobre a Cinnamon é: Ela é uma tarada que se molha com facilidade. O Volume 3 deu um pouco mais de tridimensionalidade a ela.

Antes, uma garota solitária que pouco interagia com as irmãs mais velhas (Maple e Azuki), Cinnamon passou a ser mais aberta por conta de Maple, o que a levou a ser a melhor amiga da mesma. Cinnamon também é bastante astuta e atenta aos seus arredores, percebendo pequenos detalhes que passariam desapercebidos por outros.

#3 Chocola

Nekopara

(Arte feita por Arthur_EC4869 no pixiv) https://www.pixiv.net/en/artworks/80331313

Chocola é a principal mascote de Nekopara e a primeira criação da Sayori no universo de Nekopara, e certamente ela cativou muitas das pessoas justamente por ser uma personagem completamente transparente. Ela fala o que sente e mesmo não entendendo muito bem, segue com a maré.

LEIAM – Love³ | É tanto amor que não cabe numa waifu só

Ela é animada, cativante e raramente fica triste, e nas vezes em que isso acontece, ela dá a volta por cima. No anime, foi mostrado um lado irmã mais velha de Chocola, sempre preocupada com a Cacao, especialmente no episódio onde a mesma vai dormir na casa da Chiyo.

#2 Coconut

Nekopara

(Arte feita por Seraphim no pixiv) https://www.pixiv.net/en/artworks/83666659

Você olha pra Coconut e pensa… Minha nossa, que mulherão, alta pra caramba, mó ar de menina madura. E é essa a impressão que você tem, quando joga o primeiro volume de Nekopara, só que aí vem o segundo volume e subverte suas expectativas.

Coconut parece madura, segura, até que você descobre que ela é complexada justamente porque o corpo dela é mais desenvolvido que o da maioria das meninas (com exceção da Cinnamon) e ela quer ser vista como graciosa, só que é desajeitada justamente porque é alta. No decorrer do volume 2, ela pede ao Kashou pra poder voltar a chamá-lo de onii-chan, como antigamente.

A princípio parece esquisito, mas isso passa a fazer sentido depois que você vê lê o Nekopara Extra (ou assiste ao OVA baseado nessa mini-novel), já que descobrimos que não fazia muito tempo, a Coconut era tão pequena quanto a Chocola e a Vanilla, e costumava a chamar o Kashou de Onii-chan.

E como alguém que desenvolveu bastante o corpo em um curto espaço de tempo, ela não sabe bem como agir de acordo e acaba passando uma imagem que não é ela. Isso torna a tarefa de tornar a Coconut confortável como ela é, uma tarefa agradável.

#1 Maple

Nekopara

(Arte feita por △ no pixiv) https://www.pixiv.net/en/artworks/80585043

Quem leu meu primeiro livro, Paixão Destinada já sabia quem apareceria aqui.

Maple é aparentemente a gatinha mais madura dos Minaduki. Calma, concentrada, orgulhosa e sem tempo para o nonsense. Essa é a imagem que ela passa. Só que aos poucos descobrimos que não é assim.

Ela tem a língua sensível a coisas quentes, tem medo de escuro e fantasmas. Também é um bocado insegura a respeito de seu próprio talento como cantora e tem medo de decepcionar aqueles que deram apoio a ela. Tem dificuldades em se abrir, mas depois que ela passa a ser mais honesta, é difícil resistir a ela.

Sem contar que as cenas adultas com ela são as melhores da série, pela condução, e por mostrar um lado mais vulnerável da personagem, que faz com que queiramos protegê-la.

Nekopara

(Arte extraída do artbook Nekopara Chronicles, da Sayori)

Finalmente, meu ranking pessoal com as meninas da série Nekopara. Talvez haja revisões para fazer no futuro, já que Nekopara Vol. 4 chega em novembro para PC e teremos uma nova gatinha disponível, além do retorno da Milk Se você curte listas, fique ligado porque possivelmente teremos alguma outra lista com waifus aqui no site.

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Love³ | É tanto amor que não cabe numa waifu só https://www.arquivosdowoo.com.br/2020/08/22/love%c2%b3-e-tanto-amor-que-nao-cabe-numa-waifu-so/ https://www.arquivosdowoo.com.br/2020/08/22/love%c2%b3-e-tanto-amor-que-nao-cabe-numa-waifu-so/#respond Sat, 22 Aug 2020 09:00:00 +0000 https://www.arquivosdowoo.com.br/?p=4630 Disclaimer: O artigo que você está prestes a ler é de um produto destinado ao público adulto. Apesar das imagens serem SFW (Safe for Work), a discrição ao ler o artigo é recomendada. É difícil falar sobre qualquer coisa da Neko WorkS sem citar a escalada do fenômeno Nekopara. Resumindo muito, tudo começou há doze […]

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Disclaimer: O artigo que você está prestes a ler é de um produto destinado ao público adulto. Apesar das imagens serem SFW (Safe for Work), a discrição ao ler o artigo é recomendada.

É difícil falar sobre qualquer coisa da Neko WorkS sem citar a escalada do fenômeno Nekopara. Resumindo muito, tudo começou há doze anos, no longínquo ano de 2008, quando eu ainda tinha cabelos e era magro, com as ilustrações da chinesa Sayori. Ilustrações, que evoluíram pra doujins e eventualmente, em 2014, a primeira visual novel de Nekopara chegava aos PC’s.

LEIAM – Oral Lessons with Chii-chan | Aprenda e se apaixone

Seis anos se passaram desde então, e foram lançadas outras quatro novels (Volumes 0, Extra, 2 e 3), portes para PS4 e Nintendo Switch, um jogo para celulares, uma bem sucedida campanha de financiamento coletivo para dois OVAs (baseados no Volume 1 e em Nekopara Extra), produtos diversos e um anime.

Estamos próximos de receber o Volume 4 de Nekopara, após muita espera por parte dos fãs.

Não que a Neko WorkS estivesse a toa desde o lançamento de Nekopara Extra. Pois eles lançaram nesse meio tempo*, um trabalho fora do universo de Nekopara. Sob o selo Neko WorkH, foi lançada a Visual Novel Love³ (Love Cube). Será que ela vale seu dinheiro? Venha comigo e descubra.

*Desconsiderando o F2P Clicker MONMUSU, que foi desenvolvido pela Tentacle Games, com a arte da Sayori.

Vida de Artista não é fácil

Love³

Você é Ichinari Tsuzurigi, um desenhista de hentai… Não muito bem sucedido, apesar de contar com o apoio irrestrito de sua editora, Akira Higashibojo, ele não consegue emplacar um sucesso sequer.

Perto de desistir da carreira, o destino lhe dá uma ultima chance, quando ele é escalado para ser assistente do famoso Ishitaka, o artista mais vendido da editora. Não apenas isso, mas ele trabalhará junto com Nagomi, outro artista famoso, da cena independente.

O que ele não esperava, é que tanto Ishitaka quanto Nagomi fossem pessoas que passaram pela vida dele, no caso, sua amiga de infância Iori Shitaka e sua colega de clube no ensino médio, Nodoka Amabane. E ali, começa a jornada de Ichinari para melhorar como artista… E quem sabe…

Uma das primeiras coisas que a novel retrata, é justamente uma realidade para qualquer desenhista: Não é só porque você é profissional, que quer dizer que você será bem sucedido.

Conseguir um contrato é só o primeiro passo. No caso do Ichineri, as coisas estavam ruins ao ponto dele ter que comer guardanapos, um pouco exagerado, mas certeiro.

Impossível escolher uma só

Love³

Usualmente nas visual novels, você acaba escolhendo uma waifu baseado em várias coisas, seja tamanho dos bustos ou personalidade.

Geralmente, nas novels de múltiplas rotas, você acaba se afeiçoando mais com a menina da rota você escolheu primeiro. E em novels sem rotas, como Nekopara, você acaba gostando de umas, e o defeito de outras faz você gostar menos delas.

Isso não ocorre aqui em Love³. Aqui, somos apresentados as três garotas, cada uma com seus defeitos e qualidades:

Akira é a garota mais velha das três (sendo dois anos mais velha que o protagonista) e é extremamente otimista, mesmo reclamando vez ou outra do excesso de trabalho, e apoia o trabalho do Ichineri de maneira irrestrita, porém ela acaba pensando demais no trabalho e não pensa tanto em si mesma, evitando muitas vezes de mencionar os próprios problemas.

LEIAM – Censura, Silêncio e Hipocrisia | A Sony e o Público

Iori é considerada a mais talentosa dentre os três, mas ela é tímida e sofre de ansiedade social, a ponto de ela ser uma hikikomori (isolada social).

Nodoka parece ser calma e madura (especialmente se pararmos pra pensar que ela é a mais nova, tendo apenas vinte anos.), porém na verdade ela é extremamente insegura com relação a si mesma e ao seu trabalho, e toda aquela calma e maturidade que ela transparece não passa de uma farsa.

A questão é que aqui é difícil escolher uma favorita, pois as três garotas são extremamente adoráveis, e a maneira com a qual a história se desenrola, até finalmente termos os finalmente (vulgo sexo) é uma boa mistura de comédia com romance e não tenta ir muito além disso.

Típica novel da Neko WorkS

Love³

Assim como a série Nekopara, Love³ é uma kinetic novel, ou seja, você só acompanha a história, não tendo alguma escolha ou rota e o máximo de interação que você tem é poder apalpar as meninas usando o ícone no topo direito da tela e apertar a tecla P para fazer com que os sprites das meninas deem um pulinho.

Infelizmente, a opção de fazer um cafuné nas garotas (presente em Nekopara) e a opção de apalpar a parte abaixo do abdome (também presente em Nekopara) estão ausentes, o que tira um pouco do brilho em minha opinião.

Usando a engine Minaduki (a mesma que roda Nekopara), Love³ mostra personagens expressivas e bem feitas, com sprites animados, mesmo quando você ainda não avançou o diálogo.

Os cenários são simples, mas muito bem desenhados. Dessa vez, o design de personagens e as cenas, não foram desenhados pela Sayori, que ficou a cargo das ilustrações em SD que são mostradas entre capítulos, mas sim feitos por Ishikei, renomado artista hentai.

E o estilo de Ishikei casou bem com o espírito super adorável que Love³ deseja passar. As meninas são bem diferentes, cada qual com seus atributos

As cenas adultas, ajudam a deixar o jogo ‘caliente’ (não acredito que usei essa palavra numa análise), apesar dos mosaicos nas genitálias (esse é um dos pontos fracos das novels da Neko WorkS). Ainda assim o material é de qualidade e eu queria muito ter a habilidade de protagonistas de Eroge de ir várias vezes sem cansar, mas divago.

Sonoramente agradável

Love³

As músicas de abertura e encerramento (“Do-ki-do-ki-shi-ta-i!” e “Lovely Sunny Days!!”) são boas, apesar de não serem grudentas feito os temas de Nekopara. Porém a trilha sonora é de alta qualidade, musicas que transmitem bem o sentimento que as cenas querem passar.

Não são musicas que você vai cantarolar, mas são musicas bem competentes, coisa que talvez se não tiver preguiça, vai acabar baixando a trilha sonora pra deixar de fundo enquanto faz alguma outra coisa.

A dublagem do jogo também é de alto calibre, mesmo eu não tendo conhecimento algum dos trabalhos anteriores das atrizes.

Cada uma delas soube convergir bem a personalidade daquela que interpretaram no jogo. Mesmo a Editora-chefe, uma personagem que aparece pouco, pelo tom de voz empregado pela dubladora, você vê que é uma pessoa que apesar de parecer um pouco amedrontadora, no fundo é uma pessoa amável, mas precisa ser durona pra garantir que os subordinados deem o melhor de si.

Veredito final

Love³

Aqui usualmente eu faço uns poréns que podem fazer com que você não compre a novel. Com Love³, isso é inexistente. Não tem nenhum motivo forte que o impeça de comprá-la (talvez a falta de dinheiro), porque ela oferece uma história leve e divertida, personagens adoráveis e um conjunto total que vale o preço pago por ela, mesmo na versão All-Ages.

Seria melhor se as cenas adultas não tivessem os mosaicos e você pudesse fazer um cafune nas meninas? Sim, mas ainda assim é um produto que vale o investimento, se você é um jogador de visual novels.

Love³ está disponível para PC, custando R$ 20,90, a versão All-Ages e o Patch com as cenas adultas custando R$ 20,90 (ainda assim, saindo mais barato que os 20 dólares na versão +18 vendida pela Denpasoft).

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Censura, Silêncio e Hipocrisia | A Sony e o Público https://www.arquivosdowoo.com.br/2019/04/23/censura-silencio-e-hipocrisia-sony-e-o/ https://www.arquivosdowoo.com.br/2019/04/23/censura-silencio-e-hipocrisia-sony-e-o/#comments Tue, 23 Apr 2019 22:54:00 +0000 https://www.arquivosdowoo.com.br/2019/04/23/censura-silencio-e-hipocrisia-sony-e-o/ Sabem, às vezes eu me pergunto: Por que eu gosto de videogames? A resposta pura e simples é: são divertidos, neles eu posso ser literalmente o que quiser. Uma caçadora de zumbis que usa espadas e biquínis pra fatiar mortos e vampiros (Onechanbara), um soldado numa guerra do oriente médio onde minhas escolhas e ações […]

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Sabem, às vezes eu me pergunto: Por que eu gosto de videogames?

A resposta pura e simples é: são divertidos, neles eu posso ser literalmente o que quiser. Uma caçadora de zumbis que usa espadas e biquínis pra fatiar mortos e vampiros (Onechanbara), um soldado numa guerra do oriente médio onde minhas escolhas e ações não importam (Spec-Ops: The Line), o Presidente dos Estados Unidos indo salvar o universo de uma raça alienígena tirana, portando um dildo roxo e usando superpoderes (Saints Row IV), uma fatia de pão (I am Bread), uma Ninja que mesmo sendo considerada fugitiva, vai lutar para salvar suas irmãs (Deador Alive 6). As possibilidades são literalmente infinitas, pois há jogo com todo o tipo de temática para todo o tipo de gosto.

Bom, se você ficou empolgado com a revelação de algumas das características técnicas do próximo PlayStation.

sony

Lamento dizer que seu leque de opções pode ficar bem limitado. Com a Sony revelando, segundo matéria do Wall Street Journal, que possui um setor específico dedicado a verificar o conteúdo de todos os jogos a serem lançados na plataforma e vetar tudo aquilo que não seguir determinadas normas, trocando em miúdos, CENSURA.

O principal problema disso, é que isso não afeta mais jogos lançados apenas no ocidente, como era de praxe desde a época do nintendinho, onde nudez era censurada e símbolos religiosos alterados. Mesmo roteiro dos jogos foi alterado em localizações ao longo do tempo.

Agora, afeta mesmo os jogos lançados no Japão, além do resto do mundo. E, foi deixado bem claro que o alvo da censura eram os jogos japoneses, tais quais visual novels, ou jogos como Dead or Alive e Senran Kagura, a coisa cresceu ano passado a ponto de Kenichiro Takaki , criador e produtor de Senran Kagura, deixar a Marvelous após 13 anos.

LEIAM – Kenichiro Takaki fala sobre sua saída da Marvelous e o futuro

Os motivos alegados pela Sony foram basicamente: “pense nas crianças” e o #MeToo. EU NÃO ESTOU BRINCANDO. “Pense nas Crianças” é meio imbecil, porque desde Mortal Kombat, existe nos EUA um órgão dedicado a classificação etária dos jogos, a ESRB, assim como no Japão temos o CERO e na Europa tem o PEGI. Aqui no Brasil, se não estou enganado, o responsável pela classificação de produtos culturais, como filmes, jogos e programas de TV, é feita pelo Ministério da Justiça.

sony

Isso é feito, para que o Juquinha, garoto de sete anos, filho do Seu Ademir, não jogue um jogo como o Mortal Kombat 11 onde é possível arrancar a cara de uma pessoa, jogo esse que possui classificação etária para MAIORES DE DEZOITO ANOS.

Ninguém dá a mínima pra classificação etária, lógico, porque se ligassem, um time inteiro de futebol não teria comido minha mãe por causa de uma partida de Call of Duty, mas minha inaptidão em first person shooters é assunto pra outro dia. E o #MeToo, gostando ou não do movimento. NÃO TEM NADA A VER COM VIDEOGAMES.

Ainda que o movimento tenha caído no ostracismo devido a hipocrisia das envolvidas nele (isso é um assunto que eu não quero discutir, agora), era um movimento justamente pra denunciar predadores sexuais em Hollywood, e até onde me lembro, Harvey Weinstein (tive que
googlear pra saber se estava escrevendo o nome corretamente) nunca
foi visto jogando Nekopara ou Senran Kagura.

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Enfim, ficou claro A QUEM a Sony quer agradar com essa medida, não? Só dar uma passada no Resetera (vulgo CÂNCER da humanidade) pra ver quem ficou feliz.

Não quero discutir isso agora, provavelmente devo escrever algo sobre o Resetera um dia.

Lembram que depois do atentado/tragédia em São Paulo, as pessoas de sempre (políticos, velha imprensa, gente desinformada) saíram acusando os jogos violentos de influenciarem, e mais uma vez tentarem colocar uma lei para proibir a distribuição de jogos considerados violentos aqui no Brasil?

LEIAM – Dead or Alive 6 | Veloz, lindo e muito letal

Basicamente, CENSURA. E o que foi visto? Pessoas e mais pessoas e páginas usando uma tag que por razões éticas, não usei em tweet ou discussão no facebook.

Curiosamente, não vi posts no facebook, hashtags ou discussões a respeito disso nas páginas Brasileiras. Mas vi bastante gente especulando sobre o PS5 e isso e aquilo.

A imprensa também está em silêncio, não vi youtubers, blogs comentando a respeito. Mas lembro que em muitos posts acerca de censuras da Sony em jogos como Senran Kagura, ou visual novels, ou mesmo Devil May Cry 5 (a bunda da Trish que recebeu visita do Raio de Luz), entre os comentários criticando a censura, sempre tinha a turma comentando: “a la o punheteiro”, “se eu quero ver mulher pelada vou no pornhub” “kkk punheteiro” “esse negócio do devil may cry é errado, mas esses jogo hentai tinha que acabar” “e o dead or alive que é só jogo de punheteiro?”.

Isso revela duas coisas: Primeiro, que o sexo, ou sensualidade, ainda é um tabu. Vivemos no que diz ser um país avançado, que blá blá blá, tem que ter educação sexual nas escolas (o que concordo), liberal etc, mas a verdade é que continuamos tremendamente pudicos em relação a sexo, tudo é tratado como algo de outro mundo e a sensualidade é visto como algo feio, sujo, vil. Se você gosta de algo com um pouco de fan service, já é taxado de tarado, depravado, etc.

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A segunda, é que a comunidade num geral é tremendamente hipócrita. Porque ela não é contra a censura. Ela é contra a censura apenas do que ela não gosta. Afinal, o “Tem que banir jogo violento porque influencia crianças” gera o “#ÇOMUSGAYMERNOMAÇACINU”, enquanto que o “Olha, a Sony tá censurando esse jogo aqui, e relatos desse, desse e desse terem sido censurados (todos eles, jogos de anime com fanservice variados)” gera o “Foda-se, não jogo esses jogos de punheteiro mesmo.”.

A maioria das pessoas literalmente só quer jogar seus jogos em paz, não vejo problema nisso. E, apesar de eu falar sobre o silêncio, não vejo problema em a pessoa NÃO QUERER comentar sobre a censura da Sony. Nem todo mundo precisa dar opinião sobre tudo. Agora, você querer escrotizar quem se coloca contra, justamente porque é sobre algo que você não curte, é um tanto hipócrita.

Digo, isso pode não te afetar agora, mas censura É SEMPRE algo errado, porque quando começa, não vai terminar ali. Uma hora cortam algo que você particularmente não liga (fan service), reclamam e você zoa .

Depois cortam outra coisa também não liga (sei lá, romances em jogos), mais gente reclama, mas você continua zoando. Aí finalmente vão censurar a violência nos jogos e agora você vai reclamar?

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Esse padrão aconteceu com Devil May Cry 5 na censura da bunda da Trish, depois de ter acontecido em jogos como Nekopara, algumas visual novels japonesas e Senran Kagura, poucos ligaram, mas chegou em Devil May Cry, um jogo de escopo imenso, a reclamação foi grande, a ponto da Capcom provavelmente ter apelado e conseguiu reverter a situação.

E agora, com a Sony tornando a censura em suas plataformas algo oficial, é triste ver criadores de conteúdo calados em relação a isso, ao mesmo tempo em que criam expectativas em torno do próximo PlayStation.

Entre decisões como essa, o Stadia com seu serviço apenas online e streaming, e a Microsoft com o Xbox One SAD que apela pra EXATAMENTE NINGUÉM (não sei se comentarei mais a respeito dele), saindo ainda mais caro que o Xbox One S atual aqui no Brasil, é estranhamente irônico que a Nintendo tenha comentado ao Wall Street Jornal, que não regula o conteúdo das third parties em sua plataformas, desde que estejam de acordo com a classificação indicativa da região em que o jogo será lançado.

sony

E também é irônico, que enquanto Dead or Alive 6 é considerado “ofensivo” as mulheres por mostrar mulheres bonitas e fanservice, mas Mortal Kombat 11, onde você pode literalmente arrancar a cara das mulheres, é altamente aguardado e não é considerado ofensivo.

Finalizando, você tem o direito de gostar e não gostar do que quiser, mas no momento em que você ataca a censura a uma coisa, mas defende a censura a outra só porque você não gosta, isso te torna uma pessoa extremamente hipócrita, e invariavelmente vai invalidar quando a censura chegar a algo que você gosta.

Se você não gosta de algo, respeite quem gosta, isso já é uma ajuda, quando a censura bate.


Observação: O texto autoral não reflete a opinião do veículo

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O que está acontecendo com a SONY? https://www.arquivosdowoo.com.br/2018/11/22/o-que-esta-acontecendo-com-sony/ https://www.arquivosdowoo.com.br/2018/11/22/o-que-esta-acontecendo-com-sony/#respond Thu, 22 Nov 2018 01:07:00 +0000 https://www.arquivosdowoo.com.br/2018/11/22/o-que-esta-acontecendo-com-sony/ De verdade, eu não queria ter que escrever esse artigo. Sério, mas depois de muito ponderar, disse-me-disse, decidi fazê-lo. Eu sou um defensor da liberdade de expressão. Sim, se você quiser ir no meu Twitter me xingar, ou no meu canal do Twitch, ou nos comentários dos vídeos que posto no YouTube, você tem todo […]

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De verdade, eu não queria ter que escrever esse artigo. Sério, mas depois de muito ponderar, disse-me-disse, decidi fazê-lo. Eu sou um defensor da liberdade de expressão. Sim, se você quiser ir no meu Twitter me xingar, ou no meu canal do Twitch, ou nos comentários dos vídeos que posto no YouTube, você tem todo o direito. Desde que você não me agrida fisicamente, está de boa.

Fazem uns dez anos que consegui comprar meu primeiro console com dinheiro próprio, e de 2008 pra cá, eu comprei cerca de sete consoles, dos quais cinco eram da marca Playstation (dois Playstation 2, um PSP, um PS3 e desde Agosto desse ano, um PS4).

Durante esse tempo, cheguei a conclusão de que a marca Playstation em si me passava confiança, era onde eu podia ter o melhor dos dois mundos, desde os jogos bacanas desenvolvidos no ocidente, até os jogos de nicho feitos por produtoras japonesas. Mas de um tempo pra cá, eu não sei…

Sem rodeios, de uns tempos pra cá, a Sony começou a adotar uma política de censura nos jogos publicados nas plataformas da empresa. Isso começou a ser notado quando a Sony simplesmente VETOU a publicação de Omega Labyrinth Z, um RPG cuja a tradução ocidental pro PS4 e pro Vita estava PRONTA. A razão?

Fanservice porque são menininhas em estilo anime.
Isso aqui é só uma conjectura minha, mas creio que o aumento nas roupas em Dead or Alive 6 também tenha sido coisa da Sony, e a Koei só jogou aquele Jebaited de blá blá blá competitivo pra trollar a mídia SJW e a própria Sony (Porque sabemos que as físicas dos bom bons das lutadoras continua).

Mas seguindo a história, temos desenvolvedores japoneses reportando que a Sony exigiu que os produtores colocassem raios de luz tapando partes do corpo de personagens em uma visual novel. O que é esquisito e ridículo, mas vou falar sobre isso mais pra frente.

O pessoal da XSEED teve de adiar levemente o lançamento ocidental de Senran Kagura Burst Re:Newal, porque a Sony exigiu que fosse removido o Modo Intimacy (onde é possível interagir com as personagens, da maneira pervertida que a franquia é) da versão de PS4 (a versão de PC terá o modo intacto)

A versão de PS4 da visual novel Nekopara foi adiada em quase quatro meses com relação a do Switch, porque a Sony novamente exigiu que o controle do balançar dos peitos das personagens fosse removido, além de adicionarem mais vapor nas cenas de banho.

Recentemente a Idea Factory anunciou as localizações de alguns de seus jogos para o ano que vem, e claro, as versões de PS4 vão passar pela faca da Sony. Não tenha sombra de dúvidas.

E por último (pelo menos até o momento), a Koei recentemente anunciou uma versão turbinada de Dead or Alive Xtreme 3 (Que originalmente era de PS4 e Vita, com uma versão Free to Play pro PC, intutulada Venus Vacation), aliás, jogo esse que não veio pro ocidente por causa da imprensa SJW. Pois é, Dead or Alive Xtreme 3: Scarlet vai passar pela faca da Sony, enquanto que a versão do Switch vai chegar intacta ao mercado.

O que isso tudo tem em comum? Jogos japoneses de nicho com menininhas no estilo anime (no caso de Dead or Alive, belos modelos 3D com corpos lindos) sofrendo censura.

A coisa tá tão feia, que basta abrir um site que não seja dominado por pautas SJWs, e qualquer notícia de jogo japonês sendo localizado, vai ter pelo menos um comentário perguntando: “Como a Sony vai passar a faca nesse jogo?”

Triste ver uma plataforma que era sinônimo de refúgio para os jogos japoneses, se transformar numa máquina de ceifar conteúdo. Eu sei que boa parte desses jogos não vão passar pelo meu console pela simples razão de eu estar desempregado, mas enfim.

Vídeo games deixaram de ser coisa de criança fazem vinte anos, desde a geração PlayStation, onde as produtoras perceberam que os jogadores cresceram, logo eles se sentiram mais livres pra adicionar temas mais direcionados ao público adulto, desde densidade em RPG’s e violência gráfica e todo tipo de coisa. E boa parte dos jogos que citei sendo censurados, tem como público-alvo justamente jovens e adultos. E nenhum deles (incluindo as visual novels) possui conteúdo sexual explícito.

Um adendo: Geralmente, quando se porta, ou cria uma visual novel para consoles, você não coloca cenas de sexo explícito, porque isso fará com que seu jogo ganhe classificação Adult Only (não sei como funciona na PEGI e na CERO), o que fará com que menos lojas coloquem seu jogo a venda, o que diminui MUITO as chances de você ter boas vendas. É por isso que quando visual novels como Kanon, Nekopara ou Deardrops vão para algum console, os produtores fazem delas versões All-Ages, removendo o conteúdo sexual, para atingir um público maior e gerar mais
vendas.

Dito isso, quem a Sony quer proteger com essas censuras? Não podem ser as crianças, já que esses jogos NÃO SÃO PARA CRIANÇAS. “Ah, mas as crianças podem acabar topando com eles na PSN e comprando e blá blá blá”. Se você deixa o controle da sua PSN com algum menor de idade e não aplica nenhum controle parental, sem contar o Cartão de Crédito livre, a culpa é totalmente sua e não dos jogos. E garanto, não são todas as crianças que vão ver aquelas menininhas bonitinhas e vão querer jogar aquele jogo. Muitas vezes são jogos com MUITO TEXTO e criança em geral detesta ler.

A quem a Sony quer AGRADAR com essas censuras? Aí chegamos ao ponto principal desse texto. Recentemente, a indústria e imprensa ocidental de jogos tem sido tomada por justiceiros sociais, gente que faz militância online, alegando lutar por causas nobres, mas que não passam de hipócritas querendo   agradar o próprio ego. Qualquer coisa se torna ofensiva, sexista, machista ou racista. Só que a horda, além de ególatra, é ignorante em relação ao mundo. Porque afinal de contas, fodam-se as meninas que foram condenadas a levar chibatadas no oriente médio por dançarem em um vídeo, o que é machista, sexista e opressor é Dead or Alive, um jogo de luta que tem mulheres bonitas.

Muita gente vem ignorando essas atitudes da Sony, porque “Eu não jogo esses jogos de otaco fedido”, só que essas pessoas não se dão conta, de que quando menos perceberem, isso vai estar afetando os jogos maiores que ela gosta, ou não… Não sei como a Sony reagiria a uma sacola cheia de dinheiro, mas o futuro, do jeito que anda, é medonho. Tenho medo de que em um provável Persona 6, a versão ocidental lime a chance de formar relacionamentos com as personagens, ou mesmo interagir com elas, por conta dos SJWs que vão considerar você falar com uma
pessoa do sexo oposto é assédio.

Mas enfim, encerro por aqui questionando como a Sony chegou a esse ponto e se a situação é reversível. Porque eu sei que jogos já foram censurados no passado, várias coisas mudam de uma região pra outra, mas enquanto que durante muito tempo, a industria ocidental evoluiu, agora parece estar regredindo. E não é graças aos conservadores, mas graças aos supostos progressistas que se ofendem com ficção e ignoram a realidade.

O post O que está acontecendo com a SONY? apareceu primeiro em Arquivos do Woo.

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