Arquivos Filmes - Arquivos do Woo https://www.arquivosdowoo.com.br/tag/filmes/ Um pouco de tudo na medida certa Fri, 20 Jun 2025 20:31:27 +0000 pt-BR hourly 1 https://wordpress.org/?v=6.9 https://www.arquivosdowoo.com.br/wp-content/uploads/2020/12/cropped-logo-150x150.png Arquivos Filmes - Arquivos do Woo https://www.arquivosdowoo.com.br/tag/filmes/ 32 32 O que o sucesso do filme de Minecraft nos ensina? (Pro mal e pro bem) https://www.arquivosdowoo.com.br/2025/04/19/o-que-o-sucesso-do-filme-de-minecraft-nos-ensina-pro-mal-e-pro-bem/ https://www.arquivosdowoo.com.br/2025/04/19/o-que-o-sucesso-do-filme-de-minecraft-nos-ensina-pro-mal-e-pro-bem/#respond Sat, 19 Apr 2025 21:37:21 +0000 https://www.arquivosdowoo.com.br/?p=20104 Eu não sei se o Diogo levou o pimpolho dele pra assistir “Um Filme Minecraft”, mas é inegável que o filme pode ser considerado um sucesso e hit (faturou no momento desse texto, quase 600 milhões de dólares), apesar da qualidade bastante questionável. E não, a desculpa de que “É pra criança” não cola pra […]

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Eu não sei se o Diogo levou o pimpolho dele pra assistir “Um Filme Minecraft”, mas é inegável que o filme pode ser considerado um sucesso e hit (faturou no momento desse texto, quase 600 milhões de dólares), apesar da qualidade bastante questionável. E não, a desculpa de que “É pra criança” não cola pra um produto abaixo do ideal. E as pessoas que eram crianças quando Minecraft explodiu também merecem um produto melhor.

Porém, esse sucesso todo, aliado a muitos fracassos tanto na indústria dos jogos quanto na cinematográfica me fez pensar numa coisa, e veio a ideia de fazer esse texto. O que esse sucesso do filme de Minecraft (e vou colocar no balaio aqui, o sucesso do filme de Five Nights at Freddy’s, que faturou 300 milhões num orçamento de 20 milhões) representa pra industria e público num geral, tanto pro bem, quanto pro mal? Não sei o quão grande esse texto vai ser, então vamos começar.

Reprodução: Sony

O lado ruim: A mediocridade é recompensada no peso da ip

Isso é algo que é extremamente comum na indústria de jogos, só olhar as listas de jogos mais vendidos do ano, você vai ter lá, apesar das críticas, das abusivas microtransações que fazem um gacha parecer bonzinho, Madden, NBA 2K, o EA FC e Call of Duty no topo. As surpresas foram Helldivers 2 e Elden Ring (impulsionado pelo DLC), mas a maioria é parte de franquias anuais. E o fato é que o peso da ip de Minecraft foi o suficiente pra fazer com que o filme faturasse muito.

Ainda que essa tendência esteja mudando com muitos jogos AAA ocidentais com performance abaixo do esperado (A Ubisoft foi de jogo de performance ruim a jogo de performance ruim por todo 2024, e a controvérsia de Assassin’s Creed Shadows levou o jogo a ser adiado pra 2025), em 2024 mesmo com ip’s de peso, como Star Wars e Dragon Age, não foi o suficiente para se converter em vendas, a falta de qualidade em Minecraft não foi o suficiente para deter o sucesso do filme, mas ao menos deteu uma projeção de que o filme faturaria mais que o filme de Mario (com o resultado do primeiro fim de semana, alguns especularam que Minecrafr bateria Mario, mas agora a projeção de Minecraft é pra pouco menos de um bilhão de dólares de faturamento).

Mas, o sucesso do filme é o triunfo da mediocridade. Deixando de fim a negatividade, vamos aos positivos do sucesso de Minecraft.

Reprodução: Double Eleven, Mohjang Studios

Não saíram ofendendo os fãs ao sinal de críticas

Lembram do primeiro teaser trailer do filme? A internet inteira se uniu em um ódio coletivo a esse trailer, porque foi uma as coisas mais “boomer velho sem contato com a realidade fazendo filme para o jovem” que eu já vi. Todo mundo zoou o trailer a torto e a direito. Curiosamente, uma coisa que não ouvi após esse trailer, foi a produção do filme ou alguém do elenco saindo pra xingar os fãs de racistas, fascistas, homofóbicos ou qualquer outra variante, coisa hoje que é comum em especial na indústria de jogos, mas vem acontecendo nos filmes desde o Caça Fantasmas de 2016.

A produção aguentou as críticas de pé, e os trailers posteriores não sofreram essa torrente de críticas, e os fãs mais fervorosos de Minecraft recuperaram o otimismo em relação a produção. Se esse otimismo é justificado, agora olhando pro filme finalizado, são outros 500, porque assim como o filme de Super Mario Bros., a aventura do filme de Minecraft é menos genérica. (Fica aqui a minha tangente de que a Anya-Taylor Joy não ficou muito boa de Peach, e o Chris Pratt se saiu melhor do que o esperado, mas divago).

Imagine se durante a produção de filmes como o Caça-Fantasmas de 2016, As Panteras de 2019, os remakes da Pequena Sereia e Branca de Neve, os produtores e elenco não saíssem atacando todos os críticos, e os classificando como machistas, misóginos racistas? Porra, no caso da Branca de Neve, o produtor teve que viajar pra dar um esporro na Rachel Zeigler pra ela parar de falar merda! Ainda que não fossem faturar tanto, as pessoas iriam ver esses filmes com a cabeça mais aberta se a produção não passasse tanto tempo espantando o possível público alvo. E o remake da Pequena Sereia teria de fato se pagado nos cinemas, porque dos filmes que mencionei, foi o mais bem sucedido.

Reprodução: Silver Cow Studio

Foi uma produção (quase) livre de polêmicas

Dungeons & Dragons: Honra entre rebeldes foi um baita filme baseado em Dungeons & Dragons, porém… O filme fracassou nos cinemas. O motivo? Durante a produção, alguém disse que o filme seria uma obra de empoderamento feminista e blá blá blá. Isso, devido ao clima atual, coloca as pessoas com um pé atrás. Todo mundo está mais do que cansado da trope da girlboss. Só que o filme não é essa obra que falaram, é um filme competente e bastante divertido, mas devido a essa declaração, ninguém foi ver. E mais recentemente, a Marvel matou a animação de MUITA GENTE para o novo filme do Quarteto Fantástico.

Eu tinha minhas reservas pessoais de ver a Vanessa Kirby como Sue Storm (pessoalmente, a Sue deveria ser um cadinho mais jovem, a Kirby tem a minha idade) e o Arroz de Festa Pedro Pascal interpretando Pedro Pascal, digo, Reed Richards, mas o primeiro teaser trailer me deixou esperançoso, era o tipo de filme que a Marvel precisa, que elenco a parte, poderíamos ter algo bom. Porém, estava bom demais pra ser verdade, porque a Vanessa Kirby e Joseph Quinn deram declarações que brocharam não só a mim, mas muita gente que estava ligeiramente otimista com o filme. Kirby comentou que o filme será uma obra de empoderamento feminista, enquanto que Quinn disse que seu Johnny não será um cara flertador “machista”. Sim, o mesmo Quinn que fazia muita gente que conheço molhar as calcinhas depois de Stranger Things. (A pessoa de quem falo sabe quem é, VOCÊ NÃO ME ENGANA). Ou o filme vai ser uma desgraça, ou essa é uma sabotagem e tanta, tal qual foi em D&D. Pra esse tipo de coisa, você fica calado, no clima atual, as pessoas estão sensíveis e qualquer coisa mínima é motivo pra briga em rede social.

Minecraft por outro lado, passou sua produção praticamente livre de qualquer tipo de polêmica barata. Digo praticamente, porque uma das pessoas que faria um cameo no filme, a streamer Rachell Marie “Valkyrae” Hofstetter deu uma declaração de que Jason Momoa teria destratado uma pessoa no set e tal. Só que a polêmica morreu rapidamente, e o cameo de Valkyrae foi removido. Duvido que tenha sido algo muito grave, creio que tenha sido mais uma coisa do estresse do ritmo de gravações, porque nenhum outro problema foi reportado.

Reprodução: Telltale Games

O público alvo FOI ASSISTIR

Isso também vale pro filme de Five Nights at Freddy’s. Uma das coisas que vemos na indústria dos jogos, são produções que tem um público alvo, a chamada audiência moderna… Que parece não existir. Ou é pequena demais pra fazer um jogo ser bem sucedido. A tal audiência moderna parece mais focada em falar no twitter, no Blue Sky e outros locais, que você PRECISA jogar o “Flopperson Xtreme Bidennus”, caso contrário você é um preconceituoso, rachista, macista, misógino, transfóbico e eleitor do Trump/eleitor do Bolsonaro (mesmo que você não more nos EUA/mesmo que você tenha votado no Lula). Só que elas mesmas não compram tais jogos. Se o jogo foi feito pra você, porque você não comprou? Falar é fácil, se você quer que o jogo seja bem sucedido, compre… Ou você, tal criatura da audiência moderna, vai esperar o streamer modinha jogar o jogo pra formar sua opinião?

O público de Minecraft, assim como o de FNAF, vestiu a camisa e foi aos cinemas, ainda que parte do púbico (de Minecraft) tenha estado mais preocupado em fazer bagunça e arruinar o dia de quem limpa as salas de cinema. O fato é, esse público de Minecraft e FNAF, VOTOU COM A CARTEIRA. Porque não adianta nada você fazer uma defesa de um Dustborn ou Concord da vida, se você sequer vai jogá-lo. Sim, eu entendo que os jogos estão caríssimos, e são entretenimento de luxo. Mas se você, que está interessado no jogo, pode se dar a opção de não comprar o jogo que quer porque está caro… Porquê eu, que não estou interessado no jogo, não tenho essa opção? Tremenda hipocrisia.

Reprodução: Mohjang

Finalizando…

A conclusão que chegamos com o sucesso do filme de Minecraft, é que apesar da mediocridade, o peso da ip PODE ajudar no sucesso, se a produção não passa seu tempo atacando o público alvo e espantando o público alvo. Ter uma produção livre de polêmicas e declarações polêmicas também vai ajudar, mas principalmente… O público alvo PRECISA TAMBÉM colaborar para que o produto seja um sucesso. Isso vale pra filmes, mas pode ser muito bem aplicado a jogos, com sucessos como Black Myth Wukong, Hogwarts Legacy, Space Marine 2, Split Fiction e Stellar Blade. A mensagem principal desse texto pras produtoras é: não desrespeite seu público. E para os jogadores, independente de sua crença: Vote com sua carteira e não seja um hipócrita.

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Super Mario Bros. O Filme | Não é pra todo mundo? https://www.arquivosdowoo.com.br/2023/04/10/super-mario-bros-o-filme-nao-e-pra-todo-mundo/ https://www.arquivosdowoo.com.br/2023/04/10/super-mario-bros-o-filme-nao-e-pra-todo-mundo/#comments Mon, 10 Apr 2023 23:57:55 +0000 https://www.arquivosdowoo.com.br/?p=13647 Um amigo decidiu presentear a minha família com ingressos para assistirmos Super Mario Bros. O Filme, o que aconteceu nesse domingo. Posso dizer que antes de ir ao cinema, estava um pouco apreensivo em como seria a sessão que encararia. Só conseguia pensar em diversos adolescentes e adultos gritando junto as crianças, o que para […]

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Um amigo decidiu presentear a minha família com ingressos para assistirmos Super Mario Bros. O Filme, o que aconteceu nesse domingo. Posso dizer que antes de ir ao cinema, estava um pouco apreensivo em como seria a sessão que encararia.

Só conseguia pensar em diversos adolescentes e adultos gritando junto as crianças, o que para a minha surpresa se provou errado. Não sei. Talvez por ser domingo de Pascoa, mas foi bem tranquilo. E ver meu filho se divertindo e detonando um balde de pipoca foi maravilhoso.

LEIAM – Breakers Collection | Porradaria atemporal

Essa foi a primeira vez que o levo ao cinema para assistirmos algo junto, e que baita experiência positiva eu tive. Mas você, leitor, deve se perguntar: E as críticas Diogo? Os críticos não gostaram!

Para responder a isso, vou dedicar alguns parágrafos, mas o que posso dizer de antemão é que não estão de todo errado.

Me acompanhe.

Créditos: Illumination/ Nintendo

OS CRÍTICOS CRITICAM E OS FÃS CHILICAM

Por conta da internet, cada vez mais críticos sofrem ataques por conta dos inúmeros influencers que se lançam como “opinadores” profissionais ou do usuário médio que não consegue ver o objeto do seu desejo receber avaliações negativas, levando a critica como um ataque pessoal.

O que não faz muito sentido quando paro para pensar a respeito, até porque quando escrevemos uma crítica, existe muita coisa envolvida, desde toda a bagagem do autor e até o seu gosto pessoal.

Uma crítica negativa não significa que a obra não possa ser um sucesso de bilheteria ou mesmo que seja de toda ruim, visto que existem vários fatores envolvidos.

LEIAM – Venom | Não é Marvel, mas não falha

O maior deles é o publico alvo e amplo que a obra é capaz de atingir, então mesmo que seja apontado problemas em uma animação, isso não vai mudar a experiência que você poderá ter com ela.

Não é como se avaliações tivessem o poder de ditar o que você irá sentir ao gastar algumas horas dentro de uma sala de cinema. Cabe um pouco da amadurecimento para entender que o mundo não se resume ao seu gosto pessoal ou esse efeito manada emburrecedor das rede sociais.

Créditos: Illumination/ Nintendo

SUPER MARIO BROS. O FILME

Dito isso, preciso dizer que uma das melhores decisões que a Nintendo podia ter tomado com relação ao filme foi escolher a produtora Illumination Entertainment. Quem tem filhos pequenos e assistiu centenas de vezes as animações da produtora sabe o nível de qualidade das animações.

Mesmo que ainda não fujam dos design dos personagens criados pela Nintendo, a produtora manteve muito do seu toque pessoal e alguma liberdade para tornar os personagens da BIG N muito vivos, coloridos e ainda mais cativantes do que já eram.

Também não vou dizer que o mérito é apenas da produtora, até porque Shigeru Miyamoto está envolvido com o projeto há mais de 7 anos, ou seja, antes mesmo do filme começar a ser produzido. E sendo um pouco puxa saco aqui, creio que foi graças ao envolvimento de Shigeru desde a concepção e durante a produção, que o filme conseguiu entregar tanto fanservice e ainda assim não ser uma obra pasteurizada.

Sendo direto, o filme consegue entregar uma das melhores animações baseadas em um personagem de vídeo game pelos motivos certos.

Créditos: Illumination/ Nintendo

AIN, LACRASSAUM

Se você acendeu o pavio de suas hemorroidas por achar que Peach roubou algum protagonismo, sinto em dizer que você estourou suas pregas a toa.

Primeiramente pelo motivo de que os personagens nunca tiveram muito da sua história desenvolvida profundamente, o que permitiu que o filme tomasse várias liberdades. Uma delas foi a de não comprometer a personalidade dos personagens e ainda expandir um pouco mais do que conhecíamos, como a família de Mario e Luigi, ou como Peach foi parar no Reino dos Cogumelos.

Mesmo assim, ouso dizer que sequer é um bom desenvolvimento, e isso se deve ao fato de que a ideia central era criar algo com que os fãs pudessem se conectar e ainda assim entregar um experiência agradável para quem não conhecesse os personagens.

Cito aqui um relato que Shigeru mesmo apontou em briefing divulgado em novembro do ano passado:

as pessoas que jogaram o jogo esperam uma experiência cinematográfica que seja fiel às suas memórias do jogo, enquanto aqueles que nunca jogaram esperam um filme agradável como uma peça de entretenimento independente.”.

Outro ponto é “Pelo amor de Deus” a personagem participa de corridas em Mario Kart, luta em Smash Bros e ainda compete em Mario Tennis e Mario Soccer. Ou tu não conhece ou tu só é mau caráter pra soltar uma dessa.

Créditos: Illumination/ Nintendo

MAS MAS MAS SUPER MARIO BROS. O FILME, É BOM?

Não vou entrar no mérito de spoilers ou contar qualquer coisa que possa comprometer a experiência dos fãs. Mas achei que seria interessante contextualizar a minha leitura da obra antes de “descer a lenha”.

Super Mario Bros. O filme não poupa fanservice e ele se sustenta inteiramente em cima disso, atirar referencias a tudo o que conhecemos dos jogos do encanador bigodudo.

Nem de longe é ruim, pelo contrário, o fiapo de história que o filme tem e as motivações dos personagens, mesmo que simples, tornam o filme leve e inofensivo para se assistir. O que nos leva a um dos motivos pelo qual os críticos provavelmente não gostara tanto do filme.

Enquanto toda animação atual busca tocar em elementos sensíveis, o filme do Mario vai na contramão e busca apenas e unicamente entreter. Ele não tenta ser Toy Story ou qualquer outra obra que busque grandes reflexões, mas sim que você passe uma tarde agradável com  sua família.

Nesse quesito o filme brilha tanto quanto uma estrela que confere poderes ao Mario e Luigi, pois não só busca arrancar gargalhadas com situações no mínimo curiosas, como também explora um pouco mais dos personagens da Nintendo que nunca foram lá muito desenvolvidos.

Créditos: Illumination/ Nintendo

CONCLUSÃO

Super Mario Bros. O Filme tem um fiapo de história que é mais do que suficiente para entreter toda a família. Ele não quer se aproximar de nenhuma outra animação que tenhamos visto, e isso faz todo o sentindo. Nintendo sabe a mina de vender brinquedos que tem na mão, e esse acerto com certeza vai abrir as portas para que outras IPs também ganhem adaptações cinematográfica.

– Oh, mas os críticos… mimimi

SUPERE. VOCÊ TEM QUASE 40 ANOS! Se divirta e aprenda a lidar com opiniões contrárias. E até onde eu sei, você não é acionista da Nintendo pra ficar comemorando número.

O que posso dizer é que o filme vale muito a pena, os personagens estão lá, você os reconhece e ainda vai vibrar com os combates. Preciso dizer, é sensacional as batalhas e como tudo é tão coeso desse universo cinematográfico que a Nintendo criou.

Super Mario Bros. O Filme vale muito a pena, recomendo.

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Venom | Não é Marvel, mas não falha https://www.arquivosdowoo.com.br/2021/10/12/venom-nao-e-marvel-mas-nao-falha/ https://www.arquivosdowoo.com.br/2021/10/12/venom-nao-e-marvel-mas-nao-falha/#respond Tue, 12 Oct 2021 20:38:22 +0000 https://www.arquivosdowoo.com.br/?p=8615 Faz algum tempo que não escrevo sobre filmes, e uma dos motivos é o tempo. Ou jogo ou vejo filmes, ou qualquer outra coisa infantil com meu filho.  Hoje consegui rever Venom, que nem é lá um filme que me agradou tanto, mas conseguiu me divertir mais do que na primeira vez. LEIAM – Homem-Aranha: […]

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Faz algum tempo que não escrevo sobre filmes, e uma dos motivos é o tempo. Ou jogo ou vejo filmes, ou qualquer outra coisa infantil com meu filho.  Hoje consegui rever Venom, que nem é lá um filme que me agradou tanto, mas conseguiu me divertir mais do que na primeira vez.

LEIAM – Homem-Aranha: De volta ao lar | Impressões sem spoiler

Como pretendo assistir a sequencia, decidi que seria interessante falar um pouco sobre minhas impressões do Protetor Letal. Claro, é minha opinião, então sinta-se livre pra discordar dela.

É engraçado pensar que já fui ferrenho critico dessas adaptações, mas parei um pouco ficar naquela expectativa exagerada. Creio que este filme é um deles que aprendi a ignorar os problemas e focar no que ele tem bom para oferecer.

É isso!

LET THE CARNAGE BEG… WUT!?

Venom

Venom tem como protagonista o nosso querido Eddie Brock, vilão ferrenho do universo do Aranha. E para a nossa sorte é Tom Hardy que o interpreta, que como um bom ator entende que o roteiro não é grande coisa, logo o carisma dele sustenta o filme todo.

Isso mesmo, o roteiro é bem fraco e tampouco tenta dar qualquer profundidade ao vilão do longa ou qualquer outra relação que Eddie tenha. Os atores parecem se dar conta disso e o publico saca logo, o que faz o filme ser mais leve e menos sombrio.

LEIAM – Todos os Animes do – U.S. Mangá Corps do Brasil

Tudo acontece rapidamente e o desenrolar da trama até o seu final é bem interessante, apesar do maçante inicio. Não há qualquer luta, exceto a de Brock em se manter vivo e derrubar a Fundação Vida.

O SIMBIONTE AMIGÃO DA VIZINHANÇA

É na Fundação Vida que Brock se contamina com Venom e enfim o filme tem inicio, com o protagonista tendo reações exageradas e bem engraçadas por conta do simbionte, enquanto é caçado. Não dá pra deixar de apontar que nesse aspecto o filme entrega alguns piadas bobas pra dar aquela descontraída.

Mesmo com essa carranca de filme sério e adulto, Venom é um filme infantil pra molecada dos 12 anos em diante.

O mais próximo de violência mesmo que eu notei foi a batida de moto, onde a perna do Brock está torta, quanto ao resto, nada de pessoas sendo partidas ao meio ou literalmente devorada em frente a câmera.

Ah, se eu gostaria de ver isso? Obvio, mas sabia o que encontrar aqui. Só achei que podiam ter ousado mais e ainda conter o nível de violência. Porém, olhando HOJE para o filme e os rumores, entendo o porque da escolha de um roteiro mais leve e focado no publico mais jovem.

ERA PRA SER UM VILÃO

Mas tornou-se apenas uma razão para colocar outro simbionte contra o Venom. Riot é fisicamente mais forte do que o protetor letal, isso fica bem claro logo no primeiro embate e porque Venom faz questão de dizer que ele faz uns lances impressionantes.

É um personagem que realmente pertence ao universo do anti-herói, mas que não funciona lá muito bem aqui. A motivação é interessante, não tenha dúvida, mas você entende que poderia ser muito melhor se trabalhado mais a figura do Riot, tudo é muito corrido. Poderiam ter enfiado os outros simbiontes do grupo do vilão, MAS, eu sei que to sendo chato, mas prometo me redimir até o fim desse texto.

De qualquer modo isso é razão o suficiente para colocar os dois para trocar altos socos em CGI, o que é legal pra caramba. É o ápice do filme e desenrola rapidamente a luta final, que é finalizada de uma forma bem medíocre.  Se ele atirasse uma granada ou qualquer outra coisa o filme acabava bem mais rápido.

Hey, estamos vendo filmes baseado em quadrinhos pra ver porrada digital, então quem liga?

WE ARE VENOM!

Não vou ser injusto, o design do Venom é uma das coisas mais legais que já vi, inclusive eu simpatizei com a personalidade do simbionte.

Ah, mas…. Não, é legal. Não tem aranha aqui, não precisa se ater que ele segue o padrão do que conhecemos do uniforme do aranha. Ele poderia ter qualquer forma, mas quem liga, ficou legal pra cacete.

Os efeitos não são bons, mas funciona muito bem. O lance da moto onde ele a deita e vai deslizando em seu próprio corpo e depois somos levado a essa primeira aparição do GIF. Isso valeu o filme, pelo menos pra mim.

Pode não ser a melhor obra baseada em um quadrinho, e não é mesmo, mas entrega uma entretenimento rápido. Há várias boas cenas, tem humor e ainda deve ter vendido muito bonecos e camisetas.

Oras, conseguiu o suficiente para ganhar continuação. Isso deve valer de algo? Não, muito filme lixo consegue o mesmo, mas esse aqui me conquistou.

CONCLUSÃO

Venom

O filme é bem divertido, simples, direto e sem muita enrolação como um bom primeiro filme deve ser. Não é como aquele Venom pavoroso do Sam Raimi no terceiro longa do Aranha.

No geral, o elenco do filme com apenas com Tom Hardy, um ator de peso (assistam Bronson com ele, sério). Logo, os demais não possuem lá grandes destaques, estão ali apenas para ser pano de fundo dos diálogos e as ações entre o simbionte e o Eddie.

Esse daqui vai um pouco além, sem muita firula ou tentando dar alguma solução mirabolante dos motivos disso ou daquilo. É tudo porque sim e segue adiante moer a galera na porrada.

To ansioso pelo segundo filme com o Carnificina, pois acho que vou me divertir tanto quanto foi com esse daqui. É um filme divertido e que vale apenas desligar o cérebro para conferir, então recomendo.

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Ranking com meus “Filmes” favoritos de Kamen Rider https://www.arquivosdowoo.com.br/2021/01/23/meus-filmes-favoritos-de-kamen-rider/ https://www.arquivosdowoo.com.br/2021/01/23/meus-filmes-favoritos-de-kamen-rider/#comments Sat, 23 Jan 2021 22:24:13 +0000 https://www.arquivosdowoo.com.br/?p=6723 *Para contexto de filmes, me refiro aos chamados filmes de verão dos Riders, que geralmente saem nos cinemas junto com o filme de Super Sentai da temporada, então sem crossovers, V-Cinemas, outros filmes do Den-O ou Super Hero Taisen da vida. ALERTA: Este artigo possui spoilers das séries mencionadas. Acho que já deixei claro que […]

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*Para contexto de filmes, me refiro aos chamados filmes de verão dos Riders, que geralmente saem nos cinemas junto com o filme de Super Sentai da temporada, então sem crossovers, V-Cinemas, outros filmes do Den-O ou Super Hero Taisen da vida.

ALERTA: Este artigo possui spoilers das séries mencionadas.

Acho que já deixei claro que eu curto Kamen Rider, uma, duas ou um milhão de vezes. Caspita, meu terceiro livro (que virou visual novel) é fortemente influenciado por Kamen Rider.

Dito isso, desde o início da era Heisei dos Kamen Riders (ainda que a era Heisei no Japão tenha se iniciado em 1989, são considerados Riders Heisei aqueles produzidos após o falecimento do criador da franquia, Shotaro Ishinomori) em 2000 com Kuuga, é tradição ter ao menos um filme usualmente lançado no verão japonês, com exceção do próprio Kuuga que tinha o orçamento de 3 caixas de bis, um saquinho de mariolas e o boné do Pateta (só assim pra explicar o Kuuga em CG de PS1 que é usado em transformações) e não recebeu filme.

Temos um total de dezenove filmes produzidos, de Agito até Zi-O, mas infelizmente, por uma miríade de razões, não assisti a todos. Seja porque eu não tive a oportunidade de ver na época que vi a série ou não cheguei no ponto da série em que o filme se passa. Ou simplesmente ainda não vi a série nem o filme, disso reduzi a lista de dezenove filmes para oito…

#8 Kamen Rider Build: Be The One

Continuidade na história: Após o episódio 45 de Build.

Há uma pequena ligação entre a série e o filme, já que no final do episódio 45, vemos os três ministros escolhidos por Evolt para comandar Touto, Seito e Hokuto.

Os novos ministros na verdade são membros da espécie do Evolt (Conhecidos como Blood) e colocam a população inteira do Japão contra o Build, e Sento deve lutar para salvar o mundo. Basicamente uma terça-feira na vida de um Kamen Rider.

Tecnicamente, não tem absolutamente nada de errado com o filme, de fato é um excelente filme e recomendo assisti-lo (claro, pra todo contexto, você precisa ver Build, então assista Kamen Rider Build), mas se você não assisti-lo.

Não vai acabar perdendo muito, já que a única coisa ali que vai carregar mais adiante, é o fato de que o Evolt não é o único de sua espécie, e de fato tempos depois, vemos um outro membro da raça dele, no caso, o irmão mais velho de Evolto, Killbas, mas isso é história pra outro V-Cinema… (Build New World: Kamen Rider Cross-Z)

#7 Kamen Rider Gaim: Great Soccer Battle! Golden Fruits Cup!

Continuidade na história: Após o episódio 37 de Gaim.

Numa Zawame infectada pelo avanço de Helheim, Kouta está lutando com um grupo de Inves.

Após essa luta, ele encontra um garoto estranho que lhe pergunta sobre o futebol. Após Kouta explicar, ele acaba indo parar em uma versão alternativa de Zawame, onde os Riders duelam. Em partidas de Futebol. Só que esse mundo é ameaçado por uma presença maligna.

Numa série cheia de elementos que não deveriam combinar (Frutas? Samurais? Dança?), mas que combinam, por quê não adicionar outro elemento fora da curva, como futebol? Porque claro, a primeira coisa que me vem a mente quando falam de Samurais frutas que dançam, é FUTEBOL!

Piadas a parte, Golden Fruits Cup é um bom filme, apesar de que na minha opinião, o plot do futebol é abandonado cedo demais em prol do PUTA MERDA, OS RIDERS ESTÃO MORRENDO, O QUE VAMOS FAZER? ÓDIO, DESTRUIÇÃO, GUERRA, REVIRAVOLTAS! Porém em contraparte, entendo que existe um limite do quanto se pode colocar de cada coisa em uma hora e cinco minutos de filme.

É o filme que é um bom entretenimento, mas acaba não fazendo falta se não assistir. O filme de ToQGer entreteve mais, mesmo tendo a metade da duração. Mas por quê ele tá acima de Build no Ranking? Simples, a música tema é melhor.

#6 Kamen Rider Wizard in Magic Land

Continuidade na história: Após o episódio 43 de Wizard

Durante uma luta, Haruto e Koyomi são pegos por um tornado da LJN (ou seja, as cores do arco-íris, se você não pegou minha piada) e transportados para um mundo alternativo, onde ao invés da ciência ter se desenvolvido, a magia tomou o lugar das coisas. A maioria da população é capaz de usar magia e mesmo se transformar em Kamen Rider Mage. Só que algo naquele mundo não parece certo, e é relacionado ao seu regente, o Imperador Maya.

Ao contrário dos filmes anteriores dessa lista, que tinham um senso de grandiosidade, a sensação que se tem ao assistir Wizard in Magic Land é a de assistir um episódio para a TV estendido para a duração de uma hora.

Talvez por ele não ter o escopo de um duelo grande, ou o destino em jogo, mas tudo parece meio que se misturar com a série de TV. Assim como os anteriores, você não perde muito em lore da série ao assistir.

Quando fiz a thread no twitter que deu origem a este artigo, expliquei que ele, o de Gaim e o de Build não faria diferença se não assistisse. Ele só está acima desses na contagem, meramente porque “The Finale of the Finale”, o tema de encerramento do filme é absolutamente fantástico e muito melhor que “Your Song” e “Everlasting Sky”.

#5 Kamen Rider Fourze: Everyone, Space is Here!

Continuidade na história: Após o episódio 38 de Fourze

O Clube Kamen Rider tem uma missão: Deter o computador XVII que planeja destruir a Terra. Para isso, Gentaro e seus amigos precisam treinar e ir ao espaço. Porém, a misteriosa Inga Blink e o poderoso Black Knight tentam impedir nossos heróis.

Não vou mentir, pra mim, foi difícil ver o filme de Fourze. Não pela qualidade do mesmo, mas como eu assistia em um certo site. A versão que eles colocaram lá tinha legendas do TV-Nihon, então é “Space Kitaa” pra lá, “Villain Kitaa” pra cá e um monte de outras coisas desnecessárias que você vê em legendas do TV-Nihon.

Enfim, o filme de Fourze é divertido como a série, apesar de ter a mesma sensação de episódio estendido a princípio, o que está em jogo vai aumentando, conforme a ameaça dos Titãs Espaciais vai ficando mais evidente. Por fim, o filme tem um certo payoff posterior (assim como o de Build), com a Inga Blink se tornando companheira de Ryusei na Interpol (mostrado no crossover de Wizard com Fourze). E apesar de “Voyagers” ser uma música fantástica, ela não combina taaaanto com o filme.

Se for assistir ao filme de Fourze, que seja uma versão que não seja a do TV-Nihon. Plus, o filme tem a Deka Yellow o que sempre conta pontos pra mim em qualquer coisa, meu deus, como eu amo a Ayumi Kinoshita.

#4 Kamen Rider Zi-O: Over-Quartzer

Continuidade na história: Após o episódio 43 de Zi-O

Após Sougo Tokiwa coletar todos os Ridewatches, ele é confrontado por uma organização chamada Quartzer, cujos membros se autodenominam os Guardiões do Tempo. E a verdade sobre a jornada de Sougo finalmente é revelada.

Primeiramente, existe todo um hate em cima de Zi-O. Se isso é justificado ou não, vai de cada pessoa. Ao contrário de temporadas aclamadas como Gaim, Faiz e Kuuga, eu não me senti compelido a parar de ver Zi-O por causa do pacing. Eu honestamente gostei da série, mas ela certamente não vai entrar no meu TOP 5 nem fodendo.

Dito isto, Over-Quartzer é um excelente filme e funciona como final alternativo da série. Ele possui uma estruturação melhor feita do que por exemplo o filme de Gaim, e você não fica tempo demais, nem tempo de menos perdido em um sub-plot. E apesar da cena em que o Sougo adquire a Ohma Form ser esquisita, a luta final é bacana… Menos o Rider Kick de logotipos, aquilo é weird as fuck.

LEIAM – Eu não consigo escrever um review de Chronos: Before the Ashes

No geral, o pecado, por assim dizer, do filme, é simplesmente não dar destino aos Time Jackers. Porque a situação no fim do filme é: Sougo se tornou soberano, os membros do DA P… digo, os Quartzer restantes ao conversar brevemente com Sougo após a luta, decidiram assumir um papel passivo em vigiar o tempo, interessados no futuro que Sougo traria, mas nada é dito dos TimeJackers… E o filme é na timeline do Final Stage, que também não mostra o que diabos aconteceu com os TimeJackers.

Curiosidade Inútil: O fato da ancestral do Krim Steinbelt, Clara Steinbelt estar no Japão no período “Sengoku” não foi só PLOT CONVENIENCE (porque é, no fim das contas), mas uma brincadeira com o fato que o ator que interpretou o Krim, (O radialista Chris Peppler) é descendente direto de Akechi Mitsuhide, uma figura proeminente no período, que traiu e assassinou Nobunaga Oda.

Aliás, você pode assistir Kamen Rider Zi-O de maneira oficial na Amazon Prime, com legendas em português.

#3 Kamen Rider Kabuto: God Speed Love

Continuidade na história: Antes do Episódio 1 de Kabuto/Não-Canone

Em 1999, um meteoro gigantesco colidiu com a Terra, trazendo nele criaturas chamadas de Worms. Os Worms conseguem mimetizar a aparência dos humanos, infiltrando-se na sociedade e matando os humanos no processo. Para combater essa ameaça, foi criada a organização ZECT, que desenvolveu o Masked Rider System.

Essa batalha já dura sete anos, e com o tempo, os recursos naturais da Terra foram diminuindo, deixando o mundo parecido com Hokuto no Ken… Ou Mad Max.

Durante muito tempo, Kabuto foi minha série Rider favorita, isso mudou com o tempo, mas o carinho que tenho não diminuiu. God Speed Love pega o conceito da série, do meteoro em Shibuya trazendo os Worms e se pergunta “E se aquele meteorozinho que destruiu Shibuya fosse do tamanho de Itu e afetasse o mundo inteiro?”.

No geral, God Speed Love é bastante sólido, tem uma boa estrutura e um twist bem satisfatório no final, com o Tendou sacrificando sua própria existência, voltando no tempo graças ao Hyper Clock-Up e destruindo o meteorito gigante cujo fragmento menor atingiria Shibuya, entregando o Masked Rider System ao jovem Tendou de 1999 e dando início aos eventos da série de TV. Exceto que.

Não. A série de TV anula o filme, quem entregou o Rider System ao Tendou foi um native e o filme não serviu pra nada. YAAAAAAY!

#2 Kamen Rider Drive: Surprise Future

Continuidade na história: Após o episódio 40 de Drive

Durante a perseguição a um Roidmude, Shinnosuke Tomari é abordado por um jovem que clama vir do futuro e diz ser seu filho. Ele conta que graças a um mal funcionamento em Krim, o sistema do Drive fora usado para auxiliar os Roidmudes a dominar o mundo. Só que a maneira do garoto de abordar o “pai” acaba causando um acidente que faz com que Shinnosuke seja procurado pela polícia. E no meio disso, Shinnosuke e Eiji são perseguidos pelo misterioso Dark Drive.

Kamen Rider Drive é uma daquelas séries que você pode recomendar até pra quem não curte tokusatsu, porque é uma série, que apesar de apelar um pouco para a comédia (Shinnosuke é um bobo) é bem amarrada e não dá ponto sem nó a maior parte do tempo (V-Cinema do Heart a parte) e Surprise Future não é exceção a regra.

Ele vai do ponto A ao B e conduz o espectador a entender o que está acontecendo, sem ficar confuso ou se perder em sub-plots… Se bem que o único sub-plot do filme chega em um beco sem saída, porque o Trio de Roidmudes (Heart, Medic e Brain) não tem nada a ver com o Roidmude 108.

Por fim ele finaliza de maneira satisfatória, com a trama fluindo para o V-Cinema do Chase e a relação entre o Shinnosuke e a Kiriko. Como a cereja no bolo, o tema de encerramento do filme, “Re-Ray” (interpretado pelo ETERNAL Mitsuru Matsuoka) é absolutamente maravilhoso, apesar de eu não saber o que caralhos é um re-ray.

#Menções Honrosas

Nas menções honrosas, vou colocar aqui os filmes que possuo, mas não vi por uma razão ou outra, e os que vi a temporada dele, mas não o filme.

Kamen Rider 555: Paradise Lost – Eu assisti a 555 inteiro, mas como vi ele numa época onde conseguir Tokusatsu online era mais difícil e eu sequer tinha internet banda larga, ele passou batido.

Kamen Rider Hibiki and the Seven Senki Tenho Hibiki completo aqui, mas preciso chegar no ponto da série onde o filme se situa (entre os episódios 28 e 29 da série, ou quando Hibiki deixa de ser Hibiki e vira uma série de Kamen Rider)

Kamen Rider Den-O: Ore, Tanjou! – Terminei de Baixar Den-O hoje (basicamente baixei 99% na madrugada da data em que escrevo esse artigo), então quando eu chegar no momento do filme, o verei.

Kamen Rider Kiva: King of Castle in the Demon World – Assisti Kiva inteiro, mas o filme passou batido pela mesma razão de 555. Um dia, quem sabe.

Kamen Rider Decade: All Riders vs Dai-Shocker – Assisti Decade inteiro, mesma razão de 555 e Kiva pra não ter visto. Se um dia eu rever Decade, possivelmente verei o filme.

Kamen Rider W Forever: A to Z/The Gaia Memories of Fate – O caso do W é um pouquinho mais complexo do que o de Den-O e Hibiki, porque enquanto os dois citados eu tenho a série com legendas em inglês, tudo o que tenho de W está sem legenda porque é da época que legendei dois episódios da série. Então se alguém tiver um zip bonitinho com legendas da série inteira (preferencialmente em inglês, please me dá um toque porque eu quero vê-la.

Kamen Rider Ryuki: Episode Final – Cai no mesmo caso de Kamen Rider W. Eu tenho a série completa em DVD, mas não tenho as legendas

#1 Kamen Rider Ex-Aid: True Ending

Continuidade na História: Após o último episódio de Ex-Aid

Um misterioso Rider Ninja maligno chamado Fuuma aparece, infectando as pessoas com uma nova variante do Vírus Bugster e cabe aos Riders do Centro de Resgate deter a nova ameaça.

Kamen Rider Ex-Aid não é uma série perfeita, das que vi, fica abaixo de Build e Drive por exemplo, que são séries mais coesas. Mas, dos filmes mencionados aqui, Ex-Aid entrega o melhor filme, mesmo com partes dele se baseando em um gimmick forçado (aka VR).

De resto, ele amarra uma das pontas soltas na série de TV, com o personagem Johnny Makishima ascendendo ao papel de principal vilão do filme, dando sentido a sua participação na série de TV. Ele também prepara terreno tanto para o crossover com uma cena pós créditos, quanto para a trilogia de V-Cinemas “Another Ending” que viria a ser lançada em 2018.

A trama de True Ending pode ser mais básica que outras listadas aqui nesse artigo, mas a execução e maneira com a qual tudo fica amarradinho em Ex-Aid, garante ao filme o topo dessa lista. Como adicional, a música “Life is Beautiful” complementa a temática geral do filme perfeitamente (e é melhor que “EXCITE” #SorryNotSorry).

E esse é o ranking dos meus filmes (de verão) favoritos de Kamen Rider. Eu limitei a lista aos filmes de Verão, porque se eu listasse todos os filmes de Rider que vi, bem, não seria um artigo, mas uma bíblia, porque tem V-Cinemas, tem os crossovers, super hero taisens e etc. Se você gostaria de ler mais artigos como esse, deixa nos comentários.

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IT – A Coisa (2017) | Minhas Impressões do filme https://www.arquivosdowoo.com.br/2017/12/13/minhas-impressoes-sobre-it-coisa-2017/ https://www.arquivosdowoo.com.br/2017/12/13/minhas-impressoes-sobre-it-coisa-2017/#respond Wed, 13 Dec 2017 20:29:00 +0000 https://www.arquivosdowoo.com.br/2017/12/13/minhas-impressoes-sobre-it-coisa-2017/ IT (A Coisa 2017) foi um dos filmes de horror mais falado desse ano enquanto era exibido nos cinemas. Talvez mais do que eu esperava ouvir, o que me fez criar algumas expectativas para conferir esta nova adaptação do conto de Stephen King. Graças a todo o hype eu decidi ler o livro, uma vez […]

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IT (A Coisa 2017) foi um dos filmes de horror mais falado desse ano enquanto era exibido nos cinemas. Talvez mais do que eu esperava ouvir, o que me fez criar algumas expectativas para conferir esta nova adaptação do conto de Stephen King.

Graças a todo o hype eu decidi ler o livro, uma vez que não iria ao cinema por questões de grana e medo de se arrepender. Oras, eu gosto até da adaptação dos anos 90, mas nunca iria ao cinema assistir. Por outro lado estava mais do que na hora de eu ler o livro.

Bem, terminei de ler o livro, re-assisti a adaptação dos anos 90 e agora assisti esta nova adaptação que todos falaram tão bem. Não sei dizer o que sentir, então vamos analisar alguns fatos juntos.

Me acompanhem!


Muito foi dito a respeito do elenco infantil do filme, segundo alguns uma das coisas mais legais do filme. Não achei que tivessem muita química juntos, apesar do roteiro tentar construir motivações para estarem ali, é tudo muito superficial. Stan, por exemplo, é um dos moleques mais apáticos que há no grupo. Porém, de algum modo isso funciona se você ignorar a falta de química entre eles.

Eu sei, eu sei, to parecendo um chato, mas leve em consideração que estou ignorando totalmente o livro. Só para vocês entenderem, Richie e Bill possuem uma relação de amizade extremamente forte, enquanto aqui é bem rasa e se limita a algumas piadinhas. Também não posso deixar de falar sobre, Mike. Ele quase não aparece durante o filme, apesar de ser outro personagem essencial e que precisava ser melhor aproveitado para a trama.

Ao longo de duas horas e alguns minutos de filmes somos presenteados por momentos de tensão e algumas cenas realmente divertidas. Sabe aquele susto barato que tem dominado Hollywood, nada dele por aqui. Já é alguma coisa para alguém que pensou encontrar um péssimo filme.


Agora se há algo que merece destaque, sem dúvida é o Pennywise, interpretado pelo Bill Skarsgård. Ele faz trabalho excepcional aqui. Eu adorava o palhaço feito por Tim Curry, isso porque ele possuía um humor ácido, o que casou perfeitamente com a ideia de King, mas aqui temos um Pennywise sombrio e que não é tão brincalhão.

Ele aparece pouco durante todo o filme, mas todas as suas aparições te surpreende, seja ele saindo de dentro de uma geladeira ou mordendo o rosto de uma criança – É, to falando que esse Pennywise é outra pegada.

Uma das minhas cenas favoritas é o momento em que Henry Bowers está agredindo Mike, que ao tentar se levantar avista o palhaço próximo a mata devorando um pequeno braço, e ao notar que foi visto dá tchauzinho para o Mike com o braço semi-devorado. Eu quase aplaudi de pé essa cena.

Bowers também merecia um pouco mais de cuidado, o efeito que Pennywise causa na cidade não foi explorado o suficiente para justificar algumas das ações dele, como (spoiler) matar o pai com sua própria faca (fim do spoiler). Até porque ele é um personagens muito importante para o desenvolvimento da segunda parte do filme.


Por mais que eu quisesse odiar It, reconheço que foi feito um bom trabalho ao condensar muitas das páginas do livro em duas horas de filme. Essa é uma das adaptações mais próxima do livro que temos, por enquanto. A quantidade de personagens e algumas das situações retiradas são várias e realmente prende a atenção do telespectador.

Outras foram modificadas, possivelmente para se adequar aos dias de hoje. E não, não acontece a orgia entre crianças que está presente no livro. Colocaram uma cena fofa no lugar, e como é o gordinho que se dá bem, fiquei feliz… pelo menos até o final dele.

Por que nós gordos não podemos ficar com a garota no final dos filmes? É sempre o garoto popular que se dá bem? OK, parei!

Inserir muito do livro teve um custo no final das contas, como citei acima, personagens que são interessantes acabaram não tendo função alguma além de virar comida do Pennywise. Quando na realidade eles poderiam ter inserido vitimas com um apelo emocional muito maior, visto que vão morrer mesmo.

Mas o que senti mais falta foi da história por trás de cada um dos membros do Clube dos Otários; eu adoro a personalidade de cada um deles e a história que os torna o que são. Isso foi deixado de lado em prol de alguns sustos e acelerar um pouco o enredo para o combate final.

O trecho final do filme eu achei meio zuado, porque não faz sentido algum o palhaço que está devorando criança (spoiler)  sequestrar  a garota só para atrair os garotos (fim do spoiler). Isso foi estupido e foge totalmente do padrão que o próprio roteiro criou das ações do Pennywise.

Fora alguns problemas como esse, achei que o filme IT conseguiu ser superior a primeira adaptação. Sem dúvida podia ser melhor, podíamos ter mais do Pennywise ou entender mais sobre os personagens e o porque se juntam, mas no geral funciona e isso faz jus o sucesso que alcançou. O filme também é um deleite para quem pode ler o livro porque vai captar todas as referencias espalhadas pelo filme.

TCHAU!!

Agora só nos resta torcermos para que 2019 chegue logo, pois dessa vez irei conferir a segunda parte nos cinemas.

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Death Note do Netflix | Um filme amargo, mas é assistível https://www.arquivosdowoo.com.br/2017/09/14/death-note-do-netflix-um-filme-amargo/ https://www.arquivosdowoo.com.br/2017/09/14/death-note-do-netflix-um-filme-amargo/#respond Thu, 14 Sep 2017 19:36:00 +0000 https://www.arquivosdowoo.com.br/2017/09/14/death-note-do-netflix-um-filme-amargo/ Depois de ler milhares de criticas a cerca da adaptação de Death Note pelo Netflix, além do relato de alguns otakus extremamente irritados, eu finalmente decidi encarar uma sessão do filme. Posso alegar que minhas expectativas estavam baixíssimas, o que não tornou a experiência tão ruim quanto muitos alegam. – Não que eu tenha achado […]

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Depois de ler milhares de criticas a cerca da adaptação de Death Note pelo Netflix, além do relato de alguns otakus extremamente irritados, eu finalmente decidi encarar uma sessão do filme.

Posso alegar que minhas expectativas estavam baixíssimas, o que não tornou a experiência tão ruim quanto muitos alegam. – Não que eu tenha achado o filme maravilhoso, mas faltou muito pouco para não ser um completo pedaço de merda.

É um filme que provavelmente funcionou para quem não conhece o mangá ou anime, mas causará ulceras em que conhece as obras originais e gosta delas.

Será que Death Note consegue ser tão ruim quanto foi Dragon Ball Evolution?

Netflix sendo Netflix

O Death Note do Netflix tem como protagonista Light Turner, um jovem nerd que sofre em silencio pela morte de sua mãe, uma vez que o assassino foi liberado por ter um pai influente.

O jovem Light não consegue aceitar muito bem isso, mas não tem poderes pra punir o seu algoz, pelo menos até o dia em que sua vida é mudada totalmente ao encontrar o Death Note. E o que ele faz quando se dá conta que possui tal poder em mãos?

LEIAM – Resident Evil | Será que os filmes são ruins?

Ele escreve o nome do bully que batia livremente em todo mundo na escola. Eu não quero ser chato, mas ele e um amigo estavam batendo e empurrando uma garota dentro do campos em frente a salas.

Cadê os monitores e justiceiros sociais? Esse filme foi ambientado no anos 90? Não pode ser 2017, porque se fosse teria uma turminha chamando ele de fascista ou qualquer outro adjetivo, certeza….

É, depois disso, ele resolve matar o assassino da mãe, que tem uma morte digna dos filmes gore que tanto amo, alias, um dos únicos pontos positivos dessa filme são os efeitos práticos para as mortes.

Me deu um trabalho capturar esse frame

É sangue, miolos e vísceras sendo espalhados para todo o canto, uma pena que isso dure pouco.

Sentindo-se poderoso, o que Light faz em seguida? Ele simplesmente vai mostrar o Death Note para a garota que ele tá afim, Mia. Porque na cabeça dele isso é o mais lógico a se fazer, afinal garotas adoram assassinos.

Se bem que Teddy Bund recebeu diversas cartas de mulheres e até chegou a se casar enquanto aguardava no corredor da morte. Não que essa informação agregue qualquer coisa ao filme, mas fica ai curiosidade.

Bem, agora Light Turner, resolveu escolher o pseudônimo Kira, que vem do japonês, porque assim dificultaria qualquer rastreamento. A curiosidade fica pelo fato de que Kira não é apenas o Light, mas a união de Mia e Light. Há uma cena que me fez soltar gostosa gargalhadas, consiste nos dois dando uns amasso enquanto escolhem no notebook quem será o próximo cara mau a ser morto.

Sério, eles tentaram passar um pouco de sadismo, mas não convenceu.

L, o maior detetive do mundo

Agora que o casal se transformou em Kira, cabe a eles não serem pegos pelo maior detetive do mundo, L.

Por sinal, o cara é uma lenda que ninguém dá a mínima. O único que demonstra alguma surpresa é o pai do Light, o resto nem se importa. E sendo sincero, inicialmente o personagem parece bem interessante, só que ele é pessimamente mal desenvolvido na trama, o que só faz você contar os minutos para ele ser morto.

Só que o que é ruim só tende a piorar, você ainda é obrigado a ver o maior detetive do mundo surtando, chega a ser ridículo.

Como alguém que teve uma criação ao melhor estilo agente 47 perde a cabeça facilmente? Ele te vendem a ideia de que o maluco não perde a calma e consegue se manter centrado, mas ele faz totalmente o oposto.

Esse dedo foi para todos nós enquanto assistíamos

Mia

Bem, agora vamos falar sobre a Mia, a garota que aparece do nada, ai de repente surge como namorada do popular jogador de futebol, e que após assistir Light matar um cara aleatório na frente dela, o amor brota e eles correm para um beco para encaixar o lego. Não é brincadeira, to falando sério, o relacionamento dos dois é construído dessa maneira.

Ela simplesmente acha normal um cara ser esquartejado por um caminhão após um nerd escrever isso em um caderno.

Só o fato do Light ter ido contar a ela que foi ele quem matou o bully, me pareceu uma  tremenda loucura. O cara é um “gênio”, em que momento ele considerou isso uma boa ideia?

Ah, mas você pode usar o argumento de que ambos possuem um senso de justiça distorcido e isso os uniu. OK, mas e se eu te disser que ela é quem acredita que policias deveriam ser mortos se isso for pra evitar a prisão, enquanto o Light é totalmente contra?

O shingami Ryuuku que possui um visual bacana é outro personagem muito mal aproveitado, no máximo serviu para render alguns closes em maçãs.

Ele é o cara que realiza as mortes após a descrição ser colocada no Death Note. Basicamente é a morte que ceifa as pessoas, tanto que em um determinado momento, Light diz para ELE escolher como as pessoas morreriam.

Sim, isso mesmo. Então pra que deixar o caderno com o Kira?

Death Note

Superficialidade

Por mais que o Death Note do Netflix faça um uso superficial de nomes e personagens do mangá, a cerne do filme está no poder do caderno. Não espere um debate de intelectos ou um questionamento do conceito de justiça. Temos aqui um filme de horror com um pouco de gore – As mortes rendem muito sangue e vísceras sendo espalhadas, mas só isso não consegue sustentar o todo.

Mesmo com um final onde Light demonstra ser extremamente inteligente, porém, se você aplicar um pouco de logica a maneira como o personagem desenrolou toda a história, você perceberá que até as leis de espaço tempo foram quebradas com o caderno. Você ainda fica com aquele gosto amargo na boca. Você acha legal, acha, mas não convence.

Apesar de possuir vários problemas, não é difícil encontrar pessoas que tenham gostado do filme e até se surpreendido com o final. Um dos meus primos vendeu o filme apontando diversos pontos positivos, e foi ele uma das razões pela qual resolvi dar uma chance ao filme.

No final das contas filme não é tão ruim quanto Dragon Ball Evolution, alias, não acredito que qualquer outro filme da atualidade consiga ser tão ruim quanto foi DB Evolution, pois aquilo foi um aborto cinematográfico.

Death Note

Err…

Death Note, mesmo com todos os problemas não é um filme tão ruim e odioso quanto vem sendo propagado. Claro, isso é uma coisa ligada diretamente ao gosto pessoal de cada um de nós. No caso aqui, se você o comparar diretamente a obra original, com toda a certeza você terá um filme hediondo, por outro lado é um filme sessão da tarde para o publico que não consome mangá e animes.

O que posso sugerir a todos é que se você gosta da obra original, não assista. Agora se você for mente aberta, então o assista sem expectativas.

Não é um filme que melhorará com o tempo, mas dá pra distrair por umas duas horas e no dia seguinte você o esquecerá. Posso dizer que ele não é tão diferente da franquia de filmes Resident Evil, que possui um público fiel o bastante para dar um bom retorno de bilheteria, e olha que eu odeio a franquia de filmes de RE.

Conclusão

Eu sei que muitos deviam estar esperando mais um texto cheio de rage como todos estão fazendo por ai, mas achei desnecessário. Principalmente porque estamos vivendo uma época em que as pessoas são 8 ou 80 com tudo. O diretor do filme mesmo cancelou sua conta no twitter por causa de diversos ataques que passou a receber depois da estreia no Netflix.

Não é a primeira vez que esse tipo de coisa acontece, em outra ocasião, uma roteirista da Bioware, Jennifer Hepler recebeu ataques por parte de alguns jogadores, devido a uma entrevista que havia cedido anos atrás, onde dizia não gostar das partes de ação da franquia de jogos Dragon Ages. Pra entenderem a situação, deixarei o artigo escrito por minha amiga Ângela do Vão Jogar: Parabéns, Gamers!

É isso, espero que aprendam que não é porque você discorda ou não gosta de algo, que isso lhe dá o direito de atacar diretamente alguém. Com relação ao filme, boa sorte para quem for assistir.

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Homem-Aranha: De volta ao lar | Impressões sem spoiler https://www.arquivosdowoo.com.br/2017/07/14/homem-aranha-de-volta-ao-lar-impressoes/ https://www.arquivosdowoo.com.br/2017/07/14/homem-aranha-de-volta-ao-lar-impressoes/#respond Fri, 14 Jul 2017 21:33:00 +0000 https://www.arquivosdowoo.com.br/2017/07/14/homem-aranha-de-volta-ao-lar-impressoes/ É difícil não criar expectativas com Homem-Aranha: De volta ao lar, depois de Capitão América Guerra Civil. Os poucos minutos em que o personagem teve em tela foram o suficiente para fisgar milhares de admiradores do personagem, inclusive eu que sou grande fã do personagem. Só que não dá pra ignorar que nos últimos tempos o […]

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É difícil não criar expectativas com Homem-Aranha: De volta ao lar, depois de Capitão América Guerra Civil. Os poucos minutos em que o personagem teve em tela foram o suficiente para fisgar milhares de admiradores do personagem, inclusive eu que sou grande fã do personagem.


Só que não dá pra ignorar que nos últimos tempos o personagem recebeu alguns filmes bem porcaria. Eu até perdoo aquele Venom porcaria do Sam Raimi, pois O Espetacular Homem-Aranha 2 nos deu um Duende Verde que conseguiu ser ainda pior. – Oh, céus, só de recordar eu sinto vontade de enfiar os polegares em meus olhos.


Bem, mas não foi difícil entrar no hype a medida que os trailers começaram a pipocar, apesar de ficar com um pé atrás com algumas escolhas do elenco. Mas isso é coisa que eu comentarei mais a frente.



Homem-Aranha: De Volta ao lar não é um filme perfeito, mas posso dizer que ele está bem próximo de ser um dos melhores filmes já feito do personagem.

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Tom Holland interpreta um Peter Parker jovem, imaturo e confiante até demais em seus poderes, levando Tony Stark a ocupar o posto de Tio Ben, assim aconselhando e dando os puxões de orelhas que o jovem precisa. Dá pra dizer que essa imaturidade é o que sustenta a história, pois estamos diante de um jovem aprendendo a lidar com as responsabilidades de se ter superpoderes enquanto tenta levar uma vida normal.

Na realidade isso é bem comum e nem um pouco novo, mas aqui ele realmente é imaturo, sério, to falando de um super-herói que faz coisas erradas, sabendo que está errado e que vai dar merda. Ou seja, temos um Homem-Aranha adolescente perfeito.

Peter Parker & Ned Leeds Tailandês

Creio que não há muito o que dizer sobre o enredo ao meu ver, ele tem uma reviravolta bacana e consegue ser divertido o suficiente para finalmente oferecer um filme digno ao personagem. Mas isso não significa que tudo seja mil maravilhas, oh, não senhor!

Falarei sobre os pontos negativos mais adiante nesse texto, por enquanto vamos ressaltar alguns nomes que podem ser desconhecidos ao público, como: Ned Leeds.


Se você é velho ou ao menos conhece os quadrinhos clássico, então está bem familiarizado com o nome.


Ned era um repórter do Clarim Diário, um personagem que nos quadrinhos chegou a utilizar o manto do Duende Macabro, além de ter se casado com a Betty Brant – Uma ex-namorada do Peter Parker, longa história. Só que no filme ele é retratado por um adolescente gorducho tailandês – Eu sou gordo, o código me permite chamar outro ser humano de gordo.

Ned Leeds clássico

Não me entendam mal, não quero bancar o cara dos quadrinhos (assista Simpsons e entenderá), até porque eu gostei do personagem. O Nerd da cadeira me saiu bem durante todo o longa.


Faz alguns anos que não leio nada novo do Aranha, então a última vez que eu li, o Peter tinha morrido e o Miles iria assumir, depois não acompanhei mais. Então se eu errar alguns personagens foram inspirados nessa fase, certamente eu não tinha ideia, então deixe as dicas nos comentários.



Agora vamos falar sobre o vilão Abutre, que está totalmente o oposto do personagem original. Enquanto nos quadrinhos ele é um velho decrepito, aqui ele é um pai de família na luta para sustentá-los, o que o levou a roubar tecnologia, consequentemente criar sua roupa com asas.


Eu não sei se estou amolecendo com a idade, mas eu gostei desse Abutre, pois ele faz muito sentido nesse universo que a Marvel criou para o cinema. Os mais puristas certamente devem ter odiado, mas eu passei dessa fase de me importar tanto com o que é feito no cinema. Em minha opinião, o vilão funciona para a história, e o Michael Keaton o interpreta muito bem. Mesmo ele não possuindo superpoderes, ele consegue causar muito dano a sua volta, além de ser bem inteligente.

Apesar de eu adorar o Dr.Octopus de Homem-Aranha 2, eu tenho esse Abutre como o melhor vilão até agora. Em contra-partida temos o pior Flash que o Aranha já teve no cinema.



Em Homem-Aranha: De volta ao lar temos um Flash Thompson indiano (sei que é latino, mas tem cara de indiano), milionário, nerd e babaca. Eu o odiei. Talvez para alguns isso não faça diferença alguma, mas particularmente me irrita muito, pois Flash tem um peso bem grande na história do Aranha, além de uma postura bem agressiva durante os anos de escola de Peter Parker. 

Estamos falando de um personagem que vai a guerra, perde as pernas e futuramente se torna no Agente Venom. Ele não é um chassi de grilo com cara de que se masturba foleando a revista National Geografic. Na boa, quer colocar um indiano, então escolhesse o Ajay Devgn. É o cara do vídeo abaixo:




Eu entendo que hoje em dia a galera muda em prol da diversidade, mas tem que manter a coerência, né. Um Zé mané daquele nunca será um Agente Venom. O Ned Leeds, OK, agora um magricelas com cara de bobo como Flash Thompson, é inaceitável.

Depois do Flash, eu já estava bem chateado, ai sou surpreendido com uma MJ xarope. Mano, chama a Alexandra Shipp, mas não nos faça engolir a Zendaya como a nova Mary Jane.

Ai meu coração!



E mesmo com todas essas mudanças o filme continua valendo a pena, tanto pelas cenas de ação quanto pelo roteiro leve e com reviravoltas.


Acredite, eu tentei ser o mais critico possível, mas tudo funcionou tão bem que foi difícil me incomodar com algo. Tem humor, aventura, romance de leve e batalhas aéreas animais. Aquilo que conferimos entre Homem-Aranha e Duende Verde de 2004 não é nada comparada ao que rola nesse filme.


Sério, é uma barbaridade de bom


Eu não diria que o filme é um 10/10, mas um 8.5/10 por causa do Flash e da MJ – O site é meu e dou a nota que quero, lide com isso. 

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Logan | Enfim um bom filme do Wolverine https://www.arquivosdowoo.com.br/2017/03/09/logan-enfim-temos-um-filme-bom-do/ https://www.arquivosdowoo.com.br/2017/03/09/logan-enfim-temos-um-filme-bom-do/#respond Thu, 09 Mar 2017 18:58:00 +0000 https://www.arquivosdowoo.com.br/2017/03/09/logan-enfim-temos-um-filme-bom-do/ Saber que um novo filme solo do Wolverine está sendo feito, normalmente me causava medo. Se você assistiu X-Men Origins: Wolverine  e Wolverine Imortal, deve compreender o porque desse medo. Foram dois grandes pedaços de merda jogados contra a tela do cinema e posteriormente comercializados em caixinhas de dvds.   Sério, que filmes horríveis, e […]

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Saber que um novo filme solo do Wolverine está sendo feito, normalmente me causava medo. Se você assistiu X-Men Origins: Wolverine  e Wolverine Imortal, deve compreender o porque desse medo. Foram dois grandes pedaços de merda jogados contra a tela do cinema e posteriormente comercializados em caixinhas de dvds.
 
Sério, que filmes horríveis, e nem citei a abominação que foi X-MEN 3.
 
Depois de 17 anos interpretando o carcaju, Hugh Jackman, decidiu que era hora de se aposentar do personagem. Mas será que poderíamos receber um filme do Wolverine que não nos fizesse tentar arrancar nossas orbitas com as mãos?A resposta é sim. LOGAN é um dos melhores filmes do Wolverine já feito até o momento. É uma despedida digna e que provavelmente vai conseguir arrancar algumas lagrimas dos mais sensíveis – Eu por exemplo.


Ele é um filme perfeito? Não, mas continue lendo que eu explico.

 

LOGAN é diferente dos demais filmes sobre os mutantes até o momento, isso fica explicito nos primeiros minutos. Quando um grupo de bandidos tentam roubar as rodas de seu carro, o carcaju sai para conversar e leva um tiro no peito, se regenera, levanta e revida esquartejando-os com suas garras. Esses minutos são basicamente um aviso as mães e pais que tiveram a brilhante ideia de ignorar a faixa etária do filme e levou crianças a sessão. E para os adultos fica a mensagem: Vocês verão aquilo que sempre esperou ver de um personagem com garras de adamantium. 

 

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O enredo nos mostra um que aquele mundo em que os personagens viviam mudou muito desde os eventos do X-MEN 3. Não há muitos mutantes espalhados por ai, aparentemente foram caçados e mortos por uma empresa grande. Isso é explicado a medida que o filme avança, alias, a maneira como tudo é explicado no filme foi uma das coisas que me surpreendeu.


Algumas cenas são sufocantes e te dá vontade de pegar o Wolverine nos braços enquanto diz: Tá tudo bem agora, Loganzinho, vai ficar tudo bem.

Logan está velho e doente, aparentemente o adamantium em seu corpo o está envenenando e debilitando seu fator de cura. Só que ele tentar levar uma vida normal trabalhando como motorista de limusine, pois está juntando grana para comprar um barco e levar Xavier para alto mar. 


Não é novidade para ninguém que o Xavier está no filme, logo não é spoiler, certo.


Xavier está com alguma doença neurológica, o que o torna uma maquina de destruição em massa, por não ter mais controles sobre seus poderes, sua condição chegou a matar milhares de pessoas em surtos passados. Mas Logan não o deixou a própria sorte e cuida do seu velho amigo e mentor.


Essa relação de Logan e Xavier é muito bem explorada. Talvez eu esteja exagerando, mas os dois proporcionaram os melhores momentos em todo filme. Eu gostei da Laura, acredito que tenham captado perfeitamente a aura da personagem, mas Xavier e Logan roubam a cena na minha opinião.

Laura (X-23) é fundamental para a trama do filme pelo fato dela ser uma experiência genética baseada em Logan. Ela possui os mesmos poderes e também teve a adição do adamantium em se corpo, com a diferença da garra no pé, ou lamina… é uma só, não dá para chamar de garra, oras.


Por grande parte do filme você vê ela calada e apenas respondendo por gestos, o que é aceitável visto o trauma que a garota passou e as condições em que ela vivia antes de encontrar com o carcaju. Ela precisa chegar em determinado ponto e encontrar com amigos mutantes do instituto que ela fugiu, e que colocou os carniceiros para recuperá-la. Ao longo do filme ela e Logan começam a criar laços e isso flui muito bem, gerando momentos muito bacana.


É uma explicação bem rasa da minha parte, eu sei, mas é para não estragar as surpresas que os aguardam. No trecho abaixo soltarei spoilers dos momentos finais do filme, então se não quer ler, pule.

SPOILERS


Como eu disse no começo desse texto, Logan é o melhor filme já feito com o Wolverine. Ele nos entrega algo que sempre esperamos conferir na tela do cinema de uma maneira surpreendente, mas ele não nos dá um final tão grandioso quanto foi o resto do filme.


O vilão não é ruim, tampouco é introduzido de uma maneira absurda, até faz sentido sua natureza e ações, mas podia ter sido muito melhor. Há uma variedade de vilões que o Wolverine enfrentou ao longo dos quadrinhos e que poderia ter sido introduzido na trama. Creio que foi uma adição arriscada e que até funcionou. Eu sei que não sou crítico de cinema, mas pensar um pouco não mata ninguém.

A cena em que os mutantes crianças estão correndo pela floresta enquanto os carniceiros os perseguem. Que cena estupida. Em um determinado momento do filme, Logan assisti pelo celular como as crianças fugiram do instituto dos vilões. Eles são armas, eram treinados como armas e sabia utilizar muito bem seus poderes. Só que eles esqueceram que tinham poderes o suficiente para matar os carniceiros justo quando mais precisavam?


Sinceramente, as cenas finais só valeram mesmo pela batalha entre Wolverine e X-23 contra o X-24.


Donald Pierce, um dos principais vilões, é o único que não sai na porrada com ninguém, você provavelmente vai odiá-lo, ele consegue causar essa sensação. Também é uma pena que ele tenha uma das mortes mais mediócre de todo o filme. Eu torci para ele ser partido ao meio, ou ser atropelado e ter a cabeça sendo esmagada pela roda do carro do Logan, mas nãooo, vamos deixar as crianças se darem contas de que agora tem poderes.
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FIM DOS SPOILERS

Logan é um ótimo filme do Wolverine, com toda a certeza posso dizer que ele encerra o ciclo do Wolverine com Hugh Jackman de maneira digna e memorável. É uma despedida que vai te levar te emocionar.


O filme precisava ter violência? Sim, faz parte do personagem, ele não tem como se defender de maneira não letal, sendo que ele é uma arma. E quando se tem pessoas queridas em risco de vida, então você vai utilizar do que tem a disposição para salva-los mesmo que isso possa custar a sua vida.


Oras, ele tem garras que cortam qualquer metal nesse mundo. Quem não iria cortar alguém com elas. 


Deadpool ensinou a FOX como um bom filme de super herói deve ser feito, então acho que podemos esperar uma grande variedades de filmes bons. Pelo menos é o que todos nós esperamos.

Que todos se divirtam com o filme!

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Ah, como eu aguardei por esse dia, finalmente GANTZ: O chegou e para minha surpresa ele foi direto ao Netflix. Uma das maiores e melhores plataforma de streaming por enquanto.

É, eu não to ganhando para fazer propaganda… pois é.

Indo direto ao ponto, eu assisti ao filme duas vezes, tamanha era a minha empolgação. E estou assistindo novamente enquanto escrevo esse texto. O motivo é que sou ansioso e automaticamente quis escrever logo depois de assistir, mas poderia acabar me rendendo ao fanboyismo, e isso não seria certo.

LEIAM – A Centopeia Humana 3: Sequencia Final | Perturbador e chocante

Sim, eu sou muito fã do mangá e o anime (exceto a curta segunda temporada, ridículo aquilo.). Também não fui conquistado pelos filmes de 2011. Apesar de terem seu ponto positivo, oras, dane-se os filmes de 2011.

Vamos falar de GANTZ: O

GANTZ:O

O filme dá início com a batalha de Kurono contra o Oni Alien do meio da cidade, ele consegue o derrotar, mas é fatalmente ferido e morre nos braços da Reika. Essa luta não teve o mesmo desfecho que no mangá. Isso provavelmente vá assustar os fãs. então acalmem-se.

GANTZ: O faz um ótimo uso desse arco e principalmente dos personagens. Kato continua o mesmo, mas é inserido como um novato na trama. Temos o Sr. Suzuki, Reika e Nishi como os sobreviventes da missão contra o Oni Alien, e eles continuam com as mesmas características dos personagens do mangá.

O que nos da uma perfeita ideia do que é uma adaptação fiel as características de uma obra – aprenda Resident Evil.

Claro, estamos falando de personagens fieis aos seu design, porém, um ator poderia fazer o mesmo, basta um roteirista decente e um diretor competente, algo que pudemos ver em Silent Hill. Facilmente uma das melhores adaptações feitas de um game, anterior a eles somente Mortal Kombat.

Bem, farei um resumo para você entender melhor do que se trata o enredo de GANTZ:

Pessoas que morreram por acidentes, acidentalmente ou por qualquer outro motivo, acordam em uma sala onde há uma esfera negra. Essa esfera é chamada de GANTZ e vai ditar o que você deve fazer com sua vida a partir desse ponto.

Todos os personagens estão presos a GANTZ até que complete 100 pontos no “jogo” que ele promove. Completando os 100 pontos você ganha o direito a três escolhas:

1 – Ganhar uma arma poderosa,
2 – Ressuscitar alguém que esteja no registro da esfera negra
3 – Ter a memoria apagada e voltar a sua vida normal

Para que possa fazer pontos, GANTZ lhe dá alvos para eliminar, alvos nem um pouco fáceis ou sequer humano para você eliminar. Mas pra compensar ele dá a roupa negra que confere super força e armas avançadas. E caso o jogador tente fugir, sua cabeça explodira em pedaços.

O engraçado de tudo isso é que as pessoas que são convocadas, em sua maioria, são pessoas normais. Sem qualquer preparo tático ou militar. Há idosos, crianças, mulheres e até um cachorro e um panda.

É, não me pergunte os motivos.

GANTZ: O
A arma de gravidade é só amor

O número de personagens de uniforme negro foi reduzido drasticamente, muita coisa foi deixada de fora.

O que é aceitável, pois o time de Osaka é composto totalmente por lunáticos, logo colocar um psicopata estuprando um monstro não seria uma boa ideia. Certamente isso acabaria com as chances da obra chegar nessas bandas. E a melhor parte é que não prejudicou em nada.

Talvez eu tenha ficado um pouco desapontado com uma das transformações do Nurarihyon, o vilão desse filme. No mangá ele  ao se transforma em uma mulher é cortado, e durante sua regeneração ele abre a barriga e puxa os intestinos para fora, só pela brincadeira.

Bem, mais isso é só o meu gosto por gore falando mais alto. O que eu não esperava era a transformação de uma mulher gigante feita de corpos femininos. No mangá esse momento chega a ser engraçado por causa de um personagem que ficou de fora. Mas para atiçar a curiosidade de vocês, ele morre encaixando o LEGO em um dos corpos.

Talvez uma das coisas que me desagradou em GANTZ: O é a cena do robô. Claro, eu adoro robôs gigantes, logo estava no hype de conferir a batalha do robô contra o mostro gigante, pois ela funciona muito bem no mangá, mas aqui ela não funciona.

O robô ficou muito foda, isso é inquestionável. Mas só tá ali para mostrar que tem um robozão gigante. Não há outro proposito. É uma cena que poderia ter sido removida para abrir espaço a mulher que bota as tripas para fora, ou estender ainda mais a batalha contra o Nurarihyon.

Fora esse pequeno detalhe, o resto é incrível e consegue passar uma sensação de que as coisas vão piorar a todo momento.

Queria que o filme fosse um pouco mais longo, apesar da uma hora e meia de duração. Adoraria que outras coisa tivessem sido acrescido, e outras poderiam ter sido descartada, mas o resultado final é extremamente gratificante.

Um final que te faz arrancar a camisa e atirar contra a televisão enquanto grita: ISSO AI, DIACHO!! SHOW, AI QUE DELICIA DE FILME!!

É…

Eu quero dizer que é filme que indico para qualquer um que procura uma aventura fora do convencional. Certamente esse filme vai estimular as pessoas a procurarem o mangá e o anime. Torço para que esse filme seja o principio de outros filmes baseado em mangás seguindo o formato 3DCGI.

GANTZ: O não é um filme longo, tem cerca de uma hora e meia de duração e está disponíveis nos idioma  japonês e inglês no Netflix.

É isso, agora só nos resta torcemos para que mais mangás possam ganhar filmes tão bons quanto. Na torcida para que Battle Royale um dia possa ser um desses.

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Assassin’s Creed | Mantendo as tradição das adaptações ruins https://www.arquivosdowoo.com.br/2017/01/18/assassins-creed-seguindo-tradicao-das/ https://www.arquivosdowoo.com.br/2017/01/18/assassins-creed-seguindo-tradicao-das/#respond Wed, 18 Jan 2017 11:00:00 +0000 https://www.arquivosdowoo.com.br/2017/01/18/assassins-creed-seguindo-tradicao-das/ Eu não sou um grande fã de Assassin’s Creed pelo simples fato de que não tive acesso aos jogos quando a franquia teve inicio e nas poucas vezes que pude experimentar os jogos mais recentes, eu não gostei. Há algum problema em um cara que não é fã dos games assistir ao filme no qual […]

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Eu não sou um grande fã de Assassin’s Creed pelo simples fato de que não tive acesso aos jogos quando a franquia teve inicio e nas poucas vezes que pude experimentar os jogos mais recentes, eu não gostei.

Há algum problema em um cara que não é fã dos games assistir ao filme no qual ele se baseia? Não! Pelo menos é a resposta que costumo receber do público dos filmes de Resident Evil.

Preciso dizer que eu esperava me surpreender, pois fui assistir ao filme com uma expectativa baixíssima. Oras, todos nós sabemos os problemas que adaptações de jogos costumam sofrer. Logo esperava que o filme me surpreendesse com um soco e me chamasse de bicha gorda regada a bolacha de maisena. Só para provar que realmente é possível fazer um filme decente baseado em um jogo.

Infelizmente ele não conseguiu  essa proeza e ainda quase me fez dormir em determinados momentos. Só não dormi graças a criançada fazendo barulho na fileira atrás da minha.

Malditas crianças desacompanhadas, como eu as odeio. Continuemos.

Assassin's Creed

O protagonista principal é o Michael Fassbender, só que vou chama-lo de Magneto só para encurtar. Quando criança, Magneto, encontrou sua mãe morta na cozinha e seu pai vestido com um capuz e hidden blades. Aparentemente ele a matou, só que o pai apenas pede para ele fugir, então não dá tempo de saber o que realmente rolou nesse primeiro momento.

Anos se passam e nos deparamos com o Magneto adulto preso em uma cela. No momento ele está desenhando, é possível notar diversos desenhos colado na parede da cela, por sinal não tem importância alguma durante todo o filme. Ah, e ele está prestes a ser executado  por injeção letal por ter matado um cafetão. Não é explicado as condições que levaram o Magneto a matar o cafetão. Oras, ele é um assassino, deve ser por isso.

Felizmente Magneto não morreu na mesa de execução, mas sim foi dopado e levado para um dos laboratórios das industrias Abstergo. Lá ele tem contato com a doutora Sophia, responsável pelo Animus. Uma tecnologia capaz de fazer com que o usuário reviva lembranças de seus antepassados via memoria genética. Por sinal Magneto é descendente de um assassino chamado Aguilar de Nerha. Um dos últimos da ordem dos assassinos a ter contato com a Maça do Éden. É oferecido uma nova identidade e liberdade a Magneto caso ele resolva cooperar com os interesses da Abstergo. Também preciso dizer que Abstergo representa os interesses da ordem dos templários. Inimigos declarados da ordem dos assassinos.E seus planos consistem em remover o livre arbítrio dos seres humanos com a maça do éden.

 

Como podem ver a trama não é ruim, possui algumas referencias ao jogo e ainda acrescenta um personagem original, mas é muito mal executado.

As cenas de ação na qual o foco muda para Aguilar, são realmente boas e todas realizadas com efeitos práticos e muito parkour. É um dos momentos mais divertidos do filme, só que ao mesmo tempo eles não conseguem criar uma certa intimidade com o personagem. Você não dá a mínima para Aguilar ou qualquer outro personagem durante todo o filme.

A doutora Sophia é como a Bela do Crepúsculo, uma porta incapaz de gerar algum tipo de expressão. Ela fala o tempo todo de um modo melancólico e isso me causava irritação e tédio. Eu contava os minutos para que Magneto entrasse logo no maldito animus e voltássemos para Aguilar. Que também não tem carisma alguma.

Há outras pessoas em Abstergo, outras pessoas que também foram introduzidas ao animus por terem suas linhagens ligadas a dos assassinos. Por alguma razão, eles agem como se ainda estivessem fizessem parte da irmandade e até reagem agressivamente quando Magneto chega ao local. Eles querem manter o segredo e temem que Magneto leve a Abstergo direto a maçã.

Quanto a isso eu compreendo, pois a medida que se sincronizam com frequência com seu ancestral, você vai adquirindo suas habilidades e memorias de um modo que afeta fisicamente e psicologicamente o usuário. Só que tudo é tão corrido ao ponto de você não se importar com nenhum personagem. E olha que estamos falando de Michael Fassbender, que é um ótimo ator.

Ele tenta levar o filme nas costas, só que seu roteiro não colabora em nenhum momento. Por exemplo: Spoiler abaixo;

Aguilar possui uma companheira também assassina. Durante uma tentativa de recuperar a maça do éden das mãos dos templários, ela acaba sendo morta. E você sequer vai lembrar dela durante o resto do filme.

 

O vilão é interpretado por Jeremy Irons, um excelente ator que tem tão pouco tempo na tela que compensaria ter colocado um ator qualquer. Ele no caso é pai da doutora Sophia, e possui uma relação bem rasa com a filha.

Oras, eu estou pegando muito leve com esse filme apenas por não conhecer os jogos, pois no geral é um filme bem mediano. Ele é esteticamente bonito e repleto de cenas legais, só que isso não consegue sustentar a trama, que é bem arrastada e tem um desenrolar que me fez sentir vontade de pedir meu dinheiro de volta.

Há umas cenas em que uma águia paira no ar e tudo mais. É linda de se ver, só que é pura encheção de linguiça, visto que não possui proposito algum. E o filme tem tanta cena descartável. Que fosse inserido mais de Aguilar, assim o público se importaria mais com o personagem e sua missão.

Ah, obviamente alguém vai querer me dizer que o símbolo dos assassinos é a cabeça esquelética de uma águia. É, eu sei.

Agora se tem algo que me chamou a atenção foi o animus. Ficou sensacional a maneira como o adaptaram a tela. A ideia de mostrar Aguilar saltando, pulando e escalando enquanto exibi o Magneto fazendo o mesmo no animus foi genial. Gerou os momentos mais legais do filme, principalmente na última cena dentro da maquina.

 

Posso dizer que não foi um filme que tenha valido a pena conferir durante a estreia, e fico feliz de ter pago apenas meio ingresso.

São duas horas bem arrastadas e que parece não terminar nunca, pelo menos vale pelas cenas de ações que são longas, então recomendo um café bem forte caso realmente queira assistir. Também se prepare para encarar as crianças pé no saco que foram lá achando que encontraria um filme de super herói.

Assassin’s Creeds tem diversos erros, mas talvez seu maior erro seja o de focar nas cenas de ações para agradar os fãs do game e esquecer de trabalhar um pouco mais na construção do personagem principal e o universo que o cerca. Infelizmente esse filme mantém vivo a tradição de que adaptações de jogos nunca são boas.

Vejamos pelo lado bom, ao menos não foi dirigido por Uwe Boll, caso contrário um lixo.

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