Arquivos Doom - https://www.arquivosdowoo.com.br/tag/doom/ Um pouco de tudo na medida certa Fri, 01 May 2026 23:22:56 +0000 pt-BR hourly 1 https://wordpress.org/?v=7.1 https://www.arquivosdowoo.com.br/wp-content/uploads/2020/12/cropped-logo-150x150.png Arquivos Doom - https://www.arquivosdowoo.com.br/tag/doom/ 32 32 Mouse P.I. For Hire – FPS à moda antiga | Análise https://www.arquivosdowoo.com.br/2026/05/01/mouse-p-i-for-hire-fps-a-moda-antiga-analise/ https://www.arquivosdowoo.com.br/2026/05/01/mouse-p-i-for-hire-fps-a-moda-antiga-analise/#respond Fri, 01 May 2026 23:22:56 +0000 https://www.arquivosdowoo.com.br/?p=22035 Mouse P.I For Hire é um jogo que apareceu do nada em 2023 e atraiu atenção por ser um FPS com estilo de animação “rubber rose“, aquele que é popularmente conhecido pelos desenhos da Betty Boop e pelas primeiras animações do Mickey Mouse. E talvez o rato da Disney não tenha sido usado como inspiração […]

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Mouse P.I For Hire é um jogo que apareceu do nada em 2023 e atraiu atenção por ser um FPS com estilo de animação “rubber rose“, aquele que é popularmente conhecido pelos desenhos da Betty Boop e pelas primeiras animações do Mickey Mouse.
E talvez o rato da Disney não tenha sido usado como inspiração somente pelo estilo de arte.

O que temos aqui é um FPS ao estilo clássico, como Doom e Wolfenstein, mas que mistura a jogabilidade do gênero com uma história de investigação, se passada numa versão dos anos 1930 mas num mundo de camundongos. Mas será que essa mistura inusitada de estilos faz sentido? Veremos abaixo.

Reprodução: Fumi Games / PlaySide Studios

Do que se trata Mouse P.I?

Esse é um game que fica difícil estruturar um review padrão, onde falamos da jogabilidade e depois da história em tópicos separados. Isso ocorre, porque ambos andam bem juntos, apesar de constituirem duas partes bem distintas do jogo.

No game, controlamos Jack Pepper (dublado pelo versátil Troy Baker), um ex-policial que agora é detetive bem no estilo dos filmes noir: cansado de tudo, melancólico e que narra a história pra si mesmo. Pode entender como um Max Payne com orelhas de rato.

Nessa narrativa, ele se envolve em diversos casos que se intercalam, e entre investigações e coletas de provas e evidências, o jogador vai trocar muito tiro com inimigos, que é o grosso do gameplay de Mouse P.I.

Reprodução: Fumi Games / PlaySide Studios

Tiroteio à moda antiga

Apesar de Mouse P.I ser um game de 2026, o título indie aqui tem bastante inspirações de arena shooters de outrora, como Doom, Wolfenstein e até de Serious Sam. O fato dos personagens serem de “papel” também ajuda a dar esse look retrô que somados à movimentação rápida e pelas arenas onde alguns dos tiroteios ocorre, faz com que o jogo tenha uma pegada mais ágil que cinemática, focada em fazer o jogador pensar rápido, trocar de armas quando necessário e se movimentar e pular pelo mapa à fim de evitar morrer — coisa essa que vai acontecer várias vezes mesmo para os mais experientes.

A variedade de armas é interessante. O game possui os tipos padrões de armas do gênero: pistola, shotgun e metralhadora, mas somadas a essas têm outras coisas fora da curva, como dinamite e uma arma que derrete os inimigos com uma gosma ácida.

As animações das armas são muito bem feitas, e em termos de games, é tão fluida quanto o que você vê em Cuphead (até porque os estilos de artes são similares).

Suas armas também podem ser melhoradas, mas isso tem pontos bons e ruins: por um lado, ter uma progressão que faça com que o jogador se sinta mais forte ao longo do jogo é bacana, porém o contraponto é que de início, todas as suas armas parecem pistolinhas de espoleta (até mesmo a shotgun). Assim, as primeiras horas do jogo fazem você sentir que tem algo faltando para a experiência.

Outro fator negativo no combate é a parte sonora. Todas as armas soam como bombinhas e não dão o feedback que faz com que jogos do gênero sejam populares.

Reprodução: Fumi Games / PlaySide Studios

Narrativa

Entre os tiroteios, Jack deve andar pela cidade de Mouseburg investigando alguns possíveis crimes. Tudo começa quando sua amiga jornalista, Wanda Fuller, chama Jack para investigar o sumiço de um mágico da cidade — que também é um velho parceiro de guerra de Jack — . Durante a investigação, Jack salva um político e também antigo conhecido seu, Cornelius — um ratão bem gordo — que o dá uma pista para um laboratório secreto do rato desaparecido. Lá, você encontra um bando de cultistas (!) e aí a história vai se desenrolando.

A narrativa é complexa, com diversos personagens que falam bastante. Ao encontrar provas, Jack pode voltar ao seu escritório e colá-las em um mural, onde ao juntar evidências suficientes, mais pontos de narrativa podem ser explorados.

Você, como jogador, pode explorar as áreas de Mouseburg conforme elas vão sendo desbloqueadas, mas não se intimide com a parte “detetivesca” do game; é uma narrativa onde o jogo te pega pelo braço e simplesmente te diz o próximo lugar que você deva ir. Seria interessante que o game realmente obrigasse o jogador a pensar sobre quais os próximos passos, mas nos dias de hoje, acho muito difícil que os devs levariam o game para esse lado.

Reprodução: Fumi Games / PlaySide Studios

Gráficos e trilha sonora

Você já deve ter percebido que o game é todo em preto e branco. Foi uma decisão interessante que faz com que o game tenha um estilo visual único, porém, jogar um FPS onde existem somente 3 tons na tela o tempo todo fica realmente cansativo com o passar do tempo.

Graficamente, o jogo tem um estilo simples. Os personagens são animados em 2D, com muitos frames de animação, assim como suas armas. Já os cenários são em 3D, mas em nenhum momento isso causa incômodo. Talvez a escolha do preto e branco facilite essa mescla de 3D com 2D, favorecendo bastante o visual de Mouse P.I.

Já as músicas tem um estilo obviamente inspirado no que se ouvia em 1930: muito jazz e aquele som um pouco abafado que poderia estar vindo de uma vitrola. As músicas de ação são bastante animadas, com bastante saxofone e baixo. Tem até algumas músicas um pouco fora da curva, como “Good Mouse“, que toca na vitrola dos bares:

 

Veredito

Mouse P.I For Hire é um FPS fora da curva. Não é competitivo e não chega a ser totalmente arena shooter. Ele lembra o que se fazia na época do Bioshock, com muitos elementos narrativos que permeiam todo gameplay, que não é somente focado no tiroteio. A sua narrativa é interessante e a dublagem, trilha sonora e estilo visual com base em cartoons dos anos 1930 geram uma atmosfera bem prazerosa de se experienciar.

Apesar disso, o feedback sonoro dos tiros não oferecem uma experiência perfeita, estando um pouco abaixo do que se espera do gênero.

Com mais de 14 horas de jogo e uma história realmente interessante, Mouse P.I não é um joguinho bobo só por ter estilo de arte cartoon, e é bom que jogos indies estejam cada vez mais distantes dos mesmos jogos de plataforma pixel arte de outrora.

Nota 7.0/10


Mouse P.I For Hire está disponível para PlayStation 5, Xbox Series S|X, Switch 2 e PC. Esta análise foi feita na versão de PC, com uma cópia gentilmente cedida pela PlaySide Studios.

 

Reprodução: Fumi Games / PlaySide Studios

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DOOM ETERNAL: The Ancient Gods Parte Um | #PlayWoo https://www.arquivosdowoo.com.br/2020/10/21/doom-eternal-the-ancient-gods-parte-um/ https://www.arquivosdowoo.com.br/2020/10/21/doom-eternal-the-ancient-gods-parte-um/#respond Wed, 21 Oct 2020 13:29:08 +0000 https://www.arquivosdowoo.com.br/?p=5786 Ontem The Ancient Gods Parte Um, a primeira DLC de DOOM Eternal foi disponibilizada aos jogadores.  Confiram nosso vídeo da primeira meia hora:

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Ontem The Ancient Gods Parte Um, a primeira DLC de DOOM Eternal foi disponibilizada aos jogadores.  Confiram nosso vídeo da primeira meia hora:

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O que a aquisição da Bethesda pela Microsoft pode significar pro futuro da mesma https://www.arquivosdowoo.com.br/2020/09/22/o-que-a-aquisicao-da-bethesda-pela-microsoft-pode-significar-pro-futuro-da-mesma/ https://www.arquivosdowoo.com.br/2020/09/22/o-que-a-aquisicao-da-bethesda-pela-microsoft-pode-significar-pro-futuro-da-mesma/#comments Tue, 22 Sep 2020 13:35:21 +0000 https://www.arquivosdowoo.com.br/?p=5286 A Microsoft adquiriu a Zenimax, mas... E agora? O que pode acontecer?

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Na manhã desta segunda-feira (21/09), num timing quase perfeito com o anuncio da exclusividade (em consoles) do Final Fantasy too Much Cinza, digo, Final Fantasy XVI no PlayStation 5, a Microsoft anunciou a aquisição da Zenimax Media, o conglomerado que é dono da Bethesda, conseguindo por meio da compra, um bocado de ip’s como Fallout, Doom, Elder Scrolls e Commander Keen.

Agora, o que isso significa para o futuro da Bethesda?

A princípio, como é de praxe em situações como essa (vide a aquisição da Obsidian), os lançamentos próximos multiplataforma ainda estão garantidos e o suporte a jogos online (como TES Online e Fallout 76HAHAHAHAHALGUÉMJOGAISSO?) deve continuar no PlayStation 4, tal qual o suporte a Minecraft continua mesmo após a compra da Mojang.

LEIAM – Censura, Silêncio e Hipocrisia | A Sony e o Público

Não que isso particularmente me preocupe, já que eu não tenho interesse na maioria das franquias da Bethesda, de fato, único jogo deles que possuo é o Wolfenstein II.

Claro, a coisa mais óbvia é que os próximos jogos da Bethesda serão exclusivos dos consoles de Bill Gates, não precisa nem falar sobre isso. Como disse anteriormente, isso não me afeta tanto porque não tenho lá muito apreço pelos jogos da Bethesda.

Bethesda

O primeiro ponto positivo (inclusive levantado por Phil Spencer no anuncio) é que agora você vai poder ignorar os jogos da Bethesda que irão para o Xbox Game Pass (tanto nos consoles quanto no PC).

Sim, ignorar, porque convenhamos… Você joga TODOS os jogos que o Game Pass te dá? Não. Esse é um “mal” (repare as aspas) do Game Pass: Com a quantidade de jogos disponíveis, você não tem tempo (ou mesmo saco) o suficiente pra aproveitar todos. Você vai jogar aquela meia duzia que te convém…

LEIAM –  Sword and Fairy 6 | Catástrofe em forma de RPG

O segundo ponto positivo é que o PlayStation 5 não receberá Skyrim. EI, EU TINHA QUE FAZER A PIADA, ME DEIXE EM PAZ!

Enfim, o segundo ponto positivo real é que como a Microsoft agora é dona da Obsidian e da Bethesda, a chance de termos Fallout New Vegas 2 existe, apesar de eu achar que a Obsidian tem todo o direito de dar o dedo do meio para essa possibilidade (A Bethesda foi ultra cretina com os caras)

Mas agora, tem duas possibilidades que podemos levantar com isso: Como a Microsoft vai lidar com a operação da Bethesda? A maneira que a Casa do Windows irá gerenciar, vai determinar o futuro da empresa.

Bethesda

A mais positiva, é se a relação Microsoft-Bethesda for gerenciada de maneira semi-independente, tal qual a SEGA faz com a ATLUS, após a aquisição da mesma.

Os jogos da Atlus continuam sendo desenvolvidos, com o envolvimento mínimo necessário feito pela casa do Sonic. Com a Zenimax sendo um conglomerado enorme, é uma grande possibilidade que isso aconteça e a única influência que a Microsoft tenha sobre a Bethesda é o logo da Casa do Bill Gates Games Studios na capa dos jogos.

Porém, existe outra possibilidade, é de que a Bethesda acabe se tornando uma nova Rare. Sim, a chance é pequena devido ao tamanho da Zenimax, mas digamos que a Microsoft tem histórico de cagar em aquisições.

A própria Rare, que era uma das developers britânicas mais criativas acabou ganhando fama de fazer jogos pro Kinect. E algumas de suas franquias faleceram pelo caminho, como Perfect Dark e Banjo, enquanto outras levaram tempo pra retornarem, como Killer Instincts e Battletoads. E o futuro da Ninja Theory vai depender de Hellblade II porque pelo amor de Deus, aquele Bleeding Edge é muito MULTIPLAYER GENÉRICO #23.

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Por fim, a compra da Zenimax por parte da Microsoft é um movimento na eterna guerra de consoles, mas também abre um perigoso precedente na industria, onde estúdios imensos com multiplas propriedades intelectuais podem acabar nas mãos de produtoras de consoles.

O artigo foi curto, pois meu objetivo era ir diretamente ao ponto. E você deve estar se perguntando se eu usei esse artigo como desculpa para postar memes do Todd Howard.

Não confirmamos nem negamos isso.


Observação: O texto autoral não reflete a opinião do veículo

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Coronavírus | Games para jogar durante a Quarentena https://www.arquivosdowoo.com.br/2020/03/18/coronavirus-games-para-jogar-durante-a-quarentena/ https://www.arquivosdowoo.com.br/2020/03/18/coronavirus-games-para-jogar-durante-a-quarentena/#respond Wed, 18 Mar 2020 13:46:00 +0000 https://www.arquivosdowoo.com.br/?p=2966 É, meus amigos. Os tempos estão difíceis. Muitas pessoas estão saindo da rotina por causa do coronavírus. Crianças estão sem aula e muita gente tem a sorte de poder trabalhar em casa. Isso, inevitavelmente, gera mais tempo ocioso para todos nós, e evitar pensar muito na infecção e em notícias que saem a todo momento […]

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É, meus amigos. Os tempos estão difíceis. Muitas pessoas estão saindo da rotina por causa do coronavírus. Crianças estão sem aula e muita gente tem a sorte de poder trabalhar em casa. Isso, inevitavelmente, gera mais tempo ocioso para todos nós, e evitar pensar muito na infecção e em notícias que saem a todo momento também é necessário para mantermos a saúde mental.

Nessas horas, muita gente recomenda se distrair, e lógico, aqui falamos de joguinho, portanto nada como recomendar alguns games que são perfeitos para esses 15 (ou mais) dias em que estaremos sem poder fazer muita coisa fora de casa. Vamos lá:

1-DOOM (2016) ( PS4/ XONE/ SWITCH/ STEAM)

Revival triunfante da série clássica, DOOM — que não é um remake do primeiro jogo de 1995 — trás de volta o soldado de queixo quadrado em um FPS ágil e divertido, até mesmo para os que não tem afinidade com o gênero. A campanha é enorme e divertida, mesmo na dificuldade média.
Está constantemente em promoção nas lojas como Steam e PSN.

2- Hollow Knight ( PS4/ XONE/ SWITCH/ STEAM)


Indie do gênero metroidvania, Hollow Knight é o que há de mais competente em jogos de plataforma atualmente. Com uma estética que remete ao cinema gótico (pense em Tim Burton e clássicos do cinema mudo), a aventura é grande e difícil em alguns pontos, exigindo um pouco mais do jogador. Encontra-se completamente em português até mesmo no Switch e tá sempre barato em todas as lojas

3- Final Fantasy VII (1997) ( PS4/ XONE/ SWITCH/ STEAM/ MOBILE)


Sim, parece piada recomendar um dos jogos mais famosos de todos os tempos, porém com a chegada do remake, me parece uma hora essencial pra conhecer (ou relembrar) a história original de CLÁUDIO e seus amigos. Com pelo menos 40 horas, ou até menos com a função de acelerar a batalha nos lançamentos recentes, o roteiro incrível vai te fazer dar um alt+tab nas preocupações do dia a dia e mergulhar em algo maravilhoso e adorado há 23 anos.

4- Uncharted (Série) ( PS3/ PS4)

A série mais famosa da Sony atualmente não poderia ficar de fora da lista. Por ser um jogo facilmente acessível hoje em dia, tanto no PS3 (em sua versão original) ou na trilogia lançada para o PS4 (que hoje em dia está custando menos de sessenta reais), não poderia ficar fora da lista.

Gameplay delicioso e personagens divertidos, é com certeza um system seller dos consoles da Sony e que pesa muito na hora de decidir qual console comprar. Se você tem um PS3 ou PS4 à disposição e nunca jogou nenhum game da série, não seja um herege e dê uma chance.

5- Halo (Série) ( STEAM/ XBOX/ 360/ XONE)

Como deixei um exclusivo da Sony, não seria justo não falar algo exclusivo da Microsoft né? Pessoalmente, não sou muito familiarizado com a série, visto que infelizmente não tenho um console verdinho, mas todos que conheço dizem que é tão imperdível quanto os exclusivos da empresa japonesa. E não é pra menos, a série — junto com Gears of War — é uma das mais vendidas e justificam o investimento que a MS faz até hoje em suas sequências. Existe um collection com todos os jogos disponível na Steam, o Halo: The Master Chief Collection.

Leiam – Halo| Muito mais do que apenas um FPS

Mas é isso, pessoal. Aproveitando o final do texto pra falar algo realmente importante: Fiquem em casa se possível. O contágio não é brincadeira e a tendência é só piorar. Além disso, o uso de máscaras só é recomendado se você já tem sintomas, já que ela não serve pra muita coisa se você estiver saudável. Se cuidem!

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RAGE 2 | Despretensioso, rápido e desafiador https://www.arquivosdowoo.com.br/2019/08/21/rage-2-despretensioso-rapido-e/ https://www.arquivosdowoo.com.br/2019/08/21/rage-2-despretensioso-rapido-e/#respond Wed, 21 Aug 2019 02:23:00 +0000 https://www.arquivosdowoo.com.br/2019/08/21/rage-2-despretensioso-rapido-e/ Rage 2 certamente é uma sequencia que fez alvoroço, não só porque se trata de uma continuação de um titulo que não teve um impacto tão grande em seu lançamento, mas também porque vende a ideia de ser um jogo extremamente bem humorado e repleto de loucuras – Mas será que os trailers e teasers […]

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Rage 2 certamente é uma sequencia que fez alvoroço, não só porque se trata de uma continuação de um titulo que não teve um impacto tão grande em seu lançamento, mas também porque vende a ideia de ser um jogo extremamente bem humorado e repleto de loucuras – Mas será que os trailers e teasers realmente refletem toda a experiência alucinante que o jogador encontrará com o jogo?

Pois depois de ser bombardeado com teasers e trailers insanos, enfim, comecei minha jogatina com muitas expectativas de me deparar com loucuras e insanidades em níveis astronômicos. Não queria nada mais ou nada menos do que uma aventura alucinante sem enrolação e banhada na mais pura adrenalina.

Bem, mas será que tudo aquilo era apenas marketing?

Me acompanhe e descubra como foi minha experiência com RAGE 2 .

Capturado em Xbox One Fat/ Bethesda – Avalanche Studios

SEJA UM RANGER

Rage 2 chegou aos consoles dois meses atrás, e desde então, venho jogando e me divertindo bastante com essa obra desenvolvida pela Avalanche Studios  – Já escrevi sobre dois games da desenvolvedora TheHunter Call of the Wild e Mad Max) em conjunto da ID Software (criadora de DOOM).  Fosse invadindo dutos subterrâneos ou esgotos só para matar mutantes ou buscando por arcas perdidas, além do obvio, realizar as missões principais e avançar na história.

LEIAM – theHunter: Call of the Wild | De uma beleza nunca antes vista

O mapa é enorme e com diversos pontos a ser explorado, o que em um primeiro momento pode até deixar o jogador perdido. Pelo menos eu fiquei algumas horas só vagando até decidir para onde eu ia primeiro, mesmo com o jogo me dizendo onde ir.

Afinal, ninguém manda em mim, sou um RANGER.

Durante minhas andanças eu topei com lugares e paisagens incríveis, o que me fez usar o modo fotografia algumas vezes, algo que normalmente não tem muito peso, pelo menos para mim. Se você gosta de modo foto e chorar com o pôr do sol, tenho certeza que vai passar horas tentando captar esses momentos belos dentro de RAGE 2.

Não que seja um problema, afinal quem não gosta de uma bela paisagem como papel de parede.

Por outro lado, em alguns lugares o excesso de lixo beira ao ridículo, e isso é maravilhoso porque normalmente está ligado a determinada região dominada por algum personagem. Se em alguns lugares a areia é predominante e em outros próximos a áreas povoadas nota-se mais o lixo, em outros você vai ver uma concentração considerável de vegetação.

Eu sei que isso não é tão importante, mas achei que valia a pena citar.

Capturado em Xbox One Fat/ Bethesda – Avalanche Studios

O perigo e caos

Encontra-se espalhado por todo o ermo. Não é difícil tá passando com seu carrão e se deparar com gangues jogando tênis com granadas, ou, até mesmo uma briga entre mutantes.

É um mundo muito vivo, então a todo momento você vai se deparar com criaturas fortes, corridas, mechas e comboios. Diabos, colocaram até mesmo um mecha do lixão para nos matar, como se não bastasse as torres sentinelas da facção Autoridade por perto.

Falando nisso, os inimigos principais do jogo são pertencentes a AUTORIDADE. Uma das facções mais forte e também o motivo que nós levam a se tornar um ranger.  Eles são os inimigos mais fortes e os que mais demanda das habilidades, até porque normalmente você se depara com eles ao realizar as missões principais, então recomendo ir atrás de algumas Arcas antes de ir encará-los.

ASSISTAM – Aritana e a Pena da Harpia | PlayWoo

Os desafios que temos de encarar possuem um arco de dificuldade relativamente alto, ao menos alguns. Acessando ao mapa você pode conferir o nível de dificuldade de cada uma das missões. É interessante dizer que o jogo não priva você de ir encarar uma missão com nível mais alto, ela tá lá e se você quiser pode ir.

A probabilidade de ter o traseiro chutado é gigantesca, mas o jogo ao menos te mostra o nível de dificuldade da missão. Na maioria das vezes é dureza mesmo. Por outro lado se você é do tipo que adora desbloquear habilidades, recomendo sair em busca das arcas só para garantir habilidades especiais para o personagem, assim tornará o combate um pouco mais fácil na hora de lidar com missões mais complexas.

Há também o combate mano a mano que é bem divertido e que pode ser melhorado por meio de habilidades. Na hora que a munição acaba e a situação aperta, porque não resolver no soco. Chutar granadas ou rebatê-las com a coronha da arma são algumas dessas opções e que podem salvar vidas ou tirá-las.

RAGE 2
Reprodução/ Bethesda – Avalanche Studios

O Marketing é bom

Fico feliz que RAGE 2 tenha conseguido chamar a atenção, algo que seu antecessor infelizmente não conseguiu. O trabalho de marketing foi incrível, realmente conseguiu encantar os jogadores. Só é uma pena uma pena que não consigam entregar toda aquele humor e insanidade dos vídeos.

O jogo tem diversas coisas para se fazer, uma grande parte delas remete muito mesmo a Mad Max. Na verdade, Mad Max pelo visto utilizou da formula do primeiro RAGE, ou talvez seja apenas impressão por conta da temática.

A questão é que depois de algumas horas você fica com a impressão que só faz uma coisa só, não há personagens secundários interessantes o suficiente para interagir com seu personagem.

O humor empregado nos vídeos não refletem a realidade dentro do jogo, apesar de que, sim, há alguns diálogos engraçados. O nosso personagem (você pode escolher o sexo do personagem logo no início do jogo) vive soltando piadinhas, mas é só isso. É quase DOOM dentro de universo que remete a Mad Max mas com um protagonista que fala a beça.

Sei que é chato realizar tantas comparações com DOOM e Mad Max, mas sendo títulos das duas desenvolvedoras envolvidas no jogo, fica quase impossível, até porque realmente lembra. Claro, ele tem o seu diferencial, como uma variedade de veículos para ser desbloqueado e inimigos até que divertidos, além do fato que NÓS PODEMOS USAR UM MECHA e enfrentar um verme gigante – E quem comprou a edição especial ainda ganha  a BFG 9000 de DOOM, que é uma das armas mais poderosa do jogo.

RAGE 2
Reprodução/ Bethesda – Avalanche Studios

Concluindo

RAGE 2 tem alguns bugs, afinal, que jogo hoje em dia não tem, certo? Eu também encontrei um problema no carregamento do menu, nada ao ponto de travar a partida, mas um carregamento demorado na transição de uma aba para a outra.

No geral eu gostei de RAGE 2, achei um jogo divertido e que provavelmente vai agradar muitos jogadores. Bem, o jogo não é um game que você irá quebrar a cabeça ou vai se deparar com puzzles.  Ele se resume a descobrir maneiras de matar e se sobreviver enquanto você anda para lá e para cá e enfrenta os mesmos inimigos quase que o tempo todo.

Pode até se tornar maçante em determinado momento se você for muito exigente, então não crie tantas expectativas por conta dos trailers, garanto que vai encontrar em RAGE 2 um ótimo titulo para suas doses diárias de adrenalina.

É altamente recomendado para quem gosta de um FPS despretensioso, rápido e com um arco de dificuldade desafiador.

Essa análise foi feita com uma cópia digital de Xbox One cedida pela distribuidora do jogo, Bethesda.

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DOOM do Super Nes | Análise do Soler https://www.arquivosdowoo.com.br/2014/01/22/doom-do-super-nes/ https://www.arquivosdowoo.com.br/2014/01/22/doom-do-super-nes/#comments Wed, 22 Jan 2014 22:49:00 +0000 https://www.arquivosdowoo.com.br/2014/01/22/dicas-do-soler-doo/ Por: Leonardo Soler Fala aeee povooo!!! Soler na área!! Estou retornando a blogosfera e com a ajuda ilustre de meu amigo Cyber Woo que está me apoiando pra poder voltar o ritmo de estar participando e me envolvendo novamente com blogs e afins. Obrigado véi! Vamos parar com essa melação e vamos ao que interessa! […]

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Por: Leonardo Soler

Fala aeee povooo!!! Soler na área!!

Estou retornando a blogosfera e com a ajuda ilustre de meu amigo Cyber Woo que está me apoiando pra poder voltar o ritmo de estar participando e me envolvendo novamente com blogs e afins. Obrigado véi!

Vamos parar com essa melação e vamos ao que interessa! Meu ponto forte sempre foi  escrever sobre jogos antigos  e assim me manterei nesse posto de velharias e de saudosismos.

Começarei falando sobre um jogo que foi  meio desprezado por mim em minha juventude e agora tem um lugar garantido em meio as minhas jogatinas.

Avisando que esse será um relato pessoal. Nada Técnico por hoje!

DOOM
Crédito da thumb: Canal Jornada Gamer

Nunca fui muito fã de jogos de FPS, eles me deixavam tontos, eram difíceis, me davam nervoso a visão do personagem. Mas com o tempo a gente se adapta com as novidades  e acabei pegando aquela fase de Lan House onde o mundo inteiro jogava CS (vulgo Counter Striker) e me acostumei, só que de dois anos pra cá que comecei a dar valor aos jogos mais antigos e aprecia-los melhor, fora uma influência de nosso amigo Marvox que me fizeram tomar gosto por esse game.

Lembro-me como se fosse ontem a primeira vez que joguei DOOM, aqueles demônios que atiram bolas de fogo, cães demônios, minotauros e outras monstruosidades aparecendo pra mim e a tontura que as tela de FPS me davam na época, sem dizer do fator mais engraçado, minha mãe reclamando do jogo, falando que era coisa do capiroto e que eu não deveria brincar com essas coisas (mãe é mãe né).

Uma vez eu estava jogando a noite  com um primo meu mais velho, que era sacana
toda vida, e ele me pregou uma peça.

O video game costumava ficar em cima da cama, como todos se lembram, qualquer balançada no Super Nintendo fazia com que a fita desse tilt, sem querer eu balancei a cama e deu um tilt onde apareciam algumas imagens brancas no meio do jogo, e esse meu primo saiu correndo e me trancou no quarto com os “fantasmas” na televisão (haha pegadinha muito boa que eu também faria com um algum primo mais novo meu).

Em DOOM você está no corpo do famoso DoomGuy, que foi deportado
para marte por ter atirado em um superior que lhe havia pedido para atirarem
civis inocentes.

Em marte ele é forçado a trabalha com uma organização que está trabalhando no teletransporte entre as luas de marte Phobos e Deimos, mas algo de errado e criaturas aparentemente vindas do inferno saem de dentro desses portais e acabam aniquilando todos da organização, assim restando apenas o DoomGuy.

Hoje em dia já sei o contexto histórico que o Doom trouxe para os games e aprendi a apreciar os primórdios desse estilo que nessa geração é o mais usado e mais explorado pelas softhouses.

Vocês podem conferir um gameplay completo da versão do SNES logo abaixo, vídeo do canal parceiro Jornada Gamer:

https://youtu.be/zlRzaSHEj2c

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