Arquivos 2021 - Arquivos do Woo https://www.arquivosdowoo.com.br/tag/2021/ Um pouco de tudo na medida certa Sun, 22 Feb 2026 15:03:03 +0000 pt-BR hourly 1 https://wordpress.org/?v=6.9.4 https://www.arquivosdowoo.com.br/wp-content/uploads/2020/12/cropped-logo-150x150.png Arquivos 2021 - Arquivos do Woo https://www.arquivosdowoo.com.br/tag/2021/ 32 32 O que eu joguei em 2021 | Tony Horo https://www.arquivosdowoo.com.br/2022/01/17/o-que-eu-joguei-em-2021-tony-horo/ https://www.arquivosdowoo.com.br/2022/01/17/o-que-eu-joguei-em-2021-tony-horo/#comments Mon, 17 Jan 2022 23:18:06 +0000 https://www.arquivosdowoo.com.br/?p=10001 Jamais iria conseguir bater o recorde de 59 jogos de 2020 — que você pode ler aqui — mas também nem queria. Espero que a lista abaixa sirva como uma boa recomendação pra vocês que caiam de paraquedas no nosso humilde website. LEIAM – Albert Odyssey: Legend of Eldean | Um dos JRPGS já feitos […]

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Jamais iria conseguir bater o recorde de 59 jogos de 2020 — que você pode ler aqui — mas também nem queria.

Espero que a lista abaixa sirva como uma boa recomendação pra vocês que caiam de paraquedas no nosso humilde website.

LEIAM – Albert Odyssey: Legend of Eldean | Um dos JRPGS já feitos

Quem me conhece, já sabe que eu vario muito os gêneros e os consoles que jogo, então não espere nenhum padrão com a lista abaixo. Esse ano foram TRINTA games, e como sempre só coloquei aqueles que eu de fato zerei. Vamos lá:

1) 007: Agent Under Fire (PlayStation 2)

O que eu joguei em 2021
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Primeiro game do agente secreto que zerei. Isso mesmo, eu nunca tive saco pra zerar GoldenEye e sinceramente? Esse aqui é bem melhor. Você pode ler meu texto sobre ele aqui.

2) New Super Mario Land (Super Nintendo)

O que eu joguei em 2021
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Remake feito por um cara só do jogo de Game Boy, porém, feito para o SNES com gráficos pré-renderizados, como em Donkey Kong Country. Existe uma versão mais recente do que a que eu joguei na época, mas ela muda pouca coisa.

O jogo é curto e vale a pena zerar numa única sentada. Ui!

3) Sunset Riders (Super Nintendo)

O que eu joguei em 2021
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O clássico do arcade. Zerei com meu velho num dia chuvoso. Obviamente usei um romhack com vidas infinitas porque não queria provar nada pra ninguém E pra divertir meu pai. Ele adora esse.

4) 007: NightFire (PlayStation 2)

O que eu joguei em 2021
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Continuação direta e bem melhorada do Agent Under Fire. Leia o texto sobre ele aqui. Caso queira jogar um game de 007, tente esse! Só não jogue a versão de PS2 como eu fiz.

5) Mafia: Definitive Edition (PlayStation 4)

O que eu joguei em 2021
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Comprei a trilogia Mafia no PS4 numa promoção da PSN e foi um ótimo negócio. O game em questão foi refeito do zero, então isso traz alguns prós e contras, como gráficos bonitos mas controles meio travadões.

É divertido mas não me animei de jogar os outros games ainda.

6) Celeste (protótipo) (Game Boy Advance)

O que eu joguei em 2021
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A versão original do game Celeste. Não contém toda a depressão forçada do jogo lançado depois, somente plataforma pura e simples. Recomendado demais.

7) Super Mario 3D World: Bowser’s Fury (Switch)

O que eu joguei em 2021
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Joguei pra zerar apenas esse DLC novo, que era meio que um modo estilo Mario 64 para o game base. As lutas contra o Bowser Gigante são bem legais. Tenho um vídeo review sobre ele aqui.

8) Dragon Quest XI S: Definitive Edition (PlayStation 4)

O que eu joguei em 2021
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Sim, amigos. Platinei novamente DQ11, dessa vez a versão S, que foi portada do Switch para o PS4, PC e XBOX.

LEIAM – Contos de Um Gamer Cada Vez Mais Caduco

Ao contrário da crença popular, os gráficos NÃO são piores que o game original, então parem de espalhar folclore.

Jogue essa versão pois ela melhora muito do game original e é um dos meus jogos favoritos da vida.

9) AM2R (Metroid 2 Remake) (PlayStation Vita)

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Jogo feito em casa por um cara muito bom que refez todo Metroid 2 de Game Boy, transformando ele em um jogo bom com gráficos de GBA. Aqui eu joguei o port não-oficial para o PS VITA e foi maravilhoso.

Existe também um remake oficial feito pela Nintendo para o 3DS, mas são dois games bem diferentes.

10) Kaze and the Wild Masks (PlayStation 4)

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Joguinho brasileiro muito baseado em Donkey Kong Country, ao ponto que seu personagem se movimenta de forma idêntica à Dixie em DKC2. Leia meu review sobre ele aqui.

11) Mighty Morphin Power Rangers: The Movie (Mega Drive)

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Zerei pela primeira vez a versão de Mega Drive com meu amigo Rodrigo. É certamente bem diferente do game de mesmo nome para o SNES. Esse aqui se parece mais com um beat n’ up comum e é bem curtinho.

12) Streets of Rage (Mega Drive)

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O classicão do Mega. Zerei no mesmo dia com meu amigo também. Sinceramente, um clássico atemporal.

13) Trials of Mana (PlayStation 4)

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Remake de Seiken Densetsu 3 feito para o PS4. O original era um game de SNES que só foi sair no ocidente recentemente também, mas eu joguei o remake mesmo.

Foi um ótimo JRPG com uma trilha sonora bem legal. Tive que zerar 3 vezes para ver a história de ângulos diferentes, mas agora já não lembro de nada!

14) Tony Hawks Pro Skater (Dreamcast)

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Outro clássico de todas as eras. Joguei a versão de Dreamcast diretamente no console, com gráficos bem melhores que o original de PS1. A trilha sonora é maravilhosa até hoje.

15) Cyberpunk 2077 (PlayStation 4)

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Sim, amigos. Joguei o jogo mais bugado do mundo e no PS4. O jogo fechou na minha cara umas 4x e alguns bugs aconteceram onde eu tive que recarregar meu save, mas fora isso, foi uma experiência bem lisinha.

O universo é bem legal, mas não sei se voltaria pra ele tão cedo. De repente no PS5 eu jogue de novo um dia.

16) New Pokémon Snap (Switch)

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Continuação do game de N64, agora com gráficos e Pokémons novos. O jogo é legal mas não tem o charme da versão antiga. Deve ser porque eu tô velho e não ligo tanto pra série mais. Zerei rapidinho e parti pra outras coisas.

17) Dragon Quest II (Switch)

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Segundo jogo da melhor série de RPG já feita. Isso, melhor que Final Fantasy.

O game não é tão bom quanto o primeiro e fica muito difícil no fim.

Leia meu texto sobre ele aqui.

18) Dragon Quest III (Switch)

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Talvez o segundo game mais aclamado pelos japoneses (depois de Dragon Quest V). A versão de Switch é bem mais bonita que o I e o II, mas se for jogar, espere o remake em 3D para Switch que sairá em breve.

Fiz um texto pra ele TAMBÉM. Leia aqui.

19) The Legend of Zelda: Skyward Sword HD (Switch)

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Depois de anos enrolando pra jogá-lo no Wii, inclusive comprando dois Wii Remotes compatíveis com o game, acabei jogando a versão HD no Switch.

Os gráficos são bonitos em 60 FPS e é realmente um jogo complicado, mas não usei os controles de movimentos em momento algum e deu tudo certo.

Fiz um texto sobre ele no nosso site amigo, o Cybercafe

20) Dragon Quest IV (Android)

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Finalmente cheguei nos Dragon Quests mais bem feitinhos. joguei a versão de celular do game inicialmente lançado para o Nintendo DS. Infelizmente NÃO fiz um texto sobre esse game, mas você deve jogá-lo mesmo assim.

21) Nier Replicant Ver. 122474487139… (PlayStation 4)

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Esse jogo com nome escroto é um dos melhores games do PS3 e agora está disponível no PS4. É bom um remaster pois os jogos japoneses da época em que foi lançado eram bem mal avaliados, mas hoje em dia são mais bem aceitos pela mídia em geral.

Tem gente que não gosta da série porque tem mulheres meio peladas mas eu não ligo. O combate é legal e zerar várias vezes pra ver o final verdadeiro é bem interessante, pois muitas coisas mudam do nada.

O game também muda o estilo o tempo todo, com referências à Zelda e a Visual Novels em alguns momentos, fora o combate que é bem divertido.

22) Alan Wake Remastered (PlayStation 4)

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Um clássico da Remedy, que fez esse game depois de vender a série Max Payne para a Rockstar. É uma mistura de conto de terror com séries como Além da Imaginação. Uma continuação está para sair que será totalmente terror.

Fiz um texto no Cybercafe para o game, e recomendo bastante que vocês leiam para saber mais sobre o universo dos jogos da Remedy.

23) Streets of Rage 2 (One Piece Pirate Warriors hack) (Mega Drive)

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Não sei se conto como jogo zerado, pois o que joguei foi um hack com personagens de One Piece e com algumas mudanças na física, como a inclusão de botão de corrida e a possibilidade de deixar os inimigos quicando depois dos golpes.

Talvez seja o romhack mais legal que já joguei na vida.

24) Streets of Rage 3 (Mega Drive)

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Joguei no meu meguinha a versão original e consegui até mesmo o final bom, desarmando as bombas na última fase, isso jogando apenas duas vezes o game na minha vida!

Jogue a versão japonesa traduzida para inglês, pois ela não tem cortes.

25) The Legend of Zelda: Breath of the Wild (Switch)

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Já havia zerado o game no meu primeiro ano com o Nintendo Switch, mas achei que era hora de revisitar o jogo, principalmente porque minha namorada estava jogando na mesma época.

Foi bem divertido fazer os mesmos templos e ir descobrindo os segredos juntos com ela. Infelizmente dessa vez não fiz os 120 shrines, mas tudo bem também, porque não sou maluco.

26) GTA III: Definitive Edition (Switch)

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Cometi o erro de querer zerar esse GTA pela primeira vez na versão definitiva que saiu recentemente, sem patch de correção algum e justo no Nintendo Switch.

Não recomendo isso nem pro meu pior inimigo, mas eu consegui jogar até o fim.

Obviamente usei vários cheats de arma mas não conta pra ninguém.

27) Saturn Bomberman (Saturn)

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Talvez o game mais divertido da série. Parece como se fosse um jogo de SNES mas com áudio lindo de CD. Tem um texto enorme sobre ele que fiz aqui.

28) Cotton 2 (Saturn)

O que eu joguei em 2021
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Joguinho de navinha pra Saturn que joguei com controle arcade pra testar. É bem bonitinho mas faz uso de alguns comandos que não combinam com jogos de nave, como a necessidade de comandos de jogos de luta.

29) Strikers: 1945 (Saturn)

O que eu joguei em 2021
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Outro game de navinha, mas esse é vertical e com aviõezinhos. Difícil pra porra nos últimos cenários, porém bem legal e melhor que muita coisa do gênero.

30) Albert Odyssey: Legend of Eldean (Saturn)

O que eu joguei em 2021
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Continuação de dois jogos que ninguém conhece para Super Famicom, esse aqui tem em comum como sendo outro jogo que ninguém conhece.

Foi feito para o Saturn, então é um dos poucos JRPGs do console. Achava que ia ser uma experiência foda mas foi bem mediana num geral. Tem texto sobre ele aqui.


Leia mais:
O que joguei em 2020

O que joguei em 2022

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E é isso, pessoal. Espero que essa lista sirva como recomendação para que vocês conheçam novos jogos e se animem a saírem da zona de conforto, seja com um determinado gênero ou com um console em específico.

Agora vamos ver se em 2022 irei jogar mais!

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The Game Awards | Refletindo sobre os anúncios https://www.arquivosdowoo.com.br/2021/12/11/the-game-awards-refletindo-sobre-os-anuncios/ https://www.arquivosdowoo.com.br/2021/12/11/the-game-awards-refletindo-sobre-os-anuncios/#respond Sat, 11 Dec 2021 16:24:22 +0000 https://www.arquivosdowoo.com.br/?p=9375 Ontem, enquanto conversava sobre trivialidades com o Diogo e xingava o Alexis gratuitamente (porque se você não xingar seus amigos de graça, você não é amigo da pessoa), ele me perguntou: “Quer cobrir o Game Awards?” No que eu perguntei sobre o que eu teria que falar, fazer um in loco ou sei lá o […]

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Ontem, enquanto conversava sobre trivialidades com o Diogo e xingava o Alexis gratuitamente (porque se você não xingar seus amigos de graça, você não é amigo da pessoa), ele me perguntou: “Quer cobrir o Game Awards?” No que eu perguntei sobre o que eu teria que falar, fazer um in loco ou sei lá o quê, ele falou pra eu dar minhas impressões.

Foi mal, Diogo, mas eu não tenho impressora.

Que foi? Eu queria ter feito essa piada na hora, mas não foi. Enfim, eu só não lutei contra o sono durante a premiação pelo motivo de que eu costumo ir dormir 3 e meia da manhã. Mas, pra não soar tão babaca assim com os amigos que quase dormiram com aquela apresentação, vou contar o processo por trás desse texto.

O processo

Pra eu não me perder sobre o que eu teria que falar, eu fiz anotações de parte das minhas reações pra ter uma base. Porque se eu fosse fazer tudo de cabeça, eu esqueceria a metade do que planejei escrever. E no final da dita cuja apresentação, eu estava cansado pra caralho.

Dito isso, honestamente, o The Game Awards é basicamente um comercial gigante de 3 horas e meia com uns prêmios que os normies ligam e eu basicamente uso eles pra irritar fanboys (tipo quando o God of War ganhou o ‘Game of the Year‘ de 2018, mesmo sendo intragável e desinteressante. Eu curti que o GoW ganhou só pra irritar os fanboys de Red Dead Redemption 2).

LEIAM – The Game Awards 2021 | Impressões do Diogo sobre os anúncios

Antes de começar a comentar sobre os jogos, uma última coisinha: O que uma comida de rabo da internet não faz, né?

Depois de dizer que não faria comentários sobre a merda lá da Blizzard-Activision-Blizzard (sim, escrevi errado porque sim) e levar uma comida de rabo UNIVERSAL da internet inteira apontando a hipocrisia, a produção do TGA voltou atrás e o Geoff fez o discurso com as indiretas menos indiretas do mundo pra Activia-SubZero.

Agora, vamos ao que interessa, os jogos… Se eu esqueci algum jogo, foi provavelmente porque a minha internet caiu na hora do evento (coisa que aconteceu… Umas 3 vezes.)

Game Awards 2021
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Tunic

Tunic pareceu ser um jogo top-down bonitinho, meio furry… Mas eu perdi meu interesse nele quando vi que ele só vai sair em plataformas Xbox.

Isso é comum pra mim, porque são plataformas que eu não posso jogar, não é nada contra o Xbox. Mas não tem como eu me empolgar com algo que não terei como jogar. Inclusive é por isso que eu odeio quando devs indies anunciam jogos só pra PC/Switch.

Game Awards 2021
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Risk of Rain 2

Por quê caralhos colocaram um trailer de um jogo lançado em 2020 no Game Awards 2021?

Sério. Tá, foi no pré-show, mas essa porra tá disponível há mais de um ano.

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The King of Fighters XV

K’9999 está de volta com um novo nome e um novo penteado. E teremos um segundo beta aberto.

Só espero que não tenha o mesmo fiasco de exigir PS Plus para um beta cuja descrição dizia NÃO PEDIR PLUS. Sim, isso me deixou puto, muito puto. Eu baixei o primeiro beta aberto, e ele pedia a Plus, então basicamente 11GB só pra uma tela título.

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The Texas Chainsaw Massacre

MAIS UM JOGO DE MULTIPLAYER ASSIMÉTRICO. Jesus, isso tá enchendo o saco. Tivemos Boring by Daylight, Friday the 13th (que é um bom jogo, ao contrário de DBD), o Resident Evil Resistance, Evolve (que precede esses jogos) e até Dragon Ball tem um jogo do tipo anunciado. Eu não aguento mais.

Pulemos nesse parágrafo o jogo da Telltale que não me importo, o Homeworld 3 que não me importo, Monster Hunter Rise que não é minha praia e nem posso jogar, Babylon’s Fall que só não periga ser o pior jogo da Platinum porque Anarchy Reigns é um porre insuperável e insuportável, e aquele jogo colorido que o Diogo curtiu, mas a minha internet caiu na hora e não estou nem um pouco a fim de ver agora.

Game Awards 2021
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Evil West

Darkwatch foi o primeiro jogo de PS2 que joguei na vida, na casa do meu amigo Renato, que hoje mora no Canadá.

Era um jogo de tiro em primeira pessoa bem divertido (E COM CO-OP LOCAL). Nunca cheguei a terminar por motivos, mas é um jogo bastante cultuado. Evil West parece ir na mesma pegada, mas parece acrescentar toques de outro jogo de Velho Oeste do PS2, no caso, God Hand, com as coisas sendo meio over the top. E como esse é um jogo que vai sair pra geração PS4/PS5, então podemos ficar de olho nele.

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Have a Nice Death

O jogo tinha minha atenção pelo visual e gameplay, parecendo ser um metroidvania, até que subitamente descobri que ele era Roguelite. Isso meus amigos, é a receita de uma brochada bem sucedida, porque perdi todo meu interesse pelo jogo.

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Persona 4 Arena Ultimax

Eu sou completamente a favor de pegar jogos que ficaram presos em gerações passadas e trazer eles pra geração atual.

Dito isso, uma pena que a Atlus não tenha anunciado a retro compatibilidade da versão de 360 com o hardware mais recente.

Porque ao contrário do PS3 que é composto de física quântica, o Xbox 360 são equações simples que tornam a retrocompatibilidade com o Xbox One simples e suave. Mas ei, PERSONA 4 DE LUTINHA!

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Hellblade 2: Senua Saga

Honestamente, eu preferiria que mostrassem outro trailer de CG, ao invés de um “gameplay” com interrupções a cada 10 segundos com a Senua olhando pra trás, o que me faz pensar que aquilo parecia um segmento de Quick Time Event (mesmo que não seja), mas veja bem, a Senua corria, olhava pra trás, corria, olhava pra trás e o Gigante engolia um Zé qualquer.

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Star Wars Eclipse

Vou repetir aqui a frase que coloquei no chat do Twitch do pessoal da PSX Brasil. Eu estava animado até ver que o jogo é da Quantic Dream.

Não to brincando, porque a apresentação (mesmo que em trailer), parecia minimamente interessante, mas só o fato de ser da Quantic Dream… David Cage é basicamente um Hideo Kojima, só que com menos redundância e menos talento.

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Lost Ark

MMO… Zzz… Já tenho minha cota de MMO com Caravan Stories, obrigado. Não são nem um pouco semelhantes, eu sei, só queria usar esse parágrafo pra falar que voltei a jogar Caravan Stories por causa do evento em collab com a Houshou Marine, do Hololive.

Se eu consegui tirar a Senchou? Ainda não, mas estou tentando.

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Wonder Woman

Tivemos só um teaser, e desse teaser, podemos tirar duas coisas: 1: É um jogo da Mulher Maravilha. 2: Pelo menos o modelo facial da Mulher Maravilha não parece ter sido esculpido em queijo e escarrado, feito o de Injustice (qual o problema do NetherRealm em fazer rostos femininos? Aquele jogo tem muito Nightmare Fuel)

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Alan Wake II

A mudança de ação pra terror não é muito a minha praia, mas bom para os fãs de Alan Wake.

É só o que tenho a dizer, pois só joguei uns 10 minutos daquele Standalone DLC do primeiro jogo no PC e abandonei porque jogar coisas no PC é um saco.

Sonic 2

TODA a apresentação em torno do filme de Sonic 2 feita pro Game Awards 2021 foi bem feita, mesmo as piadinhas antes do trailer (que costumam ser cringe), me fizeram dar umas risadas.

E honestamente, esse filme tem tudo pra ser o que Sonic 2 (no Mega Drive) foi em relação ao primeiro: Melhora dos pontos fracos e um produto genuíno de quem curte o material de origem.

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Horizon: Forbidden West

Eu gostei do primeiro jogo, mas só o joguei porque a Sony deu de graça. É o jogo que eu aguardo… Com moderação, porque tenho um milhão de prioridades na frente dele.

A versão de Final Cantas VII Remake pra PC vai sair na semana que vem

E isso não significaria nada pra mim, exceto o fato de que a Square-Enix tá cobrando 70 dólares por isso. Usando as palavras do Craque Neto: “Brincadeira, viu?”

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SlitherHead

Do cara que criou Silent Hill, com o compositor de Silent Hill e a sigla do nome do jogo é SH como Silent Hill, mas não é Silent Hill nem tem cara de Silent Hill.

Se ele for um jogo de ação com toques de horror (como o trailer deixou parecer), posso até me interessar, caso contrário não, porque eu tenho cagaço com jogo de terror.

NightingGale

Mais um jogo do famoso gênero “Survival crafting coop multiplayer online early access ”. Passo.

Somerville

Não entendi nada. Próximo.

Cuphead: The Delicious Last Course

Quem lembra dos produtores de Cuphead dizendo que o jogo nunca sairia no PS4? Bons tempos.

Enfim, depois de muita espera e até apostas pra ver quem sairia primeiro, o DLC de Cuphead ou Hollow Knight: Silksong, o run and gun cartunesco finalmente tem uma data para o seu DLC, no meio do ano que vem.

Agora só falta você, Silksong. Eu queria jogar Cuphead, mas tá caro.

Sonic Frontiers

Esse teaser mostrou tanta coisa quanto uma screenshot da minha conta bancária, ou seja, nada.

Trailer do filme novo do Guillermo del Toro

Del Toro fez “A forma da Água”, um dos filmes mais porre da década passada, mas que por algum motivo ganhou o Oscar. Mas ele vai ter sempre meu crédito por ter feito Hellboy 1 e 2, dois dos filmes mais bacanas de Super Heróis. E não, não liguei nem um pouco pra esse trailer, tá me achando com cara de cinéfilo só porque tenho um PS4?

Tchia

Mais jogos bebendo da fonte de Breath of the Wild, mas não estando limitados a plataformas da Nintendo? Yes, please. O jogo pareceu tudo o que a nova geração não é: Criativo, colorido e inspirado. Aguardo com moderação.

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Suicide Squad: Kill the Justice League

Por um lado, é um jogo da Rocksteady, e a não ser que algo MUITO GRAVE aconteça (tipo dar 2 semanas pra um estúdio minúsculo portar pro PC), o resultado pode agradar bastante. Mas, se eu for honesto, essa coisa de Heróis ficaram DU MAL já cansou pela falta de criatividade usada.

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Forspoken

Olha, esse jogo tá… Bonitinho. E é um isekai, coisa que não é feita com tanta frequência em jogos (não contando jogos baseados em animes isekai) grandes, então vamos ver onde isso vai dar.

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Saints Row

Eu me interessaria nesse jogo se ele se chamasse: “As aventuras de Tito Santana”, ou qualquer outra coisa. Porque como jogo, ele não parece ruim, mas apenas outro jogo de mundo aberto.

E eu aceito qualquer coisa que não seja Grand Theft Auto. Mas como Saints Row… Ele tá um TÉDIO. A não ser que a Volition esteja escondendo as cartas MUITO BEM, esse jogo vai ser uma decepção pra quem curte a franquia.

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Dune: Spice Wars

Não sou chegado em RTS, mas considerando que Duna 2 foi o início do gênero, ter um jogo novo após o sucesso do novo filme, é algo bacana de se ver.

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Tiny Tina’s Wonderland

Única coisa que espero é que esse jogo não seja sem graça como Borderlands 3. De resto, pew pew pew são meus comentários.

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Among Us VR

Um jogo que não dou a mínima, num formato que não me importo. GRANDES MERDA.

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Tivemos um vídeo com os dois novos personagens a se tornarem jogáveis, e um teaser da próxima personagem que durou uns 3 segundos.

Sério Mihoyo? Por outro lado, como o jogo ganhou prêmio de “Melhor jogo Mobile”, a Mihoyo vai dar 1600 primogemas entre os dias 11 e 14 de Dezembro aos jogadores, então… Yay, viva o Game Awards. #SanciniVendido

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Steelrising

Steelrising apareceu na E3 desse ano se a memória não me falha. Agora que o jogo apareceu no Game Awards 2021, ele me parece até que interessante. Não está na minha lista de compras ou de desejos, mas enfim.

Metal Hellsinger

Boomer Shooter Yay!

Nota do Diogo: É um dos games que contou com a melhor trilha sonora durante o The Game Awards 2021, só banda boa a encargo da trilha sonora.

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Warhammer 40.000: Space Marine II

O Gears of War Azul (roubei essa piada do Amer, porque sim) era um jogo bem divertido, lançado na geração do PS3. E agora está de volta.

Espero a mesma brutalidade e diversão proporcionadas pelo original.

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Star Trek: Ressurgence

Não é um jogo da Telltale, mas é um jogo da Telltale, já que o Dramatic Labs foi criado por ex-funcionários da Telltale.

Honestamente, espero que esse jogo seja mais pro lado de Tales from Borderlands do que Game of Thrones… Porque os trekkers precisam de um jogo decente da franquia.

Este foi mais uma das grandes revelações do The Game Awards 2021…

https://youtu.be/77TS9tm9o5c

Rumbleverse

O Iron Galaxy Studios está por trás, então ele tem a possibilidade de ser bom. No momento, não entendi o que ele quer ser.

E eu vou finalizar por aqui, porque no momento em que fazia minhas anotações, o evento estava tão porre que devo ter pulado uns 2 ou 3 anúncios, trailers de coisas que já temos data (tipo o novo Plague e o Yin Light 2) e por aí vamos.

Honestamente, o The Game Awards 2021 é basicamente a indústria ocidental numa masturbação coletiva, só ver no quesito de indicações.

Pra trailers, honestamente prefiro showcases como os da Tokyo Game Show, ou mesmo a E3, além das apresentações das produtoras de console (Microsoft, Sony, Nintendo).

Mas, antes de REALMENTE terminar meu texto sobre o Game Awards 2021, mais um fato engraçado… A Google usou o evento pra promover o Google Play Games, onde os usuários poderiam jogar os jogos do celular, no PC (coisa que muita gente faz usando emuladores BTW), o que pode decretar a última pá no caixão do Google Stadia (inclusive eu queria MUITO ter escrito outros artigos zombando do Stadia, mas não o fiz).

Enquanto isso, a Amazon também colocou ads no evento do Amazon Luna, seu próprio serviço de Cloud Gaming. Ê, Google, parabéns, viu?

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Mortal Kombat 2021 | Será que é tão ruim? https://www.arquivosdowoo.com.br/2021/04/29/mortal-kombat-2021-impressoes/ https://www.arquivosdowoo.com.br/2021/04/29/mortal-kombat-2021-impressoes/#respond Thu, 29 Apr 2021 13:41:20 +0000 https://www.arquivosdowoo.com.br/?p=7257 Depois de uma longa espera, enfim, Mortal Kombat está entre nós e dividindo muitas opiniões. E eu que estava bem empolgado, inclusive escrevi minhas impressões do trailer do filme que assisti milhares de vezes. LEIAM – O cartucho de Mortal Kombat 2 Maluco Eu assisti e inclusive participei de uma live contando o que gostei […]

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Depois de uma longa espera, enfim, Mortal Kombat está entre nós e dividindo muitas opiniões. E eu que estava bem empolgado, inclusive escrevi minhas impressões do trailer do filme que assisti milhares de vezes.

LEIAM – O cartucho de Mortal Kombat 2 Maluco

Eu assisti e inclusive participei de uma live contando o que gostei e não gostei, mas não poderia deixar de registrar aqui no site. Por mais que goste da mídia audiovisual, de fato a escrita ainda é a forma com a qual me sinto mais confortável para me expressar.

Bem, mas vamos descobrir que Mortal Kombat lhes reserva.

Não supera o clássico de 1995

Mortal Kombat 2021

É muito difícil não fazer uma comparação com o clássico dirigido por Paul W.S. Anderson, o responsável pela pavorosa franquia de filmes de Resident Evil.

Essa comparação se dá mais pela maneira como tudo se conecta e vai desenvolvendo a história. Mesmo que com limitações, é inegável o quão divertido e como funcionam as coisas por ali, desde os efeitos práticos ao CGI moderado. No fim das contas tudo funciona e acaba agradando aqueles que já tinham se decepcionado com o horrendo Street Fighter

LEIAM – GANTZ: O | A melhor coisa já feita desde o anime

Por outro lado, este novo Mortal Kombat talvez em uma busca de se manter fiel a violência do jogo original, toma algumas decisões um tanto questionáveis. Talvez a maior delas foi o roteiro que possui diversos furos, além de descaracterizar personagens importantes da franquia.

Enquanto MK (1995) consegue dar tempo de tela para os personagens e ir construindo a narrativa aos poucos, sem jogar tudo de uma só vez para justificar as sessões de pancadaria.

Também sou Hype

Mortal Kombat 2021

O trailer do filme foi incrível, de fato, e conseguiu elevar em muito a expectativa de todos os fãs, que há tempos queria algo relacionado ao game na telona.

E o problema aqui é que todo o marketing foi sustentado em cima do embate entre Scorpion e Sub-Zero, que são os personagens mais famosos da toda a franquia. E não me venha falar de Liu-Kang.

Bem, só que o filme deixa ambos os personagens de coadjuvantes na trama, surgindo em momentos pontuais. No caso, Sub-Zero tem até mais tempo de cena que Scorpion. Tudo isso pra focarem no novato personagem criado para o filme, Cole Young.

E agora preciso dizer algo que me decepcionou em relação ao personagem, seu nome Cole Young é um homófono de Kuai-Liang, que é quando se escreve de forma diferente mas a pronúncia é igual. Sabe, como essa galera que escreve: Fassil. Pelo menos para mim, né.

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Isso me fez crer que provavelmente teríamos o irmão de Sub-Zero na trama, mas adianto que não rola e o personagem em si é bem fraquinho. Ganha uma importância maior, que no fim das contas não significa muito para os fãs. Não que enxergue problema na criação de um novo personagem, mas o roteiro não contribui para criar qualquer afeição por ele.

No fim das contas o personagem é o típico herói que se vê escolhido para lidar com as forças do mal.

Get over here!

Mortal Kombat (2021) empolga em alguns momentos, seja ao nos apresentar personagens que conhecemos realizando golpes que conhecemos, como Kung-Lao que faz uma aparição foda durante uma delas ou os fatalities extremamente sangrentos.

E por mais que momentos assim sejam divertidos de se ver, os personagens não são explorados, então passa a impressão que estão apenas jogados pela trama porque era preciso alguém para o time de Raiden ter contra quem lutar.

O que me leva a um raciocínio que usei durante o bate-papo ao vivo, que foi da produção conseguir muito com um orçamento “pequeno”. Só que refletindo melhor, percebo que nada disso justifica o roteiro tão quebrado e pouco aproveitamento dos personagens que tinham a disposição.

Mesmo com todos esses problemas eu ainda gostei do filme. Não achei horroroso, e sim um bom passatempo.  Poderia ser melhor? Sem sombra de dúvida, mas consegue entreter com o pouco que pode ser salvo da obra.

Conclusão

Mortal Kombat 2021

Eu serei direto, gostei do filme, pois conseguiu me entreter o suficiente mesmo com todos os problemas que apontei e os que não falei, como diálogos ruins e interpretações risíveis.

Diabos, o Tadanobu Asano, ator que deu vida ao vilão Kakihara em Ichi the Killer e surpreende, sequer consegue convencer como Raiden e os olhos de LED.

Há alguns diálogos engraçados, muitos deles envolvendo o Kano que é o alivio cômico do grupo.  O gore que tá bem elevado, destaque para a finalização do Kung-Lao, alias, gostei bastante do personagem, que parece marrento como a sua contraparte de MK11. E tem até o Réptil que não parece o Reptile, que foi interessante. E a Mileena, uma das minhas personagens favoritas, não tem profundidade alguma e ficou apenas como reles soldado do Shang-Tsung.

O que se salva em meio a tudo isso é Scorpion e Sub-Zero, ou seja, Hiroyuki Sanada e Joe Taslim que carregam a obra nas costas e entregando as melhores cenas de lutas, mesmo que renegado a meros coadjuvantes durante toda a trama.

No final das contas Mortal Kombat 2021 é uma colcha de retalhos, onde você pode apontar para alguns momentos que mais lhe agradam, mas não dá pra se enrolar nela e dizer que a colcha toda presta.

Vocês também podem conferir abaixo minha participação no Boteco do Alberto Roberto, onde falamos sobre o filme:

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