Arquivos Tower Defense - Arquivos do Woo https://www.arquivosdowoo.com.br/tag/tower-defense/ Um pouco de tudo na medida certa Mon, 19 Aug 2024 13:41:12 +0000 pt-BR hourly 1 https://wordpress.org/?v=6.9 https://www.arquivosdowoo.com.br/wp-content/uploads/2020/12/cropped-logo-150x150.png Arquivos Tower Defense - Arquivos do Woo https://www.arquivosdowoo.com.br/tag/tower-defense/ 32 32 Mists of Noyah | Ação de dia, defesa durante a noite https://www.arquivosdowoo.com.br/2024/08/18/mists-of-noyah-acao-de-dia-defesa-durante-a-noite/ https://www.arquivosdowoo.com.br/2024/08/18/mists-of-noyah-acao-de-dia-defesa-durante-a-noite/#respond Sun, 18 Aug 2024 20:37:46 +0000 https://www.arquivosdowoo.com.br/?p=17330 Reviews atrasados do Sancini, parte 2 chegando! Mais um jogo que recebi no mês passado, mas devido a n razões, acabou atrasando. Eu não vou ficar arrumando desculpas, porque não é do meu feitio. Mas ei, passado é passado e não se pode mudar. Mas enfim, uma das coisas que pra mim aqui no Arquivos […]

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Reviews atrasados do Sancini, parte 2 chegando! Mais um jogo que recebi no mês passado, mas devido a n razões, acabou atrasando. Eu não vou ficar arrumando desculpas, porque não é do meu feitio. Mas ei, passado é passado e não se pode mudar.

Mas enfim, uma das coisas que pra mim aqui no Arquivos do Woo tem sido uma constante, são análises de jogos que estão ou saíram do Acesso Antecipado do Steam. É de certa forma encantador ver os jogos evoluindo de acordo com o feedback dos jogadores e os planos dos desenvolvedores. Claro, que nem sempre dá certo, as vezes o dinheiro acaba, as vezes os produtores não cumprem o prometido. Existem milhares de jogos em Acesso Antecipado que foram abandonados pelos criadores, então quando um jogo de Acesso Antecipado chega ao lançamento completo, é não só um testamento de compromisso dos desenvolvedores, mas como um testamento da resiliência deles. Além do suspiro de alívio por parte dos jogadores.

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Em Fevereiro de 2020, o estúdio carioca Pyxeralia lançava no acesso antecipado do Steam, o RPG de sobrevivência Mysts of Noyah, e durante dois anos a equipe trabalhou com o feedback dos jogadores, até que em 2022, o jogo chegava (supostamente) ao seu release 1.0 no Steam. Dois anos e muitas críticas depois (só olhar a página do Steam do jogo), o jogo chega aos consoles, graças a QUByte. Será que ele vale a pena o seu tempo? Confira conosco.

Reprodução – Pyxeralia

Tem uma história aqui? Acho que não.

Logo de cara, você escolhe um dos personagens, e cria um “mundo” (esse mundo equivale a seu save), e é jogado de cara, sem nenhum tutorial ou explicação. A lore do jogo é espalhada em pergaminhos que podem ser COMPRADOS ao longo da jogatina e oferecem um pouco do que acontece. Aparentemente, uma entidade maligna que odeia o bem está corrompendo o mundo e seus monstros. Mas, antes de mais nada, vamos parar pra analisar uma coisa:

Você tem que COMPRAR esses pergaminhos pra entender a história do jogo, e uma história mais rasa que um beat’em up genérico dos anos 80/90, ou seja, você paga por quase nada. Faz o jogador se sentir em um mundo dominado pela EA, não? Ou em um jogo da Blizzard. Uma pena a história ser descartável, quando a belíssima arte do jogo poderia ser base pra uma história épica e detalhada… Ou no mínimo decente.

Reprodução – Pyxeralia

Platforming de dia, Defesa de noite, muitos bugs no meio

Os controles de Mists of Noyah funcionam relativamente bem, durante o dia, o jogo funciona como um side-scroller, onde se deve matar inimigos em fases, explorando diversos biomas, coletando recursos para craftar itens, coletar experiência de inimigos para subir níveis, e toda a papagaiada que um RPG de sobrevivência possui. Em termos de controle puro, funciona bem, mas os sistemas de upgrade são pouco intuitivos, um tutorial ajudaria bastante. E um ponto negativo que posso apontar, é que o original de PC foi pensado como um jogo cooperativo, mas a versão de consoles não possui online, tornando alguns chefes e inimigos mais casca grossa do que o pretendido.

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Com as plantas de edifícios, você pode construí-los para defender a cidade central durante a noite. Mas a falta de um tutorial, novamente, atrapalha a jogatina. Então, se você não olhar a descrição do jogo, não vai saber que o jogo tem momentos de tower defense… O que pra mim não é divertido (eu sou um hater declarado de Tower defenses). As mortes nas partes diurnas não são tão punitivas quanto poderiam ser, mas o posicionamento de inimigos (a única parte que é de fato randomizada) as vezes atrapalha e pode levar a mortes injustas.

Agora, o que quebra muito o jogo é a quantidade de bugs presentes. Alguns são coisas ignoráveis, como sprites de inimigos permanecendo na tela após morrerem, outros, literalmente fodem a performance do jogo, como quando se dropa 100 ítens do inventário. Dá pra contornar? Dá, mas é chato você ter que contornar algo pra não perder performance. E com uma das personagens, se você usar uma determinada summon e entrar em uma tela de loading… Parabéns, você deu softlock e vai ter que resetar o jogo.

Reprodução – Pyxeralia


Músicas OK, belíssimos gráficos

A trilha de Mists of Noyah é decente. Não é memorável, mas não é ruim. São musicas funcionais, que cumprem bem seu papel, casam com os locais onde tocam. O único negativo da música, é a música noturna, que é apenas uma. Ela dá nos nervos, tal qual aquele tema de bordel que tocava nas batalhas do Werehog em Sonic Unleashed. E sim, a música de batalha do Werehog lembra musica de bordel.

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Os gráficos são certamente o destaque do jogo. Cenários maravilhosos com efeitos incríveis, até mesmo a água do jogo é bonita. Os sprites do jogo mostram personalidade, que mais uma vez, como eu comentei lá em cima, poderiam ser base pra um jogo épico. Pixel art é algo insubstituível, e vou defender o seu uso.

Reprodução – Pyxeralia

Conclusão

Mists of Noyah podia ser um jogo incrível. A jogabilidade e gráficos são decentes, mas a falta de uma história concisa, um tutorial, e a quantidade de bugs (além de decisões obtusas de design) impedem o jogo de atingir seu potencial. Talvez numa promoção, mas a preço cheio eu não recomendo.

Nota: 6,5/10

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Mists of Noyah está disponível para PC, PS4, PS5, Xbox One, Xbox Series X|S e Nintendo Switch. Esta análise foi feita com base na versão de PS4 com uma cópia gentilmente cedida pela QUByte.

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Kunitsu-Gami: Path of the Goddess | Análise https://www.arquivosdowoo.com.br/2024/08/10/kunitsu-gami-path-of-the-goddess-analise/ https://www.arquivosdowoo.com.br/2024/08/10/kunitsu-gami-path-of-the-goddess-analise/#respond Sat, 10 Aug 2024 21:13:08 +0000 https://www.arquivosdowoo.com.br/?p=17246 Kunitsu-Gami: Path of the Goddess é um jogo da Capcom feito pelo Capcom Development Division 1, o mesmo estúdio interno da empresa responsável por seus grandes sucessos, como Resident Evil e Devil May Cry. Anunciado em junho de 2023 porém sem muito alarde da maioria dos canais de noticia de games. Talvez por culpa da […]

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Kunitsu-Gami: Path of the Goddess é um jogo da Capcom feito pelo Capcom Development Division 1, o mesmo estúdio interno da empresa responsável por seus grandes sucessos, como Resident Evil e Devil May Cry.

Anunciado em junho de 2023 porém sem muito alarde da maioria dos canais de noticia de games. Talvez por culpa da Capcom que não quis fazer um marketing pesado no jogo, mas o fato é que o game não recebeu um destaque grande como a maioria das IPs da empresa quando chegam ao mercado, principalmente se tratando de um título original.

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Pouco também se falou sobre o gênero do mesmo. Aos olhos de um turista, o game pode parecer um jogo de combate em terceira pessoa como outros da empresa, mas seu gameplay é bem mais complexo e diferenciado que isso.

O que temos em Kunitsu-Gami é um famigerado tower defense, onde o jogador deve construir bases para defender suas “torres”, mas neste game a coisa não funciona bem assim. Além disso, ele também possui elementos de jogos RTS (DotA, LoL, etc), onde você controla um personagem diretamente durante o gerenciamento do restante dos soldados.

Reprodução: Capcom

História e ambientação

Antes de mergulharmos na jogabilidade do jogo, é interessante dar uma abordada rápida em seu estilo visual e história.

Com uma temática que remete ao período feudal japonês, que por sua vez é intrinsicamente ligado com o folclore da região, o jogo conta a história da Deusa Yoshiro, que é auxiliada por Soh, o personagem principal controlado pelo jogador.

Eles, juntos de seus outros servos, devem passar pela montanha Kafuku, descendo ela em diversas fases/missões, onde eles enfrentam os mais diversos tipos de demônios do folclore japonês.

Tudo isso é bem estilizado e voltado para o realismo fantástico, onde os movimentos dos personagens é baseado na dança cerimonial Kagura, que combina música, dança e teatro para invocar deuses e celebrar mitos e lendas do xintoísmo, que é a religião mais popular do país.

O jogo também é mais um a rodar na RE Engine, mas como não preza tanto pelo realismo, ele se assemelha graficamente muito mais a um Monster Hunter Rise do que a um Resident Evil 4 Remake, por exemplo.

Reprodução: Capcom

Jogabilidade: Introdução

Como dito no início dessa análise, a Capcom meio que não queria explicar bem sobre o que era o jogo. Talvez por medo do seu gênero de tower defense afastar jogadores mais casuais ou por qualquer outro motivo que seja, mas o fato é que o jogo realmente exige uns 20% a mais de dedicação do jogador do que o seu jogo de aventura em terceira pessoa médio.

Cada fase de Kunitsu-Gami se passa numa área fechada, com alguns caminhos paralelos, quase como um mapa de LoL/DotA, só que bem menor.

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Seu objetivo é fazer com que Yoshiro saia do começo da fase e percorra todo caminho até o portal Torii no final do mapa, para que ela possa purificá-lo e você avance para o próximo estágio.

“Ah, mas purificar pra quê”, você pode ter se perguntado. Então, desse portal saem DEMÔNIOS, que são os mobs que você e seus aliados devem atacar. Eles só saem durante a noite, e por essa razão, você deve preparar suas defesas durante o dia.

Reprodução: Capcom

Jogabilidade em duas partes: Fase do Dia

O começo de cada estágio do jogo se passa durante o dia. Nessa hora, você deve acumular recursos realizando diversas tarefas no mapa, como purificar almas perdidas, destruir potes, etc.

Esse recurso serve pra diversas coisas, mas principalmente para duas coisas: fazer com que Yoshiro ande pelo mapa durante o dia (seu objetivo principal, lembra?) e para mudar a classe dos aldeões.

Os aldeões em questão são seus ajudantes e podem ser associados com funções como “Lenhador” (soldado), “Arqueiro”, “Xamã (healer)”, “Lutador de Sumô” (tank), “Ladrão”, entre outros diversos tipos de classes.

Você pode alterar a função de cada aldeão a qualquer momento mesmo em combate, porém isso gasta recursos, e o ideal é que você economize o máximo dessa moeda pra fazer com que Yoshiro avance o máximo possível no mapa.

Reprodução: Capcom

Jogabilidade em duas partes: Fase da Noite

À noite o bicho pega, literalmente. Nessa hora, você não pode mais avançar com a Deusa, mas deve protegê-la dos demônios que saem do portal Torii no final do mapa — e de outros lugares mais pra frente no jogo –.

Os demônios possuem diversas variações; alguns são mais rápidos, outros atacam de longe, alguns só voam e cabe a você decidir a melhor forma de encará-los.

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Essa luta dura a noite inteira, e o loop consiste em você controlando Soh, atacando livremente como em um jogo de hack n’ slash, enquanto divide seu tempo dando ordens ou posicionando os aldeões de maneira a se defender ou atacar da melhor forma possível. Pense no jogo do Pikmin, mas você controla bem menos unidades ao mesmo tempo.

Esse combate não é tão complexo, e por mais assustador que pareça de início, é necessário encarar tudo como um aprendizado. Dificilmente você irá passar das fases mais avançadas de primeira, sendo a tentativa e erro um fator essencial do jogo.

Reprodução: Capcom

Variações das fases

Nem toda fase é nesse esquema, ainda bem! Existe uma boa variação de jogabilidade em alguns momentos, e o jogo não te avisa de antemão como vai ser a mudança de paradigma.

Temos obviamente as fases de chefes, onde o diferencial básico é que você pode comandar seus aliados a atacarem todos de uma vez ou defender a Deusa todos juntos.

Outras fases fazem com que você não possa atacar diretamente, deixando tudo nas mãos de seus aliados. Isso dá bastante agonia, pois a tendência é que confiemos mais na nossa jogabilidade do que nos aliados. E acho que esse tipo de fase existe justamente para isso; pra fazer o jogador relegar tarefas aos aldeões, que por sua vez, precisam de upgrades, que vamos falar agora

Kunitsu-Gami
Reprodução: Capcom

Melhoria das bases e dos aldeões

Depois de algumas fases, o local fica purificado, permitindo que você construa uma base por lá.

Essas bases estão todas danificadas, e você pode comandar seus aldeões para que eles consertem tudo e com isso, gerem mais recursos pra você.

Isso gera um loop onde você visita as bases antigas após passar de cada fase, coloque os aldeões para trabalhar e vá avançar pra mais uma fase. Depois, você volta lá e recolhe o recurso produzido e usa ele pra melhorar cada função dos aldeões, como aumentar o ataque dos lenhadores, melhorar a vida dos arqueiros, etc.

Essa progressão é gostosa, pois você sente que a cada fase jogada, seus personagens estão se fortalecendo aos poucos, o que vai facilitando a luta em fases mais difíceis.

Além disso, essa mecânica faz com que rejogar fases antigas seja mais gratificante, pois a passagem do dia avança os consertos nas bases. Isso sem falar nas conquistas específicas de cada fase, como “passar sem se curar”, ou “evitar que a Deusa sofra dano”.

Cada conquista dessa obviamente vai ficando mais fácil conforme você e seus aldeões fiquem mais fortes, então é válido farmar as fases antigas caso você não esteja conseguindo passar de alguma outra mais avançada.

Kunitsu-Gami
Reprodução: Capcom

Referências a Okami

O estilo de Kunitsu-Gami lembra muito um outro game antigo da Capcom: Okami. Por essa similaridade, os devs acharam que seria legal colocar skins tanto para Soh quanto para Yoshiro dos personagens do jogo, além de poder ser possível trocar toda trilha sonora original pelas músicas do clássico de PS2/Wii.

É um bônus divertido, ainda mais visto que o estúdio interno que desenvolveu Okami, o Clover Studio, já foi dissolvido há bastante tempo.

Kunitsu-Gami
Reprodução: Capcom

Nem tudo são

A tradução ocidental do jogo optou por não mexer muito na estética, seja nos gráficos ou na interface do jogo, obviamente pra manter as referências à escrita e a cultura japonesa. Porém, talvez eles tenham exagerado um pouco nessa fidelidade.

Digo isso porque, mesmo que os textos em japonês estejam quase sempre acompanhados da mesma palavra em inglês/português, nem todos os ideogramas possuem tradução.

O nome dos aldeões, por exemplo, fica ao lado dos personagens o tempo todo, com banners verticais. Porém isso só aparece em japonês, restante ao jogador identificá-los pelo seu símbolo ou por signos visuais, como a arma que carregam.

É uma decisão estranha pois dificulta a criação de algum elo com esses NPCs, fazendo com que eles virem somente peões mesmo.

Isso se estende a alguns outros nomes no mapa que aparecem sem tradução da mesma forma. É compreensível que o jogo já se limite a um nicho que aceita melhor esse tipo de coisa, mas não custava traduzir tudo em tela.

Inclusive, a tradução em si é bem competente tanto em inglês quanto em português, deixando a história fantasiosa bem compreensível, como um livro de conto de fadas japonês.

Kunitsu-Gami
Reprodução: Capcom

Conclusão

Kunitsu-Gami: Path of the Goddess é um chute de trivela da Capcom, que tomou iniciativa de fazer um jogo de menor orçamento mas com a mesma qualidade e fineses de seus títulos AAA.

A indústria precisa disso mesmo: jogos que são bem feitos mas que não gastam milhões, e é bom ver isso vindo de uma empresa enorme.

Apesar de ser um tower defense com um “quê” de combate em terceira pessoa, Kunitsu-Gami é bastante acessível é uma boa mudança em relação a tantos outros jogos de estilos parecidos que saem o tempo todo.

Se você quiser tentar algo diferente, saiba que esse jogo é bastante divertido. E caso você já goste do gênero, com certeza vai valer o dinheiro e o tempo investido.

Kunitsu-Gami
Reprodução: Capcom

Nota: 7,5/10

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Kunitsu-Gami: The Path of the Goddess está disponível para PlayStation 4, PlayStation 5, Xbox Series S|X, PC (Steam, Microsoft Store e Game Pass). Esta análise foi feita com uma cópia para PlayStation 5 cedida pela CAPCOM.

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Sweet Dreams Alex | Construtor de Sonhos https://www.arquivosdowoo.com.br/2023/10/15/sweet-dreams-alex-review-construtor-de-sonhos/ https://www.arquivosdowoo.com.br/2023/10/15/sweet-dreams-alex-review-construtor-de-sonhos/#respond Sun, 15 Oct 2023 20:28:25 +0000 https://www.arquivosdowoo.com.br/?p=15459 Recentemente recomecei a ler Harry Potter. O porquê disso? Bem, pelo menos uma vez por ano eu preciso reler a série. Coisa pessoal, nada demais. Pela mesma razão que muita gente faz múltiplos playthroughs de RPG’s da Bethesda fazendo as mesmas escolhas, tendo os mesmos companions, etc. É divertido. Eu não sou a criatura mais […]

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Recentemente recomecei a ler Harry Potter. O porquê disso? Bem, pelo menos uma vez por ano eu preciso reler a série. Coisa pessoal, nada demais. Pela mesma razão que muita gente faz múltiplos playthroughs de RPG’s da Bethesda fazendo as mesmas escolhas, tendo os mesmos companions, etc. É divertido.

Eu não sou a criatura mais inteligente do mundo, se tratando de puzzles. Em jogos, quando apresentado a um, basicamente eu fico mais tempo do que necessário pra uma solução que muitas vezes é bem simples. Isso é uma coisa que já frisei em praticamente toda análise de puzzle que fiz aqui.

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E ADIVINHE SÓ? O jogo desta análise é um puzzle. Ou seja, 75% do artigo será composto por sentenças que deixarão claro que eu sou ruim nesse gênero. Ou algo do tipo. Outro gênero que o jogo de hoje cobre, é em teoria, Tower Defense… E sinto que as coisas só pioraram. Só falta agora, o título ser protagonizado por uma criança de quatro anos que acabou de se mudar pra uma cidade nova com a sua família…

Se a última linha do parágrafo anterior foi estranhamente específica, é porque Sweet Dreams Alex é estrelado por uma criança de quatro anos que acabou de se mudar com a família para uma cidade nova. O jogo foi lançado agora em outubro para PC’s, será que ele vale o seu tempo? Confira na nossa análise.

Reprodução: Clarity Games, Kasedo Games

Construa bons sonhos para proteger Alex

Alex acabou de se mudar para uma cidade nova com a sua família, tudo é estranho e diferente, especialmente quando se é uma criança de quatro anos. E você é o protetor dos sonhos de Alex. Seu dever é impedir que os pesadelos cheguem até Alex, construindo os sonhos de maneira que eles fiquem longe dela.

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Ao longo da jornada, você encontrará o diário de Alex, contando detalhes da vida dela, escrito por seus pais. As impressões dela ao chegar na nova cidade, passeios com os pais, coisas inócuas, mostrando muito da inocência que a infância tem, como detalhes pequenos a um adulto (como um sorvete) podem parecer grandiosos pra uma criança.

Reprodução: Clarity Games, Kasedo Games

Resolva do seu jeito

A princípio, os puzzles de Sweet Dreams Alex parecem simples, só formar um labirinto de blocos longo o suficiente para evitar que os pesadelos cheguem a Alex. Só que não é assim, mesmo nas primeiras fases, algumas fases possuem quantidades limitadas de blocos para se usar, além de layouts de mapas diferentes. Ainda assim, não é só isso. Nos mapas posteriores, novos gimmicks e inimigos são adicionados.

Os super pesadelos por exemplo, se movem com o dobro de velocidade dos pesadelos normais, então um pouco de criatividade pra fazer labirintos mais elaborados vai ser necessário. E dependendo do cenário, outras ferramentas estarão a disposição. É uma pena que os tutoriais não sejam tão claros com o que cada ferramenta faz ou como ela funciona, então as vezes é por tentativa e erro.

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Mas não tem tanto problema assim, já que se você não estiver conseguindo resolver a fase, pode pulá-la sem problema. Porém é um tanto chato quando nem o sistema de dicas do jogo é tão claro ao que se deve fazer.

Por fim, se as fases da campanha não forem suficientes para o jogador, ainda há a opção de criar suas próprias fases e poder compartilhá-la, apesar do compartilhamento não ser dos mais intuitivos em geral. Mas ainda assim, é bom ter uma ferramenta para prolongar a vida útil do jogo.

Reprodução: Clarity Games, Kasedo Games

Minimalista e Relaxante

O estilo gráfico do jogo é o já manjado pixel art com a pegada mais rudimentar, para os personagens e ilustrações da Alex e você pode customizar algumas coisas, como o quarto da Alex e a aparência da mesma. É tudo bem simples, mas que cumpre o papel. Os cenários e inimigos são mais detalhados, e bem feitos em geral.

A trilha sonora, composta pelo artista de lo-fi Edelweiz contribui muito para a atmosfera tranquilizante do jogo. São músicas relaxantes e confortantes, e você pode ouvir a trilha de graça no canal do Youtube da publisher, Kasedo Games.

Reprodução: Clarity Games, Kasedo Games

Conclusão

Sweet Dreams Alex é um jogo mais difícil do que parece, especialmente se você é um burro feito eu, e não tem tanta experiência com puzzles e/ou tower defenses. Os tutoriais poderiam ser melhor feitos e o sistema de dicas poderia trabalhar mais em favor do jogador.

Mas no fim do dia, é um bom jogo e se você gosta de puzzles, considere dar uma chance a ele.

Nota final: 7,5/10

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Sweet Dreams Alex está disponível para PC, e esta análise foi feita com uma chave cedida pela Kasedo Games..

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