Arquivos Tomb Raider - Arquivos do Woo https://www.arquivosdowoo.com.br/tag/tomb-raider/ Um pouco de tudo na medida certa Sat, 10 Jan 2026 16:15:12 +0000 pt-BR hourly 1 https://wordpress.org/?v=6.9 https://www.arquivosdowoo.com.br/wp-content/uploads/2020/12/cropped-logo-150x150.png Arquivos Tomb Raider - Arquivos do Woo https://www.arquivosdowoo.com.br/tag/tomb-raider/ 32 32 O que eu eu joguei em 2025 | Tony Santos https://www.arquivosdowoo.com.br/2026/01/10/o-que-eu-eu-joguei-em-2025-tony-santos/ https://www.arquivosdowoo.com.br/2026/01/10/o-que-eu-eu-joguei-em-2025-tony-santos/#respond Sat, 10 Jan 2026 15:43:25 +0000 https://www.arquivosdowoo.com.br/?p=21143 Um ano de adaptações E aí meus amigos, estamos de volta com mais um grande review de tudo que joguei no ano. Acho que faço essa trend desde 2019 aqui no Arquivos do Woo, e acho que ela me ajuda a lembrar de como foram os últimos doze meses em relação aos games. Não somente […]

O post O que eu eu joguei em 2025 | Tony Santos apareceu primeiro em Arquivos do Woo.

]]>
Um ano de adaptações

E aí meus amigos, estamos de volta com mais um grande review de tudo que joguei no ano. Acho que faço essa trend desde 2019 aqui no Arquivos do Woo, e acho que ela me ajuda a lembrar de como foram os últimos doze meses em relação aos games.

Não somente isso, mas também cada jogo ajuda a marcar o que eu estava fazendo em cada momento do ano, e mesmo lendo as listas antigas, eu lembro com muito mais clareza como foi cada período dos últimos 6 anos em que escrevo esse texto.

O meu herói vive

Pensei muito se deixaria de fora o que mais me marcou no ano aqui, mas seria desonesto comigo e com o possível leitor desse que é praticamente um registro anual de fases da minha vida: bem, perdi meu herói esse ano, meu pai, que aos sessenta anos, se foi muito mais cedo do que qualquer pessoa que o conhecia esperava.

Ele me fez gostar de videogames, e mesmo nas épocas de vacas magras, ele sempre deu um jeito de eu ter uma diversão eletrônica quando chegasse em casa.

Lembro que de 1997 até meados de 2001, a gente vivia muito apertado em casa; meu pai procurava emprego e minha mãe sempre foi dona de casa. Ainda assim, ele de alguma forma fez com que tivéssemos um Nintendo 64, um PlayStation e um Super Nintendo em casa.

Nessa época, eu não sabia o que era a dificuldade. Nunca faltou comida também, mas ele — e nem minha mãe — me deixaram sequer cogitar a possiblidade de achar que vivíamos no limite. Eu tinha os três consoles principais da época, e eu nos meus 8 anos de idade, não tinha como querer outras coisas.

Então o texto desse ano vai pro Seu Nilton, que sempre jogou comigo, jogou sozinho seus Tomb Raiders e Syphon Filters e também veio correndo sempre que eu via algo legal em um jogo, para que eu pudesse compartilhar com ele o hobby que ele me fez gostar tanto. Te amo, pai!

Os meus jogos de 2025

Sonic SMS Remake (Switch)

Um remake melhorado da versão 8-Bits do primeiro Sonic the Hedgehog. Feito por Creative Araya,o jogo é disponibilizado de graça em seu site.

É uma versão melhorada, com tela em widescreen e outros parangolés que deixam a experiência mais suave. Para os puristas, podem haver alguns problemas, como as mudanças nos layout das fases e algumas mecânicas que não existiam no original.

Porém, tudo do jogo de Master System está lá, junto com o conteúdo extra. O autor também fez versões do Sonic 2 (8-bits) e um Sonic 3 que nunca saiu pro Master, que pega elementos dos jogos de Game Gear, mas esses eu não joguei ainda.

Aos interessados, tem port desse para Android e Switch 1, caso seu console seja desbloqueado. Foi no Switch que zerei, inclusive. Foi uma ótima forma de começar o ano.

Plumbers Don’t Wear Ties (Switch)

Plumbers Don't Wear Ties is one of the worst games ever made. Here's why it's being re-released | CBC Radio

Uma PORCARIA de Visual Novel (se é que pode se chamar assim) feita para o natimorto Panasonic 3DO. Esse game ficou famoso por causa do episódio do Angry Videogame Nerd, onde ele esculacha tudo que essa história bizarra tenta nos passar.

O jogo não se leva a sério e é totalmente amador: chamaram uma gostosa (Jeanne Bessone, de nada) e um outro cara bonitão pra fazerem o papel de dois jovens adultos que se conhecem no estacionamento de uma empresa e acabam começando um romance.

É bem bobo e com diálogos cafonas, incluindo alguns erros de gravação que ficaram na história só pelas fodas.

A versão relançada recentemente para consoles modernos e PC tem entrevistas com personalidades dos games atuais (incluindo o James Rolfe), além da própria loira protagonista da história.

Eu sei lá, acho que se você não tem ligação com o vídeo do AVGN — que convenhamos, é o único motivo desse jogo ter sido relançado — então fique longe. ¿ʇᴉ ʇǝפ

Grandia III (PlayStation 2)

Depois de ter me DELICIADO com os jogos que pra mim, são o pináculo de JRPGS no PS1 e Dreamcast, finalmente resolvi dar uma chance ao Grandia III. Lançado para o PlayStation 2 em 2005, esse RPG mantém a qualidade do combate que fez os jogos anteriores tão populares.

O problema aqui é a história: Grandia III infelizmente tem um roteiro meio sem sal, onde a dublagem americana faz com que ele se torne um pouco mais desagradável do que precisa.

O combate é ótimo, porém toda ambientação e roteiro são marrons, sem aquela identidade fantasiosa e com cores fortes dos dois jogos anteriores.

Grandia III é o motivo da série ter morrido ali, o que é muito triste.

Toy Story 2 (PlayStation) (Platina)

You're a better Buzz than I am – Toy Story 2 – Super Chart Island

Toy Story 2, o jogo, é um daqueles games que meio que passou na mão de todo mundo na época do N64 e PS1. Sendo desenvolvido pela Traveller’s Tales, o game tem fases enormes e abertas, que impressionavam bastante na época de seu lançamento.

O jogo segue o esquema do Super Mario 64, com pequenas missões temáticas em cada fase, e após concluir algumas delas, você pode avançar pra próxima.

Dessa vez, joguei no PS5, já que o game saiu na retrocompatibilidade do PS4 e PS5. A facilidade de poder rebobinar o game é essencial para torná-lo menos frustrante, pois ele é cheio daqueles saltos de fé que, quando feitos de forma errada, fazem você voltar 10 minutos de progresso pra tentar fazer tudo de novo.

Eu considero Toy Story 2 um grande jogo de plataforma 3D da sua época. Ele tem controles muito bem feitos e a temática do filme é muito bem transportada para os gráficos do PS1. É também uma ótima recomendação pra apresentar videogames a seus filhos pequenos.

Like a Dragon: Pirate Yakuza in Hawaii (PC)

a group of men are dancing on the deck of a ship with cannons in the background

O segundo “Gaiden” da série Yakuza/Like a Dragon seguiu um caminho totalmente fora da casinha. Com Majima como protagonista, o pessoal do RGG Studio resolveu fazer a história ser sobre piratas nos tempos modernos.

Obviamente deram um sambalelê do crioulo doido pra fazer o Majima — um yakuza de mais de 50 anos — se aventurar nas águas do Caribe como um pirata do século 17, mas até que a história é redondinha. E de quebra, ainda aproveitaram pra usar o mapa do Havaí do Yakuza 7.

O jogo tem um ótimo combate e a mecânica de navios e lutas no mar é bem divertida. Temos review dele aqui no site.

Pursuit Force (PSP) (Platina)

Pursuit Force PSP Gameplay: High-Speed Chases, Action-Packed Pursuits, and Intense Crime Fighting!

Outro game que veio totalmente fora da curva pra mim. Vi que ele tinha saído na retrocompatibilidade do PS5/PS4, e resolvi arriscar, ainda mais que sou aficionado por jogos de direção/corrida.

O que temos aqui é um jogo meio doido de perseguição à lá Chase H.Q. da Taito, mas com a possibilidade de você pular nos carros e tomar o controle deles, com a diferença que você ainda anda a pé e atira em terceira pessoa em algumas partes do jogo.

É um game bem divertido e bem difícil lá pro fim, por isso também recomendo a função de rebobinar, principalmente se for atrás do troféu de platina. É um game bem recompensador, e apesar da simplicidade de um jogo de PSP, ele tem um carisma bem legal.

Leia nossa análise sobre Pursuit Force aqui.

Captain Tsubasa: Rise of the New Champions (PS4)

Captain Tsubasa GIFs on GIPHY - Be Animated

O primeiro game de Captain Tsubasa / Super Campeões lançado no ocidente é uma espécie de mod de eFootball, com os personagens do mangá.

Diferentemente dos games anteriores, aqui temos um futebol praticamente normal, sem muitos aspectos de RPG. As partidas nunca param pra você escolher uma opção nos menus, como em todos os jogos anteriores.

Infelizmente, por algum motivo eles optaram por uma estética meio futurista (?) para os estádios, fazendo partidas entre crianças serem disputadas em estádios mágicos com capacidade de mais de um milhão de pessoas aparentemente.

Ele meio que se baseia no anime recente — que também não tem muito carisma… — mas usa uniformes originais para os times.

O jogo é competente, mas enjoa rapidinho. O melhor game de Captain Tsubasa ainda é o de PS2 e eu vou morrer nessa colina.

Existe uma versão do jogo de PlayStation 2 traduzida pra inglês que pode ser achada no CDRomance, mas o tradutor CAGOU NO PAU e trocou os botões de confirmar e cancelar (X/O) de modo que tudo que era intuitivo ficou esquisito… porém, eu zerei ele sem saber um katakana em japonês, então se quiser jogar em japonês, vai em frente.

Não temos review do Captain Tsubasa: Rise of the New Champions, mas tem esse ótimo texto — já bem antigo! — meu sobre todos os mangás de Super Campeões e seus respectivos animes. Leitura recomendadíssima, viu?

Devil May Cry (PlayStation 2)

IGN Retro: Devil May Cry

Acredite se quiser, mas na época do PS2 eu tinha uma puta aversão a jogos como DMC. Eu achava eles difíceis, truncados e que não traziam a diversão rápida e frívola que eu esperava. Tanto é que eu passei aquela época jogando basicamente Guitar Hero e Budokai Tenkaichi 3.

Demoraram-se anos para que eu pudesse apreciar de verdade tudo que a geração do PlayStation 2 tinha a entregar.

Devil May Cry 1 foi um desses casos. Zerei no PS4 naquela ótima coletânea de anos atrás. É um jogo que apesar de muita gente torcer o nariz, ele funciona muito bem até hoje.

Obviamente alguns ângulos de câmera são totalmente “DESGOSTANTES“, principalmente quando eles trocam durante o combate.

Tinha algum lance com as pedras vermelhas que eram consumíveis e não reiniciavam quando você dava game over, meio que forçando o jogador a voltar seu save ao invés de gastar as pedras, mas sinceramente já faz tanto tempo que já esqueci qual era o problema real (LOL). Vai ver isso é pro meu bem…

Ótimo jogo, porém!

Mass Effect: Legendary Edition (PC)

Gameplay Series #1: Combat - Mass Effect: Andromeda Videos - MMORPG.com — MMORPG.com Forums

Olha eu aqui, que sempre fui fã de JRPGs, encostando em um RPG ocidental.

Durante a geração Xbox 360, eu mal encostava em videogames. Eu tive um Wii e olhe lá, o que não conta muito. Por isso, eu nem sabia direito o que era Mass Effect, e ao ver os gameplays da época, com os jogos travando pra cacete e com framerate errático — característica de 90% de tudo que saiu naquela geração — eu tinha certeza que aquilo não era pra mim.

Mas eis que no PC tem a Legendary Edition com os 3 games da série que contam (desculpe, Andromeda), e eu fui dar uma chance.

É um jogo bem legal! As árvores de conversa são interessantes e mesmo que você tenha que passar uns minutos no começo lendo a bíblia de descrição de tudo que é falado nessa space opera, depois você meio que vai absorvendo o resto por osmose — ou só aceitando tudo que tá acontecendo mesmo.

O combate é bom e funcional, e segundo relatos dos meus amigos, ele melhora depois. Ao contrário da exploração espacial, que dá uma piorada.

Recomendo Mass Effect tranquilamente, mas jogue no controle, por favor. O teclado é totalmente mal mapeado e fora dos padrões modernos.

Resident Evil 4 Remake (PC)

Resident Evil 4 Remake Cabin Fight - Leon parry + roundhouse kick on Make a GIF

Há uns dois anos, eu zerei o Resident Evil 4 original pela primeira vez. Sim, eu tava atrasado a esse ponto. Como eu falei, além de eu gostar de prazeres simples na época do PS2, eu ainda era muito cagão pra jogar jogos de terror.

Mas tudo mudou e eu zerei o Remake em 2025 também e achei um jogo excelente.Cortaram algumas coisas do clássico, mas mantiveram a bobajada toda dos diálogos do Leon.

Diferentemente do que muita gente por aí fala, acho que o remake de 4 resident evil se completa muito bem com o jogo original, e ambos merecem seu espaço no coração das pessoas.

Ah, a dublagem em português está ótima, com o dublador do Leon sendo o mesmo ator que faz ele desde os filmes CGI que a Capcom lançou anos atrás. Pode jogar em português sem pena.

Astro Bot (PS5) (Platina)

Free New Astro Bot Levels Are Dropping Like Weekly TV Episodes - Kotaku

Esse jogo se inspira muito em jogos de plataforma clássicos. Muito se fala que ele lembra muito Super Mario 64, mas ele lembra muito mais Crash Bandicoot, devido as fases serem mais lineares, indo do ponto A ao B.

O jogo tem muitas referências a outros jogos que fizeram sucesso nos consoles da Sony, onde você libera robozinhos vestidos como os personagens de games clássicos, sejam eles IPs da Sony ou não. Algumas franquias ficaram de fora inicialmente, como os jogos da Square, mas esses já apareceram nos DLCs.

É um game que eu acho que todos deveriam jogar, principalmente os que buscam desafio do troféu de platina.

Metaphor: ReFantazio (PC)

Metaphor: ReFantazio PC - FlixGames

O projeto da Atlus que tenta criar uma franquia nova, desligada da série Shin Megami Tensei e Persona, ainda que ela tenha elementos de ambas em seu gameplay. Foi um RPG muito bonito e muito difícil, e me surpreendeu o quão dolorida é a dificuldade no Hard, a ponto que tive trocar pro Normal e ainda assim, tive dificuldade com diversos momentos do game.

A história é bem amarradinha, e a trilha sonora de Shoji Meguro, foge completamente de seus trabalhos recentes. Eu tenho meus problemas com ela, pois o jogo sempre passa uma sensação de urgência mesmo em momentos onde o jogador não está na correria. Isso “cansa” um pouco, principalmente quando você quer explorar com calma, e o jogo parece que que não quer que você respire e continue sempre avançando a narrativa.

O combate é muito bom, usando o sistema de press turn de SMT, mas adaptado a esse game novo.

É um JRPG moderno de uma franquia nova, algo completamente raro hoje em dia, então eu indico que se você for fã do gênero, embarque sem medo.

Você pode ler meu review sobre ele aqui nesse link.

Indiana Jones and the Staff of Kings (PC) (?)

The Indiana Jones Game's First Trailer Lets You Whip the Hell Outta Some Nazis

O novo jogo do arqueólogo mais popular do cinema, dessa vez feito pela MachineGames. Inicialmente um exclusivo da Microsoft, as novas políticas da empresa fizeram com que tudo seja publicado no PC e nos consoles da Sony. Eu joguei ele no PC, e tive uma ótima experiência.

Eu tive medo de que, a perspectiva em primeira pessoa, estragasse a experiência de controlar Indy, ainda mais se tratando de um personagem bem elástico e que usa seu carísma e habilidades para cativar os espectadores. A desenvolvedora mitigou isso mostrando o personagem quando ele escala e se pendura, o que faz com que você veja o personagem às vezes na tela.

Fora isso, a exploração é bacana, e o jogo tem uns cinco lugares enormes diferentes para explorar, com missões bacanas e combate funcional, que foca muito mais no uso de objetos próximos para atacar os inimigos em stealth do que atirar pra todo lado.

A dublagem em português é uma bela duma bosta, pois ela não usa nenhum dos dubladores dos filmes, de nenhuma das dublagens que os filmes já tiveram. Por isso, eu preferi jogar em inglês.

Na época, aliás, não era possível escolher o áudio independente do texto, então eu tive que jogar tudo em inglês (que não é um problema), mas agora já possível escolher os áudios separados e ainda jogar sem os milhões de bugs do lançamento. Eu que me ferrei de jogar na semana que lançou.

Temos também um review dele escrito por mim aqui.

PORÉM, PARA TUDO! ACABEI DE LEMBRAR QUE O INDIANA QUE JOGUEI ESSE ANO NÃO FOI ESSE KKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKK
Indiana Jones and The Staff of Kings | Games | The Guardian

O Indiana dessa vez foi STAFF OF KINGS, o game que saiu para PS2 e Wii em 2009, feito pela falecida LucasArts. Esse jogo tinha uma história de desenvolvimento interessante, onde a versão HD do game foi cancelada, e só lançaram a versão para os consoles fracos da época.

A versão principal desse acabou sendo a de Wii, e por isso, a versão de PS2 era cheia de quick-time events, onde o jogador precisa apertar diversos botões ou girar o analógico, que provavelmente eram movimentos do Wii Remote no console da Nintendo.

Pode-se dizer que o game é um Uncharted baixa-renda, e eu acho que ele é competente no que se propõe. Diferente do jogo da MachineGames, a experiência aqui é mais linear, realmente se parecendo com as aventuras de Nathan Drake. Indy é um pouco travado, porém, e o combate é pouco ortodoxo, principalmente em relação aos controles.

A história é bacana e é um daqueles games que se perderam no tempo, mas que reapareceu na retrocompatibilidade do PS4 e PS5, onde joguei E platinei.

Se você é fã da série de filmes e tem mente aberta para jogar jogos daquela geração, é uma ótima pedida.

(e desculpem pelo texto sobre o Indiana Jones and the Great Circle, eu escrevi tudo sem perceber que eu tinha jogado outro jogo lol)

Onimusha 2: Samurai’s Legend (PC)

Originalmente lançado no PlayStation 2 em 2002, Onimusha 2 segue um caminho diferente do seu predecessor. Ao invés de usar um ator vivo para vender a imagem do jogo, a ideia agora era trazer de volta à vida o falecido ator Yusaku Matsuda, que havia morrido 13 anos antes do game ser lançado.

O gameplay segue na toada do anterior: um Resident Evil de samurai no meio do mato e de vilas antigas japonesas. A dificuldade deu uma levantada — se você desconsiderar o dificílimo Genma Onimusha de Xbox — e a história ficou meio maluca, não sendo preciso levá-la tão à sério quanto no primeiro game.

Uma coisa estranha do jogo é o sistema de troca de itens, que é basicamente abandonado lá pela metade do jogo, mas você continua tendo acesso aos menus com todas as tralhas acumuladas e sem utilidade no final do jogo.

É um bom jogo, e seu remaster, lançado em 2025, é uma versão ótima do game, com assets melhorados com IA e retoque manual, fazendo com que a experiência seja bem superior em relação ao PS2.

Como de costume com jogos que jogo no lançamento, temos aqui um review LINDÃO que fiz desse remaster.

RAIDOU Remastered: The Mistery of the Soulless Army (PlayStation 5)

Mais um Remaster jogado nessa geração de jogos repetidos. Por outro lado, esse aqui na verdade é um REMAKE, o que faz com que o nome “Remastered” venda uma imagem muito errada do que é o game de verdade.

Lançado originalmente no PlayStation 2 como Devil Summoner: Raidou Kuzunoha vs. The Soulless Army em 2006, temos a história do detetive sobrenatural Raidou, que investiga a vida da jovem misteriosa chamada Kaya Daidouji aparece pedindo para ser morta. Logo em seguida, ela é sequestrada por soldados com armaduras futuristas — a Soulless Army (Exército Sem Alma).

Com ajuda de seu gato falante Gouto-Douji e de demônios aliados, Raidou precisa salvar Kaya, impedir que o Capitão Rasputin e o exército do futuro alterem o curso da história e proteger Tóquio de uma catástrofe espiritual e tecnológica.

Toda narrativa do jogo gira em torno desse primeiro ponto de roteiro, mas a trama vai evoluindo aos poucos ao longo dos seus capítulos, assim como seria uma história de uma série de TV.

Foi uma experiência bem legal, principalmente pra mim que não havia jogado o original. A história dá um 360 muito doido no final que faz tudo virar uma grande galhofa, mas o jogo é divertido e isso que importa.

Mais uma vez, você pode ler nossa análise completa do game aqui:,

Need for Speed: Most Wanted (2005) (PC)

Um grande jogo de corrido da era de ouro da série de corridas da EA. Lembro que eu só via esse jogo de relance quando era adolescente. Eu era um viciado em cultura japonesa num geral, então a estética americana e “gritty” me afastava um pouco. Porém, com o passar dos anos, fui começando a apreciar como essas coisas representavam a minha geração.

Desde o estilo de arte com grafite e sujeira, até as músicas que vão do hip-hop anos 2000 até o nu metal, Necessidade de Velocidade: O Mais Querido é um game que evolui a fórmula estabelecida em Underground, trazendo para um contexto menos de corrida noturna puxado da cena de tuning, e indo para algo mais industrial, com corredores do meio-oeste americano disputando espaço em uma cidade industrial.

A história é boba mas divertida e a jogabilidade é excelente, talvez até a melhor da série até hoje. Ignore completamente as bobajadas do NFS Unbounded e vá jogar o melhor já feito.

Meu review deste game pode ser lido aqui.

Super Mario Bros Mini (Gameboy Color)

Um interessante jogo homebrew feito por Mico27, disponibilizado de graça em sua página do Ich.io. Como você deve imaginar, esse é um demake de Super Mario Bros 1, feito especificamente para o Gameboy Color.

Sim, existe uma versão de SMB1 lançada oficialmente, mas ela é um port direto do NES, que não levava em consideração o tamanho da tela, fazendo com que a visão do jogador fosse limitada em relação a versão original.

Em SMB Mini, os sprites foram redesenhados, mas a jogabilidade se mantém a mesma. É um ÓTIMO jogo de plataforma para se zerar numa tarde, além de ser uma conversão muito legal do game original. Recomendo.

Parking Garage Rally Circuit (PC)

Parking Garage Rally Circuit — Walaber Entertainment

Esse game ganhou meu coração no instante em que vi vídeos dele no canal do Digital Foundry. Se trata de um jogo de corrida onde tudo é feito em estacionamentos fechados. Com isso, temos curva fechadas e espaços limitados, mas que ainda assim entregam uma experiência bem divertida.

Ao contrário de muitos jogos retrôs, esse aqui se inspira muito mais no estilo gráfico do Sega Saturn — mais um motivo pra ganhar meu coração –, com dithering no lugar de transparências, além de polígonos menos definidos.

Não só isso, mas os mais atentos vão perceber que até o menu de pausa do jogo é uma homenagem ao Action Replay do Sega Saturn, o que é uma puta referência obscura, e se eu não tivesse meu Saturno ligado na TV, eu nunca pegaria essa.

A jogabilidade é boa. Os carrinhos parecem saídos de um anime do Akira Toriyama ou do jogo Metal Slug, então eles se sacodem e mexem de forma engraçada, reagindo aos movimentos bruscos das curvas constantes.

É um excelente jogo de corrida e um dos meus favoritos de todos os tempos. Sim.

Ys IX: Monstrum Nox (PS5)

Monstrum Nox Ys9 GIF - Monstrum Nox YS9 YSIX - Discover & Share GIFs

Após zerar o excelente Ys VIII: Lacrimosa of Dana, eu queria chegar no próximo passo da série da Nihon Falcom. Com a expectativa baixa, porém, pois todos os reviews que vi tratavam o jogo como um passo atrás.

E não deu outra: a estética e ambientação dentro de uma cidade e não em um mundo aberto, fazem com que toda ambientação tenha um tom acinzentado e os personagens não são tão interessantes.

Bem, é verdade que Ys sempre foi um RPG que encantava pelas mecânicas e não muito pela história, mas depois do oitavo jogo, eu esperava algo no mesmo nível.

Infelizmente não é isso que temos aqui. Com personagens esquecíveis e mecânicas chatas que servem para esticar o jogo — como aquelas malditas raids –, Ys 9 é um jogo que me vi jogando só por jogar. Dificilmente a história me prendia e lá pela metade, eu já estava pulando os diálogos e indo para as lutas pra finalizar logo o game.

Ele está quase sempre na Plus como jogo de catálogo, mas não recomendo comprar esse de jeito nenhum.

Resident Evil 2 (PS1)

Não sei que fogo no rabo me deu de querer zerar RE2 de novo. Não tem nem 2 anos que joguei no PS Vita, mas como lançaram na Plus, eu resolvi jogar no PS5 só pra distrair a cabeça.

Dessa vez, pra variar, fiz a campanha da Claire (A), e pretendo terminar o Leon (B) pela primeira vez na vida. Sinto que estou melhorando em survival horrors, mas meu favorito do gênero nesse ano ainda está por vir na lista. Aguarde.

Spider-Man Remastered (PS5) (Platina)

Spider-Man PS4 Swing Action: Dynamic City Adventure in Motion

SETE anos depois de zerar o game original (nossa, como o tempo passa…), e depois de me decepcionar bastante com o que fizeram com o Peter no segundo jogo, resolvi voltar para as raízes e começar do zero o primeiro game da Insomniac.

Temos aqui o jogo perfeito do Aranha que deveria servir de template para todos os jogos futuros do herói: jogabilidade redondinha, trilha sonora digna de filme e uma história até competente (mas não perfeita).

A versão remastered trocou a cara do ator que faz o Peter por um cara que é efetivamente menos feio, mas é uma sacanagem com o ator original. A dublagem em português é ótima, mas tem aquele problema esquisito de chamar os heróis pelos nomes em inglês.

Recomendo bastante o jogo caso não tenha jogado, só fique longe do jogo do Miles ou do segundo.

Ah, e platinei pela segunda vez o jogo, dessa vez jogando todos os DLCs que não tinha jogado no PS4. Valem muito a pena!.

Silent Hill 2 Remake (PS5)

Silent Hill 2: An Animated Journey into Dread

Sempre fui cagão com jogo de terror, desde pequeno. Quando meu saudoso pai jogou o Silent Hill original no nosso PS1, eu ficava com cagaço só de sentar na sala junto com ele, de tão frouxo que eu era.

Os tempos passaram e obviamente que meu apreço por jogos do gênero só cresceu. Ainda assim, Silent Hill eu nunca havia encostado, e foi com o remake que eu consegui pela primeira vez zerar um game da série.

Com uma história independente dos outros games, SH2 tem uma trama psicológica digna de um dos melhores filmes de terror que poderia ser, com um plot twist que estava lá desde o começo para os mais atentos. Eu tive a sorte de conseguir viver ATÉ HOJE sem spoiler da história original, e terminei o jogo sem saber o que rolou de verdade no final.

Os controles e ambientação do remake estão ótimos e eu fiquei feliz com o trabalho da Bloober Team em refazer um jogo tão amado.

Pokémon Picross (GameBoy Color)

Esse veio totalmente fora da curva, né? Esse jogo nunca foi oficialmente lançado, tendo sido vazado no gigaleak de arquivos da Nintendo, que rolou em 2020.

Aqui temos um clássico jogo de Picross, que são aqueles puzzles numéricos similares ao Sudoku. Você tem números ao lado das linhas e colunas que dizem quantos espacinhos precisam ser pintados. Ao final, você forma uma imagem, que aqui são artes de Pokémon.

O jogo é MUITO BONITINHO e absorve bem a estética dos games, sem copiar os sprites. Ele também reaproveita muito dos assets do jogo Mario’s Picross, mas agora está totalmente colorido e com puzzles da série de monstrinhos.

É um jogo que testa sua inteligência e é bem legal de aprender. Eu e minha namorada terminamos ele ao longo o mês de dezembro e foi uma experiência muito divertida, que me fez ir atrás de outros jogos da série Picross, que existe até hoje no Switch.

Like a Dragon: The Man Who Erased His Name (PS5)

Conheça Like a Dragon Gaiden: The Man Who Erased His Name! - Trivia PW

Após zerar o Yakuza de Piratas, que você pode ler o meu texto aqui, me senti compelido a matar o outro jogo “Gaiden” da série Yakuza, que inclusive saiu antes do de piratas, mas eu nunca tinha jogado.

Aqui, sabemos o que aconteceu com Kiryu depois do final de Yakuza 6. O jogo também se passa ao mesmo tempo que o sétimo jogo, e o clímax de ambos os jogos são durante o mesmo evento, mas em áreas diferentes.

Infelizmente, esse aqui caiu na mesmíce. O game ainda é um beat n’ up, com as mesmas cidades de antes, com quests parecidas, etc. É bom para saber a história do Kiryu, mas ela não evolui muito.

Apesar do bom gameplay, a fórmula original da série já deu uma boa cansada.

Victory Heat Rally (PC)

a video game screen shows a car driving down a track and the time of 3:32

Outro jogo de corrida indie que descobri sei lá como. Esse aqui possui gráficos dos carros em 2D, similar a um F-Zero da vida, com a diferença que o game usa uma engine 3D para os cenários. A arte lembra um anime dos anos 90, mas o jogo foi feito por ocidentais.

A jogabilidade com drifting e curvas longas é legal, mas enjoa rapidamente, tanto que zerei aos poucos durante o ano de 2025. Compre em promoção ou sei lá, ignore.

Mega Man X (SNES)

Rockman X GIFs - Find & Share on GIPHY

Precisa falar algo? É a jogatina anual em live. Foi divertido voltar às lives depois de um ano tão complicado, mas o calor do fim do ano impede que isso aconteça com tanta frequência. Esse é o melhor jogo de todos os tempos.

Tentei jogar uma versão com música arranged com aquele esquema do MSU-1 Chip, mas o jogo travou depois da primeira fase. Meh.

Spyro: The Dragon – Reignited Trilogy (PS4) (Platina)

Spyro Dragon GIFs - Find & Share on GIPHY

Remaster de três jogos clássicos do PS1, essa coletânea chamada Spyro: The Reignited Trilogy transforma os 3 jogos clássicos da Insomniac em algo tão lindo de se ver, a ponto de parecer um filme da Dreamworks.

Quando criança, só joguei o primeiro e não passava da segunda fase. Sei lá, eu não entendia direito a disposição das fases, que eram espalhadas em portais por diversos hubs, como em Mario 64.

Meu pai amava me ver jogando esse, e jogar o primeiro e platinar, me fez lembrar muito do meu velho. Certeza que ele me viu jogar dessa vez também.

Tomb Raider: Anniversary (PS2)

Tomb Raider GIFs | Tenor

Há muitos anos, eu comprei um Humble Bundle com todos os jogos de Tomb Raider clássicos por um mísero dólar. Eu sempre via meu pai e meu primo jogando os dois primeiros, mas eram jogos complexos e até chatos para uma criança de 9 anos como eu.

Depois de anos, eu ainda tinha fascínio pela saga, tanto que o tema do primeiro game mora na minha cabeça de graça por todos esses anos, tendo sido até meu despertador uma época.

O remake do primeiro game, feito pela Crystal Dynamics e lançado para tudo que é plataforma na época, é uma continuação do design usado em TR: Legends, mas dessa vez ajustado para o gameplay de plataforma e fases longas, característicos do jogo original.

Lara agora tem mais movimentos e as fases foram repaginadas, mas sem perder a ideia original.

Pra mim esse é o template perfeito de Tomb Raider. Ainda não é o melhor jogo de se jogar, mas entrega exatamente o que a série é, diferentemente da trilogia Survivor que começou com o Reboot de 2013.

O jogo exige um pouco mais do jogador, pois você não vai simplesmente forçar seu caminho através das fases, podendo — e ficando — várias vezes preso em lugares difíceis de resolver o puzzle. Então, caso queira escolher um jogo antigo da série para se aventurar, vá nesse. É isso ou tentar o próximo jogo dessa lista, que é…

Tomb Raider (PC)

Tomb Raider I-III Remastered GIFS

Junto do Anniversary, eu resolvi fazer uma maluquice: jogar o original e o remake AO MESMO TEMPO, pra ver as diferenças entre os jogos.
Eu nunca havia zerado nenhum dos dois, apesar de tê-los jogados ao longo dos anos mas sempre sem terminar.

Dessa vez não: eu fui até o fim, abusando dos save states nesse aqui, que é um dos jogos mais frustrantes e confusos já feitos, mostrando realmente ser um jogo de PC feito em 1996.

A ambientação é incrível, mas muito do design realmente envelheceu mal, fazendo com o que jogador recorra à guias várias vezes durante a aventura.

TR1 é um game das antigas, com poucos combates e muitos puzzles, se assemelhando muito ao que seria um Prince of Persia clássico, só que totalmente  em 3D. Falo isso pois todo movimento tem que ser friamente calculado, e todo o cenário é pensado de forma se encaixar nas capacidades de movimentos da Lara.

É um jogo que merece ao menos ser experienciado uma vez, talvez jogando as duas ou três primeiras fases, pois reconheço que a galera mais jovem — e até os velhos sem costume — vão se afastar.

Eu joguei o Remastered Trilogy no PC, onde é possível trocar os gráficos para algo mais moderno a qualquer hora e também jogar com controles “modernos”. Porém, acabei usando os gráficos clássicos e controles de tanque mesmo, já que eles ajudam a ver melhor o cenário e a controlar melhor a Lara, respectivamente.

______________________________________________________________________________________

E assim terminamos mais uma lista de jogos!

Acho incrível que consegui jogar tanta coisa esse ano. Videogames sempre fizeram parte da minha vida e agradeço muito ao meu pai por poder me proporcionar isso, tanto que eu lidei muito com a sua perda através dos jogos, que me distraíram em um momento que é talvez o mais difícil pra toda minha família.

Sobre os jogos, acho que tivemos uma variedade gigante esse ano, perdendo somente para o icônico ano de 2020.

Abaixo estão links para o que eu joguei nos anos anteriores. Comente aí sobre o que achou. Até a próxima!

O post O que eu eu joguei em 2025 | Tony Santos apareceu primeiro em Arquivos do Woo.

]]>
https://www.arquivosdowoo.com.br/2026/01/10/o-que-eu-eu-joguei-em-2025-tony-santos/feed/ 0
Tomb Raider 1 – OpenLara | Riquinha mimada sai impune ao cometer crimes ambientais e de apropriação indevida https://www.arquivosdowoo.com.br/2023/09/07/tomb-raider-1-openlara-riquinha-mimada-sai-impune-ao-cometer-crimes-ambientais-e-de-apropriacao-indevida/ https://www.arquivosdowoo.com.br/2023/09/07/tomb-raider-1-openlara-riquinha-mimada-sai-impune-ao-cometer-crimes-ambientais-e-de-apropriacao-indevida/#comments Thu, 07 Sep 2023 15:53:25 +0000 https://www.arquivosdowoo.com.br/?p=13370 Esse post estava como rascunho faz um tempo já, sabia? Aconteceram umas coisas e eu tive que trocar o foco, mas bora lá! Meu primeiro contato com Tomb Raider foi lá por 1997, em mais um demo de revista de computador. Recorrente isso nas minhas análises, né? Foi na casa de um amigo e eu […]

O post Tomb Raider 1 – OpenLara | Riquinha mimada sai impune ao cometer crimes ambientais e de apropriação indevida apareceu primeiro em Arquivos do Woo.

]]>
Esse post estava como rascunho faz um tempo já, sabia? Aconteceram umas coisas e eu tive que trocar o foco, mas bora lá!

Meu primeiro contato com Tomb Raider foi lá por 1997, em mais um demo de revista de computador. Recorrente isso nas minhas análises, né? Foi na casa de um amigo e eu lembro de ter ficado muito empolgado com os atributos físicos da heroína e a gemeção toda vez que ela subia ou descia de algum obstáculo. Pois bem, uns meses depois economizei umas moedinhas e comprei o Tomb Raider 2. Lembro de ter custado algo como 59 reais. O que era o preço de um terreno na época.

Enfim, o foco aqui é Tomb Raider 1, que afinal, nunca fui muito longe no jogo. Uma vez peguei a versão Gold emprestada, mas joguei só um pouquinho. E na minha memoria era basicamente matar bichinhos e se aventurar… eu estava errado!

Reprodução: Internet

Roteiro sem pé nem cabeça

Como eu disse, a minha memória era de um jogo de uma aventureira nos moldes de Indiana Jones e que enfrentava alguns animais como lobos, ursos e morcegos.

Rapaz… esse jogo tem de tudo. Logo começam a aparecer dinossauros, monstros mutantes, centauros mutantes, múmias mutantes, entranhas de mutantes, … você já entendeu.

LEIAM – Trilogia Alone in the Dark | Assombração, mistério e ciências ocultas, e não é o programa do Fantástico nos anos 90!

Uma mulher de negócios te contrata para você buscar as três partes de um artefato. No final ela te trai de forma muito previsível. Ora, se ela já tinha contratado a Lara, não era mais fácil só pagar pelo serviço e ficar com os artefatos?
Sinceramente, eu estava achando tudo tolerável.

Considerando que se trata de um universo de ficção, tentei tratar o roteiro como se fosse um filme bem fantasioso. Até a chegada do chefe skatista…

Trilha de qualidade e efeitos gratificantes

 

A trilha é composta por instrumentais simples, mas o fato de serem simples não implica que não possuem qualidade. É uma trilha sintetizada mas os samples são ótimos! juro que fiquei curioso e pretendo pesquisar mais sobre. Ela alterna entre momentos de exploração e calmaria com momentos de ação e tensão.

Já os efeitos são gratificantes. Geralmente suas pistolas atiram em sincronia, porém dependendo do ângulo que é iniciado o combate, elas ficam alternando e o efeito sonoro com os tiros em um ritmo alternado. Tá-tá Tá-tá Tá-tá! É difícil explicar mas tem uma sensação agradável e mostra certo cuidado dos desenvolvedores.

Outros efeitos mantém a mesma peculiaridade de serem bem feitos. Sem áudios ultra comprimidos pra entrarem no CD de um jeito ou outro.

Reprodução: Internet

Gráficos datados mas funcionais

Os gráficos entregam o que era possível, e o mais importante: sem quedas de quadros. Numa época em que eram raros os computadores com hardware especializado (as atuais placas de vídeo).

É possível notar uma otimizações conforme se aproxima de paredes e quinas… mas as mesmas otimizações apresentam artefatos visuais aqui e ali. O controle de câmera automático também é bem frustrante em alguns momentos. Fiquei alguns momentos preso em algumas áreas só pelo fato de não conseguir enxergar a saída.

Reprodução: Internet

Jogabilidade aceitável

 

Olha, muita gente reclama de controle tanque. Pra mim funciona!

O combate não tem muito segredo no jogo. Atire e atire e saia do caminho do inimigo. Em raras ocasiões tem a possibilidade de desviar alguns projeteis de mutantes, mas no geral é isso mesmo.

LEIAM – Armored Core VI: Fires of Rubicon – Filtrando Turistas

Os saltos, e agarrar em beiradas e escapar de espinhos lembra bastante o famigerado Prince of Persia (1989), e as semelhanças vão se tornando mais fortes ao longo do jogo. Próximo do final enfrentamos um clone espectral que lembra bastante um momento semelhante do jogo citado.

Tem uns probleminhas de acertar o pulo aqui, saber a distancia pra correr ali… mas depois que se pega o ritmo a coisa anda.

Reprodução: Internet

OpenLara

OpenLara é um engine para rodar os primeiros jogos da franquia. Ele é open source e implementa algumas melhorias na taxa de quadros, na resolução, na iluminação e nos fluidos.

Isso permite a criação e uso de mods (como texturas) e também de rodar o jogo em sistemas modernos e também alguns não tão modernos (como GBA). Ah! você também pode jogar ele no navegador graças a essa implementação.

Eu só tive um problema especifico do OpenLara que era segurar em uma determinada beirada do jogo e isso me consumiu vários minutos. Mas acontece, o projeto é excelente!

Faz um tempo que não recebe releases apesar de ainda ter correções acontecendo.

Tomb Raider
Reprodução: Internet

Considerações Finais

Tomb Raider é um jogo com vários defeitos. O que mais me incomodava era o fato do primeiro boss humano que enfrentamos no jogo(após a aparição de mutantes) aparecer volta e meia, trocando uns tiros mas impossível de matar. Me parecia bug, achei que era OpenLara… mas era intencional.

A história é bagunçada e Lara é sempre tratada como a heroína. Mesmo saqueando artefatos históricos e acabando com a fauna local. INCLUINDO ESPECIES CONSIDERADAS EXTINTAS.

Resumindo: Tem seus defeitos mas é um clássico. Acredito que o jogo é superestimado em alguns aspectos, especialmente pela sexualização da personagem principal, mas é um clássico e recomendo que consuma!

Use save state ou o OpenLara, pois ele é bem punitivo.

O post Tomb Raider 1 – OpenLara | Riquinha mimada sai impune ao cometer crimes ambientais e de apropriação indevida apareceu primeiro em Arquivos do Woo.

]]>
https://www.arquivosdowoo.com.br/2023/09/07/tomb-raider-1-openlara-riquinha-mimada-sai-impune-ao-cometer-crimes-ambientais-e-de-apropriacao-indevida/feed/ 3
O que eu joguei em 2017 https://www.arquivosdowoo.com.br/2018/01/10/o-que-eu-joguei-em-2017-xbox-one/ https://www.arquivosdowoo.com.br/2018/01/10/o-que-eu-joguei-em-2017-xbox-one/#respond Wed, 10 Jan 2018 10:00:00 +0000 https://www.arquivosdowoo.com.br/2018/01/10/o-que-eu-joguei-em-2017/ Lá se foi 2017, um ano relativamente hardcore para muita gente, mas cá estamos novamente, pelo quinto ano consecutivo, participando de um dos memes mais divertidos de fim de ano. Diferente do último ao, dessa vez estamos publicando nossas jogatinas no mês de Janeiro. O que dizer de 2017, além do fato de que foi […]

O post O que eu joguei em 2017 apareceu primeiro em Arquivos do Woo.

]]>
Lá se foi 2017, um ano relativamente hardcore para muita gente, mas cá estamos novamente, pelo quinto ano consecutivo, participando de um dos memes mais divertidos de fim de ano.

Diferente do último ao, dessa vez estamos publicando nossas jogatinas no mês de Janeiro.

O que dizer de 2017, além do fato de que foi um dos anos que mais joguei, principalmente pelo fato de estar desempregado. Oras, sobrou algum tempo entre mudanças e outros deveres, assim pude me dedicar um pouco mais as jogatinas.

Claro, não tenho intenção de colocar tudo que joguei, por razões de que algumas jogatinas acabam sendo abandonadas, então vou me restringir aos que terminei ao longo do ano e algumas menções honrosas.

Então pegue o seu overcharger e bora conferir!

Sunset Overdrive

Xbox One
Sunset Overdrive é um dos jogos que citei durante o meme do ano passado, porem, eu ainda não havia o terminado. Hoje eu posso dizer que é um dos jogos mais divertidos que joguei durante o ano. Possui um final que sem dúvida vai marcar você.

É um dos jogos mais incríveis que joguei, não só pela mecânica que mescla plataforma com tiroteio (Lembrando vagamente ReCore) como pelo fato de que o humor empregado aqui é insano. Posso dizer que mesmo não gostando de ir atrás de conquistas, ainda retorno a Sunset City só para explorar e matar Od’s.

LEIAM – Sunset Overdrive | Uma insanidade regada a Overcharger

O que me rendeu até o momento umas 60 e poucas horas de jogatina.

Infelizmente o jogo não está disponível para PCs (até o presente momento), então se você tem um Xbox One e tá afim de pegar o jogo (Que vira e mexe tá por 49 conto) não pense duas vezes, pegue. Ele foge totalmente do padrão filmeco entupido de quick time events de hoje em dia.

Broken Age

Xbox One

Broken Age foi o jogo que me fez repensar o gênero point-and-click, que simplesmente abominava. Eu ainda não posso dizer que gostaria de zerar todo o jogo do tipo que surgir em minha frente, mas posso dizer me fez compreender um pouco a razão pelo qual o gênero ainda é querido por uma parcela dos gamers.

A história de Broken Age é muito bacana, e a ideia de controlarmos dois personagens com a possibilidade de mudar a qualquer momento me surpreendeu.

LEIAM – Broken Age | Naves, monstros e árvores falantes 

Além de contar com uma trilha sonora magnifica, ainda tem uma arte quem linda; Oh, tem a dublagem também que é fantástica. Só o puzzle final que me fez chorar um pouco, mas de resto é um jogo que vale muito a pena, principalmente se você assim como eu nunca havia jogado nada do Tim Schaffer.

Ah, não poderia deixar de agradecer ao meu amigo Thiago do site Portallos, que foi quem forneceu o jogo para que eu jogasse e escrevesse a respeito. Alias, é um excelente site, não digo por ser meu amigo e sim porque a qualidade dos artigos são ótimas.

Visitem-o e diga que o Woo mandou um “Oi”.

FALLOUT 4

Xbox One

Eu adoro Fallout New Vegas, mas com o acesso aos jogos da nova geração, Fallout 4 era basicamente um título obrigatório pra eu jogar. É, posso dizer que abandonei muitos jogo só para me dedicar totalmente a jogatina dessa coisa linda – Até porque peguei o jogo emprestado com meu amigo, Matheus.

Oi, Matheus, brigadão!!

O difícil foi me segurar pra não entrar em uma espiral sem fim de sidequest’s, mas consegui superar a tentação. Foram mais de 100 horas jogadas pra realizar os finais de todas as facções (descobri posteriormente que os Minuteman possuíam um final, maldição) e coletar todos os bubbleheads.

É, de certo modo eu me orgulhei por esse feito.

Ah, sem contar o fato de que há power armor espalhadas pelo mapa, o que me fazia vasculhar cada canto do mapa atrás de reatores nucleares, por mais que fosse fácil encontrá-los, nunca era o suficiente. Eu queria ter garantias que poderia andar por ai sem me preocupar com isso.

Bem, tudo isso foi o suficiente para querer me distanciar por um tempo do título. É, eu não tenho autocontrole. Por sinal, eu esqueci de escrever sobre o jogo porque logo depois fiquei sem internet, então esse ano vai pipocar artigo.

Diablo III: Reaper of Souls

Xbox One

Diablo III: Reaper of Souls é um dos jogos que terminei durante um final de semana que ele ficou gratuito, alias, essa é uma das coisas mais legais dessa nova geração: Finais de semanas gratuitos de alguns jogos.

Se você é tão duro quanto eu (financeiramente falando), certamente entende as vantagens de jogar títulos gratuitos.

No meu caso, eu pude zerar Diablo III em um único final de semana, até eu fiquei surpreso, porque simplesmente fiquei viciado no negócio.Terminei apenas a campanha básica e joguei um pouco da expansão Reaper of Souls, que achei bem sem sal ou qualquer condimento. Foi muito divertido, porque não jogava Diablo desde 2012, onde brinquei um pouco com Diablo II.

O meu amigo Vigia me explicou o funcionamento do jogo, então agora olho para Diablo com um certo carinho. Em qualquer promoção ele será comprado, isso depois de pegar outros a frente dele.

Por que a surpresa? Eu disso que sou um duro!

HALO

Xbox One

HALO foi uma das surpresas que tive durante o ano de 2017. Mudou totalmente a ideia que tinha a cerca da franquia e me fez querer entender mais do universo que Master Chief está inserido.

Foi muito divertido e frustrante em alguns momentos, especificamente aqueles em que precisei utilizar do Warthog, veiculo do game. Pelas barbas do Batman, era horrível controlar aquele veículo. Admiro qualquer pessoa que consiga manusear facilmente aquele tróço.

LEIAM – HALO | Muito mais do que apenas um FPS

Fora esse detalhe é excelente e recomendo vivamente que qualquer um que não jogou experimente. O desafio que o jogo oferece é alto, mesmo no modo normal, então prepare-se pra xingar muito em determinados momentos.

TOMB RAIDER (2013)

Xbox One

Esse reboot de Tomb Raider eu havia concluído lá na época do lançamento (2013), jogando junto com meu irmão.

Quando peguei o Xone, a edição definitiva veio junto com ele, então decidi re-jogar. Posso afirmar que passei a gostar ainda mais do jogo, até mais do que o Rise of the Tomb Raider, que apesar de ser muito bom e possuir melhorias, não replicou o mesmo charme que desse primeiro título.

LEIAM – Rise of The Tomb Raider | Lara está de volta

Claro, sei que é tudo uma questão de gosto pessoal, não há problema algum você preferir a franquia clássica, seja por saudosismo ou paixão mesmo, tá OK. Aqui, o que me conquistou foi a maneira como a personagem se desenvolve ao longo da trama, assim trazendo uma profundidade muito maior para a Lara Croft.

Então se você não jogou essa belezura, corra atrás que vale a pena.

Fable III

Xbox One
Fable III foi um dos primeiros títulos que joguei da franquia até o final, apesar de um rápido contato no PC, que eu não tinha dado muita bola.

O jogo é incrível, me surpreendeu muito o fato de que mesmo utilizando mecânicas pouco convencionais, ele ainda consegue ser tão acima da média do que temos hoje em dia no mercado.

LEIAM – FABLE III | Uma Jornada Inesquecível

O enredo é simples, mas construído de um modo que realmente prende a atenção do jogador. Sem contar as inúmeras sidequest’s a disposição do jogador, que são divertidíssimas.

Claro, obviamente ele não é perfeito e suas mecânicas podem afastar uma grande quantidade de pessoas, o que é uma pena. Pra mim esse lista como um dos melhores que joguei ano passado.

Aritana e a Pena da Harpia

Xbox One

Aritana e a Pena da Harpia era um jogo brinquei um pouco e nunca terminei, estava a algum tempo parado em minha conta Steam, mas com o anúncio do Aritana 2, pensei que seria legal divulgar esse excelente indie game brasileiro com gameplays.

Foi uma tarefa árdua, mas eu consegui terminar o jogo e tenho tudo armazenado no canal.

Eu tenho um certo orgulho do meu feito, apesar de não ser grande coisa, mas o jogo é divertido e tão desafiador que valeu a pena gravar as partidas. Sério, o jogo possui algumas áreas que são brutais, exigindo que você fique familiarizado com os controles, que fogem dos comandos que estamos acostumados. Por exemplo; você salta com o gatilho de defesa ao invés dos comuns X ou A.

Talvez esse seja um dos maiores desafios, pelo menos eu li alguns comentários de pessoas que desistiram do jogo por causa do controle. O que é uma pena. Por outro lado o jogo não é focado no combate e sim nos desafios durante a fase. Onde é preciso realizar combos enquanto ataca para alcançar plataformas e áreas. Bem, quem ainda não jogou, prepare-se para morrer muito.

CONCLUÍNDO

Bem, esse foram todos os jogos que terminei ao longo de 2017. Não foram tantos, mas são títulos que peguei firme e fui até o final, enquanto outros, por algum motivo não os terminei. Cheguei a cogitar de colocá-los na lista como menções, mas achei que estaria enchendo muita linguiça. Prefiro colocá-los na lista do meme do ano que vem, muito mais prático.

De qualquer modo é sempre legal participar desse meme e conferir o que os demais amigos e colegas estiveram jogando. Alias, vocês podem conferir clicando nos links abaixo, deem um pulo lá!

Espero que tenham gostado. Desejo a todos um excelente ano novo, e que 2018 possa ser um ano melhor do que 2017!!

Blog Desocupado [Paulo Victor]—————— http://des-ocupado.blogspot.com.br
Blog MarvoxBrasil [Marvox]———————— http://marvoxbrasil.wordpress.com
Gamer Caduco [Caduco]————————— http://gamercaduco.com
Gamerníaco [Eduardo Farnezi]——————- http://gamerniaco.wordpress.com
GebirgeBR [Gebirge]——————————- www.youtube.com/GebirgeBR
Jogatinas Saudáveis [Rodrigo Vigia]————- www.youtube.com/vigiabr
Jornada Gamer [UsoppBR]———————— http://alvanista.com/nostallgiabr
Locadora Resident Ivo [Ivo Ornelas]————- www.locadoraresidentivo.com
Old Magus Pub [Lucas Vinicio]——————– http://oldmaguspub.blogspot.com.br
QG Master [Marcos Vieira Machado]———— http://qgmaster.blogspot.com.br
RetroPlayers [Sabat]——————————- www.retroplayers.com.br
U-8Bits [Ulisses 8 Bits]—————————- http://ulisses8bits.blogspot.com.br
Vão Jogar! [Rafael “Tchulanguero” Paes]—— https://vaojogar.com.br
Vão Jogar! [Rodrigo Borges]———————- http://vaojogar.com.br
Vão Jogar! [Somari]——————————– https://vaojogar.com.br
Vão Jogar! [sucodelarAngela]——————– http://vaojogar.com.br
Videogames com Cerveja [Felipe B. Barbosa]— www.vgscomcerveja.com.br

O post O que eu joguei em 2017 apareceu primeiro em Arquivos do Woo.

]]>
https://www.arquivosdowoo.com.br/2018/01/10/o-que-eu-joguei-em-2017-xbox-one/feed/ 0
O que eu joguei em 2016 https://www.arquivosdowoo.com.br/2016/12/29/meme-o-que-eu-joguei-em-2016/ https://www.arquivosdowoo.com.br/2016/12/29/meme-o-que-eu-joguei-em-2016/#respond Thu, 29 Dec 2016 16:44:00 +0000 https://www.arquivosdowoo.com.br/2016/12/29/meme-o-que-eu-joguei-em-2016/ E pelo quarto ano seguido o Arquivos do Woo está participando do meme gamer: O que você jogou em 20xx. Preciso dizer que gosto bastante desse meme. Ele é uma ótima maneira de conhecer sites e canais novos, além de interagir com os colegas blogueiros que acabamos perdendo um pouco do contato devido as atribulações […]

O post O que eu joguei em 2016 apareceu primeiro em Arquivos do Woo.

]]>
E pelo quarto ano seguido o Arquivos do Woo está participando do meme gamer: O que você jogou em 20xx.

Preciso dizer que gosto bastante desse meme. Ele é uma ótima maneira de conhecer sites e canais novos, além de interagir com os colegas blogueiros que acabamos perdendo um pouco do contato devido as atribulações do dia-a-dia.

Bem, caso você ainda não conferiu os anos anteriores, basta clicar no texto destacado.

LEIAM –  O que eu joguei em 2015?

Eu tinha intenções de publicar outros textos essa semana, mas decidi que encerrarei o ano apenas com esse meme, mas em janeiro estarei publicando uma retrospectiva, como venho fazendo desde 2012.

É isso, bora conferir o que joguei em 2016.

RISE OF THE TOMB RAIDER


Rise of the Tomb Rider foi um dos primeiros jogos que terminei esse ano ao adquirir um Xbox360.

Eu joguei esse game freneticamente durante duas semanas. Apesar de não ser tão difícil quanto eu esperava, ele ainda consegue entreter e sem dúvida vale a pena ser jogado.

Eu passei algum bom tempo fazendo algumas quests secundarias após a conclusão, e pra ser sincero, compensa investir nas DLCs, pois as missão secundarias são bem entediantes. Não sei quanto a vocês, mas ficar correndo atrás de encontrar moedas e documentos só para platinar um jogo, é entediante pra diabos.

SOUTH PARK: STICK OF TRUTH

Não é a primeira vez que South Park Stick of the Truth aparece nesse meme. Eu o havia terminado no PC alguns anos atrás, mas esse ano ao pegar o Xbox360, eu tinha que zerar ele.

Eu já era um tremendo fã de South Park, logo depois de dedicar algumas horas a esse jogo, eu fiquei apaixonado. Mal posso esperar para colocar minhas mãos no novo jogo.

Talvez o seu maior problema seja sua duração. É possível conclui-lo com pouco mais de 10 horas de jogo.

Por sinal, aqui as quest secundarias são divertidas, então eu recomendo que você não as concluas na primeira jogada, assim tu ganha mais algumas horas.

ELDER SCROLLS V: SKYRIM

Eu amo Elder Scrolls V: SKYRIM. É um daqueles jogos que consome todo o meu tempo livre. Não consigo jogar apenas uma partidinha. Quando se está nesse universo enorme que é Skyrim, você passa horas e horas cruzando planícies, vasculhando cavernas e cumprindo missões.

Ele é um ótimo exemplo de como se deve estender a vida útil de um jogo. Atualmente temos milhares de jogos de mundo aberto, mas não há nada para se fazer nele após a conclusão da missão principal. Enquanto aqui você vai levar muito, mas muito tempo mesmo até conseguir cumprir tudo o que o jogo oferece.

E eu posso me transformar em um LOBISOMEM! Um FODENDO LOBISOMEM! EU AMO ESSE JOGO, me abraça!

BATTLEFIELD 4


Eu adorava Medal of Honor no PlayStation, então quando migrei para o PlayStation 2, eu não consegui seguir com a paixão. Logo BFs e CoDs se tornaram os jogos da vez e me afastou totalmente do gênero.

Eis que comprei um Xbox One e com ele veio Battlefield 4.

Resolvi arriscar e foi surpreendido com um inicio do modo campanha digno de um filme bom de ação, com sua trilha sonora animal. Eu fiquei extremamente empolgado por algumas horas. Em seguida o personagem é enviado para Tóquio, e o jogo se torna aquele tiroteio desenfreado. Parei por ali.

Resolvi experimentar o multiplayer. Não tive a mãe xingada, só que digo a vocês: Não é pra mim.

SHADOW HEARTS II COVENANT


Quando você chega a nova geração e se dá conta que RPG não é tão popular assim entre as criaturas que gritam em partidas onlines e proferem palavrões que fariam a Maísa chorar, a resposta é voltar algumas gerações, assim conheci Shadow Hearts II Covenant.

Uma curiosidade é que esse jogo foi eleito o jogo do ano de 2004 pela IGN e recebeu ótimas críticas,, mas surpreendentemente não foi muito popular por aqui.

Ele é um RPG que diferente dos demais que ocorrem em mundos fictícios, aqui utilizam do mundo real, durante a Primeira Guerra Mundial. Sua personagem se chama Karin e pertence ao império Germânico.

A história se inicio a partir do ponto em que o pelotão de Karin é massacrados por uma criatura enquanto invadiam um vilarejo na França.

Outro diferencial além da temática adulta, é o sistema de ataque diferente do convencional, é chamado de Judgement Ring. Você consegue executar golpes mais fortes ao pressionar o botão no momento exato em que o ponteiro corre pela judgement ring. Se atingir a areá amarelada, a força é mediana e na vermelha é bem forte.

Me diverti bastante jogando ele. Seus personagens são cativantes e a ideia de inserir personagens de contos de fantasia clássicos como personagens reais deu um certo charme. Infelizmente ainda não o terminei, mas recomendo.

Bem, não to aqui para fazer review desse jogo, mas saiba que um dia ele aparece por aqui.

SECRET OF EVERMORE

Secret of Evermore infelizmente não é tão popular quanto merecia. Foi lançado no final da vida do Super Nintendo, mas eu tive a oportunidade de jogá-lo bastante durante a infância.

Anos depois eu resolvi pegá-lo para jogar novamente graças a Locadora de Jogos do Cosmão. Que por sinal é uma ótima maneira de você se dedicar a jogatinas de clássicos, visto que ela é bem diversificada e abrange diversos consoles.

O jogo é um adventure RPG ótimo e com personagens muito bem animados. O nível de dificuldade não é tão alto, mas com certeza pode matá-lo se vacilar. Eu me diverti bastante jogando essa perola.

Espero terminá-lo em 2017.

METAL GEAR V: PHANTOM PAIN


Metal Gear Solid V Phantom Pain praticamente foi um dos motivos pelo qual eu quis pegar um Xbox 360.

Eu sou um grande fã da franquia Metal Gear, logo fiquei extremamente ansioso com o lançamento do novo MGS. Peguei o jogo e passei horas jogando-o, mas não consegui me dedicar totalmente. Infelizmente encontrei diversos pontos que me desagradava, e eu lutei para continuar jogando, mas acabei abandonando.

Nos Xbox360 o jogo está lindo, mas o formato de capítulos e a necessidade de ter que retornar a Mother Base me irritou bastante. Infelizmente não tenho mais o jogo ou o Xbox360, mas em breve espero adquirir a versão do Xone e terminá-lo. Ou sonhar que MGS 4 seja lançado para multiplataforma.

Sunset Overdrive é um exclusivo do Xbox One que eu costumava zoar dizendo que acabou esquecido.

Joguei ele por diversos dias e me diverti muito. Há muitos monstros para se enfrentar e o mundo é bem grande, e você o atravessa deslizando nos cabos de energia e saltando. O que é extremamente divertido, pois há sempre algo para se fazer.

Por ser um jogo novo, ele possui um multiplayer chamado Esquadrão do Caos, que apesar de levar um tempo para encontrar jogadores, ainda tem pessoas jogando e os modos são muito divertidos.

O modo campanha é alucinante e com muitas missões. Eu tive que dar uma paradinha nele para se experimentar outros jogos, pois você quer mais e mais vasculhar esse mundo tomado por monstros viciados em refrigerantes. Um ponto que tenho de ressaltar é a dublagem, tá perfeita e extremamente engraçada. Ouso dizer que até o momento é um dos melhores jogos do Xbox One que joguei.

Recomendo vivamente.

Dead Rising 3 foi uma grata surpresa, pois minha experiência anterior havia sido com Dead Rising 2, que havia odiado.

O jogo é bem divertido, E o fato de ser possível criar armas diferentes com os mais variados objetos espalhados pelo jogo é sensacional. Sobreviver também é trabalhoso, visto que ficar parado pode atrair uma horda de zumbis.O personagem Nick Ramos é bem carismático, anteriormente acreditava que ele fosse genérico, talvez por causas dos vídeos que havia visto. Porém, é um tanto repetitivo.

É um vai e volta desenfreado, então jogá-lo por muito tempo não é uma boa ideia e vai enjoar.

Mortal Kombat X foi um dos jogos que mais namorei durante 2015. Eu mal podia me aguentar de vontade de jogar esse game, só que ninguém próximo a mim possuía o jogo, e isso me entristecia.

Levou um tempo e acabei comprando a versão digital para o Xbox One por preço ótimo durante uma promoção. Eu queria a versão física, mas não achava a versão XL por um preço justo. O que importa é que agora eu tenho o jogo e pude me divertir bastante terminando o modo campanha.

A jogabilidade é fluida e os combos não são muito complexos. Os controles respondem muito rápido, o que torna a jogatina nem um pouco frustrante, mesmo que o Liu Kang esteja te destroçando – O Liu Kang é o personagem mais apelão desse jogo.

Quem ainda não jogou, saiba que vale a pena comprar o Mortal Kombat XL. Esqueça as primeira versão desse jogo. Algumas delas estão sendo vendidas por um preço alto e você terá que comprar por personagens. Um absurdo.

Recentemente tive acesso ao beta fechado do Gwent, que é um jogo de cartas que havia no The Witcher 3. Eu havia jogando antes com Tchulanguero e o Marvox durante a BGS e não havia entendido nada.
Hoje compreendo melhor e até acho bem simples o sistema do jogo. Diferente de Heartstone. Particularmente eu estou gostando muito mais de Gwent. Sua simplicidade não significa que não seja preciso criar técnicas.
As vezes passo muito raiva jogando, pois o sistema de busca de jogo não parece selecionar por critério de nível. Eu sou level 3, e o jogo me coloca para jogar com um cara de level 40. Obviamente que não é possível ganhar, com um nível alto você tem acesso a cartas melhores, e com um deck bem balanceado, você faz um arregaço.

Pra quem gosta de jogos de cartas, eu recomendo vivamente.

Este artigo faz parte do meme gamer “O que você jogou em 2016?”, que foi organizado pelo meu grande amigo, Marvox. As publicações irão acontecer entre os dias 26/12/2016 e 09/01/2017, e todos estão convidados a participar.

Não deixem também de conferir os demais participantes da edição deste ano:

O post O que eu joguei em 2016 apareceu primeiro em Arquivos do Woo.

]]>
https://www.arquivosdowoo.com.br/2016/12/29/meme-o-que-eu-joguei-em-2016/feed/ 0