Arquivos Street Fighter 6 - Arquivos do Woo https://www.arquivosdowoo.com.br/tag/street-fighter-6/ Um pouco de tudo na medida certa Thu, 23 May 2024 23:00:03 +0000 pt-BR hourly 1 https://wordpress.org/?v=6.9.4 https://www.arquivosdowoo.com.br/wp-content/uploads/2020/12/cropped-logo-150x150.png Arquivos Street Fighter 6 - Arquivos do Woo https://www.arquivosdowoo.com.br/tag/street-fighter-6/ 32 32 Akuma, o Mestre do Punho, Chega Hoje em Street Fighter 6! https://www.arquivosdowoo.com.br/2024/05/22/akuma-o-mestre-do-punho-chega-hoje-em-street-fighter-6/ https://www.arquivosdowoo.com.br/2024/05/22/akuma-o-mestre-do-punho-chega-hoje-em-street-fighter-6/#respond Wed, 22 May 2024 22:35:40 +0000 https://www.arquivosdowoo.com.br/?p=16941 A adição do lutador vem com uma nova atualização de balanceamento, os Trajes 3, e um evento de invasão do Battle Hub por tempo limitado! Chegou a hora! Liberte os seus demônios com a chegada de Akuma, o guerreiro mais feroz a tomar as ruas em Street Fighter™ 6, disponível nas plataformas PlayStation®5, PlayStation®4, Xbox Series […]

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A adição do lutador vem com uma nova atualização de balanceamento, os Trajes 3, e um evento de invasão do Battle Hub por tempo limitado!

Chegou a hora! Liberte os seus demônios com a chegada de Akuma, o guerreiro mais feroz a tomar as ruas em Street Fighter™ 6, disponível nas plataformas PlayStation®5, PlayStation®4, Xbox Series X|S, e PC via Steam! Akuma já pode ser acessado em todos os três modos, sendo possível enfrentar ou treinar com o personagem no Fighting Ground, visitar Akuma em sua morada no World Tour, e equipar um avatar com o conjunto de golpes demoníacos deste lutador no Battle Hub. Em conjunto com este lançamento, o jogo contará com a adição de duas novas experiências no Battle Hub, quatro novos visuais para os Trajes 3, e uma variedade de atualizações no balanceamento para todos os personagens.

Temos muitas novidades chegando a partir de hoje, incluindo:

  • Akuma Gigante!: “Giant Attack”, um novo evento de invasão no Battle Hub, coloca todos os jogadores no servidor contra um gigantesco Akuma! Acumule Pontos de Ataque ao completar diversas atividades, junte-se a outros jogadores no Battle Hub e dispare um super Hadoken para derrotá-lo. O evento irá até o dia 31 de maio, com direito a recompensas especiais para os vencedores!
  • Teste seu Poder Contra o SiRN Akuma: Você se acha capaz de derrotar o melhor dos melhores? Que tal um Akuma ainda mais poderoso, feroz e inteligente? Teste suas habilidades em uma das cabines no Battle Hub e adquira recompensas exclusivas ao derrotar o SiRN Akuma!
  • Novos Trajes 3 Chegando: Lute com estilo na nova leva de Trajes 3 para todos os personagens de DLC do Ano 1, incluindo Akuma, Ed, A.K.I. e Rashid!
  • Atualizações Significativas no Balanceamento do Jogo: Com o lançamento do último personagem DLC do Ano 1, é chegada a hora de uma atualização à altura. Confira todas as mudanças com as notas de atualizações aqui.
  • Nova Mecânica Universal de Reversal: Agora, todos os 22 personagens possuem um inédito movimento Recovery Drive Reversal, que pode ser realizado durante uma recuperação de uma queda!
  • Novos Desafios de Combos: Por conta das atualizações no balanceamento do jogo, novos combos estão disponíveis para personagens selecionados via Desafios de Combos no menu Fighting Ground.
  • Novas Configurações de Músicas e pacotes de Trilha Sonoras: Quer ouvir a uma determinada faixa da trilha sonora enquanto joga? Confira as novas configurações de Músicas de Personagens na aba de Áudio e bote o som na caixa! Há também um novo pacote de músicas disponível para compra com os Bilhetes de Drive ou Fighter Coins que inclui temas da série de Street Fighter!
  • Novas Telas de Desafio: Uma nova leva de telas de desafio estarão disponíveis para deixar o sangue fervendo antes das lutas.
  • Novos Itens para Avatar: Encontre na Loja os novos itens de Avatar para incrementar o visual e lutar com um look novinho!

O Ano 1 de Street Fighter 6 foi recheado de batalhas épicas e experiências memoráveis com a comunidade, além de novos conteúdos incríveis. Agradecemos a todos que passaram seu tempo no jogo e mal podemos esperar para compartilhar o que estamos preparando para o Ano 2!

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Street Fighter 6 | Será que é tudo isso mesmo? https://www.arquivosdowoo.com.br/2023/07/01/street-fighter-6-sera-que-e-tudo-isso-mesmo/ https://www.arquivosdowoo.com.br/2023/07/01/street-fighter-6-sera-que-e-tudo-isso-mesmo/#comments Sat, 01 Jul 2023 13:23:33 +0000 https://www.arquivosdowoo.com.br/?p=14300 Street Fighter 6, o novo capitulo de uma franquia que completará 36 anos em agosto, enfim está entre nós. O mais surpreendente aqui nem é a idade da franquia, mas sim como ela se manteve relevante ao longo de todos esses anos, nos provando ser um sucesso até mesmo nos títulos em que muitos apontam […]

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Street Fighter 6, o novo capitulo de uma franquia que completará 36 anos em agosto, enfim está entre nós. O mais surpreendente aqui nem é a idade da franquia, mas sim como ela se manteve relevante ao longo de todos esses anos, nos provando ser um sucesso até mesmo nos títulos em que muitos apontam como uma mancha em seu legado, como em Street Fighter V, que apesar da chuva de criticas, ainda se manteve firme – Pelo menos no competitivo.

Falando por mim, a minha história com a franquia começou bem cedo enquanto eu ainda era moleque, desde então  busquei consumir quase tudo o que foi lançado sobre Street Fighter. Digo isso como alguém que amava passear em frente aos arcades, mas só fui ter contato em casa jogando direto de um Super Nintendo.

LEIAM  – Mortal Kombat 11 Ultimate | Redefinindo sua história

Infelizmente eu não tive a oportunidade de jogar tanto SF4  no Xbox 360 como queria ou tampouco SF5 devido sua limitação ao PS4 e PC, mas esse ano a coisa mudou, estou tendo a oportunidade de analisar o titulo ainda em seu lançamento e isso é incrível pra mim. Obrigado Capcom Brasil por ter nos fornecido uma chave do jogo para analisar.

Faz alguns dias que estou jogando e nesse momento eu me sinto seguro para compartilhar com todos vocês minha experiência com Street Fighter 6.

Street Fighter 6
Minha avatar – Créditos: CAPCOM

VAMOS COMEÇAR PELO MODO WORLD TOUR

Entre as adições, o modo World Tour de Street Fighter 6 deu um pouco o que falar, isso por conta dele parecer mal otimizado, com quedas de frame constante em determinados momentos e isso chega a incomodar, afinal é um jogo da nova geração.

Por outro lado mesmo diante dessa dificuldade é um modo interessante por possibilitar que você conheça mais da história de Street Fighter, caso você seja alguém novo no universo ou mesmo não tenha qualquer afinidade com os personagens clássicos da franquia. Não que entendê-los um pouco melhor mude alguma coisa, mas é um fanservice bacana.

Logo no início desse modo você precisará usar das ferramentas de criação para criar o seu avatar no jogo. Não sei criar gente bonita nesse jogo. Obviamente isso não tira o mérito do titulo, mas você não conseguira criar uma garota que tenha um modelo de corpo igual ao da Cammy por exemplo se tiver as mesmas habilidades que eu na ferramenta de criação.

LEIAM – Primal Rage se torna atração em Campeonato de eSports

Eu não costumo reclamar, mas pelo tamanho do jogo eu esperava ao menos que tivéssemos uma dublagem recorrente ao invés de textos e suspiros. Tá, eu entendi que a Capcom fez um RPG de luta nesse modo, mas a gente não esperava. Talvez o ponto mais negativo é que ele não seja realmente interessante pra você se esforçar até o seu final e o motivo é exatamente as constantes batalhas que você pode se deparar enquanto caminha por Metro City, além dos cansativos diálogos e as idas e vindas.

Outro fator interessante é que será nesse modo que você aprenderá o passo-a-passo de como se jogar no controle moderno, então dá pra encará-lo como um grande e longo tutorial que vai exigir a sua paciência. Ou não, afinal, pode agradar você esse modo.

Street Fighter 6
ISSO, METRO CITY! CIDADE DO EX-PREFEITO HAGGAR!!   – Créditos: CAPCOM

Uma das vantagens, e essa eu digo que é um teste de paciência é que se você quer desbloquear roupas dos seus personagens sem ter que desembolsar uma grana comprando moeda do jogo com dinheiro real, você terá que elevar o nível de afinidade com os personagens do jogo que estão disponíveis como mestre no modo World Tour.

Basta você ir lutando e ganhando moeda, para depois comprar esses presentes e entregar ao Ryu, Ken, Chun-li ou Luke, escolhe um e vai fundo agradando eles pra conseguir roupa clássica ou alternativa – Eu acho que até entendo porque uma galera prefere comprar com dinheiro real.

Onde eu estava mesmo, ah, sim, METRO CITY.  A cidade está tomada de gangues e cabe a você resolver todos os problemas em sua jornada de se tornar o mais forte e encontrar a razão do porque quer ser um lutador. Essas coisas. O jogo tem um fiapo de historia que o leva a encontrar com todos os personagens disponíveis no jogo atual e até pedir que eles ensinem seus golpes especiais. É isso.

Talvez isso seja utilizado de outra forma também, como adicionar novos personagens que venham a entrar no passe de batalha, quem sabe.

Créditos: CAPCOM

Battle Hub

Fliperamas com jogos clássicos e desafios, além da possibilidade de enfrentar outros avatares em um combate no mínimo curioso onde você será macetado. Isso porque se estiver em level baixo, encarar pessoas com level acima é garantia de ser destruído, seja por conta das diversas barras de energia ou pelos comandos desbloqueados que você não tem até aquele momento.

Por outro lado é interessante porque você pode treinar jogando contra outros jogadores e ainda realizar desafios diários que lhe fornecem bonificações com um determinado personagem. A parte boa é que se você se preocupa com ranking, aqui tu vai enfrentar todo o tipo e aprender muito jogando sem perder pontuação.

Créditos: CAPCOM

Quer enfrentar alguém? Então se sente em uma das maquinas e espere outro jogador o desafiá-lo. Quer desafiar algum oponente valioso mas ele está no meio de uma partida? Entre na fila e assista a  luta dele contra o oponente atual e vá conhecendo sua forma de jogar.

Eu que particularmente não gosto desses lobbys de jogos, reforço que o de Street Fighter 6 me cativou mais pela forma como ele se apresenta, tenho de reconhecer isso. Há centenas de avatares deformados que o povo cria pela zueira, mas no sentido de combate é ótimo enfrentar gente habilidosa e se desafiar pelo hub.

Uma sacada genial da Capcom aqui é terem colocado fliperamas com seus jogos clássicos, como Final Fight, Street Fighter 2 e até mesmo o primeiríssimo Street Fighter. Sendo possível jogar com fichas infinitas ou tentar registrar o maior nível de ranking possível no desafio da maquina.

Vai lá, desafie-se.

Fighting Ground

É aqui onde realmente a diversão começa, pelo menos foi para mim, pois conta com o modo arcade onde você escolhe os personagens e aproveita o modo história, batalhas extremas, treinamento e lutas ranqueadas e salas personalizadas, onde você se reúne só pra trocar sopapos e prosear com os amigos.

Nesse ponto vou dar um ênfase ao cuidado que a Capcom teve por encher de informações em como se jogar com os personagens, treinar seus combos e se arriscar nas batalhas ranqueadas. Claro, tem o modo história que você vai curtir, mas o jogo entrega uma jogabilidade tão boa e refinada que você sentira confiança em se arriscar em partidas online.

Eu digo isso como alguém que sempre fugiu do online pelo fato de ser um ambiente estressante, porém, aqui, a coisa muda um pouco de figura. Começando pela possibilidade de você  ter a sua disposição 3 tipos de controle, o moderno, dinâmico e o clássico.

Street Fighter 6
Créditos: CAPCOM

No comando moderno você terá os principais golpes do personagem a sua disposição de maneira mais fácil, mas não o suficiente para você não ter que aprender fazer um melhor uso, afinal, ele é apenas um atalho para golpes que você teria de realizar um comando especifico.

No Comando clássico, este consiste como o próprio nome sugere é modo o qual todos nós sempre jogamos Street Fighter.

No comando dinâmico, este você não conseguirá jogar online, muito porque ele facilita em muito no desenvolvimento de combos fazendo pouco ou quase nenhum esforço. É interessante caso queira jogar com alguém no versus, mas a nível pratico causaria um estrago tremendo no online.

Créditos: CAPCOM

Sendo bem direto, não gostei muito dos controles novos, assim tenho mantido jogando no clássico apenas por referencia mesmo. Já estou acostumado com a execução de comandos e até vejo como um desafio positivo quando me deparo com jogadores usando controle moderno. Outro fator que me faz apreciar o controle moderno é a inclusão que ele oferece.

Isso é algo muito incrível, porque ninguém deveria ficar de fora dos jogos de luta, e os controles modernos contribuem em muito para isso.

No Batalhas Extremas você vai realizar desafios no mínimo curiosos, como lutar com um personagem enquanto touros atravessam a tela – Loucura total isso aqui, mas eu ainda prefiro acessar o Fight Ground pelos modo arcade, treinamento e ranqueadas.

Créditos: Digital Foundry

E AI VOCÊS ME PERGUNTAM, EXISTE ALGUM PROBLEMA?

Único ponto que realmente me decepcionou e friso aqui que não sou lá uma pessoa de reclamar, é a questão gráfica no Series S se comparado ao seu irmão mais caro e com entrada de disco. Isso vale até para o PlayStation 5 que também conta uma qualidade gráfica melhor.

Entendo que o Series S é um console da nova geração, mesmo que isso cause controvérsias nas rede sociais, o que não me importo muito, mas jogos como Resident Evil Village que também usa da  entregou gráficos espetaculares em consoles como Xbox One e PlayStation 4 e absurdos em um PlayStation 5 e Series S | X, é quase impossível não se questionar quanto a questão gráfica do jogo no Series S.

Não que isso vá interferir na experiência geral, MAS, o Series S ainda é um console relativamente caro, mais barato se comparado aos PlayStation 5 e Series X, mas ainda caro, então reclamar disso é sim plausível.

CONCLUSÃO

Street Fighter 6 é um grande salto no futuro da franquia, onde todo mundo agora poderá jogar contra seus amigos, exceto no Nintendo Switch e o Xbox One. O que é uma pena, mas é melhor do que manter o titulo restrito a uma única plataforma e PC, né Capcom.

Os personagens novos são muito interessantes, e o protagonismo de Luke tampouco incomoda, na verdade eu gostei muito do personagem e sua rivalidade com Jamie. Os personagens clássicos Ken, Ryu  e Chun – Li estão lá, mais velhos e mais poderosos, então ver que novos personagens estão ganhando um maior protagonismo, não torna esses personagens inferiores. Eu diria que são até mais poderosos, apesar de que alguns personagens são uma verdadeira maquina de bater no online e que vão te deixar puto.

Só que tudo funciona muito bem e o sistema de Drive Impact é algo delicioso, talvez uma das coisas que mais gostei, porque trata-se de uma barra que pode ser usada tanto para você atacar de forma pesada e paralisar o oponente por alguns segundos, também pode ser usado para que você corra e encaixe combos mais rapidamente, tornando o combate frenético.

E jogar online é uma das melhores experiências, eu não tive nenhum problema em encontrar partidas online e pelo fato de que o jogo permite que cada um jogue com o seu cenário predileto, você não carrega a conexão, por os cenários são instalado em seu console, então cada estará no cenário que quiser enquanto batalha.

No fim das contas, eu não poderia ter ficado mais feliz com tudo o que eu vi em Street Fighter 6, não a toa que no momento conto com pouco mais de 30 horas de jogatina. Se você acha que os elogios foram exagerados, bem, alguns deles sim, mas todos devidos, vide a qualidade empregada no desenvolvimento do jogo.

Quem gosta de jogos de luta não vai se arrepender de adquirir Street Fighter 6

Nota Final: 9,5

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Street Fighter 6 está disponível para PC, Xbox Series S|X, PlayStation 4, PlayStation 5 e esta análise foi feita com uma chave de Chave enviada pela Capcom.

 

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Brasil Game Show 2022 | Poucas novidades, mas ainda divertido https://www.arquivosdowoo.com.br/2022/12/30/bgs-2022-poucas-novidades-mas-ainda-uma-boa-experiencia/ https://www.arquivosdowoo.com.br/2022/12/30/bgs-2022-poucas-novidades-mas-ainda-uma-boa-experiencia/#respond Fri, 30 Dec 2022 08:00:33 +0000 https://www.arquivosdowoo.com.br/?p=12452 No mês de outubro eu pude prestigiar mais uma vez a maior feira de games da América-Latina, a Brasil Game Show depois de dois anos das pausa do evento, devido a pandemia. Um evento que frequento desde 2015 realmente fez falta, e por esse motivo a expectativa para o retorno da BGS22 era bem grande. […]

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No mês de outubro eu pude prestigiar mais uma vez a maior feira de games da América-Latina, a Brasil Game Show depois de dois anos das pausa do evento, devido a pandemia. Um evento que frequento desde 2015 realmente fez falta, e por esse motivo a expectativa para o retorno da BGS22 era bem grande.

Dessa vez me programei para poder curtir dois dias do evento, o imprensa e o primeiro dia aberto ao público. Para quem teve sua primeira participação no evento e acabou dormindo na rodoviária, as coisas melhoraram um pouco para o meu lado.

LEIAM – Pós-BGS 2015 | A noite em que dormi em uma rodoviária

Se por um lado não dormi na rodoviária, por outro pegamos um transito horroroso logo no dia da abertura do evento. O objetivo era chegar pouco depois da abertura, mas acabou nos atrasado quase duas horas.

Para quem não sabe, vivo no interior de SP, então por aqui não temos o transito alucinado da capital.

Mesmo com atrasos, chegando no evento, corremos para tentar conferir o máximo possível.

Arquivo pessoal – Na foto esquerda: Marvox e eu. Na foto direita: Rodrigo Vigia e eu

O reencontro com os amigos

Com o retorno do evento, enfim pude rever amigos de longa data que fiz pela internet, e outros que ainda não conhecia mas se tornaram pessoas muito especiais pra mim.

Esse clima de reencontro foi bem importante,  afinal, depois de pouco mais de dois anos de pandemia e restrições, ter a chance de rever amigos e saber que estão bem e saudáveis é algo imensurável, visto que muitos perderam pessoas queridas.

Esse clima é algo que permeava a todos os amigos que pude encontrar durante essa BGS22. Cada um que estava lá, sem dúvida alguma passou por algum drama nesse tempo, e a feira por alguns dias nos fez esquecermos da tristeza que a pandemia nos proporcionou.

Arquivo pessoal: Estande da QUByte durante a BGS

Sobre jogos?

Infelizmente foi uma edição com poucas novidades, mas ainda assim posso dizer que é a edição onde os indies finalmente ganharam maior destaque com o mais variado número de títulos interessantes. Logo não vou perder tempo refletindo a respeito dos inúmeros porquês de tais empresas não estarem presentes com qualquer novidade ou sem novidade, mas focarei no que pude ver por lá.

Donut Arena do Estúdio Mario Adriano

Esse daqui foi uma daquelas grandes descobertas que me deparei pela feira, porque ele é viciante devido a sua jogabilidade simples e visual agradável. Mesmo com sangue sendo lançado na arena, o jogo consegue nos captar com sua criativa ideia de colocar gordos dentro de arenas.

Uma vez lá dentro é necessário matar todos eles para receber donuts ao final, além de armas e armaduras (cuecas) que garantiram alguma vantagem no combate, pois cada item oferece uma habilidade única.

LEIAM – Trilogia Enigmatis | Começo promissor, fim desapontador

Durante minha conversa com o Mario Adriano foi difícil não dizer que Donut Arena é algo que certamente a Devolver Digital publicaria. O que pra minha surpresa ele respondeu dizendo que chegou a contatá-los, mas infelizmente não deu certo.

Uma curiosidade é que o jogo foi desenvolvido apenas por Mario, o que é surpreendente dada a qualidade do titulo, que segundo o mesmo terá uma vida longa, pois ele pretende manter o titulo atualizado de modo que os jogadores sempre se deparem com novidades.

Donut Arena está disponível na Steam por um preço ótimo, COMPREM, vale a pena. Esse daqui assim que possível tratei um texto dedicado.

BGS 2022
Reprodução: LUMO Entertainment

Feelings da LUMO Entertainment

Feelings é um jogo gostosinho que encontrei enquanto andava pelo corredor indie. Nele controlamos a garotinha Sarah na companhia do seu lagarto voador de estimação em uma jornada de autodescoberta, onde precisaremos explorar ilhas que são manifestações de alguns dos sentimentos da guria.

É muito bonito e prazeroso jogar esse jogo, não só pelo visual convidativo mas porque adoro jogos de plataforma clássico, com seus vários puzzles a serem resolvidos ao longo da partida. Há um sistema onde Sarah faz uso da câmera fotográfica que nos faz enxergar objetos e plataformas invisíveis ao fotografá-los.

Feelings com certeza merece entrar no seu radar, principalmente se gosta de jogos nessa pegada.

Reprodução: Statera Studio – Pixelheart

Pocket Bravery da Statera Studio e Pixelheart

Pocket Bravery é aquele titulo que correspondeu as expectativas que eu havia criado através dos vídeos de divulgação pelas redes sociais.

É um jogo rápido, bonito (notaram que gosto de dar ênfase nisso?) e que possibilita a criação de muito combos, o que agradará muito os amantes de jogos de lutas. E levando em consideração que estamos diante de um titulo brasileiro, eu fico ainda mais feliz.

Durante as minhas partidas eu me diverti também com a dublagem, que é muito boa e merece destaque. Talvez o único ponto negativo ao meu ver é o numero de personagens, o que realmente espero que aumente consideravelmente até o seu lançamento.

Street Fighter 6 da Capcom

Eu jogo Street Fighter até os dias de hoje, mas não me adaptei bem ao quarto titulo da franquia e tampouco pude jogar o quinto com a frequência que esperava devido a limitação de plataforma. Não tinha PS4 e tampouco o meu PC dava conta. E com o anuncio de que Street Fighter 6 sairá para todas as plataformas, exceto Switch por enquanto, corri até a estande da Capcom.

Depois de algumas partidas de Street Fighter 6 durante a BGS 2022 eu  posso dizer que o jogo está no mínimo incrível. É notável o banho de loja que a franquia recebeu no quesito visual, mas a jogabilidade que é primordial para um jogo de luta é o destaque.

Claro, não joguei o suficiente pra dominar todas as nuances e alguns sistemas novas, mas a grosso modo tudo fluiu muito bem. Com certeza é um titulo que quero adquirir assim que descolar um console para jogá-lo.

BGS 2022
Reprodução: QUByte

Breakers Collection & Top Racer  Collection da QUByte Interactive

Durante os dias em que tive na BGS 2022, a estande da QUByte foi uma das minhas preferidas pelo motivo de que trouxe três jogos muito divertidos, mas o destaque vai para dois em especial que joguei muito.

Breakers Collection em primeiro lugar pelo motivo de que joguei várias partidas, e nunca foi um jogo que morri de amores pelo fato de que a maquina me surrava com uma frequência enorme, mas aprendi a  gostar. É um baita jogo divertido e vê-lo nos consoles modernos é um ótimo.

LEIAM – Nerd Trash na BGS 2022

Top Racer Collection é uma coletânea do TOP GEAR mas com algumas mudanças, creio que por razões de copyright, mas que não deixa de tornar um titulo interessante. Que inclusive tem um crossover com o maravilhoso Horizon Chase Turbo, onde é possível correr com o saudoso Carro da Firma, aquele UNO com uma escada no teto.

É jogo pra família toda, então sem dúvida são jogos para ficar de olho, pois vale muito a pena, uma vez que você seja um apreciador de jogos clássicos.

Nintendo no evento

Em 2019 quando estive na BGS a Nintendo simplesmente roubou a minha atenção, e não foi só pelo motivo de que era o seu retorno ao evento, mas também por trazer trouxe novidades Luigi Mansion 3 e The Legend of Zelda: Link’s Awakening.

E esse ano não foi muito diferente na BGS 2022, pois trouxeram Mario + Rabbids Sparks of Hope, o recente Splatoon 3 e uma área pra se jogar indies brasileiros que vão pintar no Nintendo Switch.

Joguei algumas partidas de Mario Kart e quando comecei a jogar Splatoon 3, começou o anuncio do Super Mario Bros. O Filme não muito longe de onde eu estava, ai foi aquele corre-corre. Mas sendo bem franco, achei bem zuado a introdução com Miyamoto sendo dublado em inglês, sabe, era só legendar, oras.

BGS 2022
Arquivo pessoal

Conclusão

A BGS 2022 pode não ter nos entregado muitas novidades, mas ainda assim foi um retorno importante para todos nós. Claro, tava cheio de influencer gamer que chora pelo fato do evento não os tratarem como um Deus que acham que são, mas também tinha uma galera muito bacana.

O corredor indie estava incrível e com muita coisa bacana para se conferir, alias,  nunca deixem de dedicar um dia só pra explorar essa área. Havia muitos jogos para se conferir. E ainda encontrei com o Jesús na estande da Leonardo Interactive, onde joguei o ótimo Shattered Heaven (que tem texto de impressão aqui no site).

No geral, a BGS 2022 foi um evento necessário para esquecermos um pouco do quão difícil foi os últimos dois anos e ainda reencontrar os amigos.

Quem vai a BGS sabe que o evento tem um clima muito bom, algo único, e isso realmente é algo que renova um pouco da energia. Esquecemos um pouco dos problemas e nos prendemos uma realidade que só quem vai ao evento há algum tempo sabe como é.

Talvez não tenha sido o melhor ano do evento pra mim, mas foi muito necessário e isso me faz crer que a BGS de 2023 tem tudo para ser ainda melhor.

É isso, valeu a pena.

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The Game Awards | Reflexões, Impressões e Bill Clinton https://www.arquivosdowoo.com.br/2022/12/11/the-game-awards-reflexoes-impressoes-e-bill-clinton/ https://www.arquivosdowoo.com.br/2022/12/11/the-game-awards-reflexoes-impressoes-e-bill-clinton/#respond Sun, 11 Dec 2022 21:46:59 +0000 https://www.arquivosdowoo.com.br/?p=12702 Começo de dezembro, a internet se une para a maior punhetagem jornalística ocidental da indústria dos videogames, onde um bando de idiotas se congratulam sobre os jogos que fizeram durante o ano, enquanto ao mesmo tempo, fanboys rasgam o cu em discussões intermináveis, onde um lado acusa o outro de sojado, nazista, etc. Não vou […]

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Começo de dezembro, a internet se une para a maior punhetagem jornalística ocidental da indústria dos videogames, onde um bando de idiotas se congratulam sobre os jogos que fizeram durante o ano, enquanto ao mesmo tempo, fanboys rasgam o cu em discussões intermináveis, onde um lado acusa o outro de sojado, nazista, etc.

Não vou deixar de admitir que adoro ver as pessoas putas por causa do evento (como quando o Boring of War 2018 ganhou o Jogo do Ano, quando Jogo da Rockstar que não é GTA V, vulgo Red Dead Redemption 2 estava rapelando os prêmios), mas as vezes até céticos que gostam de ver pessoas putas, como eu se perguntam como caralhos um jogo MORTO como Multiversus ganhou melhor jogo de luta, quando tinha KOF XV concorrendo.

Provavelmente o pix da Warner deve ter caído.

Mas enfim, por quê uma pessoa assistiria uma punhetação de quase quatro horas de duração? (Tecnicamente o evento começou as dez da noite, mas o pré-show começa as 9 e meia.) Simples, a quantidade de trailers e jogos novos anunciados. E pelo menos nessa edição os caras tiveram a decência de não terem tão caras de pau de dar tudo pra Sony e Elden Ring ganhou o Game of The Year. Mas não é pra isso que vocês estão lendo esse texto, certo? Mas sim pra ler minhas impressões sobre os anúncios realizados. Então, sem mais delongas, vamos ao que foi anunciado no The Game Awards, e minhas impressões.

Dead Cells: Return to Castlevania

DLC de Dead Cells, em crossover com a série da Konami, porque a Konami não quer fazer Castlevania’s ela mesma, nem delegar o trabalho a estúdios que possuem vontade e talento pra tal. Foi meio aleatório, mas OK.

Vampire Survivors disponível para iOS e Android

Existe apenas uma palavra pra resumir minha reação: Caguei.

Valiant Hearts: Coming Home

Alguém lembra de Valiant Hearts? É mobile, então caguei, mas sério. Alguém LEMBRA de Valiant Hearts? Porque ele, e todos os jogos na UbiArt não chamados Just Dance simplesmente sumiram.

Returnal saindo para PC

É papagaiada procedural, então caguei, e é pra PC/Tem no PS5, então é um duplo caguei.

Hellboy: Web of Wyrd

É a terceira vez que Hellboy está recebendo uma adaptação, sendo as anteriores “Dogs of Night/Asylum Seeker” (Depende da versão, se é PC ou PS1) e “Science of Evil”, que não foram muito bem recebidas. Mas enfim, Web of Wyrd tem um estilo cel-shading aproximado dos quadrinhos e minha reação, aqui de acordo com minhas notas: MINDÊ PAPAI.

Horizon: Call of the Mountains

Apesar de tudo, eu gostei honestamente de Horizon: Zero Dawn. É um jogo bom, e me deu aquela sensação de descoberta de mundo aberto, que eu tive quando joguei Assassin’s Creed, muitas eras atrás. Mas, Call of the Mountains é um jogo de PSVR2 (vulgo PS5+VR), então, caguei para este jogo.

Post Trauma

É um survival horror, então as chances de eu jogá-lo são de NEM FODENDO.

Viewfinder

Esse jogo me lembrou The Witness, um jogo de puzzle em primeira pessoa que tive a oportunidade de jogá-lo quando a Sony o deu de graça durante a pandemia… Ou seja, me parece ser um jogo CHATO PRA CARALHO.

Atomic Heart

É um FPS e é tudo o que eu posso dizer sobre esse jogo.

Relic Hunters Legend

Calarts AAAAAAAARGH! É tudo o que tenho pra dizer. E descobri enquanto editava essa matéria, que é um jogo Brasileiro.

Modo Pique-Esconde pra Among US

Caguei.

After US

Não é a sequência de Among Us, mas parece ser um jogo bonito.

Replaced

Ah, não curti tanto o estilo gráfico. Se você curtiu, bom pra você.

Street Fighter 6

O visual do Dee Jay ficou bem daora, ele tá muito com cara daquele teu primo que tu não vê tem uns anos, mas gosta pacaralho dele.

Hades II

Quem diria, a Supergiant lançando continuações. Mas, até quando teremos essa hipersaturação de Roguelikes?

Judas

É do criador de Bioshock e System Shock 2, vamos ver no que isso vai dar. Só acho que perderam uma boa chance de usar a música Judas, do Fozzy, no trailer.

Bayonetta Origins: Cereza and the Lost Demons

Me lembrou bastante o estilo do World of Demons, jogo da Platinum exclusivo pra Apple Arcade. Vamos ver no que isso vai dar.

https://www.youtube.com/watch?v=m_SE2WfQiF8

Ghostbusters: Rise of the Ghost Lord

Um jogo dos Caça-Fantasmas! Mas é pra VR. VAI TOMAR NO CU. A GENTE AQUI ESPERANDO ANOS POR UM JOGO DECENTE DE CAÇA FANTASMAS E OS CORNOS ME FAZEM UM PRA VR!

 

Destiny 2: Lightfall

Ok, Destiny 2 é bom, mas TGA não é lugar de mostrar DLC de Destiny 2.

Suicide Squad: Kill the Justice League

Esse jogo tem um peso enorme. Primeiro, a última performance de Kevin Conroy como Batman. Segundo, ele foi anunciado juntamente com o Gotham Knights, que foi extremamente criticado por não entregar uma performance decente nos consoles da atual geração (mesmo tendo cancelado as versões da geração anterior) e sendo porcamente otimizado pra PC. Então, será que a Rocksteady entrega um jogo ao menos rodando a 60 Frames por segundo?

E comentando uma coisa… COMO A ARLEQUINA TÁ FEIA nesse jogo! Parece uma decisão deliberada da industria ocidental de jogos colocar as mulheres da maneira menos atrativa possível. Ninguém tá falando de colocar a Arlequina Sexualizada ou coisa do tipo, pra isso temos aí os artistas de hentão, mas caralho, ela tá parecendo a Dona Florinda.

Party Animals

Party game. Caguei.

The Last of Us Part 1 saindo no PC

Se você tem um PC bom, é melhor emular o jogo original de PS3.

Star Wars Jedi: Survivor

Eu gostei legitimamente do Jedi: Fallen Order, apesar da navegação dos mapas do jogo ser absolutamente atroz, com um dos mapas menos intuitivos do mundo. Espero que o segundo jogo seja igualmente bom.

Earthblade

Tenho quase certeza de que esse jogo vai ser tão super estimado quanto Celeste foi. É dos mesmos autores do mesmo. A Maddie devia fazer mais fases de Mario Maker.

Dune: Awakening

Po, eu tava mó empolgado, os caras apresentando um jogo de Duna. Aí tudo cai por areia abaixo quando revelam que é MAIS UM MMO OPEN WORLD SURVIVOR WITH CRAFTING SYSTEM. PUTA MERDA.

Forspoken

Retiraram o diálogo cringe, no Isekai da aluna de letras da USP. Agora o jogo tem estatisticamente 78% a mais de chances de ser bom. A demo tá disponível.

Death Stranding 2

O simulador de SEDEX está de volta.

Immortals of Aveum

Aparentemente um jogo de ação em primeira pessoa com mágica. Vamos ver isso ae.

Tekken 8

Como caralhos vão trazer a Jun de volta? Quer saber, nem me pergunto mais em Tekken, nego fala que a lore de Dead or Alive é zoada, ela é completamente coerente comparando com a bagunça de Tekken. Aliás, odeio que eles falam “trailer de gameplay”, mas gameplay mano a mano, com Huds e o caralho a quatro não é mostrado. Aliás, TRAGAM A CHRISTIE MONTEIRO DE VOLTA!

Nightingale

Mostraram esse jogo no ano passado, estou com preguiça de copiar e colar.

Baldur’s Gate 3

Vão corrigir os bugs do Early Access? Se vão, vai dar bom, porque a os devs fizeram um bom trabalho com os Divinity: Original Sin.

Wayfinder

A princípio.. Ah, meio genéricão, mas pode dar certo. Aí fui ver melhor, e é um daqueles malditos Games as Service, que deram tanto certo com hits como Godfall e Babylon’s Fall… Depois disso meu pinto caiu. Pelo menos é gratuito, ao contrário dos dois anteriores.

Fire Emblem Engage: Expansion Pass

O jogo NEM FOI LANÇADO, NINTENDO, E VOCÊS JÁ TÃO ANUNCIANDO DLC. CARALHO!

Diablo IV

Deviam adiar o jogo até 2066, aí o jogo seria lançado 6.6.66. Piadas a parte, é, Diablo 4 sai em Junho, mesmo mês de Street Fighter 6.

Horizon Forbidden West: Burning Shores

Esse DLC vai quebrar o jogo principal que nem o Frozen Wilds quebrou o primeiro jogo, hehehe. Achei paia o DLC ser só pra PS5, querendo forçar quem não migrou pra essa geração atual.

Blue Protocol

Genshin Xenoblade Chronicles em forma de MMO. Caguei

https://www.youtube.com/watch?v=apxWFrE7saA

Remnant II

Disseram que o primeiro Remnant é um jogo legal e tal, um Souls-like com armas de fogo e tal. Eu só joguei a prequel (Chronos: Before Ashes).

Transformers: Reactivate

Apesar do Trailer não mostrar muito, a Splash Damage tem bons jogos no catálogo, como Enemy Territory: Quake Wars e Gears Tactics em seu portifólio, além de Brinks. Vamos ver no que isso vai dar.

Company of Heroes 3: Console Edition

RTS em console é uma parada complicada.

Behemoth

Jogo VR. Caguei.

Trailer do filme do Mario

Talvez por ter sido lançado pouco depois do recente segundo trailer, esse pequeno teaser foi fraquinho.

Banishers: Ghosts of New Eden

Um jogo da Don’t Nod que não é populado (aparentemente) por gente insuportável? O que é isso? Evolução? Enfim, me parece um Souls-like. Ele não sendo chato como foi Vampyr tá valendo. Agora, os caras mudaram o nome de Dontnod pra Don’t nod. VAI TOMAR NO CU.

Warhammer 40K: Space Marine II

A VOLTA DO GEARS OF WAR AZUL! Piadas a parte, o Space Marine original era um jogo bem legal, porém não é a Relic que está fazendo a continuação. Só espero que a Saber saiba no que está se metendo.

Meet Your Maker

É uma cruza de Mario Maker (crie fases) com Dead Space (mortes horripilantes). Não me interessou. (O trailer não está aqui no post porque é restrito a maiores de 18 anos, e não dá pra colocar ele no embed)

Crash Team Rumble

O pessoal esperava um novo platformer. O que recebemos? Um jogo multiplayer versus 4×4 que parece a porra de um Moba. POR QUÊ?

The Lords of the Fallen

Esse jogo vai vender PRA CARALHO. Quando estiver numa promoção por 10 reais na PSN, como acontece com o Lords of the Fallen original.

Crime Boss: Rockay City

Colocar esse trailer e o da DLC de Cyberpunk 2077 um depois do outro não foi muito bem planejado. Porque a impressão primária, foi “Mamãe, quero ser Cyberpunk 2077”, apesar da temática ser diferente.

Cyberpunk 2077: Phantom Liberty

O Idris Elba vai interpretar um personagem no DLC de Cyberpunk 2077, então podemos chamar essa DLC oficialmente de Cyberpunk 2077 & Knuckles.

Armored Core VI: Fires of Rubicon

Dez anos depois do último jogo da série, Armored Core está de volta, é isso aí. E vai sair pra todo mundo, PS4, Xbox One, PS5, Xbox Series e até PC. O que dá esperanças de um dia vermos um Tenchu novo feito pela From Software, e não, Sekiro não conta como Tenchu.

Wild Hearts

É basicamente Toukiden com outro nome.

Final Fantasy XVI

Mataram um chocobo no trailer, véi. Junho vai estar cheio de jogos, Street 6, Diablo 4, Final Fantasy 16. Ainda bem que não tenho dinheiro.

E Bill Clinton nos trending topícs

E quando estavam todos já satisfeitos que Elden Ring ganhara o título de jogo do ano, eis que uma última surpresa foi reservada… Um rapaz de quinze anos (aparentemente) invadiu o palco, ou melhor, se infiltrou junto com o pessoal da From Software e disse: “Eu gostaria de dedicar este prêmio ao meu rabino ortodoxo reformado Bill Clinton.”

E assim terminou o The Game Awards, uma premiação chata, previsível que as pessoas só assistem pra saber os próximos lançamentos, mas que esse ano ao menos trouxe algo hilário. Provavelmente enquanto digito isso, o dublador do Kratos AINDA deve estar fazendo o discurso dele.

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