Arquivos PSN - Arquivos do Woo https://www.arquivosdowoo.com.br/tag/psn/ Um pouco de tudo na medida certa Fri, 20 Jun 2025 20:26:07 +0000 pt-BR hourly 1 https://wordpress.org/?v=6.9 https://www.arquivosdowoo.com.br/wp-content/uploads/2020/12/cropped-logo-150x150.png Arquivos PSN - Arquivos do Woo https://www.arquivosdowoo.com.br/tag/psn/ 32 32 Recomendações do Horo | Promoções na PSN por até R$50,00 https://www.arquivosdowoo.com.br/2024/04/24/recomendacoes-do-horo-promocoes-na-psn-por-ate-r5000/ https://www.arquivosdowoo.com.br/2024/04/24/recomendacoes-do-horo-promocoes-na-psn-por-ate-r5000/#comments Wed, 24 Apr 2024 19:13:04 +0000 https://www.arquivosdowoo.com.br/?p=16822 O mês de maio de 2024 vem chegando — tá passando rápido, né — e com ele temos uma promoção nova da PlayStation Store, que diferente da maioria das outras, não é temática de nenhum feriado ou de algum gênero de jogo específico, porém ela vem com ótimos preços. LEIAM – Lunar Axe | Mata […]

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O mês de maio de 2024 vem chegando — tá passando rápido, né — e com ele temos uma promoção nova da PlayStation Store, que diferente da maioria das outras, não é temática de nenhum feriado ou de algum gênero de jogo específico, porém ela vem com ótimos preços.

LEIAM – Lunar Axe | Mata a Cobra e Mostra o… Machado

Assim eu, Tony Horo, resolvi trazer algumas das minhas recomendações de jogos por até R$ 50,00. Lembrando que esses descontos não possuem data certa para terminar, então aproveite logo antes que acabem.

CONFIRAM OS TITULOS ABAIXO:

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Esta lista foi feita sem apoio da Sony e não é um anúncio.

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Biomutant | Furries pós apocalípticos https://www.arquivosdowoo.com.br/2021/06/02/biomutant-furries-pos-apocalipticos/ https://www.arquivosdowoo.com.br/2021/06/02/biomutant-furries-pos-apocalipticos/#respond Wed, 02 Jun 2021 21:55:22 +0000 https://www.arquivosdowoo.com.br/?p=7629 Biomutant é uma aposta arriscada em vários sentidos. Primeiro, por parte da THQ Nordic, por investir em uma IP completamente original. Depois, por parte da Experiment 101, sendo o primeiro projeto deles e pelo fato do jogo ser um RPG de mundo aberto, num mercado que está absolutamente lotado deles. A Experiment 101 não é […]

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Biomutant é uma aposta arriscada em vários sentidos. Primeiro, por parte da THQ Nordic, por investir em uma IP completamente original. Depois, por parte da Experiment 101, sendo o primeiro projeto deles e pelo fato do jogo ser um RPG de mundo aberto, num mercado que está absolutamente lotado deles.

A Experiment 101 não é necessariamente novata nisso, já que o fundador do estúdio, Stefan Ljungqvist foi uma das mentes responsáveis pela série Just Cause e pelo jogo de Mad Max.

A pergunta que não quer calar, entretanto é: Como Biomutant se sai sozinho? Confira conosco na análise.

A ascensão dos Furries

Após gerações e gerações de humanos jogando tudo quanto é tipo de porcaria na Terra, chegou um ponto em que o planeta começou a se tornar inabitável para as pessoas, assim a humanidade abandonou o planeta e deixou o planeta a Deus dará.

Como acontece com toda espécie deixada numa condição adversa, os animais sobreviventes acabaram por se adaptar ao ambiente e as mutações ocorreram, com as criaturas se tornando mais inteligentes e desenvolvendo sociedades, nas ruínas do que os humanos deixaram.

LEIAM – WarDogs: Red’s Return | Final Fight dos Cachorros

Só que o preço pago por inúmeros anos de poluição, é que isso gerou a criação de quatro criaturas tenebrosas, denominadas Devoradores, que começaram a acelerar o processo de destruição do mundo, pois eles ocupam os quatro galhos principais da Árvore da Vida, o pilar central do mundo e que mantém o mesmo vivo.

É seu papel, um ronin com um passado trágico, derrotar tais criaturas e curar o mundo, mas você decide O MEIO DE CHEGAR AO SEU OBJETIVO.

Um mundo de possibilidades para você

Biomutant

Tirando o primeiro elefante branco da sala: O começo do jogo não é dos mais animadores. Sim, é esquisito ter que criticar um tutorial, mas aquele trecho inicial me cativou o bastante.

Dito isso, primeiro você tem uma miríade de coisas para fazer, que influenciam nos seus status iniciais, como a espécie que você pertence, a classe e mesmo os seus atributos iniciais. Tudo isso influencia na sua aparência e mesmo no seu passado, com a aparência de seus pais.

Claro, como são animais antropomórficos não fofinhos feito os de Sonic, o sistema de criação de personagens tende a ter um ar mais animalesco, ainda que seja decente. Embora apesar de tudo, ainda é possível criar aberrações da natureza, como meu primeiro char criado antes das sessões de livestream’s que fiz do jogo no Twitch.

O jogo possui um sistema de carma semelhante ao da série InFamous, que influencia não somente o final que você vai obter no jogo, mas como os personagens ao seu redor o veem e as habilidades psiônicas, que são as magias do jogo. Luz ou escuridão, o carma pode ser adquirido em diálogos ou em totens que você consegue encontrar no mundo do jogo.

No quesito de combate, você possui uma gama impressionante de armas para chutar os traseiros até a semana que vem. Você começa com uma arma de combate corpo a corpo e uma a longa distância referente a sua classe, mas você pode fazer upgrades nela com peças que encontrará em sua exploração e com sucata que você acha nos totens de recursos e dropando de alguns inimigos.

O crafting a princípio não parece ser algo importante, mas conforme se avança no jogo são necessárias armas mais fortes, então acumular recursos para uma arma melhor é uma boa pedida aqui.

Quando o mundo se abre, existe uma imensa gama de missões para se fazer, e ainda que o jogador tenha liberdade para fazê-las na hora que quiser, nem todas poderão ser feitas, pois coisas acabam faltando, como veículos, montarias ou roupas especiais.

Infelizmente, aqui mora um dos pontos fracos do jogo, não há um incentivo emocional para se fazer tais missões. Claro, você vai querer fazê-las do ponto de vista racional, conseguir XP, craftar itens e pontos de upgrade. Faço aqui uma comparação com a série Fallout, que por mais que desajeitado o combate as vezes seja, usualmente ele nos proporciona missões com NPC’s que vez ou outra conseguimos nos afeiçoar a eles, seja amor ou ódio.

Combate variado, puzzles simples

Biomutant

O combate de Biomutant existe em três partes, mano a mano desarmado, o combate com as armas e combate a distância. Você tem combos simples, e vai desbloqueando novas habilidades conforme se aumenta de nível.

Não é difícil pegar o jeito, mas cabe ao jogador escolher quando ele vai se utilizar de ataques físicos, ou se é melhor ele utilizar da boa e velha magia de pólvora (conhecido como armas de fogo). Cada arma tem um funcionamento único, e novamente, aí vai muito do jogador decidir que tipo de arma de fogo ou arma branca se adequa melhor ao estilo dele.

A dificuldade do jogo é balanceada, mas o jogador pode se pegar morrendo em situações bobas, seja por descuido (cair na água, que drena a sua estamina ou na gosma venenosa que mata rápido), ou um chefe em específico ( #nerftorresminho). Mas, ainda assim, não encontrei grandes dificuldades nas minhas 25 horas de jogatina (foi o tempo que levei pra terminar a campanha principal, fazendo um punhado de sidequest’s ao longo do caminho).

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As batalhas contra os devoradores ocorrem em veículos especiais, uma ocorre numa espécie de armadura robótica, outra num jet-ski, uma acontece numa montaria e o último acontece num veículo subaquático que eu esqueci o nome. Essas batalhas, apesar de emocionantes, são um tanto repetitivas, porque o que você faz é ver o padrão do chefe, desviar dos ataques e contra atacar.

A batalha mais criativa é a do Torresminho (segundo devorador), que exige um pouco de criatividade, mas é a mais difícil e me tomou MUITOS itens de cura porque demora até você pegar o jeito. E a segunda fase dela, pior que a primeira. E a luta final foi mais um teste de paciência porque envolve lutar contra o chefe final três vezes, uma sozinho, uma antes de batalha contra o quarto devorador e as outras duas para finalizar o jogo.

Em algumas etapas do jogo, você encontrará alguns objetos do mundo antigo, que são coisas como relógios de sol, ou telefones, ou Tevês, rádios. Ao interagir com tais objetos, você precisará resolver um puzzle.

Seria algo a se preocupar no meu caso, que sou notavelmente ruim nos jogos do gênero puzzle, mas eles são extremamente simplistas, e ficam AINDA MAIS FÁCEIS caso sua inteligência (no jogo) seja alta.

Porém, no estado atual (passível de ser consertado em futuros patches de correção), alguns puzzles estarão bugados a ponto de não poderem ser resolvidos (no momento a solução é salvar e carregar o save).

Fantástico mundo de baixo orçamento

Biomutant

De novo, tirando aqui o segundo elefante branco da sala (aparentemente essa sala é tão grande que cabem dois elefantes brancos, mas divago): Qualquer um que olhe para o jogo rodando, verá que os cenários são aquém do que os consoles da geração passada (PS4/Xone) são capazes.

As texturas não possuem a qualidade vista em jogos como Horizon: Zero Dawn ou mesmo o Ratchet & Clank de 2016, mas até aí a THQ Nordic não possui o cheat de dinheiro infinito que a SONY tem.

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Dito isso, ainda assim, os cenários de Biomutant são de tirar o fôlego. O mundo é vibrante e colorido em sua maior parte, com exceções óbvias nos locais onde a poluição deixou tudo cinza. As construções que mostram que aquelas criaturas que hoje habitam o mundo se adaptaram ao que restou.

Os modelos dos personagens não são o que você esperaria ao ouvir a palavra “furry”, usualmente associada com os seres antropomórficos de Sonic ou o estilo cartunesco que vemos os Furries utilizarem no Twitter. Aqui literalmente são animais humanoides. E apesar da estranheza inicial, o estilo casou com a proposta do jogo.

A trilha de Biomutant, composta por Björn Palmberg é fantástica. As músicas tem um toque, uma sonoridade com um pé no oriente, visto a influência de artes marciais no combate e organização do jogo. Apesar disso, a trilha possui um outro tom melancólico, como se soubesse que o mundo em que ela está inserida está agonizando.

Quanto a dublagem do jogo… Existe uma razão pela qual o jogo te dá a opção de “mutar” o narrador do jogo. A princípio você acha bacana, mas conforme o tempo passa, a voz do narrador é praticamente a única, e ela vai te deixar maluco, porque ele não narra apenas os diálogos, mas ele solta linhas aleatórias, conforme você vai andando pelo mundo. E não importa a língua, eu joguei com as vozes em inglês, japonês, espanhol, russo, polonês e mandarim. Você vai ficar irritado de qualquer jeito.

Honestamente, eu preferiria que deixassem somente o idioma fictício criado pro jogo com os textos na tela, como acontece em Klonoa, por exemplo. Apesar de você não entender o que as criaturas falam, dá pra perceber pela tonalidade, o que elas querem dizer. Um narrador só serviu pra irritar os jogadores.

Como muitos jogos da THQ, Biomutant está traduzido para o português (sem dublagem, mas ei, talvez tenha sido benção disfarçada). No geral, a tradução está 99% excelente, com termos bem localizados, com exceção de uns dois errinhos que encontrei, e se tratando de uma jornada de mais de 25 horas, com toneladas de texto, isso quer dizer algo.

Conclusão Honesta

Biomutant

Se Biomutant fosse um jogo vendido na PSN ou na Live por 250, 200 Reais (seguindo basicamente a tabela de 50, ou 40 dólares respectivamente), eu recomendaria a compra sem pensar duas vezes.

Num mundo ideal onde os jogadores podem comprar 2 lançamentos AAA num mês sem ter rombo no orçamento, Biomutant a 40, 50 dólares seria uma compra certa.

Porém não estamos num mundo ideal, e Biomutant custa 300 reais na PSN Brasileira (332 na Xbox Live), indo para a tabela dos 60 dólares, e francamente. Por esse preço, eu recomendaria a compra em uma promoção. Se você quiser arriscar 200 reais na versão de PC, vai fundo, porque o jogo é legal e pode valer o investimento.

Enfim, entre acertos e erros, Biomutant é um RPG bem divertido, que vai render horas de diversão (após o tutorial), mas tenha em mente que existem jogos que fazem o que Biomutant fez, mas que custam menos atualmente.

Biomutant está disponível para PC, PlayStation 4 e Xbox One, com versões para PlayStation 5 e Xbox Series a serem lançadas posteriormente.

Essa análise foi feita com uma cópia digital de PlayStation 4 cedida pela THQ Nordic.

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Project Judge | Analise da demo do mais novo jogo dos desenvolvedores de Yakuza https://www.arquivosdowoo.com.br/2018/09/15/project-judge-analise-da-demo-do-mais/ https://www.arquivosdowoo.com.br/2018/09/15/project-judge-analise-da-demo-do-mais/#respond Sat, 15 Sep 2018 16:05:00 +0000 https://www.arquivosdowoo.com.br/2018/09/15/project-judge-analise-da-demo-do-mais/ Antes da Tokyo Game Show, a Sega revelou um novo jogo dos criadores de Yakuza, intitulado Judge Eyes, no qual encarnaremos um advogado em busca de justiça. Claro, a apresentação estava com tradução simultânea e a parada tinha tanto cringe que eu não consegui assistir a um minuto do vídeo ali presente. Felizmente, a SEGA […]

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Antes da Tokyo Game Show, a Sega revelou um novo jogo dos criadores de Yakuza, intitulado Judge Eyes, no qual encarnaremos um advogado em busca de justiça. Claro, a apresentação estava com tradução simultânea e a parada tinha tanto cringe que eu não consegui assistir a um minuto do vídeo ali presente. Felizmente, a SEGA of America liberou um trailer com legendas em inglês, logo um pouco de contexto nos foi jogado.


Mas essa não é a razão pela qual você está lendo esse texto, mas sim porque você quer saber as primeiras impressões de alguém que JOGOU a demo do jogo, disponível na PSN japonesa.



Primeiramente vou ser honesto, minha experiência com a série Yakuza é limitadíssima, constituída de uma jogatina do Yakuza 2, muito tempo atrás, algumas horas do Yakuza Dead Souls e a demo do Yakuza 0. Eu não joguei o resto da série porque… Eu só fui conseguir o PS3 em 2015 e o PS4 agora em 2018.


O clima do jogo é uma versão menos espalhafatosa de Yakuza. Sim, o universo é o mesmo e Kamurocho é reconhecível logo de cara, mas as cores do cenário parecem mais sóbrias. A demo não nos dá tantos detalhes da história, apenas a cena de abertura (disponível no trailer) que nos apresenta os personagens principais, entre eles o protagonista Takayuki Yagami, um advogado de defesa que conseguiu uma reviravolta milagrosa em um tribunal cuja taxa de condenação era de 99% dos casos.



Só que a vida de Yagami vira de pernas pro ar quando esse mesmo cliente (Okubo, pelo que consegui entender) foi preso novamente, dessa vez por matar a própria namorada e incendiar a casa dela. Naquele momento, a carreira de advogado de Yagami não significava mais nada (ele ficou conhecido como um advogado que deu liberdade a um assassino), Passam-se três anos, e nosso advogado agora trabalha como detetive, podendo usar uma roupa e penteado mais legal que o da época de cosplayer de Phoenix Wright


A mecânica do jogo é fácil de entender, se você tem familiaridade com a série Yakuza, golpes, combos e contra golpes funcionam da mesma maneira, e um tutorial bem didático ensina a quem é novato na série a se familiarizar com o combate. É simples e em pouco tempo você poderá bancar o Bruce Lee, o Jet Li ou a Negra Li.



A Navegação pela cidade, novamente, é igual Yakuza, vá do ponto A ao B, tendo liberdade de explorar como quiser, mas na demo, obviamente a área é limitada e a progressão na mesma é linear. 


Como a temática de jogo é de detetive, algumas novas mecânicas foram introduzidas, como a do reconhecimento de suspeitos, na qual você recebe um retrato falado do suspeito e deve encontrá-lo na multidão. É fácil, com o R2 você dá um zoom e usando o analógico direto, direcione a mira. Quando surgir um ponto de interesse (alguma pessoa), um ícone com o botão de ação (X em console ocidental, O em console japonês) irá surgir e você pode fazer o reconhecimento, o sistema irá bater as características da pessoa com a do retrato falado. Eu expliquei de maneira complicada, mas na verdade é bem simples, e um sistema semelhante é utilizado na ativação do drone em um ponto da demo.


Se haverá um sistema de drone no jogo final, ou se será coisa de cutscene, só o tempo dirá.


Por fim, outra coisa mostrada na demo, é o sistema de perseguição de suspeito, que funciona mais ou menos como um jogo sob trilhos, onde controlamos apenas a direção do personagem, da esquerda pra direita e nos desviamos de obstáculos em quick-time events, coisa que não sei se tem em Yakuza.



Agora, minhas considerações sobre a demo e algumas outras coisas que não estavam na demo. Recentemente eu joguei a demo do Fist of the North Star: Lost Paradise, e mesmo os jogos usando a engine de Yakuza, são dois jogos com o gameplay completamente diferente, mesmo o combate sendo parecido. Judge Eyes tem um combate menos galhofado que um Yakuza, ainda que seja possível acertar alguém com uma lata de lixo. 


A demo tinha pequenos problemas de taxa de quadros em certos pontos, especialmente assim que o jogo faz a transição para Kamurocho, mas são detalhes que podem ser remediados até dezembro. As minhas dúvidas são relativas a coisas da temática do jogo que não foram mostradas. Será que teremos um sistema de controle dos drones? E tribunais? Eles farão parte do gameplay de Judge Eyes?



Por fim, o jogo traz um caso de assassinatos em série, que é o foco principal da narrativa, se eles estão ligados com a morte de Emi (A namorada de Okubo), só veremos na versão final… Mal posso esperar pra socar meliantes virtuais.  


Judge Eyes é exclusivo de PlayStation 4 e sairá em Dezembro de 2018 no Japão, e em 2019 no ocidente, com o nome provisório de Project Judge.

Abaixo você pode conferir o gameplay em meu canal do Twitch, alias, não deixem de se inscrever:


Assista a Judge Eyes – Novo jogo da equipe de Yakuza de MrSancini em www.twitch.tv

 

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