Arquivos PS2 - Arquivos do Woo https://www.arquivosdowoo.com.br/tag/ps2/ Um pouco de tudo na medida certa Mon, 14 Jul 2025 00:32:15 +0000 pt-BR hourly 1 https://wordpress.org/?v=6.9 https://www.arquivosdowoo.com.br/wp-content/uploads/2020/12/cropped-logo-150x150.png Arquivos PS2 - Arquivos do Woo https://www.arquivosdowoo.com.br/tag/ps2/ 32 32 Need for Speed: Most Wanted (2005) – Um bom jogo com progressão horrível | Análise Retro https://www.arquivosdowoo.com.br/2025/07/13/need-for-speed-most-wanted-2005-um-bom-jogo-com-progressao-horrivel-analise-retro/ https://www.arquivosdowoo.com.br/2025/07/13/need-for-speed-most-wanted-2005-um-bom-jogo-com-progressao-horrivel-analise-retro/#respond Sun, 13 Jul 2025 20:53:20 +0000 https://www.arquivosdowoo.com.br/?p=20593 Leitores e amigos de longa data vão saber que existem dois gêneros de games que eu amo de paixão: JRPG e corrida. Não sou nenhum mestre em nenhum dos dois, porém: jogo meus JRPGs na dificuldade normal (tirando um ou outro) e não tenho as ferramentas ($$) para apreciar simuladores de corrida como se deve. […]

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Leitores e amigos de longa data vão saber que existem dois gêneros de games que eu amo de paixão: JRPG e corrida. Não sou nenhum mestre em nenhum dos dois, porém: jogo meus JRPGs na dificuldade normal (tirando um ou outro) e não tenho as ferramentas ($$) para apreciar simuladores de corrida como se deve.

Eu cheguei a comprar volante de PS3, mas me senti uma criança de boné de helicóptero já que eu tinha 25 anos quando peguei um e por isso, vendi logo.

Desde então eu me limito a apreciar esse gênero em jogos de arcade como Daytona USA e o PERFEITO OutRun 2, além de alguns simcades, como Forza Horizon (que tem seus defeitos). Até me arrisco em uns jogos de rali e Gran Turismo, mas é isso.

ISTO POSTO, Need for Speed sempre foi um nome muito presente na minha vida, mas não tanto no quesito jogatina. Na lan house que mais frequentei em meados de 2004 — a falecida Orion Games em Vista Alegre, bairro da ZN do Rio –, haviam basicamente três jogos instalados: Counter-Strike 1.5 (óbvio), Warcraft III (com o desconhecido mod DotA) e Need for Speed Underground 1.

Reprodução: EA

Era meio bizarro, pois jogar NFSU na lan house implicava sempre sentar no mesmo PC e torcer para que ninguém jogasse no seu save. Ou pior: deletasse ele.

Eu mesmo presenciei muitas brigas de criança por causa disso, em um tempo onde a relação das pessoas era mais calorosa por ser presencial e assim, mais verdadeira.

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Assim, conheci o meu primeiro Need for Speed DAQUELA geração. Sim, eu já havia jogado Hot Pursuit III (1998) no PlayStation 1, além de ter visto milhares de vezes o dublador do Jaspion, Carlos Takeshi, vender a versão de PC de Need for Speed II (1997) no canal Shoptime.

Porém, esse era o primeiro jogo da chamada “geração PS2” e eu, como demoraria anos para ter meu próprio em casa, conheci as corridas underground via PC de lan house mesmo.

Reprodução: EA

 

Need for Speed na geração PS2

Após seu sucesso inicial que se deu desde o 3DO com o primeiro NFS, a série deu uns passeios de sucesso no PC e no PS1, até que a EA Black Box, estúdio canadense, ficou responsável pelo primeiro jogo da série no PS2. Assim, surgiu Need for Speed: Hot Pursuit 2, que foi muito bem recebido, pelo menos no console da Sony.

Depois desse sucesso, a Black Box seguiu desenvolvendo os jogos da série, como o já citado Undergrounds 1 e 2 (2003 e 2004, respectivamente), Most Wanted (2005), Carbon (2006) até terminar em Pro Street (2007), pelo menos nessa geração.

Todos esses jogos, por serem feitos pelo mesmo estúdio, compartilham o mesmo DNA e Engine, a EAGL (EA Game Library), que foi evoluindo ao longo dos anos.

Reprodução: EA

Do Underground para a Lista Negra

Como se sabe, os dois jogos Underground foram um pináculo para a série, que até então tinha uma estética voltada para coleção de carros de luxo, com algumas curvas para perseguições policiais inspiradas em programas de TV da época.

Em Underground, a inspiração na cena de tuning da época atraiu a galera mais jovem, com suas corridas noturnas, neon nos carros e os agora cafona adesivos de chamas nas laterais dos veículos. Toda essa cena fez com que muita gente se interessasse pelo game.

Agora não eram só os fãs do gênero que compravam Need for Speed, mas também fãs de Velozes & Furiosos, que por não ter jogos bons, perdeu seu espaço no mercado para os jogos da EA.

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E após dois jogos com temática similar, a Black Box resolveu que seria interessante mudar um pouco o ambiente: para trás ficaram as corridas noturnas e agora temos de volta o tom de sépia/amarelado de jogos como NFS III: Hot Pursuit.

A cidade de Rockport, é baseada em regiões do nordeste americano, como Baltimore e Philadelphia, com áreas industrializadas, além de um subúrbio bem arborizado.

O tom de sépia, muito criticado hoje em dia, era na época uma novidade do que a tecnologia da época poderia proporcionar. A ideia era dar um tom de outono ao jogo, tanto que a maioria das corridas se passa ou de dia ou durante um entardecer alaranjado, bem diferente das corridas noturnas dos dois jogos anteriores.

Reprodução: EA

O corredor mais procurado

A historinha do jogo é contada por cutscenes com atores reais, mas bem estilizadas.

Você joga como um piloto sem nome (apelidado só de “The Player”) que chega em Rockport City para desafiar os melhores corredores de rua.

Durante uma corrida contra o chefão local, Razor Callahan, ele sabota seu carro (retira o bloqueio do óleo), fazendo você perder a corrida e ser preso pela polícia. Enquanto está detido, Razor fica com seu carro tunado — o mais rápido da cidade — e usa ele pra subir até o topo da Blacklist, o ranking dos 15 corredores mais procurados da cidade.

A ideia é bem similar aos dois jogos anteriores, mas a progressão é mais claramente dividida entre esses 15 corredores. Aí você vai pensar: “nossa, então são só 15 corridas?

Ah, meu amigo. É claro que não. É um jogo da EA GAMES (challege everything). 

Para enfrentar cada rival da black list, você precisa vencer uma série de corridas, além de alguns objetivos (“milestones“), e esses milestones são o que tornam um jogo que seria nota 9,0 em algo bem abaixo disso, e eu vou te dizer o por quê.

Reprodução: EA

Os modos de corrida

Existem ideias incríveis nesse jogo. Em relação as corridas normais, não se tem do que reclamar. O jogo tem um monte de variações legais que até hoje não vi em outros jogos modernos, que são:

  1. Circuit

    • Corrida em circuito fechado (2 a 5 voltas).

    • Ganha quem terminar primeiro.

  2. Sprint

    • Corrida ponto-a-ponto, do início ao fim em linha contínua.

    • Sem voltas. Ganha quem chegar primeiro.

  3. Lap Knockout

    • Em cada volta, o último colocado é eliminado.

    • Continua até restar um.

  4. Speedtrap

    • Vence quem tiver o maior total de velocidade ao passar por todos os radares na pista.

    • Não importa a posição final da corrida, só a soma das velocidades registradas.

  5. Drag

    • Corrida de arrancada com troca manual de marchas.

    • Pistas retas, com obstáculos e tráfego.

    • Exige reflexos rápidos para trocar de faixa e marchar no tempo certo.

  6. Tollbooth Time Trial (também chamado só de “Tollbooth”)

    • Corrida contra o tempo, passando por vários pedágios (checkpoints).

    • Cada pedágio tem um tempo-limite. Chegue antes para ganhar segundos extras.

  7. Lap Time Trial

    • Corrida solo contra o relógio.

    • Objetivo: completar uma ou mais voltas no menor tempo possível.

    • Pouco comum na carreira principal.

Todos esses modos aparecem na Campanha espalhados entre os desafios para enfrentar cada rival. Então imagine que para enfrentar o seu rival atual, você precise ganhar 5 corridas. Aí, o jogo te apresenta 9 desafios diferentes, te deixando escolher quais fazer até atingir a meta.

Isso gera uma variedade de escolha do jogador, que pode não se sentir a fim de fazer sempre as mesmas corridas com 3 voltas, e queira simplesmente fazer todos Time Trials ou outros modos disponíveis.

Reprodução: EA

 

O problema do jogo: Milestones e Bounty

Além das corridas tradicionais, o jogo também exige que você complete “Bounty” e “Milestones”, que são metas de perseguição policial, como:

  • Ficar um tempo X em perseguição

  • Danificar viatura, passar por barreiras políciais e escapar de espinhos deixados por eles

  • Atingir valor de procurado

  • Passar por radares em alta velocidade (também chamados de Speed Cameras nos Milestones)

Os desafios dos radares são divertidos, mas Cristo Rei, como odeio todos os outros.

Ficar fugindo da polícia é chato, já que a IA às vezes te ignora ou simplesmente foge, fazendo você perder a perseguição e ter que começar tudo de novo.

Danificar viaturas é ok… mas também envolve o mesmo problema da perseguição poder acabar a qualquer momento sem que seja culpa do jogador.

Reprodução: EA

O valor de procurado (Bounty) é um problema à parte, pois chega um ponto que o jogo simplesmente te FORÇA a ficar perambulando fugindo da polícia só pra aumentar esse valor arbitrário, apenas como forma de esticar a duração do jogo.

E esses são os reais problemas de Need for Speed: Most Wanted: travar sua progressão com esses Milestones é fazer o jogador de palhaço.

Muitas das sessões de jogo que fiz para zerar e escrever essa análise se limitaram a ficar fugindo da polícia por minutos, tendo que apelar para uma área circular onde eu podia explorar a forma que os carros de polícia “nascem” no mapa.

E mesmo assim foi completamente chato, a ponto de eu tirar o som do jogo e ficar ouvindo YouTube no segundo monitor.

Reprodução: EA

Mods modernos para PC

No fim, eu cansei de brigar com um jogo que foi feito sem pensar no meu bem-estar e usei diversos mods. Alguns deles completamente estéticos e outros feitos para fazer com que eu ME DIVERTISSE, mesmo com toda palhaçada da EA Black Box.

A versão de PC roda no Windows 10 e 11 de boa e possui packs gráficos, mods para usar controles de PS4/PS5/Xbox, além de um chamado Extra Options que permite que você mude até seu nível de procurado, o que adianta bastante alguns objetivos, te impedindo de ficar horas aumentando o número de policiais atrás de você só para perder seu progresso por um bug da IA do jogo.

Existe um ótimo compilado deles aqui no moddb.com, que você instala de uma vez só.

Eu recomendo que você instale ele em cima de uma instalação limpa do jogo no Windows. Não precisa instalar nada além disso: já tem tudo que você precisa para ter uma experiência legal com o game.

Reprodução: EA

Veredito

Need for Speed: Most Wanted fez bastante sucesso quando foi lançado. Seus controles são ótimos para um jogo de corrida estilo arcade, a ambientação laranja da cidade de Rockport reflete bastante como eram os games e a estética daquela época e a grosso modo, é um jogo bem divertido para se jogar por algumas horas.

Porém, sua progressão limitada para fazer o game durar mais nas mãos do jogador faz mais mal que bem, e garanto que a maioria das pessoas da época simplesmente não terminou o modo carreira por se frustrar com a forma que tudo é tratado.

A questão das milestones é tão frustrante que até as perseguições policiais, que eram para ser o mote principal do jogo, ficam ruins quando se leva em conta a IA da polícia, que vai de burra para implacável em questão de segundos, dependendo do seu nível de procurado.

O problema foi tão relevante que na sua continuação direta, Need for Speed: Carbon, essas perseguições deixaram de ser obrigatórias, mudando a progressão para um sistema de território, bem menos exigente com o tempo livre do jogador.

As corridas por outro lado, são ótimas e são bem melhores que os jogos modernos da série, como Unbounded (2022), além das hilárias e mal atuadas cutscenes, que divertem e trazem uns alentos para os olhos, como a Mia, interpretada pela atriz Josie Maran.

Caso queira se aventurar nesse jogo, recomendo se proteger de todas suas frustrações: instale o mod acima, aprenda como usar as funções do mod Extra Options e procure apelar pra elas somente quando precisar, pois apesar de tudo que falei, o jogo começa a ficar frustrante somente lá pelo 5o cara da Black List, e até lá você já vai ter se divertido bastante também.

Nota: 7,0/10

Reprodução: EA

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Nos anos recentes, a Capcom vem nos trazendo diversos relançamentos de seus jogos clássicos na forma de coleções para consoles modernos.

Essa iniciativa começou — pelo menos recentemente — com o  Street Fighter 30th Anniversary Collection, uma coleção que foi feita no ocidente e juntou todos os principais jogos da série. Depois ainda vieram os lançamentos Capcom Beat ‘Em Up Bundle, Capcom Fighting Collection 1 e Marvel vs Capcom Collection, que fizeram muito sucesso com a comunidade devido à sua fidelidade às versões originais, muitas vezes sendo o primeiro lançamento oficial das versões de arcade dos jogos em consoles.

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Agora, em 2025, a Capcom traz a segunda Capcom Fighting Collection, dessa vez contando com os crossovers com a SNK, popular por seus jogos como Fatal Fury e King of Fighters. Mas será que essa coletânea mantém o padrão das anteriores?

Os jogos da coletânea e comentários sobre cada um

Bom, vamos à informação importante. Os jogos que vêm no pacote são:

Divulgação: Capcom

  • Capcom Vs SNK: Millennium Fight 2000 Pro (2001) – Arcade: NAOMI

    • Basicamente a mesma versão do fliperama da época.

    • É a revisão Pro, com mais personagens.

    • Baseada na versão da placa Naomi (mesmo hardware do Dreamcast).

    • É possível jogar com algumas músicas de jogos anteriores, mas a impressão que tive é que não trocaram todas as músicas do jogo.
    • Essa versão também saiu no PS1, mas aqui é a versão arcade.

      Divulgação: Capcom

  • Capcom Vs SNK 2: Mark of the Millennium 2001 (2001) – Arcade: NAOMI

    • Versão da Naomi com alguns bônus.

    • Inclui a versão EO (Easy Operation), lançada originalmente no Xbox e GameCube. É basicamente um modo que facilita comandos e ajusta a jogabilidade para iniciantes.

    • Personagens secretos já desbloqueados.

    • Novo modo “Ver.2K25” com trilha sonora remixada, onde até mesmo regravaram a voz do locutor do jogo (pra um pior, eu achei).

      Divulgação: Capcom

  • Capcom Fighting Evolution (2004) – Arcade: Namco System 246

    • Pode-se jogar com trilha original ou temas clássicos dos personagens.

    • O especial Midnight Bliss do Demitri teve um sprite removido (por questões de direitos autorais relacionados a JoJo’s Bizarre Adventure, já que ele transformava Rose na velha Enya do mangá citado).

    • Shin Akuma e Pyron desbloqueados.

    • Curiosidade: roda na placa Namco System 246 (baseada no PlayStation 2).

      Divulgação: Capcom

  • Street Fighter Alpha 3 Upper (2001) – Arcade: NAOMI

    • Primeira vez com versão em inglês para arcade, que foi construída para essa coleção com base na versão japonesa original.

    • Cenários com leves alterações visuais (não identifiquei).

    • Personagens secretos desbloqueados (acessíveis nas opções).

      Divulgação: Capcom

  • Power Stone (1999) – Arcade: NAOMI

    • Edições em imagens nos finais de personagens (provavelmente Gumrock e Galuda), provavelmente devido a representações de índios e de negros nos finais desses personagens.

    • Personagens secretos desbloqueados.

      Divulgação: Capcom

  • Power Stone 2 (2000) – Arcade: NAOMI

    • Opção de trilha sonora remixada ou original.

    • Personagens secretos também desbloqueados.

      Divulgação: Capcom

  • Project Justice (2000) – Arcade: NAOMI

    • Trilha sonora remixada opcional.

    • Algumas imagens da história foram editadas (mudanças não identificadas ainda).

    • O golpe Aerial Float do Kyosuke pode ser ativado/desativado.

    • Personagens editados estão disponíveis (não é possível criar novos).

      Divulgação: Capcom

  • Plasma Sword: Nightmare of Bilstein – Arcade: ZN-2

    • Roda na placa ZN-2 (espécie de PS1 turbinado).

    • Edições visuais em história e cenários (não identificadas até agora).

    • Personagens secretos desbloqueados.

      Divulgação: Capcom

A apresentação da coletânea

Todos os menus seguem a estética das coletâneas anteriores desde a Capcom Beat’em Up Bundle. A interface é parecida e, com o tempo, foram adicionadas funções extras nos menus, mas nada que mude radicalmente.

No PC, é possível ajustar a resolução dos menus separadamente da dos jogos, o que é ótimo pra quem tem um computador mais modesto. Isso evita quedas de desempenho desnecessária, já que o requerimento para rodar os jogos em si é baixo.

Divulgação: Capcom

Músicas

Temos um rapzinho no menu que lembra os tempos de Street Fighter IV — já entrou na playlist da academia, lol.

As trilhas remixadas, também disponíveis no menu, dão um tom moderno aos jogos, com músicas eletrônicas atuais. Não superam as originais (a nostalgia sempre ganha), mas trazem um frescor pra quem cansou das trilhas clássicas.

No caso de Capcom Fighting Evolution, as músicas “antigas” são, na real, os temas originais dos personagens, o que casa bem com a proposta-homenagem do jogo.

Divulgação: Capcom

Jogabilidade e emulação

Os games rodam lisinhos. Dá pra aumentar a resolução em até 3x no PC (e 2x nos consoles) pros gráficos 3D ficarem bonitos. Também temos os já tradicionais filtros CRT, que dão aquele charme de TV de tubo tão bem usado nas coletâneas da Capcom.

Os controles são totalmente customizáveis, e jogar com arcade stick torna tudo ainda mais fiel e para a alegria de todos mas para a surpresa de ninguém, todos os jogos possuem rollback netcode, até mesmo na versão de Nintendo Switch.

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Infelizmente, um problema chato vindo dos lançamentos desse estilo ainda se sustenta, que é o único slot de save para todos os jogos. Ou seja: se você parou uma partida de Street Fighter Alpha 3 Upper e quiser salvar outra de Plasma Sword, não é possível, pois só dá pra salvar um de cada vez.

Por outro lado, ainda acho que seria legal incluir também os ports de console, já que muitos tinham modos extras. As versões de Dreamcast, por exemplo, rodam igual às da Naomi, mas trazem mais funções.

Também não curto muito essa filosofia atual de escolher modos de jogo direto no menu da coletânea, onde ele apenas carrega um save state da ROM. Sinto falta dos menus dedicados dos ports antigos. Não é algo que estrague a coletânea, mas seria um extra interessante numa possível Capcom Fighting Collection 3.

Divulgação: Capcom

Escolha dos jogos meio questionável, porém aceitável

Temos que abordar a escolha dos jogos pra essa coleção, pois algo me parece meio estranho.

Afinal, por que Plasma Sword e não Star Gladiator (o primeiro jogo)? Por que Project Justice e não Rival Schools? Por que Street Fighter Alpha 3 Upper,  já que o SFA3 original (que convenhamos, não é tão diferente desse) já havia sido lançado em outra coletânea recente?

Meu palpite é o seguinte: focaram em jogos que rodam na placa Naomi, e o resto veio de bônus, tipo quando colocaram o jogo do Punisher na Marvel vs Capcom Collection.

Provavelmente a Capcom deve lançar outra coletânea no futuro com jogos das placas ZN-1 e ZN-2, como Street Fighter EX 1 e 2, Rival Schools, Star Gladiator e talvez até emulação de PS2 com Street Fighter EX 3. Se isso rolar, espero reler esse texto no futuro e gritar: “VIU, EU FALEI QUE IA SAIR!”.

Infelizmente: Censura

Muita gente pode não ligar, então serei breve: a artwork da Mai em Capcom vs. SNK 2 foi censurada com zoom pra esconder o bundão da personagem. A versão japonesa provavelmente veio com a arte original.

Divulgação: Capcom

Isso já aconteceu antes, como no Mega Man X Legacy Collection 2, em que a abertura do Mega Man X4 foi censurada.

Sinceramente, os jogos estão caros demais pro consumidor ainda ter que lidar com esse tipo de palhaçada. Já passou da hora da Capcom (e outras empresas) tomarem vergonha na cara. Não são crianças que estão comprando coletâneas de jogos antigos.

Pior ainda: a arte da Maki (abaixo), do mesmo jogo, está normal. Qual a diferença entre o pacotão da Maki e a bunda da Mai? Tem que perguntar pra Capcom USA e para a artista original, Kinu Nishimura, se ela gostou de ver sua arte cortada.

Divulgação: Capcom

Não só isso, mas o golpe Genocyde Cutter de Rugal em Capcom vs SNK 2 teve seu nome trocado para “Destroyer“, como mostra o vídeo no link a seguir: https://x.com/fffightinfacts/status/1923367832839991671.

É duro ver como as tais “sensibilidades modernas” que tanto se fala, na verdade são apenas frescuras vindas de pautas americanas que, de forma alguma refletem as sensibilidades de todos os outros países do mundo.

Divulgação: Capcom

Não obstante, é bom lembrar que as pessoas que se interessam por esses jogos estão na casa dos 30~40 anos, que podem perfeitamente entender o contexto de cada conteúdo supostamente questionável nas mídias que consomem.

No fim, o que acabamos recebendo é uma tentativa de reescrever o passado através de edição de arte feita por pessoas que tinham uma intenção artística, e não é direito de um funcionário do ESG de uma subsidiária da empresa do outro lado do planeta simplesmente decidir o que deve ou não ser mantido no jogo.

Conclusão

Capcom Fighting Collection 2, apesar do problema acima, entrega uma forma excelente de revisitar esses jogos de luta meio esquecidos.

A presença da SNK com seus personagens mostra que a parceria entre as duas empresas continua forte — especialmente com o intercâmbio de personagens entre Street Fighter 6 e Garou.

Todos os jogos rodam bem e o online tem rollback netcode, inclusive no Switch. As trilhas sonoras remixadas — novidade em relação à Marvel vs Capcom Collection — mostram que a Capcom ainda tenta inovar, mesmo lidando com jogos antigos via emulação.

Nota: 8/10

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Esta análise foi feita com uma cópia do jogo para PC, gentilmente cedida pela empresa. Capcom Fighting Collection 2 também está disponível para Xbox, PlayStation e Switch.

Divulgação: Capcom

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Dragon Quest VIII: Journey of the Cursed King (3DS) | Análise Retrô https://www.arquivosdowoo.com.br/2024/09/01/dragon-quest-viii-journey-of-the-cursed-king-3ds-analise-retro/ https://www.arquivosdowoo.com.br/2024/09/01/dragon-quest-viii-journey-of-the-cursed-king-3ds-analise-retro/#respond Sun, 01 Sep 2024 22:13:21 +0000 https://www.arquivosdowoo.com.br/?p=17446 A série Dragon Quest sempre foi jogada pra escanteio no ocidente. Houve uma tentativa de fazer ela se tornar o sucesso que é no Japão nos anos 80 e 90, trazendo os quatro primeiros jogos para a América do Norte sob o nome de Dragon Warrior. Como a Enix já não estava bem das pernas […]

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A série Dragon Quest sempre foi jogada pra escanteio no ocidente. Houve uma tentativa de fazer ela se tornar o sucesso que é no Japão nos anos 80 e 90, trazendo os quatro primeiros jogos para a América do Norte sob o nome de Dragon Warrior.

Como a Enix já não estava bem das pernas após isso, eles deixaram de trazer os jogos subsequentes que saíram no Japão no Super Famicom, como Dragon Quest V, VI e os remakes dos dois primeiros jogos. A série ainda teve uma sobrevida no PS1 com o lançamento ocidental do sétimo jogo, mas não teve muito alarde, principalmente numa época onde os JRPGS tinham uma barra muito alta para se destacarem.

ASSISTAM – Entrevista com Diogo do Arquivos do Woo

Em 2004, um ano após a fusão entre Square e Enix, o oitavo game da série foi lançado para o PlayStation 2.
A série estava dormente no ocidente, então o marketing resolveu colocar uma demo de Final Fantasy XII junto do jogo, o que provavelmente atraiu algumas vendas a mais.

Nada disso importa muito hoje em dia, então vamos falar do que Dragon Quest VIII representa e como ele é, como jogo, nos dias de hoje.

Reprodução: Square-Enix

Retrô de propósito

É difícil para um ocidental entender porque os jogos modernos da série DQ ainda usam efeitos sonoros do NES e — em alguns lançamentos – trilha sonora em chiptune ou digital. Acontece é que no Japão, a Square-Enix trata a série como algo tradicional, que remonta aos valores originais do que eram os JRPGS nos últimos 30 anos, enquanto trata Final Fantasy como uma marca internacional e moderna.

Nesse marketing divisivo, sempre há um pouco de adaptação quando os jogos feitos para serem tradicionais para o público japonês, vêm para o ocidente, que normalmente não possui afeição pela série.

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Na versão de PlayStation 2, Dragon Quest VIII recebeu a trilha sonora orquestrada composta pelo já falecido Koichi Sugiyama, que trabalhou na série desde o início, junto com Yuri Horii (diretor criativo) e Akira Toriyama (também falecido), que era responsável pela arte Dragonbólica da série.

Além disso, mais duas mudanças chegaram na versão ocidental do game: menus mais “bonitos” — diferentes das telas simples da versão japonesa — e dublagem em inglês.

Aliás, é importante notar que a versão japonesa do PS2 NÃO POSSUI DUBLAGEM, apenas tendo aquele barulhinho de texto, também remetendo a época do Famicom.

A localização ocidental do game foi feita na Europa, e foi nesse game que a Square criou uma bíblia de localização para os jogos futuros da série, já que os termos usados nas traduções ocidentais não estavam padronizados ainda.

Tudo isso como já foi falado, trouxe na época um jogo clássico, não só em suas mecânicas que vamos abordar mais a frente, mas também na estética, tendo um ar de nostalgia que é muito abraçado pelos japoneses que gostam da série.

Reprodução: Square-Enix

O port de Nintendo 3DS

Em 2015 (no Japão) e 2017 no ocidente, a Square Enix surpreendeu a todos fazendo simplesmente um port de um jogo de PlayStation 2 para o 3DS. Existiram alguns jogos que também fizeram esse caminho acredito eu — de cara só consigo lembrar do port de Tales of the Abyss que não roda tão bem no portátil –, mas a versão de DQVIII para o console da Nintendo foi muito esperada, principalmente em como eles iriam adaptar o jogo graficamente e mecanicamente para as duas telas.

De cara já é importante dizer que o jogo não tem suporte ao modo 3D. Isso claramente se deu devido a quanta demanda essa engine de mundo praticamente aberto exige do console. Graficamente tudo foi refeito ou diminuído, com texturas mais simples, mas mantendo a estética e a aparência geral do game de PS2.

Por alguma razão, a trilha sonora se manteve “midi“. Isso se deu devido a algum problema de licença com o compositor, mas que pode ser facilmente corrigido com um patch caso você tenha um 3DS desbloqueado ou jogue no emulador.

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Os menus dessa versão se mantiveram simples igual a versão japonesa, perdendo aquela tela com forma de mapa antigo que era bem legal da versão ocidental anterior.

Existiram algumas censuras no port, como mudança de violência em algumas cenas ou roupas menos safadas na versão ocidental. A questão das roupas também pode ser solucionada com patch.

Fora isso, temos dois personagens novos jogáveis, um sistema de tirar fotos para receber recompensas no jogo, novas cutscenes que exploram um pouco mais a história e o passado dos personagens, novos monstros, receitas, equipamento, roupas, opção nova de relação amorosa no fim do jogo e a principal mudança: AS BATALHAS NÃO SÃO MAIS ALEATÓRIAS!

Versão de PS2 (acima) e 3DS (abaixo) / Reprodução: Square-Enix

O fim das batalhas aleatórias

Deixando isso aqui num parágrafo separado pra mostrar a importância dessa mudança no panorama geral desse jogo. Dragon Quest VIII é um jogo que, por vezes e infelizmente, é maçante.

Principalmente em momentos que você quer explorar uma área ou simplesmente ir do ponto A ao B, é impossível andar mais de 10 passos sem entrar numa batalha. Essas batalhas duravam certa de 3 a 5 minutos em média e te recompensam com pouco EXP, o que torna boa parte do game um pouco chata a menos que você queira muito ir até o fim.

Na versão de 3DS, pela primeira vez, temos os inimigos andando pelo mapa. O que significa que temos um approach mais moderno que foi levado também aos jogos subsequentes da série, onde você encosta no inimigo e entra em batalha.

Isso não quer dizer que você pode simplesmente fugir de todas as lutas, até porque em lugares fechados isso ainda é bem difícil, mas torna a experiência de andar no mundo aberto muito, mas MUITO mais agradável. E não é só isso (!!): também é possível acelerar as batalhas em 2X, essencial para aquelas horas de grinding contra metal slimes.

Reprodução: Square-Enix

História

Se você já jogou algum jogo da série, nada aqui é muito diferente. Controlamos um rapaz de bandana chamado VOCÊ (tu que dá nome), que anda junto com um bandido gordinho chamado Yangus. Ambos estão escoltando um monstrinho verde e um cavalo branco.

Logo após algum tempo, é mostrado ao jogador que na verdade o monstrinho e o cavalo (égua, na verdade) são o rei e a princesa de um reino — daí o subtítulo do jogo — que estão sob a maldição de um mago chamado Dhoumagus.

Daí você viaja de cidade em cidade buscando mais informações sobre esse mago, e a história obviamente escala a um ponto onde você não está só salvando a aparência do rei e de sua filha, mas também salvando o mundo.

É um roteiro básico, mas que está sempre te puxando pra seguir em frente. É verdade que há muitos desvios na história, provavelmente para esticar a longevidade do game, mas de modo geral, é tudo bem coeso nesse sentido.

Não é uma história tão heroica como de outros games da série, como a primeira trilogia ou mesmo com toques emocionais tão grandes como em Dragon Quest V, mas os personagens são divertidos e nada chega ao ponto de querer largar o console por ser mal escrito ou algo assim.

Reprodução: Square-Enix

Jogabilidade

Como já falado algumas mal-traçadas linhas acima, Dragon Quest é uma série de mecânicas simples de propósito. Não espere um sistema de combate em tempo real como em Grandia ou Tales of; aqui temos um RPG de turno padrão. Se você já encostou em algum RPG Maker ou jogo feito nessa engine, vai entender muito bem o que tô falando (até porque RPG Maker é todo copiado de DQ, mas deixa quieto): nos menus temos opção de Ataque, Defesa, Magia, Habilidades e um esquema que eu gosto de chamar de “encher o ki”: o Psyche Up.

Psyche Up é uma opção que aumenta seu ataque as custas de perder o turno do personagem. Usando uma vez o Psyche Up vai pra 5, depois pra 20, depois pra 50 e há uma chance de ir pra 100, mas você pode falhar e manter os 50. Usar um ataque qualquer depois desses boosts aumenta significativamente o seu próximo ataque, e isso é uma estratégia essencial para alguns chefes.

E não, não é o mesmo que atacar em todos os turnos, pois essa habilidade realmente melhora seu próximo ataque.

Obviamente que alguns inimigos também podem contrabalancear, usando um ataque tira todos os buffs de sua party, incluindo o Psyche Up. Normalmente só alguns (quase todos) os chefes fazem isso, então é meio que um jogo de testar sua sorte pra tentar um ataque mais forte.

O combate é basicamente isso o jogo todo, sem muita variação, o que pode tirar a vontade de algumas pessoas que estão acostumadas com lutas mais envolventes. De modo geral, é satisfatório pelo que se propõe, apesar de muito difícil se você não treinar sua party constantemente ou não prestar atenção em lutas complicadas. Por isso sempre recomendo salvar a todo momento.

Reprodução: Square-Enix

Trilha sonora

Eu gosto muito do tema da série Dragon Quest, mas não sou muito fã das trilhas compostas pelo Sugiyama. Acho todas as músicas muito parecidas e juro que se eu ouvir o tema de batalha de todos os Dragon Quest eu não vou saber qual que é de qual. Sim, eu sei que é pra soar épico mas vamos esperar que com a mudança forçada do compositor para o próximo game, tenhamos músicas mais diferentes entre si.

Não precisa deixar de ser orquestrada; é só ver o tema de batalha de Final Fantasy XIII por exemplo, que é muito marcante e bem mais envolvente que qualquer canção de DQ.

Conclusão

Dragon Quest VIII: Journey of the Cursed King é um RPG muito tradicional e que existe do jogador que se esforce mais do que o básico, pois ele não te puxa muito pela mão. Em vários momentos o game te dá dicas do que fazer pra te forçar a ficar por minutos ou horas pensando no seu próximo passo, e nem sempre todas as dicas vão te ajudar.

Por isso, eu recomendo uso de algum guia detalhado pra deixar sempre aberto ali no cantinho da sua tela pra ser consultado em momentos onde a frustração esteja quase te vencendo.

Apesar disso, a recompensa é gigante, pois é um game enorme, com muito conteúdo até mesmo após o final. Se o jogo te pegar, você vai simplesmente querer fazer todas as quests possíveis, explorar cada área e melhorar seus personagens até o level 99.

No meu ponto de vista pessoal, eu fiquei claramente vencido pelo cansaço nas últimas 10 horas de jogo (de 90 jogadas), principalmente por algumas coisas mais escondidas que são apresentadas sem muita margem pro jogador descobrir rapidamente, mas lutei até o fim e zerei esse game que eu tenho no backlog desde que comprei meu PS2 lá no início dos anos 2010.

Sua sequência espiritual inclusive, Dragon Quest XI, é meu jogo favorito de todos os tempos. Principalmente por ele pegar toda a base do VIII e evoluí-la, com mecânicas de qualidade de vida que corrigem praticamente todos os percalços que citei acima. Logo, DQ8 não é perfeito, mas é um ótimo jogo que merece ser apreciado pelo que é: um excelente RPG tradicional da Square Enix.

Caso queira a melhor experiência, baixe a ROM da versão de 3DS já com o patch de música orquestra + sem censura. E se for usar o emulador Citra/Lime 3DS, procure o código cheat para acelerar o jogo em 2X, que não atrapalha a música e nem as cutscenes. Fica excelente!

 

 

Nota: 7,5/10

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Leia mais sobre Dragon Quest aqui no Arquivos do Woo:

Impressões do Diogo sobre Dragon Quest VIII de PS2 láaaa em 2012: link

Análise de Dragon Quest I por mim: link
Análise de Dragon Quest II por mim: link
Análise de Dragon Quest III por mim: link

Reprodução: Square-Enix

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Selecionamos os 10 melhores jogos do console segundo a nossa opinião

Fazem 20 anos desde o lançamento do PlayStation 2, e de fato é um console que deixou muitas marcas na vida de muitos gamers. Eu mesmo já listei alguns dos motivos para se comprar um PS2 ainda nos dias de hoje.

Foi um console com uma biblioteca recheada de grandes títulos, uma pena que alguns, senão muitos desses títulos foram esquecidos ao longo das gerações seguintes. Os motivos podem ser os mais variados,  mas o objetivo aqui hoje é comemorar e não reclamar.

Hoje estamos aqui para celebrar os 20 aninhos do console, e a pauta veio de nosso amigo de longa data, Cosmão do Shugames, que também é membro do nosso grupo do WhatsApp (Sim, temos um grupo secreto) e sugeriu que listássemos 10 jogos do PS2 que nos marcaram.

Cá estou e abaixo vocês podem conferir o meu primeiro jogo da lista:

METAL GEAR SOLID 3: Snake Eater

20 anos de PlayStation 2

As razões pela qual Metal Gear Solid 3: Snake Eater é um dos meus jogos favoritos da franquia são inúmeros, vai além do fato de que eu sou fã do primeiro jogo e segue pela jogabilidade inovadora e sistema de cura do personagem.

Sofrer danos nesse jogo significa você precisar remover fragmentos, balas e até mesmo suturar para conter o sangramento. Como eu amo esse sistema de cura, sério.

MGS3 ainda continua sendo o melhor titulo da franquia e um excelente jogo, mesmo depois de tanto tempo. Mas nunca o joguei fora do console, mas vale lembrar que a versão HD está no Xbox Game Pass.

Shin Megami Tensei 3: Nocturne

20 anos de PlayStation 2

Shin Megami Tensei 3: Nocturne foi um dos jogos que me levaram ao ápice do estresse. Foi ali que encarei uma das batalhas mais estressante que pude vivenciar em jogos eletrônicos até os dias de hoje, graças ao El Matador.

Um toureiro que bate em seu time todo sem parar e com uma fúria digna de torcedor do timão quando o time perde o jogo. Sério. El Matador consegue derrubar todo o seu time com poucos ataques. Ele é o personagem que vai cobrar se você entendeu todas as regras do combate.

O jogo além de difícil é muito bom e possui uma historia intrigante e bem macabra. Só que ele não te pega pela mão e bate sem piedade a cada vacilo ou estratégia errada. Vai lá passar raiva com SMT3 Nocturne e depois volte aqui pra conversarmos.

Dragon Quest VIII – Journey of the Cursed King

20 anos de PlayStation 2

Foi o primeiro jogo da franquia, se a memória não me falha, totalmente em 3D. Personagens grandes, mundo para explorar e o combate abandonava a famosa tela estática de frente para os inimigos.

Foi paixão a primeira vista. Um dos primeiros RPGs que fechei após a compra do meu PlayStation 2, depois de ter ido morar sozinho. Quem me segue no Twitter, lembra dos meus relatos durante a jogatina e as reclamações quanto ao grinding.

É bonito, divertido e com uma história que apesar de clichê, continua sendo bem bacanuda. Só peca por conta do chefe final que não é difícil, mas continua sendo um dos meus favoritos. Hoje em dia é possível jogar DQVIII até no visor do microondas. Saiu para tudo que é plataforma, mas na época era um bom motivo pra ficar feliz por ter o PS2.

Front Mission 4

20 anos de PlayStation 2

É um baita jogaço e que consegue ser tão desafiador quanto SMT3 que citei la em cima. Talvez não tanto, mas não deve tá longe daquela métrica de dificuldade.

A ideia de ser um jogo de estratégia com wanzers, os gundam daquele mundo, realmente me atraiu. Eu joguei muito o primeiro jogo e aquela coisa de arrancar membros dos inimigos, taxa de erro ao atirar ou imobilizar ele causando danos a pernas e braços se tornava uma estratégia impar na hora de jogar. E isso tudo segue na franquia e até com algumas melhorias.

Gosto bastante também da dublagem, apesar de não ser o ponto forte aqui,  ela consegue passar um pouco da personalidades dos personagens e você meio que acaba se afeiçoando com um personagem e outro. Sua história é densa, alias, acho que é o ponto principal, pois mostra muito o lado politico da guerra e seus horrores.

Não jogue só Front Mission 4, vá atrás dos outros jogos também e se divirta.

MANHUNT

20 anos de PlayStation 2

Sujo, violento, mas muito violento e de maneira totalmente gratuita. Um jogo que amo mas que vejo como seria impossível ver sair qualquer coisa dele nos dias de hoje. Pelo menos não do modo que deveria e sem nenhum tipo de censura.

É um jogo que abraça todo o tipo de piada de mal gosto, violência (to chovendo no molhado de novo), gore e entrega na mão do jogador. É extremamente desafiador do início ao fim, recompensando o jogador com novas armas e com elas novas formas de execução.

Tem um dos vilões mais legais de todos os tempos (Falando nisso acho que preciso fazer uma lista sobre eles) dos videogames. O jogo saiu para todo tipo de plataforma, mas jogá-lo no PS2 era o caminho mais fácil no meu tempo.

Recomendado para quem tem estômago de aço e muita paciência.

PERSONA 4

20 anos de PlayStation 2

Esse daqui foi uma surpresa pra mim que havia jogado o Persona 2. Curiosamente o Persona 3 apesar de possuir conceitos interessantes, acho o quarto jogo infinitamente melhor.  Claro, aquele lance das armas invokers sumonar o Persona é mó legal, mas isso não vem ao caso agora.

Esse daqui é disparado o game mais famosa da franquia, foi a porta de entrada para muita gente conhecer a franquia. Sendo um spin-off de SMT, podemos dizer que conseguiu ser ainda mais famoso que a série que o originou. Também é mais amigável com o jogador e isso certamente ajudou em sua popularização.

Gosto muito do jogo mas é preciso dizer que o sistema de social link pode não agradar muita gente. Claro, não to dizendo que é ruim mas ele basicamente te obriga a se aprofundar no background de determinados personagens para que você possa melhorar seus personas.

É jogaço, vai lá conhecer.

Urban Chaos: Riot Response

20 anos de PlayStation 2

Não confundir com um game a lá GTA do PC e que saiu no PS1, pois esse daqui se trata de um baita FPS frenético da Rockstead.  Sim, a mesma responsável pelos jogos de sucesso da franquia Batman.

No jogo fazemos parte de um esquadrão chamado carinhosamente de T- Zero (Tolerância Zero) que chega na bala e sem muito papinho. Um esquadrão criado para lidar com os Burners, um bando de sociopata incendiário que estão focado em tomar a cidade.

O jogo entrega muita ação e missões com um arco de dificuldade até elevado. Pra se virar nesse caos todos temos a disposição armamento pesado para conter as hordas de inimigos e bombeiros e policiais para nos dar apoio.

O jogo tem lá os seus defeitos, mas isso aqui não é reviews, então só digo que vale a pena for fugir a mesmice dos FPS mais tradicionais. Corre lá conferir.

Twisted Metal: BLACK

20 anos de PlayStation 2

É o meu jogo favorito da franquia no PS2 por diversos motivos, entre eles o mais importante de todos: Nostalgia.

Esse é um jogo que tive o prazer e oportunidade de comprar original para o console, e aproveitar todo o contexto da obra, desde seu manual no formato do diário do Crazy8, além de uma trilha sonora incrível e toda a insanidade que a franquia podia oferecer na plataforma do PS2.

Cada personagem com um background mais macabro que o outro, destaque para a Dollface que teve sua cabeça presa a uma mascara de boneca quando criança, e a medida que foi crescendo a mascara está esmagando o seu rosto.

Estamos falando de um jogo de corrida de destruição com personagens de background extremamente bizarro. Falei que enfrentamos um maldito helicóptero?

Jogue, ouça a trilha sonora, se lambuze todo com Twisted Metal Black, pois vale a pena.

GOD OF WAR

20 anos de PlayStation 2

Uma das franquias mais legais do console, em minha opinião. Foi um dos meus primeiros contato com o console na época de lançamento, e a batalha contra a Hidra um dos momentos mais épicos já visto em jogos naquela época.

É meio que chover o molhado falar muito do jogo, até porque é um jogo que raramente sai da boca dos gamers, seja pra elogiar ou falar mal. O jogo é incrível e sinceramente, não envelheceu quase nada, apesar de que sua fórmula meio que cansou, apesar de achar isso meio exagero, afinal depende muito do gosto.

GoW continua sendo um titulo que merece a atenção seja de você que tem um PS2 ou um PS4 e ainda não o tenha jogado. Nem sei 

Dragon Ball Budokai Tenkaichi 2

20 anos de PlayStation 2

O meu jogo favorito da franquia. Cheguei a jogar o terceiro que possui ainda mais personagens, mas esse segundo é o meu xodó.

Fiz todos os finais e desbloqueei todos os personagens na raça. Morri a cada loading, que são incrivelmente demorados, mas ainda assim me divertia horrores. Chegava a chamar uns primos e até meu irmão só pra surrá-los.

O fato de ser possível transformar-se em super sayaijin durante o combate e até executar fusões, quando jogado em time, oferecia uma das experiências mais legais que se podia ter com um jogo do DBZ.

Oras, quantos games você conhece que é possível transformar-se em SSJ e ir até o SSJ3 e voltar a forma normal. Lembrando que as transformações influencia automaticamente na força e estilo de combate, lembrando que nem entrarei na questão de levels dos itens equipáveis.

Na boa, acho que ainda está pra nascer um jogo tão incrível quanto foi DB Budokai Tenkaichi 2. Não joguei ainda DBZ Kakarot, mas se estiver nesse nível, ficarei bem feliz.

CONFIRAM O TOP 10 DOS MEMBROS DO GRUPO

COSMÃO “RABUGENTO” KRAMER

10 – Dragon Quest VIII – Journey of the Cursed King 
09 – Shadow of the Colossus
08 – Rachet and Clank
07 – Okami
06 – Prince of Persia – Sand’s of Time
05 – Burnout 3 – Takedown
04 – Black 
03 – Final Fantasy X
02 – God of War
01 – Grand Theft Auto – Sand Andreas

JEAN “CHEATER” LIMA

10 – Prince of Persia – Sand’s of Time
09 – Midnight Club 3
08 – Tomb Raider – Underworld
07 – Call of Duty – World at War
06 – Manhunt 2
05 – Mortal Kombat – Shaolin Monks
04 – Crash Nitro Kart
03 – Devil May Cry
02 – Need for Speed Underground
01 – TEKKEN 5

DOUGLAS “FIFEIRO” BATISTA

10 – Capcom vs SNK
09 – Need for Speed Most Wanted
08 – Mortal Kombat Armageddom
07 – Marvel vs Capcom 2
06 – Call of Duty
05 – Darkwatch
04 – Silent Hill 2
03 – BLACK
02 – Silent Hill – Shattered Memories
01 – Resident Evil 4

LUKE “ALVANISTA GUY” NAKAMA 

10 – BEN 10 – Protectors of Earth
09 – Blood Roar 4
08 – Grand Theft Auto – Sand Andreas
07 – The Simpson’s – Hit and Run
06 – Bakugan – Battle Brawlers
05 – Clash of the Titans
04 – Sonic Riders
03 – Guitar Hero III
02 – Dragon Ball Budokai Tenkaichi 3
01 – Naruto Shippuden Ultimate Ninja 5

ALEXIS “MOVIE WATCHER” TEXAS

10 – Jak and Daxter – The Precursor Legacy
09 – Burnout 3 – Takedown
08 – Viewtfull Joe
07 – Prince of Persia – Sand’s of Time
06 – Grand Theft Auto – Vice City
05 – Shadow of the Colossus
04 – Captain Tsubasa
03 – Final Fantasy X
02 – Devil May Cry 3
01 – Persona 3 FES

Espero que tenham gostado dessa pequena homenagem aos 20 anos do PlayStation 2. Um console que até hoje continua vivo na mente de muita gente e que milhares de pessoas ainda jogam ao redor do mundo.

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Bem, fazem dois anos desde a ultima lista de 5 Motivos para você comprar, que por sinal abordei o PlayStation One, e abordar seu sucessor é algo que estava nos planos algum tempo já. Na real eu tenho intenção de abordar a todos os consoles que me interessam e mostrar os pontos positivos de cada um deles e a razão pela qual vale a pena se adquiri-los.

O PlayStation 2 sem dúvida alguma foi um console marcante e que elevou os jogos a um outro nível, assim como seu antecessor. A expectativa por continuações de jogos da era PS1 chegar ao atual console foi um dos grandes atrativos, assim como os seus exclusivos que só faziam com que suas vendas só aumentassem.

LEIAM – 5 Motivos para você Comprar um PlayStation

Claro, eu não estou aqui para falar de números ou criticar a concorrência. Jamais devemos desmerece-los. O objetivo aqui é mostrar alguns pontos pelo qual vale a pena você investir seu dinheiro na compra de tal console, então para sua sorte eu listo 5 Motivos para você Comprar um PlayStation 2.

CUSTO

5 Motivos para você Comprar um PlayStation 2

Apesar de ter sido um console extremamente popular, o PlayStation 2, ainda pode ser adquirido por um valor acessível. Um dos motivos ao meu ver deve ser por ele ser comercializado em algumas lojas de games ainda, mesmo depois de interrompido sua fabricação.

É possível encontrá-lo por até 100 reais em sites como Mercado Livre, OLX entre outros de barganha. Sinceramente, o custo para reparo, no caso se necessário trocar um canhão, não é nada caro. Se você tá ligadão em conhecer a biblioteca desse console, acredite, vale o investimento.

MANUTENÇÃO

5 Motivos para você Comprar um PlayStation 2

A manutenção do PlayStation 2 não é muito diferente daquela que apresentei para o PlayStation One. Em alguns casos vocês consegue um bom leitor por até 30 reais. Sim. Uma bagatela, visto a durabilidade, caso você invista em mídias originais.

LEIAM – Os Meus Pecados Gamísticos | Edição: RPG

Claro, no que se refere a jogos o preço altera um pouco, mas não é impossível de encontrar títulos bons por um preço acessível. Basta olhar nos sites que indiquei na parte de custos.

JOYSTICKS

5 Motivos para você Comprar um PlayStation 2

Uma das coisas que pouco mudou de uma geração para a outra foi os controles. Talvez a cor, visto que o console possui a cor escura e seus joysticks seguem a mesma tonalidade. Tá certo, é puramente estético, mas continua sendo um dos melhores controles.

Os analógicos ganharam um papel essencial nessa geração, basicamente todos os jogos novos fazem uso dele. E eu depois de anos continuo utilizando o direcional tradicional em jogos de luta.

QUE? NÃO ME OLHA ASSIM!

Eu achei que controle era algo a ser pensado na hora de criar 5 Motivos para você Comprar um PlayStation 2.

OS JOGOS

5 Motivos para você Comprar um PlayStation 2

O PlayStation 2 possui muito, mas muitos jogos. Na hora de pensar a respeito de quais jogos eu apontaria no texto, achei muito difícil escolher, mas procurei citar apenas os jogos que realmente me marcaram, assim justificando a aquisição desse fantástico console.

Sim, baseado totalmente em meu gosto pessoal, então não me encha o maldito saco depois.

MANHUNT

5 Motivos para você Comprar um PlayStation 2

É simplesmente um dos melhores jogos que tive acesso no PlayStation 2. É um jogo de horror diferente do que estávamos habituados em Resident Evil.

Caso alguém não saiba, Manhunt, nos conta a história de um condenado a morte chamado James Earl Cash, que ficou por três anos no corredor da morte até que finalmente chega o dia de sua execução.

Curiosamente os guardas são subornados e ao invés da injeção letal, eles aplicam sedativos. No final das contas James está morto para o resto do mundo, mas é levado para uma ilha.

Ao acordar uma voz se identifica, ela pertence a Lionel Starkweather, famoso diretor de filmes snuff’s ( filmes snuffs é um gênero que alega possuir mortes reais, apesar de nunca terem sido comprovadas na vida real.) que deixa bem claro que James precisara matar caso queira sair vivo. No final das contas Lionel está gravando um filme e precisa que James execute os seus inimigos das piores formas possíveis.

O jogo é um stealth extremamente violento, só para ter uma ideia é possível matar um inimigo de três formas diferente com uma única arma. O nível das execuções são possuem cores, sendo branca, amarela e vermelha. Resumindo: Branca é morte simples, amarela é morte média e vermelha é morte brutal – a melhor de todas.

No final das contas eu acabei falando muito sobre Manhunt, mas ele não é um exclusivo. Bem, eu queria falar desse jogo. Pode comprar para o seu PS2, vale a pena.

METAL GEAR SOLID 3

5 Motivos para você Comprar um PlayStation 2

O melhor Metal Gear de todos os tempos é um exclusivo desse console. Err… pelo menos era no lançamento dele.

Enfim, estou dizendo que Metal Gear Solid 3 é a melhor experiencia que você vai ter com um jogo da franquia. E nem vou ficar falando de história e tal, até porque é Metal Gear. Tá, talvez eu precise apenas dizer que esse jogo seria o primeiro jogo da franquia, o começo de tudo. Então se você jogou o MGS V, talvez saiba um pouco do que tá acontecendo nesse.

Aqui foi introduzido um elemento único (eu não joguei MGS4, então sei), que é o fato de você precisar curar os ferimentos de Snake. Se você é baleado, então é preciso fugir e entrar em um painel onde é possível ver o corpo e descobrir onde foi alvejado. Ali você retira a bala e cura a ferida, caso contrário a energia fica limitada. Há também a fome que precisa ser saciada, caso contrário sua barra de estamina vai reduzindo até que começa a consumir a energia.

LEIAM – TOP 10 PSX Games lá no Vão Jogar!

Metal Gear Solid 3 apresenta elementos únicos e que infelizmente foram abandonados, mas que fizeram toda a diferença a quem pode jogar esse magnifico jogo e que chorou no final – Sou sentimental.

Cara, esse jogo era obrigatório listar em qual seja os 5 Motivos para você Comprar um PlayStation 2

DRAGON QUEST VIII

5 Motivos para você Comprar um PlayStation 2

É um dos meus jogos favoritos de todos os tempos, e por se tratar de um RPG  que também é um dos meus gêneros favoritos, eu só pude sentir felicidade quanto coloquei minhas mãos nesse título.

Diferente dos jogos antecessores que eram em 2D, aqui em DQ8 os personagens são todos em 3D e o mundo para se explorar também é enorme. Houve momentos em que simplesmente não tinha mais saco para caminhar, dai quando peguei um tigre para montar, a coisa mudou de figura.

Eu chegue a comentar sobre ele aqui no blog a cerca de três anos atrás, pois fiquei bem animado quando conclui a aventura. Dragon Quest 8 é um jogo obrigatório para você que ama um bom rpg .

Ah, mas ele foi lançado para Android também, porém, eu joguei e detestei o fato de que a imagem se concentra na vertical. Tem quem goste, mas eu recomendo jogar no console.

ICO

5 Motivos para você Comprar um PlayStation 2

É bem comum todo mundo indicar Shadow of the Colossus em uma lista do console, mas apesar de achar o título citado excelente, ICO, consegue me cativar muito mais.

ICO é um garoto que nasceu com chifres e foi deixado em um castelo para morrer, devido a sua condição. Ninguém deveria ser condenado a um destino cruel apenas por ter chifres, mas sua tribo enxergava isso com mau presságio. No final das contas ele não morreu e conseguiu se livrar da prisão em que estava. Enquanto explorava o castelo ele encontrou uma garota presa em uma jaula, dai em diante o destino de ICO muda totalmente.

A história é simplesmente maravilhosa e surpreende se você pensar que ICO foi concebido em 2001, que é um ano depois do lançamento do PlayStation 2 ao mundo. Um jogo tão recente, mas que é um belo exemplo de como um bom jogo deve ser. Diferente de hoje em dia que os jogos são lançados capados.

O personagem pode escalar, e até utiliza de um pedaço de madeira para enfrentar os inimigos e o mais importante é que você faz tudo isso enquanto defende Yorda, a garota que você tirou da jaula. Você deve pegar a garota pela mão e puxa-la de lugares perigosos ou correr enquanto segura sua mão, para que ela não fique para trás. Esse elemento realmente faz a diferença.

ICO merecia listar nesses 5 Motivos para você Comprar um PlayStation 2

YAKUZA

5 Motivos para você Comprar um PlayStation 2

Foi o jogo que compensou a ausência do Shenmue no console, visto que Shenmue 2 ficou exclusivo ao Xbox. A diferença aqui é que a história muito melhor e com personagens que certamente vai marcá-los.
Eu recordo que após concluir o jogo, o sentimento que fica é o de missão cumprida. Você sabe que durante toda a sua jornada tu espancou só nego safado e que merecia levar uma coça cósmica. Ah, mas o jogo não é todo pancadaria, seu enredo é bem mais profundo do que a imagem apresenta.

Você é Kazuma Kiryu, um cara trabalha em uma influente família dentro da Yakuza. A vida estava sendo boa com ele, havia acabado de receber permissão para fundar sua própria família. Porém, devido a um incidente que poderia levar seu melhor amigo a morte, Kazuma assumi a culpa de um assassinato e acaba sendo preso. Anos se passam e ao sair da prisão, Kazuma decidi buscar respostas daquele incidente que acabou com sua vida.

Fora da prisão, Kazuma precisa buscar informações e nem todo mundo quer cooperar, é ai que entra o sistema de combate único mesclando rpg. O personagem não gosta de armas, não tem honra em usar uma pistola. O lance é sair no soco, então prepare-se para lutar com vários inimigos de uma só vez. Mas não se preocupe, pois o personagem evolui e ganha pontos para desbloquear habilidades, mas também é possível usar elementos do cenário para esfregar a cara da bandidagem no chão.

A única parte irritante são os loadings, mas nada que não justifique você deixar de comprá-lo e ir jogar.

Zone of the Enders: The 2nd Runner

5 Motivos para você Comprar um PlayStation 2

É um daqueles jogos que a capa não chama muito a atenção, mas se você o compra, certamente vai se surpreender.

Um dos jogos mais legais do gênero robôs gigantes que eu tive o prazer de jogar. Na realidade, acredito que seja o único que tenha me proporcionado tanta diversão e não que não é um RPG.

Você controla um robozão porreta chamado Jehuty, que na realidade não é chamado de robô, mas sim “Orbital Frames”, e lembram muito os famosos EVA’s de Evangelion. Com eles em seu comando é possível fazer um estrago imenso durante os combates.

É possível atacar a distancia com tiros ou partir para a porrada. E o mais legal é que os inimigos vem aos montes. Só que o ápice são as lutas contras os vilões que também utilizam orbital frames.

O nível de dificuldade é mediano para difícil, e isso é bom para quem busca desafios e um bom enredo. Os personagens são ótimos, apesar de eu achar o Dingo um tremendo babaca arrogante, e ele é o personagem principal. Calma, ele se fode, acredite, cê precisa jogar para descobrir.

Há, sem dúvida ZoE 2 é um jogo que todo dono de um PlayStation 2 precisa ter em sua coleção.

Acho que vou re-jogá-lo e trazer um review mais detalhado qualquer hora, por enquanto fica só nos 5 Motivos para você Comprar um PlayStation 2.

URBAN CHAOS – RIOT RESPONSE

5 Motivos para você Comprar um PlayStation 2
É ação do começo ao fim e com uma dificuldade alta pra cacete. Foi uma das maiores surpresas que eu tive na época em que comprei o console.

A imagem descreve exatamente do que se trata o jogo: CHAOS

Você controla um personagem que é membro do T-Zero, que é basicamente um tropa de elite, e tem como missão conter a fúria dos “Burners”, que são tipo os Blacks Blocs, só que armados e matam indiscriminadamente.

Uma das curiosidades do jogo é o fato de que em determinado momento um dos inimigos pegará reféns para não ser alvejado, e compete a você se aproximar devagar utilizando de um escudo e tentar acertar o bandido no momento certo. O tiroteio é bem frenético e os exige que você fique bem atento para não ser pego de surpresa. Foram diversos os momentos em que levei susto ao adentrar lugares com pouca iluminação. E não é só isso, ainda tem os bombeiros e a galera do SAMU que te acompanha e precisa da sua proteção, o que só aumenta a dificuldade, visto que se um deles morrer é preciso fazer tudo de novo.

O jogo é ótimo. Compre-o e corra oprimir os Burners em seu novo PlayStation 2.

CONCLUINDO

5 Motivos para você Comprar um PlayStation 2

Obviamente eu não espero que ninguém saia correndo comprar um console antigo, só que se você coleciona ou gosta de reviver os jogos clássicos no console original, saiba que o PlayStation 2 é um puta console foda.

Não só os jogos que citei, mas os mais famosos como Resident Evil 4, God of War ou Devil May Cry também são ótimos. Nasceram nesse console e tenho certeza que não vai decepcionar caso você queira investir seu tempo e dinheiro nele.

Eu ainda o possuo e sempre que posso instalo para me divertir. Os jogos atuais são bons, mas essa sexta geração ainda possui muitas pérolas escondidas, basta você estar disposto a conhecer.

Bem, como eu disse lá em cima, a intenção do artigo não é dizer se PS2 é melhor do que o Nes ou Xbox360. Eu só quero mostrar as razões pela qual ainda acho que vale a pena ter o console original pra jogar e não só colecionar.

Espero que tenham gostado desses 5 Motivos para você Comprar um PlayStation 2 e até a próxima.

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