Arquivos Master System - Arquivos do Woo https://www.arquivosdowoo.com.br/tag/master-system/ Um pouco de tudo na medida certa Sat, 05 Apr 2025 13:43:05 +0000 pt-BR hourly 1 https://wordpress.org/?v=6.9 https://www.arquivosdowoo.com.br/wp-content/uploads/2020/12/cropped-logo-150x150.png Arquivos Master System - Arquivos do Woo https://www.arquivosdowoo.com.br/tag/master-system/ 32 32 Like a Dragon: Pirate Yakuza in Hawaii | Análise https://www.arquivosdowoo.com.br/2025/04/05/like-a-dragon-pirate-yakuza-in-hawaii-analise/ https://www.arquivosdowoo.com.br/2025/04/05/like-a-dragon-pirate-yakuza-in-hawaii-analise/#respond Sat, 05 Apr 2025 13:43:05 +0000 https://www.arquivosdowoo.com.br/?p=20003 Em 2025, a série Yakuza completa 20 anos, e mesmo após a mudança de nome para “Like a Dragon“, a sua popularidade nunca diminuiu. Após um conturbado ponto entre o terceiro e o quinto jogo, a chegada de Yakuza 0 em 2017 (no ocidente, dois anos após o lançamento japonês), a série entrou nos trilhos novamente, […]

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Em 2025, a série Yakuza completa 20 anos, e mesmo após a mudança de nome para “Like a Dragon“, a sua popularidade nunca diminuiu. Após um conturbado ponto entre o terceiro e o quinto jogo, a chegada de Yakuza 0 em 2017 (no ocidente, dois anos após o lançamento japonês), a série entrou nos trilhos novamente, e desde então tem obtido muito sucesso, sendo talvez o carro chefe da Sega, passando Sonic depois de muitos anos.

O mais novo jogo da série é mais um spin-off, ou “Gaiden”, como é chamado no Japão. Depois do game solo de Kiryu chamado Like a Dragon Gaiden: The Man Who Erased His Name, que se passava entre os eventos de Yakuza: Like a Dragon e Like a Dragon: Infinite Wealth (6º e 7º jogos da série principal, respectivamente), agora temos Pirate Yakuza In Hawaii, sendo o jogo mais recente na timeline da saga, se passando após os eventos do oitavo jogo.

Divulgação: RGG Studio / SEGA

História

Majima perdeu a memória e ficou náufrago em uma ilha do Caribe. Lá, ele conhece o menino Noah e seu pai Jason. Após derrotarem um pirata fraco, acabam ficando com seu navio, o que serve como desculpa para colocar Majima como capitão de um navio pirata logo no primeiro capítulo do jogo.

A única pista que ele tem sobre seu passado é a existência de uma ilha chamada Nele, onde yakuzas foram vistos trabalhando com remoção de lixo radioativo, algo que não pode ser apenas coincidência. Assim, Majima parte em direção à ilha com sua nova tripulação.

Lá, ele encontra um paraíso pirata chamado Madlantis, um lugar que lembra o parque subterrâneo de Kamurocho em Yakuza 1. Esse local abriga um coliseu de piratas, onde todos lutam para subir nos rankings e obter mais informações sobre o tesouro do navio Esperanza, que afundou há cerca de 200 anos e desperta o interesse de todos os piratas da região. A história rapidamente toma um rumo bizarro, lembrando um spin-off de One Piece dentro do universo de Yakuza, mas acaba funcionando graças ao carisma de Majima.

Daí pra frente, a aventura toma um rumo voltado a descoberta desse tesouro do Esperanza, onde vários grupos envolvidos disputam a corrida para achar essa grande riqueza.

Divulgação: RGG Studio / SEGA

Gameplay

Diferente de outros jogos da franquia, aqui temos a exploração com o navio pirata Goromaru, que serve como meio de transporte entre as ilhas e a cidade de Honolulu, reaproveitando o mapa de Like a Dragon: Infinite Wealth. O combate naval lembra o de Assassin’s Creed Black Flag, mas de forma mais simplificada. Algumas lutas no mar terminam em abordagens, levando a combates corpo a corpo tradicionais da série Yakuza.

Exploração também é um elemento importante, com um mapa do tesouro extenso, diversas ilhas a serem invadidas e combates onde itens não podem ser usados, transformando-se em uma grande “run” de sobrevivência até o tesouro final. Para auxiliar nessa jornada, Majima precisa montar uma tripulação. Recrutar novos membros envolve cumprir requisitos para que se juntem ao navio, adicionando uma camada estratégica ao jogo.

Divulgação: RGG Studio / SEGA

Já na parte “a pé” do jogo temos um gameplay mais clássico dos Yakuzas da Era Kiryu. Majima passeia pelo Havaí, resolvendo histórias paralelas, caçando bandidos atrás de recompensa e também recrutando novos membros da tripulação. Muitos personagens que aparecem nessas histórias são do Yakuza 8 (Infinite Wealth), e servem como continuação de suas aventuras no game anterior.

Essas “side-stories” seguem mantendo o padrão da franquia: pequenas histórias paralelas sempre cheias de humor e momentos inesperados. No entanto, as cutscenes frequentemente ignoram a presença da tripulação, quebrando um pouco da imersão em uma narrativa que já desafia a credibilidade dentro do universo da série.

Em Madlantis, o paraíso-parque de diversões pirata, além de boa parte da história, também temos muitos minigames, como o golfe indoors (agora com temática pirata, com explosões de canhões e tudo mais), o coliseu pirata — a mesma luta de navios que ocorre no mar, mas em um ambiente fechado e em forma de torneio –, baseball indoors e os jogos de cartas, como 21 e Pôquer.

No Havaí, temos diversos minigames, como o já popular Dragon Kart, que evoluiu pouco desde que aparecem em Yakuza 7 mas segue sendo divertido e o novo Crazy Eats, que é uma versão de Crazy Taxi mas com bicicleta do iFood, basicamente. Até o personagem que te passa as missões tem cabelo verde, lembrando um certo motorista de outro jogo.

Divulgação: RGG Studio / SEGA

Customização

Finalmente, Like a Dragon: Pirate Yakuza in Hawaii permite trocar a roupa do personagem sem precisar zerar antes. Majima pode comprar diversas roupas nas lojas de Honolulu, usar vestimentas completas do inventário após certo ponto do jogo, trocar o cabelo e o tapa-olho. Há ainda a possibilidade de salvar até três conjuntos de roupa e alternar entre eles nos esconderijos.

Não só isso, mas Majima também pode equipar dez anéis em seus dedos, que modificam seus atributos de forma sutil, ajudando no combate. Interessante é que cada anel tem uma aparência diferente e todos eles aparecem nas cutscenes em tempo real do jogo.

Também é possível comprar diversas músicas nas lojinhas do Havaí, com músicas de vários jogos da Sega, indo de NiGHTS até Shin Megami Tensei V e Persona. Essas músicas podem ser ouvidas a qualquer momento do jogo fora das missões – mesmo no navio -, o que mostra que o RGG Studio entende que muitos jogadores gostam desse tipo de elemento em seus jogos.

Jogos Clássicos

Os arcades e esconderijos contam com novos jogos clássicos, como Sega Racing Classic 2 (Daytona USA 2), Virtua Fighter 3/3tb e Fighting Vipers 2, trazendo mais variedade do que os tradicionais OutRun e Phantasy Zone. Outro destaque é o Master System na casa de Majima, recheado de clássicos como Alex Kidd.

A emulação está impecável, e a SEGA mostra um carinho especial com seus jogos antigos, diferentemente da Nintendo, que costuma ser mais restritiva nesse aspecto.

O interessante disso é a preservação de alguns desses jogos. Daytona USA 2, apesar de não estar com seu título original, é um game que nunca havia sido lançado oficialmente para consoles caseiros. Virtua Fighter 3 e Fighting Vipers 2 também são jogos difíceis de serem jogados fora desse game caso você não tenha uma forma de acessar um Dreamcast na sua casa, e mesmo assim, essas versões antigas não são ports diretos do arcade como os que estão presentes aqui.

Combate

O sistema de combate continua fluido e dinâmico, chegando a lembrar Devil May Cry, mas não tão fluido. Majima conta com dois estilos de luta distintos: um inspirado em Yakuza 0, onde ele ainda é o “Cachorro Louco”, lutando com golpes rápidos e uma faca curta, e o estilo “Lobo do Mar”, no qual ele assume o papel de pirata, usando duas espadas longas para bloquear ataques de todos os lados, uma garrucha para tiros e um gancho para se aproximar de inimigos distantes.

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Diferente de Yakuza 0, seu combate é mais exagerado e fantasioso, algo que já aconteceu com o Gaiden de Kiryu. Durante as lutas, Majima recebe ajuda de aliados como Noah, Jason e o cozinheiro gordinho Masaru, que entram em combate contra outros piratas espalhados pelo mapa. Alguns Heat Actions podem ser executados sozinho, enquanto outros envolvem a interação com sua equipe, dependendo da posição dos aliados em relação ao inimigo.

Divulgação: RGG Studio / SEGA

Pontos Negativos

Talvez alguns pontos negativos de Like a Dragon: Pirate Yakuza in Hawaii seja a falta de balanceamento financeiro no jogo, já que ao cumprir umas missões simples você já tem dinheiro suficiente para deixar o personagem muito forte e comprar tudo que vende nas lojas do game, tornando a exploração uma mera questão de achar tudo que você quer, ao invés de conquistar.

O combate está bem mais ágil que em jogos anteriores, mas também precisa de um leve polimento, principalmente durante batalhas com muitos inimigos.

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E por fim, a versão de PC, mesmo com o update 1.13, segue tendo diversos crashes durante o jogo. Durante minha experiência — e também o motivo desse review final ter atrasado uns dias — eu tive o jogo fechado na minha cara umas 15 vezes. No fórum da Steam, foi dito que o problema era relacionado aos drivers da NVidia, que não receberam atualização para lidar com os problemas específicos desse jogo. Até agora no final de Março de 2025, nada foi corrigido, então tome cuidado ao comprar o jogo caso você não queira ter que refazer o último capítulo umas 4x que nem eu fiz.

Divulgação: RGG Studio / SEGA

Conclusão

Like a Dragon: Pirate Yakuza in Hawaii é um spin-off curto porém muito bacana da série Yakuza. O RGG Studio realmente já deu declarações de que iria fazer lançamentos mais curtos para que os jogos saiam mais rapidamente do forno. Esse é o segundo lançamento recente nesse estilo e vale a pena.

Majima é um personagem carismático e é até estranho que tenha demorado tanto tempo para que usassem-no em um jogo solo.

O game possui cinco capítulos que expandem a lore da série para fora do Japão, mas pelo fato de toda narrativa das histórias desse universo estarem relacionadas a atitude de personagens tão japoneses e suas idiossincrasias específicas, como honra, valores familiares, etc, acredito que o ideal seria mesmo voltar ao ambiente padrão que eles e nós estamos acostumados.

Ainda assim, valeu a maluquice. Obrigado, Majima!

Nota: 8/10

Ah, caso queira saber o que achamos de outros games da série Yakuza leia nossos reviews abaixo!

– Yakuza: Pirate Yakuza in Hawaii: primeiras impressões pelo Tony (eu)

– Os spin-offs de Yakuza: Parte 1

– Os spin-offs de Yakuza: Parte 2

– Judgement: a análise do Leandro Alves

– Yakuza: Like a Dragon: a análise do Tony (eu)

– Yakuza: Kiwami: análise da versão de Switch feita pelo Diogo

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Esta análise de Like a Dragon: Pirate Yakuza in Hawaii foi feita com uma cópia do jogo para PC cedida gentilmente pela SEGA. O game está disponível para PlayStation 5, Xbox Series S|X e PC (Steam).

Divulgação: RGG Studio / SEGA

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Wonder Boy Collection | Coletânea mas nem tanto https://www.arquivosdowoo.com.br/2022/06/16/wonder-boy-collection-coletanea-mas-nem-tanto/ https://www.arquivosdowoo.com.br/2022/06/16/wonder-boy-collection-coletanea-mas-nem-tanto/#respond Thu, 16 Jun 2022 11:50:05 +0000 https://www.arquivosdowoo.com.br/?p=11798 Wonder Boy é um daqueles jogos que todo mundo já esbarrou, seja jogando na época do Master System ou em screenshots por aí. Inicialmente um jogo de plataforma simples, a série evoluiu ainda nos anos 80, se tornando uma espécie de action RPG de plataforma. E é um pouco desse gostinho que temos nessa coletânea […]

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Wonder Boy é um daqueles jogos que todo mundo já esbarrou, seja jogando na época do Master System ou em screenshots por aí.

Inicialmente um jogo de plataforma simples, a série evoluiu ainda nos anos 80, se tornando uma espécie de action RPG de plataforma. E é um pouco desse gostinho que temos nessa coletânea lançada em 2022.

Mistureba de séries

Ainda que você não tenha visto o próprio Wonder Boy, bem capaz de ter jogado ou visto sua franquia irmã, Adventure Island.

Inicialmente, Wonder Boy 1 de arcades seria portado pela Hudson para consoles, mas a desenvolvedora da série, Escape – hoje Westone Bit Entertainment – já havia vendido os direitos do nome para a SEGA.

LEIAM – Slipstream | O OutRun brasileiro

Assim, o gameplay foi mantido, mas em Adventure Island o protagonista foi mudado, mas os dois jogos são bem parecidos.

Desta forma, a Hudson seguiu fazendo jogos com o mesmo gameplay de Wonder Boy 1, enquanto que a Escape/Sega evoluíram a série, como dito no parágrafo anterior.

Reprodução – ININ GAMES/ Ratalaika Games

Collection mas nem tanto

Essa coletânea lançada pela ININ games que estamos analisando aqui possui quatro jogos:

  • Wonder Boy (1986) feito para a placa Arcade System 1;
  • Wonder Boy: Monster Land (1987) feito para a placa Arcade System 2;
  • Wonder Boy in Monster World (1991) de Mega Drive;
  • Monster World IV (1994), também de Mega Drive.

Seria um ótimo apanhado de games caso não fosse a ausência de diversos títulos da série.

Diferentemente da versão aqui analisada, também existe uma versão física feita pela Strictly Limited Games, que inclui incríveis 21 jogos da série (!), muito além dos 4 da versão digital.

E sim, não EXISTE versão digital com todos os jogos, forçando o preço dessa edição física lá pra cima, tudo que essa empresa mesquinha de jogos limitados queria.

Mas não se preocupe, porque nesse texto vamos falar do produto normal que está acessível a todos. Caso queira, procure as roms dos outros jogos. Tenho certeza que eles não vão reclamar.

Os jogos da coletânea

Bem, vamos falar sobre cada um dos games aqui presentes.

Wonder Boy – ININ GAMES/ Ratalaika Games

Wonder Boy (1986)

O primeiro e mais simples jogo da série. Você controla o Menino Maravilha em fases de plataforma bem simples, onde o objetivo é terminar a fase sem morrer pelos inimigos ou… de fome.

Sim. Durante as fases, comidas de diversos tipos aparecem aleatoriamente na sua frente (como em Duck Tales de NES) e sua barra de energia vai diminuindo aos poucos caso você não coma nada.

Parece irritante e é mesmo, principalmente nas últimas fases, onde as plataformas e inimigos também viram um problema.

LEIAM – Saturn Bomberman | O melhor jogo da série até hoje

Os cenários e músicas são bem repetitivos e o jogo em si parece muito longo para um jogo de arcade.

Sinceramente duvido que muita gente zerou na época sem gastar milhões de fichas.

Para esse Review, eu finalizei este jogo usando muito save state e a função rewind – estas presentes em todos os jogos, vale dizer – e mesmo assim foi difícil.

Wonder Boy: Monster Land – ININ GAMES/ Ratalaika Games

Wonder Boy: Monster Land (1987)

Versão arcade do jogo que no Master System, saiu no Brasil como Mônica no Castelo do Dragão.

Aqui o Wonder Boy vive uma aventura mais cadenciada e de movimento mais lento. Você deve passar por 12 fases, matando inimigos para pegar ouro que deve ser usado para comprar itens de melhoria para seu personagem.

Diferentemente do jogo anterior onde seu personagem usava uma machadinha e um skate (?), Aqui temos uma aventura mais capa e espada tradicional.

Por ser um jogo de arcade, tem sempre uma putaria escondida: de início, os shops das cidades são marcados, mas depois as placas somem, e algumas portas são armadilhas.

Mais pra frente, os shops são literalmente SECRETOS e cabe ao jogador descobrir onde comprar os melhores itens.

Essa versão de arcade é um pouco mais cruel que a do Master System, mas com save states ela se torna totalmente trivial.

Wonder Boy in Monster World- ININ GAMES/ Ratalaika Games

Wonder Boy in Monster World (1991)

Não foi o primeiro jogo para os consoles da Sega, mas é o primeiro presente nessa coletânea capada. Aqui temos uma evolução natural de Monster Land, por isso não tem muito a se dizer.

Graficamente ele melhora bastante em relação ao Monster Land de Master System, mas introduz muito backtracking, tornando algumas partes do jogo um pouco irritantes, mesmo com save state.

Vale notar que em alguns momentos, o jogador precisa tocar uma flauta que mostra na tela os mesmos botões do Mega Drive, independentemente da sua configuração de controle. Esse aqui saiu como Turma da Mônica na Terra de Monstros no Brasil.

Monster World IV – ININ GAMES/ Ratalaika Games

Monster World IV (1994)

Aqui temos a primeira mudança gigante na série, trocando o protagonista por Asha, uma geninha parecida com a Shantae. Os controles são bem melhores e evoluídos, mas o core da série ainda está lá: ande pelas fases horizontais comprando itens e explorando o cenário de forma nem sempre linear.

Emulação e outras coisas

Wonder Boy Collection em si é até bem ok. Temos um menu principal com algumas artworks a serem desbloqueadas, um filtro simples de CRT configurável e diversos papéis de parede. Tudo bem comum nos jogos retrô relançados em pacotes assim.

Essa interface inclusive parece ter sido feita pela Ratalaika Games, que também tem seu nome em alguns jogos de Mega Drive relançados recentemente, como Gleylancer. Lá, a interface era literalmente a mesma que, apesar de ser funcional, é visualmente simples demais.

LEIAM – Pac Man Museum+: Acervo museológico do Come-Come tunado

A função de save states e rebobinar funciona muito bem e é essencial para evitar frustrações causadas por jogos lançados em uma época diferente. Você obviamente tem sempre a opção de salvar diretamente nos jogos que dão suporte a isso.

Pra finalizar, um pequeno problema que encontrei foi o troféu por zerar Wonder Boy 1, que simplesmente não apareceu. Não sei se vão corrigir com update futuro, mas leve isso em consideração caso queira platinar, pois apesar de ser um game com dedo da Ratalaika — famosa por platinas fáceis, esse parece remar contra a maré.

Conclusão

Wonder Boy Collection entrega quatro jogos da série, mas acredito que só as versões de Mega Drive merecem o espaço na coletânea.

A ausência inexplicável de Wonder Boy III: Dragon’s Trap mostra que a Strictly Limited Games lançou essa versão digital apenas como uma forma de fazer propaganda do seu produto principal que contém praticamente todas as versões dos jogos da série (tirando aqueles com outros nomes, como os da Mônica).

O preço de 149 reais (no PlayStation) não é convidativo e eu não recomendo que você compre a menos que apareça em promoção.


Essa análise foi feita com uma cópia digital de PlayStation 5 gentilmente cedida pela ININ Games.

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Chuck Rock II: Son of Chuck | Review https://www.arquivosdowoo.com.br/2022/03/13/chuck-rock-ii-son-of-chuck-review/ https://www.arquivosdowoo.com.br/2022/03/13/chuck-rock-ii-son-of-chuck-review/#respond Sun, 13 Mar 2022 13:14:23 +0000 https://www.arquivosdowoo.com.br/?p=10349 Eu costumo sempre frisar quanto ao enorme carinho que tenho pelo Master System, em primeiro lugar por ter sido meu primeiro contato com vídeo games, e em segundo por seus jogos. Como meu contato com o Nintendinho se deu muito tarde, por esse motivo minha referencia 8 bits acabou sendo os jogos do Master System. […]

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Eu costumo sempre frisar quanto ao enorme carinho que tenho pelo Master System, em primeiro lugar por ter sido meu primeiro contato com vídeo games, e em segundo por seus jogos.

Como meu contato com o Nintendinho se deu muito tarde, por esse motivo minha referencia 8 bits acabou sendo os jogos do Master System. O que foi bom, afinal, por essa razão conheci alguns títulos memoráveis pra mim.

Inclusive o que trago hoje para vocês é um desses, que inclusive temos em texto no site, mas que acabei transformando em vídeo, Chuck Rock II: Son of Chuck.

Espero que gostem e se possível inscrevam-se no canal, pois a tendência é aparecer cada vez mais vídeos por lá.

https://youtu.be/FG-vfZ6W3A0

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Shinobi | O maior e melhor Ninja do Master System https://www.arquivosdowoo.com.br/2012/09/17/dicas-de-games-shinobi-master-syste/ https://www.arquivosdowoo.com.br/2012/09/17/dicas-de-games-shinobi-master-syste/#comments Mon, 17 Sep 2012 13:00:00 +0000 https://www.arquivosdowoo.com.br/2012/09/17/dicas-de-games-shinobi-master-syste/ Olá meus caros e assíduos leitores (Alguém ai?), aqui quem fala é o seu amigo Cyber Woo, e hoje iremos falar a respeito de um game marcante e responsável pelo meu primeiro contato com a SEGA. Meu contato com Joey Musashi e suas primeiras aventuras aconteceu aos meus sete anos, precisamente em 1991, e posso […]

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Olá meus caros e assíduos leitores (Alguém ai?), aqui quem fala é o seu amigo Cyber Woo, e hoje iremos falar a respeito de um game marcante e responsável pelo meu primeiro contato com a SEGA.

Meu contato com Joey Musashi e suas primeiras aventuras aconteceu aos meus sete anos, precisamente em 1991, e posso recordar como se fosse ontem.

Jogando em um sábado de manhã junto com meu tio, Labutávamos para conseguir destruir, Mandara o terceiro vilão do jogo, e como meu tio havia adquirido recentemente o aparelho, de 2º mão, o controle não tinha sua carcaça, era apenas a placa central com as borrachinhas coladas e os fios revestidos com fita isolante, coisa linda de se ver.

BONS TEMPOS!

Uma pena que nos dias de hoje, poucos poderão ter essa experiência, ou mesmo lembranças tão agradáveis como essa, Já que todos estão sempre com pressa e os controles já não possuem fios.

Bem, mas posso viver sabendo que posso reviver uma pequena parcela de minha infância, quando quiser, graças a esse mesmo avanço, sim, sou um hipócrita as vezes.

UM POUCO DA HISTORIA

Como havia citado no inicio, aqui controlamos o ninja Joe Musashi na luta contra o mal, as força de Zeed.

Que nada mais é que o vilão principal da série, até mesmo ganhou uma versão Cyber, que um dia abordaremos por aqui. Isso prova que Zeed é um vilão clássico, não importa de qual forma o destruímos, ele sempre volta.

A primeira vez que joguei, não tinha noção alguma do seu enredo, apesar de que ainda não tenho certeza quanto a sua historia, mas também não quis destruir a lembrança que tenho desse game.

Para mim sempre será o ninja armado, até mesmo criei um personagem em quadrinho quando moleque baseando-me nas shurikens que Joey lançava em seus inimigos.

Diferenciando-o apenas pelo fato de que o meu personagem realmente atirava com uma arma, mas é outra historia.

GRAFICAMENTE FALANDO

Estamos falando de um game portado dos árcades para o Master System, e mesmo com a grande diferença de plataforma, trouxe gráficos muito bons.
O cenário é tão detalhado como deveria, mas possui suas variações, tornando o aceitável no decorrer da aventura, mas deixa claro que não houve uso de todo o potencial da plataforma, mas cumpre muito bem com sua proposta. Já os inimigos e nosso protagonista, são grandes e com detalhes, ficaram show de bola, e fluem perfeitamente.

NO CONTROLE DE UM NINJA

Joey é um ninja e como todo bom ninja, tem de possuir comandos precisos, para fazer jus ao lema de silenciosos e letais, e pasmem, aqui conseguimos essa proeza.

Podemos saltar e até mesmo intercalar os lançamentos de shurikens muito bem, pois a resposta do controle é rápida, o que é crucial a qualquer game.

Isso só mostra que não são necessários gráficos maravilhosos, ou mesmo sangue para um game ser divertido, mas é necessário ter uma boa jogabilidade.

Imaginem Ninja Gaiden com um controle duro. Isso mesmo, NÃO DÁ.

SÓ DUAS, QUE FALTA DE RESPEITO

Não sei dizer a vocês, se o motivo do game possuir duas música, seja devido a limitações da plataforma ou mesmo relaxo.

A Nintendo tinha uma plataforma de 8 bits, e assim mesmo investia na trilha dos seus games, imaginem Ys, com apenas uma música martelando no decorrer de toda a aventura, é de se enforcar com o joystick. Não é a toa que a SEGA foi à falência, demorou em aprender.

As músicas não são ruins, mas pelos poderes de Greyskull, não há que aguente ouvir apenas duas músicas durante muito tempo.

DIFÍCIL? NO, NO, NO, NO!

Dificuldade elevada, mas nada que decorar os movimentos não cure, já que os inimigos não são nada inteligentes, e atacam sempre no mesmo padrão, mas também não torna a jogatina um passeio ao parque, já que conforme se avança sua dificuldade aumenta.

Há algumas fases que exigem muito do seu reflexo para serem passadas, assim como alguns chefes, mas graças ao controle é possível passar a todas sem muito sofrimento, eu disse sem muito, porque sofrimento era o que vinha junto de cada caixinha de game nessa época, Yo! Noid que o diga – Vale lembrar a fase do Masked Ninja.

Fase do cão perdia todas as minhas vidas e tinha que começar do zero varias vezes, como alguém pode conseguir desviar daqueles ninjas voadores, nem mesmo Jack Chan poderia.

FASE BÔNUS

Esse foi um dos momentos mais tortuosos que tive de encarar, pois não importava o quanto lançasse shurikens, sempre um deles escapava. Não aguento mais olhar para a cara daquele ninja cor de limão.
Ninjas cor verde-limão, era só o que faltava, eu nem me lembrava disso, e por que diabos verde-limão?

Provavelmente nos dias de hoje esse ninja deva trabalhar em alguma rodovia

E CHEGAMOS AO FIM

Shinobi é nostalgia pura, principalmente a versão do Master System, joga-lo depois de tantos anos foi ótimo, não há coisa melhor que jogar um game clássico do início ao fim, soltando gargalhadas e até mesmo alguns palavrões.

O game envelheceu muito desde a primeira vez, mas não perdeu o seu charme, continua sendo um excelente entretenimento dentro de tantos outros títulos da mesma época, mas com seu algo mais.

Por hoje é só meus caros, em breve voltarei com alguns outros games da série.

Abaixo vocês podem conferir o meu gameplay do jogo:

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Chuck Rock II | Uma Confusão pré-histórica no Master System https://www.arquivosdowoo.com.br/2012/01/25/chuck-rock-ii-o-filho-de-chuck/ https://www.arquivosdowoo.com.br/2012/01/25/chuck-rock-ii-o-filho-de-chuck/#respond Wed, 25 Jan 2012 22:50:00 +0000 https://www.arquivosdowoo.com.br/2012/01/25/chuck-rock-ii-o-filho-de-chuck-causando/ O Master System é um console com uma biblioteca modesta e repleta de títulos inesquecíveis, então saiba que não foi ao acaso que a SEGA fora um dia, a grande rival da Nintendo. Grandes títulos apresentados no Mega Drive acabavam por serem portados ao console 8 bits, isso quando não eram praticamente refeitos, tudo para […]

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Master System é um console com uma biblioteca modesta e repleta de títulos inesquecíveis, então saiba que não foi ao acaso que a SEGA fora um dia, a grande rival da Nintendo. Grandes títulos apresentados no Mega Drive acabavam por serem portados ao console 8 bits, isso quando não eram praticamente refeitos, tudo para não desamparar os detentores do console 8 bits.

O QUE TEMOS AQUI

Há muito o que ser dito sobre essas duas gigantes do século XX, mas hoje o foco será Chuck Rock II – Son of Chuck, que foi lançado em 1993 para Amiga, Amiga CD32, Sega Game Gear, Sega Mega-CD, Sega Master System, Sega Mega Drive/Genesis. Diferente do seu antecessor, esse a Nintendo não teve acesso, pelo menos na época. Chuck Rock II começa depois de longos 9 meses desde a comemoração caliente de Chuck e Ophelia – que havia sido resgatada no primeiro título. Agora Chuck trabalha em uma empresa onde esculpe carros em ROCHAS, que provavelmente deve ser o trabalho mais difícil do mundo, depois de limpar fornos de cerâmica. Bem, um pai precisa trabalhar para sustentar a cria. Apesar do trabalho escravo do troglodita barrigudo, a vida era boa e o amor reinava na casa. O que Chuck não contava é que seu trabalho excelente o tornou alvo da empresa rival. E com uma maldade comparável aos vilões da novela da sete, a empresa rival sequestrou Chuck como forma de alavancar as vendas e ferrar com as concorrentes. Ophelia sendo apenas uma mulher oprimida perante as leis machistas impostas pelos trogloditas misóginos, coxinhas burgueses, não poderia abandonar a cozinha, então incumbiu o seu varão Chuck Jr da responsabilidade de resgatar o provedor da casa. Munido de apenas um dente e seu fiel tacape, ele precisara passar por caminhos não tão inóspitos e alguns repletos de inimigos bizarros. Chuck Jr enfrentará moscas varejeiras, trogloditas com distúrbios de personalidade amante de Barney o dinossauro, uma mulher saltadora com seios ENORMES – Que em minha opinião não deveria ser a inimiga e sim a fonte de reposição das mamadeiras de Chuck Jr. Há tambem plataformas escondidas pelas fases, algumas invisíveis e outras apenas em posições de difícil acesso, então não espere por muita moleza, mas também não espere por um jogo difícil.

GRAFICAMENTE

Graficamente falando temos um avanço se comparado ao seu antecessor que se limitava a um cenário de fundo escuro, enquanto aqui temos cores e detalhes, mesmo que simples, mas bem trabalhado. Os personagem e os inimigos são muito bem desenhados, principalmente ao se movimentar, apesar de que na tela de apresentação de fases, Chuck Jr está incrivelmente feio, parece um anão careca de 40 anos. Já musicalmente falando, temos uma trilha deverás agradável e que provavelmente não o levara a perfurar os tímpanos enquanto grita histericamente “FAÇA-OS PARAR, FAÇA-OS PARAR” como aconteceu comigo enquanto jogava Lawnmower Man do SNES. Então não se preocupe, pois aqui mesmo que ela soe um “tiquinho” repetitiva, não incomoda ou atrapalha a jogatina.

CONCLUSÃO

Os controles respondem bem aos comandos e você não vai sofre pra executar saltos, talvez um pouco, mas isso é problema de coordenação motora. Chuck Rock II – Son of Chuck pode não ser tão bom visualmente quanto suas versões para 16 bits, mas aqui não faz feio e oferece muita diversão a todos os amantes desse belo console da SEGA. O desafio não é tão alto, mas vai conseguir arrancar alguns palavrões bem feios, então se procura um bom retrô game para passar algumas horas, Chuck Rock II é uma boa pedida. https://youtu.be/FG-vfZ6W3A0

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O Primeiro console a gente nunca esquece https://www.arquivosdowoo.com.br/2011/04/28/o-primeiro-console-gente-nunca/ https://www.arquivosdowoo.com.br/2011/04/28/o-primeiro-console-gente-nunca/#comments Thu, 28 Apr 2011 15:00:00 +0000 https://www.arquivosdowoo.com.br/2011/04/28/meme-o-primeiro-console-gente-nunca/ O PRIMEIRO CONTATO O primeiro console a gente nunca esquece, independente se você ainda joga ou não nos dias de hoje. Recordo ainda nos dias de hoje minha emoção ao ver meu tio chegando em casa, com aquela caixa grande e rasurada em mãos. Pensei que fosse um videocassete a primeira vista, mas logo em […]

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O PRIMEIRO CONTATO

Esse sou eu jogando Super Nintendo em um TV preto e branco – Olha as latas de tintas do meu pai ali ao fundo.

O primeiro console a gente nunca esquece, independente se você ainda joga ou não nos dias de hoje.

Recordo ainda nos dias de hoje minha emoção ao ver meu tio chegando em casa, com aquela caixa grande e rasurada em mãos. Pensei que fosse um videocassete a primeira vista, mas logo em seguida ele retirou o aparelho de dentro da caixa, depois alguns cartuchos.

De inicio fiquei empolgado, mas não tinha ideia do que se tratava, tinha uns 8 anos na época.

Mas a emoção veio mesmo após ligarmos o console. Percebi que um novo mundo se abria diante meus olhos. Diversas cores e “bonequinhos” controláveis.

Estava pasmo com tamanho poder daquele videocassete estranho de nome:

MASTER SYSTEM

O console acompanhava dois controles e um deles estava somente na placa com as borrachinhas coladas, enquanto o outro era completo.

Infelizmente o controle inteiro não funcionava, então tínhamos de utilizar o que estava só o esqueleto, mas não atrapalhava em nada a jogatina e possui três cartuchos, sendo os jogos Vigilante, Double Dragon e Shinobi.

Leiam – Shinobi | O Maior Ninja do Master System

Um dos primeiros títulos que joguei foi Alex Kidd in Miracle World que vinha na memória, a possibilidade de pilotar uma moto ou mesmo um helicóptero naquela época era fascinante para mim, sentia o que os jovens de hoje sentem ao jogar Resident Evil 5 ou Prototype.

Recordo que deixei varias vezes de assistir a banheira do Gugu para poder jogar Shinobi, Vigilante e Double Dragon.

A BANHEIRA DO GUGU

Eu era jovem e não compreendia muito o mundo, não tinha afinidade com as meninas da minha idade, mas sabia muito bem o que era aquilo saltando do biquíni das participantes e gostava muito.

Só que não era o suficiente para superar o meu deslumbramento com o Master System. Passava horas e horas jogando Vigilante e Double Dragon ao lado do meu tio – Os preferidos eram Shinobi e Alex Kidd.

Vale lembrar também Monica no Castelo do Dragão que era o ótimo, alugávamos sempre pois devorava os quadrinhos na época e a possibilidade de jogar com a personagem me deixava em êxtase  – Foi o primeiro RPG da minha vida.

Consequentemente com o passar dos anos e as novas tecnologias, meu tio vendeu o aparelho para comprar um Super Nintendo. Só que eu nunca esqueci os bons momentos que tivera com o Master System.

Devido a esses bons momentos que recentemente adquiri um Master System só para relembrar os bons momentos que passei ao lado do meu tio, que hoje se entregou ao mundo dos jogos de Futebol – Oh, tristeza!

O importante é que a lembrança ainda esta aqui fresca em minha memória e hoje já adulto, quando sinto falta daquela sensação eu ligo o Master System e sou transportado para o ano de 93, quando ainda não existia PlayStation 3 ou Xbox 360 e eu me divertia muito mais com um jogo da Turma da Monica.

Edit 19/04/2020

Esse é o meu tio nos dias de hoje e sem aquela cabeleira Xororó dos anos 90

Incrível como muita coisa mudou de 8 anos para cá. O artigo envelheceu um pouco, e apesar de eu ter mudado muito, ainda sinto uma baita nostalgia com o vídeo game, mas muito mais dosada do que na época em que participei do meme.

O mundo mudou e eu mudei com ele. Hoje sou pai e estou casado, nessa época eu queria resgatar a qualquer custo bons momentos com os videogames como uma forma de tornar mais fácil lidar com a vida adulta.

Obviamente eu nunca esquecerei dos bons momentos que vivi ao lado do meu tio e esse primeiro contato com o Master System, mas posso dizer que hoje eles possuem um sabor muito melhor quando recordo, pois sei que posso proporcionar isso ao meu filho dentro de alguns anos, afinal, isso faz parte de crescer.

As lembranças sempre estarão aqui com o console físico ou não, porque o importante ali não era o console em si, mas a  presença do meu tio, o contexto familiar, a presença dos meus avós na cozinha papeando durante o almoço, enquanto estava meu tio, o meu irmão e eu estufados da macarronada feita por minha tia, sentados apreensivos em frente ao videogame.

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