Arquivos Jogo ruim - Arquivos do Woo https://www.arquivosdowoo.com.br/tag/jogo-ruim/ Um pouco de tudo na medida certa Sun, 07 Nov 2021 13:55:32 +0000 pt-BR hourly 1 https://wordpress.org/?v=6.9.4 https://www.arquivosdowoo.com.br/wp-content/uploads/2020/12/cropped-logo-150x150.png Arquivos Jogo ruim - Arquivos do Woo https://www.arquivosdowoo.com.br/tag/jogo-ruim/ 32 32 Lady in a Leotard with a Gun | Não https://www.arquivosdowoo.com.br/2021/11/07/lady-in-a-leotard-with-a-gun-nao/ https://www.arquivosdowoo.com.br/2021/11/07/lady-in-a-leotard-with-a-gun-nao/#respond Sun, 07 Nov 2021 13:55:32 +0000 https://www.arquivosdowoo.com.br/?p=9000 Lady in a Leotard with a Gun é um jogo horrível e fez com que eu repensasse minhas escolhas de vida. Pronto, podem ir embora, isso é tudo que eu tenho pra falar sobre esse jogo… Sério, fechem o browser, troquem a aba, vão atrás daquela pessoa especial. Vocês vão ter algo melhor… Tá, vocês […]

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Lady in a Leotard with a Gun é um jogo horrível e fez com que eu repensasse minhas escolhas de vida.

Pronto, podem ir embora, isso é tudo que eu tenho pra falar sobre esse jogo…

Sério, fechem o browser, troquem a aba, vão atrás daquela pessoa especial. Vocês vão ter algo melhor…

Tá, vocês querem mesmo que eu sofra escrevendo sobre essa porcaria de jogo? Então tá.

LEIAM – Lizard Lady vs The Cats | Memes de baixa qualidade

Tempos atrás, eu falei sobre um jogo cretino chamado Lizard Lady vs the Cats, e o autor dele lançou mais alguns jogos na PSN (e estranhamente um deles saiu no Steam), a maioria deles por 2,60 (50 centavos de dólar) e pelo menos um deles por 1 dólar.

Recentemente, eu estava em um stream da Sophia Narwitz (que costuma vez ou outra fazer maratonas com jogos questionáveis, e alguém no chat mencionou que o criador estaria lançando um jogo na mesma pegada de Lizard Lady. E o jogo saiu.

Apresento você, os horrores de Lady in a Leotard with a Gun, um jogo que faz Lizard Lady vs the Cats parecer Gears of War.

Não temos um roteiro, apenas atire nos inimigos

O jogo não tem um roteiro, apesar do criador dele confirmar que é meio que uma prequel (e na verdade foi feito ANTES de Lizard Lady vs the Cats), mas que por alguma razão ele resolveu lançar na PSN depois… Será que ele usou o Lizard Lady como pequisa de mercado de jogos ruins? Questionamentos.

Então, vou tirar algo aqui do meu orifício anal em talvez dez minutos, desejem-me sorte.

Um dia, a Lady que definitivamente não é de Devil May Cry, estava entediada, até que viu o Brasil Urgente com o Datena e alguma matéria altamente tendenciosa associando jogos a violência, com dados tirados do cu. Inspirada por tais palavras, ela resolveu partir em um rampante de fúria e matar os membros de uma gangue denominada Cats…

LEIAM – Inscryption – C̷̹̆͘ò̶̱̠ǹ̷̢̜̈f̶̛͇͔i̷̻̾e̶̠̒ ̷̭͋n̶͚͓̏o̶̩̓̐ͅ ̸̢̈ĉ̸̢ơ̷̪r̵͓̹̈́͘a̷̗̔̅ç̶̲̦̒̀ã̵͈̍̂ͅò̶͔͓͋ ̸̣̪͑̓d̴̫͖̆̌ą̸͙̐̚s̶͉͒͒ ̷̤̪̀c̶͉͗a̶͇̐r̶̰̔͝ť̴͖͝a̷̞͍̅͋s̸͕̈̉

Só que ela não saberia que esse rampante de fúria geraria uma reação em cadeia que só veríamos no próximo jogo. E que o ódio dela geraria bolhas que a transformariam numa criatura que parece um lagarto no próximo jogo.

Se você que está lendo essa análise, não entendeu nada, imagine eu que estou tendo que escrever e lembrar desse jogo. Coisas que faço para o entretenimento das massas.

No momento em que escrevo essa linha, acabo de voltar do banho, pensando que ainda tem outros dois jogos que preferiria estar falando sobre, mas serão assunto pra outros reviews. Se eu estou enrolando pra aumentar o texto? Claro que não.

Lady in a Leotard with a Gun

Minimamente funcional, mas pior que Lizard Lady

Considerando o lixo que tem na PSN, especialmente se tratando dos jogos da Yash Tech Future, ou da Sabec, Lady in a Leotard with a Gun é um jogo funcional.

Não possui bugs que impedem o progresso, erros grotescos de programação, ou crasha assim que você abre o jogo, como os jogos da YFT, tampouco é algo que minimamente representa um jogo, como as porcarias que a Sabec vomita no Switch e PS4… Os caras fizeram Calculadora e tem a pachorra de cobrar 10 dólares por isso. Enfim, comparando com esses jogos, ele é funcional. O que não quer dizer que ele é bom.

O jogo é um Third Person Shooter na mesma pegada de Lizard Lady, ou seja, mate todos os inimigos e vá para a saída. Os controles são basicamente os mesmos, exceto… Que aqui não temos o utilíssimo botão de travar a retícula ridícula que chamam de mira num inimigo, deixando o trabalho ainda mais chato que no titulo anterior.

LEIAM – Cotton 100% | Uma porta de entrada para os Shmups!

Mas nem tudo nesse jogo é uma caca, algumas coisas podem ser elogiadas em meio ao chorume gamístico, como o fato de que temos uma variedade de inimigos maior que seu sucessor, ainda que a inteligência artificial desses inimigos seja praticamente inexistente, pra não dizer nula.

O design de fases, ao invés dos espaços abertos de Lizard Lady, são corredores estreitos, salas largas, um autoscroller, uma fase com progressão em 2D, uma pseudo arena e um deserto onde se anda a 1km por hora. As balas do jogo são infinitas e não há uma barra de vida, ao invés disso sua saúde é ditada por um número, provando que ele bebe da fonte de DOOM… Depois de ter DOOM ter sido devorado por um boi, defecado, transformado em Milk-Shake de merda e sido bebido por um transeunte desatento que vomitou pela Avenida Rio Branco inteira…

E já que o assunto é DOOM, queria fazer uma pequena pausa no review desse jogo para dizer uma coisa. Recentemente joguei o DOOM clássico no PS4… E adorei o Capítulo 1. Já o capítulo 2 achei chato pra cacete. Voltando a programação normal.

E vou ser honesto, apesar do design de fases do jogo ser um cocô, eu quase curti a ideia da fase com jogabilidade 2D… Só que a jogabilidade ainda é ruim assim mesmo.

Lady in a Leotard with a Gun

Ao menos não parece ter sido vomitado por um ZX Spectrum

Esse é o melhor elogio que posso tecer aos gráficos de Lady in a Leotard with a Gun. Porque minha nossa senhora, é um jogo feio.

Os personagens parecem ter sido esculpidos por um bêbado com a mínima noção de como se parece um humanoide, e como a iluminação do jogo não é das boas, eles não são lá muito distinguíveis.

A protagonista parece a mesma de Lizard Lady vs the Cats, mas sem a textura de lagarto e as cores do ZX Spectrum. E como disse no título desse trecho da análise, o jogo não tem a paleta de cores com exageros de Azul bebê, magenta, amarelo e preto.

Os cenários possuem usualmente não possuem texturas, sendo cores chapadas, e em alguns casos, algumas texturas, mas nada que salve. Ele consegue a proeza de ao mesmo tempo ser mais bonito e mais feio que Lizard Lady. Talvez por não usar o Speccy como referência de cores.

Os efeitos sonoros são os mesmos de Lizard, e as músicas são esquecíveis. Eu quero terminar esse review, então fico por aqui.

Evite esse jogo, por tudo que é mais sagrado

Lady in a Leotard with a Gun

Eu devo ter mijado no túmulo de Jesus em uma vida passada. Só assim pra Deus ter colocado na minha cabeça que seria uma boa ideia jogar Lady in a Leotard with a Gun. É um jogo que consegue ser pior que Lizard Lady vs the Cats, e não tem o roteiro absurdo e sem sentido do mesmo. Faça um favor a si mesmo, e passe longe dele. Não vale a pena, nem como meme.

Lady in a Leotard with a Gun está disponível para PlayStation 4, e essa análise foi possível graças ao fato de que eu não tenho amor a minha vida.

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Lizard Lady vs The Cats | Memes de baixa qualidade https://www.arquivosdowoo.com.br/2021/02/18/lizard-lady-vs-the-cats-memes-de-baixa-qualidade/ https://www.arquivosdowoo.com.br/2021/02/18/lizard-lady-vs-the-cats-memes-de-baixa-qualidade/#comments Thu, 18 Feb 2021 13:29:34 +0000 https://www.arquivosdowoo.com.br/?p=6789 Olá, aos meus dezessete leitores, como vai a vida de vocês? Eu vou bem, recentemente comprei Nioh 2, o primeiro jogo físico que compro em mais de dois anos. O jogo é difícil, mas é bem legal, quando me dá na telha o “streamo” no Twitch. Além de Nioh 2, voltei a jogar F1 2020 […]

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Lizard Lady vs The Cats

Olá, aos meus dezessete leitores, como vai a vida de vocês? Eu vou bem, recentemente comprei Nioh 2, o primeiro jogo físico que compro em mais de dois anos. O jogo é difícil, mas é bem legal, quando me dá na telha o “streamo” no Twitch. Além de Nioh 2, voltei a jogar F1 2020 porque é lógico que não larguei o jogo.

LEIAM – Ranking com meus Filmes* favoritos de Kamen Rider

Vez após vez, temos visto que a retirada da versão de PS4 de Cyberpunk 2077 da loja da PSN foi pura e meramente uma atitude exagerada ocasionada por rage de pessoas, porque ao citar “o jogo não está a altura de nossos padrões”, ignoram completamente anos e mais anos de jogos completamente quebrados ou disfuncionais sendo lançados (incluindo clássicos da geração PS3/360 como Fallout New Vegas e Skyrim) e não vi a Sony tirando esses jogos da loja online porque “não atendia os padrões”. DIABOS, Assassin’s Creed Unity e WWE 2K20 foram lançados em estado muito pior que o jogo da CD Projekt e não foram removidos.

“Sancini, por quê você tá enrolando tanto pra falar do jogo?” Acalme-se, voz da minha consciência que adicionei para deixar esse texto mais longo, já vou chegar lá. Ficou calmo?

Bem, continuando, nessa última semana, saiu um jogo que me chamou a atenção na PSN, falo de RAID SHADOW LE- Nah, essa piada só funcionaria se fosse em vídeo e realmente existisse uma versão de consoles de Raid: Shadow Legends.

Enfim, o jogo me chamou a atenção não pelo título ou pessoas envolvidas, mas pelo preço de DOIS REAIS E SESSENTA CENTAVOS (50 centavos de dólar na PSN Americana). Então, pensei comigo mesmo: “Dois e sessenta por um jogo. Lizard Lady vs The Cats não pode ser tão ruim, certo? CERTO?”

Não sei de onde vim nem pra onde vou

Lizard Lady vs The Cats

Uma gangue de gatos humanoides intitulada The Cats, matou um milhão de cachorrinhos, e você, no papel da Mulher Lagarto sai em busca de vingança. E é isso. Sério, eu queria fazer alguma piada, mas a apresentação do jogo é tão desprovida de vida que não deu.

Sei que não deveria ser tão duro em relação ao trabalho de uma pessoa só, mas quando seu jogo tem uma apresentação mais sem graça que a dos jogos do LENDÁRIO Gilson B. Pontes (que me bloqueou no twitter), isso quer dizer algo. Nisso o jogo pelo menos ganha pontos em relação ao horrendo the Little Adventures in the Prairie. O que não é muito difícil.

Um tiroteio… Eu posso ir embora? Tô sem ideias.

Lizard Lady vs The Cats

O jogo é um shooter em terceira pessoa, que embora você possa dizer que ele funciona, tudo é o mais contra intuitivo possível. Os comandos são básicos, nada demais, mas você só tem uma arma e nenhum ataque físico. Os tiros não possuem som ou recuo, o que deixa tudo sem um impacto.

A mira não passa de uma pequena retícula vermelha, e o criador sabia que ela era uma porcaria, já que o botão onde usualmente usamos pra zoom (L2) é utilizado para travar a mira no inimigo. Curiosamente, você não vê seus tiros, mas os dos inimigos, você consegue ver.

Aliás, a variedade de inimigos no jogo é uma piada, existem apenas três, um que vem na sua direção, outro que quica de um lado pro outro e um que age normalmente. Outro fator é que não existe um botão de recarga, a quantidade de tiros é indicada por uma barra que enche conforme não se atira.

Você pode pular e rolar pra evitar os tiros inimigos, ainda que dê pra desviar deles andando normalmente porque eles vem com a velocidade de uma placa tectônica. O jogo é curto, possui apenas cinco fases… Acho. Enfim, depois dessas cinco fases (e um final “hilário”), o jogo acaba… Isso é, você precisa pausar e voltar pro menu principal, porque não tem tela de créditos.

Caso você queira se torturar, o jogo tem um modo survival, com três cenários onde você deve matar o maior numero de inimigos possível. E isso é tudo o que o jogo tem para oferecer.

MEUS OLHOS! MEUS OLHOS!

“O que diabos eu estou vendo?” Essa é a única descrição que posso usar para os gráficos de Lizard Lady vs the Cats. Eles tem um estilo estranho, que olhando o portfólio do criador do jogo, você vai ver que é típico dele, mas isso não quer dizer que eles sejam bonitos… Porque não são. É difícil descrever o que você está vendo e as animações extremamente desengonçadas, tanto da protagonista quanto dos inimigos não ajudam.

Mas os cenários, oh os cenários. O autor do jogo parece que escolheu a palheta de cores do ZX Spectrum, então tudo o que vemos é preto, amarelo, rosa, azul, verde e alguma outra cor que esqueci… Só que não são cores bem posicionadas, como víamos em bons jogos do antigo computador do Sir Clive Sinclair, mas algo que parece ter sido vomitado por um gato.

A trilha sonora desse desastre não é ruim. Mas ela não foi composta pro jogo, e sim são músicas royalty free, que podem ser ouvidas fora do jogo. Casam com o que quer que esteja na tela, mas não são músicas do jogo.

Não faça como eu, evite esse jogo

Representação do autor desta análise ao ver o conteúdo do jogo

Esse jogo não tem nada que o salve, a jogabilidade é desinteressante, a premissa, idiota e os gráficos não são nem um pouco agradáveis. As músicas são decentes, mas podem ser ouvidas fora do mesmo. Evite Lizard Lady vs The Cats como o diabo evita a cruz.

O jogo está disponível para Playstation 4 e Playstation 5 (via retro)

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Little Adventure on the Prairie | As horríveis aventuras de Jesuíno https://www.arquivosdowoo.com.br/2019/12/26/little-adventure-on-prairie-as/ https://www.arquivosdowoo.com.br/2019/12/26/little-adventure-on-prairie-as/#respond Thu, 26 Dec 2019 22:03:00 +0000 https://www.arquivosdowoo.com.br/2019/12/26/little-adventure-on-prairie-as/ Jogos ruins. Todo mundo já jogou algum. Jogos péssimos, certamente. Eu mesmo fiz a análise de duas das maiores atrocidades que a Espanha cometeu contra o mundo nos tempos recentes. Existem aqueles jogos, que só de você olhar a capa (ou a thumb, se você usa algum serviço digital, como o Steam/PSN/Live/eShop), já percebe: NÃO, […]

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Jogos ruins. Todo mundo já jogou algum. Jogos péssimos, certamente. Eu mesmo fiz a análise de duas das maiores atrocidades que a Espanha cometeu contra o mundo nos tempos recentes. Existem aqueles jogos, que só de você olhar a capa (ou a thumb, se você usa algum serviço digital, como o Steam/PSN/Live/eShop), já percebe: NÃO, nem ferrando eu compro isso.

Eventualmente, se o preço é baixo, a curiosidade mórbida acaba batendo e é assim que títulos como Little Adventure on the Prairie acabam parando na biblioteca de muitos jogadores. Custando cerca de 2 dólares (R$ 6,50 na PSN), ele é o que há talvez 10 anos atrás, chamaríamos de ‘jogo do Milzão’, aquele jogo ruim que você compraria a um preço baixo só pra conseguir 1000 pontos fáceis em seu gamescore do Xbox 360 (em 2009, os troféus ainda não eram uma coisa tão massiva no PS3, quanto os Achievements eram no 360). Mas enfim, eu vou deixar claro logo aqui: NÃO COMPRE Little Adventure on the Prairie, eu cometi esse erro, então vamos lá.

O jogo não tem nem um conceito básico pra eu chamar de história, então vamos inventar uma aqui: Nosso herói, Jesuíno (estamos próximos do Natal, que acabou de passar, então ele é uma mistura de Jesus com Natalino), entediado que não conhece nenhuma princesa a ser salva, nenhum vilão déspota a ser derrubado, tampouco nenhum traficante para lhe fornecer drogas, resolve sair em uma carnificina sangrenta e destruir todos que cruzarem seu caminho. Como ele vai fazer isso? Pulando na testa dos inimigos, sacudindo sua espada e esperando pelo melhor.

Primeiramente, Little Adventure parece um projeto de alguém que aprendeu a usar a UNITY semana passada. O jogo é um platforming 2D que faz tudo de errado possível. A movimentação do personagem é esquisita, assim como a maneira que ele pula. Assim como em Yasai Ninja, efeitos de colisão são inexistentes. Você só ataca com a espada até o inimigo desaparecer.

O design de fases do jogo é risível, geralmente uma linha reta, às vezes abismos a serem saltados, e por vezes você desce para um ponto inferior do mapa e vai para o outro lado. Ah sim, você precisa matar todos os inimigos pra terminar. E curiosamente, a melhor maneira de matar todos os inimigos, é pulando na testa deles e atacando sem parar, pois a colisão do jogo é tão ruim, que você vai ficar grudado na testa do inimigo e a possibilidade dele te atacar é menor.

Existem power-up’s nas doze fases, além de itens pra recuperar sua energia. Eles não são (talvez o item de saúde seja) obrigatórios pra terminar o jogo, mas você irá os pegar mesmo assim porque eles estão no caminho. E sim, são doze fases. Você vai levar no máximo, meia hora pra terminar tudo… E ainda vai ganhar um troféu de platina no processo.

Graficamente… Não tem nada que se salve. Tanto Jesuíno, quanto os inimigos são compostos de poucos frames de animação e a movimentação deles é atroz. Os cenários são genéricos, e mal feitos, basicamente um JPEG onde dá claramente pra ver onde é o fim da figura, porque o fim e o começo não se ligam, deixando uma linha evidente.

Sonoramente… Eu juro que não lembro das musicas desse jogo, se é que ele tem música. Colocar um CD com o som de gatos brigando seria um som de fundo mais memorável para esse arremedo de jogo.Essa foi uma review mega curta, eu sei… Mas serve de alerta a todos, que quando um jogo parece ruim, tem cara e screenshots que denotam a falta de qualidade, polimento e redenção, evite-o, porque o jogo certamente é pior que bater na mãe com tamanco de madeira. Little Adventure on the Prairie não merece seu dinheiro, sua atenção ou curiosidade.Fuja dessa atrocidade como o diabo foge da cruz.

Essa atrocidade está disponível para Android, iOS, PlayStation 4, PlayStation Vita (mas não é cross-buy, vá entender) e Nintendo 3DS

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Kyurinaga’s Revenge | Vegetais apodrecidos https://www.arquivosdowoo.com.br/2019/02/14/kyurinagas-revenge-vegetais-apodrecidos/ https://www.arquivosdowoo.com.br/2019/02/14/kyurinagas-revenge-vegetais-apodrecidos/#respond Thu, 14 Feb 2019 11:48:00 +0000 https://www.arquivosdowoo.com.br/2019/02/14/kyurinagas-revenge-vegetais-apodrecidos/ Há alguns dias, alertei aos leitores desse humilde site sobre os horrores de Yasai Ninja, de como ele eram os piores 10 reais que já gastei com um jogo desde a era do PS2, como ele era um pedaço de cocô, e de como você deveria ficar longe desse jogo, a uma distância mínima de […]

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Há alguns dias, alertei aos leitores
desse humilde site sobre os horrores de Yasai Ninja, de como ele eram
os piores 10 reais que já gastei com um jogo desde a era do PS2,
como ele era um pedaço de cocô, e de como você deveria ficar longe
desse jogo, a uma distância mínima de 100 metros com um pedaço de
pau e blá blá blá.

Pois bem, o Sancini serelepe e pimpão
foi fazer uma pesquisa sobre quem eram os responsáveis pelo jogo, e
encontrou o site deles, e descobriu que uma sequência de Yasai Ninja
havia sido feita. Aproveitando que eu tinha dinheiro sobrando na
conta, eu comprei Kyurinaga’s Revenge, e baixei… E joguei… E
antes da metade do jogo eu já estava sentindo saudades de Yasai
Ninja.
 
 
Kyurinaga’s Revenge começa no ponto em
que Yasai Ninja terminou, Kaoru Tamanegi (agora eles escreveram
Tamanegi corretamente) e Joe Broccoli derrotaram Kyurinaga, que foge,
jurando vingança. E a vingança começa com o ataque das forças de
Kyurinaga ao vilarejo onde os nossos heróis estavam. A partir daí,
Kaoru e Joe precisam ir atrás do vilão para dar fim aos seus planos
nefastos… De novo.
 
Imagine as fases de plataforma de Yasai
Ninja… Com 1-hit kills, e design bizonho. É assim que funciona
Kyurinaga’s Revenge, você tem que ir do ponto A ao ponto B,
resolvendo “puzzles” e se irritando cada vez mais com o pulo que
não chega lá, o inimigo que te interceptou no ar, ou qualquer outra
bobaginha que apareça ali. Você tem um botão de ataque, mas lutar
contra inimigos não vale a pena, porque é mais fácil passar por
cima deles. 90% ou mais dos inimigos dessa merda são evitáveis.
 
 
Existem duas fases (uma delas sendo a
última) que você deve fugir de um inimigo gigante (um deles é um
chefe que apareceu DUAS VEZES em Yasai Ninja), que se te tocar, é
morte certa, e com plataformas que caem e mecânicas que não
funcionam, é claro que vai ser mais estresse.
 
O jogo tem umas etapas que funcionam
numa espécie de quick time events, onde você tem que matar os
inimigos que aparecem, enquanto alterna entre os personagens. Não
são necessariamente difíceis, mas vão ficando longas e chatas,
culminando na penúltima etapa do jogo, onde eu quase dormi, mas
tinha que terminar aquela bosta, então resisti.
 
E temos boss battles, que até aprender
como elas funcionam, você vai gritar, espernear e xingar cada um dos
desenvolvedores, pra depois disso… Continuar a torrente de
xingamentos porque uma das boss battles é seguida de uma etapa de
Pedra, Papel e Tesoura (o popular jokenpô). Nesse momento, eu já
estava em posição fetal aqui na cama.
 
 
Graficamente, lembra alguns jogos do
Nintendo 64… Isso não é um elogio, a variedade de vegetais
inimigos diminuiu, e os cenários… São bleh. É mais variado que
Yasai Ninja, mas isso não quer dizer muito. E eu queria mesmo ter
algo a mais pra falar, mas eu apaguei da minha mente qualquer outra
coisa.
 
Sonoramente, igualmente bleh. Músicas
sem inspiração e até mesmo algumas royalty free que você acha na
internet, incluindo aquela que o pessoal do WhatCulture Wrestling usa
na introdução dos videos deles. EU NÃO ESTOU BRINCANDO. E os
efeitos sonoros são genéricos, não ajudando em nada.
 
Finalizando, sei que essa análise
parece ser mais curta que a do jogo anterior, mas acredite,
Kyurinaga’s Revenge É MUITO PIOR que Yasai Ninja, é estressante,
sem graça e ruim. Evite, se alguém te oferecer, corra. Nem de graça
vale. É nessas horas que me pergunto o que se passa na cabeça da
Sony, enquanto perseguem e censuram jogos com temática anime por
terem pele exposta, deixam passar um caminhão de jogos lixo,
incluindo jogos com assets roubados. Sob nenhuma circunstância,
jogue Kyurinaga’s Revenge.



Abaixo vocês podem conferir o trailer dessa bomba de legumes:

 

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Yasai Ninja | YaSaia de perto desse jogo! https://www.arquivosdowoo.com.br/2019/02/05/yasai-ninja-yasaia-de-perto-desse-jogo/ https://www.arquivosdowoo.com.br/2019/02/05/yasai-ninja-yasaia-de-perto-desse-jogo/#respond Tue, 05 Feb 2019 13:55:00 +0000 https://www.arquivosdowoo.com.br/2019/02/05/yasai-ninja-yasaia-de-perto-desse-jogo/ Quantos jogos são lançados toda semana? Todo mês? Todo ano? A resposta, certamente é MUITOS. Então, obvio que muitos jogos vão passar batido por você, em meio aqueles lançamentos que queremos jogar. Nesse mês de janeiro mesmo, com Kingdom Hearts 3 e o remake de Resident Evil 2, nem percebemos que Bard’s Tale saiu em […]

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Quantos jogos são lançados toda
semana? Todo mês? Todo ano? A resposta, certamente é MUITOS. Então,
obvio que muitos jogos vão passar batido por você, em meio aqueles
lançamentos que queremos jogar. Nesse mês de janeiro mesmo, com
Kingdom Hearts 3 e o remake de Resident Evil 2, nem percebemos que
Bard’s Tale
saiu em uma versão remasterizada

A razão dela ter sido
lançada? Não faço a mínima ideia, já que a maior fama do jogo é
uma brincadeira que a publisher colocou no disco de jogo. Mas não é
sobre o remaster de Bard’s Tale que estamos falando.

 
O meu ponto é, em meio a essa
caralhada de lançamentos, sempre haverão jogos ignorados, que
quando os compramos, nos deparamos com algo que difere do padrão
visto na indústria, recompensa com uma experiência nova, ou se não
é nova, pelo menos sai um jogo tremendamente divertido. Yasai Ninja
NÃO é um desses jogos.
 
 
Lançado em 2015, pelo estúdio
espanhol Reco Technology, Yasai Ninja conta a história de Kaoru
Tamanegui
e Joe Broccoli, um samurai e um ninja que saem em busca de
vingança contra o terrível lorde Kyurinaga, que deseja matar o
imperador e se tornar rico, dominando a terra onde eles vivem. Ah
sim, todos os personagens de Yasai Ninja são vegetais, Kaoru é uma
Cebolinha, Joe é um Brócolis e boa parte do exército de Kyurinaga,
incluindo o próprio, são pepinos. E essa é a melhor parte do jogo,
porque daqui pra frente…
 
O jogo mistura etapas num hack’n slash
em 3D e fases de plataforma em 2D, e vamos falar sobre os controles
das etapas 3D. Primeiro, vamos nos ater ao fato de que o jogo usa a
Unity, então já dá pra prever que tipo de problemas ele terá. A
colisão é um lixo e você não sente impacto algum em seus golpes
ou nos golpes de seu inimigo. Tirando isso do caminho, a câmera do
jogo é uma bosta, não por se mexer muito ou coisa do tipo, mas
simplesmente por ela simplesmente ser ruim mesmo, só jogando pra
saber.
 
 
Em alguns momentos do jogo você tem
que subir escadarias, ok. Mas não dá pra pular enquanto se está
nas escadas, por alguma razão escrota. Passemos para os puzzles,
sim, o jogo tem alguns puzzles. Com exceção de dois puzzles
específicos, um numa boss battle e um que deve se ficar trocando de
personagem pra passar de uma sessão de plataformas, a maioria deles
são risíveis, piorando quando e tem que empurrar certos objetos com
o Kaoru Tamanegi, os controles são um completo cocô.
 
O combate é escroto. Combinando com a
colisão cocô da Unity e os controles ruins, temos um festival de
merda aqui, que nem o sistema de aumento de nível dos personagens
salva, sistema esse que aliás parece funcionar de maneira totalmente
aleatória. Tipo, eu estou matando personagens de uma fase quando
repentinamente pipoca na tela que eu tenho um novo combo, ou minha
vida máxima aumentou. E a batalha final contra Kyurinaga é imbecil,
primeiro porque Kyurinaga não oferece perigo real, e segundo porque
pra alongar, quando a barra de vida do Kyurinaga está próxima do
fim, ele enche ela duas vezes.
 
Caramba, quase esqueci de falar das
etapas em 2D. Existem algumas fases em 2D… Que são igualmente
desgraçadas, porque basicamente não existe ação, é só ir do
ponto A ao B, mas até nisso o jogo é um pedaço de lixo. O design
dessas etapas é igualmente lixoso, porque ele te obriga em boa parte
do tempo a usar o pulo duplo, tem horas que o cenário se confunde
com as plataformas, pra um jogador de primeira viagem vai ser difícil
acertar certos pulos sem morrer no mínimo uma vez. E tem momentos
que o ângulo da etapa vai mudar pra um pseudo 2.5 que vai ferrar com
sua perspectiva, causando obviamente, mais mortes.
 
 
Visualmente… É genérico. As
cutscenes são mostradas num estilo de quadrinhos, mas não se
destacam em nada, os cenários são igualmente genéricos e sem vida.
O design dos personagens? Bem, vai de você curtir vegetais ou não.
Mas dá pra ver que Broccoli Joe foi claramente inspirado pelo Afro
Samurai. Talvez algum vegano curta o visual dos personagens…
 
Sonoramente… As musicas aparentemente
foram compostas pelo veterano G.N. Erick, porque elas são tão sem
sal quanto um picolé de chuchu, ou Last of Us. Existe a dublagem do
narrador, que é… Japonesão genérico. Efeitos sonoros são…
Qualquer coisa. Deu pra ver que pelos últimos dois parágrafos, a
minha paciência pra falar de Yasai Ninja foi pro saco.
 
Finalizando, PASSE LONGE DESSE JOGO.
Evite-o a qualquer custo, se encontrar uma cópia física (saiu na
Europa em mídia física), destrua-a, ou dê de presente pra alguém
que odeia. Jogos ruins podem ser divertidos, esse aqui não é.
 
Yasai Ninja está disponível para
PlayStation 4, Xbox One e PC. Esta análise foi feita com uma cópia
que tive o desprazer de pagar com meu próprio dinheiro.Nunca deletei
um jogo do HD tão rapidamente.
Abaixo vocês podem conferir o trailer do jogo:

 

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