Arquivos Brazilian indie Game - Arquivos do Woo https://www.arquivosdowoo.com.br/tag/brazilian-indie-game/ Um pouco de tudo na medida certa Fri, 18 Jun 2021 15:01:18 +0000 pt-BR hourly 1 https://wordpress.org/?v=6.9.4 https://www.arquivosdowoo.com.br/wp-content/uploads/2020/12/cropped-logo-150x150.png Arquivos Brazilian indie Game - Arquivos do Woo https://www.arquivosdowoo.com.br/tag/brazilian-indie-game/ 32 32 0 Degrees | Mas em Curitiba faz mais frio https://www.arquivosdowoo.com.br/2021/06/16/0-degrees-mas-em-curitiba-faz-mais-frio/ https://www.arquivosdowoo.com.br/2021/06/16/0-degrees-mas-em-curitiba-faz-mais-frio/#comments Wed, 16 Jun 2021 08:00:28 +0000 https://www.arquivosdowoo.com.br/?p=7587 A gente vive, possivelmente na melhor era pra se jogar videogames, pois tem jogos para todos os gostos. Se você curte retrogames, pode voltar para eles de maneira muito mais fácil com a emulação, vários gêneros estão presentes nas principais plataformas do mercado (e alguns até saem pro Stadia). E até mesmo jogos que cabem […]

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A gente vive, possivelmente na melhor era pra se jogar videogames, pois tem jogos para todos os gostos.

Se você curte retrogames, pode voltar para eles de maneira muito mais fácil com a emulação, vários gêneros estão presentes nas principais plataformas do mercado (e alguns até saem pro Stadia). E até mesmo jogos que cabem no seu bolso estão disponíveis, desde o steam, que em promoções costumam ter jogos a preços pornograficamente baixos, até mesmo a PSN, que vez ou outra tem jogos a preços realmente baixos.

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Sim, isso dá vazão a jogos de qualidade baixa, como Horse Racing 2016, o CATÁLOGO INTEIRO da Sabec (responsável por aquele lixo do Fight) e Yasai Ninja. E nem me fale da montanha de clones de baixa qualidade pega trouxa de hentai que o steam possui, ou não sairemos daqui hoje. Mas, também guarda algumas pérolas boas, como Metagal e Milo’s Quest. Felizmente o jogo de hoje, 0 Degrees fica no segundo grupo de jogos.

A estrada para Curitiba será longa

O jogo não tem uma história, então vou bolar uma aqui em cinco minutos (E vocês já devem ter percebido pelo título do texto pra que caminho vamos). O garoto do Iglu vivia contente lá no Polo Norte (na esquina entre Inhoaiba e Caxias), até que um dia, em que ele comentou no twitter que a temperatura naquele dia era de 0ºC (nem muito quente, nem muito frio), mas como é do twitter que estamos falando, veio um gaiato pra dizer que em Curitiba é mais frio.

Numa mistura de revolta e curiosidade, o Garoto do Iglu decide ir a Curitiba pra saber se aquela alegação do chato de galocha que não importa a temperatura que o local faça, vai sempre dizer que Curitiba faz mais frio.

Só que o caminho até Curitiba será longo, ele terá que passar por locais como a Groelândia, Islândia e outros locais frios que terminem com ândia, tipo Uberlândia, Marilândia e… Anadia.

O jogo, desenvolvido pelo dev brasileiro Kiddo Dev, é uma versão revisada de Cryomancer, lançado para web browsers em 2019, e portado para consoles pela EastAsiaSoft.

Número de fases: 40 | Os puzzles usam: 1 Tela | QI do autor do Review: 0

0 Degrees

O jogo conta com 40 fases nas quais você deve ir do ponto A ao ponto B usando suas habilidades para chegar lá.

A princípio, pulos bastam, mas conforme as fases vão passando, empurrar blocos para ativar mecanismos serão necessários, e em seguida, a criação de blocos será necessária e por fim, você terá a habilidade de congelar os blocos no ar.

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Por um lado, essas habilidades são entregues em circunstâncias seguras, o uso delas deve ser feito com cuidado, já que o uso dessas habilidades é limitado. Você pode ser criativo na hora de fazer as fases, mas tome cuidado para não exceder e ficar sem blocos para chegar ao fim da fase.

A dificuldade do jogo é variada, alguns puzzles obviamente são mais difíceis que outros, mas dependendo da inteligência do jogador, ele consegue terminar em um bom tempo. O jogo foi inclusive pensado para speedruns, com o tempo rolando na tela.

A mesmice é gelada, mas não feia

0 Degrees

Uma crítica que usualmente pode ser feita a jogos indie, é que os sprites as vezes tendem a não serem detalhados. Seja por estilo do desenvolvedor, ou falta de recursos. Enfim, posso dizer que 0 Degrees é um jogo bonito.

O visual é simples, repetitivo (afinal de contas, gelo, neve, espinhos pra todos os lados), mas é bem construído e o sprite do personagem principal é bonito. A trilha sonora do jogo complementa a temática relaxante de puzzle.

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Não há muito o que se dizer aqui, exceto que em alguns momentos você vai jurar que fez certinho, mas não, deu errado.

Depende apenas de você comprar

0 Degrees

Se você tem dinheiro disponível e gosta de puzzle-platformer, eu recomendo 0 Degrees, é um jogo simples, divertido e relaxante de se jogar. Caso contrário, aguarde uma promoção talvez, já que os cenários repetitivos e a simplicidade do jogo podem te afastar.

0 Degrees está disponível para PlayStation 4, Xbox One e Nintendo Switch, além da versão web chamada Cryomancer.

Essa análise foi feita com uma cópia digital de PlayStation 4 gentilmente cedida pela produtora do jogo.

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Kaze and the Wild Masks | Análise https://www.arquivosdowoo.com.br/2021/03/31/kaze-and-the-wild-masks/ https://www.arquivosdowoo.com.br/2021/03/31/kaze-and-the-wild-masks/#respond Wed, 31 Mar 2021 20:48:43 +0000 https://www.arquivosdowoo.com.br/?p=6947 Introdução Eu pensei em colocar como título deste texto a frase: “Um pixel-art nada preguiçoso“. Muitos poderiam ter discordado, até porque envolve o ego e o ganha-pão de muita gente e por isso resolvi deixar de lado essa ideia. Entendo perfeitamente quem acharia isso ruim, porém não podemos fingir que somos cegos e acharmos que […]

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Introdução

Eu pensei em colocar como título deste texto a frase: “Um pixel-art nada preguiçoso“. Muitos poderiam ter discordado, até porque envolve o ego e o ganha-pão de muita gente e por isso resolvi deixar de lado essa ideia.

Entendo perfeitamente quem acharia isso ruim, porém não podemos fingir que somos cegos e acharmos que todos os jogos indies que fazem uso de estilo de arte mais retrô são bons.

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A própria Devolver Digital, que publica vários jogos nesse estilo, colocou no mercado muita coisa de qualidade um pouco abaixo do que se espera.

Essa não é uma crítica nova, porém muita gente abafa essas opiniões pra não botar o desenvolvedor pra baixo. Mais uma vez: discordo, mas compreendo.

O estúdio do jogo deste review por outro lado, não deixa nada a desejar com os games que trabalha. A PixelHive Game Studio, criada no Rio Grande do Sul em 2011, tem agora em 2021 seu maior projeto chegando a todas as plataformas possíveis (incluindo o Stadia). Estamos falando de Kaze and the Wild Masks.

O vento e as máscaras selvagens

Sendo um jogo clássico de plataforma 2D, o game apresenta um visual bem colorido e sem limitações visuais gráficas baseadas em algum jogo ou console antigo, como outros jogos modernos-retrô já fizeram, como Shovel Knight e os Mega Man 9 e 10 da IntiCreates.

Kaze and the Wild Masks

Temos sim tudo feito em pixels, porém não existem limites de cores ou trilha sonora em chiptune. Todos os personagens são bem animados, com bastante frames, mesmo para os inimigos mais simples.

Por outro lado os cenários possuem uma identidade visual bem mais básica. As plataformas são bem fininhas e chapadas sem dar muita impressão de profundidade onde Kaze pisa.  Contudo os cenários de fundo e de frente são bem usados, com muito efeito parallax.

Com isso, podemos perceber que a ideia era destacar os sprites dos personagens, característica essa muito vista nos jogos da série Klonoa, mais especificamente nos jogos da série para o Game Boy Advance.

Aliás, a própria protagonista Kaze tem um visual que remete bastante ao personagem da Namco. Inclusive, seu nome em japonês é “Kaze no Klonoa”, onde a primeira palavra significa “vento”.

A macaquice que é a jogabilidade

As inspirações do estúdio brasileiro são transparentes como o próprio vento. Se o visual de Kaze remete a Klonoa, sua jogabilidade serpenteia por diversos games dos anos 1990.

A primeira — e mais óbvia — referência é a série Donkey Kong Country. Desde a forma em que a protagonista pega os barri- digo, pedras para atingir inimigos, segurando-os sobre a cabeça com as orelhas da mesma forma que Dixie fazia em DKC2 e DKC3, até fases e inimigos que funcionam exatamente como suas versões originais produzidas pela Rareware em 1995 e 1996.

Kaze and the Wild Masks

Além disso, Kaze usa itens que permitem que ela voe por algumas fases, funcionando exatamente como nas partes em que o jogador controlava o papagaio Squawks no game da Nintendo.

Inclusive, uma das primeiras fases que envolve essa mecânica é claramente inspirada em Bramble Blast, estágio de Donkey Kong Country 2 popular por sua música tema “Stickerbrush Symphony”, com direito a um labirinto de espinhos similar ao daquele game, que perdura por todo nível.

Já em outros lugares, é necessário se lançar por arcos/bestas que flutuam e se mexem pelo céu. São basicamente as versões dos barris de DK que passam no check de copyright.

Pra finalizar o tema Donkey Kong, temos a maior inspiração e talvez a mais sutil, que é o uso de um timing e momentum de controle do personagem muito similar.

Kaze não possui um botão de correr, porém seu ataque de giro acelera o movimento, permitindo saltos mais distantes, que podem ser esticados ainda mais se o jogador girar pra um buraco e pular no ar.

Essa é uma mecânica que veteranos do Super Nintendo vão saber usar com destreza e vai facilitar e muito algumas fases mais pra frente o jogo.

Jogabilidade: as outras inspirações

Kaze and the Wild Masks

Nem só de macaco vive nossa coelhinha. Outros power-ups (as tais máscaras do título) aparecem com frequência e mudam o estilo de jogo de algumas fases.

Temos a máscara que faz a personagens voar; uma outra de tigre que deixa o jogo com uma pegada mais Mega Man X, com agarrões na parede e dash no ar; a máscara de tubarão faz Kaze nadar e dar giros na água, assim como acontecia nas fases subaquáticas de Crash Bandicoot Warped. 

Uma outra, dessa vez sem inspirações claras, deixa Kaze correndo automaticamente, tornando a fase uma espécie de endless runner.

Enfim, a conclusão que tiramos é que o jogo se baseia em muita coisa e, diferentemente do que poderia facilmente acontecer, ele consegue obter sucesso em todas elas, já que tudo funciona perfeitamente.

Complecionismo para quem gosta

Kaze and the Wild Masks possui muitos coletáveis e conta cada coisa que é pega nas telas. Cada fase possui duas fases bônus, gemas (cem por fase, no mínimo) e as letras KONG- digo, K-A-Z-E, que também dá um item no fim.

Não há contagem de vidas, graças ao bom senhor Jesus, e os checkpoints são escassos mas justos. Raramente o jogador tem que andar um grande pedaço pra voltar até onde morreu.

Os segredos também são escondidos mas nada muito impossível. Os bônus são postos em lugares que às vezes estão fora do foco de visão do jogador, mas caso a pessoa esteja procurando por eles, não é difícil achá-los.

Dificuldade e apresentação

A dificuldade de Kaze and the Wild Masks também é muito bem distribuída, com o jogo começando mais simples e ensinando as mecânicas bem aos poucos. Aqui temos um desenvolvedor que estudou muito bem como apresentar desafios ao jogador.

Algumas fases e bônus podem se apresentar muito difíceis e frustrantes, porém nunca parece algo injusto. Os controles são bem precisos e nada surge de repente na tela. As mortes são parte do jogo e sempre ensinam algo a quem está com o controle nas mãos.

Não bastasse essa qualidade em relação ao nível, temos lutas contra chefes que realmente fazem com que nós aprendamos suas rotinas. Cada um remete muito — novamente — à série Donkey Kong, porém com um toque dos chefes de Mega Man X e até mesmo dos DKCs feitos pela Retro Studios.

A trilha sonora não é impressionante como a do jogo da qual Kaze puxa a maior inspiração, porém não fica fora de lugar. Temos músicas ambientes que combinam com as fases, mas nada muito além disso.

Também sem impressionar muito são as cutscenes. Obviamente temos que olhar para elas com um olhar menos crítico, pois se trata de um jogo indie de menor orçamento. PORÉM, acredito que a arte empregada nas cenas, desenhadas pelo/a mesmo/a artista responsável por todas as outras artes presentes no game, não combine muito com o visual pixel-art que nos acompanha durante toda jogatina.

Talvez aqui coubesse algumas animações simples em pixel-art similar a jogos antigos, ao invés de cenas com animações simples, parecidas com o que víamos no passado no que era feito com o programa Flash.

São artes bonitas, não me leve a mal, somente não acho que se encaixem no jogo.

Conclusão

Por fim, o jogo entrega muito conteúdo, pois existem conquistas/troféus para completar os coletáveis, zerar o game sem morrer (?!) e fazê-lo em menos de duas horas. Realmente tem conteúdo para um mês inteiro tranquilamente.

Kaze and the Wild Masks é mais um grande produto nacional e merece todo carinho e dinheiro que você quiser investir no game. Suas inspirações em clássicos são claras, mas se estão fazendo com tanta perfeição e carinho, não vejo problema nenhum nisso.

O game está disponível para PlayStation, Xbox, Steam, Switch e Stadia.
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Essa análise foi feita com uma cópia do game para PlayStation 4, cedida pela distribuidora.

Kaze and the Wild Masks

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Ninjin: Clash of Carrots | Coelhos, raposas e cenouras https://www.arquivosdowoo.com.br/2019/01/08/ninjin-clash-of-carrots-coelhos-raposas/ https://www.arquivosdowoo.com.br/2019/01/08/ninjin-clash-of-carrots-coelhos-raposas/#respond Tue, 08 Jan 2019 20:59:00 +0000 https://www.arquivosdowoo.com.br/2019/01/08/ninjin-clash-of-carrots-coelhos-raposas/ Ninjin: Clash of Carrots chamou muito a minha atenção, não só pelo design cartunesco (que eu gosto bastante) ou seu gameplay, mas também pelo jogo ter sido desenvolvido um estúdio brasileiro, o Pocket Trap. É sempre muito gratificante saber que estúdios brasileiros estão conseguindo levar seus jogos aos consoles da atual geração. Torço que isso passe […]

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Ninjin: Clash of Carrots chamou muito a minha atenção, não só pelo design cartunesco (que eu gosto bastante) ou seu gameplay, mas também pelo jogo ter sido desenvolvido um estúdio brasileiro, o Pocket Trap.


É sempre muito gratificante saber que estúdios brasileiros estão conseguindo levar seus jogos aos consoles da atual geração. Torço que isso passe se tornar cada vez mais comum nas próximas, pois temos muitas pessoas talentosas por aqui.


Agora vamos direto ao ponto.
Em Ninjin: Clash of Carrots temos a missão de recuperar as cenouras que foram roubadas de nosso vilarejo por um malvado Shogun. Só que para conseguirmos concluir essa missão, precisaremos utilizar de todas nossas habilidades e arsenal ninja.


O arsenal é grande e realmente faz a diferença a medida que você avança na jogatina, pois o número de inimigos e obstáculo chega a ficar ridiculamente desafiador. O que acaba forçando o jogador a rejogar algumas fases anteriores na busca de acumular o maior número de cenouras possível para melhorar o equipamento.




Vale ressaltar colocaram diversos itens em homenagem a outros jogos famosos, como a espada do Cloud de Final Fantasy VII. Há muitas coisas para serem compradas ou coletadas no jogo, desde mascaras, espadas e armas de arremessos, como kunais e afins. No total são 101 espadas, 40 armas de arremessos e 28 artefatos, alias, esses artefatos concede melhorias ao personagem.

O coelho Ninjin, ou a raposa Akai, dependendo da sua escolha, também pode utilizar um dash para passar pelos inimigos ou desviar dos ataques. O que vai exigir certo controle do jogador, uma vez que essa habilidade é limitada  por uma barra, que sempre que esgotada recarrega lentamente.


Um outro pontos positivos do jogo é que ele tem diálogos super bem humorados, é quase impossível não rir com alguns deles.O que é uma decisão acertada, pois apesar das fases serem curtas, para progredir você vai ter que jogar muito e a temática leve e humorada acaba facilitando a repetição.

O jogo segue um formato de runner mas com beat’,n up, o que casaria perfeitamente com smartphones. Não sei se chegou foi lançado para os smartphone mas eu acho que faria um certo sucesso graças ao formato runner/ beat’n up.


Apesar de termos a disposição dois personagens para escolher, não existe diferença alguma entre eles. É mais pela estética essa opção, uma vez que é possível um coop local  ou cooperativo online, além de um modo competitivo chamado de “Programa de Televisão da ONI” onde você enfrenta outros jogadores online.


Ninjin: Clash of Carrots é desafiador, até um pouco injusto em alguns momentos mas não é impossível. Certos momentos o personagem parece não corresponder a ação do jogador, isso meio que dificulta um pouco mas nada que possa comprometer toda a experiência.


Com diversos coletáveis o jogo possui um fator replay alto, principalmente se você gosta de um coop local. Se você procura por títulos que possam proporcionar algumas horas a fio com um colega do lado, possivelmente vai se divertir com Ninjin, até mesmo se for só do tipo que procura por um desafio para passar algumas horas naquele fim de tarde.


Abaixo vocês podem conferir um trailer do jogo:



Essa analise foi feita com uma cópia cedida pela Modus Games para o Xbox One.

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My Night Job | É game brasileiro de horror e pancadaria https://www.arquivosdowoo.com.br/2016/06/01/my-night-job/ https://www.arquivosdowoo.com.br/2016/06/01/my-night-job/#respond Wed, 01 Jun 2016 16:13:00 +0000 https://www.arquivosdowoo.com.br/2016/06/01/games-my-night-job-homenageando-arcades/ Faz algum tempo que estou jogando o jogo “My Night Job“, acabou que por conta das correrias do dia-a-dia demorei um pouco para falar a respeito, mas cá estou para me retificar, pois vocês precisam conhecer esse fantástico jogo brasileiro. Indo direto ao ponto, My Night Job, coloca o jogador no controle de Reggie, um […]

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Faz algum tempo que estou jogando o jogo “My Night Job“, acabou que por conta das correrias do dia-a-dia demorei um pouco para falar a respeito, mas cá estou para me retificar, pois vocês precisam conhecer esse fantástico jogo brasileiro.

Indo direto ao ponto, My Night Job, coloca o jogador no controle de Reggie, um cara que decide fazer uma grana extra como mercenário, e se vê incumbido da missão de resgatar 100 pessoas em uma mansão infestada de monstros, zumbis, gárgulas, ratos, dobermanns.

É ai que o jogo desenvolvido pela Webcore Games brilha, estúdio composto pelo gamer designer Philip Magione e o artista Bruno Speranzoni, que fazem uso dessas figuras emblemáticas para entregar um jogo divertido.

Uma divertida homenagem

Não só as criaturas são uma homenagem, como o próprio protagonista Reggie, que é uma homenagem a um dos protagonistas principais da franquia de filmes PHANTASM.

No filme, Reggie, interpretado pelo ator Reggie Bannister, é um sorveteiro de meia-idade que ajuda seus amigos na luta contra entidade The Tall man, interpretado pelo saudoso Angus Scrimm.

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É um filme de terror  hoje pouco conhecido, mas que certamente causou vários sustos na época. Eu recomendo inclusive.

Uma das coisas que me surpreendeu ao começar a jogatina, foi que eu esperava que desenrolasse uma história, afinal,  estava habituados a encarar jogos com enredos e reviravoltas, mas me deparei com um formato arcade bacana.

Modo arcade

My Night Job

O objetivo do jogo é fazer o maior numero de pontos enquanto salvar o maior numero de pessoas nas 26 áreas da mansão.

Pra isso você precisa focar no medido de combos e deixá-lo sempre alto para que consiga aumentar o número de pontos. Para auxiliar existem Power-Ups espalhados pela mansão, que dão aquela força para Reggie concluir sua missão e levar os sobreviventes até a área do helicóptero. E se você não for rápido o bastante, os monstros destruíram os quatros cômodos da mansão, que no caso é o medidor de energia/tempo.

É preciso se movimentar, nunca ficar muito tempo em apenas um cômodo, pois isso fará com que os inimigos se concentrem em um local e talvez você não consiga chegar a eles antes que acabem o andar. Os malditos começam a pular no piso como se estivessem no carnaval de Salvador.

Os sobreviventes

My Night Job

Os sobreviventes que você encontra pela mansão não são tão indefesos quanto parece. Alguns deles estão armados com tacos de golfe, machado e até mesmo armas de fogo, e vão auxiliá-lo a medida se avança pela mansão.

Alguns deles droparam itens médicos, dinheiro, armas e até a Power-Ups que realmente ajudam bastante e até faz repensarmos se vale a pena deixar alguns menos uteis para trás.

Bem, aqueles eram apenas humanos comuns, também temos os sobreviventes VIPS, personagens de filmes conhecidos, como a Samara (O Chamado) ou até mesmo o próprio Tall Man (Phantasm), que no caso oferece uma chave para uma porta secreta – Que ainda não consegui usar.

Existem alguns itens realmente bons e o fato dos inimigos serem numerosos, vale a pena vasculhar alguns andares de forma atenta. Com sorte você encontra uma das armas mais legais de todo o jogo: CHAINSAW.

A motosserra é uma poderosa arma que permite que você atravesse os cenários eliminando todos os inimigos apenas passando por eles. Melhor arma do game.

Conclusão

My Night Job é bom jogo e que certamente vai proporcionar muitas horas de diversão, se adora o formato arcade, onde a jogatina está mais focada nos números do que lhe entregar alguma história mirabolante profunda.

Talvez o único ponto negativo pra mim foi a configuração dos comandos no teclado, que não é nada complexo, mas tem por padrão o famoso AWSD , e isso pode acabar frustrando de leve. Felizmente temos a opção de jogar com um joystick que melhora bastante as coisas.

Fora isso, to aqui labutando para alcançar uma posição melhor, mas tá difícil, porém, já estou ali na 95º posição. Recomendo fortemente a jogatina, alias, o jogo pode ser adquirido pela STEAM ou na loja do PlayStation 4.

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