Arquivos Blizzard - Arquivos do Woo https://www.arquivosdowoo.com.br/tag/blizzard/ Um pouco de tudo na medida certa Fri, 27 Mar 2026 23:08:13 +0000 pt-BR hourly 1 https://wordpress.org/?v=6.9.4 https://www.arquivosdowoo.com.br/wp-content/uploads/2020/12/cropped-logo-150x150.png Arquivos Blizzard - Arquivos do Woo https://www.arquivosdowoo.com.br/tag/blizzard/ 32 32 World of Warcraft: 14 Anos de uma Jornada que Começou com uma Conta de Telefone https://www.arquivosdowoo.com.br/2026/03/27/world-of-warcraft-14-anos-de-uma-jornada-que-comecou-com-uma-conta-de-telefone/ https://www.arquivosdowoo.com.br/2026/03/27/world-of-warcraft-14-anos-de-uma-jornada-que-comecou-com-uma-conta-de-telefone/#respond Fri, 27 Mar 2026 23:08:13 +0000 https://www.arquivosdowoo.com.br/?p=21939 Introdução: A vida em 2004 e a Era do Hardware Limitado Em 2004, o cenário de jogos no Brasil era um reflexo de limitações técnicas e financeiras. Enquanto o mundo via o nascimento de gigantes, em nossas casas a realidade era outra. Eu não me lembro do lançamento oficial de World of Warcraft naquele ano; […]

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Introdução: A vida em 2004 e a Era do Hardware Limitado

Em 2004, o cenário de jogos no Brasil era um reflexo de limitações técnicas e financeiras. Enquanto o mundo via o nascimento de gigantes, em nossas casas a realidade era outra. Eu não me lembro do lançamento oficial de World of Warcraft naquele ano; o jogo simplesmente não era difundido por aqui. Naquela época, meu universo digital era ditado pelo que o meu computador conseguia processar.

Não era exatamente uma escolha de design ou preferência de gênero: eu jogava Tibia porque era a única janela para um mundo persistente que rodava na minha máquina. Meus dias pós-escola eram um ciclo de simplicidade e imaginação: as tardes se resumiam a caçadas em Tibia, à vida simulada de The Sims e à nostalgia portátil de emuladores de Game Boy Advance (GBA) e Mega Drive. Ocasionalmente, o PlayStation 1 assumia o controle da TV, mas era o MMORPG de gráficos simples que realmente consumia minha vida.

Nunca fui um jogador de elite, mas havia algo de sagrado naquele mundo. Ver outro personagem na tela e ter a consciência plena de que, do outro lado de uma conexão discada ou banda larga incipiente, existia outra pessoa… aquilo era mágico. Foi ali, entre pixels simples e mecânicas punitivas, que meu amor pelo gênero nasceu.

Reprodução: Arquivo pessoal

O “Mito” Chamado Warcraft e a Barreira Financeira

Conforme o tempo passava, meu repertório crescia com títulos como Ragnarok Online e Mu Online, que dominavam as lan houses brasileiras. No entanto, um nome pairava no ar de forma quase mística, pouco falado nas rodas de amigos: World of Warcraft.

Eu já tinha uma conexão com a marca. Tinha jogado Warcraft III e explorado o primeiro Dota, que nasceu como um mod dentro dele. Eu conhecia o nome, mas o “World” que o precedia era um território desconhecido até 2006, quando a primeira expansão, The Burning Crusade, foi lançada.

Ao descobrir do que o jogo se tratava, o sentimento foi de puro maravilhamento. Em uma era pré-YouTube (que recém dava seus primeiros passos e quase não tinha conteúdo sobre games), a informação era escassa. Eu consumia cada fórum, cada matéria em sites especializados e cada screenshot como se fossem relíquias. Eu estava apaixonado por um jogo que não podia jogar. A barreira era intransponível para um adolescente: o jogo era caro, a mensalidade era em dólares, e a resposta do meu pai para um pedido de cartão de crédito internacional seria um sonoro e direto “mas nem fodendo”.

A Decepção do Servidor Privado em 2008

Dois anos depois, em 2008, com mais acesso à informação e um pouco mais de conhecimento técnico, tentei um atalho. Um amigo encontrou um servidor privado (os famosos “privates”). A promessa era o paraíso: WoW de graça.

A experiência, porém, foi um balde de água fria. O que encontrei foi um mundo morto. Sem a infraestrutura da Blizzard e a massa crítica de jogadores, o jogo não tinha vida. Em um mapa desenhado para ser massivo, a solidão era absoluta. Não havia nada para fazer efetivamente. Aquela decepção gigantesca me fez abandonar o sonho temporariamente, pensando que talvez o “Mundo de Warcraft” não fosse para mim.

Reprodução: Internet

 

2011: O Despertar em Azeroth

O destino resolveu bater à porta de forma inusitada em 2011, por meio de uma propaganda em uma conta de telefone/internet: “Receba World of Warcraft de graça e desconto na mensalidade”. O timing era perfeito. Eu já trabalhava, tinha meu próprio cartão de crédito e a autonomia que me faltava na adolescência.

Não houve hesitação. Naquela semana, o tempo parou. Joguei sem parar até atingir o nível 80, o ápice de Wrath of the Lich King. Logo em seguida já comprei a expansão Cataclysm que já estava disponível por alguns anos já e joguei até chegar no nível máximo da expansão que era 85. Mas foi em Mists of Pandaria que a chave virou definitivamente

Reprodução: Arquivo pessoal

Mists of Pandaria e o Endgame Real

Se antes eu era um espectador ou um aventureiro solitário, em Mists of Pandaria eu me tornei parte do ecossistema. Foi a primeira vez que vivi o conteúdo “endgame” em tempo real com o restante do mundo. A magia de estar em sincronia com a comunidade, enfrentando desafios atuais e descobrindo segredos junto com todos, foi uma experiência transformadora.

Desde então, o jogo nunca mais saiu da minha rotina. Vivi o auge narrativo e técnico de Legion, que considero uma das histórias mais incríveis já contadas. Por outro lado, também sobrevivi aos vales da franquia, como Warlords of Draenor e Shadowlands. Mesmo quando o roteiro não era bom ou as mecânicas falhavam, o mundo ainda era incrível à sua maneira, pois o WoW nunca foi apenas sobre código, mas sobre a evolução constante de um universo vivo.

Um Pilar de Vida: Amizades e Legado

Hoje, 14 anos depois daquele anúncio na conta de telefone, World of Warcraft é, sem dúvida, o jogo mais jogado da minha vida. Ele transcendeu a tela. As amizades que fiz em Azeroth saíram do chat e entraram na minha vida real; pessoas que hoje jogam comigo toda semana porque eu as trouxe para este mundo.

WoW não é apenas um hobby; é um dos pilares da minha vida. É um refúgio de fantasia rico, complexo e, acima de tudo, humano.

Reprodução: Arquivo pessoal

O Panteão dos Ausentes: Onde o “Offline” é uma Cicatriz

Ao longo desses 14 anos, minha lista de amigos tornou-se um cemitério de memórias e esperanças. É impossível abrir a interface social e não sentir um aperto no peito ao ver nomes que não brilham há 12, 10 ou 8 anos. Estão ali, estáticos, como monumentos de uma era que não volta mais. Sempre que logo, meus olhos passam por eles e, por um breve segundo, torço para que o símbolo cinza de “Offline” subitamente ganhe cor. Torço para que aquela pessoa, que dividiu madrugadas comigo há uma década, decida voltar para casa.

Com alguns, o vínculo foi forte o suficiente para romper as barreiras de Azeroth. Ainda nos falamos, trocamos mensagens casuais, mas o assunto invariavelmente recai sobre as glórias do passado. É uma saudade de quem fomos naquelas terras virtuais.

Reprodução: Arquivo pessoal

Um Alô para a Guild “Bandidos”: Onde Tudo Começou

Minha jornada inicial não teria sido a mesma sem a minha primeira guilda, a Bandidos. Infelizmente, ela hoje é apenas uma lembrança, mas os nomes que a compunham são pilares da minha história.

Quero deixar registrado aqui um “Alô” especial, na esperança de que o destino leve este texto até vocês:

  • Kèll: Você foi minha primeira grande amizade no WoW e, sem dúvida, a que mais sinto saudade. Estivemos juntos o tempo inteiro, fazendo quests intermináveis, explorando DGs ou simplesmente sentados em alguma capital conversando sobre a vida. Embora ainda nos falemos vez ou outra, nada substitui a sinergia que tínhamos em jogo.

  • Kimi e Kana: Nossos líderes. Duas pessoas incríveis que carregavam o espírito da guilda e nunca negavam ajuda a ninguém. O cuidado de vocês com o grupo foi o que me fez entender o que é ser uma comunidade.

  • Katraca, Bacardy, Lhuffy e Vastlord: Vocês também foram peças fundamentais dessa engrenagem. A energia de vocês fazia o jogo ser leve, mesmo nos momentos de farm mais exaustivos.

A todos vocês da Bandidos: onde quer que estejam, saibam que ainda lembro de cada aventura. Jogar hoje é carregar um pouco de cada um de vocês comigo.

A jornada que começou com a curiosidade frustrada em 2004 encontrou um fechamento poético recentemente. No próximo texto, vou detalhar minha experiência em World of Warcraft Classic.

Pude finalmente viver o jogo de 2004 do jeito que ele foi desenhado para ser, com a dificuldade e a cadência daquela época, mas com a maturidade de quem hoje entende o valor de cada passo dado em Azeroth. Vivi, em 2025 e 2026, o que o hardware e o bolso não me permitiram viver há duas décadas. E foi ainda mais mágico do que eu poderia imaginar.

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The Game Awards | Refletindo sobre os anúncios https://www.arquivosdowoo.com.br/2021/12/11/the-game-awards-refletindo-sobre-os-anuncios/ https://www.arquivosdowoo.com.br/2021/12/11/the-game-awards-refletindo-sobre-os-anuncios/#respond Sat, 11 Dec 2021 16:24:22 +0000 https://www.arquivosdowoo.com.br/?p=9375 Ontem, enquanto conversava sobre trivialidades com o Diogo e xingava o Alexis gratuitamente (porque se você não xingar seus amigos de graça, você não é amigo da pessoa), ele me perguntou: “Quer cobrir o Game Awards?” No que eu perguntei sobre o que eu teria que falar, fazer um in loco ou sei lá o […]

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Ontem, enquanto conversava sobre trivialidades com o Diogo e xingava o Alexis gratuitamente (porque se você não xingar seus amigos de graça, você não é amigo da pessoa), ele me perguntou: “Quer cobrir o Game Awards?” No que eu perguntei sobre o que eu teria que falar, fazer um in loco ou sei lá o quê, ele falou pra eu dar minhas impressões.

Foi mal, Diogo, mas eu não tenho impressora.

Que foi? Eu queria ter feito essa piada na hora, mas não foi. Enfim, eu só não lutei contra o sono durante a premiação pelo motivo de que eu costumo ir dormir 3 e meia da manhã. Mas, pra não soar tão babaca assim com os amigos que quase dormiram com aquela apresentação, vou contar o processo por trás desse texto.

O processo

Pra eu não me perder sobre o que eu teria que falar, eu fiz anotações de parte das minhas reações pra ter uma base. Porque se eu fosse fazer tudo de cabeça, eu esqueceria a metade do que planejei escrever. E no final da dita cuja apresentação, eu estava cansado pra caralho.

Dito isso, honestamente, o The Game Awards é basicamente um comercial gigante de 3 horas e meia com uns prêmios que os normies ligam e eu basicamente uso eles pra irritar fanboys (tipo quando o God of War ganhou o ‘Game of the Year‘ de 2018, mesmo sendo intragável e desinteressante. Eu curti que o GoW ganhou só pra irritar os fanboys de Red Dead Redemption 2).

LEIAM – The Game Awards 2021 | Impressões do Diogo sobre os anúncios

Antes de começar a comentar sobre os jogos, uma última coisinha: O que uma comida de rabo da internet não faz, né?

Depois de dizer que não faria comentários sobre a merda lá da Blizzard-Activision-Blizzard (sim, escrevi errado porque sim) e levar uma comida de rabo UNIVERSAL da internet inteira apontando a hipocrisia, a produção do TGA voltou atrás e o Geoff fez o discurso com as indiretas menos indiretas do mundo pra Activia-SubZero.

Agora, vamos ao que interessa, os jogos… Se eu esqueci algum jogo, foi provavelmente porque a minha internet caiu na hora do evento (coisa que aconteceu… Umas 3 vezes.)

Game Awards 2021
Reprodução/Internet

Tunic

Tunic pareceu ser um jogo top-down bonitinho, meio furry… Mas eu perdi meu interesse nele quando vi que ele só vai sair em plataformas Xbox.

Isso é comum pra mim, porque são plataformas que eu não posso jogar, não é nada contra o Xbox. Mas não tem como eu me empolgar com algo que não terei como jogar. Inclusive é por isso que eu odeio quando devs indies anunciam jogos só pra PC/Switch.

Game Awards 2021
Reprodução/ Internet

Risk of Rain 2

Por quê caralhos colocaram um trailer de um jogo lançado em 2020 no Game Awards 2021?

Sério. Tá, foi no pré-show, mas essa porra tá disponível há mais de um ano.

Reprodução/ Internet

The King of Fighters XV

K’9999 está de volta com um novo nome e um novo penteado. E teremos um segundo beta aberto.

Só espero que não tenha o mesmo fiasco de exigir PS Plus para um beta cuja descrição dizia NÃO PEDIR PLUS. Sim, isso me deixou puto, muito puto. Eu baixei o primeiro beta aberto, e ele pedia a Plus, então basicamente 11GB só pra uma tela título.

Reprodução/ Internet

The Texas Chainsaw Massacre

MAIS UM JOGO DE MULTIPLAYER ASSIMÉTRICO. Jesus, isso tá enchendo o saco. Tivemos Boring by Daylight, Friday the 13th (que é um bom jogo, ao contrário de DBD), o Resident Evil Resistance, Evolve (que precede esses jogos) e até Dragon Ball tem um jogo do tipo anunciado. Eu não aguento mais.

Pulemos nesse parágrafo o jogo da Telltale que não me importo, o Homeworld 3 que não me importo, Monster Hunter Rise que não é minha praia e nem posso jogar, Babylon’s Fall que só não periga ser o pior jogo da Platinum porque Anarchy Reigns é um porre insuperável e insuportável, e aquele jogo colorido que o Diogo curtiu, mas a minha internet caiu na hora e não estou nem um pouco a fim de ver agora.

Game Awards 2021
Reprodução/ Internet

Evil West

Darkwatch foi o primeiro jogo de PS2 que joguei na vida, na casa do meu amigo Renato, que hoje mora no Canadá.

Era um jogo de tiro em primeira pessoa bem divertido (E COM CO-OP LOCAL). Nunca cheguei a terminar por motivos, mas é um jogo bastante cultuado. Evil West parece ir na mesma pegada, mas parece acrescentar toques de outro jogo de Velho Oeste do PS2, no caso, God Hand, com as coisas sendo meio over the top. E como esse é um jogo que vai sair pra geração PS4/PS5, então podemos ficar de olho nele.

Reprodução/ Internet

Have a Nice Death

O jogo tinha minha atenção pelo visual e gameplay, parecendo ser um metroidvania, até que subitamente descobri que ele era Roguelite. Isso meus amigos, é a receita de uma brochada bem sucedida, porque perdi todo meu interesse pelo jogo.

Game Awards 2021
Reprodução/ Internet

Persona 4 Arena Ultimax

Eu sou completamente a favor de pegar jogos que ficaram presos em gerações passadas e trazer eles pra geração atual.

Dito isso, uma pena que a Atlus não tenha anunciado a retro compatibilidade da versão de 360 com o hardware mais recente.

Porque ao contrário do PS3 que é composto de física quântica, o Xbox 360 são equações simples que tornam a retrocompatibilidade com o Xbox One simples e suave. Mas ei, PERSONA 4 DE LUTINHA!

Reprodução/ Internet

Hellblade 2: Senua Saga

Honestamente, eu preferiria que mostrassem outro trailer de CG, ao invés de um “gameplay” com interrupções a cada 10 segundos com a Senua olhando pra trás, o que me faz pensar que aquilo parecia um segmento de Quick Time Event (mesmo que não seja), mas veja bem, a Senua corria, olhava pra trás, corria, olhava pra trás e o Gigante engolia um Zé qualquer.

Game Awards 2021
Reprodução/ Internet

Star Wars Eclipse

Vou repetir aqui a frase que coloquei no chat do Twitch do pessoal da PSX Brasil. Eu estava animado até ver que o jogo é da Quantic Dream.

Não to brincando, porque a apresentação (mesmo que em trailer), parecia minimamente interessante, mas só o fato de ser da Quantic Dream… David Cage é basicamente um Hideo Kojima, só que com menos redundância e menos talento.

Game Awards 2021
Reprodução/ Internet

Lost Ark

MMO… Zzz… Já tenho minha cota de MMO com Caravan Stories, obrigado. Não são nem um pouco semelhantes, eu sei, só queria usar esse parágrafo pra falar que voltei a jogar Caravan Stories por causa do evento em collab com a Houshou Marine, do Hololive.

Se eu consegui tirar a Senchou? Ainda não, mas estou tentando.

Game Awards 2021
Reprodução/ Internet

Wonder Woman

Tivemos só um teaser, e desse teaser, podemos tirar duas coisas: 1: É um jogo da Mulher Maravilha. 2: Pelo menos o modelo facial da Mulher Maravilha não parece ter sido esculpido em queijo e escarrado, feito o de Injustice (qual o problema do NetherRealm em fazer rostos femininos? Aquele jogo tem muito Nightmare Fuel)

Reprodução/ Internet

Alan Wake II

A mudança de ação pra terror não é muito a minha praia, mas bom para os fãs de Alan Wake.

É só o que tenho a dizer, pois só joguei uns 10 minutos daquele Standalone DLC do primeiro jogo no PC e abandonei porque jogar coisas no PC é um saco.

Sonic 2

TODA a apresentação em torno do filme de Sonic 2 feita pro Game Awards 2021 foi bem feita, mesmo as piadinhas antes do trailer (que costumam ser cringe), me fizeram dar umas risadas.

E honestamente, esse filme tem tudo pra ser o que Sonic 2 (no Mega Drive) foi em relação ao primeiro: Melhora dos pontos fracos e um produto genuíno de quem curte o material de origem.

Game Awards 2021
Reprodução/ Internet

Horizon: Forbidden West

Eu gostei do primeiro jogo, mas só o joguei porque a Sony deu de graça. É o jogo que eu aguardo… Com moderação, porque tenho um milhão de prioridades na frente dele.

A versão de Final Cantas VII Remake pra PC vai sair na semana que vem

E isso não significaria nada pra mim, exceto o fato de que a Square-Enix tá cobrando 70 dólares por isso. Usando as palavras do Craque Neto: “Brincadeira, viu?”

Reprodução/ Internet

SlitherHead

Do cara que criou Silent Hill, com o compositor de Silent Hill e a sigla do nome do jogo é SH como Silent Hill, mas não é Silent Hill nem tem cara de Silent Hill.

Se ele for um jogo de ação com toques de horror (como o trailer deixou parecer), posso até me interessar, caso contrário não, porque eu tenho cagaço com jogo de terror.

NightingGale

Mais um jogo do famoso gênero “Survival crafting coop multiplayer online early access ”. Passo.

Somerville

Não entendi nada. Próximo.

Cuphead: The Delicious Last Course

Quem lembra dos produtores de Cuphead dizendo que o jogo nunca sairia no PS4? Bons tempos.

Enfim, depois de muita espera e até apostas pra ver quem sairia primeiro, o DLC de Cuphead ou Hollow Knight: Silksong, o run and gun cartunesco finalmente tem uma data para o seu DLC, no meio do ano que vem.

Agora só falta você, Silksong. Eu queria jogar Cuphead, mas tá caro.

Sonic Frontiers

Esse teaser mostrou tanta coisa quanto uma screenshot da minha conta bancária, ou seja, nada.

Trailer do filme novo do Guillermo del Toro

Del Toro fez “A forma da Água”, um dos filmes mais porre da década passada, mas que por algum motivo ganhou o Oscar. Mas ele vai ter sempre meu crédito por ter feito Hellboy 1 e 2, dois dos filmes mais bacanas de Super Heróis. E não, não liguei nem um pouco pra esse trailer, tá me achando com cara de cinéfilo só porque tenho um PS4?

Tchia

Mais jogos bebendo da fonte de Breath of the Wild, mas não estando limitados a plataformas da Nintendo? Yes, please. O jogo pareceu tudo o que a nova geração não é: Criativo, colorido e inspirado. Aguardo com moderação.

Game Awards 2021
Reprodução/ Internet

Suicide Squad: Kill the Justice League

Por um lado, é um jogo da Rocksteady, e a não ser que algo MUITO GRAVE aconteça (tipo dar 2 semanas pra um estúdio minúsculo portar pro PC), o resultado pode agradar bastante. Mas, se eu for honesto, essa coisa de Heróis ficaram DU MAL já cansou pela falta de criatividade usada.

Reprodução/ Internet

Forspoken

Olha, esse jogo tá… Bonitinho. E é um isekai, coisa que não é feita com tanta frequência em jogos (não contando jogos baseados em animes isekai) grandes, então vamos ver onde isso vai dar.

Game Awards 2021
Reprodução/ Internet

Saints Row

Eu me interessaria nesse jogo se ele se chamasse: “As aventuras de Tito Santana”, ou qualquer outra coisa. Porque como jogo, ele não parece ruim, mas apenas outro jogo de mundo aberto.

E eu aceito qualquer coisa que não seja Grand Theft Auto. Mas como Saints Row… Ele tá um TÉDIO. A não ser que a Volition esteja escondendo as cartas MUITO BEM, esse jogo vai ser uma decepção pra quem curte a franquia.

Reprodução/ Internet

Dune: Spice Wars

Não sou chegado em RTS, mas considerando que Duna 2 foi o início do gênero, ter um jogo novo após o sucesso do novo filme, é algo bacana de se ver.

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Tiny Tina’s Wonderland

Única coisa que espero é que esse jogo não seja sem graça como Borderlands 3. De resto, pew pew pew são meus comentários.

Reprodução/ Internet

Among Us VR

Um jogo que não dou a mínima, num formato que não me importo. GRANDES MERDA.

Reprodução/ Internet

Tivemos um vídeo com os dois novos personagens a se tornarem jogáveis, e um teaser da próxima personagem que durou uns 3 segundos.

Sério Mihoyo? Por outro lado, como o jogo ganhou prêmio de “Melhor jogo Mobile”, a Mihoyo vai dar 1600 primogemas entre os dias 11 e 14 de Dezembro aos jogadores, então… Yay, viva o Game Awards. #SanciniVendido

Reprodução/ Internet

Steelrising

Steelrising apareceu na E3 desse ano se a memória não me falha. Agora que o jogo apareceu no Game Awards 2021, ele me parece até que interessante. Não está na minha lista de compras ou de desejos, mas enfim.

Metal Hellsinger

Boomer Shooter Yay!

Nota do Diogo: É um dos games que contou com a melhor trilha sonora durante o The Game Awards 2021, só banda boa a encargo da trilha sonora.

Reprodução/ Internet

Warhammer 40.000: Space Marine II

O Gears of War Azul (roubei essa piada do Amer, porque sim) era um jogo bem divertido, lançado na geração do PS3. E agora está de volta.

Espero a mesma brutalidade e diversão proporcionadas pelo original.

Reprodução/ Internet

Star Trek: Ressurgence

Não é um jogo da Telltale, mas é um jogo da Telltale, já que o Dramatic Labs foi criado por ex-funcionários da Telltale.

Honestamente, espero que esse jogo seja mais pro lado de Tales from Borderlands do que Game of Thrones… Porque os trekkers precisam de um jogo decente da franquia.

Este foi mais uma das grandes revelações do The Game Awards 2021…

https://youtu.be/77TS9tm9o5c

Rumbleverse

O Iron Galaxy Studios está por trás, então ele tem a possibilidade de ser bom. No momento, não entendi o que ele quer ser.

E eu vou finalizar por aqui, porque no momento em que fazia minhas anotações, o evento estava tão porre que devo ter pulado uns 2 ou 3 anúncios, trailers de coisas que já temos data (tipo o novo Plague e o Yin Light 2) e por aí vamos.

Honestamente, o The Game Awards 2021 é basicamente a indústria ocidental numa masturbação coletiva, só ver no quesito de indicações.

Pra trailers, honestamente prefiro showcases como os da Tokyo Game Show, ou mesmo a E3, além das apresentações das produtoras de console (Microsoft, Sony, Nintendo).

Mas, antes de REALMENTE terminar meu texto sobre o Game Awards 2021, mais um fato engraçado… A Google usou o evento pra promover o Google Play Games, onde os usuários poderiam jogar os jogos do celular, no PC (coisa que muita gente faz usando emuladores BTW), o que pode decretar a última pá no caixão do Google Stadia (inclusive eu queria MUITO ter escrito outros artigos zombando do Stadia, mas não o fiz).

Enquanto isso, a Amazon também colocou ads no evento do Amazon Luna, seu próprio serviço de Cloud Gaming. Ê, Google, parabéns, viu?

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Diablo Belzebub MOD | Cheirinho de Enxofre e não fui eu https://www.arquivosdowoo.com.br/2020/10/08/diablo-belzebub-mod/ https://www.arquivosdowoo.com.br/2020/10/08/diablo-belzebub-mod/#comments Thu, 08 Oct 2020 08:00:00 +0000 https://www.arquivosdowoo.com.br/?p=5546 É difícil fazer review de Diablo, pois é um jogo que eu conheço há tanto tempo e joguei por tantas horas, pois além de ser um clássico que popularizou e definiu o gênero Hack’n slash/ Action rpg para computadores. Estamos diante de um titulo que iniciou uma franquia que já conta com três jogos (Diablo, Diablo 2 e Diablo 3), três expansões […]

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É difícil fazer review de Diablo, pois é um jogo que eu conheço há tanto tempo e joguei por tantas horas, pois além de ser um clássico que popularizou e definiu o gênero Hack’n slash/ Action rpg para computadores.

Estamos diante de um titulo que iniciou uma franquia que já conta com três jogos (DiabloDiablo 2Diablo 3), três expansões (HellfireLord of Destruction e Reaper of Souls) e dois jogos em desenvolvimento (Diablo 4Diablo Immortal) e que se destaca por conta do gráficos bonitos e que envelheceram muito bem se comparados com outros jogos de sua época.

Graficamente falando

Diablo

O jogo possui iluminação baseada no atributo do personagem (que pode ser melhorada com itens). Já os cenários são repletos de crucifixos em chamas, corpos mutilados e empalados, sarcófagos e sangue (o que já deixava qualquer menininho de 7 anos com o cu preso pra jogar)

Os vídeos pré-renderizados na introdução e final do jogo tem a mesma qualidade dos CGs da Blizzard da mesma época, não envelheceram tão bem mas são aceitáveis.

Sonoramente espetacular

Diablo

A trilha sonora é sensacional, não apenas pela nostalgia, mas pela ambientação que ela causa. Nos primeiros segundos o jogador já é transportado pro ambiente de fantasia medieval gótico.

Dentro das masmorras, catacumbas e cavernas o jogador também é levado por tambores que ecoam, sintetizadores de ambientação, gritos, o mesmo violão de 12 cordas e momentos de silêncio perturbador.

Confiram também: Dante’s Inferno | Prólogo

Os efeitos sonoros são bem feitos apesar das limitações. Foram criados pelo mesmo artista responsável pela trilha que improvisou muitos dos sons com o que tinha no escritório como dados de RPG e lápis para fazer os sons dos esqueletos.

Apesar de simples, fundamentais para identificar posição de inimigos e onde os itens de espólio são derrubados.

Comandos simples e direto

Diablo

jogabilidade é simples e intuitiva, contrapondo RPGs da mesma época que tinham diversos botões e elementos na interface para realizar ataques, usar itens e lançar feitiços.

Existe alguns momentos frustrantes quando o personagem sofre ataque corpo a corpo e não consegue contra atacar ou se mover.

É Diversão garantida

Não consigo mensurar quantas horas já gastei nesse jogo desde 1997. Desde quando tive contato com o jogo demo, quando adquiri o jogo completo pela revista CD Expert, ou nas diversas vezes que o revisitei ao longo dos anos.
É um jogo simples de se jogar e todo item mágico ou único novo que aparece te dá aquela dose de dopamina gostosa.

O Modo Belzebub

mod adiciona diversas melhorias de qualidade de vida, novas quests, dificuldade aumentada e uma infinidade de novos itens.
É uma boa pedida para quem sempre quis aquele sabor do Diablo 2 no Diablo 1, mas também não estraga a experiência para quem nunca jogou.

Não posso opinar sobre as duas novas classes disponíveis no mod pois não joguei com elas, mas acredito que estejam equilibradas.

Gostaria de ter jogado as outras dificuldades para me aprofundar mais no mod, visto que eu peguei apenas a pontinha do iceberg na dificuldade normal, porém infelizmente perdi meu save.

Clássico recomendado para qualquer um que aprecie do gênero.

CONFIRAM ABAIXO A JOGATINA COMPLETA:

https://youtu.be/bMNmLaMPgjs

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Blackthorne | Análise do Soler https://www.arquivosdowoo.com.br/2014/03/07/blackthorne/ https://www.arquivosdowoo.com.br/2014/03/07/blackthorne/#comments Fri, 07 Mar 2014 14:09:00 +0000 https://www.arquivosdowoo.com.br/2014/03/07/blackthorne/ Todos nós temos um ou outro jogo que não lembramos o nome e só sabemos da existência dele, certo? Blackthorne pra mim foi um desses, sabia que tinha jogado e que ele existia, mas não sabia o nome e não fazia ideia de por onde começar a procurar.  Até o dia que catei aquele emulador […]

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Todos nós temos um ou outro jogo que não lembramos o nome e só sabemos da existência dele, certo?

Blackthorne pra mim foi um desses, sabia que tinha jogado e que ele existia, mas não sabia o nome e não fazia ideia de por onde começar a procurar.  Até o dia que catei aquele emulador de PlayStation 2 que vem uma porrada de roms em ordem alfabética e por coincidência acabei apertando o cursor em cima dele e redescobri o nome do dito cujo.

LEIAM – Dragon Quest | A origem dos JRPG’s

Nunca me dei bem com jogos com a jogabilidade estilo Prince of Persia, mas esse jogo me cativou pelo fato de que já no inicio do jogo ter uma cinematic (que na época era algo que se destacavam extremamente nos jogos) contando a história do jogo. E aquilo fixou na minha memória porque fiquei realmente impressionado com aquela animação, que acarretou o incentivo de eu ter chegado bem longe por mais que eu não gostasse da jogabilidade (que acabei me acostumando durante o tempo) para ver se tinha alguma outra animação no final dele.

Blackthorne

A história de Blackthorne gira em torno do planeta Tuul. Thoros o governante do planeta, não sabe para qual dos dois herdeiros (ele deve passar o trono então tentando resolver o seu problema, ele convoca seus dois filhos para o deserto e lá se suicida se transformando em duas pedras, a pedra da luz e a pedra da escuridão ,que foi passado para cada um e dividindo o reino em partes iguais e que cada um governe seu povo.

O reino da pedra da luz se chama Androth enquanto  o povo da pedra da escuridão se chama Ka’dra’suul (nome bem bárbaro não?!).

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O povo de Ka’dra’suul não se conforma em ter herdado do grande Thoros a pedra da escuridão e a rejeitam transformando toda a população em monstros. Sarlac, um dos monstro de Ka’dra’suul monta um exercito parar em busca da pedra da luz em Androth. Sabendo disso o rei de Androth, Vlaros, com a ajuda do mago Galadril, envia o príncipe Kyle Blackthorne (ou Blackhawk) para a Terra na ideia de livrar ele da morte.

Na Terra, Kyle se tornou um renomado comandante militar e mercenário, e que acabou sendo preso e até enfrentando a corte marcial. Mas ele começa a ter sonhos estranhos e sem muito sentido para ele no momento, mau sabia ele que era Galadril mandando mensagens para ele. Um dia Galadril o envia novamente para Tuul para poder salvar o povo de Androth.

A história é algo que é bem montada para um jogo desse estilo, normalmente são feito histórias mais clichês (por mais que essa história de ter que salvar o povo é clichezão, essa história de Thoros daria uma boa mitologia).

Blackthorne

Ódio é a única palavra que descreve o sentimento de quando eu caia em armadilhas óbvias ou caia em buracos de bobeira.

Normalmente você tem que prestar a atenção em pequenos detalhes na tela para que aquilo não venha ser a sua morte. Mas fora a jogabilidade que eu particularmente não gosto.

O jogo é bom, tem uns gráficos e efeitos de brilho nos cenários que chamam bastante a atenção os sons se encaixam perfeitamente nos cenários.

Indico fortemente!

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