Helllloooo Everybody!!! 

Todos nós temos um ou outro jogo que
não lembramos o nome e só sabemos da existência dele. Blackthorne pra mim foi
um desses, sabia que tinha jogado e que ele existia, mas não sabia o nome e não
fazia ideia de por onde começar a procurar. Até o dia que catei aquele emulador
de PlayStation 2 que vem uma porrada de roms em ordem alfabética e por
coincidência acabei apertando o cursor em cima dele e redescobri o nome do dito
cujo.

Nunca me dei bem com jogos com a jogabilidade estilo Prince
of Persia
, mas esse jogo me cativou pelo fato de que já no inicio do jogo ter
uma cinematic (que na época era algo que se destacavam extremamente nos jogos)
contando a história do jogo. E aquilo fixou na minha memória porque fiquei
realmente impressionado com aquela animação, que acarretou o incentivo de eu
ter chegado bem longe por mais que eu não gostasse da jogabilidade (que acabei
me acostumando durante o tempo) para ver se tinha alguma outra animação no
final dele.
A história de Blackthorne gira em torno do planeta Tuul.
Thoros o governante do planeta, não sabe para qual dos dois herdeiros (ele deve passar o trono então tentando
resolver o seu problema, ele convoca seus 
dois filhos para o deserto e lá se suicida se transformando em duas
pedras, a pedra da luz e a pedra da escuridão ,que foi passado para cada um e
dividindo o reino em partes iguais e que cada um governe seu povo. O reino da
pedra da luz se chama Androth enquanto  o povo
da pedra da escuridão se chama Ka’dra’suul (nome bem bárbaro não?!). 

O povo de
Ka’dra’suul não se conforma em ter herdado do grande Thoros a pedra da
escuridão e a rejeitam transformando toda a população em monstros.
Sarlac, um dos monstro de Ka’dra’suul monta um exercito para
ir em busca da pedra da luz em Androth. Sabendo disso o rei de Androth, Vlaros,
com a ajuda do mago Galadril, envia o príncipe Kyle Blackthorne (ou Blackhawk)
para a Terra na ideia de livrar ele da morte.

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Na Terra, Kyle se tornou um renomado comandante militar e
mercenário. Sendo preso e até enfrentando a corte marcial. Mas ele começa a ter
sonhos estranhos e sem muito sentido para ele no momento, mau sabia ele que era
Galadril mandando mensagens para ele. Um dia Galadril o envia novamente para
Tuul para poder salvar o povo de Androth.

A história é algo que é bem montada para um jogo desse
estilo, normalmente são feito histórias mais clichês (por mais que essa
história de ter que salvar o povo éclichezão, essa história deThoros daria uma
boa mitologia).

Ódio é a única palavra que descreve o sentimento de quando
eu caia em armadilhas óbvias ou caia em buracos de bobeira. 


Normalmente você
tem que prestar a atenção em pequenos detalhes na tela para que aquilo não
venha ser a sua morte. 
Mas fora a jogabilidade que eu particularmente não gosto, o
jogo é bom, tem uns gráficos e efeitos de brilho nos cenários que chamam
bastante a atenção os sons se encaixam perfeitamente nos cenários.

 Indico
fortemente!

Author: Diogo Batista

Criador e Editor-Chefe do Arquivos do Woo, é um eterno rabugento. Opta por investir seu tempo entre games, filmes, livros e sua família à perder tempo discutindo na internet.