Arquivos Filmes - Arquivos do Woo https://www.arquivosdowoo.com.br/category/filmes/ Um pouco de tudo na medida certa Sat, 21 Feb 2026 19:55:16 +0000 pt-BR hourly 1 https://wordpress.org/?v=6.9.1 https://www.arquivosdowoo.com.br/wp-content/uploads/2020/12/cropped-logo-150x150.png Arquivos Filmes - Arquivos do Woo https://www.arquivosdowoo.com.br/category/filmes/ 32 32 Mortal Kombat Multiverse | Impressões https://www.arquivosdowoo.com.br/2025/03/23/mortal-kombat-multiverse-impressoes/ https://www.arquivosdowoo.com.br/2025/03/23/mortal-kombat-multiverse-impressoes/#respond Sun, 23 Mar 2025 20:24:25 +0000 https://www.arquivosdowoo.com.br/?p=19872 Mortal Kombat é, sem dúvida, um nome que carrega uma legião de fãs por todo o globo, e, por conta disso, não é incomum nos depararmos com todo tipo de conteúdo produzido por fãs na internet. Mas, quando esse conteúdo é feito por brasileiros, isso, sem dúvida, tem um sabor especial. Publicado no dia 28 […]

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Mortal Kombat é, sem dúvida, um nome que carrega uma legião de fãs por todo o globo, e, por conta disso, não é incomum nos depararmos com todo tipo de conteúdo produzido por fãs na internet. Mas, quando esse conteúdo é feito por brasileiros, isso, sem dúvida, tem um sabor especial.

Publicado no dia 28 de fevereiro no canal Hard Studio, no YouTube, Mortal Kombat Multiverse é um fã-filme brasileiro que coloca variantes dos personagens que já conhecemos para se enfrentarem em uma luta de vida ou morte. Nele, podemos ver cosplayers dando o seu melhor para entreter os fãs de longa data da franquia, além de se divertirem no processo.

Preciso dizer que não sou alguém que acompanha de perto esse cenário de fã-filmes, mas, sempre que surge algo diferente, gosto de dar uma olhada. Com Mortal Kombat Multiverse, foi um pouco diferente, pois meu amigo de longa data, Galdini, popularmente conhecido como Rod Smoke, participou da obra. Assim, pude ouvir um pouco mais sobre os bastidores e, hoje, tenho a oportunidade de trazer minhas impressões sobre o filme completo, além de compartilhar um pouco de como é atuar em uma obra feita totalmente por fãs.

Get over here!

Créditos: Hard Studio

O multiverso de Mortal Kombat

Shang Tsung, por algum motivo obscuro, abriu um portal no multiverso e trouxe vários personagens conhecidos para um mesmo campo de batalha. Agora, somente o grupo mais forte sobreviverá a esse confronto. Essa é a premissa de Mortal Kombat Multiverse, um fã-filme que conta com pouquíssimos diálogos e foca totalmente na ação.

Com a participação de vários cosplayers — alguns mais interessantes que outros — e cenas de câmera que cumprem bem o seu papel, a experiência é divertida de assistir. Mesmo nas cenas em que os diálogos são um tanto bobos, fica evidente que o grupo está dando o seu melhor e se divertindo enquanto atua e encena os combates.

Ouso dizer que alguns até exageram em suas atuações. Isso não tira o brilho da produção, mas deixa ainda mais evidente como deve ter sido difícil gravar certas cenas sem cair na risada com os colegas.

Mortal Kombat Multiverse é um encontro de cosplay que deu certo, onde cada participante entrega o seu melhor para tornar a experiência geral muito mais envolvente. Grande parte desse mérito vai para Maurício Silvério, criador do Hard Studio, um estúdio focado em produções audiovisuais voltadas para o universo dos cosplayers.

O estúdio conta com várias produções em andamento, nas quais cosplayers assumem o papel de atores e dão vida a outros títulos, como The Last of Us, Call of Duty, entre outros.

Créditos: Hard Studio

Se cabe criticas

As críticas certamente se voltam para detalhes menores, afinal, não estamos diante de uma obra de grande orçamento. Focar demais nisso acaba sendo um pouco desnecessário, mas isso não significa que devamos ignorá-los completamente.

Quem vê alguns efeitos mais simples pode pensar que são fáceis de executar, mas, não é tão simples assim. Tenho consciência disso, porém, acredito que o uso de efeitos práticos provavelmente tornaria o produto final ainda mais interessante.

Um ponto que pode gerar algumas críticas é o combate, pois algumas batalhas são extremamente curtas. No entanto, isso é compensado pela luta entre Raiden e Rain, que, ao meu ver, foi uma das melhores de toda a obra, tanto na execução do combate em si quanto nos diálogos. Eles realmente se esforçaram.

O final de Mortal Kombat Multiverse deixa em aberto a possibilidade de uma continuação desse embate entre variações de diferentes universos, e posso dizer que estou ansioso para ver novos personagens aparecendo nesse confronto, mas  eu não vou dizer mais nada, assista ao fã filme e tire suas próprias conclusões.

Posso dizer que foi uma boa experiência e certamente veria a continuação. Bora Hard Studio, tô no aguardo do próximo.

Créditos: Hard Studio

Uma entrevista com Rod Smoke

Como dito no inicio da matéria, eu não poderia deixar de conversar com meu grande amigo Galdini para saber mais de como foi participar dessa produção feita por fãs, então confira o bate papo logo abaixo:

Arquivos do Woo: Eu sei que essa não deve ser a primeira vez que te faço essa pergunta, mas, como quero colocar em meu site, vamos lá! Me conte novamente: por que você gosta tanto do Smoke e o que te levou a elaborar um cosplay dele?

Galdini: O Smoke foi o primeiro personagem secreto com quem tive contato em Mortal Kombat 2. Sempre achei o máximo um ninja cinza que soltava fumaça do corpo, independentemente de, no início, seus golpes serem iguais aos do Scorpion.

O que me levou a fazer um cosplay dele foi que, após assistir aos filmes de Mortal Kombat de 1995 e MK Aniquilação em 1997 (que tive a oportunidade de ver no cinema), já havia amadurecido a ideia de que eu e meu irmão poderíamos fazer um filme de Mortal Kombat com amigos. Então, trouxemos essa ideia para a realidade: escolhemos nossos personagens favoritos e começamos a produzir as roupas. Eu, obviamente, escolhi o Smoke.

Rod Smoke – Arquivo pessoal

No filme que fizemos, tínhamos os personagens Raiden, Johnny Cage, Smoke, Goro, Kano, Sub-Zero, Scorpion e um criado por nós, chamado Karpov. As roupas foram feitas com toalhas, capuzes (na maioria dos casos), faixas de karatê e um quimono para o Kano.

Filmamos esse curta lá pelo bairro Padre Bento, em 14 de abril de 2002 (que específico, né?! Hahahaha, mas eu lembro). Naquela época, não tivemos a chance de adicionar efeitos especiais, nem mesmo coreografamos as lutas. Foi um filme feito por crianças, uma diversão incrível, e até hoje eu o tenho, agora com edições que aplicativos de HOJE nos permitiram fazer. E, lógico, com muita pancadaria. Hahahaha.

Uma cena curiosa do nosso filme envolve Johnny Cage, Raiden e Smoke andando pela Living Forest, algo que também acontece no Mortal Kombat 9. Fiquei muito impressionado ao perceber que fizemos uma cena que realmente aconteceu no MK original. Hahahahaha.

Arquivos do Woo: Há quanto tempo, mais ou menos, você começou a fazer cosplay e o que isso te proporcionou até o momento?

Galdini: Desde 2002, ano em que comecei a me interessar por me fantasiar para interpretar personagens que gosto, passei a explorar esse universo. No entanto, naquela época, eu não tinha consciência da existência de eventos ou do conceito de cosplay — até porque, acho que nem existia ainda.

Já fiz alguns cosplays além do Smoke, como Sub-Zero e Scorpion, ainda em 2002.

Em 2007, fiz o cosplay do Ermac, de Mortal Kombat: Deception, e, mais recentemente, fiz um Shadow Priest de Mortal Kombat.

Os cosplays nunca me proporcionaram prêmios ou gratificações públicas, mas sempre me trouxeram realizações pessoais e a satisfação de poder me vestir como personagens que admiro.

Um prêmio que considero importante foi a credencial que consegui para a BGS com meu cosplay do Smoke.

Arquivos do Woo: Como surgiu o convite para você interpretar o Smoke em Mortal Kombat Multiverse e qual foi a sua reação no momento?

Galdini: Meu amigo Maurício Silvério, dono da Hard Studio, perguntou nos stories do Instagram se alguém tinha interesse em participar de um filme de Mortal Kombat. Respondi que sim e, logo em seguida, ele já me confirmou que eu tinha a vaga garantida.

Minha reação foi de pura empolgação, afinal, ainda tenho planos de seguir com esse projeto — e isso aos 37 anos de idade. Hahahahaha. Não desisti de fazer meu sonho acontecer!

Arquivos do Woo: Nos conte um pouco sobre como foi participar da produção. Tem alguma curiosidade dos bastidores que possa compartilhar?

Galdini: Participar da produção foi uma experiência muito divertida. Tivemos ensaio fotográfico logo pela manhã, muitas conversas e ensaios de roteiro. Eu atuei junto com a Dany, que interpretou o Scorpion no filme, e ela me matou! Hahahahaha. Fizemos vários ensaios, atuamos e coreografamos nossa luta por um bom tempo.

A chuva atrapalhou MUITO aquele dia. Não pudemos gravar tudo o que gostaríamos. Eu mesmo quase fiquei sem a minha cena, pois já era noite quando filmamos, e estava perdendo o último ônibus para Itu.

No fim, eu e a Dany conseguimos filmar e executar a cena sem cometer nenhum erro! Fomos perfeitos.

Nos bastidores, fui o responsável por trazer os atores Daniel Pesina e Lia Montelongo para o filme. Conversei com ambos e pedi que fizessem um vídeo mandando um “shoutout” para o pessoal do MK Multiverse. Foi uma conquista e tanto, e fiquei muito feliz com isso.

Também dublei a Noob Saibot, interpretada pela Beatriz, no filme. Hahahaha.

Arquivos do Woo:  Essa foi a sua primeira participação em uma produção como essa? Você tem interesse em atuar em outras, caso surjam novas oportunidades?

Galdini: Sim! Essa foi a primeira produção com uma equipe de filmagem profissional hahaha, foi espetacular.
Tenho interesse em dar sequência no projeto Multiverse e também trabalhar num projeto que eu mesmo escrevi de Mortal Kombat.

Alô cosplayers, quem tiver interesse… manda um salve aí hahahaha

Arquivos do Woo: Eu te conheço há muito tempo e sei o quanto você gosta de Mortal Kombat, mas o que te atrai tanto na franquia a ponto de olhar para um dos personagens e pensar: “Eu quero fazer cosplay do Smoke”?

Galdini: É uma pergunta interessante, o fato do Smoke ser um personagem específico cinza, o que mais se aproxima de cores de ninja e também por possuir os detalhes da fumaça me deixa mais tendencioso a gostar dele. Gosto de muitos dos ninjas do MK, gosto bastante do Scorpion, Sub-Zero, Ermac e Rain. Mas o Ermac e o Rain ultimamente me deixam bem decepcionado.

Arquivos do Woo: Que conselho você daria para quem deseja começar no mundo do cosplay?

Galdini: Faça o que você sonha, idade é irrelevante. Conquistar a possibilidade de se vestir como o seu personagem favorito é magnífico, e o ramo do cosplay, apesar de não ser um mar de rosas e ter muita gente invejosa, também conta com pessoas maravilhosas e espetaculares. Tive a felicidade de poder atuar em um filme com mais de 20 cosplayers, que são pessoas incríveis.

Fique à vontade para deixar seus agradecimentos!

Obrigado à minha esposa, Gabriele, que tanto me encoraja e me dá carta branca para seguir adiante no meu sonho.

Obrigado à Hard Studio pela chance de fazer parte de um fã filme de Mortal Kombat.

OBRIGADO a todos que atuaram comigo naquele filme.

Arquivos do Woo: Obrigado por seu tempo, Galdini, e te desejo sucesso!

Onde assistir Mortal Kombat Multiverse?

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Mortal Kombat (1995) | O Primeiro e Único Filme https://www.arquivosdowoo.com.br/2024/10/21/mortal-kombat-1995-o-primeiro-e-unico-filme/ https://www.arquivosdowoo.com.br/2024/10/21/mortal-kombat-1995-o-primeiro-e-unico-filme/#respond Mon, 21 Oct 2024 08:07:33 +0000 https://www.arquivosdowoo.com.br/?p=18083 O primeiro jogo da série Mortal Kombat foi um fenômeno nos arcades e consoles. Você, jovem, pode não se lembrar de como foi inovador ver os personagens literalmente se matando da forma mais grotesca possível na forma de um jogo de luta. Leve em consideração que a época era total dominada por Street Fighter. Porém, […]

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O primeiro jogo da série Mortal Kombat foi um fenômeno nos arcades e consoles. Você, jovem, pode não se lembrar de como foi inovador ver os personagens literalmente se matando da forma mais grotesca possível na forma de um jogo de luta.

Leve em consideração que a época era total dominada por Street Fighter. Porém, MK trouxe uma variante ao gênero, que tinha vantagens e desvantagens em relação a seu concorrente, mas por serem tão diferentes um do outro, eles nunca competiram entre si pela atenção dos jogadores.

Mas eis que, em 1995, a New Line Cinema deu o cargo de diretor para o então novato Paul W. S. Anderson — sim, o mesmo que viria futuramente a dirigir a franquia de filmes de Resident Evil (e a análise do primeiro filme você pode ler aqui). Anderson conseguiu o cargo após os produtores assistirem “Shopping: O Alvo do Crime“, filme do ano anterior dirigido por ele.

Inclusive, Paul W.S. Anderson não tinha NENHUMA experiência com efeitos especiais, e ele mesmo já disse em entrevistas que só pegou um monte de livros sobre o tema e foi enganando até o final. Incrível.

Reprodução: New Line Cinema

História e personagens

Chamar esse tópico de “história” chega a ser engraçado, pois o filme não tenta te enganar com um roteiro complexo e personagens densos. Mortal Kombat basicamente pega o conceito do torneio feito para salvar a Terra e implementa uma sequência de lutas uma atrás da outra, com alguns diálogos engraçados ligando essas cenas.

De início, temos os personagens sendo apresentados, como Johhny Cage, interpretado por Linden Ashby. Ele faz um Johnny Cage canastrão e divertido, sem ser irritante. Ashby viria futuramente a interpretar o personagem novamente no jogo Mortal Kombat 11 em 2020.

Liu Kang, foi feito pelo desconhecido Robin Shou, que até então só havia trabalhado em produções de Hong Kong e em um único filme ocidental chamado Forbidden Nights, de 1990. Ele também ajudou nas coreografias de luta.

Reprodução: Internet – Poster japonês

Cary-Hiroyuki Tagawa fez um excelente Shang Tsung, o vilão do filme e do primeiro jogo. Sua atuação é a mais convincente e suas expressões de ódio, raiva e prazer de ver os outros sofrendo são engraçadas e entretém durante todo o filme.

Christopher Lambert, por sua vez, faz o carismático Lord Rayden, que como todo filme que fazia, entrega sempre uma atuação canastrona e engraçada, mesmo em cenas de seriedade, que aqui não são muitas. Ele não luta no filme, servindo apenas como mentor dos outros personagens.

Temos também Bridgette Wilson como Sonya e Talisa Soto como Kitana, as musas do filme que atual mal pra diabo mas são lindas, e isso que importa.

Todos interagem bem entre si, com diálogos engraçadinhos entre o cast principal, com piadinhas entre as lutas típicas de filmes para adolescentes dessa época.

Mortal Kombat
Reprodução: New Line Cinema

Violência limitada, porém maneira

As lutas são bem feitas, sem muitos cortes de câmera que normalmente são usados para disfarçar cenas mal feitas. Inclusive, elas são criativas, com tomadas abertas, como a luta de Johnny com Scorpion na floresta e a luta de Liu Kang com Sub-Zero mais pro finalzinho do filme.

São cenas marcantes que mesmo com alguns toques de CGI feios da época, não tiram a graça do filme.

O elefante branco da vez é a falta da violência dos jogos, visto que no filme mal temos SANGUE aparecendo, então o filme recorre a mortes off-screen ou cenas de “desmaio” inspiradas nas lutas de WWE (ou WWF, já que o filme é de 1995).

Nada disso age contra o filme, que compensa com hype durante as lutas — expressão que nem existia na época né –, causado pela música Technosyndrome, popularmente conhecida como o tema de Mortal Kombat.

Essa música havia sido usada nos comerciais americanos do primeiro jogo, e foi reutilizada no filme devido a sua popularidade, tocando no início e durante as lutas principais.

Reprodução: New Line Cinema

Veredito

Mortal Kombat (1995) entrega o que um filme de videogame deve fazer sempre: um roteiro simples e sem inventar muito em cima do que já está estabelecido em outra mídia. A caracterização dos personagens é idêntica a dos jogos e as lutas bem feitas fazem ele ser um exemplo de como a simplicidade pode fazer uma adaptação para outra mídia ser bem vista, mesmo muitos anos depois.

Nota: 7,5/10

Reprodução: New Line Cinema

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Resident Evil: O Hóspede Maldito (2002) | O Primeiro Filme https://www.arquivosdowoo.com.br/2024/10/16/resident-evil-o-hospede-maldito-2002/ https://www.arquivosdowoo.com.br/2024/10/16/resident-evil-o-hospede-maldito-2002/#respond Wed, 16 Oct 2024 20:10:42 +0000 https://www.arquivosdowoo.com.br/?p=18000 Com o sucesso estrondoso da série de jogos “Resident Evil“, criada pela Capcom, não demorou muito para Hollywood adquirir os direitos de adaptação para o cinema. A série de jogos, que conquistou fãs ao redor do mundo com seu terror de sobrevivência e atmosfera opressiva, logo despertou o interesse da indústria cinematográfica. LEIAM – Resident […]

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Com o sucesso estrondoso da série de jogos “Resident Evil“, criada pela Capcom, não demorou muito para Hollywood adquirir os direitos de adaptação para o cinema. A série de jogos, que conquistou fãs ao redor do mundo com seu terror de sobrevivência e atmosfera opressiva, logo despertou o interesse da indústria cinematográfica.

LEIAM – Resident Evil: Bem-Vindo a Raccoon City | Vale a pena?

Em um primeiro momento, o renomado diretor George Romero, mestre dos filmes de zumbis e responsável pelo clássico “A Noite dos Mortos-Vivos”, foi cotado para dirigir o filme, especialmente após seu trabalho em um comercial para o lançamento do jogo “Resident Evil 2”, feito exclusivamente para o Japão.

No entanto, diferenças criativas entre Romero e a produção acabaram resultando na sua saída do projeto.

Hospede Maldito
Reprodução: Sony Pictures / CAPCOM

No lugar de Romero, o cargo de diretor foi assumido por Paul W.S. Anderson, que já havia trabalhado com outros filmes de ação e ficção científica, como “Mortal Kombat” (1995), “O Enigma do Horizonte” (1997) e “Soldier” (1998). Anderson tinha uma abordagem muito mais voltada para a ação, e isso se refletiu no tom do filme, que se afastou do terror mais psicológico presente nos jogos.

O roteiro de Resident Evil: O Hóspede Maldito, também escrito por Paul W.S. Anderson, acabou criando uma mitologia própria, desvinculada dos acontecimentos centrais dos jogos.

Essa escolha talvez tenha sido o “calcanhar de Aquiles” da série de filmes, pois muitos fãs que esperavam ver personagens icônicos como Leon S. Kennedy e Claire Redfield se depararam com Alice, uma nova protagonista interpretada por Milla Jovovich, que tinha 26 anos na época do lançamento do filme.

Embora a escolha de uma protagonista inédita tenha agradado alguns, muitos fãs dos jogos sentiram-se decepcionados com a ausência dos personagens centrais e do enredo característico da franquia.

Reprodução: Sony Pictures / CAPCOM

A história

Resident Evil: O Hóspede Maldito começa de forma intensa, com uma cena marcante onde funcionários da Umbrella Corporation ficam presos em um elevador durante uma situação de emergência. Esse tipo de cena, comum em filmes de terror daquela época, já entrega o tom de onde o filme pretende ir, criando uma atmosfera de tensão logo nos primeiros minutos. Em seguida, vemos Alice acordar sem memória em um banheiro dentro de uma mansão, mas esta não é a mesma Mansão Spencer que os fãs dos jogos conhecem.

LEIAM – Resident Evil | Será que os filmes são ruins?

Alice logo é capturada por um grupo de soldados, que a levam para uma entrada secreta da Colmeia, um laboratório subterrâneo da Umbrella onde experiências com o T-vírus estão sendo conduzidas. A estrutura narrativa do filme, a partir deste ponto, lembra bastante “Aliens: O Resgate” (1986), onde um grupo de soldados vai sendo eliminado um a um conforme enfrentam os perigos que habitam a Colmeia.

Reprodução: Sony Pictures / CAPCOM

A Colmeia por sua vez, é gerida pela Rainha Vermelha (outra referência óbvia à Alice no País das Maravilhas), que é uma IA que se apresenta com o rosto de uma criança. O motivo do local estar cheio de zumbis é meio óbvio: deu merda no controle do vírus, o problema se espalhou pelo ar condicionado e ela trancou todo mundo lá dentro. Agora, ela não quer deixar os protagonistas saírem também.

Uma das cenas mais memoráveis do filme é a sequência do corredor de laser, onde diversos personagens são brutalmente cortados. A cena foi impactante o suficiente para ser replicada no jogo “Resident Evil 4″ (2004), tamanha sua popularidade. Os efeitos especiais da época ainda conseguem passar uma boa impressão, especialmente nessa cena específica.

Hóspede Maldito
Reprodução: Sony Pictures / CAPCOM

Trilha sonora e efeitos especiais

 

No entanto, um dos maiores desvios em relação aos jogos em Resident Evil: O Hóspede Maldito, é o uso da trilha sonora. Em vez de trilhas tensas e atmosféricas, típicas de filmes de terror, o filme opta por uma trilha eletrônica, com batidas aceleradas que lembram o ambiente das raves europeias. Esse estilo sonoro, apesar de encaixar nas sequências de ação, acaba quebrando o suspense em muitos momentos, fazendo com que mesmo as criaturas mais temíveis, como os Lickers e os cachorros-zumbis, percam um pouco do seu impacto.

ASSISTAM – Memórias de Uma Locadora nos Anos 90: Zeta Games

Apesar de diversas referências aos jogos, como o trem com o logo da Umbrella, a mansão, o T-vírus, os Lickers e os próprios zumbis, o filme se distancia ao criar uma história independente, sendo mais uma espécie de prelúdio que não se conecta diretamente com os eventos dos jogos. Por exemplo, o licker mutado que ataca no trem ao final do filme não chega a ser uma ameaça tão marcante quanto os grandes inimigos dos jogos, como Nemesis ou Tyrant.

Hóspede Maldito
Reprodução: Sony Pictures / CAPCOM

Conclusão

“Resident Evil: O Hóspede Maldito” é, acima de tudo, um filme de ação. Milla Jovovich, que se tornou a cara da franquia cinematográfica, talvez não seja a atriz mais versátil, mas para o que o filme se propõe, sua performance funciona: ela é bonita, ágil e carismática nas cenas de luta. Algumas dessas cenas, no entanto, acabam se arrastando um pouco, fazendo o público desviar a atenção em certos momentos.

De maneira geral, o filme cumpre seu papel de entreter, desde que você não esteja preso à mitologia dos jogos. Os efeitos especiais, em sua maioria, ainda passam bem, e assistir ao filme com amigos e pizza pode tornar a experiência mais divertida.

Nota: 7/10

Reprodução: Sony Pictures / CAPCOM

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Resident Evil: Bem-Vindo a Raccoon City | Vale a pena? https://www.arquivosdowoo.com.br/2022/02/02/bem-vindo-a-raccoon-city/ https://www.arquivosdowoo.com.br/2022/02/02/bem-vindo-a-raccoon-city/#comments Wed, 02 Feb 2022 14:29:55 +0000 https://www.arquivosdowoo.com.br/?p=10087 Eu não gostei de Resident Evil: Bem-Vindo a Raccoon City. Quem acompanha o site sabe que sou um ferrenho critico da franquia liderada por Paul W.S. Anderson. Logo estava animado com a ideia de uma adaptação que sustentava o marketing em oferecer uma experiência mais próxima dos jogos. Só que isso não aconteceu. Claro, visualmente […]

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Eu não gostei de Resident Evil: Bem-Vindo a Raccoon City. Quem acompanha o site sabe que sou um ferrenho critico da franquia liderada por Paul W.S. Anderson.

Logo estava animado com a ideia de uma adaptação que sustentava o marketing em oferecer uma experiência mais próxima dos jogos. Só que isso não aconteceu. Claro, visualmente ele se atem a vestimenta, localizações e acaba por ai.

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O filme é uma bagunça desenfreada, sem qualquer coesão no roteiro e com diálogos no mínimo pavorosos. Eu cheguei a sentir uma baita vergonha alheia durante o diálogo do chefe Irons para os S.T.A.R.S, lá pelo meio do filme.

Destaco que Isso é algo que me incomodou muito, porque durante todo o filme você tem diálogos e cenas que não agregam NADA a trama. Não desenvolve nada, não leva a lugar nenhum.

Mas e o resto? Tem easter eggs de diversas coisas relacionadas ao game. UAU…

Reprodução/  Internet

AS CENAS DE AÇÃO

Bem-Vindo a Raccoon City mescla Resident Evil 1 e 2, o que nos leva até a icônica Mansão Spencer, onde os S.T.A.R.S resolvem abandonar a cidade de Raccoon na merda porque sim, o chefe Irons mandou.

Nesse trecho há uma cena onde Chris enfrenta hordas de zumbis que se teletransportam no escuro – Sério, é tão ridícula essa cena que eu cheguei a rir. Eu raramente reclamo de questões técnicas em um filme, mas vou me arriscar quanto ao corte de cenas que simplesmente não funciona nesse trecho.

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Também temos uma cena, mas essa é de volta a cidade, onde um caminhão explode e vemos um zumbi em chamas entrando no hall da delegacia enquanto o Leon tá tirando uma soneca.

Percebam que nem entrei no mérito de caracterização dos personagens, porque esse é o menor dos problemas em um filme com roteiro ruim e cenas de ação ruins.

Sustos? Inexistentes.

Bem-Vindo a Raccoon City
Reprodução/  Internet

Conclusão

Não me entendam mal, não é de hoje que temos péssimas adaptações. Eu até me divirto com os dois primeiros filmes da horrorosa franquia da Alice, mas quando você não consegue levar o telespectador a lugar nenhum, isso é um problema.

Talvez, se tivessem focado em desenvolver somente a história do primeiro filme, mesmo que com um baixo orçamento talvez funcionasse. O CGI precário nem foi um problema pra mim que adoro filme trash, mas o desenvolvimento e roteiro que são um monte de nada.

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É só um emaranhado de fanservice barato e péssimas atuações. Destaque para o vilão que não tem profundidade alguma e ainda inventaram uma conexão com Chris e a Claire, mas que não faz diferença alguma para a trama.

É isso, não vou me estender. Não recomendo, mas se tiver coragem, assista e tirem suas conclusões

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Logan | Enfim um bom filme do Wolverine https://www.arquivosdowoo.com.br/2017/03/09/logan-enfim-temos-um-filme-bom-do/ https://www.arquivosdowoo.com.br/2017/03/09/logan-enfim-temos-um-filme-bom-do/#respond Thu, 09 Mar 2017 18:58:00 +0000 https://www.arquivosdowoo.com.br/2017/03/09/logan-enfim-temos-um-filme-bom-do/ Saber que um novo filme solo do Wolverine está sendo feito, normalmente me causava medo. Se você assistiu X-Men Origins: Wolverine  e Wolverine Imortal, deve compreender o porque desse medo. Foram dois grandes pedaços de merda jogados contra a tela do cinema e posteriormente comercializados em caixinhas de dvds.   Sério, que filmes horríveis, e […]

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Saber que um novo filme solo do Wolverine está sendo feito, normalmente me causava medo. Se você assistiu X-Men Origins: Wolverine  e Wolverine Imortal, deve compreender o porque desse medo. Foram dois grandes pedaços de merda jogados contra a tela do cinema e posteriormente comercializados em caixinhas de dvds.
 
Sério, que filmes horríveis, e nem citei a abominação que foi X-MEN 3.
 
Depois de 17 anos interpretando o carcaju, Hugh Jackman, decidiu que era hora de se aposentar do personagem. Mas será que poderíamos receber um filme do Wolverine que não nos fizesse tentar arrancar nossas orbitas com as mãos?A resposta é sim. LOGAN é um dos melhores filmes do Wolverine já feito até o momento. É uma despedida digna e que provavelmente vai conseguir arrancar algumas lagrimas dos mais sensíveis – Eu por exemplo.
Ele é um filme perfeito? Não, mas continue lendo que eu explico.

LOGAN é diferente dos demais filmes sobre os mutantes até o momento, isso fica explicito nos primeiros minutos. Quando um grupo de bandidos tentam roubar as rodas de seu carro, o carcaju sai para conversar e leva um tiro no peito, se regenera, levanta e revida esquartejando-os com suas garras. Esses minutos são basicamente um aviso as mães e pais que tiveram a brilhante ideia de ignorar a faixa etária do filme e levou crianças a sessão. E para os adultos fica a mensagem: Vocês verão aquilo que sempre esperou ver de um personagem com garras de adamantium. 

O enredo nos mostra um que aquele mundo em que os personagens viviam mudou muito desde os eventos do X-MEN 3. Não há muitos mutantes espalhados por ai, aparentemente foram caçados e mortos por uma empresa grande. Isso é explicado a medida que o filme avança, alias, a maneira como tudo é explicado no filme foi uma das coisas que me surpreendeu.

Algumas cenas são sufocantes e te dá vontade de pegar o Wolverine nos braços enquanto diz: Tá tudo bem agora, Loganzinho, vai ficar tudo bem.

Logan está velho e doente, aparentemente o adamantium em seu corpo o está envenenando e debilitando seu fator de cura. Só que ele tentar levar uma vida normal trabalhando como motorista de limusine, pois está juntando grana para comprar um barco e levar Xavier para alto mar.

Não é novidade para ninguém que o Xavier está no filme, logo não é spoiler, certo.

 

Xavier está com alguma doença neurológica, o que o torna uma maquina de destruição em massa, por não ter mais controles sobre seus poderes, sua condição chegou a matar milhares de pessoas em surtos passados. Mas Logan não o deixou a própria sorte e cuida do seu velho amigo e mentor.

Essa relação de Logan e Xavier é muito bem explorada. Talvez eu esteja exagerando, mas os dois proporcionaram os melhores momentos em todo filme. Eu gostei da Laura, acredito que tenham captado perfeitamente a aura da personagem, mas Xavier e Logan roubam a cena na minha opinião.

Laura (X-23) é fundamental para a trama do filme pelo fato dela ser uma experiência genética baseada em Logan. Ela possui os mesmos poderes e também teve a adição do adamantium em se corpo, com a diferença da garra no pé, ou lamina… é uma só, não dá para chamar de garra, oras.

Por grande parte do filme você vê ela calada e apenas respondendo por gestos, o que é aceitável visto o trauma que a garota passou e as condições em que ela vivia antes de encontrar com o carcaju. Ela precisa chegar em determinado ponto e encontrar com amigos mutantes do instituto que ela fugiu, e que colocou os carniceiros para recuperá-la. Ao longo do filme ela e Logan começam a criar laços e isso flui muito bem, gerando momentos muito bacana.

É uma explicação bem rasa da minha parte, eu sei, mas é para não estragar as surpresas que os aguardam. No trecho abaixo soltarei spoilers dos momentos finais do filme, então se não quer ler, pule.

SPOILERS

Como eu disse no começo desse texto, Logan é o melhor filme já feito com o Wolverine. Ele nos entrega algo que sempre esperamos conferir na tela do cinema de uma maneira surpreendente, mas ele não nos dá um final tão grandioso quanto foi o resto do filme.

O vilão não é ruim, tampouco é introduzido de uma maneira absurda, até faz sentido sua natureza e ações, mas podia ter sido muito melhor. Há uma variedade de vilões que o Wolverine enfrentou ao longo dos quadrinhos e que poderia ter sido introduzido na trama. Creio que foi uma adição arriscada e que até funcionou. Eu sei que não sou crítico de cinema, mas pensar um pouco não mata ninguém.

A cena em que os mutantes crianças estão correndo pela floresta enquanto os carniceiros os perseguem. Que cena estupida. Em um determinado momento do filme, Logan assisti pelo celular como as crianças fugiram do instituto dos vilões. Eles são armas, eram treinados como armas e sabia utilizar muito bem seus poderes. Só que eles esqueceram que tinham poderes o suficiente para matar os carniceiros justo quando mais precisavam?

Sinceramente, as cenas finais só valeram mesmo pela batalha entre Wolverine e X-23 contra o X-24.

Donald Pierce, um dos principais vilões, é o único que não sai na porrada com ninguém, você provavelmente vai odiá-lo, ele consegue causar essa sensação. Também é uma pena que ele tenha uma das mortes mais medíocre de todo o filme. Eu torci para ele ser partido ao meio, ou ser atropelado e ter a cabeça sendo esmagada pela roda do carro do Logan, mas nãooo, vamos deixar as crianças se darem contas de que agora tem poderes.
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FIM DOS SPOILERS

Logan é um ótimo filme do Wolverine, com toda a certeza posso dizer que ele encerra o ciclo do Wolverine com Hugh Jackman de maneira digna e memorável. É uma despedida que vai te levar te emocionar.

O filme precisava ter violência? Sim, faz parte do personagem, ele não tem como se defender de maneira não letal, sendo que ele é uma arma. E quando se tem pessoas queridas em risco de vida, então você vai utilizar do que tem a disposição para salva-los mesmo que isso possa custar a sua vida.

Oras, ele tem garras que cortam qualquer metal nesse mundo. Quem não iria cortar alguém com elas. 

Deadpool ensinou a FOX como um bom filme de super herói deve ser feito, então acho que podemos esperar uma grande variedades de filmes bons. Pelo menos é o que todos nós esperamos.

Que todos se divirtam com o filme!

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GANTZ: O | A melhor coisa já feita desde o anime https://www.arquivosdowoo.com.br/2017/02/23/gantz-o-melhor-coisa-ja-feita-desde-o/ https://www.arquivosdowoo.com.br/2017/02/23/gantz-o-melhor-coisa-ja-feita-desde-o/#comments Thu, 23 Feb 2017 20:30:00 +0000 https://www.arquivosdowoo.com.br/2017/02/23/gantz-o-melhor-coisa-ja-feita-desde-o/ Ah, como eu aguardei por esse dia, finalmente GANTZ: O chegou e para minha surpresa ele foi direto ao Netflix. Uma das maiores e melhores plataforma de streaming por enquanto. É, eu não to ganhando para fazer propaganda… pois é. Indo direto ao ponto, eu assisti ao filme duas vezes, tamanha era a minha empolgação. […]

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Ah, como eu aguardei por esse dia, finalmente GANTZ: O chegou e para minha surpresa ele foi direto ao Netflix. Uma das maiores e melhores plataforma de streaming por enquanto.

É, eu não to ganhando para fazer propaganda… pois é.

Indo direto ao ponto, eu assisti ao filme duas vezes, tamanha era a minha empolgação. E estou assistindo novamente enquanto escrevo esse texto. O motivo é que sou ansioso e automaticamente quis escrever logo depois de assistir, mas poderia acabar me rendendo ao fanboyismo, e isso não seria certo.

LEIAM – A Centopeia Humana 3: Sequencia Final | Perturbador e chocante

Sim, eu sou muito fã do mangá e o anime (exceto a curta segunda temporada, ridículo aquilo.). Também não fui conquistado pelos filmes de 2011. Apesar de terem seu ponto positivo, oras, dane-se os filmes de 2011.

Vamos falar de GANTZ: O

GANTZ:O

O filme dá início com a batalha de Kurono contra o Oni Alien do meio da cidade, ele consegue o derrotar, mas é fatalmente ferido e morre nos braços da Reika. Essa luta não teve o mesmo desfecho que no mangá. Isso provavelmente vá assustar os fãs. então acalmem-se.

GANTZ: O faz um ótimo uso desse arco e principalmente dos personagens. Kato continua o mesmo, mas é inserido como um novato na trama. Temos o Sr. Suzuki, Reika e Nishi como os sobreviventes da missão contra o Oni Alien, e eles continuam com as mesmas características dos personagens do mangá.

O que nos da uma perfeita ideia do que é uma adaptação fiel as características de uma obra – aprenda Resident Evil.

Claro, estamos falando de personagens fieis aos seu design, porém, um ator poderia fazer o mesmo, basta um roteirista decente e um diretor competente, algo que pudemos ver em Silent Hill. Facilmente uma das melhores adaptações feitas de um game, anterior a eles somente Mortal Kombat.

Bem, farei um resumo para você entender melhor do que se trata o enredo de GANTZ:

Pessoas que morreram por acidentes, acidentalmente ou por qualquer outro motivo, acordam em uma sala onde há uma esfera negra. Essa esfera é chamada de GANTZ e vai ditar o que você deve fazer com sua vida a partir desse ponto.

Todos os personagens estão presos a GANTZ até que complete 100 pontos no “jogo” que ele promove. Completando os 100 pontos você ganha o direito a três escolhas:

1 – Ganhar uma arma poderosa,
2 – Ressuscitar alguém que esteja no registro da esfera negra
3 – Ter a memoria apagada e voltar a sua vida normal

Para que possa fazer pontos, GANTZ lhe dá alvos para eliminar, alvos nem um pouco fáceis ou sequer humano para você eliminar. Mas pra compensar ele dá a roupa negra que confere super força e armas avançadas. E caso o jogador tente fugir, sua cabeça explodira em pedaços.

O engraçado de tudo isso é que as pessoas que são convocadas, em sua maioria, são pessoas normais. Sem qualquer preparo tático ou militar. Há idosos, crianças, mulheres e até um cachorro e um panda.

É, não me pergunte os motivos.

GANTZ: O
A arma de gravidade é só amor

O número de personagens de uniforme negro foi reduzido drasticamente, muita coisa foi deixada de fora.

O que é aceitável, pois o time de Osaka é composto totalmente por lunáticos, logo colocar um psicopata estuprando um monstro não seria uma boa ideia. Certamente isso acabaria com as chances da obra chegar nessas bandas. E a melhor parte é que não prejudicou em nada.

Talvez eu tenha ficado um pouco desapontado com uma das transformações do Nurarihyon, o vilão desse filme. No mangá ele  ao se transforma em uma mulher é cortado, e durante sua regeneração ele abre a barriga e puxa os intestinos para fora, só pela brincadeira.

Bem, mais isso é só o meu gosto por gore falando mais alto. O que eu não esperava era a transformação de uma mulher gigante feita de corpos femininos. No mangá esse momento chega a ser engraçado por causa de um personagem que ficou de fora. Mas para atiçar a curiosidade de vocês, ele morre encaixando o LEGO em um dos corpos.

Talvez uma das coisas que me desagradou em GANTZ: O é a cena do robô. Claro, eu adoro robôs gigantes, logo estava no hype de conferir a batalha do robô contra o mostro gigante, pois ela funciona muito bem no mangá, mas aqui ela não funciona.

O robô ficou muito foda, isso é inquestionável. Mas só tá ali para mostrar que tem um robozão gigante. Não há outro proposito. É uma cena que poderia ter sido removida para abrir espaço a mulher que bota as tripas para fora, ou estender ainda mais a batalha contra o Nurarihyon.

Fora esse pequeno detalhe, o resto é incrível e consegue passar uma sensação de que as coisas vão piorar a todo momento.

Queria que o filme fosse um pouco mais longo, apesar da uma hora e meia de duração. Adoraria que outras coisa tivessem sido acrescido, e outras poderiam ter sido descartada, mas o resultado final é extremamente gratificante.

Um final que te faz arrancar a camisa e atirar contra a televisão enquanto grita: ISSO AI, DIACHO!! SHOW, AI QUE DELICIA DE FILME!!

É…

Eu quero dizer que é filme que indico para qualquer um que procura uma aventura fora do convencional. Certamente esse filme vai estimular as pessoas a procurarem o mangá e o anime. Torço para que esse filme seja o principio de outros filmes baseado em mangás seguindo o formato 3DCGI.

GANTZ: O não é um filme longo, tem cerca de uma hora e meia de duração e está disponíveis nos idioma  japonês e inglês no Netflix.

É isso, agora só nos resta torcemos para que mais mangás possam ganhar filmes tão bons quanto. Na torcida para que Battle Royale um dia possa ser um desses.

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Animais Fantásticos e Onde Habitam | A dose de Magia que Precisávamos https://www.arquivosdowoo.com.br/2016/12/11/animais-fantasticos-e-onde-habitam-dose/ https://www.arquivosdowoo.com.br/2016/12/11/animais-fantasticos-e-onde-habitam-dose/#respond Sun, 11 Dec 2016 21:41:00 +0000 https://www.arquivosdowoo.com.br/2016/12/11/animais-fantasticos-e-onde-habitam-dose/ Esse ano eu tive a oportunidade de ir ao cinema diversas vezes. E em todos as vezes encarei um filme de super herói. Me decepcionando ou não, estava diante de um universo que conhecia. Mas quando minha esposa me informou que iriamos assistir os Animais Fantástico e onde Habitam. Admito. Senti um friozinho na barriga. […]

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Esse ano eu tive a oportunidade de ir ao cinema diversas vezes. E em todos as vezes encarei um filme de super herói. Me decepcionando ou não, estava diante de um universo que conhecia. Mas quando minha esposa me informou que iriamos assistir os Animais Fantástico e onde Habitam. Admito. Senti um friozinho na barriga.
 
Ela é uma PotterHead. Ela incrivelmente leu todos os livros pelo menos duas vezes só esse ano. Enquanto eu mal terminei de assistir “O Prisioneiro de Azkaban”, simplesmente porque odiei o lobisomem do filme. 
Sério, que coisa abominável.
Bem, de qualquer maneira peguei minha má vontade e a coloquei debaixo do braço e fui a sessão, com as piores expectativas do mundo.
Não importa o quanto eu tenha resmungado a caminho do cinema. Depois dos primeiros 20 minutos de filmes eu estava totalmente encantado. E eu adoro ser surpreendido. Gosto quando o filme esfrega na minha cara o quanto estava sendo preconceituoso.
 
Diferente de Harry Potter que contava com um elenco infantil, aqui temos um elenco adulto e que se desenrola 70 anos antes dos acontecimentos de Hoggwarts, especificamente em 1920. Também temos um ganhador de Oscar no papel do magizoologista, Newt Scamander. Claro, o Eddie Redmayne simplesmente destrói na hora de atuar. Tá mais do que na hora de o contratarem para viver algum outro personagem mais complexo. Longe de reclamar de sua atuação de Newt. Tá sensacional. 
 
Bem, mas o meu personagem favorito faz parte da liga dos gordinhos: Dan Fogler, que está interpretando Jacob Kowalski.
 
Dan Fogler no filme Bolas em Panico (Balls of Fury -2007)
Jacob Kowalski é como eu e você. Cheio de sonhos e querendo abandonar aquela vida comum e que destroça nossos sonhos diariamente. O pobre rapaz trabalha em uma fabrica, mas tem como sonho abrir uma padaria. E graças a sua persistência em alcançar seu sonho, ele acaba esbarrando em Newt e tem início a aventura.
 
Uma das coisas que mais chama a atenção é a construção da amizade entre os dois personagens. Tudo não passava de um acidente, mas que no decorrer do filme demonstra o impacto que isso tem na vida de Jacob. Posso dizer que ele é o personagem que representa o telespectador naquele universo. O personagem é chamado de “no-maj” pelos bruxos de Nova Iorque. Diferente da versão britânica, que como o próprio Newt destaca: Na Inglaterra os chamamos de Trouxas. Que é a maneira como os humanos normais são chamados pelos bruxos. O que achei bacana, apesar de ser um detalhe pequeno, mostra as diferenças culturais entre eles.
 
 
Há também as personagens femininas que fecham o quarteto de protagonistas principais estampado nos posteres: Porpentina (Katherine Waterston )  e Queenie (Alison Sudol).
 
Porpentina ou Tina, era uma bruxa investigadora, mas que acabou sendo rebaixada devido a um incidente. Queenie é a irmã mais nova de Tina. Ambas possuem uma personalidade tremendamente diferente. Ela é popular e não é como os demais bruxos, ela possui o poder de ler mentes, e esse dom é chamado de legilimência.
 
Agora chega dos seres humanos, vamos falar dos animais fantásticos e onde eles habitam. Newt carrega consigo uma maleta e dentro dela há diversas sessões, como um zoológico mesmo e todos com animais incríveis e super detalhados. Normalmente eu não dou a minima para essas coisas, mas são incríveis. Olha só, usei duas vezes  a palavra incrível e ainda parece pouco para expressar o quão diferente e único são as criaturas.
 

Parabéns a J.K Rowling que conseguiu mandar bem.Lembra do 3D? Esses bichos ficam incríveis (de novo) no 3D.  São  belos, coloridos e causam uma destruição fora de sério em determinados momentos.

 
 
Há algo atacando os humanos e destruindo a cidade Nova Iorque, e o mundo mágico está bem irritado com isso. Querem evitar um confronto com os humanos, mas com a chegada de Newt e o desaparecimento dos animais em sua maleta não tornaram as coisas mais fáceis. Agora compete a Newt e seus amigos recuperarem os animais e descobrirem o que está causando tanta destruição.
 
E esses momentos de ação são frenéticos e muito bem executados. Muita coisa é destruída, voa tijolo para tudo quanto é canto. Em determinados momentos eu me perguntava: Como diabos eles vão conter isso? Alguém vai morrer com um tijolo ou pedaço de concreto arremessado.
 
Eu não acharia ruim se algum tijolo de verdade tivesse sido arremessado em algumas pessoas dentro da mesma sessão que eu – Muaahahaha!
Jacob Kowalski
A vontade de lhes passar mais informação sobre o filme é gigantesca, mas eu estaria destruindo as surpresas.
 
Eu adorei o filme apesar de ter ficado um pouco triste com o final, mas se realmente houver mais filmes (aparentemente foi confirmado 5 filmes, me corrijam se estiver errado) eu os assistirei. Foi um dos melhores filmes do ano em minha opinião. Fazia tempo que não conferia um filme que me fizesse querer vê-lo mais de uma vez – Exceto Deadpool que já assistiu umas 7 vezes.
 
Vale ressaltar que J.K Rowling criou um roteiro magnifico e personagens extremamente carismáticos. Enquanto ela estiver no comando do roteiro estaremos a salvos, pois como não se encantar com o desastrado Jacob, se apaixonar pela a sonhadora Queenie, a corajosa Tina ou misterioso, Newt?
 
Eu li algumas críticas em que apontavam os primeiros 30 minutos do filme como tedioso, ou que o filme era um vislumbre para quem já era fã desse universo. Particularmente acho uma tremenda idiotice. Infelizmente o filme visa todo o público, e o fato de ser uma nova franquia se iniciando, fica fácil de se compreender.
 
Claro, os fãs ficam loucos, mas os amantes de um bom filme também, então não fiquem de “mimimi” por causa das críticas negativas e vá ver o filme.

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Capitão América: Guerra Civil | Só fica longe do meu Buck! https://www.arquivosdowoo.com.br/2016/05/03/critica-capitao-america-guerra-civi/ https://www.arquivosdowoo.com.br/2016/05/03/critica-capitao-america-guerra-civi/#respond Tue, 03 May 2016 20:37:00 +0000 https://www.arquivosdowoo.com.br/2016/05/03/critica-capitao-america-guerra-civi/ Preciso admitir que estava muito ansioso por esse filme. Depois de aguardar alguns dias após o lançamento e quase não conseguir lugar na sessão das 22:00, finalmente ontem eu pude assistir Capitão América: Guerra Civil. Depois de me acomodar na poltrona localiza abaixo do alto falante da sala e assistir a uma propaganda da Boticário […]

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Preciso admitir que estava muito ansioso por esse filme. Depois de aguardar alguns dias após o lançamento e quase não conseguir lugar na sessão das 22:00, finalmente ontem eu pude assistir Capitão América: Guerra Civil.
Depois de me acomodar na poltrona localiza abaixo do alto falante da sala e assistir a uma propaganda da Boticário – Cara, realmente to pensando em comprar um perfume para minha velha nesse dias das mães, realmente funciona essas propagandas antes do filme – o filme inicia com uma visão gélida em algum lugar frio da Rússia, com muito gelo, muita neve e uma sala com Bucky gritando enquanto russos fritam seu cérebro. Deixamos Bucky e partimos para a Nigéria no meio de uma tocaia contra Ossos Cruzados ,que tá querendo pegar um composto biológico capaz de matar geral.
 
Nossos heróis não podem permitir, então partimos para a pancadaria, depois Scarlet Johansson, explosões e mais Scarlet Johansson. Dai chegamos no incidente que leva a guerra entre os super heróis. A inútil Feiticeira Escarlate protege o Capitão América do suicídio explosivo de um vilão mantendo a explosão compactada dentro de uma bolha criada com seu poder. E ao invés dela segurar até o fim ou jogá-la a céu aberto, não, ela atira na direção de um prédio – Há outra crítica a respeito desse poder dela, mas lá no final eu aponto.
 
Morre gente pra cacete no processo e isso leva o mundo a questionar se realmente é uma boa um grupo de pessoas poderosas cuidar do mundo sem fiscalização.


O governo cai em cima e Tony Stark fica a favor, alias, War Machine também, ele é soldado então tava na cara. Essa decisão abala o grupo, que acaba se dividindo logo quando Bucky é acusado de plantar uma bomba próxima a embaixada, onde um rei discursava. Por sinal esse rei é pai do Pantera Negra.  O rei morre durante o atentado e isso faz com que T’Challa saia em busca de vingança.


Pronto, tá iniciado a Guerra Civil ou como gosto de chamar: Capitão América: Tirem suas mãos sujas do meu Bucky

Bem, todos nós sabemos que o filme não segue a linha do quadrinho, então aqueles que estavam dando pitti porque algumas pessoas escolheram o lado do Tony Stark saibam,vocês são idiotas. Nenhum dos lados estão errados. Há motivo validos tanto para o registro dos Vingadores quanto para a deserção do Capitão América, que no caso escolheu fugir em nome do amor.

Rogers fica o filme todo defendendo o amigo, mesmo ciente de que ele cometeu atrocidades inconscientemente, isto se você assistiu Soldado Invernal , caso contrário eu explico;

A Hydra salvou o Bucky, e aplicou nele o mesmo soro de super soldado que deu os músculos, poderes e altura ao Capitão América, só que adicionou um braço mega foda e com um campo de força para evitar que atirem no joelho, cara, peito ou qualquer outro ponto que o braço do Bucky não cubra. E como bônus faz lavagem cerebral diárias neles, afim de torná-lo apenas uma maquina de matar.

“Nossa, como cê é um gordo babaca, Diogo, nem sei porque to lendo isso aqui” Temos uma relação de amor e diversão caro leitor, é isso que nos une.

____________________HOMEM ARANHA & PANTERA NEGRA__________________
 
O filme é do Capitão América, mas se você se atentar aos comentários notará que todos falam muito do Homem – Aranha e do Pantera Negra, e com motivos de sobra.
O Peter Parker de Tom Holland é o que todos nós esperávamos nos filmes anteriores: nerd, desajeitado e com um humor afiado. No momento em que a legenda QUEENS apareceu na telona, um sorriso brotou em meu rosto automaticamente. Apesar de você ser bombardeado por momentos de ação a todo momento, quando esse momento chega você se dá conta que estamos diante do novo Homem – Aranha.
Quando ele entra em ação durante a batalha contra os demais heróis, a sala toda gargalhou. Esse garoto andou lendo os quadrinhos, pois conseguiu pegar toda a essência do personagem, pois quando ele sai de cena você sente aquele vazio, queríamos mais do Homem-Aranha. Mas não desespere-se, pois Spider-man – Homecoming esta anunciado para o ano que vem. 
O T’Challa de Chadwick Boseman é incrível, eu não esperava que o personagem fosse render tanto no filme, mas quando você o vê perseguindo Bucky e utilizando das habilidades únicas você pensa “Cara, eles realmente conseguiram tornar o Pantera Negra um personagem foda no cinema”.
Eu não esperava que um filme do Pantera Negra pudesse ser bom, talvez porque também não seja tão fã dele nos quadrinhos (apesar dele ter salvo o mundo dos zumbis no ótimo Marvel Zombies), no filme, diante de todo o ódio que está consumindo a todos, ele é o mais centrado e sem medo de levar bala de .50.
Ah! Enquanto saia da sala após o pós-crédito, um cara reclamava que não fazia sentido T’Challa correr, saltar enormes alturas ou trocar socos contra Bucky e Capitão América, pois não tinha super poderes e sim apenas uma roupa de vibranium. Eu explico: Conforme a tradição em Wakanda, os descendentes dos rei são obrigados a tomar um chá feito com erva coração, uma planta altamente venenosa para qualquer um que resolva mascá-la ou fazer um chá só pra acalmar, mas que no caso da criança, se ela sobreviver, acaba tendo sua alma conectada ao Deus Pantera, com isso, desenvolverá poderes como super força, agilidade, velocidade, fator de cura e sentidos aguçados como a de uma pantera.
Ele também tem dinheiro pra cacete, pois Wakanda tem uma reserva de vibranium, que é um metal raro. Resumindo, T’Challa seria o que a juventude brasileira costuma chamar de “É Bichão Memo”
_______________________________CONCLUSÃO____________________________
 
Agora vamos falar um pouco do quão ruim é a Feiticeira Escarlate, e porque ela não funciona, pelo menos na minha opinião.
A Feiticeira e seu irmão Kick-Ass são crias da Hydra com experimentos ligados ao cetro do Loki. OK, experimentos. Durante uma conversa com o Visão, ela diz o que citei. Enquanto o Visão diz que a cada momento consegue controlar mais e mais a joia. Corta cena e volta cena, aparece o Gavião e convence ela a sair dos aposentos e se juntar ao um super herói.
O que ela faz?
Ela subjuga o Visão com aquela posição ridícula de soltar encantos – Jesus, nem a Chun-li faz aquela cara de diarreia na hora de lançar um Kikosho. Mas estamos falando de um ser criado com vibranium e  UMA MALDITA JOIA DO INFINITO. Em nome de Stan Lee, quem assistiu os Guardiões da Galaxia sabe que aquela desgraça de joia pode destruir o universo só de você olhar torto ou tossir para ela. Mas tudo bem, só que se ela consegue subjugar o Visão só imitando o Stephen Hawking com as mãos, como ela não conteve a explosão no início do filme?
O Visão consegue usar o martelo do Thor para quebrar castanhas, mas não dá conta da Feiticeira Mequetrefe.
Fica aqui desabafo, tirem ela logo da franquia e traga Jocasta em seu lugar. Sério, tenho certeza que Stark dá conta de criar outro. Usa a sexta-feira como consciência do corpo da Jocasta. Também não me importo com a saída do Falcão. Todos sabemos que ele é um peso ali.
Pronto, desabafei.
Bem, durante as duas horas e pouco de filme você será brindado com dois grandes momentos, sendo o primeiro deles no combate entre todos os super heróis e o segundo na batalha final, quando tudo é colocado em pratos limpos a mesa.



A batalha com todos os supers são o ponto alto, não há dúvidas e conseguiu ser mais longa do que eu pensava. O Homem Formiga e Homem Aranha conseguem roubar diversos momentos durante a luta devido ao bom humor e irreverencia. Me falta palavras para descrever o quão super é o combate entre eles. Dá pra dizer que são amigos brincando de lutinha, até que um realmente se fere pra valer e o tom do filme se torna mais sério.

Sem dúvida foi uma das melhores experiências que tive no cinema com um filme da Marvel. Agora entendo porque estão dizendo que Capitão América: Guerra Civil de fato, é um dos melhores filmes da Marvel. Se não fosse os demais personagens relevantes contidos no filme, seria mais um capitulo da história de amor de Bucky e Rogers.

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The Meat Grinder | Comendo para sobreviver ou quase isso https://www.arquivosdowoo.com.br/2016/03/28/the-meat-grinder/ https://www.arquivosdowoo.com.br/2016/03/28/the-meat-grinder/#respond Mon, 28 Mar 2016 00:49:00 +0000 https://www.arquivosdowoo.com.br/2016/03/28/the-meat-grinder-comendo-para/ The Meat Grinder (Chueat Kon Chim 2009) nos conta a história da pobre vendedora de fidéus, Bodd, que foi deixada a miséria por seu marido, um viciado em jogos que resolveu fugir com a babá. Sem qualquer dinheiro e com uma filha pequena para criar, Bodd se vê forçada a encarar um mundo de violência […]

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The Meat Grinder (Chueat Kon Chim 2009) nos conta a história da pobre vendedora de fidéus, Bodd, que foi deixada a miséria por seu marido, um viciado em jogos que resolveu fugir com a babá.

Sem qualquer dinheiro e com uma filha pequena para criar, Bodd se vê forçada a encarar um mundo de violência para sobreviver e manter sua filha bem alimentada.

Todos nós sabemos o  uma é capaz de fazer em situações extremas só para proteger seus filhos, então não não foi surpresa ver ela moendo carne, após descobrir um cadáver dentro do seu carrinho de fidéus.

Salgado de carne humana

A partir daqui somos levados por meio de flashbacks ao passado de Bodd, onde podemos conhecer um pouco melhor a história por trás dessa mulher e suas motivações para tornar desafetos em comida.

Bodd inicialmente é introvertida, mas a medida que obstáculos são derrubados, ela se torna uma mulher confiante. Passa de saco de pancadas a dona do próprio destino e decide esmagar a todos que possam atrapalhar sua felicidade com suas próprias mãos.

Se você é amante de um bom terror  e de preferencia com uma magnífica história, certamente The Meat Grinder é o seu filme. Com um final surpreendente e revelações que os deixaram boquiaberto.

The Meat Grinder

Tem muito sangue

O filme é brutal, tem muito gore e violência visual, como podem ter notado nas imagens do texto. rola sangue do começo ao fim do filme e em altas doses, até porquê é impossível esquartejar alguém sem deixar uma gota escorrer.

É estranho assistir um filme onde você compreende o real motivo pelo qual ele comete assassinatos, alias, no final do filme eles mostram que pessoas como Bodd, não são tão difíceis de encontrar, uma vez que grande parte das motivações de um serial killer é ligado a traumas passados ou lesões no crânio.

The Meat Grinder

Conclusão

Fiquei tão empolgado que não contei a vocês que o filme é uma produção Tailandesa, o que só prova que o cinema americano esta precisando muito parar com os remakes e aprender com o diretor Thiwa Meyathaisong, apesar de poucos filmes no currículo, é muito promissora e competente.

É certo que muitos se incomodaram com  o grau de violência e o canibalismo, mas peço que se arrisquem, pois a história é ótima e a atriz mata a pau durante todo o filme.

Recomendo vivamente esse filme!

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Deadpool | Um filme insanamente divertido https://www.arquivosdowoo.com.br/2016/02/16/deadpool-um-filme-do-cara/ https://www.arquivosdowoo.com.br/2016/02/16/deadpool-um-filme-do-cara/#respond Tue, 16 Feb 2016 22:47:00 +0000 https://www.arquivosdowoo.com.br/2016/02/16/deadpool-um-filme-do-cara/ Deadpool finalmente estreou e como sou um grande fã do personagem, eu não poderia deixar de conferir o filme nos cinemas – E porque minha esposa também queria ver o Ryan Reynolds.   Infelizmente não pude assistir o filme legendado, mas também não me arrependo, pois a versão dublada está ótima. É quase como ler […]

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Deadpool finalmente estreou e como sou um grande fã do personagem, eu não poderia deixar de conferir o filme nos cinemas – E porque minha esposa também queria ver o Ryan Reynolds.
 
Infelizmente não pude assistir o filme legendado, mas também não me arrependo, pois a versão dublada está ótima. É quase como ler as revistinhas em quadrinhos  do personagem traduzidas em toda a sua gloria e palavrões. Mas ainda assistirei ao filme em inglês!
 
Chega de enrolações e vamos direto ao ponto: Deadpool é do carai!
O filme tem início de uma maneira simplesmente hilária e todos na sala começam a rir sem o personagem pronunciar uma palavra, apenas como uma imagem que vai se expandindo e nos mostra Deadpool no meio de um capotamento segurando um motoqueiro pelas cuecas.
 
Oh! mas você vai dar spoilers seu gordo maldito? Não, calma, isso é apenas a entrada, então pode ficar tranquilo que não vai rolar spoiler algum, prometo!

Talvez só esse Spoiler aqui, mas só porquê ele é lindo e pretendo instalar no meu Fiat 147
São quase duas horas de muito humor, tiroteio e palavrões  a todo momento. Não consegui ver uma única pessoa de cara feia ou que tenha se levantado para ir embora por causa do conteúdo ofensivo. Bem, havia uma senhora acompanhando sua filha de aproximadamente 7/8 anos que deve ter saído de lá bem traumatizada com o novo filme do Homem-Aranha.

Gente, eu não consigo compreender como alguns pais chegaram a conclusão que Deadpool é aconselhável para crianças pequenas. Sério, tu leva seu filho pequeno para ver um cara sendo enrabado em tela grande? 

Corajosos os pais de hoje em dia. Só não vale textão depois, hein!



Apesar de ser muito engraçado o enredo traz um vilão bem meia-boca, que no caso é o Ajax, que virou sinônimo de produto de limpeza. Ele é um mutante que não sente dor e tem super força, mas é só isso, de resto só vale pela zoação que o Deadpool faz com o nome dele durante todo o filme. Não to dizendo que é ruim, mas é um vilão mediano, apenas isso.
 
O melhor personagem… melhor soa errado, quero dizer: Um dos personagens mais legais durante o filme é o Colossus do X-Men. No segundo filme da franquia X-Men ele aparece, faz uma ponta e some, mas aqui ele é todo digital e com o aspecto do quadrinho. Ele é enorme e muito gentil, diga-se de passagem.
 
Todas as aparições do Colossus rendeu muitas risadas, pois o sujeito é um grandalhão educado e repleto de frases de efeitos. típico de super heróis. E por outro lado você tem a Megasonic Teenage Warhead, ou Sinead O’Connor para encurtar. Ela é uma mutante adolescente aborrecida que está aprendendo a ser uma X-Men com o Colossus, e que além de linda é capaz de explodir tudo a sua volta.



Outro ponto interessante é que o filme é cheio de referencias e isso deixa implícito que o filme foi feito para os fãs, então se alguém sair de lá reclamando do filme, pode ter certeza que ele gosta de Wolverine Origins


Ninguém que goste daquela tranqueira poderia curtir esse filme, principalmente porque aqui você vai ver cabeças sendo decepadas, braços, amputação de uma mão e diversas referencias a masturbação masculina.

Oh! Meu Deus! Ele falou de masturbação! É isso mesmo, diversas referencias a brincadeira nº1 dos homi opressor.



Mal posso acreditar que com um orçamento pequeno eles conseguiram nos proporcionar um filme tão fiel e politicamente incorreto. Não é a toa que tem gente no Twitter chamando o filme de homofóbico e misógino. 

Bem, ninguém liga para esse povo mesmo, fodam-se eles! Os 10 Mandamentos ainda está em cartaz, dá tempo de dar um dinheirinho ao Edir Macedo.

Enfim, a batalha final é rápida e assistir a namorada do Wade morrer realmente levou a plateia as lagrimas. Recordo que um tiozinho foi obrigado a entrar com um rodo para secar o chão que foi praticamente lavado com a enxurrada de lagrimas.

Depois de secarmos as lagrimas ainda temos as cenas pós-créditos, que faz referencia a um filme antigo que eu nem curto. E ainda assim foi muito divertido, mesmo depois de eu ter gritado para o maluco do cinema que estava pedindo que saíssemos da sala. Eu paguei para ver o filme completo, então tenho o direito de ficar sentado até ler nos créditos o nome do cara responsável pelo café da equipe de filmagem, humph!


Depois de rir, chorar e gritar várias vezes palavras de baixo calão, é chegado a hora de ir embora. Eu olhava para a tela e não podia acreditar que duas horas haviam se passado tão depressa. Foram momentos inesquecíveis que esse mercenário tagarela me proporcionou em uma tarde de domingo quente feito o inferno – Pois o ar condicionado da sala não foi ligado.

É isso, assistam Deadpool e não levem as crianças, façam elas esperarem até que seja exibido em TV aberta.

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