Leandro Alves, Autor em Arquivos do Woo https://www.arquivosdowoo.com.br/author/leandro-alves/ Um pouco de tudo na medida certa Sun, 04 May 2025 13:00:58 +0000 pt-BR hourly 1 https://wordpress.org/?v=6.9.4 https://www.arquivosdowoo.com.br/wp-content/uploads/2020/12/cropped-logo-150x150.png Leandro Alves, Autor em Arquivos do Woo https://www.arquivosdowoo.com.br/author/leandro-alves/ 32 32 Maneater | Cuidado o tubarão vai te pegar https://www.arquivosdowoo.com.br/2025/05/04/maneater-cuidado-o-tubarao-vai-te-pegar/ https://www.arquivosdowoo.com.br/2025/05/04/maneater-cuidado-o-tubarao-vai-te-pegar/#respond Sun, 04 May 2025 13:00:58 +0000 https://www.arquivosdowoo.com.br/?p=19609 Fala, galera! Beleza? Hoje quero falar sobre a minha experiência jogando Maneater, na versão para PlayStation 4. Tive uma grande expectativa com esse jogo, pois o considero o sucessor espiritual de JAWS Unleashed do PlayStation 2, um game que me rendeu horas de diversão em um mundo aberto de tamanho considerável para a época. LEIAM […]

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Fala, galera! Beleza?

Hoje quero falar sobre a minha experiência jogando Maneater, na versão para PlayStation 4. Tive uma grande expectativa com esse jogo, pois o considero o sucessor espiritual de JAWS Unleashed do PlayStation 2, um game que me rendeu horas de diversão em um mundo aberto de tamanho considerável para a época.

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Até o momento, com mais de 50% do jogo concluído, ele vem entregando o que promete… ao mesmo tempo que não promete muita coisa.

Maneater
Reprodução: Internet

Enredo “comovente”

O game se passa em um programa de pesca de tubarões. Logo no início, a mãe do tubarão protagonista é capturada, e o pescador percebe que ela está grávida. Ele a mata e te retira do ventre, marcando você de forma sádica com sua faca. No entanto, o pequeno tubarão não deixa barato e arranca uma das mãos do pescador. E assim começa sua jornada solitária no mar.

Maneater
Reprodução: Internet

Gameplay

No começo, é bem complicado. O tubarão ainda é um filhote pequeno, e qualquer peixe um pouco maior se torna uma grande ameaça. O jogo dispõe de um sistema de evolução, permitindo melhorar a mordida, adicionar habilidades especiais, entre outras coisas. No entanto, não há uma grande diversidade de customização.

O jogo conta com uma espécie de “narração”, feita pelo apresentador do programa, que comenta os acontecimentos. A ideia é legal, mas sem muita profundidade.

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As missões principais e sidequests são divertidas, mas totalmente desconexas. Existem missões em que você deve devorar certo tipo de peixe inofensivo, mas no local há predadores que te atacam — ou, pelo menos, deveriam te atacar. Entre as sidequests, há placas de carros colecionáveis (???) e outras que mostram pontos específicos do mapa com uma breve descrição do local. Acredito que alguns desses pontos fazem referência à cultura pop, mas, até o momento, a única que reconheci foi uma casa em forma de abacaxi no fundo do mar. Para quem não entendeu, é uma referência ao desenho Bob Esponja Calça Quadrada.

As batalhas contra os peixes boss foram um dos pontos que mais gostei. O único problema é que, às vezes, a câmera não ajuda, fazendo você perder o foco no inimigo. Mas nada que frustre a jogatina. Até agora, o animal mais difícil que enfrentei foram as baleias orcas, mas acredito que Maneater ainda tem desafios mais complicados pela frente.

Maneater
Reprodução: Internet

Mapa e Ambientação

O mapa possui oito áreas diferentes, cada uma com seus peixes e características. No entanto, sinceramente, são pouco chamativas. Não há aquela sensação de mudança brusca entre os cenários, e os locais não transmitem uma vibe única — na verdade, são bem genéricos.

O jogo usa aquela receitinha básica de exploração, onde cada área tem um aumento de dificuldade e itens colecionáveis para instigar o jogador a explorar. Porém, em Maneater, os tipos de colecionáveis são sempre os mesmos do início ao fim, tornando o jogo extremamente repetitivo.

Maneater
Reprodução: Internet

Combates

Os combates são bem simples. Conforme você sobe de nível, os peixes menores e mais fracos podem ser derrotados com uma única mordida. Já contra um peixe de mesmo nível, seu maior problema será a câmera, que frequentemente atrapalha e faz você perder o inimigo de vista. Mesmo assim, com um pouco de paciência, dá para pegar o jeito de esquivar e atacar no momento certo, deixando as batalhas sem muitas reviravoltas ou momentos memoráveis.

Por outro lado, as batalhas contra os caçadores são bem mais desafiadoras. É preciso ter muito mais atenção para desviar dos disparos e customizar o tubarão com habilidades que lhe deem vantagem contra os barcos.

Reprodução: Internet

Mas vale a pena ou não jogar?

Maneater não me deu a sensação esperada de sucessor espiritual de JAWS Unleashed, mas, mesmo assim, me divertiu. Ele não empolga, mas dá para passar de ano.

A ideia do jogo como um reality show me agradou, e a história, apesar de simples, faz sentido considerando que você controla um tubarão. O que faltou foi mais capricho nos combates contra chefes, uma ambientação mais interessante e itens colecionáveis mais atrativos para incentivar a exploração do mapa.

NOTA 6.5/10

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4 Jogos Clássicos que Merecem um Remake https://www.arquivosdowoo.com.br/2025/01/16/4-jogos-classicos-que-merecem-um-remake/ https://www.arquivosdowoo.com.br/2025/01/16/4-jogos-classicos-que-merecem-um-remake/#respond Thu, 16 Jan 2025 14:17:18 +0000 https://www.arquivosdowoo.com.br/?p=19289 Na época do PlayStation 1, lembro-me de ficar impressionado com os gráficos dos games. Tudo parecia tão real, beirando a perfeição. Mas, hoje, percebemos que, na verdade, estávamos muito longe do ápice. Quando vejo os gráficos dos jogos atuais ou revisito algum título dos anos 90/2000, fico imaginando como seria um remake com a tecnologia […]

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Na época do PlayStation 1, lembro-me de ficar impressionado com os gráficos dos games. Tudo parecia tão real, beirando a perfeição. Mas, hoje, percebemos que, na verdade, estávamos muito longe do ápice. Quando vejo os gráficos dos jogos atuais ou revisito algum título dos anos 90/2000, fico imaginando como seria um remake com a tecnologia de hoje.

Segue a lista de 4 games que eu gostaria de ver em um remake:

Reprodução: Internet

Echo Night – PS1

Lembro que, na época, tive uma certa dificuldade para entender a história por não dominar o inglês, mas, resumidamente, você acaba em um navio que desapareceu misteriosamente. Nesse navio, existem várias almas aprisionadas, e durante o jogo, é preciso conversar com elas e “viajar no tempo” para libertá-las do sofrimento eterno de permanecer no local.

No jogo, você não possui armas, sendo limitado a apenas acender a luz para se defender dos fantasmas que o atacam. O jogo conta com alguns puzzles complicados e uma atmosfera aterrorizante — e isso considerando os gráficos do PS1. Agora, imagine isso em uma versão remasterizada!

O áudio do game não era dos melhores, e em um remake, eles poderiam caprichar nesse aspecto, já que, por ser um jogo de terror, o som é uma peça crucial. A movimentação também era um pouco travada, mas no título lançado para o PlayStation 2 (Echo Night: Beyond), já houve uma melhoria nesse ponto.

Os diálogos são bem diretos, mas em um remake, seria interessante trabalhar melhor as histórias das almas aprisionadas, dando mais profundidade e contexto à narrativa.

Reprodução: Internet

Yu-Gi-Oh! Forbidden Memories – PS1

Ah, o lendário Yu-Gi-Oh! do PlayStation 1! Para quem não sabe, o game foi lançado antes do anime e serviu como um experimento para avaliar a recepção do público. A história e as regras do jogo eram um tanto confusas, já que tudo ainda estava no início. Mas, com o universo mais elaborado que temos hoje, fico imaginando como seria um remake.

Pensando em algumas ideias, eu não seguiria exatamente a história do anime, mas criaria uma narrativa alternativa, mais consistente e alinhada com o universo do anime. O foco estaria em enriquecer os detalhes, evitar pontas soltas e explorar melhor os personagens. Além disso, incluiria mais modos de jogo ou desafios específicos para serem cumpridos em duelos, uma galeria 3D com gráficos modernos e, claro, um modo competitivo online robusto.

Com essas melhorias, seria incrível revisitar esse clássico com todo o potencial da tecnologia atual!

Reprodução: Internet

The Godfather – PS2

Essa é uma verdadeira obra-prima do PlayStation 2. No jogo, você cria seu personagem, que entra para a máfia sem prestígio algum e, aos poucos, sobe na hierarquia até se tornar o Don. Apesar de terem tentado lançar uma versão para o PlayStation 3, ela nem chega perto da qualidade do jogo anterior.

Com os gráficos atuais, as mortes poderiam ser mais brutais, e as cutscenes, muito mais imersivas e cativantes. O jogo também poderia trazer uma maior variedade de customização de personagens, além de introduzir novas mecânicas para conquistar e defender territórios, além de formas criativas e impactantes de execução.

Outro ponto interessante seria expandir a variedade de carros e reconstruir pontos turísticos icônicos com detalhes impressionantes. Além disso, o game carecia de atividades no mundo aberto, algo que poderia ser resolvido com a inclusão de jogos de cassino, apostas em corridas de cavalo ou, quem sabe, um minijogo de sinuca.

As possibilidades são inúmeras, e um remake bem trabalhado poderia levar esse clássico a um novo patamar!

Reprodução: Internet

Vigilante 8 e 2nd Offense

Confesso que a história nunca foi o ponto forte deste jogo, mas a gameplay compensava isso com sobras, superando facilmente seu principal concorrente, Twisted Metal. Infelizmente, tentaram algo novo com V8 Arcade, mas o jogo caiu no esquecimento e nem chegou a ter mídia física, tornando-o praticamente inacessível nos dias de hoje.

Agora, imagine um remake com os gráficos atuais: poderiam adicionar mais veículos e até mesmo uma opção para o jogador criar seu próprio carro. As campanhas principais também precisariam de histórias mais envolventes. Na versão original, antes de cada fase, eram exibidas algumas imagens estáticas com textos explicando o que aconteceu — algo muito superficial e sem graça. Seria muito mais interessante contar isso através de pequenas cutscenes, mostrando os acontecimentos e objetivos de forma dinâmica.

A câmera interna do veículo, presente na primeira versão, poderia ser melhor explorada em um remake, proporcionando uma experiência mais imersiva. Além disso, os cenários poderiam ser mais detalhados, os efeitos de destruição aprimorados e as músicas originais mantidas, com algumas regravações, já que a trilha sonora também era um dos pontos altos do game.

E por que não ser ainda mais ousado? Assim como em V8 2nd Offense, que introduziu uma espécie de máquina do tempo, poderiam criar uma continuação que reunisse personagens dos dois jogos. Isso permitiria misturar elementos dos títulos anteriores, incluindo a possibilidade de fazer upgrades nos carros da primeira versão, algo que exigia coletar placas após destruir outros veículos no segundo game.

As possibilidades são vastas, e um remake bem trabalhado poderia revitalizar essa franquia e atrair uma nova geração de jogadores.

Reprodução

Concluindo, comecei a me interessar por videogames no início dos anos 2000. Lembro-me de como fiquei impressionado com o salto gráfico do PlayStation 1 para o 2, e depois do 2 para o 3. É claro que isso nem se compara à experiência de quem vivenciou a era 8 bits e presenciou a transição para os 16 e 32 bits.

Quando vejo um remaster, como o de The Last of Us, por exemplo, não consigo me empolgar. Entendo que investir em remasters de grandes games da geração passada para a atual é extremamente lucrativo para o mercado, mas sempre me pergunto: por que não investir em remakes de jogos que, mesmo com tecnologia e equipes de produção limitadas, conseguiram entregar experiências incríveis?

E você, o que acha? Deixe sua opinião aqui nos comentários!

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Alekhine’s Gun | Análise https://www.arquivosdowoo.com.br/2025/01/04/alekhines-gun-analise/ https://www.arquivosdowoo.com.br/2025/01/04/alekhines-gun-analise/#respond Sat, 04 Jan 2025 12:59:50 +0000 https://www.arquivosdowoo.com.br/?p=19245 Imagine um game que se passa nos anos 60, durante a Guerra Fria, onde você é um agente da KGB recrutado pela CIA e precisa executar inimigos no modo stealth. Pois bem, essa ideia me chamou a atenção, mas a execução… Vou explicar minhas impressões sobre Alekhine’s Gun, versão para Playstation 4. Um pouco dos […]

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Imagine um game que se passa nos anos 60, durante a Guerra Fria, onde você é um agente da KGB recrutado pela CIA e precisa executar inimigos no modo stealth. Pois bem, essa ideia me chamou a atenção, mas a execução…

Vou explicar minhas impressões sobre Alekhine’s Gun, versão para Playstation 4.

Reprodução: Haggard Games

Um pouco dos bastidores

Alekhine’s Gun é o terceiro game de uma série chamada Death to Spies. O primeiro e o segundo game da série foram lançados apenas para computador. O primeiro recebeu críticas acima da média, sendo destacado pela dificuldade e variação das missões, enquanto o segundo teve críticas mistas.

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O jogo foi anunciado com o nome Death to Spies 3: Ghost of Moscow, mas, devido a questões contratuais, a 1C Company saiu do projeto, e a Haggard Games iniciou uma campanha de crowdfunding em 2013 e 2014, sem sucesso. Somente em junho de 2014, a Maximum Games foi anunciada como nova desenvolvedora, dando sequência ao projeto.

Em 2016, após atrasos devido à versão para consoles, o jogo foi lançado.

Reprodução: Haggard Games

Enredo

Você assume o papel de Semyon Strogov, um agente da KGB recrutado pela CIA. Os eventos se passam durante a Guerra Fria, em vários países diferentes. O jogo envolve eventos históricos, como o assassinato de John F. Kennedy. No geral, não traz nada original, é como um roteiro de filme mediano de sessão da tarde. As cutscenes do game são todas estáticas e sem graça, não conseguem prender o jogador na história.

O jogo tenta transmitir uma sensação de seriedade e complexidade, mas acaba tornando a história chata e, até certo ponto, confusa, pois é apresentada por flashbacks. O jogo não consegue criar nenhum vínculo entre o jogador e o personagem principal; ele simplesmente “existe”. Não se cria empatia, o personagem não é carismático, mal tem personalidade, e o problema se reforça na jogabilidade, já que ele e os NPCs não têm expressões faciais.

Alekhine’s Gun
Reprodução: Haggard Games

Jogabilidade e ambientação

“Toda essa agonia pra nada?” Diria um famoso streamer do mundo gamer. O jogo tenta ser como o consagrado Hitman, mas acaba mais parecido com o espião Johnny English.

O jogo é dividido em 11 missões que podem ser executadas de forma não linear. À primeira vista, as fases até são bem trabalhadas. Existem algumas com várias suásticas e até quadros de Adolf Hitler. Nessas fases, se você conseguir uma roupa de general, alguns soldados vão fazer uma saudação nazista quando você passar próximo, dizendo “Heil Hitler”. Porém, o que acaba com o jogo é justamente o fato de ele ser stealth, mas “não funcionar”. Os NPCs, ora, são extremamente ágeis no campo de visão, mas, quando você sai desse campo de visão, eles esquecem que algo suspeito aconteceu no local.

Não existe uma diversidade de abordagens para cumprir as missões; você sempre faz o “arroz com feijão”: se esconde de forma meio grotesca em alguma cobertura. Há a opção de usar uma faca, que é extremamente apelativa, pois permite matar um NPC à distância com um golpe de mira travada. Isso ajuda muito, já que o combate à curta distância é frustrante, com o personagem errando socos, mesmo estando muito próximo dos NPCs.

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Tive um problema em uma das fases, em que eu precisava desarmar um alarme, mas toda vez que eu desarmava, o jogo travava. Jamais saberei o que havia atrás daquela porta. Para minha sorte, isso não impediu de terminar a missão.

É possível chamar a atenção dos NPCs com um assovio, mas nem sempre funciona. Às vezes, atrair o NPC para perto é ainda pior, devido ao tempo de reação do personagem e à dificuldade no combate sem armas. Ressalto que a dificuldade do jogo está apenas em acertar a distância mínima entre o personagem e o NPC para os golpes, já que os NPCs nem sequer revidam, e dá para “sentar a porrada” neles sem chamar a atenção de outros inimigos.

As formas de matar no game são as básicas de jogos stealth: tiro, facada, enforcamento com garrote, envenenamento ou acidente (como empurrar alguém de uma altura). Também é possível colocar sonífero em bebidas para deixar o alvo vulnerável. Até o momento, (já completei uns 60% do jogo), não encontrei outras formas, como, por exemplo, usar objetos ou sabotagem.

Alekhine’s Gun
Reprodução: Haggard Games

O veredito

O game é de 2016 e teve uma péssima recepção da crítica, e realmente, tecnicamente, ele é péssimo. Talvez vocês achem injusto eu fazer comparações com Hitman, mas podem acreditar: Alekhine’s Gun para Playstation 4 não consegue competir com Hitman: Blood Money de Playstation 2.

Se você quer jogar um game de stealth simples, pode arriscar Alekhine’s Gun para treinar e depois jogar algo melhor. Agora, se você ainda deseja comprar o jogo, mesmo após meus alertas, então compre com baixas expectativas. Na minha experiência, as duas primeiras fases até me cativaram a continuar, mas o jogo não evolui: personagem sem graça, história chata e mecânicas quebradas.

Para finalizar, vou dar uma nota 2 de 10. Gostei dos cenários, e as mecânicas quebradas, apesar de me frustrarem, me renderam algumas risadas devido à forma bizarra como os NPCs reagiram a certas situações. E querem mais uma informação para fechar com chave de ouro? Ainda existe uma esperança de que mais um jogo da série seja lançado, chamado Death to Spies X. Será a redenção ou a última pá de terra no game? Quem sabe eu conto para vocês no futuro.

Nota: 2/10

Alekhine’s Gun foi desenvolvido pelo estúdio Haggard Games e está disponível para Microsoft Windows, PlayStation 4 e Xbox One. Essa análise foi realizada com uma cópia pessoal do jogo.

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PSN Plus Extra em 2024: Os Jogos que Ainda São Imperdíveis https://www.arquivosdowoo.com.br/2024/12/23/jogos-da-psn-plus-extra-que-ainda-valem-a-pena-voce-dar-uma-chance/ https://www.arquivosdowoo.com.br/2024/12/23/jogos-da-psn-plus-extra-que-ainda-valem-a-pena-voce-dar-uma-chance/#respond Mon, 23 Dec 2024 22:55:47 +0000 https://www.arquivosdowoo.com.br/?p=19195 À medida que 2024 chega ao fim, é hora de dar uma olhada nas ofertas da PSN Plus e descobrir quais jogos gratuitos ainda merecem um lugar no seu catálogo. Embora a cada mês novos títulos sejam disponibilizados, nem todos continuam a ser uma escolha imperdível com o passar do tempo. Nesta matéria, vamos destacar […]

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À medida que 2024 chega ao fim, é hora de dar uma olhada nas ofertas da PSN Plus e descobrir quais jogos gratuitos ainda merecem um lugar no seu catálogo.

Embora a cada mês novos títulos sejam disponibilizados, nem todos continuam a ser uma escolha imperdível com o passar do tempo. Nesta matéria, vamos destacar os jogos da PSN Extra Plus em 2024 que, mesmo no final do ano, continuam oferecendo experiências envolventes e de alta qualidade.

Se você é assinante ou está pensando em aproveitar as vantagens do serviço, aqui estão os jogos que ainda valem a pena, garantindo horas de diversão até o último dia de 2024.

Reprodução

 

Janeiro – Nobody Saves the World

A aventura do “Zé Ninguém” é repleta de ação e bom humor. Nosso herói acorda sozinho em uma casa, sem lembrar o que aconteceu, e logo se vê em uma jornada de transformações e aprimoramento de habilidades para enfrentar hordas de inimigos.

Este RPG indie, desenvolvido pela DrinkBox, oferece uma experiência divertida e desafiadora. Embora ainda não tenhamos uma matéria sobre o jogo no site, vale a pena conferir essa obra, que promete conquistar os fãs de ação e humor e garantir usa cópia clicando aqui.

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Abril – Dave the diver

Entre na pele de Dave, um mergulhador profissional que, durante o dia, precisa pescar peixes e, à noite, gerenciar um restaurante. .

LEIAM – Dave the Diver | Análise

A premissa é simples, mas a execução dessas tarefas se revela um grande desafio. Dave the Diver mescla de forma brilhante uma aventura envolvente, gerenciamento de recursos e uma gameplay diversificada, criando uma experiência única e cativante.

Este é mais um indie de respeito que, com sua proposta inovadora e cheia de charme, conquista os jogadores. Se você ainda não conhece o jogo, temos uma matéria completa sobre ele aqui no site, e você pode adquiri-lo diretamente clicando aqui.

Reprodução

Outubro – WWE 2K24

Após o fiasco de WWE 2K20, os fãs ficaram um ano sem um novo jogo da franquia, que retornou em 2022. O mais recente título da série chegou a ficar disponível gratuitamente no PS Plus.

No jogo, a pancadaria é garantida tanto no modo online quanto offline. Há diversos tipos de lutas, e até é possível criar combates e ginásios personalizados. A customização se torna ainda mais divertida com a possibilidade de upar e baixar criações na comunidade do jogo.

Você pode conseguir o jogo  clicando aqui.

PSN Extra Plus em 2024
Reprodução

Outubro – Two Point Campus

Two Point Campus é um jogo de gerenciamento de universidade no estilo arcade, mas que oferece diversão para quem aprecia jogos de administração.

Nele, você deve se preocupar com o bem-estar dos alunos, contratar professores, construir salas e criar ambientes agradáveis para garantir o sucesso da instituição. A combinação de tarefas de gestão e elementos de personalização mantém o jogo dinâmico e envolvente.

Vale muito a pena dar uma conferida, basta clicar aqui.

PSN Extra Plus em 2024
Reprodução

Julho – Pathfinder Wrath of Righteous

Esse eu tive que deixar para o final porque, na minha opinião, não foi apenas o melhor game que conheci no ano, mas sim o melhor jogo que já dei uma chance, especialmente por ter ficado grátis na PSN Extra Plus em 2024. Desde que ficou disponível, já acumulei mais de 220 horas de jogo.

Após escolher a raça, arquétipo e classe para criar seu personagem, você se vê na cidade de Kenabres, ferido. Tudo parece tranquilo após alguns diálogos, mas, de repente, um demônio ataca a cidade e você cai em um buraco, iniciando uma jornada para entender o que está acontecendo.

O jogo possui vários momentos onde suas escolhas impactam diretamente a história e a gameplay. Calma, Diogo, em breve terá post no site sobre o game, juro por Iomedae!

PSN Extra Plus em 2024
Reprodução

Concluindo

Se você ainda não aproveitou essas oportunidades da PSN Extra Plus em 2024, é hora de dar uma chance a esses títulos imperdíveis antes que o ano termine. E, claro, continue acompanhando as novidades, pois a PSN Plus sempre tem algo a oferecer para quem busca uma nova experiência de jogo. Nos vemos em 2025 com mais jogos, mais aventuras e, quem sabe, mais surpresas!

Até lá, aproveite as vantagens da sua assinatura!

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Dave the Diver | Análise https://www.arquivosdowoo.com.br/2024/12/10/dave-the-diver-analise/ https://www.arquivosdowoo.com.br/2024/12/10/dave-the-diver-analise/#respond Tue, 10 Dec 2024 19:29:25 +0000 https://www.arquivosdowoo.com.br/?p=18853 Antes de começar a jogar qualquer jogo, gosto de ver algumas análises dos games sem spoilers e algumas imagens. Quando fui procurar sobre o jogo Dave the Diver apareceu um vídeo de um YouTuber famoso escrito na tumbnail: “O melhor indie do ano”. Juntando com algumas analises positivas decidi dar uma chance ao game que […]

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Antes de começar a jogar qualquer jogo, gosto de ver algumas análises dos games sem spoilers e algumas imagens. Quando fui procurar sobre o jogo Dave the Diver apareceu um vídeo de um YouTuber famoso escrito na tumbnail: “O melhor indie do ano”.

Juntando com algumas analises positivas decidi dar uma chance ao game que ficou disponível na PSN plus. Será que eu curti? Vou falar logo a seguir.

Reprodução: Internet

 

 

O mergulhador Dave

Dave é um mergulhador de águas profundas convidado a morar perto de um restaurante japonês. Ele fica responsável por obter todos os peixes que serão servidos no local. No entanto, a tarefa não é tão simples, já que o fundo do mar esconde muitos mistérios, animais perigosos e até civilizações.

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O protagonista do jogo tem tudo o que um herói não costuma ter: fora de forma, inocente e sem superpoderes. Mas, mesmo assim, é muito carismático e de bom coração. Ele possui uma roupa de mergulho, um tanque de oxigênio e um arpão, sendo que todos esses itens podem ser melhorados. Além disso, ele tem a possibilidade de adquirir algumas armas no jogo, que também podem receber upgrades.

Reprodução: Internet

Minigames e mais

A história principal conta com missões que envolvem puzzles e até um pouco de stealth. Gostei de como o jogo traz missões variadas, com partes fora do mar e missões de stealth fora d’água também, de forma muito criativa.

O jogo possui um calendário no qual acontecem eventos em que os pratos devem ser feitos com peixes específicos. Também há batalhas contra outros chefes de cozinha, onde o jogo muda a dinâmica para um minigame em que você precisa, de fato, cozinhar.  Vale lembrar que a receita é feita com ingredientes solicitados pelo Sushiman do restaurante.

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Dave possui um celular onde você pode jogar alguns minigames, cuidar de um bichinho virtual, ver a lista de peixes que já conseguiu pegar, conferir os peixes especiais que aparecem em alguns dias específicos, fazer upgrades de armas e equipamentos, entre outras opções de gerenciamento do jogo, tudo de forma dinâmica e com uma estética agradável. Ainda falando dos minigames, também é possível criar sua equipe de cavalos-marinhos e apostar em um jogo da memória.

Reprodução: Internet

O Design

Dave the Diver utiliza um estilo de arte 16-bit, variando entre elementos 2D e 3D. Tudo é feito com muito capricho e ricos detalhes. O game possui um sistema de ciclos entre o dia e a noite, e não perde sua beleza em nenhum momento, mesmo com a mudança drástica de biomas ou a escuridão das profundezas do mar.

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Outro elemento muito bem trabalhado no jogo é o gerenciamento. É possível ter aquários onde você coloca peixes que pescou, e eles podem se reproduzir, o que te dá mais tempo para investir em outras tarefas. Também é possível ter uma horta, tanto fora quanto dentro do mar, para facilitar o trabalho.

O gerenciamento do restaurante permite que você altere a estética, os pratos do dia e suas quantidades, além de recrutar e treinar novos funcionários.

Conclusão

Dave the Diver é a prova de que não é preciso ter super gráficos para criar um bom jogo. Ele nos ensina que é possível oferecer uma experiência agradável e desafiadora para o jogador, com uma proposta totalmente diferente de um FPS ou de um mundo aberto cheio de missões sem graça. O que mais me impressionou neste jogo foi como eles cuidaram de cada detalhe nos personagens, dando vida a eles. Eu senti um certo apreço por todos. Ele é rico em detalhes nos cenários, nos peixes, na estética do menu… Eu, particularmente, achei incrível.

NOTA 10/10

Dave the Diver é mais um indie que me surpreende positivamente.

– Não tive problema com bugs.
– Idéia original.
– Gameplay divertida.
– Trilha sonora ok.
– Muita criatividade.

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Nobody Saves The World | Análise https://www.arquivosdowoo.com.br/2024/07/31/nobody-saves-the-world-analise/ https://www.arquivosdowoo.com.br/2024/07/31/nobody-saves-the-world-analise/#respond Wed, 31 Jul 2024 13:42:21 +0000 https://www.arquivosdowoo.com.br/?p=16851 Uma força sobrenatural ameaça o mundo e adivinhe quem pode salva-lo? Ninguém. Como assim “Ninguém”? Vou te explicar nas minhas impressões a seguir sobre o game Nobody Saves The World, um rogue like desenvolvido pela Birdbox e lançado em 2022. Confira! O enredo Você acorda em uma casa, sem se lembrar quem é o que […]

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Uma força sobrenatural ameaça o mundo e adivinhe quem pode salva-lo? Ninguém. Como assim “Ninguém”? Vou te explicar nas minhas impressões a seguir sobre o game Nobody Saves The World, um rogue like desenvolvido pela Birdbox e lançado em 2022.

Confira!

Nobody Saves The World
Reprodução – Internet

O enredo

Você acorda em uma casa, sem se lembrar quem é o que aconteceu. Acorda como um “Zé Ninguém” esse é o nome do nosso personagem Nobody.

A história do game é simples porém funciona bem. Saindo da casa você percebe estar em um vilarejo e logo conhece Randy, um pupilo do grande mago Nostramagus e ele informa que o mago sumiu sem deixar pistas e que o mundo pode ser destruí do por uma força maligna chamada Calamidade. Ao vasculhar o local em busca de pistas você encontra uma varinha mágica mas não conta para o Randy e ele te joga em um calabouço e a história vai se desenrolando a partir deste ponto.

Nobody Saves The World
Reprodução – Internet

E a gameplay?

O estilo de arte escolhido em Nobody Saves The World me agradou bastante. O design dos personagens bem cartunescos e com cores vivas chama a atenção e funciona muito bem nos momentos de diálogo. Não tem dublagem no jogo, apenas são emitidos alguns sons e o diálogo é apresentado em forma de texto.

Com a varinha você tem acesso as transformações, de início apenas o Rato mas cada transformação tem objetivos específicos que quando atingidos te dão pontos de experiência fazendo o nível da transformação subir e desbloqueando outras transformações no total são 18. Cada transformação tem poderes específicos e uma habilidade passiva, no decorrer do game é possível aumentar o número de passivas para 4 e mesclar os poderes de outras transformações.

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Em Nobody Saves The World, existem as masmorras principais para prosseguir na campanha principal e as semi masmorras para conseguir juntar pontos de habilidade e dinheiro para comprar itens. Existem varias lojas espalhadas pelo mapa, a maioria perto das masmorras para você se preparar para o desafio. Em certo momento do jogo as missões acabam se tornando repetitivas porém os desafios diferentes em cada masmorra como por exemplo usar certos ataques para conseguir infligir dano ao inimigo garantem a diversão.

O jogo conta com uma expansão que geralmente não esta um preço caro, ela te da mais 2 transformações e as missões do coliseu que são bem divertidas também.

Reprodução – Internet

Conclusão

Nobody Saves The World em minha opinião faz o “arroz com feijão”, trata-se de um jogo simples, com uma história simples, uma gameplay fácil de se acostumar, porém com uma dificuldade moderada.

Falando dessa forma parece não ser interessante, mas pelo contrário, vai por mim, dê uma chance pra Nobody Saves The World, pois apesar de não inovar,  é muito bom no que se propõe e eu gostei muito do jogo, ao ponto de querer platiná-lo.

Nota: 7,5 / 10

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South Park: A Fenda que Abunda Força | Uma continuação ainda mais polêmica? https://www.arquivosdowoo.com.br/2024/03/24/south-park-a-fenda-que-abunda-forca-uma-continuacao-ainda-mais-polemica/ https://www.arquivosdowoo.com.br/2024/03/24/south-park-a-fenda-que-abunda-forca-uma-continuacao-ainda-mais-polemica/#comments Sun, 24 Mar 2024 13:41:25 +0000 https://www.arquivosdowoo.com.br/?p=16502 A icônica e polemica sitcom South Park ganhou mais um game desenvolvido pela UBISOFT em 2017 e que foi  bem recebido pelos seus fãs. Seguindo a mesma premissa do seu antecessor com o diferencia do sua jogabilidade que foi reformulada, ele promete tocar em assuntos polêmicos que acenderiam as hemorroidas dos virtuosos do Twitter. Será […]

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A icônica e polemica sitcom South Park ganhou mais um game desenvolvido pela UBISOFT em 2017 e que foi  bem recebido pelos seus fãs. Seguindo a mesma premissa do seu antecessor com o diferencia do sua jogabilidade que foi reformulada, ele promete tocar em assuntos polêmicos que acenderiam as hemorroidas dos virtuosos do Twitter.

Será que South Park: A Fenda que Abunda Força consegue entregar uma experiência superior ou no mesmo nível de seu antecessor?

Confira comigo como foi a minha experiência!

Reprodução: Ubisoft

O enredo

South Park: The Fractured but Whole ou South Park: A Fenda que Abunda Força, como ficou o titulo em sua localização em português, se passa na cidade de South Park. Obviamente. E o jogo começa logo após os eventos de seu antecessor The Stick of Truth. Caso você ainda não tenha jogado o primeiro jogo, não se preocupe com isso. Cada jogo é uma história fechada e sua ligação se dá apenas com o personagem criado para o jogador controlar – Pode ocorrer uma referência e outra a eventos do titulo anterior, mas nada que comprometa a experiência caso opte por este segundo jogo.

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Na trama de South Park: A Fenda que Abunda Força, Cartman convence toda a turma a brincar de super heróis,  e logo em seguida descobre que existe uma recompensa  no valor de 100 dólares por um gato perdido, o que lhe instiga a conseguir a recompensa para conseguir dar início a uma serie de filmes de heróis de seu grupo “Guaxinin e Amigos” e ficar rico junto com seus amigos. Porém existe uma franquia concorrente os “Amigos da Liberdade” que tem o mesmo desejo e também saem em busca da mesma recompensa.

Sem fugir a formula do primeiro titulo, aqui também interagiremos com ambos os lados e realizaremos missões com diversos personagens famosos da sitcom, alguns deles sendo possível ser recrutado para o seu time a medida que avança na trama.

O seu herói 
Antes de começar o game você precisa escolher a dificuldade e os desenvolvedores já começaram a zueira, pois quanto escura a cor da pele do seu personagem, maior será a dificuldade do jogo.

Depois de criar o seu personagem, você será convidado a ir até o quartel general do “Guaxinim e Amigos” e ele lhe perguntará qual classe de herói você quer ser. Inicialmente existem apenas 3 classes, são elas: Energista, Velocista e Brutalista. Como os respectivos nome sugerem, cada uma deles é tem enfoque em uma habilidade especifica, como velocidade, projeteis e ataques físicos.

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Durante o desenrolar da história você desbloqueara outras classes e você poderá até escolher mais de uma classe pra montar seu personagem. Selecionado a sua classe, o Cartman te contará a triste, traumatizante e hilária história de seu personagem e como você adquiriu os heroicos poderes.

Em A Fenda que Abunda Força existe uma ficha de personagem onde você a preenche na medida que vai avançando pela trama do jogo, e nela há todos os seus dados onde você declara a sua cor da pele (qual você se declara), sexualidade, kriptonita, dentre outros.

A fonte de poder já está registrada como “anal” e o resto você precisará realizar algumas missões para preencher.

Reprodução: Ubisoft

O combate

South Park: A Fenda que Abunda Força segue com seu combate por turnos, a diferença é que agora os personagens podem se movimentar pelo campo de batalha. O que acabou deixando o combate mais dinâmico e levemente complexo, pois as vezes você precisará posicionar seu personagem em algum lugar específico para fugir de um golpe fatal ou mesmo para acertar o seu golpe.

É importante frisar que em algumas situações é preciso levar em considerações os atributos do herói que você irá colocar em campo e o inimigo que vai atacar, pois o jogo permite você saber quem será o próximo inimigo a se movimentar ou atacar. Eu por exemplo usei muito o “Tweek Maravilha” pois uma de suas habilidades tem o efeito de congelado deixando o inimigo imóvel na sua vez, mas não pode usar essa habilidade dois turnos seguidos.

Todos os personagens possuem um ataque especial com uma animaçãozinha e conforme você progride no jogo,  e mais para frente você desbloqueará outros personagem que vão contribuir com ataques poderosos.

A Fenda que Abunda Força
Reprodução: Ubisoft

A cidade

Quanto a cidade eu não encontrei mudanças significativas no mapa do game em comparação ao seu antecessor, o que não deixa de ser um prato cheio pra quem curte a série pois contém várias lugares do desenho.

Acredito que em South Park: A Fenda que Abunda Força eles poderiam ter colocado uns mini games pra passar o tempo ou mais interações nos ambientes e não apenas procurar colecionáveis ou itens de sidequest’s.

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Por outro lado é muito legal você poder acessar a casa de praticamente todos os personagens principais do game e cagar em suas privadas (o que garante um troféu secreto se conseguir sujar a porcelana de todas as casas do jogo) e vasculhar os seus quartos.

Há alguns mini games bem legalzinho, como o do banco, mas é uma pena que seja fácil de terminar, mas vale um troféu do jogo.

A Fenda que Abunda Força
Reprodução: Ubisoft

Graficamente

O jogo segue com seu estilo 2D característico e com partes do cenário em 3D,  o que particularmente achei ótimo, pois da a impressão de que você está dentro de um episódio do desenho.

Caso esteja com preguiça de ir andando com seu personagem até seu objetivo você pode utilizar algum ponto de viagem rápida. O Jimmy… quer dizer o herói “Passo Rápido” está disponível nestes pontos pra te ajudar a chegar num piscar de olhos.

Uma coisa que eu senti falta foi o Canadá. No jogo anterior era possível ir até lá e  a perspectiva do jogo mudava para 8 bits, mas devido a  continuidade da trama e o segmento das temporadas animadas, infelizmente só é possível ir até a fronteira e encontrar com um canadense em cima muro (que foi levantado pelo primeiro ministro do Canada) e ser zuado.

A Fenda que Abunda Força
Reprodução: Ubisoft

Vale a pena?

Em South Park: A Fenda que Abunda Força a UBISOFT entregou um jogo melhor que seu antecessor, e a melhoria em seu combate concedeu outra cara ao jogo.

Eu confesso que só comecei a assistir a série depois de zerar Stick of the Truth, então não devo ter pego todas as referências inseridas no jogo, mas me diverti muito do mesmo modo.

Posso dizer que achei muito criativo as habilidades, nomes e fantasias dos heróis, pois assim como na série, o jogo consegue encaixar bem as piadas mesclando a inocência dos garotos em alguns momentos com uma zueira voltada ao público adulto. Depois dessa experiência com o jogo, além da Ubisoft garantir mais um fã dos games de South Park, também conquistou mais um fã pra série animada.

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Leisure suit Larry – Wet Dreams don’t Dry | Análise https://www.arquivosdowoo.com.br/2024/02/24/leisure-suit-larry-wet-dreams-dont-dry-analise/ https://www.arquivosdowoo.com.br/2024/02/24/leisure-suit-larry-wet-dreams-dont-dry-analise/#comments Sat, 24 Feb 2024 22:06:27 +0000 https://www.arquivosdowoo.com.br/?p=15987 Imagino que quem tenha se deparado com a notícia do lançamento deste jogo 5 anos atrás deve ter tido uma reação do tipo: “Larry? Larry Laffer? Em pleno 2020? Sei não hein… Acho que isso não vai dar certo.”. De qualquer forma, no fim das contas eu comprei o jogo e lá fui jogar em […]

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Imagino que quem tenha se deparado com a notícia do lançamento deste jogo 5 anos atrás deve ter tido uma reação do tipo: “Larry? Larry Laffer? Em pleno 2020? Sei não hein… Acho que isso não vai dar certo.”. De qualquer forma, no fim das contas eu comprei o jogo e lá fui jogar em meu Playstation 4.

Depois finalmente terminar o jogo, eu decidi vir até aqui e contar a todos vocês como foi a minha experiência com o Leisure suit Larry – Wet Dreams don’t Dry.

Uma pequena aula de história

Larry Laffer é o protagonista da serie “Leisure Suit Larry” criada por Al Lowe tendo sua estreia em 1987. Os games tem os adultos como público alvo pra se ter uma ideia o game que deu inspiração ao criador foi nada mais nada menos que softporn, dai surgiu o nosso personagem cafajeste que tem como o único objetivo ficar com garotas mas acaba sempre se metendo em confusão em histórias repletas de piadas machistas.

LEIAM – Leisure Suit Larry: Wet Dreams Dry Twice | A saga molhada continua 

Como criar um enredo com um personagem dos anos 90 tão “problemático” nos tempos modernos? A Crazy Bunch conseguiu e eu vou te contar logo a seguir com as minhas impressões do jogo.

Leisure suit Larry - Wet Dreams don't Dry
Reprodução: Internet

E o enredo do game?

Nosso protagonista Larry acorda de forma misteriosamente no futuro (o nosso presente), mas não demora muito para dar de cara  o bar do seu amigo de longa data, Lefty. Em sua busca para entender o que aconteceu, ele busca informações com seu amigo que lhe conta que Larry ficou desaparecido por cerca de 30 anos, e o atualiza sobre os eventos importantes que ocorreram durante sua ausência no mundo.

Sem perder tempo, nosso galanteador avista uma jovem no bar e tenta se aproximar dela, o que nos leva a encontrar um celular durante o desenrolar da historia. E isso nos leva a sede de uma grande empresa de eletrônicos onde conhecemos a proprietária da empresa, Faith. Personagem essa na qual ele se apaixona a primeira vista, e ela  propõem só sairá com Larry assim que ele alcançar 90 pontos no aplicativo de encontros “Timber”. E este será o objetivo principal do jogo em Leisure suit Larry – Wet Dreams don’t Dry.

Por incrível que pareça a história se desenrola bem, no jogo, Larry, por mais que seja um cafajeste é um personagem um tanto ingênuo. Friso aqui que me diverti com os diálogos dele com a IA de seu celular, pois ela lembra muito um tiozão de WhatsApp.

O jogo também faz piadas com alguns estereótipos, como um bar vegano, um personagem homossexual que é um fortão de academia e outros personagens nerds bem pastelões. O que me chamou a atenção foi a maneira como Larry lida com esses estereótipos durante o jogo, pois apesar de brincar com isso,  ele conta passa uma mensagem de respeito ao personagem.

Leisure suit Larry - Wet Dreams don't Dry
Créditos: CrazyBunch – Assemble Entertainment

Sobre o visual e jogabilidade

Leisure suit Larry – Wet Dreams don’t Dry é um point and click  e tem todos os cenários desenhados a mão com centenas de referências a pênis e vaginas, com alguns detalhes que chegam a ser exagerado.

Durante a minha jogatina no PS4 eu não percebi problemas nos diálogos do jogo, exceto alguns que no loading do cenário da academia por duas vezes. Incluo esse comentário por quê seu sucessor, Wet Dreams don’t Dry Twice, também tem esse problema para carregar os cenários.

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Como estamos falando de um game point and click, eu não poderia deixar de falar dos puzzles que são bem sem sentido. O jogo aposta nos puzzles malucos para dar um tom de humor e que no geral funciona, mas tem um ou outro que acaba ficando extremamente confuso e sendo bem difícil de resolver.

Leisure suit Larry - Wet Dreams don't Dry
Créditos: CrazyBunch – Assemble Entertainment

Conclusão: 

Leisure suit Larry – Wet Dreams don’t Dry é um game que não apresenta nada novo ou revolucionário, porém, para quem conhece ao menos um pouco da saga de Larry, sabe que não foi uma tarefa fácil trazer este personagem para os tempos modernos.

Por sorte a Crazy Bunch conseguiu tal feito e sem apelar ou destruir a essência do personagem e ainda conseguiu passar uma mensagem positiva, mesmo que sútil durante a resolução das quests do game. O jogo aposta em um humor que não costumamos ver nos jogos modernos, principalmente para adultos.

Pode ser um humor que não agrade a todos, mas certamente pode despertar o desejo de nos trazer jogos bem humorados.

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Judgement | Minhas breve impressão com o Spin-off de Yakuza https://www.arquivosdowoo.com.br/2024/01/13/judgement-minhas-breve-impressao-com-o-spin-off-de-yakuza/ https://www.arquivosdowoo.com.br/2024/01/13/judgement-minhas-breve-impressao-com-o-spin-off-de-yakuza/#respond Sat, 13 Jan 2024 17:29:59 +0000 https://www.arquivosdowoo.com.br/?p=15906 Takayuki Yagami é um ex-advogado que devido a um “erro” em seu passado se torna um detetive particular e acaba se envolvendo em uma trama na qual conhece o submundo da Yakuza e revelará segredos de um caso que o atormenta amargamente. Toda a trama se passa na fictícia cidade de Kamurocho. Cidade essa que […]

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Takayuki Yagami é um ex-advogado que devido a um “erro” em seu passado se torna um detetive particular e acaba se envolvendo em uma trama na qual conhece o submundo da Yakuza e revelará segredos de um caso que o atormenta amargamente.

Toda a trama se passa na fictícia cidade de Kamurocho. Cidade essa que quem conhece a série de jogos Yakuza já esta familiarizado, enquanto os novos jogadores com certeza se encantaram com a cidade cheia de neons, bares, baladas e restaurantes inspirados na cidade de Kabukichou em Tóquio. Chega a ser muito difícil falar de Judgement sem fazer comparações com a serie principal, Yakuza, mas vamos lá.

O início e a expectativa

Um aviso aos jogadores de primeira viagem: Talvez os longos diálogos e as cutscenes façam os jogadores torcerem o nariz no início, mas serão facilmente compensado pelo combate frenético com gangsteres a todo momento pela cidade. Combate esse que como sempre não deixa nada a desejar, o que me fez lembrou o estilo de combate do Yakuza 2 remaster. Por outro lado me decepcionou o fato de não ter um modo de torneio de lutas, algo recorrente em outros jogos da series.

Outro ponto que me decepcionou foi a forma na qual você ganha dinheiro no jogo, não tem o cabaré e nem a Majima Construction, ao invés disso foi adicionado um jogo divertido de realidade virtual onde você joga dados e percorre por um tabuleiro, achei muito interessante, não é ruim porém fica muito abaixo das outras duas experiências citadas.

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A dificuldade do jogo (no hard) eu achei moderada, não tive grandes problemas com chefes, só tem um “subchefe” (Matsuhisa Koga) na cidade que é meio chatinho por utilizar armas, inclusive, como eu toquei nesse ponto, diferente de outros jogos da serie agora o jogo é mais punitivo quando você é atingido por armas de fogo (ou por um golpe de tigre, sim você pode lutar contra tigres) pois sua barra de saúde fica com um dano no qual itens normais de saúde não curam e é preciso usar um item bem mais caro para se recuperar.

Judgment
Reprodução: SEGA

E a história de Judgement?

Voltando a falar mais um pouquinho da história sem spoilers, eu gostei das reviravoltas, jogando a primeira vez não percebi falhas graves no roteiro, acho que os problemas que o personagem enfrenta não estão ali só pra encher linguiça ou por conta de antagonistas totalmente sem sal como já visto em alguns jogos da serie. Dessa vez houve um maior capricho na criação dos vilões, estes agora contam com boas motivações para suas atitudes e isso deixará nosso protagonista quebrando a cabeça para resolver o caso como um verdadeiro detetive.

Os desenvolvedores acertaram também nas side quests, que são bem diversificadas e algumas com aquele humor pastelão conhecido na série. Já os casos de detetive são bem repetitivos, na maior parte do tempo consiste em perseguir pessoas escondido e tirar fotos.

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Agora as atividades para passar o tempo no jogo também são legais podemos jogar dardos, baseball, corrida de drones (você também pode usar o drone para sobrevoar livremente pela cidade e tirar fotos), no arcade você pode jogar jogos da SEGA como Motor Raid e Final Fight, pode se divertir no cassino jogando pôquer ou Black Jack, partidas de Mahjong ou Shogi, outros jogos da cultura japonesa como Oicho Kabu ou Koi-koi e também pode sair com uma das 4 garotas que podem se tornar sua namorada durante o game.

Judgment
Reprodução: SEGA

Conclusão

Judgement tem tudo o que um fã de Yakuza quer e muito o que apresentar pra quem não conhece a serie, a versão de PS4 possui apenas legendas em espanhol e inglês mas mesmo assim vale a pena dar uma chance pois se por ventura não curtir a história do game, eu garanto que você vai perder muitas horas andando pela cidade lutando e fazendo outras atividades.

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