Arquivos Xone - Arquivos do Woo https://www.arquivosdowoo.com.br/tag/xone/ Um pouco de tudo na medida certa Mon, 23 Jun 2025 11:01:56 +0000 pt-BR hourly 1 https://wordpress.org/?v=6.9 https://www.arquivosdowoo.com.br/wp-content/uploads/2020/12/cropped-logo-150x150.png Arquivos Xone - Arquivos do Woo https://www.arquivosdowoo.com.br/tag/xone/ 32 32 Onimusha 2: Samurai’s Destiny (Remastered) | Análise https://www.arquivosdowoo.com.br/2025/06/18/onimusha-2-samurais-destiny-remastered-mais-um-classico-trazido-de-volta/ https://www.arquivosdowoo.com.br/2025/06/18/onimusha-2-samurais-destiny-remastered-mais-um-classico-trazido-de-volta/#respond Wed, 18 Jun 2025 15:23:18 +0000 https://www.arquivosdowoo.com.br/?p=20450 Após o primeiro jogo, a Capcom resolveu, assim que ele foi lançado nos EUA, anunciar a produção do segundo jogo. Isso foi em 2001, bem no início ainda da era do PlayStation 2. Depois do sucesso de Onimusha: Warlords, a ideia era expandir os conceitos do primeiro jogo. Apesar disso, o game não foi produzido […]

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Após o primeiro jogo, a Capcom resolveu, assim que ele foi lançado nos EUA, anunciar a produção do segundo jogo. Isso foi em 2001, bem no início ainda da era do PlayStation 2.

Depois do sucesso de Onimusha: Warlords, a ideia era expandir os conceitos do primeiro jogo. Apesar disso, o game não foi produzido pelo mesmo grupo interno da Capcom que havia feito Onimusha: Warlords. Mantido do primeiro jogo, ainda temos o cabeça, o produtor e eterno vagabundo, Keiji Inafune.

Ele, que na época não era conhecido por enganar o público com seus Kickstarters falidos, ainda era visto com bons olhos pela mídia especializada, vindo de jogos de sucesso como a série Mega Man X.

LEIAM – Onimusha Warlords Remaster | Um clássico atemporal, ou quase

Lançado originalmente em 2002, Onimusha 2: Samurai’s Destiny conta a historia de Jubei Yagyu, que teve sua vila atacada por Oda Nobunaga, que após a morte do vilão Fortinbras no primeiro jogo, tomou conta das tropas dos demônios Genma e deseja dominar todo o Japão.

Após ver que toda sua vila foi destruída, Jubei sai em uma missão de vingança para deter Nobunaga. Logo no início de sua aventura, Jubei conhece seus quatro amigos que irão aparecer durante quase todo o jogo:

  • Ekei, um gordão cachaceiro e mulherengo;
  • Magoichi, um guerreiro supostamente honrado;
  • Kotaro, um ninja jovem;
  • Oyu, uma ninja peituda.

Esses personagens são a origem de boa parte das mudanças trazidas para essa continuação, pois sua relação com eles, alimentada por presentes, faz com que certas rotas e cenas de história mudem.

Outro detalhe bacana é que, dando continuidade ao lance que Onimusha tem de colocar atores famosos interpretando protagonistas, aqui temos Yusaku Matsuda, famoso ator que faleceu em 1989, dando seu rosto ao jogo de forma póstuma.

Divulgação: CAPCOM

História

Os diálogos durante a aventura parecem menos focados se comparados com o primeiro jogo. Jubei, apesar da urgência em enfrentar Oda Nobunaga, que destruiu sua vila, passa boa parte do tempo fora do combate tendo conversas leves com seus companheiros ou então recebendo flertes da Oyu.

Onimusha 2: Samurai’s Destiny conta com uma história que claramente tenta ser mais leve, puxando um pouco para o teatro Noh — estilo de peça clássica no Japão –, caracterizado pelos figurinos e movimentos exagerados. Jubei é a exceção, sendo praticamente um Dedé Santana de todas as trapalhadas que acontecem ao seu redor.

Até mesmo os vilões, como a Gorda (que esqueci o nome) e o divertido Gogandantess, oferecem combates difíceis mas que acontecem entre cenas bem leves. Não é um problema em si, mas dada a ambientação e a história principal que está ocorrendo, o tom de algumas cenas parece bobo, apesar de inofensivamente divertido.

LEIAM – Wario Land II | Análise

O vilão, Oda Nobunaga, é citado diversas vezes durante a história, mas sua primeira aparição real é somente como chefão final, não sendo uma ameaça verdadeiramente presente durante a aventura, tirando o fato de que os vilões estão a seu serviço.

Grande foco de Onimusha 2: Samurai’s Destiny é dado para a relação de Jubei com Oyu, mas as cenas de interação entre eles faz parecer que seu relacionamento é artificial ou instantâneo demais, e como não há tantos documentos que aumentam a bagagem da história, como é na série Resident Evil, realmente parece que tudo acontece rápido demais.

Jubei conhece os quatro “amigos” no início da jornada, e se torna instantaneamente íntimo de todos eles, a ponto até mesmo deles aparecerem durante momentos críticos para te ajudar. Apesar disso, tirando Oyu, os outros três não possuem um fechamento digno, e são esquecidos no momento em que você chega na última área do jogo.

Divulgação: CAPCOM

Jogabilidade

O game traz de volta muitos conceitos do primeiro Onimusha, como o gameplay similar a Resident Evil, com câmeras fixas que atrapalham bastante no combate mais voltado ao corpo a corpo. É um take mais leve no gameplay da série de zumbis, pois você raramente passa sufoco em relação a itens de cura e os inimigos são consideravelmente menos implacáveis.

Após a introdução, Jubei pode começar a absorver almas assim como Samanosuke fazia no primeiro game. Ao segurar o botão O, o personagem pode absorver as almas voadoras que aparecem após derrotar inimigos. Essas almas servem como “moeda” para melhorar as armas e vestimenta de Jubei.

Sobre as tais armas, nosso arsenal tem quatro armas que representam elementos diferentes, cada uma com um estilo de combate que muda ligeiramente os golpes usados, além de seus ataques especiais.

O peitoral, avambraço e e botas da armadura também podem ser melhorados com almas vermelhas, deixando o personagem mais forte em termos de ataque, defesa e velocidade.

Jubei também tem acesso a um arco e flecha e uma espingarda, que ajudam pouco no combate e servem mais para tirar você de um sufoco sem se aproximar de inimigos.

Além disso, ao pegar 5 almas roxas e apertar L2 + R2, é possível se transformar no Onimusha, uma forma onde o ataque melhora e fica mais rápido, que deve ser guardada para chefes ou momentos mais difíceis. Na versão original do jogo, a transformação acontecia automaticamente, e essa ativação controlada é uma das melhorias do remake.

Divulgação: CAPCOM

 

Dar presentinhos para os amigos

Também novo no segundo jogo da série é o sistema dar presentes. Ao comprar ou adquirir ao longo do jogo certos itens, eles podem ser dados como presentes para seus quatro amigos.

Isso melhora sua relação com eles, o que rende alguns itens que te ajudam na jornada, mas principalmente cutscenes diferentes em determinados pontos da história caso seu nível de amizade com os personagens esteja alto.

Essas ramificações na história não alteram drasticamente seu curso, mas criam alguns momentos onde você pode controlar outros personagens e ver pequenas interações diferentes aqui e acolá.

Os personagens têm diferentes gostos e alguns podem preferir mais uns itens do que de outros, mas num geral o ideal é você tentar e ver o que acontece. OU seguir essa tabela, mas isso tira um pouco da graça do primeiro gameplay.

Uma pena que esse sistema de semi-RPG, onde você volta à vila principal, compra itens com as moedas que os primeiros inimigos dropam, é simplesmente ABANDONADO antes da metade do jogo.

Isso é muito estranho, pois os seus presentes e dinheiro ficam sempre visíveis no menu de pausa, mesmo perdendo a total utilidade quando você sai da área inicial.

Fora que, como a amizade dos personagens não tem uma barra de progressão visível, é bem difícil manipular esse sistema para ver todas as rotas do jogo, sendo algo que deveria ter sido mais bem pensado antes de ser colocado como uma das mecânicas mais relevantes que diferencial Onimusha 2 do primeiro jogo.

Onimusha 2: Samurai's Destiny
Divulgação: CAPCOM

Remaster

Em 2018, o primeiro game foi remasterizado, esse remaster sofreu diversas críticas, principalmente devido a troca da trilha sonora, devido aos problemas com o suposto compositor Mamoru Samuragochi, que na verdade era um plagiador safado. Vale muito a pena inclusive pesquisar vídeos sobre o cara, já que sua história de picaretice lembra casos como o do falso dono da Gol aqui no Brasil.

Mas o que você precisa saber sobre isso agora é que esse cara ficou tão queimado que tiveram que fazer uma trilha sonora nova para relançar o primeiro jogo. Já em Onimusha 2: Samurai’s Destiny, a trilha foi realmente feita por Hideki Okugawa, que está presente nesse relançamento.

Agora em 2025, o segundo jogo recebeu uma remasterização. Esse novo pacote traz as melhorias de sempre, como gráficos em HD, trilha sonora que pode ser ouvida no menu do extras, artworks, minigames e roupas especiais estão liberadas desde o início.

Isso é bom porque, sendo bem sincero, esses minigames são ruins e as roupas só eram liberadas após fazer tudo no jogo, então não tinha muito motivo para usá-las.

Outra adição maravilhosa é o salvamento automático, que ocorre de vez em quando, e também a primeira vez a tradução do game para português brasileiro, e foi com ela que joguei a história.

Posso dizer que a tradução está boa, assim como nos outros games recentes da Capcom, mas senti que evitaram usar muito a palavra “Genma“, que se refere aos demônios do jogo. No lugar, usam “demônio” mesmo, o que é um tanto peculiar.

Uma pena que a tradução tenha sido feita em cima do inglês, que não é uma tradução muito fiel ao original. Os diálogos são encurtados para caber na dublagem americana, e isso acabou sendo trazido para a versão em português.

Onimusha 2: Samurai's Destiny
Divulgação: CAPCOM

Também há adições de qualidade de vida, como a já citada ativação do poder Oni ao apertar os dois gatilhos juntos (ao invés de ativar automaticamente quando se tem 5 orbes azuis) e também a possibilidade de trocar de armas sem dar pause, além da virada de 180º, que é feita apertando R3.

A principal mudança mesmo é a possibilidade de controlar o personagem com o analógico. Nesse modo, o controle de tanque dá lugar a controles naturais, onde o personagem vai pra onde você aponta a alavanca.

Isso muda TOTALMENTE a forma como o jogador encara os combates, mas alguns golpes de comando são melhor executados com o direcional, já que por ele os comandos são sempre os mesmos, não precisando serem executados na direção do inimigo.

As opções gráficas da versão de PC são boas, permitindo jogar em janela e tanto no controle quanto no teclado. Porém, nota-se que usaram uma API mais antiga, visto que não há suporte nativo ao controle DualSense, Dualshock 4 ou o Pro Controller do Nintendo Switch, restando ao jogador fazer uso da ferramenta de controles da própria Steam ou ao DS4Windows.

Assim, mesmo usando controles da Sony ou da Nintendo, os botões na tela sempre serão de PC ou de Xbox. Já existe um mod no nexusmod que permite a substituição dos ícones para os do PlayStation, mas ainda nada de suporte nativo via atualização.

Um grande ponto desse Remaster é que o jogo foi recompilado na RE Engine, não sendo uma emulação do PlayStation 2. Por isso ele permitiu as mudanças como save automático e a troca instantânea das armas, já que o jogo foi basicamente refeito do zero, usando assets e código-fonte da versão original.

Onimusha 2: Samurai's Destiny
Divulgação: CAPCOM

Veredito

Onimusha 2: Samurai’s Destiny é um jogo bem simples, que inova pouco em relação ao seu antecessor. Sua história serve basicamente como plano de fundo para colocar o falecido ator Yusaku Matsuda vestido de samurai, matando demônios ao lado de uma ninja peituda.

O sistema de quase-RPG é deixado totalmente de lado após algumas horas de jogo, voltando a ser o velho e bom Resident Evil de samurai,  o que pesa um pouco na percepção da qualidade geral, visto que parece que as ideias foram coladas aqui e ali sem muita coesão.

É importante no entanto, que esse jogo seja trazido de volta para a geração atual, com um porte competente para PCs também, já que a preservação desses títulos é de suma importância, ainda mais nessa era onde jogos físicos estão cada vez mais raros.

De bônus, é interessante notar que os cenários e vídeos receberam upscale com IA e retoque humano, deixando os visuais bem bonitos que casam bem com a resolução HD dessa nova versão. As CGIs em especial, ficaram muito lindas com imagem melhorada.

Esse pode não ser o melhor dos quatro Onimusha’s principais, mas foi um pequeno passo de evolução da série que em breve deve voltar com tudo em seu novo jogo. Com suas 7 a 9 horas de jogo, esse é um game que nos deixa antes de ficar chato, permitindo o jogador a voltar e tentar ver as outras ceninhas que acontecem durante o gameplay, além de tentar o novo modo Hell, onde se morre com um único golpe.

E não se preocupem: o remaster do terceiro jogo está sendo desenvolvido. E com Jean Reno e tudo.

Nota: 7,5/10

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Esta análise foi feita com uma cópia do jogo para PC, gentilmente cedida pela CAPCOM. Onimusha 2: Samurai’s Destiny também está disponível para PlayStation 4, Switch, Xbox e Windows.

Onimusha 2: Samurai's Destiny
Divulgação: CAPCOM

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Apollo Justice: Ace Attorney Trilogy | Análise https://www.arquivosdowoo.com.br/2024/01/29/apollo-justice-ace-attorney-trilogy-analise/ https://www.arquivosdowoo.com.br/2024/01/29/apollo-justice-ace-attorney-trilogy-analise/#comments Mon, 29 Jan 2024 18:03:32 +0000 https://www.arquivosdowoo.com.br/?p=16021 A série de visual novels/ simulador de advogado da Capcom fez um sucesso gigante desde sua estreia ocidental no Nintendo DS. De lá pra cá, diversos jogos foram oito jogos da série principal e três spin-offs. Os games estrearam no Gameboy Advance no Japão, mas em anos recentes, a maioria dos jogos da série principal […]

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A série de visual novels/ simulador de advogado da Capcom fez um sucesso gigante desde sua estreia ocidental no Nintendo DS. De lá pra cá, diversos jogos foram oito jogos da série principal e três spin-offs.

Os games estrearam no Gameboy Advance no Japão, mas em anos recentes, a maioria dos jogos da série principal já haviam sido portados para dispositivos mais novos, como iPad/iPhone e consoles como PS4 e Switch.

Os únicos games que faltavam receber esse tratamento em alta definição eram os jogos protagonizados por Apollo Justice, o segundo protagonista da série. E agora, com o lançamento dessa trilogia, a saga principal — até então — está completa em HD.

Divulgação: Capcom

Jogabilidade

Se você está lendo esta análise provavelmente já deve saber como funciona, mas para desencargo de consciência, vou explicar um pouco sobre como funciona a série Ace Attorney:

O jogo se desenrola em forma de Visual Novel, mas diferentemente das VNs modernas, o jogador realmente tem interações que modificam o desenrolar da história; é necessário apresentar provas durante o interrogatório das testemunhas, além de pressioná-las para conseguir depoimentos mais detalhados.

Fora do tribunal, a história também ocorre, com os personagens visitando cenas do crime ou conversando em seu escritório. É basicamente a série House, caso o médico fosse… um advogado.

Apollo Justice
Divulgação: Capcom

Posso começar por essa trilogia?

Essa trilogia conta com os jogos de número 4, 5 e 6 da saga — e inclusive no Japão, eles são numerados –, mas também serve como um soft-reboot da série.

O protagonista é novo, e a história se passa sete anos após o último jogo com o protagonista anterior, Phoenix Wright. Alguns personagens antigos aparecem sim, mas de forma geral, tudo é reapresentado no quarto jogo, de forma que ninguém ficará perdido se começar por aqui.

LEIAM – The Great Ace Attorney: Chronicles | Análise

Existem óbvias referências aos jogos antigos, mas mesmo que o jogador comece por essa e volte posteriormente aos três primeiros jogos, não há mal nenhum.

Eu mesmo zerei apenas o primeiro Ace Attorney — umas 5x, é verdade — e os jogos do Apollo foram muito suaves de acompanhar, mesmo sem conhecimento de todo histórico da série.

Apollo Justice
Divulgação: Capcom

Melhorias

Todos os games dessa coletânea foram lançados nos portáteis da Nintendo. Apollo Justice: Ace Attorney foi o único que ainda foi lançado para o Nintendo DS original, e por isso, usava sprites e artes 2D, assim como a trilogia original.

Dual Destinies e Spirit of Justice são games que saíram no 3DS, e com um console melhor, optou-se por usar gráficos 3D para os personagens.

Nessa coletânea em HD, houve um tratamento digital — não foi IA — nas artes 2D de Apollo Justice, enquanto que os dois últimos jogos receberam upscale nos modelos 3D para que fiquem bonitos em HD.

Apollo Justice
Divulgação: Capcom

Obviamente, a interface também foi alterada, já que os jogos não fazem mais uso de duas telas. As janelas de diálogo usam fontes mais sutis e as interações com objetos agora se fazem com o analógico da direita, que serve para girá-los.

Vale lembrar que essas mudanças são feitas já em cima dos ports que os três jogos receberam para iOS uns anos atrás, mas agora receberam upscale para HD, além de melhorias na interface e dimensionamento de tela, pois finalmente o primeiro jogo está em 16:9, e não em 4:3 como no DS e no port para iOS.

Divulgação: Capcom

Música e texto

Apesar do tratamento HD, optou-se por usar os mesmos efeitos sonoros e trilha das versões originais, porém eu particularmente, eu preferiria que ao menos fosse possível jogar os jogos com a trilha sonora arranjada.

A adaptação dos textos ainda é a mesma das versões antigas, mas agora aparece um aviso antes do jogo iniciar, falando que “blá blá blá o roteiro está apresentado da forma original de sua época”, meio que pra se desculpar por antecedência caso ofenda os floquinhos de neve de sempre.

LEIAM – Danganronpa: Trigger Happy Havoc | Análise

Apesar de toda essa preocupação com quem odeia videogame mas finge que gosta, eles não se importaram em traduzir o jogo para o português. Assim, mais uma vez, a série Ace Attorney fica limitada — oficialmente, é claro — a quem tem um ótimo conhecimento da língua inglesa ou japonesa.

Mas, se você adquiriu seu jogo no PC, existem as ótimas traduções da equipe Jacutem Sabão, que já traduziram a primeira trilogia e também dois jogos da série Apollo Justice, mas por enquanto, somente nas versões de DS/3DS.

Divulgação: Capcom

Conclusão

Apollo Justice: Ace Attorney Trilogy chega aos consoles atuais (e da geração passada) como uma forma de imortalizar mais uma parte da história da série Ace Attorney.

Com isso, os seis jogos da série principal já possuem versões em HD disponíveis para aqueles que não puderam jogar na época do Nintendo DS.

São jogos com histórias muito divertidas e que prendem o jogador, principalmente aqueles que gostam de narrativas de mistério ou tramas interativas.

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Esta análise foi escrita usando uma cópia do jogo cedida gentilmente pela Capcom.
Também foram usados screenshots da análise feita pelo canal Digital Foundry.

Apollo Justice: Ace Attorney Trilogy está disponível para PlayStation, Xbox, Switch e PC (Steam).

Divulgação: Capcom
Divulgação: Capcom

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Teste suas Habilidades Jurídicas e Torne-se a Justiça Encarnada em Apollo Justice™: Ace Attorney™ Trilogy – Disponível Hoje! https://www.arquivosdowoo.com.br/2024/01/25/teste-suas-habilidades-juridicas-e-torne-se-a-justica-encarnada-em-apollo-justice-ace-attorney-trilogy-disponivel-hoje/ https://www.arquivosdowoo.com.br/2024/01/25/teste-suas-habilidades-juridicas-e-torne-se-a-justica-encarnada-em-apollo-justice-ace-attorney-trilogy-disponivel-hoje/#respond Thu, 25 Jan 2024 14:55:27 +0000 https://www.arquivosdowoo.com.br/?p=16006 As reviravoltas mais emocionantes do sistema judicial retornam em Apollo Justice™: Ace Attorney™ Trilogy, que chega hoje para Nintendo Switch™, PlayStation®4, Xbox One, Windows, e PC via Steam! Embarque em épicos duelos na corte com o advogado novato favorito dos fãs, Apollo Justice, e seus icônicos colegas de trabalho, Phoenix Wright e Athena Cykes, nesta […]

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As reviravoltas mais emocionantes do sistema judicial retornam em Apollo Justice™: Ace Attorney™ Trilogy, que chega hoje para Nintendo Switch™, PlayStation®4, Xbox One, Windows, e PC via Steam! Embarque em épicos duelos na corte com o advogado novato favorito dos fãs, Apollo Justice, e seus icônicos colegas de trabalho, Phoenix Wright e Athena Cykes, nesta coleção completa que inclui Apollo Justice™: Ace Attorney™, Phoenix Wright™: Ace Attorney™ – Dual Destinies, e Phoenix Wright™: Ace Attorney™ – Spirit of Justice.

Apollo Justice: Ace Attorney Trilogy apresenta uma série de novidades, incluindo melhorias visuais atualizadas e aprimoradas em 1080p, animações mais suaves, opção de proporção 16:9 e uma nova interface de usuário criada para telas modernas. Advogados novatos e veteranos podem ter um gostinho do dia a dia no mundo jurídico com o sistema de Back Log para revisitar casos e não deixar nenhum diálogo para trás. Além disso, os jogadores agora podem escolher iniciar ou revisitar algum caso começando por qualquer jogo, capítulo, ou seção desta coleção.

Pelos preços sugeridos de R$ 264,90 (PlayStation®4), R$239,50 (Xbox One), R$213,00 (PC via Steam) e R$244,00 (Nintendo Switch™), os jogadores podem investigar os emocionantes julgamentos da coleção com ainda mais recursos em um pacote recheado de conteúdos especiais!

Animation Studio: crie seu próprio drama legal no modo Animation Studio misturando ações, frases icônicas, gestos e animações de cinemáticas de personagens favoritos dos fãs.

Orchestra Hall: mergulhe nas 175 faixas musicais dos títulos desta coleção e de concertos anteriores da Ace Attorney Orquestra, além de curtir animações com personagens de Ace Attorney em versão chibi para uma sessão sinfônica mágica.

Art Library: explore as artes que trazem vida às histórias de tribunal com mais de 400 peças de arte, ilustrações e imagens de fundo de Ace Attorney.

Conteúdos Disponibilizados via DLC – Agora Gratuitos!: como parte desta coleção, aproveite os DLCs pagos previamente lançados, incluindo pacotes de trajes e episódios especiais!
Para testemunhar em favor e acessar informações mais recentes de Apollo Justice: Ace Attorney Trilogy, visite o site oficial aqui. Para assets adicionais, visite o Capcom Press Center.

Sobre Apollo Justice: Ace Attorney Trilogy:
Apollo Justice: Ace Attorney Trilogy é uma coleção essencial que traz Apollo Justice: Ace Attorney, Phoenix Wright: Ace Attorney – Dual Destinies, e Phoenix Wright: Ace Attorney – Spirit of Justice em um mesmo pacote para consoles e PCs. Nos casos em estilo visual novel de Ace Attorney, jogadores vão assumir o papel dos advogados de defesa favoritos dos fãs, como Apollo Justice, Phoenix Wright, e Athena Cykes, que estão determinados a provar a inocência de seus clientes e trazer justiça ao tribunal usando sua lógica, dedução e habilidades de investigação.

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Sonic Frontiers | Finalmente um Sonic 3D bom de novo https://www.arquivosdowoo.com.br/2023/08/13/sonic-frontiers-finalmente-um-sonic-3d-bom-de-novo/ https://www.arquivosdowoo.com.br/2023/08/13/sonic-frontiers-finalmente-um-sonic-3d-bom-de-novo/#comments Sun, 13 Aug 2023 14:21:21 +0000 https://www.arquivosdowoo.com.br/?p=14903 Sonic sofre bastante com seu famigerado “Sonic cycle“. Para aqueles não familiarizados, é um termo usado pela comunidade para descrever o sofrimento dos fãs da série, que se empolgam com o anúncio de um jogo novo do ouriço, somente para se frustrarem ao ver que o game não é lá essas coisas. Após o fiasco […]

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Sonic sofre bastante com seu famigerado “Sonic cycle“. Para aqueles não familiarizados, é um termo usado pela comunidade para descrever o sofrimento dos fãs da série, que se empolgam com o anúncio de um jogo novo do ouriço, somente para se frustrarem ao ver que o game não é lá essas coisas.

Após o fiasco que foi Sonic Forces de 2017, a Sega e seu Sonic Team resolveram arregaçar as mangas e pararam um segundo para pensar em porque a série não estava dando certo em 3D mais. Para nossa sorte, dessa vez eles estão no caminho certo.

Breath of the Sonic

Claramente a SEGA sabia onde buscar suas inspirações para esse novo jogo. Diferentemente de todas as empreitadas anteriores com a série, aqui temos um game de mundo aberto, onde o personagem pode se movimentar pelo cenário, sem um objetivo específico de início.

Não tem como enganar, gente: tudo aqui foi copiado do sucesso da Nintendo de 2017. A ideia é que você veja um objetivo à distância e vá até lá descobrir do que se trata. Às vezes podem ser inimigos, às vezes podem ser puzzles ou até mesmo itens que liberam melhorias para o ouriço.

Nesse contexto, a SEGA fez o que eu gosto de chamar de Breath of the Lite, uma versão mais suave e miniaturizada do conceito por traz do Zelda de Switch. Temos sim um mundo aberto grande, mas não tão detalhado como no jogo da ex-rival.

Sonic Frontiers
Reprodução: SEGA

Temos diversos pontos de interesse nos mapas (cinco ilhas, para ser exato) em Sonic Frontiers, porém eles se acentuam não por sua aparência, como uma montanha com um formato específico como no jogo que o inspirou, mas sim por marcações simples na interface.

Pontos de puzzles que liberam mais partes do mapa, por exemplo, são marcados por um poste com sigla “M-01” (mudando o número de acordo, evidentemente).

Todo jogo é permeado por esses marcadores que cumprem diferentes funções, e o loop de gameplay consistem e ir com Sonic de ponto em ponto, liberando tudo: mapa, puzzles, pontos-chaves de história, até o embate final.

Sonic Frontiers
Reprodução: SEGA

Narrativa

Nesta aventura, Sonic e seus amigos caem numa ilha misteriosa e precisam enfrentar diversos robôs novos que foram criados num mundo digital que acaba corrompendo e selando seus amigos em várias ilhas, e cabe ao herói azul pelado e de tênis salvá-los.

Com essa estética “digital”, o game aproveita para justificar diversas coisas presentes nele: muitos objetivos como molas, plataformas e corrimãos aparecem na tela conforme você anda (principalmente na versão de Switch).

Além disso, fases clássicas similares as de Sonic Generations também aparecem em portais digitais, como lembranças tiradas do subconsciente do ouriço.

Sonic Frontiers
Reprodução: SEGA

Para completar, seus amigos aparecem em diversos locais do mapa por estarem presos em uma forma digitalizada, e é nessas partes que a narrativa é entregue.

Diferentemente de games anteriores, a história foi encabeçada por Ian Flynn, que trabalhou por muitos anos nas histórias de Sonic feitas pela Archie Comics e IDW. Ele também foi confirmado como responsável pela história das DLCs que ainda irão sair (na data de publicação desse artigo, claro).

Assim, a narrativa se torna mais profunda — em termos de SONIC, é claro — e coesa com games anteriores. Por diversas partes, personagens mencionam ambientes e situações de outros jogos, e aqueles que são familiarizados com essas aventuras antigas, vão gostar de saber que dessa vez as coisas não foram ignoradas. Menos Forces, esse foi ignorado.

Reprodução: SEGA

Jogabilidade

Um game 3D de Sonic em mundo aberto tem tudo para dar errado em termos de física, sejamos sinceros. Qualquer protótipo de Sonic feito nesse esquema possui esse porém, visto que é muito fácil quebrar a física para fazer Sonic sair voando para lugares onde ele não deveria estar, ou que deveria ir de outras formas.

De início, Sonic Frontiers foi lançado com uma física esquisita, onde o impulso, força e velocidade gerados pela corrida não eram refletidos na trajetória e na velocidade dos saltos. Isso deixava o jogo bem morno, pois a graça é justamente poder conseguir dar pulos absurdos depois de correr em alta velocidade.

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Ainda bem que após os primeiros patches, o jogo te deu essa possibilidade. Não só isso, mas vários fatores, como velocidade inicial, velocidade constante, velocidade de salto e muito mais podem ser configurados pelo menu a gosto do jogador. Parece complicado de início mas após alguns testes eu achei as configurações ideais para aproveitar o jogo, e tudo isso sem quebrar as mecânicas!

Além disso, as melhores partes de Sonic são quando você faz aqueles combos de saltar + ataque teleguiado nos inimigos ou molas + corrimão e aqui em Frontiers temos mapas recheados desse tipo de desafio de plataforma.

Literalmente toda a extensão do jogo é permeada de locais assim, fazendo com que o jogador por vezes sequer se preocupe com o objetivo e fique procurando locais do tipo no mapa para saltar somente pela diversão de fazê-los.

Essas mecânicas foram aprimoradas desde Sonic Adventure até hoje, onde acredito termos atingido a perfeição.

Reprodução: SEGA

Combate variado

Dessa vez, Sonic não só tem seu pulo com homing attack à sua disposição. Com uma árvore de habilidades curta porém funcional, o personagem agora tem diversos combos que são ensinados em tutoriais jogáveis sempre que o jogo está carregando.

Por exemplo: é possível emendar um ataque teleguiado com um dash para a parede e continuar correndo sobre ela, ou também usar um ataque especial após esquivar dos inimigos.

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Também há um sistema básico de parry, mas que não depende de timing para execução. Talvez isso seja uma facilidade apresentada pois o jogo é primeiramente feito para crianças, e até mesmo o tutorial diz que não precisa usar a técnica no momento certo; apenas segurar os botões de ombro já faz com que Sonic rebata quase 99% dos ataques corporais inimigos.

Sonic Frontiers
Reprodução: SEGA

Trilha sonora

As músicas originais de Sonic Frontiers são muito mais sutis que dos games anteriores, principalmente por que passamos muito tempo em um mundo aberto e nem sempre somente correndo em direção a um objetivo. A temática do game é melancólica de modo geral e isso se reflete nas músicas.

Com um update recente, é possível ouvir as músicas de outros jogos durante o gameplay. Você só precisa coletar as notas musicais espalhadas pelas fases, que elas tocam ao apertar a setinha para direita no d-pad.

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Trouxeram músicas cantadas e instrumentais de games anteriores, indo de Sonic 2 de Master System (?) até versões demo de músicas da banda Crush 40. Incrivelmente, o tema de Green Hill Zone não está presente dessa vez. Ainda bem.

Obviamente também temos trilhas originais, como o ótimo tema “I’m Here” (cantando por Merry Kirk-Holmes da banda To Octavia), que você pode ouvir abaixo. Algumas músicas com estilo techno também permeiam os combates mais intensos, variando um pouco o tom do game em momentos de mais ação.

Ambientação

Como dito acima, Sonic Frontiers tem uma ambientação esquisitamente melancólica. Não só a narrativa mas também os cenários são chapados e que não combinam com o que Sonic é e sempre foi ao longo dos anos.

Não sei se isso veio da inspiração inicial em Zelda: Breath of the Wild, mas até mesmo o filtro azul digno de um filme da série Crepúsculo deixam todo o jogo com um tom abaixo, como se fosse uma aventura triste, destoante até mesmo da proposta recente dos filmes do ouriço.

As fases possuem ciclos de dia e noite, e em algumas delas, a chuva também pode acontecer, deixando a melancolia em nível Creed – Weathered (álbum de 2001). Quem sabe, sabe!

A dublagem também é influenciada por isso. Sonic ainda é dublado por Roger Craig Smith (voz de Ezio em Assassin’s Creed e Chris Redfield), mas aqui ele faz com uma voz mais normal, a ponto de causar até um pouco de estranheza de início.

Os outros personagens ainda possuem aquele tom de cartoon, mas Sonic realmente soa diferente de outras empreitadas com o personagem.

Sonic Frontiers
Reprodução: SEGA

Localização

Acredito eu que esse seja o primeiro Sonic de consoles com localização oficial em português. O trabalho ficou excelente, e estava na mão de uma galera que já trabalha com localização de jogos há pelo menos 12 anos, visto que um dos tradutores aparece como creditado em PES 2011.

Uma tristeza apenas notar que muita coisa permanece em inglês, como a HORRÍVEL decisão de manter RING como o nome dos anéis. Obviamente isso deve ter sido decisão do cliente, porém em nenhuma mídia esse termo é usado. É uma palavra normal, não é um copyright para ser mantido em inglês; e nesse sentido, a Sega cagou feio.

Sonic Frontiers

Conclusão

É fato de que Sonic finalmente entrou no caminho certo, porém não dá pra dizer que a aventura é perfeita. Algumas arestas precisam ser acertadas, como a ambientação melancólica e algumas coisas que só foram trazidas de Zelda sem pensar muito se isso se encaixaria na série Sonic.

Espero que a continuação traga mais cor e felicidade para um personagem que voltou a seu auge depois de tantos anos. Os fãs, novos e antigos, merecem mais jogos como esse.

Sonic Frontiers ainda está em constante desenvolvimento, com DLCs ainda não anunciadas, que talvez contarão com mais personagens jogáveis. Não deixe de conferir.

Prós:

  • Jogabilidade refinada;
  • Mundo aberto gostoso de explorar;
  • Músicas de vários jogos anteriores;
  • Customização de controles e física do personagem;
  • História mais bem escrita que qualquer outro game da série.

Contras:

  • Mundo e narrativa um pouco melancólicos demais;
  • Mapas sem muitos detalhes e sem muito a ver com a série;
  • Falta de polimento em alguns aspectos.

Nota: 7,5/10

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Esta análise foi feita com uma cópia pessoal de Sonic Frontiers para PlayStation 5. Ele também está disponível para Xbox One, Series S/X, PlayStation 4, Nintendo Switch e PC (via Steam).

Sonic Frontiers
Reprodução: SEGA
Sonic Frontiers
Reprodução: SEGA

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Need for Speed Heat | Corridinha de Verão https://www.arquivosdowoo.com.br/2020/06/28/need-for-speed-heat-corridinha-de-verao/ https://www.arquivosdowoo.com.br/2020/06/28/need-for-speed-heat-corridinha-de-verao/#comments Sun, 28 Jun 2020 13:20:00 +0000 https://www.arquivosdowoo.com.br/?p=3868 Introdução Assim como muitos que viveram com vontade a geração do PS2, eu fui mais um dos fãs inexoráveis dos jogos da série Need for Speed para aquele console. Se levarmos em consideração a versão focada em corridas noturnas e a cena de tuning, o NFS Underground, temos um padrão estabelecido há mais de dez […]

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Introdução

Assim como muitos que viveram com vontade a geração do PS2, eu fui mais um dos fãs inexoráveis dos jogos da série Need for Speed para aquele console. Se levarmos em consideração a versão focada em corridas noturnas e a cena de tuning, o NFS Underground, temos um padrão estabelecido há mais de dez anos que infelizmente se tornou até um pouco alto para que a Electronic Arts pudesse superar.

Após Underground, tivemos diversos outros jogos, porém só alguns chegaram em um patamar similar em termos de diversão que foi proporcionado pelo game de 2003.

Calor em Miami

Em 2019, após muitos esforços ruins nessa geração de consoles, a EA tentou novamente emplacar um novo game da série, intitulado Need for Speed Heat.

Pelo logotipo do jogo, inicialmente se pensou que ele teria uma temática retrowave, porém jogando o produto final, nota-se que essa pegada ficou limitada mesmo somente à estética.

Need for Speed Heat | Corridinha de Verão

O game se passa em Palm City, uma cidade baseada em Miami, onde o jogador tenta crescer na cena de corridas legais e ilegais do lugar, fazendo amizade com pilotos e revendedores de peça ao longo do caminho.

Falando assim pode parecer complexo, mas tudo isso é basicamente pano de fundo e desculpa para que as corridas de história tenham algum diálogo.

Ciclo diário

Ao meu ver, o mais interessante do game é o seu ciclo de dia e noite. Diferentemente de jogos anteriores baseados em corridas clandestinas se passavam normalmente à noite e outros baseados em eventos mais realistas se situavam durante o dia, aqui em Need for Speed Heat temos as duas coisas.

Need for Speed Heat | Corridinha de Verão

Durante o dia, nosso piloto pode competir em eventos bem organizados, com direito a telões e espectadores em arquibancadas, mesmo que em cenários urbanos. Tudo isso com o objetivo de ganhar dinheiro, que por sua vez será aplicado em melhorias para os carros ou detalhes estéticos, tanto dos veículos quanto do próprio piloto, que de vez em quando aparece fora do carro pra tirar umas selfies no fim da corrida.

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Já durante a noite, temos um cenário mais similar ao Underground, Carbon e Hot Pursuit. Corridas clandestinas acontecem na cidade, e caso o piloto chame atenção da polícia, ela irá enviar viaturas pra tentar te derrubar, mesmo durante os eventos.

É bom lembrar que todo o jogo é em mundo aberto, num esquema bem parecido com Burnout Paradise. É possível definir rotas até as corridas ou até esconderijos, que servem como as oficinas para que o jogador compre mais coisas durante o jogo.

O implacável lado noturno

A noite nesse jogo é cruel com o jogador, num nível que me surpreendeu, ainda mais vindo em um jogo mais casual da EA. Durante as corridas noturnas, não há dinheiro envolvido, mas sim reputação. Pra todos os efeitos, ela funciona como o nível do jogador, e novas peças para os carros só serão liberadas para serem compradas dependendo do nível de reputação onde ele se encontra.

Need for Speed Heat | Corridinha de Verão

Infelizmente isso não fica claro de início, não tendo sequer uma tela explicando como exatamente funciona essa mecânica, deixando quem chega de repente no jogo com a sensação de que tanto faz a hora da corrida.

O interessante é que caso a polícia te prenda, a reputação adquirida nas corridas noturnas não é perdida, porém todo o dinheiro vai pro ralo. Isso significa que o turno da noite precisa ser bem pensado.

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Eu mesmo cheguei à conclusão que o ideal é gastar todo o dinheiro durante o dia e ir pra noite com a consciência tranquila, visto que dessa forma nada será perdido.

Carros e mais carros

O game conta com mais de 120 veículos, sem contar os DLC, além das customizações de praxe, como adesivos e peças que podem modificar o interior e o exterior dos mesmos.

A jogabilidade é regular, de modo que o jogador vai aprender as manhas de drift e outras técnicas ao longo do tempo, pois seus tutoriais são fracos. Ainda assim o jogo é bem simples e similar à outros da série que saíram nessa mesma geração de consoles.

Need for Speed Heat | Corridinha de Verão

Conclusão

Need for Speed Heat é como um macarrão com salsicha: é gostoso mas não faz nada absurdamente diferente que mereça destaque. Ainda assim, a geração foi muito fraca de jogos de corrida – principalmente no PS4, onde não há como se jogar a série Forza – nos levando a aceitar a mediocridade de Heat com bons olhos.

O game se encontra na Steam, PS4 e XONE, além de estar no serviço EA Access em todas as plataformas.

Confiram o gameplay do Horo logo abaixo:

https://www.youtube.com/watch?v=nPVmF8Jsh9w

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Horizon Chase Turbo | As Novidades da Versão de Switch e Xone https://www.arquivosdowoo.com.br/2019/05/18/horizon-chase-turbo-as-novidades-da/ https://www.arquivosdowoo.com.br/2019/05/18/horizon-chase-turbo-as-novidades-da/#respond Sat, 18 May 2019 13:31:00 +0000 https://www.arquivosdowoo.com.br/2019/05/18/horizon-chase-turbo-as-novidades-da/   Já falamos anteriormente tudo sobre a versão do jogo feita para PS4 em nosso review, que você pode ler nesse link aqui. Mas agora vamos apontar às novidades que chegaram recentemente a versão atualizada do jogo, feita para os consoles Nintendo Switch e Xbox One. O principal destaque é o novíssimo modo Playground, um tipo de […]

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Já falamos anteriormente tudo sobre a versão do jogo feita para PS4 em nosso review, que você pode ler nesse link aqui. Mas agora vamos apontar às novidades que chegaram recentemente a versão atualizada do jogo, feita para os consoles Nintendo Switch e Xbox One.

O principal destaque é o novíssimo modo Playground, um tipo de desafio onde diversas corridas com “gimmicks” diferenciadas vão aparecendo e sendo atualizada constantemente pelos desenvolvedores.

Na época do lançamento, existiam duas corridas Time Trial — uma espelhada e outra com mudanças climáticas — e três corridas com alterações variadas (turbos infinitos, sem HUD, etc). Enquanto esse modo continuar sendo atualizado, a diversão será infinita, até porque os seus recordes continuam sendo enviados para os placares de líderes.

Além disso, foram adicionadas novas cores para os carros já existentes, além de carangas novas e bizarras, como o incrível UNO COM ESCADA DA FIRMA, uma adição incrível pra brasileiros mas que não deve fazer sentido algum para os gringos. Inclusive uma das características do jogo — desde a versão para mobile — era essas referências populares que nem todo mundo consegue pegar de cara, como o carro do não-Batman e o carro “underground” Walker-X, uma referência dupla a Need for Speed e Velozes & Furiosos.

Além disso, o modo multiplayer local continua excelente, sem frame caindo mesmo com 3 ou 4 jogadores, um diferencial gigantesco para esse tipo de jogo, principalmente no portátil da Nintendo.

Infelizmente porém, continuamos sem multiplayer online em nenhuma plataforma. Uma escolha esquisita da Aquiris, visto que o gênero é perfeito pra jogar online enquanto se conversa com os amigos.


Horizon Chase Turbo está disponível agora para todas as plataformas e é uma recomendação fortíssima para todos os nostálgicos com Top Gear e amantes de corridas arcade de modo geral.

Abaixo vocês podem conferir o review em vídeo da versão de PlayStation 4:

 

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Mad Max | Areia, gasolina e pouca diversão https://www.arquivosdowoo.com.br/2018/03/16/mad-max-areia-gasolina-e-pouca-diversao/ https://www.arquivosdowoo.com.br/2018/03/16/mad-max-areia-gasolina-e-pouca-diversao/#respond Fri, 16 Mar 2018 18:57:00 +0000 https://www.arquivosdowoo.com.br/2018/03/16/mad-max-areia-gasolina-e-pouca-diversao/ Mad Max Estrada da Fúria é um dos meus filmes favoritos de todos os tempos, sem pensar duas vezes. Devo ter visto umas três vezes só em seu lançamento. E com o anúncio do jogo foi difícil eu não cair no hype. O que é péssimo, porque são raras as vezes que nossas expectativas são […]

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Mad Max Estrada da Fúria é um dos meus filmes favoritos de todos os tempos, sem pensar duas vezes. Devo ter visto umas três vezes só em seu lançamento. E com o anúncio do jogo foi difícil eu não cair no hype.

O que é péssimo, porque são raras as vezes que nossas expectativas são superadas quando o hype está tão alto. De qualquer modo eu não esperava uma obra fiel aos filmes, até porque as adaptações de filmes em jogos possuem um péssimo histórico, né Resident Evil.

Mas  sonhar não dói, então aproveitei que Mad Max estava na biblioteca do Xbox Game Pass e fui ver se o jogo realmente prestava.

Reprodução: Avalanche Studios

UM MUNDO DEVASTADO

Mad Max certamente chama a atenção logo nas primeiras horas com toda aquela correria e troca de socos com um bando de cabrunco da areia. Fiquei na maior empolgação, principalmente com o combate. Realmente você sente que ossos estão sendo quebrados, e isso meio que me animou de um modo tão errado, mas prazeroso.

Depois disso você ganha um mapa enorme e um carro todo fodido pra percorrer pelo deserto que se tornou o mundo. Ou pelo menos essa região, já que Max procura pela planícies silenciosas. Os objetivos do jogo são bem claros, Max teve seu carro V8 roubado pela gangue dominante dessa região, e resta a ele recuperá-lo e sair dali rumo ao seu  alvo.

Só que pra isso ele precisa contar com a ajuda de Chumbucket, um cara deformado que é mecânico. No início eu até achava ele bem irritante, porque não calava a maldita boca, mas a medida que você avança na história, você cria afeto por ele.

Oras, ele que nos fornece o novo carro e não come o  nosso cachorro, como não gostar dele?

Mad Max
Reprodução: Avalanche Studios

AS REFERÊNCIAS

Mas se você pegou Mad Max esperando que ele fosse um Grand Theft Auto no meio do deserto, sinto desapontá-lo, mas não. Max possui uma arvore de habilidades a ser trabalhada, isso se você realmente quiser sobreviver.

A barra de energia de Max pode ser recuperada tomando água, comendo comida de cachorro e até vermes de corpos em decomposição. Mas isso não é o suficiente se você não melhorar o personagem, tornando-o mais resistente e letal. Apesar de o combate ser fácil e lembrar o sistema de Shadow of Mordor.

Ele funciona muito bem, mas você morre facilmente, então tenha em mente que tudo no personagem necessita de upgrades, até mesmo para ele carregar duas facas.

O que é ridículo pra cacete, oras, como assim o cara não consegue carregar mais de uma faca sem aumentar nível.

Infelizmente Isso me pareceu mais meio de manter o desafio e tentar te prender ao jogo por busca de melhorias, e isso infelizmente me incomodou.

Mad Max
Reprodução: Avalanche Studios

COMBATE

Os combates com o carro são os pontos alto desse jogo, pois realmente são incríveis, principalmente durante as tempestade de areia. Outro ponto que vale a pena ressaltar são as explosões dos carros, coisa de louco aquilo. Mas é só isso.

O jogo não te oferece mais nada e te coloca em uma espiral com missões repetitivas. Por sorte temos alguns objetivos secundários para nos distrair, como derrubar totens, coletar sucata e destruir comboios nas rotas de suprimentos.

Quanto ao visual do jogo, é inegável o cuidado com que foi feito, você vai se encantar com as paisagens e torcer para que esse mundo tenha sido melhor explorado. É muito divertido vagar sem rumo pelo mapa e topar com inimigos, mas o jogo é só isso. Infelizmente.

Depois de umas  18 horas de jogatina eu não aguentava mais entrar em bases, tela escura, sai da base, tela escura. Isso quando não era pra acessar outra base inimiga, destruir galões de gasolinas, matar líder (encarei ao menos uns 3 deles idênticos, apenas com cores diferentes) e retornar a base novamente. Não sei se a versão de PC tem esses cortes para a base, mas no console foi bem chato.

Mad Max
Reprodução: Avalanche Studios

CONCLUSÃO

Mad Max se provou um jogo com boas ideias e um universo muito rico, que tinha tudo para ser um grande jogo, mas infelizmente ficou bem aquém das minhas expectativas. Não é um jogo ruim e certamente pode entreter bastante quem joga esporadicamente ou não dê muita atenção para a história.

Mesmo com bugs estranhos, onde os inimigos simplesmente desapareciam do nada, o jogo ainda conseguiu me divertir por um tempo, mas só valeu a pena por estar no Xbox Game Pass, porque se eu tivesse gasto uma grana com o jogo, provavelmente estaria bem irritado.

Não sei se um dia irei conclui-lo, alias, se você o fez, deixe seu comentário e me conte o que eu perdi. Quem sabe você não me convence a retornar ao jogo.

 

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