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Quando o Lionhead Studios foi fechada, muito se falou quanto ao futuro de sua franquia mais famosa: Fable. Com um destino agora incerto nas mãos da Microsoft, pouco sabemos se um dia ganharemos um novo jogo.

O que me chamou a atenção para o fato de que quase não conheço pessoas que tenham jogado qualquer titulo da franquia.

Oras, então eu vou jogar e tirar a limpo se algum jogo da trilogia é tão bom quanto apenas ouço falar – Aproveitei que o segundo e terceiro jogo estão disponíveis no Xbox Game Pass.

Com o game em mãos, hora de nos aventurar!

Bem-vindo ao reino de Albion

FABLE III

Fable III começa com uma entrada bem humorada apresentando a saga de uma galinha e termina com um final um tanto quanto trágico, mas isso nos dá um pouco do tom do jogo que não se trata de um mundo colorido e fofinho, como aparenta ser.

Estamos no controle do filho ( ou filha, depende do que você escolher) do herói do segundo jogo. No caso somos um dos príncipes, pois o herói morreu e o trono foi passado a seu filho mais velho, Logan.

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Ele é o atual rei do pedaço, especificamente, em um momento em que Albion está sendo tomada por violência e pobreza e o povo aparenta querer se rebelar.

Pelo fato de sermos jovens (o personagem e não eu, OK?) enxergamos tudo aquilo com um certo horror, o que nos leva a confrontar as ações de nosso irmão mais velho. Rola um dialogo interessantes e acabamos sendo forçado a lidar com uma situação bem triste, o que nos força a fugir do castelo e abandonar a boa vida que tínhamos na realeza – Além de ficar solteiro no processo.

A Jornada do Herói

FABLE III

Nossa meta é reunir forças e criar aliados para destronar Logan e fazer com que Albion volte a prosperar como nos tempos de seu pai

Fora do castelo somos apresentado a um mundo bem grande, talvez não tanto quanto o que conferimos em Elder Scroll’s ou Fallout, mas ainda é grande o suficiente para se perder as vezes pelos belos cenários do jogo. E como um bom jogo de mundo aberto temos a disposição inúmeras side-quest para serem realizadas para aqueles que querem prolongar o tempo de jogatina.

Creio que as missões sejam o ponto mais importante do jogo, porque é notável o cuidado com cada uma delas. Não são parecidas e todas são bem humoradas e divertidas de se realizar.

Há uma em especial em que você ganha uma roupa de galinha para que convença galinhas fugitivas a retornarem ao galinheiro de um fazendeiro. Concluindo a missão, resta a você escolher o destino das plumadas fugitivas, ressaltando que toda as escolhas que você tomar durante um jogo possui peso no desenvolvido do seu personagem.

Um mundo aberto, ou quase

FABLE III

Eu mesmo não me segurei e enrolei um bom pedaço jogando as missões paralelas só para melhorar as habilidades da personagem e acumular dinheiro. Com dinheiro você pode comprar quase tudo o que bem quiser nas lojas que encontrar pelo caminho.

Há uma variedade de itens bem grande que vão desde barbas, bigodes, armas, roupas e perucas -Um deleite para aqueles que gostam de gastar horas personalizando seus personagens.

Por outro lado, tudo flui muito bem quando estamos adaptados aos comandos do jogo, que a primeira vista assusta um pouco.

Em FABLE III o personagem não possui uma barra de energia, mas se levar muito danos a tela começa a escurecer em vermelho, então é preciso usar uma poção ou procurar abrigo até que tudo normalize, um sistema comum nos jogos de FPS atuais.

Outro ponto que assusta é o fato de que o personagem não pula, então você sempre terá que se aproximar de beiradas e pressionar o botão para pular ou subir, além de que para pegar as coisas pelo caminho você precisa fazer o mesmo.

O Combate

Os combates de FABLE III são divertidos, mas as vezes o número de inimigos que te atacam são grandes o que dá um certo trabalho, pois eles costumam te cercar com soldados barra pesadas enquanto magos evocam zumbis. Você se verá cercado com mais frequência do que gostaria, mas basta se lembrar de Dark Souls que você passa de ano:

De qualquer modo o combate é essencial caso queira aumentar o nível das espadas e pistolas. Que são outro ponto interessante aqui: Elas evoluem, seja a espada ou pistola do herói (que são as armas iniciais) ou uma outra qualquer que tenha comprado em lojas. Todas possuem upgrades a serem conquistadas e necessitam de algumas horas do bom e velho combate.

Para terem uma ideia, uma arma em especial exige que 5 pessoas que estejam amando o seu personagem sejam mortos com o uso dessa pistola. Cumprindo o requisito, a pistola recebe um dano adicional lindo de se ver.

É interessante ver que alguns dos upgrades faz com que você quebre a linha do bem e do mal, o que dá uma sobrevida ao jogo para quem quiser explorar mais a fundo.

Toda a magia de FABLE III

FABLE III

Claro, falei das armas e deixei de abordar uma das coisas mais legais do jogo que são as magias.

A medida que se realiza missões você ganha o que chamarei de xp para desbloquear baús em uma realidade alternativa. Lá, cada baú lhe oferece um update, seja para aumentar o nível da arma do herói ou ganhar mais dinheiro fazendo tortas – Eu disse que há muito o que se fazer em Albion?

Lá você obtém novos poderes elementais, assim você pode combiná-los ao equipar uma luva com o poder de fogo na mão direita e na esquerda outra o poder, seja elétrico ou vento, cada combinação dá um resultado diferente.

Caberá a você escolher a melhor combinação – Mas recomendo nevoa e eletricidade. Você pode carregar as magias o que aumenta o poder e o campo do dano fazendo com que os inimigos brilhem feito pisca-pisca em arvore de natal.

A medida que você começa a ter acesso a armas poderosas e magias esmagadoras, o jogo vai se tornando relativamente fácil – Na realidade ele não é difícil, mesmo sem os upgrades, talvez um pouco desafiador.

É muito difícil?

FABLE III
Side-quest onde você é transformado no herói de um jogo de RPG de mesa

Finalizei o jogo sem morrer nenhuma vez e usei pouquíssimas vezes as poções, mas não posso dizer que isso tenha prejudicado minha experiência durante toda a jogatina, até porque o risco de morrer existe se você vacilar.

Side-quest onde você é transformado no herói de um jogo de RPG de mesa
O jogo em um determinado momento te colocará no papel do rei, sendo você bom ou mal.

Estando na posição de rei você terá que tomar decisões importantes para o reinado, como cumprir promessas ou não. O que é muito divertido, pois você percebe que é quase impossível manter algumas promessas e agradar a todos os habitantes de Albion.

Conclusão

FABLE III

Fable III é um jogo que certamente agradará a todos que estejam dispostos a desfrutar de uma história repleta de magia, humor e aventura.

É possível se relacionar com qualquer habitante de Albion, até mesmo romanticamente se é que me entende. E se você focar apenas nas missões principais você não levará muitas horas para concluir, porém vai perder muito do que o jogo tem a oferecer.

Talvez não seja tão desafiador quanto algumas pessoas gostariam, mas certamente fez com que me tornasse fã desse universo criado pela Lionhead.

Fico na torcida que a trilogia seja remasterizada ou que tenhamos uma continuação, de preferencia que o lado estratégia ganhe uma atenção maior. E se você ainda não jogou nenhum título da franquia, eu recomendo que comece por esse.

Tenho certeza que poderá se divertir e se surpreender com a qualidade.

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South Park: The Stick of Truth | Tolkien, Aliens e Princesas https://www.arquivosdowoo.com.br/2016/08/04/south-park-the-stick-of-truth/ https://www.arquivosdowoo.com.br/2016/08/04/south-park-the-stick-of-truth/#comments Thu, 04 Aug 2016 16:27:00 +0000 https://www.arquivosdowoo.com.br/2016/08/04/south-park-stick-of-truth-peidando-e/ Quando animações são adaptadas para o mundo dos jogos, poucas vezes se tratará de jogos incríveis. Na disparada maioria das vezes são no mínimo medianos ou ruins, mas, South Park, mesmo depois de alguns títulos no mínimo esquecíveis conseguiu nos proporcionar uns dos RPGs mais engraçados e divertido dos últimos tempos. Eu já havia comentando […]

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Quando animações são adaptadas para o mundo dos jogos, poucas vezes se tratará de jogos incríveis. Na disparada maioria das vezes são no mínimo medianos ou ruins, mas, South Park, mesmo depois de alguns títulos no mínimo esquecíveis conseguiu nos proporcionar uns dos RPGs mais engraçados e divertido dos últimos tempos.

Eu já havia comentando a respeito do The Stick of Truth em um meme que participei dois anos atrás: O que você jogou em 2014. E com a recente aquisição, decidi jogá-lo novamente e consegui tirar um proveito maior, dessa vez.

No passado South Park recebeu alguns jogos de qualidade questionáveis, enquanto South Park: The Stick of Truth, sem dúvida alguma vai agradar aos amantes do desenho, pois trata-se de uma aventura que respeita todo a cronologia da série criada por Trey Parker e Matt Stone. Não espere qualquer censura.

The Stick of Truth

Senhor dos Anéis tá diferente

Em Stick of Truth controlamos um garoto que acabará de se mudar aa South Park, e que após resolver dar uma volta pela vizinhança encontra Butters sendo atacado e resolve ajudar.

A partir dai, você descobre que os garotos estão brincando de guerra entre humanos e elfos, e você meio que é convidado a conhecer mago mestre (Cartman),  para que possa se juntar ao grupo. Nesse trecho precisamos nomear o personagem, o que nos leva a uma tela de criação de nome. Mas não importa, pode nomear como como bem quiser, Cartman continuará o chamando de Sir Babaca. Opte por manter o Douchebag, isso faz com que você ganhe uma conquista.

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Nesse momento aprendemos os comandos do jogo, que são bem simples. O destaque, e que pode tirar algumas gargalhadas se você ri desse tipo de coisa, é o poder especial latente do nosso personagem: Um peido poderoso. Para usar essa habilidade precisaremos que Cartman nos ensine o lendário “Urro do Dragão“. Eu ri enquanto jogava, não me culpe.

The Stick of Truth

Um combate simplificado

Se há algo no jogo que merece aplausos, esse é o sistema de combate do game. Ele é simples de um modo que até mesmo quem nunca jogou um RPG na vida vai conseguir jogar.

O que mostra que o estúdio pensou em atingir a todos os tipo de publico, pensado para que todos pudessem se divertir. O melhor aqui é que o combate não se torna cansativo, mesmo que você batalhe inúmeras vezes. Como o arsenal é composto por milhares de itens que já fora apresentado na serie animada, você acabara querendo testar a todos, em especial os summons.

Esses summons  podem ser utilizados uma vez ao dia e que para ser recarregado você precisa ir até o personagem e conversar para renovar. São várias a disposição do jogador, isso se ele se esforçar para coletar todas, mas o meu destaque aqui como o melhor summon é o Sr. Slave. Em nome de tudo que é mais sagrado, complete todas as quest dele que não irá se arrepender.

The Stick of Truth

Um humor que incomoda muita gente

É preciso reforçar que o jogo The Stick of Truth é tão pesado, se não até um pouco mais, do que a serie animada.

O humor politicamente incorreto sempre foi um dos alicerces da obra original, e partir para os vídeo games permitiu que eles pudessem ir um pouco além, afinal, trata-se de uma mídia diferente, um pouco mais restrita do que a TV aberta. Isso permitiu irem um pouco mais além, ao ponto de até me chocar com algumas conquistas, como a de peidar em um determinado número de fetos abortados durante a missão da clinica de aborto.

É um prato cheio para os fãs. Não disse?

O fato de adotarem o formato RPG só permitiu que pudessem ir mais além nos textos do jogo. Com sidequest’s hilárias, além de conquistas que nos fazem pensar: WTF. Não poderia deixar de dizer eu amo esse jogo, afinal, sou um fã da série.

The Stick of Truth

Tem chefes?

Como qualquer bom RPG, os chefes são difíceis e exige que sua party esteja bem equipada, e bem equipado custa dinheiro. Vasculhar lixeiras, quebrar parquímetros e abrir baús pode garantir algumas moedas, se der sorte até remendos, que são itens que oferecem atributos as armas, roupas e armaduras do jogo.

A campanha principal leva em torno de umas 12 horas para ser concluída. Isso se você explorar bastante todo o mapa, mas fica o alerta de que após a conclusão do game não se tem mais nada para ser feito.

Recomendo que tente localizar todos os Chinpokomons na primeira jogatina, mesmo que usando de um guia, e  após a conclusão você vai atrás de itens que podem ser pegos. Isso se quiser miletar o game.

Conclusão

Se existe um ponto negativo em South Park: The Stick of Truth, é o tempo da campanha principal.

Eu sei que tem se tornado comum campanhas com tempo menores e sidequest’s que são pura encheção de linguiça. Me incomoda bastante isso, não que todo game precise ter campanhas de 100 horas de jogos, mas que ao menos amplie esse tempo com missões paralelas interessante, que passem uma sensação de progressão.

Para o jogo do South Park o tempo é ótimo, eu que estou sendo um chato por querem ampliar isso. Uma história boa foi contada aqui, me diverti muito.

South Park: The Stick of Truth tem sua dificuldade e o fator humor aqui tornar o replay dele garantido. Não vai agradar a todos, mas aqueles que se arriscarem vai encontrar diversão e um sistema de combate no mínimo interessante.

E deixo o recado, não tenham medo de rir do humor negro, ele é inofensivo e tem o intuito de brincar com o absurdo, logo rir desse tipo de humor não lhe define com um psicopata.

PS: Façam as conquistas do jogo;)

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Rise of The Tomb Raider | Lara está de volta https://www.arquivosdowoo.com.br/2016/03/16/rise-of-tomb-raider-lara-croft-voltou/ https://www.arquivosdowoo.com.br/2016/03/16/rise-of-tomb-raider-lara-croft-voltou/#respond Wed, 16 Mar 2016 22:42:00 +0000 https://www.arquivosdowoo.com.br/2016/03/16/rise-of-tomb-raider-lara-croft-voltou/ Depois de duas semanas dedicado as jogatinas de Rise of the Tomb Raider, finalmente eu o terminei. Sem dúvida é um excelente jogo, mas que poderia ser muito mais se não pecasse por tentar agradar essa nova geração de gamers. E não se ofenda caro leitor, pois mudanças são necessárias, principalmente por se tratar de […]

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Depois de duas semanas dedicado as jogatinas de Rise of the Tomb Raider, finalmente eu o terminei.

Sem dúvida é um excelente jogo, mas que poderia ser muito mais se não pecasse por tentar agradar essa nova geração de gamers. E não se ofenda caro leitor, pois mudanças são necessárias, principalmente por se tratar de um reboot de um jogo antigo, logo essa adaptação é necessária para uma sobrevida da franquia.

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A versão que joguei foi a do Xbox360 e que para minha surpresa não ficou feia ou me desapontou em momento algum, exceto na cena de uma avalanche em que parecia uma imagem colada tremendo. Não sei dizer se foi o disco, console, mas foi hilário de tão estranho.

SOBRE A DUBLAGEM

Rise of The Tomb Raider

Outro ponto importante foi a personagem que recebeu um belo upgrade em seu visual e uma dublagem digna, realizada pela Fernanda Bullara, que além de uma excelente dubladora, ainda é uma fã incondicional da personagem. E sem fugir da dublagem do jogo, sinceramente está espetacular.

Estou habituado a jogar tudo em sua língua original, mas Rise of the Tomb Raider é um jogo que vale a pena jogar dublado.

Enquanto no primeiro títulos enfrentávamos as adversidades de uma ilha com clima tropical, aqui Lara precisa enfrentar o clima frio e sua flora repleta de ursos, tigres e lobos e águas gélidas em busca da fonte divina – Um item que concede imortalidade a quem o obtê-lo, e que Lord Croft, o pai da Lara morreu tentando encontrá-lo.

A FAUNA LOCAL E SEUS PERIGOS

Rise of The Tomb Raider

Falando em urso, achei uma grande sacada forçar o jogador a enfrentar um poderoso urso logo de cara e sem bons equipamentos. O que me fez correr desesperadamente pela neve gritando: Ai Meu Deus! Ai Meu Deus!

O jogo também traz um sistema de criação de itens para o arco, como flechas venenosas, explosivas e incendiarias. O arco ainda continua sendo a melhor arma do jogo disparado, pois não existe absolutamente quase nada que você não o faça sem ele. Principalmente nos puzzles.

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Estou pra dizer que em determinados momentos eu pensei que abandonaria a jogatina, por considerar alguns puzzles chatos demais, então lembrei que essa é a função dos puzzles, fazê-lo quebrar a cabeça. Mas depois de algumas horas de jogatinas decifra-se quase que instantaneamente o que deve ser feito.

UMA VIAGEM MARAVILHOSA

Rise of The Tomb Raider

Não importa os minutos que tome do seu tempo, quando se der conta é o mesmo sistema que deverá ser executado e isso acaba sendo meio tedioso.

É impossível não elogiar a beleza de Rise of the Tomb Raider no Xbox 360, que apesar de perder alguns pontos em relação a sua versão do Xbox One, ele segura a peteca firme e não faz feio.

O cenário é muito vivo e tudo se movimenta, desde pássaros a esquilos, coelhos e outros bichos que não lembro o nome, mas que fora uteis para a criação de alguns equipamentos da Lara.

Eu tomei muitos sustos com os animais, porque encarar tigres não é uma tarefa fácil e topar com um despreparado é certeza de óbito, caso não consiga bolar um plano de fuga. Que por sinal, é outra sacada legal, pois quando você está correndo fugindo do tigre, pelo menos no meu caso, a primeira coisa que me veio a cabeça foi: Saltarei na arvores, atirarei uma flecha venenosa e saltarei atrás dele e eliminarei com a escopeta.

MUITOS MEIOS PARA ELIMINAR

Rise of The Tomb Raider

O jogo de oferece diversas maneiras de eliminar o seu alvo e brincar bolando estratégias é algo que me conquistou bastante.

Encarar inimigos cara a cara não é uma opção e o jogo oferece diversas maneiras de você executar o seu alvo, mas precisamos melhorar nossos skills antes de se tornar o Ezio Auditore, mas não vou entrar nesse assunto porque acho chato pra cacete escrever sobre isso.

Os inimigos humanos são uma tremenda dor de cabeça conforme se avança na história, pois começam a se blindar com armaduras e capacetes, então as vezes você está feliz em cima de uma arvores mirando com a flecha na cabeça do fio de rapariga quando de repente a flecha tira o capacete e o cara alerta o bonde dele.

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Isso não é de todo ruim por elevar o nível da dificuldade e não tirar a necessidade de se ter um chefão a cada final de evento, mas reconheço que senti falta, mas por tentar se prender um pouco a realidade, criar monstrengos enormes e blindados não seria uma boa para Lara.

A lendária cidade de Kitej (Essa cidade faz parte do folclore russo) foi um excelente escolha para ser o palco da nova aventura de Lara, que mostra a que voltou nessa nova geração de consoles para representar o sexo feminino e mostrar que mulheres são tão ou mais fortes que qualquer homem.

CONCLUSÃO

Rise of The Tomb Raider

Rise of the Tomb Raider consegue ser superior ao primeiro título em diversos aspectos, porém, ao meu ver só falha em um ponto e que sequer posso expor aqui para não acabar com a diversão de quem está jogando.

Talvez ele não tenha um ótimo final e não tem mesmo, sério, mas  faz valer toda a aventura. Claro, eu queria algo mais grandioso, mas recomendo que espere pelo final dos créditos.

É sensacional! Jogue, vale a pena!

A boa notícia é que você pode ir se preparando para descobrir outra lenda local: A lenda de Baba Yaga.

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Splatterhouse | Um remake memorável https://www.arquivosdowoo.com.br/2016/01/23/splatterhouse-um-remake-memoravel/ https://www.arquivosdowoo.com.br/2016/01/23/splatterhouse-um-remake-memoravel/#respond Sat, 23 Jan 2016 00:57:00 +0000 https://www.arquivosdowoo.com.br/2016/01/23/splatterhouse-um-remake-de-encher-os/ Splatterhouse é um daqueles jogos que eu sempre quis ter o prazer de me dedicar a jogatina, mas o fato dele ficar restrito aos consoles me entristecia muito, principalmente por ser fã da franquia e não ter os malditos consoles que receberam o jogo. Só que isso mudou, a cerca de uma semana eu adquiri […]

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Splatterhouse é um daqueles jogos que eu sempre quis ter o prazer de me dedicar a jogatina, mas o fato dele ficar restrito aos consoles me entristecia muito, principalmente por ser fã da franquia e não ter os malditos consoles que receberam o jogo.

Só que isso mudou, a cerca de uma semana eu adquiri um Xbox 360 e corri atrás de alguns jogos que meu coração gamer ansiava. Claro, eu já havia jogado em 2013 no console do meu irmão, mas não é a mesma coisa – Pois eu não morei tempo o suficiente com ele para terminar o jogo.

A questão é que finalmente eu estou jogando Splatterhouse, e posso dizer que o jogo oferece uma experiencia única. Se você teve apenas contato com as versões do Arcade e Mega Drive, provavelmente vai se deliciar com as referencias e até mesmo com o fato de que o jogo oferece os três títulos clássicos para serem desbloqueados durante a jogatina.

“I’m here to kick ass and chew bubblegum and I’m all out of bubblegum”

Apesar do jogo ser lançado 2010 para o PlayStation 3 e Xbox 360, Splatterhouse não envelheceu muito mesmo depois de 6 anos.

O enredo não mudou muito e podemos dizer que os personagens ganharam uma profundidade muito maior. No clássico você apenas fica sabendo que Jennifer foi sequestrada e que você foi atacado no processo e caiu desmaiado no chão. Acordou com uma mascara no rosto e poderes do Jason Voorhees.

É, adoro o Jason, baita cara legal quando não tá trucidando adolescentes.

No jogo você começa como nos clássicos, os personagens Rick e Jennifer são atacado enquanto visitava a mansão do Dr.West para entrevista-lo. O protagonista acaba sendo ferido mortalmente por uma das experiencias malignas do Doc e cai em uma poça de sangue tão grande que nenhum absorvente feminino poderia conter.

Também puderá, as tripas dele ficaram pra fora.

FALEMOS SOBRE O GAME

Bem, o personagem acaba por topar com a mascara de satanás ou Satans Mask, que oferece uma ajudinha a Rick em troca do corpo. Por sinal a mascara é um dos personagens mais divertidos do jogo e ela está sendo incrivelmente dublada pelo grande Jim Cummings que é ninguém menos que a voz do Urso Pooh, Dr. Eggman, Shocker entre outros personagens dos desenhos animados, a lista é enorme, acredite.

Transformado pela mascara, agora Rick pode salvar Jennifer das mãos do terrível Dr. West e ainda esquartejar a todos os inimigos que encontrar em um cenário 3D e que em determinados fases alterna para o formato side-scroller. Uma homenagem a suas raízes.

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A violência também é extremamente alta e não é indicada para você que foi criado a base de danoninho, pois vai chorar toda as vezes que precisar finalizar o inimigo arrancando a bexiga dele pelo o ouvido.

Durante a jogatina também é possível coletar fotos da Jennifer pelas fases, algumas em locais difíceis de enxergar. As fotos que você coleta, pelo menos as duas que completei são da Jennifer com os seios de fora. Acredito que cincos anos atrás as coisas eram mais simples na hora de criar um jogo para adultos e sem os chorões do Facebook.

O protagonista também pode adquirir novos movimentos especiais ao coletar sangue dos inimigos que derrota. Rick consegue entrar em estado de Berserk, que faz com que seu corpo seja cobertos por ossos pontiagudos e que dilaceram facilmente a todos.

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Outro detalhe é que o corpo do personagem vai perdendo carne, o que dá a sensação de dano que você leva. Qualquer golpe mais forte e o braço de Rick é atirado ao chão, que no caso ele pode pegar e utilizar como arma.

Os inimigos gigantes também são uma das novidades e exige muita paciência para ser derrotado, visto que as vezes é preciso encará-los duas a três vezes no melhor estilo God of War, só que sem correntes e sim com os punhos.

CONCLUSÃO

Estou com algumas horas e parado no terceiro capitulo, pois as fases são bem longas, mas o auto save realmente facilita nessas horas porque dá pra morrer as vezes de maneira bem boba.

O jogo é mais que recomendado caso você procure por um título repleto de humor negro, violência e desafio.

Splatterhouse vai ser presença no console por um bom tempo ao lado do primeiro episódio de  Resident Evil Revelations 2, que em breve vai aparecer por aqui. Claro, o Netflix também tá lá, mas isso é outra história.

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Brothers: A Tale of Two Sons | Uma jornada de reflexão https://www.arquivosdowoo.com.br/2013/09/05/a-tale-of-two-sons-uma-jornada-de-reflexao/ https://www.arquivosdowoo.com.br/2013/09/05/a-tale-of-two-sons-uma-jornada-de-reflexao/#comments Thu, 05 Sep 2013 10:45:00 +0000 https://www.arquivosdowoo.com.br/2013/09/05/brothers-tale-of-two-sons-uma-jornada/ Eu não tenho problema algum ao dizer que Brothers: A Tale of Two Son, é o tipo de jogo que muito provavelmente eu ignoraria, se não fosse por um amigo muito próximo dizer maravilhas sobre a trama. Só que eu não tenho Xbox360, e como ele estava empolgado para que eu pudesse jogar o titulo, […]

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Eu não tenho problema algum ao dizer que Brothers: A Tale of Two Son, é o tipo de jogo que muito provavelmente eu ignoraria, se não fosse por um amigo muito próximo dizer maravilhas sobre a trama.

Só que eu não tenho Xbox360, e como ele estava empolgado para que eu pudesse jogar o titulo, acabou trazendo o videogame aqui em casa.

Obrigado, Erivelton!

Conforme combinado, ele trouxe o videogame e começamos a jogatina, terminando o jogo em uma tarde.  É um game relativo curto, mas não esperava que pudesse ser tão bom. Foi uma porrada no emocional tão grande que levei um tempinho para digerir tudo aquilo.

A Tale of Two Sons

O conto dos irmãos

Brothers: A Tale of Two Sons começa com a cena do irmão menor dentro de um bote tentando salvar sua mãe que está se afogando. É isso. O jogo começa com uma tragédia que marcou a vida do caçula.

E como se perder a mãe no fosse os suficiente, agora seu pai foi acometido por uma doença,  e cabe a nós jogadores ir atrás da cura.

Nesse momento ganhamos o controle dos irmãos e precisamos primeiramente levá-los até o médico o quanto antes. Aqui ensinam um pouco dos comandos, que é uma das coisas mais legais, pelo menos para mim é algo inédito. O joystick é divido dedicado a cada um dos irmãos.

LEIAM – A Noite de Jogatinas no Atari

O lado esquerdo do joystick (LT e analógico esquerdo) pertence ao irmão mais velho, enquanto o lado direito do joystick (RT e analógico direito) fica para o irmão mais novo – O cérebro leva um tempinho para se acostumar, mas depois que pega o jeito é só alegria

Depois que você passa por essa etapa, você será jogado em uma jornada em busca de uma cura para o pai dos garotos. Não existem medicamentos (ao menos foi o que deduzi, porque não entendi bulhufas nenhuma do que eles conversaram ao médico) e a única cura possível é o néctar de uma arvore que está em um reino distante.

A Tale of Two Sons

O diferencial

É ai que entra o diferencial de Brothers: A Tale of Two Sons, pois você  vai controlar ambos os personagens  de forma simultânea para solucionar os puzzles durante todo o jogo. Isso torna a experiência ainda mais interessante e aprofunda na importância que cada um dos personagens tem a trama. Eles diferem entre força e personalidade, e isso pode ser notado com inúmeras interações pelo cenários e objetos.

EDIT: Eu rejoguei recentemente a versão do Xbox One, onde é possível jogar o game com os comentários do diretor. Lá, o diretor Josef Fares explica que a equipe se dedicou  a criar uma interação única para cada um dos personagens.

LEIAM – Vasilis – Jornada em uma sociedade caótica

Olha só o tamanho do cuidado que os desenvolvedores tiveram ao conceber Brothers.

Vale a pena salientar que o jogo não tenta amenizar o impacto de uma morte, e não tô dizendo que vai rolar morte e decapitações, mas sim que coloca as crianças lidando com a morte por mais de uma vez durante todo o jogo.

Isso me causou um impacto fudido, realmente não esperava. E se por um lado o visual do jogo tenha passado a ideia que se desenrolaria uma historia bobinha, pense duas vezes.

Um mundo de dor

O game te apresenta um mundo tão problemático quanto o nosso mundo real.

Os personagens se veem forçados a lidar com guerras, monstros e até mesmo  uma tentativa de suicídio durante sua jornada. Esse contraste de que vidas estão se perdendo enquanto você tenta salvar uma, que é importante para os personagens, nos faz refletir.

Porque o mundo real é assim, não importa o quanto você queira construir algo bom, vidas vão se perdendo indiretamente durante essa busca. E isso é aplicado de um modo que você vê os personagens amadurecendo diante de toda essa dor enfrentada por eles.

Mas não pensem que o jogo faz isso de modo forçado e raso. Tudo isso ocorre de um modo sutil e executado com uma delicadeza admirável. Coisas muitos ruins acontecem, mas outras boas podem ou não acontecer, como na vida real.

Uma das mais poderosas experiências em termos de  jogos eletrônicos

Brothers: A Tale of Two Sons é um jogo curto, dá pra finalizá-lo em algumas horas, mas que certamente vai lhe proporcionar uma experiência que vai marcá-los por décadas. Olha, eu não quis me estender mais e correr o risco de estragar a jogatina de vocês, então decidi deixar o artigo um pouco curto, igual ao jogo.

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Ah, outro ponto que acredito ser interessante para a galera que gosta de caçar conquistas, é que todas as conquistas desse jogo são super fáceis de se fazer.

A segunda vantagem é que se possuem console da nova geração peguem suas respectivas versões, nela vem um extra do jogo com comentários do diretor. Vale muito a pena pra que gosta de saber sobre os bastidores.

Se alguns de vocês já terminou o jogo e quiser compartilhar sua experiência, sintam-se a vontade.

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