Arquivos Warner Bros. Games - Arquivos do Woo https://www.arquivosdowoo.com.br/tag/warner-bros-games/ Um pouco de tudo na medida certa Sun, 13 Oct 2024 15:55:07 +0000 pt-BR hourly 1 https://wordpress.org/?v=6.9 https://www.arquivosdowoo.com.br/wp-content/uploads/2020/12/cropped-logo-150x150.png Arquivos Warner Bros. Games - Arquivos do Woo https://www.arquivosdowoo.com.br/tag/warner-bros-games/ 32 32 Mortal Kombat 1: Reina o Kaos | Análise https://www.arquivosdowoo.com.br/2024/10/12/mortal-kombat-1-reina-o-kaos-analise/ https://www.arquivosdowoo.com.br/2024/10/12/mortal-kombat-1-reina-o-kaos-analise/#respond Sat, 12 Oct 2024 22:05:53 +0000 https://www.arquivosdowoo.com.br/?p=17910 Depois de uma longa espera sem grandes novidades, Reina o Kaos, a primeira expansão do Mortal Kombat 1 chegou aos consoles e PC, e a sua recepção não tem sido das melhores, mas como todos vocês que nos acompanham há tanto tempo sabem, sou um tanto cético a qualquer reação da internet. Gosto de tirar […]

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Depois de uma longa espera sem grandes novidades, Reina o Kaos, a primeira expansão do Mortal Kombat 1 chegou aos consoles e PC, e a sua recepção não tem sido das melhores, mas como todos vocês que nos acompanham há tanto tempo sabem, sou um tanto cético a qualquer reação da internet. Gosto de tirar eu mesmo a prova.

Posso dizer que os vídeo de lançamento que foram sendo lançados a medida que a data chegava, me animaram bastante, pois realmente queria tirar um pouco do gosto amargo que ficou. Quero acreditar que a NetherRealm está ouvindo a sua base de fãs.

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Mortal Kombat 1: Reina o Kaos chega com novidades, como o retorno das torres do tempo e os Animalities (que chega gratuitamente para todos) e resgata alguns personagens em novas versões, além de também servir como Kombat Pass para outros personagens ainda não liberados.

Será que agora vale a pena investir no titulo? Bem, vamos descobrir.

Reina o Kaos
Reprodução: Warner Bros Games – NetherRealm

Onde reina o Kaos

Mortal Kombat 1 – Reina o Kaos, começa exatamente do final mostrado no jogo base, onde vimos Havik e seus asseclas matando Jax nas escadarias do Armageddon. Como descobrimos na trama, Shang Tsung Titã recrutou diversos outros titãs de outras linhas do tempo, e Havik foi um desses – Que por motivo não explicado, sequer apareceu na treta que rolou nas escadarias até que ela acabasse. É.

No caso Havik tem como objetivo reunir as Kamidogu e alimentá-las com energia do tempo e mesclar todas as linhas, por fim, causar um caos inimaginável. O que em teoria parece bem interessante e muito mais interessante do que os caminhos tomado no jogo base, e ai reina o kaos dessa expansão.

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Ela é uma bagunça completa, com muita coisas sendo jogada na trama para estender o seu tempo, talvez. Não sendo o bastante, ainda nos forçam a jogar com personagens desinteressante por mais  tempo do que gostaríamos. É uma trama que se arrasta e não apresenta nada realmente interessante para te prender pelas quase 3 horas de jogatina para zerar.

Sendo bem direto ao ponto, o objetivo do vilão é até interessante e você realmente espera ver onde a NetherRealm vai te levar com isso, mas ela simplesmente te pega pela mão e o joga a vários diálogos enfadonhos e descaracterização da personalidade de Bi-Han, que do nada se tornou um cara pavio curto e que pensa muito pouco antes de agir, como saltar em um vórtice sozinho atrás de Havik. São detalhes que incomodam a medida que vamos avançando no modo campanha.

Reina o Kaos
Reprodução: Warner Bros Games – NetherRealm

Os três novos personagens

Reina o Kaos, também nos traz de volta personagens do passado que gostaríamos ter visto logo no jogo base, são eles Cyrax, Sektor e Noob Saibot. Como tudo agora usa do artificio da linha do tempo para fazer experimentações, não foi diferente na expansão.

Enquanto Noob deixou de ser uma alma corrompida para se tornar um arauto do Kaos sob os cuidados de Havik, a Cyrax e a Sektor são mulheres humanas que utilizam de uma roupa cibernética para combate que possui um design bem legal – Apesar de que o projeto Cyber Lin Kuei não precisava necessariamente consistir em armaduras. Podiam ter levado em consideração o arco da Frost em Mortal Kombat 11 que havia se transformado em uma androide com traços femininos mesclando metal e tecido orgânico. Eu não acharia ruim terem seguido por esse mesmo conceito, MAS, todavia, entretanto, tá valendo.

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Eu sei, eu sei, eu sigo na busca de tentar encontrar coerência dentro de um jogo de luta, o que por si só é um absurdo, mas não consigo evitar. Por exemplo: Durante uma conversa com um amigo a respeito das armaduras Cyber Lin Kuei, ele me disse que uma das razões era precisar-se de um rosto para ser visto durante os fatalities. OK, temos um ponto, mas desde Mortal Kombat X temos androides e isso nunca foi um impedimento para a realização dos golpes executores. Sinceramente, só alteraram porque sim e tá tudo certo.

Reina o Kaos
Reprodução: Warner Bros Games – NetherRealm

Não seria a primeira vez que temos os ninjas na forma humano, eles já estiveram presentes em Mortal Kombat 9, então tá tudo certo. E quanto a mudança de gênero das personagens, isso não altera absolutamente nada no gameplay, sendo bem divertido jogar com ambos os personagens. Só senti falta do gancho que Sektor possuía nos jogos anteriores

Por outro lado temos Noob Saibot que está simplesmente insano, sendo uma excelente aquisição a expansão. Posso dizer que os três personagens sem sombra dúvida agregam muito ao jogo, o ponto negativo é que não podem ser adquiridos fora da expansão, sendo necessário comprar a expansão fechada só para ter acesso aos personagens.

O gameplay dos três personagens são bem singulares, mas o de Noob Saibot é um dos poucos que ainda se assemelha ao que conferimos antes em MK11.

Reprodução: Warner Bros Games – NetherRealm

Grandes novidades?

Em Reina o Kaos é notável que o jogo melhorou muito sua performance no Xbox Series S, que é o console que pude jogar o jogo. Outro detalhe que senti melhora foi a velocidade do jogo, que agora está um pouco mais dinâmico e faz com que o gameplay flua muito melhor.

Posso dizer que o retorno do modo torre é sem dúvida outra novidade que realmente me agradou, pois o modo invasão segue sendo uma experiência quase torturante de se passar para conseguir cosméticos e execuções. Tem sim lá o seu desafio e até um público cativo, e a NetherRealm segue se esforçando em tentar tornar a experiência minimamente interessante, mas por enquanto não o conseguiu, infelizmente – É  muito mais divertido investir tempo nas torres do tempo para conseguir os cosméticos e elevar o nível do personagem do que enfrentar os desafios do modo invasão.

Não temos grandes novidades, mas ao menos uma delas é sem dúvida uma das melhores adições que chega com expansão e de maneira gratuita: Animality. Sim, ainda continua divertido esse modo de executar o seu adversário, e ainda não deixa de ser bem nostálgico. A última vez que pudemos ver um Animality foi em Mortal Kombat Trilogy, então é um pouco empolgante realizar cada uma das execuções animais.

Reina o Kaos
Reprodução: Warner Bros Games – NetherRealm

Konclusão

Depois de concluir Mortal Kombat 1: Reina o Kaos, ainda sigo com um gosto um pouco amargo por tudo o que a NetherRealm tem feito com o titulo. Por mais que cobrar um modo campanha decente e com um roteiro melhor pareça ser um tanto absurdo, não dá pra deixar de levar em conta que a série MK se tornou referência em seu modo campanha.

Se em Mortal Kombat X e Mortal Kombat 11 pudemos ter uma história que tem sim lá seus exageros, mas ainda é capaz de se costurar e levarmos nossa a atenção para algum lugar. O mesmo não acontece com Mortal Kombat 1: Reina o Kaos. Como disse algumas parágrafos acima, eles tentam nos levar para algum lugar, mas simplesmente não levam a ponto algum e tudo parece raso e quase mal escrito, visto nada faz sentido para o rumo que é construído em sua trama.

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O gameplay está um pouco melhor, de fato, o que é um ponto muito positivo para quem gosta de um jogo mais dinâmico. Notei que durante todas as lutas, raramente precisava fazer uso dos Kameos, mas quando os usava, notei está respondendo de maneira bem fluido a sua entrada durante uma cadeia de combos ou quebra deles. No mais, existe também um fator preocupante que é o preço da expansão que está saindo por R$229,99 no PC e R$249,90 nos consoles.

Tudo bem que ela oferece mais três personagens convidados, como o T-1000, de Exterminador do Futuro, Ghostface, de Pânico e Conan, o Bárbaro. Só que o valor ainda está um tanto elevado e restringir Cyrax, Sektor e Noob Saibot a expansão não melhora em nada a situação de Mortal Kombat 1 perante aos fãs, mas ao menos é conteúdo novo. Quanto mais conteúdo melhor, mas a que custo, hein.

Só nos resta torcer para que uma nova expansão traga ainda mais conteúdo e melhore a campanha, que infelizmente está uma bagunça no pior sentido.

Nota: 7/10

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Mortal Kombat 1: Reina o Kaos está disponível para PC, Xbox Series S|X e PlayStation 5 e Nintendo Switch, e esta análise foi feita com uma chave digital de Series S|X gentilmente cedida pela Warner Bros. Games.

 

 

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Eu sou um grande fã de Mortal Kombat e todos que me conhecem a um tempo sabe disso, afinal, sempre que posso enalteço essa paixão pela franquia nas redes sociais. E com o anúncio de Mortal Kombat 1 eu não poderia ter ficado mais empolgado para conferir todas as novidades que esse novo capitulo na história da franquia nos reservaria.

Preciso frisar que uma das coisas que mais me chamou a atenção foi os Kameos, um elemento novo adicionado ao gameplay que estávamos habituados. Pensei comigo, seria essa a única mudança?

Bem, a resposta obviamente é não. NetherRealm Studios decidiu literalmente dar uma repaginada em muita coisa, e fico feliz que graças a Warner Bros. Games, que nos forneceu uma chave em antecipado,  eu pude jogar o suficiente para compartilhar com todos vocês a minha experiência.

Selecionem o seu guerreiro mais forte e junte-se a mim para mais um Mortal Kombat!

Créditos: NetherRealm Studio – Warner Bros. Games

MODO HISTÓRIA E A NOVA LINHA DE TEMPO

Quem jogou Mortal Kombat 11 sabe os motivos pelo qual esse novo titulo recebe o numeral 1, então caso você não saiba, eu recomendo que jogue o titulo anterior, pois vale muito a pena e não quero estragar a sua experiência.

Em resumo, uma nova linha do tempo se formou e Liu Kang agora é novo protetor dessa linha e cabe a ele recrutar os guerreiros que vão representar o plano terreno durante o torneio Mortal Kombat que acontecerá na Exoterra . Tratando-se de uma nova linha do tempo, muitas figuras que conhecemos agora possuem uma história diferente daquela que estávamos habituados.

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Nesse sentido, eu acredito que a NetherRealm acertou em cheio, pois conseguiu desenvolver melhor seus personagens e motivações, principalmente Baraka, Reptile entre outros que sempre foram deixado de lado. O que dá um certo charme a essas figuras tão querida pelos fãs. Por outro, acredito que o desenvolvimento do modo história de Mortal Kombat é um tanto bagunçada e lá pelo final até meio apressado, pois ao mesmo tempo que desenvolve os personagens, sua relevância é esquecida muito rapidamente a medida que os capítulos avançam.

Para vocês terem uma noção, lá para o meio do modo história muito dos personagens que tiveram uma relevância inicial sequer são citados ou mesmo convidados a participar dos embates. Simplesmente são deixados de lado. É. Não que um jogo de luta tenha a obrigatoriedade de entregar um roteiro nível Martin Scorsese.

Mortal Kombat 1 conta com 15 capítulos, uns mais longos que outros, mas o modo história pode ser finalizado em aproximadamente umas 6 horas se pegar firme. Eu recomendo você ir sem muita pressa e se atentar aos detalhes para melhor apreciação.

Mortal Kombat 1
Créditos: NetherRealm Studio – Warner Bros. Games

ESTÉTICAMENTE

Mortal Kombat 1 tem os melhores cenários de sua franquia até agora, pois contam com áreas mais claras e um trabalho de iluminação excepcional. Impressiona ver o quão vivo é o cenário e toda as movimentações acontecendo ao fundo enquanto temos partículas correndo pela tela e sangue sendo atirado na nossa cara. Coisa linda de se ver.

É visível a preocupação do NetherRealm Studio com a estética de Mortal Kombat, que deixou de ser aquela monstruosidade caricata da sua era 3D para se tornar referencia de realismo em jogos de lutas. No entanto, eu fiquei com a impressão que todo mundo tem uma cara meio parecida. É um ponto que me pegou, pois as vezes sentia como se tivesse sido reaproveitado o modelo de rosto para criar a de outros personagens, ao menos foi essa a impressão que tive,  mas isso pouco importa para o gameplay, certo?

Mortal Kombat 1 se apresenta superior se comparado em diversos aspecto com seus antecessores, principalmente se os colocá-los lado-a-lado, seja por sua movimentação quanto por todos os detalhes de iluminação.  Os personagens ficam feridos ao longo do combate, o piso fica todo marcado com respingos de sangue, cada golpe levado ou aplicado deixará alguma marca.

O que é bacana de ver, visto que esse recurso tem sido aprimorado ao longo dos anos, desde o Mortal Kombat 9 se não me engano, mas em Mortal Kombat 1 parecem ter alcançado o ápice que podia com esse recurso. Todo fim de luta podemos ter uma noção se a luta foi equilibrada ou não.

Mortal Kombat 1
Créditos: NetherRealm Studio – Warner Bros. Games

MODO INVASÃO

Uma das novidades de Mortal Kombat 1 é o seu MODO INVASÃO. Ele tomou o lugar da famosa Krypta, que pelo menos ao meu ver era um dos extras mais legais de MK, para nos entregar uma experiência de RPG um tanto medíocre e com o propósito de nos fornecer cosméticos e desbloquear fatalities e brutalities.

Ele até nos conta uma história para justificar os combates e tudo mais,  inserindo o personagem de alguma linha do tempo como vilão e que nos cabe correr por um  cenário em forma de tabuleiro enfrentar tudo e a todos e aguardar a próxima temporada. Como confirmado pela NetherRealm, esse modo funcionará em forma de temporadas, então ao fim dessa, a próxima virá com promessas de novas skin e outros cosméticos.

O MODO INVASÃO, visualmente, é muito bonito, mas é tão cansativo que insistir com ele só será interessante para as pessoas que são malucas por desbloquear novas roupas entre outros itens de personalização do personagem. Para terem uma ideia, nem os combates nesse modo nem são lá desafiadores, pois a inteligência artificial empregada aqui não é das melhores. Muito do desafio é em virtude dos modificadores e escudos que alguns personagens possuem. Levando em consideração que podemos aumentar os atributos dos nossos personagens, dependendo do atributo mais forte que você tiver, vai passar fácil.

Talvez quem esteja chegando agora a franquia até pode se interessar por este modo, mas os veteranos da franquia provavelmente vão torcer o nariz. Dica: se você elevar o ataque ao máximo, você derrota muito facilmente os inimigos e tudo se torna ainda mais cansativo.

Também tem o santuário onde você vai gastar todas as moedas que ganhar jogando no modo, desse modo desbloqueando moedas de fatality fácil, artwork e por ai vai.

Créditos: NetherRealm Studio – Warner Bros. Games

Kameos e o Kombate

Mortal Kombat 1 deixou de lado algumas das características que eu particularmente gostava nos títulos anteriores, e abraçou um sistema de combate mais simplificado e refinado e, introduziu um novo elemento, os Kameos.

Essa grande novidade ao meu ver foi muito pensada nos jogadores hardcore e competitivo. Onde os Kameos podem ser usados em combinações em que você podem estender os combos e variar um pouco, mesmo que grande parte dos combos sejam um pouco repetitivo – O Kameo entra para apimentar nesse sentido.

Eu, como um grande fã off-line, não fiquei lá muito empolgado. Os kameos não possuem um motivo na narrativa para estarem aqui. Quer dizer, se você levar em conta a resolução do modo história como pretexto, TALVEZ, convença, mas precisa fazer uma forcinha. E nem estou falando a respeito do kameos que são os personagens do modo história que nos auxiliam durante o combate, mas sim os que estão disponíveis nos outros modos logo de cara.

Cada Kameo conta com um comando que pode ser ativado pressionando RB se você estiver no Xbox ou R1 se estiver no PlayStation. Eles possuem comandos próprios que devem ser executados enquanto você pressiona, assim garantido alguma vantagem no combate. Há uma barra individual que após cada ativação será recarregada automaticamente, e dependendo do golpe que você usar, ou ela é usada inteira ou parte dela, e depois retornará ao estado de recuperação. Não dá pra usar a torto e a direito, então é preciso ficar de olho.

Caso tenha desgostado o suficiente para querer remover essa opção, saiba que os Kameo não podem ser removido, é parte fundamental da jogabilidade atual. De qualquer modo eu não enxergo isso como algo ruim. É uma novidade muito bem-vinda, até porque podemos rever personagens clássicos, o que mostra que a NetherRealm está de olho nos comentários da comunidade – Talvez não como eu esperava – e tentou inovar a formula que conhecíamos.

Há uma quantidade interessante de combos a serem executado, mas eu fiquei um pouco incomodado com a velocidade do jogo que é muito mais devagar que o seu antecessor. Levei algum tempo até me acostumar, pois como andava jogando Street Fighter 6 com uma frequência muito maior, acabei que estranhei muito o quanto lento é o gameplay de MK1. Para tirar a dúvida eu instalei o MK11 e não foi surpresa notar a discrepância em termos da velocidade dos comandos de um jogo para o outro.

Créditos: NetherRealm Studio – Warner Bros. Games

Menu e Personalização

Se em Mortal Kombat 11 tínhamos um menu recheado, por aqui as coisas mudaram e a NetherRealm optou por um formato minimalista. Onde todos as opções podem ser acessadas logo de cara sem adentrar outras páginas de menu. E apesar dessa escolha de design, talvez o maior problema é o seu sistema de personalização de personagem.

Nele você precisa voltar a todo momento, caso queira trocar a skin do seu personagem. Uma decisão ruim, afinal, sempre tivemos a opção de trocar a skin do personagem no menu de seleção de personagem. Logo nos fazer sair do modo em que estamos para ir até o kustomizar e desequipar a personalização é no mínimo pouco intuitivo.

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Se você garantiu o jogo em sua pré-venda e recebeu a skin do Jean Claude Van-Damme, para usá-la no Johnny Cage será necessário sair do modo de seleção de personagem, ir até o kustomizar, equipar a skin e os acessórios que quiser, depois voltar ao modo que você quer jogar. Cansou da skin? Então vai ter que repetir isso a todo o momento.

É difícil entender as razões pela qual removeram a opção de alterar a skin do personagem do menu de seleção de personagem. Realmente não foi uma boa ideia. Se Street Fighter 6 mantém essa opção, porque diabos o Mortal Kombat que traz essa opção desde o MKX iria retirar?  Nunca descobriremos.

Créditos: NetherRealm Studio – Warner Bros. Games

Problemas?

Ainda é muito cedo para bater o martelo, mas tive alguns probleminhas e o mais evidente foi capítulos finais do modo história, onde algumas lutas o frame caiu absurdamente, ao ponto da luta ficar em câmera lenta e retomando em alguns intervalos. E pontuo isso como alguém que raramente reclama de quedas de frame,  mas em um jogo de luta isso fica evidente e compromete parte da experiência. Curiosamente off-line foi o único problema que tive.

Nas partidas online, que por conta do acesso antecipado não tinha muita gente jogando, eu tive o mesmo problema. OK, aqui pode ser o ping, certo? Então esperei o lançamento e lá fui jogar novamente e em novamente o mesmo problema. Sai do jogo, chequei a internet e tudo certo.  Voltei, enfrentei o mesmo oponente e correu tudo bem, mas no próximo, novamente o problema.

Como o próprio jogo faz o pareamento, cogitei que ele não tivesse selecionando o oponente com base na estabilidade de conexão, e tive enlouquecendo. Oras, não sou lá um entusiasta do online de Mortal Kombat, então achei passável e acredito que isso possa ser melhorado em futuras atualizações e, quem sabe pego algum gosto por seu online. Já que o seu modo história não é lá muito desafiador.

Inclusive temos um dos chefes mais fáceis dos últimos tempos. Se em Mortal Kombat X o Shinok corrompido era uma pedra no sapato e em Mortal Kombat 11 a Kronika nos macetava feito um inseto, nesse daqui é um passeio no parque com direito a sorvete de casquinha, a batalha só acontece porque, bem, precisava acontecer em razão da narrativa.

BLIND KOMBAT

Dedico um parágrafo aqui para mostrar ponto que realmente merece muitos aplausos, é o seu modo de acessibilidade. Em Mortal Kombat 1 a NetherRealm pensou na comunidade e trabalhou em cima disso para entregar uma experiência para a comunidade PcD.

É muito prazeroso perceber como as desenvolvedoras tem se atentado a essa comunidade e trabalhado para tornar seus titulo atraentes e acessíveis. E eu não me enxergo com a pessoa mais adequada para falar a respeito, por isso peço a todos para conferirem o canal Blind Kombat. Um projeto incrível e que fora idealizado pelos amantes de jogos de luta, Wzy, CarolTheQueen e Yago Gonçalves, que produzem um conteúdo incrível sobre jogos de luta para a comunidade PcD.

Jogos de vídeo game devem ser para todos, sem exceção, independente de cor, raça ou gênero.

Créditos: NetherRealm Studio – Warner Bros. Games

KONCLUSÃO

Mortal Kombat 1 é um dos títulos mais aguardados desse ano, e apesar de alguns pontos que não me agradaram e talvez muitos outros fãs, ele não faz feio. Entrega uma experiência tão grandiosa quanto a dos jogos anteriores em termos de história, mas peca em aspectos simples como o menu e o seu Modo Invasão que não é nem um pouco atraente e também os problemas pontuais que  citei acima.

Temos umas das trilhas sonoras mais gostosas de ouvir de toda a franquia, e ouvir novamente a trilha sonora clássica reformulado chega a nos tirar um sorriso nos lábios. Fica fácil reconhecê-las, uma vez que estão atreladas há alguns cenários antigos também reformulados. Eu sei que soa repetitivo, mas a NetherRealm Studio mandou bem ao criar uma nova linha de tempo. Isso a permitirá explorar muitos personagens antigos e até dar a eles algum protagonismo.

Quanto aos Kameos, eu ainda estou em processo de digestão com eles. Realmente esperava alguma profundidade que fosse além da usabilidade no combate, mas tá tudo bem. Obviamente que qualquer outro que jogue fervorosamente o titulo a sério no competitivo vai morrer de amores, mas um casual não vai se empolgar muito com as partidas que encontrará no online. São sanguinárias e desmotivadora para quem quer começar.

No geral, Mortal Kombat 1 me agradou e vai entreter os casuais por um bom tempo, vai depender de como a NetherRealm alimentará esse jogo até o Mortal Kombat 2 – E que espero que não seja uma nova linha, vamos manter essa. Não vai demorar para que novos personagens cheguem, como os aguardados Capitão Pátria, Omni Man, Takeda entre outros.

Mortal Kombat 1 vale o investimento se você é um grande fã da franquia, seja casual ou não. Só não crie grandes expectativas com conteúdo off-line, pois este aqui, ainda mais do que seu antecessor foi pensado para o modo competitivo.

Nota: 8.5/10

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Mortal Kombat 1 está disponível para PC, Xbox Series S|X e PlayStation 5 e Nintendo Switch, e esta análise foi feita com uma chave digital de Series S|X gentilmente cedida pela Warner Bros. Games.

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Mortal Kombat 11 Ultimate | Redefinindo sua história https://www.arquivosdowoo.com.br/2020/12/15/mortal-kombat-11-ultimate/ https://www.arquivosdowoo.com.br/2020/12/15/mortal-kombat-11-ultimate/#comments Tue, 15 Dec 2020 15:19:08 +0000 https://www.arquivosdowoo.com.br/?p=6206 Mortal Kombat 11 Ultimate chegou e  com diversas melhorias para se adequar ao início da nova geração. E não apenas isso, também acompanha todos os kombat packs lançados até o momento, além da adição do modo personalizado nos modo online. Mas não é só isso, MK11 também oferece uma das melhores experiência da franquia desde […]

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Mortal Kombat 11 Ultimate chegou e  com diversas melhorias para se adequar ao início da nova geração. E não apenas isso, também acompanha todos os kombat packs lançados até o momento, além da adição do modo personalizado nos modo online.

Mas não é só isso, MK11 também oferece uma das melhores experiência da franquia desde que deixou os consoles 16 Bits. E eu como um grande fã da franquia, não poderia me sentir mais contente com a oportunidade de escrever a respeito do jogo.

É isso, vista sua melhor roupa de combate e prepare-se para Mortal Kombat 11 Ultimate.

Mortal Kombat 11 Ultimate

Mortal Kombat é uma franquia que vem se reinventando ao longo dos anos, sempre na busca de se manter relevante no meio, mesmo que alguns títulos não tenham caído no gosto do povo até a chegada de MK9.

O NetherRealm Studios abandonou aquele formato 3D que vinha tentando emplacar desde MK4 e acabou voltando as origens com o 2D. Esse foi o pontapé inicial para uma sequencia de melhorias absurdas até chegarem em MK11.

Podemos alegar de antemão que Mortal Kombat 11 Ultimate seja o ápice da franquia, não só aspecto de campanha, como também em seu combate.

UM NOVO KOMBATE MORTAL

Mortal Kombat 11 Ultimate

MK11, em minha opinião, talvez seja o titulo da franquia com o melhor roteiro até o presente momento, mesmo sendo um pouco confusa, ainda faz uso da famosa viagem temporal para preencher alguns pontos deixado por títulos anteriores.

A história é dividida em duas partes,  sendo que na principal  somos apresentados a antagonista Kronika e sua ambição de mudar os eventos de MKX, e trazer o equilíbrio a linha do tempo, que foi bagunçada devido a interferência de Raiden ao longo da franquia.

E enquanto na  parte 2 (Expansão do game), AFTERMATH, lidamos com as consequências de se derrotar Kronika e o seu plano. Para tal, personagens clássicos estão de volta em busca de amenizar o impacto de se derrotar uma titã e sua nova era.

Em meio a tudo isso temos os personagens clássicos e novos se digladiando em um kombate mortal.

O que talvez só nos cause ainda mais confusão se tentarmos encaixar tudo, mas funciona para o enredo, mesmo que deixando alguns outros buracos, como a pergunta: Onde foi parar o restante da galera?

PANCADARIA DE QUALIDADE

Mortal Kombat 11 Ultimate

Mortal Kombat sofreu uma grande mudança em sua jogabilidade ao longo dos anos. E se em MKX o resultado era bom, aqui tudo ficou ainda mais refinado, tornando até um pouco mais complexo para se dominar totalmente na primeira jogada.

Você pode fechar o modo campanha utilizando de comandos mais simples e kombos curtos. O jogo não te pune de modo algum por conta disso, mas entender toda a nova mecânica é essencial. Principalmente se quiser arriscar-se no versus online.

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Das novidades ainda temos a reformulação do X-Ray, golpe poderoso que nos apresentava uma animação visceral e marcou o retorno do sucesso da franquia. Agora ao invés dele temos o Fatal Blow, que pode ser usado apenas uma vez por round e quando a energia estiver muito baixa.

O Fatal Blow é um golpe pensado para mudar o rumo do combate, dando alguma vantagem caso as coisas não estejam indo tão bem, afinal, só fica disponível com a energia abaixo dos 30%. Errar não é uma opção boa, mas quando se acerta é um deleite visual.

E mesmo que o jogo esteja um pouco mais lento se comparado ao anterior, ele ainda pode ser bem punitivo, principalmente na luta contra Kronika que é  uma das mais difíceis do game.

FATALITIES & FATAL BLOW

Os fatalities sempre foram a cereja nesse bolo de carne que é o Mortal Kombat, logo aqui não seria diferente. O NetherRealm realmente deu a devida atenção a cada uma das finalizações contidas no game.

Todos são muito legais, uns mais que os outro, mas no geral todos vão saciar a nossa sede por sangue. E mesmo que os fatalities não tenham ligação direta com o Fatal Blow, vale ressaltar que particularmente não gostei muito do visual.

Se você executa um golpe forte, ele vai ter uma animação em  câmera lenta com os órgãos internos sendo destroçados. É uma herança do X-Ray que agora é parte integral dos ataques fortes e não necessita de uma barra para executá-los.

Enquanto na execução dos Fatal Blow você tem uma animação com sangue aos montes e um trabalho de captura de expressão muito competente, uma pena não terem ido mais além e acrescentado a ruptura visual da pele partida nesses momentos.

Outra novidade são as barras  de ataque e defesa que são acessadas pelo R1/RB, permitindo um ataque mais forte ou uso de itens no cenário para ataque ou defesa. Depois de usada leva um tempo para recuperar, mas sempre vale a pena.

A NOSSA DISPOSIÇÃO

Depois de terminar a campanha e a expansão você tem a disposição uma grande quantidade de coisas para se fazer. Desde a personalização dos personagens, que possui uma variedade muito grande disponível ao jogador.

Na medida que você vai lutando seja nas torres ou modo versus, mais itens cosméticos e moedas são ganhos. Tudo isso permite que você deixe seu personagem favorito como quiser ao acessar o Kustomizar.

Nessa versão Ultimate podemos personalizar o nosso personagem e usá-lo em partidas online. O que antes não era possível.

Nas torres dos tempo você garante novas skins, moedas e fatalities a medida que se derrota uma por uma. O que é interessante é que assim como em MKX tinhas as torres especiais, aqui essas torres garantem efeitos durante o combate, seja contra ou ao seu favor.

Temos também os Konsumíveis para se usar durante o kombate, algo que traz uma nova dinâmica ao lidar com essas torres.

Todas as moedas ganha são usadas na Kripta, para que possa abrir os baús. Não muito diferente do game anterior, exceto que aqui controlamos um personagem em terceira pessoa e não em primeira pessoa.

O MELHOR DE SUA GERAÇÃO

Se olharmos para o Mortal Kombat 11 Ultimate levando em conta apenas o seu visual, de fato é o mais belo da franquia. Ao ponto de fazer o seu antecessor parecer feio se ambos forem colocados lado-a-lado.

Não me levem a mal, mas raramente me dou ao trabalho de avaliar esse aspectos mais técnico de um game, exceto quando esse seja um problema. O que não é o caso aqui, onde as texturas e as expressões faciais são incríveis e saltam aos nossos olhos.

Um game para ser bom não necessariamente precisa ser bonito, contanto que o objetivo principal seja alcançado, nesse caso entreter em todos os aspectos.

Se pensarmos que MKX chegou aos consoles em 2015 e MK11 saiu em 2019. É espantoso como tudo melhorou tanto, desde visualmente a mecanicamente em tão pouco tempo.  Lembrando que desde MK9 o espaço entre as sequencias tem sido de quatro anos!

Muita coisa mudou e foi reformulada para melhor e sem deixar a essência da franquia de lado. Isso causou algum furor, principalmente no aspecto estético das roupas femininas e modelos das personagens.

No fim nada disso interfere na qualidade do produto final e ainda entrega personagens femininas tão duronas quanto qualquer outro protagonista masculino, alias, as mulheres ganham tanto destaque na trama quanto os homens.

CONCLUSÃO

Mortal Kombat 11 Ultimate resgata personagens antigos ao longo de sua história e introduz novos, além de buscar na cultura pop outras figuras que talvez nunca esperássemos ver novamente em um jogo, como Spawn, Rambo e o T-800.

Fora isso temos outros personagens que surgem ao longo da campanha e podem vir a surgir em algum novo pacote de expansão. Ou até mesmo do titulo anterior. E olhando para o fato de que MK11 Ultimate contém todos os pacotes até o momento, não sei se possamos ter conteúdo novo tão logo, mas espero estar errado, pois  o game ainda está tão fresco.

No quadro geral o game é um dos melhores que os amante de jogos de luta vão experienciar. E se eu que não sou um jogador hardcore do gênero consigo me divertir muito, não tenho duvido que será uma ótima porta de entrada para quem queira iniciar na franquia.

Em breve trarei mais conteúdo sobre minha experiência com Mortal Kombat 11 Ultimate, afinal um game como esse merece mais atenção.

O game está disponível para PC, Nintendo Switch, PlayStation 4, Xbox One, PlayStation 5 e Xbox Series S/X.

Essa análise foi feita com uma cópia digital de Xbox One cedida pela distribuidora do jogo.

 

 

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