Arquivos Requiem - Arquivos do Woo https://www.arquivosdowoo.com.br/tag/requiem/ Um pouco de tudo na medida certa Sun, 15 Mar 2026 21:19:33 +0000 pt-BR hourly 1 https://wordpress.org/?v=7.0.3 https://www.arquivosdowoo.com.br/wp-content/uploads/2020/12/cropped-logo-150x150.png Arquivos Requiem - Arquivos do Woo https://www.arquivosdowoo.com.br/tag/requiem/ 32 32 Resident Evil Requiem | Terror e ação em equilíbrio https://www.arquivosdowoo.com.br/2026/03/14/resident-evil-requiem-analise/ https://www.arquivosdowoo.com.br/2026/03/14/resident-evil-requiem-analise/#respond Sat, 14 Mar 2026 23:24:06 +0000 https://www.arquivosdowoo.com.br/?p=21842 Uma das coisas mais interessantes sobre Resident Evil é como cada novo capítulo ainda consegue gerar expectativa. Mesmo depois de tantos anos, cada anúncio da série ainda soa como um pequeno evento para quem acompanha a franquia. E com Resident Evil Réquiem não poderia ser diferente. Com algumas horas de jogatina nas costas e avançando […]

O post Resident Evil Requiem | Terror e ação em equilíbrio apareceu primeiro em Arquivos do Woo.

]]>
Uma das coisas mais interessantes sobre Resident Evil é como cada novo capítulo ainda consegue gerar expectativa. Mesmo depois de tantos anos, cada anúncio da série ainda soa como um pequeno evento para quem acompanha a franquia. E com Resident Evil Réquiem não poderia ser diferente.

Com algumas horas de jogatina nas costas e avançando lentamente pelo mapa enquanto controlo Grace Ashcroft, posso dizer que o jogo faz questão de lembrar o jogador de algo que a série sempre fez muito bem: criar tensão. Seja pela escassez de recursos, pelos corredores escuros ou pelos encontros inesperados com criaturas que claramente não deveriam estar ali.

Resident Evil Réquiem marca o nono capítulo da franquia principal e chega com a promessa de entregar mais uma jornada repleta de sustos e ação. Sim, podemos dizer que o elemento ação veio para ficar na série, mas sem deixar de lado aquilo que sempre definiu Resident Evil: o survival horror.

LEIAM – Resident Evil Village | A Jornada de um Pai

Lançado em 27 de fevereiro, Resident Evil Réquiem foi muito bem recebido pelos fãs e demais jogadores, que rapidamente inundaram as redes sociais com suas impressões. É até curioso perceber como a franquia ainda consegue manter tamanha relevância depois de tantos anos.

Nesse novo capítulo estamos no controle da novata Grace Ashcroft e do veterano Leon S. Kennedy, enquanto tentamos descobrir quem é o responsável por uma série de assassinatos misteriosos envolvendo ex-residentes de Raccoon City – e os motivos por trás dessas mortes.

E como já estou com algumas horas de Resident Evil Réquiem, absorvendo cada momento da jogatina enquanto avanço pelo jogo, achei que era uma boa hora de vir aqui compartilhar com vocês as minhas primeiras impressões.

Bem, chega de enrolação.

Pegue sua lanterna e me acompanhe.

Reprodução: Capcom

O survival horror

Uma das reclamações constantes sobre Resident Evil ao longo dos anos, além de terem abandonado a câmera fixa – que ao meu ver não faz falta nenhuma – é o survival horror. O título ganhou mais ação e passou a consistir muito mais em enfrentar os inimigos enquanto armado até os dentes do que propriamente evitá-los. Resident Evil Réquiem, por outro lado, faz o inverso: ele abraça os dois elementos e os divide dentro de um mesmo jogo.

De maneira obrigatória você beberá do puro suco do survival horror quando estiver jogando com Grace, se vendo percorrendo o cenário com pouquíssimos recursos e um inventário restrito, o que te força a fazer um gerenciamento dos itens que carrega e tentar evitar o combate na medida do possível. Ela também é fisicamente mais fraca que Leon, então embates corpo a corpo não são a melhor opção – algo que descobri bem cedo enquanto jogava com ela.

LEIAM – Resident Evil 3 Remake depois do hype

Eu te garanto que você ficará tenso durante as sessões em que jogará com Grace, principalmente ao topar com inimigos especiais que você precisa evitar para preservar recursos. Vou compartilhar com vocês que não esperava morrer logo no começo, mas por hábito acabei indo para o confronto direto e fiquei espantado ao ver que esses inimigos especiais são verdadeiras esponjas de bala. Claro, Grace utiliza uma pistola, então o seu dano é moderado.

Uma coisa que gostei bastante nesse jogo é que os zumbis não são mudos. Eles possuem vozes e estão replicando comportamentos de quando ainda estavam vivos, o que transforma completamente a atmosfera do jogo. Um dos momentos que mais me surpreendeu foi uma empregada presa em um banheiro que está limpando freneticamente um espelho, lambuzando-o de sangue. Uma cena realmente aterrorizante.

Percebo que Resident Evil Réquiem consegue nos ganhar nos detalhes, pois ele vai construindo uma atmosfera opressora, onde nenhum canto é realmente seguro, nem mesmo aquele onde você derrotou um zumbi, que pode simplesmente se transformar em uma versão mais mortal do que a que enfrentou antes. Essa insegurança realmente consegue impactar o jogador.

Reprodução: Capcom

Jogando com Leon

Fica evidente logo no primeiro momento em que controlamos Leon no prólogo do jogo que seu gameplay é mais focado no combate e pensado para ser mais direto ao ponto, sem nos preocuparmos tanto com puzzles. Enquanto você se esgueira com Grace, com Leon você parte para o ataque e usa tudo o que tem para derrubar o que surgir em sua frente. O jogo também muda nesse aspecto: o volume de inimigos que enfrentamos com Leon é muito maior do que aquele enfrentado por Grace.

O Leon desse jogo é mais velho e até um pouco divertido, usando frases engraçadas como “fiz o cardio do dia” ao derrotarmos uma leva de zumbis.

O inventário do personagem também é muito maior, no estilo maleta, como o de Resident Evil 4, o que possibilita carregar muito mais itens e se preocupar menos com gerenciamento de recursos. Como disse no parágrafo acima, a preocupação aqui é derrotar os inimigos e avançar na história. O que não significa que seja uma tarefa fácil, pois exigirá do jogador movimentos rápidos e um bom uso do sistema de parry.

Vale a pena mencionar como o parry nesse jogo é essencial e permite evitar quase todo tipo de dano dos inimigos, desde aqueles que fazem uso de arma branca até os que utilizam motosserras.

Reprodução: Capcom

Terceira ou primeira pessoa?

Durante o lançamento do jogo foi comentado que, ao jogar com Grace, o recomendado era utilizar a primeira pessoa, e com Leon, a terceira pessoa. Isso acontece por conta de como são distintos os seus gameplays. Grace lida com ambientes escuros e com inimigos espalhados pelo cenário, além de ser mais fraca, o que exige que você ande de maneira furtiva grande parte do tempo, enquanto com Leon é o oposto.

No meu ponto de vista, Resident Evil precisa ser jogado em terceira pessoa. Por mais que Resident Evil Village tenha sido um bom título, ele posteriormente recebeu um modo em terceira pessoa. O que, ao meu ver, oferece uma imersão muito maior do que jogar em primeira pessoa. Talvez por estar acostumado com outros jogos, quem sabe.

Andar de maneira furtiva com Grace foi uma experiência muito melhor em terceira pessoa do que em primeira. Por exemplo: durante o prólogo em que estamos fugindo de uma criatura que vive na escuridão, Grace tropeça enquanto corre devido ao desespero. Se você jogar essa cena em primeira pessoa, isso não acontece. Notar esse desespero na personagem enquanto fugia foi muito mais imersivo, sem sombra de dúvida.

Reprodução: Capcom

Mudanças

Resident Evil Réquiem volta com as plantas depois de terem sido abandonadas em Resident Evil Village. O seu retorno deixa de lado as variações azul e vermelha – temos apenas a verde – e o seu modo de uso é por meio de um injetor que pode ser utilizado rapidamente. Enquanto utilizamos, o personagem continua se movimentando, mas de uma maneira mais lenta. O que é importante, pois ainda nos dá um respiro para tentar nos desvencilhar dos inimigos.

Entre as novidades temos o modo de salvamento clássico em que podemos utilizar os Ink Ribbons e também um sistema moderno. Temos salvamento automático e também salvamentos nas máquinas, e isso pode ser feito a qualquer momento durante uma sala de descanso. Essa opção dos Ink Ribbons é muito bem-vinda para aqueles que gostam de se desafiar ao tentar fechar o jogo sem salvar nenhuma vez.

LEIAM – Maratona Sonic: Sonic Generations (3DS)

Uma mecânica não tão nova, mas inserida em um contexto interessante, é o uso do sangue deixado espalhado pelo cenário. No começo do jogo, Grace pega um coletor de sangue que permite que ela crie munição para as armas e um injetor hemolítico, que é capaz de explodir o inimigo em mil pedaços rapidamente. Sendo muito útil para lidar com inimigos especiais no jogo. Além disso, você também precisa gerenciar quando criar determinado item, pois o injetor possui um limite de carga, então pense bem antes de criar algo.

Entre as mudanças, acho que a mais notável é a questão dos puzzles, que agora são mais diretos ao ponto e um número menor. Colete três peças, descubra a ordem dos símbolos e assim por diante. Na medida que você avança pelo cenário, consequentemente vai encontrando os itens que permitem ter acesso a determinadas áreas no momento correto. O sistema de mapa ajuda muito a se localizar e você se verá avançando em um bom ritmo sem ficar empacado.

Graficamente falando

Resident Evil Réquiem é belíssimo e rodou lindamente no Xbox Series S, que apesar de ser um console que é alvo de críticas de gente desocupada, podemos dizer que recebeu uma versão muito bem otimizada. Não enfrentei qualquer queda de frame ao longo da jogatina, mesmo em momentos em que criaturas se amontoavam em cima do personagem.

A iluminação merece destaque, principalmente em ambientes escuros onde a lanterna do personagem revela lentamente corredores apertados, objetos abandonados e manchas de sangue espalhadas pelo cenário. Esses pequenos detalhes ajudam muito a construir a atmosfera opressora que o jogo tenta transmitir.

Sendo bem franco com vocês, só sendo alguém realmente chato para se prender a diferenças mínimas entre uma versão e outra. Muito da beleza do jogo vem do excelente trabalho da Capcom com seu motor gráfico, algo que já vimos em outros títulos recentes da empresa, sempre muito bem otimizados.

Se você assistir a um vídeo de comparação gráfica entre as plataformas, vai perceber que as diferenças são pequenas e dificilmente afetariam a experiência de quem está jogando. No caso de Resident Evil Réquiem, o conjunto visual e sonoro trabalha muito bem para manter o jogador imerso, transformando cada ambiente em um espaço tenso e cheio de detalhes.

Reprodução: Capcom

Conclusão

Resident Evil Réquiem talvez seja o melhor jogo moderno da franquia até agora. Ele mescla dois estilos de jogo em um só, e o resultado é uma experiência equilibrada e satisfatória para o jogador. O título conta com localização em português e uma dublagem que só reforça o cuidado que a Capcom tem com seus jogos ao trazê-los para o Brasil.

O jogo não reinventa a roda, mas tudo é conduzido por um fio narrativo que prende a nossa atenção e nos faz querer descobrir qual será o destino que aguarda nossos protagonistas – e também aqueles que estão por trás de todo esse caos.

LEIAM – Resident Evil 2 Remake | Uma aula de como se fazer um remake

Tudo isso é acompanhado por uma jogabilidade divertida e criaturas que conseguem manter o jogador constantemente em alerta, criando aquela sensação de perigo que sempre foi uma das marcas registradas da série.

Como amante de videogames – e principalmente da franquia Resident Evil – posso dizer que fiquei bastante satisfeito com Resident Evil Réquiem. É um jogo que entrega exatamente aquilo que promete: tensão, ação e uma aventura que honra o legado da série.

Nota: 9.0

__________________________________________________________________________________________________________________________
Resident Evil Requiem está disponível no PlayStation 5, Xbox Series X/S, Nintendo Switch 2 e PC (via Steam e Epic Games Store). Esta análise foi feita com uma chave da versão de Xbox Series S|X, gentilmente cedida pela Capcom.

O post Resident Evil Requiem | Terror e ação em equilíbrio apareceu primeiro em Arquivos do Woo.

]]>
https://www.arquivosdowoo.com.br/2026/03/14/resident-evil-requiem-analise/feed/ 0
The Game Awards 2021 | Impressões sobre os anúncios https://www.arquivosdowoo.com.br/2021/12/10/the-game-awards-2021-impressoes-sobre-os-anuncios/ https://www.arquivosdowoo.com.br/2021/12/10/the-game-awards-2021-impressoes-sobre-os-anuncios/#comments Fri, 10 Dec 2021 16:34:26 +0000 https://www.arquivosdowoo.com.br/?p=9370 Não teve Silent Hill no TGA, mas teve alguns títulos que realmente chamaram a minha atenção Na noite de ontem rolou a tão aguardada premiação de jogos, o The Game Awards, aquele evento que todo mundo reclama mas para pra ver. Nem que seja no dia seguinte. Eu mesmo fui dormir as tarde por conta […]

O post The Game Awards 2021 | Impressões sobre os anúncios apareceu primeiro em Arquivos do Woo.

]]>
Não teve Silent Hill no TGA, mas teve alguns títulos que realmente chamaram a minha atenção

Na noite de ontem rolou a tão aguardada premiação de jogos, o The Game Awards, aquele evento que todo mundo reclama mas para pra ver. Nem que seja no dia seguinte. Eu mesmo fui dormir as tarde por conta disso.

E mesmo que a premiação em si não caia no gosto dos telespectadores, torcedores e companhia, os anúncios são a razão pela qual eu e muita gente lutou bravamente contra o sono. Sim, mais jogos para brigarmos uns com os outros ano que vem por não serem premiados.

LEIAM – Sunset Overdrive | Uma insanidade regada a Overcharger

Nesse ano tivemos algumas boas surpresas, e serão essas que abordarei ao longo do texto, então, se eu não comentar algo positivo de algum jogo que você tenha gostado, é melhor superar.

A primeira grande surpresa da noite veio com The Expanse da Telltale, err… brincadeira, todos sabem que não suporto os jogos da empresa. O que me chamou a atenção mesmo foi Thirsty Suitors.

Thirsty Suitors

Não é Silent Hill, mas foi um dos games que me chamou a atenção por conta dos exageros e loucura contida em um pequeno trailer de um minuto e vinte, mas que consegue a atenção do telespectador.

O design do jogo queima as nossas retinas uma explosão de cores e neon, me remetendo ao delicioso Sunset Overdrive.

Por enquanto é cedo para falar em gameplay, em certo momento pareceu um RPG de turno, em outros um jogo de luta (?). O que sabemos é que iremos desapontar a familiares (o que costumamos fazer sem gastar dinheiro), lutar contra ex-namorados e nos encontrar. Já é alguma coisa, certo?

O jogo está sendo desenvolvido pela Outer Loop, que até então havia lançado apenas Falcon Age, um jogo em primeira pessoa onde cuidamos de um falcão enquanto damos um pau em colonizadores robóticos.

Foi uma surpresa boa no The Game Awards, então vale a pena ficarmos de olho para ver o resultado que virá de Thirsty Suitors.

Evil West

Também não é Silent Hill, mas também não é um sucessor espiritual do ótimo Darkwatch que está há 17 anos esperando uma continuação.

O titulo está sendo desenvolvido pela Flying Wild Hog, que é responsável pelos remake de Shadow Warrior 1, 2 e também o terceiro que ainda não saiu. E o dedo da desenvolvedora fica claro logo nos primeiros minutos do trailer, como uma digital ensanguentada.

LEIAM – Saturn Bomberman | O melhor jogo da série até hoje

No controle de um caçador de vampiros que não se parece nada com o maravilhoso Wolverine em Van Hellsing, enfrentaremos hordas e mais hordas de inimigos.

No trailer fica claro que será possível jogar em coop ao apresentar um segundo personagem entremeio a matança de vampiros genéricos que tá rolando ali. Outro fator que impressiona mesmo é o arsenal do caçador, que nos permitirá descascar uma laranja enquanto atira por todos os cantos do corpo.

Queria pra ontem, mas por outro lado, o ontem é ainda esse ano então tá tudo certo. Talvez não jogue, sei lá, dependerá do universo sorrir para minha carteira.

Senua’s Saga: Hellblade II

Sem dúvida este foi um dos títulos que fez tremer o The Game Awards ontem, mesmo que ele não seja o Silent Hill, certamente causou euforia em muita gente.

O  primeiro titulo impressionou, inclusive eu namorei ele bastante antes do seu lançamento, até guardo uma das revistas que entrevistou o Tameem Antoniades e todo o processo de desenvolvimento. Só que nunca fechei o primeiro titulo, então eu realmente não sei muito o que esperar.

A premissa do primeiro game parecia tão única, que fica difícil pensar no que será feito pra prosseguir com a história de Senua. Quanto ao trailer, visualmente tá lindo, mas cês viram o bárbaro sendo devorado pelo gigante peladão? Loucura loucura.

Alan Wake II

Tesão, foi isso que todo mundo sentiu ao ver o teaser de Alan Wake durante a premiação do The Game Awards ontem.

Mesmo que nunca terminou o jogo, como quem vós o escreve, deu uma mordida de leve nos lábios e gemeu um baixinho e sonoro “Ohhhaannnn” ao surgir ALAN WAKE II bem grande na tela do televisor.

LEIAM – Barão do Café – Premiação dos Melhores Animes de 2021!

São tantos anos todo mundo pedindo por uma continuação, que mesmo não mostrando absolutamente nada, ficamos felizes em saber que está sendo desenvolvido.

Houve um momento em que nem sabia mais se estava molhado com o teaser ou o Sam Lake e seu imponente topete, o Max Payne.

Se existe algo a se dizer, é que mesmo não sendo um anuncio de Silent Hill, estamos muito contente.

Slitterhead

Uma das surpresas da noite e que fez todo mundo pensar que se tratava da tão e esperada sequencia de Silent Hill no início do trailer.

Primeiro pelo motivo de Keiichiro Toyama é o criador do Silent Hill original, e em segundo lugar foi sua esperteza ao fazer uso do S e o H na criação do titulo do game. Sim, totalmente conspiratório o que to dizendo aqui, mas, afinal, quem não vai querer abreviar Slitterhead para apenas SH.

Inclusive Akira Yamaoka, principal compositor das trilha sonora dos jogos da franquia Silent Hill também está trabalhando com o Toyama no titulo.

Seria uma provocação a mercenária Konami? Nunca saberemos, mas, deixando isso de lado, precisamos reconhecer que conseguiram a atenção de todos nós. Estamos olhando para você Toyama.

Slitterhead tem um horror corporal que me agradou bastante, e mesmo que Toyama tenha nos alertado para não esperarmos por um horror psicológico, as expectativas que o jogo seja bom estão bem altas.

Gollum

Pouco se fala sobre este jogo, e eu não poderia deixar passar em branco devido ao estúdio por trás da obra, o Daedalic Entertainment.

O estúdio é famoso pela publicação e desenvolvimento da franquia Deponia e o mais recente Shadow Tactics, que como o nome sugere é um jogo de estratégia. Isso realmente me anima a dar uma chance ao jogo do Gollum.

Particularmente gosto bastante do gênero estratégia, então apesar de os trailers nos passar uma vibe de Styx: Master of Shadows com tem skin de O Senhor dos Anéis, realmente espero ver algo mais próximo do que foi feito com Shadow Tactics.

Sei, você ainda quer Silent Hill, todos nós queremos, mas acho pouco provável ver isso surgindo pelas mãos desse estúdio aqui.

Suicide Squad: Kill the Justice League

Chamou mais a minha atenção devido ao gameplay que remete muito ao Sunset Overdrive, mas vou te falar, to de saco cheio de qualquer coisa envolvendo super-heróis.

Depois da minha aventura com a demo do Marvel’s Avenger, definitivamente me desanima um pouco. No vídeo tudo parece ser muito divertido, mas eu não sei porque ficou martelando em minha cabeça que tudo isso seria acompanhando de mais uma história enfadonha.

Esteticamente tá tudo muito bonito e atraente, mas sei lá, não colocaria as minhas mãos no fogo. Pode me julgar, tá tudo bem.

Forspoken

Não se parece nada com Silent Hill, mas não sei quanto a vocês, me lembrou muito o Infamous. Titulo que foi esquecido lá no início da vida do PlayStation 4, lembram dele?

O jogo será um RPG de mundo aberto e isso me fez salivar na hora. Eu adoro essa combinação, e mesmo que não seja um graphicwhore, tudo parece impressionante mesmo.

Os efeitos de luzes das magias colocaria muita gente para babar no sofá facilmente.

Forspoken definitivamente é o jogo que me fez perceber que a nova geração nos proporcionará algumas experiências novas que realmente podem valer a pena começar a migrar. Só espero que o jogo realmente entregue ao menos uns 90% do que mostrou após o lançamento.

Saints Row Reboot

Eu não gostava de Saints Row até jogar o quarto titulo, e esse me fez entender um pouco da essência da franquia.

E nesse ponto eu acho que me decepcionei, pois o que atrativa era justamente o nonsense empregado pela Volition no titulo. Fazendo chacota com filmes, tentando ser o mais absurdo possível enquanto causávamos uma destruição que nem mesmo Grand Theft Auto já viu.

O reboot parece um pouco mais sério, contido, menos colorido, uma busca as raízes do primeiro game. Diacho, e um reboot não é mesmo?

Por enquanto é um pouco cedo, talvez, mas temo que o titulo seja mais um Just Cause, onde existe uma trama que está ali só como desculpa para tu sair destruindo prédios e carros.

Eu prefiro o absurdo que chegava a respingar na sala depois de algumas horas de jogatina, mas darei a devida atenção ao reboot quando lançado.

A Plague Tale: Requiem

Esse daqui foi uma das pérolas que joguei com o meu irmão em 2019 e fiquei muito surpreso, não só pela temática mas como ele consegue ser tão bonito e com uma mecânica tão simples.

Eu ainda me culpo pelo triste fim que dei a um porco solitário que ainda tentava sobreviver em meio a praga.

Plague Tale: Requiem está lindo pelo pouco que pudemos ver no trailer, mas resta saber se  atenção recebida com o primeiro titulo, fez com que o estúdio elevasse o nível da obra. Conseguiram nos empolgar ainda mais com esse novo capitulo? Não sei, sempre existe o medo dos excesso em tentar melhorar algo e estragar a formula, afinal, as vezes menos é mais.

De fato foi uma grande surpresa pode conferir o trailer do game no The Game Awards 2021.

Elden Ring

Pra finalizar eu decidi escolher Elden Ring que todos estão hypando  e que pra ser sincero, eu não acho que será essa Coca-Cola toda (Devo ter ganhado uns 30 anos só por usar essa expressão.).

Preferia ter visto o anuncio de um pachinko do Silent Hill pela Konami, porque você olha toda a estética e design de Elden Ring e fica mega animado, mas ciente de que será outro Soulslike.

Eu particularmente to de saco cheio disso, chega de rolar e bater (Eu sei que vai um pouco além disso, to sendo rabugento). Tentamos esperar por algo que fuja disso, que realmente mude a formula um pouco, mas ai fica a pergunta, do que me serve uma estética foda, um roteiro escrito por um escritor renomado se o cerne ainda será a mesma coisa que já conhecemos.

Claro, os fãs do gênero agradece por isso, fico feliz por eles, mas minha expectativas seguem baixíssimas, mas ainda torço para que o game cumpra as expectativas dos fãs do gênero.

É isso, estes foram os games que me fizeram despertar durante a premiação do The Game Awards. E destaco que fiquei feliz com  It Take Two levando como jogo do ano, muito merecido.

O post The Game Awards 2021 | Impressões sobre os anúncios apareceu primeiro em Arquivos do Woo.

]]>
https://www.arquivosdowoo.com.br/2021/12/10/the-game-awards-2021-impressoes-sobre-os-anuncios/feed/ 3