Arquivos PS3 - Arquivos do Woo https://www.arquivosdowoo.com.br/tag/ps3/ Um pouco de tudo na medida certa Sat, 22 Feb 2025 20:27:36 +0000 pt-BR hourly 1 https://wordpress.org/?v=6.9 https://www.arquivosdowoo.com.br/wp-content/uploads/2020/12/cropped-logo-150x150.png Arquivos PS3 - Arquivos do Woo https://www.arquivosdowoo.com.br/tag/ps3/ 32 32 O que eu joguei em 2024 | Tony Horo https://www.arquivosdowoo.com.br/2025/02/22/o-que-eu-joguei-em-2024-tony-horo/ https://www.arquivosdowoo.com.br/2025/02/22/o-que-eu-joguei-em-2024-tony-horo/#respond Sat, 22 Feb 2025 20:27:36 +0000 https://www.arquivosdowoo.com.br/?p=19242 Um ano totalmente aleatório Olá, amigos. Mais um ano, mais uma lista. Dessa vez, joguei um jogo a menos que o ano passado, totalizando 31 jogos zerados. Aqui você já sabe o esquema: postamos a lista dos jogos que jogamos com um breve review. Assim, você pode ver o que te interessa na lista e […]

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Um ano totalmente aleatório

Olá, amigos. Mais um ano, mais uma lista. Dessa vez, joguei um jogo a menos que o ano passado, totalizando 31 jogos zerados.

Aqui você já sabe o esquema: postamos a lista dos jogos que jogamos com um breve review. Assim, você pode ver o que te interessa na lista e comentar depois se vai jogar ou jogou cada um dos citados.

LEIAM – Moons of Darsalon – Uma viagem de escolta ao mundo das luas

A temática desse ano pra mim foi de “jogar qualquer coisa“; pois jogos foram segundo plano em um ano que tive que me dedicar aos estudos. E de modo geral, joguei algumas coisas mais para esvaziar a cabeça, como horas de EA FC 24 e alguns jogos de corrida, como Forza Horizon 4.

Estatísticas

Como sempre, eu fiz uma planilha arrumadinha com tudo que eu ia jogando.

Assim, dos 31 jogos que zerei esse ano, as plataformas que joguei cada um foram:

  • PC: 12 jogos
  • PlayStation 5: 9 jogos
  • Switch: NADA (rapaz…)
  • PlayStation 3: 1 jogo (com platina!)
  • Super Nintendo: 3 jogos
  • NES, 3DS, Dreamcast e Mega Drive: 1 jogo cada.

Sobre o gênero dos jogos, surpresa principalmente para o gênero Survivor Horror, que eu sempre fui meio cagão a minha vida toda, e esse ano fiz uma maratona de Resident Evil pra tirar toda vergonha do meu corpo.

  • RPG: 4 jogos
  • Corrida: 4 jogos
  • Plataforma (2D e 3D): 7 jogos
  • Ação: 7 jogos
  • Beat n’ up: 2 jogos
  • Metroidvania: 1 jogo
  • Survivor Horror: 4 jogos
  • Simulator, FPS e Shooter: 1 jogo cada

    Vamos à lista:

1) Sonic CD (PC, 1993*)

Reprodução: Internet

Sonic CD estava na minha lista de espera à anos e finalmente terminei. Ele tem a estética perfeita: um jogo de 16-bits bombado. As animações e trilhas sonoras (japonesa e americana) são ótimas, mas o level design deixa muito a desejar.

Recomendo pra quem deseja zerar todos os Sonics 2D, mas se for só pela estética mesmo, melhor só jogar o Sonic Mania.

*zerado no PC

2) Max Payne (PC, 2001)

Reprodução: Internet

Talvez meu jogo favorito de PC de todos os tempo. Fazia anos que não zerava ele e mais uma vez voltei pra matar saudade do Max. A dublagem em português faz desse jogo ir de 9/10 pra 15/10, de tão boa que é. Recomendo jogar esse sempre no PC e com mouse e teclado.

3) Alan Wake II (PC, 2023)

Reprodução: Internet

Por coincidência, mais um jogo da Remedy em sequência. Alan Wake 2 se tornou um game muito mais explorativo do que aquela aventura quase de plataforma do primeiro jogo. É muito bonito e tem uma história interessante, mas algumas mecânicas realmente deixam o game mais enrolado, ao ponto que se você só está lá pela história e pelo gameplay, mas não está a fim de resolver puzzles para progredir, talvez se frustre um pouco.

Outra tristeza é que a história não fecha nesse, deixando mais pontas soltas que sabe Deus lá quando vão fechar.

4) Prince of Persia: The Lost Crown (PC, 2024)

Reprodução: Internet

Meu jogo favorito de 2024, por incrível que pareça. Lost Crown é um metroidvania moderno que traz um frescor ao gênero, com mecânicas de combate divertidas que vão além de só apertar o botão de ataque ad infinitum e subir de level.

Foi muito mal marketeado pela Ubisoft, onde venderam o primeiro trailer através de uma música de Rap moderna, tirando um pouco da simpatia dos possíveis consumidores com o protagonista, que dessa vez não é o príncipe, mas sim um soldado que deve salvá-lo.

Vendeu pouco, infelizmente, mas a Ubisoft não mandou ninguém que trabalhou nele embora, então vamos ver sobre o futuro.

5) Persona 3 Reload (PC, 2024)

Reprodução: Internet

Eu joguei Persona 3 FES no PS2 numa fase muito conturbada da minha vida. Tinha pouco tempo livre devido ao colégio e provavelmente sofria depressão que nunca foi diagnosticada. Devido a isso, talvez eu tivesse gostado muito mais do jogo na época que ele lançou, já que ele trata temas bem similares na sua história.

O que ocorre é que eu TAMBÉM tava um pouco sem saco pra JRPG na época e dropei e só agora em 2024 que passei pela sua história, nesse remake que a ATLUS fez.

Os gráficos estão muito bonitos e a jogabilidade melhorou bastante, com diversas adições de qualidade de vida. Infelizmente, a saga da Aigis que era um modo separado no original, virou um DLC pago (que não joguei).

Um ótimo JRPG que me fez pagar um mêszinho de GamePass só pra jogar.

6) Mega Man 2 (NES, 1989*)

Reprodução: Internet

Clássico do NES, não tem muito o que falar. Dos Mega Man clássico, esse é o mais redondinho nas mecânicas, level design e trilha sonora. Então, caso você queira conhecer a série original do puro aço, vai nesse.

O Legacy Collection está disponível em todas as plataformas e tem ferramentas como save state e até rewind, então é bom para quem quer treinar antes de levar o jogo mais a sério, ou só se divertir mesmo sem muitas frustrações. Recomendadão.

*jogado no PC via emulador dessa vez

7) Granblue Fantasy: Relink (PS5, 2024)

Reprodução: Internet

Um JRPG de um time diferente, cujo investimento foi grande devido ao grande lucro que o Granblue gacha dá para a empresa.

Ele lembra muito Tales of Arise, tanto na estética quanto no gameplay. A história talvez exija que você conheça a lore do gacha minimamente, mas eu sequer joguei 1 min dele e consegui me divertir, só que não me importei muito com os personagens.

Ele é um action JRPG muito bom, bonito e com trilha sonora voltado para o épico. Se você puder jogar em qualquer lugar que não seja um PS4, vai se divertir bastante.

Ao final do jogo, ele abre meio que um modo de missões online de caça a monstros meio parecido com Monster Hunter, e me parece que esse é o verdadeiro “grosso” do jogo. Mas como eu joguei no PS5 e não assino Plus, eu fiquei de fora dessa brincadeira.

Também fiz esse review em vídeo aqui! LINK

8) Gran Turismo 7 (PS5, 2022)

Reprodução: Internet

Um dos melhores jogos de corrida “sérios” atualmente, sendo o mais acessível também entre os de simulação.

A Polyphony segue adicionando carros e pistas até hoje e isso faz com que eu sempre volte nele.

Diferente de outros jogos anteriores onde era necessário jogar simplesmente TUDO pra poder zerar, nesse aqui eles colocaram um sistema de “cardápios” onde o esquisito do Lucca te dá 3 corridas temáticas para chegar no mínimo em 3º lugar. Ao final delas, você termina o cardápio e ele conta uma história sobre os carros envolvidos, te dando eles de presente.

É uma progressão simplística que tira aquela sensação de ser um piloto galgando espaço entre outros corredores que tinha até o GT4, mas ao mesmo tempo é melhor que a aproximação direta de jogos anteriores, como GT6 e o horrível Sport.

9) Star Fox 64 3D (3DS, 2011)

Reprodução: Internet

Volta e meia eu ligo o 3DS pra bateria dele não morrer e sempre caio pro Star Fox 64 3D, já que ele é mais fácil de zerar rapidamente e a emulação no PC não é muito boa ainda.

A versão não perde nada para o original de 64, a menos se você comparar com o port nativo pra PC que uma galera têm feito recentemente. O jogo foi redublado pela maioria dos atores originais, trazendo um som mais limpo para todas as falas.

Recomendo muito esse, principalmente de se tentar pegar medalha em todas as fases. Eu nunca consegui.

10) Top Gear (SNES, 1992*)

Reprodução: Internet

Outro clássico de SNES que dispensa apresentações. Dessa vez joguei no collection feito pela brasileira QByte, que como você pode ver no review linkado acima, teve seus altos e baixos nessa versão.

À época que joguei e escrevi, ainda não tinham saído updates, como a remoção do filtro CRT com tremilique e também os troféus marcando quais pistas você chegou em primeiro, o que é essencial para ir atrás da platina.

Atualmente (em fevereiro de 2025 quando estou escrevendo essa parte) estou tentando terminar o TG2 na mesma coleção, então no texto desse ano talvez falaremos mais sobre esse port.

*zerado no PS5 dentro da Collection, como falei.

11) Streets of Rage 2 (Mega Drive, 1992)

Reprodução: Internet

Clássico do Mega Drive, dessa vez zerei a rom original, pois lembro que uns anos atrás eu tinha jogado um romhack que você jogava com o Luffy (??) e aquilo meio que deixou uma mancha pra mim.

Dos 3 do Mega, é meu preferido, mas o 1 também é muito bom. Caso jogue o 3, pegue a versão japonesa sem censura.

12) Final Fantasy VII: Rebirth (PS5, 2024)

Reprodução: Internet

Finalmente a Square-Enix lançou a continuação do maravilhoso FF7 Remake, e dessa vez eles tentaram aplicar o mundo aberto do jogo original e conseguiram fazer isso muito bem.

O problema pra mim é que os gráficos apanharam um pouco, devido ao escopo do jogo, onde tiveram que dar uma diminuída na resolução no PS5 para que ele rodasse de forma fluida ainda. Nada que seus olhos não acostumem com o tempo também.

Fora isso, o final deixa um gosto meio amargo, já que o diretor resolveu privar os jogadores do momento mais marcante da história dos videogames só pra contá-lo de forma esquisita e fragmentada.

Assim, o jogador termina o jogo sem entender realmente o que houve. Logicamente eles vão entregar isso no início da parte 3, mas não vai ter o mesmo peso de um clímax de final de jogo.

Eu quase platinei esse aqui, mas ainda tenho que zerá-lo de novo e não vou fazer isso tão cedo. Bom jogo apesar de tudo, mas não é melhor que a parte 1.

13) Mighty Morphin Power Rangers: The Movie (SNES, 1995)

Reprodução: Internet

Talvez para aqueles que não tiveram SNES na infância, esse jogo possa parecer estranho, mas pra quem teve, ele é provavelmente um dos mais conhecidos. MMPRTM era incluso em diversas coletâneas piratas, daquelas “5 em 1”, devido ao tamanho minúsculo de sua rom e também por ser de uma franquia popular.

Ele é um beat n’ up meio diferente, pois você não anda livremente no cenário (diferentemente da versão de Mega). Aqui você tem duas “lanes”, e você pode trocar entre elas apertando R.  É diferente porém funciona muito bem.

A trilha desse jogo é LOUCA, um dos melhores trabalhos no SNES, até com alguns remixes por aí como esse da primeira fase, que mixa a versão do jogo com o tema da série.

Muito divertido, principalmente se você estiver introduzindo uma criança menor ao mundo dos jogos.

14) Mega Man X (SNES, 1993*)

Reprodução: Internet

Outro jogo que eu sempre revisito uma vez ao ano, já apareceu nas minhas listas algumas vezes, acho.
Melhor Mega Man de todos os tempos. Caso queira jogar em console moderno, tem no Legacy Collection do X, mas o ideal é jogá-lo num controle fininho do SNES mesmo.

*jogado no PS5 no Mega Man X Legacy Collection.

15) Sand Land (PS5, 2024)

Reprodução: Internet

Um jogo de ação com toques de RPG, feito em cima do anime baseado no mangá one-shot do finado Akira Toriyama.
É bem divertido andar pelo deserto e construir tanques novos é legal, mas a customização poderia ser mais direta.

A navegação pelo cenário fica muito complicada quando se atinge a área do país da Floresta, pois os caminhos não ficam muito claros.

Tentei de tudo pra platinar, mas chegou uma hora que ficou inviável e fui vencido pelo cansaço, a ponto que não consigo voltar pra ele tão cedo.

16) Game Dev Story (PC, 1997)

Reprodução: Internet

Jogo de simulação feito pela Kairosoft, onde você gerencia uma empresa de criação de jogos. Os gráficos são muito bonitinhos e a trilha sonora meio 8-bits deixam o pacote todo mais divertido.

Posteriormente, foi copiado na cara dura no jogo Game Dev Tycoon, onde roubaram todas as mecânicas desse jogo. Mas na dúvida, jogue original mesmo.

Tem como jogar ele no Android e iPhone, visto que ele é um port de um jogo antigo feito para flip phones japoneses. Eu zerei no PC dessa vez, onde finalmente colocaram uma tradução em português muito bem feitinha.

17) Gears of War 4 (PC, 2016)

Reprodução: Internet

Eu nunca fui fã da série Gears. Eu não tive nenhum Xbox até recentemente (e já revendi o 360 que eu tinha, coisa essa que me arrependo) e por isso nunca tive contato com a série. Ela também se popularizou num momento em que eu estava desacreditado com jogos. Sabe, aquela época onde tudo era cinza e marrom no PS3 e tal? Então.

Apesar disso, meu amigo veio aqui em casa e jogamos Gears 4 do começo ao fim em co-op local e foi muito divertido. O jogo também é um soft reboot, já que jogamos com o filho do Markus Phoenix, protagonista dos jogos anteriores.

É um jogo onde você não pensa muito e só se diverte mesmo. A dublagem em português é bem legal também.

18) Hi-Fi Rush (PC, 2023)

Reprodução: Internet

Um jogo japonês financiado pela Bethesda, como que pode, né?
Aqui temos um beat-n-up 3D estilo meio anime mas com traços tendendo mais para animações ocidentais, onde o protagonista faz tudo de forma ritmada. Acertar os combos, pular, dar dash… TUDO é no ritmo da batida que fica constantemente pulsando na tela.

Leva uns minutos para acostumar, mas eu consegui zerar o jogo no Hard, que me parece o desafio ideal para que o game não fique enfadonho. As músicas são muito boas, contendo até algumas canções licenciadas, por algum motivo.

É um pouco longo, talvez. Mas vale a pena. Uma continuação será feita no futuro.

19) Mega Man: Battle & Chase (PS1, 1997)

Reprodução: Internet

Um jogo de corrida de Mega Man com gráficos 3D, muito bonito pela época que foi feito.
Inicialmente não foi lançado nos EUA, mas a versão europeia em inglês existe desde a época, sem falar que no PS2 teve um port que era desbloqueado ao zerar todos os Mega Man X no Collection lançado naquele console.

Não é um Mario Kart, mas é legal pela customização dos carros. Se você gosta desse tipo de jogo de corrida, pode tentar esse pois é mediano pra bom.

20) Crazy Taxi (PC, 1999) [100%]

Reprodução: Internet

Bom jogo arcade para Dreamcast e PC (onde joguei dessa vez). A graça dele está em dominar o Crazy Dash e o Crazy Drift, que são essenciais para tirar ranking A e ver os créditos.

“Zerar” o jogo aqui consiste em fazer todas as missões do modo Crazy Box. É BEM DIFÍCIL, mas depois que você domina essas mecânicas, vai perceber que o jogo não é só sobre ir pra lá e pra cá pegando passageiros. Tem que dominar como sair com o carro, fazer drift, parar rápido e reconhecer os melhores caminhos para chegar nos destinos. Um clássico que pouca gente sabe jogar realmente.

21) GTA: Vice City The Definitive Edition (PS5, 2021)

Reprodução: Internet

Finalmente zerei Vice City e minha experiência foi mista. Sempre se falou muito desse jogo como se ele tivesse uma história excelente, mas o que eu vi aqui é só uma cópia de Scarface que se perde lá pra metade do jogo e o resto das missões se resume a fazer entregas e matanças que não se encaixam com nada na história.

Porém, GTA também pode ser visto como um grande sandbox, então é justo apreciá-lo por isso. Eu só esperava mais da história, e ela é curta e não entrega nada.

22) Doom (PC, 1995*)

A Bethesda relançou Doom I e II com mods e t

Reprodução: Internet

udo em todas as plataformas e quem tinha os ports antigos nos consoles modernos e Steam, ganhou essas versões novas também. É um clássico e recomendo baixar o mod de jogar com a trilha sonora do 3DO, que é diferentona.

23) GTA: San Andreas The Definitive Edition (PS5, 2021)

Reprodução: Internet

Agora sim o melhor GTA já feito. A história finalmente é boa e o jogo é umas 4x maior que o Vice City. Eu nunca joguei San Andreas quando era pequeno, porque eu gostava mais de jogos japoneses.

Infelizmente, eu zerei esse remaster uns poucos meses antes de atualizar a versão de consoles com a iluminação antiga, então eu joguei com a imagem bem zoada. Um ótimo jogo mesmo.

24) Yakuza: Like a Dragon (PS5, 2020) [Platina]

Reprodução: Internet

Fiz uma análise bem detalhada desse jogo no texto linkado acima, mas quero dizer aqui que esse é um dos melhores JRPGs no PS4/PS5, ficando bem equivalente ao Final Fantasy VII Remake, tanto em jogabilidade, como em qualidade técnica.

Aqui temos o primeiro jogo da série em formato de JRPG, que também é uma espécie de soft-reboot. Então, caso não tenha jogado nenhum anterior a esse, pode ir atrás que é maravilhoso, principalmente se você gosta de histórias com setting moderno e também de jrpgs clássicos de turno, como Dragon Quest.

25) O Escudeiro Valente (PS5, 2024) [Platina] 

Reprodução: Internet

Também com texto meu no site (linkado acima), The Plucky Squire é um jogo bem simples de aventura estilo Zelda antigo, mas que em partes se torna um jogo 3D parecido com o remake de Link’s Awakening que saiu pra Switch há alguns anos.

É simpático e eu platinei ele num dia só. Muito doido (não façam isso porque cansa).

26) Resident Evil 3: Nemesis (Dreamcast, 1999)

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Um jogo que eu passei anos devendo, mas que finalmente resolvi parar de ser frouxo e joguei. É muito mais voltado pra ação que o segundo jogo. Ainda que seja uma experiência mais curta, ele é bem divertido. O sistema de esquiva é meio estranho mas com sorte você consegue fugir do Nemesis pra não morrer fácil.

Zerei no próprio Dreamcast, e é legal pois o VMU mostra a vida da Jill o tempo todo na telinha. É a melhor versão do game.

27) Deadpool (PS3, 2013) [Platina]

Reprodução: Internet

Após assistir o excelente Deadpool & Wolverine, resolvi ir atrás desse jogo. Infelizmente, a versão de PC não vende mais e as de console tão custando os zóio da cara. Mas graças a DEUS, meu PS3 é desbloqueado então consegui aproveitar esse jogo muito bem feitinho.

A graça dele é jogá-lo no modo mais difícil, pois ele oferece um desafio onde o medo de morrer faz você andar em cada parte do cenário com cautela, diferentemente do modo normal, onde todos os inimigos parecem feitos de papel.

Obviamente você vai morrer muito, mas as pessoas têm que aprender que perder faz parte do que torna uma experiência boa.

28) Shadow Generations (PC, 2024)

Reprodução: Internet

Uma espécie de DLC do Sonic Generations láaaa de 2010, mas feito numa engine nova e onde você joga apenas com o Shadow.

É uma das melhores experiências de Sonic já feitas, assim como Sonic Frontiers. Leia o texto sobre o game linkado acima, assim como meu texto sobre o jogo original de 2010 que também saiu junto com Shadow Generations e também a análise do Geovane sobre a versão original dele de PS3.

29) Resident Evil 3: Remake (PS5, 2020)

O que eu joguei em 2024
Reprodução; Internet

Comprei esse jogo no ano que saiu, mas nunca tinha sequer aberto porque sou medroso, mesmo tendo zerado um monte de RE antes desse.
Acabou que ao terminar o original, bateu uma sanha de terminar o Remake pra ver as diferenças e sim, realmente as pessoas têm motivo pra reclamar. Só não tanto.

Parece realmente que foi uma experiência corrida, principalmente lá pro final do jogo onde cortaram a torre do relógio, tirando muito do clímax dessa parte. Tirando isso, a Jill e o Carlos estão excelentes e eu gosto mais deles do que do Leon e da Claire do remake do 2.

São ótimos personagens e eu gostaria de ver mais deles no futuro. O jogo em si é igual ao RE2R com umas coisinhas a mais no gameplay, mas é mais linear devido a estrutura da história. Num geral, um jogo 7,5/10, mas muito gostoso de zerar.

30) Resident Evil Director’s Cut (PS1, 1997)

O que eu joguei em 2024
Reprodução; Internet

Ao terminar o RE3R, percebi que eu não tinha jogado o primeiro jogo da trilogia original. Bem, vi que no antigo CDRomance existia uma iso modificada do Director’s Cut com a OST original do primeiro game.

Caso não entenda porque isso exista, bem… a OST dessa versão é famosa por ser horrível, então qualquer melhoria que o game possa oferecer vai por água a baixo devido às músicas ruins.

É um bom jogo, que andou para que os jogos seguintes pudessem correr. O final é um pouco confuso e eu não gostei de ter perdido o melhor final porque eu não esperei o Barry jogar a cordinha pra me puxar lá na metade do jogo.
Num geral, valeu ter ido atrás do clássico. Joguei ele no Switch porque eu podia trocar pro modo portátil e pra TV dependendo da minha vontade. Ter console desbloqueado é ótimo mesmo.

31) Indiana Jones and the Great Circle (PC, 2024)

O que eu joguei em 2024
Reprodução: Internet

Último jogo de 2024, e também meu maior texto no site (link acima).

A Bethesda fez um baita jogão baseado na franquia de filmes, que supera os dois filmes recentes com certa distância até.
Se vocês têm gamepass, recomendo dar uma chance pois ele é um jogo bem diferente; não se trata de um FPS, mas também não é um jogo cheio de ação como Uncharted.

O Grande Círculo é um jogo onde você explora os ambientes, resolve missões paralelas e entra em combate furtivo com muita frequência, lembrando até alguns jogos da antiga LucasArts. Realmente foi uma ótima forma de terminar o ano.

O que eu joguei em 2024
Reprodução: Internet

Conclusão

2024 foi um ano onde joguei o que me foi aparecendo na frente, muita coisa boa que eu estava para jogar há anos e tinha deixado pra trás, ao lado de games que me fizeram relaxar por horas sem que eu precisasse me preocupar demais.

É como dizem: não leve sua vida a sério o tempo todo, nem mesmo seus hobbies. Espero que tenha sido um ano bom para vocês, não só nos jogos mas na vida real também! Um abraço e caso você tenha caído nessa página por acaso, deixe seu relato!

Veja abaixo também as minhas listas dos anos anteriores:

O que joguei em 2023
O que joguei em 2022
O que joguei em 2021
O que joguei em 2020

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Final Fantasy X HD Remaster | Porque você ainda deve jogar nos dias de hoje https://www.arquivosdowoo.com.br/2019/05/24/final-fantasy-x-hd-remaster-por-que/ https://www.arquivosdowoo.com.br/2019/05/24/final-fantasy-x-hd-remaster-por-que/#respond Fri, 24 May 2019 00:10:00 +0000 https://www.arquivosdowoo.com.br/2019/05/24/final-fantasy-x-hd-remaster-por-que/ “Ouça minha história. Essa pode ser nossa última chance” E é com essa frase aparentemente sem sentido que Tidus, nosso protagonista, nos cumprimenta na cena de abertura do jogo, ao lado de um grupo de personagens que viriam a ser seus companheiros de batalha. Minha relação com Final Fantasy X foi igual a de um […]

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“Ouça minha história. Essa pode ser nossa última chance”


E é com essa frase aparentemente sem sentido que Tidus, nosso protagonista, nos cumprimenta na cena de abertura do jogo, ao lado de um grupo de personagens que viriam a ser seus companheiros de batalha.


Minha relação com Final Fantasy X foi igual a de um relacionamento à distância que nunca vai à lugar nenhum. Conheci o jogo graças a meu amigo Alexis, que me apresentou uns vídeos de gameplay filmados de um telão, com muitas pessoas gritando enquanto Tidus — o protagonista loiro — andava pelo mapa do início do jogo e enfrentava algumas batalhas aleatórias.



À época, eu estava afastado das novidades dos games; em 2001 eu tinha meros 10 anos e ainda jogava meu PS1, que ainda recebia lançamentos importantes como Mega Man X5, Tony Hawk’s Pro Skater 3 e Time Crisis: Project Titan. Logicamente, depois de anos acostumado com os gráficos serrilhados deste console, ver a fluidez gráfica desse Final Fantasy novo foi algo além da minha compreensão.

Saí da casa do meu amigo e fui contar pro meu pai sobre o que vi: “Pai, tem um jogo novo que você joga o tempo todo em CG!” — Disse eu, numa inocência e vocabulário dignos de um jogador de videogame que cresceu nos anos 90. Na mesma época saiu também uma revista especializada — não lembro se era EGM Brasil ou outra — com o rosto do Tidus na capa em destaque, com o texto: “Esse personagem não é real”, e pra nossa realidade realmente era o que parecia: uma pessoa de verdade aparecendo em um jogo de videogame que até outro dia eram no máximo alguns polígonos tortos.



Infelizmente, assim como um namoro à distância como falei linhas acima, meu relacionamento com FFX ficou só na vontade. Só pude ter um PlayStation 2 incríveis cinco anos depois de seu lançamento. Em 2006 eu tive outros interesses, como Guitar Hero e Dragon Ball Tenkaichi. Sei lá, talvez a complexidade dos JRPGS fosse muito para um jovem que estudava em período integral. Ainda assim, fui atrás do jogo. Joguei em sua versão international, com o famigerado “Expert Sphere Grid” . Sabe o que é isso? Eu não sabia! Mas pareceu ser algo melhor. E eu nem sabia o que era um sphere grid.


Aos trancos e barrancos – e após fazer muita merda como dar black magics para o Tidus graças ao sphere grid expert – consegui chegar na última área do jogo eeeeee…. não zerei. E dropei. Triste fim da história. Pelo menos por um tempo.

Remasterização de qualidade


Em dezembro de 2013, foi lançada para PS3 e Vita um remaster do jogo (e de sua continuação, FFX-2). Tudo presente no original está nessa versão. A Square-Enix fez um ótimo trabalho em guardar o código-fonte do jogo original, coisa que não havia feito com Kingdom Hearts e Final Fantasy VIII (e possivelmente Chrono Cross), o que ajudou bastante a equipe que fez o port.


Todos as “CGs” estão em HD, e o jogo em si roda em escala 16:9, sem cortes nas laterais ou no topo. Além disso, alguns efeitos visuais, textura e principalmente modelos de personagens foram atualizados, sem a famigerada “tremedeira” que deixava os protagonistas com parkinson mesmo em cutscenes mais sentimentais ou lentas. Além disso, temos o Eternal Calm, uma longa cutscene feita com os gráficos do jogo que serve como base para o X-2, a continuação desnecessária que nem vamos abordar aqui.


Como se já não bastasse tudo isso, a versão de PC (Steam) possui auto-battle e a possibilidade de deixar o jogo em velocidade X2 ou X4, sem modificar a trilha sonora, o que pode ajudar muito no grind altamente necessário lá pro fim do jogo.


A História


Final Fantasy X começa com Tidus, um goleador de um esporte maluco chamado blitzball, sendo sugado no meio de um jogo por um portal durante um ataque de uma espécie de baleia gigante que causa um tsunami na cidade em que ele mora.


Após alguns problemas, nosso protag nota que está em um continente estranho chamado Spira, e é salvo por Wakka e Lulu, dois moradores de uma ilha bem pacata e diferente da cidade enorme em que ele vivia. Mas o descanso não dura muito, pois os dois estão se preparando para uma viagem de peregrinação, pois são guardiões da menina Yuna, uma sacerdotisa designada à proteger o continente de um mal chamado ‘Sin‘.


Tidus, sem o que fazer e com nenhuma ideia de como voltar pra sua casa, acabaa acompanhando o grupo durante essa peregrinação, e aos poucos vai aprendendo sobre cada um de seus companheiros de viagem, sem saber o que o destino lhe reserva.


O Design 


Diferentemente dos jogos da série anteriores a ele onde a temática sempre era um mundo ocidental, seja medieval como do I ao VI e IX ou moderna como em VII e VIII, aqui em Final Fantasy X temos uma história com muitas influências orientais, com muita inspiração em áreas litorâneas do arquipélago japonês, como a ilha de Okinawa. Toda a arte e indumentária dos personagens é inspirada em pontos culturais orientais, como a roupa bem praiana de Tidus e Wakka e o yukata (kimono de verão) de Yuna. Logicamente não seria um jogo da Square se alguns outros personagens destoassem completamente da arte proposta, como é o caso do vestido gótico de Lulu ou do semi-pelado Kimahri, personagem da única tribo de animais antropomórficos do jogo.

Ainda assim, temos contraste em algumas áreas bem tecnológicas, como a nave de Cid e a base da tribo Al Bhed. Em alguns momentos também exploramos cidades, bem grandiosas nas cutscenes mas que não passam a mesma impressão durante o gameplay em si.


De modo geral, o jogo todo é muito bonito e o universo criado pra ele fica ainda mais bonito em alta definição.


Prós e Contras de um jogo de 2001


Por ser um jogo cujo desenvolvimento se iniciou no SÉCULO PASSADO, muitas de suas escolhas de design deixam a desejar para os padrões de hoje em dia. Mesmo que você seja um ~pro-gamer~, não pense que os problemas são relacionados a dificuldade. Sim, ela tem um pico gigante mais pro final — nada que umas horinhas de grind da maneira certa não resolvam — mas os problemas são outros.


A linearidade de modo geral é muito clara. Durante boa parte do jogo você anda por corredores enfrentando batalhas aleatórias, com alguns desvios mas que infelizmente só se abrem na reta final. Inclusive aqui nós não temos mundo aberto, apenas uma lista dos ambientes que você já passou e que podem ser acessados com a nave do Cid.


De bom, temos a possibilidade de trocar os personagens da party no meio da batalha, uma boa adição que à época era muito pedida pelos jogadores. Por outro lado, o equilíbrio não é o forte aqui: suas habilidades especiais são muito interessantes, como dar diversos status para os inimigos, porém a grande maioria dos chefes e minichefes são imunes a elas, fazendo com que as batalhas contra eles não tenham muita abertura para o improviso. Se o diretor do jogo imaginou um boss que deva ser enfrentando usando magias de fogo, ele provavelmente vai ser imune a todas as outras coisas. Isso deixa o combate frustrante de certa forma, pois somente os inimigos mais fracos aceitam mais possibilidades de estratégia, porém é mais fácil simplesmente baixar a porrada em todos e terminar o encontro mais rápido.


De qualquer forma, se você estiver no level certo para uma determinada área nada fica frustrante, tirando alguns inimigos que exigem um pouco de tentativa e erro até descobrir sua fraqueza. Mesmo com esses poréns, a experiência geral das lutas é positiva.



Já os menus e sistemas são bem simples. Aqui não temos níveis propriamente definidos, apenas pontos de experiencia que podem ser gastos em um tabuleiro. Cada passo dado no sphere grid (olha aí!) equivale a um level, mas se estiver usando o já citado expert sphere grid, existem mais caminhos no tabuleiro a serem seguidos, e o jogador não experiente pode acabar fazendo merda e acabar levando o personagem a aprender golpes ou melhorar status que não condizem com sua classe. Eu fiz isso na primeira vez que joguei e basicamente estraguei meu save.


Outro fator diferentão do jogo é que a maioria das armas não possuem necessariamente aumentos de status (como ataque ou magia). Todas elas têm apenas modificadores, como imunidade a algum tipo de magia, sensor — que permite ver o HP inimigo — e talvez aí algum aumento em algum status do usuário, mas não é obrigatório. Seu poder de ataque invariavelmente vai depender mais do próprio personagem do que da arma que estiver usando.

As invocações (summons) também estão presentes e são de uso exclusivo de Yuna, a que tem o papel da maga branca do rolê. Quando invocados, esses monstros ocupam o lugar da party até serem chamados de volta ou morrerem. Nesse caso, eles ficam inutilizáveis até o próximo save point. Funcionam bem em batalhas contra alguns chefes, mas pela demora de suas cutscenes, fica chato chamá-los em batalhas normais.


Trilha Sonora


A trilha sonora de Nobuo Uematsu é um verdadeiro show, porém não tão marcante como a de FFVII, com menos músicas de destaque, mas todas muito boas. Temos grandes temas, como “To Zanarkand”, que toca na abertura do jogo, o “Battle Theme”, a canção que você mais vai ouvir durante o gameplay e algumas músicas cantadas como “Suteki da Ne” e “Otherworld”, tema estilo metal feito para pai do Tidus. São ótimas músicas que merecem ser ouvidas mesmo fora de contexto.







Conclusão


Final Fantasy X não leva esse nome à toa. Podem falar o que quiser, mas mesmo com algumas iterações fracas, a série sempre está acima do nível e sempre rende ótimos jogos. Em 2001, a Square ainda estava no seu auge, e sua primeira empreitada no PS2 foi muito boa, mesmo que com algumas falhas aqui e ali, o jogo nunca deixa cair a peteca, até durante a curva de dificuldade absurda no finalzinho.


Com o HD Remaster já lançado faz alguns anos e agora relançado para Switch, PS4 e XONE, eu recomendo fortemente que você abrace a história de Tidus e dê a ele uma última chance de mostrar porque seu nome ainda é tão popular entre os fãs de JRPG.

Ah, eu finalmente terminei o jogo. Dezoito anos depois de conhecê-lo. Sempre há tempo pra revisitar algo perdido =).

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