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Há algum tempo atrás, falamos sobre a primeira IP original da EastAsiaSoft, a série Otoko Cross, que mostra os rapazotes crossdressers, numa situação semelhante da série Pretty Girls, da Zoo Corporation. O primeiro título, Otoko Cross: Pretty Boys Mahjong Solitaire, apesar de não ter nenhum defeito gritante, tinha o problema de ser Mahjong Solitaire, ou seja, um absoluto porre. Tá, isso é um pouco mais de gosto pessoal, porque eu não sou chegado em Mahjong Solitaire, mesmo os títulos da Zoo Corporation do mesmo tema eu não toquei.

Enfim, não muito tempo depois, a empresa anunciou o segundo jogo da linha Otoko Cross, dessa vez apelando para o nicho de funcionários de repartições públicas que curtam crossdressing, com Otoko Cross: Pretty Boys Klondike Solitaire, que chegou aos PC’s nesse mês de Julho.

Agora, será que ele vale a pena o seu tempo, ou dinheiro? Bem, confira comigo no replay, digo, na análise.

Reprodução: Eastasiasoft

Paciência pra que te quero

O jogo não possui uma história, e eu sei que nesses casos, eu costumo tirar uma do cu em cinco minutos, mas no momento eu estou meio puto da vida porque meu PS4 tá com problema de super aquecimento (e temos uma análise do novo MX vs ATV pra fazer) e basicamente vou ter que fazer a manutenção básica dele (troca de pasta térmica e cool pads, limpeza) e isso custa um dinheiro que não tenho.

Some a isso, o fato do meu computador estar com problemas seríssimos de performance, que as vezes fazem jogos que não exigem NADA do PC, cagarem nas calças, me impedindo de fazer qualquer coisa mais complexa, me deixando basicamente na estaca zero em projetos de speedrun, edição de vídeo ou mesmo o auxílio em retransmissões de eventos (coisa que faço tanto na Speedruns Brasil quanto na Speed gaming Português).

Então, desculpe se não consegui inventar uma desculpa para um jogo de paciência, mas a minha cabeça tá cheia de preocupações, então finjam que esses três parágrafos foram algo de uma história épica maravilhosa, e não minhas frustrações por falta de equipamento decente pra produção de conteúdo.

Reprodução: Eastasiasoft

Paciência, pura e simplesmente, mas viciante

De acordo com as estatísticas do PlayStation, um dos jogos que mais joguei no ano passado, com um total de 60 horas, foi Pretty Girls Klondike Solitaire, e é por uma razão (além dos plots das meninas). Paciência é um jogo simples, que qualquer pessoa pode pegar e jogar, seja no PC, ou com um baralho de verdade.

O jogo possui, assim como o anterior da linha Otoko Cross, os cinco rapazotes com roupas normais que conforme vamos avançando na partida, mudam para roupas femininas no melhor estilo crossdressing, mas o “mascote” da série, Kyun, só tem as partidas liberadas quando terminamos as partidas dos outros quatro personagens nas três dificuldades, Easy, Normal e Hard.

LEIAM – Otoko Cross: Pretty Boys Mahjong Solitaire | Mahjong e Cross dressing

No Easy, as cartas usualmente estão ao seu favor, com pouca ou nenhuma dificuldade de conseguir terminar a partida, as cartas abertas na parte inferior da tela são de valores baixos. Caso tenha dificuldade, você tem direito a três dicas, três re-embaralhamentos e três cartas dentre as ocultas para serem tiradas e lhe auxiliar. No Normal, as situação é um pouco mais difícil, mas nada demais, para quem está acostumado com o jogo de paciência, mas você tem menos auxílios, no caso, 3 dicas, 1 re-embaralhamento e 1 carta oculta. Já no Hard, você vai ser MUITO dependente do RNG, não possui auxílios, e ao invés de puxar uma carta do baralho, são 3 cartas puxadas de uma vez (podendo usar somente a última). Muitas vezes, a carta que você precisa vai ser a segunda das 3 que puxou, causando ocasionais ataques de raiva.

Ao terminar todos os 15 estágios (3 por personagem), você desbloqueia o Modo Nu, onde na dificuldade Hard, ao invés da roupa de crossdresser, o personagem vai estar do jeito que veio ao mundo (e por razões óbvias, não vamos mostrar aqui). No geral, é um jogo básico e até curto de você conseguir terminar esses 15 estágios. Infelizmente, apesar dos jogos da série Otoko Cross terem vindo da experiência da EastAsiaSoft em portar os jogos da série Pretty Girls, ele não tem as melhorias do Dressing Room que vieram nos títulos mais recentes da mesma. O Dressing Room aqui é bem básico. E um dos chamarizes da série Pretty Girls é a quantidade de garotas disponíveis no jogo, enquanto que aqui continuamos com os mesmos cinco personagens do jogo anterior.

Reprodução: Eastasiasoft

Nada mudou em relação ao jogo anterior

Eu sei que pode parecer que estou sendo duro demais nas minhas críticas, mas o fato é que bem… Há zero mudanças em relação aos personagens do jogo, mais especificamente, as roupas, continuam as mesmas e isso tira um pouco do brilho. Tudo bem que tecnicamente temos pouco espaço entre os lançamentos e desenhos demoram pra ser feitos, mas como eu disse, tira um pouco do brilho, porque os designs não são feios, tanto de personagens quanto de cenários.

LEIAM – Pretty Girls Escape | Estratégia na hora de fugir

Musicalmente utiliza-se de faixas Royalty-free que combinam com o clima casual do jogo, nada demais, mas não chegam a ser músicas ruins. E eu vou continuar achando esquisito as vozes dos rapazes claramente com sotaque, falando em japonês. Sim, são frases que fazem mais sentido que as da série Pretty Girls que foram tiradas de contexto das visual novels que as personagens faziam parte, mas ainda assim.

Reprodução: Eastasiasoft

Recomendado com ressalvas

A recomendação de Otoko Cross: Pretty Boys Klondike Solitaire é com ressalvas, mais pela temática do que por qualquer outra coisa. Sim, eu fiz a piada do nicho de funcionários públicos que gostam de crossdressing, mas é mais uma piada pela questão de ser um jogo de paciência (e como todos sabem, paciência é o jogo mais jogado nas repartições públicas do Brasil e eu não queria repetir a mesma piada que fiz na análise de Pretty Girls Klondike Solitaire).

É um jogo sólido de paciência, mas que vai ser meio decepcionante se você comprou o Otoko Cross: Pretty Boys Mahjong Solitaire e puta que pariu esses nomes imensos ocupam quase metade de uma linha. Na minha opinião, se tiver que escolher entre o Klondike Solitaire ou Mahjong Solitaire, esse jogo aqui oferece o mesmo conteúdo visual do outro, mas é melhor.

Otoko Cross: Pretty Boys Klondike Solitaire está disponível para PC’s.

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Otoko Cross: Pretty Boys Mahjong Solitaire | Mahjong e Cross dressing https://www.arquivosdowoo.com.br/2022/06/04/otoko-cross-pretty-boys-mahjong-solitaire-mahjong-e-cross-dressing/ https://www.arquivosdowoo.com.br/2022/06/04/otoko-cross-pretty-boys-mahjong-solitaire-mahjong-e-cross-dressing/#respond Sat, 04 Jun 2022 14:10:54 +0000 https://www.arquivosdowoo.com.br/?p=11473 Eu não sei como abrir esse texto, sei que deveria falar um pouco sobre a subcultura do otokonoko (algo como filha homem ou garota homem), que ela tem raízes nos atores onnagata do Teatro Kabuki, atores esses aliás que tem que fazer um puta treinamento de maquiagem, atuação e movimentação feminina do Kabuki para as […]

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Eu não sei como abrir esse texto, sei que deveria falar um pouco sobre a subcultura do otokonoko (algo como filha homem ou garota homem), que ela tem raízes nos atores onnagata do Teatro Kabuki, atores esses aliás que tem que fazer um puta treinamento de maquiagem, atuação e movimentação feminina do Kabuki para as peças.

Mas enfim, basicamente, a cultura otokonoko tem muito a ver com a questão do crossdressing, no caso, homens se vestindo e maquiando para parecerem mulheres. A cultura otokonoko começou lá nos anos 2000, nos primórdios da internet moderna e se fortaleceu no fim daquela década, sua influencia aparecendo em animes e alguns jogos, muitas vezes em situações românticas ou eróticas.

E para trazer um pouco mais dessa cultura aos jogos, a publisher Eastasiasoft criou sua primeira ip original, Otoko Cross, e graças a expertise em portar os jogos da ZOO Corporation, desenvolveu o primeiro jogo da linha Otoko Cross em Otoko Cross: Pretty Boys Mahjong Solitaire, que saiu agora na segunda metade de Maio no Steam. Vamos ver se ele vale o seu tempo e dinheiro?

Otoko Cross
Reprodução: eastasiasoft

A história dos Rapazotes crossdressers, em um formato já conhecido

Assim como os jogos da série Pretty Girls, Otoko Cross: Pretty Boys Mahjong Solitaire não tem uma história em si, mas por incrível que pareça, o jogo oferece um background para os cinco rapazes estarem no Japão, o que é algo, especialmente se considerarmos que ao contrário das meninas da série Pretty Girls, que são retiradas de visual novels da Norn/Miel (que são parte da ZOO Corporation), os rapazes e seus sprites foram criados do zero.

E entendo que vocês não saibam jogar Mahjong, eu também não, então fiquem tranquilos, que apesar do nome do jogo conter mahjong em si, ele não tem tanto a ver com o pôquer chinês (Mahjong é chinês, né?).

O jogo funciona como um jogo de Mahjong Solitaire comum, você tem um tabuleiro com as peças de mahjong, divididas em camadas e você precisa remover essas peças em pares. Só que o progresso requer estratégia, tendo que saber que peças tirar pra não ficar sem peças.

LEIAM – Pretty Girls Four Kings Solitaire | Big Brain Game, Small Brain Player

Para os menos afortunados, o jogo possui um modo “fácil”, que não muda nada na jogabilidade, mas oferece 3 dicas das peças que podem ser removidas e 3 embaralhamentos das peças, mas o custo é que você não ganha pontos nas fases, para a leaderboard. Mas é uma concessão fácil de se fazer, o jogo não fica mais fácil, mas você tem mais chance de terminar as fases.

O jogo possui sessenta tabuleiros divididos pelos cinco personagens, cada personagem tem 4 etapas divididas essas em 3 estágios, sendo que no terceiro estágio, a roupa do personagem muda. Para liberar o quinto personagem, deve-se terminar os outros quatro.

Para os mais assanhadinhos e fãs de femboys, ao terminar os 60 tabuleiros, você libera o modo Naked, onde na terceira etapa de cada roupa do personagem, ao invés da roupa, o personagem ficará do jeito que veio ao mundo.

Otoko Cross
Reprodução: Eastasiasoft

Competente, mas as vozes…

No departamento audiovisual, bem, primeiro notar aqui que as vozes dos rapazes… Não sei, mas ocidentais falando japonês com aquele sotaque forte não me soou muito bom. Ainda que boa parte das tonalidades seja boa, o sotaque forte não ajuda.

Graficamente, é o que você espera de um jogo da linha Pretty Girls (apesar de Otoko Cross: Pretty Boys Mahjong Solitaire não ser um, você entendeu meu ponto), sprites originais bem feitos, bons cenários e uma apresentação decente, não muito do que reclamar.

A trilha sonora é composta de musicas royalty free, mas são ao menos musicas que combinam com os cenários e temática das etapas, nada soa fora do lugar.

Reprodução: Eastasiasoft

É mais do mesmo, tudo depende da sua apreciação da temática do jogo

A temática do jogo é provavelmente o que mais chama a atenção em Otoko Cross: Pretty Boys Mahjong Solitaire, porque de resto, apesar de não ser um título ruim, ele acaba sendo similar aos demais jogos de Mahjong Solitaire da série Pretty Girls. Mas seria mais interessante ver esses personagens em outros tipos de jogo.

Otoko Cross: Pretty Boys Mahjong Solitaire está disponível para PC, e com o lançamento para consoles previsto ainda para esse ano.

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