Arquivos Orochi - Arquivos do Woo https://www.arquivosdowoo.com.br/tag/orochi/ Um pouco de tudo na medida certa Fri, 20 Jun 2025 20:24:36 +0000 pt-BR hourly 1 https://wordpress.org/?v=7.0.1 https://www.arquivosdowoo.com.br/wp-content/uploads/2020/12/cropped-logo-150x150.png Arquivos Orochi - Arquivos do Woo https://www.arquivosdowoo.com.br/tag/orochi/ 32 32 The King of Fighters 2000 | Análise https://www.arquivosdowoo.com.br/2024/04/07/the-king-of-fighters-2000-analise/ https://www.arquivosdowoo.com.br/2024/04/07/the-king-of-fighters-2000-analise/#comments Sun, 07 Apr 2024 19:39:34 +0000 https://www.arquivosdowoo.com.br/?p=16715 Depois de uma longa temporada de altos e baixos no primeiro PlayStation, The King of Fighters 2000 chegou ao PlayStation 2 depois da longa reformulação que a SNK passava na época: a empresa passou a se chamar Playmore e passou a contar com ajuda de estúdios externos para continuar produzindo seus jogos com a mesma […]

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Depois de uma longa temporada de altos e baixos no primeiro PlayStation, The King of Fighters 2000 chegou ao PlayStation 2 depois da longa reformulação que a SNK passava na época: a empresa passou a se chamar Playmore e passou a contar com ajuda de estúdios externos para continuar produzindo seus jogos com a mesma frequência que eles costumavam.

Reprodução: Internet

Welcome to The King of Fighters 2000

Apesar de ter sido lançado em DVD-ROM, The King of Fighters 2000 infelizmente não vai muito longe como acontecera em “99′ Evolution” no Dreamcast. Nada de cenários poligonais, som 5.1 ou reformulações nos menus; o que temos é uma versão que utiliza das capacidades do PlayStation 2 para não trazer tantos cortes quanto as versões para PS1 com um novo modo de jogo e extras que já vamos destrinchar.

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KOF 2000 foi o último jogo da série produzido pela equipe original da SNK antes de ter sua falência declara em março de 2001, então no jogo original havia uma grande quantidade de “Extra Strikers” que eram personagens menores na história do jogo ou de jogos menos conhecidos da empresa como G Mantle ou Syo Kusanagi.

No PS2, a Playmore incluiu 10 novos Extra Strikers: Heavy D!, Lucky Glauber, Brian Battler, Orochi Iori, Orochi Leon, Krauser, Mr. Big, Heidern, Orochi e Krizalid.

King of Fighters 2000
Reprodução: Internet

O Party Mode e a história

A novidade de The King of Fighters 2000 ficou por conta do Party Mode, que nada mais é que um nome bonitinho para um modo “Survival” no qual o quão mais longe você vai, o jogo vai liberando os 10 Extra Strikers. É necessário derrotar 99 oponentes sem ser derrotado para desbloquear todos. Os Extra Strikers da versão Arcade, que eram acessados através de códigos, já vem desbloqueados por padrão na versão japonesa do jogo, porém na ocidental ainda é necessário fazer o código. (Cima, Esquerda 3x, Direita 3x, Baixo com os personagens Chang, Choi, Iori, Kula, Ryo, Ramon ou Kyo selecionados como Striker).

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Na história do jogo, o sindicato secreto NESTS (não mais secreto neste ponto), mais uma vez financia o torneio KOF para completar as suas ambições de dominar o mundo. Depois da fuga de suas das “armas” mais poderosas da NESTS (K’ e Maxima), eles recebem os seus convites para o torneio que é observado com muita cautela pelos governos mundiais. 2 sombras na escuridão irão decidir o futuro do torneio…

King of Fighters 2000
Reprodução: Internet

O combate e a questão gráfica

O sistema de combate em si se manteve intacto em relação ao Arcade, com aquelas pequenas atualizações cirúrgicas no timing de certos combos e golpes mais “apelativos”. No Gallery Mode, não temos uma galeria com artes do jogo ou finais/cutscenes para assistir como em The King of Fighters ’99 no PS1; como um pequeno extra, a Playmore decidiu incluir as aberturas de KOF ’94 ao ’99 desbloqueadas através de alguns objetivos. Alguns deles são bem simples, mas um deles é bem difícil e pode te fazer desistir com uma certa facilidade.

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O gráfico do The King of Fighters 2000 não recebeu nenhum grande trabalho conforme supracitado, mas a Playmore se utilizou da capacidade do PS2 para aumentar a quantidade de animações em alguns cenários como efeitos de partícula de areia ou iluminação com mais detalhes que a versão Arcade. É um detalhe pequeno que não ajuda muito o jogo frente à outros lançamentos da época, mas já é alguma coisa. Isso acabou ajudando em outro fator importante: o jogo praticamente não trás tempos de carregamento antes, durante ou depois da luta.

No Japão, o jogo foi lançado em 28 de Novembro de 2002, porém no ocidente ele chegou um pouco mais tarde. O lançamento nos Estados Unidos foi em 09 de Dezembro de 2003 em um pacote chamado “The King of Fighters 00/01”, que trazia 2 discos com The King of Fighters 2000 e 2001, respectivamente. Uma coleção de 8 cartões colecionáveis foi distribuída com essa cópia, que trazia apenas um cartão em cada caixa. Na Europa, o jogo foi lançado pela Ignition Entertainment em 26 de Novembro de 2004 no mesmo formato, porém com uma capa nova e sem os cartões colecionáveis.

King of Fighters 2000
Reprodução: Internet

Concluindo

No Japão, o jogo foi relançado no selo SNK Best em 18 de Novembro de 2004 e lançado no selo “PS2 Classics” do PlayStation 4 em 18 de Março de 2015.

The King of Fighters 2000 não é nem de longe um dos melhores KOF já lançados, mas esse seu lançamento no PS2 embora seja bem simples e até vergonhoso se comparado com outros títulos da época, não faz feio no departamento de jogabilidade.

Se você procura um desafio elevado para desbloquear todos os extras ou apenas conhecer a série, esse jogo pode ser uma boa porta de entrada para se conhecer bem o sistema de “Strikers” que foi introduzido na ’99 e foi expandido em lançamentos subsequentes.

Qualquer versão desse jogo é igualmente aproveitável, visto que a única diferença entre as 3 versões (Neo Geo, Dreamcast e PlayStation 2) é a quantidade de extras e a qualidade de animação do cenário.

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Essa análise foi realizado com uma cópia da versão de PlayStation 2

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Warriors Orochi 4 | Uma Tramóia Divina https://www.arquivosdowoo.com.br/2018/11/20/warriors-orochi-4-uma-tramoia-divina/ https://www.arquivosdowoo.com.br/2018/11/20/warriors-orochi-4-uma-tramoia-divina/#respond Tue, 20 Nov 2018 17:55:00 +0000 https://www.arquivosdowoo.com.br/2018/11/20/warriors-orochi-4-uma-tramoia-divina/   Acho que não é surpresa de ninguém que eu sou putinha do gênero musou, isso vem lá por meados de 2008, quando joguei pela primeira vez, Sengoku Basara 2 Heroes no PS2 (jogo que hoje sou recordista mundial na categoria Story: All Heroes), e que eu queria jogar novamente, mas meu PS2 pifou. Anyway, […]

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Acho que não é surpresa de ninguém
que eu sou putinha do gênero musou, isso vem lá por meados de 2008,
quando joguei pela primeira vez, Sengoku Basara 2 Heroes no PS2 (jogo
que hoje sou recordista mundial na categoria Story: All Heroes), e
que eu queria jogar novamente, mas meu PS2 pifou. Anyway, de lá pra
cá eu joguei muita coisa no gênero, algumas coisas boas e outras
ruins (ouviu isso, Bleach do PS3? Você é uma MERDA).
A série Warriors Orochi surgiu em
2007, como um crossover entre Dynasty Warriors e Samurai Warriors,
além de personagens advindos das mitologias chinesa (Da Ji) e
japonesa (Orochi), e onze anos depois, ela chega ao seu quarto
título… Que não é necessariamente o quarto lançado, porque
temos aí Musou Orochi Z e a versão Ultimate de Warriors Orochi 3, o
Z é uma compilação pra PS3 e PC do Warriors Orochi 1 e 2, e o
Ultimate dá uma recauchutada nas mecânicas do 3, além de adicionar
uma segunda história e ainda mais personagens
 

 

Então, quando Warriors Orochi 4 foi
anunciado este ano, eu molhei minhas calças de excitação, mas não
porque era mais um Warriors e sim porque anunciaram que o jogo
mexeria também com a mitologia grega, que graças a Cavaleiros do
Zodíaco e Percy Jackson, eu virei putinha deles também. Agora que o
jogo saiu, será que ele vale a pena o seu dinheirinho? Segue aí que
vou contar.
 
Alguns anos se passaram, desde que os
lordes japoneses, juntamente com os heróis chineses e os vagabundos
do reino místico (além do pessoal de Dead or Alive, Ninja Gaiden,
Atelier, e outras franquias da Koei Tecmo) chutaram a bunda de Orochi
e selaram a raposa de nove caudas dentro do Naruto… (não pera, não
foi dentro do Naruto, mas realmente prenderam a Kyubi em Warriors
Orochi 3 Ultimate). Enfim, eles derrotaram o mal, afastaram o
temporal e cada um retornou ao seu mundo sem se lembrar de nada, e
eles podiam voltar a fazer o de sempre, guerrear entre si, em
batalhas que seus personagens favoritos das séries morrem, mas os
babacas ficam vivos.
 
Certo dia, Naotora Ii, seu filho
Naomasa e Tadakatsu Honda estavam a caminho de mais uma dessas
batalhas, quando eles são envoltos em uma névoa mística e vão
parar em um outro mundo, onde em meio a batalhas, descobrem que dessa
vez, Zeus usou o poder de Orochi para recriar o mundo onde os heróis
da China e do Japão pudessem lutar porque motivos. Aos poucos os
heróis vão descobrindo que o buraco é sempre mais embaixo e se
vêem no meio de uma contenda entre três facções.
 
A história é um pouco mais densa do
que essa mera explicação de dois parágrafos onde enchi linguiça
falando bobagens, mas apesar de ter 170 personagens jogáveis (feito
que levou o jogo a receber um prêmio do Guiness Book), a história é
bem amarradinha e funciona, com cada personagem tendo sua
participação de um modo ou outro do enredo, mesmo que você deseje
que alguns personagens tivessem mais impacto do que outros. Mas esse
sou eu implicando pelo fato de Guan Yinping ter recebido um bocado de
atenção (suspeito eu que tenha relação com a enquete de waifus de
Dynasty Warriors realizada pela Famitsu, onde ela foi a primeira
colocada).
 
A jogabilidade é um mix de Dynasty
Warriors 8: Empires, com Samurai Warriors 4-II, sendo que cada
personagem funciona como em seu jogo de origem, tendo eles um ataque
comum, e um ataque potente, se são personagens de Dynasty Warriors
ou Warriors Orochi, ou um ataque comum e um hiper ataque (no qual o
personagem ataca com uma espécie de dash) se o personagem é de
Samurai Warriors. Ambos tem os Musou attacks e o True Musou, que usam
a barra de Rage. Até aí, nada de novo no front, é o que se
esperaria de um musou regular. É nesse momento que entram as
novidades, trazidas da parte grega (e nórdica).
 
O jogo introduz os tesouros sagrados,
que dão ao usuário o poder da Magia, com isso você abre uma nova
gama de golpes e possibilidades de combo no jogo. Com o botão de
ombro (R1 no PS4, RB no Xbox One) e um dos botões de frente, você
pode usar diferentes tipos de magia, com a mais simples custando um
pouco da barra de magia (que enche sozinha, relaxe), uma magia meio
que intermediária que gasta a barra de magia inteira, e a magia mais
poderosa, que usa a barra de magia inteira, mas metade da barra de
musou. E usando o botão de ombro, mais o botão de pulo, você
invoca um cavalo, montando instantaneamente nele. O que é um alívio,
já que às vezes quando você chama o cavalo, ele demora pra
aparecer e muitas vezes ele anda em padrões esquisitos, antes de
você poder montá-lo.
 
 
Nos jogos anteriores, você montava um
trio (e em um certo modo do Warriors Orochi 3 Ultimate, montava um
quinteto), aqui você monta um trio e ganha outros quatro personagens
de suporte, que quando você sofre um dano, podem aparecer pra dar
uma mãozinha e atacar o inimigo. Mas, visualmente a ajuda desses
membros de suporte vem no golpe visualmente mais impressionante no
jogo. Junto da barra de magia, existe uma segunda barra em formato de
esfera, que vai enchendo conforme causamos dano nos inimigos e quando
ela está cheia, usando os dois gatilhos um poderoso ataque (imagine
uma genkidama atirada por sete pessoas) é desferida, o que pode
ajudar a limpar a área, arrancar um bom naco de energia de oficiais
inimigos e faz com que dropem gemas (a moeda do jogo) e XP.
 
Mas calma, ainda não acabou porque com
a temática grega e nórdica do jogo, temos a deificação. Na
história, Zeus usou a foice de Orochi para criar os braceletes de
Ouroboros, que contém parte da essência da Serpente Rei e poderes
de oito divindades (as quais não recordo todas), e durante a
história, oito heróis acabam tomando posse desses braceletes, são
eles Yukimura Sanada, Naotora Ii, Nobunaga Oda e Mitsunari Ishida
pelo lado de Samurai Warriors, e Zhao Yun, Guan Yiping, Lu Bu e Cao
Pi do lado de Dynasty Warriors.
 
O poder desses braceletes, pela
história, é ativado por fortes emoções, e dá acesso a uma forma
deificada (em alguns casos, menos roupa, não que eu esteja
reclamando disso no caso da Naotora) que funciona como o modo Rage
dos personagens normais, mas você pode usar os golpes de magia sem
gastar a barra, enquanto a forma estiver ativada.
 
E para ativar esses braceletes da
maneira prática, é necessário conseguir uma Lágrima Divina (sim,
estou traduzindo aqui, aliás, se quiser me contratar pra traduzir
seus jogos pra PT-BR, Koei, só me dar um toque) e essa Lágrima
Divina é conseguida quando se derrota um inimigo específico em uma
condição específica. Explicando, nos campos de batalha, existem
certos inimigos chamados de Originadores do Caos, nas batalhas,
quando você se aproxima deles, eles tornam os inimigos mais
resistentes e fortes, mas esses Originadores do Caos são fracos
contra magia, então algumas magias resolvem o caso.
 
Quando o seu contador de combo está
acima de 300 hits, é o momento ideal para derrotar esses caras e
conseguir uma Lágrima Divina.
 
O sistema de upgrade de armas funciona
como no jogo anterior, onde você adiciona atributos e elementos a
suas armas, podendo fazer com que elas fiquem mais fortes, restaurem
sua energia e até mesmo a chance de 1-hit KO em oficiais inimigos. E
o seu oficial se torna mais forte conforme ele sobe de nível, pois a
cada nível aumentado, você ganha um ponto de habilidade, que pode
ser gasto em melhorias como aumento de dano, mais combos, maior
resitência, mais HP, etc, em um grid simples de se entender.
 
 
Outra coisa que ajuda bastante no
upgrade de personagens, são os Pontos de Crescimento. A cada
batalha, você ganha uma determinada quantidade de Pontos de
Crescimento baseada nos Pontos de Experiência adquiridos na luta. E
você pode usar esses pontos como XP extra e aumentar o nível de
seus oficiais (ou aquele oficial que você quer colocar no time, mas
está abaixo do nível do time).
 
Eu poderia passar mais tempo explicando
algumas outras minúncias do jogo, mas isso é algo que se descobre
jogando, então vamos passar para um ponto onde o jogo brilha muito
(no Curintcha), a parte musical. Uma qualidade que sempre esteve
presente na maior parte das franquias da Koei Tecmo, é a trilha
sonora. Sério, recomendo ouvir a trilha de Uncharted Waters 2. É da
Yoko Kanno. E ela é do caralho. Anyway, lembro que ao jogar Warriors
Orochi 3/3 Ultimate, lembro que fiquei com a sensação de que a
ordem da Koei foi “enfia tecno até o cu nessa merda”, não que
eu esteja reclamando, porque a trilha de WO3 Ultimate é boa.
 
Dessa vez, a trilha tomou um outro
rumo, inclusive diferente de Warriors All-Stars (assunto pra outro
dia), no qual o resultado foram temas que passam a epicidade de um
conflito grandioso e divino. Temas familiares, como “Welcome to
China”, “Theme of Lu Bu” ou “Komaki Nagakute” ganharam uma
pegada mais orquestra e novos temas, como o do Perseu, não ficam tão
deslocados. Como bônus, o tema de encerramento, “Kakumei no
Masqueradeӎ bem legal.
 
 
Não sei se é feliz ou infelizmente,
mas ao contrário de Dynasty Warriors 9, Warriors Orochi 4 só possui
dublagem japonesa, e a Koei mostrou que não estava de brincadeira,
chamando seiyuus já conhecidos (no Japão e por weeaboos extremos,
eu soube porque joguei no google) para os cinco novos personagens da
franquia. A dublagem é competente, ainda que existam alguns erros de
revisão no texto do jogo (semelhantes aos que acontecem em Dynasty
Warriors 8 Empires).
 
Graficamente ele não é nenhum
assombro, você não vai se pegar admirando os cenários como em
Dragon Quest XI, e aqui os modelos dos personagens são
reaproveitados de Dynasty Warriors 8: Empires, Samurai Warriors 4-II
e Warriors Orochi 3 Ultimate (no caso dos personagens exclusivos de
Warriors Orochi. Temos novos personagens, vindos dos panteões grego
e nórdico, além das formas deificadas dos personagens, que ganharam
novos modelos. No geral é um trabalho competente, e os cenários são
versões modificadas dos vistos em Samurai Warriors e Dynasty
Warriors, porém com a nova roupagem, você só vai reconhecer o
layout porque iluminação e efeitos são diferentes, dando cara de
novo.


 
Caso você possua saves de Warriors
Orochi 3
(em nuvem), Warriors Orochi 3 Ultimate (em nuvem ou no
PS4/Xbox One), você pode usá-lo para converter a sua kill count em
pontos de crescimento, o que no começo do jogo pode dar uma boa
ajuda. E caso tenha um save de Dynasty Warriors 9, você desbloqueia
roupas de Dynasty Warriors 9 para Wang Yuanji, Yueying, Zhenji,
Xiaoqiao, Daqiao e Diaochan. E o save da versão trial/demo de DW9
funciona, então você nem precisa ter comprado o jogo.
 
Finalizando, olha, se você é fã do
gênero musou, Warriors Orochi 4 é um jogo obrigatório na sua
coleção, é o melhor Warriors que jogo em anos e possui horas e
mais horas de diversão. Tem seus pontos fracos? Tem, mas eles são
irrelevantes no grande esquema das paradas, então recomendo
bastante. Inclusive a temática grega faz com que eu queira um
Warriors baseado nas lendas gregas… Um Warriors BOM baseado na
mitologia grega, porque aquele Warriors: Legends of Troy é mediano
QUANDO EU ESTOU DE BOM HUMOR.
 
Warriors Orochi 4 está disponível
para Playstation 4, Xbox One, Nintendo Switch e PC’s. 



Este review foi
feito com uma cópia gentilmente cedida pela Koei Tecmo America.

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